OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

Imagens e Frases de Natal Religioso

quinta-feira, 23 de maio de 2013

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira acaba de entregar no Senado seu protesto contra a “lei da homofobia”. Veja abaixo o registro.

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira acaba de entregar no Senado seu protesto contra a “lei da homofobia”. Veja abaixo o registro.
Nº 1668-4
(Post para publicação em 1 de Junho de 2013 – 10,30 h).
(Pde Mário Salgueirinho Barbosa)
Padre Mário Salgueirinho foi para todos nós um ser humano exemplar, uma pessoa marcante e ficam definitivamente as nossas vidas mais pobres sem o seu carácter, bondade e sabedoria.
Que descanse em paz com as honras do Senhor.
18\06\1927 - 29\10\2011

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»«««««««««««««««««««««««
Do livro “Caminhos da Felicidade”
NASCEMOS PARA SER FELIZES
Nascemos para ser felizes. Como conseguir sê-lo?
Aqui está uma lenda da sabedoria oriental com  a resposta.
Um sábio sentou-se serenamente debaixo de uma árvore. Começou a chegar gente que se lamentava, que interrogava, que ouvia conselhos.
Chegou então um jovem que disse: «Nascemos para ser felizes. Não o somos. Como conseguir sê-lo
Voltamos amanhã! - respondeu o sábio. Espero-te aqui».
No dia seguinte o rapaz voltou, mas não viu ninguém debaixo da árvore. E não havia dúvidas: era a mesma árvore.
Esperou, esperou, mas sem resultado.
Lembrou-se então o jovem de sentar-se debaixo da árvore. E começou a chegar gente que ouvira dizer que o sábio costumava estar ali.
Veio um homem envolvido num largo manto, que lhe fez esta pergunta: «Nascemos para ser felizes. Não o somos. Como conseguir sê-lo
O moço foi dizendo coisas, dando conselhos... Mas olhou mais atentamente o homem e sorriu. Descobriu que afinal aquele visitante era o próprio sábio disfarçado...
Viera ensinar-lhe que a resposta à pergunta  estava dentro do próprio jovem: ninguém pode dizer-nos o caminho da nossa felicidade senão cada um de nós.
A nossa forma de pensar e agir e aceitar as alegrias e adversidades da vida é o caminho da nossa felicidade.
 
Porto, Dezembro de 1998
Mário Salgueirinho
=======.===============================
Do livro “Dar é receber”
A MÃE DO SACERDOTE
Participei há semanas no funeral da Mãe de um padre, companheiro e amigo, Director da Voz Portucalense.
Foi uma partilha da dor desses dez filhos, poiis, poor maior que seja o confortgo da nossa fé e da nossa esperança, é sempre dolorosaq a hora da partida de quem amamos e de quem nos amou.
E foi também um momento de reflexão sobre a importância da mãe dos sacerdotes.
A mãe é colaboradotra directa de Deus na criação humana; concebe, aconchega ternamente no seu seio nove meses e oferece ao mundo uma vidxa criada por Deus.
Deus acompanha - numa caminhada de desvelo, de generosidade e sacrificio - o cxresci,mento daquela obra-prima de Deus: maravilhosa, irrepetível.s, que vai oferfecer a Deus o louvor e acção de graças da Humanidade, que vai implorar misericórdia e perdão para as infidelidades 
Todas as mães, por mais humilkdes ou simples que sejam, são uma patena viva da oferta do amor de Deus à Humanidade. Mass a mãe de um padre oferece mais: oferece um ser que vai ser "pontifice" - que vai apresentar a Deus os problemas dos homen
A madeira da primeira árvore foi transformada numa manjedoura de animais. Com a madeira da segunda, construíram um  humilde barco de pesca. A terceira foi convertida em vigas e atirada para um  armazém. 
Numa noite de estrelas, uma jovem mãe colocou ternamente o seu bebé recém nascido sobre aquela manjedoura de animais. E a árvore sentiu que continha o maior tesouro do mundo.
A segunda, feita barco de pesca, transportou certo dia um homem que adormeceu de cansaço. Quando uma tempestade violenta quase o afundava,  ele levantou a voz e acalmou o vento furioso  E a árvore compreendeu que transportava o Rei dos Céus e da terra.
A terceira árvore viu as suas vigas serem postas em forma de cruz onde, numa sexta-feira, foi pregado um homem. Na manhã de domingo seguinte. vibrou da alegria da Páscoa da Ressurreição. Compreendeu então que nela tinha sido crucificado o Salvador da Humanidade. E que as pessoas, olhando para ela, se lembrariam de Deus e de Seu Filho Jesus Cristo.
Todos nós temos os nossos sonhos e anseios. Deus nos ajuda a realizar nossos sonhos, não como queremos, mas da forma que é melhor para cada um de nós.
 
Porto, Dezembro/2003
Mário Salgueirinho
=========

http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
A publicar em:
8-Junho-2013 - 10,30 horas
António Fonseca

Nº 1659-3 - Encontro diário com Deus - Quinta-feira - 23 de Maio de 2013


Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.


Nº 1659-3


Quinta-feira - 23 de Maio de 2013


Pensamento do Dia

O carácter é a fisionomia moral do ser humano.


P. Mantegazza
_________________________________________________________




A ganância e a mesquinhez geram desequilíbrio.
Saiba dosear os gastos do seu dinheiro para evitar o supérfluo e a ostentação.
Controle-se para não gastar além das suas necessidades.
Viva dentro da sua realidade financeira e de acordo com suas possibilidades.
Entretanto, equilibre-se para não se tornar mesquinho.
Saiba desfrutar do dinheiro que possuí,
aproveitando com sensatez os bons momentos e as boas oportunidades. 
É o dinheiro que deve servi-lo, e não você a ele.
Aproveite sabiamente a sua vida para não se arrepender mais tarde.



Iran Ibrahim Jacob

______________________________________________________________________________


NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:



http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1659 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - SAMUEL I - (8) - 23 de Maio de 2013




23 de Maio de 2013
Nº 1659 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

250px-12_staemme_israels_cs_thumb1_t
Distribuição das Tribos em ISRAEL
Nº 1659
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉJUÍZES, RUTE,– (Estes já estão…)
Faltam apenas 875 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
  1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não! Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) .
Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
+++++++++++++++++++++++
Nº 1659 - 2ª Página
23 de Maio de 2013
ANTIGO TESTAMENTO

SAMUEL
400px-1759_map_Holy_Land_and_12_Trib[2]

Mapa antigo de Israel

1º Livro de SAMUEL

(8)


8 - INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA  -  Sendo Samuel já velho, estabeleceu os seus filhos como Juízes de Israel. O seu filho primogénito chamava-se Joel, e o segundo Abia, os quais eram juízes em Bersabeia. Os filhos de Samuel, porém, não seguiram as pisadas de seu pai, mas deixaram-se arrastar pela avareza, recebendo presentes e violando a justiça. Tendo-se reunido  todos os anciãos de Israel,  vieram ter com Samuel em Ramá, e disseram-lhe: «Estás velho e os teus filhos não seguem as tuas pisadas. Dá-nos um rei que nos governe, como o têm todas as nações» (Dt 17, 14; Act 13, 21). Esta linguagem «Dá-nos um rei que nos governe», desagradou a Samuel, que se pôs em oração diante do Senhor. O Senhor disse-lhe: «Ouve a voz do povo em tudo o que te disser, pois,  não é a ti que eles rejeitam, mas a Mim, para que Eu não reine mais sobre eles. Fazem o que sempre têm feito desde o dia em que os tirei do Egipto até ao presente: Abandonam-Me para servir deuses alheios. E também o fazem contigo. Atende-os, agora, mas declara-lhes, solenemente, os direitos do rei que reinará sobre eles». Referiu Samuel todas as palavras do Senhor ao povo que lhe pedia um rei: E disse: «Este será o poder do rei que vos há-de governar: Tomará os vossos filhos para guiar os seus carros e a sua cavalaria, e para correr diante do seu carro (Dt 17, 16-20), Farás deles chefes de mil e cinquenta, empregá-los-á nas suas lavouras e nas suas colheitas, na fabricação das suas armas e dos seus carros. Fará das vossas filhas suas perfumistas, cozinheiras e padeiras. Tirar-vos-á também o melhor dos vossos campos, das vossas vinhas e dos vossos olivais, e dá-los-á aos seus criados. Tomará também o dízimo das vossas messes, e das vossas vinhas para os dar aos seus eunucos e aos seus criados. Tomará também os vossos servos e as vossas servas, mos vossos melhores bois e os vossos jumentos,  para os empregar no seu trabalho.  Tomará ainda o dízimo dos vossos rebanhos e vós mesmos sereis os seus escravos. Naquele dia clamareis ao Senhor por causa do rei que vós mesmo escolhestes, mas o Senhor não vos ouvirá». (Prov 1, 28; Miq 3, 4). Porém, o povo não quis ouvir a voz de Samuel. «Não, disseram eles, é preciso que tenhamos um rei sobre nós! Queremos ser como todas as outras nações; o nosso rei administrará a justiça, marchará à nossa frente e combaterá por nós em todas as guerras». Samuel ouviu todas as palavras do povo e referiu-as ao Senhor. Mas o Senhor disse-lhe: «Faz-lhes o que te pedem e dá-lhes um rei». Samuel disse aos israelitas: «Volte cada um para a sua cidade».

******************************

Estes são os textos do 1º Livro de “SAMUEL” do ANTIGO TESTAMENTO 


0000000000000000000000000000000000000000000000000000000
23 de MAIO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
7map-1195aeac0b2f22222222222222222[2]
http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
000000000000000000000000000000
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

Nº 1659 - (143-13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 23 DE MAIO DE 2013




23 DE MAIO DE 2013


Quinta-feira

Ver Notas no final

e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1659 - (143-13) – 1ª Página

009

Nº 1659-1 - (143-13)

Imagem3189_thumb1_thumb_thumb_thumb_[1]IAmPosters_thumb122222222222222


»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

E U   S O U


AQUELE   QUE   SOU

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»««««««««««««««««««««««««««««««
*********************
##################################### #####################################

JOÃO BAPTISTA DE ROSSI, Santo
Sacerdote (1698-1764)


Juan Bautista de Rossi, Santo

João Baptista de Rossi foi chamado o S. Vicente de Paulo de Roma, no século XVIII. Veremos que estes dois santos se assemelham em mais de um ponto. João Batista de Rossi nasceu em Voltaggio, na diocese de Génova, a 22 de Fevereiro de 1698. A sua infância distinguiu-se pela manifestação de uma piedade precoce. Muito cedo ainda, gostava João de desempenhar ao altar a função de ajudar à Missa. Depois de três anos passados em Génova, em casa de seus protetores, foi chamado a Roma por seu primo, Lourenço de Rossi, cónego. Tinha ele então treze anos. Admitido no Colégio Romano, aí prosseguiu com êxito os estudos, até à teologia. Um livro espiritual que por esta ocasião leu levou-o a austeridades indiscretas, e fê-lo cair num estado de fraqueza que o forçou a interromper os estudos e a abandonar o colégio. «Se eu pudesse acabar felizmente os meus estudos», dizia ele mais tarde, «quem sabe se eu não teria tido a tentação de me envaidecer com a minha ciência». Entretanto, como se sentia atraído para o estado eclesiástico, passou do Colégio Romano ao de Minerva, dirigido pelos Dominicanos, onde conquistou tantos conhecimentos teológicos quantos lhe foram precisos para mais tarde ser um bom pregador e confessor de almas. Celebrou a primeira missa a 8 de Março de 1721, no Colégio Romano, diante das relíquias de S. Luis Gonzaga, por quem tinha terna devoção. O primeiro cuidado do novo levita foi modelar o proceder pelos decretos do concílio de Trento, relativos à vida e costumes dos clérigos. Começara a sua vida de apostolado no colégio romano, onde foi um dos associados mais fervorosos da congregação mariana estabelecida nesta casa. Depois de ser promovido ao sacerdócio, o seu zelo tomou novo incremento: os pastores, que todas as semanas levavam gado aos mercados de Roma, foram os primeiros que atraíram a sua atenção. Dirigia-se de manhã cedo ao Campo Vaccino e aí voltava à noite para levar algumas palavras de alívio a estes homens, carregados com os trabalhos do dia, e para os dispor a receberem os Sacramentos.

Juan Bautista de Rossi, Santo
Juan Bautista de Rossi, Santo

Até então, as raparigas que mendigavam em Roma não tinham pousada para passar a noite. Rossi fundou-lhes uma casa de retiro com o nome de Hospício de S. Luís Gonzaga. Outros hospícios, como os de S. Galla e da Trindade dos Peregrinos, foram ainda objecto de seus cuidados assíduos. veio a ser cónego de Santa Maria in Cosmedin, onde já o era seu primo. Não quis habitar uma casa que este lhe deixou, e o valor dela consagrou-o à decoração da colegiada de que fazia parte e à Instituição de uma quota para conservação do órgão e salário do organista. Não se tinha ainda Rossi dedicado ao ministério da confissão, que o aterrara sempre. A instâncias, porém, de um bispo, seu amigo, consentiu em ensaiar-se na diocese dele. O seu apostolado foi fecundo. A colegiada de Santa Maria, que até aí estava deserta, começou a ser frequentada. Tinha um gosto especial em dirigir os pobres dos hospitais e os deserdados da fortuna, camponeses e operários. «Eu não sabia o caminho mais curto para ir ao paraíso», dizia, um dia, a alguém, «mas agora já sei; é dirigir os outros na confissão; … quanto bem aí se pode fazer!» Quando Bento XIV estabeleceu catequeses para o pessoal das prisões, foi ele especialmente encarregado disso. Embora dedicado às classes mais baixas da sociedade, não recusava, todavia, os seus serviços às comunidades religiosas; por isso é que se tornou o confessor habitual das Irmãs de Caridade. Poucos bairros há em Roma que não ouvissem a sua voz e não fossem testemunhas do seu zelo ardente. As ruas vizinhas da Boca della Verità e da praça Montanara sobretudo, presenciaram a sua obra durante longos anos. Aí, como em toda a parte, fazer amar a Deus e santificar os seus irmãos, santificando-se a si mesmo: tal o fim constante de todos os seus esforços. Foi nestas santas disposições que a morte o encontrou. Sucumbiu aos sessenta e seis anos, correndo o ano de 1764. Foi enterrado no hospital da Trindade dos Peregrinos. Tão pobre era que foi este hospital que fez as despesas do enterro. Pareceu tão evidente a santidade do servo de Deus que Pio VI começou, em 1781, o processo de beatificação. Pio VII e Gregório XVI continuaram-no. Pio IX terminou-o, em 1859. www.jesuitas.pt VER TAMBÉM http://es.catholic.net/santoral e www.santiebeati.it





DESIDÉRIO DE LANGRES, Santo
e DESIDÉRIO DE VIENA, Santo 
Bispos

Didier (o Desiderio) de Viena, Santo

Celebram-se neste dia dois santos com o nome de Desidério. Um era bispo de Langres quando os Vândalos invadiram a Gália, em 407. Nada se sabe dele, excepto que foi assassinado por estes bárbaros, depois da sua cidade episcopal lhes ter caído nas mãos. Outro é Desidério de Viena, no Delfinado, de quem restam mais informações. Há cinco cartas que lhe escreveu o papa S. Gregório entre 596 e 601, umas a recomendar-lhe Agostinho de Cantuária e os companheiros que iam evangelizar a Inglaterra, outras a aconselhar-lhe a reforma de vários abusos eclesiásticos. Esses tempos eram de grande rudeza de costumes. Eram correntes, sobretudo na corte de Austrásia, a licenciosidade e o assassínio. os esforços persistentes que Desidério empregou para lembrar os seus deveres à rainha Brunilde e ao rei Thierry custaram-lhe a paz e a vida. Os soberanos intimaram-no a comparecer no Concílio de Châlon, onde se tinha urdido uma conjura para o desacreditar e se desfazerem dele. Protádio, mordomo da corte, e Justa, pretensa vítima do bispo, foram depor contra ele, contando a seu respeito histórias terríveis. Desidério foi condenado, deposto e desterrado. Três anos depois, Justa morreu repentinamente e Protádio foi assassinado. Impressionada com esta coincidência, a corte mandou-o regressar do exílio, expulsou o sucessor e reintegrou-o no bispado. Desidério voltou então a exortar Brunilde e Thierry a observarem a moral cristã. Essas lições irritaram-nos a tal ponto que o mandaram prender na própria catedral. os soldados encarregados dessa missão, excedendo talvez as ordens recebidas, arrastaram-no até um ligar chamado Priscianicus, e que hoje se denomina Saint-Didier-sur-Charonne (Ródano), e aí o apedrejaram e espancaram até o deixarem morto. www.jesuitas.pt Felicidades a quem leve este nome! Comentários ao P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com VER TAMBÉM http://es.catholic.net/santoral e WWW.SANTIEBEATI.IT


JOANA ANTIDE THOURET, Santa

Fundadora (1765-1826)

juana_antide thouret
Fundadora (1765-1826)
Nasceu em Sancey-le-Long, na diocese de Besançon, em 1765, sendo o quinto filho duma família de pobres trabalhadores, que viria a contar nove. De saúde muito frágil, exatamente como a mãe, cresceu num ambiente sem sol, onde o pai, encarnação do dever, e a mãe, modelo de virtude, parecem não ter rodeado a pequenina duma afeição muito terna; o lar, de facto, era governado pela «tia Oudette», irmã de João Francisco Thouret, retido muitas vezes fora de casa pela direcção duma fábrica de curtumes. Joana Antide frequentou pouco a escola e cedo foi empregada com pastora. A solidão favoreceu-lhe o gosto pela prece, o desejo do céu e o desprezo do mundo. À volta dos campos, o principal cuidado de Joana era consolar e tratar a mãe, que os rudes servos abandonavam, embora ela se encontrasse em grande fraqueza. Em 1781, a morte de Joana Cláudia Labbe, esposa de João Francisco, constituiu Joana Antide senhora da casa: doze ou catorze pessoas para alimentar, o trabalho para distribuir e vigiar, até os vestuários para tecer. Tudo somava pesada fadiga; mas a jovem pôs nisso tanta valentia, sabedoria prática e generosa piedade, que bem merece passar por modelo «especialmente adaptado à nossa condição presente» (Pio XI). A exactidão e a ordem, a busca da nota alegre ou agradável, a economia e a arte de tirar partido de tudo, foram, desde então, as características da sua administração doméstica. O resultado foi melhoria no passadio, ao mesmo tempo que o restauro da habitação. Joana Antide – e a tia Oudette não acabava de o compreender! – encontrava até com que dar esmolas, e tempo para se entregar a demoradas orações. A sua prudência convidava-a, por outro lado, a poupar-se. Não a viam exceder as forças: com febre, enervada, bastava-lhe que, governando, ela pudesse ter quem lhe fizesse o que tinha de ser feito. Ora foi do demónio que Deus se serviu para revelar à rapariga a sua vocação à vida religiosa. Uma criada viciosa queria arrastar Joana para o pecado: ela resistiu-lhe e, por escrúpulo, de nada falou ao pai, mas a desavergonhada veio a ser despedida; Joana sentiu acentuar-se nela o horror do mundo, e desde esse momento fez a Deus voto secreto da sua virgindade. Ao mesmo tempo, sentia a beleza duma vida toda consagrada ao serviço divino. Mas a madrinha, de quem ela recebera o nome próprio, pessoa que sempre se mostrara conselheira prudente, fez que ela demorasse um pouco: «És demasiado jovem e a tua pobreza vai embargar-te a vocação». Um terceiro motivo estava nas obrigações familiares; mas o terreno varreu-se por si mesmo; dois dos irmãos mais velhos alistaram-se no exército que o rei andava a recrutar para socorrer a América (e Joaninha conseguiu que eles recorressem à confissão e à comunhão, antes da partida); por outro lado, a tia Oudette, já mais sensata, poderia retomar a direção da casa. Criava-se mais liberdade. O pároco de Sancey ocupou-se em iniciar Joana nos trabalhos paroquiais: não só a fez sacristão mas utilizou o dom que ela tinha de atrair as crianças; fê-la catequista. ora, nesta data de 1785, um santo sacerdote, o venerável Receveur, pregou algumas missões nas vizinhanças de Sancey e dirigiu retiros fechados em que tomaram parte companheiras de Joana. Voltando estas jovens com desejos de vida mais perfeita, o pároco aconselhou-lhes que se aproximassem de Joana e procurassem imitá-la: comunicou-lhes ela o seu horror por todo o mal e o seu zelo pela religião. mais tarde, algumas segui-la-iam para o claustro. mas em Julho de 1787, por fim, depois de hesitar entre as carmelitas e uma ordem que se ocupava dos pobres, depois de muitas lutas com os seus, Joana Antide seguiu para o hospital de Langres, em que as Irmãs da Caridade haveriam de acolhê-la para lhe provarem a vocação. Foi à tarde da festa de Todos os Santos que, ao cabo de três meses de postulantado, ela chegou a Paris, ao convento fundado por S. Vicente de Paulo e por Santa Luísa de Marillac em 1641. Foi ela uma noviça perfeita; embora a rouparia – onde a empregaram – fosse dirigida por uma religiosa severa, exigente. Mas a grande prova originou-se numa doença; o couro cabeludo cobriu-se de pústulas e tratou-se de a despedir. Felizmente, uma irmã enfermeira triunfou, onde muitas outras tinham encalhado. Pôde dar-se a tomada de hábito em 1788. Joana foi enviada para o hospital da Santa Rainha, onde o ar borgonhês lhe fez bem; e depois para Langres, depois para Sceaux, donde pediu para se ir embora… porque um fidalgo queria casar com ela. A Revolução não poupou as Irmãs da Caridade. Em 1793, estando a Sociedade dissolvida, Joana Antide teve de, a pé e pedindo esmola, voltar para Besançon, onde a recolheu a irmã de uma das suas companheiras de Paris. Depois, como para reparar o escândalo que dava seu irmão Joaquim, chefe local dos partidários da Convenção, voltou ela à sua aldeia, onde abriu uma escola gratuita, ensinou com zelo o catecismo e tratou dos doentes. Ofereceu esconderijo a padres católicos e facilitou-lhes o exercício do ministério sagrado, apesar das ameaças de represálias. A sua caridade de enfermeira permitiu-lhe repetidamente escapar às perseguições que lhe vinham do seu zelo em favor do ensino religioso. Uma paz relativa em 1795 (o pároco legitimo pudera regressar a Sancey-le-Long) permitiu a Joana retomar a vida religiosa na Suiça, na sociedade do retiro cristão; mas esta fundação do Padre Receveur foi para a Santa unicamente ocasião de vários meses movimentados, e Joana deixou-a. Perto da fronteira francesa, em Landeron, em 1797, encontrou ela os Padres de Besançon, que lhe confiaram dirigir escolas religiosas nesta diocese. O Golpe de estado do «Frutidor» obrigou-a a deixar, por algum tempo, Sancey, onde retomara a escola; mas, pouco depois, tornaram a chamá-la os revolucionários, a quem ela respondera altivamente: «Não recebo nenhum salário em nome da lei, vós não podeis exigir e, seja com o for, não obtereis de mim, em nome da lei, qualquer juramento de fidelidade». Em 1799, instalou-se a irmã Joana Antide em Besançon, onde lhe confiaram uma escola e, quando vieram ajudá-la quatro raparigas, instalou um dispensário e uma sopa popular. A 15 de Outubro de 1800, o Vigário Geral presidiu à instalação do novo noviciado e, em 1801, encarregava a «Madre Thouret» de redigir uma regra, para a qual ela se inspirasse nos usos que seguira em Paris. O hábito compreendia: um vestido cinzento, um avental preto, um véu também preto e uma larga gola branca. Em 1802, o governador de Besançon confiou ás novas Irmãs da Caridade – que tinham escolhido como padroeiro S. Vicente de Paulo – a casa de prisão de Bellevaux: nesta diminuíram as despesas, embora melhorando o passadio dos detidos; este bom resultado deu-lhes o nome e mereceu-lhes o sustento financeiro do Império. A abundância das vocações permitiu casas novas e, sobretudo na «Comté». A mãe de Napoleão abriu-lhes o acesso ao reino de Nápoles: Murat confiou-lhes o enorme e esplêndido convento-hospital de Regina Coeli. A madre Thouret cuidou de alargar o raio de acção das suas filhas, que viera acompanhar a Nápoles. Antes de voltar à França, depois de oito anos de residência na Itália do Sul, obteve do papa Pio VII a aprovação da sua regra. As modificações, porém, que Roma nelas introduziu, provocaram a hostilidade invencível do novo arcebispo de Besançon, que proibiu à Santa reaparecer na sua diocese e exerceu tal pressão sobre as primeiras companheiras da fundadora, que elas recusaram-se a recebê-la. Unicamente ficaram fieis à mãe as comunidades da Sabóia e da Itália. Sangrando-lhe o coração, Joana Antide retomou o caminho de Nápoles e foi lá que morreu a 24 de Agosto de 1826. repousa o seu corpo na igreja de Regina Coeli. Beatificada em 1926, foi canonizada a 14 de Janeiro de 1934. Em 1947 eram estes os dados: 7 000 religiosas dependiam do ramo napolitano, cuja casa generalícia está em Roma. As irmãs de Besançon, repartidas por 160 casas, eram mais de 1000. www.jesuitas.pt http://es.catholic.net/santoral e santiebeati.it


Desidério de Langres, Santo
e Desidério de Viena, Santo 
Bispos

Didier (o Desiderio) de Viena, Santo

Celebram-se neste dia dois santos com o nome de Desidério. Um era bispo de Langres quando os Vândalos invadiram a Gália, em 407. Nada se sabe dele, excepto que foi assassinado por estes bárbaros, depois da sua cidade episcopal lhes ter caído nas mãos. Outro é Desidério de Viena, no Delfinado, de quem restam mais informações. Há cinco cartas que lhe escreveu o papa S. Gregório entre 596 e 601, umas a recomendar-lhe Agostinho de Cantuária e os companheiros que iam evangelizar a Inglaterra, outras a aconselhar-lhe a reforma de vários abusos eclesiásticos. Esses tempos eram de grande rudeza de costumes. Eram correntes, sobretudo na corte de Austrásia, a licenciosidade e o assassínio. os esforços persistentes que Desidério empregou para lembrar os seus deveres à rainha Brunilde e ao rei Thierry custaram-lhe a paz e a vida. Os soberanos intimaram-no a comparecer no Concílio de Châlon, onde se tinha urdido uma conjura para o desacreditar e se desfazerem dele. Protádio, mordomo da corte, e Justa, pretensa vítima do bispo, foram depor contra ele, contando a seu respeito histórias terríveis. Desidério foi condenado, deposto e desterrado. Três anos depois, Justa morreu repentinamente e Protádio foi assassinado. Impressionada com esta coincidência, a corte mandou-o regressar do exílio, expulsou o sucessor e reintegrou-o no bispado. Desidério voltou então a exortar Brunilde e Thierry a observarem a moral cristã. Essas lições irritaram-nos a tal ponto que o mandaram prender na própria catedral. os soldados encarregados dessa missão, excedendo talvez as ordens recebidas, arrastaram-no até um ligar chamado Priscianicus, e que hoje se denomina Saint-Didier-sur-Charonne (Ródano), e aí o apedrejaram e espancaram até o deixarem morto. www.jesuitas.pt Felicidades a quem leve este nome! Comentários ao P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com VER TAMBÉM http://es.catholic.net/santoral e WWW.SANTIEBEATI.IT


Monge

Guiberto de Gembloux, Santo
Guiberto de Gembloux, Santo

Etimologicamente significa “protetor”. Vem da língua alemã. Deus queira que estejas, seja o que seja teu continente, tu que quisesses perceber o mistério que está no coração de teu próprio coração, ¿pressentes em ti, fugazmente, uma presença? Guiberto pressentiu em seu coração a presença de Alguém que o chamava a ser feliz, afastado de tantos bens como o havia deixado seu pai em herança. Com tudo o que recebeu, o primeiro que fez foi construir um mosteiro de beneditinos. Além disso obteve do imperador Otão I, a permissão para que construíssem muralhas em seu redor para uma maior segurança, fabricar a moeda e ter um mercado público. Guiberto, ante tanto êxito, fez o que lhe ditava seu coração: ir para Gorze na Lorena, para viver santamente. Algum tempo antes de sua morte, os monges de Gembloux, a recordar-se dele, foram pedir-lhe que deixasse seus despojos mortais no mosteiro. Desde sua morte, acontecida no ano 962, aquele lugar se converteu num centro de peregrinações de toda a gente que o havia conhecido e de quantos ouviam falar dele e de seus milagres. Em toda a Idade Média, Gembloux foi um atrativo religioso de primeira ordem devido ao desprendimento deste jovem que, em lugar de se enamorar das riquezas materiais, se enamorou de Cristo. Pressentiu sua presença divina e, ante ela, não teve a menor dúvida em escolher o melhor caminho para sua santificação pessoal. ¡Quanta falta fariam hoje rapazes como Guiberto em nossa sociedade que só valoriza o dinheiro! ¡Felicidades a quem leve este nome!

Festa dei Santi di Rostov-Jaroslavl'

Festa dei Santi di Rostov-Jaroslavl' -

il vescovo martire Leonzio di Rostov; i monaci Adriano di Posechon'e, Daniele Grechozaruckij e 30 monaci e 200 fedeli di Uglic martiri insieme con lui; Anastasia di Uglic e 35 monache martiri insieme con lei; i monaci martiri Antonino Pokrovskij, Gerasimo, Eutimio, Barsonufio, Macario, Matteo, Bassiano, Gurio, Giobbe, Ilarione, Giobbe, Acacio, Onofrio, Giuseppe, Geronzio, Leonzio, Ticone, Filarete, Gelasio, Giuseppe, Bassiano, Cristoforo, Serapione, Germano, Marcello, Niceta, Arsenio, Teodosio, Giona, Giuda, Simeone, Michele, Giovanni, Macario, Marnante, Gregorio, Ni-ceforo, Harione, Atanasio, Polieuto, Cosma e 1000 fedeli di Uglic martiri insieme con lui, Basilio Mangazejskij; i vescovi Teodoro di Rostov, Isaia di Rostov, Simone di Rostov, Luca di Rostov, Cirillo di Rostov, Ignazio di Rostov, Procoro (nello schima Trifone) di Rostov, Antonio di Rostov, un altro Cirillo di Rostov, Giacobbe di Rostov, un altro Teodoro di Rostov, Stefano di Perni', Gregorio il Saggio di Rostov, Dionisio di Rostov, Efrem di Rostov, Trifone di Rostov, Bassiano I di Rostov, Bassiano II di Rostov, Alessandro di Perejaslavl', Demetrio di Rostov; i monaci Abramo di Rostov, Niceta lo Stilita di Perejaslavl', Abramo di JaroslavT, Pietro Ordynski), Silvestro di Obnora, Sergio di Radonez, Cirillo e Maria di Radonez, Stefano di Mosca, Onestino il Portinaio ed Eliseo il Diacono di Radonez, Teodoro e Paolo di Rostov, Epifanio il Saggio, Barlamio Ulejmnskij, Sebastiano di Posechon'e, Paisio di Uglic, Adriano di Uglic, Bogolep di Uglic, Cassiano di Uglic, Bassiano di Uglic, Ignazio Priluckij, Daniele di Perejaslavl', Leonida di Posechon'e, Cipriano Tropskij, Gerasimo Boldinskij, Gennadio di Kostroma e di Ljubimograd, Ignazio di Lorna, Isacco di Lorna, Irinarco il Recluso di Rostov, Doroteo Jug-skij, Ilarione Jugskij, Nicodemo Kozeozerskij, Dionisio di Perejaslavl', Gioacchino di Sartoma, Cornelio di Perejaslavl', Cirillo Borissoglebskij, Pimen di Rostov; i pii principi Basilio di Rostov, Basilio e Costantino di Jaroslavl', Alessandro Nevskij, Gleb di Rostov, Romano di Uglic, Teodoro di Smolensk e i suoi figli Davide e Costantino, Basilio di Jaroslavl', Andrea di Smolensk, Andrea di Uglic, Demetrio di Uglic, Demetrio zarevic di Uglic e di Mosca; i «giusti» Tecla, Giovanni il Fanciullo di Uglic; i «folli per Cristo» Isidoro di Rostov, Sergio di Perejaslavl', Giovanni il Capelluto di Rostov, Giovanni di Mosca, Stefano di Rostov, Elia di Danilovo, Atanasio di Rostov, Onofrio di Romanov. – (1410…)

=====================================
MÊS DE MAIO, MÊS DE MARIA




  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
  • aos-ps-de-mARIA22222222222222
  • /////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////
  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    A PARTIR DE HOJE AS PÁGINAS SERÃO NUMERADAS PELA ORDEM ABAIXO INDICADA:
    Pág. 1 – Vidas de SantosPág. 2 – O Antigo Testamento; e Pág. 3 – ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS - Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4 – A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6 – In Memoriam.



  • 00000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000



  • 00000000000000000000000000000000000000000000000000000000
  • Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
  • Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]
  • ===================================
  • 0000000000000000000000000000000000000000000000
  • $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$SS