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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

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Em defesa da Vida e da Família (e outros assuntos…)- 29 de Janeiro de 2013

 

Católicos Fiéis à Tradição

A maior "Marcha pela Vida" da história dos EUA

Posted: 28 Jan 2013 08:37 AM PST

Milhares de pessoas, na sua maioria jovens, marcharam contra o aborto na capital americana, Washington D.C., na última sexta-feira, 25/01. A Marcha pela vida, que marcou os 40 anos da aprovação da lei Roe x Wade - julgamento que legalizou o aborto nos EUA - aconteceu cinco dias após a posse do presidente Barack Husseim Obama, notório defensor do aborto. Estima-se que mais de 600 mil manifestantes tenham participado da Marcha, que contou com o apoio de inúmeras instituições, inclusive com o do Santo Padre Bento XVI.

“Uno-me à distância a todos os que se manifestam pela vida, e rezo para que os políticos protejam ao não-nascido e promovam a cultura da vida", declarou o Papa através de sua conta no Twitter.

Sob baixa temperatura e neve, os pró-vida percorreram várias ruas até finalmente chegarem à Corte Suprema dos Estados Unidos. Portando cartazes e proferindo preces espontâneas, as centenas de milhares de pessoas expuseram claramente o seu sim à vida. Durante todo o percurso, marcado por hinos e muita música, era possível ver dezenas de faixas com as seguintes palavras: “40 Anos = 55 milhões de bebês mortos como produto do aborto”. Foi a maior marcha pró-vida realizada em solo americano desde o seu surgimento em 1973.

Além dos manifestantes, importantes figuras públicas do país estiveram na Marcha, como o ex-presidenciável do Partido Republicano, Rick Santorum. Junto a sua mulher e quatro dos seus oito filhos, o político pediu o fim do aborto no país. “Um dia nós estaremos aqui e triunfaremos, porque o amor e a verdade sempre triunfam”, afirmou Santorum. O teólogo Scott Hahn, autor do livro “O Banquete do Cordeiro” e professor da Universidade Franciscana de Steubenville, também esteve presente na manifestação. Durante seu depoimento, o teólogo afirmou que “a Marcha pela Vida é a maior expressão de solidariedade cristã e em especial para os católicos americanos, que vem aqui e expressam a nossa convicção sobre a santidade da vida”.

O aborto tornou-se legal nos Estados Unidos depois do julgamento do caso Roe x Wade, no qual a personagem principal, Norma McCorvey - a “Jane Roe” - exigia o direito a abortar seu filho, após supostamente ter sido estuprada. Anos mais tarde, a notória ativista viria a desmentir o alegado e revelar que tudo não passava de uma farsa montada por pressão de seus advogados para conseguirem legalizar o aborto nos EUA. Hoje, McCorvey milita a favor da vida e teve destaque nas eleições passadas, quando gravou vários vídeos contra a candidatura do presidente Obama. Desde a aprovação, calcula-se que os EUA tenham permitido o abortamento de mais de 50 milhões de bebês.

Apesar dos números, a causa abortista vem perdendo força a cada ano. A Revista Time, na sua edição de 04/01, publicou uma enorme matéria sobre a derrocada da agenda abortista nos EUA. Conforme a reportagem, “em muitas partes do país, atualmente, recorrer a um aborto é mais difícil que em muitos lugares desde a década de 1970”. Além disso, segundo um artigo do professor de Ciência Política da Universidade Michigan, Michael J. New, a respeito da cobertura da imprensa americana sobre os 40 anos da aprovação do aborto - publicado na revista National Review - a mídia americana não teve como esconder o pessimismo sobre a causa do aborto, especialmente devido à falta de engajamento dos jovens. De acordo com jornais como The New York Times e Washington Post, a juventude americana está cada vez mais pró-vida. A própria Nancy Keenan, importante feminista já aposentada, admitiu a preocupação quanto ao futuro do chamado movimento “pró-escolha” devido ao desinteresse dos jovens pela causa.

Embora a mídia de outros países, como a brasileira, tenha dado pouca atenção à Marcha pela Vida realizada nos EUA, o Presidente da Pontifícia Academia para a Vida, Dom Ignacio Carrasco de Paula, acredita que essa manifestação estadunidense tenha uma importância fundamental para luta contra o aborto nas demais nações. De acordo com o prelado, eventos como estes que “estão a favor da vida humana desde a concepção até a morte natural, converteram-se em uma importante referência histórica para outros católicos ao redor do mundo”. De fato, o movimento pró-vida tem crescido em inúmeros outros países. Prova disso foram as majestosas marchas contra o casamento gay realizadas na França no começo do mês e as marchas contra o aborto na Irlanda, tidas como as maiores manifestações populares dos últimos 20 anos.

Ao final da Marcha, o presidente do Movimento Pró-vida americano, Chris Smith, fez um forte discurso dirigido ao presidente Barack Obama. “Saiba disso”, disse Smith a Obama, “o movimento pró-vida é composto de pessoas nobres, zelosas, inteligentes e altruístas. É extremamente poderoso, não violento, cheio de fé, luta pelos direitos humanos e está crescendo em apoio popular, intensidade, compromisso e esperança. Somos a geração que vai abolir a lei do aborto”, encerrou o ativista pró-vida.

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Deus lo vult!: “Atenção: Ministério da Saúde orienta como fazer aborto usando Cytotec!” e mais 1 novidades


Atenção: Ministério da Saúde orienta como fazer aborto usando Cytotec!

Posted: 28 Jan 2013 10:15 AM PST

[Publico na íntegra esta importante nota do Brasil Sem Aborto, denunciando um folheto do Ministério da Saúde que ensina a fazer aborto com Cytotec. A foto do citado folheto foi publicada no perfil da entidade no Facebook, e a dra. Lenise Garcia - presidente do movimento - o tem em mãos. Não veiculamos a íntegra do documento por razões óbvias: não temos interesse em divulgar o conteúdo de uma cartilha que ensina como fazer um aborto.

Quando a idéia de redução de danos para aborto ilegal foi aventada pelo governo brasileiro, nós protestamos aqui. E repetimos o nosso repúdio a esta agenda abortista que avança às escuras, de maneira sub-reptícia, por debaixo dos panos e longe do olhar crítico da sociedade brasileira. Fazemos coro à nota: em tempos de transparência, causa espécie que certas coisas ainda sejam conduzidas no subterrâneo da política.]

Nota do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida
(Brasil Sem Aborto)

Ministério da Saúde orienta como fazer aborto usando Cytotec

protocolo-misopostrol-redz

No apagar das luzes de 2012, o Ministério da Saúde mandou imprimir uma cartilha com o título “Protocolo Misoprostol”, com as instruções para o uso desse medicamento abortivo, mais conhecido pela marca Cytotec, cuja comercialização é proibida no Brasil. O responsável pela publicação é o Departamento de Ações Programáticas Estratégicas da Secretaria de Atenção à Saúde e o texto também se encontra disponível na Biblioteca Virtual do Ministério.

Contrariamente ao que é habitual em publicações governamentais, não há, em todo o folheto, nome de qualquer autor ou responsável.

O folheto aparenta destinar-se a público especializado, para a realização do dito “aborto legal” e outros usos. Em sua página 2, explicita: “apresentamos a seguir o Protocolo para Utilização de Misoprostol em Obstetrícia, em linguagem técnica, dirigido a profissionais de saúde em serviços especializados”. Entretanto, alguns aspectos chamam a atenção.

- A 1ª edição tem uma tiragem de 268.108 exemplares, sendo que dados recentes publicados no site da FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) indicam que há no Brasil 22.815 médicos em atividade nessa área. A publicação ultrapassa, portanto, em mais de dez vezes, o número de profissionais aos quais teoricamente se destinaria.

- Contrariamente ao que é habitual em protocolos para atuação médica, o uso de Misoprostol não é comparado a outros medicamentos ou técnicas que seriam possíveis na mesma situação. Por exemplo, indica-se a dose e modo de uso para “indução do parto com feto vivo”, uma utilização não aceita pela FDA (Food and Drug Administration) americana, e para a qual existem alternativas. Os próprios fabricantes do Misoprostol alertaram para o risco de ruptura uterina quando ele é usado como indutor do parto.

- Ao contrário do que se diz na apresentação, a linguagem do folheto, especialmente em sua segunda parte, quando trata do uso, é sintética e direta, facilmente compreensível por público leigo. Praticamente se restringe às doses a serem utilizadas para o“esvaziamento uterino” no primeiro, segundo e terceiro trimestres da gestação.

Assim, mais do que ao médico que precisa tomar decisões de tratamento, o folheto parece dirigir-se a pessoas que já conseguiram ou pretendem conseguir clandestinamente a droga e tem dúvidas sobre como utilizá-la para realizar o aborto. Já em junho de 2012 a mídia brasileira noticiou que o Ministério da Saúde estaria preparando uma cartilha para a mulher que decidisse abortar.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2012/06/07/governo-prepara-cartilha-para-mulher-que-decide-abortar.htm

Quando o assunto veio a público, o Ministério da Saúde apressou-se a desmentir que estivesse trabalhando nessa política de “redução de danos”. Entretanto, a publicação desse folheto aponta novamente na mesma direção.

A Dra Lenise Garcia foi pessoalmente protagonista de um curioso fato envolvendo essa negativa do Ministério. Ela foi entrevistada pela TV Brasil, conjuntamente com o Dr. Thomas Gollop, no dia 12/06/2012, em vídeo que pode ser visto aqui:

http://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbrasil/video/28470/

No início da entrevista, o Dr. Gollop nega qualquer envolvimento do Ministério da Saúde nessa política de“redução de danos”, pois a cartilha estaria sendo elaborada pelo “grupo de estudos sobre o aborto” da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Entretanto, publicações desse grupo de estudos indicam a sua fonte de financiamentos: “O GEA não é uma organização não-governamental e não tem verbas próprias. Conta com o apoio do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e seu foco é capilarizar a discussão do tema do aborto sob o prisma da Saúde Pública e retirá-lo da esfera do crime”. Fonte:

http://www.aads.org.br/gea/documentos/GEA_folheto_apresentacao.pdf

Além disso, a reunião estava marcada para acontecer no prédio do Ministério da Saúde, tanto que, ao ser convidada para a entrevista, a Dra Lenise foi informada de que esta ocorreria, às 8h00, em frente ao Ministério. Na noite anterior, recebeu um telefonema urgente da TV Brasil mudando o local da entrevista para o hotel em que estava hospedado o Dr. Gollop.

Em tempos de transparência, e diante do compromisso assumido na época eleitoral pela nossa presidente Dilma Rousseff de que o Executivo não trabalharia para a implantação do aborto no Brasil, os fatos mostram forte contradição entre as aparências e a realidade.

Brasília, 28 de Janeiro de 2013.

Lenise Garcia
Presidente

Jaime Ferreira Lopes
Vice-Presidente

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Retirado do site:

Sobre o Sinal da Cruz

Posted: 28 Jan 2013 12:00 AM PST


“Caríssimos irmãos e irmãs em Cristo, hoje trazemos um artigo sobre a prática litúrgica do sinal-da-cruz, tanto dentro como fora da Santa Liturgia e da Santa Missa (ML)”

São Paulo (Quarta-feira, 28-07-2010, Gaudium Press) Neste artigo especial para a Gaudium Press, um de nossos colaboradores, Inácio Almeida, viaja entre os séculos, e aborda a importância do sinal da cruz, mostrando como diversas e importantes figuras históricas se valiam do sinal, o dístico do cristão, em momentos de perigo, de decisão e na iminência da morte, como forma de alcançar a serenidade necessária em momentos cruciais.

Outrora, em Besra na Idumeia, ocupava o trono Episcopal São Julião. Este santo tinha uma alma cheia de zelo e piedade, não media esforços para trazer ao redil de Nosso Senhor Jesus Cristo as ovelhas tresmalhadas daquele rebanho.

Entretanto, alguns influentes habitantes desta cidade, descontentes com o progresso da fé, tomaram a resolução de envenenar este santo homem de Deus. Para isto, subornaram o próprio criado do Bispo. O infeliz aceitou e recebeu deles a bebida envenenada. Divinamente de tudo avisado, o Santo diz ao criado:

"-Vai, e da minha parte, convida para o meu jantar de hoje os principais habitantes da cidade".

São Julião bem sabia que entre eles estariam os culpados. Todos acedem ao convite. Num dado momento, o Santo Bispo sem acusar ninguém, lhes diz com doçura evangélica:

"-Visto quererem envenenar o humilde Julião, eis que diante de vós passo a beber o veneno".

Fez então três vezes o Sinal da Cruz sobre a taça, dizendo: "Eu te bebo em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo".

Em seguida, bebeu o veneno até a última gota e, ó milagre Divino, São Julião não sentiu o menor mal. Seus inimigos, diante de tal prodígio, caíram de joelhos a seus pés e lhe pediram perdão.

De onde vem a força deste simples gesto? Qual a sua origem? Em que momentos devemos fazê-lo?

Este Sinal Divino, sempre foi considerado como um mestre sábio e conciso, pois resume em si, de modo simples e didático, os dois principais mistérios de nossa fé que são a Unidade e Trindade de Deus e a Encarnação, Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Entretanto, nos dias de hoje, poucos são os que conhecem tudo o que contém, tudo o que ensina, tudo o que opera de sublime, de santo e de divino, e em consequência, de soberanamente proveitoso às almas, esta fórmula tão antiga como a Igreja. Os primeiros cristãos faziam o Sinal da Cruz a cada instante. Assim afirma São Basílio: "Para os que põem sua esperança em Jesus Cristo, fazer o Sinal da Cruz é a primeira e mais conhecida coisa que entre nós se pratica".

Vejamos o exemplo de Santa Tecla, ilustre por nascimento, mais ainda ilustre pela fé:

"Agarrada pelos algozes, é conduzida à fogueira, faz o Sinal da Cruz, entra nela a passo firme e fica tranquila no meio das chamas".

Imediatamente cai do céu uma torrente de água, e o fogo é apagado. E a jovem heroína sai da fogueira sem ter queimado um só fio de cabelo. À maneira desta mártir que ao caminhar para o último suplício não deixava de se fortalecer pelo Sinal da Cruz, os verdadeiros Cristãos dos séculos passados recorriam sempre a este sinal consolador para suavizar suas dores e santificar sua morte.

Façamos um rápido passeio pelos séculos e paremos um instante em Aix la Chapelle para assistir à morte do grande imperador:

"... No dia seguinte, logo ao amanhecer, Carlos Magno estando bem consciente do que devia fazer, estendeu a mão direita e enquanto pôde, fez o Sinal da Cruz na fronte, no peito e no restante do corpo."

Voemos à bela França do século XIII para darmos a palavra ao Príncipe de Joinville, biógrafo e amigo de São Luís IX:

"-À mesa, no conselho, no combate, em todas as suas ações, o rei começava sempre pelo Sinal da Cruz".

Agora estamos diante de Bayard, o cavaleiro sem medo e sem mácula. Vemo-lo ferido de morte, deitado à sombra de um grande carvalho fazendo o seu último gesto que foi um grande Sinal da Cruz feito com sua própria espada.

Em 1571, D. João D'Áustria, antes de dar o sinal de ataque na Batalha de Lepanto em que se decidia o futuro da cristandade, fez um grande e lento Sinal da Cruz repetido por todos os seus capitães e a vitória logo se fez esperar. Por estes e outros exemplos, vemos quão poderosa oração é o Sinal da Cruz. De quantas graças nos enriquece ele, e de quantos perigos preserva nossa frágil existência.

Quando devemos fazer o Sinal da Cruz

Mas... Quando devemos fazer o Sinal da Cruz? Tertuliano nos responde:

"A cada movimento e a cada passo, ao entrar e ao sair de casa, ao acender as luzes, estando para comer, ao deitar e ao levantar, qualquer que seja o ato que pratiquemos ou o lugar para onde vamos, sempre marcamos nossa fronte com o Sinal da Cruz."

E de todas as práticas litúrgicas, o Sinal da Cruz é a principal, a mais comum, a mais familiar. É a alma das orações e das bênçãos. A Santa Igreja em suas cerimônias, em nenhuma delas deixa de empregá-lo. Começa, continua, e tudo termina por este sinal. Ao destinar para o seu próprio uso a água, o cálice, o altar e também aquilo que pertence aos seus filhos como as habitações, os campos, os rebanhos. De tudo toma posse pelo Sinal da Cruz.

A primeira coisa que faz sobre o corpo da criança ao sair do seio materno, e a última, quando já na ancianidade, o entrega às entranhas da Terra, é ainda este Divino Sinal. O que dizer da Santa Missa que é a ação por excelência? A Esposa de Cristo mais do que nunca o multiplica... O sacerdote, no decurso da celebração, ao abrir os braços imitando o Divino crucificado, não é o seu corpo o próprio Sinal da Cruz vivo? Também diante das tentações, nós devemos fazer uso deste sinal libertador. Ouçamos o que nos diz Orígenes:

"É tal a força do Sinal da Cruz, que se o colocardes diante dos olhos e o guardares no coração, não haverá concupiscência, voluptuosidade ou furor que possa resistir-lhe. À vista dele desaparece todo o pecado."

E ao findar o dia, se a fadiga e os fracassos da jornada levarem a vossa alma para o desânimo ou até o desespero. Ouçamos o que nos aconselha o sábio Prudêncio: "Quando ao convite do sono, deitares em teu casto leito, fazeis o Sinal da Cruz sobre a fronte e sobre o coração, a cruz te preservará de todo o pecado. Santificada por este Sinal, a tua alma não vacilará".

Mas para alcançarmos tão preciosos benefícios, é mister que façamos o Sinal da Cruz bem feito e com firmeza. A devoção, a confiança, o respeito e a regularidade devem acompanhar o movimento de nossa mão.

Meditando nas palavras pronunciadas, devemos pensar em Deus Padre, Deus Filho e no Espírito Santo. Além disto, tocando com a mão direita no centro da testa, devemos ter a intenção de consagrar ao Senhor a nossa inteligência, os nossos pensamentos; tocando o peito, consagrar-lhe o nosso coração, os nossos afetos e tocando os ombros, todas as nossas obras.

Porém não permitamos que o respeito humano nos impeça de manifestar pública e abertamente o Sinal da Cruz, pois se hoje uma grande parcela de nossa sociedade está afundada na impiedade e no materialismo, a necessidade que temos de fazer uso deste augusto Sinal é cada vez maior. Este estandarte divino que salvou o mundo é dotado de força para salvá-lo ainda. E, fazendo eco as palavras dos padres e doutores da igreja, concluímos:

Salve ó Sinal da Cruz! Estandarte do grande Rei, troféu imortal do Senhor, Sinal de vida, salvação e bênção. És nossa poderosa guarda que em vista dos pobres é de graça e por causa dos fracos não exige esforço. És a tácita evocação de Jesus crucificado, monumento da vitória do Divino Redentor. Teus efeitos são largos como o universo, duradouros como os séculos. Tua eloquência dissipa as trevas, aclara os caminhos. És a honra da fronte, a glória dos mártires, a esperança dos cristãos. És enfim, o fundamento da Igreja.

Principais fontes: O Sinal da Cruz de Monsenhor Gaume; Catecismo da Igreja Católica; e o Dicionário de Liturgia.

Por Inácio Almeida


Créditos ao blog: movimentoliturgico.com.br

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El lugar de encuentro de los católicos en la red

Creo en Dios
Creer implica adhesión, acogida y obediencia; es un acto personal, una respuesta libre.
Autor: SS Benedicto XVI | Fuente: Catholic.net

Resúmen de la catequesis semanal de SS Benedicto XVI por el Año de la Fe, 16 enero 2013
Queridos hermanos y hermanas:
La catequesis de hoy está dedicada al primer artículo del Credo: «Creo en un solo Dios», una afirmación fundamental, que parece sencilla pero que encierra un inmenso tesoro.
Creer implica adhesión, acogida y obediencia; es un acto personal, una respuesta libre.
Decir «creo» supone un don que se nos da y una responsabilidad que aceptamos; es una experiencia de diálogo con Dios que, por amor, nos habla como amigos.
Como enseña el Catecismo de la Iglesia católica: "La fe es un acto personal: es la respuesta libre del hombre a la iniciativa de Dios que se revela a sí mismo" .
"La fe es la certeza de lo que se espera, y prueba de lo que no se ve" (11,1). Los ojos de la fe son por lo tanto capaces de ver lo invisible y el corazón del creyente puede esperar más allá de toda esperanza, al igual que Abraham, de quien Pablo dice en la Carta a los Romanos que "creyó, esperando contra toda esperanza" (4,18).
¿Cómo escuchar su voz?
Fundamentalmente en la Escritura, que nos habla de fe y nos narra una historia en la que el Señor cumple su proyecto de redención, a través de personas que creen y confían.
Una de ellas es Abrahán, nuestro padre en la fe, porque es capaz de salir de su tierra, confiando sólo en Dios y en su promesa.
A pesar de ver su cuerpo deteriorado y a su mujer anciana, y de vivir siempre como extranjero en una tierra habitada por otros, espera contra toda esperanza; por ello recibe la bendición de Dios, llena de vida y fecundidad, para hacer de él un gran pueblo.
Para nosotros, Abrahán es ejemplo de libertad ante la opinión corriente, ante el juicio del mundo que busca un éxito aparente; Abrahán nos invita a responder también a Dios con un acto de confianza, que trasforme nuestra vida.
Cuando decimos: "Creo en Dios", decimos como Abraham: "Yo confío en Tí; confío en Tí, Señor", pero no como en Alguien a quien recurrir solo en los momentos de dificultad o a quien dedicar algún momento del día o de la semana.
Decir "Creo en Dios" significa fundamentar en Él mi vida, dejar que su Palabra la oriente cada día, en las opciones concretas, sin temor de perder algo de mí mismo.
Decir "Creo en Dios" nos impulsa, por lo tanto, a partir, a salir de nosotros mismos continuamente, al igual que Abraham, para llevar en la realidad cotidiana en que vivimos, la certeza que nos viene de la fe: la certeza, es decir, de la presencia de Dios en la historia, aún hoy; una presencia que da vida y salvación, que nos abre a un futuro con Él en pos de una plenitud de vida que nunca conocerá el ocaso.

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El lugar de encuentro de los católicos en la red

Tema Actual

Cadena de amor
Uno se puede dejar contagiar de la agresividad que nos rodea, o puede sembrar amabilidad
Autor: Padre Llucià Pou Sabaté | Fuente: www.autorescatolicos.org

Dicen que un joven iba por carretera en coche, cuando vio a una señora de edad avanzada, fuera de un coche parado, al lado de la carretera. Llovía fuerte y oscurecía, y al verla necesitada, detuvo su coche y se acercó. La señora al verle vestido pobremente tuvo miedo, y el joven le dijo: "Estoy aquí para ayudarla, señora, no se preocupe. ¿Por qué no entra en el coche que estará mejor? Me llamo Renato". Ella tenía una rueda pinchada y Renato la cambió... la mujer le contó que estaba de paso, y que se encontraba perdida en aquel lugar, sin saber qué hacer, y no sabía cómo agradecer la preciosa ayuda; preguntó qué podía pagarle. Renato respondió: "Si realmente quisiera pagarme, la próxima vez que encuentre a alguien que precise de ayuda, déle a esa persona la ayuda que ella necesite y acuérdese de mí"...
Algunos kilómetros después, la señora se detuvo en un restaurante más bien pobre. La camarera era joven, muy amable, le trajo una toalla limpia para que secase su cabello y le dirigió una dulce sonrisa... estaba con casi ocho meses de embarazo, le notó cierta preocupación en su cara, y quedó curiosa en saber cómo olvidaba sus problemas para tratar tan bien a una extraña, y le dio pena que trabajara hasta tan tarde, en esas condiciones. Entonces se acordó de Renato. Después que terminó su comida, se retiró...
Cuando la camarera volvió notó algo escrito en la servilleta, en la que había 4 billetes de 500 euros... Leyó entre lágrimas lo que decía: - "Tú no me debes nada, yo tengo bastante. Alguien me ayudó hoy y de la misma forma te estoy ayudando. Si tú realmente quisieras reembolsarme este dinero, no dejes que este círculo de amor termine contigo, ayuda a alguien". Aquella noche, cuando fue a casa, cansada, pensaba en el dinero y en lo que la señora dejó escrito... ¿Cómo pudo esa señora saber cuánto ella y el marido precisaban de aquel dinero? Con el bebé que estaba por nacer el próximo mes, todo estaba difícil... Quedó pensando en la bendición que había recibido, y que últimamente estaba enfadada con su situación y que las cosas no iban bien con su marido; cambió su cara y dibujó una gran sonrisa... Agradeció a Dios y besó a su marido con un beso suave y susurró: -"Todo estará bien: ¡te amo... Renato!"
En la película "Cadena de Favores" vemos esta idea: un niño inicia un movimiento que sugiere que alguien haga un favor grande a tres personas; cada una de esas tres personas ayudará a otras tres, y así sucesivamente, hasta llegar a un nivel donde el incremento geométrico de favores y buenas intenciones logren mejorar el lamentable estado en el que está el mundo. El niño entonces procede a ayudar a quienes más cerca están de el, sin darse cuenta de la extensión de las consecuencias que sus actos conllevan. Efectivamente, uno se puede dejar contagiar de la agresividad que nos rodea, o puede sembrar amabilidad. Uno puede ir a la suya, y construir su destino, o bien hacer el bien, y ayudar a todo el que te necesite.
La vida es algo misterioso, y la historia de Renato sería una cursilada si no fuera porque experimentamos que en nuestras vidas muchas veces es realmente así... en la medida que hagamos a los demás, ellos harán con nosotros; la vida es un espejo... ciertas "casualidades" nos hacen ver que todo lo que uno da, ¡vuelve a uno! Es como si hubiera un espejo que funciona con lo que expresamos; si damos odio nos vuelve odio, si lo que damos a los demás es amor, también lo recibimos. ¿Siempre? Porque a veces parece que no recibimos lo que damos: en realidad lo recibimos siempre, pero de otro modo, pues el fruto más importante de nuestras acciones ya ha crecido en nuestro interior, aunque fuera no germine aparentemente; aunque no siempre se ven los resultados, aún así vale la pena.
La gran estafa de la vida, el engaño, es cuestión de verbos, decía S. Tamaro: "Desde el nacimiento nos enseñan que la vida está hecha para construir y en cambio no es cierto. No es cierto porque aquello que se construye tarde o temprano se derrumba, ningún material es tan fuerte como para durar eternamente. La vida no está hecha para construir, sino para sembrar. En el largo trayecto, desde la hendidura del comienza hasta la del final, pasamos y esparcimos la simiente. Acaso jamás la veamos nacer, porque, cuando brote, nosotros ya no estaremos. No tiene ninguna importancia. Importante es dejar tras de sí algo en condiciones de germinar y crecer".
La regla de oro siempre es la del Evangelio: hacer a los demás lo que queremos que hagan con nosotros, sabiendo que hay más alegría en dar que en recibir.

Post colocado em

29-1-13  -  18H40

 

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1545-3 - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA (42) - 29 de Janeiro de 2013



Nº 1545 - (3)

Desejo a continuação de

BOM ANO DE 2013
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Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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SANTO ADRIANO III
 
Santo Adriano III

Santo Adriano III

(884-885)

Tinha o nome de Agapito, mas quando ascendeu ao pontificado em 19 de maio de 884 resolveu mudá-lo para Adriano (o terceiro papa do mesmo nome), seguindo o que já tinha sido feito pelo papa João II (533-535), que antes da eleição se chamava Mercúrio e foi o primeiro a adoptar esta mudança de nome que, mais tarde, todos os papas seguiram.
Viveu em contínuo sobressalto no seu breve pontificado, pois a luta dos diversos ducados italianos permitia a ameaça continua dos sarracenos.
Resistiu aos pedidos de Basílio, imperador de Bizâncio, a favor do patriarca Fócio, já excomungado, e foi duro nas relações com o Sacro Império Romano-Germânico, contrariando Carlos, o Gordo,que pretendia que fosse necessária a sua autorização para a eleição de um papa.
Perante a insistência, aceitou o convite para ir à Dieta de Worms, convocada por Carlos, o Gordo, para resolver a sucessão ao trono imperial.
Adriano partiu para França e em Nonantole, perto de Modena, faleceu, sendo sepultado no mosteiro da cidade.
Pouco tempos depois da sua morte foi proclamado santo, mas a sua canonização foi impugnada, até que em 2 de Dezembro de 1891, o seu culto foi reconhecido pelo papa Leão XIII, que decretou que em todos os dias 7 de Setembro se celebrasse uma missa dupla, pelos clérigos de Roma e de Módena.
 
 

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ESTÊVÃO V


Estevão V (VI)

Estêvão V
(885-891)
 
Foi escolhido por consenso unânime do clero e do povo em 14 de Setembro de 885, mas a sua eleição provocou o desagrado do imperador Carlos, o Gordo, por não ter sido previamente consultado, e que chegou a tentar destitui-lo, desistindo, porém, dos seus intentos, por não se ver apoiado.
Estevão V, contudo, teve grande abnegação em aceitar o pontificado, pois os celeiros da cidade estavam vazios e o tesouro da Igreja esgotado, vendo-se, por isso, impossibilitado de dar os habituais donativos ao clero e escolas de Roma e de acudir ao povo faminto.
Sem olhar a tanta miséria, os duques de Salerno e Cápua continuavam a discutir os territórios da Santa Sé, enquanto os sarracenos aproveitavam, para assolar o Lácio e a Etrúria.
Não sabendo a quem pedir ajuda, Estevão IV (ou V) recorre ao antigo adversário do pontificado, o duque de Espoleto, que, vendo na agonia o antigo Império carolíngio e pensando, talvez, substitui-lo, acode a enfrentar e a aniquilar a ameaça sarracena. Com efeito, morto o imperador Carlos, o Gordo, Guido, duque de Espoleto, consegue ser eleito rei de Itália e obtém a coroa imperial.
Entretanto, em Bizâncio, apoiado pelo imperador Basílio, Fócio continua a atacar Roma por meio de cartas e escritos eivados de sofismas, pretendendo separar a Igreja bizantina da jurisdição do bispo de Roma e continuou até que morre o imperador e se vê compelido a abdicar e a recolher a um convento.
Amante das artes, deu um grande impulso ao desenvolvimento artístico.
Também aboliu as provas pelo fogo e pela água, os orálios, porqwue considerava que tentavam Deus.
Estevão V faleceu, completamente pobre, pois até os próprios bens familiares despendeu para ajudar os necessitados.
 

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FORMOSO


Formoso

Formoso
(891-896)
 
O papa Nicolau I tinha grande confiança no seu zelo e na sua habilidade e assim, quando o príncipe Boris, da Bulgária, enviou uma embaixada a Roma, em 866, para discutir questões papais, Nicolau I indicou Formoso e o bispo Paulo de Populónia como seus legados para a Bulgária. Formoso agradou de tal modo na corte búlgara que Boris pediu a Nicolau I, em 867, que o indicasse como bispo da Bulgária, mas Nicolau I não cedeu porque os cânones proibiam um bispo de deixar a sua própria Sé, para tomar o governo de outra diocese.
Boris não desistiu e, mais tarde, fez o mesmo pedido a Adriano II, mas sem resultado.
Em 869, Adriano II enviou Formoso, com outro bispo, a França para ajudar os bispos locais numa disputa doméstica entre o rei Lotário e sua esposa Teutberga.
Pela morte do imperador Lotário e as regras de sucessão, Formoso foi enviado com o bispo Gauderico de Velletri, a Trento, em 872, onde a imperatriz Engelberga e Luís, o Alemão, discutiam a questão da sucessão.
Quando foi eleito papa, João VIII mostrou confiança em Formoso e na morte de Luís II enviou-o a França para convidar Carlos, o Calvo, para ir a Roma ser coroado.
No séquito do papa, muitos viam com desaprovação a coroação de Carlos e fugiram temendo o castigo, entre eles, Formoso.
Perante a fuga, João VIII reúne um sínodo e condena Formoso com o fundamento de que aspirando ao arcebispado da Bulgária tinha abandonado a sua diocese sem permissão papal. Num segundo sínodo, em 30 de Junho, aparecem novas acusações a Formoso; que despojara os claustros de Roma; que tinha executado serviço divino apesar de interdito; que tinha conspirado com diversos homens iníquos e com mulheres para destruição da Sé papal e por isso o excluíam do clero. Tais acusações dirigidas a um homem religioso, moral, ascético, intelectual só podem ser entendidas como ditadas por espírito partidário.
A sua deposição foi confirmada no Sínodo de Troyes e João VIII obrigou-o a jurar que, no futuro, não voltaria a Roma e seria sempre leigo.
Nos anos seguintes, Formoso esteve em Sens, até que o novo papa, Marinho II, sucessor de João VIII, o libertou do juramento, fê-lo voltar a Roma e em 883 restaurou-o na sua diocese de Portus.
Em 6 de Outubro de 891, foi elevado a pontífice devido á sua acção nas legações eclesiásticas, desde o pontificado de Nicolau I, e por ser considerado um bispo de grande santidade e costumes exemplares.
Na altura em que foi eleito, duas facções disputavam a primazia em Roma; a dos filo germânicos e a dos que preferiam o rei franco.
Temendo as consequências desta luta,. Formoso julgou que a solução seria passar o reino de Itália para as mãos de um terceiro. nesse sentido, enviou cartas e legações a Arnolfo da Baviera, mas tanto o rei franco como a ambiciosa rainha longobarda, Ageltrudes, não se mostraram dispostos a aceitar esta solução.
Depois de algumas tentativas frustradas, Arnoldo da Baviera dirige-se à frente de um grande exército, para Roma, onde o diácono Sérgio, com auxilio de alguns nobres, prende o papa e prepara-se para defender a cidade. Tudo era comandado pela rainha Ageltrudes, que conseguira pôr do seu lado os francófilos, contra os invasores, mas Arnolfo, com um  exército poderoso, entrou na cidade e libertou o papa, que o coroou imperador , com o aplauso da população. Porém, acometido de paralisia, Arnolfo vê-se obrigado a regressar à Alemanha.
Pouco depois, morria Formoso (talvez envenenado).
Dotado de invulgares qualidades , austero, virtuoso e culto, a firmeza do seu carácter criou-lhe muitos adversários.
Foi sepultado no vaticano e os seus restos mortais, seriam mandados exumar, oito meses depois, por um ato sacrílego de Estevão VI.
 
 
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Continua:…
Post colocado em 29-1-2013 – 10H15
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1545-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - NÚMEROS (10) - 29 de Janeiro de 2013

2013

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Nº 1545

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1080 páginas… sejamos optimistas.
NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.


É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1545 - 2ª Página

29 de Janeiro de 2013


ANTIGO TESTAMENTO


N Ú M E R O S

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Mapa com a distribuição das 12 tribos de Israel

10 O Senhor disse a Moisés: «Faz para ti duas trombetas de prata que fabricarás de uma só peça; servir-te-ão para convocar a assembleia e para dar sinal de partida às divisões. Quando as tocarem, toda a assembleia se reunirá junto de ti, á entrada da tenda da reunião. Se só uma for tocada, os chefes de agrupamentos de Israel reunir-se-ão junto de ti. Quando tocardes com força, as divisões que acampam ao oriente pôr-se-ão em marcha. Quando pela segunda vez tocardes com força, as divisões acampadas ao sul, pôr-se-ão em marcha; a partida será determinada por um toque estridente; ao passo que, para convocar a assembleia não tocareis estridentemente. Os sacerdotes, filhos de Aarão, são quem tocará as trombetas. E isto servir-vos-á como instituição perpétua, em todas as gerações. Quando, então, sairdes à batalha contra o inimigo, que vos atacar no vosso país, tocareis com estridência as trombetas, recomendando-vos, assim, à lembrança do Senhor, vosso Deus, e sereis ajudados contra os vossos inimigos. E nos vossos dias de alegria, nas vossas solenidades e nas vossas neoménias, tocareis trombetas a fim de acompanhar os vossos sacrifícios de acção de graças; elas servir-vos-ão de memorial diante do vosso Deus. Eu sou o Senhor, vosso Deus». 

 

A partida do Sinai  -  No segundo ano, no vigésimo dia do segundo mês, a nuvem retirou-se de cima do tabernáculo do testemunho. Os filhos de Israel partiram do deserto do Sinai, segundo a sua ordem, e a nuvem parou no deserto de Faran. Foi a primeira vez que assim partiram, obedecendo à ordem do Senhor, transmitida por Moisés. A bandeira do acampamento dos filhos de Judá pôs-se em marcha em primeiro lugar, segundo as suas divisões. O seu chefe era Naasson, filho de Aminadab. A divisão da tribo dos filhos de Issacar, era comandada por Natanael, filho de Suar. E a divisão da tribo dos filhos de Zabulão, era comandada por Eliab, filho de Helon. Então, desmontado o tabernáculo, os filhos de Gerson e os de Merari, que o transportavam, puseram-se em marcha. Depois, pôs-se em marcha a bandeira do campo de Ruben, segundo as suas divisões, sendo conduzida por Elisur, filho de Sedeur; a divisão da tribo dos filhos de Simeão era conduzida por Salumiel, filho de Surisadai, e a divisão da tribo dos filhos de Gad, conduzida por Eliasaf, filho de Duel. Então avançaram os Caatitas, conduzindo os aprestos sagrados, de maneira que se tinham levantado o tabernáculo quando eles chegaram. A bandeira do campo dos filhos de Efraim pôs-se em marcha, segundo as suas divisões, conduzida por Elisama, filho de Amiud. A divisão da tribo dos filhos de Manassés era conduzida por Gamaliel, filho de Fadasur, e a divisão da tribo dos filhos de Benjamim, conduzida por Abidan, filho de Gedeão. Por fim, avançou a bandeira dos Danitas, a guarda da retaguarda de todos os campos, segundo as suas divisões, comandada por Aiezer, filho de Amisadai. A divisão da tribo dos filhos de Aser era comandada por Fagiel, filho de Ocran, e a divisão dos filhos de Neftali, comandada por Aíra, filho de Enan. Foi esta a ordem de marcha dos filhos de Israel, segundo as suas divisões, quando levantaram o acampamento. Moisés disse a Hobab, filho de Raguel, o madianita, sogro de Moisés. «Partimos para a região da qual o Senhor disse: «Eu vo-la darei». Vem connosco e serás feliz, porque o Senhor prometeu a felicidade a Israel». Hobab respondeu: «Não irei; é para a minha terra, para o lugar em que nasci, que quero ir». Moisés insistiu: «Peço-te que não n os deixes, porque conheces os lugares em que acampamos neste deserto e servir-nos-ás de guia. Ora, se nos acompanhares, repartiremos contigo a felicidade que o Senhor nos conceder». E caminharam durante três dias partindo do Monte do Senhor; a arca da aliança do Senhor foi à frente deles, durante três dias, para lhes indicar um sítio onde acampar. Entretanto a nuvem do Senhor pairava sobre eles, ao longo do dia, quando partiram do acampamento. Ora, quando a arca partira Moisés dizia: «Levanta-Te, Senhor, a fim de que os Teus inimigos sejam dispersos e os Teus adversários fujam diante da Tua face». E quando a arca parava, dizia: «Volta, Senhor, a residir entre as miríades das famílias de Israel!».

 

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Mapa da distribuição das tribos de jacob – ISRAEL

Textos do LivroNÚMEROSdo ANTIGO TESTAMENTO

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29 de JANEIRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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Nº 1545-1 - (29-13) - SANTOS DE CADA DIA - 29 de Janeiro de 2013 - 5º ano

 

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1545

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Nº 1545-1 - (29-13)


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Nº 1545-1 – (29-13)


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JULIÃO e BASILISSA, Santos

(Mártires 304)

Santos com o nome de Julião há nada menos de 43. Poucos nomes, como o de Julião, tanto atraíram a santidade. Em contraste com um Julião Apóstata e um Julião Sofista, há 43 Juliões Santos, Santos Confessores, Santos Mártires, Santos Bispos, Santos Eremitas e Santos Monges, Santos, como podemos ver, senhores de castelos e até homicidas.

Jácopo de Vorágine, na sua Legenda Aurea, narra as histórias, não de um, mas de cinco Sãos Juliões, reunidos na data de 27 de Janeiro. A história mais famosa, repetidamente contada, e até pintada durante a Idade Média com particularidades sempre novas. foi a de São Julião assassino de mãe e de pai.

Durante uma caçada, um veado predissera-lhe que mataria os pais. Por isso o jovem aterrorizado, não voltou a casa. Foi para longe, mas teve sorte, pois casou-se com uma castelã, viúva e muito rica. Os pais, todavia, não o vendo regressar, empreenderam uma viagem para descobrir o filho. Finalmente chegaram cansados ao castelo, onde a mulher de Julião, quando soube que eram os pais do marido, estando ele ausente, hospedou-os no próprio quarto.

Assim aconteceuconta Jácopo de Vorágineque amanhecendo, a castelã partiu para a Igreja; e Julião, voltando neste entrementes, entrou no quarto desejando acordar a a esposa; mas vendo que dormiam dois juntos, pensou que a mulher estivesse com um adúltero; sem mais, puxou da espada e matou-os a ambos.”

A fim de pagar o terrível e involuntário delito, Julião, acompanhado pela fiel esposa, saiu do castelo e pôs-se a levantar, na margem do rio, um hospital para peregrinos. Mas, vestido mesmo de peregrino, chegou um anjo que lhe disse: «Ó Julião, o Senhor mandou-me ter contigo para dizer-te que aceitou a tua penitência, e que vós ambos dentro em breve dormireis em paz».

É por si evidente que esta figura, popular e pitoresca, não é personagem histórica. O seu perfil foi traçado com a história de vários santos, Juliões ou não, e a lenda do Santo parricida e matricida, além do Beato Jácopo de Vorágine, encontrou, entre os seus ilustres propagadores, também Santo Antonino, o grande Arcebispo da Florença quatrocentista.

Mas a origem da lenda de São Julião está no Santo venerado hoje, que viveu no Egipto, no fim do século III e princípios do IV, e terminou como mártir juntamente com a mulher, Basilissa, palavra grega que significava “princesa”. Os esposos, cristãos exemplares, mantiveram-se em perfeita castidade e santificaram-se no exercício das virtudes. O Egipto inteiro era, naqueles tempos, viveiro de fé e caridade, e os nossos dois castos esposos não foram exceção a tal programa. Abriram, de facto, em sua casa um hospício para os doentes e necessitados.

São Julião dedicava o zelo ao cuidado dos homens; Santa Basilissa ao das mulheres; estas viviam em pavilhão à parte. Mas sobre tais obras de bem e de cristã civilização caiu a espada perseguidora de Diocleciano, que reinou de 248 a 305. Caiu uma espada – como a de São Julião da lenda, parricida e matricida – porque voltada contra a fé em Deus e contra o amor do próximo, pais de toda a paz terrena e da felicidade eterna.

O martírio dos dois foi infligido em Alexandria, pelo ano de 304, e nele receberam a coroa, não só os dois esposos hospitaleiros e cheios de toda a caridade, mas também um grupo completo de cristãos do Egipto – todos fieis, fortes e generosos – como Julião e Basilissa.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

CONSTÂNCIO, Santo

Bispo e Mártir (178)
 
 
Constâncio, jovem cristão, notável pelo espírito de mortificação e pela generosidade com os pobres, foi chamado aos trinta anos para governar a Igreja de Perúgia, na Itália, e cumpriu todas as obrigações dum pastor zeloso. sendo imperador Marco Aurélio, foi preso uma primeira vez por ter recusado sacrificar aos ídolos. Encerrado nas termas, que foram aquecidas até à mais alta temperatura, não se sentiu mal e converteu os seus guardas que lhe deram a liberdade para que os pudesse ensinar. Chamado a comparecer de novo, sob a acusação de os ter pervertido, foi condenado a andar sobre carvão em brasa; nenhum suplicio o pôde levar a renegar a fé. Mas liberto miraculosamente, foi preso pela terceira vez e, por último, decapitado (pelo ano de 178).
No seu túmulo realizaram-se prodígios.
Constâncio, considerado um dos primeiros bispos de Perúgia, aparece a 29 de Janeiro no martirológio jeronimiano. Admite-se o facto do martírio, mas o que se disse das trasladações do corpo ficam no campo das conjeturas.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

GILDAS o Sábio, Santo

Confessor (570)

Gildas de Rhuys, Santo

Gildas de Rhuys, Santo

 
Natural da Escócia e ordenado sacerdote cerca do ano de 518, este grande apóstolo mostrou o seu zelo na Irlanda, na Inglaterra e na Bretanha. Converteu muitas almas e reformou vários mosteiros. Vêem-se ainda as ruínas daquele que fundou na península de Rhuis (Morbihan). Na juventude tinha-se aplicado aio estudo da filosofia e das belas artes. Sentindo o fim próximo, retirou-se para a ilha de Houat (Morbihan), a fim de preparar para a morte.
 
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

SULPÍCIO SEVERO, Santo

Confessor (406 ou 432)
 

Sulpicio  Severo, Santo

Sulpicio Severo, Santo

 
Nasceu em Agen (França), pelo ano de 353. Com uns 55 anos, abandonou a brilhante situação de advogado e separou-se da mulher para se voltar inteiramente para Deus. Todos os condenaram menos Bássula, a sogra, que lhe fez doação duma propriedadezinha perto de Carcassonne, bem em conformidade com a sua nova vocação. Sulpício passou nela o resto da vida, compondo numerosas obras, correspondendo-se assiduamente com São Paulino de Nola, São Jerónimo e outras personagens célebres. A biografia do seu mestre e amigo São Martinho é o único documento histórico que temos sobre o “convertedor da Gália”. Infelizmente, todos os hagiógrafos o imitaram, acumulando, a seu exemplo, prodígios e milagres. Sulpício morreu com 50 anos ou com 80? Há dúvida.
 
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt
 

ARCÂNGELA GIRLANI, Beata

Religiosa (1495)
 
Joana Girlani, nascida em Trino, perto de Monferrato, mostrou felizes disposições para a virtude. Admitida no Carmo de Parma, distinguiu-se pela humildade, paciência e amabilidade. Encarregada de fundar um Carmo em Mântua, nele teve frequentes êxtases e, ao cabo de 3 anos, lá morreu, a 25 de Janeiro de 1495. Os primeiros testemunhos do seu culto desapareceram , mas, feitas novas investigações, esse culto foi confirmado em 1863.
 
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AQUILINO, Santo

Mártir
 
Em Milão festeja-se o Santo Aquilino, a quem os arianos cortaram a cabeça com uma espadeirada. Assim ganhou a coroa do martírio.
Aquilino, natural da Baviera, fez os estudos em Colónia, onde o bispo o ordenou sacerdote, o elevou a cónego regular e a preboste do cabido da sua catedral. Por morte desse bispo, pôs-se em fuga para não ter de assumir o cargo episcopal. Seguiu para Paris e de lá para Milão, trabalhando sobretudo na conversão dos arianos. Destes, os que se obstinavam no erro, acabaram por lhe dar a morte enquanto ele rezava na igreja ambrosiana. Há quem defenda o seu martírio em 584, mas outros referem 784. Os milaneses veneram-lhe as relíquias na igreja de São Lourenço. Há talvez alguma confusão entre Aquilino de Colónia e Aquilino de Milão.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt
 

BOLESLAVA MARIA LAMENT, Beata

Fundadora (1862-1946)
 

Boleslava María Lament, Beata

Boleslava María Lament, Beata

 
Não nos cansemos de praticar o bem, pois, a seu tempo, colheremos, se não tivermos desfalecido. Portanto, enquanto temos tempo, pratiquemos o bem para com todos, mas principalmente para com os irmãos na fé” (Gál 6, 9-10).
A perseverança em fazer o bem foi uma das características da Serva de Deus, Boleslava Maria Lament, que veio ao mundo em Lowicz (Polónia), a 3 de Julho de 1862. Depois dos estudos secundários na sua terra, foi para Varsóvia especializar-se em costura. Munida de diploma, voltou para Lowicz e abriu uma casa de confecções.
Todavia, movida pelo Espírito Santo, sentiu-se chamada a consagrar-se plenamente a Deus na vida religiosa. E assim em 1884, com uma sua irmã mais nova, entrou na Congregação da Família de Maria, que, por razões politicas do tempo, funcionava na clandestinidade. Findo o noviciado, fez os votos temporários e ocupou-se de diversas obras em algumas casas do Instituto.
Contudo, depois de alguns anos, sentiu que essa não era a sua vocação, e por conselho do confessor, saiu com  a intenção de ingressar num convento de clausura. Mas os planos de Deus eram outros e, aconselhada por outros Padres, acabou por dedicar-se a cuidar de crianças e jovens em perigo de perder a fé nos bairros degradados de Varsóvia. nesses anos juntou-se à Ordem Terceira de São Francisco e cooperou com o beato Honorato de Baiala Podlaska, seu diretor espiritual.
Em Outubro de 1905, com a cooperação do P. Félix Wiercinski, S. J. fundou na Bielo-Rússia a Congregação das Irmãs Missionarias da Sagrada Família, que se dedicam especialmente à obra em prol da unidade da Igreja ortodoxa com a Igreja católica e ao apostolado educativo e caritativo junto dos mais pobres.
João Paulo II, no dia 5 de Junho de 1991, na homilia que proferiu no ato da beatificação, dá-nos uma síntese da vida e obra desta religiosa extraordinária:
“Há 45 anos, aqui em Bualistok, morreu a Serva de Deus Boleslava Lament (…) de beneficência educativos e outros centros de assistência espiritual na longínqua Petroburgo, em Mohylew, em Zytomiers, e – depois da primeira guerra mundial – especialmente na terra de Pinsk, de Bialistoque e de Vilnio.
Levava avante a sua obra entre contrariedades constantes; por duas vezes viveu a perda total do património da Congregação por ela fundada: muitas vezes coube-lhe, a ela e às suas Irmãs de hábito, trabalhar sofrendo fome e sem uma casa própria. Naqueles momentos, costumava confortar-se com o conhecido lema da espiritualidade inaciana. “tudo para a maior glória de Deus”).
Os últimos cinco anos da sua vida, ela transcorreu-os paralisada – com grande paciência e imersa na oração.
Durante toda a sua vida distinguiu-se por uma particular sensibilidade à miséria humana, interessando-se especialmente pela sorte dos marginalizados, das pessoas postas, como se diz, à margem da vida, ou até mesmo levadas ao mundo do crime.
No profundo sentido de responsabilidade por toda a Igreja, Boleslava viveu dolorosamente a laceração da unidade da Igreja. Ela própria experimentou múltiplas divisões, e até os ódios nacionais e confessionais, que se tornaram ainda mais profundos por causa das relações politicas da época. Por este motivo, o objetivo principal da sua vida e da Congregação por ela fundada era e é ainda a unidade da Igreja, aquela unidade pela qual Cristo orou na Quinta-feira Santa, no Cenáculo : (Pai Santo, guarda em Teu nome aqueles que Me deste, para que sejam um, assim como Nós) (Jo 17,11).
Antes da sua morte, que ocorreu a 29 de Janeiro de 1946, o Instituto estava bem consolidado, tendo até uma casa na cidade de Roma. AAS 83 (1991) 620-3; L’OSS. ROM. 16-6-1991.
 
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Afraates, Santo

Escritor Anacoreta

Afraates, Santo

Afraates, Santo

Eremita

Martirologio Romano: Cerca de Antioquía de Siria (hoy en Turquía), san Afraates, anacoreta, que, nacido y formado entre los persas, siguiendo las huellas de los magos se convirtió al Señor en Belén y se retiró a Edessa, viviendo en una pequeña casa fuera de las murallas. Más tarde, con su predicación y sus escritos defendió la fe católica contra los arrianos (c. 378).
Etimológicamente: Afraates = Aquel que vino de Africa, es de origen latino.

El más antiguo de los Padres de la Iglesia de Siria, es San Afraates, llamado "el Sabio persa" por los escritores sirios posteriores. Muy poco es lo que conocemos sobre su vida, De sus escritos podemos concluir que nació en el paganismo y que, al convertirse, abrazó la vida religiosa o de asceta. Poco tiempo después aparece ya cual figura prócer dentro de la Iglesia de Siria. Afraates cambió su nombre por el de Santiago. Ignoramos si esto aconteció al bautizarse, o si más bien tuvo lugar al ser consagrado obispo, conforme a una costumbre oriental, y no precisamente al iniciarse en las órdenes sagradas. El nombre de Santiago explicaría satisfactoriamente el que tanto Genadio como el traductor de las obras de Afraates al armenio le confundiesen con Santiago de Nísibe.
Sobre la duración de su vida y la fecha de su muerte no tenemos dato alguno preciso. Sin embargo, ateniéndonos a la ciencia de que él hace alarde, a su experiencia, al conocimiento de la Sagrada Escritura, es verosímil admitir que era de edad avanzada cuando, en 340, iniciaba en Persia el rey Sapor la persecución contra los cristianos. Por otra parte, Bar-Hebraeus nos presenta al escritor sirio como contemporáneo del obispo de Seleucia-Ctesifón, Papas. Ahora bien Papas, promotor de tantos disturbios en la Iglesia de mesopotámica, moría, según la cronología de Bar-Hebraeus, en 335. Estos datos concuerdan con los que el mismo Afraates nos ha transmitido en sus obras. Apoyados en tales pormenores nos permitimos proponer dos fechas que encierran la vida del escritor sirio: 280?-350?
Afraates es autor únicamente de 23 tratados o demostraciones, llamados erróneamente por algunos escritores homilías. Cada uno de estos tratados empieza por una letra del alfabeto siríaco, siguiendo el orden mismo del alfabeto. Las compuso en Persia bajo el reinado de Sapor. La fuerza y viveza de su estilo nos urge a pensar, cual lugar de redacción, en aquellas provincias iranianas fronterizas con el Imperio romano. Esta obra, dada a conocer por W. Cureton en 1855, tiene el gran mérito de ser el escrito más antiguo que poseemos íntegramente en siríaco.
Abarca diversos temas de carácter teológico, ascético y disciplinar. Varios tratados son de controversia. Polemiza con los judíos, que poseían en Persia y Mesopotámica grandes y célebres escuelas desde el tiempo de la cautividad. Afraates finge como interlocutor un "doctor judío" cuyos argumentos va refutando con brillantez.
De las 23 demostraciones nueve las escribió contra la estirpe israelita, tocando en ellas aquellos temas que más caracterizan la religiosidad del pueblo escogido: circuncisión, pascua, el sábado, alimentos legales, vocación de los gentiles, Cristo hijo de Dios, virginidad, persecución y restauración de la nación judía.
Otras diez son de carácter ascético-moral y expone temas tan sugestivos como el de la fe, caridad, ayuno, ascetas, penitentes, humildad, etc. Dos son circunstanciales, exhortando en una de ellas al clero y pueblo de Seleucia y Ctesifón, y en la otra sermonea sobre las guerras. Otras dos, por fin, son de sabor dogmático, discutiendo con los herejes en torno a la resurrección, la muerte y los últimos acontecimientos del fin del mundo. Compuso las diez primeras demostraciones en 336-337; las doce siguientes en 343-344 y la última en agosto del 345.
Realmente la obra de Afraates es una síntesis de toda la doctrina cristiana. Desde el punto de vista de la teología la labor del escritor sirio es pobre, sobre todo si se la compara con la de sus contemporáneos griegos y latinos. Sin embargo, tiene a su favor la gran valía de ser el testimonio más antiguo de la fe de su país. Es indiscutible también que sobre las materias por él tratadas su autoridad es considerable, porque vivía alejado del mundo romano y de las controversias doctrinales que surgieron a consecuencia del concilio de Nicea.
Apartado de la contienda, San Afraates, cumpliendo la misión del buen pastor, se esfuerza por vivir su fe y por hacerla vivir en todos los que le rodean. Sus comentarios a la Escritura son sencillos, pero eficaces y penetrantes. La obra de Afraates no está exenta de errores doctrinales, pero no es mancha ninguna; sus puntos de vista fueron luego compartidos por San Efrén y otros escritores de la época. Pese a estos insignificantes desaciertos dogmáticos Afraates es un gran defensor de la ortodoxia y el conocimiento de sus escritos presta al teólogo una buena ayuda.
Habla con bastante seguridad acerca de Dios, Santísima Trinidad, Jesucristo, sacramentos y alma. A la Santísima Virgen dedica pocas líneas, como, en general, todos los escritores sirios, pero nos ofrece un precioso testimonio cuando confiesa su perpetua virginidad y maternidad divina. María, nos dice San Afraates, agradó más a Dios que todos los justos. Otro gran pilar sobre el que se levanta la grandeza de María es su humildad. Los ángeles, mensajeros de Dios, le sirven, le presentan las oraciones de los hombres, guardan a los individuos y a los pueblos y conducen a la humanidad al juicio. Afraates es un defensor vigoroso de la divinidad de Jesús y de su filiación divina; sostiene también, con no menor pujanza, la divinidad del Espíritu Santo. Aunque con terminología imprecisa su doctrina es abiertamente conforme a los cánones de Nicea. Espléndido es asimismo el testimonio sobre el primado de San Pedro. Santiago y San Juan, nos dice, son las columnas de la Iglesia, pero San Pedro es el fundamento.
Un segundo aspecto que no puede olvidarse en la obra de San Afraates es el interés que ofrece al filólogo y al historiador. En los escritos del primero de los Padres sirios el filólogo tiene en sus manos la obra más antigua de la literatura siríaca; le ha de interesar necesariamente la gramática y el léxico como punto de partida de la tradición manuscrita de este país; otras obras, la Biblia por ejemplo, no son más que traducciones y no obras originales.
El historiador profano advertirá en la obra de nuestro Santo las controversias con los gnósticos y judíos, y no pocas alusiones a los acontecimientos de la época. El historiador eclesiástico encontrará en San Afraates los orígenes del monacato oriental, vestigios de la jerarquía y organización de la comunidad cristiana de esta época, clericato, sacramentos, fiestas y culto.
Otra faceta del Santo, la más descuidada por los escritores, es el considerarle como un gran maestro de vida espiritual. Sus demostraciones sobre la fe, caridad, penitencia, ayuno, oración, humildad. etc., rezuman sencillez y unción y despiden fuego. Tiene un sentido tan maravilloso de la mesura y de la bondad que recuerda la dulzura de San Francisco de Sales. Y la doctrina espiritual de San Afraates se hace todavía más importante porque tiene un carácter exclusivamente cristiano; nuestro Santo no ha sido influido por ninguna filosofía, un acontecimiento raro entre griegos y sirios.
San Afraates es modelo y un ejemplar bien alto del sacerdote consagrado a su ministerio. Vivió intensamente la vida de santidad, enseñó la fe, la predicó y polemizó por defenderla. Se entregó sin reserva a evangelizar a su País. Hecho todo para todos, con justicia la Iglesia le incluye entre sus santos Y con orgullo su patria le venera entre sus héroes.

Radegunda de Treviño, Santa

Virgem

Radegunda de Treviño, Santa

Radegunda de Treviño, Santa

Se desconoce todo lo que se refiere a su nacimiento. El martirologio romano la llama Radegundis y es una de las gloriosas vírgenes que ha dado España.
Aparece como la última religiosa del monasterio de san Pablo, en Burgos, que perteneció a la Orden Premostratense. La extrema pobreza llevó a la extinción a este monasterio que quedó anexionado al de san Miguel de Treviño.
Llevada por sus deseos irresistibles de visitar los Santos Lugares de Roma, donde murieron tantos mártires y donde reside el Vicario de Cristo, marcha a la Ciudad Eterna. Tiene en su contra la poca salud que disfruta y los pocos medios de que dispone para tan largo, peligroso y costoso viaje; pero el fervor puede más que los miedos.
Saciada y llena de agradecimiento al Señor, animada por los besos puestos en las calles que pisaron los mártires, venerados los monumentos, regresa con numerosas reliquias. Ahora sólo quiere soledad y retiro.
Junto al monasterio de San Miguel habita en una pobre y mísera habitación que tiene un ventanuco por donde puede presenciar los santos oficios de la iglesia. No cambiaría aquel sitio por el mejor palacio. Sólo piensa en ser agradable a su Divino Esposo. Vive como los antiguos anacoretas del desierto y la gente del pueblo comenta con asombro sus penitencias, ayuno y oración.
Muere el 29 de enero del año 1152, cuando reina en Castilla Alfonso VI y es papa Eugenio III.
Es sepultada en la iglesia de San Miguel de Treviño donde sus reliquias son veneradas a través de los siglos.

Bronislao Buenaventura Markiewicz, Beato

Fundador

Bronislao Buenaventura Markiewicz, Beato

Bronislao Buenaventura Markiewicz, Beato

Fundador de la
Congregación de San Miguel Arcángel

Fecha de beatificación: 19 de junio de 2005 por el Cardenal Jozef Glemp en representación del Papa Benedicto XVI.

Bronislao Markiewicz nació el 13 de julio de 1842 en Pruchnik, Polonia, en la actual archidiócesis de Przemyśl de la Iglesia latina, sexto de once hijos de Juan Markiewicz, burgomaestre de la ciudad, y Marianna Gryziecka. Recibío en su familia una sólida formación religiosa. Más tarde, durante sus estudios clásicos en Przemyśl, experimentó una cierta vacilación en la fe debido, en gran parte, al ambiente fuertemente antirreligioso que reinaba en la escuela. Logró, sin embargo, superarla pronto recobrando serenidad y paz interior.
El joven Bronislao, conseguido el diploma de licenciatura y sintiéndose llamado por Dios al sacerdocio, en 1863, entró en el Seminario Mayor de Przemyśl. Al acabar los estudios, fue ordenado sacerdote el 15 de septiembre de 1867. Después de seis años de trabajo pastoral, en calidad de vicario, en la parroquia de Harta y en la Catedral de Przemyśl, con el deseo de prepararse aún más para trabajar con la juventud, estudió durante dos años pedagogía, filosofía e historia en la Universidad de Leópolis y de Cracovia. En 1875 fue nombrado párroco en Gac y en 1877 en Blazowa. En 1882 le fue confiada la enseñanza de teología pastoral en el Seminario Mayor de Przemyśl.
Sintiéndose llamado también a la vida religiosa, en el mes de noviembre de 1885, partió hacia Italia y entró en los Salesianos, donde tuvo la alegría de encontrar a San Juan Bosco, en cuyas manos hizo los votos religiosos el 25 de marzo de 1887.
Como salesiano desarrolló diversos encargos confiados por sus Superiores y trató de realizarlos con dedicación y celo. Debido a la austeridad de vida y a la diversidad del clima, en 1889 P. Bronislao enfermó gravemente de tisis, estando al borde de la muerte. Recuperado de la enfermedad, transcurrió la convalecencia, siempre en Italia, hasta que, el 23 de marzo de 1892, con el permiso de sus Superiores, regresó a Polonia donde asume el encargo de párroco de Miejsce Piastowe, en la diócesis de origen Przemyśl.
Además de la actividad parroquial ordinaria, Padre Bronislao Markiewicz se dedicó, en el espíritu de San Juan Bosco, a la formación de la juventud pobre y huérfana. Para ella abrió en Miejsce Piastowe un Instituto, en el que ofrecía a sus educandos tanto ayuda material como espiritual, preparándolos para la vida con la formación profesional en las escuelas abiertas en el mismo Instituto. En 1897 decide fundar, con tal objetivo, dos nuevas Congregaciones religiosas basadas en la espiritualidad de San Juan Bosco, adaptando sus reglas a lo específico del propio carisma. Recibido nuevamente entre el clero de la diócesis de Przemyśl Padre Markiewicz continuó la actividad de párroco y de director del Instituto (Sociedad) al que puso por nombre Templanza y trabajo (erigido en 1898), tratando de obtener su aprobación como Congregación religiosa, bajo la protección de San Miguel Arcángel, con una rama masculina y otra femenina. La aprobación fue concedida sólo algún año después de su muerte: en 1921 a la rama masculina y en 1928 a la femenina.
Padre Bronislao continuó, siempre con la aprobación y la bendición del Obispo, san José Sebastián Pelczar, su actividad de formador de los jóvenes y de muchachos huérfanos y abandonados, sirviéndose de la ayuda de colaboradores a cuya preparación y formación contribuyó él mismo constantemente. Ya en Miejsce Piastowe había ofrecido casa y formación a centenares de muchachos dándose a ellos enteramente. Deseoso de hacer aún más en su favor, en el mes de agosto de 1903, P. Markiewicz abrió una nueva casa en Pawlikowice, cerca de Cracovia, donde encontraron casa y posibilidades de formación espiritual y profesional más de 400 huérfanos.
La dedicación total a los muchachos, la abnegación heroica de sí mismo, el trabajo enorme por realizar, llegaron a consumir bien pronto las fuerzas de Padre Markiewicz minando su salud, ya muy comprometida por las molestias sufridas en Italia. Todo ello le condujo rápidamente al final de su peregrinación terrena, acaecida el 29 de enero de 1912.
Antes y después de su muerte, fue considerado un hombre fuera de lo común. Creciendo cada vez más la fama de santidad de padre Bronislao, los Superiores de los dos Institutos religiosos de San Miquel Arcángel, fundados por él, pidieron al Obispo de Przemyśl formalizar el proceso de beatificación de su Fundador que tuvo inicio en 1958. Acabado el iter de la Causa, el 2 de julio de 1994, en presencia del Santo Padre Juan Pablo II, fue promulgado el decreto de heroicidad de las virtudes de Padre Bronislao Markiewicz y diez años después, precisamente el 20 de diciembre de 2004, el decreto sobre el milagro obrado por Dios por intercesión de Padre Bronislao. Se abría así el camino para su beatificación.

Villana de Bottis, Beata

Madre de família,

Villana de Bottis, Beata

Villana de Bottis, Beata

Madre de Familia

Martirologio Romano: En Florencia, ciudad de la Toscana (Italia), beata Villana (Vilana) de Bottis, madre de familia, la cual, abandonando la vida mundana que llevaba, vistió el hábito de las Hermanas de la Penitencia de Santo Domingo y se distinguió por su asidua meditación de Cristo crucificado, por la austeridad de vida y por pedir limosna por la calles en favor de los pobres (1361).
Fecha de beatificación; culto confirmado el 27 de marzo de 1824 por el Papa León XII.

Nació en Florencia en 1322; su padre era un rico y conocido mercader.
Vivió una adolescencia serena y religiosa, pero su matrimonio con Rosso Benintendi (1351) la puso en contacto con el fastuoso y frívolo ambiente florentino que pareció haberla hecho olvidarse de Dios.
La portentosa visión del demonio, cuando se preparaba ante el espejo para participar en una fiesta mundana, fue el principio de una conversión ejemplar.
Acudió a los frailes dominicos de Santa María Novella, movida por el arrepentimiento, a confesar sus pecados, para después buscar con una vida humilde y penitente expiar su vida pasada.
Tomó el hábito de las hermanas de la Penitencia de santo Domingo e inició una nueva vida bajo la dirección de los frailes de santo Domingo, de quien, según su biógrafo fray Jerónimo di Giovanni, era "devotísima".
Se dedicó al estudio de la Sagrada Escritura y a la contemplación de Cristo crucificado, a quien Vilana invocaba frecuentemente como: "Cristo Jesús, amor mío crucificado".
Su austeridad de vida influyó entre las demás mujeres de su ambiente y muchas decidieron a imitarla. Fervorosa con Dios y generosa con los necesitados, distribuyó todos sus bienes para los pobres y pidió limosna para ellos por las calles de Florencia.
Adornada de méritos murió con solo veintinueve años el 29 de enero de 1361. Su cuerpo fue expuesto a la veneración pública durante muchos días en la iglesia dominicana de Santa María Novella y allí fue sepultada, amortajada según su voluntad con el hábito dominicano, en un hermoso sepulcro marmóreo.

 

Serrano (Asturio Anulino), Santo

Obispo

Serrano (Asturio Anulino), Santo

Serrano (Asturio Anulino), Santo

Las primeras noticias sobre Asturio -o Astúrico Anulino- las proporciona San Ildefonso de Toledo en su obra "De viris illustribus", compuesta en los años de su episcopado (657-667). Allí reúne las biografías de catorce antecesores suyos en la silla toledana, donde asigna a Asturio el lugar noveno en la sucesión de los obispos de Toledo, en cuya sede sucedió a Audencio.
En cualquier caso, el texto de San Ildefonso ha sido mal interpretado generalmente por los historiadores de Alcalá. Dice así el obispo toledano:
"Fue (Asturio) bienaventurado en su episcopado y digno de un milagro, porque mereció encontrar en su sepulcro terreno los cuerpos de aquellos a quienes iba a unirse en el cielo. En efecto, cuando desempeñaba el obispado de su sede, se cuenta que fue advertido por revelación divina para que indagase sobre unos mártires sepultados en el municipio complutense que está situado a casi sesenta millas de su ciudad. Acudió rápidamente y encontró ocultos, bajo el peso del túmulo y el olvido del tiempo, a aquellos que merecían la luz y la gloria de ser conocidos en la tierra. Una vez descubiertos, no quiso volver a su sede. Dedicado al servicio y devoción de los santos, terminó sus días. No obstante, mientras vivió nadie ocupó su sede. Por eso, según la tradición, se le considera como el noveno obispo de Toledo y primero de Complutum".
Una lectura detenida del relato clarifica bastante las confusiones acumuladas a lo largo del tiempo por los distintos tratadistas del tema. La intervención sobrenatural aparece muy matizada por San Ildefonso y reducida a su condición de tradición oral cuando dice "...se cuenta que...".
También deja muy claro San Ildefonso el lugar donde se hallaban los restos de los mártires, "en su sepulcro...", y "...ocultos bajo el peso del túmulo" con lo que deben descartarse todas las interpretaciones posteriores sobre una búsqueda y hallazgo azaroso o casual. Estas mismas palabras revelan la existencia en tiempos de Asturio de la "cella martyris" o sus patentes restos.
Finalmente, y respecto al lugar ocupado por Asturio en los episcopologios toledano y complutense, ya advierte San Ildefonso que ese noveno lugar en la silla toledana y el primero en la complutense eran considerados "según la tradición", evitando así cualquier afirmación categórica. Debe advertirse que situar a Asturio como primer obispo de Complutum constituye un error, pues el Concilio I de Zaragoza, celebrado en 380, recoge en sus Actas la firma de "Ampelio, obispo complutense", mientras que la firma de Asturio no se documenta hasta el Concilio I de Toledo del año 397, lo que indica que en Cómpluto hubo obispos anteriores a Asturio.
En cambio, sí debe ser este último considerado como renovador e impulsor del culto a los santos Justo y Pastor, pues siguiendo el texto de San Ildefonso las reliquias de los mártires estaban ocultas "bajo el peso del túmulo y olvido del tiempo...", lo que revela una decadencia en su veneración pública. Y aunque en ningún lugar del texto menciona expresamente San Ildefonso los nombres de Justo y Pastor, todos los autores admiten que dicho santo se refiere a ellos por no existir referencia alguna a ningún otro mártir complutense en esta época.
Se puede documentar a Asturio como obispo de Toledo en el año 397 y, siguiendo a San Ildefonso, su renuncia a la sede de Toledo y su paso a la Complutense tuvo lugar en una fecha difícil de determinar, aunque distintos autores, según los Anales Complutenses, lo sitúan en los años 398 y 400 ó 402. Pero no debe olvidarse que los Anales toman como fuente frecuente para este periodo a los Falsos Cronicones. Generalmente se acepta el 412 como año del traslado de Asturio a Cómpluto.
Por su parte, Ambrosio de Morales afirma que el hallazgo de los restos de los Santos Niños tuvo lugar entre 407 y 414, lo que resulta mucho más verosímil si aceptamos la ocultación de las reliquias y destrucción de la "cella martyris" en torno a las invasiones del 409. Ambrosio de Morales completa el relato diciendo que Asturio, después de encontrar los cuerpos ya no quiso regresar a Toledo y se quedó en Complutum como obispo. Dejó las reliquias en el lugar original de su enterramiento y mandó construir para ellas un arca de jaspe de 12 pies de largo por 4 de ancho que, en su tiempo (1568), se encontraba bastante deteriorada.
Con todas las reservas que las fuentes nos ofrecen, y atendiendo a la lógica en la cronología de los hechos, no resulta extraño pensar que Asturio ordenase la construcción de un nuevo templo en honor de los mártires en el lugar donde en origen fueron muertos y sepultados.
Quizás el 1 de noviembre de 424 moría en Complutum Asturio Anulino, siendo enterrado en el templo que había mandado construir sobre el lugar del martirio de los Santos Niños. Cuatro siglos después su cuerpo, junto con el del obispo de Toledo San Julián, fue llevado a Oviedo, donde recibió culto bajo el nombre de San Asturio Serrano o San Serrano. Así siguió el mismo camino que muchas reliquias de santos y mártires que fueron llevadas hacia el norte durante la persecución a los mozárabes de Abd-el Rhamán II. Seguramente por la toponimia Asturio fue llevado a Asturias.

Santos Sarbelio, presbítero, y Bebaia, mártires
En la ciudad de Edessa, en Osroene (hoy Turquía), santos mártires Sarbelio, presbítero, y Bebaia, su hermana, que, bautizados por el santo obispo Barsimeo, por Cristo padecieron el martirio (c. 250).

Santos Papías y Mauro, mártires
En Roma, en el cementerio Mayor de la vía Nomentana, santos mártires Papías y Mauro, soldados (c. s. III).


San Constancio, obispo
En la ciudad de Perusa, en la Umbría (hoy Italia), san Constancio, obispo (c. s. III).


Santos Juventino y Maximino, mártires
En Antioquía de Siria (hoy en Turquía), santos Juventino y Maximino, mártires, que fueron coronados con el martirio en tiempo del emperador Juliano el Apóstata (363).

San Valerio, obispo
En Tréveris, ciudad de la Galia Bélgica (hoy Luxemburgo), san Valerio, segundo obispo que gobernó esta sede (s. III ex.).

39040 > Sant' Afraate 29 gennaio MR

 
90290 > Sant' Agnese da Bagno di Romagna Camaldolese 29 gennaio


90311 > Sant' Aquilino Sacerdote e martire 29 gennaio


92535 > Beata Boleslava Maria Lament Fondatrice 29 gennaio MR

 
39050 > San Costanzo di Perugia Vescovo e martire 29 gennaio MR

 
89161 > San Gelasio II Papa 29 gennaio


92215 > San Gildas di Rhuys Abate 29 gennaio


39030 > Santi Gioventino e Massimino Martiri 29 gennaio MR

 
36750 > San Giuliano l'ospitaliere 29 gennaio (e 31 agosto)


39020 > Santi Papia e Mauro Martiri 29 gennaio MR

 
91431 > San Potamione (Potamio) di Agrigento Vescovo 29 gennaio


90704 > Santa Sabrina (Savina, Sabina) Vergine di Troyes 29 gennaio


39010 > Santi Sarbelio e Bebaia Martire 29 gennaio MR

 
91268 > San Seustio e compagni Martiri di Todi 29 gennaio


39070 > San Sulpizio Severo Vescovo di Bourges 29 gennaio MR

 
38950 > San Valerio di Ravenna Vescovo 29 gennaio


39000 > San Valerio di Treviri Vescovo 29 gennaio MR

 
90755 > Beata Villana Delle Botti Madre di famiglia e terziaria 29 gennaio MR

 

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”





  • Tero1 - Cpia
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    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
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  • António Fonseca