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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Nº 1566-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - NÚMEROS (32) - 19 de Fevereiro de 2013

2013

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Mapa da Península do Sinai

Nº 1566

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Caros Amigos:

Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1080 páginas… sejamos optimistas.

NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!

Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!

SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.

Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1566 - 2ª Página

19 de Fevereiro de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

N Ú M E R O S

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Mapa com a distribuição das 12 tribos de Israel

VIDA DA TRIBO DE JACOB (ISRAEL), DURANTE 40 ANOS NO DESERTO

32  -  DIVISÃO DO PAÍS DE GALAAD Os filhos de Rúben e os de Gad possuíam numerosos e consideráveis rebanhos. Quando viram a terra de Jazer e a de Galaad, acharam esta região vantajosa para o gado. Os filhos de Gad e os de Rúben foram ter com Moisés, com o sacerdote Eleazar e com os chefes da assembleia e falaram-lhes nestes termos «Atarot, Dibon, Jazer, Nimra, Hesebon e Elalé, Sebam, Nebo e Beon, terras que o Senhor fez cair diante dos olhos dos filhos de Israel, são um país propício ao gado. Ora, os teus servos possuem gado». E disseram ainda: «Se achamos graça aos teus olhos, que este país seja dado aos teus servos: não nos faças passar o Jordão». Moisés respondeu aos filhos de Gad e aos de Rúben: «Irão os vossos irmãos à guerra e vós permanecereis aqui? Porque quereis desencorajar os filhos de Israel para que não entrem na terra que o Senhor lhes deu? Assim fizeram os vossos pais quando os enviei de Cades-Barnea para explorarem esta terra. Subiram até ao vale de Escol e exploraram o país. Depois desencorajaram os filhos de Israel de entrar na terra que o Senhor lhes havia dado. Nesse dia, a cólera do Senhor inflamou-se de tal modo que pronunciou este juramento: «Os homens que subiram do Egipto, da idade dos vinte anos para cima, não verão jamais a terra que jurei dar a Abraão, a Isaac e a Jacob, porque Me foram infiéis. Só Caleb, filho de Jefuné, o quenizeu e Josué, filho de Nun, a verão, porque permaneceram fiéis ao Senhor». E o Senhor, encolerizado contra Israel, fê-los errar pelo deserto durante quarenta anos, até à extinção dessa geração inteira, a qual havia perdido todo o merecimento aos olhos do Senhor. E agora vós seguis os passos dos vossos pais, raça de pecadores, para aumentar ainda a cólera de Deus contra Israel. Sim, se vos desviais d’Ele, continuará a deixar-vos no deserto e sereis a causa da ruína de todo este povo». Então eles aproximaram-se de Moisés e disseram: «Construiremos aqui currais para o nosso gado e cidades para as nossas famílias. Nós pegaremos em armas, resolutamente, à frente dos filhos de Israel, até os termos levado ao seu destino, enquanto as nossas  famílias ficarão nas cidades fortificadas, ao abrigo dos habitantes da terra. Não regressaremos às nossas casas senão depois de cada um dos filhos de Israel ter tomado posse da sua herança. Nada queremos possuir junto deles, do outro lado do Jordão, pois é do lado de cá do Jordão, ao oriente, que nós teremos a nossa possessão». Moisés respondeu-lhes: «Se procederdes assim e vos equipardes para combater diante do Senhor, se todos os vossos guerreiros passarem o Jordão para combater diante do Senhor, até que Ele tenha expulsado os inimigos da Sua presença, e se vos retirardes somente depois de o país estar submetido diante do Senhor, então estarei livres da responsabilidade perante Deus e perante Israel, e esta região pertencer-vos-á, legitimamente, diante do Senhor. Mas, se procederdes de outro modo, sereis culpados diante do Senhor, e ficai sabendo que o vosso pecado não ficará sem castigo. Construí, então, cidades para as vossas famílias e currais para as vossas ovelhas, e sede fiéis à vossa palavra». Os filhos de Gad e os de Rúben replicaram a Moisés: «Teus servos farão o que o meu senhor ordena. Os nossos filhos, as nossas mulheres , os nossos rebanhos e todo o nosso melhor gado ficarão lá, nas cidades de Galaad, enquanto os teus servos, equipados para a guerra, marcharão para os combates diante do Senhor, segundo a ordem do meu Senhor».

Então, Moisés, deu ordens a seu respeito ao sacerdote Eleazar, a Josué, filho de Nun, e aos principais membros das tribos dos filhos de Israel, dizendo_lhes: «Se os filhos de Gad e os de Rúben passarem convosco o Jordão, todos armados para a luta, diante do senhor,  uma vez que conquistardes o país, conceder-lhes-eis a região de Galaad como propriedade. Mas, se não marcharem armados juntamente convosco deverão estabelecer-se no meio de vós, no país de Canaã». Os filhos de Gad e os de Rúben responderam nestes termos: «O que o Senhor disse aos teus servos eles o farão pontualmente. Sim, iremos armados diante do Senhor, para o país de Canaã, conservando a pose da nossa herança deste lado do Jordão». Então Moisés outorgou aos filhos de Gad, aos de Rúben, assim como á meia tribo de Manassés, filho de José, o domínio de Seon, rei dos amorreus, e o domínio de Og, rei de Basan; todos este países, segundo os limites das suas  cidades e as cidades do país em toda a sua extensão. E os filhos de Gad reconstruíram Dibon, Atarot e Aroer, Atrof-Sofan, Jazer, Jogbaa, Bet Nimra, Bet-Haran, como cidades fortificadas e fizeram currais para os rebanhos. Os filhos de Rúben reconstruíram Hesebon, Elalé, Quiriatim, Nebo, Baal-Meon (que mudaram de nome) e Sibma. E substituíram, por outro, os nomes das cidades que reconstruíram. os filhos de Maquir, filho de Manassés marcharam sobre Galaad, de que se apoderaram expulsando os amorreus que a habitavam. E Moisés deu Galaad a Maquir, filho de Manassés, o qual se estabeleceu ali. Jair, descendente de Manassés, foi lá apoderou-se das suas aldeias, às quais chamou aldeias de Jair. Noba marchou sobre Quenat e apoderou-se dela, bem como das aldeias dependentes, dando-lhe em seguida o nome de Noba, seu próprio nome.

 

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Mapa em que figura o antigo território (KINGDOM DE) de Moab (atual Jordânia)

VIDA DA TRIBO DE JACOB, DURANTE 40 ANOS NO DESERTO

Textos do LivroNÚMEROSdo ANTIGO TESTAMENTO

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19 de FEVEREIRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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Nº 1566-1 (50-13) - SANTOS DE CADA DIA - QUARESMA - TERÇA-FEIRA - 19 de Fevereiro de 2013

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1566

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Quaresma

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Nº 1565-1 - (49-13)


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Nº 1566-1 – (50-13)


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CONRADO DE PLACÊNCIA, Santo

Confessor (1351)

Conrado de Piacenza Confalonieri, Santo

Conrado de Piacenza Confalonieri, Santo

Nasceu na cidade de Placência, na Itália.

A sua conversão foi um dos muitos prodígios da Providência.

Era casado e vivia na referida cidade como um cidadão qualquer, distinguindo-se apenas pela extrema afeição à caça. Numa ocasião em que andava neste exercício, esconderam-se alguns animais entre as sarças. Para os obrigar a sair do esconderijo, lançou fogo á floresta. Mas um forte vento, que se levantou, fez com que o fogo alastrasse vorazmente , causando enorme estrago. Ao ver o dano que assim motivara, deu-se presa em fugir a ocultas para a cidade. A justiça tomou conhecimento do facto e fez todas as diligências para castigar o culpado.

Os soldados prenderam um pobre homem, que foi posto a tormento; ele, para evitar novos padecimentos, confessou que era a causa daquele incêndio. Foi condenado à morte. No momento em que ia verificar-se a execução, Conrado, que não podia sufocar os gritos da consciência, correu pressuroso até ao cadafalso, declarando em alta voz ser ele o autor do delito; e acrescentou que desejava satisfazer o dano causado, embora ficasse reduzido à indigência.

Foi suspensa a execução do inocente. Conrado, fiel à promessa, vendeu todos os bens e satisfez todos os prejuízos que tinha ocasionado.

Livre das riquezas, começou a desejar os bens imperecedoiros do céu; e dando graças a Deus, porque assim o despertara do seu letargo, fez, juntamente, com a esposa o voto de consagração ao serviço divino.

A mulher de Conrado isolou-se num convento da mesma cidade de Placência, e o santo, após admissão da Ordem Terceira de São Francisco, partiu para Roma, Desta cidade, dirigiu-se para a Sicília e ali se exercitou na mas edificante humildade, servindo num hospital.

Depois inteiramente consagrado à solidão, retirou-se a um deserto, aonde viveu 40 anos em oração e penitência exemplares.

Durante tão grande espaço de tempo, teve muitas e terríveis tentações que só serviram para acrisolar a sua virtude. Todas as sextas-feiras do ano ia à cidade próxima de Netina visitar um santo crucifixo.

O virtuoso Conrado morreu no Senhor a 19 de fevereiro de 1351. O papa Leão X concedeu licença para se celebrar missa dele na cidade de Netina.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

MÁRTIRES DA TERRA SANTA

(507)

Referimo-nos aos mártires dio principio do século VI, no tempo do imperador Anastásio. Houve quem perguntasse como em tal época pôde haver pessoas martirizadas pelos Sarracenos, depois de estes, no Egipto e na Síria, se terem convertido, seguindo a sua rainha Máuvia. Isto pelo ano de 380.

A solução é fácil de dar: os sarracenos formavam grupos diferentes, seguiam leis diversas e chefes distintivos. Aqueles “martirizadores”, de que falamos agora, seguiam como rei Alamundar e reconheciam o domínio dos Persas. Em 507 ou 509 invadiram a Palestina e a parte da Arábia que obedecia aos Romanos; realizaram nessas terras funestas devastações. Encontraram nesses desertos santos anacoretas e descarregaram sobre eles o ódio que tinham contra os Romanos, isto é, contra os povos que professavam o Cristianismo; mataram sem compaixão ou levaram cativos os que não tinham podido fugir. Alguns, como João o Silenciário, forma miraculosamente preservados.

A antiguidade não deixou qualquer pormenor sobre os gloriosos combates dos que foram sacrificados.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

GABINO, Santo

Mártir (296)
 

Gabino de Roma, Santo

Gabino de Roma, Santo

A lenda afirma tratar-se dum senador romano, irmão do Papa Caio (296), primo do imperador Diocleciano (313) e pai de Santa Susana. E acrescenta que ele foi esquecido na prisão depois do martírio da filha, vindo a morrer de fome.
Outros dizem, que era um padre romano, não vítima de perseguições, mas pelo contrário honrado na morte, sendo enterrado na basílica de Santa Susana. Do lugar da sepultura lhe terá vindo a fama de ter sido santo. Mas o que é indubitável é que não carece de antiguidade o culto de São Gabino, segundo o testemunho dos mais primitivos martirológios.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

Barbato, Santo
Bispo

Barbado de Benevento, Santo

Barbado de Benevento, Santo

Martirológio Romano: Perto de Benevento, na Campânia, Itália, são Barbado, bispo, de que se conta que converteu os longobardos junto com seu caudilho (682). Nasceu no povo de Vandano,perto de Cerreto Sannita, então parte do Ducado de Benevento, no final do pontificado de Gregório o Grande (†604). Naquele tempo, Benevento havia sido recentemente (em 590) capturado por hordas arianas. Segundo sua hagiografia (que foi escrita algum tempo depois), ele recebeu uma educação cristã, e passou muito tempo estudando as Sagradas Escrituras. Recebeu a ordem sacerdotal enquanto pôde, e imediatamente foi aproveitado pelo bispo local como pregador, uma tarefa para a qual ele tinha considerável talento. Pouco tempo depois foi nomeado coadjutor da Igreja de São Basilio em Morcone. Aos fregueses dali os desgostou que Barbado lhes recordasse o longe que eles estavam de alcançar o ideal cristão, e trataram de o persuadir para que se calasse. Ele continuou pelo mesmo caminho, e eles optaram por o difamar. Eventualmente foi obrigado a cessar seu labor pastoral devido a esses falsos testemunhos. Regressou a Benevento, onde foi bem-vindo pela gente que o conhecia. Nesse tempo, a gente de Benevento vivia no meio de muitos comportamentos idólatras, incluindo a veneração a uma víbora de ouro e a uma árvore local, e também estava muito envolvido em jogos que eram seriamente recusados por Barbado. O príncipe lombardo local, Romualdo I, filho do rei lombardo Grimoaldo I, estava seriamente envolvido nessas atividades. Barbado pregava regularmente contra eles ainda que eles tapassem seus ouvidos. Anunciou à gente que a cidade seria submetida a grandes provas a mãos do Imperador Romano Constante II e seu exército, muito pouco tempo depois os regimentos romanos chegaram à zona e sitiaram Benevento. A gente, cheia de medo, renunciou às práticas que Barbato havia criticado, então ele cortou a árvore que os habitantes haviam adorado e fundiu a víbora para fazer com esse ouro um cálix para o usar na igreja. O bispo que presidia Benevento, Hildebrando, morreu durante o sitio. E uma vez que se retiraram os invasores, em 10 de março de 633, Barbado foi nomeado bispo. Aproveitando sua nova posição ordenou destruir todos os amuletos e objetos de idolatria que o príncipe e a povoação tinham ocultos. Em 680, participou no concílio convocado pelo Papa Agatão, o tema central do concílio foi a condenação da heresia monotelista. Morreu, em 19 de fevereiro de 682, pouco depois de finalizado o concílio, tinha aproximadamente setenta anos. Ele é recordado no Martirológio Romano como um dos patronos principais da cidade de Benevento.

• Álvaro de Zamora de Córdoba, Beato
Pregador Dominicano

Álvaro de Zamora de Córdoba, Beato

Álvaro de Zamora de Córdoba, Beato

Martirológio Romano: Em Córdoba, na região espanhola de Andaluzia, comemoração do beato Álvaro de Zamora, presbítero da Ordem de Pregadores, que se fez célebre por seu modo de pregar e contemplar a Paixão do Senhor (c. 1430). Etimologicamente Álvaro = Aquele que é o defensor de todos, é de origem germânica. Álvaro de Córdoba, o beato, nasceu a meados do século XIV, em Zamora (1360?) e morreu em Córdoba o ano 1430. Pertenceu à nobre família Cardona. Entrou no convento dominicano de S. Pedro em Córdoba, no ano 1368. Foi um famoso e ardente pregador, e com seu exemplo e suas obras, contribuiu para a reforma da Ordem, iniciada pelo Beato Raimundo de Cápua e seus discípulos. Depois de voltar de uma peregrinação a Terra Santa, ficou tocado no coração pelo doloroso Caminho do Calvário, percorrido por nosso Salvador. Desejoso de viver uma existência em solidão e perfeição, onde pudesse temperar o espírito para um apostolado mais e observante convento de Sto. Domingo Escalaceli (Escalera del Cielo), onde havia vários oratórios que reproduziam a “via dolorosa”, por ele venerada em Jerusalém. Esta sagrada representação foi imitada noutros conventos, dando origem à devoção tão bela da “Via Crucis”, apreciadíssima na piedade cristã. De noite, se retirava para uma gruta distante do convento onde, a imitação de seu Sto. Padre Domingo, orava e se flagelava. Com o tempo, esta se converteu em meta de peregrinações para os fieis. Possuía o dom de profecia e obrou milagres. Morreu em 19 de Fevereiro de 1430 e foi sepultado em seu convento. O Papa Bento XIV, aprovou seu culto em 22 de Setembro de 1741 ¡ Felicidades a quem leve este nome!

São Beato, monge e presbítero

Na região cantábrica de Liébana, em Hispânia, são Beato, presbítero e monge do mosteiro de São Martín de Turieno, que defendeu a fé contra a heresia adopcionista e escreveu um célebre Comentário sobre o Apocalipse (c. 802).

• Bonifácio de Lausana, Santo
Bispo,

Bonifacio de Lausana, Santo

Bonifácio de Lausana, Santo

Martirológio Romano: No mosteiro cisterciense de Santa María La Chambre, perto de Bruxelas, em Brabante, sepultura de são Bonifácio, que foi bispo de Lausana, abraçando depois la vida ascética junto à casa das monjas cistercienses do lugar (1260). Data de canonização: No ano 1702 o Papa Clemente XI confirmou seu culto para a Ordem cisterciense em todo o mundo. Nascido em Bruxelas em 1181, ou 1182, Bonifácio, ensinou teologia na universidade de París de 1222 a 1229, pelo que podemos saber que ele se licenciou na mesma disciplina. Como consequência da greve realizada por seus alunos, que protestaram porque alguns deles haviam sido assassinados pela policia, Bonifácio abandonou París e foi para Colónia onde seguiu dando aulas de teologia. Em 11 de março de 1231 foi nomeado bispo de Lausana. O entusiasmo posto por ele na renovação dos costumes dos fieis e clero, mas, especialmente, a fortaleza com que defendeu os direitos da Igreja valeram-lhe ser o objetivo do ódio de alguns poderosos. O imperador Federico II mandou soldados a Lausana com a ordem de o matar e o beato, ferido, se salvou milagrosamente. Considerando, que já não podia obter frutos de seu trabalho, em 15 de julho de 1239 renunciou à diocese e se retirou a Chambre, perto de Bruxelas, fugindo de capelão num mosteiro de monjas cistercienses. Pese a que seu estilo de vida era monástico Bonifácio não vestiu nunca a veste cisterciense, e a miúdo colaborou com o bispo Robert de Thorote na administração da grande diocese de Lieja. Em 1245 toma parte do concílio de Lione.Em 19 de fevereiro de 1260 morreu em Chambre. Seu culto foi reconhecido em 1702 para a ordem cisterciense, que celebra sua festa o dia aniversario da morte. Suas relíquias que haviam permanecido em Bruxelas foram transportadas a Chambre em 1935. responsável da tradução (para espanhol): Xavier Villalta

• Isabel Picenardi, Beata
Virgem Servita

Isabel Picenardi, Beata

Isabel Picenardi, Beata

Martirológio Romano: Em Mântua, na Lombardía, beata Isabel Picenardi, virgem, a qual, havendo revestido o hábito da Ordem dos Servos de Maria, consagrou-se a Deus em sua casa paterna, recebendo frequentemente a comunhão eucarística, dedicando-se à celebração da Liturgia das Horas, à meditação das Sagradas Escrituras e devoção à Santíssima Virgem (1468). Etimologicamente: Isabel = Aquela a quem Deus dá saúde, é de origem hebraica. Isabel, filha de Leonardo Picenardi e de Paula de Nuvaloni, nasceu provavelmente em Cremona no ano 1428. Pouco depois de seu nascimento, seu pai foi viver com toda a família a Mântua para desempenhar o cargo de administrador do Marquês de Gonzaga. Isabel educou-se nesta cidade e viveu perto da Igreja de são Barnabé, que então era regida pelos Servos de María da Congregação da Observância, o que foi motivo de um trato frequente com os frades de nossa Ordem; esta circunstância não deixaria de influir na formação espiritual da jovem Isabel. Seu pai quis dá-la em matrimónio a algum dos principais da cidade, mas desejando ela a todo o custo guardar sua virgindade, recusou com firmeza o matrimónio e na idade de 21 anos consagrou-se a Deus e vestiu o hábito das “Manteletas”. Primeiro viveu na casa paterna à maneira de uma religiosa; logo, ao morrer seu pai, foi viver com sua irmã Ursina, casada com o aristocrata Bartolomé de Gorno. Ali, numa habitação afastada, passou o resto de sua vida, não longe da igreja dos Servos. As virtudes mais destacadas da beata Isabel foram o amor à Virgem, a castidade, a fervorosa penitência, o espírito de oração, o amor à Eucaristia. Se dedicou com tanto fervor à Mãe de Cristo que, a imitação sua, quis guardar perpétua virgindade. Cultivou com tanta delicadeza a castidade que, nos últimos instantes de sua vida, dava rendidas graças a Deus e à Santíssima Virgem porque morria conservando intacta a flor da virgindade. Apesar das diversas enfermidades que padecia, mortificava severamente seu corpo, levando em todo tempo um cilicio e um cinturão de ferro. Em penitência e oração aguardava a Cristo, seu Esposo, Cobria de louvores ao Senhor e intercedia pela salvação dos homens recitando o oficio divino “segundo o rito da Cúria romana” difundido pelos frades mendicantes. Contra o costume de seu tempo, recebia com frequência o pão eucarístico de mãos de frei Barnabé de Mântua. No final de sua vida acudia diariamente ao sacramento da Penitência. Espalhada a fama de sua santidade, a gente acudia a ela para a consultar, pois a considerava um oráculo divino; e dado que muitas vezes alcançou para seus concidadãos os favores celestiais por intercessão de nossa Senhora, recebeu o apelativo de “confidente da Mãe de Deus”. Muitas donzelas seguiram seu admirável exemplo e formaram uma fraternidade regular da Terceira Ordem. Um ano antes de morrer ficou patente o sincero amor que prodigalizava a nossa Ordem pois, além de outros detalhes, legava aos frades do convento de são Barnabé o breviário com o qual cantava os louvores divinos e uma soma de trezentos ducados. Antes de ir ao encontro do Senhor, no instante em que apareciam as cólicas – narra o autor da “Lenda”, foi confortada com a presença visível de Jesús e de sua misericordiosa Mãe e de uma doce melodia celestial. Morreu em 19 de fevereiro de 1468. Seu corpo foi venerado e custodiado num sepulcro da igreja do convento de são Barnabé; logo, ao desaparecer este, foi trasladado ao povo de “Tor de’ Picenardi”, na província de Cremona. O papa Pío VII no ano 1804 concedeu a toda a Ordem la faculdade de celebrar a Missa e o Oficio próprios da Beata.

São Jorge, monge

No mosteiro de Vabres, na região de Rodez, em Aquitânia, são Jorge, monge (c. 877).

Beato José Zaplata, religioso e mártir

No campo de concentração de Dachau, próximo a Munich, de Baviera, de Alemanha, beato José Zaplata, religioso da Congregação do Sagrado Coração de Jesus e mártir, que, condenado a um atroz encarceramento por razão de sua fé, enfermou gravemente e consumou seu martírio (1945).

Santa Lucía Yi Zhenmei, virgem e mártir

Na aldeia de Kaiyang, perto de Mianyang, na província chinesa de Sichuan, santa Lucía Yi Zhenmei, virgem e mártir, que foi condenada a ser degolada por confessar sua fé católica (1862).

• Mansueto de Milão, Santo
bispo,

Mansueto de Milán, Santo

Mansueto de Milão, Santo

Martirológio Romano: Em Milão, de Lombardía, Itália, santo Mansueto, bispo, que lutou firmemente contra a heresia dos monotelitas (c. 680). Entre os tantos e delicados assuntos cristológicos sobre os que se debatia a teologia nos primeiros séculos da Igreja, se encontrava aquela que investigava sobre si em Cristo há uma ou dos vontades. No primeiro caso se fala de "monotelismo", e no segundo de "duotelismo". O problema explodiu no século VII, com um Oriente preponderantemente monotelista. A tal grau chegou a disputa, que inclusive houve intervenções imperiais que chegaram a proibir sob penas severas a continuação da disputa. Em diversos Concílios, em troca, a questão foi abordada condenando a posição monotelita como um erro pernicioso, já que o monotelismo era na realidade uma subtil resposta herética sobre a verdadeira natureza de Jesús: a de ser verdadeiro Deus e verdadeiro homem, dogma proclamado pela Igreja. A doutrina da presença de duas vontades em Cristo, a divina e a humana, foi reafirmada pelo Concilio de Latrão (outubro de 649), convocado pelo Papa São Martinho I, o que lhe custou a morte, ordenada pelo imperador, já que a convocatória tinha uma clara orientação duotelista. A discussão se prolongou algum tempo, e entre os que tomaram parte nela se encontra santo Mansueto, quadragésimo bispo de Milão. Sua intervenção no Concilio de Roma (março de 680) teve exatamente esse sentido: desaprovar o monotelismo e deixar claro como as duas vontades coexistem em Cristo, a vontade humana sujeita à divina, mas permanecendo ativa, como verdadeiro homem. Santo Mansueto estava tão convencido de que estando de parte de Jesús se estava de parte do homem que lutou valentemente contra o monotelismo em todas suas atividades, seja como bispo, como organizador ou escritor. Contra esta heresia (que, se pusermos alguma atenção notaremos que inclusive em nossos dias ainda existe, algumas vezes algo escondida), escreveu um importante livro de argumentação doutrinal. Ainda que sua celebração seja em 19 de fevereiro, na liturgia ambrosiana sua festa se traslada para 2 de setembro, para que não caia na Quaresma. responsável da tradução, para espanhol: Xavier Villalta

 

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”




  • Tero1 - Cpia
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. A partir de Quarta-feira de Cinzas, acrescentei mais 2 páginas (uma que vigorará só na Quaresma e outra que será diária) – São elas VIVER A QUARESMA e ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS e, por conseguinte haverá mais 2 números a incluir que serão o 7 e o 8.
  • (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
  • Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.

    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.

    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).

    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
    Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]
    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
  • Endereço de Youtube: antonio0491@youtube.com
  • António Fonseca
  • Nº 1566-8 - Encontro diário com Deus - 19 de Fevereiro de 2013

    Nº 1566-8

    Do livro Encontro diário com Deus – Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br

    Pensamento do Dia

    Sempre que rezamos o Pai-nosso, a nossa voz se une à Igreja,

    porque quem reza nunca está sozinho.

     

    Papa Bento XVI

     

    Não ofenda o próximo

    Nunca se deve criticar uma pessoa por causa da sua aparência física.

    Procure, ao invés disso, descobrir o que existe dentro dela.

    A aparência não é tudo.

    Se cultivar o amor no seu coração você estará vendo a verdadeira essência das pessoas, que retrata a beleza de cada um.

    A beleza física é transitória.

    Não se apegue às aparências externas que às vezes são enganosas e traiçoeiras.

    Não viva de ilusões para não sofrer mais tarde.

     

    Iran Ibrahim Jacob

    _______________________________________________________________________________

    NOTA:

    Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:

    Todos os direitos reservados.

    Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

    Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

    http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

    Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

    Obrigado e desculpem.

    ANTÓNIO FONSECA

    Nº 1566-7 - REZAR NA QUARESMA - 2ª Semana da QUARESMA–(3ª feira) - 19 de Fevereiro de 2013

    1566-7

    edisal@edisal.salesianos.pt

    http://www.edisal.salesianos.pt/

    Digitalizar0008_thumb_thumb_thumb_th[1]_thumb

    19 de FEVEREIRO de 2013

    2º SEMANA DA QUARESMA

    (TERÇA-FEIRA)

    MATEUS 6, 7-15

    Quando rezares, não digas muitas palavras como os pagãos…

    ****************

    Digitalizar0003_thumb_thumb_thumb_th_thumb

    A oração deve ser um encontro com Deus, cheio de verdade.

    Mas há sempre um risco de atafulhar a oração com  muitas palavras.

    Bonitas, eruditas, pomposas…

    mas falsas.

    Porque se tornam um obstáculo a uma comunicação – comunhão autêntica e sincera com Deus.

     

     

    »»»»»»»»»»

    Senhor, ensina-me a rezar.

    Ensina-me só a dizer

    palavras sinceras.

    Ensina-me a ficar calado

    para Te poder escutar.

     

    Digitalizar0010

    NOTA:

    Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

    A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

    Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

    Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

    à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

    Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

    • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
    • Uma frase bíblica em destaque;
    • Uma imagem para te ajudar a pensar;
    • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
    • Uma proposta de oração.

    Não tenhas medo desta aventura da fé

    ________________________________

    Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

    Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

    ------------------------------------------

    António Fonseca

    Endereço principal: antoniofonseca1940@hotmail.com

    Endereço secundário: antoniofonseca40@gmail.com

    Endereço do blogue: http://confernciavicentinadesopaulo.blopgspot.com

    Nº 1565-3 - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (63) - 19 de Fevereiro de 2013

    Nº 1565 - (3)

    BOM ANO DE 2013

    ===============

    Caros Amigos:

    Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

    segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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    ALEXANDRE III

    Beato Eugénio III_thumb[1]

    Alexandre III

    (1159-1181)

    Foi um pontificado longo, de 22 anos, o de maior duração até àquela data, depois do apóstolo São Pedro, tendo sido eleito em 7 de Setembro de 1159, com o nome de Alexandre III.

    A sua escolha não foi do agrado do imperador Frederico I, o Barba Roxa, que manobrou dois cardeais eleitores e elegeu o antipapa Vítor IV. Em Fevereiro de 1160 mandou reunir um sínodo em Pavia, ao qual só compareceram os seus apaniguados e declararam Vítor IV como papa legítimo, enquanto toda a Cristandade apoiava Alexandre III.

    Vítor IV continuava senhor da situação e, ameaçado de morte, o Papa refugiara-se numa fortaleza do Trastevere, apoiado pelo povo e pelos Frangipani e só no Verão de 1161 consegue regressar, mas como a situação continuava tensa, em 21 de Fevereiro de 1162, deixa um vigário em Roma e vai a França, onde foi acolhido triunfalmente.

    Em Maio de 1163 convoca um sínodo para Tours e é apoiado por uma assembleia de 17 cardeais, 124 bispos e mais de 400 abades de França, Espanha, Inglaterra, Itália e até do Oriente, que lhe confirmam adesão e obediência.

    Por essa altura morre o antipapa Vítor IV e o imperador pensa que é a oportunidade de reconhecer Alexandre III, só que o chanceler imperial apressa-se a mandar fazer exéquias ao antipapa e os cónegos recusam-se a fazê-las dada a sua excomunhão. O chanceler, sem consultar o imperador, faz eleger outro antipapa com o nome de Pascoal III. Perante isto, vários bispos alemães, que estavam com o imperador, mudam de opinião e reconhecem a legitimidade de Alexandre III.

    O chanceler, pretendendo cativar o povo alemão, pede ao antipapa que canonize Carlos Magno, ao que ele acedeu.

    Descontentes com as contínuas intromissões do imperador, várias cidades do Norte de Itália e parte da população de Roma insurgem-se e declaram-se abertamente a favor de Alexandre III, e este, aproveitando o apoio, regressa e entra triunfalmente em Roma.

    O imperador reage de imediato, atravessa a Itália, assalta Roma, profana a basílica vaticana e entroniza Pascoal III, fazendo-se coroar por ele.

    O papa refugia-se em Benevento e o imperador vê as suas tropas atacadas e dizimadas por uma terrível epidemia, tendo de retirar-se.

    Esta epidemia foi interpretada como um castigo de deus ao profanador da basílica, pelo que o arcebispo Thomas Becket (futuro São Tomás de Cantuária) escreve ao papa uma carta em que diz «jamais se viu de modo tão manifesto o poder de Deus».

    Ao receber esta carta, Alexandre III não podia adivinhar que vinha de um futuro mártir. De facto. na Inglaterra, Henrique II, Plantageneta, pretendia apoderar-.se dos bens da Igreja e como Thomas Becket não o consentiu, quatro sicários do rei entraram na catedral onde o arcebispo se encontrava e apunhalaram-no, em 29 de dezembro de 1170. Thomas Becket foi canonizado em 1173, ainda por Alexandre III, como São Tomás de Cantuária.

    O imperador Frederico I não desistia e, refeito do desastre e da retirada provocada pela epidemia, tendo já apoiado a eleição de outro antipapa, Calisto III, invade de novo a Itália em 1170, mas sofre novo desaire na Batalha de Legnano. Depois, aconselhado pelos seus partidários, resolveu humilhar-se e reconhecer a legitimidade de Alexandre III, o que fez em Julho de 1177, indo a Veneza ajoelhar-se e beijar os pés do Papa, que o abraçou comovido.

    Após esta reconciliação, todos os senadores romanos juraram fidelidade ao papa Alexandre III entra, mais uma vez, triunfalmente em Roma, em 12 de Março de 1178.

    O papa resolve, então, convocar, em Março de 1179, um grande concílio ecuménico, que ficou conhecido por Lateranense III.

    Neste concílio, além de diversos cânones e decretos com o fim de evitar futuros cismas, determinou-se que, de futuro, para a eleição do papa seriam precisos dois terços dos votos, norma que ainda hoje vigora.

    Estabeleceram-se requisitos para a sagração dos bispos e ordenação dos sacerdotes, condenaram-se os processos simoníacos, reprovou-se a insolência de algumas ordens militares apoiadas em excessivos privilégios, condenou-se a pirataria e anatematizaram-se os cátaros e outros hereges.

    Em Janeiro de 1180, outro antipapa, desta vez Inocêncio III, caiu nas mãos de Alexandre III, que o mandou para o exílio perpétuo num convento.

    Em 30 de Agosto de 1181 faleceu este papa, que foi o maior e o mais importante do século em que exerceu o pontificado.

    Muitas das suas decisões, expostas em terminologia cientificam  constituíram a base principal para a primeira compilação oficial do Direito Canónico, que seria levada e efeito por Gregório IX em 1234.

    Conservam-se mais de 700 cartas decretais, indício da sua atividade pastoral e competência como jurista e canonista.

    No seu pontificado reservou aos papas o direito exclusivo de canonizações diocesanas.

    Para Portugal, este pontificado tem um significado especial, pois foi Alexandre III que, pela Bula Manifestus probatum de 23 de maio de 1179, deu a D. Afonso Henriques, pela primeira vez, o título de rei, o que equivale a um reconhecimento e confirmação da independência nacional.

    Foi também neste pontificado que surgiram na Península Ibérica duas Ordens militares, a de Calatrava de origem cisterciense, confirmada em 1164 e a Ordem de Santiago da Espada, aprovada em 1175.

     

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    VÍTOR IV  -  ANTIPAPA

    Vítor IV – antipapa

    (1159-1164)

    Foi eleito antipapa, conhecido como Vítor IV, quando não se reconhecia o anterior Vítor IV, também antipapa em 1138.

    Foi ordenado cardeal por Inocêncio II (1138) e à morte de Adriano IV alguns cardeais elegeram-no papa, em 7 de Setembro de 1159, recebendo os votos favoráveis da Alemanha, Borgonha e Itália do Norte, encarcerando o papa legítimo, Alexandre III. Logo a seguir, Vítor excomungou Alexandre III.

    O papa libertou-se e no Outono de 1150 foi reconhecido pelo Senado romano, pelos reis de Inglaterra e de França, bem como pelos bispos e monges da Europa, que votaram a seu favor.

    O papa excomungou Vítor, pelo que este se retirou desta aventura, tendo falecido em 20 de Abril de 1164, mas logo a seguir Frederico I, o Barba Roxa, promoveu a eleição de Pascoal III, outro antipapa, contra o autêntico papa, Alexandre III.

     

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    PASCOAL III - ANTIPAPA

    Pascoal III – antipapa

    (1164-1168)

    Escolhido pelo imperador Frederico I, o Barba Roxa, durante o pontificado de Alexandre III, sucedeu a Octaviano, antipapa com o nome de Vítor IV, cuja morte aconteceu inesperadamente.

    A população não aceita Pascoal e Alexandre III entra triunfalmente em Roma. O imperador, disposto a fazer valer a sua vontade a favor de Pascoal, assalta Roma, profana a basílica vaticana e entroniza Pascoal em 22 de Abril de 1164, pelo que o antipapa o coroa, bem como à sua esposa Beatriz.

    Alexandre III refugia-se em Benevento e o imperador, perante a reação popular e uma epidemia que dizima as suas tropas. vê-se obrigado a retirar deixando Pascoal sem apoios.

    Mais tarde, o imperador, já refeito dos revezes, volta a atacar e, esquecendo Pascoal, elege novo antipapa, desta vez Calisto III, que lhe sucede.

    Pascoal, enquanto antipapa, canonizou Carlos Magno, contra a vontade de Roma.

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    CALISTO III - ANTIPAPA

    Calisto III – antipapa

    (1168-1178)

    Foi eleito antipapa em 20 de Novembro de 1168, por influência do imperador Frederico I, o Barba Roxa, que tinha abandonado o antipapa Pascoal III.

    Frederico havia recebido a coroa imperial das mãos do papa Adriano IV (1155) mas elegeu Calisto III, por estar em luta com Alexandre III.

    Derrotado em Lugano (1176), pela Liga Lombarda, assinou a paz de Veneza com Alexandre III (1177) e humilhou-se indo a esta cidade, em Julho de 1177, beijar os pés ao Papa e reconhecendo a sua legitimidade.

    Alexandre III, obtida a adesão dos senadores que decidiram  jurar-lhe fidelidade, entra triunfalmente na Cidade Eterna em 12 de março de 1178, terminado o cisma, o que alegrou toda a Cristandade.

    Calisto III submeteu-se ao papa Alexandre III, em 29 de Agosto de 1178.

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    INOCÊNCIO III - ANTIPAPA

    Inocêncio III – antipapa

    (1179-1180)

    Por influência do imperador Frederico I, o Barba Roxa, foi eleito em 29 de Setembro de 1179, com o nome de Inocêncio III, na sequência e até como sucessor de uma série de antipapas surgidos pela teimosia do imperador Frederico I, o Barba Roxa, na sua luta contra o papado: Vítor IV (1159-1164); Pascoal III (1164-1168) e Calisto III (1168-1178).

    Pouco tempo depois da eleição, em Janeiro de 1180, caiu nas mãos do papa Alexandre III, que o mandou para o exílio num convento.

    Continua:…

    Post colocado em 19-2-2013 – 10H30

    ANTÓNIO FONSECA