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terça-feira, 19 de março de 2013

Nº 1594-7 - REZAR NA QUARESMA - 5º SEMANA DA QUARESMA - DIA DE SÃO JOSÉ - Terça-feira - 19 de Março de 2013

Nº 1594-7

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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19 de MARÇO de 2013

5ª SEMANA DA QUARESMA

(Dia de S. José – Terça-feira)

Mateus 1, 16.18-21.24a

Tu pôr-lhe-ás o nome de Jesus

porque Ele salvará o povo dos seus pecados.

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Pode parecer estranho,

no meio da Quaresma,

fazer memória dos episódios ligados ao nascimento de Jesus.

Mas olhando com atenção,

descobrimos como faz sentido.

Deus enviou-nos o seu Filho amado com uma missão:

libertar-nos do pecado,

devolver-nos à amizade de Deus.

 

»»»»»»»»»»

Senhor Deus,

protege e abençoa todos os pais do mundo.

Ajuda-os a serem transparência da tua paternidade amorosa.

Condu-los no esforço de serem ternura e firmeza,

amparo e estimulo para os seus filhos.

 

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NOTA:

Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

  • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
  • Uma frase bíblica em destaque;
  • Uma imagem para te ajudar a pensar;
  • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
  • Uma proposta de oração.

Não tenhas medo desta aventura da fé

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Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

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António Fonseca

Endereço principal: antoniofonseca1940@hotmail.com

Endereço secundário: antoniofonseca40@gmail.com

Endereço do blogue: http://confernciavicentinadesopaulo.blopgspot.com

Nº 1592-8 - Encontro diário com Deus - 19 de Março de 2013

Nº 1592-8

Do livro Encontro diário com Deus – Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br

Pensamento do Dia

A educação é a colheita do estudo.

Padre Roque Schneider

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Existe a expressão: “eu me abandono nas mãos de Deus”.

Com isso dizemos que nós mesmos nos abandonamos, que nos afastamos de nós, de nosso ego, para nos entregarmos a Deus, para n’Ele confiar, Ele que nos dá segurança e a verdadeira vida.

Só posso confiar em Deus quando abandono o meu ego e o agarramento às coisas da minha vida.

Eu posso abandonar a mim mesmo só porque nunca serei abandonado por Deus, porque dele recebo constante cuidado e proteção.

Confiar e abandonar-se significam a mesma coisa.

Evidentemente só podemos confiar em outra pessoa quando abandonamos nossa incerteza e desconfiança.

 

Anselm Grun

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NOTA:

Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:

Todos os direitos reservados.

Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

Obrigado e desculpem.

ANTÓNIO FONSECA

19 de Março: Acompanhe a emissão especial da Renascença - Renascença

Nº 1593 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (91) - 19 de março de 2013

Nº 1593 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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BENTO XIV

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Bento XIV

(1740-1758)

O conclave reunido durante seis meseso mais longo do século – elegeu em 17 de Agosto de 1740 o arcebispo de Bolonha, Próspero Lambertini, que foi consagrado a 22 do mesmo mês, tomando o nome de Bento XIV.

A nível religioso, o seu pontificado foi importante e deixou marca duradoura na Igreja e na sua administração: regulou os casamentos mistos entre católicos e protestantes, decretando que os filhos daí nascidos deveriam ser educados no catolicismo, recusou-se a incrementar o número de festas religiosas, criou uma comissão para rever o breviário, reformou o martirológio romano, modificou e fixou as normas que ainda regem a beatificação e a canonização e promulgou leis sobre as missões, nas bulas Ex quo singular e Omnium solicitudinum, denunciando e proibindo o sincretismo com as culturas nativas, que os Jesuítas permitiam e favoreciam nas missões da China e da América.

Propagou a devoção da Via Sacra, celebrou em 1750 o XVIII Ano Santo e reconheceu duas novas ordens religiosas; a dos Passionistas e dos Redentoristas.

Conseguiu o retorno à disciplina católica de algumas igrejas orientais, reconheceu Serafim Tanas como patriarca dos melaquitas gregos de Antioquia e solucionou conflitos na Igreja maronita.

Renovou as proibições de Clemente XII contra os maçons e conseguiu que na Espanha, Nápoles e Milão fossem aprovadas leis contra a Maçonaria.

Na política interna, introduziu importantes reformas na administração dos Estados Pontifícios, para diminuir os abusos dos poderosos e melhorar o nível de vida do povo, reformou as leis pelas quais se regia a nobreza, fez nova divisão das comarcas de Roma para maior eficácia administrativa, apoiou a agricultura com a introdução de novos métodos de cultivo, promoveu o comércio e perseguiu a usura até quase a fazer desaparecer.

Ao nível da cultura, fundou em Roma quatro academias para o estudo da antiguidade romana, da antiguidade cristã, da história da igreja e dos concílios e do direito canónico e da liturgia, estabeleceu um museu cristão e encarregou José Akemani de preparar um catálogo dos manuscritos da Biblioteca Vaticana, enriquecida com a compra de 3300 manuscritos da Biblioteca Ottoboniana.

A nível político internacional, estando bem relacionado com D. João V, rei de Portugal, concedeu-lhe um privilegio extraordinário com a faculdade, dada pelo breve Quod expensis, de 26 de Agosto de 1748, de todos os sacerdotes de Portugal, Espanha e respectivos domínios poderem celebrar três missas no dia dos fieis defuntos, privilégio que só em 1915 se tornou extensivo à Igreja Universal.

A pedido de Portugal extinguiu o arcebispado de Lisboa Oriental (13 de Dezembro de 1740), voltando a capital a ter só uma diocese , reforçou o poder de intervenção da coroa nos assuntos eclesiásticos, ao permitir que os bispados fossem providos por apresentação régia, e publicou o breve Immensa pastorum principisa, de 20 de Dezembro de 1741, que proibia, sob pena de excomunhão, a prática de atividades comerciais por parte das ordens religiosas , congregações ou quaisquer outras pessoas eclesiásticas e singulares.

Em 23 de Dezembro de 1748, concedeu a D. João V o título de «Rex Fidelissimus» (Rei Fidelíssimo).

Mais tarde, surgiram problemas com Portugal. O conde de Oeiras, Sebastião de Carvalho e Melo (futuro Marquês de Pombal), embaixador de Portugal em Londres e Viena, estabelecia contactos com a Maçonaria e urdia um ataque à Companhia de Jesus. Depois, já ministro de D. José I, ainda no pontificado de Bento XIV, entre 1751 e 1760, consegue desmantelar a florescente assistência inaciana em Portugal. Em 1757 houve um tumulto popular no Porto contra a Companhia Geral de Agricultura e das Vinhas do Alto Douro, instituída pelo Marquês de Pombal. A repressão foi sangrenta e os Jesuítas acusados como seus promotores.

Com o apoio de D. José I, o Marquês iniciou a sua campanha contra os Jesuítas na Santa Sé, acusando-os de comércio ilícito na América e de sublevarem o povo no reino. Bento XIV acredita nas acusações e nomeia o cardeal Saldanha visitador e reformador da ordem. O cardeal, sem qualquer investigação, publica uma provisão a dar como provadas as acusações do Marquês contra os Jesuítas.

Também procurou sanar os conflitos pendentes entre a Santa Sé e as cortes de Turim, Nápoles e Espanha.

O conflito da sucessão ao trono da Áustria (1742-1748), no qual estiveram envolvidas a França, Alemanha, Espanha e Áustria, foi uma das amarguras do seu pontificado.

No seu último ano de vida empreendeu a reforma dos Jesuítas, que já não concluiu porque, entretanto, faleceu.

Bento XIV fica na história da Igreja como um dos papas de maior prestigio.

Mostrou-se demasiado tolerante em relação a certos países, mas foi merecedor de idêntico apreço por parte de católicos e protestantes.

Como se diz no monumento erigido em Londres, em sua honra, pelo protestante inglês Lorde Walpole, foi «Monarca sem favoritos nem cortesãos e papa sem nepotismo, doutor sem orgulho, censor sem acrimónia».

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CLEMENTE XIII

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Clemente XIII

(1758-1769)

O cardeal Razzonico, bispo de Pádua, foi eleito em 16 de Julho de 1758, com o nome de Clemente XIII.

O novo papa aprovou o culto do Sagrado Coração de Jesus e nomeou o sábio alemão Winckelmann como comissário das Antiguidades, o que lhe permitiu escrever a História da Arte na Antiguidade, obra básica para esta disciplina.

Condenou as ideias do racionalismo enciclopedista pelas suas «doutrinas falsas» e aprovou a condenação emanada da Sorbonne contra o Emile de Rousseau.

Alarmado com as injúrias contra a Santíssima Trindade, ordenou que em todos os domingos sem prefácio próprio se rezasse na missa o prefácio da Santíssima Trindade.

Voltaire e os enciclopedistas, dominando a intelectualidade europeia, mostravam-se inimigos dos Jesuítas, chegando Voltaire a escrever: «Quando destruirmos os Jesuítas, o nosso trabalho será mais fácil!» As forças apostadas na destruição da Igreja sabiam que o grande obstáculo a abater era a Companhia de Jesus, baluarte da ortodoxia e fiéis ao papa. A grande ajuda para a desejada destruição viria das cortes bourbónicas.

Em Portugal, o marquês de Pombal, como Clemente XIII não acedeu ao seu pedido de suprimir a Companhia de Jesus, chega a propor à França e à Espanha uma ação para se apoderarem dos Estados Pontifícios e obrigarem o papa a ceder. Choiseul, ministro de Luis XV, achou a ideia exagerada, preferindo esperar por um novo papa mais acessível.

O Marquês de Pombal não desiste e dá inicio a uma campanha contra os Jesuítas e, em 1750, acusados de uma sublevação dos índios do Paraguai, os missionários jesuítas foram deportados e encarcerados nos calabouços de Lisboa, como criminosos vulgares.

Em 1758 são acusados do atentado contra o rei D. José I e o Marquês manda confiscar todos os bens de 1100 jesuítas existentes em Portugal e desterrá-los como sediciosos, traidores e inimigos do rei.

O papa recebe-os carinhosamente e Pombal, reprovando-lhe a atitude, leva o governo português a cortar relações com a Santa Sé.

Quatro anos depois, o Parlamento francês suprime a Companhia de Jesus como perigosa para o Estado.

Em Espanha, acusados de um motim ocorrido em Madrid, em Março de 1766, Carlos III decreta, a 27 de Fevereiro de 1767, a expulsão de todos os jesuítas dos seus domínios e a usurpação de todos os seus bens, pelo que 6000 jesuítas foram obrigados a embarcar para os Estados Pontifícios.

Clemente XIII protestou junto de Carlos III, sem qualquer resultado, e o rei Fernando de Nápoles, filho de Carlos III, expulsou do seu reino, contra vontade, 500 jesuítas e o mesmo fizeram Malta e o ducado de Parma, governados por Bourbons. Como o ducado de Parma era feudo da Santa Sé, Clemente XIII interveio energicamente, mas as cortes de França, Espanha e Nápoles, com base num “pacto de família”, levantaram-se contra o papa exigindo uma satisfação. Este manteve-se firme e os Estados Pontifícios foram invadidos, com a França a ocupar Avinhão e o condado veneziano, enquanto tropas napolitanas invadiam Benevento e Pontecorvo.

Expulsos os jesuítas das nações citadas, estas procuraram a ajuda de Maria Teresa de Áustria para os imitar, mas ela recusou dizendo não ter motivos para persegui-los, pelo que os Bourbons enviam um memorando ao papa a pedir a extinção da Companhia de Jesus.

Clemente XIII pede que lhe apresentem acusações concretas, mas não obtém resposta, pelo que publica a bula Apostolicum munus, que aprova e confirma a ordem e envia uma nota aos núncios apostólicos a dizer «o poder explicar como é que as cortes bourbónicas persistem no triste empenho de acrescentar mais esta dor a todas as dores que já afligem a Igreja».

Faleceu devido a um ataque de apoplexia e foi sepultado em São Pedro, onde o seu sepulcro é uma obra-prima de Canova.

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Continua:…

Este Post era para ser colocado em 19-3-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1594 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - DEUTERONOMIO - (24) - 19 de Março de 2013

19 de Março de 2013
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1592

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS (Estes já estão…) – Faltam apenas 1030 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1594 - 2ª Página

19 de Março de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

DEUTERONÓMIO
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Mapa antigo de Israel

DEUTERONÓMIO

Segundo Discurso de MOISÉS

24  -  O DIVÓRCIO – «Se um homem escolher uma mulher, coabitar com ela e depois ela deixar de lhe agradar, porque descobriu nela qualquer coisa de inconveniente; escrever-lhe-á uma carta de divórcio, entregar-lhe-á na mão e despedi-la-á de sua casa (Mt 5 31; Mc 10, 4). Se uma vez saída da casa conjugal, desposar outro homem, e este último também a aborrecer, escrever-lhe-á uma carta de divórcio, entregar-lhe-á na sua mão, e despedi-la-á de sua casa. Se o segundo marido vier a falecer, o primeiro marido, que a repudiou, não poderá voltar a recebê.-la, porque ficou contaminada. isto seria uma abominação aos olhos do Senhor, e não deves desonrar a terra que o Senhor, teu Deus, te der em herança.

Se um homem tiver casado recentemente, será dispensado do serviço militar e não lhe será imposto nenhum trabalho penoso; poderá dedicar-se livremente ao seu lar, durante um ano, para fazer feliz, a mulher com quem casou. Não receberás como penhor a mó superior e a inferior de um moinho, pois seria receber como penhor a própria vida. Se um homem tiver raptado um dos seus irmãos israelitas para fazer dele seu escravo ou para o vender, esse raptor será punido com a morte. Assim extirparás o mal do meio de ti (1 Tim 1, 10).

Observa cuidadosamente, pondo-as em prática, as prescrições relativas à lepra; cumpre fielmente tudo o que os sacerdotes, descendentes de Levi, te ensinarem, de acordo com o que lhes prescrevi. Lembra-te do que o Senhor, teu Deus, fez a Miriam, durante a vigem, quando saístes do Egipto.

Se fizeres ao teu próximo um empréstimo qualquer, não entrarás em sua casa para te garantires com algum penhor. Aguardarás de foras; é ali que o teu devedor te levará esse penhor. E se é um pobre, não te deitarás sem lhe entregar primeiro, o seu penhor; és obrigado a devolver-lho ao pôr do sol, para que possa repousar sob a sua capa e para que te abençoe, e isto será contado diante do Senhor, teu Deus, como uma boa obra.

Não explorarás o trabalhador pobre e necessitado, quer seja um dos teus irmãos, quer um dos estrangeiros que estão na tua terra, numa das tuas cidades. Entregar-lhe-ás o seu salário todos os dias,. antes do pôr do sol, porque ele é pobre e espera o salário com ansiedade. Teme que ele clame contra ti ao Senhor e isso te seja imputado como pecado (Tgo 5, 4).

Os pais não morrerão pelos filhos, nem os filhos pelos pais. Cada um será condenado à morte pelo seu proprio delito. Não violarás o direito do estrangeiro nem o do órfão e não receberás como penhor o vestido da viúva. Recorda-te que foste escravo no Egipto e que o Senhor teu Deus, te libertou. É por isso que te dou esta ordem.

Quando procederes à ceifa do teu campo e te esqueceres de algum  feixe, não voltes atrás para o levar. Deixá-lo-ás para o estrangeiro, o órfão e a viúva, a fim de que o Senhor, teu Deus, abençoe todas as obras das tuas mãos.

Quando varejares as tuas oliveiras, não voltes a colher o resto que ficou nos galhos; deixá-lo-ás para o estrangeiro, o órfão e a viúva. Quando vindimares a tua  vinha, não rebusques o que ficou: deixá-lo-ás para o estrangeiro, o órfão e a viúva. Lembra-te de que foste escravo na terra do Egipto. Por isso te dou esta ordem.

 

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Os Dez Mandamentos

Discursos de Moisés durante o Êxodo e Apêndice relatando a fim da sua atuação e a sua morte,

antes de chegar à Terra Prometida

Textos do LivroDEUTERONÓMIOdo ANTIGO TESTAMENTO

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19 de MARÇO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nº 1594-1 - (78-13) - SANTOS DE CADA DIA - 19 de MARÇO de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1594

19 de MARÇO de 2013

Bom

ANO D E 2 0 1 3


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Quaresma

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Nº 1594-1 - (78-13)


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E U  S O U

AQUELE  QUE  SOU

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Nº 1594-1 - (78-13)


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JOSÉ, Santo

Solenidade

A solenidade de São José é uma das mais agradáveis para toda a alma devota e cristã. Colocada no principio da Primavera. abre o coração crente à luz e à esperança, ao mesmo tempo que no campo principiam a abrir-se as flores de amendoeira e começam as árvores e as roseiras a reverdecer, novos pássaros a saltar a inundar, com os seus trinos alegres, toda a natureza. A festa de São José atrai hoje ao templo, ao confessionário e à mesa da comunhão muitas almas que viveram num Inverno espiritual e despertam agora conscientes do seu destino eterno, das suas obrigações de criaturas de Deus,

A devoção a São José desenvolveu.-se no povo cristão seguindo leis maravilhosas, nas quais não é possível deixar de reconhecer a Providência de Deus que rege a Igreja.

Nos três primeiros séculos convinha que irradiasse com todo o esplendor, sobre o mundo idólatra, a luz da divindade do Verbo. Assim, as festas mais antigas do ano litúrgico foram as que se relacionam, intimamente com o mistério da salvação e redenção, como a Páscoa, a Epifania e o Baptismo. Desaparecendo o primeiro perigo politeísta e a heresia ariana, a Igreja fixa-se com preferência em relações que existem entre a natureza divina e a natureza humana do Redentor, Pessoa única, e nascem as festas da Natividade, da Apresentação no Templo e da Dormiçao da Virgem. Este é o período áureo da Mariologia, inaugurado no Concílio de Éfeso (431), e que, durante, toda a Idade Média, foi fecundo inspirador de festas. procissões, basílicas e mosteiros dedicados a Nossa Senhora, Mãe de Deus; tanto assim que se uniu o culto da Virgem Maria, em íntimo desposório, com a fé católica e ficou sendo o seu distintivo característico.

Como as pinturas mais antigas cristológicas das Catacumbas representam o Menino no seio de sua Mãe, assim a piedade da Igreja continua a adorá-lo nos braços de Maria Virgem. O católico sabe que a obra-mestra da criação é Ela e que a honra que se lhe tributa, redunda no Artífice divino. Sabe que o mesmo Jesus, como Filho, quis honrar Maria, e os católicos, neste culto a Maria, não fazemos mais do que seguir as pisadas de respeito e amor do melhor dos filhos.

Depois da Virgem, vem aquele que, embora não tenha sido pai natural de Jesus, exerceu sobre Ele a autoridade paterna, como pai legal. Este é São José, verdadeiro depositário da autoridade do Eterno Pai, revestido do poder paterno dentro da Sagrada Família. O Anjo dirige-se a ele em todas as ordens do céu acerca de Jesus, quando à fugida para o Egipto, ao regresso e à imposição do nome.

O culto litúrgico de São José acomoda-se à sua missão providencial de ser o guarda do Menino e da honra de sua Mãe. São José eclipsa-se em Nazaré numa noite de mais de doze séculos, até a consciência cristã possuir, com segurança e universalidade, as grandes verdades da divindade de Jesus e da virgindade perpétua de Maria. Então entra ele também no céu da Igreja como estrela de primeira grandeza, sempre ao lado de Jesus e de Maria.

Os Padres da Igreja louvaram-no, sempre que o nome dele lhes veio aos lábios ou às penas. São Jerónimo louva a virgindade de São José; São João Crisóstomo fala com ternura das suas dores e dos seus gozos; Santo Agostinho descreve-o como verdadeiro pai de Jesus, com exceção do nascer fisicamente dele.

Em Belém fala-se duma igreja dedicada em sua honra no século IV por Santa Helena e duma festa geral a partir do século IX. No Ocidente, o culto é mais tardio. No século XII encontra-se já entre os Beneditinos; a seguir, no século XIII, os Carmelitas propagam-no pela Europa. No século XV, João Gerson e São Bernardino de Sena são os seus fervorosos propagandistas. No século XVI, Santa Teresa de Jesus parece ter recebido missão especial para dar a conhecer as glórias de São José, a sua eficácia no céu e o seu patrocínio na terra. Chegou a dizer:« Não me lembro de ter-me dirigido a São José, sem que tivesse obtido tudo o que pedia». Desde então, a luz que envolve a imagem do bendito Patriarca, com o Menino ao colo e a varinha florida da sua virgindade, cresce constante, como a do Sol desde que sobe do Oriente e chega ao zénite.

A história exterior de São José é curta e simples; a de todo o bom pai de família que se deixa matar para bem da esposa e do filho, São José pertencia à tribo de Judá e à casa de David. Embora tivesse sangue de reis, tinha decaído, não sabemos como, e tinha-se estabelecido em Nazaré, aldeia escondida e pobre da Galileia. Modesto carpinteiro, o seu oficio era fazer arados de madeira, como os que ainda há pouco se usavam na Palestina, e outros utensílios rústicos da gente do campo. São José tinha provavelmente um irmão e alguma irmã, que foram pai e mãe daqueles a quem o Evangelho chama irmãos de Jesus.

Em Nazaré deve São José ter conhecido Maria, jovem da sua tribo, modesta como ele, espiritual e recolhida. O Espírito Santo uniu aqueles dois corações e eles amaram-se com o amor mais puro que pode haver entre criaturas de Deus. Combinaram, o matrimónio e deram entre si palavra de que haviam de conservar perpétua virgindade, São José, homem bondoso, pensou unicamente na felicidade da Virgem que vivia só, sem pais nem irmãos; Deus inspirou-lhe que devia ser o amparo daquela jovem cândida e inocente.

São José não era velho, com o o representam geralmente os artistas e no-lo descrevem alguns autores antigos, Inspirados nos relatos dos Apócrifos. Se Maria Santíssima tinha quinze anos quando se desposou, São José andaria à volta dos vinte, ou trinta quando muito. Nos sarcófagos e nos monumentos dos quatro primeiros séculos, a figura constante de São José é a dum jovem imberbe. Os planos de Deus sobre ele eram que fosse o sustentáculo material da Sagrada Família, o amparo da honra da Virgem e isto exigia um homem em plena idade e forças, e não um velho. A castidade não é fruto precisamente da idade, mas da virtude e da graça, que se mostra muitas vezes mais forte nos jovens que nos anciãos.

Era ele homem justo, como observa São Mateus, cumpridor exato da Lei. Julgou-se obrigado a não unir-se com a Virgem. Não tinha senão dois caminhos para quebrar os desposórios: ou o legal, que prejudicava Maria; ou o privado, rompendo secretamente os seus compromissos. Escolheu este caminho, como homem bom que não quer prejudicar em nada seja quem for. Grande virtude a de São José. O Anjo do Senhor veio em defesa de Maria e revelou a São José o mistério. A sua esposa tinha concebido em virtude do céu. Era milagre, São José acreditou e tomou consigo a Maria. desde agora amá-la-á mais profunda e ternamente.

A atividade posterior de São José é conhecida na viagem a Belém, na fugida para o Egipto e na casita humilde de Nazaré, onde deve ter morrido quando Jesus chegou à idade de poder trabalhar para Si e para sua Mãe. Tinha terminado o papel de São José como guarda de Jesus e da virgindade e honra de Maria. Servo bom e fiel, tinha cumprido a sua missão na terra. Falta-lhe entrar no gozo do seu Senhor e de lá, no Céu, ser o Guarda e Patrono da Igreja, a segunda Sagrada Família. Como membros desta nova casa, confiada aos desvelos de São José, podemos agora todos recorrer a ele com fé e certeza de que seremos ouvidos. É nosso pai também.

A Igreja do Oriente celebra a festa de São José desde o século IX, no Domingo a seguir ao Natal; os Coptas comemoram-na no dia 20 de Julho. Os Carmelitas introduziram a devoção na Igreja ocidental. Os Franciscanos em 1399, já festejavam a comemoração do santo Patriarca. Sisto IV (1481) inseriu a festa de São José no breviário e no missal romanos. Gregório XV generalizou-a a toda a Igreja. Clemente XI compôs o oficio, com os hinos, para o dia 19 de Março e colocou as missões da China sob a proteção de São José, e em 1871 declarou-o padroeiro da Igreja universal. Pio IX introduziu, em 1847, a festa do Patrocínio de São José, e em 1871 declarou-o padroeiro da Igreja Universal. Leão XIII e Bento XV recomendaram aos fiéis a devoção especial a São José, chegando este último Papa inserir no missal um prefácio próprio. Pio XII estabeleceu, em 1955, a festa de São José Operário, que ainda agora tem lugar no 1º de Maio. E João XXIII incluiu o nome de São José no cânone, então, único na Missa.

 

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

MARCELLO CALLO, Beato

(1921-1945)

A 19 de Março de 1945 morria num campo de concentração alemão um jovem francês, que impressionou vivamente o coronel Tibodo, apesar de ele já ter assistido à morte de milhares de prisioneiros. Mas este prisioneiro era diferente. “Marcello tinha o olhar de um santo”, repetirá depois o coronel com insistência e emoção.

Quem era aquele recluso de 23 anos?

Marcello Callo, o segundo de nove filhos de um casal profundamente cristão, nasceu em Rennes (França), a 6 de Dezembro de 1921. Por causa das precárias condições da família, aos 13 anos deixa os estudos e começa a trabalhar como aprendiz de tipógrafo. Um ano antes tinha sido admitido nos escuteiros e em 1936 inscreveu-se na Ação Católica. Estas duas associações marcaram profundamente a alma de Marcello. Tornaram-no mais atento às necessidades dos outros e inspiraram-no a ser missionário. Movido pela graça divina e pelo desejo de ser apóstolo, não hesita em dar o passo decisivo que o levará, sem ele suspeitar, ao martírio e às honras dos altares.

Com a invasão da França pelas tropas hitlerianas na segunda guerra mundial, milhares de jovens franceses foram convocados para trabalhar nas fábricas de armas na Alemanha.

Marcello ofereceu-se para ir em vez do seu irmão, que se preparava para o sacerdócio. Além disso, desejava ser apóstolo entre aqueles que seguiam, como ele próprio declarou em carta para uma tia: «Não é como trabalhador que eu parto, mas sim como missionário». Deixou pai, mãe e noiva, que tanto amava.

No novo posto de trabalho, começou imediatamente a organizar a Ação Católica. Por mais cautelosamente que o fizesse, veio a descobrir-se e ele foi preso com vários companheiros, no dia 29 de Abril de 1944.

No campo de concentração mais razão havia para ser apóstolo entre os infelizes companheiros. Movido por caridade sobrenatural, fazia tudo o que podia para aliviar os mais nece4ssitados. A sua atitude irritou terrivelmente os chefes nazis, que a 22 de Outubro o removeram para “Mathausen”, denominado campo da morte. Ali de tal modo o vexaram por todas as formas e feitios que veio a falecer cinco meses depois.

Os carrascos, todavia, não conseguiram que Marcello se irritasse contra eles, É que à força da oração continuada, o Servo de Deus havia alcançado os frutos do Espírito Santo que, segundo S. Paulo, são: “Caridade, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, temperança” (Gl 5, 22-23). Marcello morreu a sorrir. Foi beatificado por João Paulo II, no dia 4 de Outubro de 1987.  AAS 79 (1987) 1337-42; 80 (1988) 1389-91.

 

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

  • aos pés de mARIA[2]
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. A partir de Quarta-feira de Cinzas, acrescentei mais 2 páginas (uma que vigorará só na Quaresma e outra que será diária) – São elas VIVER A QUARESMA e ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS e, por conseguinte haverá mais 2 números a incluir que serão o 7 e o 8.
  • (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
  • Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.

    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.

    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).

    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
    Viso - mapa[2]
    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
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  • António Fonseca
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