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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Nº 1539-3 - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (36) - 24 de Janeiro de 2013

Nº 1539 - (3)
Desejo a continuação de
BOAS FESTAS e BOM ANO DE 2013
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Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.
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ADRIANO I
 
Adriano I
 
Adriano I
(772-795)
 
Foi eleito em 9 de Fevereiro de 772, por unanimidade, graças às suas qualidades e ao zelo e prudência que tinha revelado nos dois pontificados anteriores, a que esteve intimamente ligado.
Desidério, rei dos Lombardos, apressou-se a felicitá-lo pela eleição, procurando conseguir a sua amizade, mas Adriano exigiu-lhe a restituição das cidades conquistadas e retiradas ao poder de Roma. Desidério não cede, ocupa mais cidades e ameaça a própria Roma.
Adriano alia-se a Carlos Magno, o rei dos Francos, que, em Setembro de 773, atravessa os Alpes e cerca Pavia, onde Desidério se tinha refugiado.
Em 774, Carlos Magno vai a Roma e confia a Adriano a posse dos “domínios pontifícios”, o que se tornou um facto vital na Idade Média, no Ocidente. Depois da tomada de Pavia, Desidério foi mandado com sua mulher para o mosteiro de Corble e Carlos Magno passa a intitular-se «rei dos Francos e dos Lombardos».
Na Páscoa de 781, Carlos Magno volta a Roma para coroar seu filho Carlomano como rei dos Lombardos e, ao mesmo tempo, amplia as doações à Santa Sé.
Por essa altura, a imperatriz Irene, de Constantinopla, reconhece junto de Adriano I o primado de Roma e convida-o a tomar parte num concílio (II de Niceia) para obviar as consequências nefastas do concílio iconoclasta de 754. O concílio realizou-se no Verão de 787 com a participação de 300 bispos. Em oito sessões anulou as anteriores decisões dos iconoclastas, esclarecendo o valor dos supostos argumentos bíblicos nesse sentido, apresentados. Isto é, o concílio definiu o culto das imagens com a proclamação da sua legitimidade do seguinte modo: «Veneração mas não adoração».
Com o restabelecimento da unidade entre Roma e Constantinopla, ficou praticamente reconhecida a independência política da cabeça da Igreja e, por esta altura, o papa começa a datar os seus documentos a partir dos anos do seu pontificado e não dos do governo do imperador, e nas moedas aparece cunhada a sua imagem.
Entretanto, surge um contratempo. Carlos Magno, talvez por deficiente tradução, não e tende a distinção entre – «veneração e adoração» – e faz publicar uma refutação teológica polémica, os Libri Carolini, negando ao Concílio de Niceia carácter de ecumenidade. O papa respondeu ao imperador esclarecendo-o e negando-se a anular o concílio niceno e, mercê de uma tradução mais correta, conseguiu fazer aceitar o concílio em França.
Nessa altura, surgem desvios doutrinais em Espanha, sobretudo na Bética, pois os judaizantes pretendiam impor aos outros a abstenção dos alimentos considerados impuros na Lei de Moisés, e modificar a data da celebração da Páscoa. Além disso, a convivência com judeus e muçulmanos ameaçava a ortodoxia matrimonial devido aos casamentos mistos e aos divórcios.
Adriano I envia a Espanha o bispo francês Egila, que, tendo atuado com êxito, viria depois a cometer outros erros relativos à Santíssima Trindade. Por sua vez, os bispos de Toledo e Urgel caíram no adopcionismo, afirmando que Jesus, enquanto homem, era apenas filho adotivo de Deus, a antiga heresia de Nestório, que admitia duas pessoas em Cristo.
De acordo com Carlos Magno, Adriano I reúne-se em concílio em Francoforte, no ano de 794, com mais de 300 bispos e sob a presidência dos legados papais, donde sai condenado o adopcionismo.
Contudo, Adriano I morre no dia de Natal de 795, sem ver a paz e a ortodoxia definitivamente estabelecidas em Espanha.
A morte de Adriano I comoveu profundamente Carlos Magno, pois tinha-lhe um afecto sincero e era grande a veneração que o rei dedicava ao sucessor de São Pedro.
Sobre o seu sepulcro está ainda a lápide de mármore que Carlos Magno enviou de França,onde a letras de ouro se pode ler: «Eu, Carlos, escrevi estes versos a chorar; A ti, a quem em vida amei, choro-te agora, ó Pai, e junto aos nossos nomes, Adriano e Carlos; eu rei, e tu Pai».
Os 23 anos de pontificado de Adriano I foram penosos, mas esclar3ecidos e apostolicamente fecundos, mercê do se zelo, prudência e vigor. Como responsável pelo governo de Roma empenhou-se na restauração de alguns aquedutos e construção de outros, dando à população, água em abundancia; criou várias colónias agrícolas para beneficio dos mais necessitados; construiu grandes celeiros para recolha do excedente de cereais que estavam ao dispor dos mais carentes; em ocasiões de calamidade pública, como a das inundações de 791, socorreu pessoalmente os sinistrados.
Adriano I teve, por tudo isto, um lugar de relevo entre os pontífices romanos dos primeiros séculos.
 
 
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SÃO LEÃO III
 
São Leão III
 
São Leão III
(795-816)
 
Foi eleito por unanimidade e sagrado em 27 de Dezembro de 795, dois dias após a morte de Adriano I.
A carta que, de imediato, escreve a Carlos Magno não tinha em conta pedir-lhe proteção, sendo apenas o testemunho de fidelidade, como provam as chaves do sepulcro de São Pedro e a bandeira de Roma, que acompanhavam as cartas.
O rei dos Francos responde com amizade e Leão III faz com que os representantes do povo jurem fidelidade ao imperador.
Em 798, Carlos Magno sente-se com, autoridade para ordenar ao papa a convocação de um  concílio que volte a condenar o adopcionismo que Félix, bispo de Argel, teimava em defender. Não houve concílio.
Entretanto, em Roma, parte da nobreza aparentada com os dois papas anteriores provoca agitação com o pretexto de que Leão III se submetia demasiado ao rei dos Francos e espalham uma série de calúnias contra o papa. Como nada conseguiram, resolvem eliminá-lo.
A 25 de Abril de 799, dia das litanias maiores, quando Leão III cavalgava à frente da procissão, dois sobrinhos de Adriano I atiraram-se a ele, acusando-o de perjúrio e adultério, despindo-lhe as vestes pontifícias e desancando-o. Enquanto isto, em Roma, os revoltosos destruíam e saqueavam os bens de São Pedro.
Encarcerado e torturado num mosteiro, Leão III conseguiu fugir, indo a Paderborn, no Saxe, a pedir ajuda ao rei. Este concede-lha e fá-lo regressar a Roma no Outono de 799, acompanhado de prelados e condes, para procederem a um inquérito sobre o papa.
Um ano mais tarde, em Agosto de 800, o rei põe-se a caminho e a 24 de Novembro, a 20 quilómetros de Roma, é recebido respeitosamente pelo Papa. O rei vinha examinar o resultado   do inquérito, pelos crimes de que o pontífice era acusado. Carlos Magno reúne em São Pedro um tribunal solene e em 23 de Dezembro o papa foi absolvido e os detratores condenados à pena capital, sentença que viram comutada a instâncias de Leão III, que saiu do tribunal guiado pelo rei.
Dois dias depois, na noite de Natal, em São Pedro, o papa coroou Carlos Magno imperador do Ocidente e terá sido aqui, neste ato, que teve origem o Sacro Império Romano-Germânico.
Quando o papa lhe colocou na cabeça a coroa, o povo romano aclamou: «A Carlos, Augusto, coroado por Deus, grande e pacífico imperador dos romanos, paz e vitória».
Um novo rito se introduzia. No futuro nenhum imperador se sentiria seguro se o papa não proferisse em Roma o ritual da unção que conferia a sagração divina.
Terminava definitivamente o domínio bizantino e consolidava-se o Sacro Império Romano, testemunhado pela cunhagem de moedas, inscrições e selos, mesmo com Constantinopla a não o reconhecer durante quatro séculos.
Em 810, Leão III recebe uma embaixada de bispos francos em consequência de uma queixa feita ao imperador por alguns bispos ocidentais residentes em Jerusalém, perseguidos por defenderem que o Espírito Santo procedia do Pai e também do Filho. os bispos propunham a inclusão do discutido Filioque ( e do filho ) na fórmula do credo niceno.
Leão III, embora reconhecendo e afirmando como doutrina católica a procedência do Pai e do Filho, recusou-se a introduzi-la para evitar conflitos com o Oriente. Com efeito, embora chegasse a acordo e ambas as Igrejas admitissem substancialmente o mesmo, no Ocidente empregava-se a expressão ex Patre Filioquedo Pai e do Filho»), no Oriente usava-se a fórmula ex Patre per Filiumdo Pai pelo Filho»).
Os bispos francos acabaram por compreender e aceitar a atitude prudente  do papa. O Filioque só viria a ser introduzido no símbolo da fé dois séculos mais tarde, no pontificado de Bento VIII.
Em 814, com, 74 anos, morre Carlos Magno. Sobre ele escreveu Gregorovius: «Apagou-se a vida do herói e do sábio e a história regista a morte do fundador do novo Império. Moisés da Idade Média, guiou a humanidade através dos desertos da barbárie, dando-lhe um novo código de constituições politicas, eclesiásticas e civis».
A noticia da morte causou consternação em  Roma e os inimigos de Leão III voltaram a intentar novos distúrbios, sendo presos e castigados. No ano seguinte, já com o papa gravemente enfermo, apareceram novas sublevações, com incêndios e tentativas de assalto ao Vaticano. Leão III faleceu amargurado com estes acontecimentos.
Para além do frutuoso relacionamento com Carlos Magno, sem nunca ser subserviente, Leão III restaurou e adornou diversas igrejas e mosteiros e fundou, junto do Vaticano , uma hospedaria para acolhimento dos peregrinos.
 
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ESTEVÃO IV
 
Estevão IV ou V
 
Estevão IV
(816-817)
 
Foi eleito por unanimidade dez dias depois da morte do papa Leão II e sagrado em 22 de Junho de 816.
A sua primeira preocupação foi levar o povo romano a jurar fidelidade ao novo imperador Luís Pio, filho de Carlos Magno, e, em vez de lhe enviar legados, foi pessoalmente participar ao imperador a sua eleição. Foi recebido em Reims com júbilo e todas as honras, que retribuiu coroando solenemente, em Reims, Luís Pio, ungindo-o como rei universal e protetor da Cristandade, proclamando-o «filho dileto da Igreja Romana».
Num gesto de grande magnanimidade obtém do imperador a suspensão das penas para todos os que, no pontificado anterior, tinham sido exilados para os seus domínios. O imperador acedeu e aproveitou para confirmar as doações territoriais dos seus antecessores.
Ao regressar a Roma explicou o seu gesto como imitação «do exemplo de nosso divino Redentor que se dignou vir à terra para nos livrar das cadeias do demónio».
Entretanto, no oriente, recomeçavam as perseguições por causa da veneração das imagens, mas o papa já não pôde intervir porque faleceu, depois de um breve, mas frutuoso, pontificado de sete meses.
 
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Continua:…
Post colocado em 24-1-2013 – 11H00
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1537-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - NÚMEROS (6)–24 de Janeiro de 2013 (*)

Estrela  Por favor ler o texto explicativo publicado ontem  dia 23 ao fim da tarde
antoniofonseca1940@hotmail.com

2013

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Nº 1537

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1080 páginas… sejamos optimistas.
NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.


É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1537 - 2ª Página

21 de Janeiro de 2013


ANTIGO TESTAMENTO


N Ú M E R O S

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Mapa com a distribuição das 12 tribos de Israel

6 – A CONSAGRAÇÃO DOS NAZARITASO Senhor disse a Moisés: «Fala aos filhos de Israel e diz-lhes: Se um homem ou mulher fizer um voto de nazareato para se consagrar ao Senhor, abster-se-á de vinho e de toda a bebida que embriague; não beberá vinagre feito em vinho, nem vinagre feito com qualquer licor, nem qualquer infusão de uvas frescas ou secas. Durante todo o tempo da sua abstenção não comerá produto algum da vinha, desde a pele até aos grãos da uva. Durante todo o tempo, estipulado para a sua abstenção, a navalha não deve passar pela cabeça; até ao fim dos dias que quiser viver em abstenção, em honra do Senhor, permanecerá Santo em honra do Senhor e deixará crescer livremente os cabelos da sua cabeça. Durante o tempo desta abstenção em honra do Senhor, não se aproximará de cadáver algum, não se contaminará nem com  a morte de seu pai ou de sua mãe, nem com a do irmão ou da irmã, porque tem sobre a sua cabeça a auréola do seu Deus. Durante todo o tempo que tiver esta auréola, está consagrado ao Senhor. Se alguém morrer, subitamente, junto dele, isso manchará a sua cabeça consagrada; rapará a cabeça no dia da sua purificação, rapá-la-á no sétimo dia. Depois, no oitavo dia, levará ao sacerdote , à entrada da reunião, duas rolas ou dois pombinhos. O sacerdote oferecerá um como sacrifício expiatório, e outro em holocausto, e fará por ele a expiação do pecado que cometeu, manchando-se com o cadáver. Consagrará, de novo, a sua cabeça nesse dia. Consagrará ao senhor o mesmo período de abstenção, e oferecerá um cordeiro de um ano como sacrifício de reparação; os dias anteriores ficarão nulos, porque o seu nazareato foi violado. Eis a lei do nazareato: quando terminarem os dias da sua abstenção, será conduzido à entrada da tenda da reunião e apresentará a sua oferta ao Senhor: um cordeiro de um ano, sem defeito, em holocausto, uma ovelha de um, ano, sem defeito, como expiação, e um carneiro, sem defeito, em ação de graças. Depois, um cesto de ázimos, isto é, de bolos de flor de farinha amassados  com azeite e de filhós ázimas untadas com azeite, além das suas oblações e das usas libações. O sacerdote apresentá-las-á ao Senhor e oferecerá o sacrifício expiatório e o holocausto. Oferecerá o carneiro ao Senhor, como sacrifício de acção de graças, e o cesto de ázimos,. e ajuntará à sua oblação e às sua libação. Então o nazarita rapará a sua cabeça consagrada, à entrada da tenda da reunião; tomará os cabelos consagrados e deitá-los-á ao fogo  que está sob a vítima do sacrifício de ação de graças. O sacerdote tomará a espádua do carneiro quando estiver cozida, um bolo ázimo do cesto e uma bolacha ázima, e colocá-los-á nas mãos do nazarita depois de ele ter cortado os cabelos consagrados. O sacerdote procederá ao seu balanceamento diante do Senhor. É uma coisa santa que pertence ao sacerdote, independentemente do peito balanceado e da coxa oferecida por elevação. Então o nazarita poderá beber vinho. Esta é a lei do nazarita que tiver feito voto; esta será a sua oferta ao Senhor, concernente à sua abstenção, tendo em conta o que permitirem ose seus recursos. procederá de acordo com  o voto que tiver pronunciado, além da relativa à sua abstenção». O Senhor falou assim a Moisés, neste  termos: «Fala assim a Aarão e a seus filhos: eis como abençoareis os filhos de Israel: Que o Senhor te abençoe e proteja! Que o senhor faça resplandecer Sua face  sobre ti e te seja benevolente! Que o Senhor dirija o Seu olhar para ti e te conceda a paz! Assim imporão Meu nome aos filhos de Israel, e Eu os abençoarei».

 

 

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Mapa da distribuição das tribos de jacob – ISRAEL

 

Textos do LivroNÚMEROSdo ANTIGO TESTAMENTO

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24 de JANEIRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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Nº 1540-1 - (24-13 - SANTOS DE CADA DIA - 24 de Janeiro de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1540

Caros Amigos

Vejam por favor a explicação justificativa dos atrasos da edição do meu blogue. Desculpem-me e Obrigado. ANTÓNIO FONSECA

ADENDA

Os problemas com que lutei durante estes três dias (desde Segunda-feira, dia 21) ainda não estão completamente sanados. Daí o facto de as biografias aqui apresentadas, não terem sido traduzidas como é meu hábito – ou melhor – não me tem sido possível, transcrever os textos publicados no Livro SANTOS DE CADA DIA (que espero, seja passageiro) . As minhas maiores desculpas.

Bom

ANO D E 2 0 1 3




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Nº 1540-1 - (24-13)


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Nº 1540-1 – (24-13)


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FRANCISCO DE SALES, Santo
Bispo , Doutor da Igreja (1567-1622)
 

Francisco de Sales, Santo

Francisco de Sales, Santo

Obispo de Ginebra,
Doctor de la Iglesia,
Cofundador de la Congregación de la Visitación

Martirologio Romano: Memoria de san Francisco de Sales, obispo de Ginebra y doctor de la Iglesia. Verdadero pastor de almas, hizo volver a la comunión católica a muchos hermanos que se habían separado y con sus escritos enseñó a los cristianos la devoción y el amor a Dios. Fundó, junto con santa Juana de Chantal, la Orden de la Visitación, y en Lyon entregó humildemente su alma a Dios el 28 de diciembre de 1621. Fue sepultado en Annecy, en Francia, en este día (1622).
Etimológicamente: Francisco = Aquel que porta la bandera, es de origen germánico.
Fecna de canonización: 19 de abril de 1665 por el Papa Alejandro VII.

 

El patrono de los periodistas fue un escritor que se distinguió por decir la verdad con elegancia y sin herir a nadie, por escribir y hablar con tanta delicadeza que nadie se sentía molesto; un escritor y orador que no buscaba el morbo sino la transmisión de la simple y llana verdad evangélica. Y supo comunicar la idea de que todo lo auténticamente humano es cristiano.
Fue un humanista de pies a cabeza.
VIDA DE SAN FRANCISCO DE SALESNace el gran Santo:
San Francisco nació en el castillo de Sales, en Saboya, el 21 de agosto de 1567. Fue bautizado al día siguiente en la Iglesia parroquial de Thorens, con el nombre de Francisco Buenaventura. Durante toda su vida sería su patrono San Francisco de Asís. El cuarto donde él nació se llamaba "el cuarto de San Francisco", porque había en él una imagen del "Poverello" predicando a los pájaros y a los peces.
De niño Francisco fue muy delicado de salud ya que nació prematuro; pero gracias al cuidado que recibió, se pudo recuperar y fortalecerse con los años. Si bien no era robusto, su salud le permitió desplegar una enérgica actividad durante su vida.
La Madre de Francisco:
La Señora Francisca de Boisy era una mujer sumamente amable y trabajadora y profundamente piadosa. Santa Juana de Chantal dice que la gente la admiraba como a una de las damas más respetables de esa época.
Tenía que mandar y dirigirlo todo en un amplísimo castillo donde laboran cuarenta trabajadores, sirvientas, mensajeros, labradores, y encargados del ganado.
Es muy importante tener en cuenta las cualidades de la mamá de Francisco, porque éste, por el valle nublado frío y oscuro donde estaba su casa, podría haber sido un hombre retraído y más bien inclinado a la tristeza y el pesimismo. Y en cambio, por la maravillosa formación que Doña Francisca le va proporcionando y por la educación que le hace dar su padre, obtiene las bases para llegar a ser más tarde con la gracia de Dios y por sus grandes esfuerzos, un portento de amabilidad y del más exquisito trato social.
Doña Francisca era una mujer que vivía muy ocupada, pero sin afanes ni apresuramientos. Quizás de ella habrá aprendido el niño Francisco aquella virtud suya que le dará resultado toda su vida: trabajar mucho, trabajar siempre, pero sin perder la calma, sin inquietud, no dejando para mañana lo que se puede hacer hoy.
La religión dominaba la vida de doña Francisca, y la compartía con todos, de ahí que Francisco aprendiese todo esto y luego lo usase más tarde para el beneficio de muchas almas.
Infancia:
Era un niño lindo, rubio, rosado que se divertía jugando en el Castillo. Le gustaba ir al Templo y rezar mirando hacia el altar y también era muy dado a ayudar a los pobres. Sin duda había recibido del Espíritu Santo el don de la Magnificencia, que consiste en un gusto especial por dar, y dar con gran generosidad. Como niño vivo e inquieto, que le gustaba curiosear por aquel inmenso Castillo donde vivía; parecía que tenía cien pulgas debajo de la ropa que no le dejaban estar quieto, por lo que su madre y la nodriza tenían que estar constantemente viendo que estaba haciendo.
Su madre le enseñaba el catecismo y le narraba bellos ejemplos religiosos. Y cuando el pequeño Francisco se encontraba con otros niños por el camino o en el prado, les repetía las enseñanzas y narraciones que había escuchado de labios de su mamá. Se estaba entrenando para lo que sería su mas preciado trabajo: enseñar catecismo, pero enseñarlo bellamente a base de amenos ejemplos.
Hay un hecho en su infancia que denota mucho su celo por Dios pero también su inclinación a la ira, con la que luchará por 19 años de su vida hasta dominarla. Se cuenta que un día un Calvinista fue a visitar el Castillo, Francisco se enteró y como no podía meterse en la sala a protestar, tomó un palo en las manos, y lleno de indignación se fue al corral de las gallinas, arremetiendo contra ellas y gritando: "Fuera los herejes: No queremos herejes". Las pobres gallinas salieron corriendo y gritando ante su atacante, y a tiempo llegaron los sirvientes para salvarlas. Este que ahora atacaba a las gallinas, después llegará a tener un genio tan bondadoso y amable que no procederá con ira ni siquiera contra los más tremendos adversarios; ahora bien , esta bondad no nació con él sino que fue una conquista, poco a poco, con la ayuda de Dios.
Su padre, Don Francisco, tenía temor de que su hijo fuera a crecer flojo de voluntad porque la mamá lo quería muchísimo y podía hacerlo crecer algo consentido y mimado. Entonces le consiguió de profesor a un sacerdote muy rígido y muy exigente, el Padre Deage. Este será su preceptor durante toda su vida de estudiante. Era un hombre super exacto en todo, pero muy frecuentemente demasiado perfeccionista en sus exigencias. Este preceptor lo ayudará mucho en su formación pero le hará pasar muchos ratos amargos, por exigirle demasiado. Francisco no protestará nunca y en cambio le sabrá agradecer siempre, pero para su comportamiento futuro tomará la resolución de exigir menos detalles importunos y hacer más amables a quienes él tenga que dirigir.
A los 8 años entró en el Colegio de Annecy, y a los 10 años hizo su Primera Comunión junto con la Confirmación. Desde ese día se propuso no dejar pasar un día sin visitar a Jesús Sacramentado en el Templo o en la Capilla del colegio. El que más tarde será el gran promotor del culto solemne a la Eucaristía, fue preparado muy cuidadosamente por la madre y por su Sacerdote preceptor para recibir por primera vez a Jesús Sacramentado. Guiado por su madre se trazó unos buenos propósitos como recuerdo de su Primera Comunión:
1) Cada mañana y cada noche rezaré algunas oraciones.
2) Cuando pase por frente de una Iglesia entraré a visitar a Jesús Sacramentado, si no hay una razón grave que me lo impida.
3) Siempre y en toda ocasión que me sea posible ayudaré a las gentes más pobres y necesitadas.
4) Leeré libros buenos, especialmente Vidas de Santos.
Durante toda su vida procuró ser enteramente fiel a estos propósitos.
Un año más tarde en la misma Iglesia de Santo Domingo (actualmente San Mauricio), recibió la tonsura.
Francisco, estudiante:
Un gran deseo de consagrarse a Dios consumía al joven, que había cifrado en ello la realización de su ideal; pero su padre (que al casarse había tomado el nombre de Boisy) tenía destinado a su primogénito a una carrera secular, sin preocuparse de sus inclinaciones. A los 14 años, Francisco fue a estudiar a la Universidad de París que, con sus 54 colegios, era uno de los más grandes centros de enseñanza de la época.
Su padre le había enviado al colegio de Navarra, a donde iban los hijos de las familias de Saboya; pero Francisco, que temía por su vocación, consiguió que consintiera en dejarle ir al Colegio de Clermont, dirigido por los jesuitas y conocido por la piedad y el amor a la ciencia que reinaban en él. Acompañado por el Padre Déage, Francisco se instaló en el hotel de la Rosa Blanca de la calle St. Jacques, a unos pasos del Colegio de Clermont. Francisco se propuso un Plan de Vida durante su estadía en el colegio. Se propuso dedicarse a hacer lo que tenía que hacer: prepararse bien para el futuro.
Desde el principio, guiado, por su director, el Padre Déage, se trazó un programa de acción: Cada semana confesarse y comulgar. Cada día atender muy bien a las clases y preparar las tareas y lecciones para el día siguiente. Dos horas diarias de ejercicios de equitación, de esgrima, de baile .
La debida mezcla entre los ejercicios de piedad y las artes gimnásticas le fueron consiguiendo un aire de elegancia y respetabilidad. Era alto, gallardo y bien presentado. Enemigo de los lujos, pero siempre decorosamente presentado. En las reuniones de gente de refinada elegancia era el invitado preferido, porque a la vez de ser muy sencillo y sin rebuscamientos inútiles, era "la cultura personificada".
Más tarde, cuando sea Obispo, la gente exclamará: "en las reuniones sociales se porta con la santidad de un digno ministro de Dios, y en las ceremonias religiosas se porta con la elegancia del más exquisito de los caballeros". Y al preguntarle alguien el por que, respondió: "Cuando estoy en la alegría de una fiesta social me imagino estar revestido de ornamentos de Obispo, y me comporto con la dignidad que esto exige. Y cuando estoy celebrando una ceremonia religiosa me imagino estar en la más exquisita y refinada reunión, y trato de comportarme con la educación y urbanidad que en estos casos se exige".
Pronto se distinguió en retórica y en filosofía; después se entregó apasionadamente al estudio de la teología. Cada día estaba más decidido a consagrarse a Dios y acabó por hacer voto de castidad perpetua, poniéndose bajo la protección de la Santísima Virgen. Pero no por ello faltaron las pruebas.
La más terrible tentación de su juventud:
Vivir en gracia de Dios en aquellos ambientes no era nada fácil. Sin embargo, Francisco supo alejarse de toda ocasión peligrosa y de toda amistad que pudiera llevarle a ofender a Dios y logró conservar así el alma incontaminada y admirablemente pura. Francisco tenía 18 años.
Su carácter era muy inclinado a la ira, y muchas veces la sangre se le subía a la cara ante ciertas burlas y humillaciones, pero lograba contenerse de tal manera que muchos llegaban hasta imaginarse que a Francisco nunca le daba mal genio por nada. Pero entonces el enemigo del alma, al ver que con las pasiones más comunes no lograba derrotarlo, dispuso atacarlo por un nuevo medio más peligroso y desconocido.
Empezó a sentir en su cerebro el pensamiento constante y fastidioso de que se iba a condenar, que se tenía que ir al infierno para siempre. La herejía de la Predestinación, que predicaba Calvino y que él había leído, se le clavaba cada vez más en su mente y no lograba apartarla de allí. Perdió el apetito y ya no dormía. Estaba tan impresionantemente flaco y temía hasta enloquecer. Lo que más le atemorizaba no eran los demás sufrimientos del infierno, sino que allá no podría amar a Dios.
El Señor permitiéndole la tentación le da la salida. El primer remedio que encontró fue decirle al Señor: "Oh mi Dios, por tu infinita Justicia tengo que irme al infierno para siempre, concédeme que allá yo pueda seguirte amando. No me interesa que me mandes todos los suplicios que quieras, con tal de que me permitas seguirte amando siempre"; esta oración le devolvió gran parte de paz a su alma.
Pero el remedio definitivo, que le consiguió que esta tentación jamás volviese a molestarle fue al entrar a la Iglesia de San Esteban en París, y arrodillarse ante una imagen de la Santísima Virgen y rezarle la famosa oración de San Bernardo:
"Acuérdate Oh piadosísima Virgen María, que jamás oyó decir que hayas abandonado a ninguno de cuantos han acudido a tu amparo, implorando tu protección y reclamando tu auxilio. Animado con esta confianza, también yo acudo a ti, Virgen de las vírgenes, y gimiendo bajo el peso de mis pecados , me atrevo a comparecer ante tu soberana presencia. No desprecies mis súplicas, Madre del Verbo Divino, antes bien, óyelas y acógelas benignamente. Amén"
Al terminar de rezar esta oración, se le fueron como por milagro todos sus pensamientos de tristeza y de desesperación y en vez de los amargos convencimientos de que se iba a condenar, le vino la seguridad de que "Dios envió al mundo a su Hijo no para condenarlo, sino para que los pecadores se salven por medio de Él. Y el que cree no será condenado" (Juan 3:17).
Esta prueba le sirvió mucho para curarse de su orgullo y también para saber comprender a las personas en crisis y tratarlas con bondad.
Estudiante de universidad:
En el 1588, partió para la ciudad italiana de Padua; su padre le había dado la orden de estudiar abogacía, doctorarse en derecho. Francisco fue obedeciendo a su padre. Estudiaba derecho durante cuatro horas diarias para poder llegar a ser abogado. Otras cuatro horas estudiaba Teología, la ciencia de Dios, porque tenía un gran deseo: llegar a ser sacerdote.
Durante su estadía en Padua, dice el mismo Francisco, que lo que más le ayudó fue la amistad y dirección espiritual de ciertos sacerdotes jesuitas muy sabios y muy santos. Le ayudó mucho la lectura de un libro, que le acompañará durante su vida por 17 años, escrito por el Padre Scupoli llamado: "El Combate Espiritual". Lo leía todos los días y sacaba gran provecho de su lectura.
San Francisco hizo un detallado plan de vida para preservarse durante su estadía en Padua, y se propuso hacer lo siguiente:
1) Cada mañana hacer el Examen de previsión : que consistía en ver que trabajos, que personas o actividades iba a realizar en ese día, y planear como iba a comportarse ante ellos.
2) A mediodía visitar el Santísimo Sacramento y hacer el Examen Particular: examinando su defecto dominante y viendo si había actuado con la virtud contraria a él, (durante 19 años su examen particular será acerca del mal genio, de aquel defecto tan fuerte que era su inclinación a encolerizarse).
3) Ningún día sin Meditación: Aunque fuese por media hora, dedicarse a pensar en los favores recibidos por el Señor, en las grandezas de Dios , en las verdades de la Biblia o en los ejemplos de los santos.
4) Cada día rezar el Santo Rosario: no dejarlo de rezar ningún día de su vida, promesa que siempre cumplió.
5) En su trato con los demás ser amable pero moderado.
6) Durante el día pensar en la Presencia de Dios.
7) Cada noche antes de acostarse hacer el Examen del día : decía, "recordaré si empecé mi jornada encomendándome a Dios. Si durante mis ocupaciones me acordé muchas veces de Dios para ofrecerle mis acciones, pensamientos, palabras y sufrimientos. Si todo lo que hoy hice fue por amor al buen Dios. Si traté bien a las personas. Si no busqué en mis labores y palabras darle gusto a mi amor propio y a mi orgullo, sino agradar a Dios y hacer bien a mi prójimo. ¿Si supe hacer algún pequeño sacrificio?, ¿Si me esforcé por estar fervoroso en la oración? y pediré perdón al Señor por las ofensas de este día, haré propósito de portarme mejor en adelante; y suplicaré al cielo que me conceda fortaleza para ser siempre fiel a Dios; y rezando mis tres Avemarías me entregaré pacíficamente al sueño. Firmado: Francisco de Sales, Padua 1589.
Así Francisco, mantuvo protegido su corazón todo el tiempo en el que estuvo estudiando en Padua y a los 24 años obtuvo el doctorado en leyes, y fue a reunirse con su familia en el castillo de Thuille, a orillas del lago de Annecy. Ahí llevó durante 18 meses, por lo menos en apariencia, la vida ordinaria de un joven de la nobleza. El padre de Francisco tenía gran deseo de que su hijo se casara cuanto antes y había escogido para él a una encantadora muchacha, heredera de una de las familias del lugar. Sin embargo, el trato cortés, pero distante, de Francisco hicieron pronto comprender a la joven que este no estaba dispuesto a secundar los deseos de su padre.
El santo declinó, por la misma razón, la dignidad de miembro del senado que le había sido propuesta, a pesar de su juventud.
Hasta entonces Francisco sólo había confiado a su madre y a su primo Luis de Sales y a algunos amigos íntimos, su deseo de consagrarse al servicio de Dios. Pero había llegado el momento de hablar de ello con su padre. El Señor de Boisy lamentaba que su hijo se negara a aceptar el puesto en el senado y que no hubiese querido casarse, pero ello no le había hecho sospechar, ni por un momento, que Francisco pensara en hacerse sacerdote.
La muerte del deán del capítulo de Ginebra hizo pensar al canónigo Luis de Sales en la posibilidad de nombrar a Francisco para sustituirle, lo cual haría menos duro el golpe para el padre del santo. Con la ayuda de Claudio de Granier, obispo de Ginebra, pero sin consultar a ningún miembro de la familia, el canónigo explicó el asunto al Papa, quien debía hacer el nombramiento y, a vuelta de correo, llegó la respuesta del Sumo Pontífice que daba a Francisco el puesto. Este quedó muy sorprendido ante la dignidad con que le distinguía el Papa, pero se resignó a aceptar ese honor que no había buscado, con la esperanza de que su padre accedería así más fácilmente a su ordenación.
Pero el Señor de Boisy era un hombre muy decidido y pensaba que sus hijos le debían una obediencia absoluta. Francisco tuvo que recurrir a toda su respetuosa paciencia y su poder de persuasión para convencerle de que debía ceder.
Por fin vistió la sotana el día mismo en que obtuvo el consentimiento de su padre, y fue ordenado sacerdote 6 meses después, el 18 de diciembre de 1593. A partir de ese momento, se entregó al cumplimiento de sus nuevos deberes con un celo que nunca decayó. Ejercitaba los ministerios sacerdotales entre los pobres, con especial cariño; sus penitentes predilectos eran los de cuna humilde.
Su predicación no se limitó a Annecy únicamente, sino a otras muchas ciudades. Hablaba con palabras sencillas, que los oyentes le escuchaban encantados, pues no había en sus sermones todo ese ornato de citas griegas y latinas tan común en aquellos tiempos, a pesar de que Francisco era doctor. Pero Dios tenía destinado al santo emprender, en breve, un trabajo mucho más difícil.
A la conquista de los Calvinistas; La Misión de Chablais.
Las condiciones religiosas de los habitantes del Chablais, en la costa sur del lago de Ginebra, eran deplorables debido a los constantes ataques de los ejércitos protestantes, y el duque de Saboya rogó al Obispo Claudio de Granier que mandase algunos misioneros a evangelizar de nuevo la región. El Obispo envió a un sacerdote de Thonon, capital del Chablais; pero sus intentos fracasaron. El enviado tuvo que retirarse muy pronto. Entonces el Obispo presentó el asunto a la consideración de su capítulo, sin ocultar sus dificultades y peligros. De todos los presentes, Francisco fue quien mejor comprendió la gravedad del problema, y se ofreció a desempeñar ese duro trabajo, diciendo sencillamente: "Señor, si creéis que yo pueda ser útil en esa misión, dadme la orden de ir, que yo estoy pronto a obedecer y me consideraré dichoso de haber sido elegido para ella". El Obispo aceptó al punto, con gran alegría para Francisco.
Pero el Señor de Boisy veía las cosas de distinta manera y se dirigió a Annecy para impedir lo que él llamaba "una especie de locura". Según él, la misión equivalía a enviar a su hijo a la muerte. Arrodillándose, a los pies del Obispo le dijo: "Señor, yo permití que mi primogénito, la esperanza de mi casa, de mi avanzada edad y de mi vida, se consagrara al servicio de la Iglesia; pero yo quiero que sea un confesor y no un mártir". Cuando el Obispo, impresionado por el dolor y las súplicas de su amigo, se disponía a ceder, el mismo Francisco le rogó que se mantuviese firme: "¿Vais a hacerme indigno del Reino de los Cielos? -preguntó- Yo he puesto la mano en el arado, no me hagáis volver atrás".
El Obispo empleó todos los argumentos posibles para disuadir al Sr. de Boisy, pero éste se despidió con las siguientes palabras: "No quiero oponerme a la voluntad de Dios, pero tampoco quiero ser el asesino de mi hijo permitiendo su participación en esta empresa descabellada. ...yo jamás autorizaré esta misión".
Francisco tuvo que emprender el viaje, sin la bendición de su padre, el 14 de Septiembre de 1594, día de La Santa Cruz. Partió a pie, acompañado solamente por su primo, el canónigo Luis de Sales, a la reconquista del Chablais.
El gobernador de la provincia se había hecho fuerte con un piquete de soldados en el castillo de Allinges, donde los dos misioneros se las ingeniaron para pasar las noches a fin de evitar sorpresas desagradables. En Thonon quedaban apenas unos 20 católicos, a quienes el miedo impedía profesar abiertamente sus creencias. Francisco entró en contacto con ellos y los exhortó a perseverar valientemente. Los misioneros predicaban todos los días en Thonon, y poco a poco, fueron extendiendo sus fuerzas a las regiones circundantes.
El camino al castillo de Allinges, que estaban obligados a recorrer, ofrecía muchas dificultades y, particularmente en invierno, resultaba peligroso. Una noche, Francisco fue atacado por los lobos y tuvo que trepar a un árbol y permanecer ahí en vela para escapar con vida. A la mañana siguiente, unos campesinos le encontraron en tan lastimoso estado que, de no haberle transportado a su casa para darle de comer y hacerle entrar en calor, el santo habría muerto seguramente. Los buenos campesinos eran calvinistas. Francisco les dio las gracias en términos tan llenos de caridad, que se hizo amigo de ellos y muy pronto los convirtió al catolicismo.
En el 1595, un grupo de asesinos se puso al asecho de Francisco en dos ocasiones, pero el cielo preservó la vida del santo en forma milagrosa.
El tiempo pasaba y el fruto del trabajo de los misioneros era muy escaso. Por otra parte, el Sr. de Boisy enviaba constantemente cartas a su hijo, rogándole y ordenándole que abandonase aquella misión desesperada. Francisco respondía siempre que si su Obispo no le daba una orden formal de volver, no abandonaría su puesto. El santo escribía a un amigo de Envían en estos términos: "Estamos apenas en los comienzos. Estoy decidido a seguir adelante con valor, y mi esperanza contra toda esperanza está puesta en Dios".
San Francisco hacía todos los intentos para tocar los corazones y las mentes del pueblo. Con ese objeto, empezó a escribir una serie de panfletos en los que exponía la doctrina de la Iglesia y refutaba la de los calvinistas. Aquellos escritos, redactados en plena batalla, que el santo hacía copiar a mano por los fieles, para distribuirlos, formarían más tarde el volumen de las "controversias". Los originales se conservan todavía en el convento de la Visitación de Annecy. Aquí empezó la carrera de escritor de San Francisco de Sales, que a este trabajo añadía el cuidado espiritual de los soldados de la guarnición del castillo de Allinges, que eran católicos de nombre y formaban una tropa ignorante y disoluta.
En el verano de 1595, cuando San Francisco se dirigía al monte Voiron a restaurar un oratorio a Nuestra Señora, destruido por los habitantes de Berna, una multitud se echó sobre él, después de insultarle, y le maltrató.
Poco a poco el auditorio de sus sermones en Thonon fue más numeroso, al tiempo que los panfletos hacían efecto en el pueblo. Por otra parte, aquellas gentes sencillas admiraban la paciencia del santo en las dificultades y persecuciones, y le otorgaban sus simpatías. El número de conversiones empezó a aumentar y llegó a formarse una corriente continua de apostatas que volvían a reconciliarse con la Iglesia.
Cuando el Obispo Granier fue a visitar la misión, 3 o 4 años más tarde, los frutos de la abnegación y celo de San Francisco de Sales eran visibles. Muchos católicos salieron a recibir al Obispo, quien pudo administrar una buena cantidad de confirmaciones, y aún presidir la adoración de las 40 horas, lo que había sido inconcebible unos años antes, en Thonon. San Francisco había restablecido la fe Católica en la provincia y merecía, en justicia, el título de "Apóstol del Chablais".
Mario Besson, un posterior obispo de Ginebra ha resumido la obra apostólica de su predecesor en una frase del mismo San Francisco de Sales a Santa Juana de Chantal: "Yo he repetido con frecuencia que la mejor manera de predicar contra los herejes es el amor, aun sin decir una sola palabra de refutación contra sus doctrinas". El mismo Obispo Mons. Besson, cita al Cardenal Du Perron: "Estoy convencido de que, con la ayuda divina, la ciencia que Dios me ha dado es suficiente para demostrar que los herejes están en el error; pero si lo que queréis es convertirles, llevadles al Obispo de Ginebra, porque Dios le ha dado la gracia de convertir a cuantos se le acercan".
San Francisco de Sales, Obispo:
Monseñor de Granier, quien siempre había visto en Francisco un posible coadjutor y sucesor, pensó que había llegado el momento de poner en obra sus proyectos. El santo se negó a aceptar, al principio, pero finalmente se rindió a las súplicas de su Obispo, sometiéndose a lo que consideraba como una manifestación de la voluntad de Dios. Al poco tiempo, le atacó una grave enfermedad que lo puso entre la vida y la muerte. Al restablecerse fue a Roma, donde el Papa Clemente VIII, que había oído muchas alabanzas sobre la virtud y las cualidades del joven sacerdote decano, pidió que se sometiese a un examen en su presencia. El día señalado se reunieron muchos teólogos y sabios.
El mismo Sumo Pontífice, así como Baronio, Bernardino, el cardenal Federico Borromeo (primo del santo) y otros, interrogaron al santo sobre 35 puntos difíciles de teología. San Francisco respondió con sencillez y modestia, pero sin ocultar su ciencia. El Papa confirmó su nombramiento de coadjutor de Ginebra, y Francisco volvió a su diócesis, a trabajar con mayor ahínco y energía que nunca.
En 1602 fue a París donde le invitaron a predicar en la capilla real, que pronto resultó pequeña para la tal multitud que acudía a oír la palabra del santo, tan sencilla, tan conmovedora y tan valiente. Enrique IV concibió una gran estima por el coadjutor de Ginebra y trató en vano de retenerle en Francia.
Años más tarde, cuando San Francisco de Sales fue de nuevo a París, el rey redobló sus instancias; pero el joven obispo se rehusó a cambiar su diócesis de la montaña, su "pobre esposa", como él la llamaba, por la importante diócesis -"la esposa rica"- que el rey le ofrecía. Enrique IV exclamó: "El Obispo de Ginebra tiene todas las virtudes, sin un solo defecto".
A la muerte de Claudio de Granier, acaecida en el otoño de 1602, Francisco le sucedió en el gobierno de la diócesis. Fijó su residencia en Annecy, donde organizó su casa con la más estricta economía, y se consagró a sus deberes pastorales con enorme generosidad y devoción. Además del trabajo administrativo, que llevaba hasta en los menores detalles del gobierno de su diócesis, el santo encontraba todavía tiempo para predicar y confesar con infatigable celo. Organizó la enseñanza del catecismo; él mismo se encargaba de la instrucción de Annecy, y lo hacía en forma tan interesante y fervorosa, que las gentes del lugar recordaban todavía, muchos años después de su muerte, "el catecismo del obispo".
La generosidad y caridad, la humildad y clemencia del santo eran inagotable. En su trato con las almas fue siempre bondadoso, sin caer en la debilidad; pero sabía emplear la firmeza cuando no bastaba la bondad.
En su maravilloso "Tratado del Amor de Dios" escribió: "La medida del amor es amar sin medida". Supo vivir lo que predicaba.
Con su abundante correspondencia alentó y guió a innumerables personas que necesitaban de su ayuda. Entre los que dirigía espiritualmente, Santa Juana de Chantal ocupa un lugar especial. San Francisco la conoció en 1604, cuando predicaba un sermón de cuaresma en Dijón. La fundación de la Congregación de la Visitación, en 1610, fue el resultado del encuentro de los dos santos.
El libro "Introducción a la Vida Devota" nació de las notas que el santo conservaba de las instrucciones y consejos enviados a su prima política, la Sra. de Chamoisy, que se había confiado a su dirección. San Francisco se decidió, en 1608, a publicar dichas notas, con algunas adiciones. El libro fue recibido como una de las obras maestras de la ascética, y pronto se tradujo en muchos idiomas.
En 1610, Francisco de Sales tuvo la pena de perder a su madre (su padre había muerto años antes). El santo escribió más tarde a Santa Juana de Chantal: "Mi corazón estaba desgarrado y lloré por mi buena madre como nunca había llorado desde que soy sacerdote". San Francisco habría de sobrevivir por nueve años a su madre, nueve años de inagotable trabajo.
Últimos meses y muerte del Santo:
En 1622, el duque de Saboya, que iba a ver a Luis XIII en Aviñón, invitó al santo a reunirse con el en aquella ciudad. Movido por el deseo de abogar por la parte francesa de su diócesis, el obispo aceptó al punto la invitación, aunque arriesgaba su débil salud un viaje tan largo, en pleno invierno.
Parece que el santo presentía que su fin se acercaba. Antes de partir de Annecy puso en orden todos sus asuntos y emprendió el viaje como si no tuviera esperanza de volver a ver a su grey. En Aviñón hizo todo lo posible por llevar su acostumbrada vida de austeridad; pero las multitudes se apiñaban para verle y todas las comunidades religiosas querían que el santo obispo les predicara.
En el viaje de regreso, San Francisco se detuvo en Lyon, hospedándose en la casita del jardinero del convento de la Visitación. Aunque estaba muy fatigado, pasó un mes entero atendiendo a las religiosas. Una de ellas le rogó que le dijese qué virtud debía practicar especialmente; el santo escribió en una hoja de papel, con grandes letras: "Humildad".
Durante el Adviento y la Navidad, bajo los rigores de un crudo invierno, prosiguió su viaje, predicando y administrando los sacramentos a todo el que se lo pidiera. El día de San Juan le sobrevino una parálisis; pero recuperó la palabra y el pleno conocimiento. Con admirable paciencia, soportó las penosas curaciones que se le administraron con la intención de prolongarle la vida, pero que no hicieron más que acortársela.
En su lecho repetía: "Puse toda mi esperanza en el Señor, y me oyó y escuchó mis súplicas y me sacó del foso de la miseria y del pantano de la iniquidad".
En el último momento, apretando la mano de uno de los que le asistían solícitamente murmuró: "Empieza a anochecer y el día se va alejando".
Su última palabra fue el nombre de "Jesús". Y mientras los circundantes recitaban de rodillas las Letanías de los agonizantes, San Francisco de Sales expiró dulcemente, a los 56 años de edad, el 28 de Diciembre de 1622, fiesta de los Santos Inocentes. Había sido obispo por 21 años.
Después de su muerte:
A la misma hora en que falleció San Francisco de Sales, en la ciudad de Grenoble estaba Santa Juana de Chantal orando por él, cuando oyó una voz que decía: " Ya no vive sobre la tierra", pero era poca inclinada a creer en favores extraordinarios, no creyó que fuese un aviso de la muerte del santo. Cuando le llegaron con la noticia, comprendió que aquella voz era cierta y durante todo el día y la noche no podía parar de llorar la muerte del Santo.
El día 29 de Diciembre la ciudad entera de Lyon fue desfilando por la humilde casita donde había muerto el querido santo. Y era tanto el deseo de la gente de besarle las manos y los pies, que los médicos no lograban llevarse el cadáver para hacerle la autopsia.
-La hiel: Dice monseñor Camus que al sacarle la hiel la encontraron convertida en 33 piedrecitas, señal de los esfuerzos tan heroicos que había tenido que hacer para vencer su temperamento tan inclinado a la cólera y al mal genio y llegar a ser el santo de la amabilidad.
-Reliquias: Todos en Lyon querían un recuerdo del santo: sus ropas fueron partidas en miles de pedacitos para darle a cada cual alguna reliquia.
-El corazón: dentro de un estuche de plata fue llevado el corazón del gran Obispo al convento de las Hermanas de la Visitación en Lyon, y guardado allí como un tesoro.
-Expuesto al público: Una vez embalsamado, el cuerpo de Monseñor Francisco de Sales fue vestido con sus ornamentos episcopales y trasladado en un ataúd para sus funerales en la iglesia de la Visitación. Estuvo expuesto para veneración de los fieles por dos días.
Cuando la noticia llegó a Annecy, tomó a todos por sorpresa y después de un silencio general, todos lloraban a su querido obispo.
Inmediatamente que llegó su cadáver a Annecy y fue sepultado, empezaron a ocurrir milagros por la intercesión del santo, lo que llevó a La Santa Sede a abrir su causa de Beatificación en 1626.
¿Que sucedió el día que abrieron su tumba?:
En 1632 se hizo la exhumación del cadáver de Francisco de Sales para saber cómo estaba. Abrieron su tumba los comisionados de la Santa Sede acompañados de las monjas de la Visitación. Cuando levantaron la lápida, apareció el santo igual que cuando vivía. Su hermoso rostro conservaba la expresión de un apacible sueño. Le tomaron la mano y el brazo estaba elástico (llevaba 10 años de enterrado). Del ataúd salía una extraordinaria y agradable fragancia.
Toda la ciudad desfiló ante su santo Obispo que apenas parecía dormido. Por la noche cuando todos los demás se hubieron ido, la Madre de Chantal volvió con sus religiosas a contemplar más de cerca y con más tranquilidad y detenimiento el cadáver de su venerado fundador. Más a causa de la prohibición de las autoridades no se atrevió a tocarle ni a besar sus hermosas manos pálidas.
Pero al día siguiente los enviados de la Santa Sede le dijeron que la prohibición para tocarlo no era para ella, y entonces se arrodilló junto al ataúd, se inclinó hacia el santo, le tomó la mano y se la puso sobre la cabeza como para pedirle una bendición. Todas las hermanas vieron como aquella mano parecía recobrar vida y moviendo los dedos, suavemente oprimió y acarició la humilde cabeza inclinada de su discípula preferida y santa.
Todavía hoy, en Annecy, las hermanas de la Visitación conservan el velo que aquel día llevaba en la cabeza la Madre Juana Francisca.
San Francisco fue beatificado por el Papa Alejandro VII en el 1661, y el mismo Papa lo canonizó en el 1665, a los 43 años de su muerte.
En el 1878 el Papa Pío IX, considerando que los tres libros famosos del santo: "Las controversias"(contra los protestantes); La Introducción a la Vida Devota" (o Filotea) y El Tratado del Amor de Dios (o Teótimo), tanto como la colección de sus sermones, son verdaderos tesoros de sabiduría, declaró a San Francisco de Sales "Doctor de la Iglesia" , siendo llamado "El Doctor de la amabilidad".
Oración
Glorioso San Francisco de Sales,
vuestro nombre porta la dulzura del corazón mas afligido;
vuestras obras destilan la selecta miel de la piedad;
vuestra vida fue un continuo holocausto de amor perfecto
lleno del verdadero gusto por las cosas espirituales,
y del generoso abandono en la amorosa divina voluntad.
Enséñame la humildad interior,
la dulzura de nuestro exterior,
y la imitación de todas las virtudes que has sabido copiar
de los Corazones de Jesús y de María. Amén
A Francisco de Sales se le considera también patrón de los sordomundos
¡Felicidades a quienes leven este nombre y a los periodistas!
Consulta también Conoce a un caballero con dulzura y amabilidad
 
MACEDÓNIO, Santo
Anacoreta (430)
 

Paula Gambara Costa, Beata

Terciaria Franciscana,

Paula Gambara Costa, Beata

Paula Gambara Costa, Beata

Terciaria Franciscana

Martirologio Romano: En Binaco, cerca de Milán, en la Lombardía (hoy Italia), beata Paula Gambara Costa, viuda, que perteneció a la Tercera Orden de San Francisco y se distinguió por la paciencia con que soportó a su violento esposo hasta lograr su conversión, así como por la caridad exquisita que demostró hacia los pobres (1515).
Fecha de beatificación: El papa Gregorio XVI confirmó su culto inmemorial el 14 de agosto de 1845.

Nace en Brescia (Italia), de la noble familia de los Gambara, en la segunda mitad del siglo XV, y es educada esmeradamente por sus padres, saliendo la joven inclinada a la piedad y las buenas obras.
Pero a los 16 años contrae matrimonio con Luis Costa, conde de Bema, persona muy mundana y aficionada a los placeres y diversiones. Paula, joven e inexperta, se deja arrastrar por su esposo a una vida similar, enfriándose en ella la vida de piedad que había llevado antes de su matrimonio. Pero la providencia divina dispone que pasara por Brescia el Beato Ángel de Clavasio que con su predicación y el ejemplo de su vida franciscana arrastraba a muchas almas a un tenor de vida más acorde con la condición cristiana. Paula quedó impactada por su palabra y se puso bajo su dirección espiritual, aconsejándola el director que se adscribiese a la Tercera Orden franciscana y realizase los ejercicios de devoción y caridad propios de ella. Así lo hace Paula y se entrega con gran fervor a la oración, la mortificación y las obras de misericordia, socorriendo a los pobres en sus casas y visitando los hospitales, consolando a los tristes y ayudando a los más necesitados.
Su marido no comprende ni participa de los nuevos sentimientos de su esposa, la cual se ve increpada, maltratada y vejada por el esposo; pero ella lo lleva en silencio y ofrece a Dios su calvario. Para colmo, la servidumbre de la casa, visto el trato que le da el conde, deja de tenerle el respeto que le era debido. También esto lo lleva Paula con entera resignación.
Pero el ejemplo de paciencia y humildad de Paula cala en el ánimo de su esposo, el cual termina pensando que la vida de su esposa es más acorde con la recta conciencia que la suya propia, y un día reconoce su error y se une al estilo de vida de Paula, a la que le permite vestir incluso en la calle el hábito franciscano. Y así, en santa armonía, pasan unos años hasta que el Señor llama a sí al conde Luis. Paula se entrega entonces por completo a la meditación y a las buenas obras, llevando una vida ejemplar que edifica a toda Binaco, la población donde vive y donde tuvo lugar su santa muerte el 24 de enero del año 1515.

TIMÓTEO GIACCARDO, P. S. S. P., Santo

Sacerdote (1896-1948)

 

Timoteo Giaccardo, Beato

Timoteo Giaccardo, Beato

Sacerdote

Martirologio Romano: En Roma, beato Timoteo (José) Giaccardo, presbítero, que instruyó a muchos discípulos en la Pía Sociedad de San Pablo, para anunciar el Evangelio por medio de los instrumentos de comunicación social (1948).
Fecha de beatificación: 22 de octubre de 1989 por el Papa Juan Pablo II.

Nació en Narzole (Cuneo-Italia) el 13 de junio de 1896. Fue bautizado el mismo día, con los nombres de José y Domingo. Jovencito aún, se encontró con el P. Santiago Alberione, quien lo encaminó hacia el seminario diocesano de Alba.
La amistad con el P. Alberione lo hizo sensible a las nuevas necesidades de los tiempos y se abrió a los nuevos medios pastorales de evangelización. En consecuencia, con el consentimiento de su obispo, en el 1917, con 21 años, pasó del seminario diocesano a la naciente Sociedad de San Pablo, siendo encar-gado por el P. Alberione como maestro de los primeros aspirantes a paulinos. Lo llamaban el Señor Maestro, y con ese nombre se quedó.
Las condiciones históricas eran tales que parecía irrealizable se concediera el sacerdocio ministerial a los jóvenes del P. Alberione. La mayoría del clero diocesano veía posible que fueran ordenados los primeros paulinos, llamados por broma “los curas del mono y de la campera”. El mismo clérigo Giaccardo, del seminario diocesano, al presentarse al obispo para pedirle poder integrarse en la Sociedad de San Pablo, escuchó la seca pregunta: “¿Estás dispuesto a renunciar a tu hábito clerical y al sacerdocio?”. Con dolor en el corazón, pero sin titubear, aceptó esas condiciones, y las ofreció a Dios por medio de María con tal de seguir la vocación paulina que él sentía clarísima.
El P. Alberione, firme en su fe y confianza, espera en silencio y en oración que Dios hiciera resonar la hora de la aprobación canónica de la Congregación y de la ordenación sacerdotal para sus jóvenes, llamados al ministerio de la predicación mediante la palabra escrita. Y así, ante la sorpresa y el estupor de todos, pudo ver a su clérigo Giaccardo ordenado sacerdote, en 1919, por su mismo obispo, quien anteriormente le había pedido la renuncia al hábito y al sacerdocio si quería ser paulino. Y además, su ordenación se adelantó a la edad canónicamente requerida, mediante la oportuna dispensa, debido también a una imprevista circuístancia: para que su madre, enferma de gravedad, lo viera ordenado sacerdote antes de morir.
Fue el primer sacerdote paulino y el primer Vicario General de la Sociedad de San Pablo. Su vida es un ejemplo actual de cómo se puede conciliar la más alta perfección con la más intensa actividad apostólica. “Modelo para todos los sacerdotes paulinos”, como declaró el Fundador.
Él fue para el Beato Alberione como el “hijo de la promesa”, a semejanza de Isaac para Abrahán. En él podía el Fundador ver su descendencia y reconocer la primera realización de la promesa. Con la ordenación de Giaccardo la Familia Paulina se injertaba en la Iglesia mediante el sacerdocio apostólico, en sintonía con el mandato de Jesús: “Vayan por todo el mundo y hagan discípulos míos en todas las naciones”.
La ordenación sacerdotal del P. Giaccardo marcó una fecha histórica para la Familia Paulina por otra razón: él era el primer sacerdote paulino ordenado expresamente para un ministerio nuevo en la Iglesia. Así la predicación realizada con los medios de comunicación social quedaba implícitamente considerada como verdadera evangelización. Lo que el Concilio Vaticano II sancionaría medio siglo más tarde en el decreto “Inter mirifica”, era ya anunciado en la ordenación sacerdotal del P. Giaccardo.
El padre Santiago Alberione vio en este hecho una clara respuesta de Dios a su fe en la propia vocación y misión. Comprendió que sería la vocación y misión de una gran Familia fundada sobre el sacerdocio de Cristo, en la línea del Magisterio de la Iglesia y del ministerio apostólico; Familia heredera de la gracia y del apostolado de san Pablo; enviada para anunciar el Evangelio de Cristo a todos los hombres a través de los nuevos medios de comunicación social.
Por otra parte, el P. Giaccardo representa el anillo de enganche entre el Fundador y las nuevas comunidades nacidas de la comunidad madre de Alba: él fue el primero que guió la migración de los dos grupos, masculino y femenino que dieron origen a las comunidades romanas. En enero de 1926, teniendo en cuenta su gran amor al Papa, el Fundador lo envió a Roma para abrir y poner en marcha la primera casa filial de la Congregación.
El Fundador le había dicho: “Te mando a Roma en gracia de tu amor a san Pablo y por tu fidelidad al Papa. Estoy convencido de que al Divino Maestro le agradará tener en Roma, junto a su Vicario que representa el Evangelio “hablado”, también una voz que representa el Evangelio “impreso”. Dicho por inciso: “La Voz” era el título del primer periódico editado por los paulinos en Roma, y que les había cedido la Diócesis.
El beato Giaccardo escribió más tarde en su diario: “Yo, en la Congregación, no tuve la misión de lanzar nuevas iniciativas, sino de educar, plantar, integrar nuestra Sociedad de San Pablo en la Iglesia de Roma, sobre la roca de san Pedro, sobre la apostolicidad de san Pablo; y he comprobado la paciencia de Dios en asistirme para llevar a cabo este ministerio”.
Podemos afirmar así que, mediante el P. Giaccardo, la Familia Paulina se enraíza, incluso visiblemente y localmente, en la herencia de los apóstoles, representada por la sede de Roma.
Como el beato Santiago Alberione fue el “padre” que, en la luz de su misión especial, dio vida a las varias ramas de la Familia Paulina, el beato Timoteo Giaccardo, su primer hijo espiritual, transmitió y profundizó la herencia alberoniana. Sin reflejar nunca el cansancio ni calcular la fatiga, sin concederse un día de vacaciones, compartió durante treinta años con el padre Alberione la solicitud por cada una de las Congregaciones paulinas, en sus difíciles comienzos y en su desarrollo, como “llevándo-las en brazos”.
El padre Giaccardo tuvo plena conciencia de esta su segunda misión. Escribía en su diario: “Me parece ver claro que se define cada vez más este segundo ministerio: conservar, interpretar, hacer penetrar y fluir el espíritu y las directrices del Primer Maestro; y yo acepto con espíritu de humildad este ministerio, con ánimo dócil, afectuoso, sincero”.
El P. Alberione confirmó: “Yo no tengo a ningún otro que comparta tan acertadamente mis sentimientos y mi ánimo; ninguno que tenga cuidado de ustedes con más sincera dedicación”.
Mas tenemos otro testimonio de interés capital, manifestado por el mismo Fundador después de la muerte del padre Giaccardo:
“Desde el 1909 y el 1914, cuando la divina Providencia preparaba la Familia Paulina, él tuvo una clara intuición, aun sin comprenderla del todo. Las luces que recibía de la Eucaristía…, su ferviente devoción mariana, la meditación de los documentos pontificios, le daban luz sobre todas las necesidades de la Iglesia y sobre los modernos medios para hacer el bien.
“Entró en 1917 (todavía clérigo) como maestro de los primeros aspirantes… y le llamaban y se quedó para siempre con el nombre de “Señor Maestro”: amado, escuchado, seguido, venerado dentro y fuera. Fue el maestro que a todos precedía con el ejemplo, que enseñaba de todo, que aconsejaba a todos, que lo construía todo con su oración iluminada y ferviente… Se puede decir que escribió en cada conciencia y se volcó a sí mismo en cada corazón de Sacerdotes, Discípulos, Hijas de San Pablo, Pías Discípulas, Pastorcitas; y de cuantos lo trataron en relaciones espirituales, sociales, económicas…
“Desde el día en que lo conocí y le señalé el Sagrario como luz, fortaleza, salvación, su vida fue una continua y cotidiana ascensión… Él prefería decir con san Pablo: “Hasta la plenitud de la edad de Cristo”.
“Era maestro de oración. ¡Sabía hablar con Dios! Vivía de piedad eucarística, de piedad mariana, de piedad litúrgica; de amor a la Iglesia y al Papa…
Fue maestro de apostolado. Lo sentía, lo amaba, lo desarrollaba… Era un comunicador de energía, un sostén para los débiles, luz y sal en el sentido evangélico.
El Primer Maestro le debe una inmensa gratitud, y con él todos, pues todos se veían amados por él… Yo me fiaba de él más que de mí mismo; y estoy contento por habérselo demostrado…”.
Como confirmación de este testimonio del beato Alberione (Primer Maestro), reportamos algunas expresiones textuales del mismo beato Giaccardo sobre el sentido de la misión paulina:
“El Divino Maestro debe reinar sobre todo, debe ser dado “todo” a todos… mediante el Apostolado de las Ediciones. El Apostolado de las Ediciones debe iluminar todos los apostolados, sostenerlos todos, vivificarlos todos, abarcarlos todos, ejercerlos todos con sus apóstoles. Y éstos deben ser la gloria de Cristo, Divino Maestro”.
“En servicio de Cristo Eucaristía, se busca y se elige lo mejor… Así, al servicio de Cristo hecho “Palabra”, debemos reservarle cuanto de mejor producen los hombres: el nuestro es un verdadero Ministerio sagrado”.
El beato Giaccardo, después del Fundador, fue el primer sacerdote que escribió y publicó un libro, en 1928, con el título “María Reina de los Apóstoles”, que es la Patrona de la Familia Paulina.
Fue el primer sacerdote paulino y el primer Vicario de la Congregación Sociedad de San Pablo.
En 1936 regresó de Roma a Alba como superior de la Casa Madre. Colaborador fidelísimo del P. Alberione, se prodigó sin descanso por las Congregaciones Paulinas que iban naciendo, y que él llevó en sus brazos, conduciéndolas a una profunda vida interior y a los respectivos apostolados modernos.
Ya en edad madura, ofreció su vida por la continuidad de su propia Congregación y para que fuera reconocida en la Iglesia la nueva Congregación paulina de las Pías Discípulas del Divino Maestro. Y el Señor aceptó su ofrenda.
Pasó a la Casa del Padre el 24 de enero de 1948, víspera de la fiesta de la Conversión de San Pablo. Sus restos mortales yacen en la cripta del Santuario de la Reina de los Apóstoles, Roma (los del beato Santiago Alberione, en la subcripta). Santuario que mandó construir el Fundador en el mismo solar donde el Beato Giaccardo había fundado la primera casa paulina fuera de Alba.

ORACIÓN
Jesús Maestro,
camino, verdad y vida,
te doy gracias y bendigo tu corazón
por el gran regalo del evangelio
y por haber llamado al beato Timoteo Giaccardo
a predicarla en todo el mundo
con los medios de comunicación social.
Por intercesión de tu siervo fiel,
haz que todos lo acojan, lo lean y lo escuchen con fe viva,
según el espíritu de la Iglesia,
y que todos los fieles,
siguiendo el ejemplo del beato Timoteo,
lo difundan con el mismo amor con que tú, Señor, lo predicaste.
Jesús,
Maestro bueno,
glorifica en tu Iglesia a este sacerdote,
que gastó su vida por tu gloria
y por la salvación de los hombres,
y por su intercesión,
concédeme la gracia que ahora te pido...
Jesús Maestro.
camino, verdad y vida.
ten piedad de nosotros.
Gloria al Padre.

Vicente Lewoniuk y doce compañeros, Beatos

Mártires, 24 de enero

Vicente Lewoniuk y doce compañeros, Beatos

Vicente Lewoniuk y doce compañeros, Beatos

Laicos Mártires

Martirologio Romano: En Pratulin, en la región de Siedlce, en Polonia, beatos Vicente Lewoniuk y doce compañeros, mártires, que por no haber cedido a las amenazas y halagos de los que querían apartarlos de la Iglesia católica, y por no haber querido entregar las llaves de la parroquia, fueron heridos mortalmente y asesinados.(1874)
Fecha de beatificación: 6 de octubre de 1996 por el Papa Juan Pablo II.

El beato Vicente (Wincenty) Lewoniuk y sus 12 compañeros eran católicos de Rito Bizantino que viven en Podlasie, la región oriental de la Polonia actual. En el siglo XVIII después del reordenamiento fronterizo del reino de Polonia-Lituania, esta área terminó siendo parte del imperio ruso.
Una de las intenciones de los soberanos rusos era incorporar a todos los católicos de Rito Oriental a la Iglesia Ortodoxa Rusa: en 1784 Catalina II suprimió la Iglesia católica griega en Ucrania; en 1839 Nicolás I hizo lo mismo en Bielorrusia y Lituania; y en 1874 Alejandro II persiguió una política similar en la única diócesis restante del Rito Bizantino, la de Chelm. El Obispo y aquellos sacerdotes que rechazaron unirse a la Iglesia Ortodoxa ya habían sido deportados a Siberia o encarcelados. Le tocó al laicado, desprovisto de pastores, el defender su Iglesia, su liturgia y su unión con el Papa.
El 24 de enero de 1874 un acontecimiento extraordinario ocurrió en el pueblo de Pratulin. Los soldados vinieron al pueblo para transferir la parroquia local a la Iglesia Ortodoxa. Los fieles se despidieron de sus familias y amigos y poniéndose sus mejores ropas nuevas se apostaron frente a su templo para luchar por "las cosas santas".
Al principio el oficial trató de dispersar a la gente, pero ellos se quedaron. Entonces él prometió que recibirían "favores del zar" por unirse a la Iglesia Ortodoxa, pero esto ellos rechazaron esta propuesta. Entonces el oficial comenzó a amenazar a la gente con muchas clases de castigos, pero ellos permanecieron en sus sitios alrededor de la iglesia. El oficial entendió que no tendría éxito, entonces ordenó a sus hombres preparar las armas. El grupo de fieles católicos se arrodilló, esperando la muerte mientras cantaban himnos. Ellos no contestaron las ofensas de los soldados, tan sólo se decían entre ellos: "Es dulce morir para la fe".
La orden fue dada y los soldados dispararon, matando a 13 de ellos. Los mártires eran todos laicos, la mayor parte de ellos casados y padres de familias. Sus edades oscilaban entre los 19 y 50, la mayoría estaba entre los 20 y 30 años. Ellos eran gente ordinaria; no tenemos mucha información sobre sus vidas pero la opinión general es que eran personas de una fe fuerte y profunda.
Los mártires fueron enterrados por los soldados rusos sin respeto alguno; no permitieron a sus familias participar en el entierro, confiaban que poco tiempo después todo esto sería olvidado. El zar oficialmente suprimió la diócesis de Chelm en 1875.

Los 13 Mártires

Vicente (Wincenty) Lewoniuk, nacido en Krzyczew (Polonia) en 1849, casado, de 25años. Hombre piadoso y de buena reputación. Fue el primero en dar la vida en defensa de la iglesia y por ello ocupa el primer lugar del presente grupo.
Daniel Karmasz, nació en Przedmiecie Pratulin (Polonia) el 22 de diciembre de 1826, casado, de 48 años. Por testimonio de su hijo sabemos que era un hombre de sentimientos religiosos. Presidente de la cofradía parroquial, durante la defensa de la iglesia se puso frente al grupo de fieles llevando una cruz que todavía hoy le es conservada a Pratulin.
Lucas (Lukasz) Bojko, nacido en Zaczopki (Polonia) el 29 de octubre de 1852, célibe, de 22 años. Su hermano testificó que era un hombre honesto, religioso y de buena reputación. Durante la defensa de la iglesia tocaba las campanas.
Constantino (Konstanty) Bojko, nacido en Derlo (Polonia) el 25 de agosto de 1825, casado, de 45 años. Hombre bueno y piadoso. Herido gravemente durante la defensa de la iglesia, murió en su casa el día siguiente. Con su mujer, Irene, tenían siete hijos.
Constantino (Konstanty) Lukaszuk, nacido en Zaczopki (Polonia) en 1829, casado, de 45 años. Fue herido en la defensa de la iglesia y eso provocó su muerte.
Aniceto (Anicet) Hryciuk, nacido en Zaczopki (Polonia) en 1855, célibe, de 19 años. Joven bueno, religioso y educado en el amor hacia la iglesia. Saliendo de casa con la comida para los defensores de la iglesia a Pratulin, le dijo a su madre: "Quizás también yo seré digno de dar la vida por la fe".
Felipe (Filip) Geryluk, nacido en Zaczopki (Polonia) el 26 de noviembre de 1830, casado, de 44 años. Por el testimonio de su nieto conocemos que era un buen padre de familia, piadoso y honesto. En la defensa de la Iglesia animó a los otros a la perseverancia y él mismo dio su vida por la fe.
Honorio (Onufry) Wasyluk, nacido en Zaczopki (Polonia) en 1853, de 21 años. Buen católico y hombre justo, estimados por todos.
Bartolomé (Bartlomiej) Osypiuk, nacido en Bohukaly (Polonia) el 3 de septiembre de 1843, de 30 años. Casado con Natalia, tuvo dos hijos. Respetado por todos en la aldea por su honestidad, prudencia y religiosidad. Gravemente herido, fue transportado a casa, donde murió implorando perdón para los soldados rusos.
Ignacio (Ignacy) Franczuk, nacido en Derlo (Polonia) en 1824, de 50 años. Casado con Elena, tuvo siete hijos. Del testimonio de su hijo sabemos que educó a sus hijos en el temor de Dios. La fidelidad a Dios era para él lo más importante. Preparándose para ir a Pratulin para defender la iglesia, se vistió con ropa limpia afirmando que todo podría suceder, incluso que él no volviera más. Después de la muerte de Daniel Karmasz tomó la cruz y se puso en la primera fila de los defensores.
Juan (Jan) Andrzejuk, nacido en Drelów (Polonia) el 9 de abril de 1848, de 26 años. Casado con Marina con quien tuvo dos hijos. Estimado por todos como hombre bueno y prudente. Mientras se encaminó a Pratulin para defender la iglesia, se despidió de todos suponiendo que podría ser la última vez. Gravemente herido fue transportado a casa, dónde murió durante la noche.
Máximo (Maksym) Hawryluk, nacido en Bohukaly (Polonia) el 2 de mayo de 1840, de 34 años. Casado con Domenica, estimado por la gente cuál hombre bueno y honesto. Gravemente herido, murió el día seguante.
Miguel (Michal) Wawryszuk, nacido en Derlo (Polonia) en 1853, célibe, de 21 años. Trabajó en la finca de Paolo Pikula en Derlo. Gozaba buena fama. Gravemente herido, murió el día siguiente en Derlo.

responsable de la traducción: Xavier Villalta

Marie (María) Poussepin, Beata

Fundadora,

Marie (María) Poussepin, Beata

Marie (María) Poussepin, Beata

Virgen y Fundadora del
Instituto de las Hermanas Dominicas de la Caridd y de la Presentación de la Santísima Virgen María

Martirologio Romano: En el lugar de Sainville, en la región de Chartres, en Francia, beata María Poussepin, virgen, fundadora del Instituto de las Hermanas Dominicas de la Caridad y de la Presentación de la Santísima Virgen María, para ayudar a los pastores de almas en la formación de las jóvenes y para la asistencia de pobres y enfermos.
Fecha de beatificación: 20 de noviembre de 1994 por Su Santidad Juan Pablo II.

Marie Poussepin, nace el 14 de octubre de 1653 en DOURDAN, población próspera, cercana a Paris, perteneciente a la diócesis de Chartres. Los padres de Marie, Claude Poussepin y Julienne Fourrier, forman un hogar con sólidas convicciones cristianas que transmiten a sus hijos. Marie es la mayor de siete hermanos, todos murieron muy jóvenes, exceptuando el más pequeño, Claude.
La familia Poussepin se dedica, al igual que otras de su misma ciudad, a la fabricación artesanal de medias de seda. La industria familiar es floreciente y cuenta con la colaboración de numerosos aprendices jóvenes que se forman en el oficio.
En 1684, Marie Poussepin lleva la total responsabilidad de este taller, después de la muerte de sus padres. Francia vive en este momento profundas transformaciones sociales y económicas. Como mujer de empresa se adapta bien a estos cambios y sin temor introduce en su fábrica maquinaria nueva, importada de Inglaterra y abandona la seda para tejer con lana. De este modo Marie se convierte en pionera de una industria nueva.
Poco a poco Marie deja la dirección del negocio en manos de su hermano. Será en 1691 cuando Marie Poussepin se desprende de toda responsabilidad empresarial.
Desde muy joven, cuando aun vivía su madre, Marie era miembro activo de la Cofradía de la Caridad establecida en su parroquia. Ahora, liberada de las obligaciones comerciales, se puede dedicar más intensamente a las obras de caridad.
Los últimos años del siglo XVII, no fueron fáciles para estas regiones de Francia, el hambre y las epidemias eran abundantes y aumentaba el número de pobres y enfermos.
Hacia 1692, el P. François Mespolié, dominico, visita Dourdan. De este modo Marie Poussepin conoce la orden dominicana y halla en ella una respuesta a sus deseos de una vida espiritual más intensa. Comprende que es el camino que Dios le señala y decide formar parte de la Tercera Orden de Santo Domingo. Este hecho marcará luego a la Congregación.
A principios de 1696, Marie Poussepin deja la ciudad industrial de Dourdan y se instala en Sainville, un pueblecito muy pobre y necesitado. Desea dedicar toda su atención a los más desfavorecidos, especialmente los niños y los enfermos.
Pronto se le unen un reducido número de jóvenes, carentes de medios de subsistencia, a las que ayuda enseñándoles a vivir cristianamente y a hacer de su vida un servicio para los demás. Nace así la primera comunidad de Hermanas Dominicas, dedicadas al servicio de la caridad. Toman como ejemplo la Virgen María en su Presentación.
A partir del mismo año 1696, Marie Poussepin inicia las gestiones legales necesarias para lograr la aprobación oficial de la Congregación. Los trámites son largos y laboriosos, y no se obtiene hasta l724.
Las constituciones de la Congregación, que ya ha comenzado su expansión por distintas diócesis de Francia, son autorizadas en 1738 por el obispo de Chartres. Este hecho significa el reconocimiento por parte de la Iglesia.
En su último testamento, Marie Poussepin, recomienda a las Hermanas tener un vivo celo por la instrucción de la juventud, el cuidado de los pobres enfermos, el espíritu de pobreza y el amor al trabajo.
En la profundidad de su fe, Marie Poussepin comprende que se acerca a la plenitud, 90 años después de haber iniciado su vida, despojada, libre y serena, se entrega a la oración y al silencio. El Señor viene a buscarla el 24 de enero de 1744.

38620 > Santi Babila, Timoteo e Agapio di Antiochia 24 gennaio MR

 
92121 > Sant' Essuperanzio Vescovo di Cingoli 24 gennaio MR

 
90911 > San Feliciano di Foligno Vescovo e martire 24 gennaio MR

 
22400 > San Francesco di Sales Vescovo e dottore della Chiesa 24 gennaio - Memoria MR

 
38630 > Beati Guglielmo Ireland e Giovanni Grove Martiri 24 gennaio MR

 

90808 > Beata Maria Poussepin Domenicana 24 gennaio MR

 

47700 > Beata Paola Gambara Costa Terziaria francescana 24 gennaio (29 marzo) MR

 
90256 > Beato Paolo De Ambrosis da Cropani Religioso del T.O.R. 24 gennaio


38610 > San Sabiniano Martire 24 gennaio MR

 
74900 > Beato Timoteo (Giuseppe) Giaccardo Sacerdote paolino 24 gennaio MR

 
94544 > Sante Vera e Supporina Vergini 24 gennaio


92474 > Beato Vincenzo (Wincenty) Lewoniuk e 12 compagni Martiri di Pratulin 24 gennaio MR

 
90965 > Santa Xenia (Eusebia di Milasa) Vergine 24 gennaio


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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”





  • Tero1 - Cpia
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    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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