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domingo, 20 de janeiro de 2013

Nº 1535-3 - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA–(35) - 20 de Janeiro de 2013

Nº 1535 - (3)
Desejo a continuação de
BOAS FESTAS e BOM ANO DE 2013
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Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.
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ESTÊVÃO II
 
Estevão II ou III
Estêvão II
(752-757)
 
Alguns historiadores apresentam-no como Estêvão III, todavia, o sacerdote romano que após a morte de Zacarias foi eleito papa, com o nome de Estêvão II, em 22 de Março de 752, morreu quatro dias depois sem ter recebido a sagração.
Assim, este é, de facto, Estêvão II, que foi eleito por unanimidade em 26 de Março de 752, mas teve um pontificado difícil porque o rei longobardo, Astolfo, depois de conquistar Ravena e outras localidades, ameaçava apoderar-se de Roma.
Estêvão II, alarmado, envia-lhe o diácono António, seu irmão e auxiliar, para negociar a paz. Chegaram a um acordo de tréguas para quatro anos, porém, passados quatro meses, Astolfo quebra o juramento e pretende que Roma se lhe submeta e os habitantes sejam tributados.
O papa mandou legados a Bizâncio, a pedir ajuda, mas o imperador não se interessou.
Perante o perigo, resolve ir à Gália pedir ajuda a Pepino, o Breve, rei dos Francos. Foi acolhido favoravelmente, e a 28 de Julho de 754, em Saint-Denis, o papa ungiu com os santos óleos de batismo o rei, Clóvis Pepino, a rainha Bertrades e seus dois filhos, dando-lhes o nome de patrícios romanos, com  a incumbência de se tornarem protetores da Igreja.
Tanto o papa com o o rei dos Francos tentaram entrar em acordo com Astolfo, mas este não cedeu. Pepino atravessou então os Alpes com o seu exército, infligindo-lhe pesada derrota e obrigando Astolfo a prometer que restituiria os territórios ocupados e deixaria de ameaçar Roma, mas Astolfo, mais uma vez, faltou ao prometido. Mal o exército franco se afastou, atacou a cidade, que resistiu por trás das muralhas, com os arredores devastados.
Chamado pelo papa, Pepino regressa com os seus exércitos e obriga os Longobardos a levantar o cerco.
Na mesma altura, chegam três legados bizantinos que, em vão, tentam convencer Pepino da autoridade do imperador sobre territórios colocados sob o patrocínio de São Pedro.
O poder bizantino chegava ao fim. O papa era considerado pelo rei dos Francos como senhor de Roma e chefe espiritual de toda a Itália, verdadeiro representante da República romana dentro do Império do Ocidente. Não era rei temporal, embora lhe pertencessem as províncias que rejeitaram tanto Bizâncio como o domínio longobardo.
Não era ainda o poder temporal, mas os alicerces estavam lançados. Começa a Itália uma nova fase da sua história.
A par desta atividade política, Estevão II não descuidou a disciplina eclesiástica e incrementou o monaquismo.
Foi sepultado no Vaticano.
 
 
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SÃO PAULO I
São Paulo I
São Paulo I
(757-767)
Com a morte de Estevão II gerou-se um movimento que pretendia eleger como papa o filobizantino Teofilato, mas a facção maioritária do clero e da nobreza romanos, propensa à aliança com os francos, elegeu em 29 de Março de 757, o diácono Paulo, irmão do falecido papa Estevão II.
Logo que foi eleito, escreveu ao rei Pepino, o Breve, dando-lhe conta da eleição. O rei respondeu amigavelmente, enviando-lhe uma madeixa de cabelo da sua filha Gisela e rogando-lhe que se dignasse ser seu padrinho. Ao mesmo tempo escreveu à nobreza e ao povo de Roma recomendando total fidelidade a São Pedro, á Igreja e ao papa.
A concordância foi unânime comunicada ao rei, mas para além desta adesão ao papa, o senado e os magistrados compreendem a necessidade do apoio ao rei dos Francos, a quem  chamaram «patrício romano».
Bizâncio, que não abandonava a ideia de reaver a Itália imperial, mostra-se ameaçadora.
Paulo I recorda ao rei dos Francos as suas raízes religiosas e, fosse por pressão de Pepino, fosse por desejar ter o rei dos Francos do seu lado, os Longobardos restituem a Roma as cidades reclamadas, como Paulo I comunicou ao rei em Abril de 764. Pepino renova ao papa a sua fé ortodoxa, confirmada por um concílio particular, de 767, que aprova a discutida veneração das imagens.
Paulo I, como fizera seu irmão, Estevão II, dedicou-se ao restauro e construção de alguns edifícios religiosos, como a capela em honra de Santa Petronila, junto à basílica do príncipe dos apóstolos.
Com o a auxilio de Pepino, salvou e restaurou as catacumbas devastadas pelos Longobardos, trasladando diversas relíquias dos mártires para as igrejas de Roma.
Distinguiu-se pela sua extrema caridade para com os mais necessitados, visitando os encarcerados, usando a sua influência para comutação das penas, dos condenados à morte e chegando a pagar as dívidas dos encarcerados para que fossem libertados.
A sua bondade foi ao ponto de transformar o palácio que pertencia à família em mosteiro para receber os monges orientais acossados pelos impios.
Morreu, vítima de febres malignas em São Paulo Extramuros, sendo trasladado , três meses depois, para a Basílica de São Pedro.
 
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CONSTANTINO II  -  (ANTIPAPA)
 
Constantino II – antipapa
(767-769)
 
Em 767, ainda com Paulo I moribundo, seu irmão, o duque de Nepi, entra com os seus soldados em Roma para impor a sua nomeação como papa e para isso obriga o bispo Jorge de Preneste a conferir-lhe as ordens sacras.
A seguir, com forte escolta, dirige-se a São Pedro, onde Constantino foi sagrado papa.
A legalidade foi reposta treze meses depois, com a intervenção do rei longobardo, sendo eleito Estevão III, em 7 de Agosto de 768, e nesse mesmo mês Constantino foi feito prisioneiro, cegado e encerrado num convento.
A sua deposição foi confirmada pelo sínodo lateranense de 769, que estabeleceu a regra de que o papa deveria ser eleito pelo colégio dos cardeais.
 
 
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ESTEVÃO III
Estevão III ou IV
Estevão III
(768-772)
 
Com Paulo I ainda moribundo, o duque de Nepi avança com os seus soldados sobre Roma para impor a eleição de seu irmão Constantino (antipapa de 767 a 769) e como o irmão era um simples leigo, obriga o bispo Jorge de Preneste a conferir-lhe ordens sacras. A seguir, com grande escolta, dirige-se a São Pedro, onde Constantino foi sagrado e proclamado à força, numa eleição inteiramente ilegal.
Treze meses depois, com a  intervenção do rei longobardo, que avança sobre Roma com  o seu exército e derrota os usurpadores, estabelecem-se as condições para uma eleição legal, sendo escolhido Estevão III, que foi sagrado a 7 de Agosto de 768.
O novo papa decide reunir um concílio para esclarecer as questões jurídicas relativas à eleição pontifícia, para se evitarem, no futuro, acontecimentos semelhantes e que os papas seriam apenas eleitos pelos votos do clero, reservando-se ao laicado apenas um direito consensual prévio à entronização. Com esse fim escreveu a Pepino pedindo-lhe que enviasse a Roma alguns bispos dos seus territórios. O rei franco já tinha falecido, mas os seus filhos aceitam o pedido e o concílio inicia-se em Latrão a 12 de Abril de 769.
Interveio para evitar manejos cismáticos por parte dos bispos de Ístria e Alquileia e, durante o seu pontificado, seguiu sempre uma política cautelosa entre o poderio longobardo e o franco.
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FILIPE  -  (ANTIPAPA)
 
Filipe  -  antipapa
(768)
 
Após a morte de Paulo I, Constantino II foi eleito papa, com auxilio da nobreza e dos militares de Roma.
Os Longobardos reagiram em desacordo e elegeram Filipe, um frade, que foi nomeado em 31 de Julho de 768, sem receber a sagração. De seguida foi expulso e teve de voltar para o seu convento.
 
 
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Continua:…
Post colocado em 20-1-2013 – 11H00
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1536-4 - A RELIGIÃO DE JESUS - 2º Domingo do Tempo Comum - 20 de Janeiro de 2013

 
1536-4
Do livro A Religião de Jesus, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo A (2010-2011) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca
Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente.AF.
20 de Janeiro de 2013
2º Domingo do Tempo Comum
Jo 2, 1-11
Três dias depois, houve um casamento em Canaã da Galileia, e a mãe de Jesus estava presente. Jesus e os Seus discípulos também foram convidados para a boda. Como  viesse a faltar o vinho, a mãe de Jesus disse para Este: «Não têm vinho». Jesus retorquiu: «Que temos nós com isso, mulher? A Minha hora ainda não chegou». Sua mãe disse aos servidores: «Fazei o que Ele vos disser». Havia ali seis talhas de pedra para a purificação dos judeus, e cada uma delas levava duas ou três medidas. Disse-lhes Jesus: «Enchei de água essas talhas». E encheram-nas até cima. Disse-lhes depois: «Tirai agora e levai ao chefe da mesa». Assim fizeram. O chefe da mesa, depois de provar a água transformada em vinho, como não sabia de onde viera, pois só o sabiam os servos que tinham tirado a água, chamou o noivo, e disse-lhe: «Toda a gente serve primeiro o vinho bom, e, quando os convidados tiverem bebido bem, serve então o pior. Tu, porém, guardaste o vinho bom até agora!» Foi este o primeiro milagre de Jesus. realizou-o em Canaã da Galileia. manifestou a Sua glória e os Seus discípulos acreditaram n’ELe.
 
 
 
1 – O capítulo segundo do IV Evangelho apresente dois acontecimentos que irrompem nas nossas ideias e costumes religiosos com apresentações que inconscientemente resistimos a aceitar e a integra na nossa fé e na nossa religiosidade. O primeiro destes acontecimentos é a conversão da água em vinho na boda de Canaã (Jo 1, 1-11); o segundo é a expulsão dos comerciantes do templo (Jo 2, 13-22). Na boda de Canaã, Jesus converte radicalmente a religiosidade do templo.
 
2 – O que fez Jesus na boda compreende-se desde o momento em que tomamos em conta que, numa modesta casa duma pequena aldeia da Galileia (Canaã) tinham seis talhas de pedra com seiscentos litros de água, «para as purificações rituais dos judeus». Demasiada pedra e demasiada água exigia a pureza ritual dos judeus. É evidente que, naquela casa, sobrava pureza ritual e faltava vinho para celebrar uma festa de amor e felicidade. E foi isso que Jesus resolveu. Converteu a “pureza religiosa” no “melhor vinho da festa”. E o relato termina dizendo que foi assim que aumentou a fé dos seus seguidores (Jo 2, 11).
 
3 – No seguimento, o mesmo Evangelho  de João coloca Jesus no templo de Jerusalém. E relata a expulsão dos comerciantes que ali vendiam os animais de que os fiéis necessitavam para oferecer os sacrifícios sagrados. Ali corria o dinheiro, havia bancas de câmbio de moeda, os sacerdotes ganhavam em abundância e havia negócio.  (Jo 2, 16) Os sinópticos dizem que isto sucedeu em vésperas da Paixão e morte de Jesus (Mc 11, 15-19 par). João coloca-o no começo da vida pública de Jesus. A intenção do IV Evangelho é clara: a religiosidade de Jesus rompe os esquemas básicos da religiosidade convencional.
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Localização geográfica do blogue
http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com/
Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários.
NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.
Mais uma nota ainda:
Estes são os meus endereços atuais:
Para contactos normais: antoniofonseca1940@hotmail.com
e sobre o blogue: - antoniofonseca40@gmail.com
Hiperligações normais que utilizo para textos insertos no blogue:
- http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
Post para publicação em 20-1-2013 - 10,45 h
Até lá, se Deus quiser.
António Fonseca
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Nº 1536-1 - (20-13) - OS SANTOS DE CADA DIA - 20 de Janeiro de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1536

Bom


ANO  D 2 0 1 3



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Nº 1536-1 - (20-13)

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Nº 1536-1 – (20-13)


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FABIÃO (ou FABIANO), Santo
Papa, Mártir (250)
Fabián, Santo
A Igreja celebra hoje também a festa de São Fabião, papa e Mártir. Era romano e sucedeu ao Papa Santo Antero, no ano de 236.
A sua eleição foi maravilhosa, segundo conta Eusébio. Tinham-se reunido o clero e o povo para nomear sucessor a Santo Antero; e como estivessem divididos os votos, viu-se baixar do alto uma pomba, que foi poisar sobre a cabeça de Fabião. Imediatamente todos os fiéis começaram a clamar que devia ser ele o escolhido. E por mais que resistisse, alegando que era indigno de tão alta dignidade, foi consagrado Sumo Pontífice naqueles difíceis e calamitosos tempos da cruel perseguição de Maximino.
Exuberantes provas deu este santo Papa da sua firmeza e vigilância em conservar a pureza da fé e a santidade da religião cristã, pelo modo como castigou Priva, Bispo de Lambessa, na África, acusado de heresia e de vida escandalosa.
Ao zelo deste santo papa deve a Igreja de França a frutuosa pregação de vários missionários, dirigidos por São Dinis.
Finalmente, havendo, sob o Império de Décio, uma cruel perseguição contra os cristãos, à frente dos quais se colocou Fabião, que heroicamente os animava com a palavra e com o exemplo, veio o santo a receber a coroa do martírio no ano 250.
 
Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.
SEBASTIÃO, Santo
Mártir (288)
Sebastián, Santo
Sebastião, que mereceu o cognome de Defensor da Igreja pelas maravilhas que realizou em defesa da fé, nasceu em Narbona, onde viviam seus pais, que eram oriundos de Milão. Foi educado com todo o esmero no seio do Cristianismo e da piedade. O seu génio afável, manso, prudente, generoso e outras belas qualidades, segundo refere Santo Ambrósio, bem depressa o tornaram conhecido na corte dos Imperadores. Chegou a ser um dos favoritos do Imperador Diocleciano, que o nomeou capitão da primeira companhia das suas guardas.
Embora Sebastião se sentisse abrasado dum desejo ardentíssimo do martírio, entendeu que devia moderar o seu ardor, conservando-o como escondido debaixo do seu uniforme de soldado, porque as funções do cargo que exercia, dando-lhe um lugar na corte, proporcionavam-lhe ocasião de prestar grandes serviços à Igreja e socorrer os cristãos perseguidos. Era em favor desta santa causa que empregava a sua autoridade e haveres, sem se poupar a trabalhos e fadigas de nenhuma espécie.
Fortificava com exortações e socorria com esmolas os gloriosos Confessores de Cristo, de que regurgitavam os cárceres. Sustentou a coragem de muitos que vacilavam nos tormentos e fortaleceu os que pareciam desanimar em face dos suplícios. Era o apóstolo dos Confessores e dos Mártires; e se parecia ser pródigo com a vida dos que enviava ao céu adiante dele, não era para poupar a sua.
Tão longe estava de a amar que todos os dias se expunha a perdê-la. A morte de cada mártir que Sebastião robustecia na fé e acompanhava até ao lugar do martírio, era um novo sacrifício que fazia da sua própria vida. A cada instante a renunciava, para impedir que os outros renunciassem a Jesus Cristo.
Marco e Marcelino, dois jovens romanos, tinham sido presos e condenados à morte por terem confessado a sua fé em Jesus. Depois de terem suportado gloriosamente a tortura, iam a ser degolados, quando seu pai Tarquilino e sua mãe Márcia, acompanhados das mulheres e dos filhos dos dois defensores de Cristo, se foram lançar aos pés do governador, chamado Cromácio, e com lágrimas e rogos obtiveram que se diferisse a sentença por espaço de trinta dias.
Neste intervalo de tempo não faltaram súplicas, carícias, gemidos, enfim tudo quanto podem inspirar o amor e a ternura para comover a um coração brando e generoso. Tanta impressão causou este contínuo e terrível combate que os dois Confessores da Fé começaram a fraquejar visivelmente. Notou isto Sebastião que os visitava com frequência e chegou tanto a tempo o seu socorro, e foi tão abençoado de Deus o poder que tinha de persuadir, que não só animou aqueles espíritos já abatidos, mas em poucos dias converteu à fé cristã a Nicóstrato, primeiro escrivão do tribunal, a Cláudio, carcereiro, a muitos presos , e, o que é mais admirável, ao próprio pai, mãe, mulheres e filhos de Marcelino e Marco. Tão assombrosas conversões não podiam ser feitas sem muitos e grandes milagres .
Enquanto Sebastião estava animando, com palavras ardentes de zelo e caridade, os dois santos Confessores, em casa de Nicóstrato, aonde tinham sido conduzidos sob fiança, uma brilhante luz resplandeceu por toda a sala onde ele falava e encheu de admiração e alegria os circunstantes. No meio dessa luz apareceu o Senhor, acompanhado de sete Anjos, e aproximando-Se de Sebastião, deu-lhe o ósculo da paz, assegurando-lhe que estaria sempre com  ele. É Santo Ambrósio quem refere esta maravilha.
Zoé, mulher de Nicóstrato, muda havia muito tempo, recobrou imediatamente a fala, só com Sebastião lhe fazer o sinal da cruz na boca. Todos os neófitos, que padeciam alguma enfermidade, receberam a saúde do corpo, ao mesmo tempo que pelo baptismo recuperaram a da alma.
Mas o maior de todos os prodígios foi a conversão de Cromácio, governador da cidade. Mandando chamar Tarquilino para saber se os filhos se tinham deixado persuadir das suas lágrimas ficou surpreendido quando viu que o próprio Tarquilino se tinha feito cristão.
«Os meus filhos, respondeu Tarquilino, são ditosos, e eu também o sou desde que Deus me abriu os olhos da alma para conhecer a verdade e a santidade da religião cristã, fora da qual não há salvação».
«Com que então, disse Cromácio, também tu endoideceste, agora que estás no fim da vida
«Não, respondeu-lhe o santo Velho, antes nunca tive entendimento nem juízo, enquanto não logrei a ventura de ser cristão. Porque não há maior loucura do que preferir, como eu o tinha feito e tu ainda o estás fazendo agora, o erro à verdade e a morte eterna a uma vida de poucas horas».
«E atrever-te-ás, perguntou Cromácio, a provar-me plausivelmente a verdade da religião cristã
«Sim, respondeu o novo apóstolo contanto que queiras prestar ouvidos ao que eu e Sebastião te dissermos».
Não foi longa a conversa; dentro em breve Cromácio dava-se por convencido e convertido. À conversão de Cromácio, seguiu-se a de toda a sua família. Muitos dos seus escravos receberam o batismo e depois foram postos em liberdade.
Entretanto, a perseguição foi dia a dia aumentando em Roma, e por isso julgou-se conveniente que Cromácio, que tinha renunciado ao seu cargo, se retirasse para o campo, onde a sua casa era o asilo dos perseguidos. Todos os fieis e, nomeadamente São Caio, que regia então os destinos da Igreja, instavam com Sebastião para que se retirasse também para ali, mas este grande herói da fé pediu que o deixassem ficar em Roma, para fortificar e socorrer muitos outros cristãos que estavam encarcerados. E tais razões apresentou ao Sumo Pontífice Caio, que este lhe tornou: «Fica, meu filho, fica no campo de batalha e, debaixo desse uniforme de oficial do imperador, sê o glorioso defensor da Igreja de Jesus Cristo».
Em breve se conheceu quão necessária era a sua presença para socorrer e animar os mártires.
A primeira que recebeu a coroa do martírio foi Zoé, a quem  suspenderam pelos pés sobre o fogo, cujo fumo a sufocou. Seguiu-se-lhe Tarquilino, que estando a orar sobre o túmulo dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, foi surpreendido pela plebe que o agarrou e apedrejou. Nicóstrato, seu irmão Castor, Cláudio e Sinforiano, seu filho, e Vitoriano, seu irmão, não tardaram a ser presos e, depois de atormentados por três vezes, foram conduzidos a Ostia e lançados ao mar. Tibúrcio, filho de Cromácio, foi decapitado. Cástulo, oficial do Imperador e cristão zelosíssimo, foi enterrado vivo. Marco e Marcelino foram cravados pelos pés a um poste e depois, tendo-os deixado desfalecer vinte e quatro horas neste suplício, acabaram-nos a frechadas.
Entretanto, Sebastião, que acabava de imolar ao Deus vivo estas gloriosas vítimas, preciosos frutos do seu zelo, suspirava pelo momento de se lhes ir reunir no céu. Seus desejos não tardaram a ser satisfeitos. Um infeliz apóstata informou Fabiano, sucessor de Cromácio, de que era Sebastião quem convertia os pagãos e mantinha a fé dos fiéis.
Não se atreveu Fabiano a prendê-lo, em virtude do lugar que o Santo ocupava na corte, mas foi procurar o Imperador e informou-o de tudo. Assombrado do que ouvia, Diocleciano mandou chamar logo Sebastião e exprobou-lhe a pretendida ingratidão com que tinha pago os seus benefícios, sobretudo por haver intentado irritar a cólera dos deuses contra o Império, introduzindo até no seu próprio palácio essa nova religião tão perniciosa ao Estado.
Sebastião respondeu respeitosamente que a seu ver não podia prestar maior serviço ao Imperador e ao Império, do que adorando o único verdadeiro Deus, e que estava tão distante de faltar ao  seu dever, pelo culto que prestava a Jesus Cristo, quanto era certo que nada podia ser mais vantajoso ao Príncipe e ao Estado, como ter vassalos fiéis que desprezando os falsos deuses, orasse  incessantemente ao Soberano Árbitro e Criador do universo pela salvação dum e do outro.
Diocleciano, irritado com, estas palavras, ordenou, sem outra forma de processo, que Sebastião fosse amarrado a um poste e atravessado com flechas pelos próprios soldados da guarda. esta ordem foi cruelmente executada.
Na noite seguinte, Irene, viúva do santo mártir Cástulo, tendo ido para levar o seu corpo e dar-lhe sepultura, descobriu que Sebastião ainda estava vivo. Fê-lo conduzir secretamente para sua casa, onde, em pouco tempo, se curou completamente de todas as feridas que recebera. Em vez de se retirar e esconder, como lhe diziam seus irmãos, o santo Mártir foi um dia ao Palácio e esperou Diocleciano na escada que chamavam o Mirante de Heliogábalo.
Logo que viu o Impoerador perto de si, disse-lhe animosamente: «É possível, Senhor, que vos deixeis eternamente iludir pelas imposturas e calúnias que se andam incessantemente inventando contra os cristãos? Sabei que os fiéis estão longe de ser inimigos do estado, que é somente às suas orações que vós sois devedor de todas as propriedades».
O Imperador, surpreendido ao ver e ouvir um homem que considerava morto perguntou: «És tu realmente aquele Sebastião a quem eu mandei tirar a vida?» – «Sou esse mesmo, respondeu o Santo, e o meu Senhor Jesus Cristo quis conservar-me a vida, para que na presença deste povo eu viesse dar um público testemunho da impiedade e da injustiça que cometeis, perseguindo com tanto furor os cristãos».
Enfurecido, Diocleciano mandou conduzir imediatamente Sebastião ao Circo, para aí ser morto a varadas. Com este cruel suplício, o santo Mártir voou ao céu, onde foi receber a coroa do martírio, no ano 288.
Os pagãos, querendo impedir que se desse sepultura ao corpo do Santo, arrojaram-no a um lugar imundo, porém, tal precaução foi inútil. O corpo ficou suspenso dum gancho e o mesmo São Sebastião apareceu a uma mulher cristã, chamada Luciana, a quem mandou que o fosse tirar e o enterrasse no cemitério de Calisto.
 
 
Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.
EUSTÓQUIA (ESMERALDA) CALAFATO DE MESSINA, Santa
Religiosa (1434-1485)
Eustoquia (Esmeralda) Calafato de Mesina, Santa
Eustóquia (Esmeralda) Calafato de Messina, Santa
Foi solenemente canonizada no dia 12 de Junho de 1988, em Messina, cidade que a viu nascer, a 25 de Março de 1434. Aos 15 anos entrou para o Mosteiro das Clarissas de Santa Maria de Basicó. Onze anos mais tarde, insatisfeita com a vida no Mosteiro, em decadência, Eustóquia, com autorização pontifícia, fundou outro mosteiro segundo o genuíno espírito de pobreza franciscana.
João Paulo II, na sua homilia, revela-nos o interior da alma da nova santa.
«Ela, pondo-se com assiduidade na escola de Cristo crucificado, cresceu no seu conhecimento e, meditando os seus mistérios esplendentes de graça, concebeu um fiel amor por Ele.
Para a nossa Santa a vida claustral não foi uma simples fuga do mundo para se refugiar em Deus. Ela, com a severa ascese, que se tinha imposto, queria certamente unir-se a Cristo, eliminando cada vez mais aquilo que nela, como em cada ser humano, havia de caduco, mas sentia que, ao mesmo tempo, estava unida a todos. da cela do Mosteiro de Montevergine. Ela fazia extensivos a sua oração e o valor das suas penitências ao mundo inteiro. Deste modo pretendia estar próxima de cada irmão, aliviar toda a dor, pedir perdão pelos pecados de todos. Hoje Santa Eustóquia ensina-nos a preciosidade da consagração total a Cristo, que deve amar-se com afecto esponsal, devoto, completo. Quando se adere a Ele, ama-se com o mesmo Coração, que tem uma capacidade infinita de caridade». AAS 77 (1985), 907-11; L’OSS. ROM. 19.6.1988.
Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.
JOSÉ FREINADEMETZ, – Beato
Sacerdote (1852-1908)
As crianças reclamam pão e não há quem lho reparta” (Lm 4, 4). Ao ouvir estas palavras José Freinademetz pensou de si para consigo: «Quão ingente multidão de homens que, pela carência de missionários, não conhecem ainda o pão da vida nem podem escutar a palavra de Deus». Estas considerações calaram tão fundo na alma do Servo de Deus que vão traçar o rumo da sua vida.
Nasceu ele a 15 de Abril de 1852, na cidade de Badia, na Áustria. Mo mesmo dia foi batizado e recebeu o nome de José. Desde criança aprendeu as línguas rético-romana e italiana. Aos doze anos começou a estudar o alemão, a fim de ingressar no seminário. Graças à força de vontade, que lhe era natural, ultrapassou todas as dificuldades e enfileirou sempre entre os primeiros da classe. A 25 de Junho de 1875 ordenou-se sacerdote e assumiu as funções de professor e catequista na paróquia de São Martinho. Lá entregou-se principalmente à instrução e educação dos jovens. Decorridos dois anos, pediu licença ao Bispo para se consagrar às missões estrangeiras. O Prelado, em 1878, acedeu ao seu pedido. Com esse fim ingressou no seminário de Steyl, na Holanda, fundado e dirigido pelo Servo de Deus, Arnaldo Janssen.
Tendo feito voto de obediência, partiu no ano seguinte para Hong-Kong, onde se preparou para a missão da China. Entregou_se de alma e coração ao estudo da língua e costumes chineses. Convencido de que era o meio mais adequado para fazer apostolado. Fez-se assim chinês como os chineses, como Paulo se fez tudo para todos a fim de salvar a todos (1 Cor 90, 22).
Foi operário infatigável na vinha do Senhor, percorrendo de lés a lés o Vicariato de Shantung Meridional. Põe especial empenho na formação de catequistas. tendo-lhe sido confiada a regência do Seminário, a sua maior preocupação era que os sacerdotes chineses saíssem bem formados. Ele próprio os acompanhava nos primeiros anos de ministérios pastorais.
O Bispo recorria a ele sempre que fosse necessário dar início a uma nova cristandade entre pagãos. Nesses casos, o P. José procurava juntar-se aos mais pobres e humildes, compartilhando a sua vida a fim de lhes dar a conhecer as riquezas do reino de Deus. Preparava depois os catecúmenos para o Baptismo e demais sacramentos. Quando a missão estava já em franco progresso, entregava-a alegremente a qualquer missionário, para recomeçar o trabalho noutro ponto do país.
 
 
Não é fácil avaliar os trabalhos, angústias, moléstias, doenças, dores físicas e morais suportadas pelo Servo de Deus nesses anos de missionário. Apesar da sua fraca saúde, foi operário incansável, buscando forças na prolongada oração diária. Se o não encontrassem no quarto, era certo encontrá-lo na capela.
Em 1900 foi designado Superior de toda a missão. No desempenho do seu cargo, pôs todo o empenho para que os seus confrades consagrassem tempo diário à oração e todos os anos fizessem exercícios espirituais. Fez suas as palavras de São Paulo: “ Quanto a mim, de muito boa vontade darei o que é meu e dar-me-ei a mim mesmo pelas vossas almas” (2 Cor 12, 15).
Era prudente e afável, sem deixar de ser enérgico, quando necessário, sobretudo com  os negligentes no cumprimento dos próprios deveres, qualquer que fosse a sua idade ou dignidade.
Por trinta anos ininterruptos deu provas de perfeita fidelidade, ao seu Instituto. Missionou até à morte, que ocorreu a 28 de Janeiro de 1908, devido ao mal do tifo, que o contagiou no trato de um doente.
A fama de santidade que o aureolava em vida confirmou-se depois de morto com milagres, que foram oficialmente reconhecidos pela Igreja. Foi beatificado por Paulo VI, a 19 de Outubro de 1975. AAS 43 (1951) 684-6; 62 (1970) 787-91; 68 (1976) 2476-50.
Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.
EUTÍMIO, o GRANDE, Santo
 

Segundo o seu biógrafo grego, do século VI, chamado Cirilo de Scitópolis, Eutímio era filho de um rico mercador de Melitina, hoje Malatia, na Turquia. Foi educado em casa do Bispo Orteu de Melitina, o que leva alguns historiadores a concluírem que, provavelmente, Eutímio teria ficado órfão muito jovem. Por volta de 396, Eutímio foi ordenado e posteriormente o Bispo nomeou-o superintendente dos mosteiros da diocese. Quando Eutímio tinha cerca de 30 anos, retirou-se para uma cela, a cerca de 10 quilómetros de Jerusalém. Sustentava-se fazendo cestos e guardava para si só o suficiente para comprar pão, distribuindo o restante pelos necessitados. Cinco anos mais tarde, foi viver para uma gruta perto de Jericó com um homem chamado Theoctistus. Um pequeno número de discípulos em breve se reuniu à sua volta, formando uma pequena comunidade. De início, Eutímio e Theoctistus deixavam a cela regularmente para oferecerem aos seus seguidores conselhos espirituais. Contudo, com o crescimento da comunidade, Eutímio deixou Theoctistus à frente da comunidade e começou a deslocar-se de caverna em caverna, perto do Mar Morto, de forma a levar uma vida mais solitária de oração.

Curas milagrosas e conselhos – Conta-se que, após Eutímio ter curado um menino paralítico, filho de um xeque árabe, se converteram tantos árabes que o Patriarca de Jerusalém consagrou Eutímio Bispo e construiu um mosteiro entre Jerusalém e Jericó. Também se conta que a Imperatriz Eudóxia, viúva do Imperador Teodósio II, procurou o seu conselho. Eutímio veio a falecer aos 95 anos, tendo passado quase 70 anos da sua vida no deserto.

Angelo Paoli, Beato
Angelo Paoli, Beato
Angelo Paoli, Beato
 

Em Roma, Beato Angelo Paoli, sacerdote († 1720) Data de beatificação: 18 de abril de 2010, em San Giovanni in Laterano, Roma, no pontificado de S.S. Bento XVI Nasceu em 1 de setembro de 1642 em Argigliano, alheio então do município de Fivizzano, hoje de Casola em Lumigiana (Massa). No baptismo lhe puseram o nome de Francisco. Em 1660 recebeu a tonsura e as duas primeiras ordens menores. Depois de passar alguns meses com sua família, tomou o hábito carmelita em Fivizzano e foi enviado a fazer o noviciado em Siena e ali pronunciou os votos em 18 de dezembro de 1661. Estudou filosofia e teologia em Pisa e Florença e nesta cidade celebrou sua primeira Missa em 7 de janeiro de 1667. Su vida puede dividirse en dos periodos: en su provincia religiosa de Toscana y en Roma. El primer periodo se caracteriza por frecuentes cambios de residencia: en Argigliano y en Pistoya, en 1675 vuelve a Florencia como Maestro de novicios. Dieciocho meses más tarde se halla de párroco en Corniola y en 1677, diez meses después, es trasladado a Siena y luego a Montecatini en 1680, donde dos años después se le encarga la enseñanza de la gramática a los religiosos jóvenes; pero ese mismo ano le trasladan a Pisa y pocos meses mas tarde a Fivizzano como organista y sacristán. En 1687 el General de la Orden lo llama a Roma donde, en el convento de S. Martino ai Monti, vivió los treinta y dos años restantes de su vida, primero como Maestro de novicios y luego como ecónomo, sacristán y organista y al mismo tiempo como director del conservatorio para muchachas fundado por Livia Vipereschi. Durante la primera época de su vida, por doquier había ido dejando a su paso el muy grato recuerdo de un alma sedienta de silencio, de oración, de mortificación, pero sobre todo de un hombre entregado a la caridad espiritual y corporal hacia los enfermos y los pobres, tanto que en Siena le dieron el apelativo de “Padre Caridad”. Y siempre hizo honor a este apelativo dondequiera que se hallara, especialmente en Roma donde cuido de los dos hospitales de S. Juan (el de hombres y el de mujeres) y fundo el hospicio para convalecientes pobres en la avenida entre el Coliseo y la basílica de S. Juan. Su lema fue: “Quien ama a Dios debe buscarlo entre los pobres». Supo también atraer a muchas personas que le imitaron en su atención a los necesitados. Y así se comprobó sobre todo durante las calamidades públicas, tales como los terremotos e inundaciones que se abatieron sobre Roma en los anos 1702 y 1703, en una época en la que el fasto de unos pocos contrastaba con la miseria de la mayoría. Acertó a dar a los ricos muy buenos consejos y ellos le estimaron y le secundaron y emplearon como mediador en sus propias obras de beneficencia. Enseñó a los pobres a ser agradecidos y a encontrar en su humilde condición motivos de perfeccionamiento moral. Fue consejero de príncipes y de otros “grandes” de la Roma de entonces o de los huéspedes ilustres de la ciudad. Cardenales y altos prelados le tenían en gran estima. Rehusó la púrpura que le ofrecieron Inocencio XII y Clemente XI porque - decía – “habría redundado en perjuicio de los pobres a los que no habría podido atender”.Tuvo una confianza plena en la Divina Providencia, a la que solía llamar su “despensa”, en la cual nunca falta nada. Esta confianza se vio no pocas veces recompensada con hechos humanamente inexplicables, tales como la multiplicación de cosas sencillas destinadas al alimento de los pobres. Al practicar la caridad, no descuidaba, sin embargo, la justicia: siendo el mismo ejemplo de justa retribución a 1os obreros, sabía conseguir también que obraran con justicia quienes a veces se olvidaban de ello. Su unión profunda con Dios la buscaba en la oración solitaria, ya fuese en una cueva como cuando era niño en Argigliano, en los espacios ilimitados del Monte S. Peregrino, en los sótanos del convento de Florencia, o en las catacumbas romanas, en su celda o en el corillo de la iglesia de S. Martino donde la noche se le pasaba en un santiamén, descansando —solía decir— como S. Juan “sobre el pecho de Cristo por medio de la oración”. Destaco por su amor a la Cruz que quiso alzar incluso materialmente allá donde le fue posible: entre Argigliano y Minucciano, en el Monte S. Peregrino, junto a Corniola, y en Roma tres en el Testaccio y tres dentro del Coliseo. El Señor le dio a conocer algunos sucesos lejanos (como la muerte de Luis XIV y la victoria del Príncipe Eugenio de Saboya; en Petrovaradin) o futuros (como su propia muerte y la de otros). Varias personas le atribuyeron señaladas gracias estando él todavía en vida. Murió el 20 de enero de 1720 y fue sepultado en la iglesia de S. Martino ai Monti donde se encuentra actualmente en la nave izquierda. Tres af1os después de su muerte se inicio el proceso informativo diocesano en Florencia, Pescia y Roma. El apostólico se desarrollo de 1740 a 1753. La heroicidad de sus virtudes fue reconocida por Pío VI en 1781. El Papa Benedicto XVI el 3 de julio de 2009 firmó el decreto de reconocimiento de un milagro obrado por intercesión del P. Angel.

• Basílio António Maria Moreau, Beato
Sacerdote e Fundador
Basilio Antonio María Moreau, Beato
Basílio António María Moreau, Beato

O Beato Basílio António Maria Moreau nasceu em Laigné-en-Bélin, distrito de Le Mans (França), em 11 de Fevereiro de 1799. Foi o oitavo de catorze filhos de uma família piedosa. Com seu pároco, o p. Julián Le Provost, aprendeu as primeiras noções de latim. Prosseguiu os estudos no colégio de Château-Gontier, e os terminou no seminário maior de Le Mans. Em 12 de Agosto de 1821 recebeu a ordenação sacerdotal. Em seu coração ardia o zelo pelas missões, mas seu bispo, Mons. De la Myre, que o queria para professor no seminário diocesano, o enviou a realizar estudos superiores, primeiro em São Sulpício, em Paris, e depois na "Solitude D´Issy", dirigida também pelos sulpicianos. Ali permaneceu de 1822 a 1823, e encontrou a quem seria seu pai espiritual, o p. Gabriel Mollevaut. Ao voltar a Le Mans, ensinou filosofia, teologia dogmática e sagrada Escritura desde 1823 até 1836. Ao mesmo tempo, desenvolveu com fruto uma intensa atividade pastoral. Em 1833 participou na fundação do Bom Pastor de Le Mans, instituição destinada à reeducação de delinquentes juvenis. Em 1835 seu bispo, Mons. Bouvier, o encarregou a guia espiritual da congregação dos Irmãos de São José, constituída por laicos fervorosos que tinham como missão instruir a gente do campo de Le Mans.Nesse mesmo ano fundou a sociedade de Sacerdotes Auxiliares, com a finalidade de ajudar aos párocos mediante retiros espirituais, pregações de missões populares e cursilhos. Em 1 de Março de 1837 o p. Basílio uniu os Sacerdotes Auxiliares com os Irmãos de São José numa única comunidade, que tomou o nome de Congregação da Santa Cruz. Completou sua obra em 1841, fundando o ramo feminino das Marianitas de la Santa Cruz. Desse modo, realizou seu ideal de uma única congregação religiosa com três secções, seguindo o exemplo da Sagrada Família de Nazaré: aos sacerdotes lhes deu o nome de Salvatoristas; aos irmãos, o de Josefinos; e as religiosas, o de Marianitas. A finalidade da Congregação era: a educação, a pregação, sobretudo nas zonas rurais e nas missões estrangeiras, o ministério paroquial, a difusão da boa imprensa, assim como a direção de casas destinadas à acolhida de delinquentes jovens ou de pessoas abandonadas. Entre os anos 1840 e 1847 a Congregação, respondendo ao impulso missionário de seu fundador, enviou a alguns de seus membros a Argélia, Estados Unidos e Canadá para estabelecer novas casas. Por desejo expresso do Papa Pío IX, o p. Basílio fundou na Argélia as primeiras escolas cristãs do país e contribuiu para a introdução e ao progresso da Igreja católica nos Estados Unidos. Em 1853 a Congregação assumiu a responsabilidade da missão em Bengala (atualmente Bangladesh). A vida do p. Basílio, como a vida de quase todos os fundadores, esteve marcada pelo sofrimento e a incompreensão, mas ele se sentiu sempre um simples instrumento nas mãos de Deus: "A obra da Santa Cruz — escreveu a seus filhos espirituais — não é obra do homem, mas sim obra de Deus mesmo. (...) Por isso os exorto a renovar o espírito de vossa vocação, que é um espírito de pobreza, castidade e obediência". Ainda que o nome eleito para a Congregação não foi fruto de sua devoção particular à cruz de Cristo, esta esteve muito presente em sua vida, e insistiu a miúdo nela para formar a vida espiritual de seus membros. Por isso deu como lema a sua comunidade o verso de um hino litúrgico: "Salve, oh cruz, nossa única esperança". O Beato viveu retirado durante seus últimos anos numa casita junto ao Instituto da Santa Cruz; pregava nas paróquias dos arredores de Le Mans, onde morreu em 20 de Janeiro de 1873. Os três ramos da Congregação, que têm vindo a crescer e estendendo-se pelo mundo, estão presentes em França, África e Ásia. Desempenham sua missão em escolas e universidades, na pastoral e serviços sociais. A fase diocesana da causa de beatificação do Beato começou em Le Mans em 1948; em 1994 prosseguiu em Roma, na Congregação para as causas dos santos. Em 12 de Abril de 2003 o Santo Padre João Paulo II declarou ao p. Basílio António Maria Moreau "venerável", reconhecendo suas virtudes heroicas e S.S. Bento XVI o declarou beato em 15 de Setembro de 2007 em cerimónia realizada em Le Mans (França). Reproduzido com autorização de Vatican.va Se tiverem informação relevante para a canonização do Beato Basílio, contacte a: Congregazione di S. Croce, via Framura, 85 - 00168 Roma, ITALY - o - Soeurs de Sainte-Croix 905, rue Basile-Moreau - Saint-Laurent, QC H4L 4A1, CANADA - o - Sisters of the Holy Cross - Saint Mary’s - Bertrand Hall, Notre Dame, IN 46556, USA - o - Marianites of the

Holy Cross - 1011 Gallier Street - New Orleans, LA 70117, USA
 
Cipriano (Miguel) Iwene Tansi, Beato
Presbítero
Cipriano (Miguel) Iwene Tansi, Beato
Cipriano (Miguel) Iwene Tansi, Beato

Martirológio Romano: No mosteiro de Mount Saint Bernard, perto de Leicester, em Inglaterra, beato Cipriano (Miguel) Iwene Tansi, presbítero, da Ordem Cisterciense, que nasceu no território de Onitsha, na Nigéria, e sendo ainda menino, e contra sua família, abraçou a fé cristã. Foi ordenado sacerdote, dedicando-se com grande diligência à cura pastoral até que, feito monge, mereceu coroar com uma santa morte uma vida santa (1964). Iwene Tansi nasceu em Aguleri, perto de Onitsha, Nigéria, no ano 1903. Foi batizado com a idade de 9 anos com o nome cristão de Miguel. Seu baptismo o afectou profundamente apesar de seus poucos anos, e chocou com seus pais não-cristãos, ao atrever-se a destruir seu ídolo pessoal, dado tradicionalmente aos meninos varões no momento de nascer. Depois de trabalhar por vários anos como mestre e catequista, entrou no seminário em 1925, onde deixou uma impressão perdurável por sua entrega, por seu zelo pelo Reino de Deus e por seu intenso espírito de oração. Foi ordenado sacerdote em 1937 para a diocese de Onitsha. Como sacerdote, trabalhou sem repouso e com toda sua alma durante 13 anos para aliviar as necessidades espirituais e materiais de seu povo. Tinha que caminhar a pé para visitar as aldeias e as capelas de sua grande paróquia. Logo passava dias inteiros no confessionário. Prestava atenção especial à preparação adequada para o matrimónio, contra a tradição, muito difundida entre os pagãos de aquele então, de "matrimónios provisórios". A grande quantidade atual de cristãos em muitas aldeias da tribo igbo testemunha seu zelo sacerdotal. Sem embargo e apesar de tudo o que fazia, o P. Tansi sentia a chamada a servir a Deus de uma maneira mais directa numa vida de oração e contemplação, com o desejo também de trazer a Nigéria a vida monástico- contemplativa. Assim, no ano 1950, seu bispo o deixou livre para provar sua vocação cisterciense na abadia de Mount Saint Bernard,perto de Nottingham em Inglaterra. No mosteiro se chamava "Padre Cipriano". A mudança total de vida, especialmente o viver sob a obediência depois de haver sido um líder de seu povo, a mudança de clima, de comida e, sobretudo, a mudança brutal de cultura punham à prova sua vocação, mas estava No ano 1962 Mount Saint Bernard decidiu fazer uma fundação em África, haja sido nomeado mestre de noviços para a fundação, Padre Cipriano, já muito enfermo, não pôde ir. Morreu em 20 de Janeiro de 1964, poucos meses depois da saída dos fundadores. A reputação de santidade que havia deixado em Nigéria antes de ir a Inglaterra não deixou de crescer. Muitas pessoas afirmaram haver recebido favores por meio de sua intercessão, de tal maneira que a causa de sua beatificação, aberta na diocese de Nottingham, foi transferida em 1986 à arquidiocese de Onitsha. O arcebispo de Onitsha era então Monsenhor (logo Cardeal) Francis Arinze, que havia sido entre os primeiros meninos batizados pelo Padre Tansi quando era um jovem pároco. Em 22 de Março de 1998, em Onitsha, durante uma viagem a Nigéria feito precisamente para este fim, o Santo Padre João Paulo II beatificou ao Padre Cipriano Miguel Tansi, ao propô-lo como modelo de zelo e de oração sacerdotais.

Enrique de Upsala, Santo
Bispo e Mártir
Enrique de Upsala, Santo
Enrique de Upsala, Santo

Martirológio Romano: Em Finlândia, santo Enrique, bispo e mártir, nascido em Inglaterra, a que se confiou a igreja de Upsala, onde se dedicou com empenho à evangelização dos finlandeses, sendo ferido de morte por um homicida, a que havia tratado de corrigir com a disciplina eclesiástica (c. 1157). Etimologia: Enrique = Aquele que é chefe de lar, é de origem germânica. Por falta de documentos contemporâneos de valor, só podemos dar um breve resumo da vida de Santo Enrique. Se bem tenha nascido em Inglaterra, é possível que residisse em Roma, quando o cardeal Nicolás Breakspear, que foi posteriormente Papa com o nome de Adriano IV, tenha partido como legado pontifício a Escandinávia, em 1151. Enrique parece haver formado parte de sua comitiva, e não faltam razões para crer que o próprio legado pontifício o consagrou bispo de Upsala, em 1152. O novo bispo ganhou a benevolência do rei São Erico de Suécia. Quando o monarca empreendeu uma espécie de cruzada contra os pagãos de Finlândia, o bispo o acompanhou nela. Os suecos obtiveram uma assinalada vitória, a qual teve como efeito a conversão de alguns finlandeses. Erico retornou a Suécia, mas o bispo ficou na Finlândia para continuar o trabalho das conversões "com zelo apostólico, ainda que em algumas ocasiões, com pouca prudência apostólica". Santo Enrique impôs penitência a um convertido, chamado Lali, que havia cometido um assassinato. Considerando-a este como uma humilhação, se pôs à espreita do bispo e o assassinou. O santo realizou algumas curas e outros milagres. Ainda que a afirmação de que o mártir foi canonizado pelo Papa Adriano não descansa sobre nenhuma prova, o certo é que os holandeses o consideram como seu santo patrono, desde épocas muito remotas. Segundo se depreende de uma carta de Bonifácio VIII, escrita em 1296, a catedral de Abo estava já dedicada a Santo Enrique; e quando, no século XVI, a série de pinturas dos mártires ingleses foi colocada no Colégio Inglês de Roma, o patrono de Finlândia figurava nela. De maior interesse e mérito artístico é o extraordinário baixo relevo de bronze (c. 1440), todavia existente, que cobria as relíquias de Santo Enrique em Nousis, com nove placas secundárias em que estavam gravados os milagres e episódios de sua vida. As relíquias de Santo Enrique foram trasladadas em 1300 para a catedral de Abo (atualmente Turku).

María Cristina da Imaculada Conceição (Adelaide) Brando
Virgem e Fundadora
María Cristina de la Inmaculada Concepción (Adelaida) Brando,
María Cristina da Imaculada Conceição (Adelaida) Brando,
 

Martirológio Romano: Na cidade de Casoria, perto de Nápoles, em Itália, beata María Cristina de la Imaculada (Adelaida) Brando, virgem, que dedicou sua existência à formação cristã das crianças e fundou a Congregação das Irmãs Vítimas Expiatórias de Jesus Sacramentado, com a qual promoveu em grande maneira a adoração à Sagrada Eucaristia (1906). Etimologia: Adelaida = aquela que é de nobre berço, é de origem germânica. Nasceu em Nápoles em 1 de Maio de 1856. Sua mãe morreu poucos dias depois. De carácter amável e dócil, recebeu uma boa educação religiosa. Pronto deu sinais de uma clara inclinação à oração e a a virgindade. Atraída pelas coisas de Deus, fugia das Costumava repetir: "Devo ser santa; quero ser santa". Aos doze anos fez voto de castidade perpétua ante uma imagem do Menino Jesus. Em 1876 ingressou na congregação das Sacramentinas de Nápoles, tomando o nome de María Cristina de la Inmaculada Concepción. Por motivos de saúde teve que abandonar esse caminho que havia iniciado com tanto fervor. Então compreendeu que havia chegado o momento de dar vida a um instituto, missão a que se sentia chamada. Em 1878 fundou as Religiosas Vítimas Expiadoras de Jesus Sacramentado, congregação que cresceu rapidamente, apesar das estreitezas económicas, as oposições e a saúde precária da fundadora. Depois de mudar de sede várias vezes, a comunidade, por conselho do servo de Deus Michelangelo da Marigliano e do beato Ludovico de Casoria, se estabeleceu em Casoria, perto de Nápoles. O novo instituto enfrentou numerosas e sérias dificuldades, mas sempre experimentou a ajuda da divina Providência, e pôde contar com o apoio de muitos benfeitores e amigos eclesiásticos. A congregação se incrementou com novos membros e casas, mostrando grande solicitude pela educação de meninos e meninas. Em 1897 a serva de Deus emitiu os votos temporais. Em 20 de Julho de 1903 a congregação obteve a aprovação canónica por parte da Santa Sede, e em 2 de Novembro desse mesmo ano a fundadora, juntamente com muitas irmãs, emitiu a profissão perpétua. Viveu sua consagração com generosidade, com perseverança e gozo espiritual, e desempenhou o cargo de superiora geral com humildade, prudência e amabilidade, dando às irmãs contínuos exemplos de fidelidade a Deus e à vocação. Sua vida sempre esteve iluminada por uma fé simples, firme e viva, que alimentou com a escuta da palavra de Deus, com a frutuosa participação nos sacramentos, com a assídua meditação das verdades eternas e com a oração fervorosa. Cultivou particularmente a devoção à Encarnação, à paixão e morte de Cristo, e à Eucaristia. Para estar mais perto do Sacrário, com o espírito e com o corpo, mandou construir uma cela contígua à igreja. Foi muito intensa sua espiritualidade reparadora, até ao ponto de que se converteu no carisma de sua congregação. "O fim principal da Obra – afirma - é a reparação dos ultrajes que recebe o Sagrado Coração de Jesus no Santíssimo Sacramento, especialmente as muitas irreverências e descuidos, comunhões sacrílegas, sacramentos recebidos indignamente, missas mal escutadas, e o que amargamente trespassa aquele Coração Santíssimo, é que muitos de seus ministros e muitas almas consagradas a ele se unem a esses ingratos (...). As Adoratrices perpétuas ao divino Coração de Jesus há querido encomendar-lhes o doce e sublime ofício de vítimas de perpétua adoração e reparação a seu divino Coração horrivelmente ofendido e ultrajado no Sacramento do amor". Percorreu com grande empenho o caminho da santidade e progrediu ininterruptamente na imitação do Senhor, na obediência ao Evangelho e na perfeição cristã. Morreu em 20 de Janeiro de 1906. Foi beatificada por S.S. João Paulo II em 27 de Abril de 2003.

Neófito, Santo
Mártir
Neófito, Santo
Neófito, Santo
 

Martirológio Romano: Em Niceia, cidade de Bitinia (hoje Turquia), são Neófito, mártir (s. IV). Foi um jovem cristão de Nicea, em Bitinia. Seus pais foram cristãos, desde a época em que Diocleciano governava o Império. Como dado prodigioso de sua vida, se conta que, aos nove anos, era capaz de instruir aos companheiros de sua idade e que aos dez, se retirou para uma gruta do monte Olimpo. Uma estranha besta vermelha saiu da sua cova para o sitiar. Quando tinha quinze anos, ena altura em que a perseguição ardia com mais fúria, foi detido por cristão, em Niceia de Bitinia. Recusou sacrificar aos ídolos e por este motivo foi açoitado com varas e atirado a um braseiro ardente. Como estes suplícios não fizeram nenhum efeito nele foi decapitado. Barónio nas suas Notas sobre o martyrologe romain o há inscrito no dia 20 de Janeiro, segundo o que disse dele o monológico grego.

Wulfstano (Wolstan) de Worcester, Santo
Monge e Bispo
Wulfstano (Wolstan) de Worcester, Santo
Wulfstano (Wolstan) de Worcester, Santo
 

Martirológio Romano: Na cidade de Worcester, em Inglaterra, são Wulfstano, bispo, que, passando do claustro à sede, manteve os costumes monásticos junto ao zelo pastoral. Visitou incansavelmente as paróquias de sua diocese, ocupando-se em erigir igrejas, fomentar os estudos e condenar a venda de escravos (1095). Beneditino e bispo de Worcester; nasceu em Long Itchington, Warwickshire, Inglaterra, aproximadamente em 1008; morreu em Worcester, em 19 de Janeiro de 1095. Foi educado nas grandes escolas monásticas de Evesham e Pterborough. Resolutamente combateu e superou as tentações de sua juventude, e ingressou ao serviço de Brithege, Bispo de Worcester, que o ordenou como sacerdote aproximadamente em 1038. Recusando todas as prerrogativas eclesiásticas, chegou a ser noviço no grande priorado de Worcester, e logo de ocupar posições em várias oficinas no mosteiro chegou a ser prior da catedral. Manteve esta posição de maneira edificante, guiado por seu sentido de caridade, santidade em sua forma de vida, e estrita observância das normas,até 1062, quando a Sede de Worcester teve como vacante o cargo de Bispo, devido a que quem o ocupava, o Bispo Aldred, foi para ser Arcebispo de York. Dois cardeais romanos, recomendaram a Wolstan ante o Rei Eduardo para que preenchesse esta vaga. Estes dois cardeais haviam sido hóspedes de nosso personagem com anterioridade. O rei acedeu e o consagrou em 8 de Setembro de 1062. Não foi exatamente um homem de aprendizagem especial, nem de grande intelecto, sem embargo se dedicou com devoção durante sua vida completa ao cuidado de sua diocese, visitando, pregando, e confirmando. Sem intermediários, reconstruiu sua catedral no mais puro estilo saxão, além de estabelecer igrejas em muitos lugares. Em tudo isso manteve sua atitude e forma de vida caracterizada pelos hábitos ascéticos que havia adquirido em sua vida enclaustrada. Não obstante isso, sua vida esteve cheia de assíduas atividades, além de estar dedicada à oração e meditação. Os Salmos estiveram sempre em seus lábios, e recitava o Divino Ofício em voz alta, com os assistentes no que ia até à área rural a fim de cumprir com seus deveres episcopais. Wolstan foi o último bispo inglês que foi nomeado por um rei saxão, o último representante episcopal representante da Igreja de Bede e de Cuthbert, e o enlace entre estas igrejas e a Igreja de Lanfranc e Anselmo. Logo da conquista, quando quase todos os saxões nobres e o clero foi despojado de suas oficinas e honras a favor dos normandos, Wolstan reteve sua sede, e gradualmente foi ganhando a estima e a confiança tanto de Lanfranc e do próprio conquistador. Aelred de Rievaulx conta a lenda de quando se lhe pediu que renunciasse a ser bispo, e de como colocou sua cruz frente ao túmulo de Eduardo o Confessor em Westminster. A cruz se manteve fixa, como um símbolo do céu de que o santo bispo devia permanecer em seu cargo. Sobreviveu tanto a Guillermo o Conquistador, como a Lanfranc, e foi um dos que consagrou a Santo Anselmo.

 

• Eustoquia (Esmeralda) Calafato de Mesina, Santa

Enero 20 Abadesa

• Sebastián, Santo

Enero 20 Mártir

• Fabián, Santo

Enero 20 XX Papa

• Basilio Antonio María Moreau, Beato

Enero 20 Sacerdote y Fundador

• María Cristina de la Inmaculada Concepción (Adelaida) Brando, Beata

Enero 20 Virgen y Fundadora

• Cipriano (Miguel) Iwene Tansi, Beato

Enero 20 Presbítero

• Neófito, Santo

Enero 20 Mártir

• Enrique de Upsala, Santo

Enero 20 Obispo y Mártir

 

• Wulfstano (Wolstan) de Worcester, Santo

Enero 20 Monje y Obispo

• Angelo Paoli, Beato

Enero 20 Sacerdote Carmelita

 

Santa Ascla, mártir

En la ciudad de Antinoe, en la Tebaida (hoy Egipto), san Ascla, mártir, que no temió las amenazas del juez, dado que le causaba mucho más temor renegar de Cristo, y después de variados tormentos, fue arrojado al río (s. IV)

San Esteban Min Kuk-ka, mártir

En Seúl, ciudad de Corea, san Esteban Min Kuk-ka, mártir, que fue degollado en la cárcel por ser catequista cristiano (1840).

 
SAN EUTIMIOSan Eutimio, abad
 

En Palestina, san Eutimio, abad, que, nacido en Armenia y consagrado a Dios desde la infancia, fue a Jerusalén y, después muchos años pasados en la soledad, al final de su vida, fiel y esforzado en la humildad y en la caridad, murió dejando ejemplo de observancia y disciplina (473).

 
BEATO BENITO RICASOLIBeato Benito Ricasoli, monje eremita
En el monasterio de Coltibuono, en la Toscana (hoy Italia), beato Benito Ricasoli, eremita de la Congregación de Valumbrosa (c. 1107).
95034 > Beato Angelo (Francesco) Paoli Sacerdote carmelitano 20 gennaio

38335 > Sant' Ascla Martire 20 gennaio MR
 
92763 >
Beato Basilio Antonio Maria Moreau Sacerdote e fondatore 20 gennaio

38355 > Beato Benedetto Ricasoli da Coltibuono Eremita 20 gennaio MR
 
93933 > Beato Bernardo di Poncelli Mercedario 20 gennaio
 
91015 > Beato Cipriano Michele Iwene Tansi Religioso 20 gennaio MR
 
38360 > Sant' Enrico di Uppsala Vescovo e martire 20 gennaio MR
 
92122 > Sant' Eusebio Eremita 20 gennaio
 
92493 > Sant' Eutimio Abate 20 gennaio MR
 
25750 > San Fabiano Papa e martire 20 gennaio - Memoria Facoltativa MR
 
94083 > San Fechin di Fobhar Abate 20 gennaio

91063 > Beata Maria Cristina dell'Immacolata Concezione (Adelaide Brando) Religiosa e fondatrice 20 gennaio MR
 
95433 > San Molacca Monaco 20 gennaio

38345 >
San Neofito di Nicea Martire 20 gennaio MR
 
25800 > San Sebastiano Martire 20 gennaio - Memoria Facoltativa MR
 
38365 > Santo Stefano Min Kuk-ka Catechista e martire 20 gennaio MR
 
92663 >
San Vulstano di Worcester Vescovo 20 gennaio MR
 
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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”


  • Tero1 - Cpia
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    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
  • Endereço de Youtube: antonio0491@youtube.com
  • António Fonseca