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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Nº 1555–1 - (39-13) - SANTOS DE CADA DIA - 8 de Fevereiro de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1555

Bom

ANO D E 2 0 1 3


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Nº 1555-1 - (39-13)


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Nº 1555-1 – (39-13)


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JERÓNIMO EMILIANO, Santo
Confessor (1481-1537)
 

Jerónimo Emiliani, Santo

Jerónimo Emiliano, Santo

 

No século XVI, quando era tão grande o perigo de os cristãos se paganizarem devido ao falso Renascimento, Deus interveio diretamente e multiplicou os santos e profetas, que falaram sobretudo com a linguagem do amor e da caridade. São Camilo e São Caetano levantaram hospitais; São José de Calasanz abre escolas para pobres; Santo Inácio abre colégios, universidades e uma casa de refúgio; São Jerónimo Emiliano multiplica toda a espécie de beneficência, especialmente os asilos para órfãos.
A vida deste pai dos órfãos é metade sombra e metade luz. Vive cerca de 30 anos nas sombras da paixão. Nasce no palácio dos Emiliani de Veneza, no ano de 1481, e passa a juventude entre a ambição e o prazer do aristocrata do Renascimento, amigo de festas, jogador e duelista. Serve Veneza como governador e como militar. Aos 15 anos é soldado e aos 25 senador.
A desgraça abre-lhe, como a tantos outros, os olhos da alma e, na noite do abandono e da humilhação, levanta-os para o céu. Na guerra de Veneza com Luís XII, Jerónimo intervém muito ativamente. Tinha 28 anos, Sitiado na praça de Castelnuovo, resiste como herói. O governador abandona a praça aproveitando a noite e Emiliano coloca-se à frente da guarnição, até que a fortaleza se transforma num  montão de ruínas. O resultado foi ser preso e metido num calabouço. Neste as trevas dão-lhe luz e começa a meditar pela primeira vez no assunto transcendente da alma.
Uma tarde aparece ele inesperadamente em Trevino com as cadeias e as chaves da prisão afim de colocá-las no altar da Mãe de Deus. Diz-se que  Virgem Maria lhe apareceu na masmorra, quebrou as cadeias e lhe abriu a porta.
Regressa a Veneza, mas não já como aristocrata e senador; é mendigo voluntário, é apóstolo, é pai de todos os necessitados. Recebe o sacerdócio em 1518 e dedica-se por completo a todas as obras de caridade. A peste e a fome de 1528 oferecem-lhe campo fecundo de misérias e males para remediar. Funda hospitais, hospícios e casas de refúgio. Corre e multiplica-se com o alforge ao ombro, mendiga o pão, senta-se para comê-lo ao lado duma fonte e convida todos os mendigos. Sempre alegre, bem disposto, parece o retrato da caridade.
Quando exalta as alegrias da pobreza, o seu rosto ilumina-se e as palavras parecem chamas. Vai de igreja em igreja e de hospital em hospital; visita as casas e os antros dos pobres, para deixar a esmola, a resignação e o conforto da fé. Volta sempre ao seu lugar, acompanhado por todos os pequeninos que não têm pai nem mãe. Cada dia parece que há mais órfãos e Jerónimo converte-se em, pai e mestre de todos. Em Somasca estabelece a casa central da Ordem dos Clérigos Regulares, por isso chamados de Somasca.
Jerónimo falece em 8 de Fevereiro de 1537, e conta-se que São Carlos Borromeu, fazendo bastantes anos depois a visita pastoral em Somasca, deu conta da presença do corpo do Santo pelo odor que exalçava o seu túmulo. Pediu um turíbulo, aproximou-se do sepulcro e incensou-o. Eram os princípios da veneração pública, que viria a decretar Clemente XIII em 1767.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

JACOBA ou JAQUELINA, Beata

Viúva (123)
 

Jacoba de Settesoli constituiu, com Santa Clara, o par de senhoras mais estimadas por São Francisco. Este conheceu Jacoba provavelmente em 1212. Tinha ela então cerca de vinte e dois anos, e pertencia à primeira nobreza romana. Tendo enviuvado de Graciano Frangipani, teria sem dúvida abraçado a vida religiosa se a educação dos dois filhos e a necessidade de lhes assegurar o património não a tivessem impedido. Limitou-se assim a entrar para ordem terceira. Era mulher forte e que bem mereceu, pela sua energia viril, o nome de «Frei Jacoba» com que São Francisco a fez passar à posteridade.
Durante as visitas à Cidade Eterna, o Poverello era muitas vezes seu hóspede e comia em casa dela um doce excelente chamado «mortairol» feito de açúcar, amêndoas e outros ingredientes pisados num  almofariz. Em reconhecimento das suas atenções afetuosas, o santo presenteou-a com um  cordeiro que, no dizer de São Boaventura, «parecia ter sido educado por ele para a vida espiritual». seguia a dona até à igreja, ficava parado enquanto ela rezava e voltava na sua companhia para casa. Se, de manhã, Jacoba tardava em acordar, o cordeiro vinha dar-lhe turras com a cabeça e balava aos seus ouvidos, para a obrigar a ir às suas devoções.
Alguns dias antes de deixar o mundo, o Poverello mandou dizer a Jacoba o seguinte: «Põe-te imediatamente a caminho, se me queres tornar a ver. traz contigo o que for necessário para o meu enterro e algumas daquelas boas coisas que me davas a comer quando eu estava doente em Roma». Jacoba partiu logo, levando consigo o que era necessário para sepultar o Poverello: um véu para lhe cobrir o rosto, a almofada onda a cabeça repousaria no caixão, e o lençol de crina que deveria envolver o corpo, e toda a cera necessária para a velada e o funeral. Também lhe levou os doces de amêndoa que ele desejava, mas que mal conseguiu provar.
Além de muitos outros desgostos, Jacoba teve o de sobreviver a todos os que amava: aos dois filhos e a todos os netos. Passou os últimos anos em Assis, a fim de estar perto dos que tinham conhecido São Francisco. Foi sepultada perto dele, na grande basílica da Úmbria e sobre o seu túmulo puseram a seguinte inscrição: HIC REQUIESCIT JACOBA SANCTA NOBILISQUE ROMANA (aqui descansa Jacoba santa e nobre romana).
 
 
 
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

JOSEFINA MARGARIDA FORTUNATA BAKHITA, Santa

Religiosa (1947)
 

Josefina Bakhita, Santa

Josefina Bakhita, Santa

Dificilmente se encontrará na hagiografia da Igreja caso semelhante ao de Josefina Bakhita, que veio ao mundo em terras do Sudão (África) por volta de 1870, de pais pagãos. Desconhece-se o seu nome de origem, pois o trauma causado pelos espantosos sofrimentos da infância e adolescência levaram-a a esquecer o próprio nome. Foram os seus raptores que – por ironia da história – a apelidaram de Bakhita, que quer dizer afortunada.
Apesar de ser de família rica, logo de pequena começou a sofrer ao presenciar o rapto de uma irmã mais velha. Dois anos depois, quando contava cerca de nove primaveras, também ela teve a mesma desgraça. Submetida a terríveis sevicias, caminhou com muitos outros prisioneiros durante dias seguidos. Numa noite conseguiu fugir com uma companheira, mas terminou por cair nas unhas  de outros negreiros, que a venderam a um oficial turco. Este entregou-a ao tirânico poder da esposa, mulher sem sentimentos, que mais parecia uma fera selvagem. É impossível descrever quanto a inocente criança sofreu nas mãos daquela sádica criatura. Basta dizer que a sujeitou ao tormento espantoso da tatuagem, abrindo-lhe feridas no corpo e cobrindo-as com sal.
Deus, porém, protegeu aquela vítima inocente, dispondo as coisas de tal forma que em 1884 fosse comprada pelo cônsul italiano em Cartum. Ele depois levou-a para o seu país e deu-a de presente a um amigo, que tinha em casa um administrador muito piedoso e empenhado na difusão da fé católica, Este tratou logo de ensinar os rudimentos da doutrina cristã à empregada negra, que não tinha religião nenhuma, mas possuía uma alma bem disposta. Com efeito, quando ainda era escrava, ao contemplar o céu estrelado, exclamava: «Que patrão tão poderoso, que acende tantas luzes!».
Em Veneza foi admitida ao Pio Instituto dos Catecúmenos, dirigido pelas Irmãs Canossianas. Em 1889 ela pediu para ficar com as religiosas e que a não forçassem a voltar para casa da familia que a havia recebido e agora exigia o seu regresso para a levar consigo para África. Felizmente, as Irmãs conseguiram por meio de um cardeal que o Governo italiano declarasse a escrava africana livre, com direito a escolher o seu futuro.
Estando bem instruída nas verdades da fé, no dia 9 de Janeiro de 1890 foi batizada com o nome de Josefina Margarida Fortunata Bakhita. Nesse mesmo dia recebeu o sacramento do Crisma e a Primeira Comunhão. Podemos imaginar os sentimentos de júbilo que inundaram, a alma pura daquela jovem sudanesa, que de escrava passou a ser filha de Deus. Estes sentimentos vão renovar-se sete anos mais tarde, a 8 de Dezembro de 1896, quando – depois de haver ingressado no noviciado das Irmãs Canossianas – pronunciou os votos de pobreza, castidade e obediência. Agora era não só filha de Deus, mas também esposa do Cordeiro Imaculado.
Em toda a sua vida, Josefina Bakhita foi profundamente humilde, virtude que a acompanhou até à morte. A par da humildade, sobressaiu na obediência e no amor a Deus e ao próximo, desempenhando com alegria todos os ofícios que as Superioras lhe confiaram: cozinheira, porteira, sacristã e enfermeira. O que mais lhe custou foi ter de percorrer as diversas cassas do Instituto numa promoção em favor das missões. Sujeitou-se, no entanto, sem palavra de queixa.
Em 1945 celebrou com  alegria os 50 anos de vida consagrada. Os tormentos que padecera na sua infância deixaram-na marcada para o resto da vida. Com o andar dos anos foram-se acentuando os seus efeitos negativos. Começou por sofrer de artrite e sentir dificuldades na respiração e no caminhar. No Inverno de 1947 foi atacada por uma pneumonia dupla. Sentindo que a morte se aproximava, pediu o sacramento da santa Unção que recebeu com sinais de grande fervor. No dia 8 de Fevereiro desse ano, partiu para os braços do Pai.
Deus, que glorifica os humildes, glorificou a antiga escrava sudanesa com as honras da beatificação – a que assistiram, centenas de milhares de pessoas, provenientes de 60 países dos vários continentes – no dia 17 de Maio de 1992. Foi canonizada a 12 de Outubro de 2000. AAS 71 (1979) 460-4; I. ZANOLINI, Bakhita, Roma, 1961.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

Eugenia, Santa

Fundadora

Fundadora
Febrero 8

Era una oración de confianza. Esta disposición iba creciendo en ella cada vez más y con mayor intensidad. Centró su mundo interior en la Eucaristía, la única que da alas para volar por el firmamento de la santidad. Se entregó a vivir la caridad tan a tope, que incluso llegaba hasta preocuparse por las almas del purgatorio. Lo veía todo bajo el prisma de la comunión de los santos. Y pensando en todo esto, fundó una asociación de 6.000 mujeres que buscaran y miraran esta comunión. Para darse cuenta de que no eran sueños suyos, se fue a Ars, en donde estaba el cura Juan Bautista Vianney. Le hizo la consulta sobre su proyecto divino.  Y el santo Cura de Ars, mundialmente conocido, le respondió que como era cosa de Dios, siguiera adelante. Otra de las misiones de estas Hermanas es la educación de los niños, sobre todo en el tema de la catequesis y las misiones. Nació en Lille en 1825 y murió en 1856. ¡Felicidades a quienes lleven este nombre!

93851 > Beati Alfonso de Riera, Francesco de Aretto, Dionisio Rugger e Francesco Donsu Mercedari 8 febbraio

 
40020 > San Giacuto Monaco 8 febbraio MR

 
26050 > San Girolamo Emiliani (Miani) Fondatore 8 febbraio - Memoria Facoltativa MR

 
40025 > Santa Giuseppina Bakhita Vergine 8 febbraio - Memoria Facoltativa MR

 
40050 > Beata Giuseppina Gabriella Bonino 8 febbraio MR

 
40100 > Sant' Invenzio (Evenzio) Vescovo di Pavia 8 febbraio MR

 
91090 > San Laureato Martire 8 febbraio


40010 > Santi Martiri Costantinopolitani 8 febbraio MR

 

40040 > San Nicezio (o Niceto) di Besancon Vescovo 8 febbraio MR

 
40030 > Sant' Onorato di Milano Vescovo 8 febbraio MR

 
40060 > San Paolo di Verdun Vescovo 8 febbraio MR

 
40080 > Beato Pietro Igneo Monaco 8 febbraio MR

 
92863 > Santa Quinta (Cointa) d’Alessandria Martire 8 febbraio MR

 
40000 > Santo Stefano di Grandmont o di Muret Eremita 8 febbraio MR

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”




  • Tero1 - Cpia
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas,
  • (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
  • Endereço de Youtube: antonio0491@youtube.com
  • António Fonseca
  • Nº 1555–(2) - O ANTIGO TESTAMENTO - NÚMEROS (21) - 8 de Fevereiro de 2013

    2013

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    Mapa da Península do Sinai

    Nº 1555

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    Caros Amigos:

    Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

    Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:

    GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1080 páginas… sejamos optimistas.

    NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

    SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)

    Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!

    Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!

    SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.

    Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

    Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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    Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

    Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

    IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

    É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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    Nº 1555 - 2ª Página

    8 de FEVEReiro de 2013

    ANTIGO TESTAMENTO

    N Ú M E R O S

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    Mapa com a distribuição das 12 tribos de Israel

    VIDA DA TRIBO DE JACOB, DURANTE 40 ANOS NO DESERTO

    21 – TOMADA DE HORMA O rei cananeu Arad, que habitava no Negueb, soube que Israel avançava pelo caminho de Atarim; pelejou contra Israel, e levou alguns deles prisioneiros. Então Israel fez ao Senhor esteve voto: «Se me entregardes nas mãos esse povo, destruirei completamente as suas cidades». O Senhor ouviu os rogos de Israel e entregou-lhe os cananeus, que foram destruídos juntamente com as suas cidades. Deu-se a este lugar o nome de Horma.

    A serpente de bronze – Partiram do monte Horma em direção ao Mar Vermelho, para contornar a terra de Edom. Mas o povo perdeu o ânimo no caminho, e começou a murmurar contra Deus e contra Moisés: «Porque, diziam eles, nos fizeste sair do Egipto, para morrermos no deserto onde não há pão nem água? Estamos enfastiados deste alimento miserável». Então o Senhor enviou contra o povo serpentes ardentes, que mordiam o povo, e muitos morreram em Israel. O povo foi ter com Moisés e disse-lhe: «Pecámos, murmurando contra o Senhor e contra ti. Roga ao Senhor que afaste de nós essas serpentes». Moisés intercedeu pelo povo. O Senhor disse a Moisés: «Faze uma serpente ardente e coloca-a sobre um  poste. Todo aquele que for mordido, olhando para ela, viverá». Moisés fez, pois, uma serpente de bronze, e fixou-a sobre um poste. Se alguém era mordido por uma serpente e olhava opara a serpente de bronze, vivia. 

    O caminho da Transjordânia  - Os filhos de Israel partiram e acamparam  em Obot. Deixaram Obot e acamparam em Jeabarim, no deserto que está defronte de Moab, ao oriente. Dali foram para o vale de Zared. Saindo de Zared, acamparam para além de Arnon, no deserto, nos limites do território dos amorreus. O Arnon, com efeito, serve de fronteira entre moabitas e amorreus. É por isso que se diz no Livro das Guerras do Senhor: «Vaeb de Sufá e as torrentes do Arnon e o declive dos vales que se estendem para as regiões de Ar e se apoiam sobre a fronteira de Moab». Daí foram a Beer. Este é o poço a respeito do qual o Senhor disse a Moisés: «Reúne o povo, para que eu lhe dê água». Então, cantou Israel este cântico:

    «Jorra, ó poço! Aclamai-o!

    Poço cavado por príncipes,

    aberto pelos grandes do povo,

    com cetro e com os seus bastões».

    Do deserto foram a Mataná; de Mataná a Naaliel; de Naaliel para Bamot; de Bamot para o vale que está nos campos de Moab, no cimo do Fasga, que domina o deserto.

    Derrota de Seon e de Og  -Israel mandou mensageiros a Seon, rei dos amorreus, para lhe dizer: «Permite-me passar pela tua terra; não nos desviaremos nem para os campos, nem para as vinhas e não beberemos água dos poços; mas seguiremos a estrada real até que tenhamos atravessado tuas fronteiras». Seon, porém, não quis permitir que Israel atravessasse o seu território; ajuntou suas tropas e partiu ao encontro de Israel no deserto. Veio a Jasa e combateu contra Israel. Israel feriu-o com o fio da espada, e apoderou-se de toda a sua terra, desde o Arnon até ao Jaboq, fronteira dos amonitas, porque esta fronteira era muito poderosa. Israel tomou todas as cidades dos amorreus e estabeleceu-se em Hesebon e nas suas aldeias. porque Hesebon era a cidade de Seon, rei dos amorreus, que fez guerra ao precedente rei Moab, tomando-lhe todo o seu território até ao Arnon. A propósito disto é que os poetas diziam:

    «Vinde a Hesebon!

    Que a cidade de Seon seja reconstruída e fortificada!

    Pois de Hesebon irrompeu um  fogo,

    uma chama na cidade de Seon, devorando a cidade de Moab,

    E dominou as alturas de Arnon,

    Ai de ti, Moab! Estás perdido povo de Camos"!…

    Deixaste pôr em fuga os filhos

    e levar as tuas filhas cativas

    por Seon, rei dos amorreus!

    Hesebon destruiu as crianças até Dibon;

    as mulheres até Nofé,

    os homens até Madabá.

    Israel estabeleceu-se, então, no país dos amorreus. Moisés mandou explorar Jazer e apoderaram-se de suas dependências que eles tomaram com  as localidades que delas dependiam,  expulsando os amorreus, que aí habitavam. depois, dirigiram-se para Basan, subindo mais alto. Og, rei de Basan, saiu ao seu encontro com todo o povo, para lhes dar combate em Edrei. Mas o Senhor disse a Moisés: «Não o temas, porque vou entregá-lo nas tuas mãos, a ele, a todo o seu povo e ao seu país; tratá-lo-ás como trataste Seon, rei dos amorreus, que residia em Hesebon». E eles derrotaram-no, assim como aos seus filhos e a todo o seu povo, de tal forma que não deixaram nenhum sobrevivente, conquistando o seu território.

     

    Fronteira-Egipto-Israel_thumb2_thumb[1]

    Fronteira – Egipto-Sinai



    VIDA DA TRIBO DE JACOB, DURANTE 40 ANOS NO DESERTO

    Textos do LivroNÚMEROSdo ANTIGO TESTAMENTO

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    8 de FEVEREIRO de 2013 – 10.15 h

    ANTÓNIO FONSECA

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    http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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    http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

    Nº 1555 - 3 - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (52) - 8 de Fevereiro de 2013

     

    Nº 1555 - (3)

     

    BOM ANO DE 2013

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    Caros Amigos:

    Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

    segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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    BENTO VIII

    Bento VIII

     

    Bento VIII

    (1012-1024)

     
    Os condes de Túsculo apoiaram um membro da sua família, Teofilato, que foi eleito em 18 de Maio de 1012 com o nome de Bento VIII.
    A familia Crescêncio discorda e elege simultaneamente um apaniguado seu, chamado Gregório, que procura o apoio do imperador alemão. este, porém, resolve apoiar Teofilato, que foi, pois, o eleito.
    No ano seguinte, o imperador, Henrique II, vem a Roma onde foi coroado por Bento VIII. Mais tarde, Henrique II viria a ser canonizado, tal como sua esposa, santa Cunegundes.
    Bento VIII governou a cidade com  energia, auxiliado por um seu irmão que nomeou senador.
    Com tempera de guerreiro, estabeleceu num aliança com Génova e Pisa, com as quais conseguiu uma poderosa esquadra que aniquilou os sarracenos que infestavam o mar Tirreno e ameaçavam Roma.
    Com grande inteligência política, elaborou de comum acordo com o imperador e rei de França um grande plano de paz universal e reforma dos costumes. No mesmo sentido reúne dois sínodos em Roma e Pavia (1022), nos quais se decretaram, severas penas contra os sacerdotes que praticavam a simonia e os que não respeitavam o celibato sacerdotal, assim como contra o duelo. E ainda para conseguir uma mais eficaz disciplina do clero, distinguiu-se, igualmente, no incremento do esplendor da liturgia.
    Autorizou que no célebre mosteiro catalão de Ripol se cantasse o Aleluia e o Gloria na festa da Purificação da Santíssima Virgem e incorporou definitivamente o credo do Concílio de Niceia com a expressão Filioque afirmação da procedência do Espírito Santo tanto em relação ao Pai como ao Filho, o que precipitou o chamado Cisma do Oriente, consumado 32 anos mais tarde.
    Defendeu a pureza dos sacramentos contra os hereges, que pretendiam substituir os »sacramentos sinais sensíveis» por «sacramentos espirituais».
    Bento VIII interveio na disputa que mantinham os patriarcas de Grado e de Alquileia, recebeu Ethelmoth de Cantuária, a quem consagrou como bispo em 1022, restituiu a liderança da abadia de Ely a Leofwine e foi amigo de Santo Odilio, abade de Cluny, cujas reformas nos mosteiros apoiou firmemente.
    Bento VIII foi um dos raros papas da Idade Média que conseguiu ser poderoso em Roma e importante fora dela.
    Combateu os sarracenos que tinham avançado até Pisa e derrotou, com a ajuda das cidades de Nápoles, Génova e Pisa, os bizantinos que ameaçavam as regiões meridionais.
    Bento VIII teve um governo muito positivo e foi um digno precursor de São Gregório VII (1073-1085)
     

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    JOÃO XIX

    João XIX

    João XIX

     

    (1024-1032)

     
    Como era leigo quando foi eleito em Maio de 1024, recebeu no mesmo dia todas as ordens, o que contrariava as normas eclesiásticas.
    Eleito por força da sua posição social, conseguiu juntar dois poderes, o civil e o espiritual, e entregou a seu irmão Alberico o governo dos assuntos civis.
    Com ele a Igreja entrou, de novo, em período de decadência. Era um simples leigo e as ordens sacras que teve de receber apressadamente não o modificaram, continuando a portar-se mais como um príncipe civil do que religioso, interrompendo as promissoras reformas efectuadas por seu irmão e antecessor.
    A 26 de Março de 1027, coroou em Roma o imperador alemão, Conrado II, com grande pompa e na presença do rei de França, Rodolfo III, e de Canuto, rei de Inglaterra e Dinamarca, que tinham ido a Roma em prova de submissão, visitar os túmulos dos apóstolos.
    O seu pontificado decorreu em tranquilidade devido ao apoio político da sua familia.
    O imperador de Bizâncio envia-lhe uma legação em nome do patriarca Eustáquio, a implorar para ele e seus sucessores a revalidação do título de ecuménico. Disposto a ceder, pela magnificência dos dons oferecidos, teve de recusar ante a pressão do clero romano, sobretudo dos abades cluniacenses, o que agravou a rotura com a Igreja do Oriente.
    Como nota positiva, fica o ter protegido Guido de Arezzo, o inventor das novas notas musicais.
    Morreu em data incerta, depois de um pontificado pouco importante.
     
     

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    BENTO IX 

    Bento IX  -  2ª vez

    Bento IX

     

    (1032-1044  / 1045  /  1047-1048)

     

    Possível antipapa, embora apareça em certas listas como papa autêntico. No entanto, os seus problemas, quer com Silvestre III (1045), quer com  Dâmaso II (1048), levam a muitas dúvidas sobre a sua legitimidade.

    Apesar de pertencente à familia Túsculo, que tinha tido seis papas, ele, de nome Teofilato, moço inexperiente, ao ser eleito como Bento IX, enche o pontificado de opróbrio.

    A Igreja via-se em perigo e desolada por se ter tornado um feudo da familia Túsculo, que, manobrando o clero, fazia eleger os seus membros sem qualquer preocupação espiritual.

    Promovido entre os 12 e os 15 anos ao sólio pontifício, por influência do pai, nada fez para evitar a situação de escândalo e violência que ameaçava a Igreja, vivendo mais como príncipe secular do que como eclesiástico.

    Sobre ele, escreveu Hergenroether; «Com este jovem indigno e ignorante, posto á força à frente da Igreja, voltam os tempos revoltos».

    «O mundo católico emudecia, enquanto lamentos se erguiam no país cujo rei era uma criança».

    O dinheiro dos Túsculos conseguia desvirtuar o conceito eclesiástico do papado, transformando a sede de Pedro numa espécie de prebenda à mercê dos poderosos mais ambiciosos e mais oportunistas sem escrúpulos.

    A conduta de Bento IX deixava muito a desejar, mas, por morte do pai, chefe de familia, os Romanos sublevaram-se, obrigando-o a fugir. Esta fuga foi vista como uma renúncia ao pontificado e, em seu lugar, foi eleito, o bispo de Sabina, que tomou o nome de Silvestre III.

    No entanto, Bento IX não tinha desistido e três meses depois, com o apoio do imperador, regressa a Roma apoiado por forças militares fornecidas pelos seus irmãos, reassumindo o lugar de pontífice. Por este motivo há autores que não consideram Silvestre III como verdadeiro papa. No entanto, sentindo-se inseguro, Bento IX abdica em maio de 1045.

    Sucede-lhe o papa Gregório VI, que, dizem, ele ou os seus partidários teriam pago a Bento IX para que abdicasse.

    Contudo, Bento IX iria aparecer novamente depois da morte de Clemente II, apesar de já ter renunciado, pois julgou que era o momento de cingir de novo a tiara.

    Entretanto, os Romanos recorrem ao imperador, que indica o bispo bávaro de Brixen (Tirol) e que assume o pontificado em Julho de 1048, com o nome de Dâmaso II. Logo a seguir à eleição, para fugir ao calor de Roma ou aos seus adversários, segue para a Palestina, onde morre inesperadamente a 9 de Agosto vitimado por malária, ou, como dizem alguns historiadores, envenenado por adeptos de Bento IX, a quem o imperador impedira o regresso ao pontificado.

    Acabara, finalmente, a luta de Bento IX por um lugar que nunca conseguiu em definitivo, tendo causado com a sua insistência problemas a vários papas.

    Retirado num convento, tornou-se monge de São Basílio e morreu em Grottaferrata, depois de um fim de vida edificante, e aí se encontra sepultado.
     
     
     

    Continua:…

    Post colocado em 8-2-2013 – 10H15

    ANTÓNIO FONSECA