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domingo, 27 de janeiro de 2013

Nº 1543-3 - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (40) - 27 de Janeiro de 2013

 


Nº 1543 - (3)

Desejo a continuação de

BOM ANO DE 2013
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Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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SÃO LEÃO IV
 
São Leão IV

São Leão IV

(847-855)

Foi eleito em 10 de Abril de 847, sem problemas e coroado sem a anuência do imperador, que, no entanto, não mostrou qualquer ressentimento.
Pouco depois der eleito, a cidade foi abalada por um violento terramoto, seguido de incêndios, pondo em perigo a Basílica de São Pedro.
Entretanto Roma continuava sob a ameaça dos exércitos sarracenos que tinham acampado frente a Óstia.
São Leão IV pede auxilio ao duque de Nápoles e a outros chefes cristãos que conseguiram infligir uma pesada derrota aos invasores.
Celebrado o acontecimento com solenes ações de graças, São Leão IV compreendeu que para prevenir futuras ameaças era indispensável restaurar as muralhas e erguer um novo lanço que abrangesse as basílicas profanadas, o atual território do Vaticano. Nasceu assim a chamada “Cidade leonina”, em cuja construção se gastou todo o erário e bens de diversas igrejas e conventos. Concluídas em 852, as novas muralhas e torres foram solenemente benzidas, depois de o papa, bispos e clero e monges, todos descalços, terem percorrido o circuito em penitencia.
Em 855, chegaram a Roma, Etelvulfo, rei de Inglaterra, com seu filho Alfredo, para receberem a unção papal. Durante o ano de permanência na cidade, o soberano inglês ofereceu diversos donativos a São Pedro e mandou reconstruir as casas que o incêndio devorara, no bairro dos anglo-saxões.
A celebração de dois sínodos em Roma (850 e 853) atesta que São Leão IV, para além das medidas de defesa contra os sarracenos , se preocupou igualmente com os problemas da Igreja , o que lhe mereceu os títulos de “Segundo Aureliano” e restaurator urbis.
São Leão IV foi o primeiro pontífice a datar os documentos oficiais.
Foi sepultado em São Pedro.
Durante o seu pontificado levantou-se uma sangrenta perseguição contra os cristãos da Península Ibérica, sob o domínio de Abderramão II. Apesar de o culto ser tolerado , estava proibido, quer aos muçulmanos quer aos cristãos, abraçar o cristianismo. Os filhos de matrimónios mistos eram considerados muçulmanos. Bastava que um cristão tivesse entrado numa mesquita para ser obrigado a tornar-se maometano, sob pena de mutilação dos pés e mãos, e que um cristão tivesse injuriado Maomé ou denegrido a sua religião para ter de escolher entre a morte a abjuração da fé. Tudo isto facilitava os pretextos para perseguir e impedir o alastramento do cristianismo.

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BENTO III


Bento III
 

Bento III
 
(855-858)
 
Caluniadores da Igreja e falsificadores de factos pretenderam colocar uma mulher, uma tal Yoana, de origem inglesa, como pontífice, com o nome de João VIII.
Esta lenda absurda apenas surgiu dois séculos mais tarde, por intermédio de Leão IX, que lhe atribuiu origem bizantina. Yoana teria estudado em Atenas e vindo a Roma disfarçada de homem, usando o nome de João Angélico, e teria sido ordenada, vindo a ser eleita papa, ocupando a Sé de São Pedro durante dois anos e meio, até ser descoberta quando, durante uma procissão deu à luz nas ruas de Roma.
Não há perante documentos, hipóteses de credibilidade, para tal fábula, tanto mais que não existe concordância quanto ao seu nome, chamando-lhe uns Yoana, outros Inês, Gilberta e ainda Gilâmncia e Juta.
Todos os documentos coevos ignoram semelhante lenda e colocam a eleição de Bento III em Julho de 855, no mesmo mês em que morreu o seu antecessor. Além disso, existem vários documentos assinados por Bento III logo nos primeiros meses do seu pontificado e ainda uma medalha cunhada com as efigies de Bento III e do imperador Lotário, que faleceu dois meses e meio após a morte de São Leão IV.
A prova documental garante que São Bento III, cardeal-presbítero de São Calisto, foi eleito um mês e meio depois da morte de São Leão IV.
Na mesma altura, o cardeal Anastásio, ambicioso e intriguista, que fora deposto por São Leão IV e pretende o pontificado, depois de manobrar os representantes do imperador ocupa a Basílica de São Pedro e, entrando pelo Palácio de Latrão, apodera-se do papa, despojando-o das vestes pontifícias.
O povo não aceita, subleva-se em defesa de Bento III e os condes imperiais que o apoiavam acham mais prudente ceder e abandonar Anastásio, sendo Bento III conduzido , entre aclamações, a Santa Maria Maior. O papa perdoou ao tresloucado antipapa, que recolheu a um mosteiro.
O seu pontificado foi tranquilo e o Liber Pontificalis exalta-lhe a bondade e as suas ofertas às igrejas de Roma.
Bento III completou o restauro da Schola Anglorum destruída por um incêndio em 847 e prosseguiu as obras nas igrejas de Roma.
Foi sepultado frente às portas principais da Basílica de São Pedro, portas que ele se tinha empenhado em restaurara depois dos roubos e danos da invasão sarracena, no pontificado de Sérgio II.

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ANASTÁSIO – (ANTIPAPA)

Anastásio
(855)

Eleito o papa Bento III, o cardeal Anastásio, que fora deposto por Leão IV, ambicioso e intriguista, pretende lutar pelo pontificado e, depois de manobrar os representantes do imperador, ocupa a Basílica de São Pedro, invade o Palácio de Latrão, apodera-se do papa e despoja-o das vestes pontifícias, pretendendo substitui-lo. O povo revolta-se em defesa de Bento III e os condes imperiais cedem e abandonam Anastásio, sendo Bento III conduzido a Santa Maria Maior e aclamado pelo povo.
Bondosamente, Bento III perdoa ao louco antipapa, obrigando-o a recolher a um mosteiro e a fazer três dias de jejum em desgravo pelos seus desacatos e dos seus seguidores.
Mais tarde tornou-se bibliotecário da Igreja romana e foi conselheiro de vários papas.

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Continua:…
Post colocado em 27-1-2013 – 23H40
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1543-(1) - (27-13) - SANTOS DE CADA DIA - 27 de Janeiro de 2013 - 5º ano

 

 

EDIÇÃO DEFINITIVA (após rectificação de texto)  -  15H00  -  27-1-13

 

 

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1543

Bom

ANO  D 2 0 1 3




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Nº 1543-1 - (27-13)


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Nº 1543-1 – (27-13)


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ROBERTO DE MOLESME, Santo
ALBÉRICO, Santo
ESTÊVÃO HARDING, Santo

Abades Cistercienses (1110 – 1119 – 1134)

alberico

Roberto de Molesme, nascido perto de Troyes, França, por 1025, entrou muito jovem no mosteiro beneditino de Moutier-la-Celle. Logo que terminou o noviciado, nomearam-no prior. Os beneditinos de Tonnere quiseram tê-lo por abade, e ele aceitou; mas estavam tão relaxados e eram tão pouco reformáveis que os deixou e voltou a Moutier.

Houve eremitas que lhe pediram que os chefiasse, por isso dirigiu-se com eles para a floresta de Molesme, onde, em choupanas de ramagens, à volta duma capelinha, refloresceu por algum tempo a vida dos monges da Tebaida. Em seguida multiplicaram-se as vocações e as dádivas; as choças desapareceram e foram substituídas por um belo mosteiro, cujos habitantes deixaram o trabalho manual e tudo o que pudesse perturbar-lhes o conforto. Não conseguindo fazê-los sair da preguiça, Roberto deixou-os e foi viver na solidão. Mas, tendo a ausência dele estancado a generosidade dos benfeitores, os monges pediram-lhe que retomasse o cargo, pois eles se emendariam. Na verdade, ele retomou-o, mas eles é que não se emendaram. Por isso deixou-os de novo, levando uns 20 religiosos que desejavam o fervor. Do grupo faziam parte Santo Albérico e Santo Estêvão Harding. Roberto foi com deles para a Borgonha e fixou-se em Cister. Aqui organizou a vida com que sonhava e fundou a abadia que deu origem à ordem cisterciense.

Roberto foi o primeiro abade de Cister (1098). Mas veio uma ordem do Papa mandando-lhe regressar a Molesme. Viveu ainda alguns anos neste mosteiro e nele morreu nonagenário, em 1110, com a consolação, ao que parece, de ter convertido todos os monges.

Albérico foi prior dessa colónia monástica. mas em seguida esta decaiu, o que levou Albérico a retirar-se com Estevão e outros dois religiosos. A comunidade de Molesme veio, porém, a a arrepender-se, e voltaram Albérico e Estevão para os mais altos cargos. Insatisfeitos, contudo, vendo tantas exceções à regra, retiraram-se para Cister. Albérico foi abade e Estevão prior. A inovação mais impressionante foi terem adotado hábito branco com escapulário preto, resultado duma visão em que Nossa Senhora mostrou querer tomar Cister sob a sua especial proteção. A Santa Sé protegeu o novo instituto, que Albérico muito bem organizou. Resolveu, para a cultura das terras, receber conversos leigos; tinham os mesmos votos e as mesmas vantagens que os religiosos do coro. Albérico veio a falecer com o maior fervor, a 26 de Janeiro de 1109.

Estevão Harding nasceu na Inglaterra pelo ano de 1065 e faleceu em Cister (França), em 28 de Março de 1134. Tinha viajado pela França e pela Itália e, passando opor Borgonha ao regressar à pátria, encontrou no caminho a abadia de Molesme. Entrou e fez-se monge. Em 1098 saiu de Molesme, com os futuros São Roberto e Santo Albérico e uns outros vinte, para fundar a 100 kms de lá um mosteiro mais austero. Assim nasceu Cister, de que veio a ser abade Estevão, por morte de Albérico. Acabava Estevão de tomar posse e Cister ameaçava cair em ruínas, quando lá chegaram São Bernardo e os seus trinta companheiros (1112); a abadia retomou vida imediatamente e a reforma cisterciense não tardou em espalhar-se pela Europa inteira. Estevão, escreve um dos seus monges, “era um lindo homem, sempre acessível e de bom humor; todos os amavam».

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

FELICIANO, Santo

Bispo Mártir (251)
 
 
Entre os valorosos campeões da Religião cristã, que durante a perseguição de Décio sofreram heroicamente o martírio, conta-se Feliciano, Bispo de Foligno, na Itália.
Foi consagrado pelo Papa Vítor que, vendo nele um digno sucessor dos Apóstolos, o enviou a pregar o Evangelho a todas as regiões da Hungria. Cumpriu Feliciano zelosamente a sua missão, trabalhando sem cessar e com frutuosos resultados na vinha do Senhor.
Exasperados os verdugos, emissários de Décio, martirizaram-no, já em idade avançada, em meados do século III.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

ÂNGELA MERICI, Santa

Fundadora (1470-1540)
 
 
Natural de Desenzano, na Alta Itália, nasceu em 1470, filha de pais honestíssimos mas pobres. A educação que recebeu, foi – como não podia deixar de ser numa família exemplar – esmeradíssima, baseada sobre o fundamento da lei cristã. Órfã  muito cedo, Ângela e a irmã foram confiadas aos cuidados dum tio em Salo.
Apesar de poderem fazer, sem constrangimento algum, os exercícios religiosos, o amor à solidão levou as duas meninas a um ato de grande imprudência. Sem nada dizerem, um dia abandonaram a casa do tio e esconderam-se numa gruta, distante duas horas de Salo. Após longas pesquisas, o tio descobriu o paradeiro das sobrinhas, que, arrependidíssimas, voltaram para casa. Lá viveram como num recolhimento, completamente separadas do mundo, conhecidas por todos pelo sobrenome de “as duas rolinhas de Salo”. Pouco durou a íntima união das irmãs, que dedicavam uma à outra a mais terna amizade. Deus exigiu de Ângela o sacrifício da separação, pela morte da irmã. A dor foi tamanha que passava dia e noite no cemitério, junto ao tumulo que encerrava os restos mortais. Na idade de treze anos, recebeu Ângela a primeira comunhão e, para poder unir-se mais vezes ao divino Salvador, entrou para a Ordem Terceira de São Francisco de Assis. Jesus era o seu amor, o seu supremo Bem, o seu Tudo.
Pela morte do tio, Ângela resolveu voltar à sua terra, Desenzano, com o intuito de consagrar-se à instrução religiosa da mocidade feminina. Numa visão, com  que Deus a distinguiu, foi-lhe apresentada uma multidão de donzelas, rodeadas de luz celeste, trazendo coroas na cabeça e lírios nas mãos, e acompanhadas por luminosos Anjos, subindo uma escada , cuja extremidade, como a de Jacob, terminava no céu. Ao mesmo tempo ouviu uma voz dizendo: “Ângela, não deixarás a terra, enquanto não tiveres fundado uma União de donzelas igual àquela que admiraste”. Deus abençoou-lhe o apostolado. As famílias confiaram-lhe a educação das filhas, e a fama divulgou-se-lhe tão rapidamente que de Bréscia vieram pedidos para ali fundar escolas.
No espírito de Ângela, a ideia duma fundação para educar a mocidade feminina tomou forma cada vez mais concreta. Para alcançar a assistência divina numa obra de tanto alcance. Ângela fez uma romaria a Jerusalém. Na viagem perdeu a vista. Levada por outros, passou por todos os Santos Lugares, sem poder vê-los, a não ser pelos olhos da fé. Na volta, o navio perdeu o rumo e aportou na ilha de Cândia ou Creta. Ali havia, perto do porto, um crucifixo milagroso. Ângela para lá se dirigiu e pediu a Nosso Senhor que lhe desse a vista. Esta oração foi ouvida e levantou-se curada. Para demonstrar o seu reconhecimento, fez outra peregrinação a Roma, por motivo do Jubileu (1525). O Papa Clemente VII, recebeu-a em audiência, examinou-lhe os projetos e abençoou a obra, que parecia ter sido imposta pela Divina Providência. Após curta demora em Cremona, voltou para Bréscia, onde lançou os fundamentos da nova obra. De toda a parte vieram petições de admissão na Congregação, que em em 1535 contava já 27 irmãs. No mesmo ano, a 25 de Novembro, tornou ela cientes as companheiras do se plano de constituir um corpo estável. E pensou-se em nomear uma superiora. Entretanto, ela passou a noite seguinte em oração, aparecendo-lhe Santa Úrsula. daí atribuir-se à instituição o nome de Ursulinas.
O fim primitivo da mesma não era a vida comum e retirada mas o trabalho no seio das famílias: a instrução religiosa, a assistência aos pobres e enfermos e a vigilância pela conservação dos bons costumes. Mais tarde, a Pia Instituição das Ursulinas tomou a feição de Ordem religiosa, com clausura e votos. O fim conservou-se o mesmo: a educação da mocidade. Assim se formou o primeiro instituto religioso de ensino na Europa.
Santa Ângela morreu a 27 de janeiro de 1590. Foi beatificada em 1768 e o Papa Pio VII inseriu-a no catálogo dos Santos em 1807.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt
 
 

HENRIQUE DE OSSÓ Y CERVELLÓ, Santo

Fundador (1840-1896)
 
 
O espírito cristão hispânico do século XVI – inquieto, infatigável, criador e itinerante, encarnado e expresso com graça antiga e castiça por Teresa de Ávila – enxertou-se com entusiasmo e força avassaladora na pessoa dum clérigo catalão do século XIX, que para a história será sempre o Beato Henrique de Ossó y Cervelló. Diante de novas necessidades, era preciso contar com recursos novos. Teresa e Henrique souberam bem o que significava e a que levava “dar o rosto por Cristo”.
Henrique nascera na pitoresca aldeola tarraconense de Vinebre, diocese de Tortosa, visitada pelo Ebro. Sendo menino queria ser mestre; o pai meditava para ele nas viagens do comércio e a mãe pedia a deus que o filho viesse a ser sacerdote. Aos 12 anos, pô-lo uma grave doença às portas da morte. A cura foi atribuída a Nossa Senhora do Pilar; com este motivo, fez a primeira comunhão. Pouco depois, morria-lhe a mãe com um  só desejo; que o filho fosse sacerdote. Apesar de tudo, o pai orientou-o de novo para o comércio mas o rapazinho tinha mudado muito. Pensa em ser sacerdote, missionário, ermitão, e planeia uma fuga. O irmão mais velho encontra-o vestido de mendigo aos pés de Nossa Senhora de Monserrate. A vontade de Henrique era inquebrantável. O pai não teve remédio senão facilitar-lhe o caminho do seminário. Em 1854 foi para Tortosa e no ano de 1867 recebia a ordenação sacerdotal. Com especial devoção celebrou a primeira Missa em Monserrate.
A revolução de 1868 obrigou-o a retirar-se durante um  ano na sua povoação natal, mas não tardou em retomar a anterior atividade docente no seminário e a sua colaboração na imprensa local  para se opor à propaganda anti-religiosa. É a época em que escreve as suas primeiras obras, Prática do Catequista e o semanário O Amigo do Povo, suprimido pouco depois pelas autoridades governamentais. Mais tarde, fundou a Revista Teresiana. Em 1873 criou a Arquiconfraria Teresiana, e seguidamente o rebanhozinho do Menino Jesus, para crianças que não tivessem feito ainda a primeira comunhão.
O ano de 1875 foi de grande fecundidade espiritual para Henrique. Dirigiu-se em peregrinação a Ávila e Alba de Tormes para embriagar-se com o espírito da grande Teresa. Semanas decisivas que o marcaram, para toda a vida: é impossível expressar o entusiasmo que armazenou.
O ano cume do Padre Ossó foi o de 1876. Percorria os 36 anos e encontrava-se na plenitude de faculdades e entusiasmos. Funda a Irmandade Josefina, para homens. E na simbólica manhã dum Domingo de Paixão, em Tarragona, com 8 jovens realmente intrépidas, lança os fundamentos daquilo que será a sua grande obra; a Companhia de Santa Teresa. Concebida como associação de professores católicos, converteu-se numa eficientíssima congregação religiosa, a que dedicou todas as sua energias.
Não podiam faltar o fel e o vinagre da incompreensão da cruz que traz cada um aos ombros. Amigos sacerdotes, em quem depositava toda a confiança, e as filhas de Santa Teresa, para quem fundara um Mosteiro em Tortosa, não foram capazes de compreender os motivos espirituais que impeliam o óptimo “Dom” Henrique nem a justiça que estava do seu lado ao pretender edificar o noviciado em terrenos da propriedade pública. Foi acusado perante as autoridades eclesiásticas, e estas falharam, contrariando o servo de Deus. Não tomara as precauções nem ligara perfeitamente todos os cabos jurídicos; ora isto prejudicou-o. Henrique era desses que nunca pensam mal das pessoas e coisas. Certo da justiça da sua causa, meteu-se numa questão longa, aborrecida e molesta, que não pôde ver concluída na sua vida. Trouxe-lhe horas amarguíssimas e até a humilhação de ver a sua obra interdita. Se alguma coisa tinha de purificar, ele saiu purificado com acréscimos.
Um gesto formoso. Em 1888 fundou a casa de Ganduxer, para centro de estudos da Companhia, sede do Conselho Generalício e colégio de ensino. Não havia meios económicos mas sim muita fé e ideal. A obra foi entregue ao genial arquiteto Gaudi, bom cristão e amigo de Henrique. Graças à magia gaudiana, o ideal Teresiano, expresso na pedra, foi surgindo como arte de maravilha, através da exuberante fantasia do criador do templo da Sagrada Família, em Barcelona. O mundo de Teresa, em pedra e ladrilho: a cruz, os castelos e as ameias, moradas e livros imortalizados, evocam a força da inspiração Teresiana e dum artista como Gaudi. Tantas dificuldades teve de suportar o fundador que se habituou a chamar à obra “junção de milagres”. É a casa-mãe de São Gervásio.
A morte surpreendeu-o em Gilet (Valência), a 27 de Janeiro de 1896, no convento franciscano do Espírito Santo, onde acabara de fazer os seus exercícios espirituais.
Foi canonizado por João Paulo II, a 16 de Junho de 1993.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

JORGE MATULAITIS-MATULEWICZ, Beato

Bispo (1871-1927)
 
O Beato Jorge Boleslau Matulaitis-Matulewicz, restaurador dos Clérigos Regulares Marianos e fundador das Irmãs da Imaculada Conceição e das Escravas de Jesus Eucarístico, nasceu em Luginé, na Lituânia, a 13 de Abril de 1871.
Último de oito filhos, contava apenas três anos quando perdeu o pai e dez quando lhe morreu a mãe. As precárias condições da família e a falta dos cuidados necessários na infância estiveram na origem da tuberculose óssea que o atacou por toda a vida. Começou os estudos, mas teve de os interromper por falta de saúde. Foi para casa de um irmão mais velho e ajudava-o nos trabalhos agrícolas.
Em 1889, encorajado por um primo, professor de grego e latim em Kielce, na Polónia, foi para lá e recomeçou os estudos, logrando formar-se. Ordenou-se a 20 de Novembro de 1898. No ano seguinte, licenciou-se em teologia e voltou para a sua diocese, mas por causa da doença teve de sair, indo para a Alemanha. Partiu depois para Friburgo (Suíça) , onde se doutorou em teologia. De 1904 a 1907 residiu em Varsóvia, dedicando-se a atividades sociais e outros trabalhos apostólicos. A seguir foi professor de Sociologia e Teologia Dogmática na Academia Católica de S. Petersburgo (Rússia).
Em 1909 juntou-se ao P. Vicente Sekowski, único membro que restava dos Clérigos Regulares Marianos e, para obviar à extinção do Instituto, com especial licença da Santa Sé, fez os votos simples sem preceder o noviciado. Empenhou-se vivamente pela sobrevivência da Congregação. escreveu novas Constituições adaptadas ao seu tempo. Em 1911 foi eleito Superior geral. Abriu uma casa para noviciado em Friburgo (Suíça), onde vários padres lituanos e polacos se associaram a ele. Para os padres lituanos residentes na América do Norte, em 1913, foi aos Estados Unidos e fundou outro noviciado em Chicago. Fez o mesmo em Varsóvia, em 1915, para os padres polacos e, em 1918, restaurou o noviciado da Lituânia.
O seu zelo apostólico não se restringiu a dar vida aos Padres Marianos. Fundou as congregações femininas já mencionadas e adaptou as Constituições de onze outras ao Direito Canónico.
A sua vida vai tomar novo rumo com a decisão de Bento XV de o nomear Bispo de Vilna em Outubro de 1918. Tomou posse a 8 de Dezembro desse ano. É difícil conjecturar quanta virtude heroica e prudência sobrenatural lhe foi preciso ter para governar essa diocese durante sete anos, se atendermos às circunstâncias históricas daquele tempo em que o mundo e sobretudo a Europa haviam sido devastadas pela Primeira Guerra Mundial. Dificuldades étnicas, civis, militares, sociais e culturais, que era preciso encarar com prudência, lucidez, amor e persistência.
Em 1925, Pio XI elevou-o à dignidade de Arcebispo titular de Adulitano e enviou-o como Visitador Apostólico à Lituânia. Durante os dois anos que durou essa missão, levou a feliz termo tarefas de suma importância como a organização de dioceses, a reforma da Faculdade de Teologia na Universidade pública e de vários mosteiros  de religiosas. Mas sobretudo logrou que se assinasse uma Concordata entre a Lituânia e a Santa Sé.
No Verão de 1926 foi aos Estados Unidos, por ocasião do Congresso Eucarístico Internacional, em que falou da união dos cristãos. Aproveitou para visitar cerca de 90 paróquias lituanas. Voltou à pátria com o intuito de ir a Roma, mas em Kaunas teve de se submeter a uma operação cirúrgica da qual veio a  falecer, no dia 27 de Janeiro de 1927.
A fama de santidade que o aureolava em v ida confirmou-se com milagres depois da morte. Foi beatificado por João Paulo II, no dia 28 de Junho de 1987.  AAS 59 (1967) 811-14; 74 (1982) 958-63; 80 (1988) 10-15; DIP 5, 978-80; 5, 1072-75.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

Manfredo Settala, Beato

Sacerdote y Eremita

Manfredo Settala, Beato

Manfredo Settala, Beato

Martirologio Romano: En Riva San Vitale (Suiza), poblado próximo a Como (Italia), beato Manfredo Settala, presbítero y eremita (1217).

 

Perteneció a la antigua familia milanesa de los Settala y al final del siglo XII fue párroco de Cuassoche que en aquel entonces comprendía las actuales parroquias de Cuasso al Piano, Cuasso al Monte, Brusimpiano Porto Ceresio y Besano, en la diócesis de Milán cerca de la rama sur-occidental del lago de Lugano.
Supremamente llamado a la vida eremítica dejó la vida pastoral y se apartó a las alturas del San Giorgio, solitaria montaña encajada entre los brazos meridionales del Ceresio.
Atraídos por la fama de su santidad, acudieron implorando consejo e intercesión las poblaciones de las regiones circundantes. En 1207 acudieron los habitantes de Olgiate Comasco qué, afligidos por mortal contagio, consultaron al beato que hacer para obtener su salvación y consuelo. El santo ermitaño los exhortó a ir en romería a la tumba de san Gerardo, que había muerto hacía poco en Monza, (6 de junio de 1207). Devotamente terminada la piadosa romería, la enfermedad súbitamente desapareció, y el pueblo de Olgiate por decisión unánime construyeron en la localidad una bonita iglesia en honor de san Gerardo, misma que se convirtió en destino de peregrinaciones; en 1938 la iglesia fue restaurada y re decorada y además el pueblo de Olgiate hizo voto perpetuo de acudir comunitariamente cada año al sepulcro de san Gerardo para recordar el antiguo prodigio.
La historiografía manfrediana, basada sobre antiguas tradiciones y respetables documentos, es rica en prodigios atribuidos a la intercesión del santo ermitaño.
Se sabe, por inequívocos testimonios, que el beato murió el 27 de enero de 1217.
El cuerpo del San fue enterrado en la capilla de Riva San Vitale, a los pies del monte San Giorgio. En 1387, por orden del obispo de cómo, Beltramo da Brossano, los restos del beato fueron colocados en un arca de mármol puesta en el área del altar para que los fieles cristianos le puedan brindar una adecuada devoción y reverencia.
En el 1633, el cuerpo fue trasladado a una urna preciosa, misma que fue instalada bajo la mesa del altar mayor, donde es venerado actualmente, lugar al que muchas parroquias de la región acuden en anual romería.
La fiesta litúrgica se celebra el 27 de enero, que en Riva es considerado día festivo; la festividad se revive el domingo siguiente, con la ingente participación de forasteros y la apropiada ornamentación de las calles, ya que la devoción al beato es todavía intensa en la región. La víspera de la fiesta todavía se acostumbra distribuir entre todas las familias el pan bendecido. responsable de la traducción: Xavier Villalta

Julián de Le Mans, Santo

Obispo

Julián de Le Mans, Santo

Julián de Le Mans, Santo

Martirologio Romano: En Cenomanum (hoy Le Mans), en la Galia Lugdunense (hoy Francia), san Julián, que es considerado como el primer obispo de esta ciudad (s. III).
Etimología: Julián = Aquel que pertenece a la familia Julia, es de origen latino.

 

En el tiempo en que escribía Alban Butler, se conservaba en la catedral una reliquia que pasaba por ser el cráneo de San Julián. Dicho santo era muy celebrado en Inglaterra, ya que su nombre es mencionado en este día por el calendario del Salterio de Eadwine, del Colegio de la Trinidad de Cambridge (anterior al año 1170), y todas las diócesis del sur que seguían el uso saro, celebraban su fiesta.
Pero no sabemos prácticamente nada sobre la vida de San Julián. Las lecciones del breviario saro le describen como un noble romano que fue el primer obispo de Le Mans y el evangelizador de esa región de Francia. Le atribuyen también extraordinarios milagros. Lo único que podemos añadir es que hay pruebas de que en el siglo VII existía una capilla llamada "basílica Sti Juliani Epis copi", y que San Julián encabeza los catálogos de los obispos de Le Mans.
Probablemente la introducción del culto de San Julián en Inglaterra se debe al hecho de que el rey Enrique II, que había nacido en Le Mans, parece haber sido bautizado en la iglesia de San Julián de dicha ciudad y debió conservar cierta devoción personal a su patrono.

Devota, Santa

Virgen y Mártir

Devota, Santa

Devota, Santa

Martirologio Romano: En Mariana, en la isla de Córcega (hoy Francia), conmemoración de santa Devota, virgen y mártir (c. 300).

La historia y la leyenda
A principios del sexto siglo en Córcega (en aquellos tiempos provincia romana), el gobernador romano Dioclitiano la gran persecución de los Cristianos.
Una joven Cristiana que no renegó su fe
Una joven Cristiana, Devota, fue arrestada, encarcelda y torturada. Murió sin renegar su fe. Depués de su muerte, el gobernador de la provincia ordenó quemar su cuerpo pero un grupo de cristianos se apoderó de él y lo colocaron sobre una barca que salía para Africa donde, pensaban, recibiría cristiana sepultura.
Y la barca varó en el vallejo “des Gaumates”
Ya a primeras horas de la travesía, una tormenta estalló. Fue entoces cuando de la boca de Devota salió una paloma que guió la barca sin encombre hasta Mónaco donde varó en el vallejo “des Gaumates” (ubicación de la actual iglesia de Santa Devota). Era el sexto día antes de las calendas de febrero, lo que corresponde aproximadamente a la fecha del 27 de enero.
Las reliquias robadas
Un oratorio señaló el lugar de la tumba. Los fieles, habitantes de Mónaco o navegantes de paso, numerosos fueron aquellos que vinieron a recogerse y los primeros milagros tuvieron lugar. No obstante una noche, un individuo robó las reliquias de la Santa con intención de negociar sus beneficios. El sacrílegio se evitó, pués un grupo de pescadores persiguió al ladrón y éste fue detenido inmediatamente. La barca del ladrón fue quemada en playa, en sacrificio expiatorio.
UN GRAN FERVOR
El alma protectora de la identidad monegasca

El culto de Santa Devota queda siempre ferviente en el Principado. Su culto vinculado a Mónaco y a sus príncipes, es patente oficialmente en cada iglesia del Principado y en las monedas. Es el alma protectora de la identidad monegasca, cuyas reliquias han sido imploradas en momentos de alegría. Cabe destacar que le primer libro escrito en monegasco por el poeta monegasco Louis Notari se llama “A legenda de Santa Devota” (La leyenda de Santa Devota).
 

Vitaliano, Santo

LXXVI Papa

Vitaliano, Santo

Vitaliano, Santo

Martirologio Romano: En Roma, en la basílica de San Pedro, sepultura de san Vitaliano, papa, que se preocupó por la salvación de los anglos (672).

Se cuenta que el Papa Vitaliano era originario de Segni, en la Campania, pero no sabemos nada sobre él, antes de su elección al pontificado, en 657, ni conocemos su vida posterior a excepción de sus actos públicos.
Su pontificado se vio turbado por las tendencias monotelitas de dos patriarcas de Constantinopla y del emperador Constante II y su sucesor. Más consolador es el cuadro de las relaciones del Papa con otras Iglesias, como la de Inglaterra, según puede leerse en los escritos de San Beda.
Bajo el reinado de este Papa, San Benito Biscop hizo su primera visita a Roma. Las diferencias entre los obispos celtas y anglosajones, sobre la fiesta de la Pascua y otros puntos, quedaron zanjadas en el Concilio de Streaneshalch (Whitby).
San Vitaliano envió a Inglaterra a Teodoro de Tarso como obispo de Canterbury, y al monje africano San Adriano, que fue abad de San Agustín. La influencia de ambos, en la preparación del clero anglosajón y en el establecimiento de relaciones más estrechas entre la corona de Inglaterra y la Santa Sede, fue muy grande.
San Vitaliano murió en 672 y fue enterrado en la basílica de San Pedro.

 

Pablo José Nardini, Beato

Presbítero y Fundador

Pablo José Nardini, Beato

Pablo José Nardini, Beato

Martirologio Romano: En Pirmasens, Alemania, beato Pablo José Nardini, presbítero y fundador (1862).
Fecha de beatificación: 22 de octubre de 2006 por el Papa Benedicto XVI.

 

Nació el 25 de julio de 1822 en Germersheim, una aldea situada a la ribera del Rhin, de Margarita Lichtenberger y de padre desconocido, por lo que fue bautizado con el apellido de su madre, la cual, dado que no tenía trabajo y por tanto no podía mantenerlo, se lo dio en adopción a su tía, María Bárbara, y a su marido, Anton Nardini, de origen italiano. Estos esposos lo amaban como si fuera su propio hijo y le impartieron una buena educación en todos los aspectos.
Pablo José, aunque siempre amó mucho a sus padres adoptivos, no olvidó nunca a su madre natural; cuando fue nombrado párroco de Pirmasens, se la llevó para que viviera con él en la casa parroquial.
Desde pequeño fue muy aplicado en sus estudios; se distinguió entre sus compañeros por su extraordinaria diligencia y los excelentes resultados que obtenía.
Terminados sus estudios de secundaria, vio cada vez más claramente que tenía vocación al sacerdocio. Por eso, solicitó al obispo mons. Johannes von Geissel que le permitiera ingresar en el seminario de Espira, donde, desde 1841 hasta 1843, estudió filosofía. Concluidos los estudios de filosofía, el obispo mons. Nikolaus von Weis lo envió a estudiar la teología en la universidad de Munich, en la que el 25 de julio de 1846 consiguió el título de doctorado "summa cum laude".
El 5 de junio de 1846, recibió las órdenes menores de manos de mons. Carlo Luigi Morichini, arzobispo titular de Nisibis, y al día siguiente, el subdiaconado. Luego, de nuevo en Espira, tras concluir sus estudios, el 11 de agosto del mismo año fue ordenado diácono en la iglesia del seminario. Y, por último, el 22 de ese mes, fue ordenado sacerdote en la catedral de Espira.
En los primeros años, desempeñó su ministerio sacerdotal como vicario parroquial en Frankenthal, prefecto del colegio diocesano y rector de la parroquia de Geinsheim. El 17 de febrero de 1851 le encomendaron la difícil parroquia de Pirmasens, situada en una zona muy pobre, donde hasta su muerte, gracias a sus dotes humanas y morales extraordinarias, dio un espléndido testimonio de santidad. Es digno de destacar el hecho de que, animado por un gran celo, en junio de 1853 llamó a las religiosas del Santísimo Redentor de Niederborn para que se encargaran de la educación de los niños.
A estas religiosas les encomendó también que prestaran asistencia asidua a los enfermos, sin distinción de clases sociales o de religión. Sin embargo, el trabajo que debían realizar superaba sus escasas fuerzas; por ello, se enfermaron todas y tuvieron que volver a su casa. El padre Nardini las sustituyó con cuatro mujeres jóvenes de la Tercera Orden Franciscana, con las cuales fundó, el 2 de marzo de 1855, la congregación religiosa de las "Franciscanas Pobres", nombre que después se cambió por el de "Franciscanas Pobres de la Sagrada Familia".
A su muerte, acaecida el 27 de enero de 1862, la Congregación contaba ya con 220 religiosas y con treinta y cinco casas. En 1869 la sede central de la congregación se trasladó de Pirmasens a Mallersdorf, en Baviera.

Sus restos mortales descansan en la capilla de la casa de la Congregación en Pirmasens. Si usted tiene información relevante para la cononización del Beato Pablo José, escriba a: Mallersdorfer Schwestern Klosterberg 1 84066 Mallersdorf-Pfaffenberg, ALEMANIA

 

Julián de Sora, Santo

Mártir

Julián de Sora, Santo

Julián de Sora, Santo

Martirologio Romano: En la ciudad de Sora, en el Lacio, conmemoración de san Julián, mártir, quien, según la tradición, padeció en tiempo del emperador Antonino (c. 150)

Julián, joven oriundo de la Dalmacia (región geográfica en la costa adriática que pertenece actualmente a Croacia y en pequeña medida a Montenegro), quien, durante la persecución realizada por Antonino Pío en Italia, fue reconocido como cristiano en la Lacio meridional cerca de Anagni. Llevado a Atina, fue sometido por Flaviano, prefecto de la provincia de Campania, a muchos tormentos. Mientras padecía la tortura en el potro, se derrumbó el templo de Serapis haciéndose añicos la estatua del dios. Acusado entonces de ser mago fue decapitado entre las ruinas de aquel mismo templo. Tal historia llega a nosotros a través de un manuscrito italiano de Chioccarelli.
Baronio, en los Annales, asigna el martirio de Julián como ocurrido en el año 175, bajo el emperador Marco Aurelio, durante el pontificado de Papa Sotero. Pero el Martirologio Romano coloca el martirio como ocurrido bajo el imperio de Antonino Pío (138 -161). Además en el Martirologio de la Basílica Vaticana, se ubica a Sora como sede del martirio y añade que en esta ciudad se conservan los manuscritos de las Actas del mártir.
Las dos leyendas difieren tan sólo en la localidad y en algunos otros detalles del martirio. Ambas son ciertamente tardías, cabe resaltar que en las dos se indica como fecha del martirio el 27 de enero, día en que es recordado San Julián de Le Mans.
Las reliquias del mártir fueron halladas en el mismo lugar donde se celebraba su memoria, en una antigua iglesia dedicada al santo en Sora, como queda demostrado en el proceso de autentificación de su hallazgo, documento que cuenta con la firma del obispo Giovannelli (1609-32), y que fuera entregado a la Congregación de Ritos el 15 de abril de 1614. Las reliquias fueron halladas el 2 de octubre de 1612 y trasladadas, por deseo de Costanza Sforza Boncompagni, a la iglesia del Espíritu Santo el 6 de abril de 1614. El obispo Agostino Colaianni (1797 -1814) las hizo trasladar de nuevo llevándolas a la Iglesia Catedral, donde todavía son veneradas bajo el altar dedicado al santo, mientras que en la parte superior se lo ve representado en una imagen tallada en madera en la que se lo representa con la palma del martirio.

Reproducido con autorización de
Santiebeati.it responsable de la traducción: Xavier Villalta

Manfredo Settala, Beato
Enero 27 Sacerdote y Eremita

Enrique de Ossó y Cervelló, Santo
Enero 27 Sacerdote y Fundador

Ángela de Mérici, Santa
Enero 27 Virgen y Fundadora

Jorge Matulaitis, Beato
Enero 27 Obispo y Fundador

Julián de Le Mans, Santo
Enero 27 Obispo

Devota, Santa
Enero 27 Virgen y Mártir

Vitaliano, Santo
Enero 27 LXXVI Papa

Otros Santos y Beatos
Enero 27 Completando el santoral de este día, 27 de enero

Pablo José Nardini, Beato
Enero 27 Presbítero y Fundador

Julián de Sora, Santo
Enero 27 Mártir

San Mario o Marino, abad
En el monasterio de Bodón, en la región de Sisteron, en la Galia (hoy Francia), san Mario o Marino, abad (c. 550).

San Teodorico, obispo
En Tonnerre, ciudad de Borgoña (hoy Francia), tránsito de san Teodorico, obispo de Orleans, que falleció cuando viajaba peregrinando a Roma, a las tumbas de los apóstoles (1022).


San Gilduino, diácono
Cerca de la ciudad de Chartres, en Francia, tránsito de san Gilduino, diácono de la iglesia de Dol, en la Bretaña Menor, el cual, designado obispo siendo aún muy joven y considerándose indigno, renunció a este honor en presencia del papa san Gregorio VII y al regreso de Roma cayó enfermo al llegar a esta región, terminando así su peregrinación terrestre (1077).


Beato Juan, obispo
En la ciudad de Thérouanne, también en Francia, beato Juan, obispo, que, siendo canónigo regular, asumió la sede morinense, la cual gobernó por más de treinta años, resistiendo a los simoníacos y fundando ocho monasterios de canónigos y de monjes (1130).

 
Beata Rosalía du Verdier de la Solinière, virgen y mártir
En la región de Anjou, en Francia, beata Rosalía du Verdier de la Solinière, virgen del monasterio del Calvario de la misma comarca y mártir, la cual, durante la Revolución Francesa, por causa del odio a la religión cristiana, fue degollada (1794).

San Juan María, llamado el “Muzeo” o “Anciano”, mártir
Cerca de Mengo, en Uganda, pasión de san Juan María, apellidado “Muzeo” o “Anciano” por razón de su madurez espiritual, que fue servidor del rey y, hecho cristiano, en el momento de la persecución no quiso huir sino que confesó espontáneamente su fe ante el primer ministro del rey Mwenga,

25900 > Sant' Angela Merici Vergine, fondatrice 27 gennaio - Memoria Facoltativa MR

 
92244 > Santa Devota Martire in Corsica 27 gennaio MR

 
91238 > San Domiziano di Melitene Monaco 27 gennaio


38175 > Sant' Enrico de Osso y Cervello Sacerdote 27 gennaio MR

 
38790 > San Gilduino Diacono di Dol 27 gennaio MR

 
92089 > Beato Giorgio Matulaitis (o Matulewicz) Arcivescovo 27 gennaio MR

 
38810 > Beato Giovanni di Warneton Vescovo 27 gennaio MR

 
38840 > San Giovanni Maria, detto Muzei Martire 27 gennaio MR

 
38800 > San Giuliano Venerato a Sora e Atina 27 gennaio MR

 
38850 > San Giuliano di Le Mans Vescovo 27 gennaio MR

 
93939 > Beato Gonzalo Diaz di Amarante Mercedario 27 gennaio

 
38820 > Beato Manfredo Settala Sacerdote ed eremita 27 gennaio MR

 
95506 > Venerabile Maria Teresa Lega Religiosa 27 gennaio


38770 > San Marino (Mario) Abate di Bodon 27 gennaio MR

 
90474 > Beato Michele Pini Monaco 27 gennaio


92853 > Beato Paolo Giuseppe Nardini Sacerdote, fondatore 27 gennaio


38830 > Beata Rosalia du Verdier de la Soriniere Vergine e martire 27 gennaio MR

 
38780 > San Teodorico di Orleans Vescovo 27 gennaio MR

 
38750 > San Vitaliano Papa 27 gennaio MR

por lo cual fue decapitado, siendo la última víctima de aquella persecución (1887).

 

 
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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”





  • Tero1 - Cpia
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    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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