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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Nº 1614-8–(3) - Encontro diário com Deus - Quarta-feira - 10 de Abril de 2013

Encontro diário com Deus
Nº 1614-8
Quarta-feira - 10 de Abril de 2013
Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br
Pensamento do Dia
Todo o ser humano é fundamentalmente bom e feito para a felicidade
Bv Papa João Paulo II
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Para mim. Deus é verdade e amor.
Deus é ética e moralidade.
Deus é ausência de temor.
Deus é manancial de luz e vida.
E, contudo, está acima e além de tudo isso.
Estou mais certo de sua existência do que tu e eu estarmos sentados neste quarto.
Posso afirmar também que posso viver sem água nem ar, mas não posso viver sem Deus.
Podes arrancar-me os olhos que isso não me mata.
Podes arrancar-me o nariz que isso não me mata.
Mas basta que destruas minha fé, e estarei morto.


 
Mahatma Gandi
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NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

Nº 1616 - (100-13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - Quarta-feira - 10 de Abril de 2013 - 5º ano

 


Ver Notas no final
 
Nº 1616  -  (100-13)  – 1ª Página

Quarta-feira  -  10 de Abril de 2013

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Nº 1616-1 - (100-13)





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E U  S O U





AQUELE  QUE  SOU

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Nº 1616-1 - (100-13)

 
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EZEQUIEL, profeta, Santa
Profeta
 

Ezequiel (aquele que Deus torna forte) era filho do sacerdote Búzi e, ele próprio, sacerdote. Não se conhecem nem a sua naturalidade nem a data de nascimento. Tinha cerca de 25 anos quando foi levado para o cativeiro com o rei Jeconias e a flor da nação, a seguir à tomada de Jerusalém por Nabucodonosor. Fixou-se em Telavive, localidade situada junto do rio Chobar, a sudoeste da Babilónia. Casou-se, e a sua casa veio a ser o ponto de reunião dos exilados.
No quinto do quarto mês do quinto ano da transmigração, no tempo de Jeconias (592 anos antes de Cristo), Ezequiel foi chamado ao ministério profético. Estava nas margens de Chobar, quando a glória de Deus lhe apareceu num carro misterioso e lhe marcou a sua missão. Reconduzido pelo Espírito para entre os seus concidadãos, fica lá em silêncio durante sete dias, passados os quais a palavra de Deus lhe revelou as responsabilidades de vida e de morte que fazia pesar sobre ele o encargo recebido.
A história da vocação que recebe ocupa o início do seu livro (cc 1 a 3). E Ezequiel anunciará: 1. a ruína de Jerusalém, castigo pelas culpas do povo (cc. 4 a 24); 2. como passagem para o anúncio da libertação, pronunciará uma série de oráculos contra as nações estrangeiras (cc. 25 a 33); 3, por fim, quando a catástrofe constituir facto realizado, publicará a libertação e a restauração de Israel pelo Messias (cc. 34 a 48). Tal a obra que deve levar a termo durante a sua vida.
1. Na primeira parte, várias acções simbólicas destinam-se a dar a conhecer de maneira  clarissima e impressionantíssima a ruína próxima de Jerusalém: plano do assédio traçado num tijolo, sertã de ferro a constituir, por assim dizer, muro e a marcar que Deus decide não socorrer a cidade sitiada, etc., penitência simbólica do profeta. Segue-se nova visão em que Deus manifesta o juízo irrevogável contra o seu povo e os motivos que O levam a atuar (cc 8 a 11). Em vão publica Ezequiel aos exilados estes sinais: persistem no endurecimento. Deus manda-lhe recorrer à  linguagem mais expressiva das acções simbólicas. São preparativos de viagem com que o profeta quer assinalar a fuga do rei Sedecias e a sua prisão: compara Israel a uma vinha brava, cuja madeira só serve para ser deitada ao fogo (c. 15), e depois  a uma esposa ingrata e infiel (cc. 16 e 17). O anúncio destes castigos parece causar uma objecção a que responde Ezequiel sobre a responsabilidade dos pecados: Deus, sem dúvida, escreve ele, não castiga ninguém senão pelos próprios pecados, mas castiga os crimes dos pais nos filhos quando este imitam a iniquidade dos pais (c. 18). No sétimo ano da deportação de Ezequiel, Deus mandou-lhe explicar pela última vez que a ingratidão de Israel, sem cessar de repetir-se no decurso da sua história, receberia depressa o devido castigo: então quatro novos oráculos, encerrados nos capítulos 20 a 23, apresentaram a conversão como o meio único e indispensável de salvação. A hora da catástrofe estava a ponto de soar quando Nabucodonosor pôs o cerco diante de Jerusalém; o profeta foi avisado e, pela última vez, predisse a ruína da cidade (c.24).
2. Os oráculos contra as nações pagãs foram ao mesmo tempo o encerramento da primeira secção e a introdução à segunda: o profeta fala aí primeiro das povoações mais vizinhas, quer dizer: Ámon, Moab e Édom; detém-se mais a respeito de Tiro, a rainha dos mares e deu lugar considerável ao Egipto (ss 25 a 31). Duas elegias terminam a série dos oráculos contra o Egipto, personificação das potências inimigas de Deus (c. 32).
3. O segundo período do ministério profético de Ezequiel anunciou a ressurreição de nova teocracia mais gloriosa que a antiga. Assim ele recebeu, por assim dizer, uma missão nova (c. 33); o que ficou a dever anunciar, foi que bastaria a conversão para se entrar na graça de Deus. O Messias, novo David, seria o pastor e o rei do povo de Deus (cc. 34 a 39). A obra termina com magnifica descrição da teocracia restaurada (cc. 40 a 48).
A vida pública de Ezequiel durou vinte e dois anos (592 a 570 a.C). É crível que a sua existência tenha chegado mais longe e tenha tido outra ocupações, mas não é possível afirma-lo. O que se poderia acrescentar pertence mais à lenda ou às tradições indecisas: o pseudo-Epifânio atribui-lhe vários grandes milagres; terá estado em relação com Jeremias, sacerdote e profeta como ele; terá sido executado por um chefe do seu povo, irritado com as acusações de idolatria que lhe imputava. Não se sabe qual a época da sua morte.
Dos elogios, que os Padres da Igreja fizeram deste profeta, mencionaremos apenas o que escreveu São Gregório Magno: “Ezequiel é a honra e a glória de todos os mestres e de todos os doutores, é nas suas predições o modelo perfeito dos pregadores. Torna-se é certo, terrível, medonho e duro, mas é porque tinha a ordem der anunciar castigos extremamente duros a povos empedernidos no mal. Todavia, chorou amargamente durante sete dias antes de comunicar os seus oráculos: belo exemplo para todos os pastores que, se querem falar com utilidade, devem primeiro guardar silêncio, derramar abundantes lágrimas sobre os males que vêem, observar  com exatidão tudo o que se passa, ‘só sabe falar como é preciso, aquele que soube calar-se tanto como devia’. Quem deseja ser excelente pregador, deve imitar os que pregam somente verdades capazes de penetrar nos corações, de levar à penitência aqueles que principiam por tomar conhecimento perfeito dos pecados, antes de acusar e repreender seja quem for”.
O nome de Ezequiel aparece já a 10 de Abril no martirológio de Beda (princípios de do século VIII).
 
 
TERÊNCIO, POMPEU, MÁXIMO, AFRICANO e mais 35 companheiros, Santos
Mártires (250)
 
O Prefeito de África, Fortunaciano, emissário de Décio, cruel perseguidor dos cristãos, mandou, logo que tomou posse do lugar, que todos os habitantes de Cartago sacrificassem aos ídolos sob pena de sofrerem maiores suplícios.
Muitos cristãos sacrificaram aos ídolos com receio dos tormentos, mas permaneceram fiéis quarenta,à frente  dos quais estava  São Terêncio. Chamados à presença de Fortunaciano, responderam às ameaças dizendo que se recusavam a sacrificar aos ídolos, porque tinham a fortuna de pertencer à religião cristã, única verdadeira, e na qual queriam viver e morrer.
Fortunaciano, cheio de ira, ordenou que Terêncio, Máximo, Pompeu e Africano fossem conduzidos a um horroroso calabouço. Os restantes companheiros, valorosos discípulos de jesus Cristo, sofreram com  fortaleza incrível e abnegação sublime, uma larga série de tremendos suplícios. Por último, cheios de júbilo entregaram as cabeças aos verdugos, alcançando deste modo a preciosa coroa dos mártires. Terminado o suplicio de tão generosos cristãos, ordenou o prefeito que os quatro do calabouço fossem trazidos à sua presença. Convidados de novo para que abjurassem , responderam com o oferecimento
de suas vidas em defesa da religião que professavam. Furioso o prefeito com a fortaleza dos cristãos, principiou a atormentá-los cruelmente, aumentando o rigor dos tormentos à medida que os confessores de Jesus Cristo se  animavam a suportá-los, entoando hinos de louvor ao Senhor.
mandou que fossem degolados, o que logo se executou.
 

Bispo (1012)

São Macário, foi natural da Arménia. O nome Macário veio-lhe do Arcebispo de Antioquia, seu padrinho de baptismo.

Já na infância deu indícios inequívocos de talento; em poucos anos fez progressos admiráveis nas ciências. Não menos louvável foi o adiantamento nas virtudes. Macário, sobrinho, quando chegou à idade canônica, recebeu o sacramento da Ordem. Como sacerdote, achou ocasião de sobra para patentear zelo pela glória de Deus e salvação das almas. Estimadíssimo pelos fiéis, foi eleito sucessor do santo padrinho.

Dificilmente pôde resolver-se a aceitar tão alta dignidade. Os pensamentos do santo prelado tinham um só fim: ganhar almas para Cristo e levá-las à bem-aventurança eterna. Fazia pregação quotidiana. Visitava assiduamente os doentes e grande parte dos seus bens distribuía-a entre os pobres.

Grande desgosto tinha quando sabia que Deus era ofendido. Por isso envidava todos os esforços para evitar os pecados. Muitas vezes era visto a chorar. Eram lágrimas de contrição e penitência E raramente se punha em oração, sem que dos olhos lhe brotassem copiosas lágrimas. No genuflexório havia constantemente um paninho, com que enxugava os olhos. Um leproso que pôs este paninho sobre as feridas, sarou instantaneamente. Este milagre causou grande sensação na cidade e em seguida eram centenas os doentes que procuravam alivio e saúde. na casa do Arcebispo.

A veneração geral, de que era alvo, desagradava-lhe ao espírito humilde. Foi então que se familiarizou com a ideia de renunciar. Com efeito, entregou a autoridade episcopal ao sacerdote Eleutério e retirou-se da sociedade, para na solidão servir a Deus. Acompanhado de quatro sacerdotes, abandonou a cidade e dirigiu-se à Palestina, onde, como penitente, visitou os Lugares Santos.

Enquanto esteve na Terra Santa, converteu numerosos Sarracenos ao cristianismo. Este facto provocou o ódio dessa gente, que encheu de injúrias o santo Bispo e não descansou enquanto o não teve nas mãos, para livremente o maltratar. Torturas inauditas foram aplicadas a Macário, o qual as sofreu com grande resignação. No seu ódio, os inimigos chegaram ao ponto de, com pregos compridos, prender ao chão as mãos e os pés da vítima. Na noite seguinte encheu-se o cárcere de luz celestial. Veio um Anjo, libertou o prisioneiro e diante dele espontaneamente se abriram as portas.

Livre da perseguição dos Sarracenos, Macário dirigiu os passos para o Ocidente e chegou à Baviera. Em seguida, visitou as cidades de Mogúncia e Colónia. Nesta última cidade curou um epiléptico. O dom de curar doentes acompanhou-o por toda a parte. 

Na Holanda e Bélgica o nome de Macário é de grata memória. Em Malinas extinguiu, pelo sinal da cruz, um grande incêndio. Em outras cidades, bastou-lhes a sua presença para que se terminassem graves litígios.

Grande veneração tinha as relíquias dos Santos, das quais trazia  sempre algumas consigo.

O resto da vida passou-o Macário com três companheiros, no convento de São Bavo, em Gand, onde foi recebido com grande alegria. Passado um ano, manifestou desejo de voltar para a sua terra, no Oriente, uma doença grave, deteve-o.

Mas, restabelecido de modo maravilhoso, pôs-se a caminho . Sobreveio-lhe a peste, que motivou numerosos vítimas e grande pânico entre a população. Macário predisse a sua morte, com a afirmação de ser a última vítima da epidemia. Assim foi. Morreu, digamos, vítima da sua dedicação. Mais ninguém faleceu de peste. O ano da morte de Macário foi o de 1012.  

Bispo (960-1029)

Dizia-se que era reencarnação de Sócrates e Platão juntos. Nasceu na Itália ou na França, pelo ano de 960. Além da exegese e da teologia, conheceu bem a física, a astronomia, a medicina, a música e a filosofia de Aristóteles, que os Árabes de Espanha acabavam de introduzir na Europa. Foi em Reims que estudou, sob a direção do célebre Gerberto. Quando este veio a ser papa com  o nome de Silvestre II (999-1003), Fulberto seguiu-o para Roma, que era nessa altura cidade da devassidão e matanças. Serviu o Papa com dedicação, sem nunca aceitar prelazias ou dinheiro. Por morte de Silvestre, regressou a França, onde veio a ser nomeado bispo de Chartres (1007) . Faleceu a 10 de Abril de 1029.

Deixou-nos tratados, sermões, prosas litúrgicas e 125 cartas. Entre os hinos, figura um, Chorus novae Ierusalem, que ainda cantamos na oitava da Páscoa. Quanto às cartas, mostram que ele tratava em pé de igualdade com todas as celebridades da Europa;  e que belo carácter que tinha! Modesto e bom, tanto com o firme e corajoso.

Por mais considerável que tenha sido a influência que exerceu nos campos da religião e da cultura, não foi menor na política. Foi, durante todo o seu episcopado, o conselheiro de Luís, o Piedoso. Ambos na juventude tinham seguido as aulas de Gerberto em Reims. A ele se deve, ajudado por Canuto, rei da Dinamarca, A Reconstrução da Catedral de Chartres, essa que ainda hoje tanto é admirada.

Mártir (1420-1460)

Nasceu em Rivoli (Itália), por 1420 e morreu em Tunes, a 10 de Abril de 1460. Entrou para Ordem dos Dominicanos, em São Marcos de Florença, quando lá viviam Santo Antonino e Fra Angélico. Nunca teve grande fervor. Por 1450, conseguiu que o deixassem ir à Sicília, onde nada tinha que fazer. No navio que o reconduzia da Sicília a Nápoles, foi preso pelos corsários que o levaram para Tunes. Aí abraçou o Islamismo e contraiu casamento; mas nem a mulher nem a nova religião o tornaram feliz. Vindo a saber que Antonino, seu mestre, tinha morrido e fazia ,milagres, pediu-lhe e obteve a graça da conversão. Despediu a mulher, mandou que lhe refizessem a tonsura, retomou o hábito dominicano e depois percorreu a cidade invectivando Maomé com  todas as forças. Quando ele rezava de joelhos, antes que lhe cortassem a cabeça,a multidão impaciente precipitou-se e matou-o apunhalando-o. E passeou-lhe depois o cadáver pelas ruas e deitou-o num monturo. Não tardou muito que António fosse honrado na Itália como mártir, e Clemente XIII confirmou o culto que lhe era prestado (1767). 

Fundadora (1774-1835)

Madalena, Marquesa de Canossa, fundadora das congregações das Filhas e dos Filhos da Caridade, nasceu em Verona (Itália), a 1 de Março de 1774. Aos 5 anos ficou órfã de pai, e aos 7, contraindo a mãe novas núpcias, foi entregue com quatro irmãozinhos a uma educadora de origem francesa. Esta situação fê-la sofrer muito. Aos 15 anos atacou-a uma doença grave que quase a vitimou, e que a fez pensar entregar-se a Deus na vida consagrada. De facto chegou a entrar nas Carmelitas descalças de Verona e depois nas  de Conegliano, mas por pouco tempo. Todavia, em 1792 saiu resoluta de casa em direção ao Carmelo  para vestir o hábito. Deus, porém, tinha outros desígnios a seu respeito e fê-la abandonar o projeto.

Permaneceu no mundo, mas com alma de carmelita. Podemos descobrir o que foi a sua trajetória, ouvindo Joao Paulo II na homilia da canonização.

“Ela soube ‘perder a sua vida’ por Cristo. Quando se deu conta das terríveis chagas que a miséria material e moral ia disseminando entre a população da sua cidade, ela entendeu que não podia amar o próximo ‘como senhora’, isto é, continuando a gozar dos privilégios da sua categoria social e limitando-se a repartir os seus bens, sem se doar. Impedia-lho  a visão do Crucificado: “Tende entre vós os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus…” (Fil 2, 5). “Deus só e Jesus Crucificado tornou-se a regra da sua vida.

Surgiram-lhe opções, que pareceram “escândalo” e “loucura” também a pessoas a ela próximas.´A sua própria família, ainda que imbuída de rica tradição cristã, teve dificuldades de a entender. Todavia, a quem se mostrava surpreso, ela respondia: «Pelo facto de ter nascido marquesa, não posso talvez ter a honra de servir a Jesus Cristo nos meus pobres?».

Ao considerar a vida de Madalena de Canossa, dir-se-ia que a caridade, como uma febre, a consumia: a caridade para com Deus, impelida até aos cumes mais altos da experiência mística; a caridade para com o próximo, levada até às extremas consequências do dom de si aos outros. Santa Madalena amou apaixonadamente a Cristo crucificado, sem contudo “desviar os olhos daqueles seus irmãos” (cf Is 58, 7). Tinha compreendido que a piedade verdadeira, que comove o coração de Deus consiste em “quebrar as cadeias iníquas, desatar os nós do jugo, deixar ir livres os oprimidos e quebrar toda a espécie de jugo” (Is 58, 6).

Por isso se empenhou com toda a sua energia, além de todos os seus bens para ir ao encontro de toda a forma de pobreza: a pobreza econômica e também a moral, a da doença e a da ignorância. Eis, pois, esta jovem mulher que, impelida por um amor eterno e ao mesmo tempo forte, assiste aos doentes em casa e no hospital, associando-se à “Irmandade hospitalar”; providencia catecismos e pregações às igrejas, promove o culto eucarístico nas paróquias, inicia os retiros espirituais para o clero, ajuda numerosíssimas famílias necessitadas, assiste jovens abandonados e jovens encarcerados, sustenta os pobres que todos os dias batem à porta do palácio, e visita os que vivem nos casebres e nos tugúrios…»

Um pouco mais adiante, o Santo Padre assevera que Maria de Canossasubmete o próprio corpo frágil a toda a espécie de privações e canseiras. Numa palavra: morre a si mesma, em tudo o que poderia aparecer humanamente atraente, humanamente promissor”.

Faleceu santamente a 10 de Abril de 1835. Foi beatificada por Pio XII a 7 de Dezembro de 1941 e canonizada por João Paulo II a 2 de Outubro de 1988L’OSS ROM 9.10.1988; DIP 2. 158-63 


 

 
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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”



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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    A PARTIR DE HOJE AS PÁGINAS SERÃO NUMERADAS PELA ORDEM ABAIXO INDICADA:

    Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS - Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memoriam.
  • Para terminar, APELO NOVAMENTE  aos meus eventuais leitores se manifestem, sobre o merecimento OU NÃO deste Blogue ou dos textos que venho colocando diariamente bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato.


    António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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