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sexta-feira, 29 de março de 2013

Nº 1602-8 - Encontro diário com Deus - 29 de Março de 2013

Nº 1602-8

Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br

Pensamento do Dia

Cristo morreu por todos, embora nem todos o saibam ou o aceitem.

 

Papa Bento XVI

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Junto à Cruz

Suplicamos-Te, Senhor, que a nossa oração seja coparticipante com a tua, no Jardim do Getsémani e na Cruz, e, também, com a de Maria, ao pé da Cruz, àquela do bom ladrão que se oferece a Jesus e revê a sua vida, salva pela misericórdia de Deus.

Essa oração não é apenas para nós, é para toda a Igreja, para todos aqueles que tu nos confiaste, e por todos aqueles que lutam para ver em suas vidas o sinal da Redenção.

Concede-nos a graça de ser, para todos, um auxílio, um sustento, um momento de luz; concede-nos a graça de fazer sentir a todos – como ao ladrão na cruz  -  que são amados, compreendidos, perdoados, e de participar a todos a misteriosa maternidade de Maria junto à Cruz. Nós te suplicamos, Pai, por Jesus Cristo Nosso Senhor.

 

Cardeal Carlo Maria Martini

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NOTA:

Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:

Todos os direitos reservados.

Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

Obrigado e desculpem.

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1604-7 - REZAR NA QUARESMA - SEMANA SANTA - 6ª feira - 29 de Março de 2013

Nº 1604-7

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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29 de MARÇO de 2013

SEMANA SANTA (ou MAIOR)

Morte e enterro do Senhor

(Sexta-feira)

Salmo 31

Nas tuas mãos entrego o meu espírito.

 

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Sem reagir à violência.

Sem renunciar à Verdade.

Jesus permanece fiel ao amor até ao fim.

Até ao extremo.

Na Cruz,

quase não tem controlo sobre a sua vida.

Só pode partilhar o amor e a esperança com um outro condenado.

E confiar a sua vida ao amor poderoso de Deus.

 

»»»»»»»»»»

Senhor Jesus,

contagia-me com a Tua confiança no Pai.

Ensina-me a permanecer fiel,

nos bons e nos maus momentos.

Ajuda-me a viver por amor,

mesmo junto à Cruz.

 

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NOTA:

Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

  • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
  • Uma frase bíblica em destaque;
  • Uma imagem para te ajudar a pensar;
  • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
  • Uma proposta de oração.

Não tenhas medo desta aventura da fé

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Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

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António Fonseca

Endereço principal: antoniofonseca1940@hotmail.com

Endereço secundário: antoniofonseca40@gmail.com

Endereço do blogue: http://confernciavicentinadesopaulo.blopgspot.com

Nº 1603 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (101) - 29 de Março de 2013

Nº 1603 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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PAULO VI

Paulo VI

Paulo VI

(1963-1978)

Ainda cardeal, entusiasmado com o Concilio Vaticano II, em Janeiro de 1959 escreveu: «A história descobre-se a nossos olhos com imensas perspectivas e durante séculos (…) a Igreja será o foco dos pensamentos e das preocupações dos homens (…) aparecerá como guarda das palavras divinas e dos destinos humanos

Depois der ser eleito, ao quinto escrutínio, em 21 de Junho de 1963, o cardeal Montini, que tomou o nome de Paulo VI, disse na sua primeira mensagem: «Dedicaremos a maior parte do nosso pontificado à continuação do Concílio Ecuménico Vaticano II, até que todos os homens de boa vontade o escutem (…) Queremos consagrar a esta tarefa todas as energias que o Senhor nos deu, para que a Igreja Católica, que brilha no mundo como um estandarte erguido sobre todas as nações distantes, possa atrair até si todos os homens pela sua grandeza, pela renovação das suas estruturas e pela multiplicidade das suas forças, qualquer que seja a tribo, língua, terra ou nação».

Em 4 de janeiro de 1964 vai a Palestina, sendo o primeiro papa a sair de Itália de avião, visitando Jerusalém, Nazaré e Belém, tomando parte numa via-sacra celebrada no Getsémani. Encontra-se com o patriarca de Constantinopla, Atenágoras I, fazendo votos para a aproximação entre as duas Igrejas.

Em 2 de Dezembro de 1964 inicia uma visita à Índia, onde, em Bombaim, exortou os representantes das religiões não cristãs à mútua compreensão e amor para a construção do futuro comum da humanidade.

Em Outubro de 1965 toma parte numa cimeira da ONU, em Nova Iorque, para advogar a paz mundial entre as nações.

No encerramento do Concilio Vaticano II, em 8 de Dezembro de 1966, na missa celebrada por 2300 padres conciliares. Paulo VI dirige-se aos fiéis que enchem a Basílica e a Praça de São Pedro e aos homens do mundo inteiro, dizendo: «Para a Igreja Católica não há ninguém estranho, excluído ou distante. Também para vós que não nos conheceis, ou não compreendeis, ou não nos julgais úteis e necessários e amigos vossos; para vós que, talvez procurando proceder bem, nos combateis, vai a nossa saudação sincera e cheia de esperança, de estima e de amor».

Ao receber o arcebispo de Cantuária, Dr. Ramsey, Paulo VI teve um gesto muito aplaudido, quando tirou o seu anele o colocou no dedo do visitante, o presidente da Comunhão Anglicana.

Na sua quarta viagem, Paulo VI veio a Portugal, em 13 de maio de 1967, para as comemorações (50º ano) das aparições da Santíssima Virgem, em Fátima e o 25º aniversário da consagração do Imaculado Coração de Maria. A sua presença na peregrinação à Cova da Iria ocasionou uma afluência de cerca de um milhão e meio de peregrinos. de Fátima, lançou Paulo VI um apelo a todos os homens: «Homens, dizemos neste momento singular; procurai ser dignos do dom divino da paz. Homens, sede homens, sede bons, abri-vos à consideração do bem total do mundo».

Em Julho de 1967 desloca-e a Istambul, Éfeso e Esmirna, na Turquia, para homenagear os diversos concílios ecuménicos ali realizados, encontrando-se, de novo, com o patriarca Atenágoras I.

E Paulo VI não pára. Em Agosto de 1968 preside em Bogotá, na Colômbia, ao 39º Congresso Eucarístico Internacional e ai inaugura a sede da CELAM (Conferencia Episcopal Latino-Americana).

A missa de Natal de 1968 é celebrada com os operários do Centro Siderúrgico de Taranto e no início de 1969 está persente em Genebra por ocasião do 50º aniversário da OIT (Organização Internacional do Trabalho).

O continente africano recebe a sua visita de 31 de Julho a 3 de Agosto de 1969. No Uganda, onde procede ao encerramento da primeira assembleia do SECAM (Simpósio dos Bispos de África e Madagáscar), afirmou: «Podeis e deveis ter um cristianismo africano».

Em Novembro de 1970 viaja até ao Extremo oriente, visitando o Paquistão, Filipinas, Samoa, Austrália, Indonésia, Hong Kong e Ceilão, sempre recebido com o maior entusiasmo.

Na noite de Natal de 1974, a cerimónia de abertura da «Porta Santa» no início do Ano Santo foi pela primeira vez transmitida pela televisão para todo o mundo.

Paulo VI teve uma atividade pastoral intensa, deixando documentos de inegável valor.

No final de 1963, cinco meses após a sua eleição, publicou o motu próprio intitulado Pastoral munus, sobre as faculdades e privilégios concedidos aos bispos, seguido do documento Sacram Liturgiam, estabelecendo a entrada em vigor das prescrições da Constituição sobre a Sagrada Liturgia, aprovada pelo Concilio Vaticano II, em 4 de Agosto de 1963.

A sua enciclica Ecclesiam suam, de 6 de Agosto de 1964, explica os campos a percorrer pela Igreja no cumprimento do seu mandato. E publica outras encíclicas. A Mysterium fidel sobre a doutrina eucarística, seguida do motu próprio conhecido como Ecclesiae Sanctae, com normas para a aplicação de alguns decretos conciliares.

Em 1967, na célebre enciclica Populorum progresso, texto-base da Comissão Pontifícia Justitia et Pax, augura um mundo mais justo e fraterno, fala do desenvolvimento  como expressão de paz e afronta o problema da fome no mundo. Faz um apelo a favor dos povos africanos, recordando a ação dos missionários. Condena o racismo e as despesas com armamento.

A 24 de Junho de 1967 apresenta a enciclica Sacerdotalis celibatum, na qual, depois de analisar as objeções, expõe as razões pelas quais a Igreja não pode ceder na questão do celibato no clero.

Nesse ano publica ainda o motu próprio intitulado Pro comperto sane, de 12 de Agosto, e a constituição Regimini Ecclesiae universae, de 15 de Agosto, que reforma a Cúria, limitando-lhe os poderes.

Em 25 de Julho de 1968 aparece a enciclica Humanae vitae, sobre o problema da regulação da natalidade. Esta enciclica agitou a opinião pública mundial. Em 21 de Novembro de 1970 o motu próprio conhecido como Ingravescentem aetatem estabelece para os cardeais aos 80 anos como idade-limite para a participação em conclaves e para os bispos residenciais marca a resignação aos 75 anos. Em 4 de Outubro de 1970 tinha distinguido Santa Teresa de Jesus e Santa Catarina de Sena como Doutoras da Igreja.

Em 14 de Maio de 1971 publica a carta apostólica Octagesima adveniens,a propósito dos 80 anos da enciclica Rerum novarum, de Leão XIII, seguida, pouco depois, pela instrução pastoral Communio et progressio, sobre a recta aplicação do decreto conciliar sobre os meios de comunicação, e da exortação apostólica Evangélica testeficatio, sob re a renovação da vida religiosa. Em 15 de Agosto de 1972, com os motu proprio intitulados Misteria quaesam e Ad pascendum, estabelece as normas relativas ao leitorado, acolitado e diaconado.

O ano de 1974 ficou marcado pelo aparecimento de três exortações apostólicas Marialis cultus, sobre a renovação da piedade mariana. Nobis in Domino sobre as necessidades da Igreja na Terra Santa, e Paterna benevolentia, sofre a reconciliação no interior da Igreja.

O Ano Santo de 1975 ficou assinalado pela exortação apostólica Gaudete in Domino, sobre a alegria cristã, a constituição Romano Pontífice eligendo, com normas rigorosas para o tempo de sede vacante e eleição papal, e ainda a exortação Evangelil nuntiandi, sobre o empenhamento do clero na evangelização.

Merece ainda destaque o motu próprio conhecido como mutual relationes de 20 de Abril de 1978 que estabelece os critérios diretivos entre bispos e religiosos.

Paulo VI teve uma atividade pastoral empenhada no diálogo com o mundo, mostrando-se um perito em humanidade.

Ao falecer, desapareceu um grande papa, que foi o obreiro do Vaticano II, um papa que reformou a Cúria romana, que determinou o sínodo dos bispos como órgão consultivo, que se mostrou a favor da abertura social nas relações entre os povos, da emancipação das mulheres e da liberalização da cultura. Um papa que esteve contra a pílula e abolição do celibato do clero.

No seu testamento, datado de 30 de Julho de 1966, diz: «Desejo que o meu funeral seja simplicíssimo e não desejo nem túmulo especial nem qualquer monumento. Alguns sufrágios, factos de beneficência e orações».

De acordo com a sua vontade, os seus restos mortais repousam no pavimento da capela de Donatello, no Vaticano.

 

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Continua:…

Este Post era para ser colocado em 29-3-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1604-1 - (88-13) - SANTOS DE CADA DIA - SEXTA-FEIRA SANTA - 29 de Março de 2013

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1604

29 de MARÇO de 2013

 

Bom

ANO  D 2 0 1 3


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SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO E MORTE DO SENHOR

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Nº 1604-1 - (88-13)


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E U  S O U

AQUELE  QUE  SOU

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Nº 1604-1 - (88-13)


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EUSTÁSIO, Santo

Abade (629)
 
Santo Eustásio, discípulo de São Columbano, e seu imediato sucessor na famosa abadia de Luxeuil, nasceu nos fins do século VI. O seu tio São Mieto, bispo de Langres, encarregou-se de o educar.
Descobrindo cada dia novos perigos no século, resolveu Eustásio buscar no deserto o que não achava no tumulto do mundo. Havia dois ou três anos que São Columbano, monge irlandês, viera procurar na França um deserto próprio para lhe satisfazer o desejo que tinha de passar os dias nos rigores da mais austera penitência. tendo-se retirado para um ermo, situado no Franco Condado, Fundou o famoso mosteiro de Luxeuil, que por muitos séculos foi seminário de santos, e onde logo desde o principio se contaram uns 600 religiosos.
Eustásio foi um dos primeiros que se alistaram sob a disciplina de São Columbano. Em pouco tempo, causou viva admiração, copiando no novo mosteiro a santidade dos monges do Oriente. Mas não durou muito a calma. Vendo o mosteiro exposto às violências dos ministros régios, Eustásio retirou-se, com São Gal, para os estados de Teodeberto, que os tomou debaixo da sua proteção. E São Columbano, que havia á embarcado no porto de Nantes, foi arrojado por uma tempestade às costas da Bretanha. Por este facto conheceu não ser vontade de Deus que tornasse a passar o mar; e tendo notícia da boa recepção encontrada pelos discípulos, tomou o caminho da Austrásia.
O príncipe deu a escolher a Columbano o lugar que quisesse dentro dos seus domínios. Aceitou o santo a oferta; e levando consigo Eustásio e Gal, subiu até às últimas extremidades do lago de Constança, entrou no país dos suíços e, pregando em todas as partes a fé de Jesus Cristo, parou no território de Bregentz, onde fundou novo mosteiro. Tendo aqui notícia de que alguns seculares se haviam apoderado duma parte do convento de Luxeuil, e ameaçavam expulsar dele todos os monges, enviou-lhes Santo Eustásio na qualidade de abade.
Custou muito ao mestre e ao discípulo esta separação; mas era indispensável o sacrifício. Eustásio, em Luxeuil, de tal modo soube ganhar o coração dos usurpadores que o deixaram senhor de todo o mosteiro. E o novo abade dedicou logo todos os cuidados ao restabelecimento da disciplina monástica. Havendo Clotário II reunido em uma só monarquia a Borgonha, a Austrásia e a França, por morte dos reis Teodeberto e Thierry, desejou ter dentro do seu reino São Columbano. Com este intento, enviou Santo Eustásio a convidá-lo a voltar para Luxeuil; porém, Columbano entendeu que Deus não queria a sua saída de Itália; e mandou ao santo abade que voltasse ao governo do seu mosteiro.
O vasto zelo de Eustásio não podia estar circunscrito às paredes monásticas; levou a luz do Evangelho até aos bávaros, fazendo em toda a parte muitas conversões.
Mas o demónio, para contrabalançar a guerra que Eustásio lhe fazia, empreendeu quebrantar a ordem e a disciplina no mosteiro de Luxeuil, valendo-se para isso dum falso monge, Agréstio, ou Agrestino, que tinha sido secretário do rei Thierry e havia tomado hábito em Luxeuil, deixou o deserto, de que já estava enfastiado e, sem qualquer missão legítima, saiu a pregar aos gentios. Como porém o fruto e aplauso não correspondessem ao que se lhe havia figurado, precipitou-se no cisma dos habitantes de Aquileia.
Intentou Eustásio fazê-lo reentrar nos seus deveres, mas encontrou um espírito rebelde, cuja pretensão não era menos que fazer condenar pelo concílio de Macon as Regras de São Columbano, e que se extinguisse o mosteiro de Luxeuil. Com efeito, apesentou ao concílio muitos capítulos de acusação contra a nova Regra.
Eustásio refutou vigorosamente no concílio as calúnias de Agrestino e defendeu o seu santo instituto: mas Agrestino, cerrando os ouvidos aos amorosos conselhos do seu abade, morreu desgraçadamente às mãos de um seu criado.
Santo Eustásio chorou-o, assim como o fim desventurado dalguns outros que este cismático havia seduzido: mas o Senhor consolou-o abundantemente pela insigne virtude doutros discípulos. E teve o conforto de ver estabelecido no seu mosteiro de Luxeuil o coro perpétuo, de dia e de noite, com mais de 600 monges, que, sucedendo-se continuamente uns aos outros, cantavam sem cessar louvores ao Senhor.
No meio de exercícios de mortificação, assaltou Eustásio uma violenta e dolorosa enfermidade. tendo passado trinta dias crucificado pelas mais vivas dores, cheio de merecimentos e favorecido com o dom dos milagres, morreu em Luxeuil, no ano de 629, com cerca de sessenta anos de idade e mais de trinta no referido mosteiro.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

PAULA GAMBARA, Beata 

Religioso (1304-1346)

Paula Gambara nasceu, de nobre família de Bréscia, na Alta Itália: deu na mocidade mostras de afastamento do mundo e de simpatia pela solidão; mas os pais não fizeram caso e casaram-na com Luís Costa, conde de Benasco. A inclinação pelos prazeres que professava o marido podia constituir para ela um perigo: mas Deus enviou-lhe um guia seguro e experimentado, na pessoa de Ângelo de Chivasso, frade menor da observância. Paula, por ele dirigida, revestiu o hábito da ordem terceira, consagrou a vida ao alivio dos pobres e aos exercícios de piedade. Este género de vida e a prática das boas obras desagradaram ao marido, embora ele tivesse de reconhecer que Deus as favorecia: um dia em que ela transportava, nas pregas do vestido, um pão destinado aos desgraçados, o conde encontrou-a e quis ver o que ela tão bem escondia; não viu senão rosas frescas e bem cheirosas.

Permitiu Deus que Paula tivesse de sofrer com a desordem e a libertinagem de Luís Costa. Este chegou ao ponto de infligir à esposa tratamentos indignos; e até os criados, imitando o senhor, não lhe poupavam desprezo nem insultos. A estas perseguições sempre ela opôs angélica mansidão e paciência levada até ao heroísmo: retirada no seu oratório, prostrada aos pés da cruz, pedia pela conversão do marido. E essa oração veio finalmente a ser ouvida: o conde entrou em si mesmo, converteu-se com sinceridade e por fim deixou a Paula liberdade completa para as suas obras.

Depois da morte dele, a piedosa condessa constituiu-se humilde Serva dos desgraçados e consagrou os rendimentos para os aliviar. Morreu em Benasco, a 24 de Janeiro de 1505.

Gregório XVI (1831-1846) aprovou o culto imemorial que os povos prestavam a esta santa viúva.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

AGOSTINHO SPÍNOLA, Beato

Bispo (1597-1649)

Nasceu em Génova no ano de 1597 e faleceu em Sevilha em 1649. Ainda muito novo, trouxeram-no para a corte de Espanha, onde foi pajem. Depois de estudar em Alcalá, voltou a Madrid, onde a notícia do falecimento da mãe o acabou de resolver a abraçar o estado eclesiástico.

O Papa Paulo V, informado do seu grande mérito, fê-lo cardeal-diácono com  o título dos Santos Cosme e Damião (1621). Regressando ele a Espanha, Filipe IV (III de Portugal) apresentou-o para a diocese de Tortosa (1623), sendo sagrado na Capela Real no ano seguinte. deu à sua catedral uma urna de prata, com o corpo de Santo Ascênsio, mártir, Em 1627 foi o cardeal transferido para a sé arquiepiscopal de Granada e em 1630 para a de Santiago de Compostela, cuja primeira pedra de reconstrução ele iria benzer. Continuando ali, celebrou um sínodo em 1635, no qual estabeleceu leis muito salutares e santas, como diz um contemporâneo.

Mas Filipe IV considerava necessária a presença do Cardeal em Itália, para desbaratar os planos e intrigas de Richelieu, apostado a todo o custo em, indispor com a Espanha os príncipes italianos. Em 1637 despediu-se ele do Cabido de Compostela e passou a Madrid, na qualidade de Conselheiro de Estado.

Em 1642 acompanhou o rei na jornada de Aragão e, por motivo da entrada portuguesa na Galiza, resolveu deslocar-se a Pontevedra; e o rei nomeou-o governador e capitão-general interino da Galiza; desempenhou o cargo durante uns três meses. Pouco depois voltou a São Tiago.

Mas constituído arcebispo de Sevilha em 1645, tomou posse da sua última diocese, onde iria falecer uns quatro anos depois. Presidir à diocese sevilhana iria tornar bem notórias as suas excelsas virtudes, o  que já sucedera desde o período de Tortosa. E deixou ofertas e legados em notável número, que realçaram mais ainda as virtudes íntimas que possuía.

Depois duma trasladação, o corpo foi depositado, em 1710, na igreja do Colégio da Companhia de Jesus, conforme ele indicara. Foi beatificado em 1987.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

MANUEL DOMINGOS SOL, Beato

Sacerdote (1838-1909)

Sacerdote de Espanha, nascido em Tortosa em 1838 e falecido na mesma cidade em 1909. Seguiu a carreira eclesiástica com notável brilho e recebeu o presbiterado em 1860. Em 1863 foi-lhe conferido em Valência o doutoramento em teologia.

Exerceu por algum tempo, com zelo exemplar, a cura de almas em Tortosa, e a cátedra de Religião e Moral no Liceu da mesma cidade desde 1864. Os seus ministérios sacerdotais favoritos, foram o ensino do catecismo e a educação da juventude estudantil. Consagrou-se com ardoroso afã e raro tino ao ministério da direção das almas no confessionário, conseguindo formar na cidade de Tortosa e sua diocese uma verdadeira legião de excelentes mães de família e religiosas exemplares.

Foi diretor da Congregação de São Luís e fundador da revista El Congregante (O Congregado), órgão da mesma e de todas as semelhantes de Espanha. Graças a esta publicidade, organizou a famosa peregrinação da juventude espanhola a Roma em 1891. Estabeleceu conventos de religiosas em Vinaroz , Benicarló e Vali de Uxó.

Mas a sua principal glória foi ter sido apóstolo das vocações eclesiásticas em Espanha, por meio dos seus chamados Colégios de São José, para seminaristas pobres. Fundou o primeiro em Tortosa, em 1872, e passados anos em Valência, Múrcia, Orihuela, Almeria, Placência , Burgos e Toledo.

Para os dirigirem e lhes perpetuarem a existência, instituiu em 1886 a Irmandade de Sacerdotes Operários Diocesanos do Coração de Jesus. Em 1892 estabeleceu em Roma o Pontifício Colégio Espanhol de São José, para nele se educarem e cursarem altos estudos eclesiásticos, alunos distintos de todas as dioceses de Espanha. Desde 1897, como superior geral da Irmandade, aceitou a direção espiritual, disciplinar e económica dos Seminários que vários bispos lhe foram confiando: Astorga, Toledo, Saragoça, Baeza, Ciudad Real, Jaén, Barcelona, Segóvia, Tarragona, etc. .

Também se encarregou, no México, dos de Chilapa, Puebla de los Angeles, Cuernavaca e Queretáro, que as alterações políticas dessa nação o obrigaram a abandonar. Em 1895 aceitou o seminário menor de Lisboa, que por análogos motivos teve de deixar, igualmente ao cabo de poucos anos.

Estabeleceu em Tortosa e difundiu pela sua diocese várias associações, principalmente a da Adoração noturna. Na sua cidade natal fundou ele mesmo, ou cooperou na fundação de diferentes publicações periódicas como o Correio Interior Josefino, órgão dos colégios e seminários do seu Instituto.

Em 1898 encarregou-se do Templo Expiatório Nacional de S. Filipe de Jesus, na capital do México, e em 1903 inaugurou o Templo da Reparação de Tortosa, construído à sua custa. Foi incansável fomentador da devoção ao Santo Anjo Padroeiro da Espanha. Fruto póstumo destes trabalhos foi constituir-se em Madrid, em 1919, a Real Associação Nacional do Anjo da Guarda do Reino, por iniciativa do soberano Afonso XIII.

Durante toda a vida, foi inesgotável, abnegada e sempre delicadíssima a sua caridade para com os pobres. A sua cidade natal dedicou-lhe uma lápide comemorativa na casa em que o viu nascer. Em 1912 erigiu-lhe, numa praça que ainda conserva o seu nome, um monumento magnifico, obra de Querol. Em Abril de 1926 foram solenemente trasladados os seus restos mortais, desde o cemitério até ao rico mausoléu de mármores e bronzes, construído no Templo de Reparação de Tortosa. Foi beatificado em 1987.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt 

TERESA DO MENINO JESUS, Beata

MARIA DO PILAR, Beata e

MARIA DOS ANJOS, Beata

Mártires (1936)

 

Irmã Teresa do Menino Jesus

Eusébia Garcia, segundo o nome de batismo, nasceu a 5 de Março de 1909, em Mochales, Guadalajara, Espanha. Era a segunda de oito irmãos, um dos quais sacerdote chamado Julião. Seu tio, Cónego Florentino, Professor do Seminário e depois Secretário do Bispo de Siguenza, tomou conta pequenina e, juntamente com uma irmã, tia de Eusébia, educou-a piedosamente.

Desde pequena sentiu tal atração pela virtude da pureza, que aos nove anos fez voto de castidade, que daí por diante foi renovando anualmente até professar no Carmelo.

Quando estudava no Colégio, leu um livro que profundamente a impressionou e que marcou o rumo da sua vida. A História de uma Alma, Autobiografia de Santa Teresinha do Menino Jesus. No desejo de lhe imitar o exemplo, entrou no Carmelo de Guadalajara, aos 16 anos de idade, no dia 4 de Novembro de 1925. Jovem de grandes qualidades, mas também com certa altivez, combateu corajosamente as más inclinações . No seus Apontamentos Espirituais, escreveu: “Não me desanimam os meus defeitos. Pelo contrário , tenho mais ocasiões de merecer e lutar contra eles. Não gosto das vidas dos santos que só falam das suas virtudes, ocultando-lhes os defeitos e as lutas”.

Compreendendo que uma religiosa tem de  se mortificar, escreveu também: “Se sou vítima, porque me queixo quando me cravam a faca? Às vítimas destinadas ao holocausto cravavam-lhes a faca e depois queimavam-nas, para que fosse consumidas. Assim devo eu deixar que me cravem a faca, me despedaçam e me consumam”.

Assim deslizou a sua vida até que o martírio a veio colher para o céu aos 27 anos.

Irmã Maria do Pilar

Jacoba Martinez Garcia, nasceu em Terazona, a 30 de Dezembro de 1877. No convento deram-lhe o nome de Maria do Pilar. Eram 11 irmãos, dos quais oito morreram crianças. Dos três restantes, um fez-se sacerdote e as duas meninas entraram no convento das carmelitas de Guadalajara, Vivia com a sua irmã Severiana na casa do tio sacerdote. Quando esta última professou, sentiu forte apelo da graça para a imitar. Aos 21 anos de idade, no dia 12 de Outubro de 1898, festa da Nossa Senhora do Pilar, cujo nome tomou, entrou no Carmelo. No dia 15 de Outubro, festa de Santa Teresa, do ano seguinte, 1899, fez a sua profissão na Missa, cantada e pregada por seu irmão. A mãe, presente à cerimónia, exclamava ao  sair da igreja: «O Senhor fez-me feliz demais! O meu único filho é um santo e deu-me a comunhão… e as minhas duas queridas filhas estão aqui no convento, a comungar também de suas mãos”. Durante 38 anos viveu com toda a piedade e exatidão a regra do Carmelo. Ao estalar a revolução, exclama: «Se nos levarem ao martírio, iremos a cantar como as nossas irmãs mártires de Compiègne. Cantaremos: Coração Santo, tu reinarás». A 22 de Julho de 1936 dizia à Superiora: “Já pedi a Nosso Senhor que, se quiser alguma vítima, me leve a mim  e poupe as outras Irmãs”. E assim aconteceu.

Irmã Maria dos Anjos

 

Como as anteriores, também Marciana – tal era o seu nome de baptismo – , pertencia a uma família numerosa. Era a mais nova de 10 irmãos. Tendo falecido seis, ficaram quatro meninas, das quais dizia seu piedoso pai: «Quatro filhas tenho, e a minha maior alegria neste mundo seria vê-las consagradas a Deus”. E assim aconteceu.

Contava Marciana três anos quando perdeu a mãe. O pai, numa carta para uma filha, Religiosa carmelita, escrevia: “Algumas vezes, a pequenina faz-me chorar. Acorda de noite e desde a sua camita diz-me: «Papá, estamos tão sozinhos».

Aos 24 anos de idade, 14 de Julho de 1929, despede-se do seu idoso pai e entra no Carmelo de Guadalajara, onde toma o nome de Maria dos Anjos.

A sua ânsia, que o Senhor satisfez plenamente, era o martírio, como escreve nos seus Apontamentos Espirituais: “Meu Deus, recebei a minha vida entre as dores do martírio e em testemunho do meu amor para convosco».

O Martírio

As três Irmãs, Maria do Pilar, Maria dos Anjos e Teresa do Menino Jesus, tiveram de deixar, como todas as outras Religiosas, o convento no dia 24 de Julho de 1936. Apesar de terem tirado o hábito, são reconhecidas por um bando de milicianos e milicianas comunistas, uma das quais grita para os camaradas: – “São freiras! Dispara!”.

Ouvem-se tiros e silvos de balas. Como pombas perseguidas, batem as inocentes Irmãs à porta de duas famílias amigas. Como ninguém lhes abre, voltam à rua. Um tiro direto ao coração prostra no chão a Irmã Maria do Anjos, que falece pouco depois.

A Irmã Maria do Pilar teve martírio mais doloroso. As balas destroçaram-lhe a coluna vertebral, atravessaram-lhe o ventre e fracturaram-lhe um joelho e os ombros. Estendida no chão a esvair-se em sangue, um algoz ainda lhe atravessou a região lombar com um punhal. Entre horríveis tormentos, dores e sede abrasadora, exclamava, como Cristo no alto da cruz: “Tenho sede… Meu Deus, perdoai-lhes porque não sabem, o que fazem!”. Beijando o crucifixo que lhe aproximou dos lábios uma Irmã de Caridade do Hospital, para onde a irmã Pilar foi trasladada, entregou placidamente a sua alma a Deus.

A Irmã Teresa do Menino Jesus, ao fugir, viu-se  cercada por um bando de milicianos. Aparece de repente outro camarada que lhes ralha fortemente, mando-lhes soltar aquela alma inocente. Os colegas deixam-na e ele exclama em tom amigo e paternal: “São uns bandidos. Estou aqui para te proteger. Vem comigo. levo-te a um refúgio seguro. Não temas. Tem confiança em mim”. A boa Irmã deixou-se levar, acreditando nestas palavras.

Depois de atravessarem algumas ruas, chegam ao descampado, perto do cemitério. Então o lobo tira a pela de cordeiro e descobre toda a sua maldade. Promete a liberdade e um futuro belo e feliz se a Irmã ceder aos seus vergonhosos desejos. Ela repele-o energicamente e procura escapar-se. Cercam-na outros milicianos. Pretendem que dê vivas, que repugnam, à sua pureza e à sua fé. Como resposta, ouvem este grito: «Viva Cristo Rei!» Cai mortalmente ferida com o rosto por terra, trespassada pelas balas. Desfeita em sangue, sozinha como Cristo no Jardim das Oliveiras, agonizou em grande paz, com a fé e a virgindade intactas.

Assim morreram as três Carmelitas de Guadalajara que no dia 29 de Março de 1987 subiram aos altares.

 

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. A partir de Quarta-feira de Cinzas, acrescentei mais 2 páginas (uma que vigorará só na Quaresma e outra que será diária) – São elas VIVER A QUARESMA e ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS e, por conseguinte haverá mais 2 números a incluir que serão o 7 e o 8.
  • (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
  • Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.

    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.

    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).

    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
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  • António Fonseca
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    Nº 1600-5 - SALMOS - SEXTA-FEIRA SANTA – PAIXÃO DO SENHOR–29de Março de 2013

    Nº 1600 - Salmos
    SEXTA-FEIRA SANTA – PAIXÃO DO SENHOR
    ANO C

    29 de Março de 2013

    Missa do Dia


    Salmo 30 (31)


    Refrão


    Pai, em Vossas mãos entrego o Meu Espírito

    Salmo

    Em Vós, Senhor, me refugio, jamais serei confundido
    pela vossa justiça, salvai-me.
    Em vossas mãos entrego o meu espírito
    Senhor, Deus fiel salvai-me.
     

    Refrão


    Pai, em Vossas mãos entrego o Meu Espírito

    Salmo

    Tornei-me o escárnio dos meus inimigos,
    o desprezo dos meus vizinhos e o terror dos meus conhecidos:
    todos evitam passar por mim.
    Esqueceram-me como se fosse um morto,
    tornei-me como um objecto abandonado.
     
    Refrão


    Pai, em Vossas mãos entrego o Meu Espírito
     

    Salmo

    Eu, porém, confio no Senhor:
    Disse: «Vós sois o meu Deus, nas vossas mãos está o meu destino».
    Livrai-me das mãos dos meus inimigos
    e de quantos me perseguem.
     
    Refrão


    Pai, em Vossas mãos entrego o Meu Espírito
     
    Salmo

    Fazei brilhar sobre mim a vossa Face,
    salvai-me pela vossa bondade.
    Tende coragem e animai-vos,
    vós todos que esperais no Senhor.
     


    ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO

    Refrão

    Louvor a Vós, Rei da eterna glória,
    louvor a Vós.

    Cristo obedeceu até à morte e morte de cruz.
    Por isso Deus o exaltou
    e Lhe deu o nome que está acima de todos os nomes.
     

    Louvor a Vós, Rei da eterna glória,
    louvor a Vós.


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    Post em 29-3-13 – 9,55 h
    ANTÓNIO FONSECA

    Nº 1604 - 2ª Página

    29 de Março de 2013
    Nº 1604 - 2ª Página
    antoniofonseca1940@hotmail.com
    2013

    250px-12_staemme_israels_cs_thumb1_t

    Distribuição das Tribos em ISRAEL

    Nº 1604

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    Caros Amigos:
    Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

    Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
    GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS (Estes já estão…) – Faltam apenas 1030 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
    DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
    SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
    Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
    Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
    SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
    Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
    Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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    Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
    Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
    IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

    É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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    Nº 1604 - 2ª Página

    29 de Março de 2013

    ANTIGO TESTAMENTO

    DEUTERONÓMIO
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    Mapa antigo de Israel

    DEUTERONÓMIO

    Terceiro Discurso de MOISÉS

    MORTE DE MOISÉS

    34 – MORTE DE MOISÉS Subiu Moisés, das planícies de Moab para o monte Nebo, ao cimo do Pisga, que está diante de Jericó. O Senhor mostrou-lhe toda a terra desde Galaad até Dan, todo o Neftali, o território de Efraim e de Manassés, todo o território de Judá até ao mar ocidental, o Negeb, a planície do Jordão, o vale de Jericó e a cidade das palmeiras até Çoar. O Senhor disse-lhe: «Esta é a terra que jurei dar a Abraão, a Isaac e a Jacob, dizendo: “Dá-la-ei à vossa posteridade”. Viste-a com os teus olhos, mas não entrarás nelas». E Moisés, o servo de Deus, morreu ali, na terra de Moab, como o Senhor decidira. Foi sepultado no vale da terra de Moab defronte de Beath-Peor; mas ninguém, até hoje, soube o lugar da sua sepultura (Jud 9). Moisés tinha cento e vinte anos quando morreu; a sua vista nunca enfraqueceu e o seu vigor nunca se esgotou. Os filhos de Israel choraram Moisés, nas planícies de Moab, durante trinta dias. Findo esse tempo, acabaram-se os dias de pranto consagrados ao luto por Moisés (Gn 50, 3).

    Ora, Josué, filho de Nun, estava cheio do espírito de sabedoria, porque Moisés lhe tinha imposto as mãos; e os filhos de Israel obedeceram-lhe e procederam como o Senhor havia prescrito a Moisés. Nunca mais apareceu em Israel um profeta semelhante a Moisés, com quem  o Senhor falara face a face. Ninguém o igualou, quanto aos sinais e prodígios que o Senhor lhe mandou fazer no Egipto, diante do Faraó, dos seus servidores e de todo o país, nem quanto à sua mão poderosa e a todas as imponentes maravilhas que Moisés realizou na presença de todo o Israel.

     

    Tbuas-da-Lei---Moiss_thumb_thumb_thu

    Os Dez Mandamentos
     

    Finda aqui, hoje a descrição dos Discursos de Moisés durante o Êxodo

    e Apêndice relatando a fim da sua atuação e a sua morte,

    antes de chegar à Terra Prometida.

     

    Textos do LivroDEUTERONÓMIOdo ANTIGO TESTAMENTO

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    29 de MARÇO de 2013 – 10.15 h
    ANTÓNIO FONSECA
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    http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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