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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Em defesa da vida e da família – Mais testemunhos

IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira


650 mil pessoas (ACIPrensa) marcharam pela vida e contra o aborto na capital dos EUA

Posted: 26 Jan 2013 04:51 PM PST

Luis Dufaur

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Segundo cálculos da agência ACIPrensa e da rede de TV e imprensa EWTN, por volta de 650.000 pessoas marcharam em 25 de janeiro de…

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Nº 1544-3 - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (41) - 28 de Janeiro de 2013



Nº 1544 - (3)

Desejo a continuação de

BOM ANO DE 2013
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Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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SÃO NICOLAU I  -  MAGNO
São Nicolau I

S. Nicolau I – Magno

(858-867)

Foi eleito em 24 de Abril de 858, por consenso geral e com o apoio do imperador Luís II, apesar de ter recusado inicialmente, invocando a sua humildade.
O seu pontificado foi intenso e fecundo, tendo vivido como figura cimeira, com os reis, imperadores,leigos e clero a prestar-lhe obediência. Mandava nos reis e nos tiranos, graças ao seu talento de estadista, à sua profunda formação teológica e jurídica e à sua indomável energia, aliada a um claro sentido moral no modo de agir.
Opôs-se com autoridade a Lotário II, irmão do imperador, que rejeitou a esposa e queria casar com a amante. Lotário tinha subornado os representantes do papa no Sínodo de Metz, obtendo sentença favorável, mas Nicolau I declara-a nula, depondo os bispos responsáveis. Estes, porém, conseguem convencer o Imperador Luís II, que, para defender a honra do irmão, se dirige com um exército a Roma para obrigar o papa a ceder ou a castigá-lo.
Nicolau I ordena um jejum e uma procissão para obter proteção divina. Quando a procissão chega a São Pedro já lá estão as tropas imperiais, que carregam sobre o povo. Avisado das intenções do imperador, Nicolau I refugia-se em lugar seguro. Entretanto, morre inesperadamente um familiar do imperador que tinha atirado ao chão e quebrado a cruz da procissão e o próprio imperador adoece. Nicolau I visita-o e o imperador abandona Roma, aceitando a decisão do pontífice.
O papa preocupou-se com a dignidade da vida eclesiástica e monástica, como provam os sínodos de 850 e 853, mas o problema mais sério veio de Bizâncio, onde dois anos antes do início do seu pontificado, Bardas, regente na menoridade do imperador Miguel, tinha deposto o patriarca Inácio por este se ter oposto à situação imoral em que vivia, amancebado com  a nora. Para suceder a Inácio, Bardas escolheu um leigo, Fócio, seu secretário de Estado, o qual, contra todos os cânones, se fez ordenar e sagrar em seis dias por um bispo que estava suspenso.
Tanto a corte como Fócio enviaram a Roma habilidosas profissões de fé, inventando razões para a deposição de Inácio. Nicolau I tomou uma medida prudente, enviando ao Oriente bispos para examinarem a causa do patriarca deposto.
Realizou-se um sínodo, mas os legados pontifícios foram ameaçados e foi feita uma leitura viciada da carta do papa.
Informado do que se tinha passado, Nicolau I condenou e depôs Fócio. Este, apoiado pela corte bizantina, passou a lutar abertamente com Roma, transformando o seu caso na defesa doutrinal que empenhasse na luta a Igreja do oriente. Por isso, envia uma circular a todos os bispos alertando-os contra as inovações da Igreja romana e a sua ingerência na disciplina eclesiástica.
Mas a divergência fundamental consistia numa suposta falsificação doutrinal do símbolo da fé, Com efeito, enquanto para a Igreja do Oriente o Espírito Santo procedia apenas do Pai, Roma afirmava que procedia igualmente do Filho. Realmente, a doutrina tributária da Igreja afirmava, à luz do Evangelho, que o Espírito Santo procedia do Pai e do Filho como de um único principio ab aeterno. No entanto, não se tratava de uma doutrina nova que tivesse sido introduzida contra qualquer definição anteriormente feita, pois se encontrava já explicita no chamado símbolo Quiqunque, que data dos fins do século I: «O Pai não foi feito nem criado nem gerado por nenhuma das outras Pessoas; o Filho procede apenas do Pai, gerado mas não feito nem criado; o Espírito Santo vem do Pai e do Filho, não feito nem criado nem gerado mas apenas procedendo».
Fócio, contudo, conseguiu fazer disto um ponto nevrálgico na rivalidade entre Bizâncio e Roma e, em conciliábulo realizado na Basílica de Santa Sofia, em 867, com  a presença do Imperador, atreveu-se a proferir uma sentença de excomunhão contra o papa.
Adivinhavam-se dias difíceis, mas aconteceu no inesperado. Em Setembro desde ano, o imperador Miguel III foi assassinado e o novo imperador, Basílio, depõe Fócio e chama do exílio o patriarca Inácio, que erra muito querido do povo. A seguir envia a Roma cartas cheias de devoção e a sincera adesão ao vigário de Cristo, pedindo a sua intromissão para tratar dos desvios doutrinais. São Nicolau I já não teve o prazer de receber estas cartas, pois, entretanto, faleceu.
Uma das manifestações de poder da Sé Apostólica está em convocar sínodos e em aprovar as sua conclusões: «Só Roma tem o poder de declarar legitimas as conclusões de qualquer sínodo ou concílio».
Dentro desta linha e um ano antes da sua morte, envia ao recém-convertido rei dos Búlgaros, Miguel Boris,o famoso documento Reponsa Nicolai ad consulta bulgagorum, no qual responde a 106 perguntas que lhe fizera de carácter moral, jurídico e económico, dizendo ainda: «Administrador supremo da Igreja, o papa é também o único juiz em última instancia em todas as causas mais importantes».
Quanto às relações entre o poder civil e o religioso, a atuação de Nicolau I mostra claramente que havia terminado o cesaripapismo de Carlos Magno, que se considerava responsável diante de Deus pela Igreja. A concepção carolíngia, na linha da concepção bizantina, tendia a absorver a Igreja no Estado, talo como os teóricos do século XIV pretendiam, ao invés, absorver o Estado na Igreja. Nicolau I Magno distingue e demarca ambos os poderes com autonomias próprias.
Ao escrever a Carlos, o Calvo, e a Luís, o Germânico, a propósito do escândalo de Lotário, e ao imperador bizantino no caso de Fócio, o que sobretudo lhes pede é que permitam a aplicação livre das leis canónicas.
Dentro da mesma lógica condena as torturas como meio de punir os condenados, bem como a guerra ofensiva.
No seu pontificado mandou fazer a recapitulação das leis eclesiásticas, a chamada Decretali Pseudoisidoriane, redigida anos antes.
Movido pela caridade aboliu o uso de torturas nos processos judiciais e enviou missionários para cristianizar os búlgaros e o seu rei Boris.
Mandou trasladar da Crimeia para Roma o corpo de São Clemente, mandando-o sepultar na Igreja que tem o seu nome.

 

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ADRIANO II


Adriano II

Adriano II
(867-872)
 
Adriano II era um velho de 75 anos, cardeal de São Marcos, que foi escolhido pela sua piedade e espírito de caridade.
Logo que foi eleito, em 14 de Dezembro de 867, defrontou acontecimentos dolorosos. Primeiro com Lamberto, duque de Espoleto, que atacou e pilhou Roma; depois, uma sua filha (pois era viúvo quando se tornou sacerdote), foi raptada por Eleutério, irmão de Anastásio, bibliotecário do papa São Nicolau Magno, seu antecessor. O papa entregou o caso à justiça e Eleutério assassinou-lhe a filha.
Caluniado por ter concedido a amnistia a bispos exilados, vê-se obrigado a realizar um sínodo em Troyes, em 868. Com o mesmo intuito convocou alguns clérigos mais intransigentes para um banquete no palácio de Latrão.
O seu curto pontificado apenas com cinco anos, foi importante. Condenou o patriarca de Constantinopla, Fócio, pois reuniu um concílio em São Pedro com  a assistência de enviados bizantinos, do qual saíram confirmados os decretos do papa Nicolau Magno, bem como a condenação de Fócio.
No entanto, Adriano II entendeu que era indispensável uma solução eficaz e definitiva e convocou novo concílio ecuménico, que se realizou em Constantinopla em 869 e onde o primeiro cuidado dos legados papais foi o de conseguir que os bispos orientais assinassem uma profissão de fé, à semelhança do antigo formulário de Hormisdas, firmado pela Igreja grega.
Fócio, que comparecera na quinta sessão, manteve-se inamovível, inutilizando os esforços do imperador e do papa.
Os 27 cânones aprovados, visaram, principalmente impedir o retorno dos incidentes em torno de Fócio.
Ficou estabelecida a concórdia entre Roma e Constantinopla, apesar da opressão dos Bizantinos, ciosos das prerrogativas dos seus patriarcas. Roma, contrariada, cedia quanto à dependência dos recém-convertidos búlgaros, deixando-os sob a esfera de Bizâncio.
Adriano II aprovou a liturgia eslava de Cirilo e Metódio, os quais vieram a ser canonizados. São Cirilo, monge, e São Metódio, bispo, irmãos de sangue, difundiram o Evangelho na Morávia (antiga Checoslováquia) e na Panónia (Croácia) e traduziram a liturgia latina para a língua eslava, tendo morrido em 869 e 885, respetivamente, em Roma e na Morávia. A sua memória celebra-se em 14 de Fevereiro e são co-padroeiros da Europa.
No pontificado de Adriano II, dá-se a conquista da cidade do Porto – Portugal, pelo conde Vimara Peres, firmando-se o domínio cristão num território que viria a ser a base da futura nação portuguesa.
 
 

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MARINHO I


Marinho I

Marinho I
(882-884)
 
Foi consagrado em 26 de Dezembro de 883.
Discípulo de São Nicolau Magno, foi por ele enviado como legado a Constantinopla por causa dos problemas originados por Fócio.
Foi auxiliar dos papas seguintes, para os problemas do oriente e da Bulgária e deu sempre tais provas de prudência e clarividência que o seu nome foi logo indicado para suceder a João VIII, numa época em que tudo se apresentava difícil.
A sua primeira preocupação foi atenuar e resolver problemas vindos do pontificado anterior, um deles com Formoso, bispo de Portus, que tinha sido deposto da sua sede por João VIII, que o obrigara a jurar que, no futuro, iria sempre viver como leigo. Marinho I dispensou-o do juramento e reempossou-o como bispo de Portus.
Como o duque de Espoleto e os sarracenos se recusassem a restituir a Sé romana os territórios que se tinham apoderado, Marinho I viu-se obrigado a recorrer ao imperador, que interveio para repor a legalidade, que pouco durou.
No seu pontificado houve uma incursão dos sarracenos, os quais incendiaram diversas igrejas e mosteiros, entre eles o de Monte Cassino.
A morte surpreendeu-o repentinamente. Foi sepultado no Pórtico de São Pedro, entre a Porta Argêntea e a Porta Romana, onde ainda hoje se conserva o seu epitáfio.
 

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Continua:…
Post colocado em 28-1-2013 – 11H35
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1544-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - NÚMEROS (9) - 28 de Janeiro de 2013

2013

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Nº 1544

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1080 páginas… sejamos optimistas.
NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.


É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1544 - 2ª Página

28 de Janeiro de 2013


ANTIGO TESTAMENTO


N Ú M E R O S

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Mapa com a distribuição das 12 tribos de Israel

9 – A PÁSCOA NO SINAIO Senhor falou a Moisés no deserto do Sinai, no primeiro mês do segundo ano após a saída do país do Egipto, dizendo-lhe: «Os filhos de Israel celebrem a Páscoa no tempo determinado. Celebrá-la-eis no tempo determinado, que é o décimo quarto dia deste mês, ao aproximar-se a tarde; cumpri-la-eis de acordo com todas as suas leis e com todos os seus preceitos. Moisés falou aos filhos de Israel para que celebrassem a Páscoa. E eles celebraram a Páscoa no décimo quarto dia do primeiro mês, ao aproximar-se a tarde, no deserto do Sinai. Exatamente como o Senhor tinha ordenado a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel. Houve contudo, alguns homens que não puderam celebrar a Páscoa nesse dia por se encontrarem, maculados por causa de um cadáver humano. Apresentaram-se nesse mesmo dia diante de Moisés e Aarão, e disseram-lhes: «Estamos manchados por causa do cadáver humano; mas, porque seremos nós privados de oferecer o sacrifício do Senhor, no seu tempo, com os outros filhos de Israel?» Moisés respondeu-lhes: «Esperai que eu saiba o que o Senhor ordenará a vosso respeito». E o Senhor falou a Moisés nestes termos: «Fala assim aos filhos de Israel: se um de vós ou os vossos descendentes , se encontrar manchado por um cadáver ou se encontrar em viagem, longe de vós, e quiser celebrar a Páscoa em honra do Senhor, celebrá-la-á no décimo quarto dia do segundo mês, ao aproximar-se a tarde; comê-la-á com ázimos e ervas amargas. Não deixará nada e não quebrará um único osso e observará todo o ritual da Páscoa. Mas, se alguém, estando puro e não se encontrando em viagem, deixar de celebrar a Páscoa, será eliminado do seu povo, porque não ofereceu, no seu tempo, o sacrifício ao Senhor. Suportará o peso da sua falta. E, se um estrangeiro residir no meio de vós, e quiser celebrar a Páscoa do Senhor, submeter-se-á ao ritual da Páscoa e às suas leis; a mesma lei regerá tanto o estrangeiro como o natural. 

 

A nuvem  -  Ora no dia em que erigiram, o tabernáculo, a nuvem cobriu o tabernáculo, a tenda do testemunho; e, à tarde, algo semelhante a um meteoro de fogo apareceu sobre o tabernáculo, persistindo até de manhã. E assim sucedia constantemente. A nuvem cobria-o de dia e o meteoro de fogo, de noite. Todas a vezes que a nuvem se elevava de cima da tenda, imediatamente os filhos de Israel levantavam o acampamento: depois, os filhos de Israel paravam no lugar em que a nuvem parava. À ordem do Senhor os filhos de Israel partiam e à ordem do Senhor paravam ; enquanto a nuvem permanecia fixa, sobre o tabernáculo , mantinham-se acampados. mesmo quando a nuvem estacionava muito tempo sobre o tabernáculo, os filhos de Israel praticavam o culto do Senhor e não partiam. E quando a nuvem se detinha poucos dias sobre o tabernáculo, à voz do Senhor acampavam e à voz do Senhor partiam. Por vezes, a nuvem demorava-se de tarde até de manhã e, quando se retirava de manhã, partiam; ou, então um dia e uma noite e, quando se retirava partiam. Às vezes demorava-se dois dias, um mês ou um ano inteiro, e, enquanto a nuvem permanecia sobre o tabernáculo, os filhos de Israel continuavam acampados e não partiam. Depois, logo que ela se retirava, levantavam o acampamento. À ordem do Senhor acampavam, e, por ordem do Senhor, partiam e praticavam o culto do Senhor, de acordo com a ordem divina transmitida por Moisés.

 

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Mapa da distribuição das tribos de jacob – ISRAEL

Textos do LivroNÚMEROSdo ANTIGO TESTAMENTO

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28 de JANEIRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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Nº 1544-1 - (28-13) - SANTOS DE CADA DIA - 28 de Janeiro de 2013 - 5º ano

EDIÇÃO DEFINITIVA (após rectificação de texto) - 15H00 - 27-1-13

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1544

Bom

ANO D E 2 0 1 3




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Nº 1544-1 - (28-13)


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Nº 1544-1 – (28-13)


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TOMÁS DE AQUINO, Santo
 

Doutor da Igreja (1225-1274)

Tomás de Aquino, Santo

Tomás de Aquino, Santo

Não foi Tomás dos santos mais desfigurados por lendas ingénuas ou tradições biográficas. mas as  suas dimensões de gigante do pensamento costumam levar a que seja muito fragmentariamente conhecido. Não desejaríamos passar em silêncio aspectos muito humanos da sua vida.

Apresenta-se como natureza vigorosa, de dimensões atléticas no corpo e de energias esforçadas na alma. Síntese perfeita duma herança lombarda por linha paterna, de Aquino, e normanda pela materna, dos condes de Teate. Último filho varão de família numerosa: doze irmãos, guerreiros e cavaleiros, poetas e teólogos, abadessas ou madres.

Recebeu dos monges negros de Monte Cassino a primeira instrução. Vicissitudes de guerra entre o Pontificado e o Império levaram-no a continuar os estudos na Universidade de Nápoles, onde teve ocasião de conhecer a Ordem de São Domingos, para a qual veio a orientar-se aos 19 anos. Renunciou ao próprio eu e entregou-se generosamente ao chamamento. Mas encontrou obstinada oposição familiar. Supera com suave diplomacia os afagos insistentes da mãe – a condessa Teodora – e das amadas irmãs; esforçado e valente se manterá diante da violência brutal dos irmãos guerreiros, quando, brandindo um tição incandescente, afugentará a insinuante provocação duma má mulher que lhe fora trazida. “Esta vitória vale, à Igreja toda, a santidade e a ciência de Tomás.”, viria a dizer um Pontífice Romano. Anos mais tarde, tornará inúteis as ofertas, decididas e aprovadas pelo Papa, da abadia mitrada de Monte Cassino e da sé arquiepiscopal de Nápoles.

Nos desígnios de Deus sobre jovem tão excepcional, não só tem decisiva importância os dotes extraordinários de inteligência vivíssima e de laboriosidade infatigável; mas também a trajetória da sua formação pausada e lenta enriquecerá essas possibilidades, fazendo-as atingir proporções absolutamente inesperadas. Com 19 anos de idade e 14 de estudos, chega ao ambiente de formação profunda da Ordem Dominicana, cujo lema ninguém melhor que Tomás soube formular depois de o viver: «Contemplar e transmitir o fruto da contemplação». Roma e Bolonha, Nápoles e Roccasecca foram o cenário de um noviciado muito especial . A Ordem, com visão certeira, levá-lo-á a continuar os estudos de teologia em aulas de melhor estilo: São Tiago de Paris, e principalmente Colónia durante quatro anos de transcendental importância junto de um Mestre, também excepcional, Alberto Magno. A Bíblia e os Padres da Igreja, as sentenças e os teólogos, a ciência natural e a renovação aristotélica da filosofia, foram penetrando, fecundantes, naquele Tomás singular. Depressa chegaria à cátedra universitária.

Desde os dias infantis começara a atormentá-lo aquela profunda interrogação: “Quem é Deus?” Não era inquietação de dúvida mas ansiedade crescente de saber e amor esforçado da verdade. A síntese do que foi a sua vida de estudante descreve-a Tomás nestes certeiros conselhos a um estudante: “Pureza requintada de consciência; aplicação incansável nas horas de estudo, esforço para compreender a fundo tudo o que se lê e ouve; trabalho para vencer toda a dúvida e chegar à certeza ; refugiar-se quanto possível na sala de armas do espírito».

Se o estudante Tomás sobressaiu pelo talento, também conquistava pela simplicidade e pela humildade. Primeiramente, o serviço do próximo e a ajuda particular aos companheiros. Depressa atinge o mais alto magistério . Começa em Colónia e passa em seguida para o Estudo Geral de S. Tiago, em Paris. Religioso como era, teve ali de aguentar os ataques de Guilherme do Santo Amor e dos outros mestres seculares. Regulares e seculares debatiam-se duma maneira que, à distancia de séculos, com 31 anos de idade, a “licentia docendi”, a licença mais alta de ensinar, consagração dos seus méritos. Mas a situação esteve longe de acalmar com isso: e o papa interveio de novo, mandando à Faculdade receber Tomás de Aquino no seu seio, com plenitude de honras e direitos. Três anos durou este seu primeiro magistério em Paris, que andou junto a outras ocupações, bem diversas do ensino. Redigiu também nessa altura os Comentários à Sagrada Escritura e ao Mestre das Sentenças, os tratados De Trinitate e De veritate, e começou a Summa contra gentiles.

Depois de tomar parte no capitulo geral da Ordem, em que ajudou a organizar os estudos filosóficos e teológicos, voltou à Itália, onde foi teólogo e consultor pontifício, professor com enorme êxito e corretor dos estudos filosóficos aristotélicos entre os dominicanos. Depois terminou a Summa contra gentiles, e começou a Glosssa Escrituristica Catena aurea e a Summa Theologica.

Na França de novo, envolve-se em batalhas de ideias mais aguerridas que a primeira: defende Aristóteles de inquinamentos do árabe Averróis. E termina a Summa Theologica, obra transcendental em 1272. Compõe ainda outros tratados. Alcança o máximo do prestigio na corte do rei São Luís. Mas o clima de desordens e greves entre os alunos tornam a interromper as suas tarefas docentes. E volta à pátria, pedido para reger uma cátedra na Universidade de Nápoles.

Estando São Tomás a orar com todo o fervor aos pés dum Crucifixo, ouviu estas palavras do Senhor: “Escreveste bem de mim, Tomás; que recompensa desejas?» E ele respondeu logo àquela voz: “Senhor, não quero outra recompensa, senão Vós mesmo».

Atingida a maturidade, entra agora mais nos problemas da vida quotidiana. Tem de ocupar-se em ajudar uma irmã que enviuvara, em solucionar problemas da sua família dominicana, e dedica-se muito à pregação apostólica. Canta liturgicamente as glórias do Santíssimo Sacramento no oficio da festa do Corpo de Deus. Sobre o mesmo assunto, prega em Roma diante do Papa. E prega nas basílicas romanas ao povo; a respeito dos sermões da Paixão e Ressurreição em Santa Maria Maior, foi escrito este comentário: «Comoveu o povo até às lágrimas quando falava da Paixão de Cristo; e no dia de Páscoa, levou-o até aos maiores transportes de alegria, associando-se ao incontivel gozo da Santíssima Virgem, pela ressurreição de seu Filho». A respeito de pregações em Nápoles conserva-se este testemunho: “A multidão debatia-se para o escutar, ouvindo-o com tanta atenção e reverência como se falasse o próprio Deus». Um dia, a seguir a uma iluminação sobrenatural durante a Missa, deixou de escrever porque tudo lhe parecia”palha” ao lado do que tinha contemplado. Também deixará de pregar e de falar com  os homens, para se abismar no diálogo direto com Deus. Assim passou os últimos dias. Fora sempre, como foi escrito, “homem  contemplativo de modo admirável”. Sabedoria, caridade e paz foram as três qualidades características da sua vida espiritual, como escreve um dos seus modernos apologistas.

Chamado pelo Papa, ia a caminho do II Concílio de Lião quando faleceu no mosteiro cisterciense de Fossa Nuova. Isto a 7 de Março de 1274. Foi canonizado em 1323. Em 1567, São Pio V elevou-o a Doutor da Igreja. E em 1879 foi constituído, por Leão XIII, patrono especial de todas as universidades católicas; e por Pio XI, em 1923, de todas as escolas católicas.

 

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

VALÉRIO, Santo

Bispo (315)
 
 
Vimos (em 22 de Janeiro) como Valério se salvou momentaneamente, devido ao seu tartamudear e à eloquência do diácono Vicente. mas houve unicamente uma espera. O processo foi retomado na semana seguinte, e o Bispo de Saragoça foi condenado à deportação. Julga-se que foi exilado para Anet (Aragão) e que aí morreu uns 10 anos mais tarde (por 315).
 

Julián de Cuenca, San
Enero 28 Obispo

Julián de Cuenca, San

Julián de Cuenca, San

Obispo de Cuenca

Martirologio Romano: En la ciudad de Cuenca, en Castilla la Nueva, en España, san Julián, obispo. Fue el segundo obispo de esta ciudad, una vez recuperada de manos de los musulmanes, y, egregio por su modo de vivir, se distinguió por repartir entre los pobres los bienes de la Iglesia, trabajando con sus manos para obtener el sustento diario (c. 1207).

Fue el segundo obispo de Cuenca -desde el 1198 al 1208-, después de D. Juan Yáñez.
Nació a mediados del siglo XII.
En familia noble burgalesa, cuando Burgos era la cabeza de Castilla. Inicia su educación en la escuela catedralicia de la época, donde se refugia la ciencia junto al clérigo del monasterio, aplicándose con esmero a las artes liberales.
En Palencia cursa estudios superiores. Estudioso, serio y formal, impresiona a los profesores y se hace notar entre los alumnos por su ciencia y piedad.
Terminados sus estudios es nombrado profesor de filosofía y teología cuando solamente tiene 24 años. Esta situación es un caso excepcional en el centro que el obispo Poncio convirtió en Estudio, Alfonso VIII elevó a la categoría de Universidad y el papa Urbano VI enriqueció con todos los privilegios de la universidad de París.
En la docencia quemará diez años de su vida. Ocupa una habitación funcional que es a la vez lugar de reposo-estudio-oratorio, y allí hace además cestillos que son parte de su limosna a los pobres: los da para que con su venta se ayuden a vivir.
A los 35 años se retira a Burgos con la intención de prepararse al sacerdocio abandonando la fama, el honor y prestigio que se ha bien ganado con la docencia. Vive con el fiel criado Lesmes a orillas del Arlanzón en intensa vida de oración, mortificación y estudio hasta que en 1166 es ordenado sacerdote. Los alrededores de la capital burgalesa son los primeros beneficiados de su apostolado.
Pero al poco tiempo decide ampliar el campo de su predicación. Con un crucifijo, una estampa de la Virgen y una muda está convertido en misionero tierras abajo hasta la Córdoba averroista ¡Cuánto bien hizo con su bien formada cabeza! Está misionando en Toledo cuando el arzobispo Don Martín López le nombra arcediano de la catedral.
La excursión misionera ha durado veinte años. Ahora, en la nueva situación, alterna las tareas de gobierno con la predicación, la administración de los sacramentos, y la santa manía de fabricar cestillas para los pobres, junto a la oración y penitencia que ama vivamente y a las que se dedica de modo especial una temporada en determinados días cada año.
Alfonso VIII lo obliga a aceptar la diócesis de Cuenca a la muerte de su primer obispo. En 1196 es consagrado obispo vencida su resistencia. Y comienza un nuevo cargo pastoral en la hosca y brava sierra, el altozano de la Alcarria y los llanos de la Mancha donde ha de cuidar del complejo mosaico de musulmanes, judíos y cristianos que su diócesis encierra.
Se preocupó de modo exquisito de los sacerdotes que son su mano larga para llevar a Cristo al pueblo. La caridad con los pobres, y la atención a los descarriados destacan bases que consiguen para Dios una parcela cristiana. Los biógrafos hacen sobresalir dos momentos de su vida de pastor en los que demostró virtudes heroicas: la hambruna y la peste que sufrió el pueblo y en las que su generosidad y entrega no tuvo límite a favor de sus fieles.
Murió en el 1208.
Sus atributos son con propiedad episcopales, la mitra y el báculo al que se añade un cestillo testigo de su caridad. Ordinariamente se le representa sentado ante su mesa de trabajo.
A lo largo de su vida se complementan lo intelectual y lo pastoral, la teoría se hace práctica, el espíritu informa a la vida, y las palabras no se quedan huecas sino que se colman con las obras. Fue el hombre de Dios que sirvió a la Iglesia estando donde se le necesitaba y en el momento oportuno. Aparte quedan los fastos apócrifos que adornan su vida con prodigios sobrenaturales desde su entrada en el mundo y existentes sólo en la imaginación de quien tuvo la sana pretensión de exaltar la figura del santo. San Julián no los necesitaba.

José Freinademetz, Santo
Enero 28 Presbítero Misionero,

José Freinademetz, Santo

José Freinademetz, Santo

Presbítero Misionero

Martirologio Romano: En la ciudad de Daijiazhuang, en la provincia de Shandong, al sur de China, beato José Freinademetz, presbítero de la Sociedad del Verbo Divino, que trabajó incansablemente en la evangelización de aquella región (1908).
Fecha de canonización: 5 de octubre de 2003 por el Papa Juan Pablo II.

Giuseppe (José) Freinademetz nació el 15 de abril de 1852 en Oies, un pequeño paraje de cinco casas entre los Alpes Dolomitas del norte de Italia. Bautizado el mismo día de su nacimiento, heredó de su familia una fe sencilla pero tenaz.
Ya durante sus estudios teológicos en el seminario mayor diocesano de Bresanone comenzó a pensar seriamente en las «misiones extranjeras» como una posibilidad para su vida. Ordenado sacerdote el 25 de julio de 1875, fue destinado a la comunidad de San Martino di Badia, muy cerca de su casa natal, donde pronto se ganó el corazón de sus paisanos. Sin embargo, la inquietud misional no lo había abandonado. Apenas dos años después de su ordenación se puso en contacto con el P. Arnoldo Janssen, fundador de la casa misional que pronto se convertiría oficialmente en la «Congregación del Verbo Divino».
Con el permiso de su obispo, José llegó a la casa misional de Steyl en agosto de 1878. El 2 de marzo de 1879 recibió la cruz misional y partió hacia China junto a otro misionero verbita, el P. Juan Bautista Anzer. Cinco semanas después desembarcaron en Hong Kong, donde pasarán dos años preparándose para la misión que les fue asignada en Shantung del Sur, una provincia con 12 millones de habitantes y sólo 158 bautizados.
Fueron años duros, marcados por viajes largos y difíciles, asaltos de bandoleros y arduo trabajo para formar las primeras comunidades cristianas. Tan pronto como lograba poner en pié una comunidad, llegaba del obispo la orden de dejarlo todo y recomenzar en otro lugar.
José comprendió pronto la importancia que tenían los laicos comprometidos para la primera evangelización, sobre todo como catequistas. A su formación dedicó muchos esfuerzos y preparó para ellos un manual catequístico en chino. Al mismo tiempo, junto con Anzer que ya había sido nombrado obispo, se empeñó en la preparación, atención espiritual y formación permanente de sacerdotes chinos y de los otros misioneros.
Toda su vida estuvo marcada por el esfuerzo de hacerse chino entre los chinos, al punto de escribir a sus familiares: «Yo amo la China y a los chinos; en medio ellos quiero morir, y entre ellos ser sepultado».
En 1898 el trabajo incesante y las muchas privaciones cobraron su precio. Enfermo de la laringe y con un principio de tuberculosis, por insistencia del obispo y de los cohermanos, pasó un tiempo en el Japón, en espera de recuperar la salud. Volvió a China algo recuperado, aunque no curado.
A fines de 1907, mientras administraba la diócesis en ausencia del obispo que había tenido que viajar a Europa, se desató una epidemia de tifus. José, como buen pastor, prestó su asistencia incansable, hasta que él mismo contrajo la enfermedad. Volvió inmediatamente a Taikia, sede de la diócesis, donde murió el 28 de enero de 1908. Lo sepultaron bajo la duodécima estación del Via Crucis y su tumba se volvió pronto un punto de referencia y peregrinación para los cristianos.
Freinademetz supo descubrir y amar profundamente la grandeza de la cultura del pueblo al que había sido enviado. Dedicó su vida a anunciar el Evangelio, mensaje del Amor de Dios a la humanidad, y a encarnar ese amor en la comunión de comunidades cristianas chinas. Animó a esas comunidades a abrirse en solidaridad con el resto del pueblo chino. Entusiasmó a muchos chinos para que fueran misioneros de sus paisanos como catequistas, religiosos, religiosas y sacerdotes. Su vida entera fue expresión del que fue su lema: «El idioma que todos entienden es el amor».
Fue beatificado por Paulo VI el 19 de Octubre de 1975 y canonizado por Juan Pablo II el 5 de Octubre de 2003.
Reproducido con autorización de
Vatican.va

Bartolomé Aiutamicristo de Pisa, Beato
Enero 28 Religioso Camaldulense

Bartolomé Aiutamicristo de Pisa, Beato

Bartolomé Aiutamicristo de Pisa, Beato

Monje Camaldulense

Martirologio Romano: En el monasterio de san Frediano, cerca de Pisa, en la Toscana (hoy Italia), beato Bartolomé Aiutamicristo, religioso de la Orden de los Camaldulenses (1224).
Fecha de beatificación: Culto confirmado por el Papa Pío IX el año 1857.

El beato Bartolomé Aiutamicristo, monje camaldulense, provino de una antigua y noble familia pisana, pero fue más ilustre por la santidad de su vida, santidad confirmada por los milagros realizados durante su vida y luego de su muerte, misma que aconteció un 28 de Enero de 1224.
No es que se hiciera camaldulense porque temiera que la torre de su pueblo se viniera abajo, (en realidad durante su vida la torre de Pisa sólo tenía tres de los seis pisos actuales). Ni porque temiera que la ira de Dios se le viniera encima, sino porque oyó decir que los monjes fundados por San Romualdo sonreían siempre.
No se hizo sacerdote porque decía que él nunca aprendería a predicar.
El Hermano Bartolomé del monasterio de San Frediano hablaba poco, pero suspiraba mucho «Aiutami Cristo» (Ayúdame Cristo), y con ese sobrenombre ha pasado a la historia.

Julián Maunoir, Beato
Enero 28 Sacerdote Jesuita, 28 de enero

Julián Maunoir, Beato

Julián Maunoir, Beato

Sacerdote Jesuita

Martirologio Romano: En el lugar de Plévin, de la Bretaña Menor, en Francia, beato Julián Maunoir, presbítero de la Compañía de Jesús, que se entregó por espacio de cuarenta y dos años a las misiones populares por todos los lugares y aldeas de la provincia (1683).
Fecha de beatificación: 20 de mayo de 1951 por el Papa Pío XII.

No se puede decir que los católicos de otras naciones ignoran la historia religiosa de Francia en el siglo XVII, pero es indudable que uno de los aspectos menos conocidos de esa historia es el trabajo de los misioneros en el interior del país.
Todo el mundo está al tanto de las actividades de un monsieur Olier, en París, o de un San Vicente en todo el territorio francés; pero son mucho menos conocidas las actividades de un San Juan Eudes en Normandía, de un San Pedro Fourrier en Lorena, de un P. Juan Lejeune en el Limousin, el Languedoc y la Provenza, de un San Juan Francisco de Regis en Velai y Vivarés, y en general de todas las misiones de la Bretaña.
Sin embargo, según opina Henri Brémond, estas últimas fueron las más fructuosas de todas y, ciertamente, las más pintorescas.
Entre los misioneros de la Bretaña se destacan el benedictino Miguel Le Nobletz y el P. Julián Maunoir.
Julián había nacido en la diócesis de Reims en 1606 e ingresó en la Compañía de Jesús, en 1625.
Sin duda que se ha exagerado la impiedad y barbarie de los bretones de aquella época y la negligencia de su clero; pero eso no quita que fuesen ex tremendamente supersticiosos, brutales, turbulentos y al mismo tiempo, muy abiertos al mensaje evangélico. La región que produjo tantos piratas pendencieros fue también la tierra de Armelle Nicolás y de los calvarios barrocos y las estatuas de la Baja Bretaña. Los místicos abrieron el camino a los misioneros. Y el P. Bernard, S. J., y Dom Le Nobletz, atrajeron la atención de Julián Maunoir hacia ese campo y le aconsejaron que aprendiese el idioma bretón. El P. Maunoir llegó a dominarlo en brevísimo tiempo.
Hay ciertas analogías entre la Bretaña católica y las regiones protestantes de Gales y Cornwall. A propósito de las misiones bretonas, Henri Brémond usa la palabra inglesa "revival" (renovación), y hace mención de Bunyan y del "Pilgrim´s Progress". El historiador anglicano de las misiones de Cornwall, el difunto canónigo Gilbert Doble, tituló su corta biografía de Julián Maunoir "El John Wesley de la Bretaña". Es muy instructiva la comparación entre la biografía del P. Maunoir, escrita por Séjourné, y el "Diario" de John Wesley, así como la comparación entre este "Diario" y el del beato Julián Maunoir.
Cuando el P. Maunoir empezó a trabajar en la Bretaña, en 1640, había sólo otros dos misioneros. A su muerte, ocurrida cuarenta y tres años más tarde, había más de mil. Renán habría de quejarse, más tarde, de que sus antepasados habían sido "jesuitizados" y desnacionalizados por los misioneros procedentes de otras regiones de Francia.
La realidad es que hubo apenas un puñado de jesuitas, de los que la mayoría eran bretones, y un fuerte contingente del clero bretón que cooperó con los padres de la Compañía y se sometió espontáneamente a la rigurosa disciplina que les impuso el P. Maunoir. Por lo demás, la técnica del trabajo misional había sido ideada por un bretón no jesuita, Miguel Le Nobletz, a quien se ha llamado "el último de los bardos".
La tarea consistía, ante todo, en la instrucción religiosa; "la predicación emocional", capaz de arrastrar a las multitudes en un momento dado, sólo se empleó como instrumento secundario. Los misioneros se ayudaban en su tarea con imágenes en colores, algunas de las cuales se conservan todavía en la biblioteca de Quimper. Se trataba de ilustraciones de la Pasión, del Padre nuestro, de los pecados capitales, etc., bajo las diferentes alegorías del Caballero Errante, de las Seis Ciudades de Refugio, de Los Tres Árboles... Con esto, se despertaba la imaginación popular y las cualidades poéticas del espíritu humano.
Las imágenes, lo vivencial y el sentido del humor de los comentarios hechos por los misioneros es lo que hacía pensar a Henri Brémond en Bunyan. Pero además, había representaciones con cuadros plásticos vivientes. De ahí se originaron las famosas procesiones en las que se representaba, por ejemplo, la Pasión del Señor. El P. Maunoir predicaba y los actores encarnaban su palabra, en tanto que "los oyentes sollozaban de emoción". Algunos se quejaron de la emotividad de tales actos, pero los obispos bretones apoyaron al misionero.
Otro de los métodos era el empleo de cantos religiosos, de los cuales algunos eran ya tradicionales y otros habían sido compuestos por el mismo P. Maunoir. Probablemente sólo nos ha quedado uno, tal como él lo escribió, y debe confesarse que en la traducción del bretón al francés, pierde mucho de su gracia original. Lo cierto es que Julián tenía el don de versificar con gran sentimiento y que los cánticos religiosos constituían un factor importante en las misiones bretonas.
Al empleo del idioma local se añadía la devoción a los santos bretones de la antigüedad. La región de Sto. Corentin, en la diócesis de Quimper, fue el campo predilecto del P. Maunoir.
Como la leyenda de los santos celtas está llena de milagros -algunos de ellos conmovedores, otros fantásticos y aun poco edificantes entre los realmente convincentes-, así la evangelización llevada a cabo por Julián, fue apoyada por numerosos milagros y prodigios. El P. Boschet, S. J., que escribió la primera biografía del beato en 1697, había estudiado una narración de sus milagros; su comentario fue el siguiente: "Me parecieron tan extraordinarios que no pude por menos que sospechar que el autor había exagerado la realidad para glorificar al siervo de Dios". Sin embargo, después de haber hecho investigaciones de tenidas, el escepticismo del P. Boschet disminuyó mucho. ¿ Por qué sorprenderse de que la renovación del Cristianismo en Bretaña haya sido confirmada con milagros semejantes a los que acompañaron su introducción en el mundo? ( Desde el punto de vista humano, el P. Maunoir no era especialmente inteligente y tenía cierta tendencia a la credulidad; pero era, a la vez, un verdadero jefe que se hacía obedecer, un organizador de primera talla y un hombre de gran visión. Buena parte del éxito de sus misiones se debe a que las dirigió tanto a los pastores, como a las ovejas. El puntero para comentar las imágenes, se convirtió en el arma distintiva de sus misioneros y en un símbolo del dedo que señalaba el camino.
Durante los Ejercicios Espirituales que precedieron a su ordenación, Julián de Maunoir escribió, acabando de comulgar: "Sentí un celo extraordinario por la salvación de las almas y un gran deseo de trabajar por ellas con todos los medios posibles. La voz del Señor repetía en mi corazón: ´Yo trabajé, lloré, sufrí y morí por ellas´." Estas palabras resumen la vida de Julián. Después de su muerte, ocurrida en Plévin de Cournouaille, el 28 de enero de 1683, los peregrinos acudieron en masa a besar aquellos pies que habían viajado por toda la Bretaña y llevaron hasta sus últimos rincones el mensaje evangélico.

María Luisa Montesinos Orduña, Beata
Enero 28 Virgen y mártir

María Luisa Montesinos Orduña, Beata

María Luisa Montesinos Orduña, Beata

Martirologio Romano: En la localidad de Picassent, en la provincia de Valencia, en España, beata María Luisa Montesinos Orduña, virgen y mártir, la cual, durante la persecución contra la fe, tuvo parte en la victoria de Cristo por el martirio (1937).
Fecha de beatificación: 11 de marzo de 2001 por el Papa Juan Pablo II.

Fiel laica de la arquidiócesis de Valencia, nació el 3 de marzo de 1901 y en tal ciudad fue bautizada dos días después.
Recibió el sacramento de la confirmación el 18 de marzo de 1907, a la pequeña edad de 6 años, en la iglesia de San Andrés apóstol.
Educada en colegio de religiosas, consiguió una buena cultura general.
Su vida se orientó por el servicio del poseer genitor.
Ensambló la Asociación Católica Española y participó ciudadanamente a la celebración eucarística, distinguiéndose por otra parte por su devoción mariana.
Fue una catequista activa, se dedicó a los enfermos y a la caridad hacia los pobres. Tras la explosión de la guerra civil española y de la feroz persecución religiosa que atravesó a España, María Luisa donó la vida para defender su fe a Cristo. Con ella también fueron martirizados: su padre, una hermana, dos hermanos y una tía.
El martirio tuvo lugar el 28 de enero de 1937 en Picassent, en presionados de Valencia.
El Papa Juan Pablo II el 11 de marzo de 2001 elevó al honor y gloria de los altares a 233 víctimas de la misma persecución, entre ellos la Beata María Luisa Montesinos Orduña, que hoy se festeja el aniversario de su martirio.

Para ver màs sobre estos 233 mártires haz "clic"
AQUI

Olympia (Olga) Bidá, Beata
Enero 28 Religiosa y Mártir

Olympia (Olga) Bidá, Beata

Olympia (Olga) Bidá, Beata

Virgen y Mártir

Martirologio Romano: En el campo de concentración de Kharsk, cerca de Tomsk, en la región de Siberia, en Rusia, beata Olimpia (Olga) Bidà, virgen y mártir, de la Congregación de las Hermanas de San José, que durante la persecución antirreligiosa soportó toda clase de pruebas por amor a Cristo (1952).
Fecha de beatificación: 27 de junio de 2001 por el Papa Juan Pablo II.

Olga nació en el año 1903 en la aldea de Tsebliv (región de Aviv).
Monja de la Congregación de las Religiosas de San José, se sabe que realizó su actividad religiosa en la aldea de Zhuzhil.
Después en el 1945, durante la persecución comunista, su actividad apostólica fue el ayudar a las comunidades en la labor pastoral ya que varios clérigos fueron llevados a las cárceles por el soviet.
En
abril del 1950, Sor Olympia fue también capturada junto con Sor Laurencia mientras asistían al entierro de un fiel difunto.
El 27 de mayo de 1950 fue declarada culpable de la actividad antisoviética y por lo tanto, deportada en Kharsk y Siberia, donde murió por problemas de salud y la falta total de aistencia médica, el 28 de enero de 1952 a la edad de 49 años.
Olympia (Olha) Bidá, religiosa ucraniana, que fue beatificada por Juan Pablo II en Leopoli (Lviv) junto con otros 24 mártires del comunismo el 27 de junio de 2001.

Aquel grupo de mártires está integrado por:
Mykolay Charneckyj, Obispo, 2 abril
Josafat Kocylovskyj, Obispo, 17 noviembre
Symeon Lukac, Obispo, 22 agosto
Basilio Velyckovskyj, Obispo, 30 Junio
Ivan Slezyuk, Obispo, 2 diciembre
Mykyta Budka, Obispo, 28 septiembre
Gregorio (Hryhorij) Lakota, Obispo, 5 noviembre
Gregorio (Hryhorij) Khomysyn, Obispo, 28 diciembre
Leonid Fedorov, Sacerdote, 7 marzo
Mykola Konrad, Sacerdote, 26 junio
Andrij Iscak, Sacerdote, 26 junio
Román Lysko, Sacerdote, 14 octubre
Mykola Cehelskyj, Sacerdote, 25 mayo
Petro Verhun, Sacerdote, 7 febrero
Alejandro (Oleksa) Zaryckyj, Sacerdote, 30 octubre
Klymentij Septyckyj, Sacerdote, 1 mayo
Severijan Baranyk, Sacerdote, 28 junio
Jakym Senkivskyj, Sacerdote, 28 junio
Zynovij Kovalyk, Sacerdote, 30 junio
Vidal Vladimir (Vitalij Volodymyr) Bajrak, Sacerdote, 16 Mayo
Ivan Ziatyk, Sacerdote, 17 mayo
Tarsicia (Olga) Mackiv, Monja, 18 Julio
Olympia (Olha) Bidà, Suora, 28 enero
Laurentia (Leukadia) Harasymiv, Monja, 26 agosto
Volodymyr Pryjma, Laico, 26 Junio
(las fechas indicadas corresponden a las de su martirio)

Moisés Tovini, Beato
Enero 28 Sacerdote

Moisés Tovini, Beato

Moisés Tovini, Beato

Sacerdote

Fecha de beatificación: 17 de septiembre de 2006 por el Papa Benedicto XVI.

Nació en Cividate Camuno (Brescia) el 27 de diciembre de 1877. Su padrino de bautismo fue su tío paterno, el abogado José Tovini (beatificado el 20 de septiembre de 1998), que con su vida evangélica influyó mucho también en las decisiones de Moisés.
Sus padres, Eugenio Tovini y Domenica Malaguzzi, después del nacimiento de Moisés tuvieron otros siete hijos. Una vez terminada la escuela primaria, gracias a la buena posición económica de su familia, Moisés prosiguió los estudios secundarios primero en el instituto Venerable Luzzago de Brescia, luego en el colegio episcopal San Defendente de Romano Lombardo y, por último, en el colegio de Celana de Bérgamo. En aquellos años maduró su vocación.
A los 15 años fue admitido en el colegio del seminario de Brescia. Desde octubre de 1897 hasta octubre de 1898 realizó en dicha ciudad el servicio militar en el cuerpo de infantería. Al final de sus estudios, recibió la ordenación sacerdotal en la catedral de Brescia el 9 de junio de 1900.
Desempeñó su ministerio, durante algunos meses, como capellán en Astrio de Breno. Luego, para completar su formación, fue enviado a Roma, donde consiguió el doctorado en matemáticas, el doctorado en filosofía y la licenciatura en teología. Por aquellos años realizó un intenso apostolado en dos iglesias de la periferia de Roma, frecuentadas por los pobres del Agro Romano: Cervelletta y Riposo.
En 1904 volvió a su diócesis, y fue uno de los primeros tres sacerdotes oblatos de la congregación diocesana de la Sagrada Familia, formada por sacerdotes seculares a disposición del obispo. Allí desempeñó el cargo de superior durante varios años.
El compromiso principal de su vida fue el colegio del seminario. Primero enseñó matemáticas y filosofía, y a partir de 1908, tras conseguir el doctorado en Milán, también apologética y dogmática.
Profesor apreciado, gozaba de la estima del mundo laico por su preparación cultural y científica. En 1914, en el Ateneo de ciencias de Brescia, pronunció una conferencia, que tuvo mucho éxito, sobre los últimos adelantos en cosmología.
En el período de la primera guerra mundial el obispo le encomendó durante casi un año el cuidado pastoral de la parroquia de Provaglio d´Iseo, y luego el de la de Tórbole: en ambas demostró ser un pastor de almas celoso y caritativo.
Además de la enseñanza, se dedicó a la obra catequística diocesana, contribuyendo en gran medida a la formación de los catequistas en las parroquias ciudadanas y a la habilitación de los maestros para la enseñanza de la religión en las escuelas públicas. Fue particularmente valiosa su aportación a la Acción católica, de 1921 a 1926, como consiliario de la junta diocesana. Eran tiempos difíciles para la asociación, que encontró en él un guía sabio y apreciado.
Entre los diversos encargos que don Moisés desempeñó en la curia, figuran: miembro del tribunal eclesiástico, examinador sinodal, censor de libros y canónigo de la catedral.
En 1926 fue nombrado rector del seminario. Fueron años difíciles a causa de algunas incomprensiones con sus colaboradores, que lo consideraban demasiado bueno con los seminaristas; pero su dedicación a la obra educativa de los futuros sacerdotes fue total.
En su primera homilía como rector indicó a los seminaristas el camino de la santidad, siguiendo tres grandes amores: la Eucaristía, la Virgen Inmaculada y el Papa.
Tras una breve enfermedad, sobrellevada con mansedumbre y humildad, murió el 28 de enero de 1930 en la clínica bresciana de los Hermanos de San Juan de Dios. Su cuerpo recibió sepultura en el cementerio de su ciudad natal, pero, al ir aumentando su fama de santidad, fue trasladado a la iglesia parroquial, donde actualmente se custodia y venera.
En 1963 se introdujo su causa de canonización. En abril de 2003 se reconocieron sus virtudes heroicas. El 19 de diciembre de 2005 Benedicto XVI aprobó el decreto referente al milagro en favor de don Giovanni Flocchini, que había sido alumno del nuevo beato.

Si usted tiene información relevante para la canonización del Beato Moisés, comuníquese a: Santuario delle Grazie Via Grazie, 13
25122 Brescia, ITALIA Reproducido con autorización de
Vatican.va

San Juan, abad
En el monasterio de Réome, en el territorio de Langres, en Neustria (hoy Francia), san Juan, presbítero, varón devoto de Dios, que presidió durante tiempo una comunidad monástica según la Regla de san Macario (c. 554).


San Jacobo, eremita
Conmemoración de san Jacobo, eremita en Palestina, que se escondió largo tiempo en una tumba para llevar vida penitente (s. VI).


Santos Agata Lin Zhao, Jerónimo Lu Tingmei y Lorenzo Wang Bing, catequistas mártires
En la ciudad de Maokou, en la provincia de Guizhou, en China, santos Agata Lin Zhao, virgen, Jerónimo Lu Tingmei y Lorenzo Wang Bing, mártires, que, siendo catequistas, en tiempo del emperador Wenzongxian fueron denunciados como cristianos y condenados a ser decapitados (1858).

38885 > Santi Agata Lin Zhao, Gerolamo Lu Tingmei e Lorenzo Wang Bing Martiri 28 gennaio MR


92683 > Beato Bartolomeo Aiutamicristo da Pisa Religioso Camaldolese 28 gennaio MR


91756 > San Carlomagno Imperatore 28 gennaio


91871 > Sant' Emiliano di Trevi Vescovo 28 gennaio


31100 > Beata Gentile Giusti Madre 28 gennaio


91627 > San Giacomo Eremita in Palestina 28 gennaio MR


93938 > Beato Giovanni de Medina Mercedario 28 gennaio


38860 > San Giovanni di Reome Abate 28 gennaio MR


38870 > San Giuliano di Cuenca Vescovo 28 gennaio MR


38880 > Beato Giuliano Maunoir Sacerdote gesuita 28 gennaio MR


33800 > San Giuseppe Freinademetz Missionario 28 gennaio MR


38890 > Beata Maria Luisa Montesinos Orduna Vergine e martire 28 gennaio MR


94967 > San Meallan di Cell Rois 28 gennaio


90655 > Beata Olimpia (Olha Bidà) Religiosa e martire ucraina 28 gennaio MR


22550 > San Tommaso d'Aquino Sacerdote e dottore della Chiesa 28 gennaio (e 7 marzo) - Memoria MR


95431 > San Valerio (Valero) di Saragozza Vescovo 28 gennaio

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”





  • Tero1 - Cpia
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    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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  • Meus endereços:
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