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domingo, 3 de fevereiro de 2013

BLOGS CATÓLICOS (II) - 2- Fevereiro - 2013

Deus lo vult! - Belos exemplos contra o aborto e contra a eutanásia


Belos exemplos contra o aborto e contra a eutanásia

Posted: 01 Feb 2013 08:43 AM PST

A vida é o bem mais precioso que possuímos, o mais importante, o mais fundamental e o que mais merece a nossa defesa intransigente; e, justamente por conta disso, as políticas que o ameaçam são as mais vis e covardes, as mais perniciosas, as mais desumanas e as que mais merecem o nosso mais veemente repúdio. A profusão de advérbios de intensidade aqui, mesmo em sacrifício do estilo, é proposital para enfatizar esta idéia: a vida não é apenas um bem. É o maior bem natural do qual dispomos, o bem do qual dependem todos os outros e o único bem cuja perda não podemos fazer nada para reverter. A vida é o bem que está no ápice da hierarquia de valores humanos.

Esta verdade é tão óbvia que uma miríade de atitudes humanas a testemunha a cada instante. Ninguém quer ser morto, e toda a odisséia humana nesta terra pode ser vista como uma desesperada tentativa de continuar existindo a despeito de um mundo hostil; toda vida humana pode ser narrada aos moldes do sobrevivente que se debate para fugir às garras da fome, da sede, da doença, da velhice, do tempo, da guerra; da morte, em suma. Podem dizer que este quadro é simplista, uma vez que existem incontáveis outro valores – como a Fé, a honra, o amor, etc. – que soem ser defendidos até às custas da própria vida; e eu serei o primeiro a concordar com esta acusação. Mas nem por isso o que digo se torna menos verdadeiro: afinal, o sacrifício da própria vida só se transforma em uma coisa louvável em altíssimo grau justamente porque a própria vida é em si um bem em grau altíssimo. Os próprios contra-exemplos aqui aduzidos atestam a luminosa validade da regra. Sim, um soldado que morre tentando salvar outras pessoas é um herói, mas ele o é justamente porque a sua vida tem um valor inestimável e, por isso, é heróico entregá-la por outrem. Fosse uma coisa de somenos importância – digamos, como uma trufa de chocolate -, não haveria heroísmo algum em abrir mão dela em benefício de outras pessoas. Exigir-se-lhe-ia, até.

A vida é um bem tão precioso que, como se dizia acima, não é exagerado dizer que as pessoas dedicam a sua vida a preservá-la. E, como é comum nos seres humanos, este instinto protetor dirige-se não somente a eles próprios, mas também às pessoas que lhes são caras. Duas notícias que vi hoje confirmam esta verdade. Duas belas notícias.

A primeira, sobre um bebê que nasceu com o coração para fora do peito (há um vídeo aqui). Tão logo a anomalia foi descoberta, ainda durante a gravidez, como infelizmente é comum acontecer, sugeriu-se à mãe que abortasse a sua filha; como jubilosamente é também comum acontecer, a mãe disse que isso estava fora de cogitação. A menina nasceu sob os cuidados de cirurgiões obstetras, cardiotorácicos e plásticos; sobreviveu, e passa bem; teve alta, e já está em casa com a mãe.

A segunda, sobre dois pais que mantiveram o seu filho vivo por anos revezando-se diuturnamente no bombeio de um saco ressuscitador. O rapaz sofreu um acidente, e a família não tinha condições de arcar com os custos do tratamento em um hospital. Tratou-o em casa, do jeito que podia, mesmo isso significando dedicar a vida a bombear manualmente ar para os pulmões do filho que não conseguia respirar sozinho. Depois que a história foi divulgada num jornal local, um médico ofereceu-lhe tratamento hospitalar. O rapaz segue vivo, e diz não saber se será capaz de agradecer aos seus pais um dia.

Histórias assim revigoram a nossa esperança na humanidade; através delas, nós podemos ver que os homens continuam a reconhecer a importância capital da vida humana a despeito do desolador avanço da cultura da morte nos meios ditos “intelectuais”. Ainda há esperança! Contra a glorificação do aborto, há uma mãe que mobiliza multidões de médicos para recolocar o coração de seu bebê dentro do peito; contra a exaltação da eutanásia, há um casal de chineses respirando por seu filho vinte e quatro horas por dia. Que sejam pessoas assim a povoar o nosso futuro! É reconfortante descobrir que, em nosso mundo, apesar de tudo, ainda há pessoas dispostas a consumir a própria vida para testemunhar – com atos! – que é preciso defender a vida humana desde a concepção até a morte natural.

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Nossa Senhora de Medjugorje


333.964 abortos nos Estados Unidos, no ano de2012 !

Posted: 02 Feb 2013 09:12 AM PST

Ao iniciarmos este ano saúdo todos os meus ouvintes desejando-lhes um excelente 2013, gostaria de desejar-lhes repouso e paz, mas estamos em luta e a luta é o nosso dia a dia e será nossa herança. O nosso primeiro programa já indica que nossos adversários não param de avançar enós temos que estar sempre alertas, sob pena de sermos tragados pelos acontecimentos.
Um abraço a todos e avante! Vamos à luta!
Para assistir o vídeo

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IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira


Príncipe combate falso ambientalismo

Posted: 02 Feb 2013 09:01 AM PST

Quem se atreve a atacar a verdadeira psicose em torno do meio ambiente, que vem grassando como uma pandemia mundo afora? Entre nós, Dom Bertrand de Orleans e Bragança – bisneto da Princesa Isabel – ousou enfrentar a tirania dessa…

Vídeo: Campanha contra o Novo Código Penal

Posted: 02 Feb 2013 08:57 AM PST

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira realizou nas ruas da capital paulista uma importante campanha de abaixo-assinado pedindo ao Senado Federal rejeição – em bloco ou parcial – do Projeto de Código Penal (PLS 236/2012).

Assista abaixo ao…

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FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO


 

 

Post -  3-2-13  -  23H32

 

ANTONIO FONSECA

Blogs católicos–várias notícias - 3 de Fevereiro de 2013

PELA POSITIVA


D. Carlos I foi assassinado neste dia

Posted: 01 Feb 2013 11:25 AM PST

1 de Fevereiro de 1908

Neste dia do ano 1908, foi assassinado no Terreiro do Paço o rei D. Carlos I e seu filho e eventual herdeiro no trono, o príncipe Luís Filipe. Os assassinos, Alfredo Costa e Manuel Buíça, membros da Carbonária, uma sociedade secreta radical, foram também assassinados no mesmo local pela Guarda Real.

O assassínio, seja de quem for, é sempre de condenar. Mas a história está cheia de crimes desta natureza, mesmo entre nós, que temos a ideia de que somos um povo de brandos costumes. Não sei quem foi o autor desta frase bonita, que não corresponde à verdade. Somos um povo como os outros povos, capaz do melhor e do pior. Basta pensar um bocadinho...

O rei D. Carlos I foi um homem que amou e serviu o seu e nosso país. Artista e amante da natureza, deixou a marca da sua personalidade nas viagens atlânticas com registos científicos relevantes para a época. Distinguiu-se como diplomata, sendo respeitado na Europa por reis e presidentes com quem mantinha negociações e contatos familiares e de amizade.

D. Carlos teve a infelicidade de apoiar a ditadura de João Franco, porventura por acreditar que não haveria outra forma de salvar o regime. Porém, ao assinar em Vila Viçosa o decreto da instauração da ditadura, teve a perceção de que algo de grave iria acontecer, quando disse: "Assino a minha sentença de morte, mas os senhores assim o quiseram."

Folgar em fevereiro?

Posted: 01 Feb 2013 10:57 AM PST

«Aproveite fevereiro quem folgou em janeiro»

Nota: Este provérbio dá que pensar, por causa do verbo folgar. Será que alguém deste nosso país que é Portugal pôde folgar em janeiro? Aproveitar fevereiro... como? Haverá trabalho para quem precisa de trabalhar? Tenho cá as minhas dúvidas!

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IPCO - Instituto Plínio Corrêa de Oliveira


Link to IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira


Campanha contra o Novo Código Penal (totalitário) que visa desagregar a Família

Posted: 01 Feb 2013 06:02 AM PST

Paulo Roberto Campos O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está promovendo uma campanha de abaixo-assinado pedindo ao Senado Federal a total rejeição do Projeto de Código Penal — o malfadado PLS...
Leia o restante da matéria em nosso site.

Governo do PT cumpre a promessa e cria a “cartilha do aborto”

Posted: 01 Feb 2013 05:43 AM PST

Ivanaldo Santos (ivanaldosantos@yahoo.com.br) Filósofo No mês de junho de 2012 a grande mídia noticiou que o governo, na gestão da presidente Dilma Roussef (PT), pretendia criar uma espécie de...
Leia o restante da matéria em nosso site.

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Voz da Igreja +


Virgindade perpétua de Maria, Mãe de Jesus

Posted: 01 Feb 2013 06:30 AM PST

O que significa este dogma? Trata-se de uma "invenção" da Igreja, ou possui algum fundamento bíblico e histórico? Quem eram os irmãos de Jesus, citados na Bíblia?


** Ler o artigo completo

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Biblia Catolica News


Link to Bíblia Católica News


Fé de jovens católicos surpreende jornais americanos

Posted: 01 Feb 2013 07:04 PM PST

Fonte: http://padrepauloricardo.org/ A imprensa americana teve de ceder. Diante da estrondosa demonstração de fé e civilidade dos milhares de jovens que participaram da recente “Marcha pela Vida” – considerada a maior de toda a história dos EUA – os jornais do país não tiverem outra alternativa, senão reconhecer a ascensão da Igreja Católica no meio [...]

Posts relacionados:

Bento XVI pela Quaresma: Toda a vida cristã consiste em responder ao amor de Deus

Posted: 01 Feb 2013 06:54 PM PST

VATICANO, 01 Fev. 13 / 02:09 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em sua mensagem para a Quaresma 2013, o Papa Bento XVI explica a estreita relação que existe entre fé e caridade; e alenta a todos os católicos a que reavivem sua fé em Jesus Cristo, para que ingressem no caminho do amor a Deus e aos irmãos e assim obrem [...]

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El lugar de encuentro de los católicos en la red

¡Ser discípulos! Aprende a defender tu fe (02 02 2013)
Boletín ¡Ser discípulos! Aprende a defender tu fe del sábado 2 de febrero de 2013.
Autor: Catholic.net | Fuente: Catholic.net

Verdades de la fe católica - Tema 10

PEDRO Y PABLO EN ROMA

I. MISIÓN APOSTÓLICA
Decía el historiador protestante Robert Maclauner que "los inicios del cristianismo apuntan hacia Roma". Del mismo modo, agregaba San Ambrosio en el siglo IV, que "allí donde está Pedro está la Iglesia Católica". Según la tradición antigua el apóstol Pedro fue siete años obispo de Antioquía, luego al ser liberado de la cárcel en Jerusalén en el año 42, se dirigió a la capital del imperio romano, y se puso al frente de aquella comunidad cristiana que había sido escogida por Dios (1Pedro 5,13). Eusebio y San Jerónimo sugieren que fueron veinticinco años; sin embargo, no fueron continuos, pues Pedro estuvo de nuevo en la Ciudad Santa en el año 49 o 50. Quiere decir que Roma era su sede principal, pero los apóstoles eran considerados como pertenecientes a toda la Iglesia Católica. Cuenta una leyenda piadosa que hacia el año 60 Pedro se encontraba de camino a la misma ciudad, y se le apareció Jesús que le dijo que iba para ser crucificado otra vez. El mismo Señor había anunciado que Pedro moriría por su fe, glorificando con su muerte a Dios (Juan 21,19).
II. PEDRO EN ROMA
Loraine Boettner, escritor protestante, dice en el más conocido de sus libros, Catolicismo Romano (p. 117): "Lo reseñable, sin embargo, sobre el supuesto obispado de Pedro en Roma es que el Nuevo Testamento no dice una sola palabra sobre ello. La palabra Roma aparece sólo nueve veces en la Biblia [en realidad aparece diez veces en el Antiguo Testamento y diez veces en el Nuevo], y Pedro jamás es mencionado en conexión con ella. No hay ninguna alusión a Roma en cualquiera de sus dos epístolas. El viaje de Pablo a la ciudad es narrado con gran detalle (Hechos 27 y 28). Lo cierto es que no hay base en el Nuevo Testamento ni pruebas históricas de ningún tipo de que Pedro estuviese alguna vez en Roma. Todo se basa en la leyenda".
Bien, ¿qué hay que decir sobre ello? Cierto, la Biblia no dice explícitamente en ningún sitio que Pedro estuviera en Roma; pero por otra parte no dice que no estuviera. Del mismo modo que el Nuevo Testamento nunca dice: "Pedro fue entonces a Roma", tampoco dice: "Pedro no fue a Roma". De hecho, se dice muy poco acerca de adónde fueron él o cualquiera de los otros apóstoles aparte de Pablo en los años posteriores a la Ascensión. En su mayor parte tenemos que apoyarnos en libros distintos del Nuevo Testamento para informarnos sobre lo que les pasó a los apóstoles, Pedro incluido, en los años siguientes (aunque Boettner está bastante equivocado al descalificarlos como "leyenda": los documentos históricos tempranos no pueden ser descalificados de buenas a primeras como simples portadores de "leyendas": son pruebas históricas genuinas, como reconoce cualquier historiador profesional).
Boettner está también equivocado cuando afirma: "no hay alusión alguna a Roma en ninguna de las epístolas [de Pedro]". Sí que las hay, en el saludo al final de la primera epístola: "Os saluda la Iglesia que está en Babilonia, elegida como vosotros, y mi hijo Marcos" (1 Pe 5,13). Babilonia es una palabra para designar secretamente a Roma. Se usa de esta forma seis veces en el último libro de la Biblia y en fuentes extra-bíblicas como los Oráculos Sibilinos (5,159f), el Apocalipsis de Baruc (2,1) y 4 Esdras (3,1). Eusebius Pamphilius, en La Crónica, compuesta hacia el 303 D.C., advirtió que "Se dice que la primera epístola de Pedro, en la cual hace mención a Marcos, fue compuesta en la misma Roma; y que él mismo indica esto, refiriéndose figurativamente a la ciudad como Babilonia".
El saludo desde Babilonia (designando simbólicamente a Roma) y la presencia de San Marcos quien está con San Pedro y de quien sabemos que estuvo en Roma (Colosenses 4,10). A pesar de esto, los hermanos protestantes suelen mantener la tesis de que la Babilonia a la que hace referencia Pedro es la Babilonia (sobre el Eufrates), la Nueva Babilonia (Seleucida) sobre el Tigres, o la Babilonia Egipcia (cerca de Menfis), en última instancia a Jerusalén. Sin embargo esta tesis no puede sostenerse y solo demuestra un desconocimiento absoluto de la literatura cristiana antigua. Los cristianos primitivos asociaban a la nación Romana pagana como la nueva opresora de su pueblo (que en otros tiempos fue literalmente Babilonia pero que ya para ese entonces no era ninguna amenaza para nadie, y sí el Imperio Romano, potencia de la época, con emperadores como Nerón, Calígula y posteriormente Vespasiano entre otros).
"Pero no hay ninguna razón convincente para decir que ´Babilonia´ signifique ´Roma´", insiste Boettner. Ah, pero sí que la hay, y es la persecución. Pedro era conocido por las autoridades como un jefe de la Iglesia, y la Iglesia, según la ley romana, era considerada ateísmo organizado (el culto de cualesquier dioses distintos de los romanos se consideraba ateísmo). Pedro no se haría ningún favor, eso por no mencionar a aquellos que estuvieran con él, haciendo pública su presencia en la capital: a fin de cuentas, el servicio de correo de Roma era incluso peor que hoy, y las cartas eran leídas habitualmente por los funcionarios romanos. Pedro era un hombre buscado, como todos los jefes cristianos. ¿Por qué alentar una caza del hombre? También sabemos que los apóstoles se referían a veces a las ciudades con nombres simbólicos (cf. Ap. 11,8).
En cualquier caso, seamos generosos y admitamos que es fácil para un oponente del catolicismo pensar de buena fe que Pedro nunca estuvo en Roma, al menos si basa su conclusión solo en la Biblia. Pero restringir su investigación a la Biblia es cosa que no debiera hacer: las pruebas externas también han de tenerse en cuenta.
III. MARTIRIO DE PEDRO
Cuando el primer Vicario de Cristo llegó a Roma, los cristianos la identificaban como la otra "Babilonia la grande", la ciudad construida sobre siete colinas (Apocalipsis 17,9); era la capital de los nuevos opresores idólatras, metrópoli grande, lujosa y pecadora (14,8; 17,5; 18,1ss), con un gran poder político, militar y económico. No menos corrompido era su emperador Nerón César (54-68), nombrado por San Juan en el libro de las revelaciones como la Bestia, el 666, que es un número de hombre (13,18). Ahora bien, en el año 64 el maniático monarca mandó a incendiar la ciudad, metiéndole la culpa a los cristianos, que eran considerados como una secta judía, hostiles a la sociedad pagana, y acusados de rendirle tributo a Jesucristo en vez que al emperador y a sus ídolos. El historiador romano Tácito narra como a los cristianos se les colocaba pieles de animales para ser devorados por los leones y los mastines en el circo, o untándoles grasa de cerdo para ser luego amarrados a los postes en los jardines imperiales o en la Vía Apia, como antorchas humanas en la noche, cumpliendo así la célebre frase de Tertuliano: "la sangre de los mártires es semilla para nuevos cristianos" (comparar con Apocalipsis 18,24).
En esta misma persecución fue hecho prisionero el apóstol Pedro en la cárcel mamertina, y luego crucificado boca abajo en un acto de humildad, cerca al circo romano, en la colina vaticana. Aquí fue enterrado por sus seguidores en un cementerio contiguo; se decía que una pared de color rojo marcaba el lugar.
IV. PRUEBAS HISTÓRICAS
Treinta años después del martirio del apóstol, el Papa San Anacleto construyó un oratorio donde los fieles se reunían. También se encuentra el testimonio del Papa San Clemente Romano, quien escribió una carta contemporánea del evangelio de San Juan (90 d.C.), en la que narra la muerte gloriosa del pescador de Galilea. En el siglo II, San Ignacio de Antioquía, San Papías, San Clemente de Alejandría, Tertuliano, el obispo Dionisio de Corintio y el llamado canon moratoriano; confirman el martirio de los príncipes de la iglesia "Pedro y Pablo" en Roma. De los relatos no cristianos resalta la crónica de Celso al emperador Adriano (117-38), quien asegura que el nombre de Pedro gozaba de popularidad en la capital del imperio. A principios del siglo III San Ireneo, obispo de Lyon, escribe la lista de los obispos de la Ciudad Eterna, en la que dice que "después de los santos apóstoles (Pedro y Pablo) hubieran fundado la iglesia, pasó a ocupar el episcopado romano Lino (mencionado por San Pablo en 2Timoteo 4,21), y después le sucedió Anacleto y tras éste Clemente (Romano), quien conoció en persona a Pedro". En el año 251, San Cipriano llama a la iglesia romana como "la silla de Pedro y la iglesia principal". Igual opinión tiene en el siglo IV el historiador eclesiástico, Eusebio de Cesarea, basado en documentos del siglo II.
V. EL CAMPO DE LA ARQUEOLOGÍA
En cuanto a las pruebas arqueológicas del sepulcro de Pedro, se tienen noticias antes que se construyera la basílica que lleva su nombre, por el emperador Constantino en el siglo IV, exactamente encima de la tumba del santo apóstol, en donde los primeros cristianos celebraban la eucaristía y enterraban en las paredes y en el suelo de las galerías a los mártires, incluyendo varios Papas (siglos I-IV). A principios del siglo XIX, las catacumbas del Vaticano fueron identificadas en su totalidad, y a finales del mismo siglo se descubrió la cripta de los Papas con los epitafios del siglo III, de Ponciano, Fabiano, Cornelio y otros. En el Vaticano se encuentran además los restos de muchos Papas de los tiempos modernos, como los cuerpos incorruptos de San Pío X y del Beato Juan XXIII, que están expuestos a la veneración pública. Asimismo, en las excavaciones efectuadas en 1915 en la gruta de la basílica de San Sebastián, se halló un muro cubierto con invocaciones a los apóstoles Pedro y Pablo, donde sus reliquias fueron llevadas por un tiempo, debido a las persecuciones del emperador Valeriano (253-60).
Desde el año 1941 se realizaron nuevas investigaciones en las catacumbas del Vaticano por orden del Papa Pío XII, el grupo estaba conformado por cuatro expertos del instituto pontificio de arqueología cristiana. Encontraron pinturas, mosaicos con símbolos de los inicios de la iglesia como el pez, la paloma, el ancla y el cordero; figuras de Cristo y escenas bíblicas, imágenes religiosas, monedas, tumbas de cristianos y paganos. En el año 1958 bajo el pontificado de Juan XXIII se dio la noticia que los arqueólogos habían dejado al descubierto un grueso muro de color rojo, al lado hallaron varias cajas de plomo llenas de restos de diferentes personas y animales domésticos. En una de las cajas se verificó por pruebas de laboratorio los huesos de un hombre robusto entre los 60 y 70 años de edad, del siglo Primero de nuestra era; los mismos fueron identificados plenamente por Pablo VI en 1968, como las "reliquias de San Pedro", que ya habían sido mencionadas en el año 200, por el clérigo romano Cayo, como el "trofeo" del Vaticano. Los huesos del apóstol fueron depositados en una capilla debajo del altar mayor de la basílica de San Pedro, y permanecen visibles en una urna con un cristal.
En otra basílica romana "San Pedro in Vincoli", se conservan según se cree las Cadenas con que ataron al santo apóstol en Jerusalén, y que fueron encontradas en una peregrinación por Eudoxia, esposa del emperador Teodosio II. Una parte de dichas Cadenas quedaron en Constantinopla, y algunos eslabones fueron enviados a Roma. Posteriormente, el Papa San León el Grande, unió milagrosamente estos eslabones con otros que se conservaban de la preciada cadena.
VI. MARTIRIO DE PABLO
De la permanencia del apóstol de lo gentiles en la Ciudad Eterna, aparece constatada al final del libro de los hechos de los apóstoles, en la epístola a los romanos, y en la segunda carta a Timoteo; cuando estaba preso en la misma cárcel mamertina, aquí en una de sus celdas se puede observar la columna en la que se dice que fueron atados los dos santos. San Pablo por ser ciudadano romano fue decapitado en la periferia de la ciudad. La tradición cristiana asegura que la cabeza del mártir dio tres vueltas sobre la tierra, y en cada punto brotó una fuente; es por eso que este lugar es conocido como "tre fontane". La tumba de este otro príncipe de los apóstoles está en la basílica de San Pablo Extramuros, edificada también por Constantino el Grande. La iglesia se mantuvo en su forma original hasta 1823, fecha del incendio que la destruyó, siendo consagrada nuevamente en 1854. En las paredes de su interior se exhiben los Retratos de los 263 Papas sucesores de San Pedro. Igualmente, en la basílica de San Juan de Letrán, construida por el mismo emperador, es la catedral oficial del romano pontífice, y recibe el título de "iglesia madre de la cristiandad". Aquí reposa desde hace mil años las cabezas de los santos apóstoles, en dos relicarios de oro en una urna debajo del altar mayor. Hay otra reliquia de San Pedro, la mesa donde se cree celebraba la misa en las catacumbas. Esta basílica a lo largo de su historia ha estado expuesta a terremotos, saqueos e incendios; y por eso ha sido restaurada en varias ocasiones.
VII. LA FIESTA LITÚRGICA
La Iglesia Católica celebra el martirio de San Pedro y San Pablo el 29 de junio del año 67, esta es una de las conmemoraciones religiosas más antiguas y solemnes del calendario litúrgico. En el siglo IV se acostumbraba oficiar tres misas el mismo día; una en la basílica de San Pedro, la segunda en San Pablo Extramuros, y la tercera en las catacumbas de San Sebastián.

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Posta  -  3-2-13  -  20H00  

ANTÓNIO FONSECA

A Caridade - Ontem, hoje e sempre - 3 de Fevereiro de 2013

 

Leitura da Primeira Epistola aos Coríntios  -  1 Cor 13, 4-13 (forma breve)

Irmãos:

A Caridade é paciente, a Caridade é benigna;

não é invejosa, não é altiva nem orgulhosa; não é inconveniente, não procura o próprio interesse; não se irrita, não  guarda ressentimento; não se alegra com injustiça, mas alegra-se com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O dom da profecia acabará, o dom das línguas há-de cessar, a ciência desaparecerá;

mas a Caridade não acaba nunca.

De maneira imperfeita conhecemos, de maneira imperfeita profetizamos.

Mas quando vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá.

Quando eu era criança, falava como criança, sentia como criança e pensava.

Mas quando me fiz homem, deixei o que era infantil.

No presente, nós vemos como num espelho e de maneira confusa; então, veremos face a face.

No presente, conheço de maneira imperfeita; então, conhecerei como sou conhecido.

Agora permanecem estas três coisas:

A FÉ, A ESPERANÇA E A CARIDADE;

mas a maior de todas é a

CARIDADE.

 

Post 3-Fevereiro-2013  -  11H45

 

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1550-4 - A RELIGIÃO DE JESUS - APRESENTAÇÃO DO SENHOR - 3 de Fevereiro de 2013

 
1550-4
Do livro A Religião de Jesus, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo A (2010-2011) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente.AF.

3 de Fevereiro de 2013
APRESENTAÇÃO DO SENHOR

Lc 2, 22-40

Quando se cumpriu o tempo da sua purificação, segundo a lei de Moisés, levaram-n’O a Jerusalém para O apresentarem ao Senhor, conforme está escrito na lei de Deus: «Todo o primogénito varão será consagrado ao Senhor, e para oferecerem em sacrifício, como se diz na lei do Senhor, um par de rolas ou duas pombinhas». Ora, residia em Jerusalém um homem chamado Simeão: era justo e piedoso, esperava a consolação de Israel e o Espírito Santo estava nele. Tinha-lhe sido revelado pelo Espírito Santo que não morreria antes de ter visto o Messias do Senhor. Impelido pelo espírito, veio ao Templo e, quando os pais trouxeram o Menino Jesus a fim de cumprirem o que ordenava a Lei a seu respeito, tomou-O nos braços, bendisse a Deus e exclamou:
«Agora Senhor, podes deixar o Teu servo partir em paz, segundo a Tua palavra, porque os meus olhos viram a Salvação, que preparaste em favor de todos os povos: Luz para iluminar as nações e glória de Israel, Teu povo».
Seu pai e Sua mãe estavam admirados com o que se dizia d’Ele. Simeão abençoou-os e disse a Maria, Sua mãe. «Este Menino está aqui para queda e ressurgimento de muitos em Israel e para ser sinal de contradição; uma espada trespassará a tua alma, a fim de se revelarem os pensamentos de muitos corações».
Havia também uma profetisa, Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. era de idade muito avançada e tinha vivido casada sete anos, após o seu tempo de donzela, e viúva até aos oitenta e quatro anos. Não se afastava do Templo, servindo a Deus, noite e dia, com jejuns e orações. Aparecendo nessa mesma ocasião , pôs-se a louvar a Deus e a falar do Menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Depois de terem cumprido tudo o que a lei do Senhor determinava, regressaram à Galileia, à sua cidade de Nazaré.
Entretanto, o Menino crescia e robustecia-Se, enchendo-Se de sabedoria e a graça de Deus estava com Ele.
 

 
1Jesus foi educado e cresceu na fiel observância da religiosidade de Israel. Sem dúvida, como todo o bom israelita, Jesus também integrou na sua vida, em seus costumes, em seus hábitos de conduta, esta forma de entender a religião e a relação com Deus, por meio destes rituais e observâncias. É o que aprendeu na sua casa, na sua juventude e formou parte da sua personalidade até ao dia em que viveu a experiência do baptismo de João.
 

2 Jesus foi fiel à sua religiosidade e a sua espiritualidade até ao último alento da sua vida. Mas, na personalidade de Jesus, produziu-se um fenómeno singular, seguramente único. Sua religiosidade e sua espiritualidade mantiveram-se firmes até ao final dos seus dias. Mas com a passagem dos anos e sobretudo, a partir da experiência do batismo de João, ele foi dando conta de que na religião de Israel havia coisas que deviam mudar.
 

3 – Nesta Festa da Apresentação de Jesus e da Purificação de Maria vê-se que aquela religião estabelecia um trato diferente ao homem e à mulher. Apalpa-se a centralidade do templo, o poder dos sacerdotes, a importância enorme da obediência e a lei religiosa. É evidente que Jesus soube harmonizar uma fidelidade crescente ao Pai do Céu com uma liberdade também crescente perante estes grandes temas da religião. isto foi o que não entendeu a família de Jesus (Mc 6, 1-6). E o que foi motivo de escândalo, perseguição e morte para Jesus.

 

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Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]
http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com/
Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários.
NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.
Mais uma nota ainda:
Estes são os meus endereços atuais:
Para contactos normais: antoniofonseca1940@hotmail.com
e sobre o blogue: - antoniofonseca40@gmail.com
Hiperligações normais que utilizo para textos insertos no blogue:
- http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
Post para publicação em 3-2-2013 - 10,45 h
Até lá, se Deus quiser.
António Fonseca
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Nº 1550-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - NÚMEROS–(16) - 3 de Fevereiro de 2013

2013

APRESDENGTAAO-DO-sENHOR_thumb_thumbSenhora-das-Candeirass-ou-Senhora-da[2]
Apresentação do Senhor Nossa Senhora da Luz
e
Nossa Senhora das Candeias
2-2-13
Nº 1550

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1080 páginas… sejamos optimistas.
NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.


É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1550 - 2ª Página

3 de FEVEReiro de 2013


ANTIGO TESTAMENTO


N Ú M E R O S

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Mapa com a distribuição das 12 tribos de Israel

 

VIDA DA TRIBO DE JACOB, DURANTE 40 ANOS NO DESERTO

 

16 – REVOLTA DE CORÉ, DATAN E ABIRAM Coré, filho de Isaar, filho de Caat, filho de Levi, formou um partido com Datan e Abiram, filhos de Eliab, e com On, filho de Pelet, descendentes de Rúben. Apresentaram-se diante de Moisés com duzentos e cinquenta filhos de Israel, príncipes da congregação, membros do conselho e pessoas de posição. Agrupando-se à volta de Moisés e de Aarão, disseram-lhes: «Já basta da vossa parte! Toda a congregação é santa, todos são santos, e no meio deles está o Senhor; porque, então, porque vos erigis em chefe da Assembleia do Senhor?» Ao ouvi-los, Moisés prostrou-se com o rosto por terra; depois falou a Coré e a toda a sua facção, nestes termos: «Amanhã o Senhor dará a conhecer quem é Seu, quem é o consagrado que quer perto de Si; deixará aproximar-Se d’Ele aquele que tiver escolhido. Fazei isto: muni-vos de incensários, tu, Coré, e toda a tua facção; amanha, pôr-lhes-eis fogo e enchê-los-eis de perfume diante do Senhor. Ora o homem que o Senhor escolher, esse é que é o consagrado. Já basta, filhos de Levi!» E Moisés disse a Coré: «Ouvi, filhos de Levi. É demasiado pouco, para vós, que o Deus de Israel vos tenha separado da assembleia de Israel, admitindo-vos junto d’Ele para fazerdes o serviço do tabernáculo divino e colocando-vos na presença da assembleia como Seus ministros? Porque vos escolheu deste modo, a ti e a todos os teus irmãos, filhos de Levi, ambicionais também agora o sacerdócio? Na verdade, tu e os teus, contra o Senhor conspirastes; quem é Aarão para que murmureis contra eleMoisés mandou buscar Datan e Abiram, filhos de Eliab; mas eles disseram: «Não iremos. Já não é pouco que nos tenhais feito sair sair de um país onde corre o leite e o mel para nos causar a morte neste deserto; pretendes ainda erigir-te em nosso chefe? Não é certamente para uma terra abundante em leite e mel que nos conduziste. Não são campos nem vinhas que nos deste por herança. Quererás cegar os olhos destes homens? Nós não iremos». Moisés, muito entristecido, disse ao Senhor: «Não aceiteis as suas homenagens. Nem a um só, de entre eles, eu jamais tirei o seu jumento e a nenhum deles fiz mal algum». Moisés disse a Coré: «tu e os teus partidários apresentai-vos amanhã diante do Senhor, assim como Aarão. Cada um de vós tome o seu incensário, deite nele perfume e apresente-se diante do Senhor, cada um com o seu, isto é, duzentos e cinquenta incensários; tu e Aarão tomareis também o vosso». Cada um deles pegou no seu incensário, pôs-lhe fogo, cobriu-o de perfume e colocou-o à entrada da tenda da reunião, com Moisés e Aarão. Coré tinha amotinado contra ele toda a congregação. Então, o Senhor falou a Moisés e a Aarão nestes termos: «Separai-vos dessa congregação, pois quero exterminá-la sem demora». Mas eles caíram sobre o rosto e disseram: «Senhor! Deus dos espíritos de todos os viventes! Porque um  homem pecou, irritar-Vos-eis contra toda a congregação»? E o Senhor falou assim a Moisés: «Fala à congregação e diz-lhes: afastai-vos das proximidades da morada de Coré, de Datan e de Abiram». Moisés levantou-se e dirigiu-se a Datan e Abiram, seguido pelos anciãos de Israel. E disse à congregação: «Afastai-vos, por favor, da porta das tendas destes perversos, e não toqueis em nada que lhes pertença, se não quereis morrer pelos seus delitos». Afastaram-se da habitação de Coré, de Datan e de Abiram, enquanto Datan e Abiram avançavam orgulhosamente com as suas mulheres, filhos e crianças para a entrada das suas tendas. Então Moisés disse: «Reconhecereis agora que foi o Senhor que me concedeu a missão de cumprir todas estas coisas e que nada fiz por minha própria iniciativa. Se esta gente morrer como todos os homens morrem; se o destino comum de todos os homens for também o deles, não foi o Senhor que me enviou; mas, se o Senhor operar um fenómeno; se a terra abrir o seu seio para os engolir com tudo o que lhes pertencer, e se eles descerem vivos ao sepulcro, então sabereis que estes homens ofenderam o Senhor». Ora, logo que acabou de pronunciar estas palavras, o solo que os sustentava fendeu-se.  terra abriu oi seu seio e devorou-os, a eles e às suas casas, a todos os homens de Coré e a todos os seus bens. Desceram vivos ao sepulcro, eles e todos os seus: a terra fechou-se sobre eles e desapareceram do meio da congregação. E todos os israelitas que estavam à volta deles fugiram, ao ouvir os seus gritos, dizendo. «Não nos engula a terra!» Depois, um fogo irrompeu diante do Senhor e devorou os duzentos e cinquenta homens que tinham oferecido o incenso.

 

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VIDA DA TRIBO DE JACOB, DURANTE 40 ANOS NO DESERTO

Textos do LivroNÚMEROSdo ANTIGO TESTAMENTO

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3 de FEVEREIRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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Nº 1550-(3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (47) - 3 de Fevereiro de 2013



Nº 1550 - (3)

Desejo a continuação de

BOM ANO DE 2013
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Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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ESTÊVÃO VIII
 
Estevão VIII (IX)
 
Estêvão VIII

(939-942)

Era um dos homens da confiança de Alberico II, o qual terá tido influência na sua eleição, em 14 de Julho de 939, no mesmo dia do funeral de Leão VII.
Continuou a proteção aos mosteiros de Cluny.
Teve uma intervenção conciliadora entre Luís IV, rei de França, e Hugo. o Grande, chegando a ameaçar de excomunhão populações de França e da Borgonha no caso de não se submeterem ao rei.
A nível pastoral esforçou-se por incentivar a doutrina evangélica nos poderosos do Oriente e do Ocidente.
 

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MARINHO II


Marinho II

Marinho II
 
(942-946)
 
Tal como os seus antecessores foi eleito, em 30 de Outubro de 942, por influência de Alberico, o irmão do papa João XI, que dominava Roma.
Foi um papa amigo dos pobres e preocupou-se com a disciplina monástica e clerical, sendo conhecidas as suas intervenções e privilégios outorgados aos mosteiros de Fulda, Monte Cassino e outros.
Nomeou legados com poderes especiais para a Alemanha e França, conhecendo-se a sua intervenção enérgica, com  ameaça de excomunhão, junto do bispo de Cápua, rodeado de clérigos ignorantes e leigos indisciplinados que perturbavam a disciplina dos monges do monte Gargano.
 

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AGAPITO II


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Agapito II
 
(946-955)
 
Foi eleito na mesma semana da morte de Marinho II, e entronizado em 10 de Maio de 946, sob a proteção de Alberico II, revelando-se um papa prudente.
Na condução da Igreja fez uma campanha de moralização e disciplina em Roma e renovou as relações com países estrangeiros, o que há vários anos se não verificava.
Morto inesperadamente, ou assassinado, Lotário, o jovem rei, Berengário de Ivrea assenhoreou-se da Itália.
Receoso e necessitando de apoio, Agapito pede ajuda a Otão de Saxónia, de acordo com Berengário, que, prometendo vassalagem a Otão, é investido no governo de Itália, continuando Alberico senhor absoluto de Roma.
Mesmo tendo de resolver estes problemas, Agapito II preocupou-se com a disciplina monástica em Itália, França e Alemanha, conhecendo-se uma carta sua em que intervém de modo enérgico contra os abusos praticados pelos monges de Monte Cassino.
Convocou dois concílios, o de Ingelheim e outro para tentar conciliar Luís d’Outromar com o duque Hugo, de França.
Está sepultado em São João de Latrão.
 
 
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JOÃO XII
 
João XIII


João XII
 
(955-964)
 
Antes de morrer e durante o pontificado de Agapito II, Alberico, prefeito de Roma, fez jurar ao clero e nobreza que elegeriam papa o seu filho Pedro Octaviano, um jovem de apenas 18 anos que havia abraçado a carreira eclesiástica. E assim foi, sendo eleito em 16 de Dezembro de 955 um jovem imaturo para pontífice, que, talvez, num assomo de consciência que o seu nome de Pedro iria ofender São Pedro, mudou o nome para João XII.
Agiu sempre como senhor temporal, metendo-se em conflitos nem sempre bem sucedidos.
Levava uma vida dissoluta e, segundo Luitprando, vivia na companhia de mulheres impudicas e em camaradagem com jovens estouvados, chegando a consagrar como bispo um jovem de 10 anos.
O pontificado estava entregue ao filho do governador de Roma, Alberico, neto de Marózia, vivendo João XII «mergulhado num lodaçal e em depravações».
Em Itália, o marquês de Ivrea, Berengário II apoderou-se do reino dos Longobardos. A viúva despojada, a encantadora Adelaide, pede o auxilio de Otão que entra em Roma em 951. Os longobardos aclamam-no rei e ele desposa Adelaide, regressando com ela e confiando a administração do reino a Berengário.
Quatro anos mais tarde, esmaga os húngaros e, passados seis anos, tendo Berengário conduzido mal o reino (chegara a apoderar-se de Ravena), Otão é de novo chamado, desta vez pelo papa que pede o seu auxilio, prometendo-lhe a coroa imperial.
Otão chega a Roma à frente de um poderoso exército e é recebido com aplausos, sendo depois coroado pelo papa, à imitação de Carlos Magno, em 2 de Fevereiro de 962. Acabava de renascer o Sacro Império Romano-Germânico que existiria até à sua extinção por Napoleão em 1806.
Mas o jovem papa não cumpriu o prometido a Otão e estabeleceu pactos com inimigos do imperador, que, irritado, marchou de novo sobre Roma em 963. depôs João XII, num sínodo com bispos alemães e italianos, onde o papa foi acusado de tudo, menos de heresia. Logo que o imperador se afastou, João XII, com o apoio dos seus partidários, expulsou o papa eleito Leão VIII, chamando-o até de antipapa e declarou inválidas as ordens sagradas que tinha recebido.
Logo que soube o que se passava, Otão regressa a Roma, mas, entretanto, João XII já havia falecido subitamente, apenas com  27 anos, vitimado por um ataque de apoplexia ou, como citam alguns historiadores, assassinado por um marido ciumento.
É. contudo, impressionante que um jovem como este, mais príncipe do que papa, entregue à vida mundana, tal como seu tio João XI, não tivesse emitido qualquer documento que contenha um erro sequer em matéria de fé e moral eclesiástica.
Pela sua Regesta, sabe-se que interveio na nomeação do bispo de Canterbury, se preocupou com a Igreja alemã e com  a Sé de Roma, que enviou missionários à Hungria em 958 e que auxiliou o mosteiro de Subiaco.
 
 
 
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Continua:…
Post colocado em 3-2-2013 – 10H15
ANTÓNIO FONSECA