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terça-feira, 4 de junho de 2013

“Casamento” gay: sim, isso é problema nosso! - 3 de Junho de 2013

“Casamento” gay: sim, isso é problema nosso!

Boa parte dos cristãos – católicos ou evangélicos – ainda não entendeu o que há de tão grave na redefinição do conceito de família e de casamento. Então, vamos lá…
O que é família? Um homem, uma mulher e seus filhos. Esse conceito não provém do cristianismo, mas é UNIVERSAL (mesmo onde há poligamia, a base homem-mulher permanece inalterada). Em 10 mil anos de existência sobre a Terra, nenhum grupo humano – até essa nossa triste geração – teve a ideia de promover “casamento” entre pessoas do mesmo sexo.
Pares gays são amantes, parceiros ou seja lá o que for, mas não são casais, não constituem família.
PAR
Não é só a natureza que indica o que é casamento e família. A história dos povos também. Desafio vocês a me apontarem um povo, uma tribo – de qualquer época ou lugar – em que duplas gays se unissem em “matrimônio”.
Se alguém aí pensou em citar a Grécia Antiga, já perdeu. Lá, a boiolagem entre mestres e pupilos corria solta, mas jamais levantou-se essa ideia de pares do mesmo sexo poderem formar “família”. Até porque os gregos detestavam efeminados (podiam bulinar garotinhos, mas tinham que manter a pose de machões) e censuravam o relacionamento sexual entre dois homens adultos.
As crianças, por natureza, têm um direito básico e essencial: o de ter um pai e uma mãe. Esses dois pólos – o masculino e o feminino – são importantíssimos para a formação sadia de sua personalidade. Eu sei bem disso, pois fui criada por duas mães maravilhosas (não, não se trata de uma dupla de lésbicas) e não tive pai. Essa ausência me feriu muito.
Muitas crianças são criadas sem um pai ou sem uma mãe, sem que ninguém seja culpado disso (quando um dos pais faleceu, por exemplo). Entretanto, é maldade e egoísmo que alguém, intencionalmente, decida que uma criança não terá um pai ou uma mãe.
“Hein?! Minha mãe se chama Roberto?!” Cartaz presente na “Manif pour Tous”, que reuniu milhares de pessoas nas ruas de Paris no dia 26/05/2013, protestando contra a aprovação do casamento gay na França
“Hein?! Minha mãe se chama Roberto?!” Cartaz presente na “Manif pour Tous”, que reuniu milhares de pessoas nas ruas de Paris no dia 26/05/2013, protestando contra a aprovação do casamento gay na França
Sei que muitas crianças têm pai e mãe, e ainda assim são infelizes. O pai é alcoólatra e violento, a mãe é fria… Mas o fato de haver pais ruins não anula a evidência de que todos nós, para estarmos aqui, precisamos que um homem e uma mulher se unissem. E, evidentemente, o ideal é poder crescer sob o amor e a proteção de quem nos gerou.
Muitos dizem: melhor uma criança ser adotada por uma dupla gay do permanecer em um orfanato. Porém, o que poucos sabem é que, na maioria dos países do Ocidente – isso inclui o Brasil –, há mais casais que aguardam anos na fila da adoção do que crianças disponíveis para serem adotadas. Então, o que muitas vezes ocorre é que, ao se entregar uma criança a uma dupla gay, viola-se o seu direito de ter um pai e uma mãe.
Esse drama não afeta somente as crianças adotadas, mas também aquelas geradas por meio da fertilização in vitro. Em todo o mundo, os gays reclamam o “direito” de obter filhos por meio de barrigas de aluguel (como foi o caso do cantor Ricky Martin), enquanto as lésbicas pagam para serem fertilizadas com o sêmen de um estranho. Assim, a criança já nasce fadada a não ter uma mãe ou um pai e, pior: um dia terá que lidar com o fato de que foi gerada por meio de um acordo comercial.
- Mamãe, como eu nasci?
- Eu fui na loja de bebês e te comprei.
- Ah… entendi.
O que era uma historinha fantasiosa contada para as crianças, hoje, já é uma deprimente realidade. Em primeiro lugar, vem o desejo do adulto de ter filhos e brincar de casinha. “Eu, eu, eu! EU tenho o direito de ser feliz”. Em último, coloca-se a necessidade da criança ter pai e mãe, conforme o plano da natureza.

MERCADORIA
É o início do caos
O que um cidadão faz entre quatro paredes, desde que não seja crime (estupro, pedofilia etc.), é problema dele. Entretanto, a sociedade pode e deve se opor quando os gays exigem supostos direitos que, quando obtidos, violam os direitos mais básicos das crianças.
Quando a união civil ou o casamento gay são aprovados, é o início do caos jurídico e moral. Tanto é que já tão vindo com esse papo de “famílias poliafetivas” (uma versão muito mais depravada da poligamia). Se dois machos podem formar uma família e registrar uma criança como seus pais, o que impede de um grupo de 5 machos de fazerem o mesmo? Afinal, a “família” de 5 machos pode alegar que está sendo vítima de preconceito, que ninguém tem o direito de impor seus dogmas sobre uma minoria marginalizada, que é caretice dizer que os pais só podem ser uma dupla…
Se o casamento, a paternidade e a família deixarem de ser definidos pela Lei Natural para flutuarem conforme os caprichos de cada um, em breve, esses alicerces da civilização serão NADA. Porque se algo pode ser qualquer coisa e não possui um critério básico de definição, esse algo, no fundo, é nada. Daqui a pouco, até pares de humanos com bichos vão estar reivindicando reconhecimento oficial (não riam nem duvidem, é sério).
Além de serem artificialmente equiparados às famílias, os ativistas gays e seus aliados querem perseguir e destruir a família tradicional. Isso está evidente no Estatuto da Diversidade Sexual elaborado pela OAB e entregue ao Senado em 2011 (para ver o estatuto na íntegra, clique aqui). Entre outras arbitrariedades, o estatuto prevê que:
  • sejam retirados os termos PAI e MÃE dos documentos, trocando por “filiação” (Título VI, Art. 32);
  • nas escolas, as comemorações “devem atentar à multiplicidade de formações familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de famílias homoafetivas” (Título X, Art. 62). Ou seja, se uma dupla de lésbicas achar que seu filho está sendo constrangido pela comemoração escolar do Dia dos Pais, poderá processar a escola. 
Quanta intolerância! Sempre existiram crianças sem um pai (como foi o meu caso), sem uma mãe, ou mesmo sem os dois. E essas pessoas nunca pensaram em agir na política e na cultura para destruir o conceito de família natural e tradicional. Agora, é a ditadura das minorias: “Meu filho não pode comemorar o Dia das Mães, então ninguém mais poderá. UÁHAHAAA!!!”.
#MEDO
Será mesmo que uma minoria tem o direito de passar por cima como trator sobre os direitos da maioria, e ensinar para as gerações futuras um conceito modificado de matrimônio, de paternidade e de família?
"Toda criança precisa de uma família"
“Toda criança precisa de uma família”
Autoria: “A Catequista”
Fonte: Blog “O catequista” (http://ocatequista.com.br/)

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Nº 1671 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - SAMUEL I - (20) - 4 de Junho de 2013


4 de Junho de 2013

Nº 1671 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1671
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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro de 2012, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o 
ANTIGO TESTAMENTO 
que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉJUÍZES, RUTE,– (Estes já estão…)

Faltam apenas 875 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.

  1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não! Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) .

Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1671 - 2ª Página

4 de Junho de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

SAMUEL
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Mapa antigo de Israel

1º Livro de SAMUEL


Rei David

(20)


20 - ALIANÇA ENTRE DAVID E JÓNATAS -  Entretanto, David fugiu de Naiot, perto de Ramáe veio ter com Jónatas, dizendo-lhe: «Que fiz eu? Que crime cometi e que mal fiz a teu pai, para que ele me queira matar?» Respondeu-lhe Jónatas: «Não temas, porque não morrerás! Meu pai não faz coisa alguma, grande ou pequena, sem me dizer. Porque me ocultaria isso? Não é possível!»  Mas David fez novo juramento: «Teu pai bem sabe que tens simpatia por mim e por isso deve ter pensado: Que Jónatas não o saiba, para que não se entristeça. Por Deus e pela tua vida, há apenas um passo ente mim e a morteJónatas respondeu-lhe: «Que queres que eu faça? Farei por ti tudo o que me disseres». «Amanhã, disse David, é lua nova, e eu devia jantar, conforme o costume, à mesa do rei. Deixa-me partir para me esconder no campo até à tarde do terceiro dia. Se o teu pai notar a minha ausência, dir-lhe-ás que te pedi licença para ir até Belém, minha cidade natal, onde toda a minha família oferece o seu sacrifício anual. Se ele disser que está bem. nada terei a temer; mas se ele, ao contrário, se irritar, fica sabendo que ele está resolvido a ir até ao fim. Faz, pois, mercê ao teu servo, já que fizeste um pacto comigo em nome do Senhor. Se tenho alguma culpa, mata-me tu mesmo, e não me faças comparecer diante de teu pai». Jónatas disse-lhe: «Longe de ti tal coisa! Se eu souber que de facto meu pai resolveu matar-te, juro que te avisarei». Disse-lhe David: «Quem me informará se teu pai te der uma resposta áspera?» Respondeu Jónatas: «Vamos para o campo». E foram ambos para o campo. Então Jónatas disse: «Senhor, Deus de Israel! Se eu amanhã ou depois conseguir saber o desígnio de meu pai, e se este for favorável a David e não o avisar, então que o Senhor me trate com  todo o Seu rigor! Mas se persistir a má vontade de meu pai contra ti, avisar-te-ei da mesma forma; poderás, então, partir  e ficarás tranquilo. Que o Senhor esteja contigo como esteve com o meu pai! Mais tarde, se eu for ainda vivo, tratar-me-ás com a tua amizade em nome do Senhor. Mas, se eu morrer, terás sempre compaixão da minha casa, mesmo quando o Senhor exterminar da face da terra todos os inimigos de David!» Foi   assim que Jónatas fez aliança com a casa de David, e o Senhor vingou-se dos inimigos de David. Jónatas repetiu mais uma vez, o seu juramento a David em nome da amizade que lhe consagrava, pois o amava de toda a sua alma. E Jónatas ajuntou: «Amanhã é lua nova, e notarão a tua ausência, no dia seguinte. Descerás, pois, sem falta depois de amanhã ao lugar onde te escondeste  no dia da festa, e sentar-te-ás junto da pedra de Ezel. Atirarei três flechas para o lado da pedra, como se atirasse a um alvo. Depois, mandarei o meu servo buscar as flechas. Se eu lhe disser: Olha! as flechas estão atrás de ti, apanha-as! Então poderás vir, porque tudo te é favorável e nada há a temer  pelo Deus vivo! Se, porém, eu disser ao criado: Olha! as flechas estão adiante de ti, um pouco mais longe, - então foge, porque esta é a vontade de Deus. Quanto ao que prometemos, o Senhor seja para sempre testemunha entre nós». David escondeu-se no campo. No dia da lua nova, o rei pôs-se à mesa para comer, sentando-se, como de costume, numa cadeira perto da parede. Jónatas levantou-se para que Abner pudesse sentar-se ao lado de Saul, ficando desocupado o lugar de David. Naquele dia Saul não disse nada, porque pensou que talvez David tivesse contraído alguma impureza, e não tivesse podido ainda purificar-se. No dia seguinte, o lugar de David continuava vazio. Saul disse ao seu filho Jónatas: «Porque não veio comer o filho de Isaí nem ontem nem hoje?» E respondeu Jónatas: «David pediu-me licença para ir a Belém. Disse-me: Deixa-me ir porque temos na cidade um sacrifício de familia, ao qual meu irmão me convidou. Se achei na graça aos teus olhos , permite-me que vá rever os meus irmãos. Por tal motivo não veio ele  mesa do rei». Saul encolerizou-se contra Jónatas, e disse : «Filho de prostituta, pensas que não sei que és amigo do filho de Isaí, e isso é uma vergonha para ti e para a tua mãe? Enquanto viver sobre a terra o filho de Isaí, nem tu estarás seguro, nem o teu trono. Vamos! Vai buscá-lo e traze-mo, porque é um filho de morte». Jónatas respondeu ao seu pai, dizendo: «Porque há-de morrer? Que fez ele Saul brandiu a sua lança para o atravessar, e Jónatas viu que a morte de David era coisa inevitável.  Furioso, deixou a mesa sem comer naquele segundo dia da lua. As injúrias que o seu pai tinha feito a David tinham-no afligido. No dia seguinte, ao raiar  da aurora, Jónatas saiu para o campo e foi ao lugar combinado com David, acompanhado de um jovem servo. E disse-lhe: «Vai e traze-me as setas que vou  atirar». Mas, enquanto o rapaz corria, Jónatas atirou outra seta  mais longe. Quando chegou ao lugar da seta, Jónatas gritou-lhe: «Não está a flecha mais para além de ti?» E ajuntou: «Vamos, apressa-te, não te demores». O servo apanhou as setas e voltou o seu senhor, de nada suspeitando, porque só Jónatas e David conheciam a combinação. Depois disto entregou Jónatas as suas armas ao servo, dizendo-lhe: «Vai e leva-as para a cidade». Logo que ele partiu, deixou David o seu esconderijo e fazendo uma reverência a Jónatas prostrou-se três vezes por terra, beijaram-se mutuamente, chorando juntos, mas David estava ainda mais comovido que o seu amigo. Jónatas disse-lhe: «Vai em paz, e quanto ao juramento que fizemos que o Senhor esteja sempre como testemunho entre ti e mim, entre a sua posteridade e a minha David levantou-se e partiu, e Jónatas voltou para a cidade.


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Estes são os textos do 1º Livro de “SAMUEL” do ANTIGO TESTAMENTO 


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4 de JUNHO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA


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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nº 1671 - (155-13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 4 DE JUNHO DE 2013




Nº 1671


4 DE JUNHO DE 2013


Terça-feira

Ver Notas no final

e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1671 - (155-13) – 1ª Página

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Nº 1671-1 - (155-13)

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E U   S O U


AQUELE   QUE   SOU

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PEDRO DE VERONA, Santo
Mártir – (1206-1252)

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Nasceu em Verona, em 1206, de pais adeptos dos cátaros, ou novos maniqueus, espalhados pelo norte da Itália. Preparado pela graça, mostrou sempre grande horror às máximas perniciosas que lhe queiram inspirar. O pai, não encontrado mestre-escola que pertencesse à seita, consentiu em confiar a um professor católico e educação de Pedro. Este iniciou-se nos princípios da verdadeira religião ao mesmo tempo que nas letras. Interrogando-o um dia seu tio sobre o que aprendia, o rapaz começou por repetir o primeiro artigo do símbolo dos apóstolos, em que está refutado o erro fundamental dos maniqueus sobre a criação. Em vão o quis persuadir seu tio de que aquilo que é corporal se dever considerar como obra do demónio; o rapaz afirmou e repetiu que existe um só primeiro princípio, o Deus soberano, todo-poderoso, Criador único do céu e da terra; e acrescentou: «Quem não acredita nesta verdade não pode participar da salvação». Pedro foi depois para a universidade de Bolonha. Com vida espiritual intensa, conseguiu manter a pureza de coração; as pregações de S. Domingos e a santidade dos seus primeiros discípulos atraíram-no depressa para o novo instituto. Aos 16 anos foi apresentar-se ao Santo, pedindo ser admitido na ordem dos Irmãos pregadores. S. Domingos aceitou-o, deu-lhe o hábito. E ele julgou-se obrigado a percorrer decididamente o caminho da perfeição. Recebidas as ordens sacras, foi julgado capaz de trabalhar na instrução dos fiéis e no ataque às heresias. Com  a pregação conseguiu conversões admiráveis, o que o expôs aos maiores perigos da parte dos cátaros. Pedro julgava-se feliz sofrendo, a exemplo dos Apóstolos, pelo nome de Jesus. Diz-se que, ao ouvir uma confissão, pareceu aplicar demasiado á letra o preceito evangélico sobre o escândalo , levando quem se acusava de ter dado um pontapé à mãe, a cortar o pé (cf. Mc 9, 44). Mas com um sinal da cruz conseguiu soldar-lho de novo. E terminou tudo em glória de Pedro. Não assim nas visitas das virgens mártires Catarina, Inês e Cecília, no convento de Como. Um religioso ouviu o barulho e julgou tratar-se de mulheres vivas, atraídas para a cela do frade. Na reunião do capitulo, diante do Superior, podia Pedro defender-se, mas não quis. O resultado foi ser proibido de pregar e ser transferido para o convento de Marca de Ancona, onde levou vida retirada. Por fim, sem a intervenção de Pedro, veio a descobriu-se a verdade. O Papa Gregório IX, que lhe conhecia a ciência e o zelo, nomeou-o inquisidor-geral da fé em 1232. Pedro atacou vigorosamente o vício e o erro, e obteve frutos maravilhosos em Roma, Milão e nas outras cidades da Lombardia. A fiéis e hereges recebia com caridade e paciência. Milagres constantes autorizavam as pregações. Para tirar o efeito aos milagres de Pedro de Verona, um herege veio ter com ele queixando-se duma doença fingida. Respondeu-,lhe: «Peço Àquele que tudo criou e tudo vê, que, no caso de a sua doença não ser verdadeira, Ele o trate seguindo o que merece». Nos dias seguintes, o homem sentiu-se mal, muito mal, cada vez pior, até que mandou procurar Pedro, confessou o pecado e abjurou a heresia; também este, com o sinal da cruz, recuperou a saúde completa. Um milagre doutro género; apresentou-se ao inquisidor um maniqueu famoso, que era honrado como bispoPedro propôs-se examiná-lo publicamente, diante de muitas testemunhas. Assim se fez, mas o exame demorou e o sol queimava. O maniqueu, para desviar as atenções, disse a Pedro: «Porque não pedes ao teu Deus que nos envie uma nuvem para nos defender?» – «Fá-lo-ei da melhor vontade», respondeu o servo de Deus sem hesitar, «se me prometeres abjurar a tua heresia, caso veja a oração ouvida». Alguns acharam boa a proposta, outros optaram por que se continuasse a discussão. Por fim, disse Pedro com humildade e confiança: «Para conhecerdes todos, e confessardes à uma, que o nosso Deus, único omnipotente, é o criador das coisas visíveis e invisíveis, peço-Lhe, em nome de seu Filho Jesus Cristo, que nos envie uma nuvem para nos defender dos raios do Sol». E fez o sinal da cruz. Aio mesmo tempo, no céu sereno, apareceu a nuvem favorável que aliviou a todos. Mas Pedro recorria também muito à oração, a penitências ásperas e aos exemplos de caridade. Redigiu regulamentos que foram depois seguidos por outros inquisidores. Foi superior em vários conventos da Ordem. Em 1243, Inocêncio IV, elevado à sé pontifícia, confirmou todos os poderes concedidos a Pedro e testemunhou-lhe a sua confiança, encarregando-o de diversas missões especiais. Assim, mandou-o a Florença examinar a ordem dos Servitas. O testemunho favorável do delegado apostólico trouxe a confirmação da Ordem. Encarregado de dirigir um sínodo diocesano em Cremona e de trabalhar lá eficazmente na extirpação da heresias, o zeloso inquisidor, sempre animado pela doçura evangélica, robusteceu a sua autoridade com frequentes milagres e com o do  da profecia. os chefes dos maniqueus quase não tiveram outro recurso se não impedir os seus sequazes de o ver e ouvir. Contra uma cidade dos arredores de Bérgamo, chamada Gatha, onde houve recusa insistente de presença nos seus discursos, a última coisa que fez foi predizer a ruína próxima dessa reduzida Babilónia. Um autor contemporâneo afirma ter visto o cumprimento de tal profecia, como também da de várias outras. Os maniqueus furiosos, resolveram por fim levar à morte o servo de Deus, pois consideravam-no como destruidor  da seita deles. Os que entraram nesta conspiração foram cinco homens importantes. Combinou-se quando haviam de dar aos seus executores. O principal destes foi Carim, acompanhado por um cúmplice. O servo de Deus conheceu este desígnio, mas colocou unicamente a sua confiança na proteção do senhor. Continuou com a mesma intrepidez as pregações e os giros apostólicos; julgou que a melhor preparação para a morte era trabalhar até ao último suspiro para a glória de Deus, para a defesa da fé e para a salvação dos que tramavam contra a sua vida. Pregando em Cesana, onde fizera vários milagres e grande número de conversões, disse os ouvintes que o não tornariam a ver porque, depois da festa da Páscoa, seria assassinado pelos hereges. Daí foi para Milão; no domingo de Ramos, disse em alta voz, diante de cerca de 10 000 pessoas: «Sei ao certo que os maniqueus combinaram a minha morte e puseram dinheiro em depósito para este efeito. Mas façam o que desejarem , farei eu mais contra eles depois do meu martírio do que fiz estando vivo». Saindo de Milão, Pedro dirigiu-se a Como, onde era prior; os conjurados deixaram passar as festas da Páscoa, e Carim ficou três dias na cidade. No sábado da oitava da Páscoa, a 6 de Abril de 1252, soube que o servo de Deus partira antes do nascer do Sol para voltar a Milão; correu-lhe logo no encalço, encontrou-o num bosque espesso onde o cúmplice já se encontrava. Carim começou por ferir o santo na cabeça com um podão, e pronunciava o símbolo da nossa fé, o criminoso lançou-se sobre o irmão Domingos, companheiro do bem-aventurado mártir, e deu-lhe vários golpes que o levaram à morte, alguns dias mais tarde. Vendo Pedro a esforçar-se por escrever com o próprio sangue as primeiras palavras do símbolo, que já não podia pronunciar, o criminoso espetou-lhe um punhal e assim atingiu-lhe o coração. Deste modo se finou, em defesa da fé, o seguro discípulo de Jesus Cristo, o ilustre Pedro de Verona, doutor, virgem e mártir, na idade de 46 anos: havia 30 que usava o hábito de S. Domingos. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

CLOTILDE, Santa
Rainha (545)


Clotilde, Santa
Clotilde, Santa

Foi filha de Childerico, irmãos mais novo de Gundebaldo, rei tirano da Borgonha, que lhe tirou a vida a ele, a sua mulher e aos outros seus irmãos, para lhes usurpar a coroa. Nesta tragédia foram poupadas duas filhas de Chilperico que eram ainda muito crianças. Uma delas veio a ser monja; a outra, chamada Clotilde, foi educada na corte do tio e, por providência singular, instruída na religião católica, ainda que educada entre arianos. Clóvis I, chamado o grande, vitorioso rei dos francos, pediu-a e obteve-a de seu tio por esposa, concedendo-lhe quantas condições desejasse para o livre e seguro exercício da sua religião. Tudo fazia ela com tal ordem, dignidade, piedade e edificação, que encantava o rei e toda a corte. Procurava amansar o temperamento marcial do marido. E logo que se viu senhora do coração dele, não dilatou a obra de o ganhar para Deus. Muitas vezes lhe foi exposto o nada dos ídolos e a excelência da verdadeira religião. O rei ouvia-a com gosto, a sua conversão havia porém de lhe custar ainda muitas lágrimas. Mas Clóvis, sempre vitorioso, viu-se um dia quase vencido pelos Alamanos em 496. Formulou então a seguinte prece: «Deus de Clotilde, se me dás a vitória, faço-me cristão». Venceu, de facto; e algumas semanas depois, recebia o baptismo em Reims, com 300 dos seus guerreiros; nesse dia a Gália franca tornava.-se oficialmente cristã. O rei professou-se muito devoto de S. Martinho e foi muitas vezes a Tours visitar-lhe o túmulo. Enviou o seu régio diadema como presente ao Papa, em sinal de consagrar a sua monarquia a Deus. Mas a e educação bárbara que tivera e o seu temperamento tornaram dificílimo a Clotilde, em certos arrebatamentos, moderar-lhe a ambição e crueldade. Vivo não deixou príncipe nenhum da sua raça, à exceção de seus filhos. Morrer Clóvis em 511, aos quarenta e cinco anos de idade e trinta de reinado. Seu filho natural reinou em Reims sobre a Austrásia, parte oriental da França, com várias províncias da Alemanha atual. E dos três filhos de Clotilde, Clodomiro reinou em Orleães: Childeberto em Paris, e Clotário I em Soissons. esta divisão produziu muitas guerras e dissensões, até que no ano de 520 foi reunida toda a monarquia na mão de Clotário, o mis novo de tofos os irmãos. A irmã única, Jungunda, foi dada em casamento a um ariano, o rei dos Visigodos da Espanha, Hermenegildo; mas decidiu da conversão do marido. Santa Clotilde vivia quando Clodomiro derrotou e tirou a vida a Sigismundo, rei da Borgonha; mas viu-se pouco depois vencido e morto, e o reino da Borgonha foi unido ao da França. Childeberto e Clotário chegaram a apunhalar, quase diante de Clotilde, os sobrinhos, filhos de Clodomiro, para os impedir de reinar. Esta última crueldade levou a Santa a sair de Paris, que tinha sido elevada pro Clóvis a capital. Partiu Clotilde para Tours e lá viveu, junto do túmulo de S. Martinho, até à morte; sofrera o último desengano. mais e mais viveu, desde essa altura, dada à oração, às esmolas, às vigílias, jejuns e outras penitências. Faleceu a 3 de Junho de 545. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it



ASCÂNIO (ou FRANCISCO) CARACCIOLO, Santo
Religioso (1563-1608)


Francisco Caracciolo, Santo
Francisco Caracciolo, Santo

Veio ao mundo numa família patrícia em Vila Santa Maria (nos Abruzos, Itália), em 1563, e morreu em Agone (também na Itália), a 4 de Junho de 1608. Tinha uns 25 anos quando recebeu, por erro, uma carta dirigida a um dos seus primos. Ascânio Caracciolo, seu homónimo. Leu-a e ficou sabendo que um padre napolitano com o nome de Adorno pensava em fundar uma congregação meio ativa e meio contemplativa. Era precisamente o que procurava. Foi ter com Adorno, e assim veio a ser o cofundador dos «Clérigos regulares menores». E deles foi, com o tempo, duas vezes, superior geral. Desde 1589, mudou o nome de Ascânio para o de Francisco, em homenagem ao pobrezinho de Assis, para obstar a que os outros Ascânios da família Caracciolo recebessem e lessem a sua correspondência.

Francisco Caracciolo, Santo
Francisco Caracciolo, Santo

Este santo tem uma biografia, um pouco mais extensa em www.es.catholic. Coloquei aqui esta, transcrita do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. por ser mais curta. Também pode ser consultado em www.santiebeati.it.



Felipe Smaldone, Santo
Felipe Smaldone, Santo

La vida de Felipe Smaldone, que se extiende desde 1848 a 1923, estuvo marcada por décadas particularmente densas de tensiones y contrastes en varios campos y sectores de la vida de la sociedad italiana, especialmente en su patria de origen y en la misma Iglesia. Nació en Nápoles el 27 de julio de 1848, el año de los famosos «motines de Nápoles ». Cuando tenía doce años, la monarquía borbónica, a la cual su familia estaba fuertemente unida, fue derrocada, y la Iglesia, con la conquista de Garibaldi, sufrió momentos muy dramáticos, que terminaron en el destierro del cardenal Arzobispo de Nápoles Sisto Riario Sforza. Ciertamente no se vislumbraba un futuro favorable y prometedor, especialmente para la juventud, que padecía los « dolores del parto » del nuevo curso socio-político-religioso. Ahora bien, fue en esa fase de crisis institucional y social que Felipe tomó la decisión irrevocable de optar por el sacerdocio y de ponerse para siempre al servicio de la Iglesia, que veía en dificultad y perseguida. Mientras aún era estudiante de filosofía y teología, quiso marcar su carrera eclesiástica con el servicio caritativo, dedicándose a la asistencia de una cierta categoría de personas marginadas, que, en aquellos tiempos, en Nápoles, eran particularmente numerosas y se encontraban en un lamentable estado de abandono: los sordomudos. Se distinguió más por su actividad caritativa que por sus estudios. Su escaso rendimiento académico le obstáculo la recepción de las llamadas Órdenes Menores. Eso provocó que se cambiara de la Arquidiócesis de Nápoles a la de Rossano Calabro, cuyo Arzobispo, Mons. Pietro Cilento, en consideración de su bondad y su óptimo espíritu eclesiástico, lo acogió generosamente. A pesar de ese cambio de diócesis, que duró pocos años, —pues en 1876, con licencia del nuevo Arzobispo, regresó en Nápoles— continuó sus estudios eclesiásticos en Nápoles, bajo la guía de uno de los Maestros del célebre Almo Colegio de Teólogos, mientras proseguía, con inalterada dedicación, su obra de asistencia a los sordomudos. Mons. Pietro Cilento, que lo estimaba mucho, quiso ordenarlo subdiácono personalmente en Nápoles el 31 de julio de 1870. El 27 de marzo de 1871 fue ordenado diácono y, finalmente, el 23 de septiembre de 1871, habiendo recibido la debida dispensa, pues era menor de 24 años, recibió, en Nápoles, con indecible gozo, la ordenación sacerdotal. Apenas ordenado sacerdote inició un ardiente ministerio como asiduo catequista en las «capillas vespertinas», que, de pequeño, había frecuentado muy provechosamente; como celoso colaborador en varias parroquias, especialmente en la de Santa Catalina en el Foro Magno; y visitando asiduamente a los enfermos en clínicas, hospitales y casas privadas. Su caridad alcanzó el ápice de la generosidad y heroísmo con ocasión de una terrible peste que azotó Nápoles en aquellos días. Él mismo fue contagiado y se salvó por intercesión de la Virgen de Pompeya, cuya devoción lo acompañó por el resto de su vida. Pero la cura pastoral preponderante de Don Felipe Smaldone era la de los pobres sordomudos, a los que quiso dedicar todas sus energías con criterios más idóneos y convenientes de los que veía que aplicaban los responsables de ese sector educativo. En efecto, le causaba gran pena que los esfuerzos y tentativos se hacían en la educación y formación humano-cristiana de los sordomudos, equiparados a paganos, de hecho, quedaban casi siempre frustrados. En cierto momento, quizás para dar una expresión más directa y concreta a su sacerdocio, pensó en irse como misionero al extranjero. Pero su confesor, que lo guió constantemente desde la infancia, lo ayudó a entender que su «misión» estaba entre los sordomudos de Nápoles. Desde entonces se dedicó completamente al apostolado a favor sus queridos sordomudos. Dejó la casa paterna y se estableció con un grupo de sacerdotes y laicos, que querían instituir una Congregación de Sacerdotes Salesianos, que, de hecho, nunca se realizó. Con el tiempo adquirió una gran competencia pedagógica en el sector y gradualmente fue proyectando la realización de una Institución estable e idónea para la atención, instrucción y asistencia humana y cristiana de los sordomudos. El 25 de marzo de 1885 fue a Lecce para abrir, junto con Don Lorenzo Apicella, un Instituto para sordomudos. Llevó algunas «hermanas», que había estado formando, y echó así las bases de la Congregación de las Hermanas Salesianas de los Sagrados Corazones, que, bendita y sostenida por los Obispos de Lecce, Mons. Salvatore Luigi dei Conti di Zola y Mons. Gennaro Trama, tuvo una expansión rápida y sólida. El Instituto de Lecce, con secciones femeninas y masculinas, tuvo sedes cada vez más amplias por el creciente número de asistidos, hasta la adquisición del célebre ex-convento de las Descalzas, que se convirtió en la sede definitiva y Casa Madre. A éste siguió, en 1897, el instituto de Bari. Ya que el corazón compasivo del sacerdote Smaldone no sabía decir que no a las solicitudes de muchas familias pobres, en un cierto momento empezó a hospedar, no sólo a las sordomudas, sino también las niñas ciegas, huérfanas y abandonadas. No olvidaba las necesidades humanas y morales de la juventud. Abrió, en efecto, muchas casas con escuelas maternas anexas, con talleres de costura y residencias para las niñas estudiantes, entre las cuales, también una casa en Roma. Durante su vida, la Obra y la Congregación, a pesar de las duras pruebas a las cuales fue sometida desde afuera y desde adentro, se ensancharon y consolidaron. En Lecce fue furibundamente atacado por una Administración Municipal laicista y adversa a la Iglesia. Dentro de la Congregación tuvo que afrontar con amargura una delicada y compleja situación de secesión provocada por la primera Superiora General, que causó una larga Visita Apostólica. Fue en estas dolorosas circunstancias que brillaron las virtudes eximias de Smaldone, y quedó claro que su fundación era voluntada de Dios. En efecto, a veces Dios purifica con el sufrimiento a sus hijos mejores y las obras nacidas en su nombre. Por espacio de cuarenta años aproximadamente, Don Felipe Smaldone estuvo siempre en la brecha, sin jamás echarse atrás, desvelándose para sustentar materialmente y educar moralmente a sus queridos sordomudos, hacia los que dispensaba siempre afecto y atenciones paternales, y para formar en la vida de perfección, a sus Hermanas Salesianas de los Sagrados Corazones. En Lecce, además del reconocimiento general de sus méritos como director del Instituto y fundador de las Hermanas Salesianas, también brillaba por su intenso y múltiple ministerio sacerdotal. Fue asiduo y estimado confesor de sacerdotes y seminaristas, confesor y director espiritual de muchas comunidades religiosas, fundador de la Liga Eucarística de los Sacerdotes Adoradores y de las Damas Adoradoras, y fue Superior de la Congregación de los Misioneros de San Francisco de Sales para las misiones populares. Fue condecorado con la Cruz Pro Ecclesia et Pontifice, formaba parte de los canónigos de la Catedral de Lecce, y fue distinguido con una Encomienda por parte de las Autoridades civiles. A la edad de 75 años terminó sus días en Lecce, soportando con admirable serenidad, una diabetes complicada de disturbios cardiocirculatorios y una esclerosis generalizada. Murió santamente a las nueve de la noche del 4 de junio de 1923, después de haber recibido todos los auxilios religiosos y la bendición del Arzobispo Trama, rodeado por muchos sacerdotes, sus Hermanas y sus queridos sordomudos. Fue beatificado por Juan Pablo II el 12 de mayo de 1996 y canonizado por Benedicto XVI el 15 de octubre de 2006. Reproducido con autorización de Vatican.va


Quirino de Tivoli, Santo
Quirino de Tivoli, Santo

Etimologicamente significa “del dios Qurinal”. Viene de la língua latina. Fue uno de los cinco mártires con este nombre en los primeros siglos. Todos sabemos ya los duros golpes que les infligían a los cristianos por el sólo hecho de confesarse como tales. Los emperadores pensaban que era una afrenta contra el imperio y sus muchos dioses protectores. El Quirino de hoy fue el primero que recibió el martirio. Su cuerpo lo enterraron en las catacumbas de san Ponciano, una vez que lo sacaron del río Tíber, en donde lo habían arrojado. Pero según César Baronio, está en la iglesia de san Lorenzo de Tivoli. Pero hay otro santo con el mismo nombre que se celebra también en este día. Este homonimo fue obispo en Siscia (Croacia). Siguiendo con la historia de Quirino de Tivoli, cuando Diocleciano hacía de las suyas contra los creyentes. Lo mandó prender para que, delante de todo el mundo, hiciera sacrificios a los dioses, tal y como prescribía el edicto imperial; con la fuerza interior que Dios da a sus amigos, rechazó tal oferta. Entonces lo metieron en la cárcel. Incluso en ella no dejaba de predicar y enseñar la vida de Jesús. De este modo, pudo convertir al guardián Marcelo. Al cabo de los tres días, otro juez le hizo recapacitar en su decisión. Y se mantuvo fiel en su fe.  Cansado y al mismo tiempo admirado de su valentía, dictaminó que lo echaran al río Sava con una piedra atada al cuello. Los cristianos recogieron su cuerpo y le dieron sepultura. Ya en el siglo V se lo llevaron a Roma y lo colocaron en un mausoleo, detrás de la basílica de san Sebastián en la Via Apia. Su nombre se hizo muy popular entre los romanos para designar a los Sabinos y los Quirites  ¡Felicidades a quien lleve este nombre!  Comentarios al P. Felipe Santos:al Santoral">fsantossdb@hotmail.com

Pacífico Ramati de Cerano, Beato
Pacífico Ramati de Cerano, Beato

Pacífico Ramota nació en la ciudad de Novara, en el Piamonte en el año de 1424. Sus padres murieron cuando era muy joven y quedó al cuidado de los benedictinos en la abadía de Novara. la edad de 21 años salió de ahí para tomar el hábito en el convento franciscano de la estricta observancia. Después de su ordenación trabajó como predicador en toda Italia entre los años 1452 y 1471. Escribió un tratado de teología moral titulado "Sometta di Pacifica Concienza" que fue publicado en Milán, en 1475. Durante mucho tiempo éste fue un modelo del género, ya que simplifica las explicaciones y usa un lenguaje claro. En 1480 se le ordenó el traslado a Cerdeña como Visitador e Inspector General para los conventos de la estricta observancia, así como Nuncio Apostólico, encargado por el Papa Sixto II de proclamar una cruzada contra Mahoma II. Para este tiempo, el Santo sabía ya que no le quedaba mucho tiempo de vida y apenas había comenzado la cruzada cayó gravemente enfermo. Murió en Sassari, el 4 de junio de 1482. El cadáver fue llevado a Cerano, donde se construyó una iglesia en su honor. Fue beatificado en el año 1745.
Petroc de Cornwall, Santo
Petroc de Cornwall, Santo
Es el hijo más joven de Rey Glywys. A la muerte de su padre, la población de Glywysing pidió a Petroc que tomase la corona de una de las regiones del país, pero Petroc optó por la vida religiosa, y se fue a estudiar en Irlanda. Varios años después él devolvió a Bretaña y desembarcó en River Camel en Cornwall. Siguiendo las ordenes de San Samson fue a la ermita de San Wethnoc, quien estaba de acuerdo en darle su respaldo para que pudiese fundar un monasterio en el sitio. Después de 30 años como abad, Petroc hizo una peregrinación a Roma. A su retorno, apenas divisó Newton, empezó a llover. Petroc predijo que la lluvia se detendría pronto, pero llovió durante tres días, en penitencia por haberse jactado de poder predecir el clima, Petroc regresó a Roma, y luego viajó a Jerusalén, y por último a India donde él vivió siete años en una isla en el Océano Indico. Petroc regresó a Bretaña con la compañía de un lobo que él se había encontrado en India. Abandonó su monasterio y se fue a Llanwethinoc para vivir como un ermitaño en los bosques de Nanceventon, algunos monjes siguieron su ejemplo. Petroc se trasladó después a lo más recondito de Cornish y encuentró al ermitaño San Guron. Guron se fue al sur, permitiendo a Petroc, con el apoyo de Rey Constantine de Dumnonia (que había sido convertido al cristianismo por Petroc), establecer un monasterio llamado Bothmena (la Morada de Monjes) junto al sitio de la ermita. Murió en el año 594.


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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    A PARTIR DE HOJE AS PÁGINAS SERÃO NUMERADAS PELA ORDEM ABAIXO INDICADA:
    Pág. 1 – Vidas de SantosPág. 2 – O Antigo Testamento; e Pág. 3 – ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS - Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4 – A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6 – In Memoriam.


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  • Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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