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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Nº 1606 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - 103.2 – 1 de Abril de 2013

Nº 1606 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

 

NOTA COMPLEMENTAR por António Fonseca

 

Em virtude da biografia do Beato João Paulo II, ser muito extensa, vou editá-la aqui neste blogue em vários capítulos e vários dias – para não cansar os meus leitores.

 

Hoje publicarei  

Encíclicas, Constituições, Cartas apostólicas, Exortações apostólicas, Cartas Apostólicas e Bulas.

 

Desculpem e Obrigado. AF.

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BEATO JOÃO PAULO II

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Beato João Paulo II

(1978-2005)

SEGUNDA PARTE

 

Encíclicas

Redemptor hominis, de 4/3/1979, salientando a dignidade humana frente aos estados totalitários e à sociedade capitalista de consumo.

Dives in Misericordia, de 30/11/1990, proclamando a necessidade de dar novo conteúdo à justiça mediante a misericórdia proclamada pela Igreja.

Laborem exercens, de 14/9/1981, elevando a dignidade do trabalho acima da oferta e da procura e apelando ao respeito devido ao homem trabalhador e para os seus direitos pessoais. Esta enciclica teve grande repercussão e mereceu de todo o povo trabalhador um agradecimento várias vezes amplamente manifestado.

Slavocum Apostoli, de 2/6/1985, no undécimo centenário dos santos Cirilo e Metódio.

Dominum et Vivificanten, de 18/5/1986, sobre o Espírito Santo na vida da Igreja e do mundo.

Redemptoris Mater, de 25/3/1987, sobre Maria no Mistério de Cristo; a Mãe de Deus no centro da Igreja peregrina e sua mediação materna.

Sollicitudo Rei Socialis, de 30/12/1987, sobre a solicitude da Igreja quanto aos problemas da ordem social.

Redemptoris Missio, de 7/12 /1990, sobre a validade permanente do mandato missionário, confiado por Cristo aos apóstolos.

Centesimus Annus, de 1/5/1991, sobre a questão social.

Veritates Splendor, de 6/8/1993, sobre os fundamentos da moral católica.

Evangelium Vitae, de 25/3/1995, sobre o valor e a inviolabilidade da vida humana.

Ut Unum Sint, de 25/5/1995, sobre o empenhamento ecuménico.

Fides et Ratio, de 14/9/1998, sobre as relações entre a fé a razão;

Ecclesia de Eucharistia, de 17 de Abril de 2003, a última, sobre a eucaristia na sua relação com a Igreja.

Constituições

Sapientia Christiana, de 15/4/1979, sobre as universidades e faculdades eclesiásticas;

Magnum Matrimonii Sacramentum, de 7/10/1982, sobre a forma jurídica do matrimónio e da família;

Sacrae Disciplinae Leges, de 25/1/1983, para promulgar o novo Código de Direito Canónico;

Divinus Perfectionis Magister, de 25/1/1983, com nova legislação para a causa dos santos;

Spirituali militum curae, de 21/4/1986, sobre a nova regulamentação à assistência espiritual aos militares;

Pastor Bonus, de 28/6/1988, sobre a reorganização da Cúria romana;

Ex Corde Ecclesiae, de 15/8/1990, sobre as universidades católicas;

Fidei Depositum, de 11/10/1992, para publicação do Catecismo da Igreja Católica;

Universi Dominici Gregis, de 22/2/1996, reforçando as regras do conclave para a eleição dos papas;

Ecclesia in Urbe, de 1/1/1998, sobre o novo ordenamento do vicariato de Roma.

Cartas Apostólicas

Rutilans Agmen, de 8/5/1979, sobre a Igreja da Polónia, no nono centenário do martírio de Santo Estanislau;

Patres Ecclesiae, de 2/1/1980, na passagem do XVI centenário da morte de São Basílio;

Amantissima Providentia, de 29/4/1980, no 4º centenário da morte de Santa Catarina de Sena;

Sanctorum Altrix, de 11/7/1980, no 4º centenário do nascimento de São Bento, patrono da Europa e mensageiro da paz;

Egregiae Virtutis!, de 21/12/1980, sobre a Igreja na passagem do ano;

A Concilio Constantinopolitano I, de 25/3/1981, pelo 1600º aniversário do I Concilio de Constantinopla e pelo 1550º aniversário do Concilio de Éfeso.

Salvifici Doloris, de 11/2/1984, sobre o sentido cristão do sofrimento humano;

Redemptoris Anno, de 20/4/1984, sobre a cidade de Jerusalém, património sagrado;

Les Grands Mystères, de 1/5/1984, sobre o problema religioso e a paz no Líbano;

Dilecti Amici, de 31/3/1985, dirigida aos jovens de todo o mundo;

Augustinum Hipponensem, de 28/8/1986, por ocasião do 14º centenário da morte de Santo Agostinho;

Sescentesima Anniversaria, de 5/6/1987, dirigida aos bispos da Lituânia;

Spiritus Domini, de 1/8/1987, por ocasião do bicentenário da morte de Santo Afonso Maria de Ligório;

Duodecimum Saeculum, de 4/12/1987, dirigida ao episcopado da Igreja Católica sobre a veneração das imagens, por ocasião do 12º centenário do II Concilio de Niceia;

Euntes In Mundum Universum, de 25/1/1988, a propósito do milénio do baptismo da Rússia;

Mulieris Dignitatem, de 15/8/1988, sobre a dignidade da mulher;

Vigesimus Quintus Annus, de 4/12/1988, a todos os irmãos no episcopado e no sacerdócio, com saudações e bênção apostólica;

Carta Apostólica, de 27/8/1989, por ocasião do cinquentenário do início da segunda guerra Mundial;

Carta Apostólica, de 7/9/1989, sobre a situação da Igreja Católica no Líbano;

Carta Apostólica, de 1/10/1989, no centenário da ação do apóstolo São Pedro;

Carta Apostólica, de 29/6/1990, sobre o 5º centenário da evangelização do Novo Mundo;

Carta Apostólica, de 25/3/1993, por ocasião da reestruturação das circunscrições eclesiásticas na Polónia;

Ordinatio Sacerdotalis, de 22/5/1994, dirigida aos bispos, decretando que a ordenação sacerdotal reservada apenas aos homens deverá ser considerada definitiva;

Tertio Millennio Adveniente, de 10/11/1994, propondo o exame final do milénio sobre as «páginas obscuras» da história da Igreja;

Orientale Lumen, de 2/5/1995, no centenário da enciclica Orientalium Dignitas, do papa Leão XIII;

Carta Apostólica de 12/11/1995, pelo 4º centenário da União de Brest;

Carta Apostólica de 18/4/1996, pelos 350 anos da União de Uzhorod;

Operosam Diem, de 1/12/1996, por ocasião do 15º centenário da morte de Santo Ambrósio;

Laetamur Magnopere, de 15/8/1997, na promulgação do Catecismo da Igreja Católica;

Divini Amoris Scientia, de 19/10/1997, na proclamação de Santa Teresa do Menino Jesus como Doutora da Igreja;

Dies Domini, de 31/5/1998, dirigida ao episcopado, clero e aos fiéis da Igreja Católica sobre a santificação do domingo;

Inter Munera Academiarum, de 28/1/1999, sobre duas academias teológicas pontifícias;

Carta Apostólica, de 20/7/2000, por ocasião do 3º centenário da União da Igreja Greco-Católica da Roménia com a Igreja de Roma;

Novo Millenio Ineunte, de 6/1/2001, dirigida ao episcopado e aos fiéis no termo do Grande Jubileu do Ano 2000.

Carta Apostólica, de 17/2/2001, por ocasião do 1700 aniversário do baptismo do povo arménio;

Carta Apostólica de 25/7/2001, dirigida ao povo católico da Hungria por ocasião do encerramento do milénio húngaro;

Misericordia Dei, de 2/5/2002, sobre alguns aspectos da celebração do sacramento da penitência;

Rosarium Virginis Mariae sul Santo Rosario, de 16/10/2002, anunciando a criação dos Mistérios Luminosos e proclamando o Ano do Rosário;

Spiritus et Sponsa, de 4/12/2003, no 40º aniversário da constituição Sacrosanctum Concilium, sobre a Sagrada Liturgia;

Mane nobiscum Domine, de 7/10/2004, dirigida ao episcopado, clero e fiéis, para o Ano da Eucaristia;

Il rapido sviluppo («O rápido desenvolvimento»), de 24/1/2005, sobre os desafios das comunicações sociais.

Exortações apostólicas

Catechesi tradendae, de 16/10/1979, com orientações para a transmissão da mensagem de Cristo nos tempos atuais;

Familiaris consortio, de 14/9/1981, sobre os problemas da família cristã;

Redemptoris donum, de 19/3/1984, sobre a consagração religiosa à luz do Mistério da Redenção;

Reconciliation et penitentia, de 11/12/1984, sobre a missão atual da Igreja na reconciliação e penitência.

Cristifidelis laici, de 30/1/1989, sobre a vocação e missão dos leigos na Igreja e no Mundo.

Redemptoris custos, de 15/8/1989, sobre São José na vida de Cristo e da Igreja;

Pastores dabo vobis, de 7/4/1992;

Uma esperança nova para o Líbano, Maio de 1997.

Ecclesia in America, de Janeiro de 1999, entregue aos bispos sobre a igreja americana;

Ecclesia in Oceânia, de 2/11/2001, entregue aos bispos sobre a Igreja na Oceânia;

Ecclesia in Europa, de 28/6/2003, entregue aos bispos sobre a Igreja na Europa.

Cartas apostólicas em forma de motu proprio

Familia  a Deo Instituta, de 9/5/1981, criando o Conselho Pontifício para a Familia;

Tredecim Anni, de 6/8/1982, com o novo Estatuto para a Comissão Teológica Internacional.

Recognito Iuris Canonici Codice, de 2/1/1984, à Comissão Pontifical para os serviços pastorais de saúde;

Quo Civium Iura, de 21/11/1987, com a condição jurídica dos habitantes do Vaticano;

Solicita Cura, de 26/12/1987, sobre o vicariato de Roma e um Tribunal de Apelo, distinto dos outros tribunais;

Ecclesia Dei, de 2/7/1988, de conformidade com a excomunhão do arcebispo Marcel Lefebvre, que em 30/6/1988, na Suíça, procedeu ilegalmente a ordenações episcopais, é instituída uma comissão, com a tarefa de colaborar com os bispos, com os dicastérios da Cúria romana e com os ambientes interessados, a fim de facilitar a plena comunhão eclesial dos sacerdotes, dos seminaristas, das comunidades ou de cada religioso ou religiosa até agora ligados de diversos modos à Fraternidade fundada por monsenhor Lefebvre que desejem permanecer unidos ao sucessor de Pedro na Igreja Católica, conservando as suas tradições espirituais e litúrgicas, de acordo com o protocolo assinado a 5 de maio pelo cardeal Ratzinger e por monsenhor Lefebvre; esta comissão é composta por um cardeal presidente e por outros membros da Cúria romana, em número que se julgar oportuno segundo as circunstâncias.

Europae Orientalis, de 15/1/1993, sobre a Igreja na Europa Oriental;

Inde a Pontificatus, de 25/3/1993, estabelecendo que o Conselho Pontifício da Cultura e o Conselho Pontifício para o diálogo com os crentes se reúnem num único Conselho;

Socialium Scientiarum, de 1/1/1994, instituindo a Academia Pontifícia para a Vida, em defesa integral da vida humana e gestação;

Motu proprio, de 30/9/1994, promulgando o estatuto dos deveres de trabalho da Sede Apostólica;

Stella Maris, de 31/1/1997, sobre o Apostolado do mar;

Ad Tuendam Fidem, de 18/5/1998, inserindo algumas normas no Código do Direito Canónico e no Código dos Cânones das Igrejas Orientais;

Apostolos Suos, de 21/5/1998, sobre a natureza teológica e jurídica das conferências episcopais;

Proclamazione delle Compatrone d’Europa, de 1/10/1999, proclamação de Santa Brígida da Suécia, Santa Catarina de Sena e Santa Teresa Benedita da Cruz como co-padroeiras da Europa.

Proclamazione di San Tommaso Moro a Patrono dei Governanti e dei Politici, de 31/10/2000, proclamando São Tomás Moore como patrono dos governantes e dos parlamentares;

Sacramentorum sanctitatis tutela, de 10/1/2002, determinando que os delitos graves ficam reservados unicamente para a Congregação da Doutrina da Fé.

Misericordia Dei, de 2/5/2002, sobre alguns aspetos da celebração do sacramento da penitência;

Congregazione dei Legionari di Cristo, de 26/11/2004, confiando à Congregação dos Legionários de Cristo o cuidado e a gestão do Instituto Pontifício Notre Dame of Jerusalem Center, na cidade de Jerusalém.

Bulas

Aperite Portas Redemptori, de 6/1/1983, no 1950º aniversário da Redenção;

Incarnationes Mysterium, de 29/11/1998, na preparação do Jubileu do Ano 2000, onde diz, referindo-se aos mártires que beatificou e canonizou: «Este século que chega ao seu ocaso teve grande número de mártires, especialmente por causa do nazismo, do comunismo e das lutas raciais ou tribais. Pessoas de todas as classes sofreram pela sua fé, pagando com o sangue a sua adesão a Cristo e à Igreja». E a terminar: «(…) Olhando para Cristo, façamos nossas as palavras de um antigo cântico polaco:

A salvação veio através da cruz,/ eis o grande mistério/ Todo o sofrimento tem um sentido:/leva à plenitude da vida.”»

«Com esta fé no coração, que é a fé da Igreja, como bispo de Roma, abro hoje, o terceiro ano de preparação para o Grande Jubileu. Inicio-o no nome do Pai Celeste, que “amou de tal forma o mundo que entregou o Seu Filho único, para que todo o que n’Ele acredita (…) tenha uma vida eterna” (Jo 3, 16). Louvado Seja Jesus Cristo

Proclamação do Ano Santo, de 24/12/1999, dizendo: «A Igreja não pode transpor o limiar do novo milénio sem incitar os seus filhos à purificação, pelo arrependimento dos erros, infidelidades, incoerências, atrasos,

Reconhecer as quedas de ontem é um ato de felicidade e coragem. O que abre para todos um novo amanhã».

(Conforme se afirma no início desta página no dia 31/3, e devido à sua extensão,

interrompo aqui a SEGUNDA PARTE da descrição da vida de JOÃO PAULO II,

para terminar amanhã, com a TERCEIRA PARTE, se Deus quiser. AF.)

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Continua:…

Post colocado em 1-4-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1607-1 - (91-13) - SANTOS DE CADA DIA - 1ª SEMANA DA PÁSCOA - 1 de Abril de 2013

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1607

1 de ABRIL de 2013

ALELUIA

ALELUIA

ALELUIA

O SENHOR RESSUSCITOU DOS MORTOS


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1ª Semana da Páscoa

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Nº 1607-1 - (91-13)


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E U  S O U

AQUELE  QUE  SOU

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Nº 1607-1 - (91-13)


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HUGO DE GRENOBLE, Santo

Bispo (1053-1132)
 
Nasceu Santo Hugo em Castelo Novo, nas margens do Isère, no Delfinado (França), cerca do ano de 1053. Seu pai acabou ditosamente os seus dias na Cartuxa, fazendo-se discípulo de São Bruno.
O então bispo de Die, legado do papa Gregório VII e depois arcebispo de Lião, cativado pelas belas prendas e eminente virtude do jovem, quis tê-lo consigo.
Celebrava o Legado um concílio em Avinhão, quando chegaram os deputados da igreja de Grenoble, cuja cadeira episcopal tinha vagado, a pedir-lhe Hugo para bispo. O Legado concedeu-lhes o que pediam. Mas não foi fácil vencer a resistência dele, fundada em profunda humildade. O Legado levou-o consigo a Roma para que o proprio Papa o sagrasse. Fê-lo Sua Santidade sem atender às razões que Hugo alegava para não ser bispo.
Quando voltou de Roma e foi tomar posse da sua Igreja, ficou penetrado de dor ao ver o lastimoso estado em que se encontrava toda a diocese. Com rigorosas penitências, oração, vigílias, exortações, instruções e visitas, esforçou-se o mais possível para que o Senhor abrisse os olhos àquele rebanho cego.
Ganhou os corações de todos com a paciência, a bondade e os exemplos, e dentro em pouco mudou todo o bispado de Grenoble. Mas não é possível explicar o muito que teve de padecer.
Um contínuo escrúpulo o afligia: o de ter consentido, segundo pensava, com demasiada facilidade na sagração. Dois anos depois, partiu secretamente para a Abadia da Casa de Deus, na diocese de Clermont, na província da Alvérnia; vestiu o hábito de São Bento. Informado, porém, o Papa Gregório VII do que se passava, enviou-lhe preceito formal para que voltasse quanto antes à sua Igreja. Apesar da repugnância, viu-se obrigado a obedecer.
Passados quase três anos, depois da volta, Veio procurá-lo o famoso São Bruno com os seus seis companheiros para lançar os primeiros fundamentos da que viria a ser a austeríssima ordem da Cartuxa. Poucos dias antes tinha tido Hugo um sonho misterioso: sete estrelas resplandecentes, desprendendo-se do céu, pareciam, ir-se esconder num espantoso deserto da sua diocese, chamado Cartuxa. Recordando-se do sonho, recebeu a Bruno e aos seus companheiros com amor e respeito; e dizendo-lhe eles que só buscavam uma solidão retirada e escondida, desde logo lhes indicou e lhes deu o deserto da Cartuxa, cinco léguas distante de Grenoble. Edificou à sua custa a capela e as celas de habitação.
Contente por ter dentro do seu bispado o que tinha ido procurar ao disto da Casa de Deus, retirava-se para a Cartuxa todo o tempo que lhe deixavam livre as funções indispensáveis do seu ministério episcopal. E vivia em Grenoble como na Cartuxa. O seu jejum era perpétuo; pregava quase todos os dias, não o conheciam senão pelo nome de pai dos pobres; quis vender os  seus cavalos para os socorrer, resolvido a visitar a pé o bispado.
A tão extraordinária virtude não podiam faltar sofrimentos e mortificações. Padeceu-as o santo durante toda a sua vida. Deus não só lhe provou a paciência com frequentes dores intensíssimas de estômago e de cabeça, efeitos naturais das penitências e da aplicação ao estudo; mas também, para purificar mais e mais o seu coração, permitiu que, por mais de quarenta anos, fosse combatido por molestíssimas tentações.
O seu amor de justiça e o desinteresse, juntos ao elevado conceito em que era tida a sua eminente santidade, fizeram-no árbitro de todas as contendas e pacificador de todas as inimizades. A grande brandura não estava em desacordo com a energia quando se interpunham os interesses de Deus e da Igreja. Mostrou singular energia no concílio celebrado em Viena do Delfinado, no ano de 1112, contra os excessos do imperador Henrique V, que tinha trazido indignamente o Papa Pascoal II, e contra a ambição do antipapa Pedro de Lião, em defesa do legitimo pontífice Inocêncio II. Hugo foi um dos bispos que se juntaram, para excomungar Pedro de Lião, e aquele que mais contribuiu para extinguir o cisma.
Obrigado Inocêncio a refugiar-se em França, pela perseguição do cismático concorrente, Hugo foi recebê-lo e beijar-lhe o pé a Valência. Ali suplicou-lhe com as maiores instâncias que houvesse por bem exonerá-lo do bispado e confiar a Igreja de Grenoble a pessoa digna, que emendasse os seus muitos erros, apresentando-lhe a sua avançada idade e molestíssimos achaques. Tudo foi baldado. Mas vendo finalmente que as veementes dores de cabeça lhe tinham debilitado extraordinariamente a memória, próximo ao fim da sua santa vida, condescendeu com ele o pontífice, para que renunciasse ao bispado.
Os poucos meses que sobreviveu à renúncia, passou-os em oração quase contínua. Por fim, consumido pelo rigor das penitências, dos trabalhos apostólicos e das penosas enfermidades, e cheio de merecimentos, morreu em Grenoble em 1132. O papa Inocêncio II, que tão bem tinha conhecido a sua virtude, ordenou ao beato Guido, quinto Prior da Grande Cartuxa e amigo íntimo do santo bispo, que fizesse uma relação das suas virtudes e milagres; e depois de a ler e a aprovar, canonizou-o solenemente no ano de 1134, estando na cidade de Pisa, onde celebrava um concílio.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

MACÁRIO, Santo

Virgem

Nascido em Constantinopla por meados do século VIII, este menino, chamado Cristóvão, recebeu dos pais educação cristã e abraçou a vida monástica na abadia de Pelecete. Foi então que recebeu o nome de Macário. As virtudes que praticou atraíram sobre ele a atenção dos seus irmãos; foi nomeado abade ou higúmeno, e recebeu o sacerdócio das mãos do patriarca São Tarásio. No tempo do imperador Leão, o Arménio (813-820), que fazia guerra às limagens santas, Macário foi perseguido e enviado para o exílio. Miguel, o Gago, chamou-o em 821 e ele pôde então retomar o governo do seu mosteiro; mas um pouco mais tarde, Teófilo (829-842) desterrou-o para uma ilha de Propôntida chamada Afúsia. Estava devastada pela fome. Macário procurou pão para os habitantes, e realizou lá um bom número de milagres; assim conseguiu a cura dum monge; mas não tardou que ele proprio morresse. O biógrafo não indicou o ano; diz apenas que a morte sucedeu a 18 de Agosto.

Novos milagres, realizados depois da morte de Macário, confirmaram a fama de santidade que rodeava o seu nome. Macário, figura neste dia no martirológio romano, sem dúvida por causa duma trasladação de relíquias. Primeiro, foi celebrado a 18 ou 19 de Agosto.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. A partir de hoje, pois, terminada a edição da Pág.- VIVER A QUARESMA, que tinha o nº 7, a Pág  ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS, passa a ter o seu Nº. . Em breve, possivelmente já na próxima semana, a pág. 3 também deixará de ser editada pois a série a que se refere, está prestes a terminar. Até lá, porém, manter-se-á esta Numeração.
  • (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memoriam.
  • Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.

    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.

    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).

    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
  • Endereço de Youtube: antonio0491@youtube.com
  • António Fonseca
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    Nº 1605-8 - Encontro diário com Deus - Segunda-feira - 1 de Abril de 2013

    Nº 1605-8
    Segunda-feira  -  1 de Abril de 2013
    Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br
    Pensamento do Dia
    A Ressurreição é a coroação da Transfiguração

    Pe. Cleodon
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    A pedra foi removida
    Compreender as Escrituras de que Jesus devia ressurgir dentre os mortos supõe vencer o escuro daquilo que a experiência de perda da morte produz.
    Representada por Maria Madalena, a humanidade vai ao túmulo, lugar da dor e da decomposição.
    E é aí que necessita experimentar que a pedra foi removida, que o novo da esperança prometida se torna realidade.
    No testemunho da fé apostólica, Simão Pedro e João representam os discípulos que ouvem do testemunho da mulher, ser humano que se faz intérprete da vida, e desde a inclusão experimentam o cumprimento da Palavra de Deus.
    Correm, aproximam-se, vêem e crêem.
    É preciso sair do lugar em que a dor, decepção e todo o tipo de discriminação nos coloca, é preciso constatar nos factos da vida as histórias de fé e de solidariedade.
    Nisso poderemos ser comunhão e através desse passo é como se constitui o ver como solicitação para crer.



    Ir. Bárbara Pátaro Bucker. MC
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    NOTA:
    Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
    Todos os direitos reservados.
    Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
    Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:
    http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
    Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

    Obrigado e desculpem.
    ANTÓNIO FONSECA

    Nº 1607 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - JOSUÉ - (3) - 1 de Abril de 2013

    1 de Abril de 2013
    Nº 1607 - 2ª Página
    antoniofonseca1940@hotmail.com
    2013

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    Distribuição das Tribos em ISRAEL

    Nº 1607

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    Caros Amigos:
    Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

    Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
    GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO (Estes já estão…)
    – Faltam apenas 885 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
    JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
    SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
    Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
    Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
    SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
    Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
    Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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    Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
    Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
    IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

    É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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    Nº 1607 - 2ª Página

    1 de Abril de 2013

    ANTIGO TESTAMENTO

    JOSUÉ
    400px-1759_map_Holy_Land_and_12_Trib[2]

    Mapa antigo de Israel

     

    JOSUÉ
     

     

    Conquista da Terra da Promissão

     

    3  -  ISRAEL ATRAVESSA O JORDÃO – Logo pela manhã, Josué desfez o acampamento e partiu de Setim com todos os filhos de Israel. Chegados ao Jordão, aí se detiveram antes de o atravessar. Depois de três dias, os chefes atravessaram o acampamento, e deram ao povo esta ordem: «Quando virdes a arca da aliança do Senhor, vosso Deus, conduzida pelos sacerdotes levitas, deixareis o vosso acampamento e pôr-vos-eis a caminho, atrás dela. Entre vós e ela há-de haver, aproximadamente, uma distância de dois mil côvados. Tende cuidado em não vos aproximar dela, para que possais conhecer o caminho para onde deveis ir, caminho que ainda não percorrestes».

    Josué disse ao povo: «Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará coisas maravilhosas no meio de vós». Disse, depois, aos sacerdotes: «Tomai a arca da aliança e ide com ela adiante do povo». Eles tomaram a arca da aliança e caminharam à frente do povo.

    O Senhor disse a Josué: «Começarei hoje a exaltar-te na presença de todo o Israel, para que se saiba que, assim como estive com Moisés, assim estarei contigo. Ordenarás aos sacerdotes que levam a arca da aliança: “Quando chegardes ao Jordão, deter-vos-eis junto das suas águas». Então Josué disse aos israelitas: «Aproximai-vos para ouvir as palavras do Senhor, vosso Deus  -  Com isto, prosseguiu ele, sabereis que o Deus vivo está no meio de vós, e não deixará de expulsar diante de vós os cananeus, os heteus, os heveus, os ferezeus, os gergeteus, os amorreus e os jebuseus: «Eis que a arca da aliança do Senhor de toda a terra vai atravessar diante de vós o Jordão (Miq 4, 13; Act 7, 44s). Escolhei doze homens de Israel, um de cada tribo. Logo que os sacerdotes que transportam a arca de JAVÉ, o Senhor de toda a terra, tiverem tocado com seus pés as águas do Jordão, estas serão divididas, e as águas que correm de cima amontoar-se-ão, parando». Dobrando as suas tendas, o povo dispunha-se a passar o Jordão, com os sacerdotes que caminhavam diante de si, transportando a arca. No momento em que chegaram ao Jordão, e os sacerdotes molharam os seus pés na beira do rio –, o Jordão estava transbordante e alagava as suas margens durante todo o tempo da ceifa, – as águas que vinham de cima pararam e amontoaram-se numa grande extensão, até perto de Adom, localidade situada nas proximidades de Sarran; e as águas que desciam para o mar de Arabá, o mar Salgado, ficaram completamente separadas. O povo atravessou-o em direção a Jericó (Sl 103, 3). Os sacerdotes, que transportavam a arca da aliança do Senhor, conservaram-se de pé sobre o leito seco do Jordão, e todo o Israel o atravessou, sem se molhar. Ali permaneceram até que todo o povo acabou de atravessar o Jordão.

     

    Tbuas-da-Lei---Moiss_thumb_thumb_thu[2]

    Os Dez Mandamentos
     

    Inicia-se hoje  -  (30-Março-2013) a descrição do texto de JOSUÉ,

    que decorre com a Conquista da Terra de Promissão

     

    Textos do LivroDEUTERONÓMIOdo ANTIGO TESTAMENTO

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    1 de ABRIL de 2013 – 10.15 h
    ANTÓNIO FONSECA
    7map-1195aeac0b2f22222222222222222[2],

    http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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