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domingo, 24 de março de 2013

6º aniversário da posse de D. Manuel Clemente, como Bispo do Porto - 24 de Março de 2013

 

Comemorando-se hoje 6 anos sobre a tomada de posse de D. MANUEL CLEMENTE, como Bispo do Porto, levaram-se a efeito vários atos comemorativos.

Às 16H00 no Coliseu do Porto, foi apresentado um espetáculo musical denominado “MUSICAL ALEGRIA”, ao qual não me foi possível comparecer e por isso não posso fazer qualquer resenha.

Às 17,30 horas D. MANUEL CLEMENTE dirigiu-se à Igreja dos Clérigos, para presidir à Bênção e Inauguração da Capela da Senhora da Lapa, que por se encontrar encerrada possivelmente há mais de 100 anos, foi recuperada no seu todo durante os últimos 2 anos (- o custo dessa reparação excedeu os 100 000 €uros -) e vai ser agora reaberta ao culto. Esta Capela fica situada ao cimo da escadaria fronteira à Rua dos Clérigos e abaixo da nave da própria Igreja dos Clérigos.

Feita a inauguração, e, na referida nave central da Igreja, procedeu-se a uma sessão evocativa da Entrada na Diocese do Porto, do Bispo D. Manuel Clemente. A sessão serviu para apresentar o novo livro “O tempo pede uma nova Evangelização” em que estão compendiados alguns escritos seus.

D. António Taipa, Bispo Auxiliar do Porto, fez uma dissertação sobre os seis anos em que D. MANUEL CLEMENTE tem estado à frente da Diocese. Em seguida o professor, escritor e Padre José Tolentino de Mendonça, vice-reitor da Universidade Católica e Diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, falou sobre o livro que organizou com o Padre Américo de Aguiar.

No final falou o Bispo do Porto D. Manuel Clemente agradecendo as intervenções efectuadas e recolocando-se ao serviço da Diocese do Porto, em  tudo o que lhe for solicitado, dispondo-se em seguida a autografar as dezenas de livros que tinham sido vendidos  a todos os presentes que os quiseram adquirir, terminando assim a sessão comemorativa, cerca das 19 horas.

(Junto algumas fotos que recolhi de telemóvel, dos dois acontecimentos)

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                    Local da capela             Bênção por D. Manuel Clemente

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    Altar de N. Senhora da Lapa

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        Assistência na Nave da Igreja dos Clérigos

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Entrega da Medalha da Irmandade dos Clérigos

 

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Discurso de Agradecimento de D. Manuel Clemente

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Post

24-3-13  -  22H50

ANTÓNIO FONSECA

BÊNÇÃO DE RAMOS E PROCISSÃO em DOMINGO da PAIXÃO DO SENHOR - 24 de Março de 2013

 

Em Domingo de Ramos ou da Paixão do Senhor a Comunidade da Igreja de São Paulo do Viso, (apesar do tempo incerto – tinha chovido bastante cinco minutos antes) resolveu comemorar a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes da Sua Última Ceia, da Sua prisão, da Sua Paixão; da Sua Crucifixão; da Sua Morte na Cruz e da Sua Ressurreição em dia de Páscoa, levando a efeito a Bênção dos Ramos e em seguida uma procissão ao longo de toda a Rua do Padre Francisco Rangel e até à Igreja, tendo comparecido algumas dezenas de paroquianos.

 

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Segue-se uma pequena reportagem fotográfica:

 

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Post em

24-3-13  -  11,50 horas

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1597-8 - Encontro diário com Deus - DOMINGO DE RAMOS -

Nº 1597-8

Do livro  – Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br

Pensamento do Dia

No peito eu levo uma cruz, no meu coração o que disse Jesus.

Padre Zezinho

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Deus não se apresenta aos nossos seres finitos como uma Coisa já completamente acabada que vamos abraçar.

Deus é, antes, para nós o eterno Descobrimento e o eterno Crescimento.

Quanto mais julgamos compreendê-lo, mais Ele se mostra diferente do que julgávamos.

Quanto mais julgamos tê-lo agarrado, mais Ele recua, atraindo-nos para as profundezas de Si próprio.

Quanto mais nos aproximamos d’Ele, por todos os esforços da natureza e da graça, mais Ele aumenta com o mesmo movimento a sua atração sobre as nossas potências, e a receptividade das nossas potências a essa divina atração.

 

Teilhard de Chardin

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NOTA:

Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:

Todos os direitos reservados.

Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

Obrigado e desculpem.

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1599-7 - REZAR NA QUARESMA - DOMINGO DE RAMOS - 24 de Março de 2013

Nº 1599-7

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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24 de MARÇO de 2013

DOMINGO DE RAMOS

(PAIXÃO DO SENHOR)

(Domingo)

Lucas 19, 28-40

Se eles se calarem,

as pedras gritarão!

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É de bom tom dizer-se crente…

Desde que não se leve a fé muito a sério.

É politicamente correto admirar Jesus

Mas já não convém reconhecê-lO,

com as palavras e com a vida,

como Filho de Deus.

E, contudo…

são cada vez mais os que levantam a voz para aclamar Jesus como Salvador!

 

»»»»»»»»»»

Quero a coragem de gritar o meu louvor!

Quero trazer para a praça pública

as maravilhas que fizeste na minha vida.

Quero dizer a todos que Tu me libertaste.

Quero que a minha vida seja testemunho

da tua bondade em mim.

 

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NOTA:

Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

  • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
  • Uma frase bíblica em destaque;
  • Uma imagem para te ajudar a pensar;
  • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
  • Uma proposta de oração.

Não tenhas medo desta aventura da fé

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Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

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António Fonseca

Endereço principal: antoniofonseca1940@hotmail.com

Endereço secundário: antoniofonseca40@gmail.com

Endereço do blogue: http://confernciavicentinadesopaulo.blopgspot.com

Nº 1598 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA (96) - 24 de Março de 2013

Nº 1598 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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LEÃO XIII

Leão XIII

Leão XIII

(1878-1903)

Alguns governos pretendiam um papa acessível e contemporizador, orquestrando uma campanha para provocar a desordem e um cisma, mas o consistório de 61 cardeais elegeu, logo no segundo dia de reuniões, em 20 de Fevereiro de 1878, o cardeal Pecci, que tomou o nome de Leão XIII.

O pontificado iniciou-se com grandes dificuldades, dadas as ideologias liberais que grassavam por toda a Europa.

Na Itália, poucos meses depois da eleição, Leão XIII assiste impotente ao roubo de bens pertencentes a conventos por parte do governo, que suprime associações católicas de apostolado e de ensino do catecismo.

Na França, os operários da Internacional Socialista exaltavam a Comuna, profanavam Igrejas e prendiam e matavam, os católicos mais influentes.

Em Portugal, a situação também não era melhor, com a opinião pública a ser influenciada por ideias laicistas.

Leão XIII, no meio desta onda de anticlericalismo, mostrou-se um papa excecional, pois em vez de recorrer a protestos veementes prefere a diplomacia e obtém excelentes resultados.

Em 1882 restabeleceu as relações  entre o Vaticano e a Prússia e resolve os diferendos com a Suíça e diversos países da América Latina. Melhora as relações com a Espanha, a Inglaterra, os Estados Unidos e com a França, enviando ao episcopado francês a encíclica Nobilissima Gallorum Gens, exorta os católicos a manterem a atividade política, prescindindo da legitimidade, monárquica ou republicana, indiferente para a vivência da fé. Esta atitude condescendente do papa agradou a muitos católicos e evitou uma ruptura completa entre a França e Roma.

Em 1888, na encíclica Libertas, traça com lucidez a fronteira entre o permanente e o mutável, o admissível e o respeitável, em assuntos como as relações entre o poder temporal e o poder espiritual, ou a noção da liberdade de consciência, de culto e de imprensa.

A sua formação humanista dá corpo a uma doutrina de grande lucidez e transcendência.

Na encíclica Incrustabile Dei, de 21 de Abril de 1878, expôs os males e os erros que oprimem e pervertem a sociedade, refuta a calúnia dos que acusam a Santa Sé como obstáculo à civilização e condena os usurpadores dos Estados Pontifícios e dos direitos da Igreja. Rejeita os erros do socialismo, destruidores da autoridade, da prosperidade, da família e da religião e exorta os governantes a aceitar o auxilio da Igreja, recomendando aos bispos a criação de associações católicas de operários.

Em 4 de Agosto de 1879, publica a encíclica Aeterni Patris, elogiando a doutrina filosófica de São Tomás de Aquino e recomendando o seu ensino à juventude.

Em 3 de Dezembro de 1880, a encíclica Sancta Dei Civitas, dirigida ao campo missionário, tem por objecto a Propagação da Fé, as obras da Santa Infância e as escolas católicas do oriente. A encíclica seguinte, Grande munus, foi dirigida aos cismáticos dos povos eslavos, em que lembra o que durante séculos os seus antecessores tinham feito por eles. Esta encíclica teve grandes repercussão e, no ano seguinte, uma peregrinação de 1200 eslavos dirigiu-se a Roma para saudar o papa. Ainda em 1881, surge nova encíclica sobre o matrimónio cristão, recordando os deveres dos pais para com os filhos, vítimas do divórcio.

O czar da Rússia, Alexandre I, morre em Março de 1881, vítima de um atentado à bomba, e Leão XIII aproveita o acontecimento e publica a encíclica Diuturmum, lembrando aos governantes os princípios do catolicismo contra os crimes e injustiças entre os homens.

Atento à ciência, reorganiza o observatório astronómico do Vaticano, e, para incrementar os estudos bíblicos, escreve a encíclica Providentissimus Deus, expondo os princípios da hermenêutica.

Nova encíclica, agora sobre a Maçonaria, o seu carácter anti-religioso e as suas influências perniciosas, é publicada em 20 de Abril de 1884, com o título Humanum Genus. No ano seguinte, a encíclica Imortale Dei, sobre a constituição cristã dos estados, e, em 10 de janeiro de 1890, a encíclica Sapientiae Christianae complementa a anterior e expõe os deveres dos católicos na sociedade. Esta encíclica recebeu elogios unânimes, mesmo dos não afectos à Igreja.

Em 1891, a encíclica Christianum, condena a escravatura nalgumas regiões de África.

À doutrina liderada por Isaac Hecker, nos Estados Unidos, responde Leão XIII, com a carta Testem benevolentiae, de 22 de Janeiro de 1899, que levou o movimento a submeter-se.

A luta de classes e do operariado leva Leão XIII a publicar a sua mais famosa encíclica, a Rerum Novarum, de 15 de Agosto de 1891, estabelecendo as bases justas para as relações entre patrões e operários, com a interpretação de direitos e deveres, com interesses solidários entre o capital e o trabalho. Esta encíclica foi acolhida com entusiasmo e apoio por todo o mundo e muitos trabalhadores acorrem a Roma para testemunhar a sua gratidão ao papa. A encíclica Graves communi, de 1901, terá encaminhado os católicos para as democracias cristãs.

Em Abril de 1895, Leão XIII envia uma carta apostólicas aos Ingleses para procurarem o reino de Cristo na unidade da fé e, meses depois, nova carta, a Apostolicae curae, declarando inválidas e nulas as ordenações segundo o rito anglicano. Em 29 de Junho de 1896, a enciclica Satis cognitum esclarece que a verdadeira união entre cristãos só pode verificar-se com a cabeça visível da Igreja.

Procurando o incremento da fé, escreve encíclicas para fomentar a recitação do rosário, a devoção a São José e à Sagrada Família e as encíclicas Provida matris, de 5 de maio de 1895, sobre o modo de celebrar o Pentecostes, e a Divinum illud munus, de 1897, sobre as operações do Espírito Santo na Igreja e nas almas.

Mencionem-se ainda enciclica Annum Sacrum, de 25 de maio de 1899, para promover a devoção do Sagrado Coração de Jesus, e a Mirae caritatis, de 1902, exaltando o culto da eucaristia.

Celebrou o Ano Santo com o jubileu de 1900, levando a Roma milhares de peregrinos, e a enciclica Tametsi, de Novembro de 1900, é uma exaltação a Cristo como redentor da humanidade.

Nos últimos anos do seu pontificado, mostrou menos rigidez na sua atitude política, mas recuperou para a Igreja o prestigio perdido nos últimos séculos em todo o mundo.

Leão XIII faleceu aos 93 anos de idade, depois de ter celebrado o jubileu dos 25 anos do seu pontificado.

 

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Continua:…

Este Post era para ser colocado em 24-3-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1599 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - DEUTERONÓMIO (29) - 24 de Março de 2013

24 de Março de 2013
Nº 1599 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1597

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS (Estes já estão…) – Faltam apenas 1030 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1599 - 2ª Página

24 de Março de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

DEUTERONÓMIO
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Mapa antigo de Israel

DEUTERONÓMIO

Terceiro Discurso de MOISÉS

29  -  A RENOVAÇAO DA ALIANÇA «São estas as palavras da aliança que o Senhor ordenou a Moisés que concluísse com os filhos de Israel, no país de Moab, independentemente da aliança que firmara com  eles no Horeb.

Moisés convocou todo o Israel e disse-lhe: «Viste tudo o que o Senhor fez diante de teus próprios olhos na terra do Egipto, ao Faraó, aos seus servidores a todo o país, as grandes provas de que teus olhos foram testemunhas, esses sinais e esses prodígios extraordinários. E, até hoje, o Senhor não vos deu ainda um coração para sentir, olhos para ver, nem orelhas para ouvir (Jo 8, 43; Act 28, 26 s; Rom 11, 8, 10). Conduzi-vos durante quarenta anos pelo deserto, as vossas vestes não se deterioraram, sobre o vosso corpo e o calçado dos vosso pés não se rompeu (Am, 2, 10; Act, 13, 18). Não comestes pão, não bebestes vinho, nem qualquer outra bebida forte, a fim de que aprendêsseis que o Senhor é vosso Deus. Chegastes assim a esta região, e Sehon, rei de Hesbon, e Og, rei de Basan, saíram ao nosso encontro, para nos dar combate; mas nós derrotá-mo-los. Depois, conquistamos a sua terra, que demos como herança à tribo de Ruben, à de Gad e à meia tribo de Manassés. Observai, pois, as palavras desta aliança, ponde-as em prática, para serdes bem sucedidos em todas as vossas obras. Estais, hoje, todos na presença do Senhor, vosso Deus, vossos chefes, vossas tribos, vossos anciãos, vossos oficiais, todos os cidadãos de Israel, vossos filhos, vossas mulheres e o estrangeiro que está nos teus campos, desde o rachador de lenha até ao distribuidor da água, a fim de entrardes na aliança do Senhor, teu Deus, aliança garantida com juramento que o Senhor, teu Deus, faz hoje contigo, querendo fazer de ti o seu povo e Ele proprio ser o teu Deus, como jurou e prometeu a teus pais, Abraão, Isaac e Jacob. E não é só convosco que institui esta aliança e este pacto, é também com  todos aqueles que hoje estão aqui junto de nós, na presença do Senhor, nosso Deus, e também com todos aqueles que, neste dia, não estão aqui ao nosso lado.

Sabeis de que maneira vivemos no Egipto, e conheceis as vossas peregrinações através dos povos por onde passámos; vistes as suas abominações e os seus ídolos imundos de madeira e de pedra, de prata e de oiro, divinizados por eles. Não haja entre vós homem ou mulher, família ou tribo, cujo espírito seja hoje infiel, nosso Deus, para servir os deuses dessas nações; não haja entre vós raiz que produza frutos venenosos e amargos. Quer dizer, que ninguém, ao ouvir os termos deste juramento, se lisonjeie no seu coração, dizendo: «Serei feliz, entregando-me às inclinações do meu coração; e então a paixão saciada arrastá-lo-á à sofreguidão. O Senhor jamais consentirá em perdoar-lhe ! A cólera e a indignação do Senhor inflamar-se-ão contra esse homem, todas as maldições contidas neste livro cairão sobre ele, e o Senhor apagará o seu nome debaixo do céu . O Senhor marcá-lo-á, para sua desgraça, entre todas as tribos de Israel, infligindo-lhe todas as maldiçoes da aliança, mencionadas neste livro da lei.

Quando as gerações futuras, vossos descendentes, que tiverem nascido depois de vós, e o estrangeiro, vindo de uma região longínqua, observarem as chagas desse país e as calamidades com  que o Senhor o tiver afligido – terra de enxofre e de sal, por toda a parte calcinada, inculta e improdutiva, na qual não crescerá uma só erva, arruinada como Sodoma e Gomorra, Adma e Seboim, que o Senhor destruiu na Sua cólera e no Seu furor – e quando todos esses povos disserem: «porque terá o Senhor tratado assim este país? Donde lhe vem essa grande cólera?». Ser-lhes –á respondido : «Porque abandonaram a aliança que o Senhor, Deus de seus pais, fizera com  eles quando os tirou do Egipto; porque serviram deuses estrangeiros e prostraram-se diante deles, deuses desconhecidos, que o Senhor lhes não tinha dado por herança. A cólera do Senhor inflamou-se contra esse país, a tal ponto que dirigiu contra ele todas as maldiçoes escritas neste livro. O Senhor arrancou-os do seu solo com animosidade e indignação extremas e exilou-os numa terra estranha, como se vê hoje (Jer 12, 14; 21, 5).

As coisas ocultas pertencem ao Senhor, nosso Deus, mas as coisas reveladas são para nós e nossos filhos até às derradeiras gerações, a fim de que ponhamos em prática todas as palavras desta lei.

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Os Dez Mandamentos

Discursos de Moisés durante o Êxodo e Apêndice relatando a fim da sua atuação e a sua morte,

antes de chegar à Terra Prometida

Textos do LivroDEUTERONÓMIOdo ANTIGO TESTAMENTO

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24 de MARÇO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
000000000000000000000000000000
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Nº 1599-(5) - SALMOS - DOMINGO DE RAMOS - 24 de Março de 2013

Nº 1599 - Salmos
DOMINDO DE RAMOS
ANO C

24 de Março de 2013

Missa do Dia


Salmo 21 (22)


Refrão


Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?

Salmo

Todos os que vêm escarnecem de Mim,
estendem os lábios e meneiam a cabeça:
“Confiou no Senhor, Ele que o livre,
Ele que o salve, é seu amigo”.
 

Refrão

Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?

Salmo

Matilhas de cães me rodearam,
cercou-me um bando de malfeitores.
Trespassaram, as minhas mãos e os meus pés,
posso contar todos os meus ossos
 
 
Refrão

Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?

Salmo

Repartiram entre si as minhas vestes
e deitaram sortes sobre a minha túnica.
Mas Vós, Senhor, não Vos afasteis de mim,
sois a minha força, apressai-vos a socorrer-me.
 
Refrão

Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?
 
Salmo
 
Hei-de falar do vosso nome aos meus irmãos.
Hei-de louvar-Vos no meio da assembleia.
Vós que temeis o Senhor, louvai-O,
glorificai-O, vós todos os filhos de Jacob,
reverenciai-O, vós todos os filhos de Israel.
 

Refrão

Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?

 


ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO

Refrão

Louvor a Vós, Rei da eterna glória,
louvor a Vós.

Cristo obedeceu até à morte e morte de cruz.
Por isso Deus O exaltou
e Lhe deu o nome que está acima de todos os nomes.
 

Louvor a Vós, Rei da eterna glória,
louvor a Vós.


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Post em 24-3-13 – 9,55 h
ANTÓNIO FONSECA