OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Blogs católicos - várias notícias - 2 de Fevereiro de 2013

IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira


Aborto aumenta em 45% risco de morte da mulher

Posted: 31 Jan 2013 01:33 PM PST

Agência Boa Imprensa (ABIM) - Um único aborto provocado aumenta o risco da mortalidade feminina em 45%. É o que afirma um novo estudo realizado na Dinamarca, durante um período de 25 anos, em todas as mulheres em idade reprodutiva.

As…

Cerimônia que exprime um grande ideal

Posted: 31 Jan 2013 01:28 PM PST

Neste ambiente hostil a celebrações grandiosas, constitui um bálsamo para nossos contemporâneos a bela descrição do estupendo cerimonial que cercou a partida de Vasco da Gama para sua epopeia marítima.

Gregório Vivanco Lopes

CONVOCAÇÃO: Dia 21 de fevereiro temos um encontro

Posted: 31 Jan 2013 05:41 AM PST

Conferencistas:

Dr. Mario Navarro da Costa diretor de campanhas do Instituto Plinio Côrrea de Oliveira – tratará sobre os movimentos conservadores nos Estados Unidos.

Dr. Nelson Ribeiro Fragelli, diretor do Instituto Vuolo Vivere (Itália) – falará a…

---------------------------------

PELA POSITIVA


Os políticos que temos…

Posted: 31 Jan 2013 01:16 PM PST

Como é possível que gente desta

possa representar e governar o povo português?

«Arménio Carlos foi o primeiro a mostrar até onde vão as liberdades linguísticas na política portuguesa, ao chamar “rei mago escurinho” ao representante do FMI na troika. Seguiu-se o socialista João Soares: “O etíope é mesmo escurinho.” A seguir veio Renato Sampaio, também do PS, que respondeu a críticas de Marques Mendes com a frase: “A mim, não é qualquer anão que me ofende." E houve ainda o caso de Mário Nogueira, líder da Fenprof, que no discurso que fez durante a última manifestação de professores falou em “bandidos”, “vigaristas”, “trafulhas”, “aldrabões” e “canalhas”.

Na mesmíssima semana em que tudo isto foi dito, o ex-Presidente da República Jorge Sampaio mostrou mais uma vez a sua imensa sabedoria ao falar de um assunto totalmente diferente e afirmar que, sem mais investimento no sector da Educação, “nada mudará” em Portugal. Mesmo sem saber o que se estava a passar ao seu lado, estava cheio de razão.»

Na revista SÁBADO de hoje

AVEIRO: As estruturas diocesanas são meios e não fins

Posted: 31 Jan 2013 01:09 PM PST

Bispo de Aveiro assegura consequências

na organização das estruturas diocesanas

D. António Francisco

As jornadas de Formação Permanente do Clero de Aveiro terminaram com o Bispo diocesano a assegurar consequências da reflexão e dos trabalhos desenvolvidos durante quatro dias em Albergaria-a-Velha. D. António Francisco afirmou aos padres e diáconos da diocese de Aveiro: "Sem precipitações mas sem demoras, cumpre-me ser consequente quanto às sugestões apresentadas nestes dias", dando conta do empenho pessoal nesta questão.

O clero de Aveiro esteve reunido na Casa Diocesana de Nossa Senhora do Socorro a reflectir a reforma da cúria, a reorganização territorial e a distribuição do clero a ainda a iniciação cristã, sob o tema "Da Missão Jubilar à Igreja que queremos ser".

Na palavra conclusiva, D. António Francisco lembrou que a Missão Jubilar é a hora oportuna para reflectir e agir no sentido de "sermos Igreja que vive a mesma fé na abertura à novidade de Deus e à ousadia do Espírito". E afirmou: "As estruturas diocesanas são meios e não fins. Não basta que existam, é preciso que funcionem para servir as pessoas e sermos melhor Igreja".

O bispo de Aveiro recordou, ainda, que em 10 anos a diocese perdeu 38 padres. "Éramos 115 há dez anos atrás, somos 77 agora", anotou, pedindo a cada padre e a cada diácono o empenho numa pastoral vocacional que chame, proponha e testemunhe a alegria de servir a Cristo com alegria e entusiasmo. "Ninguém nos substituirá nesta missão da pastoral vocacional", disse D. António Francisco.

Agradecendo a presença e a participação fraterna e constante durante as jornadas, o bispo de Aveiro ainda afirmou: "Somos e fomos nestes dias, dons uns para os outros, como irmãos que somos". E, lembrando aos presentes o relato dos discípulos de Emaús, pediu entusiasmo e ousadia no anúncio da proposta do Evangelho, referindo que "a boa notícia que chegou até aos dias de hoje com o peso dos anos e com a leveza do Espírito" deverá ser continuada e comunicada por cada um com a própria vida.

Fonte: Diocese de Aveiro

AMOR: Se dói é bom sinal

Posted: 31 Jan 2013 05:49 AM PST

"Ame até que doa. Se dói é um bom sinal!"

Madre Teresa de Calcutá

1910 - 1997

O amor tem mesmo de se sentir, não levemente mas com a intensidade necessária para criar raízes, para alimentar a chama que o torna vivo e duradoiro. Se não for assim, cai na banalidade, num sentimento passageiro e sem sentido. Então, vamos amar de verdade.

A riqueza de um país são as pessoas. A estas, tudo se deve subordinar

Posted: 31 Jan 2013 05:00 AM PST

Futuro incerto das pessoas e futuro certo de um país

António Marcelino

«Não falta gente a remar no sentido do respeito que as pessoas e as famílias merecem. Porém, a leviandade, quando não mesmo a deformação moral e social de operadores da comunicação social e de agentes dos serviços oficiais, com mentalidades deformadas, bloqueiam, frequentemente, os caminhos de dignificação das pessoas e dos casais e destroem o trabalho sério de gente séria.

A riqueza de um país são as pessoas. A estas, tudo se deve subordinar. Pouco interessam os programas de recuperação económica e empresarial se amanhã não houver pessoas que os sustentem e deles beneficiem.»

Em tempos ainda relativamente recentes ter um curso superior era ter garantia de emprego. Havia cursos em que os melhores alunos eram contratados ainda antes de terminar os estudos, a fim de garantir o seu lugar na empresa. Hoje, a palavra que se ouve é de que o futuro é incerto para a maioria dos novos doutores.

São muitas as razões, desde cursos a mais e sem saída, bem como as empresas com dificuldades. Quando os novos doutores fecham os seus horizontes, o que acontece com muitos deles, e não querem ver senão um emprego de harmonia com o seu diploma, tudo se agrava. Parece que os estudos superiores são unidimensionais e não abertos a capacitar quem os faz, para que seja criativo e inovador, resista às dificuldades e tente fazer o seu caminho. Não falta quem, a partir da sua capacidade e preparação não cruza os braços e procure. Mas a maioria ainda é dos desanimados, não dos lutadores que procuram até encontrar. Não basta mandar currículos. É preciso abrir caminhos próprios e sentir o apoio do Estado e da comunidade.

Há, também, futuros certos não menos preocupantes que os incertos. São aqueles que se multiplicam pela falta de sentido na vida ou por uma conjugação de causas pessoais e públicas, umas culpáveis, outras menos.

Podemos, então, ver um futuro certo que vem emergindo socialmente, que é objeto de preocupação para alguns e só razão de juízos e críticas para muitos outros. Refiro-me ao futuro sem futuro do nosso país, onde a natalidade bateu no fundo e a esperança de novos nascimentos não consegue furar o clima que se criou e que muitos alimentam. Já se chama “inverno demográfico” a esta situação contrária à cultura da vida.

Certamente que são necessárias medidas sociais de estímulo à procriação, e que estas ou não existem ou são inadequadas. Mas não pode deixar de se ter presente o apoio escandaloso do Estado ao aborto, a maneira fácil de orientar a gente nova, por vezes menores, para caminhos de irresponsabilidade, com a distribuição maciça de anticoncetivos, a falta de proteção justificada às famílias numerosas, a campanha descarada ao divórcio e à destruição da família estável… Há leis fiscais escandalosas, há vexames lançados, até em maternidades do Estado, sobre as famílias com mais de três filhos e, agora, até vemos o Tribunal Administrativo a sentenciar a proibição de ter mais filhos, obrigando uma mulher a fazer laqueação de trompas, com penas anunciadas se a não fizer…

As leis devem ser educadoras, e o mesmo deve ser o poder que as aplica. O caminho do mais fácil, ainda por cima mandado de fora, nunca será caminho de educação de pessoas e de solução válida de problemas.

Tudo isto quer dizer que há um futuro certo - o fim de um país - quando as pessoas contam pouco, quem governa não tem prioridades e não atende às causas dos males sociais detetados, os legisladores gastam tempo com frivolidades e a atacar-se mutuamente e não se preocupam em fazer leis racionais e justas, os mediadores dos serviços sanitários são meros executores de ordens, quando às famílias retiram condições para que sejam livres nas suas escolhas e, antes, se predeterminam para soluções que não lhes proporcionam dignidade…

Não falta gente a remar no sentido do respeito que as pessoas e as famílias merecem. Porém, a leviandade, quando não mesmo a deformação moral e social de operadores da comunicação social e de agentes dos serviços oficiais, com mentalidades deformadas, bloqueiam, frequentemente, os caminhos de dignificação das pessoas e dos casais e destroem o trabalho sério de gente séria.

A riqueza de um país são as pessoas. A estas, tudo se deve subordinar. Pouco interessam os programas de recuperação económica e empresarial se amanhã não houver pessoas que os sustentem e deles beneficiem.

--------------------------

Grupo de Resgate Anjos de Adoração - GRAA


Como o demônio não tolera o oferecimento de nós mesmos a Deus pelas mãos de Maria

Posted: 31 Jan 2013 03:02 AM PST


Pe. Francesco Bamonte

O que me impressiona mais, durante os exorcismos, nas atitudes e nas expressões dos demônios é o seu medo e ódio terrível à oferta que fazemos de nós próprios a Deus, por amor, em espírito de reparação dos nossos pecados e dos pecados dos outros, pondo previamente esta oferta nas mãos de Maria, a fim de que seja ela a apresentá-la ao Senhor. Na prática, trata-se de dar, com grandíssimo amor, pelas mãos de Maria, a nossa vida a Deus, com a intenção de reparar as ofensas que Ele e a Virgem Maria recebem dos pecados do mundo; para reparar as consequências dos nossos pecados e dos pecados dos outros; para obter a conversão daqueles que, por causa dos seus pecados, correm o tremendo perigo da condenação eterna1. Muitas vezes, experimentei o poder dessa oferta. De fato, aconteceu-me frequentemente que, quer no decurso dos exorcismos, quer no meu ministério sacerdotal, enquanto eu conversava com a pessoa possuída e lhe ensinava como se vive a oferta de si mesmo, o demônio, até aquele momento escondido, repentinamente manifestava-se furioso, porque não suportava que eu fizesse aquela catequese. Compreendi, então, com clareza, que essa oferta a Deus é um meio eficacíssimo, não só para tirar ao demônio os corpos que ele mantém possessos, mas também e sobretudo para arrancar às suas garras muitas almas que vivem no pecado. Como veremos, os próprios demônios, malgrado seu, tiveram de confirmar tudo isto com grande desapontamento.

Num parágrafo anterior (...), já descrevi o modo como a intercessão da Virgem não consiste apenas em orar, por nós e para nós, para nos obter não só a graça santificante e cada uma das graças de que vamos precisando, mas também em dar a Deus o que lhe oferecemos. Um dia, enquanto estávamos a apresentar e a oferecer a Nossa Senhora orações, alegrias, sofrimentos e toda a nossa vida, juntamente com os sofrimentos da pessoa possessa, o demônio foi obrigado a dizer: "Cada alegria, dor, sofrimento, oferecidos àquele Coração (de Maria), são doces ternuras de profunda caridade que ela aceita e oferece com as suas mãos e levanta-as à luz daquele Criador."

Um triste acontecimento tinha provocado em mim um grandíssimo sofrimento moral. Uma manhã, quando retomei os exorcismos, no primeiro dia depois daquela prova dolorosa, o demônio, sentindo-se irritado com o meu regresso aos exorcismos, quis desforrar-se e, de repente, começou a descrever com grande precisão, e rindo-se perfidamente e com grande satisfação, todos os fatos que me tinham causado aquela aflição, gabando-se de ter contribuído para suscitá-los e para fomentá-los. Também ameaçava provocar-me outros. Então, fiz esta oração: "Senhor, pelas mãos da Mãe Celeste ofereço-te com todo o meu coração aqueles sofrimentos." Ainda não tinha acabado de dizer a palavra "sofrimentos" e já o demônio mudava a "música". Com urros que rebentavam os tímpanos, gritou: "Não, nããoo! Foi ela que a apanhou (palavrão). Roubou-a! Logo a levou! (referia-se à oferta do sofrimento). Levou-a Àquele, imediatamente!!! Quase nem deu tempo de apanhá-la. Apanhou-a e levou-lha lá acima. Todas elas almas que me levooouu!!!"

Está ainda viva em mim a recordação de um episódio que aconteceu recentemente: durante uma conversa pessoal, eu tinha ensinado a oferta a Deus de si próprio, pelas mãos de Maria, ao marido de uma senhora que recebia exorcismos. Eu também tinha composto uma oração que ele deveria inserir entre as suas orações da manhã e da noite, para vivificar o espírito desta oferta diária.

Naquele momento, a esposa não tinha qualquer possibilidade de saber nada do que eu dissera ao marido, porque vinha ao nosso encontro com a filha. Tendo chegado junto d nós e sido iniciado o exorcismo, logo o demônio, berrando, disse: "É inútil que ensines aquelas coisas a esse (e disse um palavrão, apontando com o dedo o marido daquela mulher) e, depois, aquele papel que escreveste (referia-se claramente à oração que eu tinha composto, vou rasgá-lo, vou rasgá-lo!"

---------------


1- De fato, os pecados, segundo a sua gravidade, nunca deixam de ter efeitos: provocam sempre danos, tanto em quem os comete, como na sociedade inteira. O dano mais grave, porque não há possibilidade de remédio, para quem persevera no pecado até ao último instante, é o Inferno.


Pe. Francesco Bamonte, A Virgem Maria e o Diabo nos Exorcismos.

--------------

IPCO - Instituto Plínio Corrêa de Oliveira


Link to IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira


Aborto aumenta em 45% risco de morte da mulher

Posted: 31 Jan 2013 01:33 PM PST

Agência Boa Imprensa (ABIM) - Um único aborto provocado aumenta o risco da mortalidade feminina em 45%. É o que afirma um novo estudo realizado na Dinamarca, durante um período de 25 anos, em todas...
Leia o restante da matéria em nosso site.

Cerimônia que exprime um grande ideal

Posted: 31 Jan 2013 01:28 PM PST

Neste ambiente hostil a celebrações grandiosas, constitui um bálsamo para nossos contemporâneos a bela descrição do estupendo cerimonial que cercou a partida de Vasco da Gama para sua epopeia...
Leia o restante da matéria em nosso site.

CONVOCAÇÃO: Dia 21 de fevereiro temos um encontro

Posted: 31 Jan 2013 05:41 AM PST

Conferencistas: Dr. Mario Navarro da Costa diretor de campanhas do Instituto Plinio Côrrea de Oliveira – tratará sobre os movimentos conservadores nos Estados Unidos. Dr. Nelson Ribeiro Fragelli,...
Leia o restante da matéria em nosso site.

-----------------------

Biblia Catolica News


Link to Bíblia Católica News


650 mil pessoas marcharam pela vida e contra o aborto nos EUA

Posted: 31 Jan 2013 03:46 PM PST

WASHINGTON DC, 27 Jan. 13 / 04:01 pm (ACI/EWTN Noticias).- Cerca de 650 mil pessoas se congregaram nesta sexta-feira, 25, em Washington D.C. na “Marcha pela Vida”, protestando contra a legalização do aborto nos Estados Unidos sob o lema “40 Anos = 55 milhões de bebês mortos como produto do aborto”. A marcha realizou-se no marco do [...]

Posts relacionados:

---------------------------

  • Vas a permitir que Facebook censure a los cristianos?‏

Ações

Somostuiglesia.com (info@somostuiglesia.org)

01-02-2013

Para: info@somostuiglesia.org

Imagem de Somostuiglesia.com

De:
Somostuiglesia.com (info@somostuiglesia.org)Este remetente está na lista de contactos.

Enviada:
sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2013 09:59:54

Para:
info@somostuiglesia.org

El 25 de enero Facebook comunicaba a Yhonatan que censuraba su página «Memes Católicos en Español». La compañía propietaria de la red social cedía a la orquestada e insidiosa campaña para sepultar un espacio en el que el joven peruano compartía su fe.

Con 24 años, este joven estudiante de computación, que canta en el transporte público de Lima para sostenerse, decidió abrir una página en Facebook para discutir temas fe con sus 15 amigos más cercanos. El lenguaje que utilizaba cautivó a otros usuarios: sencillas imágenes, «memes», que a modo de viñetas, con humor y con profundidad permitían el diálogo y el intercambio de ideas.

Los quince amigos se transformaron en 100.000 en menos de nueve meses. Se convirtió en lugar de encuentro de católicos, protestantes y ateos. El éxito de la iniciativa encendió las alarmas de grupos anticristianos que de modo coordinado denunciaron falsamente la página.

Con más seguidores que medios asentados, como los españoles ABC, El Mundo o la Cadena SER, Yhonatan y sus «Memes» se convirtieron en noticia de portada de ACI Prensa el 21 de enero. El pasado diciembre, la red social le había comunicado que había sido denunciado por violar el punto 3.7 de la política de Facebook que dice que «está prohibido subir material que incite al odio, material pornográfico, material que induzca a la violencia …». Cuatro días después de ser noticia, las falsas denuncias habían hecho efecto y la compañía suprimía la página.

A pesar que Facebook en un primer momento ofreció a Yhonatan la posibilidad de que se identificase formalmente y la disposición del joven a demostrar tanto la autoría como la absoluta corrección de las publicaciones la página sigue censurada.

La situación ha sido interpretada como un ataque a la libertad de expresión y de religión por muchos medios de comunicación. La indignación está recorriendo las redes sociales, las muestras de apoyo se cuentan por millares, testigos oculares de que los hechos denunciados son falsos. El Pontificio Consejo para las Comunicaciones Sociales del Vaticano también se hizo eco en su cuenta de Twitter.

Facebook puede volver a analizar los hechos y restituir la página a su administrador. Ya en el pasado la empresa ha dado muestras de buen hacer en el respeto a libertad religiosa y de expresión. Podemos ayudar a Facebook a descubrir el engaño y mostrar que puede ser también un espacio amable para el desarrollo de la actividad de los cristianos.

Hoy la injusticia ha sido cometida contra Yhonatan, mañana eres tú quien puede sufrirla.

Pega en tu muro de Facebook, Twitter, tu enlace de www.Somostuiglesia.com e invita a todos tus contactos a tener libertad de expresión.
 

IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira


Campanha contra o Novo Código Penal (totalitário) que visa desagregar a Família

Posted: 01 Feb 2013 06:02 AM PST

Paulo Roberto Campos

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está promovendo uma campanha de abaixo-assinado pedindo ao Senado Federal a total rejeição do Projeto de Código Penal — o malfadado PLS 236/2012.

O ameaçador Projeto pretende regular…

Governo do PT cumpre a promessa e cria a “cartilha do aborto”

Posted: 01 Feb 2013 05:43 AM PST

Ivanaldo Santos (ivanaldosantos@yahoo.com.br)
Filósofo

No mês de junho de 2012 a grande mídia noticiou que o governo, na gestão da presidente Dilma Roussef (PT), pretendia criar uma espécie de “Kit Aborto”, ou seja, um…

Post colocado em

2-Fevereiro-2013  -  23,45 horas

 

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1549-(6) - IN MEMORIAN do Pde Salgueirinho - 2 de Fevereiro de 2013

 
(Post para publicação em 2 de Fevereiro de 2013 – 10,30 h).
(Pde Mário Salgueirinho Barbosa)
Padre Mário Salgueirinho foi para todos nós um ser humano exemplar, uma pessoa marcante e ficam definitivamente as nossas vidas mais pobres sem o seu carácter, bondade e sabedoria.
Que descanse em paz com as honras do Senhor.
18\06\1927 - 29\10\2011
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»«««««««««««««««««««««««
Do livro “Caminhos da Felicidade”
OUTONO
Outono…
Folhas amarelecidas anémicas caem lentamente, aqui e além, sobre campos e caminhos…
A Natureza parece gemer tristemente, como que carpindo saudades de partida…
Uma sinfonia melancólica nos envolve, com a voz das cores acastanhadas e mornas, da folhagem seca empurrada pelo vento, do sorriso nostálgico do sol em alternância com o sussurro dos aguaceiros…
Diz a propósito um escritor francês: «Tu, meu Deus, nos dás o Outono para nos lembrares o fim do nosso verão…
É a mensagem subtil do Outono.
Normalmente há verão na vida de cada pessoa. Há um tempo de amadurecimento no pensar e no agir.
Há um tempo de produção nas letras, nas artes, em qualquer campo da cultura.
Há um tempo de realização pessoal em familia, na profissão, na função social.
 
É um tempo de colheita saborosa de tanto sonho ardente, de tanto projeto concretizado, de tanta sementeira sacrificada, de palavras e obras…
 
Mas o verão acaba…
 
É precisamente isso que nos anuncia o outono, com a sua mensagem suave e tristonha, que nos invade a alma…
 
Tu, meu Deus, nos dás o outono,
 
para nos lembrares o fim do nosso verão…
 

Porto, Dezembro de 1998
Mário Salgueirinho
======================================
Do livro “Dar é receber”
O NOSSO NOME
 
O nosso nome, inscrito na Conservatória do registo Civil e confirmado no Baptismo, é o nosso ficheiro, o nosso «file» na linguagem informática. É sob o nosso nome que registamos as páginas da nossa vida: as páginas belas e gloriosas e as páginas sombrias e tristes; as nossas realizações de felicidade – felicidade pessoal ou oferecida aos outros – e as nossas atitudes negativas e infelizes.Temos ouvido elogios de quase todos os quadrantes. Vigílias, sufrágios, homenagens merecidas, tudo com justiça pela sua generosidade, competência e honestidade.
É muito importante o nosso nome – feio ou belo. Ele valida os nossos documentos; os requerimentos, os certificados, as declarações, os testamentos…
O nosso nome nasce connosco. (Alguns pais o escolhem antes do nascimento). E acompanha-nos pela vida fora, como a nossa sombra, ora visível, ora escondido nas asas da simplicidade e da humildade. Acompanha-nos toda a vida, ultrapassando mesmo os umbrais da morte.
E segue honrado ou ensombrado na esteira dos descendentes, da ramificação dos familiares.
 
Alguém comparou o nome de cada pessoa a um brasão de armas, onde figura e se prolonga a linhagem da familia, gloriosa ou apagada, honrada ou enegrecida.
 
O nosso nome é a nossa identidade: o que somos, o que fizemos, o que fazemos, o que amamos, o que rejubilamos, o que sofremos.
 
Respeitemos o nome – o nosso e dos outros – pois mais que o dinheiro, mais que a fortuna, mais que o valimento, mais que o poderio, o maior legado que alguém pode deixar aos vindouros é um  nome limpo e digno, o tesouro precioso de um bom nome.
 
Porto, Dezembro/2003
Mário Salgueirinho
=========
http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
A publicar em:
2-Fevereiro-2013 - 10,30 horas
António Fonseca




Nº 1549-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - NÚMEROS - (15) - 2 de Fevereiro de 2013

2013

APRESDENGTAÇAO DO sENHOR_thumbSenhora das Candeirass ou Senhora da Luz_thumb
Apresentação do Senhor Nossa Senhora da Luz
e
Nossa Senhora das Candeias
2-2-13
 
Nº 1549

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1080 páginas… sejamos optimistas.
NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.


É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

+++++++++++++++++++++++


Nº 1549 - 2ª Página

2 de FEVEReiro de 2013


ANTIGO TESTAMENTO


N Ú M E R O S

250px-12_staemme_israels_cs_thumb1_thumb_thumb

Mapa com a distribuição das 12 tribos de Israel

VIDA DA TRIBO DE JACOB, DURANTE 40 ANOS NO DESERTO

15  -  AS OBLAÇÕES QUE DEVEM ACOMPANHAR OS SACRIFÍCIOS O Senhor falou a Moisés nestes termos: «Fala aos filhos de Israel e diz-lhes: quando chegardes ao país, que vos destino para residência, e oferecerdes ao Senhor alguma oferenda de combustão, holocausto ou sacrifício, em cumprimento de um  voto especial ou como oferta espontânea, ou então, nas vossas solenidades, quando oferecerdes, como odor agradável, ao Senhor, gado grosso ou gado miúdo, o que oferecer esse sacrifício ao Senhor, juntar-lhe-á como oblação, um décimo de efá de flor de farinha , amassada com um quarto de hin de azeite, e também um  quarto de hin de vinho como libação, que juntará ao holocausto ou ao sacrifício, por cada cordeiro. Se for carneiro, oferecerás com a oblação dois décimos de efá de flor de farinha, amassada com um  terço de hin de azeite, e também um terço de hin de vinho, como libação, que oferecerás como odor agradável ao Senhor. E se for gado grosso o que se oferece, como holocausto ou em sacrifício de ação de graças ao Senhor, juntar-se-á a essa vítima, como oblação, três décimas de efá de flor de farinha , amassada com meio hin de azeite; e oferecerás como libação meio hin de vinho. É um sacrifício agradável ao Senhor. É assim que se fará por cada boi, por cada carneiro, por cada animal do mesmo género dos cordeiros ou cabritos, segundo o número que oferecerdes, assim  seguireis estas prescrições, em número igual ao de cada uma. Todo o nativo da terra cumprirá estes ritos quando oferecer um sacrifício de odor agradável ao Senhor. E se um estrangeiro residir entre vós, ou se entre vós se encontrar de futuro, e oferecer um sacrifício de odor agradável ao Senhor, assim como vós procederdes também ele procederá. haverá apenas uma lei para vós e para o estrangeiro que residir entre vós. É uma lei perpétua para todas as vossas gerações; tanto vós, como o estrangeiro, sereis iguais diante do senhor. Uma mesma lei e um mesmo direito existirão para vós e para o estrangeiro residente no meio de vós».

As primícias do pão O Senhor falou nestes termos a Moisés:  «Fala aos filhos de Israel e diz-lhes: quando entrardes no país para onde vou conduzir-vos e quando comerdes o pão dessa região, oferecerei um tributo ao Senhor. Como primícias da vossa farinha, oferecereis um bolo em tributo. Oferecê-lo-eis à semelhança do tributo do celeiro. Das primícias da vossa farinha, prestareis homenagem ao Senhor em todas as vossas futuras gerações».

 

Expiação das falitas por inadvertência  -  Se, por inadvertência, não cumprirdes todos os mandamentos que o Senhor deu a Moisés. – Tudo quando o Senhor prescreveu a e daí em diante nas vossas gerações. – se foi por inadvertência da congregação onde se deu essa falta, toda a congregação oferecerá um novilho como holocausto, em odor agradável ao Senhor, com a sua oblação e a sua libação de acordo com a regra; e, além disso, um bode como expiação. O sacerdote apagará a falta de toda a congregação dos filhos de Israel, e ser-lhe-á perdoada, porque foi uma inadvertência e porque apresentaram diante de Deus a sua oferta, um sacrifício destinado ao fogo em honra do Senhor, assim como a sua expiação, a fim de reparar essa inadvertência. Isso será perdoado a toda a congregação dos filhos de Israel, e ao estrangeiro residente no meio deles, pois a falta foi comum a todo o povo. se for uma só pessoa que pecou, por inadvertência oferecerá uma cabra de um ano como expiação. O sacerdote fará a expiação diante do Senhor pela pessoa imprudente, porque ela pecou apenas por imprudência, a fim de que, expiada a sua falta, seja perdoada. Haverá apenas uma lei para vós, tanto para os filhos de Israel como para o estrangeiro residente entre eles, se procederem por engano. Mas aquele que, deliberadamente, tiver assim  procedido , tanto entre os naturais como entre os estrangeiros, esse ultraja o Senhor! Essa pessoa será eliminada do meio do seu povo, por ter desprezado a palavra do Senhor, por ter violado a Sua lei. Será eliminada e levará sobre si a sua iniquidade. 

 

Castigo dum profanador do sábado  -  Durante a sua permanência no deserto, os filhos de Israel encontraram um homem a apanhar lenha, em dia de sábado. Os que o encontraram a apanhar lenha, conduziram-no à presença de Moisés e Aarão diante de toda a congregação. Puseram-no em lugar seguro, porque não fora ainda declarado o que se lhe deveria fazer. Então, o senhor disse a Moisés : «Esse homem deve ser punido com a morte; toda a congregação o apedrejará fora do acampamento». E toda a congregação o levou para fora do acampamento, apedrejando-o até morrer

 

As franjas das vestes  -  O Senhor falou a Moisés nestes termos: «Fala aos filhos de Israel e diz-lhes que façam para eles, durante todas as gerações, franjas nos cantos das suas vestes, ajuntando à franja de cada canto um cordão azul. Tereis, assim, franjas que vos farão lembrar, quando as olhardes, todos os mandamentos do Senhor, a fim de os praticardes e não vos deixardes levar pelos apetites do vosso coração e dos vossos olhos, que vos arrastam à infidelidade. Recordar-vos-eis, antes, de todos os Meus mandamentos, pô-los-eis em prática, e sereis santos patroa o vosso Deus. Eu sou o Senhor vosso Deus, que vos tirei do país do Egipto, para ser o vosso Deus. Eu sou o Senhor vosso Deus.

 

400px-1759_map_Holy_Land_and_12_Trib_thumb_thumb


VIDA DA TRIBO DE JACOB, DURANTE 40 ANOS NO DESERTO

Textos do LivroNÚMEROSdo ANTIGO TESTAMENTO

0000000000000000000000000000000000000000000000000000000


2 de FEVEREIRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

map-1195aeac0b2f22222222222222222[2],


http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

000000000000000000000000000000

+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

Nº 1549-3 - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA (46) - 2 de Fevereiro de 2013



Nº 1549 - (3)

Desejo a continuação de

BOM ANO DE 2013
===============
Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

*********************************

LEÃO VI
 
Leão VI

Leão VI

(928)

Marózia, que se autoproclamava senadora e patrícia, e dominava Roma, deve ter tido influência na eleição de Leão VI, em Maio de 928.
Do seu curto pontificado, cerca de sete meses, de Maio a Dezembro, sabe-se apenas que escreveu uma carta encíclica aos bispos da Dalmácia, para lhes recomendar obediência ao arcebispo João de Split, que lutou contra os muçulmanos e as incursões ferozes dos húngaros e que incrementou as artes, o comércio e a indústria.
Morreu, asfixiado, ao que se diz, a mando de Marózia.
 

*****************************
ESTÊVÃO VII


Estevão VII (VIII)

Estêvão VII
 
(928-931)
 
Deve ter sido mais um pontificado por diligências de Marózia, então Marquesa de Túscia, a famosa e ambiciosa filha de Teofilato. Foi eleito em Dezembro de 928.
O pouco que se sabe deste pontificado é a concessão de alguns privilégios outorgados a certos mosteiros da Itália e da Gália Narbonense.
Suspeita-se, sem confirmação, que Estevão VII tenha sido assassinado na prisão, o que é muito possível dado o fim trágico dos seus antecessores no período negro em que Marózia punha e dispunha dos pontificados à sua vontade.
Está sepultado nas grutas do Vaticano.
 

*****************************

JOÃO XI


João XI

João XI
 
(931-935)
 
De acordo com Luitprando e outros historiadores, seria filho de Marózia e de Sérgio III, mas outros julgam-no filho de Marózia e de Albérico, duque de Espoleto.
Seja como for, assumiu o pontificado em Março de 932, com apenas 25 anoscoisa rara –, por influência de sua mãe, que o arrastou na sua inevitável queda.
Marózia, tendo-se casado em terceiras núpcias com Hugo, rei da Provença, pensou fazê-lo coroar imperador pelo papa seu filho. Mas Marózia tinha outro filho, Albérico, e este, zangado, conseguiu levar a nobreza a encarcerar a mãe e o irmãoo papa –, os quais, segundo vários historiadores, teriam sido assassinados na prisão. Segundo outra versão, Marózia teria ido para o desterro e João XI ficaria retido em Latrão, destituído de qualquer poder político, confinado às questões meramente eclesiásticas, até à morte.
Seu irmão Albérico, sem se intrometer nos assuntos eclesiásticos, tornou-se o senhor absoluto de Roma, ficando a dever-se-lhe a vinda do abade de Cluny. Santo Odão, a quem cedeu um  dos seus palácios, o qual, convertido em mosteiro, irradiaria a reforma de vários mosteiros, como o de São Paulo e de Subiaco, que estiveram na base de uma grande atividade agrícola e espiritual.
Roma tornava-se uma cidade laica. O papa era apenas tolerado e nada representava politicamente. Todos os documentos de carácter jurídico, económico e político eram assinados assim: «Nós, Alberico, por graça de Deus, príncipe e senador de todos os romanos».
João XI está sepultado em Latrão.
 
 
*****************************

LEÃO VII
 
Leão VII


Leão VII
 
(928)
 
Foi eleito em 3 de janeiro de 936 por influência de Alberico II, da familia Túsculo, que então mandava em Roma, dominando o Estado Pontifício. Por isso Leão VII permaneceu submisso a esse domínio.
Pouco depois, Hugo, rei da Provença, padrasto de Alberico, desejoso de reaver o antigo prestigio, ataca Roma, mas é mal sucedido, porque uma epidemia, dizima-lhe o exército.
Alberico, por iniciativa do papa Leão VII, resolve favorecer o estabelecimento de abadias e conventos na Campânia romana sob a égide de Cluny.
Para além deste empenho na reforma monástica e de um apelo ao bispo Gerardo de Salzburgo, para que vigiasse a observância dos cânones e algumas exortações aos príncipes alemães, deplorando certos usos e costumes contra a disciplina eclesiástica, nada mais se sabe sobre a sua atuação como papa.
 
******************************

Continua:…
Post colocado em 2-2-2013 – 10H15
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1549-1 - (33-13) - SANTOS DE CADA DIA - 2 de Fevereiro de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1549

Bom

ANO D E 2 0 1 3




************************************************************


Nº 1549-1 - (33-13)


Imagem3189

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»


I-Am-Posters

= E U S O U =

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»«««««««««««««««««««««««««««««««««


Nº 1549-1 – (33-13)


#####################################
##################################### #####################################

APRESENTAÇÃO DO SENHOR ou
PURIFICAÇÃO DE NOSSA SENHORA ou
SENHORA DAS CANDEIAS

Festividade

Fiesta de la Candelaria

A festa que a Igreja hoje celebra tem o nome de Apresentação do Senhor no templo. E é também a Purificação de Nossa Senhora ou Senhora das Candeias. É hoje o dia da bênção das velas (candeias) e em muitas igrejas, antes da celebração da Missa, organiza-se solene procissão, em que são levadas velas acesas, símbolos de Jesus Cristo – que, apresentado a Deus no templo de Jerusalém pelo santo velho Simeão, foi saudado como a luz que veio para iluminar os povos.

Comemora-se o dia em que Maria Santíssima, em obediência à lei moisaica, se apresentou no templo do Senhor, quarenta dias depois do nascimento do divino Filho. Para melhor compreensão deste ato de Maria, sejam lembradas neste lugar duas leis que Deus impôs, no Antigo Testamento. A mulher que desse à luz uma criança do sexo masculino ficava privada de entrar no templo durante quarenta dias a seguir ao parto; e se a criança era menina, o tempo da purificação era de oitenta dias. Passado este tempo, devia apresentar-se no templo e oferecer um cordeirinho, duas rolas ou dois pombinhos, e entregar a oferta ao sacerdote, para que este rezasse sobre ela. Com esta cerimónia, a mulher era aceite outra vez na comunhão dos fiéis, da qual a lei a excluía por algum tempo, depois de ter dado à luz.

A segunda lei impunha aos pais da tribo de Levi a obrigação dedicar o filho primogénito ao serviço de Deus. Crianças que pertenciam a outra tribo, que não a de Levi, pagavam resgate.

É admirável a rectidão e humildade de Maria Santíssima em sujeitar-se a uma lei humilhante, como foi a da purificação. A maternidade da Virgem, em tudo diferente da das outras mulheres, isentava-a desta obrigação. David enche-se de vergonha, quando se lembra da sua origem: “em pecados me concebeu minha mãe”. A Maria, o Anjo tinha dito: «O Espírito Santo virá sobre ti, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra». São José recebeu do céu a comunicação consoladora: “O que dela (de Maria) nascerá, é do Espírito Santo”. Virgem antes, durante e depois do parto, o seu lugar não era entre as outras filhas hebreias, que no templo se apresentavam para fazer penitência e procurar perdão do pecado.

Maria prefere, todavia, obedecer à lei e parecer atingida pela pecha comum a todas. Além, disso, sendo de origem nobre, descendente direta de David, oferece o sacrifício dos pobres, isto é, dois pombinhos!

Na humildade é acompanhada pelo Filho, Ele, que é “Filho do Altíssimo”, autor e Senhor das leis, não admite para Si motivos que O isentem das mesmas. Querendo ser nosso semelhante em tudo, excepto no pecado, sujeita-Se à lei da circuncisão. Por altura de ser apresentada Maria Santíssima no templo, deu-se um facto que merece tida a nossa atenção. Vivia em Jerusalém um santo chamado Simeão, provecto em idade, que com muito fervor anelava pela vinda do Messias. De Deus tinha recebido a promessa de não sair desta vida sem ter visto, com os próprios olhos , o Salvador deste mundo. Guiado por inspiração divina, viera ao templo quando os pais de Jesus nele entraram, em cumprimento das prescrições legais. Como os Magos conheceram o Salvador, este fez-Se conhecido por Simeão, o qual o tomou nos braços e bendisse a Deus, dizendo: “Agora, Senhor, deixai partir o vosso servo em paz, conforme a vossa palavra, pois os meus olhos viram a vossa salvação, que preparastes diante dos olhos das nações; Luz para aclarar os gentios e glória de Israel, vosso povo!”

José e Maria ficaram admirados do que se dizia do Menino. Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua Mãe: «Este Menino veio ao mundo para ruína e ressurreição de muitos em Israel e para ser sinal de contradição. Vós mesma tereis a alma varada por uma aguda espada e assim serão patenteados os pensamentos ocultos no coração de muitos». – Havia também uma profetisa, Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Já estava muito velha. Vivera 7 anos casada, enviuvara e estava com 84 anos. Não deixava o templo, e servia a Deus dia e noite, jejuando e rezando. Tendo vindo ao templo na mesma ocasião, desfez-se em louvores ao Senhor e falava do Menino a todos os que esperavam a redenção de Israel.

Cumpridas todas as prescrições da lei, José e Maria voltaram para casa.

A Igreja católica reservava outrora uma bênção especial às parturientes que, logo que o seu estado permitia, se apresentavam a Deus com o fruto das suas entranhas. É provável que este uso se tenha introduzido na Igreja em memória e veneração da Mãe de Deus, que, obediente à lei do seu povo, fez a sua apresentação no templo.

A Deus deve-Se louvor e gratidão, depois dum parto bem sucedido. De Deus vem todo o bem para a mãe e para o filhinho. É justo, pois, que a mãe peça a bênção divina. A mãe cristã sabe que sem a assistência e auxilio de Deus, não pode educar os filhos na virtude e no temor de Deus. reconhecendo esta insuficiência, faz a Deus oferecimento do filho, prometendo ao Senhor ver nele uma propriedade divina, garantia do seu amor, e fazer tudo que lhe estiver ao alcance para educá-lo para o céu. Oxalá todas as mães cristãs eduquem os filhos para Deus, e não para o serviço do mundo, de Satanás e da carne!

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

JOANA DE LESTONNAC, Santa

Viúva (1556-1640)

Juana de Lestonnac, Santa

Juana de Lestonnac, Santa

Em Bordéus nasceu em 1556 e morreu em 1640. Era sobrinha do filósofo Montaigne. O autor dos Essais livrou a sobrinha, que muito estimava, de ser huguenote, subtraindo-a à influência em sentido calvinista que organizara a própria mãe. Em 1597, já viúva, começou a sentir a vocação religiosa. E no ano de 1607, ajudada por dois jesuítas, fundou uma congregação destinada a fazer pelas meninas, no campo da educação, o que fazia a Companhia de Jesus pelos rapazes. É a Companhia de Maria Nossa Senhora, que existe ainda. Durante os últimos três anos de vida, deixou Joana de a governar, destituída por duas freiras invejosas. Sofreu com serenidade as maldades das suas perseguidores e até, por isso, mais as amou.
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

CORNÉLIO, Santo

Centurião
Era centurião romano destacado para Cesareia (Palestina). A sua conversão assinala a ruptura entre a Igreja nascente e a Sinagoga (Act 10 e 11). Quando quis prostrar-se aos pés de Pedro, este disse-lhe: «Levanta-te, que também eu não sou senão um homem». Baptizou-o. E ficou desde então entendido que um cristão já não tinha que preocupar-se com os ritos e ações da Lei antiga.
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

ANDRÉ CARLOS FERRARI, Beato

Bispo (1850-1921)

Andrés Carlos Ferrari, Beato

Andrés Carlos Ferrari, Beato

São Paulo, enumerando as virtudes que devem adornar o Bispo, diz: «É necessário que seja sóbrio, prudente, hospitaleiro, capaz de ensinar». Assim foi o cardeal André Carlos Ferrari, que veio ao mundo numa pequena aldeia da Itália, a 13 de Agosto de 1850, de pais humildes.
Tendo frequentado o seminário, ordenou-se padre a 19 de Dezembro de 1873. Como pároco, teve especial cuidado com a juventude. Pouco tempo esteve à frente do trabalho paroquial, pois foi nomeado professor e reitor do seminário de Parma.
Distinguindo-se pela sua piedade, doutrina e direção de almas, Leão XIII nomeou-o Bispo de Guastalla, no dia 23 de Junho de 1890, não contando ainda 40 anos de idade. Foi tal o seu proceder à frente da pequena diocese que o mesmo Sumo Pontífice resolveu transferi-lo para outra maior e mais importante, a de Como.
Nos anos em que permaneceu nessa diocese, percorreu-a de lés a lés, visitando todas as freguesias, por menores e remotas que fossem. Empenhou-se sobremaneira na formação do clero e desenvolvimento da Ação Católica.
No consistório de 18 de maio de 1894, Leão XIII, que estimava o bispo de Como, incluiu-o no número dos Cardeais, e três anos depois confiou-lhe o governo da Arquidiocese de Milão. No dia em que foi nomeado Arcebispo dessa cidade, o Servo de Deus acrescentou o nome de Carlos ao de André, que recebera no baptismo, para honrar São Carlos Borromeu, pastor imortal e glória da Igreja milanesa.
O que ele fez neste novo campo de apostolado, é-nos referido por João Paulo II na homilia que proferiu no dia da beatificação do cardeal, a 10 de maio de 1897:
Cristo foi aportada santidade para o Cardeal André Carlos Ferrari, que, depois de ter sido Bispo de Guastalla e de Como, dirigiu por cerca de 27 anos a Arquidiocese de Milão, seguindo com fervor apaixonado as pegadas dos grandes predecessores, Ambrósio e Carlos.
Sustentado por fé robusta e zelo iluminado, ele soube indicar com tino seguro o caminho a percorrer entre novas e difíceis realidades emergentes no contexto religioso e social do seu tempo. Soube ver os problemas pastorais, que as circunstâncias históricas apresentavam, com o olhar de Bom Pastor, indicando os modos para o enfrentar e resolver. Ele é, portanto, um exemplo de grande atualidade.
Consciente de que a ignorância dos princípios essenciais da fé e da vida moral expunha os fiéis à propaganda ateia e materialista, organizou uma forma de catequese moderna e incisiva. Também o estilo pastoral foi por ele renovado; inspirando-se no Bom Pastor, ele repetia com vigor que não se devia esperar passivamente que os fieis se aproximassem da Igreja, mas que era indispensável voltar a percorrer, como Jesus, as ruas e as praças para ir ao encontro deles, falando a linguagem deles. Visitou quase quatro vezes a vasta arquidiocese ambrosiana, indo às localidades mais distantes e inacessíveis, mesmo a cavalo e a pé, onde desde tempo imemorável não se tinha visto um Bispo. Por esta razão, ante a sua pastoral incansável, alguns diziam: «São Carlos voltou»?.
A solicitude do Pastor foi expressa também na promoção de formas novas de assistência, adequadas à mudança dos tempos. Primeiros destinatários do admirável florescer de iniciativas sociais foram as crianças e os jovens abandonados, os trabalhadores, os pobres».
A seguir, o santo Padre enumera os meios de que se valeu o beato André Carlos para levar por diante o seu programa:
Amadureceu assim no coração do cardeal Ferrari o projeto de uma Obra, que constitui hoje uma sua herança preciosa: a Companhia de São Paulo, chamada também Obra cardeal Ferrari. Da ideia originária de uma Casa do Povo, que recolhesse as organizações de apostolado dos leigos e de assistência da arquidiocese, desenvolveu-se uma série de atividades inspiradas no genial e corajoso dinamismo pastoral do Arcebispo; o “Secretariado do Povo”, os refeitórios nas empresas, as missões aos operários, a Casa da Criança e a casa para a reeducação dos desencarcerados, as grandes iniciativas na imprensa católica, a organização das grandes peregrinações.
Mérito insigne do cardeal Ferrari foi precisamente ter percebido com feliz intuito a urgência de envolver os leigos na vida da comunidade eclesial, organizando-lhes as forças para uma presença cristã mais incisiva na sociedade. Foi zeloso promotor da Ação Católica masculina e feminina que, sob o seu determinado impulso, cresceu e de Milão teve benefício influxo em toda a Itália. Prodigalizou-se também por erigir a Universidade Católica e teve a alegria de ver a sua atuação incipiente».
Por fim, João Paulo II refere-se às virtudes heroicas do Bem-aventurado nestes termos:
Mas o segredo da incansável ação apostólica do novo beato continua a ser a sua vida interior, baseada em profundas convicções teológicas, inundada de terna e filial devoção a Nossa Senhora, centrada em Jesus Eucarístico e Crucificado, expressa numa a atitude constante de grande bondade para com todos, de comovida solicitude pelos pobres, de heroica paciência no sofrimento. A 29 de Setembro de 1920, entre as lancinantes dores do mal que o afligia, escreveu no seu diário estas extremas palavras: «Seja feita a vontade de Deus, sempre e em tudo».
O Beato André Carlos Ferrari faleceu em ;Milão, no dia 2 de fevereiro de 1921. AAS 56 (1964) 708-711; 67 (1975) 217-221; L’OSS. ROMA. 17.5.1987.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

MARIA CATARINA KASPER, Beata

Fundadora (1820-1898)

María Catalina Kasper, Beata

María Catalina Kasper, Beata

Filha de pais pobres, nasceu a 26 de Maio de 1820, na aldeia de Dernabach, no Westerwald. Não tinha nem muita saúde, nem grandes talentos. Frequentou a escola por pouco mais de dois anos. Além do pesado trabalho no campo do pai, ou por conta de outros, dedicava-se aos doentes e abandonados, reunia crianças e ensinava-lhes o catecismo. A sua piedade e amor pelo próximo bem cedo atraíram outras jovens que nutriam os mesmo sentimentos.
Em 1845 fundou na sua aldeia uma “Pia Associação”. Foi dela que, mais tarde, após vencer muitas dificuldades, com a aprovação do Bispo, se formou a Congregação das “Pobres Escravas de Jesus Cristo”. O grão de mostarda desenvolveu-se rapidamente no seio da Igreja. Em 1856 havia já oito casas nas dioceses de Limburgo e Colónia; em 1859, as Irmãs eram mais de duzentas. Rapidamente a nova Congregação – que obtivera do decreto de louvor em 1860 e a aprovação Pontifícia em 1870 - estendeu-se aos Estados Unidos da América, Inglaterra, Holanda e Boémia. Quando a Madre Kasper morreu, em 1898, elevava-se a 1700 o número de religiosas distribuídas por 193 casas.
O teólogo protestante, Walter Nigg, deu ao livro que escreveu sobre a beata o título de “A Santa escondida”, e D. Francisco Amoroso redigiu outro que rotulou “A Mulher guiada por Deus”.
João Paulo II na homilia de beatificação, a 16 de Abril de 1978, asseverou a respeito da bem-aventurada:
Já a pobre existência terrena desta figura de mulher, toda fé e fortaleza de alma, é para nós uma autêntica lição de estilo evangélico, pois se desenrolou integralmente na esteira do Divino Mestre. Simples e pobre aldeã, Catarina (que depois tomou o nome de Maria Catarina) viveu como Ele entre o trabalho e as privações, acolhendo como vontade do Pai celeste as humilhações e as contrariedades que encontrou no seu caminho. Como Ele, sobretudo , se consagrou com incansável solicitude a aliviar as múltiplas formas de miséria física e espiritual; dedicou-se às crianças pobres e abandonadas, abriu escolas, ajudou e confortou os doentes, assistiu aos anciãos, com um coração sempre ardente de grande amor para com os irmãos necessitados e alimentado por contínuo e quase conatural colóquio com aquele Deus de toda a consolação melhor conhecido pela via do amor do que pela da ansiosa especulação».
L’OSS. ROMA. 16.4.1978 E 23.4.1978; DIP 5, 338-9.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

Catalina de Ricci, Santa

Virgem,

Catalina de Ricci, Santa

Catalina de Ricci, Santa

Martirologio Romano: En Prato, de la Toscana, santa Catalina de’ Ricci, virgen, de la Tercera Orden Regular de Santo Domingo, que se dedicó de lleno a la restauración de la religión y por su asidua meditación de los misterios de la pasión de Jesucristo, obtuvo experimentarla de alguna manera (1590).
Fecha de canonización: 29 de junio de 1746 por el Papa Benedicto XIV. El 23 de abril de 1522 nace en Florencia, Alejandra Lucrecia Rómola, hija de la noble familia de´ Ricci, que tuvo mucho poder y importancia en la ciudad.
Muerta su madre cuando ella era todavía muy niña, quedó bajo el cuidado de una madrastra. Poco después la puso su padre en el convento de las monjas de Monteceli donde estaba una tía suya. Allí recibe su primera educación y sobresale por su aplicación en los estudios.
A la niña le gustan los relatos de la Pasión de Cristo. Celeberrimo es el Crucifijo que se venera en aquel monasterio y que desde entonces se llama el Crucifijo de la Alejandrina.
A los doce años participa en un retiro en la comunidad del monasterio de san Vicente Ferrer en Prato, perteneciente a la Tercera Orden Regular de Santo Domingo.
Queda impactada por el estilo de vida y trabajo de las hermanas y pide la admisión en la comunidad. Cuando su padre fue a buscarla para volverla a casa, no quiso ir. El lunes de Pentecostés, 18 de mayo de 1535, a los trece años, tomó el hábito de terciaria de Santo Domingo, de manos de su tío Timoteo de´ Ricci O.P., mudando el nombre de Alejandrina por el de Catalina.
Profesó al año siguiente y io en tal forma a la contemplación, singularmente de la Pasión del Señor, que de ordinario estaba abstraída de los sentidos. Por su gran humildad, siempre se puso bajo la obediencia de los superiores.
Dotada de natural prudencia, fue superiora dieciocho años, ganando mucho las religiosas en lo espiritual y en lo temporal por las muchas limosnas que le enviaban, con lo que pudo acabar la fábrica del convento y acoger muchas jóvenes.
Piensese que Catalina era Madre Priora de una comunidad de, por lo menos, 120 monjas y que en unos años llegó a contar hasta 160 religiosas... Durante doce años, 1542-1554, revivió en su cuerpo las llagas del Crucificado y la Pasión del Señor.
Poco después de su profesión, el Señor vino a visitarla enviándole una terrible y múltiple enfermedad, ya que fueron varias las dolencias que a la vez afligían su débil cuerpo. Las mismas religiosas y los médicos quedaban admirados cómo era posible que pudiera resistir tanto dolor de todo tipo.
Se le apareció un alma beata de su Orden, hizo sobre ella la señal de la cruz y quedó curada por varios años. Durante estos atroces tormentos tenía una medicina que la curaba, por lo menos le daba paz y alivio: Era el meditar en la Pasión del Señor, en los muchos dolores que Él sufrió por nosotros... Meditaba paso a paso, en toda su viveza y a veces se le manifestaba el Señor bien con la Cruz a cuestas, bien coronado de espinas o clavado en la Cruz.
Recibió muchos dones y regalos del cielo: revelaciones, gracias de profecía y milagros, el don de leer los corazones... Luces especiales en los más delicados asuntos de los que ella nada sabía. Por ello acudieron a consultarla Papas, cardenales, los principes de Florencia, el Hijo del Rey de Baviera, igual que personas sencillas y humildes.
A todos atendía con gran bondad y humildad ya que se veía anonada por sus miserias y se sentía la más pecadora de los mortales. Tuvo gran amistad y correspondencia con San Carlos Borromeo, San Felipe Neri, San Pío V y Santa María Magdalena de´ Pazzi.
El día Primero de febrero de 1590 recibió los santos sacramentos. Recibió el viático de rodillas, su rostro se resplandecía como él de un ángel.
Llamó después a las religiosas, les hizo una exhortación al amor de Dios y a la observancia regular, poniéndose de nuevo en oración hasta la noche. Muriò poco después, era el día dos de febrero del año 1590 y toda la ciudad de Prato se conmovió.
Fue beatificada por Clemente XII el 23 de noviembre de 1732 y canonizada por Benedicto XIV el 29 de Junio de 1746. Catalina es también compatrona de la ciudad y diocesis de Prato en Italia, y en Guantánamo, desde 1836, una parroquía está dedicada a ella (hoy catedral).
Llena del fuego del Espíritu Santo buscó incansablemente la gloria del Señor. Promovió la reforma de la vida regular, inspirada especialmente por fray Jerónimo Savonarola, a quien admiraba con agradecido afecto. Su amor a la Pasión del Señor la llevó a componer el "Cántico de la Pasión", una meditación reposada sobre los sufrimientos de Cristo.
Debemos a su maestra, Sor María Magdalena Strozzi, si Catalina empezò a escribir sus extraordinarias experiencias místicas. Una muchedumbre de "Cartas" son muestra de su profundo itinerario en el Espíritu. Trabajó con solicitud en la atención de enfermos, hermanas o laicos. La extraordinaria abundancia de carismas celestiales, junto con una exquisita prudencia y especial sentido práctico, hicieron de ella la superiora ideal.
El cuerpo incorrupto de la santa se venera en la Basilica menor de San Vicente Ferrer y Santa Catalina de´ Ricci en Prato, donde las monjas dominicas siguen viviendo su espiritualidad y su mensaje de amor.
Para pedir informaciones, dirigase a: nicogo@tiscali.it

María Dominica Mantovani, Beata

Fundadora

María Dominica Mantovani, Beata

María Dominica Mantovani, Beata

Martirologio Romano: En Verona, en Italia, beata María Dominica Mantovani, virgen, que junto con el beato José Nascimbeni, presbítero, fundó el Instituto de las Hermanitas de la Sagrada Familia, de la que fue primera superiora, para atender a los pobres, huérfanos y enfermos, llevando una vida humilde por amor a Cristo (1934). Fecha de beatificación:27 de abril de 2003 por el Papa Juan Pablo II. La Beata Madre María Domenica Mantovani, primogénita de cuatro hermanos, era hija de Giovanni Battista Mantovani y de Prudenza Zamperini. Nació en Castelletto di Brenzone, en la provincia de Verona (Italia), el 12 de noviembre de 1862. Fue bautizada al día siguiente.
Recibió la confirmación el 12 de octubre de 1870 y la primera comunión el 4 de noviembre de 1874.
Frecuentó con gran provecho la escuela primaria, pero no pudo seguir estudiando debido a la pobreza de su familia. Su inteligencia, voluntad y extraordinario sentido práctico suplieron su falta de estudios. Desde la niñez manifestó ser muy propensa a la oración y a las cosas de Dios. En la base de una sensibilidad religiosa y cristiana tan profunda y tan llena de gracia, destinada a crecer e irradiar viva luz, se hallaba el testimonio de sus padres y familiares, personas sencillas, trabajadoras, honestas y ricas en fe.
El catecismo fue la fuente privilegiada que proporcionó en gran medida la formación cristiana a la Beata. En efecto, el catecismo -junto con las enseñanzas de la familia- sentó las sólidas bases sobre las que ella construiría a lo largo de los años su personalidad humana y cristiana. La casa, la escuela y la iglesia fueron los gimnasios que plasmaron, desde la niñez, su carácter y que dieron una orientación precisa a toda su vida.
Transcurrió toda la juventud, hasta los treinta años, en el seno de su familia. Creció sana de espíritu y de cuerpo y se distinguió siempre por su bondad, docilidad, transparencia de vida y extraordinaria piedad.
Ya de muchacha era apóstol de sus coetáneas, a quienes educaba a la virtud con buenas lecturas y, sobre todo, con el testimonio de su vida.
Cuando tenía 15 años, entró en Castelletto el Beato Giuseppe Nascimbeni, primero como maestro y cooperador (1877-1885) y luego como párroco (1885-1922). Desde entonces, él fue su firme y luminoso guía espiritual y ella su generosa colaboradora en las múltiples actividades parroquiales: era el alma de la juventud de todo el pueblo y era amada, escuchada y estimada por todos sus conciudadanos.
Se dedicaba con celo a la enseñanza del catecismo a los niños y se prodigaba con caridad evangélica visitando y asistiendo a los pobres y a los enfermos.
Inscrita en la Pía Unión de las Hijas de María, observó siempre fielmente las prescripciones del reglamento, convirtiéndose en el espejo y el modelo de sus compañeras, a quienes, gracias a su gran ascendiente, lograba dar eficaces lecciones de vida.
Particularmente devota de María Inmaculada, el 8 de diciembre de 1886 emitió el voto de virginidad perpetua en manos de Don Giuseppe Nascimbene, su director y párroco.
La devoción a María Inmaculada fue el respiro de su alma; la intimidad con Cristo Jesús y la contemplación de la Sagrada Familia, la fuerza de su vida.
Deseosa de consagrarse al Señor, conoció el designio de Dios sobre ella a través del Beato Nascimbene, quien quiso que fuera su colaboradora en la fundación de la Congregación de las Hermanitas de la Sagrada Familia (6 de noviembre de 1892), de la que fue así Cofundadora y primera Superiora general.
La Beata prestó una singular ayuda, en las actividades parroquiales y en el gobierno del Instituto, al Beato Nascimbene, de quien fue siempre devotísima y cuyos proyectos y deseos interpretó y llevó a la práctica con fidelidad.
Contribuyó de manera esencial a la elaboración de las Constituciones, inspiradas en la Regla de la Tercera Orden Regular de San Francisco, y a la formación de las hermanas. Su colaboración, junto con su irreprensible testimonio de vida, influyó de manera determinante en el desarrollo y la expansión del Instituto. Su obra completó la del Fundador, imprimiendo en la espiritualidad de la Familia religiosa las notas distintivas que marcarían su vida y su acción en la Iglesia y en el mundo. La obra del Fundador y la de la Cofundadora se trenzaron forjando a las primeras hermanas de acuerdo con el carisma recibido del Espíritu Santo. La del Beato era intensa, fuerte, enérgica; la de la Beata, escondida y delicada pero firme y sin desmayos, reforzada, además, con elocuentes ejemplos y pacientes esperas.
En los escritos de la Beata emergen con nitidez sus cualidades de madre amorosa y buena, de maestra sabia e inteligente, celosa y alguna vez exigente con miras al auténtico bien.
A la muerte del Fundador, ella, rica en virtudes y llena de sabiduría y de prudencia, continuó guiando el Instituto con fortaleza de ánimo, con gran confianza en Dios y con profundo sentido de responsabilidad, deseosa de transmitir a sus hijas las enseñanzas del Fundador, a fin de que se conservara y se viviera íntegramente el espíritu genuino de los orígenes.
Antes de morir tuvo el consuelo de lograr la aprobación definitiva de las Constituciones y la aprobación ad septennium del Instituto, y de ver la obra continuada por unas 1.200 hermanas dedicadas a toda suerte de actividades apostólicas y caritativas en las 150 casas de la Congregación, en Italia y en otros países.
La Beata progresó hasta el final de sus días en el camino de la santidad, dando prueba de todas las virtudes, especialmente de la virtud de la humildad.
Cerró su luminosa jornada terrena el día 2 de febrero de 1934, tras unos breves días de enfermedad.
El 24 de abril de 2001, Su Santidad Juan Pablo II, acogiendo y ratificando los votos de la Congregación para las Causas de los Santos, la declaró Venerable. Posteriormente el 27 de abril de 2003, una vez comprobado un milagro por su intercesión fue declarada Beata de la Iglesia.
Reproducido con autorización de
Vatican.va

Esteban Bellesini, Beato

Presbítero Agostinho

Esteban Bellesini, Beato

Esteban Bellesini, Beato

Martirologio Romano: En Genezzano, del Lacio, beato Esteban Bellesini, presbítero de la Orden de San Agustín, que permaneció fiel a su congregación durante tiempos difíciles y se dedicó infatigablemente a la educación de la juventud, a la predicación y al trabajo pastoral (1840). Fecha de beatificación: 27 de diciembre de 1904 por el Papa Pío X. Nace en Trento (Italia), el 25 de noviembre de 1774, de familia acomodada.
A los dieciocho años viste el hábito agustiniano en el convento de S. Marcos. Poco después hace el noviciado en Bolonia, de donde es trasladado a Roma y de nuevo a Bolonia para el estudio de la filosofía y de la teología. Emitió sus votos religiosos en la Orden Agustiniana el 31 de mayo de 1794. Obligado por las tropas napoleónicas a abandonar los Estados pontificios, regresa a su ciudad de origen, en la que es ordenado sacerdote en 1797, viviendo en el convento de S. Marcos hasta su supresión en 1809.
Vivió tiempos difíciles. Suprimidas por el gobierno las casas religiosas en su región, vuelve al seno familiar, donde se dedica intensamente a la actividad docente para cuidar de la formación Cultural y Cristiana de la juventud, en un ambiente adverso a la religión, abriendo en la propia casa una escuela gratuita. Conquista en breve tiempo la estima y la confianza de la población, e incluso de la misma autoridad civil, que lo nombra inspector general de las escuelas de todo el territorio trentino. Si al inicio sus alumnos no llegaban al centenar, ahora son miles los que de alguna manera dependen de él.
Sin embargo, el P. Esteban desea mantenerse fiel su profesión religiosa. Ante la imposibilidad de realizar este deseo en Trento, ya que el gobierno no permite volver a abrir el convento, en 1817 abandona la docencia, y, burlando la vigilancia, se refugia en Bolonia, bajo dominio pontificio, donde ya se había restablecido la vida comunitaria. A las autoridades civiles de Trento, que le conminan a volver para continuar en su puesto, responde claramente que el vínculo que le une a Dios por los votos “y a mi amadísima Madre, que es la Religión que yo he profesado solemnemente”, es mucho más fuerte que cualquier otro. Aún más: “Esta invitación no me sería hecha ciertamente por vd., si conociera la fuerza de los vínculos sagrados de los religiosos unidos a Dios y al Rey de los reyes, a quien juré fidelidad perpetua ante el altar con los más sagrados votos”.
Llamado a Roma por el P. General de la Orden, durante algunos años desempeña, de forma excelente, el cargo de maestro de novicios. En 1826 es enviado a Genazzano, donde dedica los últimos años de su vida al ministerio parroquial, atendiendo con solicitud a los pobres y a los niños, su ya viejo pero aún gran amor.
Muere el 2 de febrero de 1840, víctima de la peste contraída asistiendo a sus parroquianos. Los restos del P. Esteban reposan en el Santuario de la Virgen del Buen Consejo de Genazzano.
Fue proclamado beato por S. Pío X el 27 de diciembre de 1904. Entre la muchedumbre que asistió a la ceremonia, “se encontraban muchos alumnos suyos, ya señores ancianos, cuya vida había transcurrido serena gracias a su buen maestro. Y los genazaneses eran los mismos que de chiquillos le tiraban del hábito y de la correa, o le ponían la zancadilla” (D. Riccardi).
Si usted tiene información relevante para la canonización del Beato Esteban, por favor escriba a:
Santuario Maria Ssma. del Buen Consiglio
00030 Genazzano, ITALY

ORACIÓN
Oh Dios,
que en el beato Esteban
nos has dado un admirable ejemplo
de apóstol enteramente consagrado a la educación de la juventud
y a propagar el amor filial a la Virgen María;
haz que,
imitando su celo,
nos dediquemos de todo corazón al servicio de su Iglesia.
Por N.S.J.
Amén.

Simón Fidati de Cassia, Beato

Presbítero

Simón Fidati de Cassia, Beato

Simón Fidati de Cassia, Beato

Martirologio Romano: En Florencia, de la Toscana, beato Simón Fidati de Cassia, presbítero de la Orden de Eremitaños de San Agustín, que con sus palabras y sus escritos condujo a muchos a vivir con más fidelidad la vida cristiana (1348). Fecha de beatificación 1833 por el Papa Gregorio XVI. Perteneciente a la familia Fidati, vio por primera vez la luz en Casia (Italia) hacia finales del siglo XIII, probablemente en torno al año 1290. Después de un breve interés por la literatura profana y, en particular, tras el conocimiento de la figura y doctrina del franciscano espiritual Ángel Clareno, vistió joven el hábito agustiniano.
Con gran ilusión se dedicó a las ciencias naturales f´ísicas y químicas pero aconsejado por una persona de bien, mudó de propósito y se dedicó a la ciencia de la gracia.
Durante toda su vida se consagró a la predicación, especialmente en tierra toscaza. Fue un gran predicador y unos de los mejores maestros de vida espiritual de su tiempo en Italia. Censor franco y denodado de pecadores habituales, su severidad se extendía también a cuantos buscaban su compañía o su amistad, a quienes a veces trataba con aspereza. A pesar de ello su palabra, llena de ardor y pasión, fascinaba siempre al auditorio.
Y no fue menos apreciado como escritor, quehacer al que dedicaba gran parte de las noches según testimonio de fray Juan de Salerno, que vivió a su lado cerca de diecisiete años. En la más popular de sus obras, la titulada “L’ordine della vita cristiana”, en los orígenes del italiano vulgar, hace una vigorosa llamada al seguimiento e imitación de Cristo, un ideal propuesto con amplitud en su obra maestra “De gestis Domini Salvatoris”.
A propósito de esta última obra se cuenta cómo en una ocasión, mientras proyectaba la conveniencia y el modo de redactarla, se le habría aparecido el Señor bajo las apariencias de un joven que le invitaba a beber el cáliz que llevaba en sus manos. Simón lo probó y “la dulzura de esta bebida le quedó grabada durante el resto de su existencia, haciendo que le pareciera insípido cualquier otro alimento; y a continuación comenzó a escribir la referida vida del Salvador”. Especial mención merece también su “Epistolario”, ya que es precisamente en sus cartas donde se documenta la actividad de Simón como director de espíritus, en contacto con personas de todo tipo y categoría social.
En su pensamiento, aparece cierta proximidad a las doctrinas de Clareno, pero, a diferencia de éste, supo evitar los extremismos. Es posible que Lucero conociese la obra de Fidati. No obstante, como es obvio, reflexiones sueltas o fragmentos de textos al margen de su contexto no autoriza en modo alguno a incluirlo entre los precursores del Reformador. Lo que resulta cierto es que lo mismo como predicador que como escritor influyó notablemente en la vida pública de su tiempo, a pesar de su vivir esquivo, con el continuo anhelo de la soledad, dedicado preferentemente a la oración y al estudio. En esta línea se explica su total rechazo a cualquier cargo de gobierno.
Promotor de la sencillez y abnegación evangélicas, procuró eludir cargos, títulos y prelaturas. Lleno de sinceridad, fue un desvelador de dobleces y reticencias. Amante de la soledad contemplativa, fue un incansable apóstol movido siempre por la obediencia. La obediencia ante todo, decía, siempre que no se oponga a la caridad. La obediencia de la Orden y la comunidad de sincero amor para con los hermanos le mantuvieron firme en su vocación en medio de muchas pruebas. Formar a Cristo en todos fue el motivo inspirador de su vida.
Víctima de “la gran peste” que asoló Europa, murió en Florencia el 2 de febrero de 1348. Sus restos, que no tardaron en ser trasladados al templo de san Agustín de Casia, y de allí, en 1810, a la iglesia de la beata Rita, hoy reposan en la basílica de la Santa. El culto, con el que el pueblo mantuvo viva su memoria, recibió la aprobación de Gregorio XVI en 1833.

ORACIÓN:
Dios,
que diste a tu Iglesia en el beato Simón un ministro fiel
para exponer la palabra evangélica y para reformar las costumbres,
concede que,
adhiriéndonos a su doctrina y ejemplo,
merezcamos ser imitadores de su Hijo Jesucristo.
Que vive y reina por los siglos de los siglos.
Amén.

Lorenzo de Canterbury, Santo

Obispo

Lorenzo de Canterbury, Santo

Lorenzo de Canterbury, Santo

Martirologio Romano: En Canterbury, en Inglaterra, san Lorenzo, obispo, que gobernó esta Iglesia después de san Agustín y la engrandeció al convertir a la fe al rey Edbaldo (619). San Lorenzo de Canterbury o Laurentius (n. en 604 y fallecido el 2 de febrero de 619) fue el segundo arzobispo de Canterbury, después de Agustín de Canterbury.
En 597, llegó a Thanet con Agustín de Canterbury como parte de un esfuerzo misionero enviado por Roma a Kent en el año 595, aunque otras fuentes sostienen que llegó recién en el año 601. En cualquier caso, fue un monje en el monasterio de San Andres de Roma.
Según Beda, fue enviado de regreso con el papa Gregorio I para informarle sobre los éxitos de la converisión del rey Ethelberto en algún momento entre julio de 598 y junio de 601. San Lorenzo de Canterbury es probablemente el Lorenzo referido en la carta de Gregorio I Magno a Bertha, reina de Kent. En esa carta, Gregorio agradece a Bertha por su participación en la conversión de su esposo, cuya información dice haber recibido de Lorenzo, el sacerdote. En el verano de 601, Lorenzo regresó a Inglaterra con Mellitus, quien sería el tercer arzobispo de Canterbury.
En el año 604 sucedió a San Agustín como Arzobispo de Canterbury, cargo que ejerció hasta su muerte en el 619. Agustín consagró a Lorenzo antes de fallecer para asegurar la sucesión, por temor a que si no había alguien que entrara en el cargo inmediatamente, dañaría el proceso de cristianización en Gran Bretaña. No obstante, Lorenzo nunca recibió palio de Roma, es decir, nunca recibió su ratificación, por lo que puede ser considerado un obispo no canónico para Roma. En 610, recibió correspondencia del papa Bonifacio IV dirigida a él como arzobispo y sucesor de Agustín. Estas cartas llegaron porque Lorenzo envió a Mellitus a Roma previamente en 610, para recibir consejo del Papado sobre cuestiones al interior de la Iglesia Inglesa. Mientras estuvo en Roma, Mellitus asistió a un sínodo y trajo consigo los decretos allí aprobados para entregárselos a Lorenzo.
Fue Lorenzo quien, en 613, consagró la abadía de San Agustín que Agustín había construido en Canterbury, con la advocación a San Pedro y San Pablo, pero que luego fue nuevamente consagrada a San Agustín de Canterbury. Lorenzo también escribió a los cristianos en las tierras mantenidas por los escoceses y por los britanos para urgirlos a mantener Pascua el día en que la Iglesia Católica la celebraba, en lugar de su fecha tradicional, como parte de la "controversia de Pascua". Beda ha conservado la carta en su Historia. En 609, Lorenzo sostuvo que el obispo Dagan, un obispo celta, no comería con Lorenzo ni compartiría un techo con el arzobispo debido a las diferencias entre las dos iglesias. En otro momento, Lorenzo escribió que "unos pocos celtas que viven donde el mundo termina no pueden sostener que saben más que todas las iglesias de la Cristiandad."
Durante el gobierno de Lorenzo, Ethelberto falleción en 616 y su hijo Eadbaldo regresó a las antiguas creencias y muchos misioneros promisorios huyeron a Galia, pero Lorenzo se las ingenió para reconvertirlo. Se cuenta que Lorenzo estaba preparado para rendirse cuando fue visitado por San Pedro en una visión, quien lo golpeó. Las marcas de los golpes se mantuvieron y el despliegue de ellos a Eadbaldo tuvieron como efecto su conversión. Beda, sin embargo, sugiere que fue la muerte en batalla de algunos líderes de partidos paganos lo que realmente persuadió a Lorenzo para quedarse. Todo intento para extender la Iglesia más allá de los alrededores de Kent encontró dificultades debido a la actitud del rey Raedwald, quien se había convertido en el rey que gobernaba el sur tras la muerte de Ethelberto. Rædwald se convirtió antes de la muerte de Ethelberto, quizás, por recomendación de Ethelberto, pero su reino no se convirtió y él mismo parece haber sido convertido solo lo suficiente para permitir un altar cristiano en su templo pagano.
Muerte y legado
Tras su muerte, Lorenzo fue enterrado en la abadía de San Pedro, más tarde renombrada como la de San Agustín. En 1091, sus restos fueron llevados a la nueva iglesia de San Agustín. Fue sucedido en el cargo por Mellitus, obispo de Londres. Lorenzo fue más tarde considerado santo y su festividad se celebra el 3 de febrero.
El tiempo de Lorenzo como arzobispo es generalmente recordado por su fracaso en asegurar un acuerdo con la iglesia celta y por la reconversión de Eadbaldo tras la muerte de Ethelberto.

Juan Teófano Vénard, Santo

Presbítero e Mártir

Juan Teófano Vénard, Santo

Juan Teófano Vénard, Santo

Martirologio Romano: En Hanoi, en Tonquín, hoy Vietnam, san Juan Teófano Vénard, presbítero de la Sociedad de Misiones Extranjeras de París y mártir, que tras pasar seis años de trabajos de ministerio en la clandestinidad y en medio de grandes dificultades, aceptó con alegre ánimo, en tiempo del emperador Tu Duc, ser encerrado en una cueva y después degollado (1861) Fecha de canonización: 19 de junio de 1988 por el Papa Juan Pablo II, junto a otros 116 mártires en Vietnam.

Sacerdote de la Sociedad de Misiones Extranjeras de París y mártir que tras pasar seis años de trabajos de ministerio en la clandestinidad y en medio de grandes dificultades, aceptó con alegre ánimo el martirio por la causa de Cristo. Permaneció encerrado en una jaula por más de ocho semanas y después fue degollado. Sus cartas, escritas durante el cautiverio, inspiraron a Santa Teresita del Niño Jesús a orar por las misiones.
Jean-Théophane Vénard (en francés) nació el 21 de febrero de 1829 en Saint-Loup-sur-Thouet (Francia), en el seno de una familia profundamente cristiana y patriarcal.
Solía leer los "Anales de la Propagación de la Fe"; de ahí fue que supo de los atroces sufrimientos que padecían los cristianos por odio a la fe en tierra vietnamita. Entonces tomó una decisión heroica: "Yo también quiero ir a Tonkín, yo también quiero ser un mártir".
En 1841 el jovencito ingresó al colegio Doué-la-Fontaine. A sus 18 años estudiaba la Filosofía en el Seminario de Montmorillon y posteriormente la Teología en el Seminario Mayor de Poitiers. "El Seminario es el paraíso en la tierra", escribió un día.
Sintiendo en su corazón el llamado de Dios a un apostolado más vasto, manifestó a su obispo el deseo de adherirse a la Sociedad de las Misiones Extranjeras de París.
Ordenado sacerdote en 1852, después de 15 meses de viaje el P. Vénard arribó a Hong Kong, donde le fue anunciado su destino: el Tonkín (Vietnam) adonde llegó en 1854.
Invocando a María, "mi reina y mi madre", y bajo la protección de su ángel de la guarda, se dispuso a entregarse completamente al servicio de Dios, aprendiendo rápidamente la lengua indígena.
Desde 1851 el rey Tu-Duc, instigado por sus consejeros, emanó un edicto para ordenar que los sacerdotes europeos fueran arrojados al río, los vietnamitas descuartizados y el delator premiado; posteriormente ordenó que todos los cristianos fueran proscritos. Algunos alcanzaron a esconderse, entre ellos el Obispo y el P. Vénard, pero toda la villa fue destruida.
Siempre de refugio en refugio, el misionero continuó evangelizando hasta su arresto, el 30 noviembre de 1860 en Kim-Bang. Fue encerrado en una jaula de bambú y transportado en ella hasta Hanoi donde fue condenado a muerte.
Transcurrieron ocho semanas antes de que se ratificara la sentencia, tiempo que el padre Vénard aprovechó para catequizar a cuanto visitante llegaba y escribir cartas, algunas de ellas dirigidas a su familia.
El 2 de febrero de 1861, a sus casi 32 años de edad, el P. Vénard fue cruelmente decapitado tras cinco golpes de espada. Sus despojos mortales fueron trasladados a Francia en 1865, al Seminario de la Sociedad para las Misiones Extranjeras de París.
Beatificado por Pío X (1906), fue canonizado por Juan Pablo II (1988) junto a 116 compañeros mártires en Vietnam de los siglos XVIII-XIX, siendo su festividad el 24 de noviembre, en tanto que la memoria litúrgica de Saint-Jean-Théophane la recordamos el 2 de febrero.

Otros Santos y Beatos
Febrero 2 Completando santoral de este día, 2 de febrero

Nicolás Saggio de Longobardi, Beato

Religioso

Nicolás Saggio de Longobardi, Beato

Nicolás Saggio de Longobardi, Beato

Martirologio Romano: En Roma, beato Nicolás Saggio de Longobardi, religioso de la Orden de los Mínimos, que ejerció con humildad y santamente el oficio de portero (1709). Fecha de beatificación: 17 de septiembre de 1786 por el Papa Pío VI. El Beato Nicolás les nació en Lombardía (Longobardi) el 6 de enero de 1619, hijo de Fulvio Saggio y Aurelia Pizzini, pertenecientes a una antiquísima familia. Fue el primero de los tres hijos de esta familia. Se cuenta que, en el momento mismo en que nació, una flama misteriosa fue vista resplandecer sobre el techo de su casa, casi como queriendo simbolizar la vida llena de luz que tendría Nicolás. En el día del bautismo le pusieron el nombre de Juan Bautista, que él luego cambió al de Nicolás.
Incluso teniendo una gran inclinación por el estudio, ya que sus padres no tenían la posibilidad económica, no fue mandado a escuela. Ayudó, pues, a su padre en el trabajo en el campo. Ya de joven ayunaba varias veces a la semana y no nunca faltó a la Santa Misa. En alguna oportunidad, su padre le habría dicho que era algo torpe el dejar de trabajar para ir a la iglesia, entonces él fingió no sentirse bien y se fue al pueblo a escuchar la Misa. A su regreso, logró segar el trigo en gran abundancia y con una velocidad prodigiosa. Frecuentaba a menudo la Iglesia que los Religiosos Mínimos tenían en Lombardía, donde pasaba días enteros en oración.
A los veinte años, Nicolás decidió entrar a monasterio, pero sus padres trataron de impedirlo con firmeza. Su madre estaba furiosa por la elección, ya definitiva de su hijo. Frete a esto Nicolás se quedó ciego, y tan sólo recuperó la vista cuando sus padres se arrepintieron y lo dejaron libre de seguir su propia vocación.
Nicolás solicitó el hábito de San Francisco y fue asignado al Convento de Paula donde entró como hermano lego, por no tener estudios, y por ello nunca recibió las órdenes sagradas. Acabado el año de noviciado, pasó a Lombardía y luego a San Marco Argentano, Montalto, Cosenza, Spezzano y Paterno. La fama de sus virtudes, llegó bien pronto hasta Roma. Justamente en Roma, en el Colegio de San Francisco de Paola, hacía falta un religioso, el Beato Nicolás fue llamado a la parroquia cercana al Colegio. Estando allí visitó el Santuario de Loreto. Volvió tan enriquecido que hizo decir a sus compañeros: “Fray Nicolás era bueno al ir a Loreto pero ha regresado a Roma santo”.
Siendo ya una figura muy popular, el Beato Nicolás fue enviado, por sus superiores, a Calabria. Era el año 1693. En aquel período los calabreses estaban alarmados por los continuos sismos. Los marqueses del Valle lo invitaron a su feudo en Fiumefreddo, donde vivían con temor, desde que él llegó los temblores cesaron. En el 1696 Nicolás les fue trasladado a Lombardía. Aquí ejecutó una serie muy larga de prodigios. Encontrándose una vez en la costa con un pescador, este se negó a proporcionarle un pez, entonces Nicolás llamó a los peses del mar que se deslizaron fuera del agua y se dejaron tomar con las manos.
En los últimos años de su vida, Nicolás fue enviado nuevamente a Roma donde a menudo fue consultado por los papas, por los cardenales y por la nobleza de la ciudad. Aquí hechos excepcionales demostraron que el Beato Nicolás había recibido el don de la bilocación. Predijo la fecha de su muerte que llegó a la medianoche del 2 de febrero de 1709.
Reproducido con autorización de
Santiebeati.it

responsable de la traducción: Xavier Villalta

Burcardo de Würzburg, Santo

Obispo

Burcardo de Würzburg, Santo

Burcardo de Würzburg, Santo

Martirologio Romano: En Würzburg, en Austrasia, san Burcardo (Bucardo - Burkhard), el cual, oriundo de Inglaterra, fue ordenado por san Bonifacio como primer obispo de esta sede (754). Burcardo, un sacerdote originario de Wessex, partió a predicar el Evangelio en Alemania y ofreció sus servicios a su paisano, San Bonifacio, hacia el año 732. Poco después, éste le consagró primer obispo de Würzburg, en la Franconia, donde San Quiliano había predicado el Evangelio y sufrido el martirio unos cincuenta años antes. El apostolado de San Burcardo fue muy fecundo en toda la región.
El año 749, Pepino el Breve envió a San Burcardo y a San Fulrado, abad de Saint-Denis, a consultar al Papa San Zacarías sobre el asunto de la sucesión al trono de los francos, y la respuesta del Pontífice fue favorable a las ambiciones del monarca. San Burcardo trasladó las reliquias de San Quiliano a la catedral de San Salvador, en la que fundó una escuela. El santo fundó igualmente la abadía de San Andrés de Würzburg, que más tarde tomó su nombre. El año 753, sintiéndose muy agotado, renunció al gobierno de su sede y se retiró a Homburg, donde pasó el resto de su vida. Probablemente murió el 2 de febrero de 754.

Luis Brisson, Beato

Sacerdote y Fundador

Luis Brisson, Beato

Luis Brisson, Beato

Martirologio Romano: En Aube, Francia, Beato Luis Brisson, sacerdote fundador de los Oblatos y de las oblatas de San Francisco de Sales ( 1908) Fecha de beatificación: 22 de septiembre de 2012, durante el pontificado de S.S. Benedicto XVI Nació en Plancy (Francia) el 23 de junio de 1817. Fue hijo único, con una sólida educación cristiana, precursora de la gran misión a la que Dios le destinaba. A sus cortos 5 años se presentó en la fábrica de su pueblo para exhortar a los obreros a asistir a la Misión que se daba en la Parroquia, al que ellos impresionados por su palabra, acudieron. A los 11 años recibió su Primera Comunión.
Terminada la educación primaria en la casa parroquial entró en el Seminario Menor de Troyes, donde se distinguió por su ardiente piedad e inteligencia. Culminó sus estudios en el Seminario Mayor del que más tarde fue un profesor muy apreciado.
El 19 de Diciembre de 1840, se ordenó como sacerdote y poco después fue nombrado Capellán de la Visitación de Troyes, desempeñando dichas funciones en forma eficiente por más de cuarenta años. Su vida se basa en la espiritualidad de San Francisco de Sales, así como también sus métodos en lo concerniente a la orientación espiritual en general y de la educación de la juventud en particular.
Su porte era noble y digno, su paciencia inalterable, una fina expresión de paz y bondad irradiaba de su mirada penetrante. Con razón León XIII lo llamó el “hombre de la paz”.
Francia a mediados del siglo XIX se encuentra en plena expansión industrial. Mucha gente, especialmente jóvenes, llegan del campo a la ciudad, buscando días mejores, pero al mismo tiempo que ofrecen su mano de obra, las jovencitas en particular se hallan expuestas a la inmortalidad de las fábricas. Todo este entorno se convierte en una inquietud que taladra el Corazón del Padre Brisson. Esto evidenció la real necesidad de fundar una casa que acogiera a estas jovencitas, un lugar que fortifique su espíritu cristiano, y a la vez sirva de apoyo para mejorar sus condiciones de vida y sano esparcimiento.
Es en el mismo año de 1858 cuando inició las primeras obras sociales en Francia: “Las Obras Obreras”, para lo cual contó con el apoyo de Madre Chappuis. La administración inicialmente se encargó a otras personas, pero debido a que esa no era la dirección adecuada aparecieron inconvenientes, entonces es preciso contar con mujeres que realmente se entreguen al proyecto con todo su amor, y esto se lograría a través de la fundación de una congregación religiosa según el espíritu de San Francisco de Sales, esta propuesta no entusiasmó al Padre Brisson, muchas fueron las pruebas que pidió a Dios para conocer su voluntad. Estas se hicieron manifiestas inmediatamente y no pudo seguir resistiendo ya que sucedió un hecho trascendental: la aparición de Nuestro Señor al joven sacerdote en el locutorio del Monasterio de la Visitación de Troyes, con la imposición de obedecer. Rendida su voluntad y dando cumplimiento a los designios de la Providencia, hace a Dios la ofrenda de su incondicional colaboración fundando dos congregaciones: Los Padres Oblatos y las hermanas Oblatas de San Francisco de Sales.
Es a través de la joven Léonie Aviat, que la misión toma fuerza, pues ella se convertiría en la cofundadora junto al Padre Brisson de la Congregación de Oblatas en 1866 y bajo su responsabilidad estará la realización de las actividades que lleven a un pleno desarrollo las obras sociales iniciadas con las “Obras Obreras”, siendo esta una innovación revolucionaria en la manera de brindar ayuda al pueblo, a las obreras; atrae críticas mordaces y burlas grotescas, sin embargo el proyecto se afianza.
Por los años1868 – 1869, a petición de su Obispo, reorganizó la única escuela particular de Troyes, venida a menos por asuntos pecuniarios. Construyó el Colegios San Bernardo que llegó a ser la cuna de los Oblatos de San Francisco de Sales.
La persecución religiosa en Francia (1903 – 1904) es una de las más duras pruebas que deben pasar las congregaciones religiosas. Fuerte e inquebrantable en su fe, lejos de dejarse abatir, El Padre Brisson intensificó su vida de oración y su confianza en Dios. Por su avanzada edad no sale exiliado al exterior, pero se ve obligado a recluirse en Plancy, su pueblo natal en su casa paterna junto al hogar y a los talleres construidos bajo su dirección para albergar a las obreras que venían desde lejos en pos de amparo y de trabajo.
El 2 de Febrero de 1908 falleció, sin embargo su carisma, enseñanzas y ejemplo sobreviven con pujante vitalidad.
Sus instrucciones, conferencias y coloquios diarios, recogidos piadosamente por sus hijas e hijos espirituales constituyen el tesoro de la Congregación y forman su código impregnado de la Doctrina del Salvador.
El Padre Luis Brisson, un perfecto discípulo de San Francisco de Sales, es considerado un Misionero por excelencia, pues su obra no solo se desarrolló en su lugar de origen, sino que no conoce fronteras, fue su deseo beneficiar a más personas con el espíritu salesiano, así apoyó la fundación de Casas de las Oblatas en otros países de Europa, África y América.
El milagro de la beatificación
En la fría mañana del 18 de junio de 1953, en la estación del ferrocarril de Alausí, se encontraba alegrando el día la Hermana Margarita Teresa, en compañía de la Sra. Italia Catani, comentándole afligida por el accidente acaecido el día anterior (17 de junio), que había tenido su sobrino Carlitos Catani de ocho años de edad.
Una rueda de tractor le había aplastado el pie derecho, dejándole tres dedos destrozados e imposibilitándolo para caminar correctamente.
La Sra. Italia, angustiada pidió a la Madre Oblata, ore por su sobrino, ya que los doctores optaban por la intervención quirúrgica amputarle los dedos. Iluminada por la luz divina, Sor Margarita Teresa se le ocurrió realizar una Novena al Padre Luis Brisson, haciéndola partícipe a la Sra. Italia. La Hermana Margarita fue a visitar y conocer a Carlitos, encontrándolo postrado y muy adolorido en la cama. Conversó con los papás del niño, para comenzar con la Novena y aceptar, se le coloque en el pie de Carlitos la reliquia del Siervo de Dios. Los padres aceptaron con fe y devoción, ante la bondad de la oblata, de querer ver a su hijo sano.
Comenzaron el novenario con los familiares, amigos, vecinos, elevando fervientes oraciones y con toda la divinidad de un corazón profundo, se escuchaba con una dulce voz, a la Hermana Margarita clamar:
“Dios mío, por la promesa que habéis en dar, a los que pedirán con fe y confianza. Os suplicamos concedernos el milagro, que prosperimos por la intercesión del Padre Luis Brisson”.
Le encomendó a la mamá, que siga orando y le deje la reliquia del Buen Padre, en el pie y que no debería haber ningún otra, para cuando esté hecho el milagro, no haya confusión. Mientras en la Comunidad de Oblatas San Francisco de Sales, seguían con la misión de rezar por la salud de Carlitos Catani.
Terminado el novenario, al tercer día, el niño le dijo a la mamá, que ya no sufría más. La Hermana Margarita, regresó de su viaje a los 15 días, cuál fue su sorpresa y se llenó de gozo, ver a Carlitos salir de la escuela, alegre y caminando. Sor Margarita le preguntó, que si estaba bien y le contestó, que sí, se encontraba mejor. Preguntándole también, qué le había dicho el médico, diciéndole:
-Ya estoy bueno y no tengo que viajar a Quito, sino a Riobamba, para una radiografía.
La Hermana sigue preguntando:
- ¿Cuándo vas a Riobamba?
A lo que Carlitos contesta:
- Después de los exámenes, porque mi mamá no quiere que falte a clases.
Sor Margarita le dice a Carlitos, que desea ver sus dedos del pie derecho, invitándolo para el día siguiente que vaya con su mamá a la Comunidad de las Oblatas.
Carlitos va a la comunidad y la Hermana le quitó el zapato y la media, para poder constatar que los huesos de los tres dedos del pie, estén correctos. Le tocó sus deditos, preguntándole que si le dolía, a lo que el niño, contestó, que no.
“Hay que seguir orando, para que las falanges de los dedos, crecieran”, mencionó la buena Madre.
Interesada la Hermana Margarita por el bienestar de Carlitos, lo visitaba en la escuela, viéndolo jugar como un cabrito inquieto con sus compañeros, le preguntaba si le dolía sus dedos, recibiendo una respuesta negativa.
El doctor Miguel Albán, a pedido de Sor Margarita, emitió un certificado muy detallado del accidente de Carlitos, antes y después de todo lo que había ocurrido. La Hermana le preguntó al doctor Albán, si en el proceso de haber recuperado la dureza de los huesos de los dedos del pie de Carlitos, hay algo extraordinario en la curación. Respondiendo el doctor, que sí, el niño se sanó sin terapia física alguna, ni instrumento ortopédico
La Madre Margarita Teresa viajó a Europa y regresó al Ecuador, a recoger y dar testimonio de fe, de lo que había acontecido.

Este relato fue redactado por la Lic. Sofía Pincay San Lucas.

San Flósculo, obispo
En Orleans, en la Galia Lugdunense, san Flósculo, obispo (c. 500).

 

BEATO PEDRO CAMBIANIBeato Pedro Cambiani de Ruffia, religioso presbítero
En Susa, en el Piamonte, beato Pedro Cambiani de Ruffia, presbítero de la Orden de Predicadores y mártir, que por odio a la Iglesia fue asesinado por los herejes en el claustro (1365).

94358 > Sant' Adalbaldo Martire 2 febbraio


90212 > Sant' Adeloga di Kitzingen Badessa 2 febbraio


39400 > Beato Andrea Carlo Ferrari 2 febbraio MR


93974 > San Bernardo da Corbara Sacerdote mercedario 2 febbraio


91258 > San Burcardo di Würzburg Vescovo 2 febbraio MR


31400 > Santa Caterina de' Ricci Vergine 2 febbraio MR


39370 > San Flosculo (Floscolo) di Orleans Vescovo 2 febbraio MR


94163 > Venerabile Francesco Maria Paolo Libermann Religioso 2 febbraio


39410 > Santa Giovanna de Lestonnac 2 febbraio MR


39380 > San Giovanni Teofane Venard Sacerdote e martire 2 febbraio MR


92679 > San Lorenzo di Canterbury Vescovo 2 febbraio MR


39390 > Beata Maria Caterina Kasper Fondatrice 2 febbraio MR


91254 > Beata Maria Domenica Mantovani (Giuseppina dell'Immacolata) Fondatrice 2 febbraio MR


93665 > Santi Martiri di Ebstorf 2 febbraio


90628 > Beato Nicola (Saggio) da Longobardi 2 febbraio MR


90757 > Beato Pietro da Ruffia Sacerdote e martire 2 Febbraio MR


20750 > Presentazione del Signore 2 febbraio - Festa MR


90180 > Beato Simone Fidati da Cascia 2 febbraio MR


90181 > Beato Stefano Bellesini 2 febbraio MR

0000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000
000000000000000000000000000000000000000000000000000000
____________________________________________________________________




  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”




  • Tero1 - Cpia
    /////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////
    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

    0000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000




  • 00000000000000000000000000000000000000000000000000000000

    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
    Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]
    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
    ===================================
    0000000000000000000000000000000000000000000000
    $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$


    «««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
  • Endereço de Youtube: antonio0491@youtube.com
  • António Fonseca