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quinta-feira, 21 de março de 2013

Nº 1594-8 - Encontro diário com Deus - 21 de Março de 2013

Nº 1594-8

Do livro Encontro diário com Deus – Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br

Pensamento do Dia

Sofremos muito com o pouco que nos falta

e pouco nos alegramos com o muito que temos

 

William Shakespeare

_________________________________________________________

Humildade é o silêncio perpétuo do coração.

É estar sem problemas.

É nunca estar descontente, contrariado, irritado ou ofendido.

É não me surpreender com qualquer coisa feita contra mim, mas sentir que nada é feito contra mim.

Significa que, quando eu for repreendido ou desprezado, eu tenha um lar abençoado dentro de mim, onde eu possa entrar, fechar a porta, ajoelhar-me em frente ao meu Pai em segredo e estar em paz como num profundo mar de calmaria, quando tudo ao meu redor está aparentando agitação.

 

Texto de placa sobre a mesa do Dr. Bob

_______________________________________________________________________________

NOTA:

Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:

Todos os direitos reservados.

Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

Obrigado e desculpem.

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1596-7 - REZAR NA QUARESMA - 5ª SEMANA - 5ª Feira - 21 de Março de 2013

Nº 1596-7

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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21 de MARÇO de 2013

5ª SEMANA DA QUARESMA

(Quinta-feira)

Salmo 105

Procurai o Senhor e o seu poder,

buscai sempre a sua face.

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Gastamos muito tempo e energia à procura da felicidade.

Os mais ingénuos limitam-se a pagar pelas promessas fáceis e superficiais.

Os mais exigentes sentem a tentação de desistir,

tanta é a dificuldade.

Teremos ainda a coragem de procurar a felicidade

junto do nosso Deus?

De O olhar face a face?

De sermos tocados pela sua ternura?

 

»»»»»»»»»»

A Tua Palavra, Jesus,

levanta-me acima de mim mesmo

e das minhas contradições.

A Tua Palavra faz-me amar até ao perdão.

 

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NOTA:

Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

  • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
  • Uma frase bíblica em destaque;
  • Uma imagem para te ajudar a pensar;
  • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
  • Uma proposta de oração.

Não tenhas medo desta aventura da fé

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Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

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António Fonseca

Endereço principal: antoniofonseca1940@hotmail.com

Endereço secundário: antoniofonseca40@gmail.com

Endereço do blogue: http://confernciavicentinadesopaulo.blopgspot.com

Nº 1595 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (93) - 21 de Março de 2013

Nº 1595 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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PIO VII

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Pio VII

(1800-1823)

O Diretório, que dirigia a França, foi derrubado em 11 de Novembro de 1799 por Napoleão, que chegara das campanhas do Egipto; uma nova coligação de Inglaterra, Nápoles e Áustria expulsa os Franceses de Roma, tornando possível que 36 Cardeais se reunissem em conclave em Veneza, onde em 14 de Março de 1800 elegeram o cardeal Chiaramonti que tomou o nome de Pio VII e foi acolhido em triunfo pela população na sua chegada a Roma.

A situação continuava preocupante, com a Áustria a ocupar o Norte de Itália e Nápoles o Sul. Pior do que isso, as ideias trazidas pela Revolução Francesa e espalhadas por toda a Europa, com os gritos de «Liberdade, Igualdade e Fraternidade», impelidas pela Maçonaria, eram todas de tendência anti-religiosa.

Na sua primeira encíclica, Pio VII afirmava que o veneno tinha penetrado demasiado fundo. Reinava a desorientação com o clero dividido entre a fidelidade a Roma e a subserviência, primeiro ao Diretório e depois a Napoleão. A Igreja tinha perdido os seus bens e os fiéis mostravam-se perplexos e inseguros.

Napoleão proponha uma concordata, mas fazia grandes exigências e, por seu lado, Pio VII também exigia muito. Finalmente, a Concordata foi assinada em 15 de Julho de 1801. O culto católico, em França, ressurgia. abriam-se Igrejas, reorganizava-se a pregação e as batinas podiam andar pelas ruas.

Napoleão pretendia a dignidade imperial, que obteve em Maio de 1804, com Pio VII a ir a Paris para o sagrar imperador de França. Napoleão tudo tentou para que o papa aceitasse viver em Paris ou em Avinhão, mas Pio VII rejeitou com toda a dignidade e em 4 de Abril de 1805 iniciou o regresso a Roma, enquanto o imperador tentava dominar toda a Europa.

Apodera-se de Milão e faz-se coroar rei de Itália, impondo-lhe o seu Código Civil, que permitia o divórcio e nomear bispos à sua vontade.

Pio VII reage e escreve-lhe lembrando que ele era apenas imperador dos Franceses e não de Roma, mas Napoleão não reconhece poder superior ao seu e considera o papa como um simples vassalo e escreve-lhe, dizendo: «Vossa Santidade é soberano em Roma, mas eu sou o Imperador».

Nestes tempos difíceis, apesar de rodeado de tropas francesas, Pio VII foi o único na Europa com coragem para enfrentar Napoleão, o que o irritou.  Vencedor das batalhas de UIm e Austerlitz, com as suas tropas a invadirem Portugal, em 17 de Novembro de 1807, não tolera que o papa o enfrente e diz: «Pensa Pio VII que as suas excomunhões farão cair as armas das mãos dos meus soldados?» Assim, ordena a seu irmão José, feito por ele rei de Nápoles, que ocupe Civitavecchia e Óstia para isolar o Papa em Roma. Ao mesmo tempo apodera-se de Espoleto, Urbino e Ferno e, por fim, em Fevereiro de 1809, ocupa a cidade de Roma.

Pio VII fica refugiado e cercado no Quirinal, mas Napoleão não o consegue domar, pois o papa manda afixar um protesto público contra a invasão e desenvolve grande atividade junto das embaixadas acreditadas em Roma.

A 17 de maio de 1809, em Viena, Napoleão incorpora os restantes Estados Pontifícios e o papa fica confinado a alguns palácios de Roma e a uma pensão anual.

Pio VII publica uma bula excomungando o imperador e os seus colaboradores, as tropas francesas assaltam o Quirinal e intimam o papa a renunciar à soberania temporal sobre os Estados Pontifícios. O papa recusa e o general Radet, que comandava o assalto, obriga o papa a deixar o Quirinal, levando como bagagem apenas o breviário e o crucifixo, indo para Savona, na França, onde ficou preso três anos no paço episcopal, vexado e incomunicável.

Em Março de 1809, começa a surgir a má fortuna de Napoleão Bonaparte. As tropas francesas derrotadas em Portugal na primeira invasão – a do general Junot – entram novamente em Portugal, agora com o general Soult e sofrem nova derrota. Na terceira invasão, com Massena, em Agosto de 1810, nova derrota no Buçaco, e a 26 de Setembro e a 4 de Outubro , em Torres Vedras, as tropas portuguesas, auxiliadas pela Inglaterra, desbaratam as tropas em Napoleão.

Com o papa prisioneiro, Napoleão exagera. Suprime dioceses e paróquias em Roma, persegue bispos e sacerdotes fiéis ao papa, desterrando-os para França, e confisca os bens de 13 cardeais que se recusaram a comparecer no seu casamento com Maria Luisa de Áustria.

Em 1812 em Fontainebleau, o papa, muito doente, é levado a assinar a chamada «Concordata de Fontainebleau», que imediatamente contradiz. Finalmente, em 10 de Março de 1814, Napoleão restitui o domínio papal nos Estados Pontifícios e permite que Pio VII regresse a Roma, onde entrou aclamado pelo povo, em 24 de Maio de 1814.

Napoleão abdica em favor de Luís XVIII e vai desterrado para a ilha de Elba, mas, em Março de 1815, regressa e apodera-se de novo do poder. Murat, rei de Nápoles, marcha sobre Roma e o papa refugia-se em Génova. Por pouco tempo, pois em 18 de Junho de 1815 Napoleão é derrotado pelos Ingleses na Batalha de Waterloo e é desterrado para a ilha de Santa Helena, onde morreu em 5 de Maio de 1821.

De novo em Roma, o papa publica um decreto de amnistia para todos os que o tinham atraiçoado, sobretudo famílias da aristocracia que colaboraram com Napoleão, e dois dias depois assina uma nova Concordata com a França.

Na bula de 7 de Agosto de 1814 restaura a Companhia de Jesus, justificando assim a sua decisão: «No meio de tão perigosas tormentas que atravessa a barca de Pedro não se pode privar por mais tempo a Igreja de tão experientes e ousados remadores». Os Jesuítas retomam a atividade apostólica, sobretudo no campo da cultura e do ensino.

Nos Estados Unidos da América, o catolicismo continua a crescer, pois muitos sacerdotes europeus para lá emigraram fugindo aos problemas que tinham na Europa.

No Oriente, as coisas iam mal, pois na Coreia e na China os cristãos estavam a ser perseguidos e martirizados.

Em Espanha, a agitação política desarticulava a vida católica.

Na Alemanha, foram extintos os três principados eclesiásticos. Mogúncia, Colónia e Tréveris, espoliados dos seus bens e fechadas as escolas.

Em Portugal, as forças maçónicas hostilizavam a religião, espalhando ideais liberais. O governo comunicava à Santa Sé, por alvará de 1 de Abril de 1815, que não consentia nos seus Estados a Companhia de Jesus.

Em 31 de Março de 1821, por uma resolução da Assembleia Constituinte, resultante da revolução de 1820, foi extinta a Inquisição em Portugal, resolução publicada no Diário das Cortes Gerais em 5 de Abril seguinte.

Durante a Inquisição em Portugal, foram queimadas cerca de 1500 pessoas e condenadas mais de 25 000 , entre elas o padre António Vieira, Filinto Elísio, Fernando de Oliveira e Anastácio da Cunha Barbosa.

Pio VII, por bula de 21 de Setembro de 1821, condena as atividades carbonárias e morre, aos 84 anos, depois de uma queda que lhe provocou a fractura do fémur.

Neste pontificado, Roma voltou a ser a cidade favorita dos artistas e Pio VII reabriu os Colégios Alemão, Inglês e Escocês, ampliou a Biblioteca Vaticana, reorganizou a Congregação de Propaganda Fide e incentivou as escavações na Roma antiga.

Pio VII foi um homem com notável capacidade de abnegação, grande piedade e bondade. A sua ação muito contribuiu para uma nova fase do prestigio da Igreja.

 

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LEÃO XII

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Leão XII

(1823-1829)

Os 49 cardeais reunidos em conclave inclinavam-se para a escolha do Cardeal Consalvi, braço direito de Pio VII, que, por ser intransigente e conservador, não agradava aos reis de França e da Áustria, que não queriam um papa demasiado rígido. O conclave acabou por eleger, em 5 de Outubro de 1823, o cardeal Della Genga, um homem enfermo, que chegou a dizer «Elegestes um cadáver», mas acabou por aceitar, tomando o nome de Leão XII, em memória de Leão Magno, que admirava de modo especial.

Mesmo de aspecto débil, mostrou-se um papa reformador e com grande rigor moral. A prova disso é a encíclica por ele publicada em 3 de Maio de 1824, a prevenir os bispos e os fiéis contra os inimigos mais perigosos da Igreja: o indiferentismo religioso, que conduzia ao materialismo, o filosofismo, que espalhava erros entre os incautos, e as chamadas «sociedades bíblicas», de inspiração racionalista e protestante, que, ao difundirem o conhecimento das Escrituras, lhe alteravam o verdadeiro sentido.

Dois anos depois publica a bula Qua graviora contra as sociedades secretas e maçónicas.

Dentro da linha reformista e revigoradora da fé, restituiu o Colégio Romano aos Jesuítas, para a formação superior do clero, estabeleceu o Colégio Irlandês, incrementou os estudos no Colégio Germânico e celebrou o Ano Santo em 1825, em Ação de graças pelos perigos de que a Igreja saíra depois das profanações praticadas durante as campanhas napoleónicas. Nesse Ano Santo, ele próprio visitou descalço as diversas basílicas para ganhar as indulgências.

A nível internacional, assinou concordatas com a Alemanha, Países Baixos e Suíça e interessou-se palas novas nações da América Latina e pelo movimento separatista dos católicos irlandeses chefiados por Daniel O’ Connel.

A propaganda liberal na França e na Inglaterra apresentavam Leão XII como um papa que fomentava o regresso ao obscurantismo e à mentalidade inquisitorial.

Em Portugal, havia a reação aos dois anos de governo liberal e muito embora não se desse grandes destaque à Igreja, tinham acabado as hostilidades do tempo do liberalismo.

Em Roma, Leão XII dizia ao Marquês do Lavradio, que advogava a causa de D. Miguel: «Dizei-me o que posso fazer. Contudo, devo declarar-vos que prefiro D. Miguel a D. Pedro e estimarei ver-me em condições de o poder reconhecer».

Em 1 de Novembro de 1826 as chuvas torrenciais que inundaram a cidade de Tivoli causaram avultados prejuízos, mas Leão XII logo determinou que a cidade só pagasse um quinto dos prejuízos , e o Estado o restante.

Reconstruiu a Basílica de São Pedro, destruída por um incêndio.

Mandou meter os judeus nos guetos que tinham sido suprimidos durante a revolução e baixou os impostos e as custas da justiça.

Foi um papa pouco popular, que não conseguiu conquistar o amor do povo, devido às medidas drásticas que tomou na repressão das sociedades secretas e pela intolerância ao liberalismo político.

 

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Continua:…

Este Post era para ser colocado em 21-3-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1596 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - DEUTERONÓMIO - (26) - 21 de MARÇO de 2013

21 de Março de 2013
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1595

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS (Estes já estão…) – Faltam apenas 1030 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1596 - 2ª Página

21 de Março de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

DEUTERONÓMIO
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Mapa antigo de Israel

DEUTERONÓMIO

Segundo Discurso de MOISÉS

26 – PRIMÍCIAS E DÍZIMOS – «Quando entrares na terra que o Senhor, teu Deus, te há-de dar em herança, e ali te fixares e estabeleceres, tomarás as primícias de todos os frutos que colheres na terra que te der o Senhor, teu Deus; pô-lo-ás num cesto e irás ao lugar que o Senhor, teu Deus, tiver escolhido para aí habitar o Seu nome. Apresentar-te-ás ao sacerdote de serviço nessa altura, e dir-lhe-ás:

«Reconheço hoje, perante o Senhor, meu Deus, que me instalei na terra que o Senhor tinha jurado a nossos pais». O sacerdote receberá o cesto da tua mão e depositá-lo-á diante do altar do Senhor, teu Deus. Dirás, então, em voz alta, diante do Senhor, teu Deus: «Meu pai era um  arameu errante que desceu ao Egipto com um pequeno número e ali viveu como estrangeiro, tornando-se depois numa nação poderosa e numerosa (Is 27, 13; Act 7, 14s). Então, os egípcios trataram-nos iniquamente, oprimindo-nos e impondo-nos uma penosa servidão. Clamamos ao Senhor, Deus de nossos pais, e o Senhor ouviu o nosso clamor, tomou em consideração a nossa miséria, o nosso trabalho e a nossa angústia e tirou-nos do Egipto, com Sua mão poderosa e o vigor do Seu braço, realizando sinais e prodígios. Introduziu-nos nesta região e deu-nos esta terra, terra onde corre o leite o mel. Por isso, ofereço agora nos primeiros frutos da terra que me destes, ó Senhor!». Depois, colocá-los-ás diante do Senhor, teu Deus, e prostrar-te-ás na Sua presença. Alegrar-te-ás por todos os bens que o Senhor, teu Deus, te tiver dado a ti e à tua família, e alegrar-se-ão também o levita e o estrangeiro que moram contigo.

Quando tiveres acabado de separar a dízima de todos os teus produtos, no terceiro ano, que é o ano da dízima, e quando tiveres dado ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva o que lhe é devido para que tenham, que comer e fiquem saciados nas tuas cidades, dirás ao Senhor, teu Deus; «Tirei da minha casa o que era consagrado para o dar ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, exatamente como me ordenaste; não transgredi nem omiti nenhum dos Teus preceitos. Não comi nada dessas coisas durante o meu luto, nada separei em estado de impureza, e delas nada dei a um morto. Obedeci à voz do Senhor, meu Deus, e conformei-me inteiramente com as tuas prescrições. Lança um olhar do alto dos céus, da Tua santa morada m,e abençoa o Teu povo de Israel e a terra que nos deste, como juraste aos nossos pais, terra onde corre o leite e o mel!» (Is 63, 15; Bar 2, 16; Zac 2, 13).

Conclusão – O Senhor, teu Deus, ordena-te hoje que ponhas em prática estas leis e estes preceitos. Observá-los-ás com todo o teu coração e com toda a tua alma. Glorificaste hoje o Senhor, prometendo que Ele seria o teu Deus e que andarias nos Seus caminhos, observando fielmente as Suas leis, os seus preceitos e os Seus mandamentos. E o Senhor, teu Deus, por Sua vez, glorificou-te, escolhendo-te para Si como um povo privilegiado, como te anunciou, escolhendo-te para cumprires todos os Seus mandamentos (Jer 13, 11). Ele quer que venhas a ser a primeira de todas as nações que Ele criou, em glória, em renome e em dignidade, e sejas assim, um povo consagrado ao Senhor, teu Deus, como Ele te disse (Sl 85, 9).

 

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Os Dez Mandamentos

Discursos de Moisés durante o Êxodo e Apêndice relatando a fim da sua atuação e a sua morte,

antes de chegar à Terra Prometida

Textos do LivroDEUTERONÓMIOdo ANTIGO TESTAMENTO

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21 de MARÇO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
000000000000000000000000000000
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Nº 1596-1 - (80-13) - SANTOS DE CADA DIA - 21 de MARÇO de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1596

21 de MARÇO de 2013

Bom

ANO  D 2 0 1 3


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Quaresma

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Nº 1596-1 - (80-13)


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E U  S O U

AQUELE  QUE  SOU

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Nº 1595-1 - (79-13)


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Morte de SÃO BENTO

(543)

Uns 40 dias depois de São Bento prestar os últimos serviços a Santa Escolástica, anunciou a alguns discípulos o dia da sua morte próxima. Só lhe faltavam seis dias de vida, mas nada levava a pressagiar um fim próximo. Mandou então abrir o coval, querendo sem dúvida dar a entender que para dissipar o horror da morte, o melhor remédio é tê-la sempre presente. Intenção sua era também ver de novo o corpo da irmã e morrer com a certeza de que os seus ossos repousariam junto dos dela. Logo a seguir, atacou-o uma febre violenta; no sexto dia da doença, fez que os discípulos o levassem para o oratório de São João Baptista, e lá recebeu, como viático de partida, o corpo e o sangue de Nosso Senhor. Depois sustentando pelos braços dos discípulos, com as mãos levantadas ao céu, de pé exalou o último suspiro, sussurrando ainda uma oração.

No dia próprio da morte, dois monges, um dos quais no mosteiro e outro muito longe, tiveram a mesma visão, segundo o que ele previa. Contemplaram uma escada elevar-se do ponto em que Bento tinha entregado a sua alma até ao céu; estava coberta com ricos panejamentos e iluminada por multidão de estrelas. No cimo encontrava-se um homem de aspecto venerável, irradiando luz divina, e disse-lhes: «É o caminho pelo qual Bento, o muito amado pelo Senhor, subiu ao céu”. Os que estavam ausentes tiveram então notícia, pelo sinal que lhes tinha predito, da morte do Santo, ao mesmo tempo que os irmãos que dela tinham, sido testemunhas. Os discípulos presentes depositaram o corpo do seu venerável Pai ao lado do da irmã Escolástica, no sepulcro que mandara preparar debaixo do altar de São João Baptista, no lugar precisamente do altar de Apolo que ele tinha derrubado (21 de Março de 543, segundo a opinião m,aios comum).

 

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

NICOLAU DE FLUE, Santo 

Confessor (1417-1487)

Nicolau de Flue – observou Pio XII em 1947, ao celebrar a sua canonização – é o santo dos católicos suíços, “não só porque salvou a Confederação num momento de crise profunda, mas também porque traçou para o seu país as linhas dominantes duma política cristã”. A Suíça germânica do tempo de Nicolau de Flue, a dos séculos XIV e XV, está toda impregnada de correntes ascéticas e místicas, “favoráveis à manifestação duma vida de ascese e de visões”.

Nasceu o Santo em 1417, no ano em que ao grande cisma do Ocidente punha fim o Concilio de Constança, elegendo Martinho V. A ideia dos grandes místicos, que tomam parte nas complicadas atividades da vida política, não surpreende depois dos grandes exemplos de São Bernardo, santa Catarina de Sena, santa Brígida e Santa Joana d’Arc. São Nicolau de Flue representa a suprema encarnação do génio da Suíça, por ser o salvador e pacificador da pátria, o fundador da Confederação e o primeiro patriota confederado.

É curioso observar que já no século XVI, tanto católicos como protestantes se ocupam do Santo, naturalmente por motivos diferentes, Zuinglio, para repetir aos suíços que fujam das alianças estrangeiras, e os católicos a fim de lhe promoverem a canonização oficial. Mas esta só veio a chegar a bom porto uns 400 anos mais tarde; na demora intervieram também motivos políticos.

O que mais surpreende na vida de Nicolau é que se possam unir numa mesma pessoa o ordinário e admiravelmente perfeito, com o extraordinário e evidentemente divino. E o mais extraordinário dele não é fantasia; encontra-se perfeitamente garantido por testemunhos fidedignos.

Nos primeiros anos, foi “jovem casto, bom, virtuoso, piedoso e sincero”. Trabalhou na agricultura. Foi notado que tendia para a solidão e a oração, e não faltou quem descobrisse, embora os escondesse, os seus quatro jejuns por semana. Pelos 30 anos casou-se com Doroteia Wyss, de 16. Foram 20 anos de união matrimonial e 10 filhos. Um frequentou a universidade e o primogénito chegou a ser presidente da Confederação helvética. Das vigílias por ele consagradas à oração falaram a mulher e uma filha.

Com três anos de casado, tem de intervir na libertação de Nuremberga; o seu nome figura entre os dos 699 suíços que tomaram parte na expedição. E toma parte em mais duas ações guerreiras. É certo que o grande amigo da paz não podia tomar parte na guerra senão por ordem dos superiores. Mas, na hora de combater pela pátria, também não podia permitir, por falta de coragem, que triunfasse a insolência do inimigo.

Aos 50 anos retira-se para a vida eremítica. à exceção da heroica esposa, todos começam por desaprová-lo mesmo  os dois filhos mais velhos mas estes não tardaram em mudar de parecer; um  ano depois foram ajudar a construir para o pai a capela de que este necessitava. Ficou num monte, perto de Ranft, onde estava a sua propriedade, que ele passou os últimos 20 anos, inteiramente entregue à contemplação, sem nunca voltar a casa, e foi lá também que morreu, rodeado pela mulher e pelos filhos, Notemos que o amor conjugal não pereceu entretanto nesta separação, apenas se transformou, um pouco antecipadamente, nesse amor que há-de manter-se no céu: o mesmo, mais belo, porém.

Nesse eremitério resolveu-se a aparente contradição que existe entre o infinito e o finito, entre o pouco que nós somos e a imensidade do amor divino; nessa cela com duas janelas pequeninas, uma a dar para  a capela, outra para  natureza esplêndida da região de Unterwald. A essa capelinha verá Nicolau acorrerem peregrinações.

Um dia, o bispo de Constança submeteu à prova a obediência do penitente, ordenando-lhe que interrompesse o jejum: não se fez esperar que seguisse o preceito. O carácter milagroso deste jejum foi já reconhecido no tempo de Alexandre VII (1655-1667), antes de Bento XIV mandar estudar o problema dos jejuns prolongados, exatamente a propósito deste de Nicolau. O seu único alimento durante estes anos foi a Sagrada Eucaristia. ”se durante 20 anos – diz Pio XII - ele se alimentou unicamente do pão dos anjos, este carisma foi o complemento e a paga duma longa vida de domínio de si mesmo e de mortificação por amor de Cristo”. Tal jejum foi o esplendor externo duma santidade interna, misteriosa e secreta.

Retirar-se do mundo não marcou todavia, para São Nicolau, o fim duma obra histórico-política. Foi antes um principio de mais pronunciada fase. Nicolau foi juiz e conselheiro do seu cantão. Foi deputado na Dieta federal de 1462 e recusou o cargo de chefe de Estado. O seu influxo nos assuntos federais mistura-se já evidente no tratado de paz perpétua com a Áustria, em 1473. Todavia, a sua obra pacificadora importante começa a partir de 1478. Evitando a guerra civil, fez renascer a unidade da Suíça, o que lhe valeu o título de “pai da pátria”. E em 1481, quando Unterwald estava decidido a separar-se de Lucerna e de Zurique, o que poria fim à existência da Confederação, um emissário da Assembleia, que se dispunha a homologar a ruptura, correu a trazer a notícia ao ermitão de Ranft. Nicolau passou a noite a redigir um projeto de constituição que, no dia seguinte, foi aprovado por unanimidade pela mesma Assembleia, o que reestabeleceu para sempre a unidade e a paz.

É certo que a história da Idade Média está cheia de intervenções dos santos, dos solitários, dos recolecto, que em horas trágicas chegaram a salvar as suas cidades. Recordemos, por exemplo, São Francisco de Assis e São Bernardino de Sena. Mas o que distingue São Nicolau de Flue, comparando-o com os outros, é que realizou, dalguma maneira, obra política tecnicamente, fazendo prevalecer, na prática e na teoria, a ideia duma comum pátria, indivisa e capaz de ultrapassar as preocupações e os interesses cantonais.

Mas não podemos deixar de reconhecer outra vez: a grandeza de Nicolau consiste em ter afirmado abertamente a primazia da vida interior – ele que teve uma vida pública tão fecunda e transcendente –, em se ter deixado possuir pouco a pouco pelos valores eternos. Porque só estes são capazes de equilibrar os temporais.

Não vamos referir as suas visões, mesmo da Santíssima Trindade. Os decretos de beatificação e de canonização tomam em conta unicamente o essencial, isto é, a santidade, as virtudes em grau heroico, dos Servos de Deus; não a realidade dos factos fora do comum.

Mas Nicolau passou o Jordão, digamos. Passou para o outro lado das coisas. Depois foi-lhe possível deixá-las tornar a si. E vieram não para o estorvar, mas para ser elevadas. Depois que resolveu prescindir delas, foram elas mesmas que entenderam não poder passar sem ele. Porque Nicolau foi, mais que tudo, titã ou gigante da oração.

Faleceu a 21 de março de 1487.

Nicolau de Fluediz Pio XIIencarna, com plenitude admirável, a união da liberdade terrestre com a liberdade celestial».

 

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

Mártires da Alexandria

34 Virgens mártires (339)

Sendo restabelecido Santo Atanásio na sé de Alexandria pelo ano de 337, foi levantada uma perseguição pelo partido ariano no tempo do imperador Constâncio (339). Ia sobretudo contra o bispo, cujo regresso causara grande alegria entre os católicos, em todas as igrejas da região. Na sexta-feira santa, os arianos e os pagãos, armados com paus e espadas, invadiram a igreja. “As virgens santas, escreveu Atanásio, foram então despojadas dos vestidos e tratadas da maneira mais indigna; foram espezinhados monges e outros espancados cruelmente; os altares profanaram-se e arrastaram-se para os tribunais sacerdotes e leigos; outros cristãos foram vergastados, além de virgens serem encarceradas. O intruso Gregório de Capadócia atreveu-se a penetrar ele mesmo na igreja, levou o prefeito a prender imediatamente 34 virgens ou senhoras cristãs, ao mesmo tempo que homens livres; flagelaram-nos publicamente e carregaram-nos de ferros».

Santo Atanásio, que mal pôde escapar a esta cena tumultuosa, descreveu-a numa carta encíclica, na Segunda Apologia, e na Vida de Santo Antão. Essas desordens realizaram-se de 18 a 22 de março. A Igreja comemorou essas vítimas no antigo Martirológio, mencionando-as a 21 de Março.

 

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

BENEDITA CAMBIAGIO FRASSINELLO, Beata

Fundadora (1791-1858)

Veio ao mundo em Langasco (Itália) a 2 de Outubro de 1791, última de 7 filhos de uma família verdadeiramente cristã. Aos 13 anos emigrou com os pais e irmãos para Pavia, onde já se encontrava uma grande colónia de genoveses. Por volta dos 20 anos, desejando ser religiosa, afastou-se de casa e escondeu-se num lugar retirado para se entregar à oração e penitência. Todavia, no dia 7 de Fevereiro de 1816 contraiu matrimónio com João Baptista Frassinello, operário de Ronco Scrivia, que tinha também ele emigrado para Pavia.

O marido, admirado com a grandeza de alma e o ardor da vida espiritual da esposa, esforçou-se por imitá-la, de tal forma que dois anos depois do matrimónio, com a aprovação do diretor espiritual, fizeram voto de castidade. Ambos descobriram que Deus os chamava à vida consagrada. Havia, no entanto, um impedimento. Tinham em sua casa uma irmã de Benedita atacada de cancro intestinal, que eles tratavam com incansável caridade e amor. Quando ela faleceu, a 9 de Julho de 1825, João Baptista ingressou como irmão leigo na Ordem dos Clérigos Regulares de Somaschi, e a esposa nas Ursulinas de Capriolo (Bréscia). permaneceu lá pouco tempo, porque uma doença a obrigou a voltar para Pavia.

Confortada com uma visão de São Jerónimo Emiliano (1486-1537) que a curou da enfermidade, e encorajada pelo Bispo, em meio a enormes dificuldades e extrema pobreza, que a obrigou a pedir esmola de porta em porta, deu início à obra de assistência às meninas pobres e abandonadas e às raparigas da rua.

O cavalheiro Domenico Pozzi (1829), impressionado com a obra de Benedita Cambiagio, foi em seu auxilio, proporcionando-lhe uma casa convenientemente equipada para escola, a primeira deste género em Pavia, No espaço de pouco tempo, a casa, aprovada pelo Bispo e pala autoridade civil, quadruplicou o número das asiladas, que em 1831 ultrapassavam a centena.

Para levar por diante obra de tamanha envergadura, ela foi formando um grupo de jovens que a auxiliavam; depois, com algumas delas, fundou o Instituto das Irmãs Beneditinas da Divina Providência.

Não lhe faltaram perseguições, que a obrigaram inclusive a retirar-se de Pavia e estabelecer-se em Ronco Scrivia, onde passou os últimos 20 anos da sua vida. Lá faleceu santamente, a 21 de março de 1858. Foi beatificada no domingo, 10 de maio de 1987. AAS 77 (1985) 1183-9; L’OSS. ROM. 17.5.1987; DIP 2, 12-3.

 

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

  • aos-ps-de-mARIA222
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. A partir de Quarta-feira de Cinzas, acrescentei mais 2 páginas (uma que vigorará só na Quaresma e outra que será diária) – São elas VIVER A QUARESMA e ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS e, por conseguinte haverá mais 2 números a incluir que serão o 7 e o 8.
  • (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
  • Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.

    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.

    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).

    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
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  • António Fonseca
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