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sexta-feira, 8 de março de 2013

Nº 1583-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - DEUTERONÓMIO (13) - 8 de Março de 2013

8 de Março de 2013
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1583

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS (Estes já estão…) – Faltam apenas 1030 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1583 - 2ª Página

8 de Março de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

DEUTERONÓMIO
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Mapa antigo de Israel

DEUTERONÓMIO

Segundo Discurso de MOISÉS

13  -  A IDOLATRIA E A APOSTASIA – «Se no meio de ti se levantar um profeta ou um visionário, oferecendo-te como penhor um sinal ou um prodígio (Mt 7, 22s; 24, 24, 2; Tes 2, 9, 11; Ap 13, 13 s), e suceder o que ele anunciou e te disser: «Sigamos os deuses estrangeirosque não conheces –, e, adoremo-los». não ouvirás as palavras desse profeta ou desse visionário, porque o Senhor, vosso Deus, vos experimenta para verificar se realmente O amais com  todo o vosso coração e com toda a vossa alma (Tgo 1, 13). É ao Senhor, vosso Deus, que deveis temer e seguir: cumprireis os Seus preceitos e não obedecereis senão a Sua voz; só a Ele prestareis culto e só a Ele vós servireis! Esse profeta ou esse visionário, será condenado à morte, porque pregou a revolta contra o Senhor, vosso Deus, que vos tirou da terra do Egipto e vos resgatou da casa da servidão, procurando assim desviar-vos do caminho que o Senhor, vosso Deus, vos mostrou. Extirparás, então, o mal do meio de ti (Cor 1, 5, 9, 13).

Se o teu irmão, filho da tua mãe, o teu filho ou a tua filha, a tua companheira ou o amigo a quem estimas vier secretamente seduzir-te, dizendo: «Vamos servir os deuses estrangeiros», – deuses que nem tu nem os teus pais conheceram, os deuses dos povos que estão à tua volta, na tua vizinhança ou longe de ti, de um extremo ao outro da terra, – tu não o ouvirás. Além disso, fecharás os teus olhos à piedade, não o pouparás nem ocultarás  o seu crime. Pelo contrário, tens o dever de o matar. A tua mão será a primeira a levantar-se contra ele, para lhe dar a morte; e, a seguir, a mão de todo o povo (Act 7, 58). Apedrejá-lo-ás até morrer, porque ele tentou desviar-te do Senhor, teu Deus, que te libertou da terra do Egipto, da casa da servidão. Todo o Israel ao sabê-lo, tremerá e ninguém renovará mais tal delito no meio de vós.

Se ouvires dizer numa das cidades que o Senhor, teu Deus, te deu para habitação: «Homens perversos, nascidos no meio de vós, desencaminharam os habitantes desta cidade, dizendo: «Vamos e sirvamos os deuses estrangeiros» – deuses que vós não conheceis –, farás um inquérito, averiguarás e informar-te-ás com cuidado; se foi verdade que essa abominação foi cometida no meio de vós, passarás a fio de espada os habitantes dessa  cidade e tudo o que nela houver, incluindo o gado. Reunirás, em seguida, no centro da praça todas as riquezas e queimá-las-ás juntamente com a cidade e todos os seus bens, não excluindo nada, em honra do Senhor, teu Deus. Ficará para sempre em ruínas e não voltará a ser reconstruída. Que a tua mão não retenha coisa alguma da cidade amaldiçoada, para que o Senhor aplaque a Sua cólera  e use de piedade e misericórdia para contigo, e te multiplique como jurou a teus pais, se obedeceres à voz do Senhor, teu Deus, cumprindo todos os Seus mandamentos que hoje te prescrevo, e fazendo o que é justo aos olhos do Senhor, teu Deus».

 

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O Dez Mandamentos

Discursos de Moisés durante o Êxodo e Apêndice relatando a fim da sua atuação e a sua morte, antes de chegar à Terra Prometida

Textos do LivroDEUTERONÓMIOdo ANTIGO TESTAMENTO

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8 de MARÇO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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DIA INTERNACIONAL DA MULHER - 8 de Março de 2013

 

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Parabéns à MULHER

 

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ANTÓNIO FONSECA

Nº 1582-8 - Encontro diário com Deus - 8 de Março de 2013

Nº 1582-8

Do livro Encontro diário com Deus – Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br

Pensamento do Dia

O Eterno se revela aos simples de coração.

 

Dom Aloísio Roque Oppermann

 

 

A caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas, por si mesmo, e ao nosso próximo como a nós mesmos, por amor de Deus.

Jesus fez da caridade o novo mandamento.

Amando os seus até ao fim, manifesta o amor do Pai que Ele recebe.

Amando-se uns aos outros, os discípulos imitam o amor de Jesus que eles também recebem.

A caridade tem como frutos, a alegria, a paz e a misericórdia; exige a beneficência e a correção fraterna; é benevolência; suscita a reciprocidade; é desinteressada e liberal; é amizade e comunhão.

 

Catecismo da Igreja Católica

 

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NOTA:

Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:

Todos os direitos reservados.

Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

Obrigado e desculpem.

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1583-7 - REZAR NA QUARESMA - 3º SEMANA - 6ª feira - 8 de Março de 2013

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edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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8 de MARÇO de 2013

3ª SEMANA DA QUARESMA

(Sexta feira)

Marcos 12, 28b-34

Deus é único e não há outro além d’Ele.

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Reconhecer como único Deus verdadeiro ao Pai de Jesus é perigoso e incómodo.

Porque me obriga a cortar com todos os falsos

deuses em que pus a minha esperança:

a aparência, o prazer, o dinheiro…

Porque me obriga a viver a vida com responsabilidade e entusiasmo.

 

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Tu e só Tu, Deus verdadeiro,

és tudo o que quero,

tudo o que espero,

tudo o que procuro,

tudo o que amo.

 

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NOTA:

Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

  • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
  • Uma frase bíblica em destaque;
  • Uma imagem para te ajudar a pensar;
  • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
  • Uma proposta de oração.

Não tenhas medo desta aventura da fé

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Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

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António Fonseca

Endereço principal: antoniofonseca1940@hotmail.com

Endereço secundário: antoniofonseca40@gmail.com

Endereço do blogue: http://confernciavicentinadesopaulo.blopgspot.com

Nº 1582 - (3) - AS VIDAS DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (80) - 8 de Março de 2013

Nº 1582 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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ALEXANDRE VI

Alexandre VI

Alexandre VI

(1492-1503)

Foi eleito em 26 de Agosto de 1492, tomou o nome de Alexandre VI e, mesmo aclamado pelos Romanos, diz-se que comprou dois terços dos votos para conseguir a eleição.

A verdade é que uma vida dissoluta e nepotismo faziam dele mais um  príncipe da Renascença do que um papa.

Como escreveu o historiador Ludwig von Pastor: «nas altas classes sociais do século XV as leviandades eram o pão nosso de cada dia. Que alguns príncipes eclesiásticos viveram melhor que os seculares, isso pouco ou nada escandalizava os italianos do Renascimento – consequência, antes de mais, do laxismo então reinante, quer nas ideias, quer nos costumes, o que fazia com que os dignitários da Igreja fossem vistos sobretudo como príncipes seculares.

Tinham comprado para a Igreja os dias da infâmia e do escândalo».

De facto, Alexandre VI era conhecido pelas sua vida com muitas amantes, sendo a mais importante Vannoza Caetani, de que teve quatro filhos, João, César, Lucrécia e Jofre, que tiveram um papel importante no papado, particularmente, César e Lucrécia Bórgia, sendo seu principal cuidado tratar do interesse da família. Nomeou o filho César, ainda adolescente, bispo de Valência, o sobrinho Giovanni, cardeal, e tentou que o filho João, duque de Gandia, se apoderasse do reino de Nápoles.

Como papa, agiu com pulso de ferro e acabou com a anarquia em Roma, melhorou a defesa da cidade, transformou o mausoléu de Adriano numa fortaleza e mandou fortificar a Torre de Nona, para proteger a cidade de ataques navais.

Como patrono das artes, erigiu a universidade romana de Sapienza, restaurou o Castelo de Santo Ângelo, construiu uma mansão grandiosa para a chancelaria apostólica, embelezou os palácios do Vaticano e obrigou Miguel Ângelo a dirigir a reconstrução da Basílica de São Pedro e a decorar a abóboda de Santa Maria Maior, com o primeiro outro trazido da América por Cristóvão Colombo.

Perante o paganismo e o descalabro moral da sociedade, ergueu-se a voz do frade dominicano Savonarola, prior do convento de São Marcos, em Florença, a pregar contra o papa e todos os que viviam à sua volta no fausto reclamando terríveis castigos.

Alexandre VI procurou chamar Savonarola a Roma para o dominar e acabar com os ataques, mas o frade recusou-se sempre e acabou condenado à morte e enforcado em Florença.

No campo espiritual, preocupou.-se com a propagação da fé nas terras dos infiéis descobertas por portugueses e espanhóis e, em 1494, depois da viagem de Colombo na descoberta da América, conferiu a Isabel de Castela e a Fernando de Aragão, o título de Reis católicos.

Entretanto, nasciam divergências entre os reinos de Portugal e de Castela e o papa, por bula de 4 de Março de 1493, tenta resolver a questão por meio de uma linha que, de pólo a pólo, passando a 100 léguas para lá dos Açores, dividia o mundo ao meio; as terras descobertas para ocidente dessa linha pertenciam a Castela e para oriente, a Portugal.

D. João II, rei de Portugal, não aceita a bula e daí resultou o Tratado de Tordesilhas, firmado com os Reis Católicos, em 7 de Junho de 1494, conseguindo afastar a linha divisória mais 270 léguas para ocidente, sinal de que já antes da descoberta do Brasil por Pedro Álvares Cabral os cartógrafos portugueses tinham conhecimento dessas terras.

Na sua atividade pastoral, foi sempre favorável às ordens monásticas e aprovou a Ordem dos Mínimos, fundada por São Francisco de Paula, e a da Anunciata, fundada por Santa Joana de Valois, e empenhou-se na defesa dos mosteiros dos Países Baixos.

Fomentou, também, o culto da Santíssima Virgem, por meio da criação da Confraria do Rosário e, restaurou o costume de rezar um pai-nosso e uma ave-amaria, ao toque do sino do meio-dia e, mais tarde ação do Angelus.

Pessoalmente era  muito devoto da Santíssima Virgem e primava pelo decoro das funções litúrgicas, o que se notou especialmente no Jubileu do Ano de 1500, introduzindo cerimónias novas, como a da abertura da Porta Santa, que ainda perdura.

Uma multidão de cerca de 200 000 pessoas afluiu a Roma para o jubileu, segundo disse o mestre-de-cerimónias, J. Buorchard. Entre os peregrinos, viu-se o sacerdote polaco e célebre astrónomo Copérnico, que se manteve em Roma, dando aulas e tendo entre os seus discípulos Miguel Ângelo e o cardeal Alexandre Farnnese, futuro papa Paulo III.

Alexandre VI morreu com um ataque de malária, aos 73 anos, e mostrou-se arrependido, como já acontecera quando seu filho João morreu afogado nas águas do Tibre, dizendo: «Foi pelos nossos pecados que Deus nos mandou esta prova. Que perdoe a quem o matou. Pela nossa parte, resolvemos empreender a emenda da nossa vida e da Igreja.

Daqui por diante, os benefícios serão atribuídos apenas por mérito. Queremos renunciar ao nepotismo a começar a reforma por nós, estendendo-a depois aos outros membros da Igreja, levando esta empresa até ao fim».

De um papa, é verdade, exige-se muito mais, mas Alexandre VI terá sido também, caluniado. Foi indigno? É possível, mesmo com o ambiente pagão do renascimento, mas fica de pé a afirmação do papa Leão Magno: «A cadeira de Pedro não se degrada com um herdeiro indigno».

Segundo L. Hearting, «se Alexandre VI, em, vez de papa, tivesse sido um rei ou imperador, não haveria inconveniente em exaltá-lo entre os políticos e governantes mais eminentes da sua época, omitindo as manchas da sua vida particular».

 

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PIO III

Pio III

Pio III

(1503)

Foi eleito em 22 de Setembro de 1503 aos 64 anos, mas já gravemente enfermo, tomando o nome de Pio III. Foi papa apenas por 24 dias.

Era um homem íntegro e piedoso e o povo via nele o reverso do seu antecessor, muito esperando dele.

A este respeito, o geral dos Camaldulenses escreveu: «Uma nova luz nos amanheceu. os nossos corações estão cheios de júbilo e os nossos olhos enchem-se de lágrimas porque Deus se apiedou do povo cristão, dando-lhe um Pastor santo e imaculado.

Sob o seu governo a vinha do Senhor não voltará a produzir cardos e espinhos, mas estender-se-á florescente de um mar a outro mar».

De facto, Pio III, era declaradamente um papa disposto a colocar a Igreja no seu lugar e logo que foi eleito mandou prender César Bórgia pelos seus pecados e excessos públicos.

Infelizmente não teve tempo para governar a Igreja como queria e podia, pois morreu devido a uma úlcera que tinha numa perna ou, como foi dito então, envenenado por Pandolfo Pettrucci, governador de Siena. Foi enterrado em São Pedro e, posteriormente, os seus restos mortais foram trasladados para Santa Andrea del Valle, onde ficou ao lado de seu tio Pio II.

 

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JÚLIO II

Júlio II

Júlio II

(1503-1513)

Apenas com um dia de reunião, o conclave elegeu como papa o cardeal Giulliano della Rovere, um homem de 60 anos, que tomou o nome de Júlio II e foi coroado em 26 de Novembro de 1503.

Destacou-se mais como notável homem  de Estado do que como eclesiástico, pela sua enérgica atuação política, reorganizando administrativamente o Estado Pontifício e criando a Liga de Cambrai, contra Veneza, e a Santa Liga, contra a França.

Começou por organizar uma expedição militar para reaver as cidades de Perúsia e Bolonha, que se renderam sem combate.

Recebido triunfalmente em Roma, parte em seguida para outra empresas de maior envergadura: pressionar Veneza com ameaças para que restituísse à Igreja várias cidades usurpadas. Veneza responde com arrogância, mas é organizada contra ela uma Liga constituída pela França, Alemanha e Milão, acabando por negociar com o pontífice a restituição das cidades reclamadas. O rei de França porém, reclamando direitos de conquista, não aceita de bom grado o entendimento de Veneza com Júlio II. para isso entende-se  com alguns cardeais contrários ao papa e convoca uma assembleia do clero que proclama, arbitrariamente, os privilégios da Igreja francesa, provocando a irritação de Júlio II, que lança a excomunhão sobre Luís XII e os cardeais que o apoiavam. Estes, com o auxilio do monarca francês, intimam o papa para um concílio em Pisa, em 1511.

Não concordando, Júlio II convoca para Latrão aquele que seria o XVII Concilio Ecuménico, com início em 19 de Abril de 1512.

Os reis de Inglaterra e Aragão, tal como o imperador alemão, recusam as manobras dos cardeais dissidentes e as maquinações do rei francês e aderem a Júlio II, rejeitando o concílio em Pisa.

Para se vingar, Luís XII procura malsinar o papa, permitindo e fomentando chacotas teatrais e panfletos que, criticando Roma, o apresentavam a ele como enviado de Deus para reformar a Igreja.

Autorizou o casamento de Catarina de Aragão, filha dos reis Fernando e Isabel de Espanha, com o rei Henrique VIII, depois de ter ficado viúva de Artur, irmão do rei.

Júlio II ficará ainda assinalado na história por ter sido promotor das artes, dando proteção a artistas como Bramante, Miguel Ângelo e Rafael e promovendo a reconstrução da Basílica de Latrão.

Foi um extraordinário pontífice para a mentalidade da época renascentista, mas das suas ações beneficiam mais a Itália e as artes do que a Igreja como corpo espiritual.

Saliente-se o apoio dado às expedições marítimas portuguesas, que, com os seus missionários, contribuíram eficazmente para a propagação da fé na Índia, Etiópia e Congo.

Merecem destaque ainda algumas bulas e cartas a proibir a simonia, a refrear excessos da Inquisição espanhola, a incentivar a reforma das ordens religiosas, a proibir o duelo e a abolir o jus naufragil (o direito de ficar com os despojos dos naufrágios).

Sem ter recuperado de uma grave doença, que o atormentava desde 1510, ficou novamente enfermo, vindo, entretanto, a falecer.

 

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Continua:…

Este Post era para ser colocado em 8-3-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1583-1 - (67-13) - SANTOS DE CADA DIA - 8 de Março de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1583

8 de MARÇO de 2013

Bom

ANO D E 2 0 1 3


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Quaresma

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Nº 1583-1 - (67-13)


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I-Am-Posters

E U S O U

AQUELE QUE SOU

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Nº 1583-2 – (67-13)


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JOÃO DE DEUS, Santo

Fundador (1495-1550)

João Cidade, fundador da Ordem dos Irmãos Hospitaleiros, nasceu em Montemor-o-Novo, Portugal, em 1495, e morreu em Granada, Espanha, a 8 de Março de 1550.

Tinha oito anos quando, ao ouvir as descrições dum peregrino, sendo sonhador e ambicioso de novidades, se lançou no desconhecido e penetrou em terras de Espanha; atravessou o Guadiana e chegou por fim à vila de Oropesa, onde, extenuado e quase sem sinais de vida, foi recolhido por um rico proprietário, que o manteve ao seu serviço, primeiro como pastor, depois como maioral e administrador, e ultimamente como homem de plena confiança.

João cresce no campo, suportando o ardor do sol toledano, respirando o ar são das pastagens. Um dia, a filha do seu amo enamorou-se dele, e o pai não só consentiu no casamento, mas procurou-o por todos os meios. João pede tempo para refletir. Uma voz interior dizia-lhe: “Tu não podes prender-te a uma mulher, nem a uma casa rica, nem a um porvir desafogado mas incerto».

Desaparece e alista-se na hoste que o Conde de Oropesa estava a reunir, contra os franceses de Francisco I. Como Inácio de Loyola, toma parte na guerra de Navarra e está presente no cerco de Fuenterrabia. Foi para ele, que ia chegar aos 25 anos, tempo de duras provas. Sem que alguém saiba como, falta um rico depósito que lhe tinha confiado o seu capitão. Isto leva a que João, o responsável, seja condenado à morte. Já estava perto da árvore em que ia ser enforcado, quando chega um oficial superior. Este contenta-se com expulsá-lo do exército.

Volta derrotado e triste a casa do seu antigo amo de Oropesa, e novamente se alista, desta vez nas campanhas contra o Turco no centro da Europa; chega até Viena e, terminada a empresa, vai como peregrino a Santiago de Compostela. Recorda-se lá da terra natal e dos pais. Vai a Montemor, mas na casa ninguém o conhece, pois tinham morrido o pai e a mãe. Mas um parente afastado oferece-lhe hospitalidade, carinho e dinheiro; ele porém não aceita e volta a Espanha, fazendo-se guardador de gado em Sevilha. E transfere-se depois para África, no séquito de um fidalgo português que vai degredado e embarca em Gibraltar.

Em Ceuta é pedreiro nas muralhas, e com os ganhos ajuda enfermos e necessitados. As suas aventuras vão-se todavia orientando pouco a pouco com a luz da vocação divina. Volta à Península; pára em Gibraltar e torna-se vendedor de livros e imagens. Entre o que é piedoso, fornece também livros  de cavalaria; mas tem escrúpulos e frequentemente dissuade os compradores de que os leiam. Como vendedor ambulante percorre, com as mercadorias às costas, as ruas de Gibraltar, de Algeciras e doutras cidades da costa. Assim chega até Granada onde, na idade madura de 42 anos, Deus o espera para finalmente lhe dar a conhecer a sua verdadeira vocação. Instala a sua livraria na rua de Elvira, onde pouco depois nasceria o Doutor Exímio, Francisco Suárez, futuro catedrático da Universidade de Coimbra.

O porquê da vinda para Granada, assim o explica uma velha tradição. Encontrou.-se um dia com um menino andrajoso, que só com dificuldade caminhava, mostrando-se cansado e doente. João compadeceu-se dele, pô-lo às costas e, como outro São Cristovao, transportou-o assim durante muito tempo. Chegados perto duma fonte, João parou dominado por ardente sede. O menino desceu-lhe dos ombros e mostrou-lhe uma granada ou romã aberta, com uma representação da santa cruz por baixo. E referindo-se à cidade espanhola com este nome, disse-lhe: «Granada será a tua cruz». Logo a seguir desapareceu.

A 20 de janeiro de 1537 pregou nesta cidade São João de Ávila. Descreveu com viveza São Sebastião, heroico atleta que, debaixo da clâmide de soldado, usava uma túnica vermelha da caridade de Cristo. Traçou um quadro vigoroso das amarguras do prazer e das alegrias da dor cristã, ponderando as recompensas inefáveis que esperam a virtude. As palavras do pregador atingiram o íntimo de João Cidade, como setas ao corpo de São Sebastião. Sentiu-se tão arrependido dos pecados que, saindo precipitadamente do templo, pôs-se a correr pelas ruas gritando a plenos pulmões: – Misericórdia, Senhor, Misericórdia!.

As pessoas que o viam correr e gritar, tomando-o por doido – as crianças primeiro e depois a população toda – começaram a injuriá-lo , a atirar-lhe pedras e todas as imundícies encontradas. João distribuiu ao pobres tudo quanto possuía e começou vida de tão rigorosa penitência,. que a maior parte da gente tomou-o por louco, chegando ele a ser metido num hospital de alienados. O sistema, que até então se usava com os doidos, baseava-se em rigor e pancada. João comovia-se ao ouvir os queixumes e protestava: “Cureis, perversos, verdugos; tende compaixão desses desgraçados, que estão inocentes. E quereis que esta casa se chame instituição de caridade?” As pancadas choviam então sobre o Santo; mas ele, em vez de se queixar, instigava-os dizendo: “ Castigai, castigai esta carne, que tem a culpa de tudo”.

A loucura de São João de Deus manteve-se até que São João de Ávila a proibiu. assim o nosso Santo imediatamente se tornou cordato e dedicou-se a tratar dos doentes. Tinha encontrado, no termo de tantas curavas, o caminho recto da sua vocação. Reuniu esmolas e construiu um amplo e bem organizado hospital em Granada. Juntaram-se-lhe outras almas generosas e sacrificadas, e nasceu a Ordem dos Irmãos Hospitaleiros.

Desde o primeiro dia teve o hospital 50 camas, com cobertores, esteiras, almofadas , e na cabeceira de cada leito uma cruz. primeiro tratava-se da alma, depois do corpo. “Há muito tempo que não te confessas?” – perguntava aos miseráveis que vinham pedir socorro. A todos admitia e de todos cuidava com o mesmo amor.

Percorria diariamente a cidade, mendigando para os seus pobres. Como antes choviam as pancadas, agora chovem as esmolas. O pastor, o soldado, o pedreiro, o vendedor ambulante. Lida agora com milhares de escudos; a sua mão não passa porém de ser conduta, por onde as águas correm até ao fundo do vale da dor e da miséria, para limpar, curar e vivificar. Recordemo-lo do quadro famoso de Murilo: o Santo volta a casa com o cesto cheio; no caminho, estendido a uma esquina, um mendigo doente e ulcerado. Com grande dificuldade o põe às costas e, coxeando, dirige-se para o hospital. de repente, vem-lhe ao encontro um desconhecido, pega-lhe pelo braço e, ampara-o e guia-o. É o Arcanjo São Rafael.

Granada inteira o admira e ajoelha-se diante dele. São João de Ávila anima-o e dirige-o  no seu zelo caritativo. O Arcebispo auxilia-o e nota que ele usa cada dia um vestuário diferente, cada vez mais roto e despedaçado. Averigua que João não pode ter dois dias seguidos a mesma capa, as mesmas calças nem a mesma camisa, porque, logo que vê um pobre mal vestido que ele, propõe-lhe uma troca, para o necessitado vantajosa.

Um dia o hospital é invadido pelas chamas. João lança-se para o meio do fogo e salva os doentes um por um, sem sofrer absolutamente nada.

Mas depois, caindo em doença grave, ao sentir próxima a morte, levanta-se da cama, veste-se e prostra-se no chão.  Apertando ao peito um crucifixo, exala o último suspiro. Granada inteira desfila diante daquele homem-prodígio de humildade e caridade.

Foi beatificado em 1630 e canonizado em 1690. Clemente IX declarou-o patrono dos hospitais católicos. Leão XIII ordenou que o seu nome fosse mencionado nas Ladainhas dos agonizantes, juntamente com São Camilo de Lélis. E, em 1930, Pio XI, colocou sob a proteção dos dois Santos os enfermeiros católicos e suas associações.

O corpo de São João de Deus – que assim se ficou chamando desde os primeiros contactos com São João de Ávila – venera-se na sua basílica menor em Granada. Desta cidade recebeu Portugal certa compensação, com a vinda dos seus dois filhos – o Doutor Exímio e Frei Luís de Granada – que jazem, respectivamente, em São Roque e em São Domingos, de Lisboa.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”



  • Tero1 - Cpia
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. A partir de Quarta-feira de Cinzas, acrescentei mais 2 páginas (uma que vigorará só na Quaresma e outra que será diária) – São elas VIVER A QUARESMA e ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS e, por conseguinte haverá mais 2 números a incluir que serão o 7 e o 8.
  • (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
  • Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.

    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.

    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).

    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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