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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Novo patriarca de Lisboa pede mais preparação e compromisso dos católicos na política, sociedade e cultura | Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura

Novo patriarca de Lisboa pede mais preparação e compromisso dos católicos na política, sociedade e cultura | Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura

Abdicar do cristianismo é pôr em perigo a humanidade, diz patriarca de Lisboa, que convida ao entendimento com quem discorda da Igreja | Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura

Abdicar do cristianismo é pôr em perigo a humanidade, diz patriarca de Lisboa, que convida ao entendimento com quem discorda da Igreja | Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura

Nº 1705-3 - Encontro diário com Deus - Segunda-feira - 8 de Julho de 2013



Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com. 


Nº 1705-3


Segunda-feira - 8 de Julho de 2013


Pensamento do Dia
A pobreza carece de muita coisa; e a avareza de tudo.


Jean de La Bruyère


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Um certo clima familiar

Apesar de todas as dificuldades e diferenças, da falta de dinheiro, a família precisa de ser um lugar de felicidade.
Todos os membros de uma família necessitam de sentir vontade de voltar a casa.
Primeiramente será preciso viver a cordialidade.
Cordialidade vem de coração.
Uma família não é em primeiro lugar uma casa, mas espaço onde o coração pode se sentir bem e onde fala o coração.
Necessário que os avós possam se encontrar com os netos e falar das coisas do passado.
Fundamental que os filhos possam conviver com os pais num clima de descontracção, de ternura.
Fundamental que nesse clima familiar paire o semblante de Cristo, rei dos corações, rei da família.
E na família se serve, se perdoa, se ama.
Ali seus membros armazenam energias para serem luz do mundo e transformadores da realidade.



Frei Almir Ribeiro Guimarães, OFM
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NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:



http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1705 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - SAMUEL II - (APÊNDICES) - 8 de Julho de 2013

8 de Julho de 2013

Nº 1705 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1705
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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro de 2012, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o 
ANTIGO TESTAMENTO 
que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉJUÍZES, RUTE,– (Estes já estão…)

Faltam apenas 875 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.

  1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não! Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) .

Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1705 - 2ª Página

8 de Julho de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

SAMUEL
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Mapa antigo de Israel

2º Livro de SAMUEL



Rei David

APÊNDICES

23 - ÚLTIMAS PALAVRAS DE DAVID  -  Estas são as últimas palavras de David: 


«Oráculo de David, filho de Isaí.
Oráculo do homem que foi exaltado,
Do ungido do Deus de Jacob,
Do egrégio cantor de Israel.
O espírito do Senhor fala por mim.
A Sua palavra está na minha língua;
E o Deus de Israel falou.
O rochedo de Israel disse-me:
O justo dominador dos homens,
O dominador que teme a Deus,
É como a luz da manhã quando se levanta o sol,
Numa manhã sem nuvens,
Como erva que brota da terra depois da chuva.
Não é assim a minha morada aos olhos de Deus?
Porque Ele fez comigo uma aliança eterna.
Aliança firme e imutável.
Ele é toda a minha salvação e a minha alegria.
Os homens maus não prosperarão
Serão arrancados como os espinhos,
Que ninguém toca com as suas mãos,
Aquele que os toca, arma-se de ferro ou de uma haste de lança;
E são, por fim, queimados no fogo».


Os heróis do exército de David  -  Estes são os nomes dos heróis de David. Jesbaam, filho de Hacamoni, chefe "dos três". Foi ele que brandiu o seu machado contra oitocentos homens, matando-os de um só golpe.
Depois, deste, Eleazar, filho de Dodo, filho de Aoí. Era um dos três valentes  que estavam com David em Efes-Damim, quando os filisteus se reuniram ali para o combate. E fugindo os de Israel, ele manteve-se firme e feriu os filisteus até que a sua mão se cansou e ficou colada à sua espada. O Senhor operou naquele dia uma grande vitória. Os soldados que tinham fugido, voltaram ao lugar onde estava Eleazar, mas somente para recolher os despojos.
O terceiro foi Sema, filho de Age, o ararita. Juntaram-se os filisteus em Lequi, onde havia um campo plantado de lentilhas. E fugindo o exército diante dos filisteus, Sema postou-se no meio do campo, defendeu-o e derrotou os filisteus. O Senhor deu-lhe uma grande vitória.
Três dos trinta desceram e foram ter com David, no tempo da colheita, à gruta de Odelão, estando a tropa dos filisteus acampada no vale de Refaim. David estava então na fortaleza  e havia uma guarnição de filisteus em Belém. David com certa extravagância, exclamou: «Quem me dará de beber das águas do poço que está à porta de Belém?» No mesmo instante os três valentes penetraram no acampamento dos filisteus e tiraram água do poço, situado à porta de Belém. Trouxeram-na a David, mas ele não a quis beber, e derramou-a em libação ao Senhor, dizendo: «Longe de mim, ó Deus, fazer tal coisa! Beberia eu o sangue destes homens que para a buscar arriscaram a sua vida?» Não a quis, pois, beber. Eis o que fizeram os três heróis.
Abisai, irmão de Joab, filho de Servia, era também chefe dos Trinta. Brandiu a sua lança contra trezentos homens, e matou-os, conquistando assim grande renome entre os Trinta. Ele era o mais considerado entre os Trinta, mas não chegou a igualar-se aos Três. 
Banaías, filho de Jojada, homem de valor e rico em façanhas, natural de Cabseel, feriu os dois filhos de Ariel de Moab. Foi também ele quem desceu, num dia de neve, e matou um leão na cisterna. Feriu ainda um egípcio de alta estatura, que tinha uma lança na mão.  Banaías aproximou-se dele com um simples bastão, arrancou-lhe a lança das mãos e matou-o com a sua própria arma. Isto fez Banaías, filho de Jojada, famoso entre os heróis. Foi mais considerado que os Trinta, mas não se igualou aos Três. David fê-lo chefe da sua guarda.
Entre os Trinta contavam-se Asael, filho de Dodo, de Belém; Sema, de Harod; Elica de Herod; Heles de Falti; Hira, filho de Aces de Técua; Abieser de Anatot; Mobonai, o husatita; Samon, o aoíta; Maraai de Netofa; Herede, filho de Baana de Netofa; Etai, filho de Ribai de Gaaba dos benjamitas; Banaías de Faraton; Hedai do vale de Gaas; Abi-Albon de Araba; Azmavet de Bene-Jassen; Jonatan; Sema, o ararita; Aiam, filho de Sarar, o ararita; Elifelet, filho de Aasbai, o macatita; Elian, filho de Aquitofel de Gilo; Hersai do Carmelo; Farai de Arbi; Igaal, filho de Natan de Soba; Boni de Gad; Selec, o amonita; Naarai de Berot, escudeiro de Joab, filho de Servia; Ira de Jeter; Gaareb de Jeter; Urias, o heteu. Ao todo, trinta e sete.






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Estes são os textos do 2º Livro de “SAMUEL” do ANTIGO TESTAMENTO 


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8 de JULHO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA




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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nº 1705 - (189-13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 8 DE JULHO DE 2013 - 5º ano

Nº 1704


7 DE JULHO DE 2013



Ver Notas no final

e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1704 - (188-13) – 1ª Página

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Nº 1704 - (188-13) – 1ª Página

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E U   S O U



AQUELE   QUE   SOU

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    BEATOS GREGÓRIO GRASSI, FRANCISCO FOGOLLA, ANTÓNIO FANTOSATI –
     Estrela Ver 7 de Julho
    Gregorio Maria GrassiFrancesco FoggolaAntonino Fantosati, Santo
    e 26 companheiros
    Mártires (na China pelos Boxers em 1900)
    Estrela Ver este blogue em 8 de Junho, onde se faz descrição da morte do Beato Leão Mangin e mais 55 companheiros)
    No fim do século XIX, a China entrou numa crise grave. Não tendo querido receber a civilização moderna, não podia manter o seu lugar no mundo. O jovem imperador Kouang-Sin experimentou reformas; a velha imperatriz retomou porém a autoridade, e recomeçou a política reacionária. vendo-se incapaz de abrir guerra contra as grandes potências, excitou no povo chinês a xenofobia, ou ódio aos estrangeiros, servindo-se duma sociedade secreta já antiga, cujos membros vieram a ser chamados Boxers ou pugilistas, porque se exercitavam fisicamente dando punhadas entre si. (Ver também, a 8 de Junho, o Beato Leão Mangin e 55 companheiros). Em 1900, ela julgou ter chegado o momento de lançar os amotinadores contra os europeus, dando àqueles o apoio dos soldados. Os cristãos foram naturalmente considerados como traidores à velha China e os Boxers perseguiram-nos com o seu ódio. Felizmente, muitos vice-reis recusaram a seguir as ordens de Pequim e a perseguição não se estendeu para além das províncias da capital. Graças à intervenção das potências, durou menos de dois meses, mas foi muito sangrenta: avaliou-se o número das vítimas em 20 000, das quais 2418 nos vicariatos apostólicos confiados aos franciscanos. Foram beatificados em 1946vinte e nove, como vanguarda de tal legião de mártires. Três dentre eles sofreram o martírio em Heng- Chou-Fou e os restantes vinte e seis em Tai-Yuan-Fou, no Chan-Si. O bispo Gregório Grassi muito desenvolvera a missão do Chan-Si setentrional. Tinha ao seu lado outro prelado, Dom Francisco Fogolla. Trabalhavam também no vicariato apostólico os Padres Elias Facchini e Teodorico Balat, e o irmão André, alsaciano de grandes qualidades, em particular duma força hercúlea. Em Heng-Chou-Fou residia o vigário apostólico Dom António Fantosati (1), com os Padres Cesídio Giacomantonio (1) e José Maria Gambaro (1). Sete Missionárias de Maria tinham vindo também da Europa para fundar a missão de Tai-Yuan-Fou. Era superiora a madre Hermínia de Jesus. A este número juntaram-se ainda, todos de nacionalidade chinesa; 6 seminaristas e 8 empregados das casas dos missionários. No dia 9 de Julho de 1900, estão todos os futuros mártires reunidos e presos em Tai-Yuan-Fou. Ouve-se um ruído de gente que chega. Dom Gregório Grassi diz simplesmente: «A hora da morte chegou. Vou dar-vos a absolvição». Os Boxers estão presentes. Batem na cabeça das vítimas para os estontear e assim lhes prender as mãos atrás das costas. O Irmão André dirige-se a um deles: «Nunca me prostrei diante de nenhum chinês, vou-o fazer agora porque me vais abrir as portas do céu». E indo para a morte canta: «Louvai ao Senhor todos os povos». D. Francisco Fogolla, ferido brevemente na testa e num ombro, reclama um pouco de deferência: «Deixai que nos levantemos, depois seguiremos sem resistência». Mas os algozes instam com as vítimas dando-lhes punhadas e pauladas; algemam-nas duas a duas e levam-nas para o palácio do vice-rei, enquanto o povo grita: «À morte os diabos europeus». As religiosas cantam o Te Deum. Mais de 3 000 Boxers os esperavam. Este singular processo decorreu sem testemunhas nem advogados. Yu-Hsien, o vice-rei, aparece e dirige-se a D. Francisco: «- Há quanto tempo está na China? – Há mais de 30 anos. – Porque prejudicastes o meu povo e com que fim propagais a vossa fé? – Não prejudicamos ninguém, mas beneficiamos a muitos. Vivemos aqui para salvar almas. – Não é verdade, fizestes muito mal e vou matar-vos a todos – grita o vice-rei, lançando contra o bispo, ao qual fere duas vezes no meio do peito, berrando aos Boxers: «Matai, matai». Dá-se então o ataque e matança. Os mártires são decapitados e mutilados e, enquanto as franciscanas Missionárias de Maria levantam os véus para estender os pescoços, são trucidados o seminarista de dezasseis anos João Wang e o velho Padre Elias, recebendo o primeiro uma espadeirada na testa e o outro no peito. Arrancam-lhes o coração e acabam por lhes cortar a cabeça. Yu-Hsien mandou lançar os corpos na fossa comum. Mas no fim do ano de 1900, o vice-rei que lhe sucedeu, temendo uma expedição militar europeia, mandou desenterrar – na presença de dois chineses, um católico e outro protestante – os restos dos mártires e meteu-os em caixas, das quais uma parte foi dada a um padre que a depositou no cemitério dos Franciscanos. A 9 de Julho de 1902 foi celebrada Missa no pátio do tribunal e a 24 de Março de 1903 houve uma cerimónia de reparação, mandando as autoridades chinesas colocar duas lápides no sobredito pátio. E a 9 de Julho de 1903, realizou-se o funeral solene à custa do governo. A causa de beatificação de 1418 cristãos da China mortos pela fé foi introduzida em 1926. Para fazer chegar o processo o mais depressa possível a termo, foram escolhidos 29 nomes. Estes campeões da fé beatificou-os, a 24 de Novembro de 1946, Pio XII. As sete Franciscanas Missionárias de Maria são as primeiras beatas da Congregação, fundada em 1877 pela Madre Maria da Paixão. Do livro SANTOS DE CADA DIA , http://www.jesuitas.pt/(*) Ver ainda blogue de 6 de Julho (ontem) e os sites acima assinalados. (1) Estas biografias foram também já ontem publicadas através de http://es.catholic.net/santoral
    OS SANTOS MONGES ABRAAMITAS
    Mártires ( em 832)
    Santi Monaci Abramati
    Estes santos chamavam-se abraamitas por terem vivido num mosteiro de Constantinopla chamado de santo Abraão. Em tempo do imperador Teófilo que perseguia os que veneravam as santas imagens, mandou-lhes ordens para que lhe entregassem, umas pinturas que se guardavam no mosteiro ou que eles mesmos as arrojassem ao fogo. Os religiosos recusaram obedecer a esta ordem e, além disso, dirigiram ao imperador uma memória em que provavam vir da tradição o culto das sagradas imagens e ser conforme ao espírito da santa Igreja. O imperador enfureceu-se com a resistência, ordenando que fossem todos lançados fora do mosteiro e expulsos de Constantinopla. Uma escolta de soldados foi executar esta medida violenta, obrigando os religiosos a sair e conduzindo-os ao Ponto Euxino, sempre debaixo de custódia. Não se satisfez com isto o fanatismo ímpio de Teófilo. Deu instruções para que fossem maltratados, a fim de compreenderem quanto custava desobedecer-lhe. A soldadesca cumpriu à risca as instruções do amo, e tanto que as vitimas sucumbiram todas aos tormentos com que as afligiram. Os corpos dos santos foram destroçados no próprio lugar do holocausto, que foi a 8 de Julho de 832. Deus, porém, indicou aos cristãos o sitio das veneráveis relíquias, que recolheram com a maior devoção e a que deram honrosa sepultura, operando o Senhor por esta ocasião, prodígios para mostrar aos homens quão luminosa e a esteira deixada pelos seus santos. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de http://www.jesuitas.pt/
    Mártir
    Procopio de Cesarea, Santo
    Procópio de Cesareia, Santo
    A história do santo termina nos amanheceres do século IV. Hão saído vários decretos do imperador Diocleciano e cada versão é pior para os cristãos que o anterior. Em todo o lugar do Império se hão turvado as coisas até ao ponto de se criar um ambiente de perseguição aberta e já se fala de cárceres, cruzes, fogueiras e espadas contra os discípulos de Jesús; ao imperador lhe dão respeito porque desprezam aos deuses nacionais e prensam que acabaram pondo em perigo o fundamento de sua unidade. Por desgraça, bastantes hão sido frouxos; não hão perseverado ao chegar os tempos maus e por medo hão sacrificado aos ídolos; hão sido brandos. Procópio não há claudicado. Nasceu em Scitopolis já há alguns anos e agora vive em Jerusalém. O amor sincero ao Senhor Jesús, seu desejo de o imitar, lhe hão levado a viver bastante longe da marcha que leva o comum dos mortais que com farta frequência pensa em viver do modo mais cómodo possível, fugindo do que custa, e sendo amigos de cuidar que o estômago não sofra com privações, procurando o corpo algo mais do sono e descanso que pede, com o acrescento de conseguir todos os prazeres que à volta da esquina podem encontrar-se como oferta permanente. Assim é sua presença, fraco e seco como um asceta. Soube preparar a peleja última com a luta e o esforço diário.
    Procopio de Cesarea, Santo
    Procópio de Cesareia, Santo
    Tiene responsabilidades añadidas a la profesión de la fe cristiana. Lo han hecho Lector en la iglesia y lee con voz alta y pausada al pueblo lo que está escrito en el Libro Sagrado; como Exorcista, trata al poseso con la energía de quien tiene por el Señor el mando; le encomendó también el obispo la traducción oficial a la lengua vulgar -al arameo- los textos griegos de la Liturgia. Por la persecución que se ha iniciado, lo trasladan a Cesarea y allí comienza la encrespada lid contra los que aman al único Dios y rechazan a los ídolos de los paganos. Ante el gobernador Flaviano no tiene más palabra que negar la existencia de dioses, ni mejor actitud que negarse a ofrecer incienso a ídolos falsos y a los emperadores romanos. Así las cosas, Flaviano decide que es crimen de estado negar a las imágenes incienso y censurar la tetrarquía. Termina el episodio decapitando a Procopio. La mayor parte de los cristianos en Cesarea se ha motivado con el ejemplo. Acuden a decir a Flaviano que ellos también son cristianos y que no aceptan la imposición de llamar dioses a los falsos ídolos ni a la tetrarquía imperante en el Imperio Romano. No tenían otro modo de hacer causa común para proclamar y defender sus derechos humanos. Tantos son que el gobernador disimula, parece no oír las palabras y decide aparentar en público la claudicación de los cristianos con la simulación de que ofrecen el incienso que ni siquiera llegan a tocar las manos. Desea mantener a toda costa la apariencia del triunfo, pero quiere evitar también la masacre de los mejores y más honrados ciudadanos pacíficos. No sé por qué ni de donde forjaron los cristianos de otros tiempos más adelantados la leyenda de un Procopio extraño presentándolo como un personaje funesto, terrible perseguidor de los cristianos, convertido a lo Damasco, predicador luego como Pablo, soldado cruel en muchas batallas ganadas con una cruz que casi casi es talismán, de aventura en aventura, ladino en el tribunal y machacón testarudo ante el juez que termina mandándolo ejecutar entre tormentos tan inconcebibles como extravagantes. ¿Pretendían quizá acumular virtudes en el santo? o ¿fingirlas en la comunidad de Cesarea? Que ni lo uno ni lo otro se necesitaba es evidente. Yo prefiero quedarme con la figura sencilla del clérigo Procopio que cumple a diario su obligación de cuidar su alma y la de su gente y que, llegado el momento, muere sencillamente cumpliendo el último de sus compromisos.
    CLXVII Papa
    Eugenio III, Beato
    Eugénio III, Beato
    Nasceu em Montemagno (Itália). Chamava-se Bernardo Paganelli di Montemagno. Era monge cisterciense e abade do Mosteiro de São Vicente e Santo Atanásio. Faleceu em Tivoli, em 8 de Julho de 1153. Foi beatificado por Pio IX. Depois da morte de Lúcio II, atingido por uma pedra, Eugénio III, um humilde e ignorado monge de Cister, discípulo e amigo de São Bernardo Claraval foi o escolhido para cingir a tiara papal, sendo consagrado em 18 de fevereiro de 1145, no Mosteiro de Farfa, a quarenta quilómetros de Roma. São Bernardo, sabendo que havia muita agitação depois da morte do pontífice anterior, escreveu uma carta ao Colégio Cardinalício e, que dizia: «Deus vos perdoe. Que fizestes? Congo vos voltastes para um homem rústico que vivia escondido e, obrigando-o a largar a foice e a enxada, o arrastastes para o palácio e, alçando-o à cátedra, o revestis de púrpura e seda e lhe cingis a espada para juiz das nações? Não havia entre vós algum dotado de ciência e experiência a quem viesse melhor tudo isto? Parece certamente ridículo escolher um homenzinho andrajoso para presidir sobre os príncipes, mandar nos bispos e dispor de reinos e impérios. Ridículo, ou antes «milagre»? Depois, com a confiança que lhe dava o ter sido seu antigo mestre espiritual, escreve ao novo pontífice cinco cartas admiráveis, classificadas como “a sua obra suprema, verdadeiro diploma do papado”. Não seria fácil o pontificado de Eugénio III, com a euforia republicana, apoiado por Arnaldo de Brescia, enquanto em Roma os palácios dos magnates eram incendiados e pilhados. Impedido e entrar em São Pedro pelo novo senado, que pretendia destitui-lo de qualquer poder civil, Eugénio III refugiou-se em Viterbo durante oito meses. Nessa altura, São Bernardo ajuda-o escrevendo aos Romanos: «Porque provocais contra vós o rei da terra e o senhor do Céu, de modo tão intolerável e irracional, atacando sacrilegamente a sagrada Sé Apostólica? Vossos pais submeteram o orbe ao jogo da vossa urbe, e vós fazeis da vossa urbe o ludibrio e a fábula do orbe, expulsando o herdeiro de Pedro da cidade de Pedro».- De nada serviu a carta de São Bernardo, pois os Romanos continuavam contra ele. Eugénio III desloca-se, então, a França, onde Luís XVII preparava a II Cruzada pregada por Bernardo de Claraval, à qual dá o seu apoio e colaboração. De regresso a Roma, consegue que os camponeses de Campânia cortem o abastecimento de víveres a Roma e o Senado vê-se obrigado a capitular com cedências de ambas as partes. Vigoraria a nova constituição republicana, mas o povo e o senado jurariam fidelidade ao papa, aceitando a soberania pontifícia e não ultrapassando os seus poderes meramente municipais. Em dezembro de 1145Eugénio III regressa a Roma, sendo bem recebido pelo povo e clero. Pouco depois, Arnaldo de Brescia, rival de São Bernardo, incita as multidões contra o papa, e Eugénio III, sentindo-se inseguro, dirige-se de novo para França em princípios de 1147. Em 1148 reúne um grande sínodo em Reims, que condena algumas heresias contra a natureza divina e a encarnação do Verbo. Em Novembro de 1149 entre em Roma com o apoio das tropas sicilianas, mas, não conseguido impor-se às ideias de Arnaldo de Brescia, vê-se coagido a retirar-se até 1153, quando, com o apoio de <Frederico I, o Barba Roxa, que sucedera a Conrado III, consegue o regresso definitivo. Piedoso, desprendido e sofredor, Eugénio III suscitou a devoção popular e, muito depois da sua morte, Pio IX confirma-lhe o culto em 1872. No pontificado de Eugénio III há um facto relevante para os Portugueses. Quando um contingente de cruzados anglo-normandos, flamengos e alemães se dirigia por mar para a Terra Santa, em mais uma cruzada, tiveram de aportar ao Rio Douro. Depois, chegados a Lisboa, auxiliaram D. Afonso Henriques na sua luta contra os mouros e, no dia 25 de Outubro de 1147, seria conquistada para a fé cristã aquela que seria a futura metrópole de um reino donde saíram contingentes de missionários e marinheiros que, mais do que cruzados, alargaram as fronteiras do cristianismo e deram novos mundos ao mundo. Do livro “O PAPADO – 2000 anos de Cristianismo”, do Círculo de Leitores. Ver também www.es.catholic e www.sasntiebeati.it
    CIX Papa
    Adriano III, Santo
    Adriano III, Santo
    Nasceu em Roma. Era monge beneditino. Morreu, perto de Modena, em 7 de Setembro de 885. Tem a sua festa a 8 de Julho. Tinha o nome de Agapito, mas quando ascendeu ao pontificado em 19 de Maio de 884 resolveu mudá--lo para Adriano (o terceiro papa do mesmo nome), seguindo o que já tinha sido feito pelo papa João II (533-535), que antes da eleição se chamava Mercúrio e foi o primeiro a adoptar esta mudança de nome que, mais tarde, todos os papas seguiram. Viveu em contínuo sobressalto no seu breve pontificado, pois a luta dos diversos ducados italianos permitia a ameaça contínua dos sarracenos. Resistiu aos pedidos de Basílio, imperador de Bizâncio, a favor do patriarca Fócio, já excomungado, e foi duro nas relações com o Sacro Império Romano-Germânico, contrariando Carlos, o Gordo, que pretendia que fosse necessária a sua autorização para a eleição de um papa. Perante a insistência aceitou o convite para ir à Dieta de Worms, convocada por Carlos, o Gordo, para resolver a sucessão ao trono imperial. Adriano partiu para França e em Nonantole, perto de Módena, faleceu, sendo sepultado no mosteiro da cidade. Pouco tempo depois da sua morte foi proclamado santo, mas a sua canonização foi impugnada, até que em 2 de Dezembro de 1891, o seu culto foi reconhecido pelo papa Leão XIII, que decretou que em todos os dias 7 de Setembro se celebrasse uma missa dupla, pelos clérigos de Roma e de Modena.Do livro “O PAPADO – 2000 anos de Cristianismo”, do Círculo de Leitores. Ver também www.es.catholic e www.sasntiebeati.it
    Esposos Mártires
    Aquila y Priscila (Prisca), Santos
    Aquila e Priscila (Prisca), Santos
    O pouco que sabemos sobre Aquila e Priscila procede da Sagrada Escritura. Ambos eram discípulos de São Paulo. Como seu mestre, viajaram muito e mudaram com frequência de lugar de residência. A primeira vez que nos falam deles os Actos dos Apóstolos (18:1-3), acabavam de partir de Itália, pois o imperador Cláudio havia publicado um decreto pelo que proibia aos judeus habitar em Roma. Aquila era um judeu originário do Ponto. Ao sair de Itália, se estabeleceu em Corinto com sua esposa, PriscilaSão Paulo foi a visitá-los ao chegar de Atenas. Ao ver que Aquila era, como ele, fabricante de tendas (pois todos os rabinos judeus tinham um oficio), decidiu viver com eles durante sua estadia em Corinto. Não sabemos se São Paulo os converteu então à fé ou ei já eram cristãos desde antes. Aquila e Priscila acompanharam São Paulo a Éfeso; aí ficaram, enquanto que o Apóstolo prosseguia sua viagem. Durante a ausência do Apóstolo, instruíram a Apolo, um judeu de Alexandria "muito versado nas Escrituras", que havia ouvido falar do Senhor a uns discípulos do Baptista. Durante sua terceira viagem a Éfeso, São Paulo se alojou em casa de Aquila e Priscila, onde estabeleceu uma igreja. O Apóstolo escreve: "Saúda a Priscila e Aquila e à igreja de sua casa." E acrescenta umas palavras de gratidão por todo o que haviam feito: "Meus colaboradores em Jesus Cristo, que expuseram a vida por salvar-me. Graças lhes sejam dadas, não só de minha parte, mas de parte de todas as igrejas dos gentios." Estas palavras se acham na epístola de São Paulo aos romanos, o qual prova que Aquila e Priscila haviam voltado a Roma e tinham também aí uma igreja em sua casa. Mas cedo voltaram a Éfeso, pois São Paulo lhe envia saudações em sua carta a Timóteo. O Martirológio Romano afirma que morreram na Ásia Menor, mas, segundo a tradição, foram martirizados em Roma. Uma lenda muito posterior relaciona a Santa Priscila com o "Titulos Priscae", quer dizer, com a igreja de Santa Prisca no Aventino.
    Bispo e Mártir
    Quiliano, Santo
    Quiliano, Santo
    Em Herbipoli (hoje Würzburg), cidade de Austrásia, santo Quiliano, bispo e mártir, natural de Irlanda, desde onde viajou a esta região para pregar o Evangelho, e em que, por velar diligentemente para que se observasse nela a vida cristã, foi martirizado (s. VII ex.). Quiliano era um monge irlandês. No ano 686, antes ou depois de recebia a consagração episcopal, partiu a Roma com onze companheiros, e o Papa Conon o encarregou pregar o Evangelho em Franconia (Baden e Baviera). O santo, assistido pelo sacerdote Colmano e o diácono Totnano, converteu e batizou a numerosos pagãos em Würzburg. Entre ditos convertidos figurava o duque da cidade, Gosberto. Uma biografia medieval narra na forma seguinte o martírio de San Quiliano: O duque havia contraído matrimónio com Geilana, a viúva de seu irmão. San Quiliano lhe indicou que tal matrimónio era inválido, e o duque prometeu separar-se de Geilana; mas esta, enfurecida, aproveitou a ausência de seu esposo, que havia partido a uma campanha militar, para que seus esbirros decapitassem aos três prisioneiros. Consta com certeza que Quiliano, Coimano e Totnano evangelizaram realmente a Franconia e a Turíngia oriental e que foram mártires. O culto de San Quiliano existiu na Irlanda, assim como nas dioceses de Würzburg, Viena e algumas outras.
    Presbítero e Fundador
    Pedro Vigne, Beato
    Pedro Vigne, Beato
    Pedro Vigne nasceu em 20 de Agosto de 1670 em Privas (França), pequena cidade muito marcada ainda pelas consequências das guerras de religião do século anterior, entre católicos e protestantes. Seu pai Pedro Vigne, honrado comerciante em têxtil, e sua mãe, Francisca Gautier, casados na Igreja Católica, hão feito baptizar a seus cinco filhos na paróquia católica de Santo Tomás de Privas. Duas filhas morreram muito cedo. Pedro e seus dois irmãos mais velhos, João Francisco e Eleonora, vivem com seus pais numa relativa comodidade. Aos 11 anos, Pedro é chamado pelo Cura da paróquia para firmar como testemunha as actas paroquiais de Autismo, matrimónio e sepultura. Después de haber recibido una educación e instrucción de buen nivel, al final de su adolescencia, de repente su vida está transformada por la toma de conciencia de la presencia de Jesucristo en la Eucaristía. Esta experiencia le orienta definitivamente hacia Jesús que entrega su vida en la Cruz por nuestro amor y que, por la Eucaristía, no cesa de darse a todos. En 1690 entra en el seminario sulpiciano de Viviers. Ordenado sacerdote, el 18 de Septiembre de 1694, en Bourg Saint Andéol, por el obispo de Viviers, está destinado como coadjutor a Saint Agrève. Durante seis años ejerce allí su ministerio sacerdotal en amistad con su párroco y en cercanía con los fieles. Siempre atento para discernir a través de los acontecimientos la voluntad del Señor sobre su vida, se siente llamado a vivir otra cosa. Al principio su itinerario espiritual parece ser un poco vacilante, pero se hará cada vez más firme y seguro. Su deseo de ser misionero entre la gente sencilla le decide a entrar en la Congregación de los Lazaristas, en Lyon, en 1700. Allí recibe una sólida formación a la pobreza y a las «misiones populares» y empieza a recorrer pueblos y ciudades con sus compañeros para evangelizar al pueblo cristiano. En 1706 deja voluntariamente a los Lazaristas. Más que nunca le mueve la pasión de las almas, sobre todo la gente de los pueblos y caseríos. Después de un breve tiempo de búsqueda, su vocación se delinea con firmeza y adquiere un rumbo firme. Pedro será «misionero itinerante», aplicando su propio método pastoral a la vez que somete siempre su ministerio a la autorización de sus superiores jerárquicos. Incansablemente, y durante más de treinta años, recorre, andando o a caballo, los caminos del Vivarais, del Dauphiné y más aún. Para hacer conocer, amar y servir a Jesucristo se enfrenta con el cansancio de los viajes y el rigor del clima. Predica, visita a los enfermos, catequiza a los niños, administra los sacramentos y va hasta llevar a hombros «su» confesionario para estar siempre dispuesto a ofrecer la misericordia de Dios. Celebra la Misa, expone al Santísimo, enseña a los fieles a adorar. María, «Hermoso sagrario de Dios entre los hombres» tiene también un lugar de predilección en su oración y enseñanza. En el transcurso de una de sus misiones, en 1712, llega a Boucieu le Roi cuya topografía le permite levantar un Vía Crucis. Con la ayuda de los feligreses de la zona construye 39 estaciones que, a través del pueblo, el campo y la montaña, enseñan a los cristianos a seguir a Jesús desde la Cena hasta Pascua y Pentecostés. Boucieu va a ser su residencia, fuera de las misiones. Allí reúne a algunas mujeres que encarga de «acompañar a los peregrinos» del Vía Crucis para ayudarles a meditar y a orar. Es allí que funda la Congregación de las Hermanas del Santísimo Sacramento. El 30 de Noviembre de 1715, en la iglesia, les entrega la cruz y el hábito religioso. Les invita a hacer turnos para adorar a Jesús presente en la Eucaristía, y a vivir juntas fraternalmente. Les confía la tarea de enseñar a la juventud. Atento a la necesidad de instruir a los niños para darles la oportunidad de acceder a la fe y adoptar comportamientos cristianos, Pedro Vigne abre escuelas y crea un seminario de «Regentas», modo de llamar entonces a las maestras de escuela. Una vida tan intensa necesita apoyos. Cuando el Padre Pedro va a Lyon para comprar, nunca deja de ir a casa de sus antiguos maestros de San Sulpicio para encontrar a su confesor y a su director espiritual. Atraído pronto por la espiritualidad eucarística de los Sacerdotes del Santísimo Sacramento, fundados por Monseñor d´Authier de Sisgaud, el 25 de Enero de 1724, en Valence, le admiten como cofrade en esta sociedad sacerdotal y beneficia de su ayuda espiritual y temporal. A la vez que asume el acompañamiento de su joven Congregación, Pedro Vigne continúa sus viajes apostólicos y, para prolongar los frutos de sus misiones también escribe libros: reglamentos de vida, obras de espiritualidad y sobre todo las «meditaciones sobre el libro más hermoso que es Jesucristo sufriendo y muriendo en la Cruz». El vigor de este caminante de Dios, la intensidad de su actividad apostólica, sus largas horas de adoración, su vida de pobreza, testimonian no solo de una robusta constitución física sino de un amor apasionado por Jesucristo que amó a los suyos hasta el extremo (cf. Jn 13, 1). Sin embargo, a los 70 años acusa los efectos del cansancio. En el transcurso de una misión en Rencurel, en las montañas del Vercors, un fuerte malestar le obliga a interrumpir su predicación. A pesar de todos sus esfuerzos para celebrar aún la Eucaristía y exhortar a los fieles a vivir el amor a Jesús, se da cuenta que su fin se acerca, expresa todavía su inmenso ardor misionero y entra en profunda oración. Un sacerdote, y dos Hermanas llegadas rápidamente, acompañan sus últimos momentos. El 8 de Julio de 1740 se reúne con Aquel que tanto amó, adoró y sirvió. Su cuerpo fue transportado a Boucieu donde descansa aún en la pequeña iglesia. Fue beatiricado el 3 de octubre de 2004. Reproduzido com autorização de Vatican.va
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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
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  • NOTA:

    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
  • A PARTIR DE HOJE AS PÁGINAS SERÃO NUMERADAS PELA ORDEM ABAIXO INDICADA:
    Pág. 1 – Vidas de SantosPág. 2 – O Antigo Testamento; e Pág. 3 – ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS - Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4 – A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6 – In Memoriam.


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