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quinta-feira, 7 de março de 2013

Nº 1574-3 - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (72) - 28 de Fevereiro de 2013

Nº 1574 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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CLEMENTE V

Clemente V

Clemente V

(1305-1314)

Quase um ano depois da morte de Bento XI, o conclave continuava reunido em Perúsia, sem eleger um sucessor do papa. Finalmente, depois de os Perusianos terem retirado o tecto da sala de reuniões e racionado os alimentos dos cardeais eleitores, elegeram em 5 de Junho de 1305, e por maioria de dois terços, Beltrão de Goth, bispo de Lommiges (1295) e arcebispo de Bordéus (1299), tendo sido depois coroado em Lyon, em 14 de Novembro de 1305, com o nome de Clemente V, na presença do rei de França, Filipe, o Belo.

O papa decidiu então residir em França por dois motivos; pelos problemas em Itália e porque, ao que se dizia, procurava a reconciliação dos reis de França e de Inglaterra.

Percorreu várias localidades, voltou a Bordéus, onde tinha sido arcebispo, mas em 1309 passa a residir em Avinhão, onde se fixou até à morte, dando início ao «Cativeiro da Babilónia», que perdurou até 1376.

Dominado por Filipe, o Belo, nomeou num ano dez cardeais, sendo nove franceses, mas, mesmo assim, com um carácter que pouco se impunha ao rei, conseguiu a revogação da bula Clericis laicos, de Bonifácio VIII, e uma interpretação mais benigna da bula Unam sanctam, em que o rei e o reino de França não ficariam mais sujeitos à santa Sé.

Filipe, o Belo, em crítica situação financeira, pretende acabar com a Ordem dos Templários, confiscando-lhe todos os bens, que eram muito valiosos. Por maquinações do rei começaram a surgir acusações graves à Ordem. Clemente V resistiu, nomeou bispos e inquiridores para uma justa avaliação das acusações, mas em 13 de Outubro de 1307, uma sexta-feira negra, os esbirros de Filipe, o Belo, que não queria esperar mais, apanharam os Templários nos seus conventos e prenderem-nos todos, ao mesmo tempo que opunham a correr a seu respeito as mais terríveis acusações, nas quais o povo acreditou.

O papa ainda reagiu. Escreveu uma carta de protesto ao rei, mas o monarca usou contra ele o mesmo processo utilizado contra os Templários. Acusou-o de simonia, de opressor do clero e de favorecer os Templários por suborno.

Clemente V, desorientado, mal esclarecido e perplexo, não reage e decreta a extinção da Ordem dos Templários no Concilio de Vienne, em Abril de 1312, um concílio onde predominavam os cardeais franceses e que contou até com a presença de Filipe, o Belo.

Contudo, em 2 de Maio de 1312, num assomo de coragem, Clemente V, pela bula Ad providam, contrariando as ordens de Filipe, o Belo, determina que os bens da Ordem dos Templários passem para a Ordem dos Hospitalários de São João, também conhecida como Ordem de Malta.

Refira-se que, em Portugal, a pedido do rei D. Dinis, os bens passaram para a Ordem de Cristo, no qual ficaram incorporados, sem qualquer julgamento dos templários portugueses.

Filipe o Belo, ainda enganou o papa com a ideia duma cruzada para libertação da Terra Santa, que ele chefiaria. Isso permitiu-lhe cobrar um dizimo de todos os benefícios do seu reino, mas a cruzada não se realizou, embolsando ele o dinheiro.

Papa demasiado fraco perante o rei, acusado até de nepotismo, conta a seu favor o ter fundado as universidades de Perúsia e Orleães e ter acrescentado, como jurista, o sétimo livro ao Corpus iuris canonici.

Faleceu em Roquemaure, nas margens do Reno, aquando pretendia ingressar à sua terra natal, para aí morrer. Morreu depois de ter comido um prato de esmeraldas moídas, destinadas a curá-lo de um cancro do estômago, ou dos intestinos, de que sofria  há longos anos.

 

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JOÃO XXII

Joao XXII

João XXII

(1316-1334)

O Colégio eleitoral, composto por 17 cardeais franceses e gascões e sete italianos, encontrava-se dividido, pois os italianos opunham-se à eleição de um papa francês, até que os sobrinhos de Clemente V assaltaram o local do conclave, aos gritos de «Morte aos cardeais italianos» e estes foram obrigados a fugir, e só se reunindo dois anos depois, em Lyon, onde elegeram, em, 7 de Agosto de 1316, Jacques Duèse, homem de 72 anos, que tomou o nome de João XXII, realizando-se a investidura um mês depois, na mesma cidade, indo o papa residir em Avinhão.

Dotado de grande capacidade de trabalho e com sólidos conhecimentos de teologia e de direito canónico, deixou milhares de documentos por ele redigidos.

Procurou estabelecer a paz entre os reinos da Europa e foi um  hábil financeiro, decretando um fisco papal para adquirir fundos para uma nova cruzada, construir um palácio em Avinhão e apoiar as obras culturais do apostolado e beneficência, ação que lhe valeu grande impopularidade. Com uma boa administração destes fundos, deixou na altura da sua morte, uma grande fortuna à Santa Sé.

Para organizar de modo estável e seguro a administração da Igreja, constituiu a chancelaria romana, um tribunal de doze jurisconsultos, com atividade permanente e por turnos (em latim, rotatim), daí que este tribunal se viesse a chamara a “Sagrada Rota”.

No campo político, teve grandes problemas com Luís da Baviera, que disputava, em eleições, o trono real, com o duque Frederico, o Belo, da Áustria. Luís derrotou amplamente o seu adversário, mas João XXII não quis reconhecê-lo como rei e isso determinou o desentendimento entre o papado e o Império, a tal ponto que Luís da Baviera declarou o papa deposto e fez eleger o franciscano Pietro Rainalducci, como Nicolau V, um antipapa.

Poucos meses depois, o rei de Nápoles obriga Luís da Baviera a retirar-se e João XXII fica, de novo, senhor da situação. Chama a Avinhão, o antipapa e este apresenta-se de corda ao pescoço, mostrando o seu arrependimento, pondo fim à aventura.

João XXII canonizou São Tomás de Aquino, em 1323, e teve grande zelo apostólico, intervindo na Ordem de São Domingos, para  que os Dominicanos evangelizassem o Oriente, especialmente a Arménia, Pérsia, Arabia e Etiópia, escrevendo, ele próprio, cartas aos povos tártaros, exortando-os a abraçar a fé católica. Os Franciscanos dedicar-se-iam à evangelização da Geórgia e do Extremo Oriente.

No campo da cultura, incrementou os estudos universitários, criando as cátedras de Hebreu, Árabe e Caldeu, nas universidades de Paris, Bolonha, e Oxford. e interveio em assuntos de música sacra, tendo deixado, assinadas por ele, mais de 60 000 cartas.

É também mérito seu, como defensor da Conceição Imaculada de Maria, o ter estendido a toda a Igreja a devoção do Angelus.

No que se refere a Portugal, criou a Ordem Militar de Cristo, em 1319, pala bula Ad ea ex quibus, na qual seriam incorporados os templários existentes no reino, por extinção da Ordem do Templo, e concedeu, em 1320, a D. Dinis, a décima de todas as rendas eclesiásticas.

Morreu com quase 90 anos, sem nunca ter conseguido transferir a sede do papa para Roma.

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NICOLAU V  -  ANTIPAPA

 

Nicolau V  -  Antipapa

(1328-1330)

Luís IV de Baviera, príncipe alemão, vencedor de Frederico de Áustria, pretendia o título de «rei eleito dos Romanos», ao que o papa João XXII se opôs, alegando violências e injustiças por ele cometidas.

O imperador reagiu com um manifesto denunciando o papa como herético. O papa excomungou o imperador e este marcha sobre Roma para se fazer coroar. Não consegue e por isso nomeia 13 eleitores eclesiásticos para elegerem um novo papa, o que fizeram em 12 de maio de 1328, escolhendo um pobre padre franciscano, que tomou o nome de Nicolau V, mas apenas os mais fervorosos partidários do imperador lhe prestaram obediência.

Depois da retirada de Luís de Baviera, João XXII chamou o antipapa a Avinhão, onde este se apresentou em 25 de Agosto de 1330, arrependido e de corda ao pescoço. João XXII aceitou a abjuração, mas obrigou-o a viver no palácio papal sob sua vigilância, onde faleceu.

 

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Continua:…

Este Post era para ser colocado em 28-2-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1572-3 - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (70) - 26 de Fevereiro de 2013

Nº 1572 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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NICOLAU III

Nicolau III

Nicolau III

(1277-1280)

Só passados seis meses após a morte de João XXI se encontrou um substituto à altura do pontífice falecido.

Os cardeais eleitores continuavam divididos entre um papa francês ou italiano e não conseguiam fazer a eleição.

Os habitantes de Viterbo, onde estavam reunidos, fartos de esperar, recorreram  aos processos de Gregório X e tornaram os cardeais incomunicáveis, até que, em 25 de Novembro de 1277, elegeram o cardeal Giovanni Orsini, que tinha já 60 anos. O novo papa foi sagrado no Vaticano a 26 de Dezembro desse ano e tomou o nome de Nicolau III, começando imediatamente a governar a Igreja com grande autoridade. Comparável a Inocêncio III, como diz Seppelt «profundamente compenetrado da dignidade própria de um  representante de Cristo e sucessor do Príncipe dos Apóstolos», ou representante duma ilustre família romana «possuindo um conceito principesco da própria pessoa que o levaria a praticar um nepotismo sem limites», no dizer de Gregorovius.

Nicolau III foi um papa voltado para os interesses mundanos e políticos. Nessa linha, e para enfraquecer o poder de Carlos de Anjou, procurou relacionar-se com Roberto de Habsburgo, convidando-o a confirmar os acordos estabelecidos com Gregório X, mediante um documento que indicasse exatamente os territórios da santa Sé. A 11 de Julho de 1278, pela constituição Fundamenta militantis Ecclesial, fica estabelecido que os senadores se sujeitam ao poder papal, salvaguardando o direito eleitoral dos cidadãos romanos, bem como dos cardeais, a quem competia eleger, com plena liberdade, os sucessores de Pedro.

Foi um papa ambicioso, mais terreno que espiritual, dado a um luxo excessivo: nesse espírito, mandou ampliar o Vaticano, iniciando os seus famosos jardins, reestruturou a basílica lateranense e renovou a Basílica de São Pedro, com uma galeria de todos os papas falecidos.

Empenhou-se também na reconciliação com a Igreja do Oriente.

Aprovou a regra da Ordem de São Francisco.

Um animo antes da sua morte , publicou a constituição Exiit qui seminat, fundamental para interpretar a Regra de São Francisco, aprovando aí a estrita observância da pobreza.

Faleceu perto de Viterbo,tima de apoplexia, sendo sepultado no Vaticano.

 

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MARTINHO IV

Martinho IV

Martinho IV

(1281-1285)

Foi eleito num conclave realizado em Viterbo, muito perturbado por motins iniciados em Roma numa luta entre as  famílias Aníbal e Orsini, para conseguirem eleger senadores.

Carlos de Anjou, no seu intento de dominar Roma, sequestrou dois cardeais Orsini e, pressionando-os, conseguiu a eleição de um papa francês em 22 de fevereiro de 1281, depois de seis meses de sede vacante.

O novo papa foi consagrado em Orvieto, um mês depois, a 23 de março de 1281, e escolheu o nome de Martinho IV, quando deveria ter-se chamado Martinho II, mas devido à confusão com o nome dos papas Marinho I e Marinho II, também chamados erradamente Martinho II e Martinho III, preferiu optar por Martinho IV, acabando com as confusões.

Este papa foi pouco hábil politicamente e deixou-se dominar por Carlos de Anjou, restituindo-lhe o título de imperador de Roma e entregando a franceses a administração dos Estados Pontifícios.

Na tentativa de Carlos de Anjou de se apoderar do Império do Oriente, apoiou-o contra o imperador Miguel Paleólogo, o que levou ao rompimento da união das Igrejas do Oriente e do Ocidente, conseguida em 1274.

A maior nódoa do pontificado foram as chamadas «Vésperas Sicilianas» um massacre horrível, ocorrido quando os Sicilianos quiseram libertar-se da tirania de Carlos de Anjou.

Faleceu em Perúsia o papa que residia em Orvieto, sem nunca ter morado em, Roma.

 

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NICOLAU IV

Nicolau IV

Nicolau IV

(1288-1292)

Depois de onze meses de sede vacante, foi eleito, em 22 de Abril de 1288, o cardeal Girolamo Masei de Ascoli, o primeiro papa franciscano, que tomou o nome de Nicolau IV.

Começou por viver em Roma,. mas a situação tornou-se caótica e teve de se refugiar em Riéti.

Durante o seu pontificado deu-se a queda de São João de Acre. Nicolau IV consegue que se faça nova cruzada para socorrer os lugares santos, mas a armada cristã, ao chegar, vê a inutilidade da sua intervenção, com os desentendimentos entre as tropas de Pisa e de Génova, e entre os Templários e os Hospitalários, e resolve regressar sem entrar em combate.

Perdida a Terra Santa, Nicolau IV procura intensificar a ação missionária da Igreja entre os Mongóis. Já Inocêncio IV tinha enviado, em 1245, legados com cartas suas ao rei e povo tártaro, mas isso não originou qualquer movimento de conversão. Agora, inesperadamente, chega a Roma um enviado de Argun, cã da Pérsia, um embaixador recentemente convertido, com uma saudação para o papa. Em resposta, Nicolau IV envia dois legados seus, mas quando chegaram já o cã tinha morrido.

Nicolau IV enviou a Pequim o franciscano Monte Corvino com cartas para o imperador, para alguns patriarcas e para os reis da Geórgia, Pérsia e Etiópia. Monte Corvino chegou a Pequim em 1293, entregando as cartas ao imperador, mas já Nicolau IV tinha falecido, sendo enterrado em Santa Maria Maior.

Durante o seu pontificado, além da preocupação com o Oriente, Nicolau IV procurou dar incremento à cultura fundando as universidades de Montepulciano e de Montpellier. Também a Universidade de Lisboa ficou ligada ao seu nome, pois, com data de 12 de Novembro de 1288, vários religiosos portugueses, entre eles o abade de Alcobaça e os priores de Santa Cruz de Coimbra,  de Santa Maria de Guimarães e da Colegiada de Alcáçova, em Santarém, escrevem uma carta ao papa pedindo autorização para utilizarem as rendas dos mosteiros e igrejas no pagamento aos mestres e doutores do Studium que tencionavam criar em Lisboa.

Nicolau IV, por bula de 9 de Agosto de 1290, não só autoriza, como concede alguns privilégios aos professores e alunos, confirmando o ensino de cânones, leis, medicina e artes e autorizando a concessão de licenciaturas, que seriam conferidas, ou confirmadas, pelo bispo lisbonense.

Nicolau IV conseguiu, também, pôr fim em Portugal às dissensões entre o poder real e o clero, que já se arrastavam desde o reinado de D. Afonso II e agravadas por D. Afonso III. Com a subida de D. Dinis ao trono, elaborou-se uma concordata que foi aprovada por Nicolau IV, na bula Cum olim, de 7 de Março de 1289Estrela 

Estrela Curioso, hem! Há precisamente 724 anos… NOTA de António Fonseca

 

 

Continua:…

Este Post era para ser colocado em 26-2-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1582-1 - (66-13) - - SANTOS DE CADA DIA - 7 de Março de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1582

7 de MARÇO de 2013

Bom

ANO D E 2 0 1 3


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Quaresma

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Nº 1582-1 - (66-13)


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I-Am-Posters

E U S O U

AQUELE QUE SOU

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Nº 1582-2 – (66-13)


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PERPÉTUA e FELICIDADE, Santas

Mártires (203)

Numa perseguição que se desencadeou em Cartago, foram presos nesta cidade cinco catecúmenos, entre os quais uma escrava chamada Felicidade e uma mulher, ainda nova e de posição, chamada Perpétua. A primeira estava grávida de oito meses e a segunda tinha uma criança de peito. Receberam o baptismo enquanto estavam presas.

Permitiram a Perpétua que levasse consigo o filho para o cárcere. Chegado o interrogatório, ambas confessaram abertamente a fé e foram condenadas a ser lançadas às feras no aniversário do imperador Geta. A mãe foi então separada do seu filhinho. «Deus permitiu que ele não voltasse a pedir o peito e que ela não fosse mais atormentada com o leite», escreveu Perpétua no diário que foi fazendo até o dia da sua morte. Narra em seguida uma visão em que lhe apareceu seu irmão Dinócrates, ao sair do Purgatório graças às suas orações, e outra em que lhe foi prometida a assistência divina no último combate.

Felicidade receava que, devido ao seu estado, não lhe permitissem morrer com a companheira, mas, três dias antes dos espetáculos públicos, deu à luz. Como as dores do parto lhe arrancassem gritos, um dos carcereiros observou-lhe: «Se tu lamentas já dessa maneira, que será quando fores lançada às feras?». «Hoje sou eu que sofro, respondeu a escrava: nesse dia, sofrerá por mim Aquele por quem eu sofro». Deu à luz uma menina que foi adoptada, por uma mulher cristã.

Perpétua e Felicidade entraram alegremente no anfiteatro com os três companheiros. Envolveram-nas numa rede e entregaram-nas às arremetidas duma vaca furiosa. O povo cansou-se depressa de ver torturar as duas jovens mães, uma das quais ia perdendo o leite, e pediu que se acabasse com aquele espetáculo. Abraçaram-se então pela última vez. Felicidade recebeu o golpe de misericórdia impavidamente. Perpétua caiu nas mãos dum gladiador desastrado que falhou o golpe, «tendo-se visto ela própria na necessidade de dirigir contra o pescoço a mão trémula do gladiador inexperiente». Estes martírios deram-se na era de 203.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

PAULO, o Simples, Santo

Ermitão (340)
 
Discípulo e imitador de Santo Antão do deserto. Era um simplório, que a mulher enganava, mas não acreditava quando lho vinham dizer. Finalmente, apanhou-a em  flagrante e então deixou-a, indo para o deserto. Santo Antão disse-lhe: «Aos 60 anos és velho demais para te fazeres monge»; e o santo fingiu não fazer caso dele. Mas o aspirante a monge ficou a imitá-lo. Ajoelhava-se Antão? Paulo caía de joelhos. Comia ou bebia? Paulo fazia o mesmo. Quando Antão se voltava contra o demónio, Paulo não gritava menos. Passados 15 dias, Antão permitiu-lhe estabelecer-sde numa gruta vizinha, e durante um ano instruiu-o sobre os caminhos da vida espiritual. Paulo recebeu, em seguida, tantas graças que se tomou um dos solitários mais célebres da Tebaida (Egipto). Morreu pelo ano de 340.
 
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt
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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”



  • Tero1 - Cpia
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. A partir de Quarta-feira de Cinzas, acrescentei mais 2 páginas (uma que vigorará só na Quaresma e outra que será diária) – São elas VIVER A QUARESMA e ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS e, por conseguinte haverá mais 2 números a incluir que serão o 7 e o 8.
  • (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
  • Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.

    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.

    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).

    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
    Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]
    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
  • Endereço de Youtube: antonio0491@youtube.com
  • António Fonseca
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    Nº 1581-8 - Encontro diário com Deus - 7 de Março de 2013

    Nº 1581-8

    Do livro Encontro diário com Deus – Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br

    Pensamento do Dia

    Não erramos apenas quando fazemos o mal,

    mas também quando nos omitimos em praticarmos o bem.

    Eda Basson Meira

    Modifique seu modo de pensar, para que sua saúde se firme e estabeleça.

    Para que queixar-se de doenças?

    A doença é aumentada pela nossa emissão mental negativa.

    Expulse a enfermidade, confiando em sua cura!

    Você pode curar-se!

    Você está melhorando cada dia mais, sob todos os pontos de vista.

    Carlos Torres Pastorino

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    NOTA:

    Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:

    Todos os direitos reservados.

    Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

    Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

    http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

    Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

    Obrigado e desculpem.

    ANTÓNIO FONSECA

    Nº 1582-7 - REZAR NA QUARESMA - 3ª SEMANA - 5ª feira - 7 de Março de 2013

    1582-7

    edisal@edisal.salesianos.pt

    http://www.edisal.salesianos.pt/

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    7 de MARÇO de 2013

    3ª SEMANA DA QUARESMA

    (Quinta feira)

    Lucas 11, 14-23 

    Quem não junta comigo, dispersa!

     

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    Digitalizar0003_thumb_thumb_thumb_th_thumb_thumb_thumb_thumb_thumb_thumb

    Diante de Deus e da sua proposta de felicidade,

    não podes ficar neutro;

    ou aceitas ou recusas.

    Adiar é perder tempo.

    Colocar o teu coração em outras vozes que não na de Jesus é desperdiçar a tua energia.

     

    »»»»»»»»»»

    Tira-me da dispersão, Senhor.

    Dá-me um Norte pelo qual

    possa orientar a minha vida.

    Cura a minha indecisão.

    Sustenta a minha fé!

     

    Digitalizar0015

    NOTA:

    Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

    A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

    Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

    Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

    à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

    Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

    • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
    • Uma frase bíblica em destaque;
    • Uma imagem para te ajudar a pensar;
    • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
    • Uma proposta de oração.

    Não tenhas medo desta aventura da fé

    ________________________________

    Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

    Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

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    António Fonseca

    Endereço principal: antoniofonseca1940@hotmail.com

    Endereço secundário: antoniofonseca40@gmail.com

    Endereço do blogue: http://confernciavicentinadesopaulo.blopgspot.com

    Nº 1581 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (79) - 7 de Março de 2013

    Nº 1581 - (3)

    BOM ANO DE 2013

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    Caros Amigos:

    Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

    segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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    PAULO II

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    Paulo II

    (1464-1471)

    Antes de ser eleito em 30 de Agosto de 1464, com o nome de Paulo II, teve de assinar perante os cardeais eleitores o compromisso de que convocaria um concílio em cada três anos, elevaria para 24 o número de cardeais, sem que nenhum tivesse mais de 30 anos e só um fosse seu parente e que promoveria nova cruzada.

    Depois de eleito, Paulo II recusou-se a confirmar as disposições pré-eleitorais porque isso seria cercear a sua  autoridade papal, o que lhe acarretou, desde logo, a animosidade do clero.

    Em beneficio das populações manda construir silos e açougues públicos, toma providências para a limpeza de Roma e zela pela administração da justiça.

    Incrementou os festejos de Carnaval, ordenando que se celebrassem ao longo da rua principal e por isso o nome atual de “corso”.

    Em 1466 extinguiu os departamentos papais que duplicava, serviços, encerrou o Colégio de Libreiros, que escreviam os documentos papais, e tomou medidas contra a Academia Romana, mandando prender aqueles que escrevessem contra essas medidas, como o poeta Platina, que o ameaçou por escrito.

    Os despedidos promoveram intrigas contra o papa e um tal Pomponius Laetus escreveu uma biografia caluniosa de Paulo II. Foi acusado de ser inimigo da ciência e das artes, o que não é verdade, pois procurou apenas opor-se ao paganismo que surgia entre os humanistas do  tempo.

    Sabe-se que colecionava livros de arte antiga e foi ele que chamou dois tipógrafos alemães que fundaram a primeira imprensa em Itália e criou a Libreria Editrice Vaticana.

    Construiu o Palácio de São Marcos, garantiu as pensões de alguns cardeais e mostrou-se dadivoso com os pobres, para os quais mantinha uma farmácia com distribuição gratuita dos remédios.

    Após a queda de Negroponto, em 1470, ocupou-se do problema turco, mas não conseguiu reunir os monarcas cristãos contra essa ameaça.

    Morreu repentinamente, com um  ataque de apoplexia, aos 53 anos.

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    SISTO IV

    Sisto IV

    Sisto IV

    (1471-1484)

    O cardeal Della Rovere, foi eleito papa em 9 de Agosto de 1471 e tomou o nome de Sisto IV.

    Foi um papa demasiado mundano, portando-se mais como um príncipe temporal que como chefe espiritual.

    Mostrou excessivo nepotismo e, até certo ponto, depauperou a Igreja. Repare-se que dos 34 cardeais que nomeou, seis eram seus sobrinhos e nem todos homens religiosos. Um deles destacou-se pelo bem, Giuliano della Rovere, que foi em 1503 o grande papa Júlio II, mas um outro, o cardeal Rafael Riário, assassinou Giuliano de Médicis e apoderou-se de Florença, e quando a cidade se rebelou contra o assassino, Sisto IV impôs-lhe um embargo que durou dois anos.

    No entanto, nem tudo foi em desfavor deste papa mundano, pois fez também muito de bom.

    Cabe-lhe a restauração de obras públicas, como o Hospital do Espírito Santo, a reconstrução de várias igrejas e basílicas e novos arruamentos da cidade.

    Destaca-se o seu interesse pela cultura, abrindo ao público a Biblioteca Vaticana, ampliando-a com novas salas com manuscritos e livros gregos, latinos e hebreus, especialmente de teologia, filosofia e patrística.

    Chamou a Roma grandes pintores como Botticelli, Ghirlandalo, Perugino e empreendeu obras de vulto no Vaticano, destacando-se a Capela Sistina, decorada por Miguel Ângelo, que a ele se deve.

    Também se mostrou pessoa sempre de costumes irrepreensíveis, tendo escolhido para seu confessor o beato Amadeu Meneses da Silva (1482), um austero franciscano português.

    Revelou-se afecto às ordens religiosas, especialmente à franciscana, estabelecendo a festa de São Francisco de Assis e canonizando o grande luminar da ordem , São Boaventura.

    Destaca-se também a sua sincera piedade e a devoção para com a Santíssima Virgem, aprovando o seu rosário e congratulando-se pelo facto de «se ter renovado esse modo ou rito devoto de orar» e aprovando-o com a sua autoridade apostólica pela bula Ea quae ex fidellum.

    Em 1475 confirmou o decreto de Paulo II quanto à celebração do Ano Santo em cada 25 anos, e tomou providências especiais para o de 1475, que se prolongou até à Páscoa de 1476.

    Atendendo ás súplicas  dos Reis Católicos, Fernando e Isabel, Sisto IV emitiu uma bula, em 1 de Novembro de 1478, pelo qual autorizava os reis de Castela e de Aragão a nomearem três prelados ou outros eclesiásticos revestidos de dignidades, quer seculares, quer regulares, de bons costumes, de mais de quarenta anos de idade e teólogos ou canonistas de profissão, a cujo cargo ficasse o inquirir em todos os domínios de Fernando e Isabel, acerca de hereges, apóstatas e seus fautores.

    À rainha repugnava a interpretação desta bula, mas acabou por ceder e a 17 de Outubro de 1480 foram, nomeados os primeiros inquisidores Frei Miguel de Morillo e Frei João de São Martinho, da Ordem dos Pregadores, fixando-se em Sevilha o primeiro tribunal.

    O estabelecimento da inquisição espanhola levou ao êxodo dos judeus para Portugal, onde forma bem recebidos por D. João II (1471).

    Sisto IV foi amigo pessoal de D. Afonso V, de Portugal, mas as suas relações com D. João II, foram algo conflituosas.

    Uma obra digna de nota foi a desobstrução do aqueduto entre o Quirinal e a Fonte de Trevi.

    Amante do decoro das funções litúrgicas, reorganizou o grupo de cantores da Capela Sistina e ditou normas minuciosas para que todas as cerimónias religiosas se celebrassem com dignidade e devoção.

    Foi, segundo Gregorovius, o primeiro «papa-rei».

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    INOCENCIO VIII

    Inoxcencio VIII

    Inocêncio VIII

    (1484-1492)

    O cardeal Battista Cibo foi eleito em 29 de Agosto de 1484, tomando o nome de Inocêncio VIII.  Durante o conclave, o povo, temendo que o sucessor de Sisto IV fosse uma pessoa de sua família, e apoiados pelos Colonna, sublevou-se, chegando a incendiar um palácio de um dos sobrinhos do falecido papa.

    A verdade é que o papa eleito também não serviu a Igreja, pois tinha alguns filhos ilegítimos e preocupou-se mais com eles do que com os seus deveres. Além do mais, foi sempre uma espécie de refém da família de Sisto IV, que o dominava. Foi um pontífice  sem nada de positivo, até ensombrado por uma bula contra as feitiçarias, que publicou a pedido da Inquisição alemã.

    Impediu o primeiro congresso internacional de filosofia e apologética do cristianismo, proposto pelo jovem sábio Pico della Mirandola, pois entendeu que algumas das 900 teses eram suspeitas de heresia e outras de magia.

    Inocêncio VIII promoveu a Inquisição espanhola e designo Tomás de Torquemada como grande-inquisidor.

    Durante a Inquisição em Espanha, os hebreus convertidos tinham-se refugiado em Portugal e Torquemada pretendia apanhá-los. Inocêncio VIII fez-lhe a vontade e pela bula de 3 de Abril de 1487 ordenava a todos os príncipes cristãos que procedessem contra os judeus fugitivos de Espanha, o que todos os príncipes tinham desprezado.

    Continuou a proteger as artes e as letras, como o seu antecessor.

    Durante o pontificado, deu-se, em Espanha, a conquista de Granada, em Janeiro de 1492, acabando com o domínio árabe, e em 1488, o navegador português, Bartolomeu Dias, dobrou o cabo da Boa Esperança.

    Foi um papa que não esteve à altura das suas responsabilidades e que na hora da morte deu mostras de sincero arrependimento, pedindo aos cardeais que procurassem eleger um papa mais digno do que ele.

     

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    Continua:…

    Este Post era para ser colocado em 7-3-2013 – 10H30

    ANTÓNIO FONSECA