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sábado, 23 de março de 2013

Nº 1596-8 - Encontro diário com Deus - 23 de Março de 2013

Nº 1596-8

Do livro Encontro diário com Deus – Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br

Pensamento do Dia

A porta entre nós e o céu não poderá abrir-se enquanto estiver fechada a que fica entre nós e o próximo.

 

Dom Jean-Baptiste Massilon

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Falar com estupidez é criar inimizades.

Acautele-se.

Seja hábil com as palavras.

Se você não souber falar as pessoas não vão saber ouvi-lo.

~E aí o “bate-boca” será inevitável.

Falar coisas certas, com tranquilidade, é a melhor forma para alinhavar ideias e estreitar amizades

 

Inácio Dantas

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NOTA:

Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:

Todos os direitos reservados.

Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

Obrigado e desculpem.

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1598-7 - REZAR NA QUARESMA - 5ª SEMANA - Sábado - 23 de Março de 2013

Nº 1598-7

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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23 de MARÇO de 2013

5ª SEMANA DA QUARESMA

(Sábado)

João 11, 45-56

Que havemos de fazer, uma vez que este homem realiza tantos milagres?

 

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Que fazer diante deste Jesus que faz tantos gestos de bondade?

Que nos mostra o rosto amoroso de Deus?

Os fariseus fazem as contas aos seus interesses, ponderam os seus preconceitos e decidem-se a matar Jesus?

E tu?

Que fazes diante de Jesus?

Que posição queres tomar diante d’Ele?

 

»»»»»»»»»»

A tua bondade

é perturbadora, Jesus.

A forma transparente

como nos mostras o Pai,

incomoda.

E hesito entre tratar-Te

com indiferença e acolher-Te.

Entre fugir de Ti e colocar-Te

no centro do meu coração.

 

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NOTA:

Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

  • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
  • Uma frase bíblica em destaque;
  • Uma imagem para te ajudar a pensar;
  • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
  • Uma proposta de oração.

Não tenhas medo desta aventura da fé

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Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

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António Fonseca

Endereço principal: antoniofonseca1940@hotmail.com

Endereço secundário: antoniofonseca40@gmail.com

Endereço do blogue: http://confernciavicentinadesopaulo.blopgspot.com

Nº 1597 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (95) - 23 de Março de 2013

Nº 1597 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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BEATO PIO IX

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Beato Pio IX

(1846-1878)

O conclave, composto por 50 cardeais, reuniu no Quirinal e em dois dias de reunião ao quarto escrutínio, elegeu, em 21 de Junho de 1846, o cardeal Mastafai Ferreti, que tomou o nome de Pio IX.

Quando foi eleito, Pio IX encontrou a Itália perturbada por movimentos que pretendiam o desaparecimento dos Estados Pontifícios.

O papa inicia o pontificado amnistiando todos os réus de crimes políticos, começando reformas na administração dós Estados Pontifícios e também de ordem social, com a construção de linhas férreas, redução de tarefas aduaneiras, moderação na censura da imprensa e outras, o que agradou ao povo, que chegou a aclamá-lo.

Durante dois anos tudo correu bem, chegando a ganhar fama de papa liberal, patriótico e reformador.

Em 1848, a Áustria ocupa militarmente Ferrara. Pio IX protesta com energia e Garibaldi, que estava na América, aproveita-se da situação e felicita-o, chamando-lhe «reivindicador dos direitos de uma Itália livre», o que não agrada a Pio IX, por ver que se estavam a aproveitar dele. Cria a «Consulta de Estado», para efetuar melhoramentos nos Estados Pontifícios.

Os revolucionários não se contentam, assassinam o primeiro ministro Pellegrino Rossi e forçam a porta do Quirinal.

O papa, retido pela força no Quirinal, e para evitar o pior, concorda em formar um ministério laico, de acordo com as exigências dos revoltosos.

Retido no Quirinal, sem liberdade para dirigir a Igreja, Pio IX consegue fugir disfarçado e refugia-se em Gaeta, no reino de Nápoles, enquanto Roma ficava em poder dos revolucionários, que, depois de abolirem o poder temporal do papa, nomeiam uma Assembleia Constituinte e proclamam  a República, em 9 de fevereiro de 1849. Os bens da Igreja são confiscados, retiram aos  bispos a jurisdição sobre universidades e escolas, a administração dos hospitais e asilos. Seguem-se profanações, vários membros do clero são assassinados e expulsas comunidades religiosas dos seus conventos.

Pio IX pede ajuda à França, Áustria, Espanha, Nápoles, Prússia e Rússia. Em 29 de Junho de 1848, as tropas francesas restauram a ordem no território, mas foram ainda precisos dois anos para que o papa entrasse em Roma, a 11 de Abril de 1850, entre aclamações do povo.

A verdade, porém, é que com todos estes golpes a Igreja ia perdendo o seu poder temporal, enquanto a Itália ia nascendo como nação independente.

No Piemonte, instigados pelo Conde Benso de Cavour, os revolucionários adquirem força e o conde é eleito presidente do Conselho em 1852, introduzindo, de imediato, reformas de sentido liberal e entrando em conflito com a Santa Sé, retirando aos eclesiásticos o direito de ensinar e confiscando os bens da Igreja. Cavour foi mais longe, consegue o apoio de Napoleão III, de França, que leva os austríacos, principal apoio do papa, a abandonarem os Estados Pontifícios em 1835. O imperador intervém, ficando a França com Sabóia e Nice e o Piemonte com a Lombardia, ocupando no ano seguinte a Toscana e Parma, até ocupar os Estados Pontifícios.

O papa tem apenas Roma e, em 17 de Março de 1861, Vítor Manuel é proclamado rei de Itália.

A Santa Sé reduz-se ao Vaticano, ficando o papa apenas a tratar o governo espiritual da Igreja.

A vida agitada, provocada pela unificação italiana, não impediu, contudo, o papa de ser um governante zeloso da Igreja.

Em  1850 reconstitui na Inglaterra a hierarquia episcopal, perante as reclamações dos protestantes.

Em 1851 assina uma concordata com a Espanha para reorganizar a vida eclesiástica e, em 1853, repõe a hierarquia religiosa na Holanda.

Em 8 de Dezembro de 1854, perante mais de 200 bispos, proclamou o dogma da Imaculada Conceição de Maria, pela bula Ineffabilis Deus.

Em 23 de Setembro de 1856, depois de promover a devoção do Sagrado Coração de Jesus, decretou as suas festas em todo o mundo católico.

Em Portugal, D. Pedro V, depois da proclamação dogmática, determina festejos nacionais e, em 1862, constitui-se em Braga uma comissão para erguer um monumento no Sameiro à Imaculada Conceição, sendo a primeira pedra benzida em 29 de Agosto de 1869.

Em 11 de Fevereiro de 1858, A Imaculada Conceição apareceu a Bernadette Soubirous, uma camponesa de 14 anos, numa gruta perto de Lourdes, na França.

Em 1864, Pio IX publica a encíclica Quanta cura, através da qual condena os erros relacionados com o ensino, a perseguição das ordens religiosas e as relações entre a Igreja e o estado. A encíclica era acompanhada pelo célebre Syllabus.

O impacto produzido pela publicação levou governos de países como a França e a Itália a proibirem a sua divulgação pelos bispos.

Em 1867, fez a celebração solene do 18º centenário do martírio dos santos apóstolos Pedro e Paulo. Nessa altura, Pio IX comunica aos bispos reunidos em Roma que vai realizar um  concílio ecuménico, o que parecia impossível dada a insegurança em que se vivia. Garibaldi invade nesse ano os Estados Pontifícios e, apesar de liderar um forte exército, é derrotado pelas tropas dos Estados Pontifícios.

Pio IX cumpre o prometido em 29 de Junho de 1868 publica a bula Aeterni Patris a convocar o Concílio Vaticano I, marcando a abertura para 8 de Dezembro de 1869.

A reação não se fez esperar por parte das forças do racionalismo e do liberalismo, que convocaram uma assembleia internacional para a mesma data, com o intuito de acompanhar as fases do concílio, que, mesmo assim, se realizou e teve resoluções importantes, sendo interrompido por ter rebentado a Guerra Franco-Prussiana, com a França a ter de retirar de Roma os soldados que garantiam a independência e a ordem na Cidade Eterna.

Roma vê-se invadida por revolucionários, edifícios religiosos são transformados em dependências do governo e até a família real passou a viver no palácio episcopal do Quirinal.

Em Paris, a Comuna prende, mata e incendeia. Na Prússia há perseguições, com  o governo a apoiar os «velhos católicos» grupo cismático que negava a infabilidade pontifícia. A Áustria denuncia a concordata coma Santa Sé. Na Suíça fecham-se as escolas católicas, prendem-se sacerdotes e proíbem-se ordens religiosas e até no Brasil são presos alguns bispos e sacerdotes.

A Europa causa problemas ao papa, mas em 1871 tem o privilégio de celebrar as bodas de prata do seu pontificado o único a fazê-lo depois de São Pedro – recebendo felicitações de toda a arte. Cinco anos depois celebra o jubileu dos 50 anos da sua sagração episcopal, o que leva a Roma uma peregrinação de cerca de 400 jornalistas católicos de diversos países.

Pio IX adoece gravemente, todos esperam o pior e o rei Vítor Manuel chega a firmar um decreto ordenando honras fúnebres, mas o papa melhora e é o rei que, pouco depois, morre reconciliado com  a Igreja. No leito do rei, Pio IX graceja: «Não contente com ter-me tirado o posto na terra, adiantou-se a ir-mo apanhar também no céu». Pio IX pouco lhe sobreviveu porque faleceu um mês depois.

Um papa que, apesar dos tempos conturbados que viveu, teve as qualidades indispensáveis para assumir o pontificado, possuindo a qualidade mais elevada, a santidade, que lhe foi reconhecida com a beatificação de João Paulo II no ano 2000.

Pio IX com o seu pontificado de quase 32 anos, fica na história da Igreja como o segundo mais longo depois de São Pedro.

No que respeita a Portugal, durante este pontificado, apesar das invasões francesas, da expulsão dos Jesuítas e da extinção de ordens religiosas, o povo continuava fiel às devoções ao Santíssimo Sacramento, à Paixão de Cristo e a Nossa Senhora.

Em Maio de 1851, o cardeal-Patriarca de Lisboa aprovou a devoção do mês de Maria. A devoção ao Sagrado Coração de Jesus, que decaíra com a expulsão dos jesuítas, reanima-se com o seu regresso, fundando em Lisboa, em 17 de Abril de 1864, o primeiro núcleo do Apostolado da Oração. O seu inegável influxo foi proclamado, anos depois, em carta pastoral do cardeal-patriarca D. Manuel Gonçalves Cerejeira, em 13 de março de 1935, dizendo: «É convicção unânime que principalmente ao Apostolado da Oração se deve a restauração religiosa da nossa pátria, depois da crise de fé e piedade provocada pelo liberalismo do século passado».

Pio IX encontra-se ligado a essa devoção por ter beatificado, em 1864, a confidente das revelações do Coração de Jesus, Santa Margarida Maria.

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Continua:…

Este Post era para ser colocado em 23-3-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1598 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - DEUTERONÓMIO - (28) - 23 de Março de 2013

23 de Março de 2013
Nº 1598 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1597

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS (Estes já estão…) – Faltam apenas 1030 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1598 - 2ª Página

23 de Março de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

DEUTERONÓMIO
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Mapa antigo de Israel

DEUTERONÓMIO

Terceiro Discurso de MOISÉS

28  -  AS BÊNÇÃOS «Se obedeceres à voz do Senhor, teu Deus, observando cuidadosamente todos os Seus mandamentos, que hoje te prescrevo, o Senhor, teu Deus, elevar-te-á acima de todos os povos da terra; todas as nações da terra virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos, se sempre obedeceres à voz do Senhor, teu Deus. Serás bendito na cidade e bendito nos campos. Bendito será o fruto das tuas entranhas, o fruto do teu solo, o fruto do teu gado, a prole dos teus touros e as  crias das tuas ovelhas (Lc 1, 42). Benditos serão o teu cabaz e a tua arca. Serás bendito quando entrares e bendito quando saíres! O Senhor desbaratará diante de ti os inimigos que te ameaçarem; se vierem ao teu encontro por um caminho, fugirão diante de ti por sete. O Senhor mandará que a bênção esteja contigo na tua casa, nos teus celeiros e em todos os teus bens: far-te-á feliz na terra que o Senhor teu Deus, te há-de dar. O Senhor conservar-te-á como a Sua nação santa, assim como te jurou enquanto guardares os mandamentos do Senhor, teu Deus, e andares nos seus caminhos. Todos os povos da terra verão que estás marcado com o nome do Senhor, e temer-te-ão. E o Senhor far-te-á  superior  a todos em felicidade, pelo fruto das tuas entranhas, pelo fruto dos teus gados e pelo do teu solo, na terra que jurou a teus antepassados dar-te. O Senhor abrir-te-á o Seu precioso tesouro, o céu, para dar, a seu tempo, as chuvas indispensáveis ao teu solo e fazer prosperar todo o trabalho das tuas mãos. Poderás emprestar a muitas nações e nunca pedirás emprestado. O Senhor colocar-te-á no primeiro lugar e não no último; estarás sempre no alto, jamais em baixo, desde que obedeças às leis do Senhor, teu Deus, que hoje te prescrevo cumprindo-as fielmente (Is 19, 15), e não te desviando nem para a direita nem para a esquerda, de nenhumas das prescrições que hoje te dou, a fim de seguires e adorares os deuses estrangeiros.

As maldições – Mas, se não escutares a voz do Senhor, teu Deus, se não praticares todos os Seus preceitos e as Suas leis que hoje te prescrevo, todas estas maldições virão sobre ti e serão tua partilha  (Lam 2, 17; Bar, 1, 20; Dan, 9, 11,13; Mal. 2, 2); serás maldito na cidade e maldito nos campos. Malditos serão o teu cabaz e a tua arca. Malditos serão o fruto das tuas entranhas, o fruto do teu solo, a prole dos teus touros e as crias das tuas ovelhas. Maldito serás quando entrares, e maldito, também,  quando saíres. O Senhor suscitará em tua casa a infelicidade, a desordem e a ruína em todas as tuas empresas, até que sejas aniquilado e destruído sem demora, por causa dos teus delitos e por Me teres abandonado. o Senhor enviar-te-á a peste, até que te faça desaparecer da terra onde vais entrar para a possuir. O Senhor ferir-te-á com a consumpção, com a febre, com inflamações de toda a espécie, com a apatia e com a icterícia, que te perseguirão até que sucumbas (Am 4, 9). O Céu, que se estendem sobre a tua cabeça, será de bronze, e a terra, debaixo dos teus pés, será de ferro. O Senhor transformará a chuva da tua terra em poeira e areia, que descerão sobre ti do alto do céu até que pereças. O Senhor fará com que sejas esmagado pelos teus inimigos. Se marchares contra eles por um caminho, por sete caminhos fugirás diante deles, e serás vexado por  todos os reinos da terra (Ez 23, 46). O teu cadáver servirá de pasto às aves do céu e aos animais da terra e ninguém os perturbará. O Senhor afligir-te-á com a úlcera do Egipto, com hemorroidas, com sarna seca e húmida, de que não te poderás curar.

O Senhor ferir-te-á com vertigens, com a cegueira e com perturbações mentais. Andarás às apalpadelas em pleno meio dia, como um cego na escuridão, fracassarás em todos os teus empreendimentos e serás continuamente oprimido e espoliado sem encontrares quem te defenda.

Estarás para casar com uma mulher e outro a possuirá. Edificarás uma casa e não residirás nela; plantarás uma vinha e não provarás o seu fruto. O teu boi será abatido diante dos teus olhos e não comerás a sua carne; o teu jumento será roubado na tua presença e não te será restituído; as tuas ovelhas cairão em, poder dos teus inimigos e ninguém te virá socorrer. Os teus filhos e as tuas filhas serão entregues a um povo estrangeiro; os teus olhos o verão e se consumirão de dor à sua espera, mas a tua mão ficará impotente. O fruto do teu solo e todo o teu trabalho serão devorados por um povo que não conheces; serás sem cessar oprimido e tiranizado (Os 5, 11) e acabarás por enlouquecer com o espetáculo que os teus olhos hão-de ver. O Senhor ferir-te-á nos joelhos com, uma úlcera maligna, e nas coxas com uma úlcera incurável que se estenderá da planta dos pés ao cimo da cabeça. O Senhor conduzir-te-á, a ti e ao rei que tiveres escolhido, para uma nação que nem tu nem os teus pais conheceram: e ali servirás a deuses estrangeiros, feitos de madeira e de pedra! Serás motivo de assombro e, depois, de troça e de riso, entre todos os povos para junto dos quais o Senhor te conduzir. Semearás no teu campo grande quantidade de sementes, mas pouco recolherás, porque os gafanhotos devorá-las-ão (Miq 6, 15; Ag 1, 6). Plantarás e cultivarás vinhas, mas não beberás nem armazenarás o vinho, porque as vinhas serão devastadas pela lagarta. Terás oliveiras nas tuas terras mas não te ungirás com  o seu azeite, porque as azeitonas cairão. Gerarás filhos e filhas, e eles não serão teus, porque irão para o cativeiro (Lam 1, 5). Os insectos devastarão todas as árvores e os produtos do teu solo. O Estrangeiro que estiver no meio de ti elevar-se-á cada vez mais, e tu descerás na mesma proporção. Pedir-lhe-ás emprestado, e não lhe poderás emprestar; ele ocupará o primeiro lugar e tu o último.

E todas estas maldições cairão sobre ti, perseguindo-te e atingindo-te até seres exterminado, porque não obedecestes à voz do Senhor, teu Deus, guardando os preceitos e as leis que o Senhor te impôs. Prender-se-ão a ti e à tua posteridade indefinidamente, como um estigma miraculoso. E porque não serviste o Senhor com alegria e contentamento de coração no meio da abundância, servirás na fome, na sede, na nudez e na mais extrema miséria os inimigos suscitados contra ti pelo Senhor; eles colocar-te-ão um jugo de ferro no pescoço até te aniquilarem. O Senhor lançará sobre ti uma nação longínqua , vinda dos confins da terra, veloz como a águia, de língua incompreensível (Lam 4, 19; Os 8, 12; Hab  1, 8). Uma nação implacável que não terá respeito pelos velhos, nem piedade pelo adolescente! Ele fartar-se-á com o fruto do teu gado e com  o fruto do teu solo, até sucumbires; arrebatar-te-á tudo, sem nada te deixar, nem  trigo, nem vinho, nem azeite , nem a prole dos teus touros e das tuas ovelhas, até à tua ruína total (Jer 5, 17) . Ela sitiará todas as tuas cidades, até que caiam em todo o país, as tuas mais fortes e altas muralhas, em que punhas a tua confiança; sitiar-te-á em toda a terra que o Senhor, teu Deus, te tiver dado. Como resultado da miséria, com que serás oprimido pelo teu inimigo, devorarás o fruto das tuas entranhas, a carne dos teus filhos e das tuas filhas que o Senhor, teu Deus te tiver dado (Jer 19, 9; Lam 2, 20; 4, 10; Bar 2, 3; Ez 5, 10). O homem mais delicado e mimoso de Israel, olhará sem piedade o seu irmão, a sua companheira e o resto dos filhos que ainda tiver, não querendo dar a nenhum  deles a carne dos seus filhos, que comerá à falta de outros recursos, devido à forma por que será assediado e cercados pelos teus inimigos em, todas as tuas cidades.

A mulher mais sensível entre vós, a mais delicada, que nem sequer ousava pousar na terra a planta dos seus pés, olhará hostilmente o marido, que repousava sobre o seu seio, seu filho e sua filha (Is 47, 8; Jer 6, 2), o recém-nascido saído do seu ventre, os meninos, de quem é mãe, porque, desprovida de tudo, ela os terá devorado ocultamente, no meio da miséria e da angústia a que te reduzirá o teu inimigo em todas as tuas cidades.

Sim, se não cuidares de observar todas as palavras desta lei escritas neste livro, em sinal de reverência pelo nome venerável e temível do Senhor, teu Deus, o Senhor agravará consideravelmente os teus flagelos e os da tua posteridade, com grandes e permanentes pragas, doenças cruéis e persistentes. Desencadeará sobre ti os flagelos do Egipto que te aterrorizaram, e que ficarão contigo permanentemente. O Senhor enviará  contra ti outras doenças e outras pragas não mencionadas no livro desta lei, até que sejas exterminado. E depois de terdes sido tão numerosos como as estrelas do céu, ficareis reduzidos a um punhado de homens, porque permanecestes surdos à voz do Senhor, teu Deus. E assim como o Senhor se deleitava em vos cumular de benefícios e vos multiplicar, assim também se comprazerá em vos fazer desaparecer e vos aniquilar. Sereis arrancados da terra de que ireis tomar posse. O Senhor dispersar-te-á entre todos os povos de uma extremidade á outra da terra; e ali servirás a deuses estrangeiros feitos de madeira e de pedra, que nem tu nem os teus pais conheceram (Jer 19, 4; 44, 3). E, até, no meio dessas nações não encontrarás repouso nem ponto de apoio para a planta dos teus pés. O Senhor dar-te-á ali um coração apavorado fará com que os teus olhos desfaleçam e porá a angústia na sua alma. A tua vida estará como que em suspenso diante de ti, Tremerás de noite e de dia e não acreditarás no teu próprio viver. Todas as manhãs dirás: «Oxalá que ainda fosse esta manhã» tão horríveis serão os transes do teu coração e o espetáculo que terão de ver os teus olhos. E o Senhor far-te-á retomar, em navios, o caminho do Egipto, do qual Eu te havia dito que não o veríeis mais. Oferecer-vos-eis ali aos vossos inimigos como escravos e como servas, mas ninguém vos quererá comprar!».

 

 

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Os Dez Mandamentos

Discursos de Moisés durante o Êxodo e Apêndice relatando a fim da sua atuação e a sua morte,

antes de chegar à Terra Prometida

Textos do LivroDEUTERONÓMIOdo ANTIGO TESTAMENTO

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23 de MARÇO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nº 1598-1 - (82-13) - SANTOS DE CADA DIA - Sábado - 23 de Dezembro de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1598

23 de MARÇO de 2013

Bom

ANO D E 2 0 1 3


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Quaresma

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Nº 1598-1 - (82-13)


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E U  S O U

AQUELE  QUE  SOU

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Nº 1598-1 - (82-13)


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NÍCON e mais 199 companheiros, Santos

Mártires (251)

Nícon, natural de Nápoles, era ainda pagão quando assentou praça. A mãe, que era cristã, dera-lhe certa formação; durante um combate perigoso, ouviram-no pedir o auxílio de Nosso Senhor Jesus Cristo, o que lhe assegurou o triunfo. Depois do licenciamento das tropas, voltou para junto da mãe; esta convenceu-o a fazer-se cristão. Mas, sem nada lhe dizer dos seus projetos, embarcou para Constantinopla, demorou-se algum tempo na ilha de Quio e aplicou-se lá, durante oito dias, ao jejum e à oração. Embarcou de novo e chegou perto do Monte Ganos, onde o Beato Teodósio de Cízico lhe administrou o batismo, o conservou três anos junto de si para o formar na observância das regras e na prática das virtudes. Teodósio, ao morrer, confiou a Nícon a direção dos seus 199 discípulos e sagrou-o como bispo regionário.

A perseguição obrigou Nícon e os seus religiosos a tomarem o caminho  do mar: chegaram à Sicília, onde forma presos e chacinados por ordem do prefeito. Foi-lhes aplicado o suplicio a 23 de Março, pelo ano de 251, durante a perseguição de Décio.

Estes mártires são venerados entre os Gregos, e José Hymnógrafo compôs um hino em honra deles. Não é verdade que o suplicio tenha sido aplicado em Cesareia da Palestina. As Atas elevaram as vítimas até a número de 199. Os Gregos consagram a estes Mártires um ofício completo a 23 de Março.

 

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

TURÍBIO (ou TORÍBIO) DE MONGROVEJO, Santo

Bispo (1538-1606)

Foi grande benfeitor dos índios da América Espanhola. Tiveram estes muito que sofrer devido à cobiça dos que se vieram a tornar senhores das terras que eles habitavam. Nos Estados Unidos foram quase todos exterminados. Frades houve que, chegando ao México, declararam que os Índios eram animais, “criados para estar ao serviço do homem como os animais domésticos”. No Peru, os buscadores de ouro limitaram-se a tratá-los como escravos e a embrutecê-los, para tomarem conta do que era deles. Isto até ao dia em que Filipe II de Espanha nomeou Toríbio arcebispo de Lima (1581).

A sua diocese era tão grande como metade da França. Visitou-a três vezes. A primeira visita durou sete anos. Todos os seus diocesanos estavam batizados, mas quase nenhum era cristão autêntico. Os clérigos que os pastoreavam davam mau exemplo e só pensavam em mantê-los em submissão àqueles que os exploravam. O mérito de Toríbio esteve em levar estes Índios miseráveis a tomar consciência da sua dignidade de homens e em obrigar o clero a que os instruísse. Construiu escolas e igrejas, e fundou em Lima o primeiro seminário da América espanhola. teve de lutar sem descanso com as autoridades civis, que o perseguiam quanto podiam; ele era, porém, manso, paciente, hábil e de coragem indomável. O que é certo é que transformou o estado de coisas no Peru, onde se tornou impossível voltar atrás.

É compreensível que aspirasse ao descanso, ao fim de 25 anos de tais canseiras. Caiu doente em Santa, Peru, e prometeu que recompensaria a primeira pessoa que lhe anunciasse que não escaparia. Não faltou quem aceitasse a missão. E Toríbio entregou-lhe o presente. Entoou em seguida o salmo: «Alegro-me com a notícia que me foi agora dada”. E morreu pouco depois.

Nascera em Mayorga (Leão, Espanha), em 1538, e morreu a 23 de Março de 1606.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

VITORIANO, Santo

Mártir (484)

Hunerico, rei dos Vândalos da África (484), escreveu a Vitoriano, governador de Cartago, dando-lhe ordem de prender os cristãos católicos e de começar ele próprio por abraçar o arianismo. Vitoriano respondeu-lhe: «Mesmo que não houvesse outra vida além da presente, eu manter-me-ia fiel a Cristo, de quem recebi tantos benefícios. Mas acredito na vida eterna que Ele prometeu. Não contes portanto comigo para obedecer, mesmo que isso me custe ser lançado às chamas ou às feras». Na verdade, esta resposta valeu-lhe perecer nos tormentos.

 

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

REBECA AR-RAYÈS, Irmã, Beata

Religiosa (1832-1914)

Nasceu no Líbano, em 1832, de pais honrados e piedosos, na aldeia de Himlaya, perto de Bikfaya. No batismo recebeu o nome de Boutrossiéh (Petrina), e foi-lhe dada uma educação muito cristã.

Aos 7 anos, ficou órfã de mãe. O seu pai veio pouco depois a contrair novas núpcias. A madrasta, porém, tinha-lhe pouco amor. Chegada à adolescência, foi para Damasco como empregada de uma família cristã. Ali permaneceu 4 anos. Tendo atingido a idade de casar, a família fez pressão sobre ela para que contraísse matrimónio. Recorrendo a Deus com fervorosa oração para que lhe desse luz na escolha do estado de vida que deveria abraçar, sentindo-se chamada à consagração ao Senhor no estado religioso.

Dirigiu-se ao mosteiro das religiosas de Nossa Senhora de Bikfaya, onde, acolhida com carinho, foi alistada entre as Irmãs Mariamettes no dia 1 de Janeiro de 1853. depois dos votos, passou 7 anos no convento de Ghazir, aplicada à cozinha. Entretanto, ia estudando árabe, aritmética e caligrafia.

Em 1860 foi mandada para a casa de Deir Ei Kamar, onde se entregou a obras de caridade, sobretudo no tempo das convulsões civis, prestando a sua ajuda aos Jesuítas e às crianças. A seguir, desempenhou o cargo de educadora de meninas durante quase 8 anos.

Recrudescendo a perseguição, que obrigou algumas Irmãs a regressar a sua casa a Serva de Deus, depois de muito orar, a 12 de Julho de 1871 ingressou no mosteiro de São Simeão de Monjas Baladitas de Santo António do Líbano, em Ai Quarn, com o nome de Rebeca (Rafqa).

Quando um dia orava fervorosamente no oratório do mosteiro, sentiu-se inspirada a pedir ao Senhor que Se dignasse visitar a sua escrava com sofrimentos corporais. Deus ouviu-a. Com efeito, atacaram-na fortes dores de cabeça e começou a sofrer de cegueira. Ela dava graças ao Senhor pelos sofrimentos que lhe tinham sobrevindo, pois assim se julgava mais conforme à imagem de Cristo paciente.

Todos os medicamentos aplicados foram inúteis, e o médico diagnosticou que a doença era incurável. Todavia, por prescrição de outro médico e com a anuência da Superiora, foi-lhe extraído um dos olhos, por um processo absolutamente cruel. Ela, no decorrer da intervenção, mantinha-se serena, meditando na Paixão do Senhor. Pouco tempo depois, após outro tratamento igualmente inútil, começou a sofrer da vista esquerda e em breve ficou completamente cega.

Ao fim de 26 anos passados no mosteiro de São Simeão, a Serva de Deus, ceguinha, foi transferida para Ad Dahr, onde, decorrido pouco tempo, começou a sofrer também dos ossos e aos poucos foi ficando paralítica, Assim provada pelo Senhor, veio a falecer santamente no dia 23 de março de 1914, com 82 anos de idade.

Com razão, o Santo padre, João Paulo II, ao beatificá-la no dia 17 de Novembro de 1985, declarou:

«A nova Bem-aventurada legou ao seu país e à Igreja o misterioso sabor de uma existência totalmente impregnada do espírito de Cristo Redentor (…)

As crianças corriam instintivamente para ela. Durante a perseguição de 1860 salvou a muitas. Conta-se que uma criancinha de Deir El Qamar escapou à morte, refugiando-se sob o manto da querida Irmã (…)

Chegada aos 50 anos, gozando de boa saúde, a Irmã Rafqa, misteriosamente impulsionada pelo Espírito Santo, ambicionou a graça de ser visitada pela doença. Longe de ser vítima dum gosto mórbido da dor, ela sentia a atração mística de se conformar com Cristo sofredor. A partir de 1885 até à morte em 1914, padeceu diariamente de fortes dores de cabeça e dos olhos que a levaram à cegueira completa. A sua oração mais frequente era esta: – Em comunhão com os vossos sofrimentos, Jesus». AAS 62 (1970) 846-9; 74 (1982) 651-4; 78 (1986) 302-7.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. A partir de Quarta-feira de Cinzas, acrescentei mais 2 páginas (uma que vigorará só na Quaresma e outra que será diária) – São elas VIVER A QUARESMA e ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS e, por conseguinte haverá mais 2 números a incluir que serão o 7 e o 8.
  • (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
  • Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.

    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.

    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).

    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
  • Endereço de Youtube: antonio0491@youtube.com
  • António Fonseca
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    Nº 1598-6 - IN MEMORIAN do Padre Mário Salgueirinho - 16 de Março de 2013


    Nº 1598-6
    (Post para publicação em 23 de MARÇO de 2013 – 10,30 h).
    (Pde Mário Salgueirinho Barbosa)
    Padre Mário Salgueirinho foi para todos nós um ser humano exemplar, uma pessoa marcante e ficam definitivamente as nossas vidas mais pobres sem o seu carácter, bondade e sabedoria.
    Que descanse em paz com as honras do Senhor.
    18\06\1927 - 29\10\2011

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    Do livro “Caminhos da Felicidade”
    NÃO RECEIES AS SOMBRAS
    Encontrei esta palavra que me pareceu com interesse para a nossa reflexão.
    - «Não tenhas receio das sombras. Elas significam apenas que algures, não muito longe, está uma luz a brilhar».
    Quem não tem sombra nos seus caminhos da vida? São sombras de tristeza pela doença ou morte de quem nos é querido. São sombras de desilusão no trabalho, na família, no amor, na amizade.
    São sombras de desemprego, de carências, de dificuldades económicas.
    Mas não tenhas receio das sombras...
    Precisamente porque a sombra denuncia uma luz, mais forte ou menos forte.
    E uma luz que brilha, algures, não muito longe...
    Pode talvez ser a esperança em melhores oportunidades, em melhores situações, em melhores amizades, em melhores resultados... A esperança em melhor acolhimento, em melhores resultados... A esperança em melhor acolhimento e compreensão da parte dos outros: da nossa família, do nosso trabalho, do nosso mundo.
    Quantas vezes a luz que brilha perto é uma porta aberta para uma situação melhor, uma mão que se estende para ajudar, um olhar que compreende e sorri.
    Por detrás das nuvens negras está o sol...
    Por detrás das nuvens sombrias de toda a angústia humana, está a Suprema Luz; está o olhar divino a acompanhar a trajectória de cada ser humano, para iluminá-lo e acalentá-lo, sobretudo nas horas mais tenebrosas de sofrimento.
    Porto, Dezembro de 1998
    Mário Salgueirinho
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    Do livro “Dar é receber”
    CANÇÃO DO RATO
    Abri um  pequeno livro encantador, intitulado «Um rato fala com Deus» em que se imagina um ratito a falar com Deus.
    É uma dessas súplicas que vai ser tema da nossa reflexão:
    Diz assim o rato:
    «Eu gostava de Te cantar as mais belas canções, mas tenho uma vozinha muito frágil. Deste-me apenas este pobre chiar...
    Mas eu canto na mesma!...
    Senhor, sei que me sorris...»
    Este pequeno animal, com a sua vozinha fraca, com as suas limitações, é o símbolo de tanta gente que gostaria de fazer da sua vida uma canção de glória e amor a Deus, servindo os outros, trabalhando para o bem da Comunidade, mas as suas incapacidades - as suas limitações de saúde, de cultura, de tempo, de dinheiro, não permitem. Por isso, oferecem apenas o pouco que podem dar, como o pequeno rato oferecia quanto tinha: a sua vozinha frágil.
    «Mas eu canto na mesma!» - dizia o rato.
    Fazia do seu chiar monótono a sua canção, a sua melhor canção de amor. Cantava sempre, como podia e como sabia.
    E termina com esta palavra confiante: Senhor, sei que me sorris!
    Deus sorri à obra da sua criação maravilhosa. Sorri para todos; para os de vida gloriosa que lhe oferecem obras admiráveis e para os humildes, que, possuindo pouco, lhe oferecenm esse pouco generosamente, como a pobre viúva do Evangelho elogiada por Jesus...
    Todos, se formos generosos, podemos dizer também com verdade e alegria: Sei que me sorris, Senhor!
    Porto, Dezembro/2003
    Mário Salgueirinho
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    http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
    A publicar em:
    23-Março-2013 - 10,30 horas
    António Fonseca