OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

Imagens e Frases de Natal Religioso

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Blogs católicos

Voz da Igreja +


O Papa que desce

Posted: 12 Feb 2013 05:23 AM PST

Nesta manhã nublada de uma Roma enternecida

Por que não ficas conosco, mais um pouco, a nos guiar à Verdade sem ocaso da Fé?


No ano da Fé, deixa-nos, então?

Não celebrarás conosco o amanhecer de uma Igreja restaurada por tua palavra

e banhada com o sangue de teu silencioso martírio?

O Trono, a glória, os suíços... – Todo o teu temporal não são capazes de te prender por entre os mármores de Pedro?

Sobre ti estão os olhares da humanidade,
e tu recusas o poder?


Como novo Celestino entendes a hora de descer e,
Livremente desces.

Como Bento, no nome e na graça, preferes o recolhimento na oração às glórias deste mundo, até a partida definitiva.

É próprio de quem é Grande, a descida.

Só os Grandes descem.

Com nobreza queres entregar o leme da Igreja a outro.

Reconhecendo tua fraqueza, renuncias.

Reconhecemos tua força e bradamos:

“Viva o Papa”!
O Papa que desce!

Que desce com tanta dignidade que é mais uma subida,
Que descida.

Mais demonstração de Força,
Que fraqueza.

Ó vós que sentis com a Igreja,
Olhai o papa que desce!

Que desce para o Alto!

E hoje mais do que nunca,
Em honra do Grande, do Forte e do Magno
Brademos juntos,

Mais uma vez:
Viva o Papa que desce para o Alto!

Viva Bento XVI!

Pe. Marcélo Tenório ('Da Mihi Animas')

***********************

Caritas in Veritate


Mensagem de D. António Couto para a Quaresma

Posted: 12 Feb 2013 06:00 AM PST

RESPONDER AO AMOR DE DEUS
Mensagem para esta Quaresma

1. Na sua mensagem para esta Quaresma, vivida em pleno Ano da Fé, o Papa Bento XVI convida-nos a entrelaçar a fé e o amor. Assim: é de Deus a iniciativa de vir amorosamente ao nosso encontro (Dei Verbum, n.os 2 e 21), e é dele o primeiro movimento de amor em relação a nós (1Jo 4,10 e 19), quando em nós nada havia de amável (Rom 5,8). Portanto, diz bem o Apóstolo: «o amor vem de Deus» (1Jo 4,7a).

2. A este Deus que toma a iniciativa de vir ao nosso encontro por amor, e a nós se entrega por amor, só nos compete responder pela fé, que é a nossa entrega pessoal a Deus, implicando todas as nossas energias, faculdades e capacidades, também o nosso amor (Dei Verbum, n.º 5), que o amor primeiro de Deus em nós faz nascer. É outra vez verdade o que diz o Apóstolo: «Quem ama, nasceu de Deus» (João 4,7b). E é assim também que a nossa fé é verificada pelo amor.

3. Mas como Deus não veio apenas ao meu encontro para só a mim se entregar por amor e só em mim fazer nascer o amor, mas veio ao encontro de todos e a todos se entregou por amor, então a minha fé é verificada pelo meu amor a Deus e a todos os meus irmãos amados por Deus. Diz bem outra vez o Apóstolo: «Quem não ama o seu irmão, que bem vê, não pode amar a Deus, que não vê» (João 4,20).

4. E o Apóstolo insiste em pôr diante dos nossos olhos esta chave de verificação: «Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama, permanece na morte» (1 João 3,14). A verdadeira morte não é então o termo da vida, mas aquilo que, desde o princípio, impede de nascer: o não acolhimento do Deus que vem por amor, para, por amor, fazer nascer em nós o amor e novas e impensáveis pautas de fraternidade.

5. Sim, então o amor ou a caridade não cabe, longe disso, naquilo que habitualmente designamos por solidariedade ou ajuda humanitária. O amor ou a caridade desborda sempre dessas realidades, e impele-nos ao anúncio do Evangelho, que é mostrar Deus que vem por amor ao nosso encontro, para nos servir o amor e fazer nascer em nós, como resposta, o serviço humilde, próximo e dedicado do amor.

6. Por isso, o tempo da Quaresma é um tempo diferente. Não é o tempo segmentado de chrónos, em que se sucedem os dias e as horas, mas um tempo novo e insuspeitado, que a Bíblia chama kairós, que se mede, não pela quantidade, mas pela qualidade, não pelo que passa, mas pela plenitude: trata-se da enchente da Palavra de Deus que, inundando a nossa vida, reclama a nossa resposta amante e transforma a nossa vida.

7. Um visitante estrangeiro foi visitar o famoso rabino polaco Hofez Chaim, e ficou espantado quando viu que a casa do rabino era apenas um simples quarto cheio de livros, e os únicos móveis eram uma mesa e um pequeno banco. «Mestre, onde estão os teus móveis?», perguntou o visitante. «E os teus onde estão?», retorquiu o rabino. «Os meus? Mas eu sou um visitante; estou aqui apenas de passagem», respondeu o visitante. «Também eu», retorquiu o rabino.

8. Sim, convenhamos que acabámos de assistir a uma eloquente lição de «renúncia» aos bens terrenos. Mas facilmente nos apercebemos que o termo «renúncia», hoje, nesta cultura de «Laodiceia» em que vivemos, e que obedece ao refrão «sou rico, enriqueci, e não preciso de nada» (Apocalipse 3,17), está claramente fora de moda e resulta incompreensível. «Deixar é perder», repetem tranquilamente os maus mestres.

9. Mas o Mestre mesmo, que é Jesus, ensina-nos a «renunciar» às coisas e até a nós mesmos, às nossas gorduras materiais e espirituais. «Renunciar» é «dizer não». Aos pesos que atrapalham a suavidade e a leveza que nos configuram ao Mestre (Mateus 11,28-30). A Quaresma é este tempo novo, não nosso, de fazer um verdadeiro jejum na nossa vida. Jejuar não é deixar de comer hoje, para comer amanhã. De nada nos valeria. Jejuar é olhar para a nossa vida, para a nossa casa e para a nossa mesa, até perceber que tudo é dom de Deus, não apenas para mim, mas para todos os seus filhos e meus irmãos, e, agir em consequência, partilhando com todos a minha vida, a minha casa, a minha mesa.

10. Apelo, portanto, a todos os irmãos e irmãs que Deus me deu nesta querida Diocese de Lamego a que, nesta Quaresma, deixemos a enxurrada da Palavra de Deus tomar conta da nossa vida. No meio da enxurrada, perceberemos logo que não salvaremos muitas coisas, e que aquilo que mais queremos encontrar é uma mão segura que nos ajude a salvar a nossa vida.

11. Aí está o tempo santo da Quaresma. Já estamos a sentir a mão de Deus (Isaías 41,13; 42,6; 45,1; Jeremias 31,32). Demos também a nossa mão aos nossos irmãos mais necessitados. Por isso e para isso, proponho que façamos um verdadeiro caminho de «renúncia» quaresmal. Como já fizemos o ano passado, convido-vos a olhar por e para os nossos irmãos de perto e de longe. Vamos destinar uma parte da nossa «renúncia» quaresmal para o fundo solidário diocesano, para aliviar as dores dos nossos irmãos de perto que precisem da nossa ajuda. Olhando para os nossos irmãos de longe, vamos destinar outra parte do contributo da nossa caridade para as missões dos Padres Vicentinos espalhadas pelas zonas de Chókwe e Caniçado, no Vale do Rio Limpopo, Moçambique, grandemente devastadas pelas cheias, que ali provocaram dezenas de mortos e mais de 100 mil desalojados, e que deixam as populações pobres à mercê da fome e de doenças várias, como a cólera e a malária. A finalidade da nossa Renúncia Quaresmal será anunciada em todas as Igrejas da nossa Diocese no Domingo I da Quaresma, realizando-se a Coleta no Domingo de Ramos na Paixão do Senhor.

12. Com a ternura de Jesus Cristo, saúdo todas as crianças, jovens, adultos e idosos, catequistas, acólitos, leitores, escuteiros, cantores, ministros da comunhão, membros de todas as associações e movimentos, departamentos e serviços, todos os nossos seminaristas, todos os consagrados, todos os diáconos e sacerdotes que habitam e servem a nossa Diocese de Lamego ou estão ao serviço de outras Igrejas. Saúdo com particular afeto todos os doentes, carenciados e desempregados, e as famílias que atravessam dificuldades. Uma saudação especial aos nossos emigrantes.

Na certeza da minha oração e comunhão convosco,

a todos vos abraça o vosso bispo António.

Lamego, 11 de fevereiro de 2013

A Palavra de Deus e as tradições...

Posted: 12 Feb 2013 02:09 AM PST

Reuniu-se à volta de Jesus um grupo de fariseus e alguns escribas que tinham vindo de Jerusalém. Viram que alguns dos discípulos de Jesus comiam com as mãos impuras, isto é, sem as lavar. – Na verdade, os fariseus e os judeus em geral só comem depois de lavar cuidadosamente as mãos, conforme a tradição dos antigos. Ao voltarem da praça pública, não comem sem antes se terem lavado. E seguem muitos outros costumes a que se prenderam por tradição, como lavar os copos, os jarros e as vasilhas de cobre –. Os fariseus e os escribas perguntaram a Jesus:«Porque não seguem os teus discípulos a tradição dos antigos, e comem sem lavar as mãos?». Jesus respondeu-lhes: «Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: ‘Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim. É vão o culto que Me prestam, e as doutrinas que ensinam não passam de preceitos humanos’. Vós deixais de lado o mandamento de Deus, para vos prenderdes à tradição dos homens». Jesus acrescentou: «Sabeis muito bem desprezar o mandamento de Deus, para observar a vossa tradição. Porque Moisés disse: ‘Honra teu pai e tua mãe’; e ainda: ‘Quem amaldiçoar o seu pai ou a sua mãe deve morrer’. Mas vós dizeis que se alguém tiver bens para ajudar os seus pais necessitados, mas declarar esses bens como oferta sagrada, nesse caso fica dispensado de ajudar o pai ou a mãe. Deste modo anulais a palavra de Deus com a tradição que transmitis. E fazeis muitas coisas deste género» (Mc 7, 1-13).

No diálogo/confronto com os fariseus, Jesus coloca a prioridade na conversão interior, na prática da caridade, na justiça, na generosidade para com o semelhante. Os fariseus interrogam Jesus pelo facto dos seus discípulos não lavarem as mãos antes da refeição. Tratava-se não apenas de higiene, mas de uma tradição religiosa. Jesus não perde a oportunidade para nos recentrar no essencial. As tradições podem ser e são importantes na medida em que nos aproximam dos outros e não podem servir de desculpa ou de justificação para não ajudarmos os outros. Pelo contrário, as tradições só são defensáveis se contribuem para a prárica do bem.

Dests modo, Jesus dá prioridade ao tratamento afável com o semelhante, ainda que algum costume não seja rigorosamente cumprido...

**********************

PELA POSITIVA


Mensagem do Papa para a Quaresma de 2003

Posted: 12 Feb 2013 08:30 PM PST

Crer na Caridade suscita Caridade

(...)

«Enquanto dom e resposta, a fé faz-nos conhecer a verdade de Cristo como Amor encarnado e crucificado, adesão plena e perfeita à vontade do Pai e infinita misericórdia divina para com o próximo; a fé radica no coração e na mente a firme convicção de que precisamente este Amor é a única realidade vitoriosa sobre o mal e a morte. A fé convida-nos a olhar o futuro com a virtude da esperança, na expectativa confiante de que a vitória do amor de Cristo chegue à sua plenitude. Por sua vez, a caridade faz-nos entrar no amor de Deus manifestado em Cristo, faz-nos aderir de modo pessoal e existencial à doação total e sem reservas de Jesus ao Pai e aos irmãos. Infundindo em nós a caridade, o Espírito Santo torna-nos participantes da dedicação própria de Jesus: filial em relação a Deus e fraterna em relação a cada ser humano (cf. Rm 5, 5).»

(...)

Pode ler a Mensagem aqui

**********************

A Fé Explicada


******************

13-2-13

ANTONIO FONSECA

Histórico da Quaresma

Histórico da Quaresma

Nº 1560-1 - (44-13) - SANTOS DE CADA DIA - QUARTA-FEIRA DE CINZAS – 13 de Fevereiro de 2013

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1560

 

Bom

ANO D E 2 0 1 3


QUARTA-FEIRA DE CINZAS

************************************************************


Nº 1560-1 - (44-13)


Imagem3189

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»


I-Am-Posters

= E U  S O U =

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»«««««««««««««««««««««««««««««««««


Nº 1560-1 – (44-13)


#####################################
##################################### #####################################
 
QUARTA-FEIRA DE CINZAS
 
 

Mercoledì delle Ceneri

13 febbraio (celebrazione mobile)

Il mercoledì delle Ceneri, la cui liturgia è marcata storicamente dall’inizio della penitenza pubblica, che aveva luogo in questo giorno, e dall’intensificazione dell’istruzione dei catecumeni, che dovevano essere battezzati durante la Veglia pasquale, apre ora il tempo salutare della Quaresima.
Lo spirito comunitario di preghiera, di sincerità cristiana e di conversione al Signore, che proclamano i testi della Sacra Scrittura, si esprime simbolicamente nel rito della cenere sparsa sulle nostre teste, al quale noi ci sottomettiamo umilmente in risposta alla parola di Dio. Al di là del senso che queste usanze hanno avuto nella storia delle religioni, il cristiano le adotta in continuità con le pratiche espiatorie dell’Antico Testamento, come un “simbolo austero” del nostro cammino spirituale, lungo tutta la Quaresima, e per riconoscere che il nostro corpo, formato dalla polvere, ritornerà tale, come un sacrificio reso al Dio della vita in unione con la morte del suo Figlio Unigenito. È per questo che il mercoledì delle Ceneri, così come il resto della Quaresima, non ha senso di per sé, ma ci riporta all’evento della Risurrezione di Gesù, che noi celebriamo rinnovati interiormente e con la ferma speranza che i nostri corpi saranno trasformati come il suo.
Il rinnovamento pasquale è proclamato per tutta l’umanità dai credenti in Gesù Cristo, che, seguendo l’esempio del divino Maestro, praticano il digiuno dai beni e dalle seduzioni del mondo, che il Maligno ci presenta per farci cadere in tentazione. La riduzione del nutrimento del corpo è un segno eloquente della disponibilità del cristiano all’azione dello Spirito Santo e della nostra solidarietà con coloro che aspettano nella povertà la celebrazione dell’eterno e definitivo banchetto pasquale. Così dunque la rinuncia ad altri piaceri e soddisfazioni legittime completerà il quadro richiesto per il digiuno, trasformando questo periodo di grazia in un annuncio profetico di un nuovo mondo, riconciliato con il Signore.

Martirologio Romano: Giorno delle Ceneri e principio della santissima Quaresima: ecco i giorni della penitenza per la remissione dei peccati e la salvezza delle anime. Ecco il tempo adatto per la salita al monte santo della Pasqua.

Ascolta da RadioRai:

Quarta-feira de Cinzas: o início da Quaresma

13 de fevereiro 2013.

A imposição das cinzas nos recorda que nossa vida na terra é passageira e que nossa vida definitiva se encontra no Céu

Miércoles de Ceniza:  el inicio de la Cuaresma

Miércoles de Ceniza: el inicio de la Cuaresma

La imposición de las cenizas nos recuerda que nuestra vida en la tierra es pasajera y que nuestra vida definitiva se encuentra en el Cielo.
La Cuaresma comienza con el Miércoles de Ceniza y es un tiempo de oración, penitencia y ayuno. Cuarenta días que la Iglesia marca para la conversión del corazón.
Las palabras que se usan para la imposición de cenizas, son:

  • “Concédenos, Señor, el perdón y haznos pasar del pecado a la gracia y de la muerte a la vida”
  • “Recuerda que polvo eres y en polvo te convertirás"
  • “Arrepiéntete y cree en el Evangelio”.

    Origen de la costumbre
    Antiguamente los judíos acostumbraban cubrirse de ceniza cuando hacían algún sacrificio y los ninivitas también usaban la ceniza como signo de su deseo de conversión de su mala vida a una vida con Dios.
    En los primeros siglos de la Iglesia, las personas que querían recibir el Sacramento de la Reconciliación el Jueves Santo, se ponían ceniza en la cabeza y se presentaban ante la comunidad vestidos con un "hábito penitencial". Esto representaba su voluntad de convertirse.
    En el año 384 d.C., la Cuaresma adquirió un sentido penitencial para todos los cristianos y desde el siglo XI, la Iglesia de Roma acostumbra poner las cenizas al iniciar los 40 días de penitencia y conversión.


  • Las cenizas que se utilizan se obtienen quemando las palmas usadas el Domingo de Ramos de año anterior. Esto nos recuerda que lo que fue signo de gloria pronto se reduce a nada.
    También, fue usado el período de Cuaresma para preparar a los que iban a recibir el Bautismo la noche de Pascua, imitando a Cristo con sus 40 días de ayuno.
    La imposición de ceniza es una costumbre que nos recuerda que algún día vamos a morir y que nuestro cuerpo se va a convertir en polvo.Nos enseña que todo lo material que tengamos aquí se acaba. En cambio, todo el bien que tengamos en nuestra alma nos lo vamos a llevar a la eternidad. Al final de nuestra vida, sólo nos llevaremos aquello que hayamos hecho por Dios y por nuestros hermanos los hombres.
    Cuando el sacerdote nos pone la ceniza, debemos tener una actitud de querer mejorar, de querer tener amistad con Dios. La ceniza se le impone a los niños y a los adultos.
    Significado del carnaval al inicio de la Cuaresma
    La palabra carnaval significa adiós a la carne y su origen se remonta a los tiempos antiguos en los que por falta de métodos de refrigeración adecuados, los cristianos tenían la necesidad de acabar, antes de que empezara la Cuaresma, con todos los productos que no se podían consumir durante ese período (no sólo carne, sino también leche, huevo, etc.)
    Con este pretexto, en muchas localidades se organizaban el martes anterior al miércoles de ceniza, fiestas populares llamadas carnavales en los que se consumían todos los productos que se podrían echar a perder durante la cuaresma.
    Muy pronto empezó a degenerar el sentido del carnaval, convirtiéndose en un pretexto para organizar grandes comilonas y para realizar también todos los actos de los cuales se "arrepentirían" durante la cuaresma, enmarcados por una serie de festejos y desfiles en los que se exaltan los placeres de la carne de forma exagerada, tal como sigue sucediendo en la actualidad en los carnavales de algunas ciudades, como en Río de Janeiro o Nuevo Orleans.
    El ayuno y la abstinencia
    El miércoles de ceniza y el viernes santo son días de ayuno y abstinencia. La abstinencia obliga a partir de los 14 años y el ayuno de los 18 hasta los 59 años. El ayuno consiste hacer una sola comida fuerte al día y la abstinencia es no comer carne. Este es un modo de pedirle perdón a Dios por haberlo ofendido y decirle que queremos cambiar de vida para agradarlo siempre.
    La oración
    La oración en este tiempo es importante, ya que nos ayuda a estar más cerca de Dios para poder cambiar lo que necesitemos cambiar de nuestro interior. Necesitamos convertirnos, abandonando el pecado que nos aleja de Dios. Cambiar nuestra forma de vivir para que sea Dios el centro de nuestra vida. Sólo en la oración encontraremos el amor de Dios y la dulce y amorosa exigencia de su voluntad.
    Para que nuestra oración tenga frutos, debemos evitar lo siguiente:
    La hipocresía: Jesús no quiere que oremos para que los demás nos vean llamando la atención con nuestra actitud exterior. Lo que importa es nuestra actitud interior.
    La disipación: Esto quiere decir que hay que evitar las distracciones lo más posible. Preparar nuestra oración, el tiempo y el lugar donde se va a llevar a cabo para podernos poner en presencia de Dios.
    La multitud de palabras: Esto quiere decir que no se trata de hablar mucho o repetir oraciones de memoria sino de escuchar a Dios. La oración es conformarnos con Él; nuestros deseos, nuestras intenciones y nuestras necesidades. Por eso no necesitamos decirle muchas cosas. La sinceridad que usemos debe salir de lo profundo de nuestro corazón porque a Dios no se le puede engañar.
    El sacrificio
    Al hacer sacrificios (cuyo significado es "hacer sagradas las cosas"), debemos hacerlos con alegría, ya que es por amor a Dios. Si no lo hacemos así, causaremos lástima y compasión y perderemos la recompensa de la felicidad eterna. Dios es el que ve nuestro sacrificio desde el cielo y es el que nos va a recompensar.“Cuando ayunéis no aparezcáis tristes, como los hipócritas que desfiguran su rostro para que los hombres vean que ayunan; en verdad os digo, ya recibieron su recompensa. Tú cuando ayunes, úngete la cabeza y lava tu cara para que no vean los hombres que ayunas, sino Tu Padre, que está en lo secreto: y tu padre que ve en lo secreto, te recompensará. “ (Mt 6,6)”
    Conclusión
    Como vemos, la ceniza no es un rito mágico, no nos quita nuestros pecados, para ello tenemos el Sacramento de la Reconciliación. Es un signo de arrepentimiento, de penitencia, pero sobre todo de conversión. Es el inicio del camino de la Cuaresma, para acompañar a Jesús desde su desierto hasta el día de su triunfo que es el Domingo de Resurrección.
    Debe ser un tiempo de reflexión de nuestra vida, de entender a donde vamos, de analizar como es nuestro comportamiento con nuestra familia y en general con todos los seres que nos rodean.
    En estos momentos al reflexionar sobre nuestra vida, debemos convertirla de ahora en adelante en un seguimiento a Jesús, profundizando en su mensaje de amor y acercándonos en esta Cuaresma al Sacramento de la Reconciliación (también llamado confesión), que como su nombre mismo nos dice, representa reconciliarnos con Dios y sin reconciliarnos con Dios y convertirnos internamente, no podremos seguirle adecuadamente.
    Está Reconciliación con Dios está integrada por el Arrepentimiento, la Confesión de nuestros pecados, la Penitencia y finalmente la Conversión.
    El arrepentimiento debe ser sincero, reconocer que las faltas que hemos cometido (como decimos en el Yo Pecador: en pensamiento, palabra, obra y omisión), no las debimos realizar y que tenemos el firme propósito de no volverlas a cometer.
    La confesión de nuestros pecados.- el arrepentimiento de nuestras faltas, por sí mismo no las borra, sino que necesitamos para ello la gracia de Dios, la cual llega a nosotros por la absolución de nuestros pecados expresada por el sacerdote en la confesión.
    La penitencia que debemos cumplir empieza desde luego por la que nos imponga el sacerdote en el Sacramento de la Reconciliación, pero debemos continuar con la oración, que es la comunicación íntima con Dios, con el ayuno, que además del que manda la Iglesia en determinados días, es la renuncia voluntaria a diferentes satisfactores con la intención de agradar a Dios y con la caridad hacia el prójimo.
    Y finalmente la Conversión que como hemos dicho es ir hacia delante, es el seguimiento a Jesús.
    Es un tiempo de pedir perdón a Dios y a nuestro prójimo, pero es también un tiempo de perdonar a todos los que de alguna forma nos han ofendido o nos han hecho algún daño. Pero debemos perdonar antes y sin necesidad de que nadie nos pida perdón, recordemos como decimos en el Padre Nuestro, muchas veces repitiéndolo sin meditar en su significado, que debemos pedir perdón a nuestro Padre, pero antes tenemos que haber perdonado sinceramente a los demás.
    Y terminemos recorriendo al revés nuestra frase inicial, diciendo que debemos escuchar y leer el Evangelio, meditarlo y Creer en él y con ello Convertir nuestra vida, siguiendo las palabras del Evangelio y evangelizando, es decir transmitiendo su mensaje con nuestras acciones y nuestras palabras.


  • Sugerencias para vivir la fiesta

  • Asistir a la iglesia a ponerse ceniza con la actitud de conversión que debemos tener.
  •  


    MARTINIANO, Santo

    Ermitão (398)

    Martiniano, Santo

    Martiniano, Santo

    São Martiniano, eremita de Atenas, nasceu em Cesareia na Palestina, no tempo do imperador Constâncio. Tendo 18 anos de idade, retirou-se para um lugar solitário; mas em breve a fama de seus milagres tornou-lhe o nome célebre no Oriente.

    Vivia recolhido havia 25 anos, quando uma dama desonesta, chamada Zoé, decidiu pervertê-lo por meio de artimanhas detestáveis. Cobre-se de andrajos, dirige-se de noite à cela do santo, apresentando-se como infeliz mulher que se perdera no deserto e corre risco de perecer, se lhe recusa hospitalidade. Martiniano comovido recebe-a na sua cela, retirando-se ele para  a casinha.

    Na manhã do dia seguinte, Zoé despe os andrajos, veste magníficos vestidos que trouxera consigo, e assim enfeitada apresenta-se diante do santo eremita. Diz-lhe que veio de Cesareia no intuito de lhe oferecer, com a sua mão, uma excelente fortuna; «A proposta que vos faço, acrescentou ela, nada tem que vos possa inquietar. Não é incompatível com a piedade que professais, e sabeis, como eu, que os santos do Antigo Testamento foram ricos e abraçaram o estado matrimonial». A exemplo do casto José, o eremita devia procurar, numa pronta fuga, a própria salvação; mas escutou a sedutora, e desde logo no seu coração aceitou a proposta. Chegava a hora do dia em que vários cristãos vinham ao eremitério receber os seus avisos e bênçãos. Dirige-se para eles com o intento de os despedir. Apenas ficou só, os remorsos salutares dissiparam a ilusão; cora ao ver a sua fraqueza, volta à cela, acende uma grande fogueira e introduz os pés na chama. A dor fá-lo soltar gritos involuntários. A cortesã acode… e qual a sua surpresa! Vê o eremita lançado por terra, banhado em lágrimas: «Ah! – exclamava Martiniano –, como havia eu de suportar o fogo do inferno, se não posso tolerar este que não é mais que a sombra daquele».

    A cortesã não pôde mostrar-se indiferente diante de tal espetáculo.

    A graça operou na sua alma. De pecadora que era tornou-se penitente, e pediu ao santo que a introduzisse nas vias da salvação. Martiniano enviou-a ao mosteiro de São Paulo de Belém, onde ela passou o resto da vida nas austeridades da penitência e da mortificação.

    Martiniano esteve muito tempo impossibilitado de andar. Logo que se encontrou em estado de o fazer, retirou-se para um escarpado rochedo que o mar cercava por todos os lados. Aí vivia exposto a todos os contratempos, não vendo pessoa alguma a não ser um  marinheiro que, de espaços a espaços, lhe trazia pão, água e ramos de palmeira para o seu trabalho. Deste modo se passaram seis anos; porém, um acontecimento imprevisto veio perturbar mais uma vez a sua solidão.

    Um, barco, vencido pela tempestade, despedaçou-se contra o rochedo; pereceu toda a equipagem, excepto uma donzela que, agarrada a uma prancha e lutando contra as ondas, viu o eremita e chamou-o em socorro. Martiniano julgou-se obrigado a salvar uma pessoa em perigo de vida: formou porém logo o plano de abandonar imediatamente a solidão. As provisões , que ainda lhe restavam e deviam durar até à volta do marinheiro, deixou-as a esta infeliz donzela. que se tornou exemplar da penitência e depois morreu no rochedo.

    O eremita lançou-se ao mar e, cheio de confiança em Deus, a nado atingiu a terra, andou errante de deserto em deserto, e por fim chegou a Atenas, onde morreu, tendo cerca de 50 anos de idade.

    É Santo popular na Igreja grega. Celebrava-se já a sua festa em Constantinopla no século V.

    Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

    JORDÃO DA SAXÓNIA, Beato

    Religioso (1237)

    Jordán de Sajonia, Beato

    Jordão de Saxónia, Beato

    O Beato Jordão, natural da Saxónia, era descendente da ilustre familia dos condes de Ebernstein. Foi educado por seus pais nos sentimentos mais cristãos, e mostrou desde a infância terna compaixão para os pobres, a quem nunca recusava a esmola. A exemplo de São Martinho, despojava-se dos hábitos que trazia, quando não tinha outra cosia para dar. Assim Jesus Cristo se dignou fazer-lhe conhecer de maneira bem sensível quanto sua caridade lhe era agradável.

    Jordão foi completar os estudos à Universidade de Paris, então uma das melhores do mundo. Ali soube aliar os exercícios de piedade à constante aplicação e ao estudo, e assistia todas as noites ao ofício divino n a igreja de Notre-Dame, sem jamais ser impedido pelo mau tempo ou pelas trevas da noite.

    Quando São Domingos veio a Paris, em 1219, Jordão, que era então subdiácono, pediu-lhe para o admitir na Ordem dos irmãos pregadores, que acabava de fundar. Em breve foi um dos mais ardentes e distintos membros dela. À morte de São Domingos, o seu mérito fê-lo nomear superior geral, não obstante a sua pouca idade.

    Durante quinze anos governou sua numerosa familia com prudência e sabedoria consumadas. Aperfeiçoou as regras da Ordem, às quais São Domingos não teve tempo de dar a última demão, e não contribuiu menos que o santo fundador para o imenso êxito que tiveram os irmãos pregadores em todos os países cristãos.

    Tinha dom particular para acalmar as almas mais aflitas. Um  jovem religioso tinha entrado na Ordem um pouco inconsideradamente e sem ter medido as suas forças. Por isso tinha pena do mundo, dos bens e prazeres que abandonara. Irritava-se contra aqueles que lhe recordavam as máximas do Evangelho. O santo geral, chegando a Bolonha, soube da situação deste infeliz, cuja vida se passava nas lágrimas e na desolação. Fê-lo vir imediatamente à sua presença e tratando-o com a caridade mais compassiva disse-lhe: «Eu quero restituir-vos a vossos pais, se continuardes a desejá-lo, depois de termos feitos juntos uma pequena oração. Recusar-vos-eis passar um quarto de hora comigo diante do Santíssimo Sacramento?» O noviço concordou com a melhor vontade. Nada mais foi preciso para dissipar todos os seus cuidados, dar-lhe o repouso e fortalecê-lo na vocação, à qual permaneceu fiel toda a vida. Outro religioso, pelas orações do beato, mereceu ver cessar a agitação que causava no seu espírito o medo dos juízos de Deus. Estabeleceu na sua Ordem o piedoso costume de cantar todos os dias depois de Completas a Salve Rainha, costume logo espalhado em toda a Igreja.

    Ordinariamente, ia passar a quaresma a Paris ou a Bolonha, cidades que possuíam cada uma a sua célebre Universidade. Os estudantes vinham em multidão ouvir as suas preleções, sendo tal o sucesso que muitos jovens deixavam generosamente o mundo para se consagrar a Deus. O beato Jordão contava com as disposições da estudiosa juventude que frequentava estas duas escolas, de sorte que todos os anos mandava preparar de antemão os hábitos de noviço, que eram distribuídos imediatamente àqueles que os requeriam.

    Os principais da Ordem queixaram-se uma vez de que o geral recebia muitos mancebos que não revelavam capacidade suficiente para o desempenho dos deveres do estado que pretendiam abraçar. Ele porém, respondeu-lhes: «Sofrei entre vós estes pequenos e não desprezeis nenhum deles. Eu vos prometo que todos ou quase todos pregarão um dia com fruto e trabalharão na salvação das almas com mais utilidade que alguns outros, cujos talentos e méritos muito apreciamos». Os factos comprovaram a sua predição.

    O piedoso Jordão concebeu o projeto de visitar os lugares consagrados pela presença visível do Salvador, assim como os conventos dos dominicanos estabelecidos na Palestina. Partiu, mas o navio foi acometido por furiosa tempestade, e o bem-aventurado Jordão pereceu no naufrágio, a 13 de Fevereiro de 1237. Os dominicanos de Ptolemaida recolheram-lhe o corpo que as ondas vomitaram na praia, e enterram-no na sua igreja.

    O papa Leão XIII aprovou, em 1828, o culto que há muito tempo lhe presta a sua ordem.

    Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

    CRISTINA DE ESPOLETA, Beata

    Virgem (1458)

    Cristina de Spoleto, Beata

    Cristina de Spoleto, Beata

    Cristina, natural de Espoleto, Itália, mostrou desde a infância empenho ardente de imitar os santos na vida penitente. Aos dez anos, quando o pai lhe anunciou que se propunha levá-la ao casamento, ela saiu da casa paterna e, em companhia duma menina que partilhava das suas disposições, viveu algum tempo num deserto.

    Ambas, tendo vestido o hábito dos eremitas de Santo Agostinho, viveram de raízes e ervas no meio dos bosques. Aos vinte anos, Cristina teve a inspiração de visitar Roma e depois Assis. Em seguida veio fixar-se, como agostinha secular, no hospital de Espoleto, para servir os doentes e os pobres; viveu na maior austeridade e na contemplação dos mistérios da Paixão do Senhor. Para imitar, de maneira mais real e sensível, os sofrimentos do divino Mestre, chegou um dia a espetar num pé um cravo.

    Dispunha-se a sair de Espoleto e voltar a Roma, para as cerimónias da semana Santa, quando o céu a avisou do seu fim próximo. Atacada pela febre, recebeu os últimos sacramentos com piedade seráfica e adormeceu serenamente no Senhor a 14 de Fevereiro de 1458. No seu túmulo, na Igreja dos agostinhos de Espoleto, realizaram-se milagres em grande número. Em 1834, Gregório XVI aprovou o seu culto.

    Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt
     
    BENIGNO, Santo

    Mártir

    Benigno, Santo

    Benigno, Santo

    Nasceu em Tódi, na Úmbria, Itália, foi lá educado na fé católica e mereceu ser elevado ao sacerdócio na época da perseguição de Diocleciano (284-305). Surpreendido pelos idolatras no exercício da pregação, foi martirizado. No local em que o seu corpo foi sepultado, construiu-se uma igreja e ao lado um convento de religiosas. Quando se arruinou a Igreja, foram confiadas a elas as relíquias de São Benigno.

    Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt
     

    Eustóquia (Lucrécia) Bellini, Beata

    Venceu ao demónio

    Eustoquia (Lucrecia) Bellini, Beata

    Eustóquia (Lucrécia) Bellini, Beata

    Martirologio Romano: En Padua, en la región de Venecia, beata Eustoquia (Lucrecia) Bellini, virgen de la Orden de San Benito (1469). Etimología: Lucrecia = Aquella que gana, es de origen latino. Fecha de beatificación: El Papa Clemente XIII, que anteriormente fuera obispo de Padua, confirmó su culto en 1760.  Su nacimiento no fue propiamente legítimo, Lucrecia Bellini nació en Padua en el año 1944, era fruto de la adultera relación mantenida por una monja del monasterio benedictino de San Prosdocimo con Bartolomé Bellini; cuando tenía cuatro años de edad el demonio se posesionó de su cuerpo, quitándole el uso de la razón, y atormentándola prácticamente toda la vida. A los siete años fue confiada a las monjas de San Prosdocimo que mantenían en su monasterio una especie de escuela; la conducta de la comunidad no era ejemplar, pero Lucrecia despreciaba el ocio mundano, prefería los retiros, los trabajos y la oración, siendo muy devota de Nuestra Señora, de San Jerónimo y de San Lucas. En 1460 el Obispo Jacopo Zeno, tras la muerte de la abadesa, intentó imponer una mejor disciplina en el monasterio, pero las monjas y las alumnas de la escuela, se regresaron a sus casas quedándose tan sólo Lucrecia Bellini en el monasterio. Entonces vinieron a reemplazarlas unas monjas del monasterio benedictino de Santa María de la Misericordia, bajo la guía de la abadesa Justina de Lazzara. Lucrecia tenía casi dieciocho años, pidió ingresar a la orden, y el 15 de enero de 1461 toma el negro habito benedictino y cambia su nombre al de Eustoquia; el demonio que durante algún tiempo la había dejado en paz, tomó control de su cuerpo, obligándole a realizar actos contarios a la Regla; llevándola incluso a realizar actos tan ruidosos y violentos, que las hermanas estaban aterradas que optaron por tenerla atada a una columna durante varios días. Más la calma duró poco, luego de que Eustoquia fuera desatada, la abadesa cayó enferma con un extraño malestar, ella sospechaba que Eustoquia tenía algo que ver con sus síntomas, creyendo incluso que practicaba brujería, por lo que fue obligada a mantener reclusión e ingerir tan sólo pan y agua durante los siguientes tres meses. Pero todas estas pruebas no desaniman a la novicia quien y a todos aquellos que le proponían que retornara al mundo o que cambiara de monasterio ella les decía que todas aquellas tribulaciones eran bienvenidas ya que deseaba expiar el pecado del que ella había nacido, hacerlo allí donde fue cometido, en la soledad ella se confortaba recitando un rosario o una corana de salmos y oraciones que ella componía. Una vez que fue liberada, el demonio volvió a atormentarla, con flagelaciones sangrientas, nauseas incontrolables y otras extrañas aflicciones que ella soportaba con una inflexible paciencia, lo que convenció a las hermanas de sus virtudes, y finalmente el 25 de marzo de 1465 se admitió su profesión solemne, y como era costumbre de aquel tiempo, dos años después se le impuso el negro velo de las benedictinas. Su vida no fue larga, tubo gran belleza, pero las posesiones diabólicas, las enfermedades y penitencias, la habían reducido a casi un esqueleto viviente, por lo que los últimos años de su vida los pasó casi siempre enferma en una cama, absorta en la oración y meditación de la Pasión de Jesús. Ella murió el 13 de febrero de 1469 cuando tenía tan sólo 25 años, su final fue tan sereno que su rostro pudo recobrar su antigua belleza, el demonio la había dejado finalmente en paz. Eustoquia es que el único caso conocido de un creyente que logró triunfar en su deseo de santidad, aunque todos su vida fue poseída por el diablo. Cuatro años después de su muerte, el cuerpo fue exhumado del sepulcro original, el que empezó a llenarse de una agua pura y milagrosa, que dejó de surgir sólo cuando el monasterio fue cerrado. En 1475 su cuerpo fue trasladado a la iglesia del monasterio, y en 1720 fue puesto dentro de una arca de cristal. El monasterio de San Prosdocimo se suprimió en 1806 y el cuerpo de la beata benedictina fue trasladado a la Iglesia de San Pedro de Padua; sobre el altar de mármol que contiene su cuerpo, se encuentra una pintura de Guglielmi que representa a la beata pisoteando al diablo. Su fiesta religiosa, actualmente oficiada en toda la diócesis de Padua, es el 13 de febrero. traducido por Xavier Villalta

    San Cástor de Aquitania, presbítero y eremita
    En Karden, cerca del Mosa, en el territorio de Tréveris, san Cástor de Aquitania, presbítero y eremita (s. IV).


    San Esteban, obispo
    En Lyon, en la Galia, san Esteban, obispo (c. 515).


    San Esteban, abad
    En Rieti, en la región de Sabina, conmemoración de san Esteban, abad, varón de eximia paciencia, acerca del cual escribió san Gregorio I Magno, papa (s. VI).


    San Gosberto, obispo
    En Osnabrück, de Sajonia, en Germania, san Gosberto, obispo de los suabos, que, habiendo sido desterrado por los paganos, asumió el gobierno de la citada iglesia de Osnabrück (874).


    San Guimera, obispo
    En Carcasona, en la Galia Narbonense, san Guimera, obispo (c. 931).


    San Fulcrán, obispo
    En Lodève, también en la Galia Narbonense, san Fulcrán, obispo, insigne por su misericordia hacia los pobres y por su celo en el oficio divino (1006).

    San Gilberto, obispo
    En Meaux, en la Galia, san Gilberto, obispo (1009).


    San Pablo Liu Hanzou, presbítero y mártir
    En la localidad de Dongjaochang, cerca de la ciudad de Lezhi, en la provincia de Sechuan, en China, san Pablo Liu Hanzou, presbítero y mártir, estrangulado por ser cristiano (1818).

    San Pablo Le-Van-Loc,, presbítero y mártir
    En Thi-Nghe, en Conchinchina, san Pablo Le-Van-Loc, presbítero y mártir, que en tiempo del emperador Tu Duc fue degollado en la puerta de la ciudad por confesar a Cristo (1858).

     

    94268 > Santi Aimo e Vermondo Corio 13 febbraio


    90708 > Beato Angelo Tancredi da Rieti 13 febbraio


    40800 > San Benigno di Todi Martire 13 febbraio MR


    93963 > Beato Berengario di Assisi Mercedario 13 febbraio


    40660 > San Castore 13 febbraio MR


    90152 > Beata Cristina da Spoleto 13 febbraio MR


    91210 > Beata Eustochio (Lucrezia) Bellini di Padova Vergine 13 febbraio MR


    40700 > Sante Fosca e Maura Martiri 13 febbraio


    40720 > San Fulcranno (Fulcrano) di Lodeve Vescovo 13 febbraio MR


    40730 > San Gilberto di Meaux Vescovo 13 febbraio MR


    40825 > Beato Giordano di Sassonia Domenicano 13 febbraio MR


    91886 > Santa Giuliana Laica venerata a Torino 13 febbraio


    40690 > San Gosberto 13 febbraio MR


    95698 > San Gozberto di Osnabruck Vescovo 13 febbraio


    40710 > San Guimerra (Guimera) Vescovo di Carcassonne 13 febbraio MR


    92687 > San Martiniano Eremita 13 febbraio MR


    20240 > Mercoledì delle Ceneri 13 febbraio (celebrazione mobile) - Solennità MR


    94218 > San Modomnock Abate 13 febbraio


    40770 > San Paolo Le-Van-Loc Martire 13 febbraio MR


    40760 > San Paolo Liu Hanzuo Martire 13 febbraio MR


    92396 > San Pietro I di Vercelli Vescovo e martire 13 febbraio


    81600 > San Simeone Stefano Nemanja Re serbo 13 febbraio


    40670 > Santo Stefano di Lione Vescovo 13 febbraio MR


    40680 > Santo Stefano di Rieti Abate 13 febbraio MR


    91702 > Sant' Una (Huna) Monaco 13 febbraio

     

    0000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000

    000000000000000000000000000000000000000000000000000000
    ____________________________________________________________________




  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”