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terça-feira, 5 de março de 2013

Nº 1579-8 - Encontro Diário com Deus - 5 de Março de 2013

 

Nº 1579-8

Do livro Encontro diário com Deus – Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br

Pensamento do Dia

O bom livro é aquele que se abre com interesse e se fecha com proveito.

A. B. Alcott

Dá-me, Senhor, um bom coração! Um coração que não seja egoísta ou agressivo, ríspido ou mal-educado, pequeno e mesquinho, refratário ou ressentido. Não! Que meu coração aprenda a viver para a grande vida e amar os grandes ideais. Que ele vibre com as conquistas da ciência, participe das ações da comunidade e sirva sempre com orgulho às causas da cidadania. Que nunca se encolha no comodismo e sempre se empenhe pela paz e pelo bem da sociedade.

 

Frei Neylor J. Tonin, OFM

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NOTA:

Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:

Todos os direitos reservados.

Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

Obrigado e desculpem.

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1580-7 - REZAR NA QUARESMA - 3ª SEMANA - 3ª feira - 5 de Março de 2013

1580-7

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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5 de MARÇO de 2013

3ª SEMANA DA QUARESMA

(Terça feira)

Mateus 18, 21-35

Cheio de compaixão,

o senhor daquele servo

deu-lhe a liberdade

e perdoou-lhe a dívida.

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Faças o que fizeres,

o amor de Deus para ti

é bem maior do que o teu pecado.

Por muito que te afastes,

o abraço caloroso do Pai está sempre à tua espera.

Deus ama-te.

Sempre.

E não desiste de te amar

mesmo quando tu lhe viras as costas.

E, por isso, quando voltas,

Ele está sempre à tua espera.

 

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ConTigo,

Deus de misericórdia e de perdão,

as contas fazem-se diferentes.

Ao meu deficit de amor,

Tu respondes sempre

com um amor infinito.

Ensina-me a partilhar

com os outros

um pouco do teu perdão.

 

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NOTA:

Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

  • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
  • Uma frase bíblica em destaque;
  • Uma imagem para te ajudar a pensar;
  • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
  • Uma proposta de oração.

Não tenhas medo desta aventura da fé

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Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

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António Fonseca

Endereço principal: antoniofonseca1940@hotmail.com

Endereço secundário: antoniofonseca40@gmail.com

Endereço do blogue: http://confernciavicentinadesopaulo.blopgspot.com

Para os Bancários - UMA CURIOSIDADE (para quem não saiba…) e uma Efeméride - 5 de Março de 2013

 

A curiosidade que é isso mesmo, apenas uma curiosidade, é que há 51 anos, em 5 de Março de 1962, era Terça-Feira de Carnaval.

 

A Efeméride (importante apenas para mim…) é que em 4 de Março desse ano (ou seja na Segunda-feira de Carnaval), comecei a minha atividade profissional no Sindicato Nacional dos Empregados Bancários do Distrito do Porto, o qual após várias metamorfoses se transformou no que é hoje o SBN/SAMS, ou seja, SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO NORTE- SERVIÇOS MÉDICOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL.

Das 21 pessoas que trabalhavam ali nessa ocasião, restam 6 ( e comigo 7) – António Moura de Oliveira, Fernando Manuel da Silva Pinto, Dr. Luís Mena de Matos, Dr. Carlos Cidrais Rodrigues, Dr. Estevão Zulmiro Braga Samagaio, D. Maria Júlia Vilas Boas, a quem daqui endereço os meus melhores cumprimentos de Amizade, e aproveito também, para chamar a atenção da Direção do SBN e do Conselho de Gerência dos SAMS, para o facto de ainda ninguém se ter lembrado de prestar um preito de homenagem, (que poderia ser sintetizado num simples OBRIGADO) a estes funcionários que durante longos anos (e estou a referir-me apenas aos Médicos…) deram o seu melhor para que a Classe Bancária (e seus familiares) usufruíssem do melhor serviço de Saúde que existe em Portugal após o 25 de Abril.

Aqui fica o alerta, para quem interesse resolver esta omissão.

Desculpem, se não estou a ser “politicamente correto” mas digo aquilo que penso e é Só.

Porto, 5 de Março de 2013

ANTÓNIO FONSECA

(trabalhador do SBN e co-fundador dos SAMS, desde 4/3/1962 a 4/3/2002)

 

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Nº 1580-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - DEUTERONÓMIO - (10) - 5 de Março de 2013

5 de Março de 2013
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Mapa da Península do Sinai

Nº 1580

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS (Estes já estão…) – Faltam apenas 1030 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1580 - 2ª Página

5 de Março de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

DEUTERONÓMIO
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Mapa com a distribuição das 12 tribos de Israel

DEUTERONÓMIO

Segundo Discurso de MOISÉS

10 – NOVA EXORTAÇÃO À OBEDIÊNCIA – «Naquele tempo o Senhor disse-me: «Prepara duas tábuas de pedra semelhantes às primeiras e vem ter comigo à montanha. Faz também uma arca de madeira. Escreverei nessas tábuas as palavras que estavam escritas nas primeiras, que quebraste e depositá-las-ás na arca». Fiz, pois, uma arca de madeira de acácia e preparei duas tábuas de pedra semelhantes às precedentes; depois subi à montanha com as duas tábuas na mão. E o Senhor gravou nas tábuas a mesma inscrição, as dez palavras que vos tinha dirigido sobre a montanha, do meio do fogo, no dia da assembleia. Depois, o Senhor entregou-mas. Desci da montanha, depositei as tábuas na arca que tinha feito e ali ficaram, como o Senhor me ordenara.

Ora, os filhos de Israel partiram de Beeroth-Yaakan para Mocêra; ali morreu e foi enterrado Aarão. Eleazar, seu filho, sucedeu-lhe no sacerdócio. dali, foram para Gudgoda e de Gudgoda para Yotbatha, onde havia água em abundâncias.

Naquele tempo, o Senhor distinguiu a tribo de Levi, encarregando-a de transportar a arca da aliança divina; de fazer permanentemente o serviço do Senhor de dar a bênção em Seu nome, o que tem feito até hoje. Por isso, Levi não teve parte nem herança entre os seus irmãos: Deus é a sua herança, como lhe prometeu o Senhor, teu Deus. Fiquei, pois, na montanha quarenta dias e quarenta noites, como da primeira vez; ainda desta vez o Senhor me atendeu, renunciando a destruir-te, dizendo-me: «Vai, dirige a marcha deste povo, para que atinja e possua a terra que jurei dar a seus pais».

E agora, ó Israel, o que o Senhor, teu Deus, exige de ti é somente que veneres o Senhor, teu Deus, que sigas todos os Seus caminhos, que O ames, que O sirvas com todo o teu coração e com toda a tua alma, observando os preceitos e as leis do Senhor que hoje te imponho para que sejas feliz. Vê: ao Senhor, teu Deus, pertencem os céus e os céus dos céus, a terra e tudo quanto nela se encontra. No entanto, foi a teus pais que o Senhor se apegou com amor, e elegeu a sua posteridade depois deles, a vós, dentre todos os povos, como hoje vedes (Rom 2, 29; Act 7, 51). Acabai, então, com a impureza do vosso coração, e não endureçais mais a vossa cerviz. Porque o Senhor, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus supremo, poderoso e temível, que não faz distinção de pessoas nem cede à corrupção (Act 10, 34; Rom 2, 11; Gal 2, 6; Ef 6, 9; Col e, 25; 1 Ped 1, 17; Ap 17, 14; 19, 16). Ele faz justiça ao órfão e à viúva, ama o estrangeiro e dá-lhe o pão e o vestuário. Vós que fostes estrangeiros no país do Egipto, amai o estrangeiro. É ao Senhor, teu Deus, que deves venerar, é a Ele só que deves servir; prende-te só a Ele, não jures senão pelo Seu  nome (Mt 4, 10; Lc 4, 8). Ele á a tua glória e o teu Deus, que fez por ti essas grandes e prodigiosas coisas que teus olhos viram. Os teus antepassados eram em número de setenta quando entraram no Egipto; agora, o Senhor, teu Deus, multiplicou-te como as estrelas do céu».

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Mapa em que figura o antigo território (KINGDOM DE) de Moab (atual Jordânia)

Discursos de Moisés durante o Êxodo e Apêndice relatando a fim da sua atuação e a sua morte, antes de chegar à Terra Prometida

Textos do LivroDEUTERONÓMIOdo ANTIGO TESTAMENTO

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5 de MARÇO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nº 1580-1 - (64-13) - SANTOS DE CADA DIA - 5 de Março de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1580

5 de MARÇO de 2013

Bom

ANO D E 2 0 1 3


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Quaresma

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Nº 1580-1 - (64-13)


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I-Am-Posters

E U S O U

AQUELE QUE SOU

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Nº 1580-1 – (64-13)


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JOÃO JOSÉ DA CRUZ, Santo

Confessor (1654-1734)
 

Juan José de la Cruz, Santo

Juan José de la Cruz, Santo

 
Em 1654, nas ilhazinha de Ísquia, fronteira a Nápoles, nasceu Carlos Caetano que, mais tarde, na religião, havia de chamar-se João José, e ainda com o determinativo – da Cruz – para mostrar com este que, com São Paulo, não se gloriava senão na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, e que, assim como o mundo se tinha crucificado para ele, assim também ele se crucificaria inteiramente para o mundo.
Apenas tinha entrado na adolescência, quando foi levada da Espanha para a Itália a Ordem dos Menores descalços de São Pedro de Alcântara, discípulo do patriarca de Assis. Isto encheu de contentamento o santo jovem que suspirava perla completa renúncia de si mesmo, pela penitência, humildade e pobreza. Foi, portanto, o primeiro que, na Itália, abraçou esta regra.
Logo após o terceiro ano da sua profissão solene, foi escolhido para dirigir as obras dum convento da Ordem, em Alifas, na Campânia. Entretanto, para obedecer aos superiores, entrou no sacerdócio.
Não lhe permitiram os seus múltiplos afazeres dedicar-se ao estudo da moral, porém, na direção das almas, mostrava-se mestre consumado.
A pedido dos seus confrades, organizou uns estatutos, dignos da aprovação da Santa Sé, para os monges que viviam nas faldas dos Apeninos, não muito longe do convento.
Desligando o papa Clemente XI a Ordem Italiana dos Menores descalços, da espanhola, ficou aquela em muito más condições, ameaçando extinguir-se; o mesmo Pontífice, porém, fundou um convento desta Regra no reino de Nápoles e elegeu seu Superior o padre João José da Cruz. Aterrado com tal sorte, o padre, alegando falta de saúde e de prudência para se dirigir com acerto em tão espinhoso cargo, pediu a demissão, que não lhe foi concedida. Os trabalhos, calúnias e afrontas por que passou para a consolidação da nova Ordem foram imensos. Cognominado “da Cruz”, João José tomou a sua cruz e, alegre, seguiu a Jesus Cristo pela senda do sofrimento até que lhe fosse dado entregar-se de novo ao descanso da contemplação e à disciplina áspera do claustro. Durante 64 anos usou um grosseiro hábito e, por 24, alimentou-se quase exclusivamente de pão e frutos silvestres, à maneira dos antigos eremitas. Macerava constantemente o débil corpo com disciplinas e cilícios e com uma cruz de ferro provida de agudos cravos. Chamavam-lhe o “novo Job”.
Abrasado no zelo da salvação das almas, a nada se esquivava para aproveitar a seus irmãos. Quando, extenuado pelos trabalhos do seu ministério, pela doença e pela mortificação, o aconselhavam a que se poupasse alguma coisa, costumava dizer: “Ai! Oxalá eu possa esgotar todas as minhas forças em proveito do próximo… Não é porventura justo dar a nossa vida pela mesma causa por que Jesus Cristo deu a sua
Deus multiplicou os milagres na vida de João José. Caía a cada passo em êxtase; lia nos corações e anunciava o futuro; tomava para si as úlceras e as tribulações espirituais do próximo; tinha o corpo sempre coberto de chagas; foi visto elevado acima do chão (levitação) e presente em dois sítios ao mesmo tempo (bilocação). estes factos foram verificados por investigadores severos; o célebre cardeal Wiseman, que os estudou e era tido por erudito, aceitava-os como realidade incontestável.
São sem, dúvida coisas quer não podemos compreender. mas temos fé em Jesus que as entende e terá vagar de no-las explicar na eternidade. Assim pensava João José.- deu esta resposta admirável a alguém que, na sua presença, se atrevia a criticar a Providência: «Como quereis vós, disse batendo na testa, que, com uma fronte de três dedos de altura, compreendamos qualquer coisa dos desígnios de Deus?».
No dia, hora e circunstâncias que anunciara, foi ferido de apoplexias. Cravados os olhos numa imagem da Virgem Santíssima, tendeu suavemente o espírito ao Criador, em Nápoles, a 5 de Março de 1734.
Foi beatificado por Pio VI e canonizado por Gregório XVI.
 
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

TEÓFILO, Santo

Bispo (195)
 
Teófilo foi um dos mais ilustres bispos da Igreja do Oriente pelo fim do século II, tornou-se célebre pelo cuidado que pôs em defender a tradição. Governava a Igreja de Cesareia na Palestina havia uns tempos, quando foram renovadas, sobre a celebração da Páscoa, as dificuldades levantadas quarenta anos antes, em vida de São Policarpo e do papa Santo Antero.
Os cristãos da Ásia, segundo uma tradição antiquíssima, pensavam que se devia reservar para a festa da Páscoa o décimo quarto dia da lua, quando é preceituado aos judeus imolar o cordeiro pascal. Mas as outras Igrejas da Cristandade não tinham o costume de observar a mesma prática; devido a uma tradição apostólica, seguiam o uso hoje em vigor, e celebravam a Páscoa cristã ou Ressurreição do Senhor no domingo a seguir ao décimo quarto dia da lua depois do equinócio da Primavera.
O papa São Vítor quis estabelecer a uniformidade e fez todos os esforços para trazer os Asiáticos ao que era a prática dos outros orientais e de todo o Ocidente. Teófilo foi um dos prelados que o ajudaram com todo o seu poder; com Narciso de Jerusalém, presidiu a uma assembleia dos bispos da Palestina e redigiu uma carta para combater os que celebravam a Páscoa no mesmo dia que os Judeus.
Nesta carta estabelece, entre outras verdades, que o hábito de celebrar a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo no domingo era uma tradição apostólica. O termo da carta vem assim redigido: «Tende cuidado de enviar exemplares da nossa carta a cada cristandade, para não ficarmos responsáveis por aqueles que facilmente transviam as suas almas. Nós declaramo-vos que os de Alexandria celebram também a Páscoa no mesmo dia que nós. Receberam, com efeito, cartas nossas e responderam-nos; donde resulta que nós festejamos o dia santo de acordo com eles».
É tudo o que sabemos da vida do santo bispo Teófilo: se não sofreu o martírio foi porque lhe faltou a ocasião.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

ADRIANO, Beato

Mártir (308)
 

Adriano (Adrián) de Cesarea, Santo

Adriano (Adrián) de Cesarea, Santo

 
Santo Adriano, que desde os mais tenros anos teve a dita de conhecer a doutrina de Jesus Cristo, foi um dos seus mais denodados atletas. tendo conhecimento de que em Cesareia da Palestina estavam encarcerados cristãos em grande número, que a ira de Firmiliano perseguia, dirigiu-se àquela cidade, com o intuito de lhes prestar todo o auxilio possível.
Às portas de Cesareia foi preso e conduzido à presença de Firmiliano; tendo-lhe este perguntado qual o motivo que ali o trazia, respondeu que era cristão e vinha consolar e fortalecer os fiéis discípulos do Salvador. Esta mesma resposta deu ao prefeito, que imediatamente o mandou açoitar.
Como porém saísse ileso desta tortura por milagre evidente, foi condenado aos leões. Toda a cidade ficou tomada de espanto ao ver que as feras corriam submissas para o santo, sem lhe fazer mal. Este prodígio operou  muitas conversões, que exasperaram o emissário do imperador. Este mandou que lhe cortassem a cabeça.
O martírio teve lugar no dia 25 de Março de ano de 308.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

Eusébio Palatino, Santo

Mártir

Eusebio Palatino, Santo

Eusébio Palatino, Santo

 

Es uno de los innumerables mártires anónimos. Voy a ver si consigo explicarme. El Martirologio Romano lo menciona junto con Pedro, Rústico, Herabo, Mario Palatino y ocho compañeros más de martirio cuyos nombres ni siquiera se mencionan. Le doy el calificativo de «anónimo» o desconocido por no tener noticia de ninguna circunstancia que nos hable del lugar, tiempo o clase de padecimientos que tanto él como sus compañeros sufrieran por la fe. Sólo conocemos sus nombres. A lo más que podemos llegar -y esto como suposición- es que padecieron por Jesucristo en África, por el relato concordante, aunque dependientes entre sí por las fuentes que utilizan, de hagiógrafos que se inclinan por este probable detalle.
El Hagiologio lusitano de Pedro Cardoso, la Crónica de España de Martín Carrillo y Moreno Vargas en su Historia de Mérida sostienen que sufrieron martirio en la Bética, en un lugar llamado Medellín, cerca de Mérida.
En este caso no se ha dado paso a la fábula; la imaginación popular no pudo poner aditamentos posteriores y postizos a la figura humana de estos héroes cristianos; el genio no ha sabido describir minuciosamente, como en otros muchos casos, gestas sobreaumentadas con afanes ejemplarizantes pero ajenos a la estricta realidad histórica. Esta influencia de la fantasía disculpable y bienintencionada hizo mucho bien a generaciones de lectores y de oyentes cristianos; muchos se sintieron animados a la fidelidad más estrecha a la fe y a la paciencia en los momentos duros. Otro tipo de lectores no corrieron la misma suerte; por tener un espíritu más crítico en asuntos históricos, o por estar imbuidos de una mentalidad racionalista cerrada a todo lo sobrenatural, el estilo anteriormente descrito les llevó a un apartamiento de la Iglesia en cualquiera de sus manifestaciones y la tildaron de arcaica y demasiado crédula. Como sucede en todos los asuntos, hay para todos los gustos y nunca llueve a gusto de todos.
A la muerte de estos mártires, por razones ignotas para nosotros y que sólo Dios conoce, no siguió un culto martirial posterior que mantuviera viva su memoria hasta el fin del tiempo; nos queda la noticia escueta de su entrega hasta la muerte y la heroicidad de la paciencia.
Hacen bien las sociedades cultas en mostrar agradecimiento a los héroes -aunque éstos sean anónimos- que en épocas difíciles fueron quienes sostuvieron la patria con su cultura, su libertad y las tradiciones de los mayores que, una vez pasada la situación de crisis, luego siguen disfrutando las generaciones futuras, cada una «actual» en su época. No se les atribuyen gestas concretas reconocidas ni están avalados por triunfos personales; simplemente dieron su vida ¿se les puede pedir más? Juntos forman una masa anónima y son los más y probablemente los más importantes. Hicieron posibles los bienes presentes que son su herencia. Probablemente este sea el lógico y noble intento de las sociedades cultas actuales cuando levantan en lugares preferentes monumento al «Soldado Desconocido», queriendo expresar de algún modo -y dejarlo testimoniado a las generaciones futuras- su agradecimiento.
Eusebio Palatino fue uno de estos personajes anónimos que supo personar la fidelidad a Jesucristo y la fortaleza hasta el fin con el tesón de los que entienden valer la pena su entrega. Mi testimonio agradecido a él y a sus compañeros anónimos.

Lúcio I, Santo

XXII Papa

Lucio I, Santo

Lucio I, Santo

 

Martirologio Romano: En Roma, en la vía Apia, en el cementerio de Calisto, sepultura de san Lucio, papa, sucesor de Cornelio, que sufrió el exilio por la fe de Cristo y fue, en tiempos angustiosos, eximio confesor de la fe, actuando con moderación y prudencia (254). Etimológicamente: Lucio = nacido con la primera luz, es de origen latino. Fue Pontífice de 253-254; murió en Roma el 5 de marzo de 254. Después de la muerte del Papa San Cornelio, quien murió en el exilio en el verano del 253, Lucio fue elegido para tomar su lugar, y fue consagrado Obispo de Roma. Nada se sabe de la vida temprana de este Papa antes de su elevación. De acuerdo con el libro "Liber Pontificalis", era romano de nacimiento y su [[padre] se llamaba Porfirio. No se sabe de dónde el autor obtuvo esta información. Todavía continuaba la persecución de la Iglesia bajo el Emperador Gallo durante la cual Cornelio había sido desterrado. Lucio también fue enviado al exilio pronto después de su consagración, pero en un corto tiempo, presuntamente cuando Valeriano fue designado emperador, a él le fue permitido regresar a su rebaño. El Catálogo Feliciano, cuya información se encuentra en el "Liber Pontificalis", nos informa del exilio y del milagroso retorno de Lucio: "Hic exul fuit et postea nutu Dei incolumis ad ecclesiam reversus est." San Cipriano, quien escribió una carta (perdida) de felicitaciones a Lucio en su elevación a la Santa Sede y sobre su exilio, envió una segunda carta de felicitaciones para él y sus acompañantes en el exilio, como también a toda la Iglesia Romana (ep. LXI, ed. Hartel, II, 695 sqq.).
La carta comienza: “Querido Hermano, hace muy poco tiempo te ofrecimos nuestras felicitaciones, cuando Dios te exaltó a gobernar Su Iglesia y te concedió la doble gloria de confesor y obispo. De nuevo te felicitamos a ti, a tus acompañantes y a toda la congregación; con esto, debido a la bondadosa y poderosa protección de nuestro Dios, Él te ha guiado de regreso con alabanzas y gloria a Sí mismo, de manera que el rebaño pueda recibir de nuevo a su pastor, el barco a su piloto y la gente a un director que los gobierne y les muestre abiertamente que fue el designio de Dios que permitió tu destierro, no para que el obispo exiliado fuera privado de su Iglesia, sino más bien para que regresara a su Iglesia con mayor autoridad”.
Cipriano continúa, refiriéndose a los tres niños hebreos en el horno ardiente, que el regreso del exilio no aminoraba la gloria de la confesión, y que la persecución, la cual iba dirigida sólo contra los confesores de la Iglesia verdadera, comprobaba cuál era la Iglesia de Cristo. En conclusión, él describe la felicidad de la Roma cristiana ante la llegada de su pastor. Cuando Cipriano afirma que Dios por medio de la persecución buscó “hacer avergonzar y silenciar a los herejes” y así probar dónde estaba la Iglesia, quién era su único obispo elegido por el designio de Dios, quiénes eran sus presbíteros sujetos al obispo en la gloria del sacerdocio, quiénes eran la verdadera gente de Cristo, unidos a Su rebaño por un amor excepcional, quiénes eran los oprimidos por sus enemigos, y al mismo tiempo dónde estaban aquellos que el Diablo protege como suyos, refiriéndose obviamente a los novacianos. El Cisma de Novaciano, a través del cual se presentó como antipapa, en oposición a Cornelio, todavía continuaba en Roma bajo Lucio.
En referencia a la confesión y a la restauración de los “Lapsi" (caídos), Lucio se adhirió a los principios de San Cornelio y de San Cipriano. De acuerdo con el testimonio del último, contenido en una carta al Papa San Esteban I (ep. LXVIII, 5, ed. Hartel, II, 748), Lucio, así como Cornelio, había expuesto su opinión por escrito: "Illi enim pleni spiritu Domini et in glorioso martyrio constituti dandam esse lapsis pacem censuerunt et poenitentia acta fructum communicationis et pacis negandum non esse litteris suis signaverunt." (Para ellos, llenos del Espíritu Santo de Dios y confirmado en glorioso martirio, juzgaron que el perdón debe ser otorgado a los Lapsi, y dieron a entender en sus cartas que, que cuando éstos hayan realizado la penitencia, no se les debe negar el gozo de la comunión y de la reconciliación.) Lucio murió a principios de marzo del año 254. En el "Depositio episcoporum" el "Cronógrafo de 354" da la fecha de su muerte como el 5 de marzo, el "Martyrologium Hieronymianum" como el 4 de marzo. La primera fecha es probablemente la correcta. Quizás Lucio murió el 4 de marzo y fue enterrado el 5 de marzo. De acuerdo al "Liber Pontificalis" este Papa fue decapitado en tiempos de Valeriano, pero este testimonio no puede ser comprobado. Es verdad que Cipriano en la antedicha carta a Esteban (ep. LXVIII, 5) le da a él, como también Cornelio, el titulo honorario de mártir: "servandus est enim antecessorum nostrorum beatorum martyrum Cornelii et Lucii honor gloriosus" (pues debe ser preservada la memoria gloriosa de nuestros predecesores los santos mártires Cornelio y Lucio); pero probablemente esto fue un relato del corto destierro de Lucio. Cornelio, quien murió en el exilio, fue honrado como mártir por los romanos después de su muerte; pero no así Lucio. En el calendario romano de fiestas del "Cronógrafo de 354" él es mencionado en el "Depositio episcoporum", y no bajo el encabezado de "Depositio martyrum". Sin embargo, su memoria fue particularmente honrada, como aclara la aparición de su nombre en el "Martyrologium Hieronymianum". Es cierto que Eusebio sostiene (Hist. Eccl., VII, 10) que Valeriano favorecía a los cristianos al principio de su reinado. El primer edicto de persecución del emperador apareció sólo en el año 257.
Lucio fue enterrado en un compartimiento de la bóveda papal en las catacumbas de San Calixto. En la excavación de la bóveda, De Rossi encontró un fragmento grande del epitafio original, el cual sólo da el nombre del Papa en griego: LOUKIS. La losa está quebrada justo atrás de la palabra, así que con toda probabilidad no había nada más escrito excepto el titulo EPISKOPOS (obispo). Las reliquias del santo fueron trasladadas por el Papa San Paulo I (757-767) a la Iglesia de San Silvestre en Capita, o por el Papa San Pascual I (817-824) a la Basílica de San Práxedes [Marucchi, "Basiliques et eglises de Rome", Roma, 1902, 399 (inscripción en San Silvestre), 325 (inscripción en San Práxedes)]. El autor del "Liber Pontificalis" ha atribuido desautorizadamente a San Lucio un decreto, de acuerdo con el cual dos sacerdotes y tres diáconos deben acompañar siempre al obispo para ser testigos de su vida virtuosa: "Hic praecepit, ut duo presbyteri et tres diaconi in omni loco episcopum non desererent propter testimonium ecclesiasticum." Tal medida debió ser necesaria bajo ciertas condiciones en un periodo posterior; pero en época de Lucio esto era increíble. Este supuesto decreto indujo una falsificación posterior para inventar otro decreto apócrifo y se lo atribuyeron a Lucio. Es también fabricada la historia en el "Liber Pontificalis" que Lucio, cuando era llevado a la muerte, dio al archidiácono Esteban poder sobre la Iglesia.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Cristobal Macassoli de Milan, Santo

Presbítero Franciscano

Cristóbal Macassoli de Milán, Santo

Cristobal Macassoli de Milan, Santo

Martirologio Romano: En Vigevano, en Lombardía, beato Cristóbal Macassoli, presbítero de la Orden de Hermanos Menores, insigne por su predicación y su caridad para con los pobres (1485). Etimológicamente: Cristóbal = Aquel que lleva a Cristo consigo, es de origen griego. Fecha de beatificación: Culto confirmado el 23 de julio de 1890 por el Papa León XIII.  Sacerdote de la Primera Orden (1400‑1485). Aprobó su culto León XIII el 26 de julio de 1890. Cristóbal Macassoli nació en Milán a comienzos del siglo XV. Transcurrió su infancia en la inocencia y la bondad, bajo los cuidados solícitos de sus padres. Hacia los 20 años se hizo franciscano, cuando San Bernardino de Siena (1389‑1444) recorría las ciudades de Italia predicando incansablemente el evangelio, y suscitando un profundo cambio en las almas, con grandiosas conversiones, y trabajaba intensamente para volver a la Orden Franciscana a la primitiva observancia de la regla como la había dictado y practicado San Francisco de Asís.
Cristóbal, ardiendo en amor a Dios y a los hermanos, recorriendo el camino de la virtud, con pureza de corazón, con una viva confianza en Dios, en la austera observancia de la pobreza, se colocó en el camino luminoso de San Bernardino, místico sol del siglo XV. Ordenado sacerdote, fue insigne por su predicación y santidad, y por su entrega generosa y sin medida al ministerio apostólico. Su fama fue creciendo, ya por las numerosas conversiones que obró, ya por los poderes taumatúrgicos que se le atribuyeron. Con el ejemplo y con la palabra edificó la Iglesia de Cristo.
Con el Beato Pacífico Ramati de Cerano fundó el convento de Santa María de las Gracias en Vigevano, cuya admirable iglesia fue construida por Galeazzo Sforza y consagrada en 1476. Allí fijó su residencia después de una vida de gran actividad apostólica. Pronto la fama de su santidad se extendió tan ampliamente, que aun de partes lejanas llegaban a él numerosos fieles para pedir su oración y escuchar su palabra siempre llena de caridad y comprensión, para que bendijera a los enfermos y a los niños. Dios a menudo glorificó la santidad de su siervo fiel con prodigios.
Murió el 5 de marzo de 1485, a los 85 años de edad. Su cuerpo, rodeado de la veneración de sus devotos, fue sepultado en la iglesia de Santa María de las Gracias, en la capilla de San Bernardino. En 1810 sus reliquias fueron trasladadas a la catedral de Vigevano. Un antiguo testimonio del culto que le fue rendido es el cuadro del altar de Santa María de las Gracias de 1653, en el cual el Beato es representado junto con San Bernardino al lado de la Virgen. León XIII aprobó su culto el 23 de julio de 1890. No es raro que del Beato Cristóbal de Milán haya tomado Manzoni el nombre y la figura del Padre Cristóbal de Pescarenico, en su novela “Los Novios”.
Nota: Hay que tener cuidado de no cofundirlo con el Beato Cristóbal de Milán (1 de marzo), aunque los dos comparten nombre y son ubicados en Milán, el uno es un presbítero dominico y el otro es franciscano.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Conón o Hortelão, Santo

Mártir

Conón el Hortelano, Santo

Conón el Hortelão, Santo

Martirologio Romano: En Pamfilia, san Conón, mártir, hortelano de profesión, que bajo el emperador Decio fue obligado a correr ante un carro con los pies atravesados por clavos y, cayendo de rodillas, entregó el espíritu mientras oraba (c. 250).

Conon era de Galilea y se había retirado a Panfilia, en Maguido, en donde cultivaba un pequeño jardín. Después del martirio de los santos Papías, Diodoro y Claudiano, durante la persecución de Decio, el prefecto Publio fue a la región, se detuvo en las puertas de la ciudad e hizo saber a los habitantes que deberían reunirse a su alrededor. Todo el mundo respondió al llamado; sin embargo un tal Naódoro, con algunos ancianos de la ciudad pidió ayuda para buscar a los que pudiesen haberse escondido. Se organizó un equipo, al que se unió un tal Orígenes y no tardó en llegar al sitio donde Conon cultivaba su jardín. Después de haberle saludado, Orígenes le dijo:
-El prefecto os llama.
-¿Qué quiere de mí el prefecto? -dijo Conon-, soy un extranjero y, sobre todo, un cristiano. Que busque el prefecto a quienes tengan su misma calidad y rango, en vez de un pobre hombre como yo, que trabaja con pena la tierra.
Inmediatamente mandó Naódoro que ataran a Conon a su caballo y se lo llevó a rastras, sin que el santo hombre opusiera resistencia. Por el camino, Naódoro dijo a Orígenes: «Nuestra cacería no fue en vano, puesto que llevamos una buena pieza. Este tendrá que justificarse más que ningún otro cristiano».
Al llegar ante el prefecto, Naódoro le mostró al cautivo y dijo con marcado tono de ironía: «Por la vigilancia de los dioses, según la orden del todopoderoso Emperador y, gracias a vuestra buena fortuna, acabamos de descubrir a este hombre, el bienamado de los dioses, el más sumiso a las leyes y a los mandatos del gran Rey». Entonces Conon, se irguió para gritar con todas sus fuerzas: «¡No es cierto! ¡Yo no obedezco sino al gran Rey que es Cristo!»
Entonces intervino Orígenes para dar explicaciones al asombrado prefecto: «Excelencia, le dijo; después de haber recorrido toda la ciudad no encontramos más que a este pobre anciano en un jardín». El prefecto se dirigió a Conon y le preguntó quién era, de dónde venía y cuál era su familia. A todo esto, Conon respondió sencillamente:
-Soy de Nazaret de Galilea. Mi familia es la de Cristo, a quien desde mi infancia reconozco como a supremo Dios.
-Si conoces a Cristo como un Dios -dijo el prefecto-, reconoce también a nuestros dioses y ríndeles homenaje.
Conon dejó escapar un suspiro, levantó al cielo la vista y exclamó:
-¡impío! ¿Cómo puedes blasfemar así del Dios Supremo?, te aseguro que no podrás persuadirme a que haga lo que dices.
Entonces el tirano mandó que le encajaran clavos en la planta de los pies y, en esas condiciones, obligó al anciano a que corriera delante de su carro. El santo atleta de Cristo obedeció y comenzó a correr al tiempo que entonaba el salmo 39: «Esperé en Yahvé confiadamente y se inclinó hacia mí y oyó mi grito», para que no escapara de su boca queja alguna, sino solo alabanzas, al sufrir por su Señor. No dejó de cantar hasta que le faltaron las fuerzas y cayó al suelo agonizante. Todavía tuvo alientos para exclamar: «¡Señor, recibe mi espíritu!», antes de expirar.

Jeremias de Valaquia, Beato

Religioso Capuchino

Jeremías de Valaquia, Beato

Jeremías de Valaquia, Beato

Martirologio Romano: En Nápoles, de la Campania, beato Jeremías de Valaquia (Juan) Kostistik, el cual, religioso de la Orden de los Hermanos Menores Capuchinos, con caridad y alegría asistió incesantemente a los enfermos durante cuarenta años (1625). Etimológicamente: Jeremías = La elevación del Señor, es de origen hebreo. Fecha de beatificación: 30 de octubre de 1983 por el Papa Juan Pablo II.

JUAN KOSTISTIK

Hermano profeso capuchino, que nació en el seno de una familia campesina de Rumania y, en su juventud, emigró a Nápoles (Italia). Las virtudes aprendidas en el hogar, las desarrolló durante su larga vida religiosa en el oficio de enfermero, en el que prodigó su entrega, ternura y amor a los más débiles y desamparados. Lo beatificó Juan Pablo II en 1983, y es el primer rumano elevado oficialmente al honor de los altares.
Nací en Rumania allá por el año 1556, y si me hubieran dicho de pequeño que terminaría siendo capuchino, no me lo hubiera creído; entre otras cosas porque no sabía qué era eso.
La culpa de todo la tuvo mi madre, que me llenaba la cabeza de sueños contándome cosas de Italia, donde estaban los buenos cristianos y todos los monjes eran santos; y además estaba el papa.
Tan bonito me lo pintó que a los 18 años dejé la familia y me puse en camino en busca de algo que intuía pero que no sabía concretar.
El viaje no fue fácil. Hasta llegar a encontrar lo que pretendía sufrí lo indecible e hice de todo: trabajar en una fábrica, cavar, guardar animales, servir a un médico y a un farmacéutico. Probé todos los oficios menos dos: paje y verdugo.
Después de tres años de ir deambulando de un sitio a otro llegué, por fin, a Italia; y cuál no sería mi decepción al comprobar que, de buenos cristianos, nada; mucho peor que los de mi tierra; hasta el punto que pensé en volverme otra vez a casa.
Menos mal que un anciano me hizo caer en la cuenta de que no podía generalizar mi primera mala experiencia. Me indicó que fuera a Nápoles y allí encontraría esos buenos cristianos que estaba buscando.
Y así fue; no sólo encontré repletas las iglesias, sino que también descubrí aquellos monjes santos de los que me hablaba mi madre: los capuchinos.
Al lado de los últimos
Los primeros años de profeso estuve en distintos conventos ayudando en la marcha de la casa; pero muy pronto me mandaron al convento de S. Efrén el Nuevo de Nápoles, donde me pasé cuarenta años como enfermero.
De mi madre aprendí a ser atento con los pobres, por eso veía lógico que entraran en la huerta de nuestro convento a comer lo que necesitaran. Pero los frailes se hartaron y pusieron una valla. Yo me indigné y, en plan apocalíptico, empecé a gritarles que ya no tendrían más esas cebollas gordas y hermosas que se criaban cuando no había valla, y que semejante avaricia sería causa de una gran carestía.
La verdad es que me sentía a gusto entre los pobres y me molestaban las injusticias que se les hacían. Cuando los notables de la ciudad se unieron para pedirle a S. Lorenzo de Brindis que se hiciera portavoz ante el rey de España Felipe III del pueblo oprimido y vejado por el virrey Pedro Girón, yo hice lo posible para convencer al P. Lorenzo -ya que él se resistía- para que aceptara esta delicada misión.
Pero con los pobres que más me volqué fue con los enfermos. La enfermería contaba con más de setenta, y aunque procuraba atenderlos a todos, prefería a los frailes sencillos, ya que los superiores solían estar bien atendidos por los otros frailes.
A pesar del trabajo y de los años, siempre mantuve la cara colorada y fresca. Tal vez fuera por lo mucho que me gustaban las habas; de ahí que me pidieran y yo las ofreciera pensando menos en la cosmética que en lo buenas que estaban.
Los enfermos me llevaban todo el tiempo, hasta el punto de que no necesitaba tener celda propia. Cuando alguien me preguntaba el porqué, solía responderle que el sueldo no me llegaba para pagar la pensión.
Bromas aparte, la verdad es que el trabajo era duro; sobre todo cuando tenía que atender a fray Anselmo de Calabria, que había perdido la cabeza y se ensuciaba continuamente de arriba a abajo; o a fray Salvador de Nápoles que además de lisiado había quedado como tonto y tenía que darle la comida en la boca como un pajarito, tranquilizándolo cuando me llamaba por las noches.
El Dios de cada día
Sin embargo no hay ningún misterio en todo esto. Si soportaba con alegría la dureza del trabajo era porque confiaba plenamente en mi Señor, a quien servía en mis hermanos.
A pesar del misticismo que envolvía el ambiente, yo siempre preferí el servicio al éxtasis. Recuerdo que una vez me pareció ver a la Virgen. Yo me atreví a preguntarle cómo siendo Reina estaba sin corona. Y ella me respondió que su corona era Jesús.
Esta experiencia me impresionó tanto, que pedí al Señor no tener más éxtasis, ya que me habrían impedido servir a los hermanos. Yo era del parecer que la mejor forma de amar a Dios es ejercer con responsabilidad el propio oficio, y el tiempo que queda dedicarlo a la oración.
Así era mi vida, hasta que el superior me mandó a visitar a D. Juan de Avalos que estaba gravemente enfermo. Hacía un frío y un viento terrible. Al volver al día siguiente al convento me sentí mal; era una pleuropulmonía. A los pocos días el Señor me llamó, y yo me fui contento de haber obedecido hasta dar la vida por los hermanos. Era el 5 de marzo de 1625.

Gerásimo, Santo

Eremita,

Gerásimo, Santo

Gerásimo, Santo

Martirologio Romano: En Palestina, en la ribera del Jordán, san Gerásimo, anacoreta, que en tiempo del emperador Zenón, convertido a la fe ortodoxa por obra de san Eutimio, se entregó a grandes penitencias, ofreciendo a todos los que bajo su dirección se ejercitaban en la vida monástica, la norma de una integérrima disciplina y el modo de sustentarse (475).

San Gerásimo nació en Licia de Asia Menor, donde abrazó la vida eremítica. Después pasó a Palestina y, durante algún tiempo cayó en los errores eutiquianos, pero San Eutimio le devolvió a la verdadera fe.
Más tarde, parece que estuvo en varias comunidades de la Tebaida y finalmente, retornó a Palestina, donde se hizo íntimo amigo de San Juan el Silencioso, de San Sabas, de San Teoctisto y de San Atanasio de Jerusalén. Tan numerosos fueron sus discípulos, que el santo fundó una "laura" de sesenta celdas, cerca del Jordán y un convento para los principiantes. Sus monjes guardaban silencio casi completo, dormían en lechos de juncos y jamás encendían fuego dentro de las celdas, a pesar de que las puertas tenían que estar siempre abiertas.
Se alimentaban ordinariamente de pan, dátiles y agua y dividían el tiempo entre la oración y el trabajo manual. A cada monje se asignaba un trabajo determinado, que debía estar listo el sábado siguiente. Aunque la regla ya era de suyo severa, San Gerásimo la hacía todavía más rigurosa para sí y nunca cesó de hacer penitencia por su caída en la herejía eutiquiana. Según se cuenta, durante la cuaresma, su único alimento era la Sagrada Eucaristía. San Eutimio le profesaba tal estima, que le enviaba, por medio de los discípulos, a aquellos de sus seguidores a quienes consideraba llamados a la más alta perfección. La fama de San Gerásimo sólo cedía a la de San Sabas. El año 451, durante el Concilio de Calcedonia, su nombre sonó en todo el oriente. La "laura" que él había fundado florecía todavía un siglo después de su muerte.
En el "Prado Espiritual" Juan Mosco nos ha dejado una anécdota encantadora. Un día en que el santo se hallaba a orillas del Jordán, se le acercó cojeando penosamente un león. Gerásimo examinó la zarpa herida, extrajo de ella una aguda espina y lavó y vendó la pata de la fiera. El león se quedó desde entonces con el santo y fue tan manso como cualquier otro animal doméstico.
En el monasterio había un asno, que los monjes utilizaban para ir a traer agua, y éstos hacían que el león cuidara del asno cuando iba a pastar; pero un día, unos mercaderes árabes se lo robaron y el león volvió sólo y muy deprimido al convento. A las preguntas de los monjes, el león respondía con miradas lastimeras. El abad le dijo: "Tú te comiste al asno. Bendito sea Dios por ello. Pero de ahora en adelante tú harás el trabajo del asno". El león tuvo que acarrear agua para la comunidad. Poco tiempo después, los mercaderes árabes pasaron de regreso con el asno y tres camellos; el león les puso en fuga, cogió entre los dientes la brida del asno y lo llevó triunfalmente al monasterio, junto con los camellos. San Gerásimo reconoció su error y dio al león el nombre de Jordán.
Cuando murió el anciano abad, el león estaba desconsolado. El nuevo abad le dijo: "Jordán, nuestro amigo nos ha dejado huérfanos para ir a reunirse con el Amo a quien servía; pero tú tienes que seguir comiendo", pero el león siguió rugiendo tristemente. Finalmente el abad, que se llamaba Sabacio, condujo al león a la tumba de Gerásimo y, arrodillándose junto a ella, le dijo: "Aquí está enterrado tu amo". El león se echó sobre la tumba y empezó a golpearse la cabeza contra la tierra; nadie pudo apartarle de ahí y pocos días más tarde le encontraron muerto. Según algunos autores, el león que se ha convertido en el símbolo de San Jerónimo era en realidad el de San Gerásimo. La confusión se originó probablemente de la grafía "Geronimus" de ciertos documentos.

Otros Santos y Beatos
Marzo 5 Completando santoral de este día, 5 de marzo

Virgílio de Arlés, Santo

Bispo

Virgilio de Arlés, Santo

Virgilio de Arlés, Santo

Martirologio Romano: En Arlés, en la Provenza, Francia, san Virgilio, obispo, que recibió como huéspedes a san Agustín y a sus monjes, cuando viajaban hacia Inglaterra por encargo del papa san Gregorio I Magno (c. 618). San Virgilio nació en Gascuña, pero se educó en el monasterio de San Honorato, en una de las dos islas que se hallan a tres kilómetros de Cannes, tan conocidas por los turistas de la Costa Azul. Según su biógrafo, que es nuestra principal fuente -aunque vivió varios siglos después de los hechos y tiende a inventar todo lo que pueda glorificar el santo-, Virgilio fue monje y abad del monasterio de San Honorato.
Una noche estaba el santo paseándose en la playa cuando vio un extraño navío cerca de la costa; sobre la cubierta, trabajaban algunos marinos, quienes desembarcaron y vinieron al encuentro de Virgilio. Le saludaron por su nombre, le dijeron que su fama había llegado hasta el extranjero y le aseguraron que si les acompañaba a Jerusalén, haría mucho bien a los cristianos y alcanzaría un alto grado de perfección. Pero Virgilio no se dejó engañar y, haciendo la señal de la cruz, replicó: «Las mañas del enemigo no pueden engañar a los soldados de Cristo y vosotros sois totalmente impotentes contra los protegidos de Dios, porque la oración ha arrojado al dragón de la Isla de San Honorato y el demonio no tiene en ella ningún poder para hacer mal». En cuanto el santo acabó de pronunciar estas palabras, el navío y los marineros desaparecieron.
El nombre de san Virgilio no figura en la lista de los abades de Lérins; en algunas crónicas figura como un monje de Lérins que más tarde llegó a ser abad del monasterio de San Sinforiano de Autún. Lo que sí se tiene por seguro es que san Virgilio era monje antes de ser nombrado obispo de Arles y que recibió el palio de manos del Papa Gregorio I, quien le nombró vicario apostólico ante el rey Childeberto II. El Venerable Beda menciona a san Virgilio a propósito de la misión de san Agustín de Canterbury en Inglaterra. Según parece, san Virgilio lo consagró por orden del Papa Gregorio. San Virgilio gobernó su diócesis con gran vigor; su celo lo llevó demasiado lejos en una ocasión, pues san Gregorio le reprendió por haber intentado convertir, por la fuerza, a los judíos de su arquidiócesis y le recomendó que se limitase a orar y predicar.
San Virgilio construyó varias iglesias en Arles. Se cuenta que, durante la construcción de la basílica de San Honorato, los obreros se encontraron un día con que no podían mover las columnas para transportarlas a su sitio. San Virgilio acudió al punto y vio que era el demonio, bajo la forma de un negro muy vigoroso, el que impedía con su peso que los obreros moviesen la columna; pero éstos no le veían. El santo increpó al demonio, que desapareció, dejando una estela pestilente y los obreros pudieron continuar su trabajo. El biógrafo de san Virgilio da otros muchos ejemplos de los milagrosos poderes de su héroe: cuenta que el santo obró numerosas curaciones, resucitó a varios muertos y destruyó a una terrible serpiente que había causado grandes estragos.
Sin duda que el pueblo de Arles tenía entera confianza en la protección de su arzobispo, persuadido de que mientras los restos del santo permaneciesen en la ciudad, ésta vencería a todos sus enemigos. San Virgilio fue sepultado en la iglesia de San Salvador, que él mismo había construido.

Focas o Hortelão, Santo

Mártir Laico

Focas el Hortelano, Santo

Focas o Hortelão, Santo

Martirologio Romano: En Sinope, en el Ponto, actualmente en Turquía, san Focas, mártir, labrador de oficio, que sufrió muchas injurias por el nombre del Redentor (c. s. IV). Hay varios santos con este nombre (que en Oriente no sonaba a raro, lo lleva un emperador bizantino) Natural de Sínope, era de los pocos cristianos que moraban en aquella ciudad de Asia Menor, y era justo, como Abraham, en medio de los gentiles.
Cuando se decreta una persecución contra los cristianos, no se altera en lo más mínimo, no huye, sigue con su vida de siempre, como si la cosa no fuera con él, porque uno de sus rasgos más característicos es la serenidad o, por así decirlo, la sangre fría.
Un día llegaron a su cabaña unos paganos que no le conocen, llevaban órdenes de matarle, él, según su costumbre, les invita a entrar, les sirve de comer y hospedó aquella noche y, mientras ellos dormían, cavó la fosa para su sepultura.
En la mañana, se presentó a ellos, diciéndoles: "Yo soy Focas, a quien buscáis herid, no temáis. Que el crimen caiga sobre los que os han mandarlo hacerlo”. Y rodó su cabeza.
Desde entonces el sepulcro de San Focas, el hortelano de Sínope, "es un lugar de peregrinación para los que atraviesan el Ponto Euxino, y los que vienen del Adriático y el Egeo y el Océano oriental y occidental se acercan aquí a descansar de sus trabajos, cantando himnos en honor de Focas el santo mártir´, escribía San Asterio en su Homilía IX.

San Teófilo, obispo
Conmemoración de san Teófilo, obispo de Cesarea, en Palestina, que en tiempo del emperador Septimio Severo brilló por su sabiduría e integridad de vida (195).


San Kierano, abad y obispo
En Sahigir, en la región de Ossory, en Hibernia (hoy Irlanda), san Kierano, obispo y abad (530).

  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”



  • Tero1 - Cpia
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. A partir de Quarta-feira de Cinzas, acrescentei mais 2 páginas (uma que vigorará só na Quaresma e outra que será diária) – São elas VIVER A QUARESMA e ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS e, por conseguinte haverá mais 2 números a incluir que serão o 7 e o 8.
  • (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
  • Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.

    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.

    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).

    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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