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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Nº 1651 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - RUTE - 3º e 4º CAPS - 15 de Maio de 2013



15 de Maio de 2013
Nº 1651 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL
Nº 1651
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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉJUÍZES,– (Estes já estão…)
Faltam apenas 877 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
 RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não! Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) .
Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1651 - 2ª Página
15 de Maio de 2013
ANTIGO TESTAMENTO
RUTE
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Mapa antigo de Israel

RUTE

3 - A EIRA DE BOOZ  -  Depois de Rute regressar à casa da sua sogra, Noémi disse-lhe: «Minha filha é preciso que eu te assegure uma existência tranquila, para tua felicidade. Este Booz, nosso parente, cujas servas seguiste, deverá joeirar esta tarde, a cevada da sua eira. Lava-te, unge-te, põe os melhores vestidos e desce à eira, mas não te deixes ver até que ele tenha acabado de comer e de beber. Quando ele for dormir, observa o lugar em que dorme. Entra, então, levanta a parte da manta com que cobre os pés e deita-te; ele mesmo te dirá o que deves fazer». Respondeu Rute: «Farei tudo o que me indicares». Desceu  pois, foi à eira e fez tudo o que a sogra lhe tinha recomendado. Booz comeu e bebeu, e o seu coração tornou-se alegre; depois, foi e deitou-se junto de um monte de feixes. Rute aproximou-se de mansinho, afastou a manta que lhe cobria os pés e deitou-se ali. Pelo meio da noite o homem acordou espavorido e perturbado ao ver uma mulher deitada a seus pés. E disse-lhe: «Quem és tu?» Respondeu: «Sou Rute, a tua serva. Estende o teu manto sobre a tua serva, porque tens o direito de resgate». Ele disse: «Deus te abençoe, minha filha: Esta tua última bondade vale mais que a primeira, porque não buscaste jovens pobres ou ricos (2, 11). Agora  minha filha, não temas: Tudo o que disseres eu te farei, porque toda a gente da minha cidade sabe que és uma mulher virtuosa. Não nego que sou teu parente  mas há outro que é mais próximo parente do que eu. Descansa aqui esta noite.  Amanhã, se ele quiser usar do seu direito de resgate sobre ti, está bem, que o faça; de contrário,  eu o farei; juro pelo Senhor! Dorme, pois, até pela manhã». Ela ficou deitada a seus pés até ao fim da noite. Booz disse-lhe: «Procura que ninguém saiba que estiveste cá». E acrescentou: «Estende o manto que tens sobre ti e segura-o». Ela estendeu-o e Booz encheu-o com seis medidas de cevada, que lhe pôs às costas. Assim carregada, entrou na cidade. Rute voltou para junto de sua sogra, que lhe perguntou: «Como vais, minha filha Rute contou-lhe então tudo o que aquele homem fizera por ela. E acrescentou: «Ele deu-me estas seis medidas de cevada, dizendo-me: não voltarás com as mãos vazias para a tua sogra». Disse-lhe, então Noémi: «Espera, minha filha, até sabermos como vai terminar tudo isto. Esse homem não descansará enquanto não tiver cumprido o que prometeu».


4 - CASAMENTO COM RUTE - Foi Booz à porta da cidade e sentou-se ali. Vendo passar o homem de quem falara chamou-o e disse-lhe: «Vem cá um momento e senta-te aqui». O homem veio e sentou-se. Então, Booz, escolhendo dez homens dos anciãos da cidade, disse-lhes: «Sentai-vos aqui». Logo que se sentou falou ao seu parente próximo, nestes termos: «Noémi, que voltou da terra de Moab, está para vender a parte do campo que pertencia ao nosso parente Elimelec. Quis informar-te disto e proponho-te que a compres diante dos anciãos do meu povo aqui presentes. Se queres usar do teu direito de parentesco, faze-o; de contrário dize-mo para que eu saiba o que devo fazer, porque vens em primeiro lugar, mas depois de ti é a mim que cabe tal direito». Respondeu o homem: «Eu usarei do meu direito». (Lv 25, 25). Replicou-lhe Booz: «Comprando esta terra da mão de Noémi, terás que receber Rute, a moabita, mulher do defunto, para conservar o nome do defunto em sua herança». Ele respondeu: «Nesse caso, não a posso resgatar por minha própria conta, porque isto viria prejudicar o meu património. Usa tu do meu privilégio, já que eu não o posso fazer». Era costume antigo em Israel, nos casos de resgate ou sub rogação  que  o homem tirasse a sua sandália e a desse ao parente para validade da transacção; isto servia de rectificação. O parente próximo disse pois a Booz: «Compra-a para  ti», e tirou a sua sandália. Booz disse aos anciãos e a todo o povo: «Sois hoje testemunhas de que comprei da mão de Noémi tudo o que pertencia a Elimelec, a Quelion e a Maalon. Com isto adquiro ao mesmo tempo Rute, a moabita, por mulher, viúva de Maalon, para conservar o nome do defunto, em sua herança, e para que este nome não seja eliminado de entre os seus irmãos e da porta da cidade. Vós, repito, sois hoje testemunhas». Então todo o  povo que estava na porta respondeu com os anciãos: «Somos testemunhas! O Senhor torne essa mulher que entra na tua casa semelhante a Raquel e a Lia, que fundaram a casa de Israel! Que seja feliz em Efrata e adquira um nome célebre em Belém! Seja a sua casa com,o a casa de Farés, filho de Tamar e de Judá, pela posteridade que o Senhor te der por esta jovem». Booz tomou pois Rute, que se tornou sua mulher. Aproximou-se dela, e o Senhor concedeu-lhe a graça de conceber e dar à luz um filho (Gn 29, 31; 33, 5; Sl 126, 3). As mulheres diziam a Noémi: «Bendito seja Deus, que não te recusou um libertador neste  dia, para perpetuar o nome do defunto em Israel. Ele te dará a vida e será o arrimo da tua velhice, porque nasceu um menino da tua nora que te ama e é para ti mais preciosa que sete  filhos». Noémi recebeu o menino, pô-lo no seu regaço, fazendo para com ele  o ofício de ama (Gn 30, 3). As suas vizinhas,congratulando-se com ela, diziam: «Nasceu um filho a Noémi». E deram-lhe o nome de Obed. Este  foi pai de Isaí e avô de David. Esta é a posteridade de Farés. Farés gerou Esron; Esron gerou  Aram; Aram gerou Aminadab; Aminadab gerou Naason; Naason gerou Salmon; Salmon gerou Booz; Booz gerou Obed; Obed gerou Isaí; Isaí gerou David  (1 Par 2, 5-15; Mt 1, 3-5; Lc 3, 31-33).


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Este é o (ou melhor, são, os 3º e o 4º Capítulos) do  texto 

 do Livro “RUTE” do ANTIGO TESTAMENTO 


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15 de MAIO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nº 1651-3 - Encontro diário com Deus - Quarta-feira - 15 de Maio de 2013

Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.
 
 
Nº 1651-3
 
 
Quarta-feira - 15 de Maio de 2013
 
 
Pensamento do Dia
 
 
Minha própria visão da verdade não brilha com mais intensidade
se eu depreciar a maneira de ver de meus semelhantes.
 
 
Mahatma Gandhi
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O melhor meio de você ser feliz no amor é trabalhar para construir a felicidade do outro.
Fazendo-o feliz, você acabará encontrando sua própria felicidade.
Dando alegria, você acabará ficando alegre também.
No amor, o mais importante não é ser amado, mas amar;
o mais importante não é pedir, mas oferecer;
o mais necessário não é possuir, mas entregar.
O objetivo de quem ama não é ser feliz, mas fazer o outro feliz.
 
 
Frei Anselmo Fracasso, OFM

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NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1651 - (135-13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - Quarta-feira - 15 de Maio de 2013 - 5º ANO



Ver Notas no final

e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1651 - (135-13) – 1ª Página
Quarta-feira - 15 de Maio de 2013

009

Nº 1651-1 - (135-13)

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E U   S O U


AQUELE   QUE   SOU

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MANÇOS, Santo

A referência mais antiga que se conhece é uma doação feita em 1195 por D. Telo Peres ao mosteiro de Villa Nueva de San Mâncio (Manços), na diocese de Palência, província eclesiástica de Toledo. A par deste dado, conservam-se duas lendas. A primeira assevera que Manços, romano, cristão fervoroso ao serviço duma família judia na região de Évora, foi por seus amos maltratado até à morte, em ódio da fé. Enterrado junto dum caminho, apareceu a um viandante, a quem narrou as peripécias do seu martírio. Metido em sepulcro de pedra, mereceu, por seus milagres, que depois lhe erigissem sumptuosa Igreja. A segunda contada por André de Resende, mantendo a origem romana do mártir, conta que foi discípulo de Cristo, esteve na última ceia e se encontrava no Cenáculo por ocasião da descida do Espírito Santo. Enviado pelos Apóstolos, foi martirizado em Évora, sendo bispo, em tempo do governador Valídio. A fantasia dos hagiógrafos posteriores povoou de pormenores ainda mais inverosímeis a biografia do presumível fundador da cristandade eborense. A primeira tradição não é anterior aos tempos da reconquista. O seu culto, em Évora, remonta aos fins do século XIII. Em 1592, sendo arcebispo D., Teotónio de Bragança, veio de Villanueva uma relíquia do mártir. É possível que a relação de S. Manços de Villa Nueva com o de Évora date de tempos recuados, talvez do século XIII. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.

Mártires (250 ou 251)

Pietro - Andrea - Paolo e Dionisia
Neste dia, contam as Actas deles (consideradas como dignas de crédito), um tal Nicómaco renegara Cristo, quando Paulo e André, acusados com ele mas conservando-se firmes na fé, tinham sido condenados à morte. Nicómaco saía do tribunal com o seu libellum (certificado de apostasia), quando caiu morto na rua: «Ah!, o mais infeliz dos homens pois, se tivesse continuado mais alguns minutos na terra, não se teria nunca perdido no outro mundo!». Foi Dionísia, jovem de 16 anos, quem assim falou. Deste modo se veio a saber que ela era cristã e houve pagãos que a levaram ao procônsul Optimus, que estava ainda no tribunal. Ela desafiou: «Não tenho medo de ti; tenho um amigo mais poderoso do que tu, o qual me ajudará nas torturas». Optimus prendeu-a imediatamente; mas ela, ouvindo a vozearia do povo, que lapidava Paulo e André, escapou-se e correu para junto dos corpos destes, exclamando: «Quero sofrer como vós para ser feliz convosco no céu». O procônsul mandou-a primeiro torturar; e depois foi-lhe cortada a cabeça. Isto a 15 de Maio de 250 ou 251. «Assim, acrescentam as Actasdepois de sofrerem os mesmos combates contra o século, o demónio e o procônsul, estes ilustres mártires mereceram, pela Graça de Cristoas honras da vitória, sendo Dionisia morta à espada, Paulo e André lapidadospassou-se isto em Lâmpsaco nos idos de Maio, sendo imperador Décio (249-251), e sendo procônsul Optimus, e reinando sobre o mundo Nosso Senhor Jesus Cristo. Para Ele a honra, o poder e a glória. Ámen». Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.


ISIDRO, Santo 
Lavrador (1170)

Isidro Labrador, Santo
Isidro Lavrador, Santo
Santo Isidro, pobre lavrador por sua condição, nasceu em Madrid, de pais pobres, mas tementes a Deus. Tendo desposado uma virtuosa donzela, chamada Maria, inspirou-lhe bem depressa os seus sentimentos e a sua devoção. O filho, que foi o único fruto deste casamento, ressentiu-se da piedade dos pais. Vendo Santo Isidro as formosas inclinações da mulher, propôs-lhe viverem como irmão e irmã; a isto se comprometeram, por voto. Obrigado a ganhar, pelo trabalho das mãos, o necessário para o sustento de sua pequena família, pôs-se ao serviço da casa dos Veras de Madrid, obrigando-se a cultivar as terras mediante salário. Levantava-se de madrugada e, antes de ir para o trabalho, dirigia-se em visita a algumas igrejas, onde ouvia todos os dias Missa. Como estava assalariado, fizeram saber ao amo que ele em vez de ir cedo para o trabalho, se punha a visitar igrejas. O amo quis examinar a verdade da denúncia e chegou a saber que o seu rendeiro ia todos os dias rezar a muitas igrejas; julgou pois que a sua fazenda não podia deixar de sentir-se de uma devoção que lhe roubava as primeiras horas do dia. Estando seguro de surpreendê-lo, depois de lhe dar tempo a que chegasse ao campo, apresentou-se lá todo irado, mas ficou muito espantado ao ver de longe duas charruas a seu lado, puxadas a bois brancos. Mas desde que se aproximou, as duas charruas desapareceram. O que vira abonançou-o; cumprimentou graciosamente o lavrador, e em tom afável disse-lhe: «Confessa-me sinceramenteIsidro, de quem eram essas duas charruas que trabalhavam contigo e desapareceram, à minha chegada?» «Não sei, respondeu o santo, que eu tenha outro socorro senão o de Deus; invoco-O no começo do meu trabalho, e nunca O perco de vista durante o dia». O senhor Vera compreendeu o que significava a sua visão, e qual era o merecimento do seu rendeiro; exortou-o a nada alterar em suas práticas de devoção; reconheceu que em toda a região não havia campo melhor cultivado. Tinha recebido um dom de oração muito sublime, o qual era principalmente contemplação. O seu amor à Santíssima Virgem parecia ter-se antecipado ao uso da razão; a Ave-Maria era a sua prece favorita; não falava da Mãe de Deus senão com entusiasmo. A sua caridade para com os pobres era extrema, e deve considerar.se um milagre a quantidade de esmolas que dava; e Deus fazia muitos milagres para autorizar as suas liberalidades e a sua confiança. Tendo um dia distribuído aos pobres tudo o que tinha, apareceu um, a quem não pôde resolver-se a recusar esmola; sua mulher, tendo buscado por todos os escaninhos, declarou-lhe a impossibilidade em que estavam, de o socorrer. «Tu não tens confiança, torna-lhe o Santo; procura com um pouco mais de fé e acharás que dar de esmola». O acontecimento acreditou a predição; uma abundância miraculosa se lhe deparou subitamente em casa, grande número de pobres foi contemplado; e esta mulher compreendeu quanto a caridade torna a confiança eficaz.
Isidro Labrador, Santo
Isidro Lavrador, Santo
Não era somente a favor dos pobres que Deus autorizava a sua caridade; a compaixão pelos animais foi muitas vezes acompanhada de milagres. Indo um dia moer trigo, viu todo o campo coberto de neve e, sobre uma árvore, grande número de aves, prestes a morrerem de fome; impressionou-se muito, espalhou parte do trigo, dizendo com simplicidade e doçura; «Comei avezinhas. Deus dá abundantemente para todos». Um dos amigos, que o acompanhava, riu-se de tal simplicidade, e tomou-a por imbecilidade; mas penitenciou-se logo que viu, ao chegarem ao moinho, que os sacos de Santo Isidro se encontravam mais cheios do que antes de ter espalhado o trigo; o censor transformou-se em panegirista da maravilha. Santo Isidro passava os dias nesta santa obscuridade, desconhecido dos grandes do mundo, confundido entre os pobres lavradores. Tendo caído doente, previu o dia feliz em que o senhor queria terminar os seus trabalhos. Preparou-se para esta última hora, com novo fervor. Enfim, abrasado no amor de Deus, cheio de virtudes, cumulado de merecimentos, morreu a 15 de Maio de 1170, na idade de cerca de 55 ou 60 anos. Apenas expirou, Deus manifestou a glória do seu servo por grande número de milagres, que tornaram o seu túmulo glorioso e célebre por toda a Espanha; o seu corpo, ficou, todavia, por espaço de quarenta anos, enterrado sem distinção no cemitério da paróquia de Santo André de Madrid. Mas Santo Isidro apareceu em sonhos a um pobre homem que o tinha conhecido e disse-lhe que procedesse por forma a que o seu corpo fosse exumado do cemitério para ser colocado na igreja, em lugar mais decente. Tendo ele, por timidez ou desconfiança, negligenciado a ordem, foi punido com grave enfermidade, de que se não pôde curar, senão no dia da trasladação do santo corpo. O tempo decorrido desde esta trasladação tendo sido cheio de milagres seus, Paulo V, depois de todas as informações e formalidades ordinárias, resolveu publicar a bula da sua beatificação no ano de 1619. O zelo desenvolvido pelo rei Filipe III para apressar esta beatificação foi em breve recompensado. Voltava ele de Lisboa, quando enfermou em Casarubios dei Monte; os médicos desesperavam de lhe salvar a vida. Todos os remédios eram inúteis; foi preciso recorrer à poderosa intercessão do Santo Lavrador. Enquanto se estava celebrando a Missa em sua honra na igreja de Santo André, pela saúde do rei, um correio trouxe a notícia de que ele estava nos últimos momentos, e tinha já perdido todo o conhecimento. A consternação foi geral; mas a confiança na proteção do santo susteve as lágrimas, sobretudo quando se soube na cidade que, por ordem dos magistrados, se ia levar o caixão do santo ao quarto do rei enfermo. Colocaram o caixão sobre uma espécie de carro magnificamente adornado. O príncipe herdeiro saiu a receber a santa relíquia com toda a corte à entrada do parque, e acompanhou-a até ao quarto do rei, seu pai. O caixão foi colocado numa espécie de trono, junto ao doente. O rei, logo que a santa relíquia entrou no seu quarto, sentiu-se completamente curado. O Papa Gregório XV, a instâncias de Filipe IV e para dar satisfação aos desejos de toda a Espanha, procedeu solenemente à sua canonização no dia 22 de Março do ano de 1622. Foram juntamente canonizados os santos Inácio de Loyola, Francisco Xavier, Teresa de Ávila e Filipe NériSanto Isidro é o Padroeiro principal da cidade de Madrid.Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.


Dimpna (ou Difna), Santa 
Mártir, padroeira dos enfermos mentais
Dimpna (o Difna), Santa
Dimpna (ou Difna), Santa
Etimologicamente significa “ cervo pequeno, veadinho”. Vem da língua irlandesa.  A devoção a Santa Dimpna se fez muito popular por causa das curas de epilépticos e lunáticos com suas relíquias. Desde então é considerada padroeira dos enfermos mentais. No século XIII se construiu em Gheel uma enfermaria para enfermos mentais que hoje em dia é um moderno hospital psiquiátrico. Ali se veneram as relíquias da santa. Dimpna é filha única de um rei pagão irlandês. Era belíssima e muito parecida a sua mãe. Quando esta morreu o rei viúvo ficou desconsolado até ao ponto de ficar mentalmente perturbado. Seus cortesãos lhe sugeriram que se voltasse a casar. Ele aceitou mas buscava a uma mulher que fosse uma réplica exata de sua defunta esposa. Não a encontrando, um conselheiro sugeriu-lhe que se case com sua filha que tanto se parecia a sua mãe. Ainda que ao principio o rei tenha recusado a ideia, pelo seu estado de obsessão, terminou por aceitar. A filha recusou e se manteve firme como uma rocha. "Definitivamente não. Se tivesses algo de decência não me proporias esta união. Sabes que sou cristã. Tu te atas a tuas crenças pagãs. Ao menos permite-me viver segundo minhas próprias convicções" Ele tratou de a convencer com afagos, pedidos; quando isso não deu resultado, a ameaçou e jurou fazê-la pagar por sua recusa. Dimpna logrou una prorrogação de 40 dias. Nesse tempo foi ter com o Padre Gereberto que a aconselhou guardar sua distância. Depois de pensar melhor, o padre aconselhou-a que fugisse do palácio. O Padre GerebertoDimpna junto com outros cruzaram o mar e chegaram a Antuérpia, na costa de Bélgica. Ficaram no povoado de Gheel, perto de um santuário dedicado a São Martinho de Tours. Por três meses viveu entre eles. Mas o rei por meio de espias logrou conhecer seu paradeiro e foi em pessoa a Gheel. Tratou uma vez mais de a atrair, com promessas, oferecendo-lhe dinheiro e prestigio. Dimpna sabia que aquela proposta ofendia a Deus. Além disso, com o consentimento do Padre Gereberto, havia feito um voto de virgindade. Para a isolar de seu apoio moral, o rei mandou matar a Padre Gereberto. Mas Dimpna ainda se manteve firme: "Nada, nada me induzirá a ofender a Jesus Cristo". Enfurecido, o rei mandou a seus vassalos que a matassem. Mas eles, por primeira vez, recusaram obedecer-lhe. Eles conheciam que a princesa era virtuosa e a respeitavam. Não podiam dispor-se a matá-la. Então o rei com sua própria arma cortou a cabeça de sua filha. Dimpna morre mártir aos 15 anos de idade. Além dos patronatos já assinalados, também é a patrona dos sonâmbulos, das vítimas de incesto e das vítimas de violação.
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MÊS DE MAIO, MÊS DE MARIA


  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
  • aos-ps-de-mARIA22222222222222
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    A PARTIR DE HOJE AS PÁGINAS SERÃO NUMERADAS PELA ORDEM ABAIXO INDICADA:
    Pág. 1 – Vidas de SantosPág. 2 – O Antigo Testamento; e Pág. 3 – ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS - Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4 – A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6 – In Memoriam.
  • Para terminar, APELO NOVAMENTE aos meus eventuais leitores se manifestem, sobre o merecimento OU NÃO deste Blogue ou dos textos que venho colocando diariamente bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato.

    António Fonseca
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    http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf