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terça-feira, 14 de maio de 2013

Nº 1650-3 - Encontro diário com Deus - Terça-feira - 14 de Maio de 2013

Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.
Nº 1650-3
 
 
Terça-feira - 14 de Maio de 2013
 
 
Pensamento do Dia
 
 
O ecumenismo é o caminhar comum da fé.

Pierre Galay
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A maioria das pessoas quer mudar o mundo, somente não a si mesma.
Os outros têm que mudar.
“Os de cima”, dizem os de baixo.
“Os de baixo”, dizem os de cima.
“Os homens”, dizem as mulheres.
“As mulheres”, dizem os homens.
Começamos a ameaçar e a pressionar.
Compreendemos tão dificilmente que ninguém tem o direito de forçar outros a uma mudança.
Quem quer mudar pessoas à força é um ditador.
O homem é o único ser que consegue mudar a si mesmo.
Somente assim muda o modo de convivência humana.
Estruturas sociais não podem mudar a si mesmas.
Estas são feitas por pessoas sustentadas e mantidas por pessoas.
Quando os homens não mudam, não muda coisa alguma.
Transformar o mundo?
Começo esta tarefa sempre de novo comigo mesmo.
 
 
 
Phil Bosmans

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NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1650 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - RUTE - INTRODUÇÃO e CAP 1 e 2 - 14 de Maio de 2013


14 de Maio de 2013
Nº 1650 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL
Nº 1650
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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉJUÍZES,– (Estes já estão…)
Faltam apenas 877 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
 RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não! Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) .
Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1650 - 2ª Página
14 de Maio de 2013
ANTIGO TESTAMENTO
RUTE
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Mapa antigo de Israel

RUTE

INTRODUÇÃO


Descrição encantadora dos costumes familiares daquele tempo - a época dos Juízes -, o livro de RUTE é considerado um livro histórico.
RUTE, a moabita, deixa a sua terra e a sua parentela para não se separar da sogra; um tal rasgo de piedade filial torna-a merecedora de fazer parte do povo eleito e de vir a ser um dos antepassados de David e do Messias.

O resumo do livro é o seguinte:

Elimelec em Moab (1, 1-6). Regresso de Noémi a Belém (1, 6-22). RUTE no campo de Booz (2). RUTE mulher de Booz (3-4).

1 - RUTE A MOABITA  -  No tempo em que Israel era governado pelos juízes,  sobreveio uma grande fome no país. Um homem partiu de Belém de Judá, com a sua mulher e os seus dois filhos, e foi morar para os campos de Moab. Ele chamava-se Elimilec e a sua mulher Noémi; os seus dois filhos chamavam-se Maalon e Quelion, efrateus, de Belém de Judá. Chegados à terra de Moab, fixaram-se ali. Entretanto, Elimilec morreu, deixando Noémi com os seus dois filhos. Estes casaram com mulheres moabitas, uma chamada Orfa e outra Rute. Viveram ali dez anos. Morrendo Maalon e Quelion, Noémi ficou só, sem os seus dois filhos e sem o seu marido. Então Noémi levantou-se e, na companhia das suas duas noras, deixou a terra de Moab. Ouvira dizer que o Senhor tinha visitado o Seu povo e lhe tinha dado pão. Deixou, pois  aquela terra onde vivera com as suas noras e regressou à terra de Judá. E disse às suas noras: «Ide, voltai para casa da vossa mãe; o Senhor use de misericórdia para convosco, como vós usastes comigo e com os que morreram! Que Ele vos conceda a paz em vossos lares, na casa de vossos maridos!» E beijou as. Elas,  começando a soluçar, disseram: «Nós iremos contigo para o teu povo». Noémi respondeu-lhes: «Ide, minhas filhas; para que haveis de vir comigo? Porventura tenho eu ainda no meu seio filhos, para que de mim possais esperar outros maridos? Voltai, minhas filhas, porque já estou demasiado velha para me casar de novo. E, ainda que eu tivesse alguma esperança de conceber e gerar filhos nesta mesma noite, esperá-los-íeis até  que se tornassem grandes, sem casar de novo? Não, minhas filhas, a minha dor é maior que a vossa, porque a mão do Senhor pesa sobre mim». Então desataram de novo a chorar.  Orfa beijou a sua sogra e retirou-ser. Rute, porém, recusou separar-se dela. E disse-lhe Noémi: «Já que a tua cunhada voltou para o seu povo e para os seus deuses  vai com ela»  Rute respondeu: «Não insistas comigo para que te deixe e me afaste de ti, porque irei para onde fores e, onde habitares, eu habitarei. O teu povo é  meu povo, e o teu Deus,  o meu Deus (2 Sam 15,21), Na terra em que morreres,  quero morrer, e ser sepultada, na terra onde fores sepultada. O Senhor trate-me com rigor, se outra coisa  a não ser a morte,  me separar de ti» Perante tal firmeza, Noémi não insistiu mais. Seguiram juntas e chegaram a Belém. Mal entraram na cidade, logo correu a notícia, e as mulheres diziam: «Aqui está Noémi!» Ela replicou: «Não me chameis Noémi, mas Mara, porque o Todo-Poderoso encheu-me de amargura. Parti com as mãos cheias, e o Senhor fez me voltar de mãos vazias. Porque me chamais Noémi, se foi o Senhor quem me humilhou e me aniquilou?» (Job 1, 21).
Voltou, pois,  Noémi e sua nora,  Rute, a moabita, à terra da sua peregrinação. Chegaram a Belém quando se começavam a segar as cevadas.

2  -  RUTE NO CAMPO DE BOOZ - Elimelec, marido de Noémi, tinha um parente, homem poderoso e rico, chamado Booz. Rute, a moabita, disse a Noémi: «Rogo-te que me deixes ir respigar nos campos de quem me quiser acolher favoravelmente». Respondeu-lhe Noémi: «Vai, minha filha» (Lv 19, 9-10; Dt 24, 19. 22)! Rute partiu, entrou no campo, e pôs-se a apanhar espigas atrás dos segadores. Aconteceu que aquele era justamente o campo de Booz, parente de Elimelec. Booz acabava de voltar de Belém, e saudou os segadores dizendo: «O Senhor seja convosco»! Eles responderam: «Deus te abençoe»! Booz dirigiu-se ao servo que vigiava os segadores: «De quem é esta rapariga»? Respondeu-lhe o servo: «Esta é uma moabita que veio com Noémi da terra de Moab. Pediu-nos que a deixássemos apanhar espigas atrás dos segadores. Está no campo desde a manhã até agora, e quase não descansou um momento». Booz disse a Rute: «Ouve, filha, não vás respigar noutro campo nem te afastes daqui, mas junta-te às minhas servas. Segue-as para qualquer campo onde se fizer a sega. Ordenei aos meus servos que te deixem em paz. Se tiveres sede, vai à bilha e bebe da água que eles tiverem trazido». Rute, caindo-lhe aos pés, prostrou-se por terra, e disse: «Donde me vem a dita de ter encontrado graça diante de ti, eu que sou uma estrangeira?» Respondeu-lhe Booz: «Contaram-me tudo o que fizeste por tua sogra depois da morte de teu marido, como, deixaste teu pai, tua mãe e a tua terra onde nasceste, e vieste para um  povo que antes não conhecias. O Senhor recompense todo o bem que fizeste, e que o Senhor, Deus de Israel, sob cujas asas te acolheste, te dê o galardão que mereces». Ela respondeu: «Que eu encontre sempre graça diante dos teus olhos, meu senhor, pois me consolaste e falaste ao coração de tua serva, embora não seja digna de ser contada no número das tuas escravas». Disse-lhe Booz: «À hora de comer vem, come a tua parte do pão e molha o teu bocado no vinagre». Ela assentou-se ao lado dos segadores, e Booz ofereceu-lhe grão torrado: ela comeu até se saciar e guardou o resto. Levantou-se em seguida e começou a respigar. Booz disse aos criados: «Se ela quiser respigar mesmo entre as gavelas, não a molesteis. Deixai cair de vossos feixes, como por descuido, algumas espigas  para que ela as apanhe, e não a censureis». Rute esteve, pois, respigando no campo até à tarde: tendo depois batido as espigas, que tinha colhido, encheu quase um efá de cevada. Levando a cevada entrou na cidade, e mostrou-o à sua sogra  Rute tirou então o que lhe sobrou do seu almoço e deu-lho: Perguntou-lhe Noémi: «Onde respigaste hoje e onde trabalhaste? Bendito seja quem te acolheu». Ela contou à sua sogra em que campo havia trabalhado,  acrescentado que o dono se chamava Booz. - Disse-lhe Noémi: «Bendito seja ele do Senhor porque se mostrou misericordioso para com os vivos e para com os mortos». E acrescentou  «Esse homem é ainda nosso parente próximo, um dos que tem direito de resgate sobre nós». - Disse-lhe Rute: «Ele disse-me também que ficasse com seus servos até se acabar toda a ceifa». Noémi respondeu-lhe: «É melhor, minha filha, que sigas as suas servas, pois no campo de outro poderás ser mal recebida». Ela ficou, pois, com as servas de Booz até ao fim da recolha de cevada e do trigo.

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Este é o 1º   texto 

do Livro “RUTE” do ANTIGO TESTAMENTO



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14 de MAIO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1650-1 - (134-13) - SANTOS DE CADA DIA - Terça-feira - 14 de Maio de 2013 - 5º ano


Ver Notas no final

e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1650 - (134-13) – 1ª Página
Terça-feira - 14 de Maio de 2013

009

Nº 1650-1 - (134-13)

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E U   S O U


AQUELE   QUE   SOU

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Matias, Santo
Matías, Santo
Matias, Santo – Apóstolo
Matias significa “dom de Iavé”, de Deus. Pode ele chamar-se o homem da sorte, da maior quer podia haver neste mundo: ser Apóstolo, juntando-se aos Onze que Jesus deixou escolhidos. Pertencia ao número dos 72 discípulos de Cristo, enviados à frente d’Ele a pregar a boa nova do Evangelho, com poderes extraordinários para curar doentes. As recomendações que lhes fez o Senhor foram-nos transmitidas por S. Lucas e provam a austeridade e desprendimento temporal em que Jesus formava aqueles que deviam ser os melhores propagandistas do seu Reino: «Ide! Envio-vos como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa, nem alforge, nem sandálias, e não vos detenhais a saudar ninguém pelo caminho. Em qualquer casa em que entreis, dizei primeiro: “A paz esteja nesta casa!”… Ficai nessa casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois o trabalhador merece o seu salário… E dizei a todos: “O Reino de Deus está próximo de vós”» (Lc 10, 3-9). Os 72 discípulos voltaram gloriosos da sua missão. «Senhor, até mesmo os demónios se nos sujeitaram em Teu nome!» (vers. 17). Então Jesus deu-lhes um ensinamento que serve para todos os tempos e para todos os crentes, patenteando-lhes qual deve ser o motivo da verdadeira alegria: «Não vos alegreis porque os espíritos vos obedecem, alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos Céus» (vers. 20). S. Matias era um desses discípulos afortunados, que viram de perto e ouviram, Jesus. Testemunha da vida, paixão e ressurreição de Jesus, retirou-se com os outros discípulos, depois da Ascensão, para o Cenáculo, a fim de receber o Espírito Santo. Homem de sorte, não continuou a ser discípulo somente. Naquela Igreja do inicio, pequena como grão de mostarda, S. Pedro começou a exercer o seu cargo de Vigário e pastor supremo. Devido à traição e morte de Judas, faltava um dos Doze. Era preciso preencher o lugar vago. Os Apóstolos, conforme a vontade de Cristo, deviam ser Doze, como Doze tinham sido os patriarcas do povo judaico.
Matías, Santo
«Irmãos, disse Pedro, era necessário que se cumprisse o que o Espírito Santo anunciou na Escriturapela boca de Davida respeito de Judas, que foi o guia dos que prenderam Jesus. Ele, efetivamente, era um dos nossos e foi-lhe atribuída parte do nosso ministério. Esse homem, depois de ter adquirido um terreno com o salário do seu crime, precipitou-se de cabeça para baixo, rebentou pelo meio e todas as suas entranhas se espalharam. O facto chegou ao conhecimento de todos os habitantes de Jerusalém, a tal ponto que esse terreno foi, na língua deles, chamado “Hakeldamá”, que quer dizer: Campo de Sangue… É indispensável, portanto, que – dentre os homens que nos acompanharam durante todo o tempo que o Senhor Jesus viveu no meio de nós, a partir do baptismo de João até ao dia em que nos foi arrebatado para o Alto – um deles se torne, connosco, testemunha da sua ressurreição» (Act 1, 16-22). Em poucas palavras nos contou deste modo S. Pedro a vida cristã de S. Matias. Desde o inicio da vida pública de Jesus, tinha-se juntado à comitiva, sem d’Ele se separar até à subida aos céus. Era, portanto, testemunha imediata e pessoal do que tinha realizado e dito o Verbo Encarnado. Os discípulos, reunidos no Cenáculo com S. Pedro, apresentaram, dentre eles, depois, aqueles que julgavam poderiam ser objecto da escolha direta de Jesus. eram os que mais se tinham distinguido andando com Ele. Um chamava-se José, por sobrenome o Justo, e o outro MatiasS. Pedro poderia usar a sua autoridade, mas preferiu deixar a escolha à sorte, uso muito frequente na história e vida do povo hebraico, como manifestação da vontade divina. Antes, porém, levantaram uma oração fervorosa a Jesus: lembravam-se muito bem como Ele tinha escolhido os Apóstolos no monte das bem-aventuranças; por isso, assim oraram: «Tu, Senhor, que penetras os corações de todos os homens, indica-nos qual destes dois escolhestes para ocupar, no ministério apostólico, o lugar abandonado por Judas, a fim de ir para o seu próprio lugar» (vers. 24). E tiraram à sorte entre os dois, caindo ela sobre Matias, que ficou agregado aos Onze. Como Apóstolo, recebeu já o Espírito Santo no dia do Pentecostes e ficou sendo mestre infalível da verdade. A sua atuação posterior é-nos desconhecida. A tradição não é unânime, nem sobre as regiões que evangelizou nem sobre o género de morte que teve. Há quem diga que se finou de morte natural. Outros, ao invés, que pregou na Judeia, vindo a ser lapidado nessa província. A tradição mais aceitável é a que refere ter ele pregado na Etiópia, sendo lá martirizado. Clemente de Alexandria conservou-nos uma máxima do santo Apóstolo, que não devemos desperdiçar: «É necessário combater a carne, utilizá-la ou explorá-la com a mortificação. A alma, devemos robustecê-la com a fé e o estudo». O corpo pode ser instrumento de salvação ou condenação. Pode ajudar-nos muito ou lançar-nos numa jogada desastrosa. A alma deve aproveitar-se dele para triunfar no negócio da vida eterna. Há-de tratá-lo como servo, como criado, cujos serviços de aproveitam para o próprio bem. Nunca deixar que o escravo se faça senhor e mande, porque viria a desastrosa jogada, ruína da alma eterna e ruína mesmo do corpo. «Quem semear na carne, da carne colherá a corrupção» (Gl 6, 8). Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.



Miguel Garicoits, Santo
Miguel Garicoits, Santo
Fundador dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, nasceu em Ibarre (França), a 15 de Abril de 1797, e faleceu em Bétharram (França), a 14 de Maio de 1863. Filho duma família pobre, mas profundamente cristã, recebeu da mãe uma educação exemplar. Durante os estudos eclesiásticos continuou a trabalhar em casa. O seu comportamento no seminário era tão edificante que os companheiros o apelidaram de “o nosso S. Luís Gonzaga». Ordenado padre em 1823 e nomeado vigário, em pouco tempo renovou a paróquia. Com 28 anos é designado professor de filosofia do seminário de Bétharram e depois reitor do mesmo. Durante o seu governo foi exigente na disciplina e fez progredir a piedade dos alunos e professores. Transferindo-se o seminário para Bayonne, ele ficou em Bétharram como reitor do santuário de Nossa Senhora, e com enormes sacrifícios logrou fundar uma Congregação de missionários e professores. Com as duas escolas e colégios, torna-se um dos pioneiros do ensino católico no século XIX, e com os seus missionários consegue a recristianização daquelas terras. Filho fidelíssimo da Igreja, combateu com ardor o jansenismo. Promoveu a comunhão frequente, a devoção ao Sagrado Coração e a Nossa Senhora. Estudou em profundidade os mestres da vida espiritual, sobretudo Santo Inácio e Bossuet, deixando à sua morte dezassete mil páginas de densos apontamentos. Repensa a doutrina tradicional e plasma uma espiritualidade própria centrada no Verbo Encarnado, no Sagrado Coração, não o Coração aberto na Cruz, mas antes o Coração formado pelo Espírito Santo no seio da Virgem Mãe e no ato de oferecer-se ao Pai desde o momento da Encarnação para cumprir a sua vontade, e que renova incessantemente o «Ecce venio», através de todos os mistérios, em particular no Presépio, na Cruz e na Eucaristia. O ideal do santo é reencarnar em si mesmo e nos seus, estas disposições de Jesus Cristo. Nos seus conselhos, conferências e cartas abundam expressões que traduzem esta vontade. este ideal exige cinco virtudes: caridade, humildade, obediência, doçura e dedicação total. É o que ele praticava e exigia dos Padres do Sagrado Coração de Jesus. Dotado de uma constituição robusta, de uma ilimitada resistência à fadiga e de um temperamento forte associado ao espírito de luta, se não fosse a graça divina e a acertada educação materna, teria sido um criminoso, como ele próprio confessava. Durante toda a sua vida manteve um grande domínio de si mesmo, fruto de um ascetismo,o que lembra o do santo Cura d’Ars, a ponto de se tornar um prodígio de doçura e caridade, de ser chamado «O bom Garicoits». Mente aberta a todo o conhecimento humano, sensível às necessidades do seu tempo, fundador das primeiras escolas livres na região, precursor dos decretos de S. Pio X sobre a comunhão frequente, foi um director espiritual dos mais eminentes do século XIX. Foi beatificado a 10 de Maio de 1923 e canonizado por Pio XII a 6 de Julho de 1947DIP 5, 1277-9; 7, 798-800. www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.


Gil de Santarem, Beato
Gil de Santarém, Beato
Dá-se como nascido em Gondalfim de Vouzela, pelos anos de 1185 a 90. Talentoso e ávido de saber, foi Gil de Valadares, muito novo, estudar filosofia e medicina no mosteiro de santa Cruz de Coimbra, e, auxiliado por D. Sancho, foi enviado a continuar os seus estudos em Paris, onde, em anos de juventude, algo cedeu às vaidades e dissoluções do século. Reconhecendo, porém, o rebaixamento de tais desvarios, não tardou o jovem Gil em libertar-se de tal situação e arrepiar caminho, tomando o regresso à pátria. Passando por Palência, toma aí o hábito de S. Domingos, e todo se entrega a uma vida de fervorosa oração e rigorosa penitência. Chega finalmente a Santarém e Coimbra. Concluído o doutoramento em teologia, funda, no convento de S. Domingos de Santarém, aulas de Teologia e Filosofia, sobe ao cargo de Provincial da sua ordem e é nomeado físico de D. Afonso III, em cuja presença também prega, por várias vezes. Em 1237 realizou o seu capítulo provincial em Burgos, onde foi aceite a fundação do convento de S. Domingos do Porto. Pelo fervor da oração, por vezes estática, e pelo poder da mesma em intercessões miraculosas, e não menos pelo zelo e dedicação com que provia ao governo e aproveitamento de seus irmãos, Frei Gil ficou como mestre e exemplo de santidade aos de casa e aos de fora. Em paga de tão generosos serviços, abriram-se-lhe as portas do céu no mesmo dia da Ascensão do Senhor14 de Maio de 1265. E o seu culto foi reconhecido pelo Papa Bento XIV em 1748, para as dioceses de Lisboa e Viseu, e Ordem de S. Domingos, continuando no convento de Santarém o centro de ruidosas romagens populares. mas com os sucessos de 1834 e a destruição de S. Domingos de Santarém, as suas relíquias passaram para a quinta das Lapas (Torres Vedras). Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, como também o P. Berthier em Le Prête dans le ministère de la predication, 1º vol., nº 2612, chamam-lhe Beato Bernardo. Mas a enciclopédia Verbo mantém o nome «Gil de Santarém (São Frei)». A notícia aqui reproduzida (com pequenos aditamentos) deve-se ao Padre Estanislau Martins Gama, no livro Santos de Portugal. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.


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MÊS DE MAIO, MÊS DE MARIA



  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
  • aos-ps-de-mARIA22222222222222
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    A PARTIR DE HOJE AS PÁGINAS SERÃO NUMERADAS PELA ORDEM ABAIXO INDICADA:
    Pág. 1 – Vidas de SantosPág. 2 – O Antigo Testamento; e Pág. 3 – ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS - Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4 – A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6 – In Memoriam.
  • Para terminar, APELO NOVAMENTE aos meus eventuais leitores se manifestem, sobre o merecimento OU NÃO deste Blogue ou dos textos que venho colocando diariamente bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato.

    António Fonseca
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    http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf