OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

Imagens e Frases de Natal Religioso

sábado, 19 de janeiro de 2013

A favor da família - 19 de Janeiro de 2013

Lavras Resiste!


"Manif" contra o casamento anfíbio

Posted: 17 Jan 2013 02:08 AM PST

O Le Figaro, grande jornal francês, noticiou: a passeata deste Domingo, 13/01, contra o casamento gay em Paris foi a maior que essa cidade viu nos últimos 30 anos. Considerando que os conservadores em geral são avessos a manifestações públicas e que muitas pessoas receiam demonstrar opiniões politicamente incorretas em público, o resultado é muito bom. Mais aqui.

 

IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira


“Cruzada pela Família” gera polêmica salutar no SBT do Paraná

Posted: 16 Jan 2013 05:36 PM PST

Veja vídeo

PARANÁ:
Veja a polêmica
pela Campanha do IPCO

A Fé Explicada


Abaixo-assinado Todos contra a Legalização da Prostituição. #ForaPLGabriela

Posted: 17 Jan 2013 06:12 AM PST

Para:Presidenta da República federativa do Brasil,Congresso Nacional do Brasil, Supremo Tribunal Federal Abaixo assinado Fora PL Gabriele Somos contra o projeto de lei PL Gabriela que pretende legalizar a prostituição por entendermos que ela discrimina, desvaloriza a mulher, legalizando a condição sub-humana que é o exercício da prostituição. Queremos sim, políticas públicas sérias [...]

“Cruzada pela Família” gera polêmica salutar no SBT do Paraná

Posted: 16 Jan 2013 09:19 PM PST

Em edições sucessivas a partir do dia 8 de janeiro último, o Jornal da Massa, exibido pelo SBT do Paraná, discutiu a campanha realizada pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira em Maringá. Mas, a polêmica foi longe… E, quando a Cruzada pela Família chegou ao centro de Curitiba e suportou as provocações de magotes de [...]

 

Santificação Mutua entre o Homem e Mulher

Posted: 17 Jan 2013 05:26 PM PST

S. Paulo deixa como incumbência às mulheres o governo da casa; e por isso muitos seguem esta verdadeira opinião que a sua devoção é mais frutuosa para a família que a dos maridos, que, não tendo uma residência tão continuada entre os domésticos, não pode por conseguinte encaminhá-los tão facilmente para a virtude. Segundo esta consideração Salomão nos seus provérbios faz depender a felicidade de toda a sua casa do cuidado e esmero da mulher forte que descreve.

Diz-se no Gênesis que Isaac, vendo a esterilidade de sua esposa Rebeca, rogou ao Senhor por ela: ou segundo o texto hebraico, rogou ao Senhor em frente dela, porque um orava de um lado do oratório e outro do outro lado; e a oração do marido feita deste modo foi ouvida. A maior e mais frutuosa união do marido e da mulher é a que se faz na devoção, à qual se devem exercitar à porfia um ao outro. Frutos há, como o marmelo, que, pela aspereza do seu suco, não são agradáveis senão postos de conserva.

Há outros que, pela sua brandura e delicadeza, não se podem conservar senão também postos em doce, como as cerejas e os damascos: assim as mulheres hão de desejar que os seus maridos estejam de conserva no açúcar da devoção. Porque o homem sem devoção é um animal severo, áspero e duro; e os maridos devem desejar que as suas mulheres sejam devotas; porque sem a devoção, a mulher é em extremo frágil e sujeita a cair ou embaciar a sua virtude. S. Paulo disse que o homem infiel é santificado pela mulher fiel, porque nesta estreita aliança do casamento um pode facilmente puxar o outro à virtude. Mas que grande benção há quando o homem e a mulher fiéis se santificam um ao outro num verdadeiro temor de Deus!

Além disso, hão de ter tanta condescendência um com o outro, que nunca se aborreçam e irritem ambos ao mesmo tempo e de repente, para que entre eles não se note dissensão nem disputa. As abelhas não podem estar em lugar onde se ouvem ecos e estrondos, e onde soa a voz repetida: nem o Espírito Santo pode demorar numa casa onde há disputas, réplicas e repetição de vozes e altercações.

S. Gregório Nazianzeno diz que no seu tempo os casados faziam festa no aniversário dos seus casamentos. E eu por certo aprovaria que se introduzisse este costume, contanto que não fosse com aparatos de diversões mundanas e sensuais, mas que os maridos e mulheres, tendo-se confessado e comungado nesse dia, recomendassem a Deus, mais fervorosamente que de costume, o progresso do seu matrimônio, renovando os bons propósitos de o santificar cada vez mais por uma recíproca amizade e fidelidade, e cobrando alento em Nosso Senhor, para arcar com os encargos da sua vocação.

Fonte: Filotéia - S. Francisco de Sales - págs: 345-347

Fonte:

http://catolicosribeirao.blogspot.com.br/

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Deus lo vult! - Curtas: moral e bons costumes, objeção de consciência no Uruguai, reconhecimento jurídico de nascituro como pessoa e mulher que tenta matar filho por não poder cuidar dele


Curtas: moral e bons costumes, objeção de consciência no Uruguai, reconhecimento jurídico de nascituro como pessoa e mulher que tenta matar filho por não poder cuidar dele

Posted: 18 Jan 2013 09:03 AM PST

- Governador do Rio de Janeiro aprova lei sobre moral e bons costumes. «Sancionado na quinta-feira pelo governador Sérgio Cabral, o projeto de lei, de autoria da deputada Myrian Rios (PSD), tem a finalidade “promover o resgate da cidadania, o fortalecimento das relações humanas e a valorização da família, da escola e da comunidade como um todo”».

A propósito, o deputado Jean Wyllys não perdeu a chance de reclamar da nova lei no Twitter - o que não deixa de ser uma curiosa confissão involuntária de que o gay-way-of-life do qual Sua Insselença é ferrenho defensor vê na defesa da moral e dos bons costumes uma ameaça à sua causa. Bom saber.

* * *

- Médicos ginecologistas no Uruguai recusam-se a fazer abortos. Segundo informa ACI Prensa, todos os ginecologistas de Salto (quarto estado mais populoso do país) apresentaram objeção de consciência; em outros lugares, são mais de noventa por cento!

Uma lei pró-aborto já fora vetada no Uruguai uma vez, mas os abortistas não descansaram e, infelizmente, conseguiram aprová-la no último trimestre do ano passado. Entidades pró-vida do país estão trabalhando para revogá-la.

Curiosa, ainda, é uma informação publicada no primeiro link: o Ministério da Saúde do país pretende exigir uma justificativa “real” (!) da objeção de consciência, pois considera que alguns médicos “abusam” (!!) desta alternativa sem ter razões religiosas ou filosóficas para tal. Ou seja, agora um órgão do Governo considera avaliar a consciência de cada um para julgar se ela está objetando validamente ou não! O disparate chega a ser cômico, mas é preciso tomar cuidado com ele. Afinal, se aceita, uma sandice dessas pode abrir um perigoso precedente.

* * *

- Tribunal dos EUA considera bebê não-nascido como pessoa. Alvissareira notícia, que chegou a ser classificada pela Personhood USA como «a mais importante sobre o reconhecimento de direitos pessoais de nascituros desde 1973»!

O caso envolveu duas mulheres que teriam colocado seus filhos, ainda no ventre, em risco de morte, tendo ingerido drogas ilegais. No Alabama é crime expor uma criança a substâncias reguladas como tóxicas. O filho de uma das mulheres nasceu prematuro, com 25 semanas, e morreu 19 minutos depois do parto. A autópsia mostrou que o bebê morreu por exposição à metanfetaminas.

* * *

- Americana tenta matar o filho com faca e afirma: ‘Não posso cuidar, e não quero que ele sofra’. Qualquer semelhança não é mera coincidência: esta é rigorosamente a mesma “justificativa” apresentada por uma miríade de defensores do aborto quando querem “argumentar” a favor do “direito” da mulher de decidir se deixa ou não o seu filho nascer. Por que no primeiro caso a mulher deve ser presa e, neste último, receber recursos do Governo para concretizar o seu intento assassino?

De acordo com o jornal ‘Daily News’, ela foi detida logo após tentar matar o próprio filho, de 17 anos, com uma faca. Além do ato da mãe, chocante por si só, também causou espanto a justificativa dada no momento em que os policiais chegaram ao local:

- Eu queria matá-lo porque não tenho condições de cuidar dele, e não quero que ele sofra – afirmou Sheronda.

As autoridades foram acionadas por John Burroughs, um vizinho da família. Ele ligou para o 911 (equivalente ao brasileiro 190) depois de ouvir os pedidos de socorro da boca do próprio jovem, que saiu de casa correndo: “Ei, senhor! Você pode me ajudar? Minha mãe está tentando me matar”, teria dito o rapaz.

“Ei, senhor, você pode me ajudar? Minha mãe está tentando me matar”. Aqui, quem o disse foi um rapaz de 17 anos. Mas a mesmíssima súplica poderia ter saído dos lábios de uma criança cuja mãe está procurando abortá-la, se esta criança pudesse falar. Ouçamos a voz dos inocentes! Eles clamam por socorro.

 

Post  - 19-1-13  -  23H58

 

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1534-3 - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - 19 de Janeiro de 2013

 
Caros Amigos; apesar dos meus cuidados em não me dispersar (e, também, em grande parte, por motivos técnicos) fui forçado a interromper novamente a edição desta página no passado dia 15. Espero portanto que me perdoem o lapso e vou tentar retomar a publicação.
Obrigado. AF.
 
Nº 1534 - (3)
Desejo a continuação de
BOAS FESTAS e BOM ANO DE 2013
===============
Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.
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SÃO GREGÓRIO II
São Gregório II
São Gregório II
(715-731)
 
Este papa romano, que foi eleito em 19 de Maio de 715, interrompeu a série de pontífices de origem grega e síria, um facto de importância para o Ocidente, quando se manifestava a tendência para se distanciar de Bizâncio.
Era um homem inteligente e culto que tinha acompanhado o papa Constantino I a Constantinopla, aquando da convocação do imperador Justiniano e, segundo o Liber Pontificalis, todos ficaram admirados com »a clareza das suas respostas que deitavam por terra todas as objecções».
Começou o pontificado dedicando-se à reconstrução das muralhas de Roma, iniciada por Sisínio, mas que devido a inundações não tinham sido concluídas.
Em 717, o general do exército do Oriente, Leão Isáurico, apoderou-se do trono e comunicou o facto ao papa enviando-lhe uma profissão de fé católica. Valente e empreendedor, torna-se credor da Cristandade ao deter em 718 o poderio árabe que ameaçava Constantinopla.
Pouco depois desencadeou uma questão religiosa que iria durar mais de um século. Convencido de que à solidez  do Estado convinha a unidade na fé, Leão Isáurico decreta para os judeus a obrigatoriedade da conversão à fé católica, surgindo um obstáculo intransponível, a veneração das imagens, por eles rejeitada como idolatria.
Imitando o califa árabe Jesid, que em 723 proibiu o culto das imagens, convence-se de que com igual gesto resolveria a questão e em 725 emite um decreto a proibir a veneração das imagens e mandando-as retirar das igrejas de Constantinopla, entre elas uma imagem de Cristo ali venerada como miraculosa, para além de destruir numerosas obras de arte. Surgem tumultos e o patriarca coloca-se ao lado dos revoltosos. O imperador recorre ao papa, mas este não o apoia e recrimina-lhe a atitude.
Logo a seguir convoca um concílio que refuta o decreto imperial e aprova a veneração das imagens, seguido da publicação de uma bula que nega ao imperador qualquer direito de legislar em matéria da fé. O imperador fica furioso e ameaça ir a Roma destruir a imagem de São Pedro e aprisionar o Papa.
Gregório II, sem se amedrontar, responde-lhe: «Hás-de saber que os bispos de Roma são para  a paz, mediadores entre o oriente e o Ocidente e será a paz que eles sempre hão-de proclamar e defender. Se, conforme as tuas palavras, vieres prender-me, não preciso de combater contra ti. Basta que o bispo de Roma se afaste vinte e quatro estádios para a Campânia, e só poderás perseguir o vento». E, continuando, lembra o martírio de São Martinho: «Também eu podia sofrer a mesma sorte, mas para bem do povo desejo ter uma vida mais longa, uma vez que todo o Ocidente tem os olhos em mim e deposita a maior confiança em São Pedro. Todo o Ocidente venera o Santo Príncipe dos Apóstolos. Se enviares gente para destruir a sua imagem, seremos inocentes do sangue que se vier a derramar: ele cairá sobre a tua cabeça».
Leão Isáurico não desiste, nem se atemoriza, dizendo que os concílios ecuménicos nada tinham decretado sobre o uso de imagens e que se considerava imperador e bispo.
Gregório II continua firme e replica, mostrando-lhe a diferença entre o poder temporal e o espiritual e a independência deste frente àquele.
Tudo se complica, pois o imperador, sem olhar a razões, resolve desfazer-se do papa mandando instruções nesse sentido aos seus funcionários residentes em Itália, mas a conjura foi desfeita e o povo, indignado, eliminou os sicários.
O exarca Paulo , vindo de Ravena com idêntico propósito, também não teve sucesso. Qualquer tentativa para consolidar a autoridade imperial em Roma, sem o acordo do papa, era impossível.
Gregório II mostrou-se sereno e prudente, embora firme, pois não pretende lançar a Itália numa guerra, nem a separação do imperador, mas apenas confiná-lo aos limites do poder temporal.
O imperador, não desistindo dos seus intentos, nomeia Eutíquilo como exarca de Ravena, com a condição de se dirigir a Roma e depor Gregório II ou dar-lhe a morte.
Descobertos os intentos do exarca, o povo estava disposto a linchá-lo, valendo-lhe a intervenção do papa.
Entretanto, aproveitando os desentendimentos entre Bizâncio e Roma, Luitprando, rei dos Longobardos, apodera-se de algumas cidades, tentando o domínio de toda a Península.
Gregório II não hesita. Enchendo-se de coragem dirige-se ao acampamento de Luitprando e de tal modo falou que o rei bárbaro, rojando-se-lhe aos pés, prometeu renunciar aos seus intentos bélicos. Depois, dirigindo-se a Roma na companhia do papa, ajoelha diante do tumulo de São Pedro, depondo sobre ele o manto, a espada e a coroa.
Gregório II continuava convencido de que a conservação de um poder estatal diferente do espiritual era a melhor solução.
Mesmo com tantas preocupações Gregório II dedicou-se à restauração de alguns conventos, entre eles o de Monte Cassino e basílicas romanas, a par de muitas outras obras.
O seu nome fica ligado à evangelização dos países nórdicos, sobretudo a Alemanha, para onde enviou o monge inglês, São Bonifácio (675-754).
Quanto à Península Hispânica, viveu com amargura a ocupação árabe. Logo no início do seu pontificado, em 716, a invasão estendeu-se por toda a Galiza e Lusitânia, sendo saqueadas as cidades do Porto e de Braga.
Faleceu depois de quinze anos de luta corajosa e prudente.
 
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SÃO GREGÓRIO III
Gregório III
São Gregório III
(731-741)
 
Foi eleito por unanimidade ainda não tinham sido concluídos os funerais de São Gregório II, mas a sua sagração só aconteceu em 18 de Março de 731. No entanto, a herança que recebia não era nada agradável, pela luta anti-iconoclasta.
Foi o último papa a solicitar a homologação da sua eleição pelo imperador, mas isso não impediu que este onerasse os bens da Igreja na Itália com impostos tão pesados que equivaliam a confisco.
Logo no primeiro ano do seu pontificado reuniu em São Pedro, com  a presença de 93 bispos, um sínodo em que decreta: «Quem tirar do seu sítio, destruir ou injuriar as imagens de Cristo, de sua Mãe imaculada, dos apóstolos ou dos santos, seja excluído dos sacramentos”. O encarregado de levar ao imperador as determinações sinodais foi logo detido e encarcerado na Sicília.
O imperador não queria saber de nenhuma comunicação emanada de Roma para não se sentir desacreditado perante os seus súbditos contra a veneração das imagens. Além disso, para se ressarcir dos impostos a que Roma se negava, o imperador apodera-se de patrimónios eclesiásticos na Sicília, da Calábria e de toda a Itália meridional.
O diferendo mantinha-se,. mas, entretanto, o exarca fez uma oferta de seis colunas de ónix ao papa, que as mandou colocar em São Pedro junto de um baldaquino de prata em que figuravam as imagens do Salvador, de Maria, dos apóstolos e santos mais venerados, como resposta eloquente aos iconoclastas.
Como disse Gregorovius: «A luta dos papas contra Bizâncio salvou a arte no Ocidente». Neste particular, Gregório III destacou-se embelezando São Pedro e vários mosteiros com diversas pinturas, restaurando a basílica de São Crisógno, no Trastevere, as igrejas de Santo André e São Calisto, o panteão e diversos outros templos, isto sem esquecer as muralhas de Roma, quase por completo erguidas.
Entretanto, o rei longobardo Luitprando retomava a ofensiva contra o ducado romano, devastando diversas regiões da Campânia.
O papa pede ajuda a Carlos Martel, rei dos Francos, mas este nega-se por motivos políticos a combater Luitprando, pois precisava da sua aliança contra os árabes, os quais acabou por vencer na Batalha de Poitiers, em 732.
Em 741, o pontífice envia nova embaixada a Carlos Martel para lhe entregar as chaves de São Pedro e o titulo de cônsul, segundo o qual Roma ficaria colocada sob a sua jurisdição militar, saindo da órbita imperial de Bizâncio. Carlos Martel, embora desvanecido, não aceita, desculpando-se com motivos políticos e económicos.
Gregório III não chegou a saber da recusa, pois faleceu nesse ano, e no mesmo dia em que morreu o imperador Leão III. Interessou-se pela consolidação da Igreja na Inglaterra e na Alemanha, incumbindo de diversas missões apostólicas os Santos Bonifácio e Beda, este último falecido durante o seu pontificado e o primeiro de origem búlgara.
Durante o pontificado, deu-se a reconquista da Galiza e Norte de Portugal por ação do rei Afonso I , das Astúrias, que derrotou e expulsou os árabes, que perderam definitivamente o domínio a norte do rio Douro.
 
 
 
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SÃO ZACARIAS
São Zacarias
São Zacarias
(741-752)
 
Foi o último papa de cultura grega eleito por unanimidade em 29 de Novembro de 741, no mesmo dia em que foi sepultado o seu antecessor.
Pouco depois de eleito, Luitprando retoma a ofensiva contra o ducado romano e Zacarias tomou a decisão de falar com o próprio rei longobardo, chamando-lhe a atenção para a quebra do pacto que havia jurado perante o papa Gregório II. A eloquência do papa conseguiu demover Luitprando e no regresso a Roma o povo recebeu-o com aclamações.
Luitprando, para se ressarcir das cedências a Roma, invade Ravena e Emília, levando os habitantes a pedirem a intervenção do papa e, de novo, São Zacarias foi falar com o frei bárbaro a Pavia e Luitprando voltou a ceder.
Em 743, São Zacarias convocou um sínodo em Roma, com a presença de 60 bispos, no qual se publicaram 14 cânones referentes à disciplina eclesiástica e normas sobre o impedimento matrimonial, na existência de parentesco até ao quarto grau.
Por essa altura. São Zacarias envia são Bonifácio da Alemanha à Gália Oriental para a organizar em ordem à catequização. São Bonifácio, como delegado papal, celebra um sínodo em Soissons, seguido de outro sínodo geral em 745, estruturando a disciplina religiosa.
Em 751, São Zacarias apoiou Pepino o Breve, na sucessão ao trono de seu pai Carlos Martel, rei dos Francos, marcando este gesto um momento muito importante na história dos papas, dado que firmou a santa Sé no seu direito de intervenção para conferir ou tirar coroas.
Ocupou-se da Igreja de Inglaterra, onde, com a sua ajuda, se realizou o Sínodo de Cloveshove, em 747, para organizar a reforma da vida eclesiástica. Fora do campo religioso e político, São Zacarias dedicou especial atenção ao desenvolvimento agrícola da região de Campânia, incentivando o cultivo de baldios para suprir a carência de cereais.
Quando soube que uns mercadores venezianos compravam escravos em Roma para os vender aos muçulmanos de África, o papa comprou-os para que nenhum cristão sofresse a escravatura em mãos pagãs.
Segundo o Liber Pontificalis, era exímio nas línguas grega e latina, e a verdade é que traduziu para grego os Diálogos do papa São Gregório I Magno. Também iniciou a Biblioteca Vaticana.
 
 
 
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CONSTANTINO I
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Constantino I
(708-715)
Foi o último dos sete papas orientais e assumiu o pontificado em 25 de Março de 708, perante a terrível vingança do imperador Justiniano, pois uma poderosa armada aportou à Sicília, dirigindo-se a Ravena, onde o exército imperial prendeu nobres e eclesiásticos atirando-os algemados para os porões dos navios, para os levar para Constantinopla. O chefe do movimento foi emparedado vivo e o arcebispo Félix, depois de lhe vazarem os olhos, foi mandado para o exílio.
Depois disto, o imperador convida-o para se deslocar a Constantinopla para discutirem a controvérsia do «Quinissexto». Mesmo sentindo-se aterrado, Constantino aceita o convite e parte para lá em 5 de Outubro de 710. Seria esta a última viagem de um papa a Constantinopla, até à visita do papa Paulo VI, em Julho de 1967, ao encontro do patriarca Atenágoras, em circunstâncias bem diferentes.
Recebido com todas as honras, encontra-se em Nicomédia com o imperador que lhe beija os pés.
Não se conhece o teor da conversação, mas São Gregório II (715-731), que o acompanhava, diz que Constantino aprovou os cânones que não pugnavam com a fé nem se opunham aos decretos romanos.
Um ano depois regressa a Roma e vê, com amargura, o resultado da prepotência e das pilhagens praticadas pelo exarca na sua ausência.
Passados três meses chega a notícia do assassinato de Justiniano, substituído por Filipe Bardas, herege monotelista que imediatamente, decreta a anulação do II Concílio de Constantinopla e envia a Roma a promulgação da sua profissão de fé. Constantino, porém, recusa-se a aceitá-la e o povo, revoltado. rejeita os decretos imperiais, fixando nos muros de São Pedro uma súmula dos seis concílios ecuménicos. O papa vai mais longe e recusa-se a receber Filipe Bardas como imperador, não permitindo que se cunhasse moeda com a sua efigie, em Roma.
Poucos dias depois chega a notícia da queda de Bardas, substituído por Anastácio II, ortodoxo, que envia ao carta uma carta amistosa em que declara aceitar o VI Concilio.
O papa morreu em 9 de Abril de 715, amargurado por saber a Península Hispânica invadida pelos muçulmanos. Apenas escapou uma pequena região montanhosa onde alguns sobreviventes se refugiaram sob o comando de Pelágio. A invasão tenha levado sete anos, mas a reconquista cristã arrastar-se-ia por oito séculos.
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Continua:…
Post colocado em 19-1-2013 – 11H00
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1535-6 - IN MEMORIAN do Pde Mário Salgueirinho - 19 de Janeiro de 2013

(Post para publicação em 19 de Janeiro de 2013 – 10,30 h).
(Pde Mário Salgueirinho Barbosa)
Padre Mário Salgueirinho foi para todos nós um ser humano exemplar, uma pessoa marcante e ficam definitivamente as nossas vidas mais pobres sem o seu carácter, bondade e sabedoria.
Que descanse em paz com as honras do Senhor.
18\06\1927 - 29\10\2011
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Do livro “Caminhos da Felicidade”
SABER ESPERAR




Muita gente na praia naquela manhã fria de Agosto. Emigrantes ávidos de mar e sol. Crianças buliçosas correndo na areia para aquecer.
O sol espreitava, pequenino e tímido, por detrás de um nevoeiro frio.
Algumas pessoas começavam a retirar-se, desanimadas.
O sol lutava persistentemente romper. Aqui e além, mais gente debandava, sem esperança num melhor dia.
Mas entretanto muita gente ficou: esperou pacientemente. E valeu a pena, porque o sol venceu o nevoeiro espesso. Sorriu, iluminou e aqueceu a praia. E os que souberam esperar viveram um dia feliz.
 
Assim acontece tantas vezes na nossa vida…
Tantos dias de angústias, de incertezas. tantas manhãs sem sol, sem alegria, sem afecto, sem paz. Dias de problemas que parecem irremediáveis. De notícias acabrunhantes. de radiografias ou análises escurecidas pela dúvida.
Mas se formos capazes de esperar pacientemente, o sol da alegria e da paz surgirá, aquecendo e iluminando nossa vida, o nosso ambiente, o nosso mundo.
Só poderemos obter êxito, resultado feliz, se lutarmos pacientemente contra todas as adversidades, como o sol vence nuvens negras e nevoeiros densos para oferecer a sua luz e o seu calor reconfortante.





Porto, Dezembro de 1998
Mário Salgueirinho
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Do livro “Dar é receber”
RECOMEÇAR…
Cada dia que vivemos deve ser melhor que o anterior. Deve ser um recomeçar. Recomeçar deixando caminhos velhos, deixando atitudes negativas, deixando hábitos egoístas e prejudiciais, para recomeçar caminhos de beleza, de solidariedade, caminhos floridos de bem-fazer.
Cada dia irrepetível, será uma nova criação de simplicidade e beleza moral.
Vai ajudar-nos a refletir este poema de Fernanda de Castro, referente a um costume de algumas terras na última noite do ano.
Diz assim:
Ontem, à meia-noite, a minha rua
Abriu de par em par as portas e as janelas,
E deitou fora o lixo, as coisas velhas,
Cacos, farrapos, latas e panelas.
Era a primeira hora
Do ano que chegava.
E eu pensei: Que posso eu deitar fora?
Ah, Senhor, tanta coisa!
Nem cacos nem farrapos,
nem latas velhas nem trapos,
Mas tanta dor,
Senhor,
Mal empregada,
Tantos gestos errados,
E as pequenas traições
E os pequenos pecados.
As palavras que ferem como gumes
de afiadas adagas.
Ressentimentos, azedumes
que Te fazem sangrar as cinco chagas.
Egoísmo sem fim
e os altos muros das torres de marfim.
descrença,
Indiferença,
despeitos recalcados,.
amassados com ódios, com rancor,
e o amargo sabor
da solidão.
Ah. Senhor, nesta hora de perdão,
nesta primeira hora,
quantas coisas podemos deitar fora!
 
Porto, Dezembro/2003
Mário Salgueirinho
=========
http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
A publicar em:
19-Janeiro-2013 - 10,30 horas
António Fonseca









Nº 1535-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - NÚMEROS (4) - 19 de Janeiro de 2013

2013

Terminado o

Ciclo das Festas de Natal

continuo, no entanto, a desejar a todos os meus leitores

um BOM ANO

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Caros Amigos:

Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1080 páginas… sejamos optimistas.

NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!

Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!

SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.

Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1535 - 2ª Página

19 de Janeiro de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

N Ú M E R O S

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Mapa com a distribuição das 12 tribos de Israel

4 – FUNÇÕES DOS LEVITASO Senhor falou a Moisés e a Aarão nestes termos: «Conta os filhos de Caat, entre os outros descendentes de Levi, segundo as suas famílias e as casas de seus pais, desde a idade de trinta anos para cima até à idade de cinquenta anos, todos os que são aptos, para que prestem o seu serviço na tenda da reunião. Eis as funções dos filhos de Caat na tenda da reunião, as quais dizem respeito a coisas santíssimas. Quando se levantar o acampamento, Aarão entrará com os seus filhos; retirarão o seu véu e cobrirão com  ele a arca do testemunho; porão por cima uma cobertura de pele de golfinho e estenderão por cima um pano de estofo inteiramente azul, ajustando depois os varais. Estenderão sobre a mesa da proposição um pano azul, sobre o qual depositarão as escudelas, as colheres e todas as coisas que guarnecem a mesa; o pão perpétuo permanecerá sobre ela. estenderão sobre estas coisas um pano de escarlate, no qual porão uma cobertura de pele de golfinho: depois, ajustarão os varais. Tomarão um pano azul e envolverão nela o candelabro que serve para a iluminação, com as lâmpadas, os espevitadores e tenazes, cinzeiros e todos os vasos de azeite usados para o mesmo serviço. Metê-los-ão com todos os utensílios num envoltório de pele de golfinho e ajustarão os varais. Tomarão todos os utensílios empregados no serviço do santuário, metê-los-ão num pano de estofo azul, cobri-lo-ão com, uma cobertura de pele de golfinho e depositá-los-ão sobre uma padiola. Retirarão as cinzas do altar, sobre o qual estenderão um pano de púrpura. Porão sobre ele todos os utensílios necessários ao seu serviço, braseiros, forquilhas, pás, bacias e todos os utensílios deste altar; estenderão pro cima uma cobertura de pele de golfinho e ajustarão os varais. Aarão e os seus filhos acabarão assim de cobrir as coisas santas e todos os utensílios sagrados. Quando se levantar o acampamento; só então, virão os filhos de Caat, que não devem tocar nas coisas santas a fim de que não morram. É este o cargo dos filhos de Caat na tenda de reunião. As funções de Eleazar, filho do sacerdote Aarão, abrangerão o azeite do candelabro, o incenso aromático, a oblação perpétua e o óleo da unção, a vigilância de todo o tabernáculo e de tudo quanto contém, do santuário e dos seus utensílios». O Senhor falou a Moisés e a Aarão. «Não exponhais o ramo das famílias, descendentes de Caat, a desaparecer no meio dos levitas; procedereis assim a seu respeito, a fim de que vivam em lugar de morrerem, quando se aproximarem das coisas santíssimas». «Aarão e os seus filhos virão e determinarão a tarefa de cada um  deles e o que deverão transportar, a fim de que não entrem para olhar, nem mesmo um instante, as coisas santas, e morram». O Senhor disse a Moisés: «Conta também os filhos de Gerson, segundo as casas de seus pais e segundo as suas famílias. Contá-los-ás, desde a idade de trinta anos para cima até à idade de cinquenta anos, contando todos aqueles que estiverem aptos para prestar serviço e exercer qualquer função na tenda da reunião. Eis as funções das famílias descendentes de Gerson, o que terão de fazer e de transportar; transportarão os tapetes do tabernáculo , a tenda da reunião, a sua cobertura e a cobertura da pele de golfinho que a cobre exteriormente, assim como a cortina que serve de porta à tenda da reunião, as cortinas do átrio, e a cortina da entrada que serve de porta do átrio, que se estende à volta do tabernáculo do altar, as suas cordas e todos os utensílios do seu uso, e, por fim, ocupar-se-ão das coisas que lhes digam respeito. Todo os serviço dos descendentes de Gerson, tudo o que terão de transportar e de fazer, será executado sob as ordens de Aarão e dos seus filhos; e confiareis à sua guarda tudo o que tiverem de transportar. São estas as funções das famílias descendentes de Gerson na tenda da reunião, e a sua fiscalização pertence a Itamar, filho do sacerdote Aarão. Contarás os filhos de Merari, segundo as suas famílias, segundo as casas de seus pais. Contá-los.ás desde a idade de trinta anos até à idade de cinquenta anos, contando todos aqueles que estiverem aptos para o serviço, podendo executar qualquer função na tenda da reunião. Eis o que eles terão de transportar, de acordo com  os seus serviços na tenda da reunião: as pranchas do tabernáculo, as colunas e as bases, as colunas que rodeiam o átrio, as suas suas bases, os cravos, as estacas e cordas, todos os utensílios e tudo quanto se relacionar com  eles. Confiar-lhes-eis nominalmente os objetos cujo transporte está ao seu cuidado. São estas as funções das famílias descendentes de Merari: as suas funções na tenda da reunião, estão sob a direção de Itamar, filho do sacerdote Aarão». Moisés, Aarão e os chefes da assembleia contaram os caatitas segundo as suas famílias e as casas de seus pais, desde a idade de trinta anos para cima até à idade de cinquenta anos, contando todos os que podiam executar qualquer serviço e exercer funções a tenda de reunião. O número dos que foram contados, segundo as suas famílias, foi de dois mil setecentos e cinquenta. Foi este o contingente das famílias descendentes de Caat, exercendo funções na tenda da reunião, e contados por Moisés e Aarão, segundo a ordem que o Senhor tinha dado por intermédio de Moisés. Fez-se o censo dos filhos de Gerson, segundo as suas famílias e as casas de seus pais, desde a idade de trinta anos para cima até à idade dos cinquenta anos, contando-se todos aqueles que estavam aptos para o serviço e para exercer qualquer funções na tenda da reunião. E foram contados segundo as suas famílias e as casas de seus pais, em numero de dois mil seiscentos e trinta. Foi este o contingente das famílias descendentes de Gerson, exercendo funções na tenda da reunião, contadas por Moisés e Aarão, por ordem do Senhor. Fez-se o censo das famílias de Merari, classificadas por famílias, segundo as casas de seus pais, desde a idade de trinta anos para cima até à idade dos cinquenta anos, contando-se todos aqueles que estavam aptos para o serviço e para exercer qualquer funções na tenda da reunião. E foram contados por famílias três mil e duzentos. Foi este o contingente das famílias dos filhos de Merari, que Moisés e Aarão, contaram, de acordo com a ordem que o Senhor tinha dado a Moisés. O total dos levitas contados por Moisés, Aarão e os chefes de Israel, segundo as suas famílias e as casas de seus pais, desde a idade de trinta anos para cima até à idade de cinquenta anos, com todos aqueles que estavam aptos a exercer o ministério ou a fazer o transporte, na tenda da reunião, foi de oito mil e quinhentos e oitenta. E foi indicado a cada um, segundo a ordem do Senhor, o serviço que tinham a desempenhar, sob a direção de Moisés, e a carga que devia levar, assim como tudo o que lhes dizia respeito, conforme o Senhor indicara a Moisés.

 

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Mapa da distribuição das tribos de jacob – ISRAEL

Textos do LivroNÚMEROSdo ANTIGO TESTAMENTO

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19 de JANEIRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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Nº 1535-1 - (19-13) - SANTOS DE CADA DIA - 19 de Janeiro de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Nº 1535-1 - (19-13)

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Nº 1535-1 – (19-13)

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Hoje é também o

1º Dia do

«Oitavário pela Unidade da Igreja”

GERMÂNICO, Santo
Mártir (156)
Germnico, Santo
Sobre este mártir de Esmirna, o martirológio romano oferece uma notícia bastante desenvolvida. Eis aqui o que os fiéis de Esmirna, contando o martírio de São Policarpo, dizem do discípulo: «O diabo organizara diversos ataques contra os cristãos; mas a graça do Senhor Jesus veio em defesa deles. O muito corajoso Germânico, dedicado a Deus com toda sua alma, dominou, pela força da virtude, a animosidade dos incrédulos. Entregue às feras, ele notou que o procônsul manifestava alguma compaixão por ele e desejava convidá-lo a pensar ao menos na sua juventude, ao mesmo tempo que desprezava as outras vantagens; mas ele não mostrou senão desprezo por esta compaixão dum inimigo que dava a ideia de o querer poupar. Foi ele que por si provocou a fera que o iria devorar, convidando-o a lançar-se sobre ele para o fazer sair mais cedo deste mundo impio». Assim se teve o prelúdio do combate do velho bispo Policarpo (ver 23 de Fevereiro), de quem Germânico era discípulo.

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

CANUTO, Rei da Dinamarca, Santo

Mártir (1086)

São Canuto IV, filho de Suenon II, nasceu pelos meados do século XI. Já tinha dado provas das suas qualidades de chefe, quando faleceu o pai. Era então electiva a coroa da Dinamarca e o povo preferia Canuto para suceder ao pai. Mas os grandes temiam o seu valor e a sua vida irrepreensível. Assim caiu a eleição em Haraldo, inexperiente e tímido. Canuto sujeitou-se a ele com toda a prontidão.

Mas Haraldo morreu no segundo ano de governo. Deu-se agora, de facto, a sucessão  de Canuto. Aplicou-se a expurgar o reino de desordens e vícios, dominou populações inquietas no Norte do país, promoveu o bem-estar do povo, protegeu o clero e fomentou a cristianização. Era, em particular, grande devoto de Nossa Senhora.

Os bons inícios em breve tenderam para a ruína, quando os ingleses lhe pediram auxilio contra o normando Guilherme, o Conquistador, que lhes dominara o país. Canuto reuniu um corpo de tropas. Para saldar as despesas feitas, foi preciso impor contribuições à nobreza. Bastantes fidalgos combinaram nada pagar e aproveitaram a ocasião para recusar os dízimos á Igreja. O rei pensou em marchar contra as tropas rebeldes. Mal aconselhado, porém, deteve-se longamente na ilha de Fionia, onde os revoltosos o surpreenderam quase indefeso.

Compreendeu que estava perdido, quando ouvia a Missa. Comungou e deu o perdão aos inimigos. Depois, virado para o altar de braços em cruz, esperou impávido a morte. Os conjurados entraram na Igreja e mataram-no, do mesmo modo que um seu irmão e 17 companheiros fiéis. Isto a 10 de Julho de 1086.

Canuto foi considerado mártir pelos seus partidários; o papa Pascoal II (1118) canonizou-o, e ficou sendo padroeiro da Dinamarca. Clemente X (1670-1676), levado pelos muitos milagres atribuídos ao Santo, estendeu a sua festa a toda a Igreja.

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

MÁRIO, sua esposa MARTA e seus filhos ABACO e AUDIFAX, Santos

Mártires (270)

Mario, Marta, Audifax y Abaco, Santos

São Mário, persa de nascimento, desejando visitar os sepulcros de São Pedro e de São Paulo, veio a Roma, acompanhado da esposa Marta e dos filhos Abaco e Audifax.

Executado o projeto que os trouxera, percorreram igrejas, repartiram esmolas e visitaram os confessores da fé presos. Obrigados a sacrificar aos ídolos, recusaram-se com decisão. Atormentados terrivelmente, não houve modo de os apartar da fé cristã. Os algozes cortaram as cabeças de São Mário e de seus filhos; Santa Marta foi arrojada a um poço. Isto no ano de 270, no tempo do imperador Cláudio II, o Gótico.

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

TIAGO SALES, GUILHERME SALTAMÓCCHIO, MARCOS CRISINO,

ESTÊVÃO PÓNGRACZ, MELCHIOR RÓDECZ, TIAGO BONNAUD,

GUILHERME ANTÓNIO DELFAUD e ALEXANDRE CARLOS LANFANT

+ 19 mártires jesuítas – Beatos

(1593-1619-1792)

27 Mártires Jesuítas  -  A Companhia de Jesus celebra hoje, em Portugal, vinte e sete mártires que morreram pela fé católica após a divisão dos cristãos no século XVI: franceses, Tiago Sales e Guilherme Saltamócchio, em 1593; húngaros, Melchior Grodécz e Estevão Pongrácz, em 1619; e, de novo franceses, Tiago Bonnaud e 22 companheiros, em 1792. Os dois primeiros e os vintes e três últimos foram beatificados por Pio XI; e os dois húngaros por S. Pio X. (M. Crisino, como se verá, não foi jesuíta).

TIAGO SALES e GUILHERME SALTAMÓCCHIO  -  Tiago Sales nasceu em Lezoux, na Alvérnia. Desde criança começou a mostrar admirável devoção à santíssima Eucaristia e a Nossa Senhora, em cuja congregação se inscreveu ao frequentar o colégio. Aos 17 anos entrou na Companhia de Jesus, vindo a ser, antes do sacerdócio, óptimo professor de filosofia na Universidade de Pont-à-Mousson. Aí também, mas já depois da ordenação, ensinou Teologia dois anos. Em fins de 1588, estando fraco de saúde, foi mandado para Dôle, onde recuperou bastante as forças. Em 1590, já se aplicava a ministérios relativamente fáceis e, a seguir, em missões populares, conseguindo nelas grande fruto. E retomou o ensino de Teologia, desta vez em Tournon. Mostrava extraordinária devoção à Missa e visitava muitas vezes o Santíssimo, pedindo que lhe fosse concedido derramar o sangue por Cristo Senhor Nosso.

Em 1592 veio-se-lhe juntar, na mesma Universidade, Guilherme Saltamócchio, que havia de ser companheiro da sua morte gloriosa. Este, nascido em Saint-Germain-l’Herm, de pai italiano e mãe francesa, entrou em 1579 na Companhia de Jesus, como irmão coadjutor. Pouco versado em letras, era fervorosíssimo na oração, dotado de grande simplicidade e de gratidão para oferecer em tudo os seus serviços. Muito empenhado na mortificação, costumava animar-se para esta luta dizendo: «Aguenta, carne, aguenta». Logo que este santíssimo irmão chegou a Tournon, foi dado pelos Superiores como companheiro do Padre Sales, ao ser este enviado a pregar o Advento em Aubenas, na diocese de Vivarais.

No dia 6 de Fevereiro de 1593, encontrando-se Tiago e Guilherme em Aubenas, os calvinistas apoderaram-se traiçoeiramente da cidade. E, encontrando estes grandes defensores da fé católica numa casa em oração, levaram-nos aos seus chefes. Durante todo o dia, em favor de vários pontos da religião, e sobretudo da presença do corpo e sangue de Cristo na Eucaristia, argumentou demoradamente Sales contra os mestres calvinistas, apresentando-lhes também os seus escritos. Guilherme, porém, na sua ingenuidade, mostrava concordar em todos os pontos, e recusou afastar-se para não deixar de acompanhar o Padre como lhe fora mandado. Os invictos soldados de Cristo, em jejum e tiritando de frio, passaram também a noite seguinte entre os insolentes soldados. Surgindo o dia 17 de Fevereiro, renovada a acesa discussão sobre o augustíssimo Sacramento da Eucaristia, foram os dois levados para um largo. Tiago foi alvejado com uma arcabuzada, uma punhalada no peito e outra no pescoço. O irmão Guilherme recebeu 18 punhaladas. O primeiro ainda não completara 37 anos, o segundo acabava de entrar no trigésimo sexto. Foram os dois beatificados por Pio XI em 1926.

MARCOS CRISINO, ESTEVÃO PÓNGRACZ e MELCHIOR GRÓDECZ  - Marcos Crisino, natural da Croácia e antigo aluno do Colégio Germânico-Húngaro em Roma e depois cónego de Gran, na Hungria, sofreram cruel martírio em 1619, em Cassóvia, nesta mesma Nação, os Padres Jesuítas Estêvão Pongrácz e Melchior Gródecz. Póngracz nasceu no ano de 1582 de família húngara.

Recebida educação cristã muito esmerada e formação literária, sentiu-se chamado à Companhia de Jesus para ajudar os seus concidadãos a resistir às heresias de Lutero e Calvino.

Terminados com muito louvor os estudos filosóficos e teológicos, foi mandado em 1615 para Homona, na sua pátria, para reforçar o povo na fé e na piedade, e reconduzir os hereges ao catolicismo.

Com grande fervor e não menor prudência exerceu esta missão por cerca de quatro anos. Sobretudo em Cassóvia, para onde foi chamado pelo governador, manteve a prática da vida católica.

Do mesmo modo e para a mesma cidade foi chamado Melchior Gródecz, natural da Silésia, destinado sobretudo a ocupar-ser dos soldados da guarnição.

Estando estes três a dar largas ao grande zelo apostólico, aconteceu que Jorge Rakóczi, chamado pelos hereges, conquistou Cassóvia. E logo mandou que os três sacerdotes católicos fossem guardados à vista por soldados; entretanto ocupou-se o conselho da cidade de lhes dar a morte. E assim, depois da meia noite entre o dia 6 e o dia 7 de setembro de 1619, os algozes enviados começaram por, com uma maça de ferro, lançar por terra Póngracz.

E em seguida foram-no também os outros dois com murros, pontapés, bofetadas e outros ataques, enquanto eles repetiam gemendo os nomes de Jesus e de Maria. Crisino rejeitou constantemente a esperança de salvação que lhe era oferecida em nome de Rakóczi, no caso de abandonar a fé católica. Então, com archotes passaram a queimá-los nus e suspensos do tecto, até que, desfeitas as paredes dos corpos, as entranhas se espalharam. Por último, indo já nascendo o dia, depois de os desprenderem das traves, cortam a cabeça a Crisino e Gródecz. ferem duas vezes Póngracz com um alfange e, julgando-o morto, lançam-no numa cloaca juntamente com os corpos dos outros. Este, todavia, respirava ainda e só passadas mais de vinte horas, exterminado pelas feridas e pelo fedor, voou para o céu. Os corpos deles, sepultados em Tirnávia, junto da igreja das Ursulinas, tornaram-se célebres, durante mais de dois séculos, por muitos milagres. Provados estes e juntamente o martírio, o papa S. Pio X, em 1905, incluiu os três denodados atletas de Cristo no catálogo dos Beatos.

BEATO TIAGO JÚLIO BONNAUD, GUILHERME ANTÓNIO DEFAUD e ALEXANDRE CARLOS LANFANT. - A revolução que deflagrou na França, no fim do século XVIII, mostrou-se violenta não só contra o Rei e os pobres, mas sobretudo contra a Igreja e os ministros dela. O que se manifestou não só noutros tempos mas sobretudo no princípio do mês de Setembro de 1792, quando 3 Bispos, numerosos sacerdotes, tanto seculares como religiosos, e alguns fiéis foram sacrificados em ódio à fé com morte cruel, por causa do iníquo juramento por eles negados com toda a constância. Todos eles, 191, incluiu o Papa Pio XI no catálogo dos Beatos Mártires. Entre estas Bem-aventuradas vítimas, pode com razão a Companhia de Jesus apresentar 23 sacerdotes.

Tinham pertencido à antiga Companhia, extinta em 1773; mas exercendo vários ministérios sagrados, eram reconhecidos por muitos como constantes possuidores do espírito inaciano: e por isso não raro eram tanto mais perseguidos quanto mais pareciam relíquias vivas da velha Ordem. Catorze deles foram mortos no convento dos Carmelitas, a 2 de Setembro; 7 no seminário de S. Firmino, no dia 3; e os dois últimos mereceram a mesma coroa do martírio, um no dia 4, na cadeia “La Force”, e o outro no dia 5, junto da abadia de S. Germano. Neste purpúreo grupo inaciano sobressaiam principalmente três homens;

Tiago Júlio Bonnaud, nascido na arquidiocese de S. Dinis. Vigário geral do Arcebispo de Lião, o qual sempre resistiu tenazmente às lais iniquas e orientou o clero a si confiado com a palavra e o exemplo; Guilherme António Delfaud, Arcipreste da diocese de Pèrigueux e Sarlat,que,na Assembleia legislativa em que era deputado, defendeu com intrepidez os direitos da Igreja; e Alexandre Carlos Lanfant, natural de Lião, exímio pregador da palavra divina, que a propôs na corte e ainda, ao que se diz, foi confessor régio. Mas também os outros na totalidade, sendo insignes por zelo apostólico e dotados de virtudes sacerdotais, lutaram até ao fim por Cristo e conseguiram vitória com Cristo. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

MARCELO SPÍNOLA MAESTRE, Beato
Bispo (1835-1906)

Marcelo Spnola y Maestre, Beato

Filho de pai nobre, João Spínola, e de mãe de sangue ainda mais ilustre Antónia Maestre, veio ao mundo no dia 14 de Janeiro de 1835, o segundo de quatro irmãos.

Tendo-se formado em advocacia, exerceu a profissão gratuitamente em beneficio dos necessitados, de tal forma que era chamado “o advogado dos pobres”.

Sentindo o apelo divino para abraçar a vida sacerdotal, ingressou no seminário e, depois de renunciar ao antigo e nobre título de marquês de Spínola, recebeu a ordem de presbítero, no dia 21 de Março de 1864. Nomeado capelão da igreja de Nossa Senhora das Mercês, em Sanlúcar de Barrameda, na diocese de Sevilha,, dedicava largas horas, todas as manhãs, a ouvir confissões e a visitar doentes. Socorria os pobres com o seu dinheiro e o da família e, quando este não chegava, ele não se envergonhava de pedir nas ruas e nos cafés, a fim de acudir aos necessitados.

Em 1871 foi nomeado pároco de São Lourenço. Lá continuou com o mesmo programa de ouvir confissões várias horas matinais. Mas a afluência ao seu confessionário foi crescendo de tal forma que teve de estender o horário das confissões à parte da tarde. Ademais do confessionário, serviu-se de todos os recursos da pastoral, como catequese, pregações, liturgia, associações, obras de caridade, etc., para robustecer a fé do Povo de Deus a ele confiado. Abriu escolas, promoveu as vocações e ajudou as comunidades religiosas. Amparou sobretudo a nascente Companhia da Cruz de que trataremos mais adiante. Manteve-se acima das contendas politicas, conquistando o respeito dos partidos em litígio.

O novo Arcebispo Lluche Garriga nomeou o P. Marcelo arcipreste de Sevilha e depois cónego da Catedral, o que concorreu para multiplicar as horas de confessionário e as pregações em toda a diocese. estes cargos abriram caminho para postos mais elevados. Com efeito, a 6 de Fevereiro de 1881, foi consagrado Bispo e nomeado auxiliar de Sevilha. O Arcebispo encarregou-o de visitar as paróquias da Arquidiocese, que se estendiam por uma área que hoje faz parte de cinco dioceses. Para isso teve o novo Bispo de fazer longas caminhadas a pé e a cavalo por planícies e montanhas. Aproveitava o tempo das longas viagens para orar e meditar.

Quando lhe era dado ficar em Sevilha, dedicava-se a atender sacerdotes e religiosas, a ouvir confissões e a anunciar a palavra de Deus, de tal forma que correu voz naquele tempo: «O Bispo Spínola vai morrer a pregar”.

Em 1884 foi nomeado Bispo de Cória-Cáceres. Visitou toda a diocese e procurou resolver os problemas mais importantes. Foi sobretudo modelo de todas as virtudes. Dois anos depois, era transferido para a diocese de Málaga. Ali repetiu o que tinha feito em Cória-Cáceres, de tal modo que os malaguenhos se orgulhavam de ter um Bispo santo.

Finalmente, em Janeiro de 1896, o papa Leão XIII promoveu D. Marcelo a Arcebispo de Sevilha. Nos dez anos em que ficou à frente da Arquidiocese, levou a cabo obras de grande tomo como erigir um Seminário, que se transformou em Universidade Pontifícia. determinou que nos estudos de filosofia e teologia se seguisse a doutrina de S. Tomás de Aquino. Fundou uma editora católica e promoveu o primeiro congresso nacional de artes gráficas, cujo resultado mais importante foi a criação de jornais católicos.

No Senado defendeu acerrimamente os direitos da Igreja contra os que perseguiam as Ordens Religiosas. mas brilhou sobretudo na prática da caridade. Quando a estiagem se fez sentir na diocese por longo tempo, provocando miséria e fome, o Prelado andou de porta em porta a pedir socorro para os famintos. Para abrigar e educar meninas pobres e órfãs, levantou uma casa que entregou aos cuidados de senhoras caridosas. Desse grupo de almas abnegadas, nasceu a Congregação das Escravas Concepcionistas do Divino Coração de Jesus, que consideram o Arcebispo D. Marcelo Spínola seu fundador.

Finalmente, a 11 de Dezembro de 1903, S. Pio X elevou-o à dignidade de Cardeal da Santa Igreja.

Alquebrado por tantos trabalhos e cheio de méritos, entregou a alma ao Senhor no dia 19 de Janeiro de 1906. Foi beatificado por João Paulo II no dia 29 de Março de 1987. AAS 48 (1956) 688-91; 76 (1984) 191-5.

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

GUILHERME DE BOURGES, Santo

O pai de Guilherme partiu do princípio de que seu filho seguiria a carreira das armas, uma tradição familiar, e se juntaria às Cruzadas na terra Santa. No entanto, Guilherme aspirava a uma vida religiosa contemplativa. Assim, foi enviado para ser educado por seu tio Pedro, Arquidiácono de Soissons e pouco depois foi ordenado sacerdote. Atraído pela vida monástica, deu entrada na Abadia de Grandmont. Pouco depois, juntou-se à Ordem de Cister e tornou-se Abade de Fontaine-Jean e mais tarde de Chalis. Quando o Arcebispo de Bourges faleceu em 1200, Guilherme foi escolhido para o substituir. Relutante, só aceitou quando tal lhe foi ordenado pelo Papa Inocêncio III. Governante compassivo – Como Arcebispo Guilherme demonstrou ser um modelo de piedade, força interior e humanismo. Protegeu a propriedade da Igreja da anexação pelo governo e chegou mesmo a opor-se ao Rei. Guilherme distinguiu-se particularmente pelas preocupações com os excluídos da sociedade, incluindo os pobres, os doentes e os presos de Bourges. tal como Jesus fizera, abraçava aqueles que outros ignoravam e encorajava todos a mostrar a mesma compaixão. Após a sua morte em 1209, Guilherme foi sepultado na Catedral de Bourges. Em breve muitos milagres se atribuíram à sua intercessão. Apenas nove anos depois, Guilherme foi canonizado pelo Papa Honório III.

WULFSTAN, Santo

Nascido por volta de 1009, Wulfstan foi educado por monges beneditinos. Por volta do ano 1033, foi viver em casa do Bispo de Worcester, Brihteah, onde se preparou para o sacerdócio. Depois de ser ordenado, recusou o cargo de pastor numa congregação abastada, preferindo entrar para um pequeno mosteiro em Worcester, onde ensinou e acabou por ser nomeado Abade. Em 1062, foi nomeado Bispo de Worcester, com a aprovação do Rei Eduardo, o Confessor. Crê-se que Wulfstan foi o primeiro Bispo inglês a visitar regularmente os seus diocesanos. O Bispo também dirigiu a construção de novas igrejas e mandou reconstruir a Catedral de Worcester, que fora destruída pelos dinamarqueses em 1041. Pacifista humilde – Em 1066, Guilherme, o Conquistador, venceu a batalha de Hastings e tornou-se rei de Inglaterra. Wulfstan foi um dos primeiros Bispos a aceitar o novo Rei, que era normando. Isso permitiu-lhe manter o seu cargo, enquanto os seus colegas eram quase todos substituídos por Bispos normandos. Wulfstan aproveitou a sua posição para conseguir a paz entre os nobres normandos e os anglo-saxões. Nos seus 32 anos como Bispo, Wulfstan ficou conhecido pela sua grande humildade e generosidade. graças aos seus sermões, foram alcançados muitos objectivos, como convencer os comerciantes de Bristol a pôr fim ao tráfico de escravos com os vikings da Irlanda. Também incentivou os jovens que estudavam em Worcester a servir os pobres. Diz-se que quando morreu, em 1095, estava a lavar os pés aos pobres, um ritual que cumpria diariamente.

 

Santo Arsénio, bispo

Na ilha de Corfú, na Grécia, santo Arsénio, bispo, que foi um pastor completamente dedicado a sua grei e assíduo na oração noturna (s. X).

 

Basiano, Santo

Bispo

Basiano, Santo

Basiano, Santo

Martirológio Romano: Na cidade de Lodi, na Ligúria (hoje Itália), comemoração de são Basiano, bispo, que lutou energicamente, junto com santo Ambrósio de Milão, para proteger a sua grei da heresia dos arianos, que ainda persistia na sua diocese (409). Basiano nasceu na Sicília, em tempo do imperador Constantino. Seu pai, que era idólatra, o enviou a Roma porque queria prepará-lo para que chegasse a ser seu sucessor no governo de Siracusa. Mas o jovem ouviu falar dos cristãos e se interessou por sua religião. A estudou com empenho, se converteu e foi batizado por um santo sacerdote chamado Gordiano. Quando o pai se inteirou desta conversão, se pôs furioso. Enviou emissários a Roma para fazer apostatar a seu filho e obrigá-lo a regressar a Siracusa. Basiano estava fazendo oração na igreja de São João Baptista, quando um venerável ancião o avisou do perigo. Fugiu para Ravena, onde o bispo o consagrou sacerdote e o agregou ao serviço de sua Igreja. No ano 376, morto o bispo de Lodi, Basiano, de cinquenta e cinco anos de idade, foi eleito para o suceder. Recebeu a consagração episcopal no primeiro de Janeiro de 377. Dois factos prodigiosos assinalam sua primeira entrada em Lodi: a cura de vários leprosos e a promessa feita por uma voz celestial de que, daí em diante, nenhum dos povoadores dessa cidade padeceria de lepra. Na Idade Média se mantinha a crença de que os bispos de Lodi teriam uma perna com chagas de lepra, para preservar assim a seu rebanho. Este detalhe o desconheceram Tillemont e os bolandistas. Basiano foi amigo pessoal de Santo Ambrósio de Milão. Com ele combateu aos arianos e assistiram juntos à maior parte dos concílios da Gália Cisalpina. Basiano foi quem acompanhou a Ambrósio em seu leito de morte e que cumpriu com ele os últimos deveres. Morreu Basiano em 19 de Janeiro de 412. Em 4 de Novembro de 1163 houve uma translação de suas relíquias.

41800 > San Bassiano Vescovo 19 gennaio MR

90219 > San Catello Vescovo 19 gennaio

94096 > San Deodato di Saint-Diè Vescovo 19 giugno

94524 > San Godone di Novalesa Abate 19 gennaio

93934 > Beata Elisabetta Berti Vedova 19 gennaio

São João, bispo

Na cidade de Ravena, na Flaminia (hoje Itália), são João, bispo, o qual, durante a guerra contra os lombardos que agitava toda Itália, proveu otimamente às necessidades de sua Igreja, como narra são Gregório I Magno, papa, que lhe enviou seu livro da Regra Pastoral (595).

38320 > San Giovanni di Ravenna Vescovo 19 gennaio MR

São Launomaro, abade

SAN LAUNOMARO

Perto de Carnuto (Chartres), de Neustria (hoje França), são Launomaro, abade do mosteiro de Corbión, que havia fundado ele próprio na solidão de Perche (c. 593).

38310 > San Launomaro Abate di Corbion 19 gennaio MR

Santas Liberata e Faustina, monjas

SANTAS LIBERADA y FAUSTINA

Em Como, cidade de Lombardía (hoje Itália), santas Liberada e Faustina, irmãs e vírgens, que fundaram o mosteiro de Santa Margarita (580).

91583 > Santa Faustina di Como Benedettina 19 gennaio MR 91418 > Santa Liberata di Como Vergine benedettina 19 gennaio MR

• Macário o Alexandrino, Santo

Presbítero e Abade

Macario el Alejandrino, Santo

Macário o Alexandrino, Santo

Martirológio Romano: Comemoração de são Macário, chamado Alexandrino, presbítero e abade nas montanhas de Scete, no Egipto (s. V). Este varão santíssimo, ainda que tenha nascido no Egipto, foi presbítero de Alexandria. Fez-se discípulo do grande Padre santo António abade, e saiu tão perfeito, que santo António lhe disse que o Espírito Santo havia repousado sobre ele, e que ele seria herdeiro de suas virtudes. Sabendo que os monges Tabemesioras não comiam em toda a Quaresma coisa que houvesse chegado ao fogo, ele fez o mesmo por espaço de sete anos. Enviaram uma vez a são Macário umas uvas muito frescas e saborosas: teve vontade de comer delas, mas para vencer aquele gosto e apetite não as quis tocar; antes as enviou a outro monge que estava enfermo; recebeu-as este com agradecimento, e por se mortificar tampouco as comeu, mas enviou-as a outro monge; e em suma as uvas andaram de mão em mão por todos os monges e voltaram a são Macário, o qual deu graças ao Senhor pela virtude de todos aqueles santos. Para vencer o sono que lhe estorvava a oração, esteve vinte noites sem se encostar debaixo de telhado; e vendo-se uma vez tentado do espírito da fornicação, passou seis meses nu em carne num lugar onde havia inumeráveis e grandes mosquitos, os quais deixaram seu corpo tão lastimável, que parecia um leproso. Caminhou vinte dias por um deserto sem comer bocado, e estando fatigado e desmaiado o proveu o Senhor milagrosamente de sustento. Uma vez cavando num poço lhe mordeu uma serpente: tomou-a o santo nas mãos e fê-la em pedaços sem receber lesão alguma. Acreditou nosso Senhor em sua santidade com o dom de milagres, e entre muitos enfermos que curou, veio a ele um clérigo de missa, que estava com um câncer na cabeça, tão disforme, que se comia toda; mas o santo monge pôs as mãos sobre ele, e o enviou são a sua casa. Sendo já velho, se foi dissimulado para o mosteiro de São Pacómio, no qual viviam cerca de mil e quatrocentos monges. Sete dias tardaram em recebê-lo, alegando que por sua velhice não poderia levar os trabalhos que levavam os jovens. Mas foi tal a austeridade de sua vida, que espantou a todos os religiosos, parecendo-lhes que era mais que homem. Finalmente, cheio de virtudes e merecimentos, morreu de idade muito avançada pelos anos 394 da era de Cristo, deixando os monges preciosíssimos documentos de altíssima perfeição. A vida deste santo a escreveu Paládio, que morou três anos com ele na solidão.

• Macário o Grande, Santo

Abade

Macario el Grande, Santo

Macário o Grande, Santo

Martirológio Romano: Comemoração de são Macário o Grande, presbítero e abade do mosteiro de Scete, no Egipto, que, considerando-se morto para o mundo, vivia só para Deus, ensinando-o assim a seus monges (c. 390). Etimologia: Macário = Aquele que encontrou a felicidade, é de origem grega. Macário nasceu no alto Egipto, pelo ano 300, e passou sua juventude como pastor. Movido por uma intensa graça, se retirou do mundo muito cedo, confinando-se numa estreita cela, onde repartia seu tempo entre a oração, as práticas de penitência e a fabricação de esteiras. Uma mulher o acusou falsamente de que havia tentado fazer-lhe violência. Em resultado disso, Macário foi arrastado pelas ruas, espancado e tratado de hipócrita disfarçado de monge. Tudo sofreu com paciência, e ainda enviou à mulher o produto de seu trabalho, dizendo a si próprio: "Macário, agora tens que trabalhar mais, pois tens que sustentar a outro". Mas Deus deu a conhecer sua inocência: a mulher que o havia caluniado não pôde dar a luz, até que revelou o nome do verdadeiro pai da criança. Com isso, o furor do povo se tornou em admiração pela humildade e paciência do santo. Para fugir da estima dos homens, Macário refugiou-se no vasto e melancólico deserto de Scete, quando tinha ao redor de trinta anos. Aí viveu sessenta anos e foi o pai espiritual de inumeráveis servidores de Deus que se confiaram à sua direção e governaram suas vidas com as regras que ele lhes traçou. Todos viviam em ermidas separadas. Só um discípulo de Macário vivia com ele e se encarregava de receber aos visitantes. Um bispo egípcio mandou a Macário que recebesse a ordenação sacerdotal a fim de que pudesse celebrar os divinos mistérios para seus ermitãos. Mais tarde, quando os ermitãos se multiplicaram, foram construídas quatro igrejas, atendidas por outros tantos sacerdotes. As austeridades de Macário eram incríveis. Só comia uma vez por semana. Numa ocasião, seu discípulo Evágrio, ao vê-lo torturado pela sede, lhe rogou que tomasse um pouco de água; mas Macário se limitou a descansar brevemente na sombra, dizendo-lhe: "Nestes vinte anos, jamais comi, bebi, ou dormi o suficiente para satisfazer a minha natureza". Seu corpo estava debilitado e tremente; seu rosto, pálido. Para contradizer suas inclinações, não recusava beber um pouco de vinho, quando outros lhe pediam, mas depois se abstinha de toda bebida durante dois ou três dias. Em vista do que, seus discípulos decidiram impedir que os visitantes lhe oferecessem vinho. Macário empregava poucas palavras em seus conselhos, e recomendava o silêncio, o retiro e a contínua oração - sobretudo esta última - a toda classe de pessoas. Costumava dizer: "Na oração não faz falta dizer muitas coisas nem empregar palavras escolhidas. Basta repetir sinceramente: Senhor, dá-me as graças que Tu sabes que necessito. Ou melhor: Deus meu, ajuda-me". Sua mansidão e paciência eram extraordinárias, e conseguiram a conversão de um sacerdote pagão e de muitos outros. Macário ordenou a um jovem que lhe pedia conselhos que fosse a um cemitério a insultar os mortos e a louvá-los. Quando voltou o jovem, Macário lhe perguntou que lhe haviam respondido os defuntos. "Os mortos não contestaram a meus insultos, nem a meus louvores", lhe disse o jovem. "Pois bem, - lhe aconselhou Macário -, faz tu o mesmo e não te deixes impressionar nem pelos insultos, nem pelos louvores. Só morrendo para o mundo e para ti mesmo, poderás começar a servir a Cristo". A outro lhe aconselhou: "Está pronto a receber da mão de Deus a pobreza, tão alegremente como a abundância; assim dominarás tuas paixões e vencerás ao demónio". Como certo monge se queixara de que na solidão sofria grandes tentações para quebrar o jejum, enquanto que no mosteiro o suportava gozosamente, Macário lhe disse: "O jejum resulta agradável quando outros o veem, mas é muito duro quando está oculto aos olhares dos homens". Um ermitão que sofria de fortes tentações de impureza, foi a consultar a Macário. O santo, depois de examinar o caso, chegou o convencimento de que as tentações se deviam à indolência do ermitão; assim pois, o aconselhou que não comesse nunca antes da queda do sol, que se entregasse à contemplação durante o trabalho, e que trabalhasse sem cessar. O outro seguiu estes conselhos e se viu livre de suas tentações. Deus revelou a Macário que não era tão perfeito como duas mulheres casadas que viviam na cidade. O santo foi a visitá-las para averiguar os meios que empregavam para santificar-se, e descobriu que nunca diziam palavras ociosas nem ásperas; que viviam em humildade, paciência e caridade, acomodando-se ao humor de seus maridos, e que santificavam todas suas ações com a oração, consagrando à glória de Deus todas suas forças corporais e espirituais. Um herege da seita dos hieracitas, que negavam a ressurreição dos mortos, havia inquietado em sua fé a vários cristãos. Sozomeno, Paladio e Rufino relatam que São Macário ressuscitou a um morto para confirmar a esses cristãos em sua fé. Segundo Cassiano, o santo limitou-se a fazer falar ao morto e lhe ordenou que esperasse a ressurreição no sepulcro. Lúcio, bispo ariano que havia usurpado a sede de Alexandria, enviou tropas ao deserto para que dispersassem aos piedosos monges, alguns dos quais selaram com seu sangue o testemunho da sua fé. Os principais ascetas. Isidoro, Pambo, os dois Macários e alguns outros, foram desterrados para uma pequena ilha do delta do Nilo, rodeada de pântanos. O exemplo e a pregação dos homens de Deus converteu a todos os habitantes da ilha, que eram pagãos. Lúcio autorizou mais tarde os monges a retornar a suas celas. Sentindo que se acercava o seu fim, Macário fez uma visita aos monges de Nitria e os exortou, com palavras tão sentidas, que estes se ajoelharam a seus pés chorando. "Sim, irmãos, -- lhes disse Macário --, deixemos que nossos olhos derramem rios de lágrimas nesta vida, para que não vamos ao sítio em que as lágrimas alimentam o fogo da tortura". Macário foi chamado por Deus aos noventa anos, depois de haver passado sessenta no deserto de Scete. Segundo o testemunho de Cassiano, Macário foi o primeiro anacoreta deste vasto deserto. Alguns autores sustentam que foi discípulo de Santo António, que vivia a uns quinze dias de viagem do sítio onde estava Macário. Nos ritos copta e arménio, o Canon da missa comemora a São Macário.  

San Juan, obispo
En la ciudad de Ravena, en la Flaminia (hoy Italia), san Juan, obispo, el cual, durante la guerra contra los lombardos que agitaba toda Italia, proveyó óptimamente a las necesidades de su Iglesia, como narra san Gregorio I Magno, papa, quien le envió su libro de la Regla Pastoral (595).

 
San Remigio, obispo
En Rouen, ciudad de Neustria (hoy Francia), san Remigio, obispo, hermano del rey Pipino, que se preocupó por introducir el modo romano en el canto de la salmodia (c. 762).


San Arsenio, obispo
En la isla de Corfú, en Grecia, san Arsenio, obispo, que fue un pastor completamente dedicado a su grey y asiduo en la oración nocturna (s. X).

SAN 
PONCIANO
San Ponciano, mártir
Cerca de Spoleto, ciudad de la Umbría (hoy Italia), san Ponciano, mártir, que fue duramente azotado con varas y, finalmente, degollado por su fe en Cristo, en tiempo del emperador Antonino (s. II).


SANTAS LIBERADA y FAUSTINA


Santas Liberada y Faustina, monjas
En Como, ciudad de Lombardía (hoy Italia), santas Liberada y Faustina, hermanas y vírgenes, que fundaron el monasterio de Santa Margarita (580).


SAN LAUNOMARO


San Launomaro, abad
Cerca de Carnuto (Chartres), de Neustria (hoy Francia), san Launomaro, abad del monasterio de Corbión, que había fundado él mismo en la soledad de Perche (c. 593).

Germánico, Santo
Enero 19 Mártir

Mario, Marta, Audifax y Abaco, Santos
Enero 19 Mártires

Macario el Grande, Santo
Enero 19 Abad

Macario el Alejandrino, Santo
Enero 19 Presbítero y Abad

Basiano, Santo
Enero 19 Obispo

Marcelo Spínola y Maestre, Beato
Enero 19 Obispo y Fundador

Otros Santos y Beatos
Enero 19 Completando el santoral de este día, Enero 19

95174 > Sante Archelaide, Tecla e Susanna Martiri di Salerno 19 gennaio


90684 > Sant' Arsenio di Corfù Vescovo 19 gennaio MR

 
41800 > San Bassiano Vescovo 19 gennaio MR

 
90219 > San Catello Vescovo 19 gennaio


94096 > San Deodato di Saint-Diè Vescovo 19 giugno


93934 > Beata Elisabetta Berti Vedova 19 gennaio

 
91583 > Santa Faustina di Como Benedettina 19 gennaio MR

 
38325 > San Germanico Martire 19 gennaio MR

 
38320 > San Giovanni di Ravenna Vescovo 19 gennaio MR

 
94524 > San Godone di Novalesa Abate 19 gennaio


38310 > San Launomaro Abate di Corbion 19 gennaio MR

 
91418 > Santa Liberata di Como Vergine benedettina 19 gennaio MR

 
37975 > San Macario il Grande Abate di Scete 19 gennaio MR

 
38290 > San Macario l'Alessandrino Monaco 19 gennaio MR

 
91814 > Beato Marcello Spinola y Maestre Vescovo 19 gennaio MR

 
38300 > Santi Mario, Marta, Abaco e Audiface Martiri a Roma 19 gennaio MR

 
91277 > San Ponziano di Spoleto Martire 19 gennaio MR

 
38330 > San Remigio Arcivescovo di Rouen 19 gennaio MR

 

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
  • Tero1 - Cpia
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    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca
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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
    Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]
    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
  • Endereço de Youtube: antonio0491@youtube.com
  • António Fonseca