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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Nº 1567-1 - (51-13) - SANTOS DE CADA DIA - 2ª SEMANA DA QUARESMA - 20 de Fevereiro de 2013 - 5º ano

NOTA DO AUTOR

Caros Amigos:

 

Por motivos técnicos que ainda não estão neste momento completamente resolvidos

– e, também porque estive ausente de casa durante a maior parte do dia – este texto é publicado com muito atraso e com  muitas falhas, além de -

hoje ser o meu 73º. aniversário,

peço muita desculpa aos meus leitores e prometo fazer os possíveis para isto entrar na devida regularidade,

nas próximas horas, ou seja, durante este fim de semana.

Os meus agradecimentos.

ANTÓNIO FONSECA 

 

 

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1567

Bom

ANO D E 2 0 1 3


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Quaresma

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Nº 1567-1 - (51-13)


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I-Am-Posters

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Nº 1567-1 – (50-13)


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FRANCISCO MARTO e JACINTA MARTO (irmãos) – Beatos

Videntes de Fátima – primos de Lúcia

1908-1919  e  1910-1920

O dia 13 de Maio de 1917 passou à história da Igreja e da humanidade como o dia memorável em que três crianças portuguesas viram, em Fátima, a Virgem Maria sobre uma azinheira; Lúcia dos Santos, de 10 anos, e os seus primos Francisco, de 9 anos e Jacinta, de 7.

A 13 de Maio de 2000, João Paulo II beatificou, no mesmo lugar, duas daquelas crianças, mortas prematuramente (Francisco e Jacinta), tornando-se, assim, os beatos mais jovens, não mártires, do calendário cristão.

Francisco e Jacinta eram duas crianças normais, travessas. alegres, educadas num ambiente cristão de máxima simplicidade. A oração, sobretudo a recitação do rosário, formava parte do dia.

Na primavera de 1916, apareceu-lhes o Anjo da Paz, na “Loca do Cabeço” e junto ao poço da casa de Lúcia, ensinando-os a rezar ao Santíssimo Sacramento e dando-lhes a Sagrada Comunhão.

A 13 de Maio de 1917, dá-se a primeira aparição da Virgem Maria, pedindo-lhes que voltem ao mesmo lugar nos próximos seis meses, no mesmo dia e à mesma hora, recomendando-lhes que rezassem o rosário todos os dias e anunciando-lhes sofrimentos futuros.

De facto, estes começaram imediatamente, porque ninguém acreditou no que eles contaram (ainda que tinham combinado não dizer nada), a começar pela própria familia e assim se iniciou o doloroso calvário daquelas três crianças. Em relação ao futuro dos videntes, logo na aparição do dia 13 de Junho, a Senhora anuncia: – “À Jacinta e ao Francisco levá-los-ei brevemente para o céu”.

Não puderam comparecer à aparição de 13 de Agosto, porque o administrador de Vila Nova de Ourém os tinha levado à vila para os obrigar a desmentir tudo o que tinham dito, ameaçando-as até com a prisão e de facto estiveram presos dois dias, mas contentes de sofrer “por amor de Jesus”.

As aparições continuaram a realizar-se até ao dia 13 de Outubro, na qual Nossa Senhora se despediu dos pastorinhos e se realizou o milagre do sol, presenciado por milhares de pessoas e veio confirmar a veracidade de tudo o que os videntes tinham dito.

 

Francisco e Jacinta pouco tempo sobreviveram às aparições. Entretanto, as qualidades humanas e cristãs destas duas crianças acentuaram-se visivelmente e tornaram-se um exemplo de virtudes cristãs e maturidade sobrenatural.

A doença que em Portugal se chamou “gripe espanhola” chegou a Aljustrel e Francisco foi uma das suas primeiras vítimas. Aguardou com serenidade o fim da sua vida, aceitando a doença com toda a lucidez e fortaleza cristãs. Da doença de Francisco escreveu a irmã Lúcia: «Durante a doença, Francisco mostrou-se sempre alegre”. E ele próprio declarou: “Sofro para consolar a Nosso Senhor, e depois  daqui para o céu…”. A 4 de Abril de 1919, foi contemplar Deus face a face.

Jacinta estava convencida de que depressa iria para o céu com o seu irmão. A mesma “gripe espanhola” a afetou tão fortemente que tiveram que interná-la no hospital de Vila Nova de Ourém, mas não se verificaram grandes melhoras. Acabou por ser operada no Hospital D. Estefânia, em Lisboa, sem anestesia… Foram 15 meses de dores atrozes, até à sua morte, a 20 de Fevereiro de 1920, Estrela  aceites sempre com a serenidade dos santos, sabendo que Deus aceitava os seus sofrimentos pela conversão dos pecadores.

A irmã Lúcia evoca a mudança operada na sua prima, depois das aparições, declarando que se tinha tornado outra criança. “Aquilo que eu sentia junto de Jacinta, era aquilo que se sente ao lado de uma pessoa santa, que em tudo parece comunicar com Deus. Jacinta refletia a presença de Deus em todos os seus actos”.

A irmã Lúcia deixou-nos também o relato de algumas aparições da Santíssima Virgem à sua prima durante a doença, nas quais Nossa Senhora a confortava e lhe dava forças.

Estrela Por pura coincidência e Curiosamente a data da sua morte ocorreu 20 anos de eu próprio ter nascido, pois completo hoje 73 anos de idade. NOTA pessoal de ANTÓNIO FONSECA.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

EUQUÉRIO, Santo 

Bispo (690-738)

Santo Euquério floresceu no século oitavo, tanto pelo esplendor da virtude como pelo zelo em promover a disciplina eclesiástica.

Nasceu em Orleães pelo ano de 690. Sua mãe era senhora de singular virtude. Voltando uma noite da igreja onde havia assistido às matinas, retirou-se para o quarto e aí teve um sonho que muito a consolou. Apareceu-lhe um anjo, a anunciar-lhe que o filho, que dela nasceria, seria filho de bênçãos e santo bispo.

A doçura natural do menino fizeram-no amável desde o berço. Depois, nenhuma coisa consolava tanto os seus piedosos pais como verem o empenho com que o menino Euquério se dedicava à oração. Deu principio aos estudos na idade de sete anos. Mais tarde, dedicou-se avidamente à teologia, aos sagrados cânones e aos Santos Padres da Igreja. Na idade de 17 ou 18 anos, era já tido como prodígio de ciência e santidade. Foi devotíssimo da Santíssima Virgem, que nomeava constantemente como sua querida Mãe.

Abraçou o estado eclesiástico, mas todos os seus desejos convergiam para a soledade. Pôs os olhos no mosteiro de Lumiéges, situado na margem do rio Sena, onde reinava com todo o rigor a disciplina monástica.

Sete anos passou Santo Euquério numa austeridade de vida que renovava os espantosos exemplos de penitência que até então só tinham sido vistos nos desertos do Oriente.

Mas tendo falecido Severo, bispo de Orleães e tio do nosso santo, tanto o povo como o clero pediram à uma, por bispo. Euquério, porém, como todos conheciam perfeitamente a sua profunda humildade, prevendo a repugnância que oporia, dirigiram-se a Carlos Martel, que na qualidade de mordomo-mor governava todo o reino. Pediram-se que se dignasse apoiar esta eleição. Ele anuiu sem dificuldade e deu à deputação que lhe viera apresentar a súplica um dos seus primeiros oficiais, para que que fosse com ela a Lumièges e conduzisse Euquério a Orleães.

Chegados eles ao mosteiro, comunicaram ao santo a eleição feita. Euquério, ao ouvir essa notícia, ficou tão fora de si, como se lhe tivesse acontecido a maior desgraça do mundo. Mas finalmente foi necessário deixar a sua amada soledade e caminhar para Orleães.

Logo que se viu com o formidável peso da dignidade episcopal, deu-se todo ao melhor desempenho dela. Começou fazendo reflorescer a disciplina eclesiástica.

Seria milagre que virtude tão eminente estivesse largo tempo sem a prova da perseguição. Vivia o santo bispo em doce paz no meio do seu querido povo, já havia quase dezasseis anos, quando procuraram torná-lo suspeito ao príncipe, que até àquele tempo o estimara profundamente. Como Carlos Martel se achava empenhado em muitas guerras, já em defesa própria já contra os sarracenos, havia-se apoderado de grossas somas de rendas eclesiásticas, para as sustentar.

Deram-lhe a entender que Euquério condenava ardentemente o seu proceder, Carlos Martel deu ouvidos à acusação. E, no regresso da Aquitânia, onde tinha derrotado os sarracenos, passou por Orleães e ordenou a Euquério que o acompanhasse a Paris e dali ao palácio de Verneuil, uma das casas reais. Em seguida exilou-o para Colónia, juntamente com todos os seus parentes.

Mas a sua altíssima virtude foi, digamo-lo assim, uma espécie de feitiço que lhe ganhou o amor e o respeito de todos. O príncipe sentiu-se contrariado a ponto de ordenar ao duque de Haspengau que transferisse o santo para uma das praças fortes de Hasbain, na região de Lieja.

O duque, longe de o tratar como prisioneiro, respeitou-o sumamente e fê-lo seu esmoler. dando-lhe a faculdade de escolher o lugar que quisesse dentro do Hasbain. Euquério preferiu a abadia de S. Tron, que foi o seu último retiro. Durante seis anos passou o  nosso herói uma vida toda celeste, por cujo influxo se reformou o convento. Finalmente, querendo o Senhor premiar os trabalhos do seu fiel servo, chamou-o do desterro à feliz morada dos bem-aventurados a 20 de Fevereiro de 738.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

ELEUTÉRIO, Santo

Bispo, confessor (456-531 ou 532)
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt
 

AMADA, Beata

Religiosa (1200-1252)
 
Como Santa Clara, sua tia e Frei Rufino (das Florinhas), seu tio, pertencia à família dos Offreducci, uma das mais distintas de Assis. Amada foi mundana até ao dia em que se converteu, ao visitar a tua no convento de São Damião. decidiu nessa altura fazer-se imediatamente religiosa, sem mesmo voltar a casa e despedir-se dos seus. As austeridades que praticou no seu novo estado foram tais, escreve o seu biógrafo, “que devido a elas os seus dias vieram a abreviar-se”. Nasceu e morreu em Assis, aproximadamente entre os anos 1200 e 1252.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 

 

 

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”




  • Tero1 - Cpia
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. A partir de Quarta-feira de Cinzas, acrescentei mais 2 páginas (uma que vigorará só na Quaresma e outra que será diária) – São elas VIVER A QUARESMA e ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS e, por conseguinte haverá mais 2 números a incluir que serão o 7 e o 8.
  • (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
  • Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.

    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.

    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).

    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
    Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]
    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
  • Endereço de Youtube: antonio0491@youtube.com
  • António Fonseca
  • Nº 1567-8 - Encontro diário com Deus - 20 de Fevereiro de 2013

    Nº 1567-8

    Do livro Encontro diário com Deus – Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br

    Pensamento do Dia

    A fortuna só tem sentido dividida.

     

    John Lennon

    TU NOS CONHECES

    Ó Senhor, tu nos perscrutas e nos conheces, sabes da nossa incapacidade em compreender o teu e o nosso mistério.

    Conheces nossa insipidez em falar dessas coisas com veracidade.

    Nós te suplicamos, ó Pai, em nome de Jesus:

    envia-nos o teu espírito que penetra nas entranhas do ser humano e sabe que existe em nosso íntimo, para que nos torne capazes de conhecer-nos assim como somos conhecidos por ti, nas profundezas do nosso mal, com amor e misericórdia.

    Faze com que vejamos com olhos límpidos tudo o que existe de peso em nós, de sombrio e de oposição a ti:

    faze com que saibamos conservá-lo na luz misericordiosa que vem da morte e ressurreição do teu filho, Jesus Cristo Nosso Senhor, que com o Espírito vive e reina contigo por todos os séculos.

    Cardeal Carlo Maria Martini.

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    NOTA:

    Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:

    Todos os direitos reservados.

    Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

    Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

    http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

    Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

    Obrigado e desculpem.

    ANTÓNIO FONSECA

    Nº 1567-7 - REZAR NA QUARESMA - 2ª Semana da QUARESMA - 4ª feira - 20 de Fevereiro de 2013

    1567-7

    edisal@edisal.salesianos.pt

    http://www.edisal.salesianos.pt/

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    20 de FEVEREIRO de 2013

    2º SEMANA DA QUARESMA

    (QUARTA-FEIRA)

    SALMO 50

    Lavai-me de toda a iniquidade e purificai-me de todas as culpas.

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    Detestamos a sensação de culpa.

    A culpa morre sempre solteira”.

    Por vergonha, porque o pecado belisca a nossa auto-imagem…sabe-se lá.

    Teremos ainda a coragem de sermos honestos e sinceros perante Deus e a nossa consciência?

    Teremos ainda a força para assumirmos o nosso pecado?

    Teremos ainda a esperança de Lhe pedir perdão?

     

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    Ensina-me, Senhor,

    a pedir o teu perdão.

    Tira-me das minhas falsidades

    para que Te possa encontrar.

    Mantém-me aberto

    à tua novidade que tudo renova.

    Ajuda-me a aceitar a tua luz.

     

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    NOTA:

    Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

    A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

    Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

    Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

    à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

    Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

    • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
    • Uma frase bíblica em destaque;
    • Uma imagem para te ajudar a pensar;
    • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
    • Uma proposta de oração.

    Não tenhas medo desta aventura da fé

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    Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

    Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

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    António Fonseca

    Endereço principal: antoniofonseca1940@hotmail.com

    Endereço secundário: antoniofonseca40@gmail.com

    Endereço do blogue: http://confernciavicentinadesopaulo.blopgspot.com

    Nº 1566-3 - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (64) - 20 de Fevereiro de 2013

    Nº 1566 - (3)

    BOM ANO DE 2013

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    Caros Amigos:

    Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

    segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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    LÚCIO III

    Lúcio III

    Lúcio III

    (1181-1185)

    O cardeal Ubaldo foi eleito em 1 de Setembro de 1181, em Valletri, com o nome de Lúcio III, mas não pôde ser investido na Basílica de São Pedro, devido aos distúrbios provocados por Arnaldo de Bréscia, escolhendo Valletri como local de refúgio.

    Passado algum, surgiu um novo levantamento popular reclamando direitos. Sitia Túsculo e invade localidades da Campânia, pertencentes à Santa Sé, pelo que o Papa pede auxilio a Cristiano de Mogúncia.

    A situação acalmou, mas em Abril de 1184, recomeçaram as lutas por todo o Lácio, com os revoltosos a cometerem barbaridades contra o clero, o que levou Lúcio III a refugiar-se em Verona onde se encontrava o imperador. Aí preside a uma assembleia onde se publica uma célebre constituição contra os hereges, determinando o modo como seriam tratados os simplesmente suspeitos, os relapsos e os contumazes. Os contumazes, se persistissem, deviam ser entregues ao «braço secular» (poder civil) para sanções previstas no Código Civil, pelo que alguns historiadores entendem que se deu nesta decisão o começo da Inquisição.

    As disposições da constituição visavam, sobretudo, os cátaros, que se espalharam pela Europa nos séculos XI e XII, principalmente no Sul da França, na cidade de Albi, pelo que ficaram também conhecidos por albigenses.

    Estes hereges defendiam a metempsicose e daí a proibição de se matarem animais, eram contrários à organização familiar e às relações sexuais; praticavam a comunhão de bens e valiam-se de música religiosa, por meio de hinos, para captar a adesão dos simples e dos ignorantes. Acusaram-nos de cometerem crimes e praticarem horrores e já tinham sido anatematizados no Concílio de Latrão III, que exortara os príncipes cristãos a reprimi-los e a silenciá-los.

    Lúcio III condenou igualmente os valdenses, seita fundada em 1176, por Pedro Valdes, em Lyon, no Sul de França, mas estes desprezaram a condenação de Lúcio III e espalharam-se por diversos países, sobretudo pelo Norte de Itália e só mais tarde, quando eclodiu a reforma luterana, expulsos de França e Espanha, aderiram ao protestantismo e, de modo especial, ao calvinismo.

    O entendimento entre Lúcio III e Frederico I, o Barba Roxa toldou-se com a disputa pelos bens da falecida condessa Matilde, que, ao refugiar-se em Roma, os legou à Santa Sé, e que o imperador se recusava a ceder, defendendo os seus pretensos direitos. Por sua vez, o papa recusava-se a confirmar os prelados promovidos durante o cisma, porque isso ia contra o estabelecido no II Concílio de Latrão.

    Não conseguindo convencer o intransigente papa, o imperador retira-se para a Alemanha e Lúcio III falece pouco depois,  em Verona, sendo sepultado na catedral dessa cidade.

     

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    URBANO III

    Urbano III

    Urbano III

    (1185-1187)

    Foi eleito e consagrado em Dezembro de 1185, em Verona, adoptando o nome de Urbano III e, como os ânimos em Roma estavam exaltados, manteve-se nesta cidade.

    As relações com Frederico I, o Barba Roxa, estavam muito tensas, tanto mais que o Imperador na sua incursão a Itália lhe matara e desterrara vários familiares.

    Urbano III descreve-lhe a lamentar-se porque o imperador usurpara os direitos e haveres dos bispos, dispunha dos mosteiros e entregava a leigos, seus apaniguados, os direitos das igrejas, impedia que as eleições episcopais se realizassem em liberdade e cometia ingerências inadmissíveis no campo eclesiástico. O imperador não faz caso do pedido e impede que o papa comunique com os bispos alemães, enquanto seu filho, Henrique saqueia os Estados da Igreja, maltratando o clero.

    Urbano III pensou na excomunhão do imperador, mas desistiu com receio de represálias.

    A 3 de Outubro de 1187, o sultão Saladino, à frente de tropas egípcias e sírias,  conquista Jerusalém aos cristãos, que não tiveram auxilio dos príncipes da Cristandade.

    Pouco depois Urbano III faleceu em ferrara, ficando sepultado na sua catedral.

    Este papa nunca pisou o solo da cidade de Roma durante o seu episcopado.

     

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    GREGÓRIO VIII

    Gregorio VIII

     

    Gregório VIII

    (1187)

    No dia seguinte à morte de Urbano II, em 21 de Outubro de 1187, os cardeais elegeram, sem perda de tempo, como seu sucessor, Alberto di Morra (também conhecido por Alberto Benevento), que tomou o nome de Gregório VIII.

    Foi um pontificado de apenas dois meses, cujas decretais por ele assinadas revelam o empenho que punha na reforma do clero.

    Como pensava organizar uma cruzada, a terceira, dirigiu-se a Pisa para se reconciliar com a cidade de Génova, indispensável para os seus intentos, mas a morte surpreendeu-o em Pisa.

    Rejeitado pelos Romanos, também este Papa nunca viveu em Roma.

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    CLEMENTE III

    Clemente III

    Clemente III

    (1187-1191)

    Paolo Scolari foi eleito em 19 de Dezembro de 1187, adoptando o nome de Clemente III e, de imediato, procurou chegar a entendimento com o Senado e a “comuna” romana, o que conseguiu, podendo viver em Roma e acabar com um exílio papal que já vinha de Inocêncio II e durava há mais de 50 anos.

    Chegado a Roma no principio de Fevereiro de 1188, concluiu em 31 de Maio um tratado pelo qual o Senado reconhecia a soberania papal, prestando juramento de fidelidade, mediante compensações monetárias que ajudassem a cidade nos estragos da guerra e permitissem a reconstrução das muralhas.

    Clemente III convocou a III Cruzada para libertar Jerusalém, tendo conseguido conciliar Filipe II, da França, e Henrique II de Inglaterra obtendo também a adesão do velho imperador Frederico I, o Barba Roxa, Infelizmente, o imperador que era o chefe dos exércitos, morreu afogado ao atravessar um rio na Ásia Menor.

    Ricardo I, o Coração de Leão, prossegue, tomando o comando das tropas francesas e inglesas e conquista Chipre, reforçando o ataque à fortaleza de São João de Acre, que acabou por ser conquistada dois anos depois.

    Saladino, perante a derrota, compromete-se a pagar 200 000 moedas de ouro e a entregar os prisioneiros, mas os cruzados desentenderam-se. Não souberam tirar partido imediato da vitória e os muçulmanos, ao receberem tropas do Egipto, ficaram senhores da situação, evitando a derrota prevista e inevitável.

    Clemente III faleceu sem ter conhecimento do insucesso da cruzada por ele convocada.

    Durante este pontificado, Portugal tirou vantagem das expedições dos cruzados, pois, na Primavera de 1189, D. Sancho I aproveitou a passagem de uma frota de cruzados que aproaram a Lisboa, para conquistar Alvor e Silves no Algarve.

    Foi também neste pontificado que nasceu em Lisboa uma das maiores glórias de Portugal e dos mais insignes Doutores da Igreja: Santo António.

     

    Continua:…

    Post colocado em 20-2-2013 – 10H30

    ANTÓNIO FONSECA

    Nº 1567-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - NÚMEROS (33) - 20 de Fevereiro de 2013

    antoniofonseca1940@hotmail.com

    2013

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    Mapa da Península do Sinai

    Nº 1567

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    Caros Amigos:
    Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

    Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
    GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1080 páginas… sejamos optimistas.
    NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
    SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
    Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
    Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
    SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
    Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
    Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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    Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
    Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
    IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

    É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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    Nº 1567 - 2ª Página

    20 de Fevereiro de 2013

    ANTIGO TESTAMENTO

    N Ú M E R O S
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    Mapa com a distribuição das 12 tribos de Israel


    VIDA DA TRIBO DE JACOB (ISRAEL), DURANTE 40 ANOS NO DESERTO

    33 – ITINERÁRIO DOS ISRAELITAS DURANTE A SUA VIAGEM Este é o itinerário dos filhos de Israel, desde que saíram do país do Egipto, segundo os seus esquadrões, sob a direção de Moisés e de Aarão. Moisés registou as suas partidas e as suas paragens, de acordo com a ordem do Senhor. São as seguintes essas paragens e partidas; Partiram de Ramessés no décimo quinto dia do primeiro mês; no dia seguinte à Páscoa, os filhos de Israel saíram triunfantes, à vista de todos os egípcios que estavam sepultando aqueles que o Senhor tinha fulminado dentre eles, todos os seus primogénitos. Também contra as suas divindades o Senhor tinha exercido a Sua justiça. Partindo de Ramessés, os filhos de Israel pararam em Sucot. Tornaram a partir de Sucot e acamparam em Etam, situado na orla do deserto. Depois, partiram de Etam, desviando-se para Pi-Hairot, que fica em frente a Baal-Sefon, e acamparam diante de Migdol. Deixando Pi-Hairot, atravessaram o mar na direção do deserto e, depois de três dias de marcha pelo deserto de Etam, pararam em Mara. Partindo de Mara, chegaram a Elim, onde havia doze nascentes de água e setenta palmeiras, e acamparam ali. Saindo de Elim, acamparam perto do mar dos juncos. Partindo, novamente, do mar dos juncos, acamparam no deserto de Sin. Partiram do deserto de Sin, e acamparam em Dofca. Partiram de Dofca e acamparam em Alus. Partiram de Alus e acamparam em Refidim onde o povo não encontrou água para beber. Tornaram a partir de Refidim e acamparam no deserto do Sinai. Partiram do deserto do Sinai e acamparam em Quiprot-Hatavá. Partiram de Quibrot-Hatavá e acamparam em Hacerot. Partiram de Hacerot e acamparam em Ritma. Partiram de Ritma e acamparam em Rimon.-Fares. Partiram de Rimon-Fares e acamparam em Libna. Tornaram a partir de Libna e acamparam em Rissa. Tornaram a partir de Rissa e acamparam em Queelata, Partiram de Queelata e acamparam no monte Sefer. Partiram do monte Sefer e acamparam em Harada. Partiram de Harada e acamparam em Maquelot. Partiram de Maquelot e acamparam em Taat. Partiram de Taat e acamparam em Taré. Partiram de Taré e acamparam em Mitca. Partiram de Mitca e acamparam em Hasmona. Partiram de Hasmona e acamparam em Mosserot. Partiram de Mosserot e acamparam em Bené-Jaacan. Tornaram a partir de Bené-Jaacan e acamparam em Hor-Haguidgad. Partiram de Hor-Haguidagd e acamparam em Jotbata. Partiram de Jotbata e acamparam em Abrona. Partiram de Abrona e acamparam em Asiongaber. Partiram de Asiongaber e acamparam no deserto de Sin, isto é, em Cades. Partiram de Cades e acamparam no monte Hor, na extremidade do país de Edom. O sacerdote Aarão subiu a esse monte, por ordem do Senhor, e ali morreu no quadragésimo ano após a saída dos israelitas do país do Egipto, no primeiro dia do quinto mês. Aarão tinha cento e vinte e três anos quando morreu no monte Hor. Foi então que o rei cananeu de Arad, que vivia ao sul do país de Canaã, soube da chegada dos filhos de Israel. Depois, partiram do monte Hor e foram acampar em Salmona. Tornaram a partir de Salmona e acamparam em Funon. Partiram de Funon e acamparam em Obot. Partiram de Obot e acamparam em Ijê-Habarim e acamparam em Dibon-Gad. Partiram de Dibon-Gad e acamparam em Alom-Diblataim. partiram de Alom-Diblataim e acamparam entre os montes Abarim, diante do Nebo. Tornaram a partir dos montes de Abarim e acamparam nas planícies de Moab, perto do Jordão, defronte de Jericó. ocuparam a margem do Jordão desde Bet-Hajesimot até Abel-Hasitim, nas planícies de Moab.
    Ordem de expulsão dos cananeus – O Senhor disse a Moisés nas planícies de Moab, perto do Jordão, defronte de Jericó: «Fala aos filhos de Israel nestes termos: como ides passar o Jordão, para atingirdes o país de Canaã, quando tiverdes afugentado diante de vós todos os habitantes desse país, destruireis todos os seus símbolos,. todos os seus ídolos de metal e devastareis todos os seus lugares altos. Conquistareis assim o país e estabelecer-vos-eis ali porque é a vós que Eu vo-lo dou como possessão. Repartireis o país em,lotes e à sorte, entre as vossas famílias, dando, contudo, um património maior às mais numerosas e um património menor às menos numerosas. recebendo cada um o que lhe couber em sorte; é segundo vossas tribos patriarcais que fareis essa repartição. ora, se não expulsardes  da vossa frente todos os habitantes do país, aqueles que tiverdes poupado serão como espinhos nos olhos e como aguilhões nos flancos; atormentar-vos-ão no território que ocupardes e Eu tratar-vos-ei como tinha resolvido tratá-los a eles».

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    Mapa em que figura o antigo território (KINGDOM DE) de Moab (atual Jordânia)

    VIDA DA TRIBO DE JACOB, DURANTE 40 ANOS NO DESERTO
    Textos do LivroNÚMEROSdo ANTIGO TESTAMENTO

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    20 de FEVEREIRO de 2013 – 10.15 h
    ANTÓNIO FONSECA

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    http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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