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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Nº 1609-8 - Encontro diário com Deus - Sexta-feira - 5 de Abril de 2013

Nº 1609-8
Sexta-feira  -  5 de Abril de 2013
Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br
Pensamento do Dia
O ser humano é do tamanho do seu sonho.

Fernando Pessoa
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Senhor, que eu veja!
Que também eu veja!
Que todos nós vejamos!
Coração de Jesus, luz e consolo nosso, permanecei connosco, porque escurece o dia.
Somos cegos, mas se vós nos disserdes:
Vede!
Abrir-se-ão os nossos olhos e vos veremos a vós e em vós o Pai Celeste e para vós havemos de tender com todas as forças de nossas almas.
Ámen.




Frei João José Pedreira de Castro, OFM
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NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:
http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

Nº 1611 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO JOSUÉ (7) - 5 de Abril de 2013




5 de Abril de 2013
Nº 1611 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1611

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
– GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO  (Estes já estão…)
– Faltam apenas 885 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
– SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1611 - 2ª Página

5 de Abril de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

JOSUÉ
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Mapa antigo de Israel

 

JOSUÉ

 

Conquista da Terra da Promissão


7  -  PECADO E CASTIGO DE ACà– Os israelitas incorreram numa prevaricação a respeito do anátema. Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, filho de Zaré, da tribo de Judá, apoderou-se de algumas coisas proibidas, e o Senhor encolerizou-Se contra os filhos de Israel.
Josué enviou de Jericó homens contra Hai, situada junto de Bet-Haven, ao oriente de Betel, dizendo-lhes: «Ide explorar a terra». Eles partiram e exploraram Hai (Os 4, 15; 5, 8; 10, 5). Voltando para junto de Josué, disseram-lhe: «É inútil vir o povo todo; vão só dois ou três mil homens e apoderem se da cidade, pois a sua população é muito reduzida». Três mil homens aproximadamente, puseram-se a caminho, mas foram derrotados pela gente de Hai, caindo mortos trinta e seis homens; os inimigos perseguiram-nos desde a porta da cidade até  Sabarim; e derrotaram-nos ainda quando fugiam pela encosta. O povo ficou consternado e perdeu toda a coragem.
Josué rasgou as vestes e prostrou-se com a face por terra até à tarde, diante da arca do Senhor, ele e todos os anciãos de Israel, cobrindo de pó as suas cabeças. «Ó Senhor JAVÉ, implorou Josué, porque fizestes este povo passar o Jordão? Foi para nos entregardes nas mãos dos amorreus que nos destruirão? Oxalá tivéssemos ficado do outro lado do Jordão! Que direi, Senhor, vendo Israel voltar as costas aos seus inimigos? Os cananeus e todos os habitantes da terra vão sabê-lo, cercar-nos-ão e, em breve, farão desaparecer o  nosso nome da face da terra. Que fareis Vós, pela glória do Vosso grande nome
O Senhor disse a Josué: «Levanta-te; porque estás assim prostrado com a face por terra? Israel prevaricou, a ponto de  violar a aliança que Eu lhe prescrevi e de tomar das coisas votadas ao anátema, roubá-las, ocultá-las, escondê-las entre as bagagens. Eis porque os filhos de Israel não puderam resistir aos seus inimigos, mas voltaram-lhes as costas, pois caíram sobre o anátema. Se não tirares o anátema do meio de vós, não mais estarei convosco! Vai santificar o povo! Diz-lhe:Purificai-vos para amanhã, porque isto diz o Senhor, Deus de Israel: O anátema está no meio de ti Israel. Não poderás resistir aos teus inimigos enquanto não tiveres tirado o anátema que está no meio de vós. Aproximar-vos-eis, amanhã, de cada tribo, e a tribo que o Senhor designar apresentar-se-á família por família; e a família designada apresentar-se-á por suas casas: e a casa indicada pelo Senhor apresentar-se-á por pessoas. Aquele que for designado como tendo incorrido no anátema será queimado, ele e tudo o que lhe pertence, porque transgrediu a aliança do Senhor e cometeu uma infâmia em Israel».
No dia seguinte, de manhã, Josué mandou vir o povo, tribo por tribo, e foi designada a tribo de Judá. Depois de se aproximar a família de Judá a sorte indicou a família de Zaré. Mandou que se aproximasse a família de Zaré por casas e a sorte designou a de Zabdi, a qual se apresentou por pessoas: a sorte caiu sobre Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, filho de Zaré, da tribo de Judá.
Josué disse a Acã: «Meu filho, dá glória ao Senhor, Deus de Israel, e rende-Lhe homenagem. Confessa-me o que fizeste, sem calar nada» (Jer 13, 16; Dan 9, 4; Mal 2, 2; Jo 9, 24). Acã respondeu a Josué: «Sim, fui eu quem pecou contra o Senhor, Deus de Israel. Eis o que fiz: Vi no meio dos despojos um formoso manto de Senaar, duzentos siclos de prata e uma barra de ouro de cinquenta siclos: levado pela cobiça, apanhei-os. Escondi tudo na terra no meio da minha tenda e o dinheiro debaixo». Josué mandou que alguns homens inspeccionassem a tenda, e eles encontraram os objectos que ali estavam escondidos, e o dinheiro debaixo  Tomaram-nos e trouxeram-nos a Josué e a todos os filhos de Israel, e colocaram-nos diante do Senhor. Então Josué  na presença de todo o Israel, pegando em Acã, filho de Zaré, com o dinheiro, o manto, a barra de ouro seus filhos e filhas, seus bois, seus jumentos, suas ovelhas, sua tenda, e tudo o que lhe pertencia, levou-os ao vale de Acor (Is 65, 10; Os 2, 15). «Já que foste a nossa perdição, o Senhor te perca hoje!» E todos os filhos de Israel o apedrejaram. Depois foram queimados no fogo. E lançaram sobre Acã um grande monte de pedras, o qual subsiste ainda hoje. E o Senhor aplacou A Sua cólera. POor isso, esse lugar é ainda hoje chamado vale de Acor (Is 65, 10; Os 2, 15).


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Os Dez Mandamentos

Inicia-se hoje  -  (30-Março-2013) a descrição do texto de JOSUÉ,

que decorre com a Conquista da Terra de Promissão

 

Textos do Livro “JOSUÉ” do ANTIGO TESTAMENTO

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5 de ABRIL de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nº 1610 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - BENTO XVI (3) - 5 de Abril de 2013


Nº 1610 - (3)

5 de Abril de 2013


BOM ANO DE 2013

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NOTA - Solicito a vossa atenção para o seguinte:

Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História, e como tiveram oportunidade de constatar, ontem publiquei a 2ª parte da Vida de Bento XVI – que devido à sua extensão – tive que dividir em 3 dias.

Hoje publicarei os textos referentes a:

Viagens em Itália, Viagens Apostólicas fora de Itália, Factos do pontificado e Apêndice

 

Desculpem e Obrigado. AF.

 

LOUVADO SEJA DEUS E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA, PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS. ÁMEN.


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BENTO XVI
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Bento XVI
(2005-2013)

Viagens em Itália

Viagem a Bari em 2005; Santuário de Monoppello e a Verona, em 2006; Vigecano e Pavia, Loreto, Valletri e Nápoles, em 2007; Savona e Génova, Santa Maria di Leuca e Brindsi e, finalmente, de 28 de Julho a 6 de Agosto de 2008, o Papa viajou para Bressassone para um curto período de férias que serão interrompidas apenas aos domingos para a celebração do Angelus. Em 7 de Setembro de 2008  visitou  Cagliari, na Sardenha, onde teve um encontro com os sacerdotes, os seminaristas e a comunidade pontifícia na Faculdade Teológica da Sardenha e um encontro com os jovens na Praça Yenne.

Viagens apostólicas fora de Itália

De 18 a 21 de Agosto de 2005, a Colónia (Alemanha), por ocasião da XX Jornada Mundial da Juventude.
De 25 a 28 de Maio de 2006, à Polónia;
Em 8 e 9 de Julho de 2006, a Valência (Espanha), no V Encontro Mundial das Famílias;
De 9 a 14 de Setembro de 2006, a Munique, Altoting e Regensburg (Alemanha). Uma citação de Manuel II Paleólogo  imperador de Bizâncio (1348-1425), feita por Bento XVI numa conferência proferida na Universidade de Regensburg, onde foi reitor, incendiou o mundo muçulmano;
De 28 de Novembro a 1 de Dezembro de 2006 à Turquia;
A Igreja Ortodoxa tem a sua festa em 30 de Novembro, dia de santo André, um dos apóstolos, e resolveu convidar para a sua festa o papa de Roma. Cumprindo a tradição, Paulo VI e João Paulo II aceitaram o convite e fizeram essa visita. Bento XVI resolveu também aceitar mesmo com os protestos e manifestações de parte do povo turco, devido à conferência ocorrida na Alemanha, em Setembro (e atrás citada). Assim deixou Roma em 28 de Novembro e à chegada a Ancara foi recebido à saída do avião pelo primeiro ministro, Tayyip Erdogan, e por Bartolomeu I, patriarca ortodoxo. Depois, na sala VIP, Bento XVI declarou que « considera o Islão uma religião pacifica e afectuosa». Logo depois foi depor uma coroa de flores no mausoléu de Mustafá Kemal Ataturk, fundador da República turca, e encontrou-se com o presidente turco, Ahmed Necdet Sezer.
No segundo dia da visita, Bento XVI reuniu se com Bartolomeu I, patriarca ortodoxo, com quem  rezou em Istambul. Em Éfeso, o papa celebrou uma missa junto à Casa de Maria, onde se crê que a Mãe de Jesus tenha vivido os seus últimos dias.
Em 30 de  Novembro esteve em Istambul visitando a Igreja de Santa Sofia (ou Aya Sofya), convertida em museu em 1934, por Mustafá Kemal Ataturk. Foi depois para a Mesquita Azul, mas antes de entrar, respeitando o rito islâmico  descalçou os sapatos. À entrada abençoou uma criança invisual e rezou, de braços cruzados sobre   o peito, voltado para Meca, gesto elogiado pelo grande mufti de Istambul, Mustafá Cagrici.
Depois de João Paulo II, em Damasco, na Síria, em 2001, Bento XVI foi o segundo papa a entrar num templo muçulmano, numa visita que durou vinte minutos.
O papa assistiu ainda a uma missa segundo o rito bizantino e, no final, assinou uma declaração conjunta com Bartolomeu I, apelando à luta do cristão contra a «secularização e o relativismo e niilismo» que grassa no mundo ocidental.
No último dia da visita rezou uma missa na Catedral do Espírito Santo, em Istambul, com a presença de milhares de católicos, e à porta soltou quatro pombas brancas, símbolo da paz.
De 9 a 14 de Maio de 2007 visita ao Brasil na V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e Caribe .
De 7 a 9 de Setembro de 2007, visita a Áustria no 85º aniversário da fundação do Santuário de Mariazell.
De 15 a 21 de Abril de 2008 visita os Estados Unidos da América e a Organização das Nações Unidas.
De 15 a 21 de Julho de 2008 visita a Sidney (Austrália) na XXIII Jornada Mundial da Juventude celebrando a Santa Missa e Consagração do novo altar com os Bispos australianos  os seminaristas, os noviços e as noviças de St. Mary's Cathedral, em 19 de Julho de 2008.
De 12 a 15  de Setembro visita França, no 150º aniversário das Aparições de Lourdes.

Factos do pontificado

Excomunhão  -  Em 26 de Setembro de 2006, o Vaticano anunciou a excomunhão automática do arcebispo emérito de Lusaca (Zâmbia), Emmanuel Milingo, e de quatro sacerdotes casados por ele ordenados dias antes. Além disso  Milingo fundou uma associação de sacerdotes casados e ele próprio casou se em Nova Iorque, em 2001, com  Maria Sung, uma coreana que é membro da seita Moo. O arcebispo disse que não aceitava a excomunhão e a devolvia a Roma, continuando a sua luta pela abolição do celibato dos sacerdotes.

Reunião com  a Cúria Romana  -  Em 16 de Novembro de 2006, Bento XVI reuniu com os cardeais da cúria romana, entre eles D. José Saraiva Martins  para discutir assuntos polémicos: o celibato dos sacerdotes e a readmissão de padres casados. Esta reunião foi provocada pela excomunhão do arcebispo de Lusaca, Emmanuel Milingo, e da sua insistência na abolição do celibato.
Após a reunião, que durou três horas, o Vaticano emitiu um comunicado onde diz «O valor da escolha pelo sacerdócio celibatário, em concordância com a tradição católica, foi reafirmado».
Por sua vez, o porta-voz do Vaticano, Frederico Lombardi, afirmou aos jornalistas que o que está em causa é apenas a probabilidade de readmitir sacerdotes que ficaram viúvos  acrescentando que as condições do encontro «não alteram a forma como as regras actuais - o celibato - são aplicadas». Recorde-se que a obrigação do celibato foi imposta pelo Segundo Concilio de Latrão, em 1139.

Nomeação de um bispo  -  Em 1 de Dezembro de 2006, Bento XVI nomeou bispo de São Tomé e Príncipe o padre português Manuel Mendes dos Santos, actual supervisor provincial dos Missionários Claretianos.

Apêndice  (*) 


Bento XVI (em latimBenedictus XVI), nascido Joseph Aloisius Ratzinger (Marktl am InnAlemanha16 de abril de 1927), é Papa Emérito da Igreja Católica. Seu outro título é Romano Pontífice Emérito.
Foi papa da Igreja Católica e bispo de Roma de 19 de abril de 2005[2] a 28 de fevereirode 2013, quando oficializou sua abdicação. Desde sua renúncia é Bispo emérito daDiocese de Roma, foi eleito, no conclave de 2005, o 265º Papa, com a idade de 78 anos e três dias, sendo o sucessor de João Paulo II e sendo sucedido por Francisco.
Domina pelo menos seis idiomas, entre os quais (alemãoitalianofrancêslatim,inglêscastelhano) e possui conhecimentos de português, ademais lê o grego antigo e o hebraico.[3] É membro de várias academias científicas da Europa como a francesaAcadémie des sciences morales et politiques e recebeu oito doutorados honoríficos de diferentes universidades, entre elas da Universidade de Navarra, é também cidadão honorário das comunidades de Pentling (1987), Marktl (1997), Traunstein (2006) eRatisbona (2006).
É pianista e tem preferências por Mozart e Bach.[4] É o sexto e talvez o sétimo papa alemão desde Vítor II (segundo a procedência de Estêvão VIII, de quem não se sabe se nasceu em Roma ou na Alemanha) e, nos seus 80 anos, tem a idade máxima para ser cardeal eleitor. Em abril de 2005 foi incluído pela revista Time como sendo uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.[5]
O último papa com este nome foi Bento XV, que esteve no cargo de 1914 a 1922 e pontificou durante a Primeira Guerra Mundial. Ratzinger foi o primeiro Decano doColégio Cardinalício eleito Papa desde Paulo IV, em 1555, o primeiro cardeal-bispoeleito Papa desde Pio VIII, em 1829, e o primeiro superior da Congregação para a Doutrina da Fé a alcançar o Pontificado, desde Paulo V, em 1605.
Em 11 de fevereiro de 2013, o Papa Bento XVI anunciou que renunciaria ao Pontificado em 28 de fevereiro. "O papa anunciou que renunciará a seu ministério às 20h (hora de Roma) de 28 de fevereiro. Começará assim um período de sede vacante", informou o padre Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano.[6] Bento XVI comunicou sua renúncia em discurso pronunciado, em latim, durante um consistório convocado para anunciar três canonizações. "No mundo de hoje", disse, "sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida e para a fé, para governar a barca dePedro e anunciar o Evangelho, é necessário vigor, tanto do corpo como do espírito, vigor que, nos últimos meses, diminuiu de tal modo em mim que devo reconhecer a minha incapacidade de administrar bem o ministério a mim confiado. (...) Deverá ser convocado, por quem de direito, o Conclave para eleição do novo Sumo Pontífice".[7][8]
Em 2012, o arcebispo italiano aposentado Luigi Betazzi, que conhece o Papa há 50 anos, já havia especulado abertamente sobre a possibilidade de sua renúncia: "Aqueles entre nós que têm mais de 75 anos não são autorizados a comandar nem mesmo uma diocese pequena, e os cardeais com mais de 80 anos não podem eleger o papa. Eu entenderia se um dia o Papa dissesse ‘mesmo eu não posso mais realizar meu trabalho'. (...) Acho que se chegar o momento em que ele vir que as coisas estão mudando, terá coragem para renunciar." [9]
O último papa a renunciar foi Gregório XII, que abdicou em 1415, no contexto doGrande Cisma do Ocidente,[9] e, antes dele, houve apenas dois casos: Ponciano eCelestino V.[10]
O Papa deixou o Vaticano às 17h de Roma (3 horas antes da formalização da Renúncia) de 28 de fevereiro de 2013 e foi para a Residência de Verão de Castel Gandolfo. Depois de eleito o seu sucessor, o Papa retirar-se-á para um mosteiro de clausura dentro dos muros do Vaticano.[11]



(*) Em virtude de no Livro do PAPADO 2000 Anos de História, não estarem descritos os acontecimentos ocorridos de 2008 a 2013 (13/3) sobre a vida de BENTO XVI tive que recorrer ao texto publicado em Wikipedia. com sobre a Lista dos Papas, transcrevendo-o para este blogue, para ficar mais completa a sua Biografia com dados mais actuais (embora sintetizados).
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Amanhã,(dia 6) terminarei esta publicação sobre a VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA, com a inclusão do texto obtido também através da Wikipedia, e, também de alguns sites, sobre FRANCISCO I.


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Continua:…
Post colocado em 5-4-2013 – 10H30
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1611 - (95-13) - SANTOS DE CADA DIA - Sexta-feira - 5 de Abril de 2013


Ver Notas no final

Nº 1611  -  (95-13)  – 1ª Página

Sexta-feira  -  5 de Abril de 2013

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1ª Semana da Páscoa

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Nº 1611-1 - (95-13)




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E U  S O U


AQUELE  QUE  SOU

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Nº 1611-1 - (95-13)


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VICENTE FERRERSanto
Confessor (1350-1419)

Padroeiro dos construtores
Vicente Ferrer, Santo
Vicente Ferrer, Santo
Presbítero
Martirologio Romano: San Vicente Ferrer, presbítero de la Orden de Predicadores, de origen español, que recorrió incansablemente ciudades y caminos de Occidente en favor de la paz y la unidad de la Iglesia, predicando a pueblos innumerables el Evangelio de la penitencia y la venida del Señor, hasta que en Vannes, lugar de Bretaña Menor, entregó su espíritu a Dios. ( 1419) Fecha de canonización: 3 de junio de 1455 por el Papa Calixto III. “Bebe el agua del maestro Vicente” se dice todavía en España para recomendar el silencio. La expresión se refiere a un sabio consejo que el dominico san Vicente Ferrer dio a una mujer que le preguntaba qué podía hacer para congeniar con el malhumorado marido. “Tome este frasco de agua -contestó el santo- y cuando tu esposo regrese del trabajo, tómate un sorbo y mántenlo en la boca el mayor tiempo posible”. Era el mejor modo de hacer que la mujer tuviera la boca cerrada y no contestara al marido.  La anécdota hace ver la humana simpatía de este hombre, acérrimo fustigador de las costumbres, que le mereció de sus contemporáneos el título de “ángel del Apocalipsis”, porque en sus sermones acostumbraba amenazar con flagelos y tribulaciones.  Vicente nació en Valencia (España) en 1350. A los 17 años había ya terminado con tanto éxito sus estudios de filosofía y teología que sus profesores lo incluyeron inmediatamente en el cuerpo docente.  Entró al convento de los dominicos de Valencia y fue ordenado sacerdote en 1375, una fecha que en la historia de la Iglesia se recuerda como el comienzo del gran cisma de Occidente (1378-1417). La gran confusión dividió a los cristianos en dos obediencias: a Roma y a Aviñón. Era inevitable que aun espíritus rectos, como Vicente Ferrer, estuvieran de parte del Papa ilegítimo. La buena fe de Vicente Ferrer se prueba con el hecho de que él hizo todo lo posible para solucionar el gran conflicto y restituir así la unidad a la Iglesia. Recorrió toda Europa, entusiasmando con su gran oratoria a las muchedumbres de fieles, atraídos también por un fenómeno especial: al predicador dominico -que sólo conocía el castellano, el latín y un poco de hebreo- le entendían todos los fieles de las diversas naciones a donde él iba, cada uno en su lengua, repitiéndose así el milagro de Pentecostés.  Auténtico predicador del mensaje cristiano, San Vicente recuperaba todo el vigor juvenil aun en avanzada edad tan pronto subía al púlpito o en los palcos improvisados en las plazas, porque las iglesias no eran suficientes para las grandes muchedumbres; y esto a pesar de no conmover al auditorio con palabras de esperanza, sino que fustigaba las costumbres con tono amenazador. Lograda la unidad del pontificado con el concilio de Constanza y con la elección de Martín V, Vicente recorrió el norte de Francia tratando de poner fin a la guerra de los Cien años. Murió el 5 de abril de 1419, durante la misión en Vannes, y fue canonizado por su compatriota Calixto III en 1455.


JULIANA DE CORNILLON, Santa
Virgem (1192-1258)


  • Juliana de Monte Cornillon, Beata
    Juliana de Monte Cornillon, Beata
    Virgen y Reclusa Agustina
    Martirologio Romano: En el lugar de Fosses, en Brabante, hoy en Bélgica, beata Juliana, virgen de la Orden de San Agustín, que fue priora de Mont-Cornillon, junto a Lieja, y llevó después vida recluida, en la cual, fortalecida con gracias especiales, promovió la solemnidad del Cuerpo de Cristo. ( 1258) Fecha de beatificación: Culto confirmado en el año 1869 por el Papa Pío IX.  También es conocida como: Juliana de Lieja  Monja, nacida en Retinnes, cerca de Lieja, Bélgica, en 1193; murió en Fosses el 5 de abril de 1258.  A la edad de cinco años perdió a sus padres y fue colocada en el convento de Mont-Cornillon, cerca de Lieja. Hizo rápidos progresos, y leyó con placer los escritos de San Agustín y San Bernardo. También cultivó un ardiente amor por la Santísima Virgen, la Sagrada Pasión, y especialmente el Santísimo Sacramento.  En 1206 recibió el velo y se dedicó a los enfermos en el hospital a cargo del convento.  Desde muy temprano empleó toda su energía para introducir la fiesta del Corpus Christi. Este deseo se dice haberse intensificado por una visión que ella tuvo de la Iglesia bajo la apariencia de luna llena con una mancha negra, que significaba la ausencia de esta solemnidad. Ella comunicó esta visión a Roberto de Thorete, el entonces obispos de Liège, también al docto Dominico Hugh, más tarde cardenal legado de los Países Bajos; a Jacques Pantaleón, en ese tiempo archidiácono de Liège, después obispo de Verdun, Patriarca de Jerusalén y finalmente al Papa Urbano IV.  El obispo Roberto se impresionó favorablemente y como en ese tiempo los obispos tenían el derecho de ordenar fiestas para sus diócesis, invocó un sínodo en 1246 y ordenó que la celebración se tuviera el año entrante; también el Papa ordenó, que un monje de nombre Juan debía escribir el oficio para esa ocasión. En 1230 fue elegida superiora por el voto unánime de la comunidad. Pero pronto Dios le envió pruebas pesadas. Su convento estaba bajo la supervisión de un superior general, Roger, un hombre de hábitos viciosos y escandalosos; él aseguró esta posición en 1233 mediante intrigas y sobornos.  Disgustado por las virtudes y la piedad de Juliana, y mucho más por sus súplicas y reproches, incitó a la multitud contra ella.  Ella escapó a la celda de Beata Eva de Lieja, y luego a una casa que le fue dada por John, un canónigo de Lausana.  Reivindicada en las cortes mediante la influencia de Roberto de Thorate, Obispo de Lieja, ella fue restaurada a su posición en la comunidad, y Roger fue desposeído.  Pero en 1247 Roger estaba otra vez en el poder, y consiguió de nuevo expulsar a la beata. Juliana encontró refugio en Namur y después en Fosses, donde pasó los últimos años de su vida en reclusión.  Por petición propia fue enterrada en Villiers. Después de su muerte, un número de milagros ocurrieron por su intercesión (Acta SS., April, I, 435 sq.). En 1869 Pío IX confirmó el culto y permitió el oficio y Misa en su honor.

    Alberto de Montecorvino, Santo 
    Abril 5 Obispo, 5 de abril
    Alberto de Montecorvino, Santo
    Alberto de Montecorvino, Santo
    Martirologio Romano: En Montecorvino, en la Apulia, en Italia, san Alberto, obispo, que dedicó su vida a la oración continua y a buscar el bien de los pobres. ( 1127)  El padre de San Alberto se estableció con su hijito en Montecorvino de Apulia, cuando el pueblo empezaba a transformarse en ciudad. La gran estima que la población profesaba a Alberto le mereció ser elegido obispo de Montecorvino. Poco después, el santo perdió la vista; pero el cielo le concedió una gran penetración interior y el don de profecía. La fama de San Alberto creció mucho a raíz de los milagros.  En un ardiente día de verano, el santo pidió a uno de sus criados fuese a traerle agua de la fuente. "Hijo mío", le dijo el obispo después de beber un sorbo, "yo te pedí agua y me has traído vino". El criado declaró que le había llevado agua de la fuente y fue de nuevo a llenar el vaso; pero el agua se convirtió otra vez en vino. Poco después, un habitante de Montecorvino, que había sido hecho prisionero, invocó el nombre del obispo; al punto un ángel le sacó de su prisión en los Abruzos y le trasladó a los alrededores de Montecorvino. El hombre fue a ver a San Alberto al día siguiente, y éste le dijo: "No me gradezcas a mí, sino a Dios, hijo mío; es Él quien, con su gran poder, consuela a los afligidos y liberta a los cautivos." Cuando el santo era ya muy anciano, se le dio como ayudante a un sacerdote llamado Crescencio. Era éste un hombre poco escrupuloso, que deseaba que San Alberto muriese cuanto antes para sucederle en el cargo. En vez de ayudar al obispo, Crescencio y sus amigos le dificultaban la tarea y se burlaban de él cruelmente. El siervo de Dios lo soportó todo con gran paciencia, pero predijo a Crescencio que no disfrutaría mucho tiempo de la sede que codiciaba. El pueblo de Montecorvino amó a su obispo hasta el fin. Cuando corrió la noticia de que había entrado en agonía, los hombres, las mujeres y los niños se reunieron llorando a las puertas de su casa. El santo les dio la bendición y los exhortó a vivir piadosa y rectamente. Después se quedó dormido y murió apaciblemente.

    • Catalina Tomás, Santa 
    Abril 5 Monja, 5 de abril
    Catalina Tomás, Santa
    Catalina Tomás, Santa
    Martirologio Romano: En la ciudad de Palma, en la isla de Mallorca, en España, santa Catalina Tomás, virgen, que, habiendo ingresado en la Orden de Canonesas Regulares de San Agustín, destacó por su humildad y la abnegación de la voluntad ( 1574). Fecha de canonización: 22 de junio de 1930 por el Papa Pío XI.  Sí alguna vez van ustedes a Mallorca, será obligado que visiten Valldemosa. El turismo se basa, por desgracia, en lo espectacular. Y así, les enseñarán la Cartuja, con sus celdas, y aquellas donde vivieron el pobre Federico Chopin y la escritora George Sand una bien pobre aventura humana. O en La Foradada, la mancha de humo de aquella hoguera que encendió Rubén Darío, cuando quiso hacer una paella junto al mar. Salvo que ustedes pregunten, nadie o casi nadie les hablará de Catalina Thomás, aquella "santita mucama", como la llamó un escritor viajero español. Pues allí, en Valldemosa, nació la chiquilla. En 1531, según unos historiadores. O en 1533, según otros. Hija de Jaime Thomás y Marquesina Gallard. Y desde su niñez, la leyenda dorada que acompaña piadosamente a los santos con milagros candorosos y prodigios extraños. Las biografías de Catalina Thomás recogen un sinfín de estos datos que muestran que la Santa tuvo, ya en vida, una admiración popular fervorosa: mientras recoge espigas, Catalina recibe la visión de Jesús crucificado. Otra vez, huyendo de una fiesta popular que no le gustaba, es Nuestra Señora misma quien baja a decirla que está escogida por su Hijo. Hasta prodigios candorosos: una vez, llorando arrepentida por haber deseado unos vestidos como los de su hermana, dice la tradición que Santa Práxedes y Santa Catalina mártir —que será siempre fiel protectora suya— bajan del cielo para consolarla. Pocos prodigios tan poéticos, tan bellos como el de aquella noche en que, al despertarse, vio Catalina la habitación inundada de una luz hermosa y clara. Era la luz blanca, azulada, del plenilunio. Catalina piensa que está amaneciendo y se levanta a por agua a una cercana fuente. Estando allí, dieron las doce de la noche en la Cartuja y luego la campana que llamaba a coro a los frailes del convento. Catalina se asusta entonces, al encontrarse perdida en aquella noche de luz tan misteriosa. Como es una chiquilla, empieza a llorar. Y San Antonio Abad, dicen, bajó del cielo y la tomó de la mano para llevarla a casa. Catalina va a conocer una gran amargura muy joven. A los tres años murió su padre. Ella se puso a rogar por su alma y un ángel vino a decirle que estuviese contenta, porque su padre estaba en la gloria de Dios. Cuatro años más tarde, tenía siete la chiquilla, se le aparece su madre: "Hija mía, acabo de expirar en este mismo momento. Estoy esperando tus oraciones para entrar en la gloria." Y tres horas más tarde, Catalina recibía el consuelo de que su madre estaba en el cielo. Huérfana, Catalina fue recogida por unos tíos suyos, quienes la llevaron al predio "Son Gallart". Durante once años, Catalina vivió en aquella finca, a seis o siete kilómetros de Valldemosa. Es éste un momento duro para Catalina, pues la ausencia de Valldemosa significa dificultad para ir al templo, para oír misa y para las prácticas religiosas en la casa de Dios. Los domingos, al fin, podía asistir a misa en el oratorio de la Trinidad. Es aquella zona donde los eremitas buscaban la paz de Dios frente a la paz de aquel mar inolvidable; frente a esos crepúsculos de Mallorca en los que el sol parece incendiar finalmente las aguas, teñirlas de rojo o, cuando está en lo alto, revela desde la cornisa valldemosina, el fondo limpísimo del mar. Pero Catalina no tenía mucho tiempo para la contemplación poética. Una finca como "Son Gallart" exige mucho trabajo. Hay en ella muchos peones, y ganado, y faenas de labranza que realizar. Catalina es una muchacha activa. Ya es la criadita. Va a donde trabajan unos peones a llevarles la comida de mediodía, trabaja en la casa, fregando, cosiendo, barriendo; guarda algún rebaño cuando lo manda tío Bartolomé. Y tiene siempre buen semblante, sonrisa a punto, corazón abierto. Aparece entonces en la vida de Catalina un personaje importante y muy decisivo. Uno de aquellos ermitaños, el venerable padre Castañeda. Es un hombre que ha abandonado el mundo buscando la total entrega de su alma al Señor. Vive en las colinas y de limosna. Un día pasa por el predio a pedir y Catalina le conoce. Surge entre ambos una corriente de simpatía y de afecto. Recomendada más tarde por Ana Más, Catalina va a visitar al padre Castañeda al oratorio de la Trinidad. Catalina se le confía: ella quiere ser religiosa. A la segunda entrevista, el padre Castañeda está convencido. La dirección espiritual del religioso hará todavía un gran bien a la muchacha. Pero entonces empieza un largo episodio: el de las dificultades. Los tíos, al saber la vocación de su sobrina, se oponen decididamente. Por aquellas fechas, una muchacha valldemosina, que había ingresado en un convento de Palma, se sale, reconociéndose sin verdadera vocación. Es, pues, mal momento político para que nadie ayude a Catalina. Por otra parte, Catalina era una muchacha guapa y muy atractiva. Es natural que muchos jóvenes de los alrededores se fijaran en ella con el deseo de entablar relaciones y casarse. Catalina espera pacientemente. Y otra dificultad llega. El padre Castañeda decide marcharse de Mallorca. Catalina se despide de él con una sonrisa misteriosa. No, el padre se irá, pero volverá, porque Dios quiere que él sea su apoyo para entrar en el convento. Efectivamente, el barco que llevaba al religioso sale de Sóller con una fuerte tormenta que le impide llegar a Barcelona. Y regresa de nuevo a Valldemosa. El religioso ve que la profecía de la muchacha se ha cumplido y decide ayudarla plenamente. Va a hablar con los tíos y los convence. Catalina se marcha a Palma, para ir realizando las gestiones previas a su ingreso en un convento. Y, en tanto, se coloca como sirvienta en la casa de don Mateo Zaforteza Tagamanent y, en concreto, al servicio de una hija de este señor llamada Isabel. Las dos muchachas se cobran un fuerte cariño. Isabel la enseña a leer, escribir, bordar y otros trabajos. Catalina da más; Catalina habla de Dios, permanentemente, a Isabel. Y lleva una vida tan heroica, tan mortificada, que cae enferma. Los señores y sus hijos se turnan celosamente junto al lecho de la criada. Como si la criada fuese ahora la señora y ellos los honrados en servirla. Y llega el momento de intentar, ya en serio, el ingreso en alguno de los conventos de Palma. El padre Castañeda los recorre, uno tras otro. Hay un grave inconveniente: Catalina carece de dote. Es totalmente pobre. Pero estos conventos son también necesitados. No pueden acoger a una aspirante que no traiga alguna ayuda... Convento de Santa Magdalena, de San Jerónimo, de Santa Margarita... Las noticias que el padre va llevando a Catalina son descorazonadoras. Catalina se refugia en la oración. Y reza tan intensamente que, cuando ya todo aparece perdido, los tres conventos a la vez, interesados por la descripción que de la joven les ha hecho el religioso, deciden pasar por alto el requisito de la dote. Y los tres conventos están dispuestos a admitir a Catalina Thomás. Una tradición representa a Santa Catalina, sentada en una piedra del mercado, llorando tristemente su soledad. Y en aquella piedra, según la misma tradición, recibe Catalina la noticia de que ha sido admitida. Aún se conserva esta piedra, adosada al muro exterior de la sacristía, en la parroquia de San Nicolás, con una lápida —colocada en 1826— que lo acredita. Catalina, entonces, decide ingresar en el primero de los tres conventos visitados, el de Santa Magdalena. A los dos meses y doce días de su ingreso, Catalina toma el velo blanco. Media ciudad de Palma, con su nobleza al frente, acude al acto, pues tanta es ya la fama de la muchacha. Enero de 1553. Los años que vive Catalina en el convento palmesano serán casi ocultos. Pero como es tan difícil que la santidad pueda estar bajo el celemín, toda la ciudad acude a verla, a consultarle sus problemas, a encomendarse a sus oraciones, a pedirle consejo... Ella se resiste a salir al locutorio, se negaba a recibir regalos y cuando tenía que recibirlos, los daba a las demás monjas. Practicaba la pobreza, la obediencia, la castidad, siempre en grado heroico. La prelada decidió un día someterla a una prueba bien dura. En pleno verano, le ordenó que se saliese al patio y estuviera bajo el sol hasta nueva orden. Catalina no dice una sola palabra: va al lugar indicado y permanece allí varias horas, hasta que la superiora, admirada de su fortaleza, la manda llamar. Catalina crece en amor y sabiduría. Sus éxtasis son cada vez más frecuentes e intensos. Algunos duran hasta días. En su celda se conserva aún la piedra sobre la que se arrodillaba y que muestra las hendiduras practicadas por tantísimas horas de oración en hinojos. Aunque ella procuraba ocultar, por humildad, estos regalos de Dios, era natural que sus hermanas se enterasen. Y la fama crecía. Un día, Catalina recibe el aviso de Dios. Diez años antes de su muerte, supo cuándo sería llamada por el Señor. Y estuvo esperando ansiosamente este momento. La Dominica de Pasión de 1574, el 28 de marzo, Catalina entró en el locutorio donde estaba una hermana suya con una visita. Iba a despedirse —dijo—, pues se marchaba al cielo. Y efectivamente, al día siguiente, después de comulgar en éxtasis, mandó llamar al sacerdote porque se sentía morir. Los médicos dijeron que no la encontraban grave, pero el sacerdote acudió y apenas recibidos los sacramentos, mientras la superiora rezaba con ella las oraciones, tras haber pedido perdón a la madre y a las hermanas, cayó en un éxtasis al final del cual entregó su alma a Dios el 5 de abril. Lo demás, vendría por sus pies contados. El proceso de beatificación, la beatificación, el proceso siguiente y por fin la gloria de los altares. Con una particularidad. El fervor popular por Santa Catalina Thomás iría creciendo y manteniéndose de tal modo que, aunque ella murió en 1574, la beatificación se dicta —por Pío VI— en 1792 y la canonización —por Pío XI— en 1930. El cuerpo de Catalina Thomás se ha conservado incorrupto. La vida de esta muchacha mallorquina es, ya lo decimos, un distinto camino de la santidad, Una santidad vivida con impresionante sencillez, con rotunda eficacia. Una santidad hecha de la elevación de la virtud al grado heroico. Y, al mismo tiempo, una santidad popular. En el alma de Mallorca sigue bien recio el amor por su santita criada, su santita pastora, su santita monja. Aunque el turismo no muestre su itinerario, está en el corazón de los mallorquines. En Valldemosa se la festeja durante dos días, 27 y 28 de Julio. El Martirologio romano la recuerda el 5 de Abril.

    Santa Ferbuta, mártir
    En Seleucia, en Persia, santa Ferbuta, viuda, hermana de san Simeón, obispo, que, junto con su sierva, fue martirizada en tiempo del rey Sapor II. († c.342)


    • Geraldo de Corbie, Santo 
    Abril 5 Abad, 5 de abril
    Geraldo de Corbie, Santo
    Geraldo de Corbie, Santo
    Martirologio Romano: En el monasterio de Sauve-Majeure, en Aquitania, ahora en Francia, san Geraldo, abad, que desde el monasterio de Corbie fue elegido abad de Laon, pero, pasado un tiempo, tras varias peregrinaciones santas, se retiró a la espesura del bosque. ( 1095) También es conocido como: San Geraldo de Corbie, También es conocido como: San Gerardo de Sauve- Majeure, , o También es conocido como:es conocido como: San Geraud Fecha de canonización: En el año 1197 por el Papa Celestino III.  San Geraldo nació en Corbie , Picardía, y fue educado en la abadía existente en su pueblo local, donde más tarde se convertiría en monje y ocuparía el puesto de bodeguera. Sufría mucho de violentos dolores de cabeza lo que le impedía llevar a cabo sus actos de piedad. En un esfuerzo para curarse hizo una peregrinación a Roma, junto a su abad, en el viaje pasaron por el Monte Gargano y Monte Cassino, donde oraron pidiendo la intercesión de San Miguel Arcángel y San Benito, respectivamente. Durante su estancia en Roma fue ordenado sacerdote por el Papa León IX . A su regreso, luego de orar pidiendo ayuda a San Adelardo, antiguo abad de Corbie, su salud mejoraría de manera impresionante. Geraldo es autor de una hagiografía de San Adelardo. Más tarde hizo una peregrinación a Palestina, tras lo cual fue elegido abad de la Abadía de San Vicente en Laon , pero los monjes terminaron rechazando la interpretación severa de como debía llevarse correctamente la vida monacal, por lo que lugo de cinco años se retiró de Laon. Posteriormente llegó a ser abad en la Abadía de San Medardo en Soissons, pero fue expulsado por un usurpador. Entonces se puso a la búsqueda de un lugar para fundar un nuevo monasterio benedictino, el Duque Guillermo VIII de Aquitania le ofreció una enorme extensión de bosque en Gironde, cerca de Burdeos, para que pudiera hacer la construcción, y fue allí en donde, con ayuda de otros monjes fundó la abadía de la Sauve-Majeure, de la que además fue el primer abad. Esta abadía se convirtió en una poderosa comunidad para el progreso de la regla y el modo de vida benedictino, además tenía una significativa influencia de las costumbres de la región.  Geraldo comenzó la práctica de celebrar la misa y la Oficio de Difuntos 30 días después de la muerte de un miembro de la comunidad. Murió en la abadía de la Sauve-Majeure el 5 de abril de 1095.

    • Irene de Tessalónica, Santa 
    Abril 5 Mártir, 5 de abril
    Irene de Tesalónica, Santa
    Irene de Tesalónica, Santa
    Martirologio Romano: En Tesalónica, ciudad de Macedonia, santa Irene, virgen y mártir, que por haber ocultado los libros sagrados, en contra de la prohibición del emperador Diocleciano, fue conducida a un lupanar público y después quemada por orden del prefecto Dulcecio, bajo cuyo mandato también sus hermanas Ágape y Quionia habían padecido, poco antes, el martirio. ( 305)  Después del martirio de sus hermanas mayores, Irene compareció de nuevo ante el gobernador, quien le dijo: "Ahora se ha descubierto vuestra superchería; cuando te mostramos los libros, pergaminos y escritos referentes a la impía religión cristiana, tuviste que reconocer que eran tuyos, aunque antes habías negado los hechos. Sin embargo, a pesar de tus crímenes, estoy dispuesto a perdonarte, con tal de que adores a los dioses... ¿Estás dispuesta a hacerlo?" "No", replicó Irene, "pues con ello correría peligro de caer en el infierno". "¿Quién te aconsejó que ocultaras esos libros y escritos tanto tiempo?" "Nadie me lo aconsejó fuera de Dios, pues ni siquiera lo dijimos a nuestros criados para que no nos denunciaran". "¿Dónde os escondísteis el año pasado, cuando se publicó el edicto imperial?" "Donde Dios quiso: en la montaña" "¿Con quién vivíais? "Al aire libre, a veces en un sitio, a veces en otro" "¿Quién os alimentaba?" "Dios, que alimenta a todos los seres vivientes" "¿Vuestro padres estaba al corriente?" No, ni siquiera lo sospechaban". "¿Quién de vuestros vecinos estaba al tanto?" "Manda preguntar a los vecinos". "Cuando volvísteis de las montañas, ¿leísteis esos libros a alguien? "Los libros estaban escondidos y no nos atrevíamos a sacarlos; eso nos angustiaba, pues no podíamos leerlos día y noche, como estábamos acostumbradas a hacerlo". La sentencia que dic tó el gobernador contra Irene fue más cruel que la pena impuesta a sus hermanas.  Dulcició declaró que Irene había incurrido también en la pena de muerte por haber guardado los libros sagrados, pero que sus sufrimientos serían más prolongados. En seguida ordenó que la llevasen desnuda a una casa de vicio y que los guardias vigilasen las puertas. Como el cielo protegió la virtud de la joven, el gobernador la mandó matar. Las actas afirman que pereció en la hoguera, obligada a arrojarse ella misma a las llamas. Esto es muy poco probable y algunas versiones posteriores dicen que murió con la garganta atravesada por una flecha.  Ante el ejemplo de estas mujeres que prefirieron morir antes que entregar la Sagrada Escritura y, ante el ejemplo de los monjes que pasaron su vida más tarde en copiar e iluminar los Evangelios, se impone un examen del aprecio en que tenemos la Palabra de Dios. Irene y sus hermanas se angustiaban de no poder leer la Sagrada Escritura día y noche. Muchos de nosotros no la leemos cada día, a pesar de que tenemos la oportunidad de hacerlo. La historia de Agape, Quionia, e Irene es una lección saludable.

    • María Crescência Höss, Santa 
    Abril 5 Virgen, 5 de abril
    María Crescencia Höss, Santa
    María Crescencia Höss, Santa
    Monja de la Tercera Orden Regular de San Francisco
    Martirologio Romano: En Kaufbeuren, junto al río Iller, en Baviera, santa María Crescencia (Ana) Höss, virgen, que ingresó en la Tercera Orden Regular de San Francisco y procuró comunicar a los demás el fervor del Espíritu Santo con el que ella misma ardía. ( 1744) Fecha de canonización: 25 de noviembre de 2001, por el Papa Juan Pablo II.  Nació el 20 de octubre de 1682. Era hija de un modesto tejedor de lana en la ciudad de Kaufbeuren, que en aquel tiempo contaba sólo con dos mil quinientos habitantes, en su mayoría protestantes. En la escuela se distinguió por su inteligencia y su devoción. Se hizo tejedora, para ayudar a su padre, pero su mayor aspiración era entrar en el monasterio de las Franciscanas de Kaufbeuren. Sin embargo, su familia era demasiado pobre para pagar la dote requerida y sólo con la ayuda decisiva del alcalde protestante pudo entrar finalmente en el convento.  Su vida consagrada estuvo siempre impregnada de amor alegre a Dios, con la preocupación fundamental de cumplir en todo su santísima voluntad. Vivía una gozosa y profunda relación con Dios. Su intensa oración, mediante fervorosos coloquios con la Trinidad, con la Virgen María y con los santos, desembocó muchas veces en visiones místicas, de las que sólo hablaba por obediencia ante sus superiores eclesiásticos. Desde su infancia oraba mucho y con fervor al Espíritu Santo, devoción que cultivó durante toda su vida. Deseaba que las personas vieran en él un camino más fácil de vida espiritual. Se la suele representar sosteniendo la cruz con la mano derecha, mientras con la izquierda se dirige al Salvador crucificado, pues durante toda su vida predominó en ella la contemplación y devoción a Cristo en su agonía, que la llevaba a un gran espíritu de sacrificio personal, siguiendo el ejemplo del Salvador. Siempre buscó hacerlo todo por amor a Dios, a quien deseaba glorificar por la fe, con obediencia y humildad.  Sus experiencias místicas no la alejaban del mundo real; al contrario, sus ojos se hallaban abiertos de par en par a las necesidades del prójimo. Ciertamente, dedicaba largos ratos a la oración y a la contemplación, pero durante gran parte de su jornada se entregaba a socorrer a los necesitados, en los que veía a Cristo mismo. Durante muchos años fue portera del convento, cargo que aprovechó para aconsejar a mucha gente y realizar una generosa labor de caridad. Más tarde, nombrada maestra de novicias, se entregó a la formación espiritual de las hermanas jóvenes para la vida monástica. En 1741 fue elegida superiora. Desempeñando ese cargo dirigió de modo sabio y prudente el monasterio, tanto en el campo espiritual como en sus intereses seculares, mejorando hasta tal punto la posición económica que, por mérito suyo, el monasterio pudo ayudar a mucha gente con sus limosnas. Solía subrayar que sin amor a los demás no podía haber amor a Dios y que «todo el bien que se hacía al prójimo era tributado a Dios, que se escondía en los andrajos de los pobres». Consideraba importante que también las mujeres se realizaran en la vida religiosa. De modo constante y consciente se esforzó siempre por aumentar la fe en todos aquellos con quienes entraba en contacto, haciéndoles comprender cuál era el camino que debían seguir. Por eso, para numerosas personas, tanto consagradas como laicas, fue guía espiritual y consejera decisiva. Tenía la rara capacidad de reconocer rápidamente los problemas y ofrecerles la solución adecuada y razonable. El príncipe heredero y arzobispo de Colonia Clemente Augusto la consideraba una guía de almas sabia y muy comprensiva; quedó tan prendado de su santidad que llegó a pedir al Papa que la canonizara inmediatamente después de su muerte.  Numerosas personas iban a consultarla en su monasterio y con tal de mantener una conversación con ella estaban dispuestas a esperar varios días. Eran miles los que le escribían desde las regiones de Europa de lengua alemana, pidiéndole consejo y ayuda, y recibiendo siempre una respuesta adecuada. Gracias a ella, el pequeño monasterio de Kaufbeuren desempeñó un sorprendente e importante apostolado epistolar. Inmediatamente después de su muerte, que aconteció el 5 de abril de 1744, domingo de Pascua, la gente acudió en gran número a visitar su tumba en la iglesia del monasterio, convencida de encontrarse ante una santa. Kaufbeuren se convirtió en un lugar famoso de peregrinaciones en Europa. Ese fenómeno se verificó ininterrumpidamente desde su muerte, y se intensificó después de su beatificación, llevada a cabo por el Papa León XIII el 7 de octubre de 1900. Esa veneración ha seguido viva hasta hoy de modo sorprendente, no sólo entre los católicos sino también entre las comunidades surgidas de la Reforma.

    • Mariano de la Mata Aparicio, Beato 
    Abril 5 Sacerdote Agustino, 5 de abril
    Mariano de la Mata Aparicio, Beato
    Mariano de la Mata Aparicio, Beato

    Fecha de beatificación: 5 de noviembre de 2006, durante el pontificado del Papa Benedicto XVI. Nació el 31 de diciembre de 1905 en Barrio de la Puebla (Palencia, España), en el seno de una familia profundamente cristiana. Sus padres se llamaban Manuel y Martina. Siguiendo el ejemplo de tres hermanos suyos ―Leovigildo, Tomás y Baltasar―, después de los estudios humanísticos, el 9 de septiembre de 1921, ingresó en la Orden de San Agustín. Un año más tarde, el 10 de septiembre de 1922, terminado el tiempo de noviciado, emitió la profesión temporal, depositándola en manos del prior de la casa, Anselmo Polanco, futuro obispo de Teruel, mártir de la fe de Cristo, beatificado por el Papa Juan Pablo II en 1995. 
    Con los estudios filosóficos iniciados en la capital del Pisuerga, en 1926 se trasladó al monasterio de "Santa María" de La Vid (Burgos), en el cual realizó los teológicos, formando parte de la provincia agustiniana de España. Se consagró definitivamente a Dios con los votos solemnes el 23 de enero de 1927 y recibió la ordenación sacerdotal el 25 de julio de 1930.  Tras una fugaz estancia en el colegio de la Encarnación de Llanes (Asturias) como profesor, en julio de 1931 fue destinado a la viceprovincia de Brasil, primero a Taquaritinga, donde desempeñó durante dos años el ministerio sacerdotal, y posteriormente a Santo Agostinho, donde conjugó la labor educativa con los cargos de administrador (1942-1945) y secretario.  Durante el trienio (1945-1948) fue prior viceprovincial, y más tarde (1948-1951 y 1960-1963) asesoró a sus sucesores en ese cargo como consejero. Finalizada la tarea de comisario, se incorporó al colegio Engenheiro Schmitt como ecónomo (1951), director (1957) y profesor. En 1961 regresó de nuevo a São Paulo, en cuyo centro simultaneó la tarea docente y el cargo de viceprior del colegio San Agustín (1973-1977), con el trabajo de coadjutor parroquial.  Físicamente el padre Mariano fue una persona alta y bien proporcionada, con gruesas gafas y abundante calvicie. Era un hombre activo y emprendedor, generoso, abierto y comunicativo, lleno de simpatía, sencillez y bondad, con la sonrisa siempre en los labios. Aunque tenía un temperamento fuerte, era incapaz de ocultar los sentimientos y las lágrimas. Sus hermanos de Brasil recuerdan con emoción el momento en el que, tras haber sido operado de cataratas en Belo Horizonte y llevar varios días con los ojos cerrados, al volver a abrirlos y contemplar un cuadro de la Virgen de la Consolación, comenzó a llorar como un niño.  El padre Mariano nació para ayudar humana y espiritualmente a las personas que estaban a su lado, que no eran otras que las hambrientas de pan humano y divino. Era un mensajero de la caridad: amigo de los niños y los mayores, un cirineo de los enfermos y necesitados, consolador y limosnero de los pobres, sacerdote celoso de sus obligaciones ministeriales.  Por las tardes era frecuente verlo recorrer las calles de São Paulo, visitando los 200 Talleres de Caridad de Santa Rita, de los que fue muchos años asesor religioso, y llevando ayuda material y espiritual a los sedientos de salud humana y religiosa. La muerte ―solía decir― no espera. ¡Cuántas veces volvió tarde al colegio, porque la atención al prójimo le había impedido llegar a tiempo! Para él siempre existían otras prioridades más importantes que la hora comunitaria.  Una de sus grandes pasiones la constituían las plantas. Hablaba con ellas, acariciaba sus hojas, le emocionaba su colorido. Sus pétalos le recordaban la grandeza del Creador. La terraza del colegio San Agustín de São Paulo sabe mucho de este su mimo por las flores y los pájaros. Tampoco le eran ajenas las colecciones de sellos y estampas religiosas.  La edad y el esfuerzo que había desplegado en todas sus actividades terminaron haciendo mella en su naturaleza física. En los últimos días de enero de 1983 comenzó a sentir un extraño dolor en el vientre, como si un "gatinho", según sus palabras, lo estuviera arañando. Era el principio del fin. Desde hacía tiempo venía enseñando una herida en la sien derecha, que a pesar de las atenciones médicas, no logró restañar. Sin duda alguna era la terrible enfermedad del cáncer que se estaba insinuando y de la que moriría el 5 de abril de 1983. Contaba 77 años de edad y 60 de vida religiosa. Sus restos descansan en la iglesia agustiniana de São Paulo.  
    Su trayectoria humana y religiosa fuera de lo común ―era un gran devoto de la Eucaristía y de la Santísima Virgen― hizo que el pueblo de Dios y sus hermanos de la Orden acudieran a las autoridades eclesiásticas pidiendo el reconocimiento de sus virtudes con vistas a una próxima beatificación, ceremonia que se llevó a cabo en São Paulo el 31 de mayo de 1997 con la presencia del cardenal Paulo Evaristo Arns, o.f.m. La Orden agustiniana le tiene dedicadas en esa ciudad una guardería, un centro de juventud y un colegio profesional; y la alcaldía, una calle. Igualmente el Gobierno español, a través de su consulado general en Brasil, le concedió la gran cruz de Isabel la Católica.

    Santos Mártires de Mauritânia, mártires
    En Regie, en Mauritania, pasión de los santos mártires, que en la persecución bajo Genserico, rey arriano, recibieron la muerte en la iglesia el día de Pascua; entre ellos estaba el lector, que, mientras cantaba el Aleluya en el púlpito, fue traspasado con una saeta en la garganta.

    Santos 120 Mártires de Pérsia, mártires
    En Seleucia, en Persia, conmemoración de ciento once varones y nueve mujeres, mártires, que, procedentes de varias ciudades regias, por haber rehusado firmemente renegar de Cristo y adorar el fuego, por mandato del mismo rey fueron quemados vivos. († 344)


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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”









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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz oEvangelho.


    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. A partir de hoje, pois, terminada a edição da Pág.- VIVER A QUARESMA, que tinha o nº 7, a Pág  ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS, passa a ter o seu Nº. . Em breve, possivelmente já na próxima semana, a pág. 3 também deixará de ser editada pois a série a que se refere, está prestes a terminar. Até lá, porém, manter-se-á esta Numeração.
  • (sendo a Pág. 1 – Vidas de SantosPág. 2 – O Antigo Testamento; e Pág. 3 – O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4 – A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6 – In Memoriam.

  • Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.

    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.

    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).


    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:



  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
  • Email do blogue: antoniofonseca40@gmail.com
  • Endereço de Youtube: antonio0491@youtube.com
  • António Fonseca