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sábado, 18 de maio de 2013

D. Manuel Clemente, nomeado Patriarca de Lisboa - 18 de Maio de 2013


D. Manuel Clemente, novo patriarca de Lisboa: biografia e pensamento
D. Manuel Clemente vai ser o novo patriarca de Lisboa, sucedendo a D. José Policarpo, adiantam esta sexta-feira vários órgãos de comunicação portugueses, incluindo a agência Lusa.
A nomeação, que não foi divulgada pelo Vaticano, poderá ser anunciada este sábado, 18 de maio (aniversário de João Paulo II) a partir das 11h00 de Lisboa, hora a que habitualmente a Sala de Imprensa da Santa Sé apresenta o boletim diário.
O prelado, Prémio Pessoa 2009, presidiu até 2011 à Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, departamento responsável pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, tendo acompanhado os primeiros passos e a consolidação deste organismo.
Foi escolhido pelo semanário "Expresso" publicado no útlimo sábado como uma das 100 personalidades mais influentes de Portugal: «D. Manuel Clemente tem perfil, talento e diplomacia de sobra para lidar com os desafios que lhe surgirem pela frente. Quase a completar 65 anos, está longe da idade da reforma. A sua voz dentro da Igreja e na sociedade é ouvida com atenção, os eu perfil de intelectual e a abertura para o diálogo valeram-lhe várias distinções muito para além dos muros da Igreja».
De acordo com a tradição, o patriarca de Lisboa é criado cardeal pelo papa, pelo que, confirmando-se a nomeação, D. Manuel Clemente poderá juntar-se ao Colégio Cardinalício no próximo consistório.
D. Manuel Clemente foi ordenado padre no Patriarcado de Lisboa. Nomeado bispo auxiliar da diocese em 1999, já então dirigida pelo atual cardeal patriarca, D. José Policarpo, viria a receber a ordenação episcopal a 22 de janeiro do ano seguinte, data em que a Igreja evoca S. Vicente, padroeiro principal do patriarcado lisbonense.
A 22 de fevereiro de 2007 é nomeado bispo do Porto; regressa seis anos depois a Lisboa para suceder a D. José Policarpo, patriarca desde 1998.
O patriarca de Lisboa é, por inerência, o magno chanceler da Universidade Católica Portuguesa, esperando-se por isso que D. Manuel Clemente assuma o cargo máximo na instituição a que sempre esteve ligado desde que em meados da década de 70 concluiu o curso de Teologia e se tornou professor da respetiva faculdade em disciplinas ligadas à História da Igreja.
Nesta página apresentamos os principais dados biográficos de D. Manuel Clemente, atual vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, seguidos de alguns dos textos e notícias sobre o novo patriarca publicadas nos últimos anos no nosso site.
FotoSNPC

Biografia
Nascimento: 16.7.1948 (64 anos)
Local de nascimento: Freguesia de S. Pedro e S. Tiago, concelho de Torres Vedras
Ordenação presbiteral: 29.6.1979 (ordenado com 30 anos, padre há 33)
Nomeação episcopal: 6.11.1999, para auxiliar do Patriarcado de Lisboa
Ordenação episcopal: 22.1.2000 (ordenado com 51 anos, bispo há 13)
Nomeação para bispo do Porto: 22.2.2007
Tomada de posse de bispo do Porto: 24.3.2007

Formação e funções académicas
Licenciado em História pela Faculdade de Letras de Lisboa
Ingressou no Seminário Maior de Cristo Rei (Olivais) em 1973
Licenciou-se em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa em 1979.
Doutorou-se em Teologia Histórica em 1992, com a tese intitulada "Nas origens do apostolado contemporâneo em Portugal. A 'Sociedade Católica' (1843-1853)"
Leciona História da Igreja na Universidade Católica Portuguesa desde 1975

Funções e cargos eclesiaisCoadjutor das paróquias de Torres Vedras e Runa: 1980
Membro da Equipa Formadora do Seminário Maior dos Olivais: 1980 a 1989
Vice-Reitor do Seminário Maior dos Olivais: 1989 a 1997
Reitor do Seminário Maior dos Olivais: 1997
Membro do Cabido da Sé Patriarcal: 1989
Diretor do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa: 2001-2007
Presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais: 2005 a 2011
Vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa: 2011
Membro do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais: 2011
Colabora habitualmente nos programas "Ecclesia" (RTP2), e o "Dia do Senhor" (Renascença)
Prémios e distinções
Grã-Cruz da Ordem de Cristo
Prémio Pessoa 2009
Medalhas dos municípios do Porto, Vila Nova de Gaia, Marco de Canaveses, Valongo e Gondomar
Doutoramento Honoris Causa pela Universidade Lusófona
FotoSNPC

Textos e entrevistas de D. Manuel Clemente publicados no site da Pastoral da Cultura
Saudação ao papa Bento XVI no encontro com o mundo da cultura no Centro Cultural de Belém, em Lisboa
Creio falar em nome de todos os que aqui estamos, ao dizer-Vos, Santo Padre, que compartilhamos a Vossa preocupação constante em não reduzir a consistência cultural das nossas análises e actuações, como cidadãos responsáveis, lúcidos e intervenientes nos diversos sectores da sociedade nacional e internacional.
Portugal e os portugueses
É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do Continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é. Por isso também, se é verdade que muitos outros povos manifestam capacidade variável de adaptação fora da sua terra, nós manifestamos algo de endógeno que já não é propriamente adaptação, antes conaturalidade.
«Fraternidade» segundo D. Manuel Clemente
A fraternidade requer motivação e pedagogia. Aprende-se a ser fraterno e quanto mais cedo melhor: é bom nascermos em família e entre irmãos, é ótimo alargar a convivência aos que, não sendo de sangue, fazem desse sentimento a substância duma política de todos para todos. Daí as outras comunidades, das igrejas às escolas, etc. Fraternidade requer presença mútua, rosto próprio e escuta atenta. Nunca abstrações facilmente totalitárias nem individualizações que se ficassem por algarismos sem soma.
O tempo pede uma Nova Evangelização
Nós somos realmente muito antigos e nada nos predestinava a ser fosse o que fosse. Nem terra, nem gente, nem língua, nem coisa alguma que nos recortasse de outros. Por isso, o que temos de original é sermos realmente muito antigos, sem razões de origem para o sermos. Dito doutro modo, é perdurarmos. Quase contra tudo, quase contra todos e quase contra nós, por vezes. Se há "enigma português", é este mesmo. Basta e sobra, por ser quase inédito. Também para nos alimentar a esperança, que é o que sobeja dos impossíveis passados, para os impossíveis futuros
Reinventar a Igualdade
Na perspectiva cristã, não tardou muito a ser compreendida a primeira e última radicação da igualdade, ou seja, o critério divino que se revelou na palavra e na atitude de Cristo. Por isto mesmo as comunidades cristãs, cuja substância consiste na herança e perpetuação dessas mesmas palavra e atitude, devem oferecer à sociedade em geral o ensaio credível de tal convicção. Intervenção de D. Manuel Clemente na 6.ª Jornada da Pastoral da Cultura.
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O "meu" Concílio, 50 anos depois
Tudo parecia ir bem, como fundamentalmente foi, apesar de muitos e alguns graves “acidentes de percurso”, que melhor se chamariam incursões de fora no percurso eclesial autêntico. Aconteceu – naturalmente aconteceu – que a relação entre a Igreja e o mundo consentiu, em alguns casos e alguns tempos, fortíssimas inclusões do mundo na Igreja, que puderam pôr em causa a identidade desta, da sua ação, do seu sacerdócio, da sua tradição essencial. Aconteceu realmente, dando ao pontificado de Paulo VI (1963-1978) uma nota dramática que por vezes lhe transparecia nos olhos e nas palavras, apesar de tudo serenas e geralmente esperançosas. Para mim, como para tantos outros, a aplicação do Concílio foi sobretudo – e continua a ser – um constante desafio de discernimento e identificação cristã e eclesial, para catolicamente servir o mundo.
É preciso reeequacionar a presença dos cristãos na cultura
"A relação entre Igreja e Cultura não se faz de maneira formal, por decreto, mas porque há homens e mulheres profundamente motivados pelo Evangelho de Cristo que depois reflectem essa motivação naquilo que criam".
Portugal é um cais onde se chega e donde se parte
O bispo do Porto remete tudo à pessoa e às pessoas. O confronto mundial entre culturas diferentes ou o imperioso reconhecimento que temos de fazer de nós próprios, enquanto portugueses. Como sair deste "tempo de escombros"? Entrevista ao "Público".
"Diálogo em tempo de escombros": D. Manuel Clemente e José Manuel Fernandes
O livro “Diálogo em tempo de escombros”, resultante da troca de “e-mails” entre o bispo do Porto, D. Manuel Clemente, e o jornalista José Manuel Fernandes, transformou-se a 11 de Outubro num encontro ao vivo entre os dois protagonistas, realizado na Capela do Rato, em Lisboa.
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«Há uma desmesura que nos explica como portugueses»
Em qualquer acontecimento, há uma certa decepção do que se faz, uma vontade de se fazer e uma nostalgia de uma grandeza que nunca se atingiu. Isto é o português. A saudade – que tem sentimentos congéneres – vem da desmesura. As pessoas têm um ideal para o país que é muito maior do que o seu esqueleto. Entrevista de D. Manuel Clemente ao "Público".
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Devoção aos santos deve transformar-se em relação filial com Cristo
O bispo do Porto considera que as “relações de mera necessidade e conveniência” devem “evoluir” para “relações verdadeiramente livres e gratuitas, em que nos amemos apenas “porque sim”, em tudo e mesmo apesar de tudo”. “No que à religião respeita significa passar do habitual apelo a este ou àquele santo, feito advogado desta ou daquela necessidade, para a relação filial que Jesus nos enuncia no “Pai Nosso”.
A nova religiosidade
A questão maior posta pela nova religiosidade à fé cristã reside na alteridade divina, que aquela tende a esbater ou negar. Na busca da identificação de Deus e com Deus, é difícil estar completamente isento da sedução panteísta ou monista. Mas tal sedução manifesta-se muito na nova sensibilidade religiosa: pela consciência individual à universal, pelo conhecimento do cosmos à fusão nele mesmo. Perpassam nela o sentimento e a ideia duma humanidade de evolução e consciência unívocas.
A atmosfera pós-moderna
A evangelização tem de ter em conta os contornos ambíguos da mentalidade corrente. Rovira I Belloso define como “filhas da modernidade e da pós-modernidade” a secularidade tendencialmente secularista, a liberdade sem referência a Deus e o neo-individualismo descomprometido. Mas é neste contexto que urge apresentar Deus como potenciador da realização humana e não como seu limitador.
O caso português
A mentalidade recente trouxe outros desafios ao Catolicismo, talvez mais por distração do que por contraposição. O propósito e o sentimento tornaram-se mais imediatos e inconsistentes, reagindo negativamente a propostas alargadas e objetivas.
É este o tempo
Falo de realidades assim, como podia juntar tantas outras, que assaltam e roubam as pessoas no que têm e no que são, sobretudo porque as apanham sós ou solitárias, mesmo que rodeadas por multidões anónimas
A herança moderna
Se tentarmos resumir as tensões entre modernidade e evangelização, poderemos enunciá-las assim, tomando-as tanto por reptos como por possibilidades: A questão cultural: Deus à custa do homem (da sua cultura), ou o homem (e a cultura) caminho para Deus?
"Um só propósito: Homilias e Escritos Pastorais em Tempos de Nova Evangelização"
As boas relações alargam a alma e a vida, sabemo-lo bem. Diz o nosso povo, com saber de experiência feito: «Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és.» Tratando-se de Deus, pólo infinito duma relação absoluta, muito mais ainda, podendo dizer-se assim: «Diz-me com Quem andas e dir-te-ei quem serás.» Ou ainda: «Diz-me com Quem andas e dir-te-ei quem ainda não és», sendo este «ainda» um modo de dizer a esperança.
Inutilidade...
As cidades precisam de ser «lugares de “concidadania”, urbanisticamente plasmada e possibilitada, proporcionando encontros em que a “inutilidade” anterior se torne agora da maior “utilidade” futura, para um indispensável e solidário civismo, onde o acontecer nasça do conviver (...). Entre “pessoas” o tempo nunca é dinheiro, pois cada uma delas é o máximo valor. Com a “inutilidade” que finalmente são, ainda que nisso mesmo sejam úteis à personalidade real de nós todos». Texto integral da conferência de D. Manuel Clemente na abertura da Experimentadesign 2011.
A Igreja no tempo: História breve da Igreja Católica
A 13 de Maio de 1981, João Paulo II fora baleado por Ali Agca na praça de São Pedro. Mas encarou a sobrevivência como milagre e confirmação do seu caminho e programa. A 12 e 13 de Maio de 1982, esteve em Fátima, agradecendo a protecção da Virgem, porque «nos desígnios da Providência não há meras coincidências...» A 10 de Outubro seguinte canonizou Maximiliano Maria Kolbe, como mártir de Auschwitz. Bem no espírito conciliar, de uma santidade proposta a todos, canonizaria mais cristãos do que todos os pontífices anteriores.
«Este precioso tesouro...»: Agradecimento de D. Manuel Clemente pelo doutoramento Honoris Causa
Que podemos retirar para agora, nesta segunda, difícil e perplexa década do século XXI, das primitivas alusões à universidade em Portugal, nos longínquos finais do século XIII? Além da evocação, sempre oportuna, no fecundo lastro da memória coletiva, creio que em dois pontos poderemos fixar-nos: no ideal integrador do saber e na conveniência geral da sociedade. Quando se constata a especialização cada vez maior de humanidades e ciências e a deriva tecnicista e utilitária que tantas vezes enviesa estas últimas e eventualmente as primeiras -, urge retomar mais à frente o ideal universalista do saber, onde se aproximem demandas e partilhem conhecimentos, não deixando de fora nada do que à humanidade interesse. As propostas feitas, os cursos oferecidos, as viabilidades possíveis, tudo depende em grandíssima parte do acerto da Universidade com as necessidades e aspirações, evidentes ou pressentidas, do todo social e cultural em que se integra.
Evangelizar de novo
A nova evangelização do mundo vai a par com a da própria Igreja e as comunidades eclesiais são a sua primeira realização. O que se vive alastra, assim os crentes se convertam ao testemunho, à responsabilidade cívica, à solidariedade, ao amor libertador e à esperança; a credibilidade das tomadas de posição dos responsáveis eclesiais depende do que for o testemunho das comunidades cristãs que as asseverem, pois a Igreja não pode anunciar o que não vive.
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P. Sena de Freitas: homem de palavra
Em termos gerais, o catolicismo português do final do século XIX e princípios do seguinte é-nos apresentado sob o signo da decadência. E não faltam razões para isso, se olharmos à rarefacção da prática, à deficiente formação dos clérigos, às ambiguidades do enquadramento político-eclesiástico, à pouca incidência nos meios intelectuais, etc. Também não é difícil constatar que, por essas e outras razões, o regime político e o quadro cultural dominante a partir de 1910 não se ligaram positivamente ao catolicismo pátrio e internacional, mas sobretudo ao seu contrário, tentando reduzir ainda mais quer a implantação quer a influência que lhe sobrasse nos espíritos e nos costumes.
Entrega do Prémio "Árvore da Vida - Padre Manuel Antunes" ao P. Luís Archer
A cultura leva por diante a compreensão da vida, no que esta tem de mais palpitante e urgente. Ganha tudo em ser preenchida de saber e de saberes; mas para se responder a si mesma, como existência e autoconsciência inadiáveis. E nada há tão oportuno agora, na nossa fragmentada Europa cultural, como este reencontro de si, para além das sínteses rudimentares do passado remoto ou das desistências recentes de encontrar um sentido, mais preenchido este com o que entretanto soubemos e pudemos, irremediavelmente e, apesar de tudo, promissoramente.
Entrega do Prémio "Árvore da Vida - Padre Manuel Antunes" a Manoel de OliveiraEm recente entrevista, Manoel de Oliveira diz a dado passo: “Penso mais no que está para além da morte…” (Diário de Notícias, 12 de Dezembro de 2007). Mas não é só agora que tal transparece. No conjunto da sua obra, há tais concentrações ou alargamentos de planos que já induzem um alcance assim. E não temeroso, antes apetecendo o definitivo, total, realizador.Nem com medo da vertigem. Apaixonado juvenil de velocidade, filmou o rio e a sua faina com cenas estonteantes de sugestão e ritmo. Como depois, em história infantil de correria e jogo. Mas, já então, sobressaindo o recorte de cada figura, a densidade de cada personagem. Ressaltava, em suma, a humanidade de cada figurante, ou melhor, cada figura da humanidade transportada.
Entrega do Prémio "Árvore da Vida - Padre Manuel Antunes" a Maria Helena da Rocha PereiraVerificamos na sociedade portuguesa um maior investimento no ensino tecnológico, compreensível na actual conjuntura social e económica. Em termos de mentalidade, isto vai a par com a força da ciência, no sentido que ela foi ganhando na Europa moderna. Tudo muito certo, tudo insuficiente. De facto, nas mais diversas áreas da sociedade e do trabalho, a modernização e os resultados práticos, vistos apenas do ponto de vista científico e técnico, correm o grande risco de perderem a prevalência humanista. Facilmente, a pessoa humana - cada homem e cada mulher em concreto - pode diluir-se na generalidade dos factores de produção e rendimento.
Entrega do Prémio "Árvore da Vida - Padre Manuel Antunes" a Adriano MoreiraPremeia-se este ano a personalidade humana e pública do Professor Adriano Moreira, pela consistência própria e pela oportunidade do tempo. Pela consistência própria, pois não é tão habitual assim verificarmos num longo percurso, entre idades do mundo e mudanças de regime, a continuidade criativa duma linha de pensamento e acção tão juvenilmente definida. Continuidade criativa, como a da terra fecunda que, por isso mesmo, sempre gera.
Entrega do Prémio "Árvore da Vida - Padre Manuel Antunes" à Diocese de Beja
Não é só por conservar no seu escudo as cinco quinas interpretadas como cinco chagas, ou por se ter encontrado fora de si nas velas da cruz de Cristo, que Portugal tem nesse motivo a sua cultura mais argamassada e profunda, pronta a vir surpreendentemente ao de cima, como na última visita papal. Nem é preciso ser muito perspicaz para deparar com alusões cristãs nas mais diversas ocasiões e vicissitudes da vida pessoal ou colectiva, mesmo quando se presumem totalmente laicas e profanas.
Entrega do Prémio "Árvore da Vida - Padre Manuel Antunes" a Eurico Carrapatoso
Não faltam a Carrapatoso os créditos do seu ofício, a formação superior e erudita, o reconhecimento nacional e internacional. Mas tudo isto não chegaria a ser propriamente "cultura". Esta requer densidade humana, correspondência alargada, investigação que avance e faça avançar, que puxe e não descole inteiramente. Onde nos reconheçamos, mesmo que nos descubramos mais além, pela mão dum navegador primeiro, corno aqueles que Sophia poetizava assim: "navegavam com o mapa que faziam". Para avançarmos todos.
À Pastoral da Cultura e ao seu Secretariado Nacional... numa hora que não é de despedida
«Deixando a presidência da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, confiada agora aos muitos méritos do Senhor D. Pio Alves - a quem desejo as maiores felicidades no cargo, bem como aos outros Senhores Bispos e colaboradores em tão importante serviço eclesial -, quero igualmente deixar uma palavra de muita gratidão e apreço aos que comigo trabalharam em dois sucessivos mandatos. (...) Não é certamente uma despedida, mas é imprescindivelmente um grande, grande, obrigado!» Mensagem de D. Manuel Clemente ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura e à Comissão Episcopal.
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Notícias sobre D. Manuel Clemente publicadas no site da Pastoral da Cultura
«Vivemos em autêntica mudança epocal, tanto na civilização como na cultura», diz bispo do Porto
O bispo do Porto, D. Manuel Clemente, afirmou que a sociedade está a viver uma «autêntica mudança epocal, tanto na civilização como na cultura», e considera que a Igreja Católica não compreende nem responde adequadamente às mutações sociais. A transição «não implica obrigatoriamente a perda do adquirido, mas a sua integração geral ou parcial num outro quadro mental e prático, a partir de outros princípios ou de necessidades sobrevindas e arvoradas em princípios», afirmou esta segunda-feira. O prelado frisou que «o catolicismo europeu só terá futuro» se for «evangelizador e missionário», a começar «no próprio bairro, escola ou hospital, quando não na própria casa e família de cada um».
Portugal em 2030 vai precisar de mais sabedoria, estética e ética
O bispo do Porto considera que dentro de duas décadas Portugal vai precisar de aproveitar melhor a sabedoria dos mais velhos, abrir-se ao estrangeiro e educar os mais novos na estética e na ética. Na intervenção que proferiu esta sexta-feira no encontro “Presente no futuro: os portugueses em 2030”, que decorreu até sábado em Lisboa, D. Manuel Clemente sublinhou que o domínio do conhecimento científico não anula a importância da experiência. «Sabedoria é saber de experiência feito, ou experiência decantada, assimilada e transformada em vida. Requer um tempo que não é logo dinheiro, assim como induz um conjunto de qualidades e virtudes que não estão hoje em alta: prudência, ponderação, memória histórica, considerações humanistas em geral», observou.
Fé em Deus precisa de «muito estudo» e «diálogo» para combater bloqueio cultural
A afirmação da fé em Deus confronta-se com um «autêntico bloqueio cultural» proveniente de um «"cientismo" satisfeito ou meramente ignorante». «Considero este bloqueio uma das fronteiras mais difíceis e exigentes da nova evangelização, requerendo da nossa parte [Igreja Católica] muito estudo e vontade de aprender, bem como reforçada disposição para o diálogo e o esclarecimento, com a maior coerência prática também.»
A corrente descrita (ou Portugal e os portugueses, em 2008 e depois)
Um jovem dizia que «o trabalho português era geralmente apreciado “lá fora”, em especial pela capacidade de improvisar e resolver problemas inesperados. Dizia até que a anglofonia não tinha tradução exata para o nosso plebeíssimo “desenrascanço”. Mais uma originalidade lexical, para juntarmos ao que se diz sobre a “saudade”. E é possível que entre estas duas originalidades, tão prática uma, tão poética a outra, vá singrando a barca portuguesa, nas partidas e regressos que hoje somos
Liberdade: um anseio a conquistar
D. Manuel Clemente defende a necessidade da Igreja, especialmente através do protagonismo laical, se envolver nos debates seculares em que a liberdade se analisa e perspectiva.
Bispo do Porto desafia católicos a participar «em tudo o que aproxime cultura e povos»
D. Manuel Clemente considera que a «convergência cultural está longe de ser feita», pelo que é necessário que as atividades dos secretariados diocesanos da pastoral da cultura «insistam na consciencialização da raiz religiosa da fraternidade, com grande incidência ecuménica».
Portugal é um país que se define pela crise, considera D. Manuel Clemente
O bispo D. Manuel Clemente, responsável pelas relações da Igreja Católica com a cultura e as comunicações sociais, considera que a «crise define o país e a sociedade portuguesa». Em entrevista ao jornal "Correio da Manhã", o responsável pela diocese do Porto fala sobre o papel dos católicos no quadro da situação económica, social e política, reflete sobre o aborto, o uso do preservativo e o casamento entre pessoas do mesmo sexo e defende que a presidência da Conferência Episcopal deve ser ocupada por um prelado que esteja à frente de uma diocese «na zona de Lisboa».
Maria na devoção dos portugueses
A devoção mariana é um facto relevante na piedade pessoal de muitos portugueses. Mas não é a esse título que a vou sublinhar aqui, antes a título colectivo, como devoção nacional que também parece ser. Efectivamente, as grandes horas portuguesas foram várias vezes horas marianas, porque a Maria se referiram, pela intercessão ou no louvor. E se os povos se simbolizam nas realidades que afirmam com mais constância e calor, então o povo português aparece-nos frequentemente como um povo mariano.
Bispo do Porto inaugura "experimentadesign" e pede aos portugueses para acreditarem em Portugal
D. Manuel Clemente considerou que o debate em volta da «utilidade e inutilidade» é da «maior relevância num momento de profunda interrogação acerca do presente», em Portugal e na Europa. «Se estamos mesmo convencidos de que o eixo, o nó, o fulcro de qualquer resolução é a dignidade de cada pessoa humana, revemos as prioridades.»
D. Manuel Clemente distinguido com o Prémio Pessoa
"A sua intervenção cívica tem-se destacado por uma postura humanística de defesa do diálogo e da tolerância, de combate à exclusão e da intervenção social da Igreja. Ao mesmo tempo que leva a cabo a sua missão pastoral, D. Manuel Clemente desenvolve uma intensa actividade cultural de estudo e debate público. Em tempos difíceis como os que vivemos actualmente, D. Manuel Clemente é uma referência ética para a sociedade portuguesa no seu todo", pode ler-se na acta da reunião do júri.
Imagens Vídeo
D. Manuel Clemente encara Prémio Pessoa com responsabilidade acrescida
“Agradeço”, “reconhecendo que não sou merecedor de um galardão como este”, “que tomo como um encargo e uma responsabilização”. “Sou um homem da Igreja, também tento ser um homem da cultura e da sociedade no sentido mais construtivo do termo”, referiu D. Manuel Clemente.
Vídeo
Políticos de todos os quadrantes elogiam papel social e cultural de D. Manuel Clemente
Para Paulo Rangel, D. Manuel Clemente é uma "figura nacional de grande relevo", sendo a atribuição do Prémio Pessoa "uma grande notícia também para os cristãos em Portugal". "Esta distinção - acrescentou - valoriza também o papel cultural e intelectual da Igreja Católica em Portugal, que é muito relevante, mas tem sido pouco reconhecido".
Prémio Pessoa distingue «uma das grandes testemunhas do nosso tempo»
“A mim toca-me sempre o modo como a cultura aparece no magistério de D. Manuel Clemente, não como um território de fronteira, que ele visita ocasionalmente, mas como o lugar por excelência onde ele inscreve a tradição cristã e o seu trabalho de pastor”, afirma o director do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
Um louvor à tolerância e à intervenção social
Atento, desperto para o acontecimento cultural português e do mundo, disponível para o diálogo na diversidade, mesmo se não abdica de princípios fundamentais, interveniente, apaixonado pela história, sobre a qual fala com a lucidez e a profundidade de um filósofo, eis o retrato breve de D. Manuel Clemente, bispo do Porto e Prémio Pessoa 2009, tal como é feito pelos que lhe são próximos ou à distância lhe seguem o percurso e o conjunto da obra.
Manuel Clemente, um bispo para a crise
Para começo desta minha tradução de Jerusalém para Atenas, devo confessar que, neste tempo de crise e de urgência, sabe bem encontrar outra respiração. E este livro tem essa outra respiração, uma respiração mais lenta, fora da pressa da crise, fora da pressa da internet, fora dessa pressa que impede o pensamento que vai além da agenda da semana. Neste sentido, é engraçado perceber o seguinte: um livro que está fora do tempo, um livro que não é do aqui e agora tem dentro de si uma boa análise dos problemas do nosso tempo, do aqui e agora.
© SNPC | 17.05.13
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D. Manuel Clemente
D. Manuel Clemente

Nº 1654-4 - IN MEMORIAM do Padre MÁRIO SALGUEIRINHO - 18 de Maio de 2013

Nº 1654-4
(Post para publicação em 18 de Maio de 2013 – 10,30 h).
(Pde Mário Salgueirinho Barbosa)
Padre Mário Salgueirinho foi para todos nós um ser humano exemplar, uma pessoa marcante e ficam definitivamente as nossas vidas mais pobres sem o seu carácter, bondade e sabedoria.
Que descanse em paz com as honras do Senhor.
18\06\1927 - 29\10\2011

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Do livro “Caminhos da Felicidade”
DEUS AMA-TE
É muito interessante este autocolante que se via aposto no para-choques de um carro: «Deus ama-te como és».
As pessoas que liam esta frase sugestiva iam pensando, como o fazemos nós hoje, que mesmo com os nossos defeitos, os nossos erros, os nossos deslizes, o nosso temperamento difícil, Deus nos ama, porque nos ama como somos.
Ser humano é ser imperfeito. E esta verdade deve orientar a nossa atitude para com os outros: a tolerância com que os tratamos, a compreensão com que os acolhemos, o perdão com que absolvemos os seus erros.
Conta um psiquiatra que tinha um cliente seu que era magistrado. Sofria de um medo torturante de errar nos seus julgamentos. Dizia que os colegas e os advogados deixariam de respeitá-lo.
Certo dia, reveliu a alguns advogados amigos este seu medo patológico.
E foi com enorme surpresa que soube que os outros advogados gostaram mais dele e o admiravam mais quando cometia alguns pequenos erros, porque o achavam mais humano nessas ocasiões.
Está errado exigir dos outros a perfeição dos anjos. Os nossos chefes, os nossos companheiros, os nossos subalternos, as pessoas que nos atendem ou a quem atendemos são seres humanos: e ser humano é ser imperfeito.
E é com esta imperfeição pessoal que Deus nos ama: «Deus ama-te como és…»
 
 
Porto, Dezembro de 1998
Mário Salgueirinho
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Do livro “Dar é receber”
PROCURAR A FELICIDADE
 
Toda a gente deseja ser feliz. Mas pouca gente sabe que a felicidade está mais em dar do que em receber.
Damos uma palavra encorajante, damos uma ajuda a quem tem dificuldade de caminhar ou de subir, damos um sorriso a um rosto triste, visitamos um doente ou um prisioneiro, damos um donativo material a alguém que sabemos carecido, etc., etc.. – e este atitude de dar causa-nos mais alegria, mais felicidade do que uma lembrança bela e preciosa que nos seja oferecida.
Certo homem vivia muito triste sentindo-se infeliz. Decidiu procurar a felicidade. Pareceu-lhe que a felicidade estaria muito perto de si.
Viu uma flor. Colheu-a, mas daí a pouco estava murcha.
Viu brilhar por entre as nuvens um raio de sol. Levantou o olhar, mas a luz foi ofuscada por uma nuvem escura.
Encontrou mais adiante uma guitarra. Tocou nas suas cordas, mas saiu um som desafinado.
No dia seguinte continuou à procura da felicidade. Viu na margem da estrada uma criança chorando. Tomou uma flor para consolá-la. O perfume dessa flor também o envolveu a ele e encantou.
Viu mais adiante uma pobre uma mulher idosa tiritando de frio. Levou-a pela mão da sombra para a luz do sol e também ele ficou aquecido.
Deparou depois com um grupo de jovens cantando alegremente. Aproximou-se e começou a cantar com eles e sentiu-se tocado pela melodia.
No fim do dia regressou a casa alegre e sorridente. Tinha descoberto que a felicidade está em dar, mesmo pequenas coisas.
Dando felicidade aos outros, um pouco de felicidade floresce nos nossos caminhos.
 
Porto, Dezembro/2003
Mário Salgueirinho
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
A publicar em:
18-Maio-2013 - 10,30 horas
António Fonseca

Nº 1654 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - SAMUEL (3) - 18 de Maio de 2013




18 de Maio de 2013
Nº 1654 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL
Nº 1654
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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉJUÍZES, RUTE,– (Estes já estão…)
Faltam apenas 875 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
  1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não! Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) .
Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1654 - 2ª Página
18 de Maio de 2013
ANTIGO TESTAMENTO

SAMUEL
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Mapa antigo de Israel

1º Livro de SAMUEL

(3)



3 - PRIMEIRA VISÃO DE SAMUEL -  O jovem Samuel servia ao Senhor sob a direcção de Heli. O Senhor, naquele tempo, falava raras vezes, e as visões não eram frequentes. Ora, aconteceu, certo dia que Heli estava deitado,  pois seus olhos tinham-se enfraquecido e mal podia ver. Samuel repousava no templo do Senhor, onde se encontrava a arca de Deus (Ex 27, 20). O Senhor chamou Samuel o qual respondeu: «Eis-me aqui». Depois Samuel correu para junto de Heli e disse: «Eis-me aqui, pois me chamaste». Disse-lhe Heli: «Não te chamei, meu filho. Volta a deitar-te». O Senhor chamou de novo Samuel.  Este levantou-se e veio dizer a Heli: «Eis-me aqui, já que me chamaste». Heli respondeu-lhe: «Não te chamei, meu filho, torna-te a deitar». Samuel ainda não conhecia o Senhor, pois, até então, nunca se lhe havia manifestado a palavra do Senhor. Pela terceira vez, o Senhor chamou Samuel, que se levantou e foi ter com Heli: «Eis-me aqui, tu me chamaste». Compreendeu Heli que era o Senhor quem chamava o menino, e disse a Samuel: «Vai e torna-te a deitar; se te chamar outra vez, responde:  Falai Senhor; Vosso servo escuta !» Voltou Samuel e deitou-se. Veio o Senhor, pôs-Se junto dele  e chamou-o como das outras vezes : «Samuel! Samuel!» E Samuel respondeu: «Falai Senhor, Vosso servo escuta!» O Senhor disse a Samuel: «Vou fazer uma coisa em Israel, que, a todo aquele que a ouvir, ficar-lhe-ão a retinir os ouvidos (Jer 19, 3; 26, 6). Naquele dia cumprirei contra Heli todas as ameaças que anunciei contra a sua casa. Começarei e irei até ao fim. Anunciei-lhe que condenaria para sempre a sua família, por causa da sua iniquidade, pois sabia que os seus filhos se portavam indignamente e não os corrigiu. Por isso, juro à casa de Heli que a sua culpa jamais será expiada, nem com sacrifícios nem com oblações». Samuel ficou deitado até de manhã, e abriu as portas da casa do Senhor, mas temia contar a visão a Heli. Heli, porém, chamou-o e disse: «Samuel, meu filho!» E ele respondeu: «Eis-me aqui». Perguntou-lhe Heli: «Que te disse o Senhor? Não me ocultes nada. O Senhor te castigue severamente se me encobrires alguma coisa de quanto Ele te disse». Então Samuel contou-lho sem nada ocultar. Heli exclamou: «O Senhor fará o que for agradável aos Seus olhos». Samuel ia crescendo, e o Senhor estava com ele. Todas as suas predições se cumpriram à letra.
Todo o Israel, desde Dan até Bersabeia, reconheceu que Samuel era um profeta do Senhor. O Senhor continuou a manifestar-Se em Silo. Era ali que o Senhor aparecia a Samuel, descobrindo-Lhe a Sua Palavra.

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Estes são os textos do 1º Livro de “SAMUEL” do ANTIGO TESTAMENTO 


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18 de MAIO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nº 1654 - (138-13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 18 DE MAIO DE 2013 - 5º ano



18 DE MAIO DE 2013


Sábado

Ver Notas no final

e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1654 - (138-13) – 1ª Página

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Nº 1654-1 - (138-13)

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E U   S O U


AQUELE   QUE   SOU

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JOÃO I, Santo
Papa (526)

Juan I, Santo
Juan I, Santo
Nasceu em Papulónia, na Toscana (Itália), em 470, sendo filho de Constâncio. Morreu em 18 de Maio de 526, em Ravena. Foi eleito em 10 de Agosto de 523. O imperador Justino, que tornara possível a unificação da fé, com a igreja do Oriente a abandonar o cisma contra os hereges arianos, que, perseguidos, enviavam legados a Itália, a pedir auxílio ao rei Teodorico. Este, também, de crença ariana, sente-se atingido e toma atitudes hostis contra os católicos, uma delas a prisão do filosófo Boécio, expoente da cultura filosófica e humanista cristã. Não contente, intima o papa a ir a Constantinopla para obrigar o imperador a cessar a perseguição aos arianos e para que lhes restituísse os bens confiscados. Recebido triunfalmente em Constantinopla, João I, como prova de gratidão, coroa solenemente Justino como imperador. Aborrecido com esse gesto. Teodorico manda-o-o meter na prisão em Ravena, onde veio a falecer pouco tempo depois. Trasladado para Roma, foi sepultado na Basílica de São Pedro, onde o seguinte epitáfio assinala a sua memória. «Sumo sacerdote do Senhor! Sucumbiste como vítima imolada a Cristo». Do livro “O Papado – 2000 anos de História” de Mendonça Ferreira (José Carlos) – edição do Círculo de Leitores. NOTA: - A seguir, transcreve-se biografia publicada no livro dos SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. (que é um pouco mais longa – mas, como já está transcrita neste blogue em 18/5/2010, - copiei-a para aqui…, não tendo por isso tido o trabalho de traduzi-la.). Existe também versão em www.es.catholic e em www.santiebeati,it, que logicamente me dispenso de repetir)
Provavelmente nasceu em Senas, cidade antiquíssima da Toscana. Chegando à adolescência, deixou Florença para se dirigir a Roma, onde se distinguiu pela ciência e piedade. Vir assim para Roma assemelha-o a S. Bento, seu contemporâneo. Veio a ser cardeal-presbítero e, por morte de Santo Hormisdas, foi eleito para a cátedra de S. Pedro, em 523. O seu pontificado durou pouco mais de dois anos e meio, até 526. Era imperador do Oriente, residindo em Constantinopla, Justino Augusto, o católico, e do Ocidente, o rei dos Ostrogodos, Teodorico, o Grande, reinando na Itália.
1º Atividade administrativa e pastoral. João I mostrou grande zelo por tudo o que dizia respeito à glória de Deus e ao bem da Igreja. terminou ou restaurou cemitérios, reparou uma basílica e revestiu a Basílica da confissão de S. Paulo extra muros. Por sua iniciativa, o monge Diniso Pequeno, estabeleceu o ciclo do nascimento de Jesus Cristo, ainda em vigor na Igreja. Preparou a obra genial , que viria a ser de S. Gregório Magno: o canto gregoriano. Reuniram-se durante o seu pontificado vários concílios provinciais e preparou-se o de Orange, celebrado mais tarde, em 529, o qual pôs fim à controvérsias sobre a graça. 2º A embaixada forçada contra a causa da IgrejaO martírio. O conflito entre os Imperadores nomeados caracterizou o pontificado de João I e levou-o ao martírio. Afrontaram-se, por um lado, o catolicismo com a heresia, e por outro, a civilização com a barbárie. Teodorico, ariano, era acessível ao ascendente virtude. Pelo menos não perseguia os fieis, e rodeou-se de ministros bons crentes e de grande mérito; Boécio Cassiodoro. mas eis que Justino Augusto, a partir de 524, tomou a peito unificar a Igreja e reprimir o arianismo; e talvez pensasse em reinar também na Itália. Daí se originou uma luta político-religiosa de que S. João I viria a ser ilustre vítima. Com um dos seus primeiros decretos contra os arianos, Justino tomou conta das igrejas que estes tinham roubado aos católicos. Teodorico enviou-lhe, furioso, uma carta, em que tomava o papa como cúmplice no assunto. E, supondo que ele tinha grande influência sobre Justino, imaginou enviar o papa à frente duma embaixada para obter duas coisas em Constantinopla: que as igrejas tomadas aos arianos fossem restituídas aos mesmos e que os apóstatas, que tinham passado do arianismo ao catolicismo, fossem autorizados a voltar à religião de Ario. Era missão inaceitável para um Papa. Tanto assim que os documentos e as apreciações não se encontram de acordo sobre a atitude papal. Segundo o cronista contemporâneo, o papa teve uma atitude muito corajosa: «Eis-me diante de ti, faz de mim o que quiseres; mas nada te prometo quanto aos reconciliados. A respeito do resto, com a ajuda de Deus, julgo poder satisfazer o que desejas». E, segundo o monge Teófano, tratava-se sobretudo das igrejas e da ameaça do oriente de pôr a Itália a ferro e fogo. Seja como for, João teve de aceitar a embaixada, com desolação de numerosos fieis que julgaram o Papa vendido à causa ariana. Teodorico escolheu um séquito para João e embarcou-os a todos à força, ao que se julgou. Era a primeira vez que um papa saía de Itália. João I realizou dois milagres nessa altura. O encontro do papa com o Imperador e a estada dele na antiga Bizâncio constituíram triunfo do primado do sucessor de Pedro. Justino prostrou-se diante do papa e, onde habitava, recebeu-o como se fosse S. Pedro em pessoa. No Natal de 525, pôs-se a questão de precedência entre o Papa e o Patriarca. este acabou por ceder, uma vez que Roma possuía a sepultura do príncipe dos Apóstolos. O Papa ocupou no coro um lugar superior e celebrou a missa solene segundo o rito latino. E o Imperador, já coroado pelo patriarca, quis sê-lo também pelo Bispo de Roma (Páscoa de 526). Os resultados da embaixada são incertos, já o dissemos. Segundo Teófano, Justino cedeu para evitar derramamento de sangue. segundo outro – e parece o mais provável – respeitou-se o facto consumado; assim, as abjurações e as igrejas tomadas ficaram na posse dos católicos. Teodorico, ou por ter conhecido estas decisões ou por outros motivos, mandou supliciar selvaticamente Boécio e decapitar o sogro dele, Símaco; mas Cassiodoro, sendo perfeitamente acomodatício, nada sofreu. Quando voltou João I a Itália, Teodorico repreendeu-o de ter aceitado ser recebido em Constantinopla bem demais, o que, a seu juízo, mostrava cumplicidade papal em favor de Justino, e repreendeu-o também por ter coroado este mesmo, o que parecia reconhecer-lhe direitos sobre a Itália, e ainda por nada ter obtido no Oriente em favor dos arianos. Teodorico gostaria de mandar decapitar publicamente o papa João, mas, não querendo sujeitar-se a que o povo italiano reprovasse tal atitude, lançou-o numa prisão em que a fome e a sede não tardaram a fazê-lo sucumbir gloriosamente, cum gloria, dizem as Actas. Deu-se isto em Ravena, a 18 de Maio de 526. Os que faziam parte do seu séquito tiveram a mesma sorte. Mas o Imperador depressa recebeu o castigo dos seus crimes: morreu em Agosto do mesmo ano. Desde que o povo de Ravena soube da morte do papa João, desfilou diante do cadáver e começou a cortar relíquias do seu vestuário. Quatro anos mais tarde, foi o corpo trasladado para S. Pedro do Vaticano.

VENÂNCIO, Santo
Mártir


Venancio de Camerino, Santo
Venâncio de Camerino, Santo
Segundo o Martirológio romano, celebra-se hoje em Camerino, Itália, S. Venâncio, mártir no tempo do imperador Décio (250-253) e do prefeito Antíoco. Sendo-lhe cortada a cabeça, terminou assim o seu glorioso martírio aos 15 anos, tendo dez companheiros de suplício. As Actas de S. Venâncio são inteiramente falsas. É possível que não tenha vivido nem morrido em Camerino, mas as suas relíquias, para lá transportadas em 1259, no tempo de Alexandre IV, são nesse local objeto de grande veneração. Barónio introduziu o seu nome no Martirológio e Clemente X o ofício no breviário. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt, Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it


GUILHERME DE TOLOSA, Beato

Monge (812)


Giovanni I - Papa
Guilherme nasceu por meados do século VIII na França do Norte, filho do conde Thierry e de Alda, irmã de Pepino III; era primo de Carlos Magno. Este, que o tivera a seu serviço e lhe apreciara as qualidades, nomeou-o conde de Tolosa (Toulouse) e duque da Aquitânia. Esta missão era delicada: o rei tinha destituído o seu predecessor, Chorso que, não conseguindo que os bascos lhe obedecessem, tinha terminado por ser feito prisioneiro por um dos chefes deles. Mas Guilherme pacificou o país. Os Sarracenos quiseram retomar Gerona e a região costeira, que os Francos lhes tinham tirado, e avançaram até Narbona, cujos arredores queimaram. Guilherme batalhou contra eles, foi vencido, mas deteve os invasores, que não puderam sequer manter-se nos territórios que já possuíam. Os Francos não se ficaram com esta derrota e, em 801 ou 803, entraram em Barcelona, depois duma campanha em que Guilherme muito se distinguiu. Foi então que, alçado ao cume das honras, Guilherme fundou, em 804, o mosteiro de Gellone. Era amigo de S. Bento de Aniane, que tinha tomado por director da sua alma. Veio ter com ele a Gellone, logo que foi aceite a sua demissão por Carlos Magno. Tomou o hábito monástico em Junho de 806, unindo-se aos monges que instalara em Gellone, segundo a regra de Santo Agostinho. Uma vez feito monge, Guilherme quis sobretudo apagar-se e pela humildade fazer esquecer o que fora no mundo. Assistia ao ofício como qualquer outro, amassava a cal e, quando lhe chegava a vez, cozinhava. Mortificava-se com jejuns, pedia que o flagelassem e passava noites inteiras em oração no oratório de S. Miguel. Faleceu em 28 de Maio de 812. Foi venerado logo a seguir à morte. As canções de gesta contribuíram para a sua popularidade, mas o Guilherme da poesia, diferente do da história, é inferior a este. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt,Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it


TEÓDOTO e companheiras  TECUSA, FÂNIA, CLÁUDIA, JULIETA, EUFRÁSIA e MATRONA Santa
Mártires

(todas com mais de 70 anos…) – Mártires
Teodoto, Tecusa, Alessandra, Claudia, Faina, Eufrasia, Matrona e Giullitta
Em Ancira, Turquia, durante a perseguição de Diocleciano (284-305), viviam um estalajadeiro chamado Teódoto e seis virgens, todas com mais de 70 anos, chamadas Tecusa, Fânia, Cláudia, Julieta, Eufrásia e Matrona. O estalajadeiro Teódoto, convertido por Tecusa, tornara-se filho espiritual desta. Chegou o dia em que as deusas Diana e Minerva foram tomar o banho anual num lago dos arredores. O governador pagão obrigou Tecusa e as companheiras a acompanhar o carro que levava as estátuas. E foi mais longe: chegado o cortejo ao destino, quis obrigá-las a sacrificar às deusas. Recusando-se estas, mandou-as açoitar diante da multidão e depois afogá-las no lago. Mas, terminada a cerimónia, Teódoto, que era bom nadador, empenhou-se em trazer para terra a sua mãe espiritual e as outras cinco virgens. depois de as enterrar, foi ter com o governador, a quem declarou que também ele era cristão. Decapitaram-no e lançaram-no a uma fogueira; mas as chamas recusaram-se a queimar-lhe o corpo. Desconfiado que havia nisso qualquer arte mágica da parte dos cristãos, o governador destacou soldados para vigiar o cadáver. Nisto aparece o grande amigo de Teódoto, o sacerdote Fantão, pároco de Malos, perto de Ancira. Ao anoitecer, carregou um burro com um odre bem cheio de vinho e encaminhou-se para o posto de guarda: «Pensei que vós tivésseis sede», disse-lhes. Eles esvaziaram o odre até à última gota, caíram de borrachos e dormiram um sono de chumbo até de manhã. Para não levantar suspeitas, Fantão ficou ao lado deles, enquanto o burro, levando o corpo do mártir, voltava a Malos, chouteando. É o que explica que se tenham venerado mais tarde as relíquias de S. Teódoto nesta paróquia e que tenha sido construída lá uma bela igreja em sua honra. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt,Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it


LEONARDO MURIALDO, Beata
Fundador (1828-1900)

Leonardo Murialdo, Santo
Leonardo Murialdo, Santo
Fundador da Congregação de S. José, educador da juventude pobre e trabalhadora, pioneiro do movimento operário católico, apóstolo de ação e do laicado católicos, nasceu em Turim a 26 de Outubro de 1828 e lá morreu a 30 de Março de 1900. Filho de um cambista, foi educado em Savona, no real colégio dos esculápios. Estudou filosofia e teologia na universidade de Turim, onde se doutorou no dia 8 de Maio de 1850. Recebeu a ordenação sacerdotal a 20 de Setembro de 1851. Desde então, consagrou-se totalmente à educação moral, religiosa e profissional dos jovens pobres, órfãos e abandonados. Em 1857, acedendo ao convite de S. João Bosco, assumiu a direção do Oratório de S. Luís. passou depois um ano em Paris, no seminário de S. Sulpício, a fim de aprofundar a arte de educador e impregnar-se da doutrina espiritual da «escola francesa». Regressando a Itália, aceitou a direção do Colégio Artigianelli, onde permanece até à morte, qualificando-se como «um pioneiro da educação especializada dos jovens trabalhadores», conforme afirmou Paulo VI na homilia da canonização, a 3 de Maio de 1970. Na mesma homilia o Santo Padre assevera: «Quem poderia resumir numa fórmula a sua obra? É muito difícil descrevê-la, embora simplesmente, de maneira que, entre os muitos títulos em que se manifestou e se afirmou, indicamos apenas dois que são dignos de especial recordação: primeiro, a fundação da Congregação religiosa de S. José, instituto sacerdotal e leigo que tem «a finalidade de educar com a piedade e com a instrução cultural e técnica os jovens pobres, órfãos, abandonados ou necessitados de correção». Depois o Santo Padre enumera alguns dos empreendimentos do bem-aventurado: «É ele quem tenta as primeiras experiências da organização operária. É um promotor das primeiras Uniões Operárias Católicas. É ele quem inicia em Turim uma repartição católica para colocação dos operários desempregados, quem institui um «Jardim festivo para operários», abre Colónias agrícolas, Escolas técnico-práticas de agricultura. Lares para jovens operários e suscita inúmeras iniciativas deste género. Tem o intuito previdente das formas pedagógicas, profissionais, associativas e legislativas, que deverão dar à nova população, a preparação e a solidariedade que, depois, a sociedade moderna inseriu nos seus programas, as quais farão das massas dispersas, deserdadas, indefesas, inquietas e estimuladas pelas vozes da classe revolucionárias do tempo, um povo novo, consciente dos seus direitos, capaz dos seus deveres, fundado no desenvolvimento progressivo da legitima justiça social, livre e responsável, como o exige a organização democrática moderna. Basta dizer que já em Dezembro de 1869, Murialdo enviou ao Governo Lanza-Sella um pedido de uma legislação normativa de trabalho dos menores e das mulheres nas fábricas. Apaixonam-se pelas necessidades da juventude e da gente humilde, ele, filho de uma família facultosa, sacerdote culto, fino e sempre disposto a afrontar empresas benéficas, que o atribulam e muitas vezes o tornam mais pobre do que os seus pobres». DIP 5, 593-7; SUPLEMENTO DE LUMEN, JANEIRO DE 1970, 213-16www.jesuitas.pt .Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

BLANDINA MERTEN, Beata
Religiosa (1883-1918)

Blandita Merten, Beata
Blandina Merten, Beata
Nona de dez irmãos, nasceu em Duppenweiler (Alemanha), a 10 de Julho de 1883. Foi baptizada dois dias após o nascimento com o nome de Maria Madalena. Foram seus pais João Merten e Catarina Winter, agricultores humildes, mas muito estimados por suas virtudes cristãs. Na família predominava a educação religiosa. Eram práticas habituais o terço, a missa e os sacramentos. Aos 12 anos, Maria Madalena, segundo o costume da época, fez a primeira comunhão e recebeu o crisma pouco depois A partir deste momento, a devoção à Eucaristia influiria beneficamente em toda a sua vida. Tendo logrado com alta classificação o diploma de professora, entrou a leccionar por diversas escolas entre 1902 e 1908. Tornou-se verdadeiramente um modelo de mestra católica pela bondade e saber, pela prudência e dedicação. Entretanto, o «vem e segue-Me» do Divino Mestre ecoou em boa hora na sua alma bem disposta. E assim, aos 25 anos, a 2 de Abril de 1908, deu entrada no instituto das Ursulinas de Calvarienberg, com o nome de Irmã Blandina do Sagrado Coração, e emitiu os primeiros votos a 3 de Novembro de 1910. De novo lançada nas tarefas do ensino , continuou dando provas de muita competência e de singulares virtudes. Como autêntico modelo de mestra católica e credora de estima geral, sobressaíram na Irmã Blandina Merten as seguintes qualidades e virtudes: grande espírito de fé e de oração, vivo amor à Eucaristia e à Santíssima Virgem, singular dedicação ao trabalho e aos alunos. A propósito, na homilia da beatificação, a 1 de Novembro de 1987João Paulo II afirmou: «Tudo o que lhe era confiado como aluna, como mestra ou como religiosa, realizava-o com total entrega e grande esmero. A razão mais profunda que a impulsionava era o seu amor a Deus e aos homens. A sua piedade e modéstia, a sua delicadeza e pureza granjearam-lhe o apelido de “anjo” entre os seus semelhantes, desde tenra idade». E mais adiante prossegue o mesmo Santo Padre: «O cumprimento fiel dos seus deveres profissionais, como professora, estava unido à incessante aspiração à santidade pessoal. Isto levou-a a querer realizar o seu serviço a Deus e aos homens de maneira ainda mais perfeita, mediante uma vida consagrada ao Senhor. Com a sua entrada na congregação das Ursulinas, da vida apostólica, seria um modo de melhor ajudar a cumprir a vontade de Deus e a orientá-la para uma vida mais cristã». Mas entremos um pouco mais na sua alma de consagrada ao Senhor. Ela própria, na altura da profissão perpétua, a 4 de Novembro de 1913, escreveu o seguinte: «Nesse dia consagrei-me ao Divino Redentor e tenho por certo que Ele aprovou o sacrifício». Este espírito de entrega a Deus marcou profundamente a sua vida de consagrada e a maneira como viveu na fé, no amor e na imolação à verdade total do Evangelho. Ouçamos mais uma vez João Paulo II: «Por amor de Deus abnegou-se a si própria, abraçou a cruz de cada dia e seguiu prontamente o Mestre pelo caminho da renúncia, do escondimento, do sacrifício, da contemplação e da oração». De facto, tão relevante espiritualidade há-de atribuir-se antes de mais ao espírito de oração, à contemplação das verdades divinas, à devoção a Cristo Sacramentado e ao seu Divino Coração. O caminho terrestre da Irmã Blandina não seria longo. Em 1910, por indicação médica, foi transferida para Tréveris, onde ainda pôde prosseguir leccionando. mas no Outono de 1916, a saúde agravou-se. Por motivo de doença pulmonar, incurável nesse tempo, teve de ser trasladada para o hospital das Irmãs doentes, em Merienhaus. A última fase da vida passou-a em permanente colóquio de amor com Deus, a quem toda se ofereceu. Nem a solidão nem as dores lhe puderam roubar o sorriso e a paz interior. «A dor – dizia ela – é a melhor escola do amor». Pode dizer-se que a Irmã Blandina não fez coisas extraordinárias, mas sim que executou extraordinariamente os seus deveres quotidianos. Aos 35 anos de idade e 11 de vida religiosa, faleceu placidamente com o nome de Jesus nos lábios, a 18 de Maio de 1918. AAS 76 (1984) 185-8; 80 (1988) 961-4. www.jesuitas.pt . Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

MARIA JOSEFA SANCHO DE GUERRA, Santa 
Fundadora (1842-1912)


Maria Giuseppina del Cuore di Gesú (Sancho de Guerra)
Fundadora (1842-1912)
Maria Josefa nasceu a 7 de Setembro de 1842, na província de Vitória (Espanha). Crescia feliz e amada pelos seus pais, mas o sofrimento visitou-a muito cedo. Quando tinha 3 anos caiu de um banco e partiu as duas pernas, tendo ficado tolhida. Aos 8 anos perdeu o pai, o que acarretou gravas problemas, a ela e a toda a família. Aos 15 anos parte para Madrid e aqui vai amadurecendo o seu desejo de entrar para a vida religiosa. Em 1860 regressa a Vitória, comunicando aquele desejo a sua mãe. Quando já se preparava para entrar nas Irmãs Concepcionistas, é vitimada pelo tifo, doença que quase a levou à morte. Regressada a Madrid, entra aqui nas religiosas Servas de Maria, em 1865, e desde o princípio se entrega completamente ao trabalho da Congregação. Em 1867 faz a sua profissão religiosa. Trabalha generosamente em vários lugares, mas ansiava «por uma vida mais devota – como ela própria confessou – e tranquila», que alternasse a ação com a contemplação. Tornava-se claro que buscava outros caminhos para a realização das suas aspirações. Em 1871 pede a dispensa dos votos temporários e a separação do instituto, juntamente com outras 4 religiosas. Pouco depois, reúne-se com duas destas ex-religiosas, na intenção de dedicarem a sua vida ao cuidado dos doentes. Com esta intenção, partem para Bilbau, onde o seu projeto é acolhido com entusiasmo e recebe a aprovação do bispo de Vitória, de que então dependia Bilbau. Um novo Instituto nascia na Igreja: «Servas de Jesus da Caridade». Depressa a Congregação se expandiu para várias cidades de Espanha. A fundadora acompanha todos os passos da Congregação, até que a doença a retém num cadeirão, durante os últimos 14 anos de sua vida. Mas continua a acompanhar a evolução do Instituto, escrevendo inúmeras cartas e mantendo-se em contacto com todas as religiosas, mas leva sobretudo uma vida de oração e sofrimento. À sua morte, a 20 de Março de 1912, o Instituto contava já com 42 fundações (uma delas no Chile). Era a recompensa da sua dedicação, sofrimento e oração. Foi beatificada em 1992 e canonizada a 1 de Outubro de 2000. Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt . Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it


Erik IX de Suecia, Santo
Erik IX de Suécia, Santo
Rei de Suécia de 1156 a 1160. É o fundador da Casa de Erik. Suas obras se encaminharam à consolidação e propagação da fé cristã na Escandinávia. É considerado o santo padroeiro da cidade de Estocolmo. Sua festividade é o dia 18 de Maio. Nasceu em Västergötland, filho de um nobre chamado Jedvard (isto se sabe porque um irmão de Erik tinha o patronímico Jedvardsson) do qual não se sabe nada. Em 1150 foi eleito rei pelos suecos de Uppland, ao mesmo tempo que reinava na Suécia Sverker I, pelo que Erik foi rival deste último. Depois do assassinato de Sverker em 1154, Erik foi o soberano de toda Suécia, ainda que alguns historiadores medievais, como Saxo Grammaticus, o consideram um usurpador. Provavelmente seu direito a ocupar o trono lhe vinha por seu matrimónio com Cristina Bjørnsdatter, nobre dinamarquesa neta do rei Inge I de Suécia. As obras conhecidas durante seu reinado têm um carácter religioso. Se terminou e consagrou a Catedral da Vieja Uppsala. Contando com o apoio e conselho de San EnriqueErik empreendeu a primeira Cruzada de Finlândia em 1155, com o fim de cristianizar os finlandeses pagãos. Esta cruenta guerra finalizaria com a vitória de Erik e constituiria o fundamento para um longo domínio sueco na Finlândia, que duraria até ao século XIX. Morreu assassinado em 1160 em dia da Ascensão do Senhor, junto à Catedral de la Vieja Uppsala, quando saía de missa. Foi abordado por vários homens, derrubado de seu cavalo e decapitado. Os suspeitos eram gente ligada à Casa de Sverker, que pretendia controlar novamente o governo de Suécia. A Lenda de Santo Erik, um manuscrito medieval que narra a vida do monarca, culpa ao príncipe dinamarquês Magnus Henriksen, pretendente ao trono sueco. Magnus teria obtido o apoio de algum sector da nobreza sueca, que decidiu desfazer-se de Erik, provavelmente por sua impopular política de pagar dizimo à igreja. Foi sepultado na catedral de Gamla Uppsala. Em 1167 seus restos foram guardados como relíquias, e em 1273 trasladados para a nova Catedral de Uppsala, sede do novo arcebispado. É considerado o santo patrono de Estocolmo e o escudo de armas da cidade contém a efigie do rei.

Félix de Cantalicio, Santo
Félix de Cantalicio, Santo
Estrela Mais uma vez, não pude traduzir por completo esta biografia, por ser demasiado extensa, pelo que aguardo a vossa compreensão. Obrigado. AF.
Nasceu em Cantalicio (Itália) em 1513. Filho de dois campesinos muito pobres e muito piedosos. De menino teve por oficio pastorear ovelhas, e lá no campo, traçava uma cruz na cortiça de uma árvore, e ante essa cruz passava horas rezando. O encantava rezar o Santo Rosário. E dizia que em qualquer oficio e a qualquer hora há que se recordar de Deus e oferecer por Ele tudo o que se faz ou sofre. Quando já era maior, um dia estava arando o campo e em breve os bois se assustaram e lançaram-se-lhe em cima. Ao sentir que ia a morrer ali pisado, prometeu a Nosso Senhor se dedicar a uma vida mais perfeita. Saiu ileso do acidente e ao ouvir ler um livro de vidas de santos sentiu um forte desejo de imitar aos grandes amigos de Deus na oração e na penitência. Então perguntou a um amigo qual era a Comunidade religiosa mais exigente e fervorosa que existia nessa altura. O outro disse-lhe que eram os padres Capuchinhos.E até lá se dirigiu a pedir que o admitissem. El superior, para que no se hiciera ilusiones le describió de manera muy fuerte las penitencias que había que hacer en aquella comunidad y la gran pobreza en que allí se vivía. Félix le preguntó: "Padre ¿en mi habitación hay un crucifijo?". "Sí, lo habrá", le dijo el superior. "Pues bastará mirar a Cristo Crucificado y su ejemplo me animará a sufrir con paciencia". El superior comprendió que este joven amaba y meditaba la Pasión de Cristo, y lo admitió. El oficio de Félix desde que entró a la comunidad hasta que se murió, fue por 40 años, el de pedir limosna por las calles de Roma, para ayudar a los necesitados. Era un oficio duro, cansado y humillante, pero él lo hacía con una alegría que impresionaba gratamente a la gente. A su compañero de limosnería le decía: "Amigo: los ojos en el suelo, el espíritu en el cielo y en la mano, el santo rosario". Y repetía: "o santo, o nada". "La única tristeza es la de no ser santo". Y con lo que recogía ayudaba a familias muy necesitadas y a enfermos y gente abandonada. La gente se admiraba de sus buenos consejos y le preguntaba en qué libro había aprendido tanta sabiduría y él respondía: en un libro que tiene seis páginas: cinco son las heridas de Cristo Crucificado, y la sexta es la Sma. Virgen María. Siempre alegre, parecía no sufrir. Se chistoseaba con San Felipe Neri. Un día San Felipe le dice: "Fray Félix, que te quemen vivo los herejes, para que te consigas un gran puesto en el cielo". Fray Félix le responde: "Padre Felipe: que lo picadillen los enemigos de la religión para que así se consiga una gran gloria en la eternidad". Siempre viajaba descalzo por calles y caminos, todos los días. Dormía sobre una tabla. La mayor parte de la noche la pasaba rezando. Se alimentaba con las sobras que quedaban de la mesa de los demás. Cuando ya estaba anciano, un cardenal le dijo: "Fray Félix, ya no cargue más esa maleta de mercados que recoge para los pobres. Ya es tiempo de descansar", y el santo le respondió: "Monseñor: el burro se hizo para llevar cargas. Mi cuerpo es un borriquillo y si lo dejo descansar le puede hacer daño al alma". Ya desde pequeño nunca se sentía ofendido cuando lo humillaban e insultaban. Cuando alguien lo insultaba u ofendía muy fuertemente le decía: "Que Dios te haga un santo. Pediré a Dios que te haga un buen santo". Ayunaba muchas veces a pan y agua. Trataba de ocultar los dones sobrenaturales que recibía del cielo, para que nadie los supiera, pero muchas veces mientras ayudaba a Misa se elevaba por los aires. Eran tantas las veces que repetía la frase "Gracias a Dios", que las gentes sencillas al verlo decían: allá viene el hermanito "Gracias a Dios". San Carlos Borromeo le pidió unos consejos para obtener que sus sacerdotes se hicieran más santos y le respondió: "Que cada sacerdote se preocupe por celebrar muy bien la Misa y por rezar muy devotamente los salmos que tiene que rezar cada día, el Oficio Divino". Al franciscano Padre Montalto que iba a ser nombrado Sumo Pontífice le dijo: "Si un día lo nombran Papa, esmérese por ser un verdadero santo, porque si no es así, sería mucho mejor que se quedara como sencillo fraile en un convento". Montalto llegó a ser Papa Sixto V y siempre recordaba el consejo del humilde hermano Félix. Desde pequeñito se sintió favorecido por la Santísima Virgen y le tuvo un cariño inmenso. Cuando pasaba por frente a las imágenes de Nuestra Señora le repetía aquello que a San Bernardo le agradaba tanto decirle: "Acuérdate que eres mi Madre". Y le decía frecuentemente: "Yo soy siempre un pobre niño y los niños no pueden andar sin la ayuda de la madre. No me sueltes jamás de tus manos". Pocos minutos antes de morir se llenó de alegría y de emoción y exclamó: "Veo a mi Madre, la Virgen María, que viene rodeada de ángeles a llevarme". Murió el 18 de mayo de 1587 a los 72 años. El Papa Sixto V decía que en su tiempo ya se habían obtenido 18 milagros por intercesión de Félix de Cantalicio. En 1712, el Papa Inocencio XI lo declaró santo.


Rafaela María del Sagrado Corazón, Santa
Rafaela María del Sagrado Corazón, Santa
Rafaela María del Rosário Francisca Rudencinda Porras y Ayllón nasceu em Pedro Abad, Córdoba, em 1 de Março de 1850. Era membro de uma família de onze irmãos e duas irmãs. Ao morrer os pais, as irmãs passaram um tempo nas clarissas de Córdoba. Com a idade de 15 anos havia feito voto de castidade perpétua, e intensificou sua piedade e obras de caridade. Com a ajuda de Mons. Ceferino González, a santa e sua irmã Dolores fundam o Instituto de Adoradoras del Santísimo Sacramento e Filhas de María Imaculada, mas em pouco tempo se traslada junto com outras 16 religiosas a Madrid, onde se lhes concede a aprovação diocesana em 1877, e 10 anos mais tarde, o Papa Leão XIII aprova a Congregação com o nome de Escravas do Sagrado Coração de Jesús. Pronto se multiplicaram as fundações de novas casas: obras de apostolado e adoração reparadora. Na base de tudo estava a altíssima e continua oração, que a M. Rafaela vivia e infundia em suas filhas, e suas heroicas virtudes, sobretudo a profundíssima humildade, tanto que alguém chamou à Madre "a humildade feita carne". Sem embargo, surgem cedo as desconfianças, as incompreensões, o longo e absoluto olvido; graves dificuldades que surgiram no governo, a moveram a renunciar a favor de sua irmã Dolores. Durante 30 anos permaneceu em isolamento, realizando duros trabalhos e sofrendo pacientemente terríveis humilhações. No Ano Santo 1925, em 6 de Janeiro, faleceu. Foi beatificada em 18 de maio de 1952 e em 23 de Janeiro de 1977 o Papa Paulo VI a canonizou.  Em muitos santorais se a recorda em 6 de Janeiro e em outros em 18 de maio.


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MÊS DE MAIO, MÊS DE MARIA









  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    A PARTIR DE HOJE AS PÁGINAS SERÃO NUMERADAS PELA ORDEM ABAIXO INDICADA:
    Pág. 1 – Vidas de SantosPág. 2 – O Antigo Testamento; e Pág. 3 – ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS - Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4 – A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6 – In Memoriam.



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  • Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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