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domingo, 9 de junho de 2013

Para VER, MEDITAR e PARTILHAR - 9 de Junho de 2013

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ANTÓNIO FONSECA

9-6-13  -  11H05

Nº 1677-4 - A RELIGIÃO DE JESUS - Domingo - 9 de Junho de 2013


Nº 1677-4
Do livro A Religião de Jesus, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo A (2010-2011) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbao – www.edesclee.com – info@edesclee.comtradução de espanhol para português, por António Fonseca
Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente.AF.
9 de Junho de 2013

DOMINGO - 10º do Tempo Comum


Lc 7, 11-17
O filho da viúva - Em seguida, dirigiu-Se a uma cidade chamada Naim, indo com  Ele os Seus discípulos e uma grande multidão.  Quando estavam perto da porta da cidade, viram que levavam um defunto a sepultar, filho único de sua mãe, que era viúva: e, a acompanhá la, vinha muita gente da cidade. Vendo-a, o Senhor compadeceu-Se dela e disse-lhe: «Não chores». Aproximando-Se, tocou no caixão e os que o transportavam pararam. Disse então: «Jovem, Eu to digo. Levanta-te.» O morto sentou-se e começou a falar. E Jesus entregou-o à sua mãe. O temor apoderou-se de todos, e davam glória a Deus, dizendo: «Surgiu entre nós um grande profeta e Deus visitou o Seu povo». E a fama deste milagre espalhou-se pela Judeia e por todas as regiões vizinhas.


1 – Os estudiosos deste Evangelho de Lucas estão de acordo em que existe um paralelismo entre este milagre e os que se atribuem aos profetas Elias (1 R 17, 7-24) e Eliseu (2 R 4, 8-37) - (J. P. Meyer). A coincidência com o que fez Elias é chamativa. Elias encontra uma viúva à entrada da cidade de Sarepta, a quem havia morrido o seu único filho (1 R 17, 22-23). E Elias ressuscitou o rapaz (e o entregou a sua mãe). Exactamente o mesmo que diz Lucas sobre a actuação de Jesus à entrada de Naim.


2  Como é lógico, o relato de Lucas pretende destacar que, em igualdade com Elias, Jesus é o grande profeta que Deus enviou ao seu povo. O que quer dizer duas coisas fundamentais: 1) O Deus de Jesus é igual ao de Elias, não é um Deus nacionalista e por tanto, "excluidor". Deus quer por igual a todos os seres humanos de todos os povos, de todas as culturas e de todas as religiões.  Como sabemos, Sarepta, não era uma cidade de Israel,  mas sim uma cidade de pagãos, coisa que irritou os vizinhos de Nazaré (Lc 4, 24-30). O Deus de Jesus é o Deus da vida, que vence a morte, e, que em consequência  dá vida a todos, seja qual for a sua religião, sua cultura ou sua forma de viver. Isto desconcerta-nos e é possível até que nos escandalize. Mas Deus é tão grande em tudo, tão genial absolutamente em tudo, que faz possível o que a nós parece escândalo ou loucura.

3 – Uma vez mais se coloca manifesta a delicadeza de Jesus com as mulheres, suas penas e sofrimentos, suas situações de desamparo e a desigualdade em que viviam, com os homens, então mais do que hoje. A sensibilidade, a bondade e o respeito de Jesus para com os débeis, e os pior tratados pela vida, fica patente, uma vez mais. E sobretudo,  tratando-se de suas preferências por dignificar as mulheres, isto vem-nos dizer que Jesus queria outro modelo de sociedade.  Porque uma sociedade,  em que as mulheres são tratadas em igualdade, é uma sociedade em que muda a família,  a economia, o direito, a cultura,  tudo. A isto é o que aponta o Evangelho. E não meramente a fazer-nos mais piedosos e espirituais. Isso é bom. Mas a espiritualidade não nos leva a modificar o modelo de sociedade, essa espiritualidade não serve senão para nos enganar ou tranquilizar inutilmente as nossas consciências. 

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Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
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NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários.
NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.
Mais uma nota ainda:
Estes são os meus endereços atuais:
Para contatos normais: antoniofonseca1940@hotmail.com
e sobre o blogue: - antoniofonseca40@gmail.com
Hiperligações normais que utilizo para textos insertos no blogue:
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Post para publicação em 7-6-2013 - 11H00
Até lá, se Deus quiser.
António Fonseca
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Nº 1676 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - SAMUEL I - (25) - 9 de Junho de 2013


9 de Junho de 2013

Nº 1676 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1676
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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro de 2012, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o 
ANTIGO TESTAMENTO 
que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉJUÍZES, RUTE,– (Estes já estão…)

Faltam apenas 875 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.

  1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não! Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) .

Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1676 - 2ª Página

9 de Junho de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

SAMUEL
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Mapa antigo de Israel

1º Livro de SAMUEL


Rei David

(25)


25 - EPISÓDIO DE NABAL -  Morrendo Samuel, todo o Israel se juntou para o chorar. Sepultaram-no na sua propriedade em Ramá. E David retirou-se para o deserto de Maon. Havia em Maon um homem cujas propriedades estavam no Carmelo. Era um homem muito rico. Possuía três mil ovelhas e mil cabras. Encontrava-se, então, no Carmelo para a tosquia das suas ovelhas. Chamava-se Nabal, e sua esposa Abigail, mulher de grande prudência e formosura. Ele, porém, era grosseiro e perverso; descendia da linhagem de Caleb. David, ouvindo dizer, no deserto, que Nabal tosquiava o seu rebanho, enviou-lhe dez homens com esta ordem: «Subi ao Carmelo e dirigi-vos a Nabal, saudai-o em meu nome e dizei-lhe: «A paz seja contigo! Paz à tua casa e paz a todos os teus bens! Ouvi dizer que há uma tosquia em tua casa. Ora, os teus pastores moraram connosco no deserto e nunca lhes fizemos mal algum. Nada lhes faltou durante o tempo que ficaram no Carmelo. Pergunta-o aos teus servos e eles to dirão. Que os meus servos encontrem agora graça aos teus olhos, porque chegámos num dia de festa. Rogo-te que dês  aos teus servos e ao teu filho David o que comodamente puderes». Os homens de David foram e repetiram a Nabal todas estas palavras em nome de David e ficaram à espera. Nabal respondeu-lhes: «Quem é David? E quem é o filho de Isaí? Há hoje em dia muitos escravos  que fogem da casa de seus amos. Irei eu tomar meu pão, minha água, minha carne que preparei para os meus tosquiadores, para os dar a homens  que vêm não se sabe de onde?» Os servos de David retomaram o caminho e regressaram. Ao chegarem, contaram tudo que Nabal havia dito. Então David disse aos seus homens. «Tome cada um a sua espada»! Todos fizeram como ordenou David, que cingiu também a sua. Cerca de quatrocentos homens seguiram David ficando duzentos com as bagagens.
Mas Abigail, mulher de Nabal, fora avisada por um dos seus servos, que lhe disse: «David, mandou do deserto, mensageiros para saudar o nosso amo, mas ele recebeu-os mal. No entanto, esses homens trataram-no sempre muito bem, e jamais nos fizeram mal algum, nem nos causaram prejuízo durante todo o tempo que vivemos juntos no deserto. Pelo contrário, serviram-nos de defesa, dia e noite, enquanto estivemos com eles apascentando os rebanhos. Vê, pois, o que deves fazer, porque nosso amo e toda a casa está ameaçada de ruína porque ele é um filho de Belial, com que não se pode falar»
Apressou-se então Abigail, e tomou duzentos pães, dois odres de vinho, cinco cordeiros cozidos, cinco medidas de grão torrado, com tortas de uvas secas, duzentos de figos secos, colocando tudo sobre os jumentos. E  disse aos seus servos: «Ide adiante de mim, e eu seguirei atrás de vós». Mas nada disse ao seu marido. Quando descia por um caminho secreto da montanha montada num jumento, encontrou David com mos seus homens que vinham em sentido inverso. David dissera: «Na verdade, foi em vão que guardei tudo o que esse homem possuía no deserto, sem que lhe fosse tirada coisa alguma! E ele paga-me o bem com o mal. Deus trate com todo o seu rigor a David, se de hoje até amanhã eu deixar uma só coisa com vida de tudo o que pertence a Nabal»! Quando Abigail avistou David desceu prontamente do seu jumento e, prostrando-se, fez-lhe uma profunda reverência. Assim, prostrada a seus pés, disse-lhe: «Recaía sobre mim, meu senhor, esta culpa! Deixa falar a tua escrava e ouve suas palavras». «Que o meu senhor não faça caso desse perverso Nabal, porque é um néscio e um insensato com o o seu nome indica. Mas eu, tua escrava, não vi os homens que o meu senhor enviou. Agora, meu senhor, viva Deus e viva a tua alma. Foi o Senhor que te impediu de derramar sangue e deteve a tua mão. Sejam como Nabal os teus inimigos e os que procurarem maquinar contra o meu senhor. Aceita este presente que tua escrava trouxe ao meu senhor, e reparte-o entre os homens que te seguem. Perdoa a culpa da tua escrava, porque o Senhor edificará para ti uma casa estável, porquanto tu, meu senhor, combates nas guerras de Deus. Não se encontre em ti culpa alguma em todos os dias da tua vida. Se alguém te perseguir ou conspirar contra a tua vida, a alma do meu senhor permanecerá entre os vivos junto do Senhor, teu Deus, enquanto a vida dos teus inimigos será agitada e lançada para longe, como a pedra duma funda. E quando o Senhor tiver feito ao meu senhor todo o bem que te prometeu  e te tiver estabelecido chefe sobre Israel, não terás no coração este pesar, nem  este remorso de teres derramado sangue sem motivo, nem te teres vingado por ti mesmo! Quando o Senhor te tiver feito bem, ó meu senhor, lembra-te da tua escrava!».
David respondeu-lhe: «Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, que te mandou hoje ao meu encontro! Bendita seja a tua prudência! E bendita sejas tu mesma, porque me impediste hoje de derramar sangue e fazer vingança pela minha mão! Mas, pelo Senhor, Deus de Israel,que me impediu de te fazer mal, se não tivesses vindo tão depressa ao meu encontro, nada teria ficado, de hoje para amanhã, com vida na casa de Nabal, nem sequer o último dos seus cãesDavid aceitou o que lhe trazia Abigail e ajuntou: «Vai em paz para tua casa. Fiz o que me pediste por consideração para contigo
Quando Abigail chegou à casa de Nabal, havia em sua casa um  grande banquete, como um festim real. Nabal tinha o coração alegre e estava completamente ébrio. Por isso nada lhe disse, nem pouco nem muito até ao dia seguinte. Pela manhã, tendo Nabal digerido o seu vinho, sua mulher contou-lhe tudo. Seu coração congelou-se e ele ficou petrificado. Dez dias depois, Nabal, ferido pelo Senhor, morreu.

David e Abigail  -  Tendo David recebido a notícia da morte de Nabal, exclamou: «Bendito seja o Senhor que vingou o ultraje  que me fez Nabal, e impediu Seu servo  de fazer o mal! O Senhor fez cair sobre a sua cabeça a sua própria maldade!» Depois disto David mandou propor a Abigail tornar-se sua mulher. Seus mensageiros chegaram ao Carmelo e disseram-lhe: «David mandou-nos junto de ti, porque te deseja tomar para mulher». Levantou-se então Abigail e prostrou-se com o rosto por terra, dizendo: «A tua serva já se daria por feliz em lavar os pés dos servos do meu senhor».
Levantou-se, montou no seu jumento, e, seguida de cinco servos, partiu com os enviados de David, que a desposou.
David desposara também Aquinoam, de Jezrael, e ambas foram suas mulheres. Quanto à sua mulher Micol, filha de Saul, este tinha-a dado com o mulher a Falti, filho de Lais, que era de Galim.


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Estes são os textos do 1º Livro de “SAMUEL” do ANTIGO TESTAMENTO 


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9 de JUNHO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA


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Nº 1676 - (160-13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 9 DE JUNHO DE 2013 - 5º ano




Nº 1676


9 DE JUNHO DE 2013


Domingo

Ver Notas no final

e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1676 - (160-13) – 1ª Página

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Nº 1676-1 - (160-13)

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E U   S O U



AQUELE   QUE   SOU

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JOSÉ DE ANCHIETA, Beato
Religioso (1597)
José de Anchieta, Beato
José de Anchieta, Beato
Um bom menino. De São Cristóvão de Laguna, na Ilha de Tenerife, a maior das Canárias. Bons pais: João López de Anchieta e Mência Dias de Clavijo e Llorena. pais de doze filhos.Quando o mais velho foi enviado a estudar, na já então velha e famosa Universidade de Coimbra, José, com catorze anos, tinha-se destacado o suficiente em seus estudos para seguir com o irmão. Certamente todos pensavam que uma bela carreira se estava iniciando, como a do Dr. Navarro, seu patrício, homem de importância nos reinos de Espanha. Mas José tinha outros planos. Convivera com os estudantes jesuítas de Coimbra. sabia dos trabalhos de Francisco Xavier no Extremo Oriente. Conhecia uma causa maior do que a política das grandes potências de então, Portugal e Espanha: a causa de deixar de lado tudo isso para entregar-se seriamente, de coração, a vida toda, a ser útil ao Reino de Deus, reino de Amor e Justiça, Verdade e Paz. José Anchieta, em 1 de Maio de 1551, entrou na Companhia de Jesus. Adoeceu gravemente no Noviciado, os dois anos de experiência severa e prudente a que é submetido o candidato para que seus irmãos fiquem certos de que a decisão de servir, por toda a vida, a missão apostólica de Cristo em qualquer ambiente, às vezes em comunidade, às vezes sozinho – como sozinho morrerá o Grande Xavier às portas fechadas da China – com ou sem recursos, com ou sem instituições e prédios… é a sério. Em 1553 fez os seus votos de obediência, pobreza e castidade para toda a vida. Isto é: – obediência; prometeu dar espírito de corpo, aderir, em tudo o que fosse para bem, jamais no que fosse para mal, a este corpo apostólico da Companhia de Jesus, seguindo as determinações legitimas dos Superiores sobre o lugar, o tempo e o modo de sua missão de evangelizar; – pobrezaprometeu servir-se de qualquer coisa para servir aos outros, nunca para si próprio, e servir aos outros mesmo quando não tivesse nada à mão, a não ser a si mesmo; – castidadeprometeu conservar-se sem a vida bela de casamento, numa dedicação total a todas as pessoas, sem ligar-se exclusivamente a formar uma família. Por isso foi enviado às terras do Brasil, em 8 de Maio de 1553. Sua saúde não era boa. Haveria de melhorar. Quanto à corcunda, consequência de uma enfermidade, era só questão de paciência. Um missionário não precisava de ser belo. Precisava de ser fiel, esperançoso e amar até sem ser amado. Chegou depois de dois meses de viagem. Desembarcou no dia 13 de Junho de 1553, para trabalhar, sem férias, durante 44 bons anos. O Padre Nóbrega, primeiro Superior dos jesuítas no Brasil, mandou-o para os campos do planalto de Piratininga: primeiro professor de Latim no Colégio de São Paulo, cidade que ajudou a fundar em 25 de Janeiro de 1554. Por estas regiões ficaria dez anos. Tinha de ser muita outra coisa, além de professor de Latim. Fez muito serviço braçal e de enfermagem. Estudava Filosofia e Teologia, como ia podendo, para chegar, a seu tempo, ao Sacerdócio. Aprendeu o tupi para ensinar aos indígenas em sua língua nativa. Escreveu gramáticas e vocabulário tupi e mais outros pequenos trabalhos, que ajudaram os demais missionários a lidar com os indígenas da costa brasileira. Foi compreendo os seus indígenas. Quando da Europa vinham pressões para que os habituasse ao teatro em latim, que tanto êxito pedagógico alcançava nos colégios de lá, ele insistia em peças em tupi, ou em versificar em português simples para os pouco cultos colonos portugueses. Deixava o latim para obras mais pessoais: um poema épico em louvor do Governador Mem de Sá, homem realmente bom na administração da jovem colónia, e uma longa declaração de carinho e amor à Virgem Maria, composto quando estava refém de paz entre os Tamóios de Iperoig. Ia rabiscando na areia para ocupar utilmente o tempo. Gravava de cor. Depois o transcreveria, já de volta a são Vicente. A paz tinha sido celebrada. Neste tempo em São Paulo de Piratininga, ainda antes da paz, José de Anchieta dirigiu os tupiquinins na abertura duma nova trilha de acesso ao litoral ao planalto, mais afastada dos ataques dos tamóios. O poeta e gramático tinha olho de engenheiro rodoviário; abriu o caminho do mar que, até à construção da Via Anchieta, foi a estrada entre São Paulo e Santos-São Vicente. No começo, Anchieta deslumbrava-se com a fácil conversão dos índios. Depois percebeu que eram apenas sinais de boa vontade e gentileza, nada significando de mais profundo. Era preciso não forçar. Dar tempo ao tempo. Gerar cristãos autênticos seria obra de paciência e de bondade. Nas suas cartas lamentava os baptismos apressados e até coagidos, praticados pelos vigários, e a sua pastoral, que respeitava tão profundamente a pessoa do indígena, foi adoptada por todos os jesuítas missionários do Brasil. A um índio que lhe pedia, estando à morte, o baptismo, negou-lho várias vezes, até convencer-se de que ele não recuperaria. Só batizava ou crianças indígenas à morte, ou órfãos sem família, a menos que fossem nascidas de pais cristãos. Em 1 de Março de 1565, ajudou Estácio de Sá a instalar-se junto do Pão de Açúcar, na entrada da barra do Rio de Janeiro, para dar combate aos franceses. Seguiu logo depois para a Baia com a missão de relatar a situação e pedir reforços. Em Salvador pôde, em três semestres, dar um acabamento meio precário aos seus estudos. Um seu antigo colega de Coimbra, D. Pedro Leitão, era o segundo Bispo do Brasil, e ordenou-o com muita amizade, pois o admirava sinceramente e o proclamava o melhor missionário jesuíta nestas terras. De volta ao Rio, assistiu aos combates finais, à transferência de São Sebastião do Rio de Janeiro para o Morro do Castelo. O Rio lhe deve, em grande parte, o seu primeiro hospital, único por muito tempo – a Santa Casa de Misericórdia. Voltou a São Paulo como superior de São Vicente e São Paulo. Trabalhou no dicionário e gramática dos «tapuias» Maromimis. Anchieta não era certamente, um purista. mas respeitava os indígenas. Inspirava-se em seus cantos, rituais e danças, para as suas composições. É clara a influência de Gil Vicente, o «dono» do teatro português de então. Nos seus trabalhos em português usava melodias, ritmos e versos populares. Certamente não era um missionário de segunda metade do século XX, com formação antropológica universitária, mas era um cristão pacifico, de bom e honesto coração e duma grande sensibilidade para o próximo, capaz de admirar e aprender até mesmo o uso de ervas com os Pajés. De 1557 a 1587 foi Superior dos jesuítas no Brasil (Provincial). Viajou muito de lá para cá, ao longo da costa, de Olinda a São Vicente. Também Vitória lhe deve a sua Santa Casa de Misericórdia. E as aldeias de indígenas cristãos que fundou, tantas vezes pessoalmente, conservavam o jeito e o traçado das ocaras naturais da terra. Carinho, ervas dos Pajés, o levaram a ser mil vezes enfermeiro, e indígenas e colonos achavam que ele fazia milagres. Sem dúvida realizou o milagre de uma caridade e paciência sem falhas para com tanta gente difícil, perturbada e perturbadora, não por uns poucos dias, mas por toda a sua vida, até ao fim. Não era fácil ser amigo e bondoso, numa terra nova e dura, com colonos da pior espécie, degredados e aventureiros que não perdiam ocasião de oprimir os indígenas. O Padre José de Anchieta defendia os seus amigos. Foi fiel e incansável nesta defesa. Graças a isto, os indígenas cresceram, e multiplicaram-se. O tupi manteve-se e difundiu-se como «língua geral». Seria o Marquês de Pombal quem inverteria o processo, tornando o indígena “súbdito” do reino e proibindo-lhe a língua, matando a cultura e fazendo dele um «assalariado», dentro de padrões de vida e trabalho que o exterminariam. Os dez últimos anos de Anchieta foram passados em Reritiba, no Espírito Santo. Hoje, a aldeia é sede do município capixaba com o nome de Anchieta, ao sul de Guarapari. O quarto donde ele olhava para as águas do rio Benevento, do alto da colina, atrás da Igreja, onde se vêm os restos do altar em que celebrou as Missas diárias, lá está: é uma simples capelinha onde se pode rezar com muita paz. Em 9 de Junho de 1597 ele ali morreu, encerrando uma vida que os seus contemporâneos sentiram como extremamente útil. Logo lhe chamaram Santo. Os séculos passaram. A Companhia de Jesus foi expulsa do Brasil, extinta no mundo, excepto na Rússia. Ressurgiu ao serviço da Igreja, e seus Padres e Irmãos voltaram à casa de Anchieta na foz do Benevento. Lá são úteis, criadores de escolas agrícolas populares gratuitas para os filhos dos lavradores, que ali lutam com uma terra maltratada e empobrecida, que precisa de reviver. Em 22 de Junho de 1980, tantos séculos depois, o Papa confirmou o que a voz do povo de Deus já dizia: José de Anchieta viveu e morreu como um cristão exemplar, um santo. Unido a nós na vida do espírito, ele pode rezar por nós, como o fez nesta terra. Ele seguiu e imitou Jesus. O Pai o glorificou. Nós podemos chamar-lhe Bem-Aventurado e contar com a sua intercessão. É o Beato José de Anchieta. O insigne escritor brasileiro Pedro Calmón chama a José de Anchieta «Condutor de crentes, Bandeirante da Igreja e Soldado do Papa». Por seu lado, o Presidente da Academia das Ciências de PortugalDr. Júlio Dantas, descreve-o como «o mais franciscano dos jesuítas, o mais artista dos filantropos… um milagre de poesia, de bondade e de amor». Mais definitivo, porém, é o que disse do «Apóstolo do Brasil», no dia da beatificação, João Paulo II: «Um incansável e genial missionário é José de Anchieta, que aos 17 anos, diante da imagem da santa Virgem Maria, na catedral de Coimbra, fez voto de virgindade perpétua e decidiu dedicar-se ao serviço de Deus. Tendo ingressado na Companhia de Jesus, parte para o Brasil no ano de 1553, onde, na missão de Piratininga, empreende múltiplas actividades pastorais, com o fim de aproximar e ganhar para Cristo os índios das florestas virgens. Ama com imenso afecto os irmãos «Brasis», participa na sua vida, aprofunda os seus costumes e compreende que a sua conversão à fé cristã deve ser preparada, ajudada e consolidada por um trabalho apropriado de civilização, para a sua promoção humana. O seu zelo ardente leva-o a realizar inúmeras viagens, cobrindo distâncias imensas no meio de grandes perigos. Mas a oração contínua, a mortificação constante, a caridade fervente, a bondade paternal, a união íntima com Deus, a devoção filial à Virgem Santíssima – que celebra num longo poema de elegantes versos latinos –, dão a este grande filho de santo Inácio uma força sobre-humana»… www.jesuitas.ptVer também http://es.catholic.net/santoral e www.santiebeati.it


EFRÉM, Santo
Doutor da Igreja (373)

Efrén, Santo
Efrém, Santo

Efrém nasceu na cidade de Nísibe, na Mesopotâmia; vindo do paganismo, converteu-se na idade de 18 anos. Tornou-se em breve célebre por sua santidade e doutrina. Tendo sido tomada pelos Persas a cidade de Nísibe, Efrém retirou-se para Edessa, onde viveu a princípio num mosteiro. Pouco depois, começou a levar a vida eremítica. recusou, por humildade, receber a ordem de presbítero, aceitando somente o diaconato. Movido pelo Espírito Santo, passou depois a Cesareia da Capadócia, onde se entregou a profundos estudos para combater as heresias cristológicas e trinitárias na Igreja Síria. Diz São Jerónimo que era tão clara a exposição de Santo Efrém que em algumas Igrejas, depois da leitura da Sagrada Escritura, se liam as suas obras. Os seus escritos adquiriram tal celebridade que lhes mereceram, sendo ainda vivo, ser considerado como doutor da Igreja. Oficialmente, foi proclamado tal pela Igreja em 1920. Compôs vários cânticos em honra da Santíssima Virgem, e dos santos, sendo por isso chamado pelos sírios a Cítara do Espírito Santo. Era muito grande a sua devoção à Mãe de Deus. Finalmente, cheio de virtudes e de méritos, morreu no ano de 373. www.jesuitas.pt. Ver também http://es.catholic.net/e www.santiebeati.it

ANA MARIA TAÍGI, Beata
Esposa e Mãe (1769-1837)

Ana María Taigi, Beata
Ana María Taígi, Beata
Sendo farmacêutico em Sena, o seu pai deixou esta cidade para ir instalar-se em Roma, onde esperava ganhar melhor a vida. Mas ele e os seus caíram na pobreza. Ana Maria nascera em 1769. Aos 12 anos, trabalhava em Roma numa sala de lavores; aos 18, contratou-se como criada de quartos; e aos 21, casou-se com Domingos Taígi, criado no palácio dos Chigi. Tiveram sete filhos, sem contar os parentes de Ana Maria que se vieram refugiar em casa deles. «Com os seis escudos que eu ganhava por mês, disse Domingos, teríamos morrido de fome. Graças às orações de minha mulher, nunca tivemos falta fosse do que fosse; por isso deixei-a a rezar quanto ela queria e já não me inquietei com coisa nenhuma». Domingos entrava muitas vezes em casa rabugento; aconteceu-lhe puxar pela toalha e fazer cair a terrina e os pratos; amaldiçoava a vida por o ter enganado e tinha caprichos insuportáveis; Ana Maria não o contradizia e acalmava a tempestade com uma palavra engraçada. Ana Maria foi favorecida com especiais instruções e revelações que exerceram não pouca influência nos Papas do seu tempo. Era serena, afectuosa, ordenada nas suas coisas e sempre alegre. Educou bem os filhos. Todos vieram a dizer que tinham tido uma infância feliz; todos viveram como bons cristãos. Quando do processo de beatificação, veio-se a saber que, desde o dia do casamento até à morte, Ana Maria teve sem interrupção diante dela, um pouco acima da cabeça, um solzinho à volta da santa Coroa de espinhos. Daí lhe vinham sofrimentos contínuos e consolações indizíveis. bastava-lhe alçar os olhos para saber naquele instante quem eram os que tinham necessidade das suas orações. Veio a morrer a 9 de Junho de 1837. Em 1920 foi beatificada por Bento XVwww.jesuitas.pt  Se tiverem informação relevante para a canonização da Beata Ana, contacte a:  Father Michael Pintacura  U.S.A. Vice Postulator – Taigi  P.O. Box 610313  San Jose, CA 95161-0313. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it




Amada de Bolonia, Beata
Amada de Bolonha, Beata

Etimologicamente significa “amada”, da língua latina. Eram três amigas que decidiram fazer-se monjas por amor a Deus no convento dominicano de Bolonha. As três conheciam a obra e milagres de seu fundador santo Domingo. O próprio Domingo lhe pôs a uma delas o nome de “Amada”. Vistas suas qualidades, a enviou para que reformasse o convento de santo Sixto. Desta rapariga tirou santo Domingo sete diabos. Cecília era outra das três amigas a quem o santo enviou a reformar outro convento. Havia pedido a Domingo, deitada a seus pés, entrar na Ordem. As três amigas foram a ver a santa Inês em Bolonha para que as ajudasse na nova fundação. Fizeram Cecília a primeira prioresa do convento. Esteve muito tempo neste cargo. Quando já era mais velha, foi-lhe perguntado o que falara com santo Domingo. Recordava dele sua amabilidade com as irmãs e seu pensamento alegre, sua humanidade e sua atenção. A mais impressionante das três era Diana. (Ver biografia seguinte) Era muito guapa e gentil. Deixou tudo para seguir a seu mestre santo Domingo por tê-lo ouvido pregar. Teve dificuldades para que o pai a deixasse entrar no convento. Afinal, ao ver a vontade de sua filha, o permitiu. Era muito impulsiva. Quando chegou um dia santo Domingo a visitar o convento, ela lhe disse que queria construir um em Bolonha. Permitiu-lhe, mas entretanto o pai e Diana havia mudado de opinião. Santo Domingo morreu por aqueles dias. Sua morte a afectou muito. Cedo se fez amiga de Jordão de Saxónia, nomeado superior geral da Ordem. Tinha já a ordem de construção do convento de Bolonha. A amizade dos dois estava baseada não simplesmente na beleza de Diana mas na sua vida espiritual. No fim, com um grupo de amigas recebeu o hábito de mãos do superior geral. As cartas que se escreveram os dois demonstram uma funda espiritualidade. Diana morreu no ano 1236.¡Felicidades a quem leve estes nomes!  Comentários a P. Felipe Santosal Santoral">fsantossdb@hotmail.com



Diana degli Andalò. Beata
Diana degli Andalò. Beata

Diana de Andaló (abreviatura do nome do nobre pai: Andrea Lovello), é uma das mais características e simpáticas figuras das origens da Ordem. Ajudou ao beato Reginaldo a fundar o convento de Bolonha. No ano de 1219, quando Domingo se dirigia a Bolonha, Diana junto com outras jovens fez em mãos do bem-aventurado Patriarca a promessa de vida religiosa. Uma vez superada a grande oposição dos familiares que inclusive chegaram a fracturar-lhe uma costela, entrou no mosteiro de Santa Inês, fundado pelo beato Jordão e dele recebeu o hábito. Se comportou como uma verdadeira mãe com as irmãs e morreu no ano de 1236. Se conservam cinquenta cartas de Jordão de Saxónia dirigidas a ela, que são um formoso testemunho da espiritualidade da Família dominicana e da fraternidade entre frades e irmãs. Seu culto foi confirmado por León XIII em 8 de Agosto de 1888.



Placido de Amiterno, Santo
Plácido de Amiterno, Santo

Etimologicamente significa “ de carácter suave”. Vem da língua latina. Plácido foi um abade do século XIII. Não sabia nem ler nem escrever e, sem embargo, tinha muita cultura. Levava todos os dons de sua inventiva pessoal para a escuta dos outros. Soava repetir quando ouvia para o gravar em sua memória. Desde menino, trabalhou no campo com seus pais em Amiterno. Era já um homem quando pensou que a vida do campo não era a sua. Partiu numa dessas peregrinações medievais com a intenção de não voltar nunca mais. Veio a Santiago de Compostela. Permaneceu na cidade do Apóstolo durante um ano até que voltou a casa. Chegou tão enfermo que apenas se podia mover. Não prestava atenção aos médicos. Assim esteve durante cinco anos.  Um dia, sem o esperar, ficou bom. E em seguida empreendeu uma nova peregrinação a Roma. Passou por sua mente fazer-se ermitão, mas esta vida tampouco era para ele. Então se meteu a beneditino no mosteiro de são Nicolás. E justamente no ano, passou servir a igreja de são Nicolás e do Salvador. Quando sofreu a tentação de uma mulher que ia atrás dele com não muito boas intenções, foi para uma ermida durante doze anos. As pessoas começaram a ir a esta gruta em peregrinação. Fundou um mosteiro dedicado ao Espírito Santo com a regra de Claraval. Morreu no ano 1248¡Felicidades a quem leve este nome!  Comentários a P. Felipe Santos: al Santoral">fsantossdb@hotmail.com



Columba de Iona, Santo
Columba de Iona, Santo

Foi uma destacada figura entre os monges missionários gaélicos que reintroduziram o cristianismo em Escócia a começos da Idade Média.  Era filho de Fedlimid and Eithne, do clã Uí Néill, e nasceu em Gartan, perto de Lough Gartan, Donegal. Por linha paterna era descendente de Niall of the Nine Hostages, um rei irlandês do século V. Professou como monge e foi ordenado sacerdote. Segundo a tradição, em 560 viu-se envolvido numa disputa com São Finnian acerca de um saltério. Columba copiou o manuscrito no scriptorium seguindo ordens de São Finnian, que pretendia ficar com a cópia. A disputa foi a causa da batalha de Cúl Dreimhne, que teve lugar em 561, e em que houve numerosas baixas. (A cópia do saltério mencionada nesta história se identifica tradicionalmente com o Cathach de Santo Columba). Como penitência por essas mortes, Columba decidiu marchar como missionário a Escócia para converter a tantas pessoas como haviam morrido na batalha. Se exilou de Irlanda, a onde só regressaria numa ocasião, vários anos depois. En 563 viajó a Escocia con doce compañeros. De acuerdo con la leyenda, desembarcó en la punta sur de la península de Kintyre, cerca de Southend. Sin embargo, como todavía tenía a la vista su tierra natal, se movió hacia el norte, a la costa oeste de Escocia. En 563 le fue concedida tierra en la isla de Iona, que se convirtió en el centro de su misión evangelizadora entre los pictos. Además de sus tareas dirigiendo el único foco de cultura letrada de la región, adquirió una gran reputación como hombre santo gracias a su actividad diplomática enter las tribus; se cuentan también varias historias de milagros realizados por él en su afán por convertir a los pictos. Visitó al rey pagano Bridei I, rey de Fortriu, en su base de Inverness, y consiguió ganarse su respeto. Desde entonces jugó un importante papel en la política del país. Fue muy enérgico en su predicación del evangelio y, además de fundar varias iglesias en las Hébridas, trabajó para convertir su monasterio de Iona (la Abadía de Iona) en una escuela para misioneros. Fue un renombrado hombre de letras, al que se le atribuye la composición de varios himnos y la copia de su propia mano de más de 300 libros. Una de las épocas veces, si no la única, que dejó Escocia tras su llegada fue, hacia el final de su vida, cuando regresó a Irlanda para fundar el monasterio de Durrow. Murió en Iona y está enterrado en la abadía que él mismo fundó. La principal fuente de información sobre la vida de Columba es la Vita Columbae, escrita por Adomnan, noveno abad de Iona, que falleció en 704. Tanto la Vita Columbae como Beda el Venerable refieren la visita de Columba a Bridei. Mientras que Adomnán solo explica que Columba visitó a Bridei, Beda relata una tradición más tardía, quizá de origen picto, según la cual el santo llegó a convertir al rey de los pictos. Otra fuente temprana es un poema en alabanza de Columba, probablemente compuesto también en el siglo VII, que tiene 25 estrofas de cuatro versos de siete sílabas cada uno.


• Luis Boccardo, Beato 
Canónico e Fundador

Luis Boccardo, Beato
Luis Boccardo, Beato

Nasceu em Moncalieri em 9 de Agosto de 1861. Em 1875 entrou no seminário diocesano; recebeu a ordenação sacerdotal em 7 de Junho de 1884. Seus superiores o destinaram a uma paróquia de Pancalieri, como vice-pároco de seu irmão Juan María. Antes de transcorrer um ano, o beato José Allamano o chamou a exercer o cargo de vice-reitor e pai espiritual do centro de formação de sacerdotes Virgem da Consolação, em Turim, tarefa a que se somou o ensino de várias matérias na escola de teologia do seminário. El centro de formación de sacerdotes Virgen del Consuelo era una institución concebida y realizada por el teólogo Luigi Guala; los sacerdotes recién ordenados, antes de ser enviados a desempeñar la función de vicarios parroquiales, perfeccionaban allí durante dos años sus estudios, en especial el de materias morales. Casi todos los presbíteros de la archidiócesis se formaron en él; alcanzó su mayor esplendor durante el rectorado de san José Cafasso, de 1849 a 1860. Precisamente en ese centro don Luis formó espiritual e intelectualmente a varias generaciones de presbíteros. En 1913 murió don Juan María, fundador de las "Hijas Pobres de San Cayetano", dejando a su hermano Luis al frente de la congregación, que ya contaba con numerosas casas en varias regiones de Italia. En 1919 el arzobispo de Turín le encomendó la dirección del Instituto para ciegos, que nadie quería aceptar a causa de la dificilísima situación económica en la que se encontraba. Don Luis no se amedrentó: saneó la economía del Instituto para ciegos y organizó la congregación de las "Hijas Pobres de San Cayetano", construyendo su nueva casa general cerca de la estación de Turín, más accesible y cómoda para las religiosas que debían partir hacia otras partes de Italia. Además, fundó la sección piamontesa de la Unión apostólica del clero, escribió libros muy apreciados de espiritualidad y vidas de santos (entre ellos, el famoso "Confesión y dirección") y artículos para varios periódicos, predicó ejercicios espirituales, y desempeñó un infatigable apostolado en las cárceles. A él se debió también la fundación de escuelas de religión, que dirigió y en las que enseñó, en un tiempo en que el régimen de Mussolini había prohibido la enseñanza de esta materia en las escuelas públicas. En 1931, pocos años antes de su muerte, construyó y donó a la archidiócesis el hermoso santuario de Jesucristo Rey y Sacerdote, el primero del Piamonte en difundir esta devoción propuesta por el Papa. Al año siguiente fundó la rama contemplativa de las Hijas Pobres de San Cayetano, las "Hijas de Jesús Rey", religiosas invidentes de vida contemplativa, que aún hoy mantienen vivo el ideal de entregarse totalmente al Señor en la oración por todos los hombres. Las características más sobresalientes de la figura del canónigo Luis Boccardo son: el amor al sacerdocio y la solicitud por los sacerdotes, en especial por los más jóvenes, por cuyo bienestar espiritual y físico, y por cuya formación moral y cultural se preocupó concretamente; la "pastoral del ambiente", o sea, la vida y el testimonio del sacerdote en todos los lugares y en todas las situaciones diarias; y la atención a los discapacitados, en quienes veía el corazón herido de Cristo y, en él, el sentido y el significado de su misma existencia y vocación. Murió el 9 de junio de 1936. El 14 de abril de 2007 fue beatificado por el Papa Benedicto XVI. Se tiverem informação relevante para a canonização do Beato Luis, contactar a: Congregazione della Sacra Famiglia  Via Giovanni Piamarta, 6  25121 Brescia, ITALY  Reproducido con autorización de Vatican.va


Irmãos Mártires

Primo y Feliciano, Santos
Primo e Feliciano, Santos

Santo Primo e Santo Feliciano, irmãos, nasceram em Roma, ilustres por seu sangue e por sua fé. Acusados por cristãos ante os imperadores Diocleciano e Maximiano, foram presos e encarcerados; mas o anjo do Senhor os livrou da prisão. Aos poucos dias, por não haver querido adorar a estátua de Hércules, os açoitaram cruelmente e fez separar, levando a Primo ao cárcere, e ficando ali Feliciano, ao qual recomendou que olhasse por sua velhice. "Vê Jesus Cristo por ela -respondeu Feliciano- oitenta anos tenho, e trinta há que o Senhor me alumiou para dedicar-me a Ele totalmente». Mandou-o o juiz açoitar, e depois o fez cravar num pau; e, fazendo trazer a Primo diante de si, lhe disse que seu irmão estava já mudado; mas Primo lhe respondeu que «sabia que seu irmão estava firme na confissão de Cristo». Finalmente, depois de vários martírios, foram degolados no dia 9 de Junho ano do nascimento do filho de Deus de 303.


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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
  • aos-ps-de-mARIA22222222222222
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    A PARTIR DE HOJE AS PÁGINAS SERÃO NUMERADAS PELA ORDEM ABAIXO INDICADA:
    Pág. 1 – Vidas de SantosPág. 2 – O Antigo Testamento; e Pág. 3 – ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS - Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4 – A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6 – In Memoriam.


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  • Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
  • Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]
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  • Nº 1677 - Salmos - X DOMINGO DO TEMPO COMUM - 9 de Junho de 2013


    Nº 1677 - Salmos

    X DOMINGO DO TEMPO COMUM


    ANO C

    9 de Junho de 2013

    Salmo 22 (23)

    Refrão

    Eu vos glorifico, Senhor
    porque me salvastes.
    Eu vos glorifico, Senhor.


    Salmo

    Eu Vos glorifico, Senhor, porque me salvastes
    e não deixastes que de mim se regozijassem os inimigos.
    Tirastes a minha alma da mansão dos mortos, 
    vivificastes-me para não descer ao túmulo

    Refrão




    Eu vos glorifico, Senhor
    porque me salvastes.
    Eu vos glorifico, Senhor.




    Salmo

    Cantai salmos ao Senhor, vós os seus fiéis,
    e dai graças ao seu nome santo.
    A sua ira dura apenas um momento 
    e a sua benevolência a vida inteira.
    Ao cair da noite vêm as lágrimas
    e ao amanhecer volta a alegria


    Refrão




    Eu vos glorifico, Senhor
    porque me salvastes.
    Eu vos glorifico, Senhor.




    Salmo

    Ouvi, Senhor, e tende compaixão de mim,
    Senhor, sede Vós o meu auxílio.
    Vós convertestes em júbilo o meu pranto:
    Senhro meu Deus, eu vos louvarei eternamente

    Refrão




    Eu vos glorifico, Senhor
    porque me salvastes.
    Eu vos glorifico, Senhor.









    ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO

    Refrão

    Aleluia, Aleluia

    Apareceu no meio de nós um grande profeta:
    Deus visitou o seu povo  


    Aleluia, Aleluia, Aleluia


    +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++


    Post em 9-6-13 – 9,55 h
    ANTÓNIO FONSECA