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segunda-feira, 11 de março de 2013

Blog DEVOÇÃO E FÉ 11 de Março de 2013

 

Devoção e Fé


Bento XVI-Vaticano divulga homenagem com álbum digital

Posted: 01 Mar 2013 04:25 PM PST

Hoje o site do Vaticano (http://www.vatican.va/phome_po.htm) colocou uma linda homenagem ao Papa Emérito Bento XVI. É um album digital de 62 páginas com fotos e trechos de mensagens de Bento XVI. Ao clicar no símbolo >> o site te levará para homilias, cartas encíclicas e mensagens completas do período de seu pontificado.

O álbum é encerrado com uma cópia da carta de renúncia do Pontífice, datada do dia 10 de fevereiro, um dia antes do anúncio oficial de sua abdicação.

Visitem o site, a homenagem e as mensagens de Bento XVI são comoventes.

Link direto para o Álbum:

http://www.vatican.va/bxvi/omaggio/index_po.html

Fiel Católico: Assine a mensagem ao Papa ainda desconhecido

Posted: 01 Mar 2013 03:14 PM PST

Após a renúncia de Bento XVI, católicos do mundo inteiro se perguntam: Quem será o novo Papa?
Esta pergunta só será respondida daqui alguns dias, mas tem algo que todos nós, católicos do mundo inteiro, podemos fazer:
Rezar e enviar uma mensagem ao Papa ainda desconhecido.
Antes mesmo que se saiba quem será escolhido como novo Sucessor de São Pedro, queremos dirigir a ele uma súplica. Pois a transcendência do que vamos pedir independe das características pessoais de quem venha a ser eleito. Esta mensagem será sua participação em defesa do valores "não negociáveis" , como o aborto, a eutanásia e a união de pessoas do mesmo sexo, demonstrando as principais preocupações dos católicos.
Clique em: www.papadesconhecido.com e assine a mensagem previamente escrita para aquele que irá conduzir a barca de São Pedro. Veja que católicos do mundo inteiro estão participando. Os números aparecem no site. Acompanhe dia a dia.
NÃO DEIXE TAMBÉM DE CONVIDAR TODOS OS CATÓLICOS QUE VOCÊ CONHECE PARA TAMBÉM ENVIAREM A MENSAGEM.
Se você tem uma página na Internet, divulgue esta campanha. Entre aqui e veja as opções de banners para você publicar.

A carta – previamente escrita – demonstra as principais preocupações dos católicos:

Antes mesmo que se saiba quem será escolhido como novo Sucessor de São Pedro, queremos dirigir a ele uma súplica. Pois a transcendência do que vamos pedir independe das características pessoais de quem venha a ser eleito. Esta é, pois, uma Reverente e Filial Mensagem ao Papa ainda não conhecido:

Santo Padre, não fosse a promessa feita por Nosso Senhor Jesus Cristo de que "as portas do inferno não prevalecerão" contra a Igreja (Mt 16,18), poderíamos afirmar com dor no coração que, ao longo da História, a Barca de Pedro nunca esteve envolvida numa tempestade tão dramática e universal como a de nossos dias.


Com efeito, é patente no interior da Santa Igreja a “apostasia silenciosa” de milhões de fiéis, conforme constatado em recente Sínodo dos Bispos.


Verdades fundamentais da fé, como a ressurreição de Cristo, a virgindade de Maria, a presença real na Eucaristia, a existência do Inferno, etc. são levianamente postas em dúvida até por altos representantes da Hierarquia.

(continue a ler a carta aqui:http://www.papadesconhecido.com/ )

 

Post em 11-3-13  -  23,40 horas

ANTÓNIO FONSECA

noticias - 11 de Março de 2013

Caritas in Veritate


Bento XVI - 24 viagens apostólicas

Posted: 27 Feb 2013 11:00 AM PST

Grandes momentos do pontificado de Bento XVI

Posted: 27 Feb 2013 09:00 AM PST

A barca da Igreja não é minha, não é nossa, é do Senhor

Posted: 27 Feb 2013 06:00 AM PST

BENTO XVI na última Audiência Geral, 25 de fevereiro de 2013, aqui em português:

HUMILDADE: a última encíclica de BENTO XVI

Posted: 27 Feb 2013 04:21 AM PST

Bento XVI não publicará a encíclica sobre a fé – embora em fase avançada – que devia apresentar na primavera. Já não tem tempo. E nenhum sucessor é obrigado a retomar uma encíclica incompleta do próprio predecessor. Mas existe outra encíclica de Bento XVI, escondida no seu coração, uma encíclica não escrita. Ou melhor, escrita não pela sua pena mas pelo gesto do seu pontificado. Esta encíclica não é um texto, mas uma realidade: a humildade.

A 19 de abril de 2005 um homem que pertence à raça das águias intelectuais, temido pelos seus adversários, admirado pelos seus estudantes, respeitado por todos devido à acutilância das suas análises sobre a Igreja e o mundo, apresenta-se, recém-eleito Papa, como um cordeiro levado para o sacrifício. Utilizará até a terrível palavra «guilhotina» para descrever o sentimento que o invadiu no momento em que os seus irmãos cardeais, na Capela Sistina, ainda fechada para o mundo, se viraram para ele, eleito entre todos, para o aplaudir. Nas imagens da época, a sua figura curvada e o seu rosto surpreendido testemunham-no.

Depois teve que aprender o mister de Papa. Extirpou, como raízes arraigadas sob o húmus da terra, o eterno tímido, lúcido na mente mas desajeitado no corpo, para o projetar perante o mundo. Foi um choque para ambas as partes. Não conseguia assumir a desenvoltura do saudoso João Paulo II. O mundo compreendia mal aquele Papa sem efeito. Bento XVI nem teve os cem dias de "estado de graça" que se atribuem aos presidentes profanos. Teve, sem dúvida, a graça divina, fina mas pouco mundana. Contudo teve, ainda e sempre, a humildade de aprender sob os olhares de todos.

Foram sete anos terríveis de pontificado. Nunca um Papa teve, num certo sentido, tão pouco "sucesso". Passou de polémica em polémica: crise com o Islão depois do seu discurso de Ratisbona, onde evocou a violência religiosa; deformação das suas palavras sobre a Sida durante a primeira viagem à África, que suscitou um protesto mundial; vergonha sofrida pelo explodir da questão dos sacerdotes pedófilos, por ele enfrentada; o caso Williamson, onde o seu gesto de generosidade em relação aos quatro bispos ordenados por D. Lefebvre (o Papa revogou as excomunhões) se transformou numa reprovação mundial contra Bento XVI, porque não tinha sido informado sobre os discursos negacionistas da Shoah feitos por um deles; incompreensões e dificuldades de pôr em ação o seu desejo de transparência quanto às finanças do Vaticano; traição de uma parte do seu grupo mais próximo no caso Vatileaks, com o seu mordomo que subtraiu cartas confidenciais para as publicar...

Não teve nem sequer um ano de trégua. Nada lhe foi poupado. Às violentas provações físicas do pontificado de João Paulo II, ao atentado e ao mal de Parkinson, parecem corresponder as provações morais de rara violência desta litania de contradições sofrida por Bento XVI.

Ao renunciar, o Papa eclipsa-se. À própria imagem do seu pontificado. Mas só Deus conhece o poder e a fecundidade da humildade.

Jean-Marie Guénois, in Le Figaro Magazine, 15-16.2.2013. Transcrição: L'Osservatore Romano © SNPC | 25.02.13.

FONTE: Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura

O Filho do homem vai ser entregue...

Posted: 27 Feb 2013 02:13 AM PST

Disse-lhes Jesus: «Vamos subir a Jerusalém e o Filho do homem vai ser entregue aos príncipes dos sacerdotes e aos escribas, que O condenarão à morte e O entregarão aos gentios, para ser por eles escarnecido, açoitado e crucificado. Mas ao terceiro dia Ele ressuscitará»...

«Sabeis que os chefes das nações exercem domínio sobre elas e os grandes fazem sentir sobre elas o seu poder. Não deve ser assim entre vós. Quem entre vós quiser tornar-se grande seja vosso servo e quem entre vós quiser ser o primeiro seja vosso escravo. Será como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida pela redenção dos homens» (Mt 20, 17-28).

Jesus não veio para ser servido como um príncipe ou como uma rei, mas veio ao mundo para servir e dar a vida a favor da humanidade inteira.

Hoje, o Evangelho mostra-nos a anúncio da paixão de Jesus. A caminhada para Jerusalém - a cidade santa - é uma caminhada para o desfecho da missão, rumo à CRUZ. Neste trajeto, a mãe dos filhos de Zebedeu pede a Jesus que os coloque à Sua esquerda e à Sua direita. É a procura pelo melhor lugar. Os outros discípulos contestam, pois também disputam os lugares mais importantes. Jesus inverte a lógica: quem quiser ser o maior faça servo de todos. O serviço é o caminho de Jesus Cristo até ao Pai, até à eternidade.
O fim anunciado, mas não o esperado pelos discípulos de Jesus. No II Domingo da Quaresma, o Evangelho apresentava-nos a Transfiguração de Jesus, que surge precisamente neste contexto, em que Jesus lhes diz que será entregue às autoridades dos judeus, e depois será morto.

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Cristo em Nós


A Santa Religião - Breve história da Religião

Posted: 07 Mar 2013 02:43 PM PST

Princípios e noções fundamentais

1. Deus, sapientíssimo criador de todas as coisas, ordenou-as todas a Si, como fim último; isto é, para que Lhe dessem glória manifestando as perfeições divinas que Ele lhes comunicou. O homem, criatura principal deste mundo visível, devia também promover e realizar este fim, conforme sua natureza racional, com os atos livres de sua vontade, conhecendo, amando e servindo a Deus, para alcançar depois, deste modo, o prêmio que do mesmo Senhor havia de receber. Este vínculo moral ou lei universal, pelo qual o homem se acha naturalmente ligado a Deus, chama-se Religião natural.

2. Mas, tendo a bondade divina preparado para o homem uma recompensa muito superior a quanto ele pudesse pensar ou desejar, isto é, querendo fazê-lo participante de sua própria bem-aventurança, como não bastasse já para fim tão elevado a Religião natural, foi preciso que o próprio Deus o instruísse nos deveres religiosos. De onde se segue que a Religião, desde o princípio, tivesse de ser revelada, isto é, manifestada por Deus ao homem.

3. De fato foi assim que Deus revelou a Religião a Adão e aos primeiros Patriarcas, os quais, sucedendo-se uns aos outros e vivendo juntos muitíssimo tempo, a podiam transmitir facilmente uns aos outros, até que Deus Nosso Senhor formou para si um povo que a guardasse até a vinda de Jesus Cristo, nosso Salvador, Verbo de Deus encarnado, que não a aboliu, senão que a cumpriu, aperfeiçoou e confiou à custódia da Igreja, por todos os séculos.

Tudo isto pode ser demonstrado pela História da Religião, a qual, podemos dizer, se confunde coma História da humanidade. Donde é coisa manifesta que todas as que se proclamam religiões, fora da única verdadeira revelada por Deus, de que falamos, são invenções dos homens e desvios da Verdade, da qual algumas conservam uma parte, misturada porém com muitas mentias e absurdos.

4. Quanto às seitas ou divisões que se fizeram da Igreja Católica, Apostólica, Romana, foram elas suscitadas e promovidas por homens presunçosos, que abandonaram o sentir da Igreja universal, para irem voluntária e obstinadamente atrás de algum erro próprio ou alheio contra a fé, e são os hereges; ou, então, homens orgulhosos e ávidos de mando, que, tendo-se por mais iluminados que a Santa Igreja, lhe arrancam uma parte de seus filhos, dilacerando, contra a palavra de Jesus Cristo, a unidade católica, separando-se do Papa e do Episcopado a ele unido, e estes são os cismáticos.

Enquanto isso, o fiel católico – que inclina sua razão à palavra de Deus – pregada em nome da Santa Igreja pelos legítimos Pastores, e cumpre fielmente a santa lei divina – caminha com segurança pela estrada que o conduz a seu último fim e, quanto mais se instrui na Religião, mais é levado a ver quanto é racional a santa Fé.

5. O modo estabelecido cabalmente por Deus para a perpétua tradição da Religião foi, pois, o seguinte: a sucessiva e contínua comunicação dos homens entre si, de modo que a verdade ensinada pelos mais velhos se transmitisse do mesmo modo aos descendentes; o que durou mesmo depois que no decurso do tempo o Espírito Santo moveu diversos escritores a registar em livros compostos sob Sua inspiração uma parte da lei divina.

Estes livros escritos com a inspiração de Deus chamam-se Sagrada Escritura, Livros Santos ou Bíblia Sagrada. Chamam livros do Antigo Testamento o que foram escritos antes da vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo; os que foram escritos depois constituem o Novo Testamento.

6. A palavra Testamento significa, aqui, Aliança ou Pacto feito por Deus com os homens, a saber: de salvá-los por meio de um Redentor prometido, com a condição de que prestassem fé à sua palavra e obediência a suas leis.

A Antiga Aliança, Deus a Fez primeiro com Adão e Noé, e depois mais especialmente com Abraão e sua descendência; esse pacto exigia a fé no futuro Redentor ou Messias e a guarda da Lei dada no princípio por Deus e promulgada mais tarde para seu povo por meio de Moisés.

A Nova Aliança, depois da vinda e Jesus Cristo, nosso Redentor e Salvador, Deus a estabelece com todos os que recebem o sinal que Ele instituiu, o Batismo, e guardam a Lei que o próprio Cristo veio aperfeiçoar e completar, pregando-a em pessoa e ensinando-a de viva voz aos Apóstolos.

Estes receberam de seu divino Mestre a orem de pregar por todas as partes o Santo Evangelho, e o pregaram realmente de viva voz, antes que fosse escrito por inspiração divina, como depois o foi. Porém nem todos os Apóstolos escreveram, e é certo que nem uns nem outros escreveram tudo o que haviam visto e ouvido.

7. Pelo o que acabamos de dizer, e pelo que indicamos atrás (número 5), compreende-se a suma importância da Tradição divina, que é a própria palavra de Deus, declarada por Ele mesmo de viva voz a seus primeiro ministros e transmitida deles até nós por uma contínua sucessão. Donde nela também se estriba justamente nossa Fé, como em solidíssimo fundamento.

8. Esta Tradição Divina, junto com a Sagrada Escritura, ou seja, toda a palavra de Deus, escrita e transmitida de viva voz, foi confiada por Nosso Senhor Jesus Cristo, a um Depositário público, perpétuo, infalível, a saber, a Santa Igreja Católica e Apostólica.

Essa Igreja – fundada precisamente naquela divina Tradição, apoiada na autoridade que Deus lhe deu, e reforçada com a promessa da assistência e direção do Espírito Santo – define quais são os livros que contêm a Revelação divina, interpreta as Escrituras, fixa o sentido nas dúvidas que surgem a respeito delas, decide sobre as coisas que se referem à Fé e aos costumes, e julga com sentenças inapeláveis sobre todas as questões que nestes pontos de suprema importância possam de algum modo extraviar a inteligência e o coração dos fiéis.

9. Mas advirta-se que este julgamento compete àquela parte escolhida da Igreja que se chama docente ou ensinante, formada primeiramente pelos Apóstolos, e depois pelos seus sucessores, os Bispos, com o Papa, que é o Romano Pontífice, sucessor de São Pedro, à sua cabeça.

O Sumo Pontífice – dotado por Nosso Senhor Jesus Cristo da mesma infalibilidade de que está adornada a Igreja, e que é necessária para conservar a unidade e a pureza da doutrina, pode quando fala ex cathedra, isto é, como Pastor e Doutor de todos os cristãos promulgar os mesmos decretos e pronunciar os mesmos julgamentos que a Igreja, no que toca à Fé e aos costumes. E ninguém pode recusar essas sentenças sem prejuízo de sua fé. Além disso, o Papa pode exercer sempre o supremo poder em todo o concernente à disciplina e bom governo da Igreja, e todos os fiéis devem obedecer-lhe com sincero obséquio da mente e do coração.

Na obediência a esta suprema autoridade da Igreja e do Sumo Pontífice – por cuja autoridade nos são propostas as verdades da Fé, nos são impostas as leis da Igreja e nos é mandado tudo o que quanto ao bom governo dela é necessário – consiste a regra de nossa Fé.

Fonte: Catecismo Maior de São Pio X

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Golpe de Estado na Venezuela!

Posted: 07 Mar 2013 03:14 PM PST

O mundo inteiro parou, e não se fala noutra coisa desde o dia 5, quando foi oficialmente anunciada a morte de Chávez. Tenho pouco a comentar sobre isso pois, como venho dizendo há tempo, minha principal preocupação é a situação política do país, governado por usurpadores, verdadeiros urubus se refestelando na carniça de um defunto ainda quente e brigando pela repartição do botim.

Toda a trajetória desse déspota sanguinário foi marcada pela mentira e ocultação de fatos que deveriam ser do conhecimento dos venezuelanos, desde seus atos em vida - sobretudo como e com quem gastava a fortuna oriunda do petróleo -, passando pela sua doença e finalmente sobre sua morte. O chefe da guarda presidencial de Chávez, general José Ornella, anunciou que ele morreu em consequência de “um enfarto fulminante”. Segundo Ornella, Chávez “não podia falar, mas disse com os lábios: ‘eu não quero morrer, por favor, não me deixem morrer’, porque ele queria muito a seu país, se imolou por seu país”.

Como até hoje não se sabe a realidade dos fatos, qualquer especulação ou conto serve de consolo. E dentre essas incontáveis histórias divulgadas com a finalidade de mostrar um homem bom e generoso, agora ele aparece não só como “católico” senão como que “morreu no seio da Igreja”. Parece contraditório que esta informação parta de comunistas ateus, como o próprio Chávez que se exibia em público beijando um Crucifixo, mas faz parte do jogo de desinformação, uma vez que a Venezuela possui 90% de católicos no país. Esta seria, então, a maneira mais fácil de conquistar parcelas enormes não só da população nacional como também internacional, que denunciavam os horrores do comunismo que vinha sendo implantado no país. Nenhum católico venezuelano esquece as heresias ditas no vídeo abaixo. Então, alguém que levou toda sua vida afrontando a Deus, perseguindo a quem se opunha à sua ditadura e que NUNCA pediu perdão pelos seus atos cruéis e criminosos contra pessoas inocentes, não pode ter “morrido no seio da Igreja” porque, para isto, era necessário o arrependimento e o pedido de perdão, às suas vítimas e a Deus. Assistam ao vídeo.

E a farsa prosseguiu durante o velório, pois conforme mostra a foto abaixo, Chávez aparece em um caixão saindo do Hospital Militar, e em outro completamente distinto durante o cortejo e o salão onde está sendo velado. Como pôde isto? Por que a troca de caixões? Especula-se, mais uma vez, que o primeiro caixão foi o que o transportou de Cuba à Venezuela mas como era totalmente fechado, providenciou-se outro com uma janela de vidro. Há ainda outro mistério: por que não há nem se pode tirar fotos do ilustre defunto? As pessoas estão sendo rigorosamente revistadas, conforme relata um repórter da agência AFP, para que não entrem no recinto com câmaras fotográficas de nenhum tipo e ficam apenas 10 segundos se despedindo. Há sobre o seu corpo uma faixa vermelha bordada em letras douradas a palavra “Milícia”, uma organização para-militar criada por ele com 120.000 civis em armas, prontos para “defender a pátria”... dos seus compatriotas contra-revolucionários!

Quem assistiu à declaração de Nicolás Maduro viu quando ele chorou emocionado ao informar que Chávez havia morrido. No entanto, a foto abaixo tirada ontem no velório, mostra-o em companhia de Evo Morales onde ambos sorriem absolutamente inadequada a um velório. De que ri Maduro um dia após ter chorado em cadeia de televisão a morte de seu chefe e melhor amigo? Ri de felicidade por ter conseguido dar um criminoso golpe de Estado na Venezuela, com a anuência de TODOS os países pertencentes à ALBA, Foro de São Paulo e OEA, pois na reunião emergencial havida em 10 de janeiro naquele órgão, o único a apontar o crime constitucional que se estava cometendo foi o embaixador do Panamá, Guillermo Cochez, o que acabou lhe custando a exoneração do cargo.

Vale a pena revisar o que vem ocorrendo desde que Chávez deixou o país em 11 de dezembro de 2012:

1. No dia 10 de janeiro de 2013 encerrava-se um período presidencial e começava outro. Nesta data, Chávez deveria se juramentar e nomear seu novo vice-presidente, o que não ocorreu dada a sua impossibilidade física. Numa atitude claramente ilegal e inconstitucional, a presidente do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) Luisa Estella Morales decide que, como houve uma re-eleição, se poderia “estender” o prazo até que Chávez estivesse em condições;

2. Com este golpe, dona Luisa Estella além de ratificar Maduro no cargo de vice-presidente, ratificou também o seu próprio cargo e dos demais membros do governo como ministros, embaixadores, comandos militar, etc.;

3. Considerando que esta atitude fosse legal, a sentença da Sala Constitucional agora fica vencida com a morte de Chávez, caraterizando-se sua “ausência absoluta e definitiva”;

4. Conforme reza a Constituição Nacional em seu Art. 233, o cargo de presidente da República fica legalmente vacante devendo assumi-lo o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, e novas eleições devem ser convocadas em 30 dias, uma vez que Chávez morreu sem tomar posse. Portanto, todos os cargos ocupados atualmente expiraram, perderam a validade;

5. Conforme reza também a Constituição, como “Presidente Encarregado” Maduro não se inabilita a concorrer às eleições mas como vice-presidente ele não poderia, teria que renunciar, mostrando claramente uma jogada política planejada desde que Chávez concorreu às últimas eleições, SABENDO que não viveria para tomar posse! Assim, ele garantiu - por ordem dos ditadores Castro - a perpetuação de seu projeto revolucionário, e através desses mesmos ditadores é que Maduro vem tomando as atitudes mais espúrias e ilegais num país sem lei. Tudo fora planejado para que Diosdado Cabello NUNCA assumisse o cargo que constitucionalmente lhe cabia, pois os Castro temiam perder as regalias que recebem e que Cabello, que goza de prestígio no meio castrense, levasse os militares a uma sublevação.

A doutora Blanca Rosa Mármol de León, ex-magistrada da Corte Supre de Justiça venezuelana e cuja aposentadoria foi “apressada” pela presidente do TSJ, deu uma entrevista a Pedro Corzo da Radio Martí, e confirma todas as denúncias que eu já vinha fazendo desde fins do ano passado e começo deste. Ouçam aqui:

O mais estarrecedor de toda esta trama diabólica, é que Nicolás Maduro além de usurpar um cargo que caberia por direito a Diosdado Cabello, já está emitindo decretos, como o mostrado abaixo, onde se auto-nomeia “Presidente Encarregado” e NINGUÉM da imprensa nacional ou internacional denuncia isto. É como Olavo de Carvalho sempre aponta, a “espiral do silêncio”, pois não interessa para nada que se desmorone esse castelo sinistro que Chávez levou 14 anos para construir, sob o comando de Havana e do Foro de São Paulo.

Há muitos países dependentes dos petro-dólares venezuelanos, a começar por Cuba, que nesses 14 anos recebeu aproximadamente 5.000 milhões de dólares em petróleo, dinheiro e serviços. Do mesmo modo, bandos criminosos, como as FARC, teriam recebido além de apoio logístico dentro da Venezuela onde possuem propriedades, identidades venezuelanas, além de facilidades no “comércio” da droga. E não preciso citar a Bolívia, Nicarágua, Equador, Argentina, Paraguai e Uruguai, por isso todos choram a morte de seu ídolo. Sobre a fortuna expropriada em prol de sua família e dos irmãos Castro, sugiro a leitura deste artigo muito revelador.

E para encerrar esta edição de hoje, o Notalatina mostra, através da foto abaixo, que Nicolás Maduro já estava em campanha, talvez incentivado pelo próprio Chávez, quando o nomeou e pediu ao povo que votasse nele desde o ano passado. O cartaz abaixo mostra Maduro e Chávez juntos, uma jogada de marketing muito usada para associar um candidato a outro, sobretudo os populistas o que garante os votos de um para o outro. Cansamos de ver isso aqui no Brasil. E isto já devia estar pronto há tempo porque propaganda impressa não se faz da noite para o dia, teve de ser planejado, testado e impresso.

Temo e me preocupo com o destino da Venezuela em mãos de bandidos perigosos e armados, pois vai-se convocar eleições mas a oposição está completamente fragmentada, desiludida, cansada de tanta traição e sem um líder visível, pois Henrique Capriles tem se esmerado em mostrar que não passa de um socialista demagogo, que vai perder sem resistência alguma para um ex-motorista de ônibus ignorante, sem traquejo político nenhum e que, por isso mesmo, foi o candidato escolhido a dedo por Raul e Fidel Castro. E ele já deu provas incontestes nesse período de ausência de Chávez, fazendo tudo, até a morte do ditador bolivariano, como determinavam os “senhores da ilha”. Que a Virgem de Coromoto proteja os venezuelanos de bem, e não permita que se consolide uma ditadura comunista de direito e de fato na Venezuela. Fiquem com Deus e até a próxima.

Comentários e traduções: G. Salgueiro

Post colocado em 11 de Março de 2013  -  13,52 horas

ANTÓNIO FONSECA

El hijo prodigo - Versión moderna - 10 de Março de 2013

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El hijo prodigo - Versión moderna - 10 de Março de 2013

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Nº 1585-8 - Encontro diário com Deus - 11 de Março de 2013

Nº 1585-8

Do livro Encontro diário com Deus – Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br

Pensamento do Dia

Quando deixarmos de ter esperança é melhor apagar o arco-íris.

 

Mário Lago

 

Senhor, meu Bom Jesus, meu Bom Pastor, que aflito vos fatigastes à procura da ovelha extraviada e que, ao encontrá-la, apertastes contra o peito e a carregastes sobre os ombros e, depois, cuidastes das suas feridas, eis-me aqui, na vossa presença.

Eu sou a ovelha ferida.

Meu Bom Pastor!

Sei que Vós podeis ajudar-me nesta hora tão difícil (falar do problema que está enfrentando e pedir a graça a ser alcançada).

 

Elam de Almeida Pimentel

_______________________________________________________________________________

NOTA:

Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:

Todos os direitos reservados.

Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

Obrigado e desculpem.

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1586-7 - REZAR NA QUARESMA - 4ª SEMANA - 2ª FEIRA - 11 de Março de 2013

1586-7

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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11 de MARÇO de 2013

4ª SEMANA DA QUARESMA

(2ª Feira)

João 4, 43-54

Senhor, desce antes que o meu filho morra!

****************

Digitalizar0003_thumb_thumb_thumb_th_thumb_thumb_thumb_thumb_thumb_thumb

Quando a vida se torna pesada, quando vês sofrer aqueles que amas, quando não sabes que fazer… o sentimento de solidão, de isolamento, de impotência, corrói a alma.

Mas nessas alturas, em que o desespero e o desânimo te invadem, há uma alternativa:

ires com Jesus,

olhá-lo nos olhos,

sem medo de Lhe pedir ajuda.

 

»»»»»»»»»»

Senhor, preciso de Ti.

Preciso que venhas à minha casa,

à minha vida.

Só a Tua presença trará,

a mim e àqueles que amo,

vida e esperança.

 

Digitalizar0015

NOTA:

Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

  • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
  • Uma frase bíblica em destaque;
  • Uma imagem para te ajudar a pensar;
  • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
  • Uma proposta de oração.

Não tenhas medo desta aventura da fé

________________________________

Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

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António Fonseca

Endereço principal: antoniofonseca1940@hotmail.com

Endereço secundário: antoniofonseca40@gmail.com

Endereço do blogue: http://confernciavicentinadesopaulo.blopgspot.com

Nº 1585 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (82) - 11 de Março de 2013

Nº 1585 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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PAULO IV

Paulo IV

Paulo IV

(1555-1559)

O cardeal Garaffa, já com 79 anos de idade, foi eleito em 23 de Maio de 1555, tomando o nome de Paulo IV.

Por haver luta entre a tendência do rei francês e do imperador alemão, o conclave decidiu-se por um papa de transição, um italiano, a contento de ambas as partes.

A sua primeira bula diz: «Prometemos e juramos trabalhar com verdadeiro empenho na reforma da igreja universal e da Cúria romana».

Logo no dia da eleição determinou a expulsão de Roma de todos os chamados «vagabundos», que, vivendo fora dos conventos, andavam de terra em terra, numa vida nómada e de pedincha.

Instituiu para a reforma da Santa Sé uma congregação especial, dividida em três secções, com oito cardeais, 15 prelados e diversos eruditos em cada uma.

Determinou que de via haver maior rigor na admissão à vida clerical e, quanto aos bispos, chamou a si o exame dos que eram propostos, o que, dada a morosidade, originou a existência de várias situações de sede vacante.

Teve exagerado rigor no combate à heresia protestante, transformando a Inquisição num tribunal de terror e ordenou a publicação do Index, demasiado rigoroso, de livros proibidos. Publicou, também uma norma que criava o gueto romano e obrigava os judeus a viver dentro deste. Mais tarde, estes guetos começaram a existir em outras cidades, tanto dentro como fora de Itália. Mostrou também, desde o início do pontificado, demasiado nepotismo, nomeando cardeal seu sobrinho, Carlos Garaffa, que colocou à frente da Secretaria de Estado e entregando a outros sobrinhos cargos importantes para a condução da política externa. Mais tarde sofreria a decepção de ver que estes parentes lançaram Roma e a França numa guerra desastrosa contra Filipe II e depois se puseram as serviço de Espanha.

Sentindo-se morrer, abriu-se com o Geral dos Jesuítas, Diogo Lainez, a quem disse: «Quão miseravelmente me enganaram a carne e o sangue! Os meus parentes precipitaram-me naquela infausta guerra de que nasceu tão grande número de pecados na Igreja de Deus. Desde os tempos de São Pedro não houve pontificado tão infeliz como o meu! Muito me arrependo. Rogai por mim

Ao morrer e porque o povo estava revoltado com ele, o seu corpo foi escondido num subterrâneo, onde esteve até que Pio V o mandou trasladar para Santa Maria sobre Minerva.

No seu pontificado morreram a rainha católica Maria I, de Inglaterra, e Inácio de Loiola, fundador da Companhia de Jesus, deixando a Ordem organizada em 12 províncias e os seus missionários espalhados desde a Índia ao Brasil.

Quanto a Portugal, Paulo IV, pela bula de 15 de Abril de 1559, confirmou a Universidade de Évora, entregue à Companhia de Jesus.

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PIO IV

Pio IV

Pio IV

(1559-1565)

O conclave esteve reunido durante quatro meses, desde 5 de Setembro, até que em 26 de Dezembro de 1559 foi eleito o Cardeal Giovanni Ângelo de Médicis, que tomou o nome de Pio IV.

Para encerrar o Concilio de Trento, tratou da reabertura, ajudado pelo sobrinho Carlos Borromeu, que fez cardeal e secretário de Estado, apenas com 21 anos.

Era um jovem possuidor de dotes naturais, com grande piedade, amor à Igreja e zelo apostólico, sobretudo, mais tarde, como arcebispo de Milão, vindo a conhecer a honra dos altares, pois o papa Paulo V canonizou-o em 1610.

Vencida a oposição da França, o concílio reabriu em Abril de 1562 e começou pela nomeação de uma comissão para redigir um novo Index dos Livros Proibidos, pois o publicado por Paulo IV era excessivamente rigoroso.

A seguir, tratou da obrigação de os bispos residirem nas respectivas dioceses. Tudo muito discutido, até que se determinou a obrigação de residência com o meio indispensável de os pastores conhecerem a poderem pastorear com fruto as suas ovelhas.

Nesta discussão salientou-se, pela coragem, clarividência e amor à Igreja, um dos grandes luminares do concílio, o nosso Frei Bartolomeu dos Mártires.

Na 21ª sessão concluiu-se pela não obrigação da comunhão sob as duas espécies, que alguns pretendiam que fosse de instituição divina, uma vez que sob cada uma das espécies se recebe o Cristo total.

Na sessão seguinte, discutiu-se um ponto culminante , definindo o carácter sacrificial da missa;: sacrifício visível e propiciatório pelos vivos e defuntos.

Outro ponto nevrálgico provocou acaloradas discussões: a origem divina do episcopado, sendo o geral da Companhia de Jesus, Diogo Lainez, um dos maiores teólogos do concílio, quem distinguiu entre instituição e jurisdição: ambas eram de origem divina, mas aquela totalmente e esta apenas de modo genérico, uma vez que o poder particular de cada bispo lhe vem por meio do romano, o pontífice, o único que tem mandato, dado por Cristo, de apascentar não só os cordeiros (o povo de Deus) mas também as ovelhas (os pastores).

Na 23ª sessão tratou-se do sacramento da ordem e exigências na formação do clero.

Entretanto, dada a saúde precária de Pio IV, a última sessão, em 3 e 4 de Dezembro de 1563, foi encerrada à pressa.

D. João III e D. Sebastião enviaram a este concílio várias delegações, em que se distinguiram: Frei Jerónimo de Azambuja, Dr. Diogo de Gouveia, Frei Bartolomeu dos Mártires e Frei Francisco Foreiro. Os decretos do concílio foram aceites como Lei do Reino de Portugal por alvará de 12 de Novembro de 1564.

Na esteira de São Carlos Borromeu e de Frei Bartolomeu dos Mártires, com o apoio da Companhia de Jesus, a Contra-Reforma ia ter altos expoentes de pastoral e santidade: São Francisco Xavier, frente ao calvinismo; São Francisco de Paulo, nas obras sociais, e São Filipe de Néri, São João de Ávila e outros, entre os quais São Pedro Canísio, vieram a ser os impulsionadores e mestres da ortodoxia tridentina.

Pela bula Benedictus Deus et Pater, Pio IV confirmou e comunicou à cristandade as decisões do Concilio de Trento e marcou uma nova era na história do catolicismo.

Pio IV também apoiou a cultura. Por sua iniciativa fundou-se em Roma uma tipografia particular, opara publicar as obras dos Padres da Igreja e dos escritores eclesiásticos. Tratou da reforma da Universidade de Bolonha e da criação de uma nova em Ancona.

Miguel Ângelo foi por ele apoiado na ultimação da Basílica de São Pedro e na construção da Igreja de Santa Maria dos Anjos.

Miguel Ângelo morreu em 18 de Fevereiro de 1564 e Pio IV, devido à peste, em 9 de Dezembro de 1565, depois de um pontificado exemplar e fecundo, sendo sepultado em São Pedro e, posteriormente, trasladado para a Igreja de Santa Maria dos Anjos.

Pio IV, em 1563, ofereceu a Rosa de Ouro à rainha de Portugal, D. Catarina.

 

SÃO PIO V

São Pio V

São Pio V

(1566-1572)

Cinquenta e dois cardeais reuniram-se no principio de Janeiro de 1566 para eleger o papa. São Carlos Borromeu, cardeal de Milão, e o  cardeal Pacheco tiveram grande influência na escolha, chegando este a escrever a Filipe II pedindo-lhe que trabalhasse quanto pudesse «para fazer um papa muito para serviço de Deus e útil à Igreja, porque nisto me parece que mereceria mais do que em jejuar e em açoitar-se toda a vida».

O cardeal Miguel Ghislieri foi eleito em 7 de Janeiro de 1566 e tomou o nome de Pio V, mas não foi fácil convencê-lo a aceitar, porque era um homem modesto, vivia com um frade da sua ordem que lhe fazia companhia e ele próprio varria a habitação e preparava a vassoura que usava, com ramos de palmeira.

Como era conhecido o seu rigor e austeridade, alguns sentiram a sua eleição e ele disse: «Não me importa que se não alegrem no principio do meu pontificado; o que desejo é que sintam pena quando eu morrer».

Logo que foi eleito mostrou que a escolha tinha sido acertada, pois mandou distribuir pelos pobres tudo o que tencionava gastar na coroação.

Conservando o hábito branco de dominicano, foi sempre mais pastor do que senhor temporal e os descontentes, por vê-lo frugal e mais dado à oração do que às vaidades, tiveram de se calar e submeter.

Os que viviam à custa da Cúria foram mandados embora e a própria Cúria adoptou um regime sóbrio e austero.

Roma também sofre mudanças. Acabaram as liberdades das cortesãs, puniram-se com medidas rigorosa a profanação do domingo, a blasfémia, o adultério e toda a imoralidade pública, proibindo-se as manifestações pagãs, como eram as corridas de touros e, pouco a pouco, Roma voltou a merecer o nome de Cidade Santa.

Instituiu a Confraria da Doutrina Cristã que, por bula dirigida a todos os bispos, obrigava a ensinar o Catecismo às crianças todos os domingos e em todas as dioceses.

Para a concretização da reforma no campo da instrução religiosa, aparece o Catecismo Romano, inestimável auxilio dos párocos para uma catequese mais esclarecida e eficaz. Dois anos depois, publica-se o Breviário Romano, para uso do clero e ordens conventuais, mas a grande reforma foi a publicação do Missal Romano, em 1570, que vigorou até à Reforma operada pelo Concilio Vaticano II.

Neste pontificado iniciou-se o trabalho para uma edição correta e definitiva da Vulgata, elaborada por São Jerónimo nos fins do século IV e adoptada como versão oficial.

Pio V iniciou grandes obras públicas para melhorar as condições da vida da população de Roma, entre as quais a abertura de estradas e reparação de aquedutos de Trevi.

Este papa teve de enfrentar problemas internacionais. Na Inglaterra, a rainha Isabel I, excomungada em 1570 por ter mandando matar a rainha Maria Stuart, da Escócia, lança o país num protestantismo claramente anti-episcopal.

Na Alemanha, que pela  Dieta de Augsburgo, de 1566, tinha aceitado oficialmente os decretos tridentinos nos estados católicos, sobretudo na região da Baviera, o imperador Maximiliano II, não vendo aceites as suas exigências de comunhão sob as duas espécies e abolição do celibato para o clero, não aceita os Decretos da reforma.

Na França ainda agitada pela guerra dos huguenotes (calvinistas), embora aceitando-se as decisões doutrinárias do concílio, promulgar-se-iam decretos gradualmente, por meio de sínodos provinciais.

Um facto positivo se deu, a vitória da armada cristã, com as frotas de Espanha, Veneza e dos Estados Pontifícios, sob o comando de D. João de Áustria, na vitória contra os Turcos na Batalha de Lepanto, em 7 de Outujbro de 1571. Um dos participantes nesta batalha foi Miguel de Cervantes, o imortal autor de D. Quixote.

Pio V faleceu em Roma, com estas palavras que eram invocação do Breviário: Quaesumus, Auctor omnium, In hoc Paschali gaudio. Ab omni mortis impetu Tuum defende populum. (Pedimos-te, Senhor de todos, que nesta alegria pascal salves o teu povo de todo o perigo mortal»).

Sisto V colocou-lhe o corpo numa magnifica urna, na Capela do Santíssimo Sacramento, da Basílica de Santa Maria Maior.

Pio V publicou duas bulas que foram muito discutidas: uma proibindo as corridas de touros e a outra mandando Daniel Volterra cobrir os corpos nus que, anos antes, Miguel Ângelo havia pintado na Capela Sistina.

No que respeita a Portugal aprovou a Ordem dos Irmãos de São João de Deus e ofereceu ao rei D. Sebastião, em 1567, uma espada e um capacete por ele benzidos na noite de Natal.

 

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Continua:…

Este Post era para ser colocado em 11-3-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1586-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - DEUTERONÓMIO (16) - 11 de Março de 2013

11 de Março de 2013
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1586

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS (Estes já estão…) – Faltam apenas 1030 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1586 - 2ª Página

11 de Março de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

DEUTERONÓMIO
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Mapa antigo de Israel

DEUTERONÓMIO

Segundo Discurso de MOISÉS

16 – AS TRÊS GRANDES SOLENIDADES ANUAIS – A PÁSCOA – «No mês de Abib cuida de celebrar a Páscoa em honra do teu Senhor, teu Deus, porque foi no mês de Abib que o Senhor, teu Deus, te fez sair do Egipto, durante a noite. Imolarás ao Senhor, teu Deus, em sacrifício pascal, gado miúdo e graúdo, no lugar que o Senhor tiver escolhido para ali fixar o Seu nome. Não comerás pão fermentado com essas vítimas: durante sete dias comerás com elas ázimos. o pão da aflição, porque foi à pressa que saíste do Egipto, para te recordares assim durante toda a tua vida do dia da tua partida. Que não se veja fermento algum em tua casa e em todo o teu território durante sete dias; e que não fique para o dia seguinte coisa alguma da carne imolada no sacrifício oferecido na tarde do primeiro dia. Não poderás imolar o cordeiro pascal em nenhuma das cidades que o Senhor, teu Deus, te há-de dar; mas somente no lugar que o Senhor, teu Deus, tiver escolhido para ali estabelecer o Seu nome. Ali imolarás o sacrifício pascal ao cair da tarde, depois do pôr do sol, à hora em que saíste do Egipto. Cozê-lo-ás e comê-lo-ás no lugar que o Senhor, teu Deus, tiver escolhido. No dia seguinte, poderás regressar à tua tenda. Durante seis dias, comerás ázimos e, no sétimo dia, haverá uma festa solene em honra do Senhor, teu Deus, em que não farás trabalho algum.

A Festa das Semanas – Depois, contarás sete semanas, a partir do momento em que começares a meter a foice nas searas (Act 2, 1). Celebrarás, então, a festa das Semanas, em honra do Senhor, com as tuas ofertas voluntárias, segundo as bênçãos que o Senhor, teu Deus, te tiver concedido (1 Cor 16, 2).  Alegrar-te-ás na presença do Senhor, teu Deus, com teu filho, tua filha, teu servo e tua serva, o levita que viver dentro das tuas portas, o estrangeiro, o órfão e a viúva que estiverem junto de ti no lugar que o Senhor, teu Deus, tiver escolhido para estabelecer o seu nome. recordar-te-ás que foste escravo no Egipto e cumprirás fielmente estas leis.

A festa dos Tabernáculos – Celebrarás a festa dos Tabernáculos durante sete dias, quando recolheres os produtos da tua eira e do teu lagar. Alegrar-te-ás durante a festa, com o teu filho, a tua filha, teu servo e a tua serva, com o levita, com o estrangeiro, com o órfão e com a viúva que estiverem dentro de tuas portas. festejarás esses sete dias em honra do Senhor, teu Deus, no lugar por Ele escolhido, pois o Senhor, teu Deus, abençoará todos os teus bens e toda a obra das tuas mãos; poderás, então, entregar-te inteiramente à alegria. Três vezes por ano, todos os varões se apresentarão diante do Senhor, teu Deus, no lugar que Ele tiver escolhido; na festa dos Ázimos, na festa das Semanas e na festa dos Tabernáculos. Não aparecerão com as mãos vazias diante do Senhor. Cada um dará segundo as suas posses, segundo as bênçãos que o Senhor, teu Deus, lhe houver concedido (2 Cor 8, 12).

A administração da Justiça – Estabelecerás juízes e magistrados em todas as cidades que o Senhor, teu Deus, te tiver dado, em cada uma das tuas tribos, para que julguem o povo com equidade. Não farás vergar a justiça, não farás distinção de pessoas e não aceitarás presentes corruptores, pois a corrupção cega os olhos dos sábios e perverte a palavra dos justos. Deves procurar a justiça e só a justiça, se queres conservar em teu poder a terra que o Senhor, teu Deus, te dá. Não plantarás bosque sagrado de qualquer árvore que seja, ao lado do altar que levantares ao Senhor, teu Deus. Não levantarás estátuas, porque o Senhor, teu Deus, as detesta».

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O Dez Mandamentos
 

Discursos de Moisés durante o Êxodo e Apêndice relatando a fim da sua atuação e a sua morte,

antes de chegar à Terra Prometida

 

Textos do LivroDEUTERONÓMIOdo ANTIGO TESTAMENTO

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11 de MARÇO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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