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quinta-feira, 9 de maio de 2013

O Estado não é pessoa de bem - 9 de Maio de 2013

Caros Amigos:

O texto abaixo editado, recolhi-o através da VOZ PORTUCALENSE de 8 de Maio de 2013 e escrito pelo Cónego Dr. Rui Osório. Como o seu teor é chamativo e, além disso, expressa quase totalmente aquilo que eu penso e que gostaria de subscrever (excepto no que toca à parte em que refere ser Padre Católico e eu ser um simples Leigo), entendi que seria oportuna a sua inclusão neste meu Blogue, a respeito da situação que Portugal está vivendo presentemente. AF.

Texto transcrito de:

http://voz-portucalense.pt

e de

conegoruiosorio@diocese-porto.pt

O Estado não é pessoa de bem

 

“Resisti o mais que pude, em tempos do autoritarismo do Estado Novo, à negação ou violação de direitos fundamentais, em particular na defesa e consolidação das liberdades de informação e de opinião. Fi-lo por imperativos de consciência e valendo-me da formação ética que devo a tantos mestres que encontrei em casa ou na escola. Ainda hoje estou grato a quem me ajudou no desenvolvimento da minha personalidade, na conquista da autonomia moral e no uso responsável da liberdade.

Sonhei com a conquista e a consolidação da democracia na sociedade portuguesa, vencida a tentação de nos julgarmos “orgulhosamente sós”. Visionei essa possibilidade no contexto da integração europeia, sem perda da nossa identidade nacional e sem termos de recusar a universalidade que tanto nos marca histórica e culturalmente.

Hoje, com o peso dos enganos e dos desenganos, não me julgo vencido - a esperança é a última a morrer… –, mas desiludido com os rumos da sociedade portuguesa..

Nunca tive ambição de poder algum. Sempre me quis, por ser padre católico e jornalista, equidistante e livre dos poderes, quaisquer que fossem ou sejam. Nada disso diminuiu, nem diminui, o meu compromisso social e político. Jamais me considerei cidadão de segunda em questões cívicas e politicas, embora recuse o seguidismo de qualquer particularismo partidário. Os partidos não são a minha praia.

Continuo a fazer da justiça o meu critério orientador da ética social, com o objectivo de ousar contribuir para a defesa e a promoção da dignidade de cada português e para o bem comum de todos os portugueses; cada um em desenvolvimento integral e todos em desenvolvimento solidário.

Hoje estamos a amargar e muito uma tristeza de vida em que alguns direitos fundamentais, sobretudo os direitos sociais, se estão afirmados em boa teoria, na prática são desrespeitados e incumpridos.

Dá pena que a prática da politica não se prestigie a nível de todos os membros da sociedade – quem quiser manter as mãos limpas é porque não tem mãos –, com especiais responsabilidades para a classe governante, a nível dos órgãos de soberania, para os partidos políticos, indispensáveis para a consolidação da democracia, e para a opinião pública e publicada.

Já quase não sabemos de onde e como sopram os ventos da crise por que estamos a passar e que já tanto nos cansa, mas o ar está viciado pela falta de ética na politica e na economia, uma e outra a precisar de humanização.

Cito duas questões graves: perdemos a dignidade e o valor do trabalho, negando-o aos desempregados em números assustadores; deixamos de ser refratários aos impostos, mas não terá valido a pena se, agoira, impõem a diminuição das contrapartidas das reformas a que os contribuintes cumpridores tem direito.

O Estado não é pessoa de bem!

 

*conegoruiosorio@diocese-porto.pt

 

NOTA PESSOAL: 

O texto acima transcrito, respeita a grafia apresentada pelo autor, assim como a sua disposição de parágrafos. Tomei a liberdade de sublinhar algumas passagens que ali se encontram expressas, entre-aspas e entre traços de união, para as salientar. Aliás o mesmo sucede relativamente ao título.

 

Post colocado em 9 de Maio de 2013 -  15H45

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1645-4 - A Religião de Jesus - Quinta-feira - ASCENSÃO DO SENHOR - 9 de Maio de 2013

Nº 1645-4
Do livro A Religião de Jesus, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo A (2010-2011) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca
Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente.AF.
9 de Maio de 2013
Quinta-feira  -  ASCENSÃO DO SENHOR

Lc 24, 46-52
Jesus disse aos seus discípulos: «Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e ressuscitar dentre os mortos ao terceiro dia, que havia de ser pregado, em Seu nome, o arrependimento e a remissão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas destas coisas. E eu vou mandar sobre vós O que Meu Pai prometeu. Entretanto, permanecei na cidade até serdes revestidos com a força lá do Alto».
Depois, levou-os até junto de Betânia e, erguendo as mãos, abençoou-os. Enquanto os abençoava, separou-Se deles e elevava-Se ao Céu. E eles, depois de O terem adorado, voltaram para Jerusalém com grande alegria. E estavam continuamente no Templo a bendizer a Deus.
 
1 – A festividade da Ascensão pode resultar, para algumas pessoas, uma comemoração enganadora. Por suposto, este dia recorda-nos a Exaltação de Jesus. Mas nunca se deve  entender esta celebração como a superação do humano, para transcender a um plano superior, que seria o plano do divino. Jesus ressuscitado e glorificado segue sendo a plenitude do humano. E segue sendo a imagem do divino, encarnado no humano. Jesus segue sendo tão humano como divino. Mas, para nós, humanos, Jesus glorioso segue sendo a manifestação do Transcendente no imanente. Jesus não foi para o Céu para que nós levantemos os nossos olhos da terra. Mas é somente na terra e desde a nossa condição terrena que podemos pensar em Deus e falar de Deus, e isso é possível porque Jesus segue sendo humano.
 
 
2 Esta festa nos diz que Jesus é o centro dos tempos. O antigo já passou. Somente nos fica a força do Espírito que nos recorda e atualiza esta centralidade da presença humanizada de Deus em todo o humano, belo, feliz e grato que podemos encontrar neste mundo. Neste sentido – e só neste sentido – se pode afirmar que Jesus é o centro do tempo (H. Conzelmann).
 
 


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http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com/
Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários.
NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.
Mais uma nota ainda:
Estes são os meus endereços atuais:
Para contatos normais: antoniofonseca1940@hotmail.com
e sobre o blogue: - antoniofonseca40@gmail.com
Hiperligações normais que utilizo para textos insertos no blogue:
- http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
Post para publicação em 9-5-2013 - 11H00
Até lá, se Deus quiser.
António Fonseca
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Nº 1645-3 - Encontro diário com Deus - Quinta-feira - 9 de Maio de 2013

Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.
Nº 1645-3
Quinta-feira - 9 de Maio de 2013
Pensamento do Dia
A pessoa verdadeiramente prudente não diz tudo quanto pensa,
mas pensa tudo quanto diz.
 

Aristóteles
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Naturalmente uma criança só pode nascer em boas condições no seio de uma família bem constituída.
Infelizmente sabemos que muitas mocinhas, quase adolescentes,
devido a relacionamentos sexuais prematuros, ficam mães em idade muito precoce.
A educação familiar deveria levar meninos à compreensão de que somente dentro do casamento,
de maneira responsável, se pode exercer a sexualidade.
Quando acontecer gravidez na idade adolescente e juvenil não se pode e não se deve forçar o casamento.
A condição para que duas pessoas se casem é da absoluta liberdade.
A criança que foi concebida, no entanto,
NÃO PODE SER ABORTADA.
Tem que ser acolhida pela mãe ou por seus familiares.
A mãe ou pai solteiros precisam de ser acompanhados pela comunidade cristã
e podem procurar o baptismo para seu filho ou sua filha.
 
Frei Almir Ribeiro Guimarães, OFM
 

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NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1645 - 2ª Pág. - O ANTIGO TESTAMENTO - JUÍZES (Apêndice) – 17 - 9 de Maio de 2013

9 de Maio de 2013
Nº 1645 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013
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Distribuição das Tribos em ISRAEL
Nº 1645
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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉ,– (Estes já estão…)
Faltam apenas 879 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não! Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) .
Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1645 - 2ª Página
9 de Maio de 2013
ANTIGO TESTAMENTO
JUÍZES
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Mapa antigo de Israel

JUÍZES

APÊNDICES







17 – MICAS E O LEVITA DE BELÉM – Naquele tempo havia na montanha de Efraim um homem chamado Micas, o qual disse à sua mãe: «Os mil e cem siclos e prata que te foram roubados e sobre os quais juraste, estando eu presente, consagro este dinheiro ao Senhor para fazer uma imagem de talha e outra de fundição, fui eu que os roubei e agora tos devolvo». A mãe respondeu: «Cubra o Senhor, o meu filho de bênçãos». Devolveu  pois, a sua mãe, os siclos de prata e esta disse:  «De minha mão eu os consagro ao Senhor a favor do  meu filho, para que se faça elas um ídolo fundido. Toma, aqui estão». Micas entregou o dinheiro à sua mãe, e elas tomou duzentos siclos de prata que mandou entregar ao fundidor. Fez o ourives com esta prata um ídolo fundido, que foi colocado na casa de Micas.. E Micas, teve assim, um santuário; mandou fazer um efod e uns terafins e consagrou  um dos seus filhos para seu sacerdote. Naqueles dias não havia rei em Israel e cada um fazia o que lhe apetecia (1 Sam 2, 28; Gn 31, 19). Havia também neste tempo um jovem de Belém de Judá, o qual era levita e morava ali. Mas deixando a cidade de Belém, mudou-se para outra parte a fim de procurar uma colocação. Seguindo o seu caminho, chegou à montanha de Efraim, à casa de Micas. Este perguntou-lhe: «Donde vens?» - «De Belém de Judá, respondeu o levita, e vou em busca de um lugar onde me fixar». Micas disse-lhe: «Fica na minha casa. Serás para mim pai e sacerdote; dar-te-ei cada ano dez siclos e prata, vestidos suficientes e o alimento necessário». O jovem levita condescendeu e ficou em casa de Micas que tratou como um dos seus filhos. Micas consagrou-o e teve-o em sua casa na qualidade de sacerdote. Agora , disse Micas, estou certo de que o Senhor me abençoará, pois tenho na minha casa um sacerdote da linhagem de Levi».

que decorre com a Introdução e Cap. 1º – NOVAS CONQUISTAS e capítulos seguintes

Textos recolhidos do Livro “JUÍZES” do ANTIGO TESTAMENTO
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8 de MAIO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nº 1645 - (129-13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA -Quinta-feira - 9 de Maio de 2013 .

Ver Notas no final
Nº 1645 - (129-13) – 1ª Página




Quinta-feira - 9 de Maio de 2013

009



Nº 1645-1 - (127-13)


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E U   S O U



AQUELE   QUE   SOU



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MARIA CATARINA DE SANTO AGOSTINHO, Beata
Religiosa (1632-1668)
Nobre por origem, o seu nome de família era Catarina Simon de Longpré. Nasceu em Saint-Sauveur-le-Vicomte, na Normandia (França), a 3 de Maio de 1632. Aos dois anos foi confiada aos cuidados dos avós maternos, que mantinham uma espécie de hospital  Ali a criança recebeu uma grande influência da parte de São João de Eudes (1601-1680) e outros religiosos que frequentavam aquela instituição.
 
Desde pequena ela dizia que queria ser religiosa. Aos dez anos inscreveu-se numa Confraternidade de caridade. Em 1642, num escrito assinado com o próprio sangue, consagrou-se à Santíssima Virgem.
 
Talvez influenciada por São João Eudes, no ano seguinte  fez três votos; tomar a Santíssima Virgem como mãe, não cometer nenhum pecado mortal e viver em castidade perpétua.

Com a intenção de se fazer religiosa, a 7 de Outubro de 1644 começou a aprender a profissão de enfermeira no hospital de Bayeux, onde as religiosas Agostinianas da Misericórdia de Jesus davam assistência aos doentes. Entrou no noviciado dessa Congregação e a 4 de Maio de 1648 fez profissão religiosa. Pouco depois embarcou para o Canadá, afim de trabalhar no mosteiro e hospital de Quebeque.

Progrediu tanto na prática de todas as virtudes e na profissão de enfermeira que aos 22 anos foi nomeada administradora da comunidade e do hospital. Assumiu depois a direcção do hospital e foi escolhida para Conselheira da Superiora e Mestra de Noviças.

Procurou aprender a língua dos indígenas,  a fim de poder ensinar-lhes o catecismo e encaminhá-los para Deus.  O seu zelo e caridade não tinham limites. Humilde, simples e alegre, palmilhou rapidamente o caminho da santidade  De facto, veio a falecer a 8 de Maio de 1668, vítima de grave pneumonia.  Foi beatificada a 23 de Abril de 1989.
 
AAS 82 (1990) 652-5; L'OSS. ROM. 30.4.1989.



CATARINA DE BOLONHA, Santa
Religiosa (1463)


Natural de Bolonha, filha de pais notáveis pela posição social, Catarina recebeu educação aprimorada. Na idade de onze anos, quis a vontade do pai que passasse para a corte do príncipe de Ferrara, onde havia de ser a companheira da jovem princesa Margarida de Este. Catarina permaneceu dois anos em Ferrara e, pela morte do pai, entrou numa associação que tomou a regra de santo Agostinho. Depois optaram pela regra das Clarissas e nomearam-na abadessa do mosteiro em Bolonha. O único desejo que nutria era agradar a Deus numa vida santa e perfeita. Por graça especial, Deus livrou-a dum  grande incómodo espiritual, dando-lhe a certeza do perdão dos pecados. Para que esta revelação não fosse prejudicial, mostrou lhe, numa visão  do juízo final, com todas as circunstâncias com que a fé no-lo apresenta  A lembrança do que tinha visto, conservou-a no santo temor de Deus, preservando-a do menor pecado voluntário.
 
Iríamos longe, se quiséssemos fazer uma descrição pormenorizada da vida admirável da Santa, das virtudes, como dos privilégios extraordinários com que Deus a distinguiu.  Tenham aqui lugar alguns factos de relevo, que a biografia relata e que ao mesmo tempo nos dão uma ideia do modo por que Deus se comunicava a esta alma privilegiada.
 
Na noite de Natal de 1456, quando Catarina ainda se achava em Ferrara, pediu à superiora licença para passar a noite toda no coro. Catarina permaneceu em oração até às quatro horas da manhã,  quando realmente lhe apareceu a divina Mãe com o Menino Jesus, envolto em paninhos, como qualquer outra criancinha. Maria entregou o Menino a Catarina, que o recebeu com suma alegria estreitando-O contra o coração e cobrindo-O de beijos.
 
Eis outro facto muito singular, que se deu com uma noviça, em Bolonha: trabalhando na horta, foi infeliz e, descuidada no manejo da pá, decepou um dedo do pé. Catarina, sendo chamada, tomou na mão esquerda a parte cortada, aplicou-a ao pé mutilado, fez o sinal da cruz sobre o mesmo, e qual não foi a admiração de todos os circunstantes, quando viram que o pé estava completamente curado. A vida da Santa está cheia de prodígios desta natureza.
 
Na prática de todas as virtudes era Catarina modelo perfeito. No amor de Deus parecia mais um Serafim que criatura humana. «Desde que deixei o mundo», assim se exprimiu falando a uma das Irmãs, o "meu único desejo tem sido cumprir em tudo a vontade de Deus e amá-lo de todo o coração». Assunto predilecto de suas meditações era a Sagrada Paixão e Morte de Jesus Cristo, fonte inesgotável do amor divino. Horas inteiras permanecia imóvel aos pés do altar do Santíssimo Sacramento, engolfando o espírito no mistério da Sagrada Paixão. Desde pequena, teve devoção terna a Maria Santíssima  protectora da sua inocência  A essa divina Mãe e à sua assistência poderosa atribuía Catarina não ter sucumbido, nas fortíssimas tentações contra a fé e a santa pureza, que a acometiam frequentemente
 
Paralelo ao amor de Deus era em Catarina o amor ao próximo.  Os pobres e doentes eram os primeiros objectos dos seus cuidados. Imensa compaixão tinha dos pobres pecadores e dos que se achavam em grande perigo de pecar. A muitos alcançava a graça da conversão e da perseverança. Grande admiração causou a conversão quase súbita de um malfeitor que, sendo condenado à morte, não só nenhum sinal dava de arrependimento  mas passava os últimos momentos a blasfemar. Sabendo Catarina da infelicidade do homem, pôs-se em oração, de que resultou o mesmo pedir confessor e morrer na graça de Deus.
 
Característica deste seu amor ao próximo é a sua compaixão e devoção às almas do Purgatório, de modo que até grandes Mestres da Espiritualidade a chamam  "Doutora do Purgatório". É verdadeiramente magistral o seu tratado sobre esta verdade da nossa fé.
 
Catarina morreu em 1463, em consequência duma curta mas dolorosíssima doença. Sofreu as dores com a mesma resignação e paciência com que sofri as da vida passada, bem como as calúnias e maledicências de que tinha sido vítima mais de uma vez. Deus revelou-lhe a hora da morte  para a qual se preparou com todo o fervor.
 
Foi canonizada em 1712 pelo papa Clemente XI, O corpo conservou-se em Bolonha.


MARIA DOMINGAS MAZZARELLO, Santa
Fundadora (1837-1881)
 
Maria Domingas Mazzarello nasceu em 1837 em Mornese, diocese de Acqui (Itália), numa humilde família de lavradores. Fez-se notar durante a juventude pela dedicação pelos seus e pelo zelo com que se aplicou às suas obras da paróquia. Fez parte duma associação piedosa, chamada “Congregação de Maria Imaculada”, fundada pelo seu pároco, Dom Pastorino. Reunia também as raparigas para lhes ensinar o catecismo e a costura.
 
Dom Pastorino deixou então a paroquialidade, para entrar no instituto salesiano, com a ideia de voltar para estabelecer em Mornese uma escola de rapazes. Mas Dom Bosco, a pedido do bispo de Acqui, encarregou-o de fundar uma escola para meninas. Foi Maria Mazzarello a designada para dirigir esta casa , ajudada pela congregaçãozinha de Maria Imaculada, que tomou o nome de Maria Auxiliadora, segundo o desejo de Dom Bosco.
 
Referindo-se a esta fundação, dizia o mesmo Santo: «A sua Congregação é igual à nossa, tem o mesmo fim e os mesmos meios».
 
A 5 de Agosto de 1872, Maria e as companheiras receberam o hábito religioso das mãos do seu bispo e fizeram os votos. Pio IX, a quem Dom João Bosco apresentara a nova fundação, mostrou-e cheio de esperança: «Tenho a convicção,disse, que as Irmãs de Maria Auxiliadora prestarão ao ensino das meninas os mesmos serviços que os padres e os irmãos salesianos prestam ao ensino e educação dos rapazes». De facto, por morte da fundadora, em 1881, a congregação mantinha para cima de 30 casas em Itália, na França e na América, e contava 250 religiosas.
 
A 27 de Junho, três dias depois da canonização, assim se expressava Pio XII:
 
«As notícias que chegavam sobre as maravilhosas obras apostólicas dos Salesianos na América Latina, avivam o zelo de Maria Mazzarello e das suas filhas e suscitam, uma atrás doutra, numerosas expedições, não só para a Argentina e Uruguai, mas também bem depressa para as regiões dos índios da Patagónia».
 
Pio XI beatificou Maria Domingas em 1938 e Pio XII canonizou-a a 24 de Junho de 1951.

 
MARIA TERESA DE JESUS, Beata
Fundadora (1797-1879)
 
O seu nome de família é Carolina Gerhardinger. Veio ao mundo em Stadtarnhof, na Baviera (Alemanha), a 20 de Junho de 1797. Fez os estudos com as Cónegas de Nossa Senhora, fundadas por São Pedro Fourier. Supressa a Congregação e a escola em 1809 pelo governo de Napoleão, o pároco Miguel Wittmann, futuro Bispo de Ratisbona, com o fim de dar continuação à formação das meninas, escolhendo três das melhores alunas para fazerem o curso de magistério. Entre elas estava Carolina. Obtido o diploma de professora primária, ensinou na terra natal de 1816 a 1833.

Com a possibilidade de as religiosas voltarem ao ensino, D. Miguel Wittmann pensou em fundar uma nova Congregação com as três professoras, mas somente Carolina logrou perseverar e superar as grandes dificuldades que se levantaram, sobretudo depois da morte do Bispo Wittmann, em 1834. Ela não desanimou e fez a profissão religiosa em 1835.

As Pobres Irmãs Escolares de Nossa Senhora, fundadas por ela, que se estenderam a diversos continentes, foram além disso o ponto de partida para alguns Institutos autónomos em vários países da Europa.

O segredo da sua vida interior é-nos revelado por João Paulo II na homilia de beatificação, a 17 de Novembro de 1985:

«Uma imperturbável confiança em Deus e um amor ardente por Cristo e pelos pobres. A palavra da Escritura, a Eucaristia e a oração eram a sua interior fonte de força. No silêncio da noite, ela passava com frequência longo tempo diante do tabernáculo, para conhecer a vontade de Deus e pedir a força de se pôr em acção. Para si e para as suas Irmãs de hábito escolheu Maria como modelo e consagrou-lhe a Congregação. As Irmãs deviam viver e actuar como Maria, dar totalmente a própria vida a Deus e levar Jesus Cristo aos homens do mundo».

L’OSS. ROM. 24.11.1985; DIP 4, 1057-8

PACÓMIO,  Santo
Monge (292-348)

Pacómio reparte com Santo Antão a honra de ter instituído a vida cenobítica (quer dizer, a vida religiosa em comum, não anacorética), e é o primeiro a fixar por escrito as regras dela.
 
Nascido de pais idólatras pelo ano de 292, foi alistado a força nos exércitos de Maximino Daia (308-313); confortado pelos cristãos de Tebas, sente-se atraído pela religião deles. Tendo a derrota de Maximino causado a dispersão das tropas, Pacómio fixou-se numa cidade da Tebaida, onde havia uma Igreja cristã: lá recebeu o baptismo  Tendo sido informado de que um velho chamado Palémon servia a Deus no deserto com grande perfeição, foi à procura dele, encontrou-o e colocou-se sob a sua direcção.

Por vezes, retira-se Pacómio para um extenso deserto chamado Tabena, perto do Nilo. Levado por uma inspiração celestial, constrói lá uma cela pelo ano de 325; vêm ter com ele discípulos  a quem fornece  Pacómio um vestuário grosseiro. Ele próprio dá aos seus religiosos, exemplo e fantástica austeridade; redige uma regra que será traduzida por São Jerónimo e existe ainda;  é uma das fontes do monaquismo ocidental. Aumentando o número dos cenobitas, Pacómio constrói mais seis mosteiros na Tebaida.

Vem a falecer em 348.

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MÊS DE MAIO, MÊS DE MARIA



  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos


  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”


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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    A PARTIR DE HOJE AS PÁGINAS SERÃO NUMERADAS PELA ORDEM ABAIXO INDICADA:

    Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS - Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memoriam.
  • Para terminar, APELO NOVAMENTE aos meus eventuais leitores se manifestem, sobre o merecimento OU NÃO deste Blogue ou dos textos que venho colocando diariamente bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato.


    António Fonseca

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