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domingo, 16 de junho de 2013

Nº 1683 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - SAMUEL II - (1) - 16 de Junho de 2013

16 de Junho de 2013

Nº 1683 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1683
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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro de 2012, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o 
ANTIGO TESTAMENTO 
que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉJUÍZES, RUTE,– (Estes já estão…)

Faltam apenas 875 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.

  1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não! Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) .

Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1683 - 2ª Página

16 de Junho de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

SAMUEL
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Mapa antigo de Israel

2º Livro de SAMUEL

Introdução

O Segundo Livro de Samuel divide-se em duas partes e termina com os apêndices.

PRIMEIRA PARTE  -  David em Hebron (1-4); David recebe a notícia da morte de Saul (1). David é ungido Rei de Judá (2). Abner declara-se a favor de David (3). Morte de Isbaal (4).

SEGUNDA PARTE  -  David, rei em Jerusalém (5-20): Conquista de Jerusalém (5, 1-16). Guerra de David com os filisteus (5, 17-25). Trasladação da arca para Jerusalém (6). Promessas de Deus a David (7). Guerra contra os sírios (8). Procedimento de David para com a família de Jónatas (9). Guerra contra os amonitas (10). Adultério de David e morte de Urias (11-12). Amon, o primogénito de David, é morto por seu irmão Absalão (13). Absalão é perdoado por seu pai (14). Rebelião de Absalão (15, 1-16, 14). Entrada triunfante de Absalão em Jerusalém (16, 15-17, 23). Morte de Absalão (17, 24-18, 55). David volta para para Jerusalém (19). Sedição de Seba (20).

APÊNDICE:  -  (21-24)  -  O fim  da casa de Saul (21). Cântico de David (22). Último cântico de David (23, 1-17). Os heróis do exército de David (23, 18-39). O recenseamento do povo (24).


Rei David

(1)


1 - DAVID RECEBE A NOTÍCIA DA MORTE DE SAUL  Morto Saul, David regressou da derrota que infligiu aos amalecitas e esteve dois dias em Siceleg. Ao terceiro dia, apareceu um homem que vinha do acampamento de Saul, com as vestes rasgadas e a cabeça coberta de pó. Chegando perto de David prostrou-se por terra e fez-lhe uma profunda reverência. David disse-lhe: «Donde vens?» Respondeu ele. «Escapei do acampamento de Israel».Perguntou-lhe David: «Que aconteceu? Conta-me tudo!» Ele respondeu  «As tropas fugiram do campo de batalha, muitos homens do exército tombaram e Saul e seu filho Jónatas pereceram». David disse ao mensageiro: «Como sabes que Saul e seu filho Jónatas morreram?» Ele respondeu: «Estava eu sobre o monte Gelboé, quando vi Saul atirar-se sobre a própria lança enquanto os carros e os cavaleiros o perseguiam. Ele, voltando-se, viu-me, e chamou-me. Disse-lhe: «Eis-me aqui». Ele perguntou: «Quem és tu?» «Eu sou um amalecita», respondi: «Aproxima-te, continuou ele, e mata-me, porque estou já em agonia e ainda me encontro cheio de vida». Aproximei-me, pois e acabei de o matar, pois via que ele não poderia sobreviver depois da derrota. Tomei o diadema que ele tinha na cabeça e o bracelete do seu braço e trouxe-os ao meu senhor: Ei-los».
Então David tomou as suas vestes e rasgou-as, e todos os que estavam com ele o imitaram. E prantearam, choraram e jejuaram até à tarde por amor de Saul, e do seu filho Jónatas, do povo do Senhor e da casa de Israel, porque haviam sido passados ao fio da espada.
David perguntou ao mensageiro  «Donde és?» Ele respondeu: «Eu sou filho de um estrangeiro, de um  amalecita». David disse-lhe: «Como não receaste levantar a mão para matar o ungido do Senhor?» E chamando um dos seus homens, David disse-lhe: «Aproxima-te e mata-o!» Este feriu-o e ele morreu. David disse-lhe então: «Só tu és o culpado da tua morte. Tua própria boca deu testemunho  contra ti, quando disseste: Matei o ungido do Senhor».

Elegia de David  -  Então David compôs o seguinte cântico fúnebre sobre Saul e seu filho Jónatas. Está escrito no livro do Justo (Jos 10, 13) e David ordenou que fosse ensinado aos filhos de Judá. É o cântico do arco.

«A flor de Israel pereceu sobre os teus altos;/Como tombaram os heróis?/ Não o conteis em Get,/ Nem o publiqueis nas ruas de Ascalon,/ Para que não se regozijem as filhas dos filisteus,/ E não saltem de alegria as filhas dos incircuncisos!/ Ó montes de Gelboé!/ Não haja sobre vós orvalho, nem chuva/ Nem campo para tirar as primícias!/ Porque aí foi desonrado o escudo dos heróis, / O escudo de Saul/ Não estava ungido com o óleo,/ Mas com o sangue dos feridos/ Com a gordura dos guerreiros./ O arco de Jónatas/ Não recuava jamais./ E a espada de Saul/ Jamais deu golpe em vão./ Saul e Jónatas, amados e gloriosos,/ Nunca se separaram, nem na vida nem nem na morte / Mais velozes que as águias, / Mais fortes que os leões!/ Chorai sobre Saul, filhas de Israel / Ele vos vestia de púrpura sumptuosa / E ornaram  de ouro os vossos vestidos./ Como tombaram os heróis/ No campo de combate?/ Jónatas foi morto sobre as tuas colinas./ Jónatas, meu irmão,/ meu coração chora por tua causa!/ Tu eras digno de ser amado/ Mais que a mais amável donzela/ Eu amava-te como uma mãe ama seu único filho!/ Como caíram os heróis,/ Como perderam as armas com que pelejavam!»

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Estes são os textos do 2º Livro de “SAMUEL” do ANTIGO TESTAMENTO 


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16 de JUNHO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA


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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nova igreja com o nome de Santo António foi consagrada no Dubai | Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura

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Annales Historiæ: Papa convida políticos franceses a revogar leis in...

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Nº 1684-4 - A RELIGIÃO DE JESUS - 11º Domingo do tempo comum - 16 de Junho de 2013



Nº 1684-4
Do livro A Religião de Jesus, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo A (2010-2011) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbao – www.edesclee.com – info@edesclee.comtradução de espanhol para português, por António Fonseca
Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente.AF.
16 de Junho de 2013

DOMINGO - 11º do Tempo Comum


Lc 7, 36-8, 3
A pecadora arrependida - Um fariseu convidou-O para comer consigo. Entrou em casa do fariseu e pôs-Se, à mesa. Ora uma mulher conhecida como pecadora naquela cidade, ao saber que Ele estava à mesa em casa do fariseu trouxe um vaso de alabastro com perfume; colocando-se por detrás d'Ele e chorando, começou a banhar-Lhe os pés com lágrimas; enxugava-os com os cabelos e beijava-os, ungindo-os com perfume. Vendo isto, o fariseu que O convidara disse consigo: «Se este homem fosse profeta, saberia quem e de que espécie é a mulher que Lhe está a tocar, porque é uma pecadora!» Então, Jesus, disse-Lhe: «Tenho uma coisa para te dizer,  Simão». «Fala Mestre», respondeu ele: «Um prestamista tinha dois devedores: Um devia-lhe quinhentos denários e o outro cinquenta.  Não tendo eles com que pagar, perdoou aos dois. Qual deles o amará maisSimão respondeu: «Aquele a quem perdoou mais, creio eu». Jesus disse-lhe: «Julgaste bem». E, voltando-Se para a mulher, disse a Simão: «Vês esta mulher? Entrei em tua casa e não Me deste água para os pés; ela, porém, banhou-Me os pés com as suas lágrimas e enxugou-os com os seus cabelos. Não Me deste um ósculo; mas ela, desde que entrei, não deixou de beijar-Me os pés com  perfume. Por isso, digo-Te Eu, que lhe são perdoados os seus muitos pecados porque muito amou. Mas aquele a quem pouco se perdoa , pouco ama». Disse, depois à mulher: «Os teus pecados estão perdoados». Começaram então os convivas a dizer entre si: «Quem é este que até perdoa os pecados?» E Jesus disse à mulher: «Salvou-te  a tua fé; Vai em paz».


1 –  O relato é estranho e provocador. Isto não costuma suceder; num banquete, em casa duma "boa família" , uma prostituta conhecida entra rapidamente e se deita aos pés do convidado e aí chora, beija-o, perfuma-o, solta os seus cabelos e seca os pés com eles. O mal-estar e o escândalo estão servidos. Há portanto  três personagens destacados: o fariseu observador, a mulher pecadora e Jesus o profeta.


2  ... Tudo sucede de forma que, no final: 1) O observador religioso fica como exemplo do que "pouco ama"; 2) A prostituta, é o modelo do que "muito ama"; 3) Jesus é suspeito para uns ou escandaloso para outros.

3 – ... O perdão dos pecados não se relaciona nem com o poder de Jesus, nem com a confissão da mulher  mas sim com o amor que há nela. A quem muito se perdoa, é porque nessa pessoa há muito amor. Mas o mais notável é que Jesus percebe no amor da mulher, não no espiritual, mas sim no material, no sensível:  tacto, beijos, lágrimas,  perfume, cabelo feminino. Os critérios de Jesus sobre o perdão dos pecados e a relação humana era muito diferentes dos critérios que estabelecem e exigem as religiões. A humanidade de Jesus é surpreendente.

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http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com/
Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários.
NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.
Mais uma nota ainda:
Estes são os meus endereços atuais:
Para contatos normais: antoniofonseca1940@hotmail.com
e sobre o blogue: - antoniofonseca40@gmail.com
Hiperligações normais que utilizo para textos insertos no blogue:
http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
Post para publicação em 16-6-2013 - 11H00
Até lá, se Deus quiser.
António Fonseca
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Nº 1683 - (167-13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 16 DE JUNHO DE 2013




Nº 1683


16 DE JUNHO DE 2013



Ver Notas no final

e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1683 - (167-13) – 1ª Página

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Nº 1683-1 - (167-13)

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E U   S O U



AQUELE   QUE   SOU

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Juan Francisco de Regis, Santo

A tensão entre os católicos e os calvinistas franceses - os que receberam o nome de huguenotes -, alimentada pelos interesses políticos da Casa de Valois e a Casa de Guise, foi aumentando em França; estalará a guerra civil no século XVI e se prolongará durante o século XVII. Num dos períodos de paz em que se desperta o fervor religioso com manifestações polarizadas em torno à Eucaristía e à Santíssima Virgem, em nítido clima de ressurgimento católico, nasce Juan Francisco em Foncouverte, em 1597, de uns pais camponeses acomodados. Quando nasceu, já havia passado a terrível Noite de são Bartolomeu de 1572 em que milhares de huguenotes foram assassinados em París e em outros lugares de França, com Coligny, seu chefe. E faltava um ano para que el rei Enrique IV, já convertido ao catolicismo, promulgasse o Édito de Nantes que proporcionaria aos huguenotes liberdade religiosa quase completa. Juan Francisco decidiu entrar na Companhia de Jesús. Estava começando os estudos teológicos, quando se declara em Toulouse a terrível epidemia de peste do ano 1628. Há abundantes mortes entre enfermos e enfermeiros até ao ponto de falecer 87 jesuítas em três anos; e como fazem falta braços no que podem para dar algo de remédio ao mal. Se faz ordenar sacerdote precisamente para isso, ainda que sua decisão traga dificuldades para a profissão solene.

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Juan Francisco de Regis, Santo

Este homem é tão de Deus que, quando a obediência o manda desempenhar seu ministério sacerdotal na região de Montpellier, se faz notar por sua pregação apesar de que seu estilo não goza do cuidado e pulcritude que têm os sermões e práticas de outros pregadores. Tanto é assim que, ante o êxito de multitudinária assistência e as conversões que consegue, grandes figuras da eloquência sagrada vão a escutá-lo e saem perplexos do discurso que escutaram pela força que transmite apesar da pobreza de expressão. Alguém chegou a dizer que «acreditava o que pregava». De facto, chegou a provocar zelotipias entre os oradores de fama até ao ponto de chegar a ser acusado ante seu padre provincial declarando que desonrava o ministério da pregação pelas inconveniências e trivialidades que saíam de sua boca. ¿Por quê o santo suscita inveja precisamente entre os más capazes que ele? ¿Por quê a inveja dos demais é quase consubstancial ao santo? ¿Como é possível que se dê tanta inveja precisamente entre os eclesiásticos? São perguntas a que não consigo dar resposta adequada. Quis ir ao Canadá a pregar a fé; pretendia ir com desejo de martírio; faz gestões, o solicitou a seus superiores que lhe prometessem mandá-lo,mas aquilo não foi possível. Seu Canadá foi mais ao norte de França, na região de Vivarais, onde viveu o resto de sua vida. Ali foi onde se pôde comprovar mais palpavelmente ao talante  daquele religioso grandote e fraco que com sua sotaina roída e manchada buscava às almas. A região era o reduto inexpugnável dos huguenotes que haviam ido escapando-se das frequentes perseguições. A diocese de Viviers se encontrava num deplorável estado espiritual; a maior parte dos postos eclesiásticos se encontravam em mão dos protestantes; só vinte sacerdotes católicos tinha a diocese e em que estado. A ignorância, a pobreza, o abandono e os costumes nada exemplares haviam feito presa neles. O ocupou a preocupação de os atender e isto voltou outra vez mais a trazer-lhe inconvenientes, já que alguns que não queriam sair de sua «situação estabelecida» o culparam ante o bispo de rigorismo excessivo e de que sua pregação - cheia de sátiras e invectivas - criava a desordem nas paróquias; e a calúnia chegou até Roma desde onde o recomendam os chefes prudência e lhe proíbem no zelo. Creram más facilmente os «instalados» que ao santo. ¿Por que será isso?  Se os sacerdotes estavam assim, não é difícil imaginar a situação da gente. A pé percorre sobe pelos picos da intrincada montanha, caminha pelos sendeiros, prega nas igrejas, visita as casas, catequiza, convence e converte. Ali começam os locais a chamar-lhe «o santo» e enchem-se as igrejas maiores de gente ávida de o escutar. Organiza a caridade. Funda casas para tirar da prostituição a jovens de vida descaminhada. Não lhe sobra tempo. Passa noites em oração e o trabalho de confessionário não se conta por horas,mas por manhãs e tardes. Assim o surpreendeu a morte quando só contava ele 43 de idade: derrubando-se depois de uma jornada de confessionário, ante os presentes que ainda esperavam sua vez para receber o perdão. Cinco dias depois, marchou para o céu. Era o ano 1640.  E «se há um santo a quem possa invocar-se como patrono das missões rurais em terras de França, este é são João Francisco de Regis», o disse Pío XII.  ¿Queres saber mais? Consulta ewtn
  

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Julita e Ciro de Tarso, Santo (mãe e filho)

Santa Julieta (Julita) habitava em Icónio com o filho Ciro (Ciríaco ou Quírico), de três anos apenas. Quando o governador da Licaónia, Domiciano, começou a aplicar os éditos persecutórios de Diocleciano, ela foi procurar refúgio, primeiro em Selêucia e depois em Tarso. Foi nesta última cidade que foi presa por ordem do governador da Cilícia, Alexandre. Declarou-se cristã; o governador tirou-lhe o filho e mandou-a flagelar. Nos tormentos, ela não parava de repetir: «Sou cristã», e Cirozinho forcejava por escapar aos braços do governador e voltar para os da mãe, gritando: «Eu também sou cristão». Enfurecido, Alexandre apanhou a criança por um pé e atirou-a violentamente contra os degraus do tribunal, resultando a fractura do crânio. Julieta, em lugar de chorar, agradeceu a Deus ter visto morrer o filho ornado com a coroa do martírio. Os suplícios que a ela foram infligidos em seguida não lhe abalaram a constância; por último, foi decapitada. Estes martírios aconteceram no século IV. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic.net/santoral e www.santiebeati.it ¡Felicidades
a quem leve estes nomes!  Comentários ao P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com


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Lutgarda, Santa

Santa Lutgarda, monja belga do século XIII, foi favorecida com graças verdadeiramente raras e extraordinárias. Por outro lado, a sua Vida escreveu-a um contemporâneo, que admitia sem verificação nem crítica o que lhe parecia edificante. Lutgarda nasceu em Tongres, em 1182. Esteve como interna, durante uns doze anos, entre as monjas beneditinas de Santa Catarina, na diocese de Liége, no Limburgo. Não tinha dote para casamento honroso; os pais tinham posto isso de parte. A pequenina gostava de vestir bem, dos jogos e das graças; recebia algumas visitas. Era uma vida um pouco mundana ainda, mas um dia, na sala de visitas, durante uma conversa, Jesus apareceu-lhe, mostrou-lhe as suas chagas sagradas e pediu-lhe que O amasse com amor exclusivo. Ela tomou-O por esposo e para mostrar que este Esposo sagrado não O amava sem seriedade, mudou imediata e radicalmente de vida. Adeus a jogos e risos! Agora, oração e mortificação. As religiosas ficaram pasmadas com tal mudança. Fogo de pouca dura! – pensavam. Mas o fogo tornou-se tal que bem poderia incendiar os cedros do Líbano como tochas, para iluminarem os passos do Muito Amado percorrendo as colinas eternas. Ela imaginava a presença do Senhor de maneira material. Se lhe impunham uma maçada absorvente, ela dizia! «Esperai aqui, Senhor Jesus. Eu volto logo que termine o meu trabalho». As suas visitinhas de outrora eram substituídas pelas da Virgem Maria ou de Santa Catarina; uma águia simbolizava o evangelista S. João, em conformidade com as estampas medievais. Meditava a Paixão com tal intensidade que por vezes se formava na sua cabeça um orvalho de sangue. Um dia, tão intensa foi a oração que o sangue correu. O Senhor tomou-lho como martírio. Ela intercedia pelos seus irmãos, os homens, e, segundo o testemunho da beata Maria d’Oignies, convertia muitos pecadores e libertava muitas almas da demora no Purgatório. Para levar vida mais austera, imigrou, em 1206, para entre as cistercienses de Aywiéres, na diocese de Namur. A língua nesse mosteiro era o francês ela era flamenga. Facilitou-lhe isto levar vida de silêncio e humildade, recusando qualquer ofício importante. Mas as suas frases imperfeitas conseguiam aliviar maravilhosamente as almas. Onze anos antes de morrer perdeu a vista. Alma tão interior podia acaso afligir-se? O admirável salmo 118 diz ao Senhor: «Aparta os meus olhos da vaidade…». Deus livrava-a, com tal prova, de todo o supérfluo que prejudica a contemplação. Jejuava demorada e amorosamente, com intenções nobres, grandes e católicas, por exemplo, pela conversão dos albigenses. Um dia, convidou-a o Senhor a preparar-se para a morte, agradecendo a Deus, pedindo pelos pecadores e abandonando-se à sua vontade. trocou esta vida pela vida verdadeira, no sábado a seguir à Santíssima Trindade16 de Junho de 1246. As matinas do domingo – domingo, esse dia que todas as semanas comemora a vitória de Cristo saindo do túmulo – estavam a começar. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic.net/santoral e www.santiebeati.it


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María Teresa Scherer, Beata

María Teresa Scherer nasceu em 31 de Outubro de 1825 em Meggen (Lago dos Quatro Cantões, Suíça). Foi baptizada com o nome de Ana María Catalina. Era a quarta de sete filhos da família Scherer-Sigrist. Aos sete anos ficou órfã de pai e foi viver com uns parentes, que lhe deram uma sã educação cristã. nos tempos livres se ocupava dos trabalhos da casa e do campo. Por desejo de sua mãe, aos 16 anos entrou no hospital cantonal de Lucerna para completar sua preparação doméstica. Depois teve que ocupar-se também dos pobres e dos enfermos. Aos 17 anos foi admitida na Terceira Ordem de são Francisco e na congregação de Filhas de María. Durante uma peregrinação a Einsiedein se sentiu chamada à vida religiosa. Em 1 de março de 1845 ingressou no instituto das Religiosas Ensinadoras, que havia fundado havia pouco tempo o capuchinho P. Teodosio Florentini. No outono daquele mesmo ano fez os primeiros votos. Un año después fue enviada a Baar y luego a Oberägeri, como profesora y superiora en ambas comunidades. Fue un período de dudas y dificultades, que superó con una ascesis austera y la obediencia a su director espiritual. El año 1850 el P. Teodoro la llamó a Näfels, para que guiase el hospicio de los pobres y huérfanos. Ese mismo año el P. Teodosio fundó en Coira un pequeño hospital y encomendó a María Teresa su dirección. Ella aceptó, convencida de que el carisma del fundador abarcaba el aspecto escolar-educativo y el caritativo. El año 1856 las Religiosas Enseñantes se separaron del fundador para continuar su apostolado educativo independientemente. Sor María Teresa sufrió mucho por ello: oró, se aconsejó y finalmente comprendió que Dios deseaba se ocupase en el futuro de las obras de misericordia espirituales y corporales. En 1857 fue elegida superiora general de las «Religiosas al servicio de la escuela y de los pobres». Al lado del P. Teodosio guió el instituto de las Religiosas de la Caridad de la Santa Cruz, que se desarrolló rápidamente. A Ingenbohl llegaban continuamente peticiones, solicitando religiosas para que se ocuparan de los pobres y los huérfanos, del servicio en casas de corrección y lazaretos: eran tareas arduas, pero estaban en sintonía con el pensamiento de la madre María Teresa. Abrió hospitales y escuelas especializadas para inválidos, pero no le gustaba ver a las religiosas como responsables de empresas. Por ello se crearon tensiones con el fundador. De todas formas, estaba persuadida de que la intención del P. Teodosio era resolver la cuestión obrera con justicia y solidaridad, por lo que le ayudó todo lo posible, y a cuyo espíritu permaneció fiel aun después de su muerte, acaecida el 15 de febrero de 1865. Recibió no sólo su herencia espiritual sino también la material, teniendo que trabajar ella y sus hermanas durante años para saldar las deudas que había contraído el P. Teodosio en su apostolado social. Luchó por salvar las constituciones que había dado al instituto el P. Teodosio, aun a costa de oponerse al celo reformador de sus sucesores. La madre María Teresa era la regla viviente, pero pocos años antes de su muerte fue criticada por el modo de guiar la congregación y de observar la pobreza. Fue calumniada y soportó grandes sufrimientos físicos, que no le impidieron realizar numerosos viajes para animar a sus hijas y orientarlas a vivir según el espíritu del fundador. Falleció el 16 de junio de 1888 en el convento de Ingenbohl. Ya formaban parte del instituto 1.689 religiosas. Juan Pablo II la beatificó el 29 de octubre de 1995

aureliano-arles
Aureliano de Arlés, Santo
 
Martirológio Romano: Em Lyon, na Gália, sepultura de santo Aureliano, bispo de Arlés, o qual, nomeado vigário na Gália pelo papa Virgílio, fundou em sua cidade dos mosteiros, um masculino e outro feminino, aos que deu uma Regra própria (551).Etimologicamente: Aureliano = aquele de cor dourada, é de origem latino. Era originario de una familia aristocrática de Borgoña, cercana al poder, que jugaba un papel importante cerca de los reyes francos. San Aureliano era hijo de San Sacerdos, quien llegara a ser en 544 arzobispo de Lyon y primo hermano de San Niceto, sucesor de San Sacerdos en la sede arzobispal de Lyon. San Aureliano sucede a Auxanio en la sede de Arlés el 23 de agosto de 546. Su designación a la edad de 23 años para tan importante sede episcopal de Francia es debida tanto a sus cualidades espirituales y religiosas como a la pretensión del rey merovingio Childeberto I de tener un punto de apoyo fiable en la zona mediterránea. No es sorprendente tampoco que el nuevo arzobispo recibiera, muy poco tiempo después de su consagración, el Palio y el vicariato, manifiestamente de acuerdo a la voluntad de Childeberto I. En efecto, en 548, el papa Vigilio le nombra vicario de la Santa Sede y le otorga el Palio. En el año 547 o 548, San Aureliano funda en Arlés un monasterio masculino, por orden del rey Childeberto I, al que va a tener en gran estima. Este monasterio llamado Monasterio de los Santos Apóstoles, hoy desaparecido, es el origen de la actual Iglesia de la Santa Cruz, (Sainte-Croix en francés), del barrio de La Roquette de la ciudad de Arlés. Su primer abad fue Florentinus († 553). San Aureliano enriqueció la iglesia de este monasterio de reliquias fort précieuses y le dio una regla llena de honestidad y mortificación, de inspiración benedictina. Fundó igualmente en 547 o 548 en el interior de las murallas de la ciudad, en un lugar hoy desconocido, un monasterio femenino bajo la advocación de la Santa Virgen, dotado de la misma regla monástica que el masculino. Asistió al Concilio de Orleans el 28 de octubre de 549. Se sabe a través de Gregorio de Tours que, ese mismo año, Arlés fue golpeada por la Peste de Justiniano. Las actas de dicho concilio están firmadas en primer lugar por San Sacerdos, arzobispo de Lyon y padre de San Aureliano, y por éste último inmediatamente después.
Poco tiempo después, en 550, en el marco de la Controversia de los Tres capítulos, San Aureliano envió a Anastasio, un clérigo de su iglesia a Constantinopla para entrevistarse con el papa Vigilio para asegurarse de la veracidad de las opiniones emitidas por el papa. El 29 de abril de 550, el papa Vigilio le remitió una carta a través de su enviado. En 1308 se descubrió una inscripción sobre su tumba en la iglesia de San Niceto de Lyon en la que se indica que San Aureliano murió en esa ciudad el viernes 16 de junio de 551.




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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
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  • NOTA:

    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
  • A PARTIR DE HOJE AS PÁGINAS SERÃO NUMERADAS PELA ORDEM ABAIXO INDICADA:
    Pág. 1 – Vidas de SantosPág. 2 – O Antigo Testamento; e Pág. 3 – ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS - Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4 – A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6 – In Memoriam.


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  • Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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  • Nº 1684 - Salmos - XI DOMINGO DO TEMPO COMUM - 16 de Junho de 2013


    Nº 1684 - Salmos

    XI DOMINGO DO TEMPO COMUM


    ANO C

    16 de Junho de 2013

    Salmo 31 (32)

    Refrão

    Perdoai, Senhor
    minha culpa e meu pecado
    Perdoai, Senhor


    Salmo

    Feliz daquele a quem foi perdoada a culpa
    e absolvido o pecado.
    Feliz o homem a quem o senhor não acusa de iniquidade
    e em cujo espírito não há engano.

    Refrão





    Perdoai, Senhor
    minha culpa e meu pecado
    Perdoai, Senhor





    Salmo

    Confessei-vos o meu pecado
    e não escondi a minha culpa
    Disse: Vou confessar ao Senhor a minha falta, 
    e logo me perdoastes a culpa do pecado.


    Refrão





    Perdoai, Senhor
    minha culpa e meu pecado
    Perdoai, Senhor





    Salmo

    Vós sois o meu refúgio, defendei-me dos perigos,
    fazei que à minha volta só haja hinos de vitória
    Alegrai-vos, justos, e regozijai-vos no Senhor,
    exultai vós todos os que sois rectos de coração


    Refrão





    Perdoai, Senhor
    minha culpa e meu pecado
    Perdoai, Senhor









    ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO

    Refrão

    Aleluia, Aleluia

    Deus amou-nos e enviou o seu Filho
    como vítima de expiação pelos nossos pecados.


    Aleluia, Aleluia, Aleluia


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    Post em 16-6-13 – 9,55 h
    ANTÓNIO FONSECA