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Imagens e Frases de Natal Religioso

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Nº 1547-1 - (31-13) - SANTOS DE CADA DIA - 31 de Janeiro de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1547

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Nº 1547-1 - (31-13)


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Nº 1547-1 – (31-13)


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JOÃO BOSCO, Santo

Confessor (1815-1888)

Juan Bosco, Santo

 

Como diz Pio XI na bula de canonização, muito difícil é esboçar em poucas linhas esta figura gigantesca. Nasceu em Becchi (Castelnuovo de Asti – Itália) em 1815. No mesmo dia do nascimento foi regenerado com a água baptismal. Aos dois anos ficou órfão de pai. Felizmente sua mãe, Margarida Occhiena, inteligente e santa mulher, soube educar os dois filhos, José e João, e o enteado António, o melhor que se podia.

Desde a infância manifestou João grande vigor de inteligência, apego ao seu próprio juízo, tenacidade nos propósitos, tendência para domínio sobre os outros, ternura de coração, desprendimento e generosidade. Margarida soube cultivar o bom e podar o mau de todas estas inclinações. Primeiro que tudo, fomentou nos filhos a piedade – piedade varonil e profundamente sentida, franca e abertamente praticada. “Deus vê-nos; Deus está em toda a parte; Deus é nosso Pai, nosso redentor e nosso Juiz , que de tudo nos pedirá conta, que ouvirá quem desobedeça às suas leis e mandamentos, e premiará com generosidade infinita os que O amam e Lhe obedecem. Devemos acostumar-nos a viver sempre na presença de Deus, pois Ele está presente em tudo”.

Ensinou-lhes ela a amar e invocar a Virgem Santíssima e o anjo da guarda, e a apreciar devidamente o tesouro que é o tempo.

Depressa despertou em Joãozinho a sagrada febre do apostolado. Já aos sete anos reunia os companheiros para lhes ensinar a rezar, repetir-lhes o que ouvia nas práticas e o que sua mãe lhe ensinava, harmonizá-los nas suas rixas e dissensões, corrigi-los quando falavam ou procediam mal, jogar com eles e entretê-los “para ajudá-los a serem bons”.

João Bosco é um dos homens que mais têm “sonhado”, isto é, daqueles a quem Deus manifesta em sonhos a sua vontade e lhes diz muitas coisas, como ao José bíblico, que precisamente pelos sonhos chegou a ser vice-rei do Egipto; como ao profeta Daniel; e como ao próprio patriarca São José. Aos nove anjos teve o primeiro dos seus “grandes sonhos”; sob a alegoria dum grupo de animais ferozes que se transformam em cordeiros e alguns em pastores, é-lhe indicada a missão no mundo: educar a juventude, transformar, mediante a instrução religiosa, cívica , intelectual e moral, os desobedientes em bons e aperfeiçoar os bons. É o próprio Jesus quem lhe atribuiu esta missão e – para poder exercê-la – lhe dá por mãe e mestra Nossa Senhora Auxiliadora. para cumpri-la deseja ele chegar a ser padre.

Mas quantas dificuldades lhe saem ao caminho: pobreza, oposição do seu meio-irmão, enganos, morte do seu principal benfeitor… Mas de todas triunfa com a constância e a confiança em Deus.

Embora desejasse ardentemente fazer a primeira comunhão, só aos dez anos – e isso unicamente atendendo à sua grande preparação – ela lhe é concedida. Nessa altura, fez propósitos que foram norma de toda sua vida.

Antes de poder estudar com regularidade, e durante os primeiros estudos, para ajudar a pagar a pensão, teve de servir como empregado em quintas e cafés, trabalhar de alfaiate, sapateiro, carpinteiro e ferreiro, de doceiro e sacristão; afinal, como quem  havia de fundar e dirigir praticamente escolas profissionais e agrícolas. Em toda a parte continua a exercer apostolado. Entre os companheiros fundou a “Sociedade da Alegria” e uma espécie de academia artístico-literária. E para atrair para os catecismos a meninos e jovens, fez-se hábil atirador, atleta e prestidigitador. Dotado de voz magnifica e ouvido apuradíssimo, cantava e toca harmónio, piano, violino e alguns outros instrumentos. possuindo memória prodigiosa, além das disciplinas dos cursos filosóficos e teológicos, estudou a fundo as literaturas italiana, grega, latina e hebraica , e chegou a falar o suficiente de francês e alemão para entender e fazer-se entender. Tudo isto era preparar-se providencialmente para exercer a missão que lhe indicara Jesus desde o primeiro sonho. Estes continuaram a balizar-lhe a vida, ao passo que se ia aproximando o tempo de pôr em execução cada coisa.

Foi ordenado sacerdote em 1841; ficou sendo “Don Bosco”, segundo o costume do clero italiano. por conselho do seu diretor, São José Cafasso, seguiu um curso de aperfeiçoamento moral e pastoral, e ao mesmo tempo estudou as condições sociais de Turim. Exercendo o ministério em prisões e hospitais, e reparando no que sucedia pelas ruas e oficinas, causou-lhe impressão o grandíssimo número de jovens que, abandonados pelos pais e sendo órfãos, vagabundeavam, constituindo até ameaça social. Decidiu remediar este mal quanto pudesse. Assim concebeu a ideia de “oratórios festivos” e diários. E, numa sacristia, enquanto se revestia para a Missa, entrou curiosando um rapaz de 15 anos – de oficio, pedreiro - e pobrezinho. O sacristão disse-lhe que ajudasse à Missa e, como não sabia, ralhou-lhe e bateu-lhe. Don Bosco defendeu-o e, terminada a Missa, demorou-se com ele consolando-o e dirigindo-lhe perguntas a respeito do seu intento. Ignorava mesmo o Pai-nosso e a Ave-Maria. Convidou-o a ajoelhar-se com ele diante dum quadro da Virgem Maria, e rezar com imenso fervor a Saudação angélica. E, logo a seguir, deu-lhe a primeira aula de catecismo. Convidou-o para domingo seguinte, e o rapaz veio com outros companheiros. A obra dos oratórios festivos tinha nascido e com ela toda a grandiosa atuação salesiana. Aquela oração dera-lhe graça e fecundidade.

Aparecerem-lhe risonhos ofícios na diocese. Mas, não sentindo atração para nenhum, consultou de novo o seu diretor espiritual. Este conseguiu-lhe que dirigisse um  refúgio para meninas. Ao lado começou o Oratório. Mas, por causa do barulho que fazia a rapaziada, cada vezem maior número, teve de escolher abandonar esse local. E… encontrou-se na rua, com uma grande obra entre mãos; para mais, sem um vintém. Nossa Senhora confortou-o em sonhos e alguns meios vieram. O Oratório teve vida errante: houve de sair duma praça, dum cemitério abandonado e duns campos. esta última saída foi a única que os rapazes vieram Don Bosco chorar. Mas apareceu-lhe sobre um prado um grande esplendor e uma igreja com palavras latinas que diziam: «Aqui a minha casa, daqui sairá a minha glória». E , a seguir, outro sonho mostrou-lhe mais claro o futuro e incitou-o a fundar nova congregação religiosa, adaptada às necessidades dos novos tempos.

O proprietário deu-lhe facilidades, apareceram benfeitores e pôde comprar o prado antevisto; construiu uma casa e uma capelinha. Mas, estando só, propôs à mãe que se fixasse junto dele. Ela, que vivia em pobreza mas feliz com o filho José e os netos, aceitou vir para Turim ajudar o filho sacerdote. Dez anos veio a estar com ele, tornando-se mãe de muitos órfãos . Houve escolas para externos e internos, e multiplicaram-se os oratórios. Depois de morrer, a mãe apareceu a João e mostrou-lhe alguma coisa das delícias do céu.

O Santo levantou uma igreja para os seus rapazes, dedicando-a a São Francisco de Sales, que tomara como modelo e protetor. Visões e sonhos mostraram-lhe que devia fundar uma congregação religiosa, a qual, seguindo os seus métodos, educasse a juventude, sobretudo operária, e harmonizasse entre si as classes sociais. Os membros da congregação deveriam recrutar-se entre os alunos do Oratório. Assim nasceu a Sociedade Salesiana, as primeiras profissões dentre dela foram em 1859.

Em 1865 foi colocada a primeira pedra do santuário de Maria Auxiliadora em 1867 a última. Tudo devido a auxílios visíveis da Santíssima Virgem. Com o santuário nasceu a Arquiconfraria de Maria Auxiliadora. Depois vieram a congregação religiosa das Filhas de Maria Auxiliadora, a Associação dos Antigos Alunos e a Pia União dos Cooperadores Salesianos.

A imprensa deve ao santo uma multidão de publicações fixas e periódicas, folhas volantes, textos pedagógicos e de propaganda, coleções de clássicos, biblioteca da juventude, biblioteca teatral, música, etc. Até fundou uma fábrica de papel, a primeira que existiu no Piemonte. Foi ele próprio grande escritor. E prestou à Igreja enormes serviços, encarregando-se de missões junto das autoridades civis.

As Congregações e os Cooperadores espalharam-se por toda a parte. os seus primeiros missionários foram  para a Patagónia e Terra de Fogo.

O sobrenatural tornara-se natural nele”, disse Pio XI. Lia nas consciências, predizia o futuro , com a bênção de Maria Auxiliadora curava toda a espécie de doenças e até lhe são atribuídas três ressurreições. Nos últimos anos, edificou a Igreja de São João Evangelista em Turim e a basílica do Sagrado Coração de Jesus em Roma.

Don Boscoé um dos homens que mais trabalharam no mundo” e “um dos que mais amaram a juventude”. Deixou aos seus o trabalho e a piedade como lema.

Morreu em Turim, a 31 de Janeiro de 1888. Pio XI beatificou-o em 1929 e canonizou-o em 1934. É patrono do cinema, das escolas de artes e ofícios, dos prestidigitadores.

 

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

PEDRO NOLASCO, Santo

Confessor (1189-1258)
 
Pedro, da nobre familia Nolasco, no Languedoc, França, nasceu pelo ano de 1189. Foi educado na casa paterna; tinha quinze anos quando o pai morreu; continuou o jovem a viver sob a tutela da mãe. esta bem queria que ele se casasse, mas Pedro declarou deixar prender-se unicamente a Deus. Começou por seguir Simão de Montfort, general da cruzada católica contra os albigenses. Na batalha de Muret, ganha por Simão, Pedro de Aragão encontrou a morte; e o filho, Jaime, que tinha apenas seis anos, foi aprisionado. Mas Simão teve pena deste príncipe  e entregou-o a Pedro Nolasco, enviando os dois para Espanha, onde este último devia tratar da educação de Jaime.
Pedro tinha, nessa altura, 25 anos; inspirou ao seu real aluno piedade para com Deus e a sua Igreja, ao amor da justiça e de toda a virtude. Os exemplos que dava confirmaram as lições: vivendo Pedro longe dos prazeres da corte, entregava-se à oração, à penitência e ao estudo da Sagrada Escritura. Com grande liberalidade para com os pobres, tinha compaixão especial pelos cristãos caídos nas mãos dos infiéis e tomou a resolução de sacrificar os seus bens para ajudar a que fossem libertos. Desde esse época, pôs-se ele sob a direção de São Raimundo de Penhaforte (7 de Janeiro): este viu-se por vezes obrigado a moderar o zelo do penitente. Pedro, não satisfeito com despender os seus bens, fazia peditórios junto do melhores amigos, a quem reunia numa congregação, cujo fim  era  remir os cativos. O mundo criticava , mas ele não perdia o ânimo.
Em 1 de Agosto de 1218, dia da festa das Cadeiras de São Pedro, Nossa Senhora apareceu-lhe para declarar que Deus aprovava que se estabelecesse uma congregação com o titulo de Nossa Senhora das Mercês para a redenção dos cativos. Pedro foi logo dar conta desta aparição a Raimundo de Penhaforte, que lhe declarou ter recebido o mesmo favor; pouco depois, vieram a saber que Jaime, o jovem rei de Aragão, tinha recebido do céu a mesma graça. depois de alguma resistência, o bispo de Barcelona concordou em impor o habito religioso (túnica e escapulário de cor branca) aos irmãos e em receber-lhes os votos; aos habituais acrescentaram um quarto: de comprometerem os seus bens e, se necessário, as suas pessoas, na libertação dos prisioneiros.
 
O rei da Aragão quis que eles trouxessem, por cima do escapulário, o escudo das suas armas, e favoreceu a primeira fundação que tiveram. O número dos religiosos depressa aumentou: Pedro, libertando-se de todas as suas ocupações, entregou-se todo à formação deles. E fez-lhes ver que deviam, não só resgatar os cativos nos reinos cristãos, mas entrar nos países infiéis. Como nem todos podiam partir ao mesmo tempo, foi designado um certo número, aos quais, primeiro , foi dado o nome de redentores. Pedro foi, em pessoa, nomeado numa primeira eleição; durante as duas primeiras expedições, para os reinos de Valência e de Granada, ocupados pelos sarracenos, libertaram 400 escravos.
Ao mesmo tempo, pregava aos bárbaros as verdades da nossa santa religião. Os resultados missionários, como também a vida exemplar dos religiosos, tornaram célebre a nova ordem não só em Espanha, mas nos outros países da Europa. O papa Honório III (1216-1227) tinha-a aprovado de palavra. Mas Pedro Nolasco aproveitou o crédito de Raimundo de Penhaforte para conseguir mais. Viram-se fidalgos m França, Alemanha, Hungria e Inglaterra entrar no instituto; em 1235, uma bula de Gregório IX autorizou os religiosos a seguirem a regra de Santo Agostinho; em 1237, um capitulo geral decidiu que se admitiriam mais religiosos de coro, do que cavaleiros. Quando Raimundo de Penhaforte, depois de entrar na ordem de S. Domingos, apresentou a sua demissão de mestre-geral, receou ver Pedro imitar-lhe o exemplo; por isso, escreveu-lhe a dissuadi-lo e a continuar a oferecer os seus serviços no lugar onde a vontade de Deus o tinha colocado. Pedro cedeu, pelo menos em parte: conseguiu a eleição dum vigário-geral que o ajudasse nas visitas às casas da ordem e noutros cuidados do governo. Vendo-se mais livre, Pedro aplicou-se com novo selo aos mais humildes ministérios da comunidade, tinha gosto sem limites em distribuir esmolas aos pobres à porta do mosteiro, pois, nessa altura, podia dirigir-lhes uma palavra de bondade, exortá-los à paciência e ao amor de Deus. Foi muitas vezes favorecido com  visões celestiais em que Nosso Senhor lhe deu a conhecer os progressos da Ordem e a melhor maneira de encaminhar os seus religiosos.
A reputação do santo fundador espalhou-se muito além das fronteiras de Espanha. São Luís, rei de França, manifestou o desejo de o ver. Quando o santo rei fez uma viagem até ao Languedoc, por 1243, Pedro veio visitá-lo; Luís IX recebeu-o com alegria, comunicou-lhe os seus piedosos desígnios para o serviço de Deus e sobretudo para a libertação dos cristãos da terra Santa; e, por último, convidou-o a acompanhá-lo na cruzada que tinha em preparação.
Pedro estava já muito idoso e doente; apesar disso, aceitou o convite e fez preparativos, mas veio uma doença incómoda paralisar-lhe o zelo; teve de limitar a cooperação a orações e a troca de cartas. Alguns dias antes da festa do Natal, agravou-se a doença de Pedro. Na véspera, encontrou-se no seu lugar no coro, sem saber como o tinham trazido. logo que voltou à cela, as convulsões dobraram. Pediu o santo viático; dando-lhe novas forças a sua devoção, pôde, arrastando-se de joelhos, vir ao encontro dos sacramentos dos enfermos, mas caiu de fraqueza, os outros religiosos tiveram de o reconduzir à cama. Depois de receber o Corpo do Salvador, mandou reunir todos os irmãos e disse-lhes: «Tenho de vos pedir duas coisas: uma, que me perdoeis o meu mau exemplo e o meu descuido no governo da Ordem, a outra, que elejais, para o meu lugar um Geral, a fim de eu poder encarar a morte com o mérito de obediência». Foi-lhe concedida esta última satisfação; só teve de pensar em salvar-se, recebeu uma última bênção do Bispo de Barcelona e, depois de conceder a sua bênção a todos os filhos agrupados à volta da sua cama, expirou na noite de Natal (1258).
O corpo de Pedro, enterrado com a simplicidade religiosa que ele mesmo prescrevera, foi, alguns anos mais tarde, levantado da terra, por ordem do Sumo Pontífice, e depois exposto à veneração do povo numa capela dedicada ao santíssimo Sacramento. A fama dos milagres realizados e as instâncias dos Padres da Ordem das Mercês levaram Urbano VIII a canonizar Pedro Nolasco em 1628; mas este pontífice limitou o culto unicamente aos membros da mesma Ordem. Em 1664, Alexandre VII mandou inserir o elogio dele no martirológio romano e estendeu a festa de toda a Igreja.
Pedro Nolasco é o padroeiro da Ordem dos Mercedários; é especialmente honrado em Barcelona. Em Portugal , os Mercedários foram chamados “Mercenários”. Entraram no país no séquito de santa Isabel, em 1284. Nunca foram entre nós muito numerosos; os Trinitários expandiram-se mais e dedicaram-se igualmente ao resgate dos escravos.
 
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

MARCELA, Santa

Viúva (325-410
Marcela de Roma, Santa
 
Nasceu e morreu em Roma. Ficando cedo viúva, foi a primeira grande senhora romana a professar abertamente a religião. Bela. rica, de alta linhagem, muito culta, perfeitamente ao nível de tudo o que Roma encerrava de mais refinado e erudito, ninguém se atrevia a desconsiderá-la O palácio que tinha no monte Aventino tornou-se o centro de reunião daquelas que desejavam, como ela própria, seguir os conselhos evangélicos. S. Jerónimo, que a protegera desde os princípios, ensinou nesse palácio. Demasiado idosa para seguir as suas amigas Melania, Paula e Eustóquio, que fugiram, ao aproximarem-se os bárbaros e se estabeleceram na Terra Santa, ela estava em Roma quando Alarico e os seus godos aí entram. Foi espancada terrivelmente, apear dos 85 anos; pretendiam que ela dissesse onde tinha riquezas; mas estas havia muito que se tinham tornado o tesouro dos pobres. Morreu das feridas alguns dias mais tarde.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt
 

Juan Bosco, Santo

Presbítero y Fundador

Juan Bosco, Santo

Juan Bosco, Santo

Presbítero y Fundador
de la Sociedad Salesiana y
del Instituto de las Hijas de María Auxiliadora

Martirologio Romano: Memoria de san Juan Bosco, presbítero, el cual, después de una niñez áspera, fue ordenado sacerdote y en la ciudad de Turín, en Italia, se dedicó con todas sus fuerzas a la formación de adolescentes. Fundó la Sociedad Salesiana y, con la ayuda de santa María Dominica Mazzarello, el Instituto de las Hijas de María Auxiliadora, para enseñar oficios a la juventud e instruirles en la vida cristiana. Lleno de virtudes y méritos, voló al cielo en este día en la ciudad de Turín, en Italia (1888).
Fecha de canonización: 1 de abril de 1934 por el Papa Pío XI.

San Juan Bosco nació el 16 de agosto de 1815 en Castelnuovo de Asti, y recibió de su madre Margarita Occhiena una sólida educación cristiana y humana. Dotado de inteligencia, memoria, voluntad y agilidad física no comunes, desde niño fue seguido por sus coetáneos, a quienes organizaba juegos que interrumpía al toque de las campanas para llevarlos a la iglesia. Fue ordenado sacerdote en Turín en 1841, y allí comenzó su actividad pastoral con San José Cafasso.
Su programa, o mejor, su pasión era la educación de los jóvenes, los más pobres y abandonados. Reunió un grupito que llevaba a jugar, a rezar y a menudo a comer con él. La incómoda y rumorosa compañía de Don Bosco (así se lo llamaba y se lo llama familiarmente) tenía que estar cambiando de lugar continuamente hasta que por fin encontró un lugar fijo bajo el cobertizo Pinardi, que fue la primera célula del Oratorio. Con la ayuda de mamá Margarita, sin medios materiales y entre la persistente hostilidad de muchos, Don Bosco dio vida al Oratorio de San Francisco de Sales: era el lugar de encuentro dominical de los jóvenes que quisieran pasar un día de sana alegría, una pensión con escuelas de arte y oficios para los jóvenes trabajadores, y escuelas regulares para los estudios humanísticos, según una pedagogía que sería conocida en todo el mundo como “método preventivo” y basada en la religión, la razón y el amor. “La práctica del método preventivo se base toda en las palabras de San Pablo que dice: La caridad es benigna y paciente; sufre todo, pero espera todo y aguanta todo”.
Para asegurar la continuidad de su obra, San Juan Bosco fundó la Pía Sociedad de San Francisco de Sales (los Salesianos) y Hijas de María Auxiliadora (las Salesianas). Fue un fecundísimo escritor popular, fundó escuelas tipográficas, revistas y editoriales para el incremento de la prensa católica, la “buena prensa”. Aunque ajeno a las luchas políticas, prestó su servicio como intermediario entre la Santa Sede, el gobierno italiano y la casa Saboya.
Fue un santo risueño y amable, se sentía “sacerdote en la casa del pobre; sacerdote en el palacio del Rey y de los Ministros”. Buen polemista contra la secta de los Valdeses, según la mentalidad del tiempo, nunca se avergonzó de sus amistades con los protestantes y los hebreos de buena voluntad: “Condenamos los errores, escribió en el “Católico”, pero respetamos siempre a las personas”. San Juan Bosco murió el 31 de enero de 1888 y fue canonizado por Pío XI en 1934.

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Candelária de San José, Beata

Fundadora

Candelaria de San José, Beata

Candelária de San José, Beata

Fundadora de las
Hermanas Carmelitas de la Tercera Orden Regular de Venezuela
"Hermanas Carmelitas de la Madre Candelaria"

Fecha de beatificación: 27 de abril de 2008, en una ceremonia presidida por el Cardenal José Saraiva Martins, en representación de S.S. Benedicto XVI.

Susana Paz Castillo Ramírez, tercera hija del matrimonio de Francisco de Paula Paz Castillo y María del Rosario Ramírez, nació en Altagracia de Orituco (Estado Guárico, Venezuela), el 11 de agosto de 1863.
Su padre era un hombre recto y honrado, de gran corazón y profundamente cristiano; gozaba del aprecio y estima de todos los habitantes; poseía conocimientos de medicina naturista y los empleaba para ayudar a mucha gente que solicitaba sus servicios. Su madre era una persona piadosa, trabajadora y honrada.
Tanto ella como don Francisco brindaron a sus hijos una educación tan esmerada como lo permitían las circunstancias de su tiempo. En el aspecto cristiano fue óptima: les infundieron el ejemplo y la palabra, la solidaridad y la responsabilidad en las prácticas de la fe cristiana y valores humanos.
Su instrucción académica, aunque escasa y deficiente, propia de la época que le tocó vivir, no fue un impedimento para su formación integral: frecuentó una escuela particular donde dio sus primeros pasos en la escritura y el cultivo de su apasionamiento por la lectura. Además, aprendió corte y confección y toda clase de labores, especialmente bordados. Este aprendizaje fue un valioso recurso para su posterior servicio a los más necesitados.
Su padre murió el 23 de noviembre de 1870, cuando Susana contaba con 7 años de edad. Cuando murió su madre, el 24 de diciembre de 1887, Susana, que tenía 24 años, asumió las responsabilidades de diligente ama de casa. A la vez, se encargaba de practicar la caridad con los enfermos y heridos que recogía y cuidaba en una casa semi-abandonada, adjunta a la iglesia parroquial.
Junto con otras jóvenes de su pueblo y con el apoyo de un grupo de médicos y del padre Sixto Sosa, párroco de Altagracia de Orituco, fundó un hospital para atender a todos los necesitados. Allí, en hamacas y catres de lona, que ella misma confeccionaba, los atendía.
Con la fundación de este centro de salud, en 1903, se dio inicio a la familia religiosa de las Hermanitas de los Pobres de Altagracia, actualmente denominada Hermanas Carmelitas de la Madre Candelaria. El 13 de septiembre de 1906, con autorización del obispo diocesano, la madre Susana hizo su profesión religiosa tomando el nombre de Candelaria de San José.
El 31 de diciembre de 1910 nació oficialmente la congregación de las Hermanitas de los Pobres de Altagracia con la profesión de las primeras seis hermanas, en manos de mons. Felipe Neri Sendrea, quien confirmó a la madre Candelaria como superiora general. En diciembre de 1916 emitió sus votos perpetuos en Ciudad Bolívar.
Su vida transcurrió entre los pobres; se distinguió por una profunda humildad, una inagotable caridad con ellos, y una profunda vida de fe, oración y amor a la Iglesia. Además de su esmerada atención por los enfermos, se preocupó por la educación de los niños, tarea que dejó como legado a sus hijas carmelitas.
La madre Candelaria era una religiosa de carácter afable, recogida, de baja y modesta mirada; siempre dejaba suavidad en cuantos la escuchaban cuando departía su cordial y amena conversación.
Dos cosas llamaban poderosamente la atención en ella: su profunda humildad y su inagotable caridad. Tenía una gran sensibilidad ante las desgracias ajenas; nunca decía "no" a nadie, sobre todo cuando se trataba de enfermos pobres y abandonados.
Otra característica de su entrega era la alegría; todo lo hacía con amor y una confianza sin límites en la divina Providencia. Sus grandes amores fueron Jesús crucificado y la santísima Virgen. Recorrió muchos kilómetros en busca de recursos para el sostenimiento de sus obras y fundando nuevas comunidades que respondieran a las necesidades del momento.
Gobernó la congregación durante 35 años, desde su fundación hasta el capítulo general de 1937, en el que le sucedió en el cargo la madre Luisa Teresa Morao.
Los últimos años de la madre Candelaria estuvieron marcados por el dolor y la enfermedad. No obstante, después de dejar el cargo de superiora general, aceptó seguir prestando sus servicios a la congregación como maestra de novicias.

Tenía plena conciencia de su enfermedad, pero con increíble paciencia soportaba los dolores y daba pruebas de conformidad con la voluntad de Dios. Pedía al Señor poder morir con el nombre de Jesús en los labios, y así fue.
En la madrugada del 31 de enero de 1940 tuvo un vómito de sangre. Tras pronunciar tres veces el nombre de Jesús, entregó su alma al Creador.
El 22 de marzo de 1969 se inició en la ciudad de Caracas su proceso de beatificación y canonización. Benedicto XVI firmó el decreto de beatificación el 6 de julio de 2007.
Reproducido con autorización de Vatican.va

Francisco Javier María Bianchi, Santo

Presbitero Barnabita

Francisco Javier María Bianchi, Santo

Francisco Javier María Bianchi, Santo

Presbítero

Martirologio Romano: En Nápoles, ciudad de la Campania, en Italia, san Francisco Xavier María Bianchi, presbítero de la Orden de Clérigos Regulares de San Pablo (Barnabitas), el cual, dotado de carismas místicos, convirtió a muchos a una vida según la gracia del Evangelio (1815).
Fecha de canonización: 21 de octubre de 1951 por el Papa Pío XII.

Francisco Javier M..ª Bianchi nació en Arpino, patria de Cicerón, el 10 de diciembre de 1743, y fue bautizado el día de San Francisco Javier, cuyo nombre recibió con el agua lustral.
Su padre, Carlos Antonio, tenía una fábrica de tejidos de lana, en la que el buen ejemplo de las virtudes del propietario y la caridad con que éste conjugaba la justicia con las necesidades familiares de sus obreros, hacía del lanificio Bianchi un excelente modelo. La madre, Faustína Morelli, excedía al esposo en virtudes cristianas de toda clase, principalmente en la caridad, completamente entregada al servicio social de la ciudad arpinatense, habiendo transformado su casa en un hospital o asilo, donde se acogía continuamente a dieciséis enfermos o necesitados. Con el ejemplo de tantas virtudes se formé y templó el espíritu de nuestro santo, dando ya desde su más tierna infancia frutos prometedores de santidad.
Para completar su formación literaria, fue mandado al seminario de Nola, cursando el bachillerato, confirmándose en su ánimo la vocación religiosa, contribuyendo a ello la escogida dirección espiritual, que no escatimaba medios para poner a disposición de los futuros levitas los grandes maestros del espíritu. En este centro de formación conoció y trató con el fundador de los redentoristas, San Alfonso María de Ligorio.
Cursados los estudios de filosofía en Nola y pasado algún tiempo en Nápoles, donde tuvo que vencer muchas dificultades, entró en el instituto de los barnabitas en 1762, y habiendo hecho su profesión y realizado diversas pruebas, el año 1765 empezó el curso de teología en el colegio que los barnabitas tenían en San Carlos alle Mortelle, de Nápoles, y en esta misma ciudad recibió las órdenes mayores del subdiaconado, diaconado y presbiterado, los días 11, 18 y 25 de enero de 1767, celebrando su primera misa el día de San Francisco de Sales de dicho año.
Para reponer su salud, algo quebrantada, con los aíres de la patria, fue destinado a Arpino, enseñando en el gimnasio público retórica durante dos años, transcurridos los cuales, fue enviado de nuevo a Nápoles, al colegio de San Carlos, esta vez como profesor de filosofía. El año 1773 pasó al colegio que los barnabitas tenían en Santa María in Cosmedin o de Portanova, en la misma ciudad de Nápoles, con la misma misión pedagógica. No había aún cumplido los treinta años cuando fue nombrado propósito de dicho colegio, cargo que regentó durante doce años.
Los testigos, llamados a declarar en los procesos de beatificación, le llaman el San Felipe de Nápoles, porque ambos santos, el Bianchí y el Neri, como se decía agudamente, tienen muchos rasgos paralelos, no sólo por su largo apostolado de dirección espiritual, sino también por el don de discreción de los espíritus.
Durante estos doce años, su apostolado fue fecundo, principalmente en el confesionario y en el púlpito, y sobre todo, conforme exigían los calamitosos tiempos, con el ejemplo que dio siempre de la más observante disciplina regular. Director y consejero de la clase más escogida de Nápoles, su discreción y su cultura se propagaba entre los círculos concéntricos de su celda y del confesionario, a donde acudían cada día toda clase de personas. principalmente del ambiente intelectual. Movido por esta fama el rector magnífico de la Universidad de Nápoles, monseñor Mateo Genaro Testa Piccolomini, titular de la sede de Cartago, le ofreció una cátedra en el Estudio General, que Bianchi rehusó. A pesar de esto, el rector del Ateneo, el 15 de septiembre, extendió el nombramiento de profesor de teología dogmática y polémica a favor del padre Bianchí, y el 21 de marzo del año siguiente (1779), el príncipe de Francavilla, presidente de la Academia de Ciencias y Letras, propuso fuera nombrado socio de número de dicha Academia, propuesta que fue aceptada por unanimidad.
Debemos tener presente que el siglo XVII transmitió al XVIII gérmenes de ideas nuevas, que se manifestaban externamente en una fiebre de saber. Por otra parte. los barnabitas, con sus renombrados colegios. recogían este afán de cultura, manifestada en la amplitud y brillantez de conocimientos que comunicaban a los escolares de su tiempo, pero principalmente a los religiosos de su instituto, que habían de profesarlos en sus cátedras. San Francisco Javier alcanzó este afán, que él llamaba intemperantia Iitterarum, que fue moderada después por consideraciones espirituales, religiosas, que desembocaron en sus últimos años al apostolado de la predicación y del consejo, en medio del cual, como en su ambiente propio, terminó los últimos años de su sufrida existencia.
Así se explica la nutrida correspondencia que mediaba entre el tío, canónigo, y el sobrino, barnabita, pidiendo éste libros a don Antonio y reclamando éste su devolución. Un modelo de esta erudición son también las notas que preparaba para sus lecciones y conferencias. Y la variedad de sus conocimientos se adivina en la lista de los libros del Santo, en el cual figuran tratados de omnire scibili, desde las lenguas, hebreo, griego y latín, literatura italiana y cristiana, hasta la filosofía, cristiana y profana, entre cuyos autores se distinguen Voltaire y Rousseau, para combatirlos, pues sabían todos que había obtenido del Santo Oficio permiso para leer estos autores. Cuando fue decretada la persecución a las órdenes religiosas, intentó salvar d6s cosas: la caja o fondo de la beatificación de la madre Francisca de las Llagas, de la que era el promotor con permiso de sus superiores, y treinta cajas de libros que quiso poner a salvo de las ruinas y destrucciones, que van siempre emparejadas con todas las persecuciones religiosas.
Los procesos están llenos de testigos, que narran sucesos extraordinarios o experimentados en sus propias personas o presenciados u obrados en otros.
Queremos reducir a pocos casos verdaderamente atestiguados por personas que los presenciaron: se refieren a las erupciones del Vesubio, La revolución, y la invasión francesa después, habían creado en Nápoles un ambiente de materialismo capaz de ahogar el espíritu religioso y moral que había conservado la tradición de la ciudad y los grandes ejemplos de santidad dados por una legión de sacerdotes y religiosos edificantes y santos. Los terremotos habían agrietado muchas casas de la ciudad, y el Vesubio, de cuándo en cuándo, rugía arrojando de sus entrañas ríos de fuego vivo. El dedo de Dios, vengándose de tantas iniquidades, parecerá evidente a las personas más temerosas y religiosas; pero, en medio de tantas pruebas, era también potente el Dios consolador, que hacia surgir hombres extraordinarios para conservar su fe con sus prodigios.
Dos casos solamente. El 22 de mayo se hallaba el padre Bianchí en Torre del Greco, a las faldas del Vesubio, en el Retiro de la Visitación. Instantáneamente, las llamas del volcán se desbordan y avanzan hacia el Retiro. La destrucción de la casa religiosa parecía inminente. Los más desesperados intentaron salvar lo irreparable, poniendo a salvo muebles y enseres. Este nerviosismo contrastaba con la calma y serenidad del padre Bianchí, asegurando que no pasaría nada. Enfermo, a duras penas pudo subir a la terraza, y ante aquel espectáculo apocalíptico del fuego que avanza, se detiene, musita una oración rogando a Dios detuviera aquel torrente amenazador. Y la lava se detuvo al margen mismo del Retiro, y se solidificó, no pasando adelante. En el mismo muro, formado por la solidificación de la lava, el cardenal arzobispo Guillermo Sanfelice levantó una capilla.
El día 12 de agosto, desde Pietra Bianca, escribe a las religiosas del refugio de Vía dei Portici que se pongan a salvo, pues el Vesubio quiere vengarse. La carta llegó al día siguiente; pero aquella noche, a las doce, el volcán irrumpió de nuevo y la casa fue destruida. El volcán estaba imponente y ante el gran peligro que todos presentían, el padre Bianchí fue llevado casi a cuestas al encuentro de la lava, y al hallarse frente a frente, venció la oración del padre Bianchí, pues la lava se detuvo instantáneamente a los pies del Santo.
La alcantarina Francisca de las Llagas le predijo una enfermedad larga y dolorosa. Y el vaticinio fue cumplido al pie de la letra. Empezó con una hinchazón en las piernas, que ni la ciencia de los médicos ni los cuidados de los amigos podían detener. Y en medio de terribles sufrimientos, recluido en la soledad de su celda, continuaba su apostolado de consejo y de edificación. A sus médicos les pedía sufrimientos, pues sus dolores eran las misericordias de Dios. Un alma eucarística como la suya sufría solamente ante el temor de no tener fuerzas para celebrar la santa misa. Sus amigos lo bajaban a la iglesia, y cuando ni esto podía hacer, le fue concedida la gracia de celebrarla en su celda. Durante la misa todos notaban la alegría que se leía en su semblante, como si le hubieran pasado todos los dolores. Se probó todo, incluso el cambio de clima; su amigo Buoncore le hospedó en su casa de Castelamare durante los años 1804-05. Un poco de alivio animaba a Bianchi físicamente; pero las calamidades morales que se cernían sobre la Iglesia y sus amigos le atormentaban extraordinariamente y quiso volver a animar a todos desde su soledad de Portanova. La dispersión de las órdenes religiosas fue un golpe duro para su alma apostólica. El párroco de Santa María in Cosmedin se arregló para que la celda que ocupaba en el contiguo colegio de Portanova fuese considerada como formando parte íntegramente de la parroquia, atendida la impotencia en que se hallaba el padre Bianchi. Esto sucedió el año 1810. Un cáliz más amargo tuvo que apurar hasta las heces: el abandono casi total de sus amigos, precisamente cuando más necesitaba de ellos: hubo tiempo en que era un peligro para el gobierno el trato con el padre Bianchi, Y el espionaje funcionaba.
Los últimos días de su existencia no tenía fuerzas para celebrar; pero cada día tuvo el consuelo de recibir la santa Eucaristía. El último aviso llamó a su puerta el día 27 de enero de 1815 bajo la apariencia de un accidente simple y fortuito. En virtud de una especie de contrato que había hecho con la venerable Francisca de las Llagas, ésta se le apareció para anunciarle que había llegado la hora de recibir el Viático, para el cual se preparó sonriente y alegre con todos los que le visitaron. El 31 del mismo mes de enero, muy de mañana, insistió en que le administraran la sagrada Eucaristía, habiendo recibido la noche anterior la extremaunción, y poco después de haber sido confortado con el pan de los ángeles, plácidamente expiró.
La fama de su santidad corrió rápidamente después de su muerte. Las gracias por él concedidas eran innumerables. Probáronse con la suficiencia requerida los milagros necesarios, y el barnabita padre Francisco Javier Bianchi fue solemnemente canonizado por la Iglesia.
Para el mundo, la vida es un hombre entre dos fechas: 2 diciembre 1743 - Francisco Javier María Bianchi - 31 de enero 1815.

Ludovica Albertoni, Beata

Viúva

Ludovica Albertoni, Beata

Ludovica Albertoni, Beata

Terciaria Franciscana

Martirologio Romano: En Roma, beata Ludovica Albertoni, que educó cristianamente a sus hijos y, al morir su esposo, entró en la Tercera Orden de San Francisco y prestó ayuda a los necesitados hasta tal punto que de ser rica llegó a ser pobre (1533).
Fecha de beatificación: Culto confirmado el 28 de enero de 1671 por el Papa Clemente X.

Nació en Roma de familia noble en 1473. A los dos años murió su padre y, al casarse nuevamente su madre, ella fue encomendada a las tías paternas y a la abuela materna. A los veinte años se casó y tuvo tres hijas. Sus características fueron la fidelidad a los propios deberes y el amor para con los pobres. Amó a su esposo con santo afecto. Se dedicó a la educación de sus hijas dirigiendo su oración y sus lecturas. Cuando tenía treinta y tres años enviudó, duro golpe que finalmente supo aceptar con resignación.
A la muerte de su esposo se suscitaron problemas de herencia que le causaron vejaciones de parte de los parientes. Vivió todo el drama del saqueo de Roma y se prodigó a favor de los necesitados. Dedicaba parte de la noche al descanso, el resto a la penitencia. Solía repetir: «¿Cómo es posible vivir sin sufrir, cuando se contempla a nuestro Dios colgado en una Cruz?». Por la mañana participaba en la eucaristía y recibía devotamente la comunión. Luego distribuía el tiempo del día entre los trabajos de casa y la asistencia a los pobres y enfermos, a quienes visitaba en casa o en los hospitales. Dedicaba todos sus cuidados a las muchachas abandonadas o en peligro.
Decía a menudo: «Dios nos dio los bienes de la tierra para que los compartamos con los que los necesitan». Distribuyó todos sus bienes entre los pobres y pasó los últimos años de su vida en la más grande pobreza. Murió el 31 de enero de 1533 a los 60 años de edad. Todo Roma lloró su muerte juzgándola como la pérdida de la madre de todos. Su cuerpo se venera en la iglesia de San Francisco a Ripa, en Roma.

Marcela de Roma, Santa

Viúva

Marcela de Roma, Santa

Marcela de Roma, Santa

Martirologio Romano: En Roma, conmemoración de santa Marcela, viuda, la cual, como recuerda san Jerónimo, abandonando sus riquezas y dignidades, se ennobleció con la pobreza y la humildad (410). San Jerónimo llama a santa Marcela «la gloria de las matronas romanas». Habiendo perdido a su esposo a los siete meses de matrimonio, Marcela rechazó las proposiciones del cónsul Cereal y decidió imitar a los ascetas del oriente. Se privó del vino y de la carne, consagró su tiempo a la lectura espiritual, la oración, las visitas a las iglesias de los mártires, y no habló jamás a solas con ningún hombre. Otras mujeres de noble linaje siguieron su ejemplo y se pusieron bajo su dirección, y Roma presenció la formación de varias comunidades de ese tipo en breve tiempo. Nos han quedado dieciséis cartas de san Jerónimo a santa Marcela, en respuesta a las preguntas que la santa le hacía; pero ésta no se contentaba con escuchar pasivamente las respuestas del Doctor de la Iglesia, sino que discutía a fondo sus argumentos y aun le reprendía por su mal carácter. Cuando los godos saquearon Roma, el año 410, maltrataron a Santa Marcela para que revelase el sitio en que había escondido sus supuestos tesoros, que en realidad habían pasado a manos de los pobres, desde mucho tiempo atrás.
La santa no temía por sí misma, sino por su discípula Principia (no su hija, como algunos han supuesto erróneamente). Arrodillándose, pues, ante los soldados, les rogó que no le hicieran daño alguno. Dios les movió a compasión, y estos condujeron a las dos mujeres a la iglesia de San Paulo, en la que Alarico respetaba el derecho de asilo. Santa Marcela murió poco tiempo después, en los brazos de Principia, a fines de agosto del año 410. El Martirologio Romano venera su memoria en el día de hoy.

39210 > Sant' Abramo Vescovo di Arbela 31 gennaio MR


39230 > Santi Agostino Pak Chong-Won e cinque compagni Martiri 31 gennaio MR


39215 > Sant' Aidano (Medhoc) di Ferns Vescovo 31 gennaio MR


93506 > Beata Candelaria di San Giuseppe (Susanna Paz-Castillo Ramirez) Fondatrice 31 gennaio


90327 > San Ciro Martire 31 gennaio MR


39225 > Sant' Eusebio Monaco di San Gallo 31 gennaio MR


91308 > San Francesco Saverio Maria Bianchi Barnabita 31 gennaio MR


39175 > San Geminiano di Modena Vescovo 31 gennaio MR


90328 > San Giovanni Martire 31 gennaio MR


22600 > San Giovanni Bosco Sacerdote 31 gennaio - Memoria MR


39190 > San Giulio d'Orta Sacerdote 31 gennaio MR


91117 > Beata Ludovica Albertoni Terziaria francescana 31 gennaio MR


39200 > Santa Marcella di Roma Vedova 31 gennaio MR


39205 > San Metras (Metrano) di Alessandria Martire 31 gennaio MR


39220 > San Valdo Vescovo 31 gennaio MR


39195 > Santi Vittorino, Vittore, Niceforo, Claudio, Diodoro, Serapione e Papia Martiri 31 gennaio MR

 

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”





  • Tero1 - Cpia
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    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
  • Endereço de Youtube: antonio0491@youtube.com
  • António Fonseca
  • Nº 1546-1 - (30-13) - SANTOS DE CADA DIA - 30 de Janeiro de 2013 - 5º ano

    antoniofonseca1940@hotmail.com

    Nº 1546

    Bom

    ANO D E 2 0 1 3


    NOTA EXPLICATIVA

    Problemas técnicos motivaram o atraso na publicação do texto dos Santos de cada dia, relativos ao dia 29 e ao dia 30 (hoje); por tal motivo, os três primeiros, abaixo assinalados com Estrela não foram transcritos em Português diretamente do livro SANTOS DE CADA DIA (conforme estava programado) e foram-no através do site WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL pelo que não foram traduzidos. As minhas desculpas. AF.

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    Nº 1546-1 - (30-13)


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    I-Am-Posters

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    Nº 1546-1 – (30-13)


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    JACINTA MARISCOTTI, Santa Estrela

    Virgem (1585-1640)

    Jacinta Mariscotti,  Santa

    Jacinta Mariscotti, Santa

    Terciaria Franciscana

    Martirologio Romano: En la ciudad de Viterbo, en el Lacio (hoy Italia), santa Jacinta Mariscotti, virgen, de la Tercera Orden Regular de San Francisco, la cual, después de perder quince años entregada a vanos deleites, abrazó con ardor la conversión y promovió confraternidades para consolar a los ancianos, fomentando el culto a la Eucaristía (1640).
    Etimología; Jacinta = Aquella que es bella como la flor del jacinto, es de origen griego,

    Fecha de canonización: 24 de mayo de 1807 por el Papa Pío VII.  Puede ser un ejemplo para las niñas-bien. Bueno, es un ejemplo para todos, pero dado que su vida pasó por unas situaciones peculiares de quienes proceden de buena cuna, tienen bienes materiales abundantes y hasta pueden predecir un futuro lleno de posibilidades que mucha gente llama ´idealesª..., pues por eso escribí lo que escribí. Sobre todo, cuando esas previsiones de futuro probables se convierten en sólo futuribles por las disposiciones de la Divina Providencia. Y si no, conozcamos algo de su vida.
    Nació cerca de Viterbo, en Vignatello, en el año 1585 del matrimonio formado por Marcantonio Mariscotti y Octavia Orsini, condesa de Vignatallo. Top en la sociedad del tiempo. De sus hermanos hay algo que decir también. Ginebra, que se llamó luego Inocencia, vivió y murió santamente como Terciaria Franciscana de San Bernardino. Hortensia, joven virtuosa que casó con el marqués de Podio Catino, Paolo Capizucchi. Sforza se casó con Vittoria Ruspoli y heredó el título de la familia de los Mariscotti. Galeazo trabajó y murió en la Curia romana.
    Se llamó Clarix como nombre bautismal. Sus padres quisieron darle la mejor educación y pensaron que el camino óptimo era ponerla junto a sor Inocencia, su hermana, para que creciera al calor de los buenos ejemplos y virtudes del monasterio. Su intención fue más buena que acertada. Todo lo de fuera le ilusiona, le atrae, le embelesa y encanta más que el aire religioso de dentro. Abandona el monasterio y como conoce su hermosura y la prosapia de su familia, se hace vanidosa, presumida y coqueta. Más, cuando su hermana encontró su buen partido y, enamorada, contrajo matrimonio; ahora se vuelve tan ligera, mundana y extraviada que está a las puertas de su definitiva ruina espiritual.
    El único camino viable es entrar de la peor gana en el monasterio; y, más por despecho que por vocación, toma el hábito de Terciaria franciscana con el nombre de Jacinta. Tiene veinte años.
    Por diez años, que son bastantes, lleva en el convento una vida mundana. Su celda parece un bazar por los lujosos adornos; la piedad en ella es tibieza; la mortificación prescrita, un tedio; hasta recibe las amonestaciones con desprecio.
    Pero con treinta años llega la hora de Dios y surge potente la casta noble y cristiana que lleva dentro. Una enfermedad grave la espabila del sueño. Una confesión general es el comienzo. Se suceden los actos de petición de perdón, de arrepentimiento, está horrorizada por el mal ejemplo... suenan las disciplinas en público, da besos en los pies de sus hermanas, obediencia rendida, aceptación de los sufrimientos. La conversa aparece en público alguna vez como animal, con la soga al cuello. Aunque claramente se tiene por la mujer más pecadora la nombran vicesuperiora y maestra de novicias pero ha de vencer su repugnancia a intentar educar a otras que son mejores. Ahora tiene su contento en la oración, es devota del Arcángel san Miguel, ama sin cansancio la contemplación de la Pasión de Jesucristo, la Misa le da lágrimas, las imágenes de la Virgen son su refugio. Le causan pena las almas que pasan por el extravío del pecado y por su recuperación para Dios funda dos cofradías: La Compagnia dei Sacconi para la atención material de los enfermos y ayudarlos a bien morir y La Congregación de los Oblatos de María para avivar la piedad, hacer obras de caridad y fomentar el apostolado de los seglares. Aquí ya quiso recompensar Dios a su sierva enamorada con dones extraordinarios como el de profecía, milagros, penetra los corazones, es instrumento de conversión y el éxtasis es frecuente en ella ... Así hasta que murió el año 1640, cuando tenía cincuenta y cinco.

    BATILDE ou BERTILA, Santa Estrela

    Rainha (680)
     

    Batilde de Chilles, Santa

    Batilde de Chilles, Santa

    Reina de Francia

    Martirologio Romano: En el monasterio de Chelle, en el territorio de París, en la Galia, santa Batilde (o Bertille), que, siendo reina, fundó un cenobio bajo la Regla de san Benito, al estilo del monasterio de Luxeuil y a la muerte de su esposo, Clodoveo II, gobernó el reino de los francos. Cuando su hijo asumió el poder, se retiró al citado monasterio, viviendo hasta el fin de sus días bajo la observancia de la Regla (680). Esposa de Clovis II, Rey de Francia, momento y lugar de nacimiento desconocido; fallecida en enero de 680. De acuerdo con algunas crónicas vino desde Inglaterra y era una descendiente de los reyes Anglo-Sajones, pero esta es una afirmación dudosa. Es cierto que fue una esclava al servicio de la esposa de Erchinoald, alcalde del palacio de Neustria. Las inusuales cualidades mentales y sus virtudes inspiraron la confianza de su amo, quien puso a su cargo muchos de los asuntos domésticos, y, después de la muerte de su esposa, deseó desposarla. Entonces la joven chica huyó y no volvió hasta que Erchinoald se hubo casado nuevamente. Aproximadamente en esa época Clovis II la conoció en la casa del alcalde del palacio y fue impresionado por su belleza, su gracia y por los buenos informes que tenía de ella. La liberó y se casó con ella en 649. Esta repentina elevación no disminuyó las virtudes de Batilde sino que le dio nuevo lustre. Su humildad, espíritu de oración, y la generosidad de su gran corazón hacia los pobres fueron particularmente destacables.
    Siete años después de su matrimonio, Clovis II murió en 656, dejando a Batilde con tres hijos, Clotario, Childerico y Tierry. Una asamblea de los principales nobles proclamó a Clotario III, de cinco años de edad, rey bajo la regencia de su madre, Batilde. Ayudada por la autoridad y el consejo de Erchinoaldo y los santos obispos, Eloi (Eligio) de Noyon, Ouen de Rouen, Leéger de Autun, y Chrodebert de París, la reina pudo llevar a cabo útiles reformas. Abolió el desgraciado comercio de esclavos Cristianos, y firmemente reprimió la simonía entre el clero. También lideró la senda de la fundación de instituciones de caridad y religiosas, tales como hospitales y monasterios. A través de su generosidad fue fundada la Abadía de Corbey para hombres y la Abadía de Chilles cerca de París para mujeres. Alrededor de esta época fueron establecidas las famosas Abadías de Jumièges,.Jouarre y Luxeuil, muy probablemente, en gran parte, a través de la generosidad de Batilde. Bertilde, la primera Abadesa de Chilles, quien es honrada como una santa, vino desde Jouarre. La reina deseaba renunciar a su posición y entrar a la vida religiosa, pero sus obligaciones la mantuvieron en la corte. Erchinoaldo murió en 659 y fue sucedido por Ebroin.
    No obstante la ambición del nuevo alcalde del palacio, la reina tuvo la capacidad de mantener su autoridad y usarla para beneficio del reino. Después de que sus hijos fueron establecidos en sus respectivos territorios, Childerico IV en Austrasia y Thierry en Burgundia, volvió a su deseo de una vida recluida y se retiró a su favorita; la Abadía de Chilles cerca de París.
    Al entrar en la abadía, depositó la insignia de realeza y deseó ser la más baja en el rango entre las internas. Fue su placer tomar su posición detrás de las novicias y servir al pobre y al enfermo con sus propias manos. La oración y los trabajos manuales ocuparon su tiempo, y no deseó ninguna alusión a la grandeza de su antigua posición. De esta manera pasó quince años de retiro. A comienzos del año 680 tuvo el presentimiento de la proximidad de la muerte e hizo la preparación religiosa para la misma. Antes de su propio fin, aconteció el de Radegonde, un niño al que había sostenido en la pira bautismal y había entrenado en la virtud Cristiana. Fue enterrada en la Abadía de Chilles y canonizada por el Papa Nicolás I.

    MARTINHA, Santa Estrela

    Virgem (226)
     

    Martina Santa

    Martina Santa

    Virgen y Mártir

    Martirologio Romano: En Roma, conmemoración de santa Martina, a quien el papa Dono dedicó una basílica a su nombre en el foro romano (677).
    Etimología: Martina = femenino de Martín = martillo, es de origen latino. La historia de esta joven santa comienza por su tumba, 1400 años después de su martirio; es decir, cuando en 1634 el activísimo Urbano VIII, empeñado en lo espiritual en la contrareforma católica, y en lo material en la restauración de famosas iglesias romanas, descubrió las reliquias de la mártir, les propuso a los romanos la devoción a Santa Martina y fijó la celebración para el 30 de enero. El mismo compuso el elogio con el himno: “Martinae celebri plaudite nomini, Cives Romulei, plandite gloriae”, que era una invitación a honrar a la santa en la vida inmaculada, en la caridad ejemplar y en el valiente testimonio que demostró a Cristo con su martirio.
    Son pocas las noticias históricas. La más antigua es del siglo VI, cuando el Papa Onorio le dedicó una iglesia en Roma. Quinientos años después, al hacer excavaciones en esta iglesia, se encontraron efectivamente las tumbas de tres mártires. En el siglo VIII ya se celebraba la fiesta de la santa. No se sabe nada más, y por eso es necesario buscar noticias en una Passio legendaria. Según esta narración, Santa Martina era una diaconisa, hija de un noble romano. Debido a su abierta profesión de fe, la arrestaron y la llevaron al tribunal del emperador Alejandro Severo (222-235). Este príncipe semioriental, abierto a todas las curiosidades, hasta el punto de incluir a Cristo entre los dioses venerados en la familia imperial, fue muy tolerante con los cristianos y su gobierno marcó un fructuoso paréntesis de calma respecto de la Iglesia, que en ese tiempo logró una gran expansión misionera.
    El autor de la Passio ignora todo esto, y hace más bien una lista de las atroces tortures con que el emperador martirizó a la santa. Cuenta que cuando Martina fue llevada ante la estatua de Apolo, la convirtió en pedazos y ocasionó un terremoto que destruyó el temple y mató a los sacerdotes del dios.
    El prodigio se repitió con la estatua y el templo de Artemidas. Todo esto hubiera debido hacer pensar a sus perseguidores; pero no, se obstinaron más y sometieron a la jovencita a crueles tormentos, de los que salió siempre ilesa. Entonces resolvieron cortarle la cabeza con una espada, y su sangre corrió a fertilizar el terreno de la Iglesia romana.

     

    Muciano María Wiaux, Santo

    Religioso Lasallisa,

    Muciano María Wiaux, Santo

    Muciano María Wiaux, Santo

    El Hermano que siempre ora

    Martirologio Romano: En Malonne, lugar de Bélgica, san Muciano María Viaux, de los Hermanos de las Escuelas Cristianas, que dedicó toda su vida con constancia y generosidad a la formación de los jóvenes (1917).
    Fecha de canonización: 10 de diciembre de 1989 por el Papa Juan Pablo II.

    En Mellet, una pequeña población de Bélgica, nació el santo hermano Muciano María. Su padre, Juan Wiaux, era el herrero del pueblo, conocido por su jovialidad y caridad cristiana. Su madre, Elisabeth Badot atendía una tienda y una hospedería además de la educación y el cuidado de sus hijos que en total fueron seis. Luis José nació el 20 de marzo de 1841. De niño frecuentó la escuela del maestro Carlos Dandois que era respetado y admirado por la gente del pueblo. Luis José terminó la escuela a los once años y empezó a ayudar a su padre en la herrería. Pronto se despertó en él la vocación religiosa y pidió ingresar con los hermanos de las Escuelas Cristianas que recientemente habían llegado a la vecina población de Gosselies. Sus mismos padres, viendo en ello una bendición de Dios, aunque les costaba alejarse de su hijo más querido, lo llevaron personalmente ante el hermano Noce, director de novicios. El martes de pascua de 1856 ingresó como postulante en el noviciado de los Hermanos de la Salle. El 2 de julio recibió el hábito, comenzando el noviciado y tomando el nombre de hermano Muciano María.
    Después de breves experiencias apostólicas como profesor en Chimay y Bruselas, fue trasladado a Malone al colegio de San Bertuino, uno de los mejores planteles educativos Belgas. Los primeros meses en aquel colegio fueron difíciles pues su preparación no estaba a la altura de las circunstancias. Con la ayuda del hermano Maixentis, quien le dio clases de dibujo y música, se capacitó para desempeñar diversos oficios que le asignaron durante cincuenta y siete años que permaneció en aquel centro educativo. Lo que más llamaba la atención del hermano Muciano María era su capacidad de oración y unión con Dios. Sin dejar de cumplir sus deberes de maestro de música y dibujo todos lo conocían como el hermano que oraba siempre y en todas partes. Tenía una gran devoción a la Santísima Virgen: con frecuencia se le veía arrodillado junto a su imagen que estaba en el jardín: a una de sus sobrinas escribió lo siguiente: “Viendo el papel que María asume en el gran negocio de nuestra salvación, no cesaré nunca de aconsejarte que acudas frecuentemente a la intercesión de esta divina Madre. Puedes estar segura de que ella se tomará la amorosa obligación de condescender a tus oraciones”.
    Aunque durante su vida gozó de muy buena salud, llegó el momento en que las fuerzas se le agotaron y el médico le aconsejó retirarse de la vida activa. Todavía buscaba, con gran voluntad, seguir las distribuciones regulares de la comunidad hasta que, anciano, fue enviado a la enfermería. Entre las últimas visitas que recibió estuvo la del hermano Maixentis, quien fuera su protector. Antes de morir agradeció a Dios el don del bautismo, y otros dones que le había concecido. También invocaba con frecuencia: “Sagrado Corazón de Jesús protege a Bélgica, salva a Bélgica”. En medio de esta acción de gracias, murió el 30 de enero de 1917.
    A causa de la guerra, los funerales fueron sencillos y poco concurridos. El hermano Maixentis casi no se despegó del féretro y, sintiéndose solo, exclamó: “hermano Muciano, ven a buscarme”. Al día siguiente del sepelio del hermano Muciano también él murió.
    El papa Pablo VI beatificó a Munciano el 30 de octubre de 1977 y el papa Juan Pablo II lo canonizó el 10 de diciembre de 1989.

     

    Sebastian Valfre, Beato

    Sebastian Valfre, Beato

    Sebastian Valfre, Beato

    Presbítero

    Martirologio Romano: En Turín, ciudad del Piamonte, en Italia, beato Sebastián Valfré, presbítero de la Congregación del Oratorio, que con su entrega desinteresada ayudó a pobres, enfermos y encarcelados, y condujo a muchos hacia Cristo con su amistad y su eximia caridad (1710).
    Etimología: Sebastián = Aquel que es digno de respeto, es de origen griego.
    Fecha de beatificación: 15 de julio de 1834 por el Papa Gregorio XVI.  Sebastián Valfré nació en Verduno del Piamonte, en 1629. Sus padres eran pobres y la familia numerosa. Desde su niñez decidió ser sacerdote, y trabajó para pagarse todos sus estudios, copiando libros. Se cuenta que al partir del hogar, lo único que sus padres pudieron darle fue un tonel de vino. Sebastián ingresó en la Congregación de los Padres del Oratorio, en Turín, el día de la fiesta de San Felipe, en 1651. Un año después, fue ordenado sacerdote y cantó su primera misa en Verduno para consuelo de sus padres. Desde el primer momento, se entregó con toda el alma al cumplimiento de sus deberes sacerdotales. Un hecho notable fue que desde el arribo del beato, el Oratorio de Turín, que hasta entonces había estado en decadencia por muchas dificultades, empezó a prosperar y a atraer al pueblo. El primer cargo de Sebastián fue el de prefecto del "Pequeño Oratorio", es decir una cofradía de laicos que se reunían para los ejercicios de piedad. El beato desempeñó durante muchos años el cargo con gran fruto y su extraordinario don de entusiasmar a los jóvenes parece haberle ganado el puesto de maestro de novicios. En 1661, habiendo cumplido la edad canónica de cuarenta años, fue elegido superior, contra su voluntad. Se dice que su gobierno fue una imitación perfecta del de San Felipe, tanto por el cuidado de la observancia hasta en los menores detalles, como por la gran bondad de Sebastián con los enfermos, para los que nada le parecía demasiado bueno.
    Entre tanto, la fama del beato como director de almas se había ido ex tendiendo. Pasaba largas horas en el confesionario, al que asistía con puntualidad escrupulosa y, en sus exhortaciones a la comunidad, insistía mucho sobre la necesidad de la confesión frecuente. Toda clase de personas se confesaban con él, hallándole siempre dispuesto a hacer cualquier cosa por aquellos que necesitaban ayuda o mostraban deseos serios de perfección. Por otra parte, era implacable con los falsos y parecía gozar de un don sobrenatural o de un poder de telepatía para descubrir la falta de sinceridad. Entre sus penitentes se con. taba el duque Víctor Amadeo II, más tarde rey de Cerdeña, quien en 1690, con el consentimiento del Papa Alejandro VIII, se esforzó en vano por persuadirle para que aceptara la sede arzobispal de Turín. El beato Sebastián predicaba, algunas veces, tres sermones al día. Emprendía también largas expediciones misionales a los distritos de los alrededores y, algunas veces, hasta territorio suizo, con gran fruto de conversiones. Además, consagraba mucho tiempo a la instrucción de los jóvenes y de los ignorantes. Acostumbraba reunir a los mendigos que iban al Oratorio a pedir limosna y les daba alimento para el cuerpo y para el alma. Era infatigable en sus visitas a los hospitales y prisiones, y tenía especial simpatía por los soldados, cuyas dificultades comprendía y compadecía.
    Como su modelo, San Felipe, el beato estaba siempre alegre, de suerte que las gentes consideraban que tenía un carácter ligero y sin preocupaciones. Esto es tanto más de admirar, cuanto que sabemos, por otra parte, la terrible historia de sus desolaciones y pruebas interiores. Con frecuencia le asaltaba la tentación de sentirse dejado de la mano de Dios y de creer que había perdido la fe y estaba destinado al infierno. A pesar de ello, aun cuando se acercaba ya a los ochenta años de edad, jamás cejó en sus trabajos por las almas, predicando al aire libre, en lo más crudo del invierno, al primer grupo de perdidos que encontraba. Más aún, cuando le parecía conveniente para la gloria de Dios, no temía entrar en los mismos antros de vicio. Por extraño que pueda ser, Dios parece haber bendecido abundantemente su osadía, ya que los rufianes más groseros se sentían impresionados por la santidad del beato y no se atrevían a levantar la voz, cuando éste criticaba sus vicios en los términos más severos. Su vida podría servir de modelo a todos los pastores de las ciudades en las que abundan el vicio y la miseria, y nada tiene de extraordinario que los con temporáneos del beato le hayan considerado como un santo. Se cuentan muchos ejemplos de su don de leer los corazones y de hacer profecías que se cumplieron. Entre otras cosas, parece que el beato sabía desde varios meses antes la fecha exacta en que iba a morir. Dios le llamó a Sí, a los ochenta y un años de edad, el 30 de enero de 1710.

     

    Columba Marmion, Beato

    Columba Marmion, Beato

    Columba Marmion, Beato

    Abad

    Martirologio Romano: En el monasterio de san Benito de Maredsous, en Bélgica, beato Columba (José) Marmión, que, nacido en Irlanda y ordenado sacerdote, llegó a ser abad de aquel monasterio benedictino, donde se distinguió como padre del cenobio, guía de almas en el camino de la santidad y por su riqueza en doctrina espiritual y elocuencia (1923). Etimología: Columba = Aquel que es símbolo de reconciliación, viene del latín Fecha de beatificación: 3 de septiembre de 2000 por el Papa Juan Pablo II.  Nació en Dublim (Irlanda), el 1 de abril de 1858, de padre irlandés y la madre francesa. Tres de sus hermanas se consagraron a Dios en una Congregación religiosa llamada "Hermanas de la Misericordia".
    Ingresó en el Seminario Diocesano de Dublim a los 16 años, y terminó sus estudios de teología en el colegio "de Propaganda Fide", en Roma; fue ordenado sacerdote sacerdote el 16 de junio de 1881.
    Soñaba ser monje misionero en Australia, pero se dejó cautivar por la atmósfera litúrgica de la nueva Abadía de Maredsous, que se había fundado en Bélgica en 1872, donde fue a visitar a un compañero de estudios antes de volver a Irlanda. Quiso entrar en ese mosteiro, pero su Obispo le pidió que esperara un tiempo.
    En su ministerio sacerdotal, de 1881 a 1886, conservó el celo pastoral de misionero desempeñando varias funciones: vicario en Dundrum, maestro en el Seminario Mayor de Clonliffe, capellán de un convento de monjas redentoristas y en una cárcel femenina. Pero su gran deseo era hacerse monje benedictino, recibiendo la autorización en 1896 para ingresar a la Abadía de Maredsous en la diócesis de Namur (Bélgica). Su noviciado entre monjes más jóvenes era difícil, porque debía cambiar sus costumbres, cultura e idioma; sin embargo, hizo un esfuerzo en la adopción de la disciplina monacal y así poder emitir los votos solemnes el 10 de febrero de 1891. A partir de ese momento, vivió intensamente el espíritu monástico benedictino e influyó espiritualmente en sacerdotes, religiosos, religiosas y laicos guiándolos a una existencia realmente Cristiana a través de sus escritos ("Cristo, vida del alma", "Cristo en sus misterios" y "Cristo, ideal del monje"), de los retiros y de la direción espiritual. Ejerció cargos importantes, como el Director espiritual, Maestro y Prior de la Abadía de Mont-César, en Lovaina, y 3° Abad de Maredsous.
    Cuando murió, al 30 de enero de 1923, víctima de una epidemia de la influenza, muchos de sus contemporáneos lo consideraron un santo y maestro de vida espiritual.

    Reproducido con autorización de Vatican.va

    Traducido por Xavier Villalta

    Carmela García Moyón, Beata

     

    Carmela García Moyón, Beata

    Carmela García Moyón, Beata

    Catequista y Mártir

    Martirologio Romano: En la villa de Torrent, en España, beata Carmela García Moyón, mártir, maestra de la doctrina cristiana, que en la cruel persecución religiosa fue violada y quemada viva por causa de su fe en Cristo (1937). Fecha de beatificación: 11 de marzo de 2001, junto a otros 232 mártires españoles, por el Papa Juan Pablo II.  Carmela García, penúltima de cinco hermanos, nace el 13 de Septiembre de 1888 en la ciudad francesa de Nantes. Hija de padre español y madre francesa, a los ocho días recibe las aguas bautismales en la parroquia de Notredame de Bon Port de su ciudad natal.
    Educada religiosamente, Carmela da muy pronto muestras de sus verdaderos sentimientos cristianos, que posteriormente defiende con todas sus fuerzas. Mujer de temperamento heróico y de una amabilidad sin límites, se revuelve valiente sintiendo hervir en su interior la ira de Dios, cual otro San Juan Eudes ante un hereje, para defender sus propios derechos y los de la Iglesia.
    A principios de siglo la familia García-Moyón vuelve a España, instalándose en la ciudad de Segorbe, Castellón. Seguramente que por el contacto de la joven Carmela con las hijas del Venerable Luis Amigó prende en ella la vocación religiosa. De hecho el 11 de enero de 1918 ingresa en la congregación de las Terciarias Capuchinas y, al concluir sus votos religiosos, no los renueva. En 1926 la encontramos ya en la ciudad de Torrent, Valencia.
    En seguida entra en contacto con los frailes del convento de Monte Sión. Con el tiempo la francesita, así se la conocía, se emplea en dar catequesis a los niños del convento, repasar las ropas sagradas, limpieza de la hermosa iglesia, y hasta puso un taller de costura en su casa, donde enseñaba a las jóvenes torrentinas el arte de coser, zurcir y bordar ropas. Una verdadera catequista, cooperadora parroquial y trabajadora social.
    Sus convicciones religiosas le llevan a sufrir muerte violenta la noche del 30 de enero de 1937 en el Barranc de les Canyes, frente a la casa de Camineros, camino de Montserrat. ¡Viva Cristo Rey! fueron sus últimas palabras.
    Quienes la conocieron nos dicen que Carmela, humanamente, era muy cariñosa y comprensiva; físicamente era de pequeña estatura, llenita, bien parecida y de mirada serena y penetrante; y moralmente, una persona muy religiosa y sumamente piadosa. Fue una auténtica líder del pensamiento cristiano femenino.

    David Galván Bermúdez, Santo

    David Galván Bermúdez, Santo

    David Galván Bermúdez, Santo

    Sacerdote y Mártir

    Martirologio Romano: En la ciudad de Guadalajara, en México, san David Galván Bermúdez, presbítero y mártir, que durante la persecución mexicana obtuvo la corona del martirio defendiendo la santidad del matrimonio, siendo fusilado por un soldado, sin previo juicio (1915). Fecha de canonización: 21 de mayo del 2000 por Su Santidad el Papa Juan Pablo II junto a otros 24 mártires méxicanos Nació en Guadalajara el 29 de enero de 1881; hijo de José Trinidad Galván y Mariana Bermúdez, quien murió cuando su hijo tenía tres años de edad. Su familia era muy pobre, por lo que ayudó a su padre en un modesto taller de zapatería.
    En 1895 ingresó al Seminario del Señor San José, mismo que abandonó después de cinco años. Durante el tiempo que estuvo fuera, su estilo de vida descendía más y más, y al darse cuenta de ello, a los 21 años de edad pidió ser readmitido en el Seminario.
    El prefecto general Miguel de la Mora lo sometió durante un año a pruebas rigurosas. Poco a poco el cambio fue evidente, ya no era agreste y altanero, por el contrario, edificaba su aprecio y dedicación a la oración mental y su constancia en soportar la adversidad. Las aficiones mundanas que antes le seducían, dejaron de dominarlo.
    Finalmente logró su ordenación como presbítero a los 28 años de edad, el 20 de mayo de 1909; poco después se le confirmó como superior del mismo Seminario.
    Su gran caridad para con los pobres y los trabajadores le hizo organizar y ayudar al gremio de los zapateros.
    Su labor en el Seminario, sin embargo, se vio interrumpida luego de que el Arzobispo de Guadalajara, Francisco Orozco y Jiménez, disolvió el Seminario a raíz de la detención de 120 clérigos.
    Defensor de la santidad del matrimonio, ayudó a una jovencita que era perseguida por el militar Enrique Vera, negándole que contrajera nupcias porque ya estaba casado. Esto acarreó al padre Galván la enemistad del teniente, quien se convirtió en su verdugo.
    Cuando el Padre Galván fue nombrado Vicario de Amátitán, fue aprehendido por órdenes del capitán Enrique Vera, antiguo condiscípulo suyo, personaje de escasa moralidad y profundos resentimientos contra el sacerdote por el impedimento de matrimonio. El arresto carecía de sustento, razón por la cual el Padre David recuperó su libertad.
    El sábado 30 de enero de 1915, se registraron en la ciudad violentos enfrentamientos entre hueste villistas y carrancistas; los presbíteros David Galván y José María Araiza, se dispusieron a auxiliar a los moribundos y heridos. Cuando cruzaban el jardín botánico, frente al viejo Hospital de San Miguel, fueron interceptados por Enrique Vera, quien ordenó su arresto inmediato.
    Los carrancistas del 37 Regimiento ligero de línea pusieron a los sacerdotes a disposición de las autoridades militares; las legislaciones de Vera arrancaron, sin juicio previo, la pena de muerte. No obstante, un oportuno indulto salvó la vida del Padre Araiza; no corrió la misma suerte su compañero, remitido a la calle Coronel Calderón, junto a la banda del Cementerio de Belén.
    Frente al pelotón de fusilamiento y sin perder la entereza, la víctima distribuyó los objetos de valor que portaba. No quiso que le vendaran los ojos y frente a los encargados de ejecutarlo, se señalo serenamente el pecho para recibir las balas; sus últimas palabras fueron para sus verdugos: "Les perdono lo que ahora van a hacer conmigo".
    En junio de 1922 los restos del Padre David Galván fueron depositados en un templo en construcción, próximo al lugar del martirio, la actual Parroquia de Nuestra Señora del Rosario, en el barrio del Retiro.

    Lesmes (Adelelmo), Santo

    Lesmes (Adelelmo), Santo

    Lesmes (Adelelmo), Santo

    Martirologio Romano: En la ciudad de Burgos, en Castilla la Vieja, región de España, san Lesmes (Adelelmo), abad, que convirtió en monasterio la capilla de San Juan y el hospital de pobres contiguo (1097). San Lesmes es un santo tan burgalés como el Cid, su contemporáneo, y cuyo sepulcro se venera en la iglesia de su nombre en Burgos, ciudad de la que es patrono. Ahora bien, como suele ocurrir con los santos, su lugar de nacimiento es muy otro, y al saber que Lesmes es una adaptación fonética de Adelelmo, quizás empiece a sonarnos a menos castizo y castellano. En realidad era del otro lado de los Pirineos, de Loudun, en el Poitou, y debía de llamarse Adelelme, o, aún más, a la francesa, Aleaume. Nació de una familia acaudalada, y después de repartir sus bienes entre los pobres vistió las ropas de uno de sus antiguos criados y fue en peregrinación a Roma.
    Más tarde fue monje y llegó a ser abad del monasterio de La Chaise-Dieu, fundada por el san Roberto, en la Auvernia, hasta que Constanza, que era de origen borgoñón, la esposa del rey castellano Alfonso VI, le llamó a España para introducir la liturgia romana en sustitución de la mozárabe.
    Lesmes fundó en Burgos el monasterio benedictino de San Juan Evangelista, y allí se dedicó a atender a las necesidades de los peregrinos de Santiago, quizá recordando los lejanos tiempos en que él también peregrinaba, y al cuidado de los enfermos. El despliegue de caridad religiosa al servicio de todos y especialmente de los enfermos, hasta su muerte el año 1097, le mereció el ser considerado por Burgos como su Santo Patrono. Este francés, al que imaginamos siempre con los severos, rígidos trazos de la iconografía románica, se identificó tanto con su ciudad de adopción que casi hemos llegado a olvidar que vino de otras tierras; para hacer a Castilla y a España más universal, según el modelo de Roma, y para fundirse servicialmente con la etapa de Burgos en el camino de Santiago, viendo cómo su nombre se iba transformando en boca de los burgaleses, haciéndose pronunciable para ellos, hasta quedar convertido en un signo más de su entrega total a una misión.

    Aldegunda, Santa

    Aldegunda, Santa

    Aldegunda, Santa

    Abadesa

    Martirologio Romano: En el monasterio de Maubeuge, en Neustria (hoy Francia), santa Aldegunda, abadesa, en tiempo del rey Dagoberto (c. 684) Santa Aldegunda (también conocida como Adelgundis o Aldegonde o Alda) nació en la provincia de Hainaut (Bélgica) entre los años 630 y 635.
    Su familia era de fuerte convicción cristiana, por ello algunos de sus miembros han logrado la gloria de los altares. Sus padres fueron San Walbert y Santa Bertilia. Fue tía de Santa Maldalberta y
    Santa Aldetrudis, quienes también fueron abadesas en el monasterio que fundaría nuestra santa.
    Rechazó la mano de un príncipe de Inglaterra para seguir a Jesús escogiendo la vida de virginidad y dejando el hogar. Recibió el velo de Amando, Obispo de Maastricht. En este punto su leyenda dorada cuenta que Jesús, para festejar las bodas de su casta esposa, cambió en vino el agua que ella había tocado, y ordenó a su ángel custodio que la consolara en sus aflicciones.
    Junto a su hermana,
    Santa Waldetrudis, fundó una pequeña enfermería que con el tiempo llegaría a ser la famosa abadía de las monjas benedictinas en Maubeuge (Francia, muy cerca de la frontera con Bélgica). Aquí fue la primera abadesa.
    Falleció en Maubeuge, posiblemente de cáncer de pecho, el 30 de enero del 684. Sus reliquias se veneran en la iglesia de esta población.
    Se le puede pedir ayuda por las molestias en los ojos, la fiebre, enfermedades de niños y para que de fortaleza a las personas que sufren de cáncer. Se la representa vestida con hábito, un libro en la mano diestra y un báculo de abadesa en la siniestra.

     

    San Matías, obispo
    En Jerusalén, san Matías, obispo, que, después de soportar muchas contradicciones por Cristo, descansó en paz (s. II).

     
    San Barsimeo, obispo
    En Edessa, de Osroene (hoy Turquía), san Barsimeo, obispo, que en tiempo del emperador Decio fue azotado por su fe en Cristo, pero terminada la persecución y liberado de la cárcel, dedicó el resto de su vida a gobernar con total entrega la Iglesia que tenía encomendada (s. III).


    San Armentario, obispos
    En la ciudad de Pavía, en la Lombardía (hoy Italia), san Armentario, obispo, que colocó solemnemente en la basílica de San Pedro in Cælo Aureo el cuerpo de san Agustín, trasladado por el rey Liutprando (d. 731).


    San Teófilo, el Joven, mártir
    Pasión de san Teófilo, apellidado el Joven, mártir, que, siendo prefecto de la armada cristiana, fue apresado en Chipre y conducido a la presencia de Harun ar-Rashid, califa supremo de los sarracenos, y dado que ni las amenazas ni las promesas pudieron hacerle apostatar de Cristo, fue herido de muerte con la espada (792).

    Beato Francisco Taylor, mártir
    En Dublín, ciudad de Irlanda, tránsito del beato Francisco Taylor, mártir, el cual, siendo padre de familia, pasó siete años en la cárcel por razón de su fe católica, y después de soportar tribulaciones y ancianidad, terminó su martirio bajo el reinado de Jacobo I (1584).


    San Pablo Ho Hyob, mártir
    En la ciudad de Seúl, en Corea, san Pablo Ho Hyob, mártir, que, siendo soldado, fue encarcelado por confesarse cristiano y, sometido a tormento, sus fuerzas cedieron y pareció que se retractaba, pero, arrepentido, él mismo se presentó ante el juez confirmando su fe en Cristo, por lo cual, encarcelado de nuevo, después de largo tiempo falleció a consecuencia de los golpes recibidos (1840).


    Santo Tomás Khuong, presbítero y mártir
    En Tonquín (hoy Vietnam del Norte), santo Tomás Khuong, presbítero y mártir, que en la persecución bajo el emperador Tu Duc confesó con gran fuerza de ánimo que era cristiano y, encarcelado, de rodillas ante la cruz fue decapitado con un hacha (1860).


    Beato Segismundo Pisarski, presbítero y mártir
    En la ciudad de Gdeszyn, en Polonia, beato Segismundo Pisarski, presbítero y mártir, que durante la guerra, por no renunciar a su fe ante los perseguidores, fue fusilado junto a su parroquia (1943).

    94961 > Beata Aberilla Vergine 30 gennaio


    90556 > Sant' Adelelmo (Elesmo) di Burgos 30 gennaio MR

     
    94085 > Beato Alano Magno di Lilla 30 gennaio


    74350 > Santa Alda (Aldegonda) Vergine e martire 30 gennaio (18 ottobre) MR

     
    91284 > Sant' Armentario di Pavia Vescovo 30 gennaio MR

     
    39110 > San Barsimeo (Barsamya) Vescovo di Edessa 30 gennaio MR

     
    90351 > Santa Batilde Regina dei Franchi 30 gennaio MR

     
    92191 > Beato Bronislao Bonaventura Markiewicz Sacerdote 30 gennaio


    39160 > Beata Carmela Garcia Moyon Martire 30 gennaio MR


    72625 > Beato Columba Giuseppe Marmion 30 gennaio MR

     
    90123 > San David Galvan Bermudez Martire Messicano 30 gennaio MR

     
    93945 > Beato Ferrario Mercedario 30 gennaio

     
    39120 > Beato Francesco Taylor Sindaco di Dublino, martire 30 gennaio MR

     
    31150 > Santa Giacinta Marescotti Religiosa 30 gennaio MR

     
    91802 > San Glastiano (Maglastiano) Vescovo 30 gennaio


    39150 > Santa Martina Martire 30 gennaio MR

     
    39090 > San Mattia Vescovo di Gerusalemme 30 gennaio MR


    91618 > San Muziano Maria Wiaux Religioso 30 gennaio MR

     
    39130 > San Paolo Ho Hyob Martire 30 gennaio MR

     
    91485 > San Pellegrino Vescovo di Triocala 30 gennaio


    92667 > San Pietro I Zar dei Bulgari 30 gennaio


    91964 > Santa Savina Matrona 30 gennaio


    31200 > Beato Sebastiano Valfrè Sacerdote oratoriano 30 gennaio MR

     
    39170 > Beato Sigismondo (Zygmunt) Pisarski Sacerdote e martire 30 gennaio MR

     
    64050 > San Teofilo il Giovane Soldato e martire 30 gennaio MR

     
    91473 > San Tommaso Khuong Sacerdote, martire nel Tonchino 30 gennaio MR

     

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”





  • Tero1 - Cpia
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    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
    Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]
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