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sábado, 13 de abril de 2013

Novas manifestações em França sobre “casamentos gays” - 13 de Abril de 2013

Annales Historiæ

Povo nas ruas na França

Posted: 12 Apr 2013 05:20 PM PDT

O Senado francês aprovou durante a madrugada, na surdina, a chamada lei Taubira, que institui o "casamento" gay; como resposta, o povo está nas ruas das principais cidades do país. O clima é cada vez mais tenso. 

Foi marcada uma manifestação para o dia 5 de maio, e desta vez só o lema da reunião já indica o que acontecerá: "Le 5 mai à Paris, ça va être chaud-bouillant!" - O 5 de maio em Paris vai ser extremamente quente!"

Eis as fotos tiradas há pouco em Paris e Lyon, as duas principais cidades da França. Em Lyon, a manifestação está ocorrendo neste momento, e não para de crescer. O afluxo de pessoas é cada vez maior. 

Paris

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Lyon






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Fontes: Le Salon Beige e Nouvelles de France

antonio fonseca  -pOSTADO EM 13-4-13--  23,45 HORAS

Nº 1617-8 - (3) - Encontro diário com Deus - Sábado - 13 de Abril de 2013

Encontro diário com Deus
Nº 1617-8
Sábado - 13 de Abril de 2013
Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br
Pensamento do Dia
Nunca estaremos sós enquanto conservarmos um sonho por realizar.
Raul Follereau
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Como se constrói a autoestima
É em contato com os outros que ela se constrói:
primeiro com os pais, depois com a família, os amigos, os professores…
Todos, de uma maneira ou de outra, influenciam a percepção que a pessoa tem de si mesma.
Quando se chega à idade adulta, o ambiente desempenha um papel importante, juntando-se às influências recebidas na infância, assim como os êxitos, erros ou fracassos.


 
Rosette Poletti e Bárbara Dobbs
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NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

Nº 1621-6 - IN MEMORIAM do Padre Mário Salgueirinho - 13 de Abril de 2013



Nº 1621-6
(Post para publicação em 13 de Abril de 2013 – 10,30 h).
(Pde Mário Salgueirinho Barbosa)
Padre Mário Salgueirinho foi para todos nós um ser humano exemplar, uma pessoa marcante e ficam definitivamente as nossas vidas mais pobres sem o seu carácter, bondade e sabedoria.
Que descanse em paz com as honras do Senhor.
18\06\1927 - 29\10\2011

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Do livro “Caminhos da Felicidade”
BENEVOLÊNCIA
A benevolência para com mos outros - quer seja em casa, nos transportes, no trabalho - transforma o mundo, a começar pelo pedaço do nosso próprio mundo.
Quantas vezes, usando a compreensão e a bondade no trato para com  os outros, conseguimos aproximá-los para a mensagem e conquistar até muitos que estão contra  nós.
Um dia perguntaram ao presidente dos Estados Unidos da América do Norte,  Abraão Lincoln porque falava com tanta benevolência dos seus inimigos, quando, pelo contrário, devia destruí-los.
Lincoln respondeu: - Não é verdade que acabo com eles ao torná-los meus amigos?
Tratando-se com compreensão e amabilidade  transformava os inimigos em amigos...
É bem verdade que a nossa tolerância e o nosso perdão arrancam das mãos dos nossos inimigos as pedras que nos iriam ser atiradas: as críticas injustas, as intolerâncias e calúnias, as insinuações e acções nefastas.
Muitos deles, tratados com delicadeza e bondade, transformam-se em colaboradores fiéis.
Se pusermos em prática o mandamento de Cristo - amai os vossos inimigos - teremos conseguido a transformação de muitos corações onde pairava o ódio. Quantas inimizades entre famílias  entre trabalhadores  entre patrões e empregados, entre chefes e subalternos, entre vizinhos, - quantas inimizades sanadas com uma palavra ou um gesto de benevolência, de amabillidade, de amor reconciliador...

Porto, Dezembro de 1998
Mário Salgueirinho
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Do livro “Dar é receber”
ABRIR O NOSSO TEMPO
Quase todos os dias passo à porta de um pequeno café que tem uma esplanada no passeio. Vejo então colocar, com azáfama, mesas e cadeiras para receber, para servir.
Este ritual diário despertou-me um pensamento que pode enriquecer o nosso dia. Em cada novo dia, para que não seja um di sem resultado, devemos abrir o nosso tempo para acolher quem precisa de ser ouvido, de ser compreendido, elucidado e encorajado.
Nestes tempos fervilhantes de relações tensas, de desconfiança, de medo, quanta gente tem necessidade de um ouvido paciente para desabafar os seus conflitos e desgostos. E o nosso dia será mais belo e fecundo, mesmo que mais cansativo, se proporcionarmos a alguém um pouco de felicidade escutando mos seus dramas.
Nestes tempos de corrida para tudo, a disponibilidade para ouvir os outros é reduzida. Os esposos não se ouvem reciprocamente. E esta falta de diálogo gera conflitos, discórdias, frieza e faz arrefecer e até morrer o amor.
Os pais não arranjam tempo para ouvir os seus filhos: - crianças, adolescentes ou jovens, - quer porque o horário de trabalho não permite  quer, pior ainda, porque gastam o tempo vendo futilidades nas televisões ou noutras diversões. E este silêncio cria nos filhos sensação de desinteresse, levando os muitas vezes a enveredar por caminhos errados, quantas vezes irremediáveis.
A necessidade de ser ouvido por alguém tem aumentado nestes tempos de pressão psicológica, de desconfiança, de insegurança no emprego, de excessiva liberdade, de endividamento, de infidelidades, de dramas conjugais, familiares, laborais e sociais. 
Há os que recorrem ao psiquiatra e ao psicólogo  ao padre ou aos amigos, mas o tempo para escutar escasseia.
Para validar o nosso dia, é necessário dispor a cadeira do nosso acolhimento, todas as manhãs, para dar um pouco do nosso tempo a quem só nos pede a ajuda de ser escutado pacientemente.

Porto, Dezembro/2003
Mário Salgueirinho
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
A publicar em:
13-Abril-2013 - 10,30 horas
António Fonseca

Nº 1619 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - JOSUÉ (15) - 13 de Abril de 2013

13 de Abril de 2013
Nº 1619 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1619

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÔMIO, constantes do PENTATEUCO (Estes já estão…)
– Faltam apenas 885 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1619 - 2ª Página

13 de Abril de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

JOSUÉ
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Mapa antigo de Israel

JOSUÉ

Conquista da Terra da Promissão

15 - A PARTE DE JUDÁ A parte que tocou em sorte à tribo dos filhos de Judá, segundo suas famílias, estendia-se até à fronteira de Edon no deserto de Sin, na extremidade meridional do país. A sua fronteira, ao sul, partia da extremidade do mar Salgado, da parte que deste mar se estende para o meio-dia (Is 11, 15), e prolongava-se para o sul da subida de Acrabim, passava em Sin e subia para o sul de Cades-Barne, passava em Esron, subindo para Adar e dando volta a Carcaa, e, passando por Asmon, continuava até à torrente do Egipto para morrer no mar. Esta será, para vós, a fronteira do sul. A fronteira oriental foi o mar Salgado, até à desembocadura do Jordão. A fronteira setentrional partia da parte do mar Salgado que desembocava no Jordão, e subia a Bet-Agla, passando ao norte de Bet-Araba e indo até à pedra  de Boen, filho de Ruben; depois subia para Debera, desde o vale de Acor, ao norte, olhando para os lados de Gálgala, que está frente ao monte de Adomim, ao sul da torrente. Passava em En-Semes e terminava em En-Rogel. Daí subia para o vale de Ben-Enom até chegar ao limite de Jebus, que é Jerusalém. Subia depois por cima do monte  fronteiriço ao vale de Enom, ao ocidente, e na extremidade do vale dos refains, ao norte. Do cimo do monte, estendia-se até aos mananciais de Neftoa, seguia para as cidades montanhosas de Efron, e depois continuava para Baala, que é Cariatiarim. De Baala, a fronteira dava a volta para o ocidente até ao monte Seir e passava pela vertente setentrional do monte Jarim, que é Queslon: descia a Betsames, passava por Tama, e dirigia-se ao norte pelas vertente do Acaron, estendia-se para Secrona, passava pelo monte  Baala, e chegava a Jebneel, morrendo no mar. A fronteira ocidental era o mar Grande: o limite era este. Estas são as fronteiras dos filhos de Judá, segundo as suas famílias. A Caleb, filho de Jefuné, foi dada uma parte no meio dos filhos de Judá, como o Senhor tinha ordenado a Josué; a cidade de Arbé, pai de Enac, que é Hebron, Caleb expulsou dela os três filhos de Enac: Sesai, Aiman e Tolmai. Dali, marchou contra os habitantes de Dabir, antigamente chamada Cariat-Sefer. «Darei por mulher, minha filha Axa, disse Caleb, àquele que assaltar e tomar Cariat-Sefer». Otoniel, filho de Cenez, irmão de Caleb, assaltou e tomou a cidade, e Caleb deu-lhe por mulher  a sua filha Axa. Chegando Axa, acompanhada, à casa de Otoniel, este rogou-lhe que pedisse ao seu pai um campo. Ao descer do jumento, Caleb disse-lhe: «Que tens?» Ela respondeu: «Faz-me uma mercê. Como me destes terreno de sequeiro, dá-me também terra de regadio». E Caleb deu –lhe as fontes (Gulot) superiores e as inferiores. Esta foi a herança da tribo de Judá, para os lados da fronteira de Edom, no Negeb, eram: Cabseel, Eder, Jagur, Cina, Dimona, Adada, Cades, Asor, Jetnam, Zif, Tetem, Balot, Asor-Hadatta, Cariot-Hesron, que é Asor. Amam, Sama, Molada, Asergada, Hassemon, Betfelet, Hasersual, Bersabeia, Bazioitia, Baala, Jim, Esem, Eltolad, Cesil, Horma, Siceleg, Medemena, Sensena, Lebaot, Selim, Aen e Remon: ao todo, vinte e nove cidades com as suas aldeias. Na planicie (Sefela), Estaol, Sarea, Asena, Zanoé, Aenganim, Tafua, Enaium, Jerimot, Odolam, Sofua, Azeca, Saraim, Aditaim, Gedera e Gederotaim: ao todo, catorze cidades com suas aldeias. Sanan, Hadassa, Magdal-Gad, Delean, Masefa, Jectel, Láquis, Bascat, Eglon, Chebon, Leeman, Cetlis, Giderot, Bet-Dagon, Naama e Maceda. Ao todo, dezasseis cidades com suas aldeias. Labana, Eter, Asan, Jefta, Esna, Nesib, Ceila, Aczib e Maresa: ao todo nove cidades com suas aldeias. Acaron com suas cidades dependentes e suas aldeias: a partir de Acaron para o lado do ocidente,  todas as cidades vizinhas de Azot e as suas  aldeias; Gaza com suas cidades dependentes e as suas aldeias até à torrente do Egipto e ao mar Grande que é a sua fronteira. Na montanha: Samir, Jerter, Socot, Dana, Cariat-Sena, que é Dabir, Anab, Istemos, Anim, Gosen, Olon e Giló: ao todo, onze cidades com  suas aldeias. Arab, Duman, Esaan, Janum, Bet-Tafua, Afeca, Atmata, Cariat-Arbé, que é Hebron e Sior: ao todo, nove cidades com suas aldeias. Halhul, , Bessur, Gedor, Maret, Bet-Anot e Eltecon; ao todo seis cidades com suas aldeias. Cariat-Baal, que é a a Cariatiarim e Areba, duas cidades com as suas aldeias (Jer 26, 20). No deserto, Bet-Araba, Medin, Sacaca, Nebsan,Ir-Hamelac e En-Gadi; ao todo seis cidades com suas aldeias. Os filhos de Judá não chegaram a expulsar os jebuseus, de sorte que os jebuseus continuaram ainda a habitar em Jerusalém com os filhos de Judá até ao dia de hoje.

 

Os Dez Mandamentos

Inicia-se hoje - (30-Março-2013) a descrição do texto de JOSUÉ,

que decorre com a Conquista da Terra de Promissão

Textos do LivroJOSUÉdo ANTIGO TESTAMENTO

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13 de ABRIL de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1619 - (102-13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - Sábado - 13 de Abril de 2013 - 5º ANO

Ver Notas no final
Nº 1619 - (102-13) – 1ª Página


Sábado - 13 de Abril de 2013

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Nº 1619-1 - (103-13)


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E U S O U



AQUELE QUE SOU

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IDA de Bolonha, Santa
 
Viúva (1040-1113)

Teve dois filhos e um genro cujos nomes ficaram na história. Os filhos, Godofredo de Bulhão e Balduíno I, tomaram parte gloriosa na primeira cruzada e foram os primeiros soberanos do reino franco de Jerusalém (1099-1187). O genro foi Henrique IV, imperador da Alemanha, cujo nome anda ligado à “questão das investiduras”. Vencido, foi pedir e obteve o perdão de Gregório VII em Canossa (1077). Mas, tornando-se mais forte, reabriu as hostilidades, apoderou-se de Roma e enviou o papa a morrer no exilio (1085).
Filha de Godofredo, duque da Baixa Lotaríngia, casou-se aos 17 anos com Eustáquio, conde de Bolonha. Os imensos domínios do conde iam do Luxemburgo atual até ao Atlântico. Piedosíssima, recebeu conselhos de Santo Anselmo, que a visitava em Bolonha e lhe escrevia cartas espirituais que se conservam. Gostava sobretudo  de fazer belos paramentos litúrgicos. Rezava tanto que não faltou cronista que lhe atribuísse, em boa parte, às suas orações o bom êxito da primeira cruzada. Dotou ricamente antigas abadias e fundou três novas. Numa destas, em Wast, foi enterrada e fez milagres segundo a tradição. Faleceu a 13 de Abril de 1113Estrela , com setenta e três anos.
Estrela Faz hoje precisamente 900 anos…
 
 
 

MARTINHO I, Santo

Papa (656)
 

Nascido em Todi, Itália, apocrisiário (ou núncio) em Constantinopla, veio a ser bispo de Roma (649) num período difícil: o jovem imperador bizantino Constante II pretendia impor brutalmente o seu parecer ou o do seu Patriarca, em matéria de dogma. Para ter a última palavra, por um documento chamado Typo, proibiu em 648 que se falasse de uma ou de duas energias, ou de uma ou duas vontades, em Cristo; mas o monotelismo (segundo o qual havia uma vontade única em Cristo) era considerado útil para conciliar os partidários do monofisismo (uma só natureza em Cristo); era a teoria em vigor na corte, a dos teólogos oficiais.

Ora, devemos defender que Jesus é Deus e é homem; assumiu também vontade humana. Martinho não admitiu o Typo que punha, no mesmo plano, erro e verdade. Com grande coragem, convocou um concilio em Latrão (Outubro de 649), em que estiveram mais de cem bispos, sobretudo italianos, e uns trinta eclesiásticos gregos que tinham sido expulsos pelos Árabes. O concilio condenou o Typo e a Echetese que o precedera. Foi enviada uma encíclica às Igrejas ocidentais. No Oriente, retomava o Papa contacto com numerosos prelados. E claramente fazia saber que era precisos acabar com o monotelismo.

Esta ousada atividade do Pontífice encontrou oposição. A 17 de Junho de 653, o exarca de Ravena, Calíope, criatura do Imperador, mandou prender o Papa na basílica de Latrão. O motivo era menos o que o Vigário de Cristo pensava sobre o dogma, do que uma pretensa colaboração dele numa revolta do precedente exarca, Olímpio, falecido na Sicília.

Martinho I foi levado preso a Óstia, e a 17 de Setembro chegava a Constantinopla. A viagem fora muito custosa: não tinha podido desembarcar nos portos, nem sequer lhe tinham permitido lavar-se; e os guardas comiam-lhe as provisões que trouxera. À chegada, deixaram que o poviléu o insultasse. Durante 93 dias foi mantido na prisão secreta Prandiara; em seguida, foi sujeito a um simulacro de julgamento. A sua destituição infamante fez-se num terraço, diante dos senadores e do Imperador: Este, Sua Serenidade, assistia protegido por uma grade. Um magistrado pronunciou contra Martinho, a pena capital e mandou-o transferir para outra cadeia. Esfolou as pobres pernas, ao subir para a prisão, já entrevado.

Duas mulheres, que tinham as chaves da cadeia, tiveram compaixão dele; uma deu-lhe a sua própria cama e cobertores; estava gelado de tanto frio e já não podia falar. Mas o Patriarca de Constantinopla, doente e temeroso do juízo de Deus, obteve de Constante II que Martinho não fosse executado.

O papa ficou ainda 83 dias cativo, mas com suficiente liberdade para conseguir escrever um memorial dirigido aos seus fiéis. Depois, em Abril de 654, foi enviado clandestinamente para o Quersoneso, atual Crimeia. Sofreu fome entre os bárbaros que habitavam a região, e morreu, ao que parece, a 13 de Abril de 656. Ficou sendo celebrado liturgicamente, até há pouco, a 12 de Novembro; o outro Martinho, do dia 11, atraiu este para junto de si.

 
 
 

Cega, corcunda, coxa (1320)

No castelo de Métola, em Città di Castello, Itália, viviam em 1287 os Condes D. Parísio e D. Emília, esperando o nascimento do primeiro herdeiro. Certos de que seria um menino, forte e belo, continuador do nome e das glórias de família, mandaram preparar grandes festejos. Convidaram os fidalgos das cidades vizinhas, preparam banquetes e esplendorosos espetáculos. Os trovadores, os atores e os músicos aguardavam o minuto em que o menino viesse à luz do dia para desatarem num coro de louvores e de música.

Quando tão grandes esperanças se debruçavam sobre a criança que havia de nascer, veio ao mundo uma menina disforme, cega e coxa, aleijada e feia.

A noticia foi mantida oculta e toda a festa se desfez repentinamente. Os pais, envergonhados, ocultaram a infeliz, chamada Margarida, a principio no celeiro, depois no sótão e mais tarde numa cela pegada à capela que possuíam no bosque.

Os horríveis defeitos do corpo eram compensados pelas qualidades da alma. Dotada de inteligência e memória invulgares, aprendeu Margarida de  cor muitas orações que repetia nas horas de soledade, para seu conforto.

Morreu nessa altura na cidade um frade franciscano, de nome Tiago. Era tal a fama da sua santidade que lhe começaram a atribuir numerosos milagres. Um raio de esperança iluminou a vida dos Condes. Levaram a aleijadinha, que então contava 16 anos, ao túmulo do frade santo, para lhe pedirem ou quase exigirem um milagre. A menina, depois de longo tempo de oração silenciosa, proferiu estas palavras:

Senhor, concedei-me a cura, se for da vossa santíssima vontade. Senhor, se quiserdes que leve a minha cruz até à morte, ficarei igualmente contente. Só Vos peço que se faça a vossa vontade.

O milagre não veio. No fim da oração, a menina continuava cega, corcunda, coxa e anã. Os desapiedados pais abandonaram a desgraçadinha na igreja e fugiram apressadamente para o castelo. Umas pobres mulheres, que ali vieram rezar, tiveram compaixão da menina. Desde essa altura ela passou a ser propriedade comum de toda a gente, andando de casa em casa, sustentada por caridade.

A pobre cega, abandonada, como traste inútil, por todos, até pelas freiras dum convento, foi finalmente recolhida por uma família rica. Com memória prodigiosa, rezava de cor todos os dias os 150 salmos, os Ofícios de Nossa Senhora e de Santa Cruz. Consagrava especial devoção ao Menino Jesus e a São José, concorrendo poderosamente para a difusão do culto de tão amável santo.

Alma inocente e pura, encantava a toda agente pela sua alegria, inocência, desconhecimento do mal do mundo, abandono filial nas mãos de Deus e terna confiança nos amigos. Desculpava os defeitos alheios e acreditava na bondade de toda agente.

Apaixonada pelas crianças, atendia-as com carinho, ensinava-lhes a catequese e contava-lhes variadas histórias. Conduzida por mãos caridosas à cabeceira dos doentes, consolava-os infundia-lhes resignação e conseguia que os pecadores mais endurecidos se reconciliassem com Deus. Parecia ter recebido do céu a missão de difundir a paz, luz e graça.

Atribuíam-lhe já em vida grandes milagres. Tendo-se declarado um incêndio na casa duma família que a recebera, bastou deitar o seu manto sobre as labaredas para logo se apagarem.

Prodígios ainda maiores sucederam depois da sua morte, ocorrida no dia 13 de Abril de 1320, quando Margarida contava 33 anos de idade. O povo começou desde logo a invocá-la como santa. A 9 de Junho de 1558, mais de dois séculos após a sua morte, o seu corpo foi encontrado fresco e incorrupto.

A 19 de Outubro de 1609, o Papa Paulo V, reconheceu a sua santidade concedendo-lhe o título de Beata. É venerada na Ordem Dominicana e na Diocese de Santo Ângelo in Vado.

Todos os limitados físicos, como a Beata Margarida de Métola, podem ser integrados na sociedade e prestar-lhe serviço.

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”



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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    A PARTIR DE HOJE AS PÁGINAS SERÃO NUMERADAS PELA ORDEM ABAIXO INDICADA:

    Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS - Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memoriam.
  • Para terminar, APELO NOVAMENTE aos meus eventuais leitores se manifestem, sobre o merecimento OU NÃO deste Blogue ou dos textos que venho colocando diariamente bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato.


    António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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