OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Encontro diário com Deus - 12 de Fevereiro de 2013

Do livro Encontro diário com Deus – Editora Vozes – Petrópolis  -  http://www.vozes.com.br

Pensamento do Dia

A alegria de viver deveria ser o maior desejo do ser humano

Fr. Neylor J. Tonin

 

Vocês,  adultos

Tenham olhos de criança, para ver o mundo diferente.

Acalentem o sonho de criança, em que ela vê o paraíso perdido.

Esbocem o sorriso de criança e vejam a sua alegria nas coisas pequenas,

Tenham coração de criança, para acreditar no amor das pessoas.

Phil Bosmans

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NOTA:

Este livro foi adquirido ontem (11/2) por mim, e, apesar de:

Todos os direitos reservados.

Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

 

Obrigado e desculpem.

ANTÓNIO FONSECA

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Nº 1559 - 3 - A VIDAS DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (56) - 12 de Fevereiro de 2013

 

Nº 1559 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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ALEXANDRE II

Alexandre II

Alexandre II

(1061-1073)

Após a morte de Nicolau II, a nobreza romana, com desprezo pelas normas aprovadas, dirige-se à Alemanha, pedindo a Henrique IV para indicar um sucessor para o pontificado.
Sem perda de tempo, Hildebrando reúne os cardeais fiéis e elege em 1 de Outubro de 1061, Anselmo bispo de Lurca, um homem virtuoso e adepto da reforma, que adopta o nome de Alexandre II.
Em desacordo, alguns bispos alemães e lombardos atribuem a Henrique IV o título de patrício, declarando ilegal a eleição feita sem a concordância do imperador e elegem o bispo de Parma, que adopta o nome de Honório II, dirigindo-se de seguida para Roma protegido pelas tropas lombardas, para aí ser coroado, mas mesmo tendo de enfrentar o exército romano, Honório consegue apoderar-se da cidade.
Entretanto, um golpe de Estado na Alemanha depõe a imperatriz regente, colocando em seu lugar o arcebispo de Colónia, Annon, o qual, perante a ameaça de um possível cisma, reúne, em Outubro de 1062, um concílio em Augsburgo, com bispos alemães e italianos, que reconhecem Alexandre II como papa legitimo.
Honório não se dá por vencido e num concílio em Parma excomunga, por sua vez, Alexandre II, apoderando-se novamente da cidade. Então, faltando-lhe o apoio da Alemanha, repôs-se a situação e um novo concílio realizado em Mântua, em 31 de Maio de 1064, confirma definitivamente a legitimidade de Alexandre II.
Apesar de todas estas contrariedades, Alexandre II empenhou-se no incremento espiritual da Igreja, mantendo e intensificando as reformas dos seus antecessores, sempre com o apoio e a  grande ajuda de Hildebrando e de São Pedro Damião.
Teve especial atenção para problemas da França e da Inglaterra e interveio energicamente na Alemanha quando Henrique IV,  em 1069, pretendeu repudiar Berta, com  a qual casara três anos antes.
Desejando uniformizar a liturgia nas nações do Ocidente, enviou legados a Espanha para tratar, da substituição da antiga liturgia gótica ou moçárabe em uso pela romana, o que viria a conseguir em 1071 no reino de Aragão e, mais tarde, nos reinos de Navarra, Castela e Catalunha.
Durante este pontificado, em 1065. houve uma sangrenta perseguição aos cristãos nos estados eslavos, para lá do rio Elba.
Alexandre II morreu com fama de homem austero e santo, sendo sepultado na Basílica de São João de Latrão.
 

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HONÓRIO II - (ANTIPAPA)

Honório II - (antipapa)

(1061-1072)

Os bispos alemães, descontentes com a eleição de Alexandre II, atuam junto de Henrique IV e o imperador concorda com a eleição, em 28 de Outubro de 1061, do bispo de Parma, com o nome de Honório II, que, protegido pelas tropas lombardas, consegue apoderar-se de Roma, mas vencido pelo povo, é obrigado a fugir e a refugiar-se no Castelo de Sant’Angelo.

Na Alemanha, a imperatriz regente é deposta e fica em seu lugar Annon, arcebispo de Colónia, que reúne um  concílio de Augsburgo, com bispos alemães e italianos, reconhecendo Alexandre II com o papa legitimo. Alexandre convoca imediatamente um  concílio e excomunga Honório II, mas este não se dá por vencido e, por sua vez, convoca um concílio de Parma, excomungando Alexandre II e apodera-se novamente de Roma. A Alemanha não o apoia e o Concílio de Mântua (31 de maio de 1064), confirma em definitivo a legitimidade de Alexandre II.

Honório morreu em Roma, em 1072, sem nunca renunciar à dignidade pontifícia.

 

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SÃO GREGÓRIO VII

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São Gregório III

(1073-1085)

Ao morrer Alexandre II, em 1073, e ainda no seu funeral, Hildebrando foi proclamado papa. Recusou. mas o tumulto cresceu e foi levado à força para São Pedro, onde, não resistindo, foi eleito em papa em 24 de Abril de 1073, tomando o nome de Gregório VII.

Ao falecido imperador Henrique III, seu amigo íntimo, tinha sucedido o filho Henrique IV, um príncipe infame por seus vícios desregrados e sacrílegos, simoníaco, perjuro e patrono de todos os inimigos da Igreja.

São Gregório admoestou-o paternalmente, fazendo-lhe ver os males que trazia à Igreja e que, sendo cristão, apesar de soberano, estava sujeito ao poder do vigário de Cristo.

Na noite de Natal de 1075, estando o papa a celebrar a missa em Santa Maria Maior, entra pela basílica um grupo de energúmenos, em que sobressaia um tal Cêncio, conhecido por amigo do imperador, que, arrastando o papa pelos cabelos o encerram, numa torre da cidade. O povo amotina-se, liberta o papa e este, como se nada se tivesse passado, perdoa aos malfeitores e vai concluir a missa a Santa Maria Maior.

Dias depois, os legados do papa dirigem-se à Alemanha e pedem ao imperador que venha a Roma para se justificar.

O certo é que o imperador, sempre perjuro, voltou à desobediência, e, reunindo uma dieta em Worms, apenas com simoníacos e excomungados, propõe contra bulas às bulas pontifícias e declara Gregório VII indigno do cargo que ocupava, notificando-lhe a sua destituição.

Nestas circunstâncias, o papa excomungou o imperador, declarando-o privado do trono e libertando os seus vassalos do juramento de fidelidade.

O príncipe continuou com os seus excessos, mas os povos do Império, principalmente os Saxónios, rebelaram-se contra Henrique IV e ele, sem o apoio dos seus súbditos e vendo os bispos decidirem a sua deposição caso não se arrependesse e reconciliasse com Roma, veio a Itália humilhar-se diante do santo Padre, pedindo perdão dos seus atos.

No ano ano de 1077, atravessou os Alpes e apresentou-se à porta do castelo de Canoas, onde, a caminho da Dieta de Augsburg, se encontrava o papa como hóspede da condessa Matilde, vindo descalço, vestido de penitente e com uma corda ao pescoço, para pedir perdão, mas o papa, para lhe experimentar a sinceridade do arrependimento, só ao fim de três dias o recebeu, perdoando-lhe mediante a promessa de que se apresentaria na dieta que fora convocada, onde responderia às acusações que pesavam contra ele.

Mas o arrependimento de Henrique IV pouco durou. Instigado pelos bispos simoníacos da Lombardia, faltou ao juramento prestado, o que levou Gregório VII, em concílio celebrado em Roma, na Quaresma de 1080, a renovar a excomunhão contra o imperador, privando-o dos reinos da Alemanha e Itália e libertando os seus súbditos da obrigação de qualquer sujeição.

Aproveitando a oportunidade, os príncipes alemães depõem Henrique IV, substituindo-o por Rodolfo, duque de Saboia, mas este morreria pouco depois numa batalha e Henrique IV, senhor da situação, elege novo papa, um antipapa com o nome de Clemente III. Na Primavera de 1081 desce à Itália, mas não consegue transpor as muralhas de Roma, onde a população se mantinha fiel ao papa, fazendo-se coroar pelo antipapa, numa tenda de campanha.

Regressa à Alemanha e na Primavera seguinte volta a Itália, tentando lançar fogo à Basílica de São Pedro, o que não conseguiu. Depois,m noutra tentativa, com  mais tropas, apodera-se da basílica e obriga o papa a refugiar-se no castelo de Sant’Angelo. e nem assim conseguiu que o papa o recebesse para negociações. retirou-se então para a Toscana, de onde regressou em 1084, com mais poderio, tendo-se apoderado da cidade, excepto do castelo de Sant’Ângelo, onde o papa pouco poderia resistir se não fossem terem, vindo em seu auxilio os Normandos.

Perseguido em Roma pelo tirano da Alemanha, Gregório VII viu-se obrigado a retirar para a cidade de Salerno, onde reinicia com redobrado zelo a sua reforma.

Sentindo a aproximação da morte, escreve uma comovedora carta a toda a Cristandade, exortando os fiéis a amar e a venerar a Igreja de Roma como mãe e mestre de todas as Igrejas.

Apesar de tão caluniado, São Gregório foi um dos grandes papas da Igreja e um grande santo, pois, para além das suas atividades políticas, não se pode esquecer o seu grande amor a Deus e as suas inegáveis virtudes: fé ardente, humildade sincera e caridade universal, mesmo para com os seus maiores inimigos, a quem se mostrou sempre pronto a perdoar.

Interveio com energia em França onde o rei Filipe I vendia bispados e abadias, ameaçando o rei de excomunhão e exortando os bispos a oporem-se a qualquer simonia.

A sua ação apostólica estendeu-se à Hungria para sanar dissensões, por motivo de sucessão, e à Polónia, excomungando o rei Boleslau II por ter assassinado o bispo de Cracóvia, santo Estanislau, que o criticava pela sua vida dissoluta e escandalosa.

Aos reis da Suécia e da Noruega, recém-convertidos ao cristianismo, escreveu cartas cheias de afecto paternal, pedindo-lhes que enviassem a Roma, para uma formação adequada, os aspirantes ao sacerdócio.

Recebeu em Roma a legação dos príncipes da Rússia, Croácia, Dalmácia e Sérvia, solicitando o título de reis e jurando fidelidade à santa Sé.

No seu pontificado impediu que a Igreja se feudalizasse, evitando, com isso, que a religião cristã ficasse reduzida a uma mera prática cultural ou a um simples instrumento ao serviço do estado.

No penúltimo ano do seu pontificado viria a surgir a fundação, por São Bruno (1030-1101), da ordem de vida contemplativa da Cartuxa, assim popularmente designada pelo facto de o primeiro convento se ter situado nos montes de Grand Chartreuse, perto de Grenoble.

São Gregório VII que reuniu vários concílios, procedeu sempre com a aprovação deles. Isto foi, nos séculos seguintes, aprovado por homens da maior autoridade, como São Tomás de Aquino, São Boaventura, santo Antonino, São Raimundo de Penhaforte e outros doutores e teólogos.

São Gregório morreu em Salerno, sendo estas as suas últimas palavras: «Dilexi justitiam et odivi iniquitatem propterea morior in  exílio» (amei a justiça e odiei a iniquidade, por isso morro no exílio).

Continua:…

Post colocado em 12-2-2013 – 10H15

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1559–2 - O ANTIGO TESTAMENTO - NÚMEROS (25) - 12 de Fevereiro de 2013

2013

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Mapa da Península do Sinai

Nº 1559

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Caros Amigos:

Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1080 páginas… sejamos optimistas.

NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!

Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!

SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.

Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1559 - 2ª Página

12 de Fevereiro de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

N Ú M E R O S

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Mapa com a distribuição das 12 tribos de Israel

VIDA DA TRIBO DE JACOB, DURANTE 40 ANOS NO DESERTO

25 – IDOLATRIA DE ISRAEL Israel estabeleceu-se em Sitim, e o povo entregou-se ali a excessos com as filhas de Moab. Estas convidaram o povo para os seus festins idolátricos e o povo comeu e prostrou-se diante dos seus deuses. Israel rendeu culto a Baal-Fegor e a cólera do Senhor inflamou-se contra Israel. E o Senhor disse a Moisés: «Reúne todos os chefes do povo e manda-os enforcar, perante o sol, em nome do Senhor, para que a cólera divina se afaste de Israel». Moisés disse, então, aos juízes de Israel: «Cada um de vós imole os seus que se tenham juntado a Baal-Fegor!» Entretanto, um dos israelitas adiantou-se, trazendo para junto de seus irmãos a Madianita, à vista de Moisés e de toda a assembleia dos filhos de Israel, que choravam à entrada da tenda da reunião. Vendo isto, Fineias, filho de Eleazar, filho do sacerdote Aarão, levantou-se no meio da assembleia, armou-se com uma lança, seguiu o israelita até à sua tenda, e ali o trespassou juntamente com a mulher, ferindo-os no ventre. E o flagelo deixou de alastrar entre os filhos de Israel. Os mortos em consequência do flagelo, foram em número de vinte e quatro mil. O Senhor falou assim a Moisés: «Fineias, filho de Eleazar, filho do sacerdote Aarão, desviou a Minha cólera dos filhos de Israel, dando provas do seu zelo pela Minha causa no meio deles, pelo que não exterminarei os filhos de Israel na Minha indignação. Por isso, anunciar-lhe-ás que Lhe concedo a Minha aliança amigável. Ele, e a sua posteridade depois dele, possuirão o sacerdócio, perpetuamente, como garantia da aliança, por ter tomado parte pelo seu Deus e por ter feito expiação pelos filhos de Israel». Ora o nome do israelita que fora morto por ele com a Madianita, era Zimri, filho de Salu, chefe duma familia patriarcal dos simeonitas; o nome da Madianita morta, era Cozbi, filha de Sur, chefe de tribo, duma das famílias patriarcais de Madian. O Senhor falou assim a Moisés: «Atacai os madianitas e aniquilai-os! Porque eles atacaram-vos servindo-se de maquinações contra vós, por intermédio de Fegor e de Cozbi, sua irmã, filha do príncipe madianita, que foi morta no dia do flagelo, que sobreveio por causa do sacrilégio de Fegor».

 

 

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Fronteira – Egipto-Sinai

VIDA DA TRIBO DE JACOB, DURANTE 40 ANOS NO DESERTO

Textos do LivroNÚMEROSdo ANTIGO TESTAMENTO

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12 de FEVEREIRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1559-1 - (43-13) - SANTOS DE CADA DIA - 12 de Fevereiro de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1559

Bom

ANO D E 2 0 1 3


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Dia de Carnaval

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Nº 1559-1 - (43-13)


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I-Am-Posters

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Nº 1559-1 – (43-13)


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EULÁLIA DE BARCELONA, Santa

Mártir (304)

Eulalia de Barcelona, Santa

Eulália de Barcelona, Santa

Santa Eulália nasceu em Espanha pelos fins do século II. Já na meninice deu sinais inequívocos de alma privilegiada. Inimiga vaidade e dos divertimentos, procurou unicamente agradar ao Esposo Divino.

Tendo apenas catorze anos de idade, deu prova de coragem admirável. Quando em 304, o imperador Maximiano encetou perseguição crudelíssima contra os cristãos, Eulália foi tomada de ardente desejo de oferecer a Jesus o sacrifício da vida. Para não expor a filha ao perigo que a ameaçava, os pais esconderam-na numa casa longe da cidade. Inútil foi a precaução. O amor de Deus e o desejo do martírio eram tão fortes na alma da donzela, que esta, iludindo a vigilância dos parentes e aproveitando o silêncio e as trevas da noite, fez a viagem algumas horas, para chegar à cidade. Sem demora se dirigiu ao palácio do juiz e, estando na presença do executor das ordens imperiais invectivou-o energicamente opor causa da idolatria. O Pretor, pasmado de ver tamanha coragem numa jovem de tão pouca idade, entregou-a aos soldados para ser castigada. Prevalecendo, porém, nele um momento os sentimentos de humanidade, procurou conquistar a simpatia de Eulália e ganhá-la para a religião oficial. Ela, porém, em vez de responder à voz cativante do sedutor, atirou para longe o turibulo com que devia incensar as imagens das divindades.

Foi o bastante para ser entregue à tortura. Com ferros em brasa os algozes queimaram o corpo da donzela. Esta, cheia de alegria e gratidão para com Deus, exclamou com  alta voz: «Agora, meu Jesus, vejo no meu corpo os traços da vossa Sagrada Paixão». Tendo aplicado ainda outros tormentos, os algozes recorreram finalmente ao fogo, e no meio das chamas Eulália entregou o espírito a Deus. O poeta Prudêncio, a quem devemos a narração, diz que o próprio algoz viu a alma da Mártir, em forma de pomba, subir ao céu.

Eulália morreu em 304 e o seu corpo achou repouso na igreja de Mérida, cidade onde sofreu o martírio.

São Gregório de Tours, conta que, no adro dessa igreja, existiam três árvores que, no dia da festa de Santa Eulália, se cobriam de flores aromáticas; estas, aplicadas a doentes, curavam-nos das enfermidades.

Alguns eruditos defendem ter havido dias mártires com este nome. Eulália de Barcelona e Eulália de Mérida. Outros afirmam ter sido apenas uma. Ao menos uma só foi martirizada nas circunstâncias indicadas.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

ANTÓNIO CAULEAS, Santo

Patriarca (901)
 
 
Os pais de António, originários da Frígia, tinham-se retirado para as vizinhanças de Constantinopla com medo dos iconoclastas, intransigentes com os que veneravam imagens, e para servirem a Deus numa tranquila solidão. Foi lá que nasceu a criança-prodígio, que teve como primeiro mestre o Espírito Santo. Perdendo a mãe sendo ainda pequeno, ficou entregue aos cuidados do pai, que não quis que ele frequentasse escolas públicas. Aos doze anos foi entregue aos cuidados de um santo abade e mostrou grande atrativo pela contemplação, pelo estudo da Sagrada Escritura e pelas cerimónias do culto. Uma vez sacerdote, António, apesar de muito contra-vontade, recebeu o cargo de abade, e o pai quis fazer-se monge para ficar sob a direção dele.
A reputação de António chegou até Constantinopla e, por morte do patriarca Estevão, em 888, foi eleito unanimemente para o substituir no cargo. Nada diminuiu nas suas austeridades e esforçou-se por praticar uma humildade mais profunda, por exercer sobre si mesmo maior vigilância e por mostrar a todos a mais terna caridade. Fez os maiores esforços para restabelecer, na Igreja do oriente, a paz abalada pelo cisma de Fócio. Durante a última doença, não parou de rezar pelo seu povo. Ao receber a notícia de ele ter morrido, uma pobrezinha que tinha uma perna quebrada invocou-o com devoção e ficou sã enquanto dormia. A data da morte do Santo foi colocada entre 895 e 901.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 

Benito de Aniane, Santo

Monge

Benito de Aniane, Santo

Benito de Aniane, Santo

Martirologio Romano: En el monasterio de San Cornelio de Indam, en Germania, tránsito de san Benito, abad de Aniano (o de Aniane), que propagó la Regla benedictina, confeccionó un Consuetudinario para uso de monjes y trabajó con empeño en la instauración de la liturgia romana (821). Etimología: Benito = Benedicto = Aquel a que Dios bendice, es de origen latino. Benito fue hijo de Aigulfo de Maguelone; servía de escanciador al rey Pepino y a su hijo Carlomagno. A la edad de veinte años resolvió buscar el Reino de Dios con todo su corazón. Tomó parte en la campaña de Lombardía, pero, después de haberse casi ahogado en Tesino, cerca de Pavía, tratando de salvar a su hermano, hizo voto de abandonar el mundo por completo. A su vuelta a Languedoc, confirmó su determinación por consejo de un ermitaño llamado Widmar, y fue a la abadía de Saint-Seine, a veinticuatro kilómetros de Dijon, donde lo admitieron como monje. Pasó allí dos años y medio aprendiendo la vida monástica y llegó al dominio de sí mismo por medio de severas austeridades. No satisfecho con guardar la regla de San Benito, practicaba otros puntos de perfección que encontró prescritos en las reglas de San Pacomio y San Basilio. Cuando el abad murió, los hermanos estaban dispuestos a elegirlo para que lo substituyera, pero no quiso aceptar el cargo, porque sabía que había monjes que se oponían a todo lo que fuera reforma sistemática. Con este motivo, Benito abandonó Saint-Seine y, al regresar a Languedoc, construyó una pequeña ermita junto al arroyo Aniane, en sus propias tierras. Aquí vivió algunos años en privación voluntaria, orando continuamente a Dios para que le enseñara a hacer su voluntad. Algunos ermitaños, de los cuales uno era el santo Widmar, se pusieron bajo su dirección. Ganaban su sustento con el trabajo manual, vivían a pan y agua, excepto los domingos y grandes fiestas, cuando añadían un poco de vino o leche, si se los daban de limosna. El superior trabajaba con ellos en los campos y algunas veces se dedicaba a copiar libros. Cuando el número de sus discípulos aumentó, Benito dejó el valle y construyó un monasterio en un sitio más espacioso. Amaba tanto la pobreza, que por mucho tiempo utilizó cálices de madera o vidrio o peltre para celebrar la misa, y si le daban ornamentos valiosos de seda, los obsequiaba a otras iglesias. Sin embargo, posteriormente, cambió su modo de pensar sobre este punto, y construyó un claustro y una majestuosa iglesia adornada con pilares de mármol, y la dotó de cálices de plata, ricos ornamentos; además compró libros para la biblioteca. En breve tuvo muchos religiosos bajo su dirección. Al mismo tiempo, llevaba al cabo la inspección general de todos los monasterios de Provenza, Languedoc y Gascuña, y llegó a ser, con el tiempo, el director y supervisor de todos los monasterios del imperio; reformó a muchos con tan buen tino, que no encontró gran oposición. El que principalmente recibió su influencia fue el monasterio de Gellone, fundado por San Guillermo de Aquitania en 804. Para tenerlo a la mano, el emperador Luis el Piadoso obligó a Benito primero a habitar en la abadía de Maurmünster, en Alsacia, y después, como todavía quería tenerlo más cerca, construyó un monasterio en el Inde, conocido más tarde como Cornelimünster, a unos 11 kilómetros de Aquisgrán, residencia del emperador y su corte. Benito vivió en el monasterio, pero continuó ayudando a la restauración de la observancia monástica por toda Francia y Alemania. A él se debe principalmente, la redacción de los cánones para la reforma de los monjes del concilio de Aquisgrán en 817. En ese mismo año presidió la asamblea de abades para poner en vigor el restablecimiento de la disciplina. Su estatutos, los Capitula de Aquisgrán, fueron añadidos a la regla de San Benito e impuestos a todos los monjes del imperio. Benito también escribió el "Codex Regularum" (Código de Reglas), una colección de todas las reglas monásticas existentes en su tiempo; compiló asimismo un libro de homilías para uso de los monjes, sacado de las obras de los Padres de la Iglesia; pero su obra más importante fue la "Concordia Regularum," la "Concordancia de Reglas," en la cual compara las reglas de San Benito de Nursia con las de otros patriarcas de la observancia monástica para mostrar su semejanza. Este gran restaurador del monasticismo en el occidente, agotado por las mortificaciones y fatigas, sufrió mucho de continuas enfermedades en sus últimos días. En 821 murió tranquilamente, en Inde, a la edad de setenta y un años. Grande como era la energía e influencia de San Benito de Aniane, hay que admitir que su plan para una revolución pacífica de la vida monástica no pudo ser llevado al cabo como él había proyectado. De acuerdo con Edmund Bishop, la idea que tenía Benito y su patrono, el emperador Luis, era ésta: Todas las casas habían de reducirse a una uniformidad absoluta de disciplinas, observancia, y aun hábito, de acuerdo con el modelo de Inde; se nombrarían visitadores para que vigilaran la observancia de la regla según las constituciones. El nuevo plan sería lanzado en la asamblea de abades en Aquisgrán en 817. "Pero planear es una cosa," el Sr. Bishop agrega, "y llevar al cabo es otra. Es claro que en la asamblea general de abades, Benito, respaldado como estaba por el emperador para conservar la paz y poder llevar a cabo reformas substanciales, tuvo que renunciar a muchos detalles de observancia que él estimaba mucho. Parece que esto mismo afirma su biógrafo y amigo Ardo, quien había observado todo personalmente. Sin embargo, los decretos de esta asamblea, de la cual era Benito al mismo tiempo autor, alma y vida fueron un punto decisivo en la historia de los benedictinos, porque éstos formaron la base de la legislación y práctica posterior. Después del gran fundador, Benito de Nursia, ningún otro hombre ha influido tanto en el monasticismo occidental como lo hizo el segundo Benito, el de Aniane." ("Liturgia Histórica," 1918, pp. 212-213). Pocos de los entendidos en esta materia tienen tanto derecho para opinar sobre la historia monástica del siglo nueve, como Edmud Bishop. Estas palabras suyas forman un tributo notable a la obra que el gran reformador monástico llevó al cabo; pero, como ha señalado Dom David Knowles, su influencia fue bastante diferente de la de Benito de Nursia: "Benito de Aniane nunca fue un guía espiritual para monjes." ¡ Felicidades a quienes lleven este nombre!

Humbelina, Beata

Abadessa

Humbelina, Beata

Humbelina, Beata

Martirologio Romano: En el monasterio de July, en la región de Troyes, en Francia, beata Humbelina, priora, la cual, convertida por su hermano san Bernardo de una vida mundana, con el consentimiento de su marido abrazó la vida monástica (1136). Etimología: Humbelinda = Aquella que guía a los suyos, es de origen germánico. Fecha de beatificación: Culto confirmado por el Papa Clemente XIII el año 1763. Modernamente, para crecer como persona creyente, es muy importante adherirse a un grupo. Este te ayuda mucho a madurar en tu camino de fe, y te alienta cuando te hace falta. Todos necesitamos sentirnos seres vivos. Y el grupo te impulsa justamente a eso.´Fue una religiosa del siglo XII. Su familia vivía tan profundamente la vida cristiana que todos fueron religiosos o religiosas. Cuando detrás, en el fondo y enfrente de una persona se encuentra una familia a carta cabal, es normal que en ese ambiente reine la concordia y el afán por escalar la meta más importante de esta vida: la santidad. Al hablar un día con su padre acerca de su vocación religiosa, éste le dijo: Mira la nieve que hay sobre el Monte Jura. Es muy bella la panorámica. Es cierto. Pero lo que más importa es que esa nieve se convertirá en el agua que riegue estas tierras. Sin ella, todo sería u desierto en el que no crece nada. Los monjes encerrados en los monasterios parecen inútiles, pero son la fuente de la que mana el bien espiritual para todos los demás. Otra vez preguntaba Humbelina: ¿Cómo servir mejor a Dios? Entonces habló con prudencia y alegría a su marido acerca de su propósito de meterse a monja.
Y sin dudarlo mucho, se marchó al convento de Jully, en que ya estaban su cuñada Isabel y su sobrina Adelina. A la muerte de Isabel, fue ella quien ocupó el cargo de abadesa del monasterio. Había una sana competición. La más sana que existe: luchar por ver quién es mejor y más santo o santa.
Su hermano san Bernardo le dijo un día que preveía que iba a ser santa. Cuando le llegó el momento final, fueron sus hermanos a verla pasar a la casa del padre. Su culto fue confirmado en 1763. ¡Felicidades a quien lleve este nombre! Comentarios al P. Felipe Santos:
fsantossdb@hotmail.com

Tomás Hemmeford,

Jacobo Fenn, Juan Nutter  e Juan Munden, companheiros, Beatos

Presbíteros e Mártires

Tomás Hemmeford y compañeros, Beatos

Tomás Hemmeford y compañeros, Beatos

Martirologio Romano: En Londres, en Inglaterra, beatos mártires Tomás Hemmeford, Jacobo Fenn, Juan Nutter y Juan Munden, presbíteros, que, por fidelidad a la Iglesia romana y ante la pretensión de la reina Isabel I de atribuirse el primado en lo espiritual, fueron condenados a muerte, y descuartizados mientras aún respiraban (1584). Fecha de beatificación: 15 de diciembre de 1929 por el Papa Pío XI.  Tomás Hemmeford nació en Dorsetshire (hoy Dorset), un contado de Inglaterra. Estudió en Oxford y, convertido al catolicismo, fue a culminar sus estudios religiosos en el Colegio Inglés en Roma. Ordenado sacerdote en 1583 retornó a su patria. Jacobo Fenn nació en Montacute, Inglaterra. Hizo sus estudios en el internado del Corpus Christi College y en el Gloucester Hall de la Universidad de Oxford. Se casó y fue profesor. Luego de enviudar, ingresó al colegio inglés en Reims (Francia) emprendiendo estudios religiosos, se ordenó de sacerdote en 1580. Juan Nutter hermano del beato Robert Nutter, nació en Burnley, Inglaterra. Estudió en el Saint John´s College de Cambridge, pero para continuar sus estudios religiosos se cambió al colegio inglés en Reims (Francia). Fue ordenado sacerdote en 1581. Juan Munden nació en Coltley, Inglaterra, estudió en el New College de Oxford, y sus estudios religiosos los sigue en el colegio inglés en Reims (Francia). Fue ordenado sacerdote en 1582. Sus normales vidas sacerdotales tuvieron contexto dentro de la trágica persecución perpetrada contra la Iglesia Católica por los monarcas británicos. En aquel período la reina Isabel I, quien deseaba se reconociera su supremacía incluso en el ámbito espiritual, condenó a la muerte a muchos católicos por su fidelidad al Romano Pontífice, entre ellos a los jesuitas Tomás Hemmeford, Jacobo Fenn, Juan Nutter y Juan Munden, junto a Jorge Haydock, sacerdote del vicariato apostólico de Inglaterra (este último beatificado el 22 de noviembre de 1987 por el Papa Juan Pablo II). Todos ellos fueron descuartizados vivos en Tyburn, cerca de Londres, el 12 de febrero de 1584. Estos mártires fueron beatificados el 15 de diciembre de 1929 por el Papa Pío XI, y desde ese día el Martirologió Romano conmemora el día de hoy su nacimiento al reino de los cielos. responsable de la traducción: Xavier Villalta

Ludano, Santo

Peregrino

Ludano, Santo

Ludano, Santo

Martirologio Romano: En Northeim, en Alsacia, junto al río Ill, san Ludano, oriundo de Escocia, que descansó en el Señor mientras peregrinaba al sepulcro de los santos apóstoles (1202). ¿Qué buscaba Ludano, hijo del príncipe Hildebold, cuyo nombre encontramos en la abadía alsaciana de Andlau, para venir a morir, el 12 de febrero de 1202, en Nordhouse, a pocos kilómetros de la iglesia de San Jorge?. Había dejado su lejana patria, la Escocia, después de haberse consagrado al servicio de los enfermos y haber construido hospitales y orfanatos. Al final de sus días, abandonando el cansancio invasor sobre las pistas guijarrosas de los campiñas, pobre y mendigo como tantos otros, había surcado Europa de Santiago a Roma, luego siguió sin duda hasta Jerusalén. De regreso de esta larga peregrinación, se recuesta, agotado, bajo un tilo, no lejos del pueblo Nartz (hoy Nordhouse) para morir allí. La tradición oral cuenta que un ángel descendió del cielo y en aquella nevada soledad le dio el Santo Viático, el cuerpo de Cristo resucitado (el hecho está representado en un cuadro del siglo XVIII existente en el coro de la iglesia de San Ludano). Entonces –según esa antigua tradición– las campanas de las iglesias cercanas comenzaron a moverse para tocar el tañido fúnebre. Los habitantes de la zona acudieron en muchedumbre a rodear el cuerpo. Los sacerdotes de las dos parroquias existentes en aquel entonces en Nordhouse: San Martín y San Miguel, pugnaban por el derecho de darle sepultura, ya que entre los documentos que portaba habían descubierto su origen principesco. El abad de la célebre abadía de Ebersmunster arbitró en el conflicto y aconsejó atar el cuerpo en un carro llevado por un caballo indómito, y que sea este quien lleve al santo al lugar de su sepultura. El caballo se detuvo en Scheerkirche, a orillas del río del mismo nombre, el lugar hoy es conocido bajo el nombre de Saint Ludan. Muchos de los detalles narrados tal vez sean folclóricos, o más bien convencionales, pero no son nada improbables, coinciden perfectamente con la manera de vivir la fe en esos siglos, donde encontramos profusos ejemplos de gente de buena cuna que profundiza en la piedad poniéndose al servicio de los pobres, e incluso más de uno llegó a dejarlo literalmente todo, en busca de una mayor radicalidad de vida en Dios... ¡es la misma época del Pobre de Asís!. responsable de la traducción: Xavier Villalta

Melécio de Antioquia, Santo

Bispo

Melecio de Antioquía, Santo

Melécio de Antioquia, Santo

Martirologio Romano: Conmemoración de san Melecio, obispo de Antioquía, que, por defender la fe de Nicea, fue exiliado varias veces y falleció mientras presidía el primer Concilio Ecuménico de Constantinopla. San Gregorio de Nisa y san Juan Crisóstomo exaltaron su figura (381). San Melecio de Antioquía (Meletius, Melétios, en griego, Μελέτιος) fue un eclesiástico griego del siglo IV nacido en Melitene en una familia destacada de la que heredó una hacienda en Armenia Menor y que fallecío en el año 381. Por su buen carácter adquirió una gran reputación, y cuando Eustaquio fue depuesto como obispo de Sebaste en el concilio de Melitene el año 357, ocupó su lugar; el lugar era conflictivo y renunció, retirándose a Berea (Alepo) de donde supuestamente fue obispo y se decantó a favor de los arrianos y suscribió probablemente la confesión de fe de Ariminio, y la de los acacianos en Seleucia el año 359 bajo influencia de los cuales fue nombrado obispo (arzobispo) de Antioquía en el año 360 o 361. Durante un tiempo intentó contentar a todo el mundo, con un lenguaje ambiguo, pero progresivamente regresó a una plena comunión con la Iglesia. Fue llamado por el emperador Constancio II quien ordenó a varios prelados que explicaran el texto del Libro de los Proverbios: «Diome Yavé el ser en el principio de sus caminos» (8,22-23). Habiendo recibido ya a Jorge de Laodicea y Acacio de Cesarea y habían dado explicaciones más o menos heterodoxas, sin embargo, Melecio lo expuso con sentido católico; los arrianos le acusaron entonces de sabelianismo y convencieron al emperador de que lo depusiera y desterrara, cosa que hizo y Melecio fue desterrado a Melitene; Euzoius, (quien anteriormente había sido expulsado de la Iglesia por san Alejandro, arzobispo de Alejandría), fue nombrado para ocupar el obispado que el destierro habia dejado bacante (hacia el año 361). Esto produjo un cisma, aunque el inicio real de este fue el destiero de san Eustaquio en el año 330. Al llegar Juliano al trono el año 362, Melecio pudo regresar a Antioquía y trató de reconciliar a las partes, cosa que parecía más fácil después de la muerte de Eustaquio, pero el ordenamiento de Paulino como obispo de la Iglesia en Antioquía, lo hizo imposible; mientras los arrianos conservaban muchas iglesias y los católicos tan sólo tenían dos. Valente las privó de estas y Melecio fue nuevamente desterrado (hacia 365). En su ausencia, los católicos fueron dirigidos por Flaviano y Teodoro. En 378, a la muerte de Valente, Melecio fue llamado otra vez, pero el edicto de Graciano que permitía volver a los exiliados hizo volver también a Doroteo, el obispo arriano sucesor de Euzoius, quien ocupó el arzobispado pero al cabo de un tiempo le fue devuelto a Melecio; sin embargo, aún estaba activo su rival Paulino, que no se avino a las propuestas que se le hicieron. En 381, se reunió en Constantinopla el segundo Concilio Ecuménico, y san Melecio lo presidió. Estando el Concilio en sesiones, la muerte se llevó a este obispo, que tanta paciencia tuvo en el sufrimiento. La noticia de su muerte fue recibida con gran dolor de los Padres conciliares y del emperador Teodosio, quien le había dado la bienvenida a la ciudad imperial con una gran demostración de afecto, «como un hijo que saluda a un padre por mucho tiempo ausente». Con su humildad evangélica, Melecio se había hecho querer por todos los que lo conocieron. Crisóstomo nos dice que su nombre era tan venerado, que la gente en Antioquía escogía este nombre para sus hijos; grababan su imagen en sus sellos y en su vajilla y la esculpían sobre sus casas. Todos los Padres del Concilio y los fieles de la ciudad asistieron a sus funerales en Constantinopla. Uno de los prelados más eminentes, san Gregorio de Nisa, pronunció la oración fúnebre. En ella hace referencia a «la dulce y tranquila mirada, radiante sonrisa y bondadosa mano que secundaba a su apacible voz»; y termina con las palabras, «Ahora él ve a Dios cara a cara, ruega por nosotros y por la ignorancia del pueblo». Cinco años más tarde, san Juan Crisóstomo, a quien san Melecio había ordenado diácono, pronunció un panegírico el 12 de febrero, el día de su muerte o de su traslación a Antioquía. Todavía existen los panegíricos escritos por san Gregorio de Nisa y san Juan Crisóstomo. Bibliografía: Vidas de los santos, Alban Butler

Saturnino e companheiros mártires de Abitinia, Santos

Mártires

Saturnino y compañeros mártires de Abitinia, Santos

Saturnino e companheiros mártires de Abitinia, Santos

Martirologio Romano: En Cartago, ciudad de África, conmemoración de los santos mártires de Abitinia (en Túnez), que durante la persecución bajo el emperador Diocleciano, por haberse reunido para celebrar la eucaristía dominical en contra de lo establecido por la autoridad, fueron apresados por los magistrados de la colonia y los soldados de guardia. Conducidos a Cartago e interrogados por el procónsul Anulino, a pesar de los tormentos confesaron su fe cristiana y la imposibilidad de renunciar a la celebración del sacrificio del Señor, derramando su sangre en lugares y momentos distintos (304)
Nombres de los mártires: Santos Saturnino, presbítero, con cuatro hijos: Saturnino hijo y Félix, lectores, y María e Hilarión, aún niño; Dativo o Sanator, Félix, otro Félix, Emerito y Ampelio, lectores; Rogaciano, Quinto, Maximiano o Máximo, Telica o Tacelita, otro Rogaciano, Rogato, Januario, Casiano, Victoriano, Vicente, Ceciliano, Restituta, Prima, Eva, otro Rogaciano, Givalio, Rogato, Pomponia, Januaria, Saturnina, Martín, Clautos, Félix junior, Margarita, Mayor, Honorata, Victorino, Pelusio, Fausto, Daciano, Matrona, Cecilia, Victoria, Berectina, virgen cartaginesa, Secunda, Matrona y Januaria

El emperador Diocleciano había amenazado con la muerte a los cristianos que no entregaran las Sagradas Escrituras para ser quemadas. Hacía un año que esta persecución no daba tregua a los cristianos del África y ya muchos habían traicionado su fe por temor al martirio, y muchos más la habían defendido con su sangre. En Abitinia, una ciudad de África proconsular, Saturnino, un sacerdote cristiano, estaba celebrando undomingo los sagrados misterios, cuando los magistrados con sus guardias cayeron sobre los cristianos y aprehendieron a cuarenta y nueve hombres y mujeres. Entre ellos estaba el sacerdote Saturnino con sus cuatro hijos: Saturnino el joven y Félix, que eran lectores, María, que se había consagrado a Dios y el pequeño Hilarión. Además de estos constan los nombres de Dativo y otro Félix, que eran senadores; Telica, Emérito, Ampelio, Rogaciano y Victoria. Dativo y Saturnino encabezaban la procesión de los cautivos hacia el tribunal. Cuando los magistrados los interrogaron, confesaron su fe tan resueltamente, que los mismos jueces aplaudieron su valor. Esto compensó la apostasía de Fundano, obispo de Abitinia, quien poco antes entregara los Libros Sagrados para que los quemaran, aunque el acto no llegó a consumarse, porque, según se afirma, un repentino aguacero extinguió las llamas. Los prisioneros arrestados en Abitinia fueron encadenados y enviados a Cartago, lugar de residencia del procónsul, y durante su viaje iban cantando himnos y salmos a Dios, alabando su nombre y dándole gracias. El procónsul examinó primero al senador Dativo, preguntándole quién y que era y si había asistido a la asamblea de los cristianos. Respondió que era cristiano y profesaba su culto. El procónsul preguntó quién presidía estas reuniones y en casa de quién tenían lugar las mismas, pero sin esperar la respuesta, ordenó que pusieran a Dativo en el potro para hacerlo confesar. Cuando le preguntaron a Telica quién era el promotor de todo, respondió inmediatamente, «el santo sacerdote Saturnino y todos nosotros con él». Emérito confesó abiertamente que las reuniones tenían lugar en su casa. Por lo que se refería a la acusación de las Sagradas Escrituras que guardaba allí, respondió que él las conservaba en su corazón. A pesar de los tormentos, todos y cada uno confesaron ser cristianos y haber estado presentes los domingos en las «colectas», o sea en la celebración de la liturgia. Las mujeres fueron tan valientes como los hombres para soportar el sufrimiento y proclamar a Cristo. Una joven llamada Victoria se distinguió particularmente. Cuando era muy jovencita se había convertido y consagrado al Señor, aunque sus padres paganos habían insistido en desposarla con un joven de la nobleza. Para escapar de él, saltó por una ventana el día de su boda. Escapó ilesa y se refugió en una iglesia, donde se consagró a Dios. El procónsul, en consideración a su alta dignidad y por su hermano que era pagano, trató vivamente de inducirla a renunciar de su fe, pero ella persistió repitiendo, «soy cristiana». Su hermano Fortunato se encargó de defenderla y trató de probar que estaba loca y que los cristianos la habían embaucado para atraerla a sus creencias; pero Victoria, temiendo perder la corona del martirio, puso en claro que estaba cuerda, respondiendo muy sensatamente a sus preguntas; con lo cual expresó que había elegido ser cristiana por su propia voluntad. Al preguntarle si deseaba volver con su hermano, dijo que no podía reconocer ningún parentesco con los que no guardaban la ley de Dios. San Saturnino y todos sus hijos confesaron noblemente su fe, incluyendo a Hilarión, que apenas tendría unos cuatro años. «Soy cristiano», dijo, «He ido a las "colectas". Fui porque quise, nadie me obligó a ir». El juez, que le tenía compasión, trató de asustarlo con castigos infantiles, pero el niño sólo se reía. Entonces el gobernador dijo, «te cortaré la nariz y las orejas». Hilarión respondió: «puede usted hacerlo, pero de todos modos soy cristiano». Cuando el procónsul ordenó que los llevaran nuevamente a la prisión, Hilarión exclamó junto con todos, «gracias a Dios». Parece que todos murieron en la prisión, ya sea por la prolongada estancia o por los tormentos y penalidades que habían sufrido.

 

92723 > Sant' Antonio Cauleas Patriarca di Costantinopoli 12 febbraio MR


91387 > San Benedetto d'Aniane 12 febbraio MR


90999 > San Benedetto Revelli Vescovo di Albenga 12 febbraio


40550 > San Damiano d'Africa Martire 12 febbraio


91783 > San Damiano di Roma Martire 12 febbraio


92095 > Beato Giorgio Haydock Sacerdote e martire 12 febbraio


92107 > San Goslino (Gozzelino) Abate di S. Solutore 12 febbraio


40640 > San Ludano 12 febbraio MR


92140 > Santi Martiri di Abitina 12 febbraio MR


92499 > San Melezio di Antiochia Vescovo 12 febbraio MR


92836 > Beata Ombelina Badessa 12 febbraio MR


91717 > Beato Paolo da Barletta Religioso Agostiniano 12 febbraio


92849 > Beati Tommaso Hemmerford, Giacomo Fenn, Giovanni Nutter e Giovanni Munden Sacerdoti e martiri 12 febbraio MR

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”




  • Tero1 - Cpia
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas,
  • (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
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  • António Fonseca