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terça-feira, 2 de abril de 2013

Nº 1607 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (103.2) - 2 de Abril de 2013

 

Nº 1607 - (3)

 

BOM ANO DE 2013

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NOTA  -  Solicito a vossa atenção para o seguinte:

Quando em 11-12-12 dei início à transcrição dos textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História, numa cadência diária, sempre que possível e, na sua maior parte, com a inserção de 3 ou mais Papas (e Antipapas) nunca pensei chegar a este resultado que se verifica hoje. Somente há cerca de 15 dias atrás é que verifiquei as coincidências que poderiam acontecer e, então a partir daí, comecei a projetar alcançá-las doseando as biografias, para que hoje, dia 2 de Abril de 2013 (oito anos depois da sua morte, e 2 anos após a sua Beatificação) pudesse acabar com o relato da Vida do Beato João Paulo II.

Fica, portanto a faltar a descrição da vida de BENTO XVI, que encetarei de seguida (também dividida possivelmente em 3 capítulos, – ou mais – porquanto tenho de recolher elementos em diversos locais - pois também é muito longa) para terminar com a eleição do Papa FRANCISCO I.

 

Caros Amigos:

 

NOTA COMPLEMENTAR por António Fonseca

 

Em virtude da biografia do Beato João Paulo II, ser muito extensa, editei-a aqui neste blogue em 3 capítulos e  dias, desde 31/3 até 2/4.

 

Hoje publicarei os últimos textos sobre:

Encontros importantes, Atentados, Mea Culpa, Papa Mariano, Factos do pontificado, Doenças.

 

Desculpem e Obrigado. AF.

 

LOUVADO SEJA DEUS E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA, PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS. ÁMEN.

 

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BEATO JOÃO PAULO II

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Beato João Paulo II

(1978-2005)

TERCEIRA PARTE

Encontros importantes

Sem olhar a datas nem à importância social das personagens e correndo o risco de falhar alguns, tantos foram, aqui fica o registo de encontros de João Paulo II, um papa que privilegiou as relações publicas, entendendo, como disse algumas vezes, que a falar e a dialogar é que as pessoas se entendem e as questões se resolvem.

Andrei Gromyko, ministro dos Negócios Estrangeiros da URSS; Jimmy Carter, presidente dos EUA; Isabel II, rainha de Inglaterra; Carlos, príncipe de Gales; Lech Walesa, presidente do Sindicato Polaco da Solidariedade e, em segunda visita, presidente da Polónia; Elio Toaff, rabino da Sinagoga de Roma; Ronald Reagan, presidente dos EUA; Yasser Arafat, líder da Organização de Libertação da Palestina; Dalai-Lama, chefe supremo do budismo do Tibete; Dimitrios, patriarca ortodoxo; George Bush, presidente dos EUA; Mikhail Gorbachov, presidente da URSS; Ytzhak Rabin, primeiro-ministro de Israel; Bill Clinton, presidente dos EUA; Fidel Castro, presidente do Conselho de Estado de Cuba; xeque Akram Sabri, grande mufti de Jerusalém e da Terra Santa; George W. Bush, presidente dos EUA; Teoctisto, patriarca ortodoxo romeno; Helmut Schmidt, chanceler alemão; Jacques Chirac, presidente de França, Kwasnievski, presidente da Polónia; Gerhard Schroeder, chanceler alemão; Boris Yeltsin e Vladimir Putin, líderes russos; Rainier, príncipe do Mónaco; D. Ximenes Belo, bispo de Díli, e Xanana Gusmão, presidente de Timor.

A respeito de Timor, refira-se a conversa de João Paulo II com Diogo Freitas do Amaral, quando era presidente da Assembleia Geral da ONU. A uma pergunta de Freitas do Amaral sobre Timor Leste, o papa respondeu duas coisas: «A diplomacia do Vaticano tudo faria para advogar e promover a causa da autodeterminação do povo de Timor-Leste e que todos os dias pela manhã rezava de joelhos pelo povo martirizado de Timor.

Três dias depois, recorda Freitas do Amaral, Timor era independente.

João Paulo II gostava de desporto e recebeu muitas embaixadas desportivas e até passou a ser sócio honorário de muitos clubes, mas destacam-se os nomes de alguns dos desportistas recebidos e elogiados pelo papa: Michael Schumacher, piloto da fórmula Um; o tenista Boris Becker e os futebolistas Pelé e Eusébio.

Atentados

Em fevereiro de 1981, no estádio de Carachi, no Paquistão, durante a missa, um homem fez rebentar uma granada a 50 metros do altar. A explosão feriu duas pessoas e o atacante morreu.

Em 13 de maio do mesmo ano, na Praça de São Pedro, quando o papa se aproximava da Porta de Bronze da Basílica de São Pedro, tinha nos braços uma menina de dois anos, de nome Sandra Bertoli e a devolvia à mãe, ouvem-se disparos e o papa cai ferido. Letizia, uma jovem freira italiana, agarra o agressor dizendo: «Foi ele! Foi ele!» A policia detém o agressor, um turco de nome Mehemet Ali Agca, que teria sido pago para o atentado.

O papa, atingido por três balas, no braço direito, na mão esquerda e no abdómen, foi operado durante mais de cinco horas, mas recuperou, considerando um milagre da Virgem de Fátima o estar vivo e manifestando-se deste modo: «Agradeço comovido as vossas orações e abençoo-vos a todos. Peço pelo irmão que me feriu, a quem perdei sinceramente. Ofereço os meus sofrimentos pela Igreja e pelo mundo».

João Paulo II encontrou-se com Ali Agca, em 27 de Dezembro de 1983, na prisão de Rebibbioa e perdoou-lhe dizendo: «pareceu claramente que foi uma mão materna a guiar a trajetória da bala, permitindo que o papa, se detivesse no limiar da morte».

Mais tarde, em 16 de maio de 2000, Ali Agca foi indultado depois de cumprir 19 anos de prisão na penitenciária de Ancona e nessa altura disse: «Uma mão divina protegeu o papa na altura do atentado. sei agora que tudo isto tinha que ver com o terceiro segredo de Fátima». E prosseguiu: «É um sonho. Dou graças ao papa e sinto-me ajudado pelo seu perdão».

Disse ainda mais: «A Irmã Lúcia, o papa e eu próprio estamos no centro de um misterioso desígnio de Deus. O papa teria sobrevivido mesmo se mil pessoas tivessem disparado contra ele».

Em 13 de maio de 1982, no Santuário de Fátima, onde o papa fora agradecer à Virgem a sua salvação, o padre espanhol Juan Fernández Krohn tenta matá-lo, não consegue e ali mesmo João Paulo II abraça-o e perdoa-lhe.

A justiça, e muito bem, menos bondosa que o papa, julgou-o e condenou-o a seis anos de prisão.

Mea culpa

João Paulo II , num gesto sem precedentes na Igreja Católica, tomas sobre os seus ombros as culpas de centenas de anos de cristianismo.

São muitos os perdões que pede em nome da Igreja que serve (cerca de 98), e deles referiremos os mais importantes.

Em 31 de Outubro de 1991 recebe a Academia Pontifícia de Ciências e manda reabrir e examinar o processo de condenação de Galileo Galilei, condenado pela Inquisição em 1613, no pontificado de Urbano VIII, e reabilita-o. Nessa altura, João Paulo II, em defesa da teoria de Galileu em relação à época em que foi condenado por afirmar que a Terra era redonda e girava à volta do Sol, pronunciou esta frase: «Depois de Einstein, o cosmo eixou de ter o mesmo significado».

De 19 a 26 de Fevereiro de 1992, na viagem ao Senegal, visitou na ilha de Gore a Casa dos Escravos e pediu perdão por erros praticados por outros: a escravatura e o trafico de negros.

No domingo da Quaresma do Ano Santo, 12 de Março de 2000, na missa celebrada na Basílica de São Pedro, João Paulo II pediu perdão pela Igreja Católica, «que cometeu muitos pecados durante a sua história: escravatura, cruzadas, opressão da mulher, caça às bruxas e terríveis torturas perpetradas pela Inquisição».

De 20 a 26 de Março de 2000, na Terra Santa, disse: «Eu, papa da Igreja de Roma, peço perdão, em, nome de todos os católicos, pelas injustiças infligidas ao longo da história, aos não católicos». E a finalizar saudou: «A todos os crentes do Islão, que a paz esteja convosco! As-Salumu’alaikum

Papa Mariano

A devoção à Virgem Maria já vem de longe. No século XI, por impulso do papa Urbano II, surgem os cânticos marianos ainda hoje utilizados.

No século XV, nas festividades em honra de Maria, à Natividade, Anunciação, Purificação e Assunção, juntam-se festividades para a comemorar.

A partir do século XVIII as festividades começam a celebrar-se em Maio.

Com o Concilio Vaticano II e a justificação doutrinal do culto da Virgem, a própria Igreja apela aos fiéis para promoverem esta fé. Os padres conciliares reafirmam a validade de orações como o Rosário e o Angelus.

A devoção de João Paulo II por Maria e, em particular, por Nossa Senhora de Fátima é o reflexo de uma tradição de séculos, enraizada na cultura dos povos cristãos.

Em 13 de Maio de 1982, numa cerimónia que decorreu em Fátima, João Paulo II consagra o mundo ao Imaculado Coração de Maria e, em 25 de Maio de 1984, na Praça de São Pedro, diante da imagem de Nossa Senhora de Fátima, consagra todo o mundo ao Coração Imaculado de Maria.

Depois desta cerimónia, o papa ofereceu ao Santuário de Fátima um dos projéteis com que foi atingido no atentado de 1981, o qual foi engastado na coroa da imagem em sinal de que João Paulo II atribuía à intervenção de Nossa Senhora de Fátima o ter-se salvo.

Factos do pontificado

Ao comemorar o 20º aniversário do seu pontificado, em 16 de Outubro de 1998, o papa recebeu milhares de mensagens de felicitações de chefes de Estado, chefes de governo, personalidades e fiéis de todo o mundo, mas uma das mais significativas e importantes veio do bispo chinês, Mattia Duan Yonming, de 90 anos, que não foi autorizado a participar no sínodo asiático do Vaticano na Primava de 1997 e que numa entrevista telefónica concedida à agência do Vaticano, Fides, saudou o papa garantindo a João Paulo II que «os católicos chineses esperam com fidelidade e oração a sua viagem à China, pois o papa mostrou que amava muito a Igreja da China, ao dedicar-lhe toda a sua atenção. É por isso que esperamos de todo o coração que ele possa vir um dia ao nosso país». Refira-se que a China e a Santa Sé não têm relações diplomáticas desde 1957.

Em 9 e 10 de Janeiro de 1993 realizou o Encontro Especial de Oração, em Assis, por intenção da paz nos Balcãs, com cristãos, judeus e muçulmanos.

João Paulo II realizou 123 sínodos, sendo cinco ordinários, um extraordinário, cinco especiais e um particular, e nove consistórios, em que nomeou 232 cardeais, entre eles, em 21 de fevereiro de 2001, D. José Policarpo, patriarca de Lisboa e D. Saraiva Martins, presidente da Congregação da Casa dos Santos, na Santa Sé.

Proclamou 476 novos santos e fez 1320 beatificações, de que destacamos os pastorinhos, videntes de Fátima, Jacinta e Francisco, em 13 de maio de 2000, e os papas Pio IX e João XXIII, em 3 de Setembro de 2000.

Visitou a Sinagoga de Roma em 13 de Abril de 1986, um gesto inédito na Igreja de Roma, e foi o primeiro papa a visitar uma mesquita, em Damasco (Síria) em Maio de 2001.

A atividade de João Paulo II foi permanente e inesgotável. para além das viagens, do muito que escreveu, fez mais de 2400 discursos, promoveu 1200 audiências, 426 encontros com reis e chefes de Estado e 193 com primeiros-ministros.

Um dos momentos mais altos do pontificado foi o que se referia ao terceiro segredo de Fátima, revelado pela Irmã Lúcia e dado a conhecer ao mundo por João Paulo II, no Grande Jubileu do Ano 2000.

O segredo já era do conhecimento do Vaticano, pois chegou ao Arquivo secreto do Santo Oficio a 4 de Abril de 1957, enviado em sobrescrito fechado. pelo bispo de Leiria, e o primeiro pontífice a ter oportunidade e o revelar foi João XXIII, mas não o fez , tal como o papa Paulo VI, que optou por não tornar pública essa revelação divina.

João Paulo II, depois do atentado de 13 de Maio de 1981, solicitou o sobrescrito ao santo Oficio e por isso só passados quase vinte anos resolveu revelá-lo ao mundo.

O último gesto de amor de João Paulo II para com o Santuário de Fátima foi dado ao deixar a indicação de que um lenço branco com as suas iniciais e o rosário pessoal com que rezou durante a sua estada na Clinica Gemelli fossem entregues ao Santuário de Fátima, tendo sido o bispo de Leiria-Fátima o portador dos preciosos objetos e ainda de um açucareiro pertencente ao papa.

Doenças

João Paulo II foi atingido por muitas doenças, mas tinha uma força extraordinária. Quando fez 83 anos declarou: «A condição física e a idade avançada não são obstáculos para uma vida perfeita. Deus não olha às coisas externas, mas à alma».

E quando os jornalistas, com quem sempre se deu muito bem e tratava com afabilidade, lhe faziam perguntas sobre a sua saúde, respondia com graça e certa ironia: «Quando quero saber alguma coisa da minha saúde leio os jornais».

Era assim este homem extraordinário, mas a verdade é que, para além da operação para lhe extrair a bala do atentado de 1981, foi operado em 17 de Julho de 1992, sendo-lhe extraído um tumor benigno no cólon, sujeitando-se ainda a duas operações motivadas por quedas, uma no ombro, em 11 de Novembro de 1993, por ter caído durante uma audiência, e outra em 29 de Abril de 1994, por ter escorregado ao sair da banheira, fracturando o fémur. Em 30 de Abril de1994, uma nova operação para implantação de uma prótese.

Em 22 de Agosto de 1994, durante a celebração de uma missa nos Alpes, o papa tem um gesto de dor de logo surgem rumores sobre o seu estado de saúde, de tal modo insistentes que em 4 de Setembro corre pelo Vaticano o boato de que o papa morrera e alguns sacerdotes chegam a celebrar uma missa na Basílica de São Pedro pela sua alma, mas o papa, felizmente, estava vivo.

Em 25 de Dezembro de 1995, acontece pela primeira vez que João Paulo II é obrigado a interromper a sua bênção urbi et orbe por se sentir mal, e logo aumentaram, os rumores sobre a sua saúde.

Em 1996 surge uma apendicite aguda e a doença de Parkinson atinge-o também, mas João Paulo II continua a resistir a todos os males e às dores, para prosseguir na sua missão.

Em fins de Janeiro, o papa sofre uma recaída com febres altas devido a uma infeção que causou uma septicemia.

Em 1 de Fevereiro de 2005 foi internado de urgência na Clinica Gemelli, em Roma, com problemas respiratórios resultantes de uma gripe, mas regressa ao Vaticano dez dias depois.

No dia 24 foi de novo internado devido a uma recaída e é submetido a uma traqueotomia para lhe facilitar a respiração. Não consegue falar.

Em 1 de Março parece ter acontecido o milagre, pois João Paulo II recomeça a falar e no dia 13 fala diretamente aos fiéis, regressando no mesmo dia ao Vaticano.

Passam-se catorze dias e no dia 27, o papa aparece à janela dos seus aposentos no Vaticano para abençoar os católicos no Domingo de Páscoa, sem conseguir falar. Os seus gestos comovem o mundo.

No dia 30 acontece o mesmo. O papa volta a abençoar os fiéis sem conseguir falar, produzindo apenas gestos. O Vaticano anuncia que o papa está a ser alimentado através de uma sonda nasogástrica para melhorar o seu estado físico, mas no dia seguinte, 31 de Março, o Vaticano anuncia que o papa foi acometido de febres altas provocadas por uma infeção e estava a ser tratado com antibióticos.

Não consegue recuperar e na noite de 2 de Abril sucumbe nos seus aposentos do Vaticano, com a Praça de São Pedro cheia de gente que sofria e rezava por ele. Foram estas as suas últimas palavras : «A todos quero dizer uma única coisa: “Que Deus vos recompense”. In manus Tuas, Domine, comendo spiritum meum» («nas tuas mãos, Senhor, entrego meu espírito»).

Era o fim. Confirmado o óbito, segundo as regras da Igreja, o corpo de João Paulo II foi transportado para a Basílica de São Pedro e colocado em câmara ardente, onde recebeu, durante dias e noites, a visita de muitos milhares de fiéis que foram levar-lhe um derradeiro adeus, prestando uma homenagem devota e sincera.

Na missa realizada em frente à basílica, antecedendo o funeral em 8 de Abril, estiveram presentes reis, rainhas, chefes de Estado, pessoas de destaque no mundo, milhares de fiéis e, principalmente, os chefes das outras religiões, numa homenagem bem merecida ao homem que procurou a união de todos os credos.

João Paulo II foi enterrado na cripta sob a Basílica de São Pedro de acordo com o seu testamento, onde escreveu: «No que diz respeito ao funeral, repito as mesmas disposições dadas pelo santo padre Paulo VI: enterro em terra nua e não num sarcófago». E os milhões de peregrinos que afluíram a Roma, desde logo, começaram a pedir a sua beatificação, “SANTO SÚBBITO” como aconteceu aquando do falecimento de Santo António de Lisboa.

Santo ou não, Beato ou não, João Paulo II fica na memória de todos os crentes e até dos não crentes como um homem incomparável que o mundo apreciou e que o futuro nunca esquecerá.

O processo de Beatificação foi iniciado em 28 de Junho de 2005, (quase 3 meses depois da sua morte) e no 2º Domingo de Páscoa do ano de 2011 (dia 1 de Maio) e Dia da Divina Misericórdia, em cerimónia presidida por Sua Santidade o Papa BENTO XVI, se procedeu à referida Beatificação.

 

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Continua:…

Post colocado em 2-4-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1606-8 - Encontro diário com Deus - Terça-feira 2 de Abril de 2013

Nº 1606-8
Segunda-feira  -  2 de Abril de 2013
Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br
Pensamento do Dia
Deus é mais plenamente Deus, onde o ser humano é mais plenamente humano.

Harvey
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Quem ama, sorri para a vida.
Quem odeia, fecha o rosto.
Quem ama, aceita e abençoa.
Quem odeia, se rebela e critica.
Quem ama, perdoa.
Quem odeia, se vinga.
Quem ama, semeia flores.
Quem odeia, planta desertos.
Quem ama, perfuma os caminhos.
Quem odeia, estraga as paisagens.
O amor ilumina à sua volta.
O ódio escurece os corações.
O amor é saudável.
O ódio é doença.
O amor é remédio.
O ódio é veneno.
O ódio mata, mas o Amor ressuscita




Autor desconhecido
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NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:
http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

Obrigado e desculpem.
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1608 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - JOSUÉ - (4) - 2 de Abril de 2013


Nº 1608 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - JOSUÉ - (4) - 2 de Abril de 2013

2 de Abril de 2013
Nº 1608 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1608

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
– GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO  (Estes já estão…)
– Faltam apenas 885 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
– SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1608 - 2ª Página

2 de Abril de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

JOSUÉ
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Mapa antigo de Israel

 

JOSUÉ
 

 

Conquista da Terra da Promissão


4 -O MONUMENTO COMEMORATIVO DO FACTO – Quando o povo todo acabou de atravessar o  Jordão, o Senhor disse a Josué: Tomai doze homens dentre o povo, um por cada tribo, e ordenai-lhes: Escolhei, no meio do Jordão, no local onde os pés dos sacerdotes estiveram parados, doze pedras que levareis convosco,  colocando-as, depois,  no local onde devereis passar a noite». Josué chamou os doze homens escolhido, um  por cada tribo, entre os filhos de Israel. E disse-lhes:  «Ide adiante da arca do Senhor  vosso Deus, ao meio do Jordão. Cada um e vós, segundo o número das tribos de Israel carregue uma pedra no seu ombro. Isto ficará como um sinal memorável para vós. Quando vossos filhos vos perguntarem um dia: Que significam estas pedras? Responder-lhes-eis: As águas do Jordão foram separadas diante da arca da aliança do Senhor; quando ele atravessou o Jordão, as águas separaram-se, e estas pedras são para os israelitas um monumento eterno em memória deste acontecimento». Os israelitas procederam como Josué lhes tinha ordenado: foram ao meio do leito do Jordão e escolheram doze pedras, com o o Senhor tinha dito a Josué, segundo o número das tribos de Israel. Levaram-nas consigo e colocaram-nas no lugar onde deveriam acampar. 
Josué pôs também outras doze pedras no leito do Jordão, no lugar onde estiveram parados os pés dos sacerdotes que levavam a arca da aliança. E elas estão ali ainda  hoje.
Os sacerdotes que  levavam a arca permaneceram de pé no meio do leito do Jordão até que se cumpriu tudo o que o Senhor tinha ordenado a Josué que dissesse ao povo, segundo as ordens que lhe deu Moisés. O povo apressou-se a atravessar o Jordão.  Logo que todos passaram, a arca da aliança do Senhor e os sacerdotes puseram-se outra vez, à frente do povo. Os rubenitas, os gaditas e a meio tribo de Manassés, tinham passado o rio armados, diante dos israelitas, segundo a ordem de Moisés. O seu número era aproximadamente de quarenta mil homens equipados para o combate. Todos eles desfilaram diante do Senhor, rumo à planície de Jericó.
Nesse dia o Senhor exaltou Josué na presença de todo o Israel, e todos o respeitaram como havia respeitado a Moisés, durante toda a sua vida.
O Senhor disse a Josué: «Diz aos sacerdotes, portadores da arca do testemunho, que saiam do Jordão». Ele ordenou-lhes: «Saí do Jordão . E os sacerdotes que levavam a arca da aliança do Senhor, tendo saído do leito do rio, ao pisarem seus pés a terra firme, as águas do Jordão retomaram o deu lugar e deslizaram impetuosas como antes.
O povo saiu do Jordão no décimo dia do primeiro mês , e acampou em Gálgala, na extremidade oriental de Jericó (Miq 6, 5). Josué levantou ali as doze pedras tomadas do Jordão. E disse aos filhos de Israel: « Quando vossos filhos perguntarem um dia a seus pais: Que significam estas pedras? Responder-lhes-eis assim:   Israel atravessou o Jordão a pé enxuto. Porque o Senhor, vosso Deus, secou diante de vós o leito do Jordão, do mesmo modo que antes tinha feito ao Mar Vermelho, o qual secou até que passássemos  para que todos os povos da terra saibam que a mão do Senhor é poderosa  e para que conserveis sempre o temor do Senhor, vosso Deus.  


Tbuas-da-Lei---Moiss_thumb_thumb_thu[2] aproximadmente 

Os Dez Mandamentos
 

Inicia-se hoje  -  (30-Março-2013) a descrição do texto de JOSUÉ,

que decorre com a Conquista da Terra de Promissão

 

Textos do Livro “JOSUÉ” do ANTIGO TESTAMENTO

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2 de ABRIL de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nº 1608-1 - (92-13) - SANTOS DE CADA DIA - 2 de Abril de 2013 - 5º ano


Ver Notas no final

Nº 1608  -  (92-13)  – 1ª Página – 2013
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1ª Semana da Páscoa

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Nº 1607-1 - (91-13)


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E U  S O U


AQUELE  QUE  SOU

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Nº 1608-1 - (92-13)


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Francisco de Paula, Santo
Fundador dos Frades Mínimos
Confessor (1416-1508)
Francisco de Paula, Santo
Francisco de Paula, Santo
Fundador da Ordem dos Mínimos nasceu em Paula, cidadezinha da Calábria, em 1416. Fruto da bênção e de orações, deram-lhe os pais o nome de Francisco, por devoção ao grande Patriarca de Assis, a cuja intercessão atribuíram a sua vinda ao mundo. A valiosa protecção do seu santo Patrono fez-se de novo sentir numa doença que ameaçava fazer-lhe perder um dos olhos. Os pais prometeram, conservá-lo um ano no convento duma Ordem, caso ele se curasse. Em obediência ao voto, o jovenzinho viveu dos 13 para os 14 anos no convento de S. Marcos que havia em Paula. Depois retirou-se para uma das propriedades do pai, que era simples lavrador, e viveu numa cova, como se fosse solitário da Tebaida, sem outro vestuário que não fosse uma túnica de cilício  com cinto. Não tardou que se lhe juntassem outros dois jovens imitadores da sua santa loucura. Em 1435 foi levantada, junto das celas dos três primeiros Mínimos, uma capela aonde vinha um sacerdote celebrar e dar-lhes a sagrada comunhãoS. Francisco, por humildade e a exemplo do seu Santo Patrono, não quis nunca ser padre. O número dos discípulos foi aumentado e, em 1454, Pirro, arcebispo de Cosenza, permitiu que se levantasse um mosteiro com igreja. Nesta construção trabalharam, com as mãos e com dinheiro, mesmo os mais distintos senhores e nobres damas, não faltando a intervenção divina com manifestos milagres. Sisto IV aprovou a ereção do mosteiro com bula de 23 de Maio de 1474 e nomeou Francisco superior. O povo chamava-lhes eremitas de S. Francisco, mas eles preferiam o nome evangélico de Mínimos, quer dizer, ainda menos que os frades menores do pobrezinho de Assis. As fundações foram-se estendendo pelo Sul de Itália até à ilha da Sicília. A fama da santidade e milagres do Santo ultrapassou as fronteiras italianas e chegou á corte de Luis XII de França, que estava doente no castelo de Plessis, perto de Tours. O Rei quis que Francisco viesse curá-lo. O Santo resistiu até que o papa lhe impôs preceito de obediência. Ao atravessar Roma, em princípios do ano de 1483, recebeu toda a espécie de honras. Três vezes foi admitido à presença do papa, que se deteve com ele da maneira mais amistosa três ou quatro horas. Sisto IV tanto gostou do Santo que deu toda a espécie de favores à nova Ordem dos Mínimos. de Roma dirigiu-se à corte de Luis XI. “Senhor, disse ao rei, logo desde o primeiro momento pedirei a Deus pela vossa saúde, mas o que mais importa é a saúde da alma”. “Não há remédio, uma vez que amais a vida; o que importa é assegurar a posse da verdadeira vida”. O Santo ficou na França, donde dirigiu a propagação da Ordem naquele Reino e na Espanha. Retocou as Regras, que foram aprovadas por Alexandre VI e confirmadas mais tarde por Julio II. Morreu em Plessis, a 2 de Abril de 1508, e foi canonizado por Leão X em 1519. É um dos Santos de quem se contam milagres em maior número , devidos à sua fé e confiança em Deus. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt ¿Queres saber mais? Consulta ewtn

João Payne, Santo
Um dos 40 mártires de Inglaterra e País de Gales
Juan Payne, Santo
Juan Payne, Santo
Martirológio Romano: En Chelmsford, en Inglaterra, san Juan Payne, presbítero y mártir, que en tiempo de la reina Isabel I fue ahorcado, acusado falsamente de sedición (1582).Etimológicamente: Juan = Dios es misericordia, es de origen hebreo.Fecha de canonización: 25 de octubre de 1970 por el Papa Pablo VI como parte del grupo de 40 Mártires de Inglaterra y Gales. Según parece, el San Juan Payne nació en Peterborough. Lo único que sabemos de su familia es que uno de sus hermanos era un protestante muy fervoroso, lo cual permite conjeturar que tal vez Juan Payne se había convertido del protestantismo. La primera noticia cierta que tenemos sobre Juan es que llegó a Douai, en 1574, a estudiar teología en el seminario. Menos de tres semanas después de su ordenación, partió a la misión inglesa. Su sitio de destino era Essex, en tanto que su compañero, San Cutberto Mayne, se dirigía a Devonshire. El P. Juan se alojó en Ingatestone, en casa de lady Petre, como si fuera uno de los criados que estaban a su servicio; pero tenía también un cuarto en Londres.
Juan Payne, Santo
Juan Payne, Santo
Parece que el San Juan era muy activo; a diferencia de tantos otros mártires, el éxito coronó sensiblemente sus esfuerzos. En una de sus cartas escribe: "En todas partes y cada día más se multiplican las reconciliaciones con la Iglesia católica, con gran asombro de los herejes." A continuación, explica que eso exige que el seminario de Douai envíe más sacerdotes. Menos de un año después de su llegada, fue hecho prisionero en casa de lady Petre; pero cuatro semanas más tarde, le pusieron en libertad. A los nueve meses salió de Inglaterra, aunque ignoramos por qué razón y por cuánto tiempo. Lo cierto es que en la Navidad de 1579 estaba ya de vuelta en Essex, pues el hombre que le traicionó afirmó que le había visto por primera vez, en esa fecha, en casa de lady Petre y no hay razón para dudar de ello. En la casa de lady Petre, llamada "Ingatestone Hall", se refugiaban con frecuencia los sacerdotes que pasaban por el lugar; en 1855 se redescubrió casualmente la covacha en que se ocultaban, que tenía unos cuatro metros de largo por sesenta centímetros de ancho y tres metros de alto. El P. Payne fue arrestado por segunda y última vez en Warwckshire. Aunque estaba acusado de conspiración, el juez Waslsingham, después de interrogarle, declaró a Burleigh que la acusación carecía de fundamento. Pero, como era sacerdote, no pareció prudente dejarle en libertad, aunque todavía no existía ley que consideraba como traición el hecho de recibir la ordenación sacerdotal en el extranjero. Así pues, el hombre que había denunciado a Payne hubo de declarar que éste había tratado de enredarle en una conspiración para asesinar a la reina, al tesorero y a Walsingham. Dicho testigo se llamaba Juan Eliot (más tarde conocido con el sobrenombre de "Judas Eliot"), quien había ocupado puestos de confianza en casa de lady Petre y de otras familias católicas y demostró ser un bribón y un asesino. Para escapar del castigo y ganar dinero, denunció a más de treinta sacerdotes, entre los que se contaba Edmundo Campion. La simple acusación de un testigo tan dudoso, costó al P. Payne ocho meses de prisión en la Torre de Londres, antes de ser juzgado. Fue torturado varias veces. El 31 de agosto se lee en el diario de la Torre de Londres: "Juan Payne, sacerdote, fue sometido a terrible tortura en el potro." La noche del 20 de marzo de 1582, los verdugos despertaron al P. Payne y le condujeron inmediatamente a la prisión de Chelmsford, sin darle tiempo de vestirse y tomar su cartera. Lady Hopton recuperó más tarde la cartera. Ante los jueces, Eliot repitió la acusación. No había ningún otro testigo, cosa que importo bien poco a los jueces. El mártir se declaró inocente y protestó que era contrario a todas las leyes divinas y humanas condenarle por el testimonio de un solo testigo, por añadidura muy sospechoso. A pesar de ello, los jueces le condenarn a muerte. La sentencia se ejecutó el 2 de abril. La multitud, compadecida del mártir, impidió que el verdugo le descuartizase y desentrañase antes de morir. La fiesta del San Juan Payne se celebra en las diócesis de Northampton y Brentwood el 3 de abril. Fue beatificado en 1886 y canonizado por el Papa Pablo VI el año 1970.

Padroeira das mulheres penitentes
*) Esta biografia foi já publicada ontem, seguindo agora o seu complemento:
María Egipciaca, Santa
María Egipcíaca, Santa
Martirológio Romano: Em Palestina, santa María Egipcíaca, célebre pecadora de Alexandria, que pela intercessão da Bem-aventurada Virgem se converteu a Deus na Cidade Santa, e levou uma vida penitente e solitária na outra margem do Jordão (s. V). Etimologicamente: María = eminência, excelsa. É de origem hebraica. Uma formosa tradição muito antiga conta que no século V um santo sacerdote chamado Zósimo depois de haver passado muitos anos de monge num convento de Palestina dispôs ir-se a terminar seus dias no deserto de Judá, junto ao rio Jordão. E que um dia viu por ali uma figura humana, que mais parecia um esqueleto que uma pessoa robusta. Se acercou e lhe perguntou se era um monge e recebeu esta resposta: "Eu sou uma mulher que vim para o deserto a fazer penitência de meus pecados". Segundo a tradição aquela mulher lhe narrou a seguinte história: Seu nome era Maria. Era de Egipto. Desde os 12 anos levada por suas paixões sensuais e seu exagerado amor à liberdade fugiu de casa. Cometeu toda classe de impurezas e até se dedicou a corromper a outras pessoas. Depois se uniu a um grupo de peregrinos que de Egipto iam ao Santo Sepulcro de Jerusalém. Mas ela não ia a rezar mas a divertir-se e a passear. E sucedeu que ao chegar ao Santo Sepulcro, enquanto os demais entravam fervorosos a rezar, ela sentiu ali na porta do templo que uma mão a detinha com grande força a puxava para o lado. E isto lhe sucedeu por três vezes, cada vez que ela tratava de entrar ao santo templo. E uma voz lhe disse: "Tu não és digna de entrar neste sitio sagrado, porque vives escravizada ao pecado". Ela se pôs a chorar, mas cedo levantou os olhos e viu ali perto da entrada uma imagem da Santíssima Virgem que parecia fitá-la com grande carinho e compaixão. Então a pecadora se ajoelhou chorando e lhe disse: "Mãe, se me é permitido entrar no templo santo, eu te prometo que deixarei esta vida de pecado e me dedicarei a uma vida de oração e penitência. E lhe pareceu que a Virgem Santíssima lhe aceitava sua proposta. Tratou de entrar de novo no templo e desta vez lhe foi permitido. Ali chorou largamente e pediu por muitas horas o perdão de seus pecados. Estando em oração lhe pareceu que uma voz lhe dizia: "No deserto mais além do Jordão encontrarás tua paz". María Egipcíaca foi para o deserto e ali esteve por 40 anos rezando, meditando e fazendo penitência.
María Egipciaca, Santa
María Egipcíaca, Santa
Alimentava-se de pétalas, de raízes, de lagostas e às vezes baixava a tomar água no rio. No verão o terrível calor a fazia sofrer muitíssimo e a sede a atormentava. No inverno o frio era seu martírio. Durante 17 anos viveu atormentada pela tentação de voltar outra vez ao Egipto a dedicar-se à sua vida anterior de sensualidade, mas um grande amor à Santíssima Virgem lhe obtinha fortaleza para resistir às tentações. E Deus lhe revelava muitas verdades sobrenaturais quando ela estava dedicada à oração e à meditação. A penitente fez prometer ao santo ancião que não contaria nada desta história enquanto ela não tivesse morrido. E pediu-lhe que lhe trouxesse a Sagrada Comunhão. Era Quinta-feira Santa e Santo Zósimo levou-lhe a Sagrada Eucaristia. Ficaram de se encontrar no Dia de Páscoa, mas quando o santo voltou encontrou-a morta, sobre a areia, com esta inscrição num pergaminho: "Padre Zósimo, passei à eternidade em Sexta-feira Santa dia da morte do Senhor, contente por ter recebido seu santo corpo na Eucaristia. Rogue por esta pobre pecadora, e devolva à terra este corpo que é pó e em pó tem de converter-se". O monge não tinha ferramentas para fazer a sepultura,mas então chegou um leão e com suas garras abriu uma sepultura na areia e se foi. Zósimo ao voltar dali narrou a outros monges a emocionante história, e cedo junto àquela tumba começaram a operar-se milagres e prodígios e a fama da santa penitente se estendeu por muitos países. Santo Afonso de Ligório e muitos outros pregadores narraram muitas vezes e deixaram escrita em seus livros a história de María Egipcíaca, como um exemplo do que obra numa alma pecadora, a intercessão da Santíssima Mãe do Salvador, a qual se digne também interceder por nós pecadores para que abandonemos nossa vida de maldade e comecemos já desde agora uma vida de penitência e santidade.

Abúndio de Como, Santo
Bispo
Abundio de Como, Santo
Abúndio de Como, Santo
Martirologio Romano: En Como, en la región italiana de Liguria, san Abundio, obispo, que enviado a Constantinopla por san León Magno, con gran celo defendió allí la fe verdadera. San Abundio, obispo de Como, una ciudad que aún conserva sus restos en la basílica que le dedicaron para honrarlo como su patrono. Una tradición dice que era griego, de Tesalónica (la actual Salónica), pero el nombre latino crea dudas sobre su origen. Lo que sí es un hecho es que Abundio conocía la lengua griega, algo poco común en la Iglesia de Occidente a su tiempo. Se desconoce la fecha y lugar de su nacimiento, la primera fecha que consta en su biografía es el 17 de noviembre de 440, día en que Abundio, —quien era asistente de Amancio obispo de Como—, recibe la consagración episcopal como su sucesor. Pero no puede iniciar la labor en su diócesis inmediatamente, el Papa León I “el Magno” (quien está reunido con Atila) lo necesita para que vaya a Constantinopla como legado papal ante el emperador Teodosio II. Abundio debía restaurar la unidad de la fe, luego del largo conflicto doctrinal entre el Obispo Nestorio y el Archimandrita Eutiques. Se trata de dos figuras importantes del cristianismo oriental, sin embargo, mantienen un desacuerdo referente a la doctrina de la Iglesia de Roma y de los concilios sobre las dos naturalezas —humana y divina— en la persona de Cristo, este desacuerdo entre ellos provoca, inevitablemente, divisiones entre los cristianos; además hay conflicto por el nombramiento de obispos, problema que deviene en violencia física, como la sucedida al Patriarca Flaviano de Constantinopla, quien fuera brutalmente atacado, lo que provocaría su muerte al poco tiempo. El emperador Teodosio II murió en 450, y fue ante su sucesor, Marciano, y ante los obispos, sacerdotes, monjes y fieles, que Abundio defendió francamente la doctrina católica sobre las dos naturalezas en Cristo, tal como lo había expresado León Magno en una carta a Flaviano. Tuvo éxito, y el documento pontificio fue aceptado por todos los obispos de oriente Lograda la paz, y ton total éxito en su misión, fue recibido con alegría en Roma por el Papa León I el año 451. Pero tan sólo después de una misión similar al norte de Italia, pudo dedicarse a tiempo completo a su diócesis. Su labor consistió en organizar misiones para anunciar el Evangelio en las reiones montañosas de la zona de Lugano y otros territorios aún no cristianizados. El diplomático se convierte en predicador y teólogo. Murió el día de Pascua, según un texto de la época, justo después de la predicación. Pero no lo sabemos con certeza el año de la muerte, según lo informado por algunos en 469, otros en 488 o 499. El Martirologio Romano lo recuerda el 2 de abril, mientras que la diócesis de cómo lo celebra el 31 de agosto. Reproduzido com autorização de Santiebeati.it responsável da tradução : Xavier Villalta

Santo Affiano ou Anfiano, mártir
Em Cesareia de Palestina, santo Affiano ou Anfiano, mártir, que, como se obrigasse ao povo a sacrificar publicamente aos deuses em tempo do imperador Maximino, se acercou intrépido ao prefeito Urbano e, colhendo-o pelo braço, quis impedir o rito, pelo qual lhe prenderam fogo com os pés envoltos em linho empapado com azeite e, respirando ainda, foi arrojado ao mar pelos soldados (306).

Diego Luis de San Vitores, Beato
Diego Luis de San Vitores, Beato
Martirológio Romano: No povo de Tomhom, da ilha de Guam, na Oceânia, beatos mártires Diego Luis de San Vitores, presbítero da Companhia de Jesús, e Pedro Calungsod, ( VER BIOGRAFIA A SEGUIR) catequista, que foram cruelmente precipitados ao mar, em ódio à fé cristã, por alguns apóstatas e nativos seguidores do paganismo (1672). Etimologicamente: Diego = Aquele que é instruído, é de origem grego. Foi filho de um fidalgo cavaleiro, nasceu na cidade de Burgos, Castela a Velha, em 12 de Novembro de 1627, e foi batizado como Diego Jerónimo de San Vitores e Alonso de Maluendo na Igreja de San Gil. Seus pais trataram de o persuadir a seguir uma carreira militar, mas em lugar de isso Diego optou por seguir sua vocação religiosa. Em 1640, ingressa no noviciado da Companhia de Jesús, sendo ordenado sacerdote em 1651. Convencido de que sua vocação era servir como missionário aos não cristãos, Diego foi para uma missão em Manila, Filipinas. Em 1662, São Vitores, fez escala na ilha Guaján (Guam)1 no caminho para Filipinas, prometendo regressar algum dia. Três anos mais tarde, através de sua estreita vinculação à corte real, persuadiu a Felipe IV de Espanha e a à Rainha Ana Maria de Áustria a fim de que se estabelecesse a missão em Guaján . Enquanto estava no México em caminho a Guam, teve problemas para convencer ao Vice-rei espanhol de realizar sua missão. Sem embargo, em 1668, o Padre Diego Luis de San Vitores partiu de Acapulco a Guam. São Vitores nomeou o arquipélago de Chamorro, "Islas Marianas" em honra da Rainha Regente de Espanha, María Ana de Austria, e da Santíssima Virgem María. O missionário chegou a Guam a um povo chamado Hagåtña e foi saudado pelo chefe Kepuha. A familia de Kepuha doou terra para estabelecer a primeira missão católica em Guam. Em 2 de fevereiro de 1669 o Padre San Vitores estabeleceu a primeira Igreja católica em Hagåtña e o dedicou ao "Doce Nome de María". Depois da morte do chefe Kepuha em 1669, as relações entre os chefes locais e Espanha pioraram, iniciando-se uma guerra no ano 1671 que foi liderada pelo chefe Hurao. Depois de vários ataques à chegou-se a um acordo de paz. O Padre San Vitores havia escolhido imitar a São Francisco Javier, que não usou militares em seus afãs missionários na Índia, mas, se deu conta que uma presença militar era necessária para proteger aos sacerdotes que serviam em Guam. Em 1672 o Padre San Vitores consagrou igrejas construídas em quatro povos, incluindo Merizo. Logo, a resistência aumentou, liderada por Makahnas e Kakahnas (sacerdote e sacerdotisa indígenas) que perderiam sua importante posição Chamorri pela conversão ao catolicismo de seu povo. Em 2 de Abril de 1672, Mata´pang e Hirao mataram o Padre San Vitores e a seu ajudante Pedro Calungsod porque o Padre havia batizado a filha de Mata´pang sem autorização do chefe. Segundo alguns relatos a esposa de Mata´pang havia autorizado o baptismo, mas seu esposo cria que a água usada no baptismo era a causa de morte de alguns bebés desde a chegada dos espanhóis. Guaján (Guam), é uma ilha no Pacífico ocidental, pertencente aos Estados Unidos como território não incorporado. Se trata da maior e meridional das Ilhas Marianas. A capital é Agaña.

Santo Domingo Tuoc, presbítero e mártir
No povo Xuong Dien, em Tonquim, santo Domingo Tuoc, presbítero da Ordem de Pregadores e mártir em tempo do imperador Minh Mang (1839).


Eustasio de Luxeuil,  Santo

Santo Eustásio, discípulo de S. Columbano, e seu imediato sucessor na famosa abadia de Luxeuil, nasceu nos fins do século VI. O seu tio S. Mieto, bispo de Langres, encarregou-se de o educar. Descobrindo cada dia novos perigos no século, resolveu Eustáquio buscar no deserto o que não achava no tumulto do mundo. Havia dois ou três anos que S. Columbano, monge irlandês, viera procurar na França um deserto próprio para lhe satisfazer o desejo que tinha de passar os dias nos rigores da mais austera penitência. Tendo-se retirado para um ermo, situado no Franco Condado, fundou o famoso mosteiro de Luxeuil, que por muitos séculos foi seminário de santos, e onde logo desde o princípio se contaram uns 600 religiososEustásio foi um dos primeiros que se alistaram sob a disciplina de S. Columbano. Em pouco tempo, causou viva admiração, copiando no novo mosteiro a santidade dos monges do Oriente. Mas não durou muito a calma. Vendo o mosteiro exposto às violências dos ministros régios, Eustásio retirou-se, com S. Gal, para os estados de Teodeberto, que os tomou debaixo da sua protecção. E S. Columbano, que havia já embarcado no porto de Nantes, foi arrojado por uma tempestade às costas da Bretanha. Por este facto conheceu não ser vontade de Deus que tornasse a passar o mar; e tendo notícia da boa recepção encontrada pelos discípulos, tomou o caminho da Austrásia. O príncipe deu as escolher a Columbano o lugar que quisesse dentro dos seus domínios. Aceitou o santo a oferta; e levando consigo Eustásio e Gal, subiu até às últimas extremidades do lago de Constança, entrou no país dos suíços e, pregando em todas as partes a fé de Jesus Cristo, parou no território de Bregentz , onde fundou novo mosteiro. Tendo aqui notícia de que alguns seculares se haviam apoderado duma parte do convento de Luxeuil, e ameaçavam expulsar dele todos os monges, enviou-lhes Santo Eustásio na qualidade de abade. Custou muito ao mestre e ao discípulo esta separação; mas era indispensável o sacrifício. Eustásio, em Luxeuil, de tal modo soube ganhar os corações dos usurpadores que o deixaram senhor de todo o mosteiro. E o novo abade dedicou logo todos os cuidados ao restabelecimento da disciplina monástica. Havendo Clotário II reunido em uma só monarquia a Borgonha, a Austrásia e a França, por morte dos reis Teodeberto e Thierry, desejou ter dentro do seu reino S. Columbano. Com este intento, enviou Santo Eustásio a convidá-lo a voltar para Luxeuil; porém, Columbano entendeu que Deus não queria a sua saída de Itália; e mandou ao santo abade que voltasse ao governo do seu mosteiro. O vasto zelo de Eustásio não podia estar circunscrito às paredes monásticas; levou a,.luz do Evangelho até aos bávaros, fazendo em toda a parte muitas conversões Mas o demónio, para contrabalançar a guerra que Eustásio lhe fazia, empreendeu quebrantar a ordem e a disciplina no mosteiro de Luxeuil, valendo-se para isso dum falso monge. Agréstio, ou Agrestino, que tinha sido secretário do rei Thierry e havia tomado o hábito em Luxeuil, deixou o deserto, de que já estava enfastiado e, sem qualquer missão legítima, saiu a pregar aos gentios. Como porém o fruto e o aplauso não correspondessem ao que se lhe havia figurado, precipitou-se no cisma dos habitantes de Aquileia. Intentou Eustásio fazê-lo reentrar nos seus deveres, mas encontrou um espírito rebelde, cuja pretensão não era menos que fazer condenar pelo concílio de Macon a Regra de S. Columbano, e que se extinguisse o mosteiro de Luxeuil. Com efeito, apresentou ao concílio muitos capítulos de acusação contra a nova regra. Eustásio refutou vigorosamente no concílio as calúnias de Agrestino e defendeu o seu santo instituto; mas Agrestino, cerrando os ouvidos aos amorosos conselhos do seu abade, morreu desgraçadamente às mãos dum seu criado. Santo Eustásio chorou-o , assim como o fim desventurado de alguns outros que este cismático havia seduzido; mas o Senhor consolou-o abundantemente pela insigne virtude doutros discípulos. E teve o conforto de ver estabelecido no seu mosteiro de Luxeuil o coro perpétuo, de dia e noite, com mais de 600 monges, que, sucedendo-se continuamente uns aos outros, cantavam sem cessar louvores ao Senhor. No meio de exercícios de mortificação, assaltou Eustásio uma violenta e dolorosa enfermidade. Tendo passado trinta dias crucificado pelas mais vivas dores, cheio de merecimentos e favorecido com o dom dos milagres, morreu em Luxeuil, no ano 629, com cerca de sessenta anos de idade e mais de trinta no referido mosteiro. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

Francisco Coll e Guitart, Santo 
Presbítero Dominicano
Francisco Coll y Guitart, Santo
Francisco Coll e Guitart, Santo
Martirológio Romano: Em Vic, de Catalunha, em Espanha, beato Francisco Coll, presbítero da Ordem de Pregadores, que, ao ser injustamente enclaustrado, prosseguiu sua firme vocação e anunciou por toda a região o nome do Senhor Jesus Cristo (1875). Etimologicamente: Francisco = o abandeirado, é de origem germano. Nasceu em Gombrèn, diocese de Vic e província de Gerona (Espanha), em 18 de Maio de 1812 e ao dia seguinte recebeu o baptismo. Era o mais novo de dez irmãos. Em pouco tempo morreu seu pai, e sua mãe se defendeu entre mil dificuldades económicas. Desde a infância se sentiu inclinado ao sacerdócio e em 1823 ingressou no seminário da capital de sua diocese, onde cursou estudos humanísticos e o triénio filosófico. Em 1830 ingressou na Ordem de Pregadores no convento da Anunciação de Gerona. Após o ano de noviciado e a profissão religiosa, se entregou ao estudo da teologia e recebeu as ordens sagradas até ao diaconato inclusive. Em agosto de 1835, quando o Governo central decretou a suspensão das Ordens religiosas, se viu obrigado a abandonar o convento com seus irmãos de comunidade. Viveu com uma fidelidade extraordinária a suas regras, obediência fiel aos superiores e um grande amor a tudo o que constituía sua vocação dominicana, apesar de que ao longo da vida não foi possível restaurar convento algum de frades da Ordem de Pregadores no território da provincia de Aragão, a que pertencia. Recebeu o presbiterado em Solsona em 28 de maio de 1836 e, ao comprovar que não se autorizava a reabertura de conventos, de acordo com os superiores ofereceu seu serviço ministerial ao bispo de Vic. Este o enviou como coadjutor à paróquia de Artés, primeiro, e pouco depois, em dezembro de 1839, à de Moià. Desde o começo de sua entrega ao ministério assumiu tarefas que iam mais além das estritamente paroquiais. O zelo que o devorava salvou-o da inércia da ex-clausura. No principio formou parte a "Irmandade apostólica" que promoveu santo Antonio María Claret, e se entregou a pregar exercícios espirituais e missões populares. Este último, arcebispo e fundador dos Filhos do Coração Imaculado de María, dizia sobre seu companheiro de pregação: "Onde eu prego, ainda pode vir o padre Coll a acrescentar algo; mas onde prega ele, a mim já não me resta nada que fazer". Em 1848 recebeu o título de "missionário apostólico". Vários prelados o chamaram a suas dioceses para que desenvolvesse uma pregação missionária, que foi pacificadora em tempo de frequentes conflitos civis. Seu nome se fez popular nas diferentes comarcas de Catalunha. Reclamavam a porfia sua pregação evangélica orientada a reavivar a fé no meio do povo de Deus e a conseguir o retorno dos afastados às práticas religiosas. Se valeu muito especialmente do rosário, que propagou entre a gente de povos e cidades por meio da renovação de confrarias, estabelecimento do "Rosário perpétuo" a que se apontavam milhares de pessoas, e instruções dirigidas aos fieis para que meditassem com fruto seus mistérios. Com este mesmo objetivo publicou pequenos livros, intitulados "A formosa rosa" e "Escada do céu", dos que se fizeram várias edições com grande número de exemplares em cada uma delas, porque os distribuía abundantemente nas missões. Pregava todos os anos a quaresma e os meses de maio e outubro em honra de María em núcleos importantes por sua população, como Barcelona, Lérida, Vic, Gerona, Solsona, Manresa, Igualada, Tremp, Agramunt e Balaguer... Ao comprovar a ignorância religiosa e a falta de correspondência às normas da vida cristã por parte dos batizados, fundou em 15 de agosto de 1856 a congregação de Irmãs Dominicanas da Anunciata, para a santificação de seus membros e a educação cristã da infância e da juventude, muito afectadas pelo abandono e a ignorância religiosa. Actualmente está presente não só na Europa, mas também na América, África e Ásia. A entrega à pregação, particularmente por meio de exercícios espirituais dirigidos a sacerdotes e religiosas, missões populares, quaresmas, novenas e outros modos de evangelização continuou até ao fim de sua vida, ainda quando nos cinco últimos anos se viu afectado por uma apoplexia progressiva e a conseguinte cegueira, que se lhe declarou o mesmo dia em que os bispos do mundo católico se reuniam em Roma para iniciar os trabalhos do concilio Vaticano I. Faleceu santamente em Vic em 2 de abril de 1875. Foi beatificado pelo servo de Deus João Paulo II em 29 de abril de 1979. Foi canonizado em 11 de Outubro de 2009.

Guillermo (Vilmos) Apor, Beato
Guillermo (Vilmos) Apor, Beato
Martirológio Romano: Em Györ, en Hungría, beato Guillermo Apor, bispo e mártir, que em plena guerra abriu sua casa a uns trezentos prófugos e, por defender a umas raparigas de mãos dos soldados, na tarde de Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor foi ferido, falecendo três dias mais tarde (1945). Etimologicamente: Guillermo = Aquele que é um protetor decidido, é de origem germânico. Vilmos Apor nasceu em 29 de Fevereiro de 1892 em Segesvár (Hungría). Era o sexto filho de uma família nobre. Seu pai morreu quando ele ainda era menino; sua mãe o educou num profundo fervor religioso. Foi acólito. Estudou com os jesuítas e, ao terminar os estudos secundários, ingressou no seminário. Seu bispo o enviou à universidade de Innsbruck, dirigida pelos jesuítas, onde obteve o doutorado em teologia. Recebeu a ordenação sacerdotal em 24 de agosto de 1915, sendo indicado para a diocese de Nagyvárad. Exerceu primeiro seu ministério como vice pároco em Gyula e, durante a guerra, por pouco tempo, como capelão militar. Trabalhou um ano como prefeito no seminário de Nagyvárad e logo voltou a Gyula como pároco. Se distinguiu por seu amor aos pobres. Para favorecer a educação religiosa dos jovens fundou um colégio e chamou para a cidade a congregações religiosas, com a finalidade de intensificar a vida de piedade dos fieis. Na sua paróquia se formou uma verdadeira comunidade sacerdotal. Se esforçou por criar boas relações com os pastores e fieis de outras confissões. O Papa Pío XII nomeou-o bispo de Gyor em 21 de Janeiro de 1941. Recebeu a consagração episcopal em 24 de fevereiro do mesmo ano e tomou posse de sua sede episcopal em 2 de março sucessivo. O lema de seu escudo episcopal era: «A cruz fortalece ao fraco e faz humilde ao forte». Apesar das dificuldades que supunha a segunda guerra mundial, desempenhou sua missão com grande entusiasmo. Amava muito a seus sacerdotes, aos fracos e necessitados. Dedicou-se com energia a fomentar a educação moral e religiosa da juventude. Quando na Hungría se introduziram as leis raciais, defendeu as vítimas da injustiça, elevando sua voz inclusive contra os mesmos políticos que estavam no poder. Condenou as ações inumanas e a perseguição em vários escritos e nas pregações, com o que pôs em perigo inclusive sua segurança pessoal. Durante os bombardeamentos não duvidou em acudir a socorrer as vítimas. Quando os combates afetaram o território de sua diocese, pôs à disposição dos refugiados o palácio episcopal e ele retirou-se para uma habitação pequena. Ao ter conhecimento do perigo que corriam as mulheres, declarou que estava disposto a defendê-las inclusive à custa de sua vida. Isto o demonstrou quando na tarde de Sexta-feira Santa chegaram ao palácio episcopal alguns soldados russos, borrachos, para levar para o quartel numerosas mulheres, que se haviam refugiado no sótão do bispado. O bispo recusou categoricamente o pedido. Depois de uma longa luta, quando um oficial começou a ameaçá-lo com sua pistola, ele foi avançando a pouco e pouco tratando de o tirar para fora. Mas o oficial se voltou de repente e disparou, ficando ferido na testa na mão e no estômago. Os soldados, assustados, fugiram, e o bispo caiu em terra. Foi levado ao hospital, onde o operaram. Ao voltar em si, deu graças a Deus porque nenhuma das mulheres havia sofrido violência e por ter aceitado seu sacrifício. Se preparou para bem morrer; orou por seus sacerdotes, pelos fieis, pelo povoo húngaro, pelos dirigentes do Estado e por seu país. Morreu em Segunda-feira de Páscoa, 2 de abril de 1945. Foi sepultado na igreja dos carmelitas. Na basílica de Gyor se construiu um sarcófago de mármore para trasladar a ele os restos mortais do bispo em 24 de novembro de 1948, mas as autoridades estatais o impediram. Houve que esperar até 23 de maio de 1986. A tumba do bispo Vilmos Apor se acha actualmente na capela Hédervári na nave lateral de dita basílica. Em 7 de setembro de 1996, por ocasião de sua segunda visita pastoral à Hungría, João Paulo II acudiu também a essa capela e orou ante a tumba de monsenhor Apor. Sua beatificação se realizou na Basílica de São Pedro, em 9 de Novembro de 1997, em cerimónia presidida por S.S. João Paulo II - Reproduzido com autorização de Vatican.va

Isabel Vendramini, Beata
Isabel Vendramini, Beata
Martirológio Romano: Em Pádua, no território de Veneza, beata Isabel Vendramini, virgem, que dedicou sua vida aos pobres e, após superar muitas adversidades, fundou o Instituto de Irmãs Isabelas da Terceira Ordem de São Francisco (1860).Etimologicamente: Isabel = Aquela a quem Deus dá saúde, é de origem hebraica. beata Isabel, fundadora das Religiosas Terciárias Franciscanas Isabelinas de Pádua, família religiosa consagrada a servir aos pobres, centrou sua vida na contemplação de Cristo pobre e crucificado, a que reconhecia e servia depois nos pobres seus irmãos. Isabel (Elisabetta) Vendramini nasceu em Bassano del Grappa (Itália) em 9 de Abril de 1790. Era de índole dócil e muito caritativa. Nas religiosas agostinhas recebeu a educação própria daquele tempo, com uma intensa vida espiritual. Jovem brilhante, gostava de vestir bem e era centro de interesse. Era amante da solidão e se retirava a miúdo ao campo para orar. Depois de seis anos de noivado, em vésperas da boda, o Senhor lhe deu a conhecer com claridade sua chamada, e para Isabel constituiu uma verdadeira conversão. No ano 1821 vestiu o hábito de Terciaria Franciscana com o nome de Margarita, em Fassano. Logo foi a Pádua e ali fundou, em 4 de outubro de 1830, uma familia religiosa consagrada a Deus na observância da Terceira Ordem Franciscana para servir os pobres. No ano seguinte fizeram a profissão as primeiras religiosas. Se dedicaram à educação da juventude e a atender às senhoras anciãs, sãs e enfermas. Faleceu em Pádua em 2 de abril de 1860. Foi beatificada por João Paulo II em 4 de novembro de 1990.

Juancito (Costa), Beato
Juancito (Costa), Beato
beato Juancito, chamado também Juancito Costa que parece era seu apelido, se venera em Volpedo na província de Alessandria (Itália). Segundo alguns havia nascido em Tortona. Foi um jovem pastor, assassinado por judeus por ódio à fé de Cristo, em 2 de abril de 1468. Inicialmente suas relíquias se dividiram. A cabeça em Volpedo e o corpo foi levado a Tortona, mas em 1820 foram reunidos, e actualmente se encontram em Volpedo. Em 19 de agosto de 1920 se fez um reconhecimento canónico das relíquias; seu culto está em vigor desde o século XV, e foi autorizado pelo bispo de Tortona no século subsequente. Em Volpedo a festa do beato celebra-se na data tradicional de 2 de abril, mas também na segunda-feira depois do segundo domingo depois de Páscoa.

• Leopoldo de Gaiche, Beato 
Presbítero Franciscano
Leopoldo de Gaiche, Beato
Leopoldo de Gaiche, Beato
Martirológio Romano: Em Spoleto, na Umbría, beato Leopoldo de Gaiche, presbítero da Orden de Irmãos Menores, que estabeleceu o santuário de Monte Luco (1815). Etimologicamente: Leopoldo = Aquele que é valente junto ao povo, é de origem germânico. Beatificado por León XIII el 12 de marzo de 1893. Leopoldo, bautizado con el nombre de Giovanni, nació en Gaiche, Perusa, el 30 de octubre de 1732 y murió en Monteluco de Espoleto el 2 de abril de 1815. Sus padres, José Croci y Antonia María Giorgi, eran campesinos acomodados que educaron a su hijo en la vida cristiana con sencillez y profundidad. Deseoso de consagrarse a Dios, escogió la Orden de los Hermanos Menores y vistió el hábito el 19 de marzo de 1751 en el convento de San Bartolomé de Civitola. De 1752 a 1757 se dedicó al estudio de literatura, filosofía y teología. Ordenado sacerdote el 5 de marzo de 1757, enseñó filosofía y teología con gran provecho de los estudiantes. Su constante amor al saber se aprecia por sus manuscritos. El campo de acción a que el Beato Leopoldo ligó principalmente su nombre fue la predicación, a la cual se sentía más atraído por sus excelentes cualidades de orador. Se distinguió sobre todo en los cursos de misiones, que duraban por lo menos 15 días, con 3 o 4 sermones diarios, siguiendo el método de San Leonardo de Puerto Mauricio, cuyo reglamento para las Misiones llevaba siempre consigo y daba a leer al grupo de misioneros que él dirigía. Viajaba siempre a pie.  En todas sus misiones eran característicos los «despertadores», que tenían como misión despertar a los que vivían en pecado. Después de una incisiva predicación, a menudo se flagelaba las espaldas. Durante las misiones predicadas por él se hacían dos procesiones, una penitencial en la cual participaban todos con los pies descalzos y coronas de espinas en la cabeza, y la otra de la Virgen, en la cual intervenían especialmente mujeres y muchachas vestidas de blanco. En 47 años de ininterrumpido apostolado, según un pequeño “Diario de predicaciones”, tuvo 30 cursos de Misiones, de 15 días de duración, predicando varias veces al día, 40 cuaresmas, 14 cursos de adviento, 94 cursos de ejercicios espirituales, muchas otras predicaciones aisladas en variados lugares y circunstancias. Donde predicaba, inculcaba la devoción a la Pasión y muerte de Jesús, por lo cual al terminar las misiones erigía el Via-crucis (erigió 73). levantaba cruces conmemorativas sobre los montes y en las llanuras. Los frutos recogidos de esta intensa predicación fueron copiosísimos. Dentro de la Orden de los Hermanos Menores Fray Leopoldo desempeñó importantes oficios: fue guardián, custodio de Provincia y Ministro provincial de la Umbría. San Leonardo de Puerto Mauricio al morir dejó su espiritualidad a otro gigante de los Retiros, el beato Leopoldo de Gaiche, que en 47 años de predicación, respaldados con una penitencia implacable, evangeliza la Umbría y el Lacio y lo fortalece y defiende contra los errores, oponiéndose con su palabra poderosa a la corrupción de las costumbres. Tiene el dolor de ver suprimido su querido convento de Monteluco, transformado por él en Retiro modelo. Al caer el gobierno napoleónico, Leopoldo pudo retornar a su retiro, pero gozó poco de la paz del retorno: ya enfermo y sin fuerzas por la ancianidad, murió el 2 de abril de 1815, con llanto general de las gentes de Espoleto. Tenía 83 años.

María de San José (Laura Alvarado Cardozo), Beata
María de San José (Laura Alvarado Cardozo), Beata
Martirológio Romano: Em Maracay, na Venezuela, beata María de San José (Laura) Alvarado, virgem, que fundou as Agostinhas Recoletas do Sagrado Coração, sempre solícita em sua caridade a favor das jovens órfãs, dos anciãos e pobres abandonados (1967). Etimologicamente: María = eminência, excelsa, é de origem hebraica.Etimologicamente: Laura = Aquela que triunfa, é de origem latina. Primogénita de quatro irmãos, Laura Elena Alvarado Cardozo nasceu em Choroní, Aragua, Venezuela, em 25 de Abril de 1875. Inclinada desde menina à piedade e a servir aos pobres, na idade de 17 anos fez voto de virgindade e dedicou-se ao serviço dos enfermos num hospital fundado em Maracay pelo pároco Vicente López uma congregação religiosa que mais tarde tomaria o nome de Agostinhas Recoletas do Coração de Jesús. Preocupada pela pobreza e o abandono da gente simples, abriu na Venezuela centros de acolhida para órfãs e anciãos abandonados. "Os desditados de todos – dizia a suas religiosas – esses são os nossos". Regeu a congregação como superiora geral até 1960. Morreu com fama de santidade em 2 de abril de 1967. Foi beatificada em 7 de maio de 1995 por João Paulo II.


Nicecio de Lyon, Santo
Nicécio de Lyon, Santo
Martirologio Romano: Em Lyon, na Galia, são Nicécio, bispo, que se distinguiu por sua dedicação aos pobres e sua benignidade para com os simples, estabelecendo nesta Igreja a norma de cantar salmos (573). São Nicécio, que era tio avô de São Gregório de Tours, descendia de uma família de Borgonha e havia sido destinado ao serviço da Igreja desde muito jovem. Después de su ordenación sacerdotal, siguió viviendo con su madre, que era viuda, obedeciéndola con la sencillez del último de los criados. Nicecio tenía en tan alta estima la instrucción, que insistía en que todos los niños nacidos en sus posesiones aprendiesen a leer y a recitar los salmos; ello no le impedía ayudar personalmente a sus criados y servidores en el trabajo manual para cumplir con el precepto apostólico y tener algo que dar a los pobres. Cuando San Sacerdote, obispo de Lyon, se hallaba en París en su lecho de muerte, el rey Childeberto fue a visitarle y le rogó que nombrase a su sucesor. El anciano prelado nombró a su sobrino Nicecio, quien fue poco después consagrado obispo Era un hombre de vida irreprochable, que combatía con todas sus fuerzas las conversaciones ligeras y poco caritativas, predicando contra ellas siempre que podía. Sus poderes de exorcista le ganaron gran fama. Durante su episcopado, que duró casi veinte años, San Nicecio resucitó y mejoró el canto en las iglesias de su diócesis. San Gregorio de Tours cuenta muchos milagros obrados en su tumba.

Mykola (Nicolás) Charneckyj, Beato
Mykola (Nicolás) Charneckyj, Beato
Martirológio Romano: Em Lwiw, em Ucrânia, beato Nicolás Carneckyj, bispo, que exercendo como exarca apostólico de Volyn’ y Pidljashja em tempo de perseguição contra a fé, seguiu como pastor fiel as pegadas de Cristo e, por sua graça, chegou ao reino dos céus (1959) Etimologicamente: Nicolás = Aquele que é o vencedor, é de origem grego. Nasceu em 14 de Dezembro de 1884 em Semakivtsi (Ucrânia ocidental). Prosseguiu os estudos em Roma, cidade em que durante sete anos frequentou o Colégio Ucraniano (se licenciou em sagrada teologia en 1910). Recebeu a ordenação sacerdotal em 1909; realizou seu apostolado na diocese de Stanislaviv (actualmente Ivano-Frankivsk, Ucrânia). Em 1919 entrou no noviciado da Congregação do Santíssimo Redentor, e em 16 de dezembro de 1920 emitiu a profissão religiosa. Pío XII nomeou-o bispo titular de Lebed e visitador apostólico para os ucranianos da região de Volyn´ y Pidljasja. Em 8 de fevereiro de 1931 foi ordenado bispo em Roma. Durante a primeira ocupação soviética de Ucrânia ocidental (1939-1941), o metropolita Septyckyj o nomeou exarca apostólico para os ucranianos da mesma região. Expulso de Volyn´ pelos comunistas em 1939, se estabeleceu em Lvov. Em 11 de abril de 1945 as autoridades comunistas prenderam-no junto com outros bispos da Igreja greco-católica. Começaram em seguida as torturas, tanto físicas como morais. Foi declarado culpável de colaboração "com o regime nazi" e de ser "agente do Vaticano". O condenaram a seis anos de cadeia pela primeira acusação e a dez pela segunda. Cumpriu a pena em diversos campos de concentração siberianos. As autoridades, convencidas de que morreria de um momento a outro por sua grave enfermidade, o deixaram livre em 1956, ao cabo de onze anos de prisão. Morreu em 2 de abril de 1959, aos 74 anos de idade, em Lvov.
Foi beatificado por S.S. João Paulo II em 27 de Junho de 2001 com um grupo de mártires conformado por:
1 - Mykolay Charneckyj, Bispo, 2 Abril; 2 - Josafat Kocylovskyj, Bispo, 17 Novembro; 3 - Symeon Lukac, Bispo, 22 agosto; 4 - Basílio Velyckovskyj, Bispo, 30 Junho; 5 - Ivan Slezyuk, Bispo, 2 Dezembro; 6 - Mykyta Budka, Bispo, 28 Setembro; 7 - Gregorio (Hryhorij) Lakota, Bispo, 5 Novembro; 8 - Gregorio (Hryhorij) Khomysyn, Bispo, 28 Dezembro; 9 - Leonid Fedorov, Sacerdote, 7 marzo; 10 - Mykola Konrad, Sacerdote, 26 Junho; 11 - Andrij Iscak, Sacerdote, 26 Junho; 12 - Román Lysko, Sacerdote, 14 Outubro; 13 - Mykola Cehelskyj, Sacerdote, 25 Maio; 14 - Petro Verhun, Sacerdote, 7 Fevereiro; 15 - Alejandro (Oleksa) Zaryckyj, Sacerdote, 30 Outubro; 16 - Klymentij Septyckyj, Sacerdote, 1 Maio; 17 - Severijan Baranyk, Sacerdote, 28 Junho; 18 - Jakym Senkivskyj, Sacerdote, 28 Junho; 19 - Zynovij (Zenón) Kovalyk, Sacerdote, 30 Junho; 20 - Vidal Vladimir (Vitalij Volodymyr) Bajrak, Sacerdote, 16 Maio; 21 - Ivan ZiatykSacerdote, 17 Maio; 22 - Tarsicia (Olga) Mackiv, Monja, 18 Julho; 23 - Olympia (Olha) Bidà, Soror, 28 Janeiro; 24 - Laurentia (Leukadia) Harasymiv, Monja, 26 agosto; 25 - Volodymyr Pryjma, Laico, 26 Junho.
(as datas indicadas correspondem às de seu martírio)


Pedro Calungsod
Catequista Mártir
Pedro Calungsod, Beaato
Pedro Calungsod, Beato
Martirológio Romano: No povo de Tomhom, da ilha de Guam, na Oceânia, beatos mártires Diego Luis de San Vitores, (VER BIOGRAFIA ANTERIOR) presbítero da Companhia de Jesús, e Pedro Calungsod, catequista, que foram cruelmente precipitados ao mar, em ódio à fé cristã, por alguns apóstatas e nativos seguidores do paganismo (1672). Pedro Calungsod era um adolescente quando saiu das Filipinas para as ilhas Ladrones no Pacífico Oriental em 1668. O jovem catequista fazia parte de um grupo de missionários jesuítas que haviam ido a levar Cristo ao povo Chamarro. A vida era dura nas ilhas. Os víveres frequentemente tardavam em chegar-lhes e eram sujeitos a tufões. Apesar das privações, Pedro e os missionários tiveram êxito evangelizando a gente. As ilhas mudaram de nome para Las Marianas em honra à Virgem María. Não tardaram em circular rumores acerca da água que usavam os missionários para batizar aos conversos. Diziam que era venenosa, e como alguns bebes morriam depois de seu batismo, muitos creram nos rumores. Em 2 de Abril de 1672, Pedro e um sacerdote jesuíta, o Padre Diego, batizaram a um bebé sem o consentimento do pai. O pai se enfureceu e começou a atirar lanças a Pedro. O Padre Diego não permitia a seus companheiros carregar armas assim é que não puderam defender-se. Pedro foi ferido no peito e na cabeça. O Padre Diego lhe deu uma absolvição sacramental e depois a ele mesmo lhe deram morte. Os assassinos deitaram os cadáveres ao mar e os restos destes mártires nunca se recobraram. Ao receber as noticias, os companheiros de Pedro disseram: "¡Jovem afortunado! ¡Que bem recompensados foram seus quatro anos de serviço constante a Deus nesta missão tão difícil: ganhou a primeira entrada no céu a nosso superior, Padre Diego!". Pedro era um bom jovem, um catequista virtuoso, um assistente constante e um bom Católico cuja perseverança na fé até ao martírio comprovou que era um bom soldado de Cristo. O Padre Diego Luis de San Vitores foi beatificado em 1985. Quinze anos depois, em 5 de março de 2000, seu companheiro Pedro Calungsod foi também beatificado por S.S. João Paulo II.


Santa Teodora, mártir
Na mesma cidade, paixão de santa Teodora, virgem, natural de Tiro, que, na mesma perseguição citada, por haver saudado aos confessores da fé que estavam de pé ante o tribunal, rogando-lhes que ao chegar ante o Senhor se recordassem dela, foi detida pelos soldados e levada ao mesmo prefeito, e por mandato deste foi torturada com acervos tormentos e arrojada finalmente ao mar (307).


São Victor, bispo
Em Capua, da Campania, são Víctor, bispo, conspícuo por sua erudição e sua santidade (554).

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz oEvangelho.

    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. A partir de hoje, pois, terminada a edição da Pág.- VIVER A QUARESMA, que tinha o nº 7, a Pág  ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS, passa a ter o seu Nº. . Em breve, possivelmente já na próxima semana, a pág. 3 também deixará de ser editada pois a série a que se refere, está prestes a terminar. Até lá, porém, manter-se-á esta Numeração.
  • (sendo a Pág. 1 – Vidas de SantosPág. 2 – O Antigo Testamento; e Pág. 3 – O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4 – A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6 – In Memoriam.
  • Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
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  • António Fonseca