OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

Imagens e Frases de Natal Religioso

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

EXPOSIÇÃO DE MINIATURAS DO PORTO - 8 de Agosto de 2013

Hoje, ou melhor, ontem dia 7,  reparei que no meu correio, vinha um e:mail enviado por Margarida Castro no qual referia uma exposição de miniaturas da cidade do Porto (monumentos e não só) que se encontra em curso, no Centro Colombo, em Lisboa. Levado pela curiosidade, fui ver e verifiquei que as fotos ali insertas, eram da Estação de S. Bento, no Porto e não do Centro Colombo em Lisboa. O texto que acompanha as fotos na maior parte provém de Rúben Ribeiro, que tem um blogue MOESCOR, no qual se referiu também a esta exposição. No fim do texto, a D. Margarida Castro, faz também algumas perguntas sobre quem terá levado a exposição para Lisboa, dando a entender que terá sido alguma organização que terá contactado D. Ana Furtado e o Sr. João Pestana, para o efeito. Sinceramente também desconheço quem será o responsável por essa exposição. Entretanto e, porque estou interessado e, também porque D. Margarida identificou o blogue de Rúben Ribeiro e o meu igualmente - o que agradeço - resolvi transcrever aqui mesmo o texto que editei há mais de um ano sobre a exposição na Estação de S. Bento (e que talvez responda a algumas perguntas da D. Margarida)




Exposição de Miniaturas de Monumentos do Porto – 27 de Junho de 2012


Local da Exposição: Estação de S. Bento
(O armazém onde está a exposição, situa-se do lado esquerdo, de quem entra, ao fundo, junto do túnel, e está assinalado com setas e com algumas cartazes com fotos de alguns monumentos)
Funciona de segunda a sexta-feira, da parte da tarde.
Preço de entrada: 2 €uros
Tem também Artesanato para venda…
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Meus Amigos Portuenses (e não só):

No passado dia 14  do corrente, tive oportunidade de editar aqui um pequeno texto sobre uma Exposição de miniaturas de Monumentos da cidade do Porto (e de algum mobiliário urbano) que está patente num dos armazéns atualmente sem utilização por parte do seu proprietário que é a CP – (antiga) Companhia dos Caminhos de Ferro de Portugal, situado na Estação de S. Bento, no lado esquerdo – para quem entra – muito perto do Túnel.
Essas miniaturas foram feitas à escala, durante os tempos que tinha livre e durante alguns anos, por um antigo funcionário do Banco de Portugal (já falecido) de seu nome Agostinho Conceição Gonçalves Teixeira, com uma paciência e paixão infinitas deu corpo à execução de obras de arte, cheias de pormenor, representando muitos dos monumentos, como Igreja dos Clérigos com a respectiva Torre (ex-libris do Porto), antiga Cadeia da Relação (onde hoje se situa o Centro Português de Fotografia), Sé Catedral e Paço Episcopal com o respectivo Terreiro e Pelourinho, Estação de S. Bento (com comboios…), o antigo Palácio de Cristal que foi arrasado e substituído pelo “cogumelo” que hoje ali está, a antiga Ponte Pênsil antecessora da Ponte D. Luís I, várias Igrejas e Capelas e Casas de Quintas (do Viso, etc.) e além de quiosques, sanitários, presépios, e muitos outros. Não estão ali patentes, porque foram adquiridos pela sua entidade patronal, os antigo (Largo de S. Domingos) e o atual (Praça da Liberdade) edifícios, respectivamente onde esteve e está a sede Banco de Portugal.
Não está também ali presente toda a sua obra, porque algumas das peças terão sido adquiridas, por pessoas que nelas estavam interessadas, e outras embora existam, não estão de todo em condições para ser mostradas, porque se deterioraram com o decorrer do tempo, e, também porque após a sua morte, não houve quem se interessasse a sério para as conservar e têm andando praticamente perdidas ou alojadas em locais desconhecidos.
Um grupo de pessoas anónimas, encontrou estas peças algures num desses locais, limpou-as, recuperou com essa limpeza este espólio e resolveu arranjar um local para as mostrar. Esse local é precisamente a Estação de S. Bento que alugou aquele espaço. Não têm patrocinador mas conseguiram fazer uma série de fotos de algumas dessas miniaturas e colocaram-nas desde a entrada da Estação sinalizando com setas no chão, o caminho para o local da exposição. Aguardam feedbackpor parte da Comunicação Social (Imprensa, Rádio e TV) sobre a exposição, para a dar a conhecer ao público, mas infelizmente até agora não foi conseguida qualquer contacto (o que é de lamentar…). Apenas a Associação Cultural Amigos do Porto, na sua Circular nº 4/2012 – Junho/Julho, se dignou mencionar ali uma pequena referência em texto, acompanhada de 3 fotos (a preto e branco) da Torre dos Clérigos, Cadeia da Relação e Palácio de Cristal – o que de certo modo ajuda um pouco a divulgar esta exposição. Também eu, e pese embora o facto deste blogue não ser porventura lido por muita gente, resolvi fazer-lhe referência com mais algumas fotos (a cores) para chamar a atenção de mais algumas pessoas que porventura aqui passem.
Estão à espera que as pessoas apareçam para verem e apreciarem estas obras que VALE A PENA.
A entrada é de apenas 2 €uros. Quem quiser pode fotografar e adquirir também algum artesanato representativo da cidade do Porto. A exposição está aberta todos os dias, de Segunda a Sexta-feira, da parte de tarde.
A seguir e conforme já fiz no passado dia 14, anexo algumas das fotos que recolhi através de Telemóvel (agora em tamanho um pouco maior), mas nada substitui o gosto de ir ver IN LOCO as referidas Miniaturas.
  AF.

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António Fonseca
NOTAEste texto é de minha inteira responsabilidade e não foi encomendado por ninguém. Eu pessoalmente e por motu-próprio, é que entendi fazer esta referênciaAF
http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1715-3 - Encontro diário com Deus - 8 de Agosto de 2013




Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com. 



Nº 1715-3

8 de Agosto de 2013


Pensamento do Dia

Quem não sabe agradecer também não sabe amar.


Jeremias Gotthelf


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Coisas grandes e incríveis  ó Senhor, nos concedeste.  
Mínimo e insignificante  pedes que sacrifiquemos.  
Uma vocação especial nos deste,  a que não podemos fugir, se quisermos generosamente viver o amor total. 
Santificado seja o teu nome, e não o nosso. 
Venha a nós o teu reino, e não o nosso. 
Faça-se a tua vontade, e não a nossa. 
Tu, nosso Deus, nós , tuas criaturas. 
Tu, presente e actuante em nós, para que os outros Te encontrem em nós.
Faze-nos abrir caminhos, caminhos para Ti e para os outros. 
Tem-nos em teu amor, para que tenhamos os outros no nosso. 
Amemo-nos, irmãos, e alegremo-nos pela graça de servirmos ao Reino; 
Não nós, Senhor, não nós, Tu, porém, em nós e nos outros. 
Por Jesus Cristo, ao qual seja dada honra e glória por todos os séculos dos séculos. Ámen.



Dag Hammarskjold
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NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:



http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1715 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - I REIS - (3) - 8 de Agosto de 2013


Nº 1715 - (199-13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 8 DE AGOSTO DE 2013 - 5º ANO

Nº 1715


8 DE AGOSTO DE 2013



Ver Notas no final

e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1715 - (199-13) – 1ª Página

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Nº 1715 - (199-13) – 1ª Página

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E U   S O U



AQUELE   QUE   SOU

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SANTOS AUXILIADORES

Designa-se por este nome um grupo de 14 Santos particularmente célebres pela eficácia da sua invocação. Foi, na Alemanha, no século XV, que surgiu a ideia de lhes prestar culto duplo: individual, na data do calendário; e colectivo, que hoje era celebrado. Representam-se muitas vezes os 14 em grupo.

São os seguintes que se reconhecem respectivamente:

S. JORGE (23 de Abril)

É conhecido pelo dragão que ele subjuga. Invoca-se nas doenças de pele. É patrono dos guerreiros, com São Sebastião e São Maurício.
S. BRÁS (3 de Fevereiro)

É conhecido pelas duas velas cruzadas. É invocado nas afecções de garganta; e nas doenças dos animais na Rússia. Protege também os cardadores.


S. ERASMO ou TELMO (14 de Abril)

É conhecido pelas entranhas enroladas à volta dum cabrestante. É invocado nas doenças dos intestinos. Os marinheiros, e homens do mar em geral, tê-no como patrono.

S. PANTALEÃO - (27 de Julho)

É conhecido pelas duas mãos pregadas. Invocado nos enfraquecimentos; é o patrono dos médicos com São Lucas, São Cosme e São Damião. É também padroeiro da cidade do Porto.

S. VITO ou GUIDO (15 de Junho)

É conhecido pela sua cruz. Invocado contra a coreia (dança de São Vito), a letargia,  a mordedura de animais venenosos e cães danados.

S. CRISTÓVÃO (25 de Julho)

É conhecido pelo Menino Jesus que leva aos ombros. É invocado nos furacões, tempestades, tempos de peste e para evitar acidentes de viagem.


S. DINIS ou DIONÍSIO (9 de Outubro)

É conhecido pela cabeça que tem na mão. É invocado contra as possessões diabólicas.


S. CIRÍACO (8 de Agosto)

É conhecido pelo seu hábito de diácono. Invocado nas doenças dos olhos e possessões do demónio.

S. ACÁCIO (8 de Maio)

É conhecido pela sua coroa de espinhos. É invocado nas doenças da cabeça.

S. EUSTÁQUIO (20 de Setembro)

É conhecido pelo veado e equipagem de caça. Recorre-se à sua intercessão para conseguir a preservação do fogo eterno, ou temporal.

S. EGÍDIO ou GIL (1 de Setembro)

É conhecido pela sua cógula beneditina e a sua corça. É invocado contra o pânico, a loucura e os medos nocturnos.

S. MARGARIDA ou MARINHA (20 de Julho)

É conhecida pelo dragão que ela segura por cadeias. É invocada nas doenças dos rins e pelas mulheres que estão para ser mães. 


S. BÁRBARA (4 de Dezembro)

É conhecida pela torre e pelo cibório encimado pela hóstia. É invocada contra o raio e a morte repentina.

S. CATARINA (25 de Novembro)

É conhecida pela roda quebrada. A sábia conselheira é invocada pelos estudantes  pelos filósofos cristãos, pelos oradores, advogados, etc.


DOMINGOS, Santo
Fundador (1170-1221)

 
Domingo de Guzmán, Santo

Domingo de Guzmán, Santo



Nasceu São Domingos em Caleruega, província de Burgos e diocese de Osma, a 24 de Junho de 1170, e morreu a 6 de Agosto de 1221. O pai, Félix de Gusmão, queria entusiasmá-lo pelas armas; o menino preferia porém andar com a mãe, Joana de Aza, grande esmoler, e com os clérigos e monges.
Trazendo-o ela ainda no seio materno, teve uma espécie de visão ou sonho,. em que viu um  cão com uma tocha segura na boca, em atitude de pegar fogo ao mundo inteiro.  Visitou ela o vizinho sepulcro de São Domingos de Silos e foi-lhe lá revelado pressagiar aquele sonho a vocação do menino que ela iria dar à luz.
Assim foi, com efeito. A missão de São Domingos foi como a do fogo que tudo abrasa e ilumina. Vocação de luz e de amor. A Igreja dizia dele, na leitura do Oficio, que foi «varão de peito e espírito apostólicos, sustentáculo da fé, trombeta do Evangelho  luz do mundo, resplendor de Cristo, segundo precursor (sucedendo a São João Baptista) e grande provisor de almas».
Um tio seu, arcipreste, cuidou-lhe desce os seis anos da educação. Aos 14 foi para a Universidade de Palência, onde completou os estudos humanísticos,  aprendeu filosofia e penetrou nos mistérios da teologia. «As verdades que entendia, diz o seu primeiro biógrafo, graças à facilidade do seu espírito  regava-as com o orvalho dos afectos piedosos, para que germinassem os frutos da salvação. A sua memória enchia-se-lhe como celeiro  de abundância de riquezas divinas, e as suas acções revelavam no exterior o tesouro sagrado que lhe enchia o peito».
Gostava da austeridade e da caridade, como virtudes predilectas desde os seus anos juvenis. Lera que os anacoretas não provavam o vinho e começou a imitá-los. Dando-se uma carestia geral, privou-se daquilo que mais estimava - os livros e pergaminhos -, tudo vendendo para socorrer os pobres. Outra vez, ofereceu-se para tomar o lugar dum cativo que estava em poder dos mouros, pois esse infeliz era o ganha-pão da família.
Terminados os estudos, transferiu-se para Osma, onde foi nomeado cónego deão do cabido. Em 1203, realizou com o seu bispo uma longa viagem até à Dinamarca, em serviço do rei de Leão, Afonso IX. Em Tolosa aconteceu-lhe um desses factos que iluminam a vida dum homem: passa a noite a discutir e a instruir o dono da pensão, e consegue convertê-lo à verdadeira fé. Esta primeira viagem fica sendo a revelação do apóstolo dos hereges Albigenses.
A viagem pela Europa abriu-lhe os horizontes do seu apostolado. Da Dinamarca seguiu para Roma, em 1204, para obter do papa licença para evangelizar ba tribo bárbara dos Cumanos, nos confins do mundo germânico  Inocêncio III orientou-o todavia para a conversão dos Albigenses que infestavam todo o Sul de França. E começa nova fase de sete anos. A pregação da verdade e a austeridade de vida realizaram verdadeiros milagres. 
«Jesus Cristo, dizia um poeta, iluminou-lhe o coração e o corpo, e encheu-o de graça. Quando as gentes chegam em tropel para se contemplarem no seu rosto, sucede-lhes como quando forcejam por olhar o Sol, tão vermelho e brilhante ele é. Os homens bons do país gozam e orgulham-se com ele; os maus, porém, os que têm o coração malvado e perverso, morrem de inveja diante dele».
Domingos foi íman das almas boas e sinceras. Senhoras ilustres houve que a tudo renunciaram para obedecer-lhe até à morte. Assim nasceu, em Proille, o primeiro convento de dominicanas.
Numa ermida dedicada à Santíssima Virgem, recebeu a revelação do Rosário, segundo uma tradição imemorial (Ver 7 de Outubro).
Em Tolosa nasceu a primeira casa dos Irmãos Pregadores, em 1215. O hábito deles foi o de cónego que usava São Domingos: túnica branca, roquete simples e capa negra com capuz. Em 1218 mostrou Nossa Senhora ao Beato Reginaldo de Orleães o escapulário branco como distintivo do hábito dominicano; e desde então pôs-se de lado o roquete.
Em 1215 São Domingos foi a Roma para o IV Concilio Lateranense. Durante a sua estada na Cidade Eterna, teve esta visão:  Nosso Senhor Jesus Cristo, sentado num trono de juiz, empunhava três lanças em atitude de arremessá-las sobre o mundo; Maria Santíssima intercedia e apresentava a seu Filho, como meios para a conversão do mundo, dos homens; num deles reconheceu-se Domingos a si mesmo; mas o segundo não sabia quem era até que, na manhã seguinte, se encontrou numa das basílicas com São Francisco de Assis. E os dois Santos abraçaram-se como irmãos.
Domingos regressou, cheio de alegria, a Tolosa, para meditar e escrever as Constituições da sua Ordem, Depois de tudo aprovado pelos seus primeiros companheiros, voltou a Roma, onde estava o papa Honório III. Com, bula de 1215, o Papa confirmou a nova Ordem e, no principio do ano seguinte  concedeu-lhes o título de Pregadores. Começou Domingos o seu ministério oficial pelo palácio do papa, onde pregou naquela Quaresma de 1217, explicando as Cartas de São Paulo, com satisfação plena do Papa, que então criou o cargo de Mestre do Sacro Palácio
Por este tempo, estando em oração, viu Domingos os Santos Apóstolos Pedro e Paulo que lhe apresentavam um cajado e um livro  dizendo: «Vai e prega, que esta é a tua missão». Desde essa altura  sempre trouxe consigo o Evangelho de São Mateus e as Epístolas de São Paulo; e andava com um bastão.
Voltou a França e a 15 de Agosto de 1217, recebeu a profissão solene dos seus primeiros companheiros, 16 que se juntavam a Domingos; sete espanhóis, oito franceses e um inglês,  que se dispersaram depois pelos dois primeiros países aludidos. O Fundador transferiu-se para Roma.
De lá governava, pregava e saía constantemente em correrias apostólicas pela Itália, Franca e Espanha. Deus concedeu-lhe o que tão ardentemente tinha pedido nas suas aspirações juvenis; esta a sua oração,  como no-la conserva um dos discípulos:
«Senhor, dignai-vos conceder-me uma caridade verdadeira, um zelo capaz de procurar a salvação do próximo, para, consagrando-me todo, e com todas as minhas forças, à conversão dos pecadores, chegar a ser verdadeiramente um membro d'Aquele que se ofereceu inteiramente a seu Pai para salvar os homens».
A morte surpreendeu-o em Bolonha. Humilde até à última hora, fez confissão geral diante dos irmãos presentes. Naquele momento, pôde dar graças a Deus de ter conservado intacta a brancura da sua pureza. Ao amortalhá-lo, tiraram a cadeia de ferro que lhe cingia o corpo e com que se disciplinava. O seu corpo conserva-se na mesma Bolonha, numa capela e num mausoléu de mármore,  maravilhas de arte. Foi Domingos canonizado por Gregório IX em 1234.

MARIA MARGARIDA DO SAGRADO CORAÇÃO, Beata
Fundadora (1863-1921)

María Margarita del Sagrado Corazón (María Ana Rosa Caiani), Beata

María Margarita del Sagrado Corazón (María Ana Rosa Caiani), Beata


Natural de Poggio de Caiano (Itália), veio à luz do dia a 2 de Novembro de 1863. Na devida altura, seus pais matricularam-na numa escola particular, que ela frequentou com grande proveito durante três anos. A menina ia assim crescendo em idade, ciência e piedade,  que se alimentava diariamente com a santa missa e comunhão, apesar da igreja ficar longe de casa.
Esta vida de genuína piedade cristã levou-a ao amor do próximo. Visitava os doentes e preparava os agonizantes para o desenlace final. A morte e a doença também bateram à porta de sua casa. Em 1884 perdeu repentinamente o pai. Sete anos depois, morreu-lhe a mãe. Seu irmão Gustavo foi vítima de prolongada doença que ela acompanhou com fraternal desvelo e caridade sobrenatural.
Enriquecida com tão sólidas virtudes, era natural que sentisse vocação para a vida consagrada. E assim, em 1893, aos trinta anos, bateu às portas dum mosteiro de beneditinas, mas decorrido um mês regressou a casa, convencida de que não tinha vocação para a vida de clausura,. O seu coração inclinava-a para o apostolado directo  com as almas. Por esta razão entregou-se ao trabalho de ensinar e educar as crianças da sua terra.
Com uma companheira, a 19 de Setembro de 1894, abriu uma escola onde se ensinava o catecismo e as letras. Dois anos depois  juntaram-se-lhe mais duas jovens dispostas a levar o mesmo teor de vida. Desta forma, a obra, que nascera na pobreza e simplicidade, começou a crescer. Em 1901 a Serva de Deus redigiu umas Regras ou Constituições, que foram aprovadas pelo Bispo de Pistoia, e inscreveu a nascente família das Irmãs Mínimas do Sagrado Coração na Terceira Ordem Franciscana.
A 15 de Dezembro de 1902 vestiu o hábito com cinco companheiras, tomando o nome de Irmã Maria Margarida do Sagrado Coração. A 17 de Outubro de 1905 fez a profissão perpétua. Estavam, portanto, lançados os alicerces de uma nova família religiosa, que iria desenvolver-se prontamente. Em 1910 já se estendia por várias dioceses. Em Outubro de 1915 realizou-se o primeiro Capitulo Geral e a Irmã Maria Margarida foi eleita Superiora vitalícia.
Dotada de bondade, humildade, caridade e amor materno,  governou o Instituo com sabedoria e prudência.  Dizia às suas Filhas: «A glória é pata Deus, a utilidade para o próximo e o trabalho para nós». Recomendava-lhes com frequência que rezassem muito pela santificação do clero.
Preocupou-se mais com a solidez do Instituto do que com o seu crescimento,  cuja finalidade é a educação da juventude, a assistência aos doentes nos hospitais e em casa, o cuidado dos anciãos em pensionatos e casa de repouso. As suas religiosas cooperam ainda nos trabalhos apostólicos das paróquias e nas obras sociais das missões. Em 1977 o Instituto contava 60 casas e 606 professas em Itália, Egipto e Israel.
A Serva de Deus teve de passar pelo cadinho das provações, mas nunca perdeu a paz interior. A 8 de Agosto de 1921, com 58 anos incompletos, partiu para os braços do Pai.
Na homilia da beatificação, a 23 de Abril de 1989, o santo Padre elogiou a Bem-aventurada com estas palavras:
«O poder da mensagem da caridade foi compreendida por Maria Margarida Caiani, mediante a contemplação de Cristo e do seu Coração trespassado. À luz do amor divino que se reviu no Divino Salvador, Margarida aprendeu a servir os irmãos entre a gente humilde da sua terra da Toscana, e quis ocupar-se dos mais necessitados, dos últimos: as crianças marginalizadas, os meninos do campo, os anciãos e os soldados vítimas da guerra, internados nos hospitais militares..
AAS 78 (1986) 948-53; DIP I, 1695-6; L'OSS. ROM. 30.4.1989.
No site www.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL figuram ainda

 
Maria de la Cruz (María Elena MacKillop), Santa
Maria de la Cruz (María Elena MacKillop), Santa

Fundadora de las Hermanas de San José y del Sagrado Corazón

Martirologio Romano: En Sydney, en Australia, Santa María de la Cruz (María Elena) Mac- Killop, virgen, que fundó la Congregación de las Hermanas de San José y del Sagrado Corazón, y la dirigió entre múltiples fatigas y vejaciones. ( 1909)

Fecha de canonización: 17 de octubre de 2010, durante el pontificado de S.S. Benedicto XVI


María Helena MacKillop nació en Fizroy, Melbourne (Australia), el 15 de enero de 1842.

Fue bautizada seis semanas después. Su padre, Alejandro, había estudiado en Roma para el sacerdocio pero, a la edad de 29, justamente antes de la ordenación dejó los estudios y decidió emigrar a Australia. Llegó a Sydney en 1838. Su madre, Flora MacDonald, dejó Escocia y llegó a Melbourne en 1840.

Ellos se casaron en Melbourne el 14 de julio de y durante su matrimonio tuvieron ocho hijos: María Helena (1842-1909), Margaret (Maggie) 1843-1872, John 1845-1867, Annie 1848-1929, Lexie (Alexandrina) 1850-1882, Donald 1853-1925, Alick que murió con tan sólo 11 meses de edad y Peter 1857-1878.

Donald se haría sacerdote Jesuíta y trabajaría entre los aborigenes en el territorio norteño, y Lexie se hizo monja.

María, la mayor de los niños, fue educada por su padre y en escuelas privadas. Ella recibió su Primera Comunión el 15 de agosto de 1850 con tan sólo 9 años. En febrero de 1851 Alejandro MacKillop hipotecó su granja y sus herramientas de trabajo y sustento para realizar un viaje a Escocia, mismo que duró unos 17 meses. A lo largo de su vida él fue un padre y marido amoroso, pero lo suyo no era el campo por lo que nunca fue capaz de hacer progesar su granja. Durante muchas oportunidades la familia debió sobrevivir con los pequeños ingreos que los niños podían conseguir.

María empezó a trabajar a la edad de catorce años como empleada en Melbourne y después como maestra en Portland. Para mantener a su necesitada familia aceptó un trabajo como institutriz en 1860 en Penola al sur de Australia. Su trabajo consistía en cuidar y edudar a los niños. Siempre que le era posible estaba dispuesta en ayudar a los pobres, y comenzó a cuidar a los niños de las otras granjas del estado de Cameron. Esto le hizo entrar en contacto con el Padre Julián Tenison Woods, quien era el párroco del territorio Sur Este desde su ordenación sacerdotal en 1857.

Woods siempre había estado muy preocupado por la falta de educación y, particularmente, la poca formación católica en el sur de Australia. Cuando él inició con su escuela fue elejido Director de Educación, y pronto se volvió, junto con María, en el fundador de las Hermanas de San José que enseñarían en sus escuelas.

María se quedó durante dos en Penola antes de aceptar un trabajo para enseñar a los niños en Portland, Victoria. Luego habrío su propio internado, Bayview House, y pudo reunirse con el resto de su familia.

Mientras ella enseñaba en Portland, el Padre Woods, invitó a María y a sus hermanas Annie y Lexie, a ir a Penola para abrir una escuela católica allí. Esa escuela fue inaugurada en 1866 en un establo, mismo que fue adecuado por los hermanos de María, y donde luego las MacKillops comenzaron a educar a más de cincuenta niños.

En 1867 María se convirtió en la primera Hermana, y madre superiora, de la Orden de las Hermanas de San José recientemente creada, y se mudó al convento en Grote Street Adelaide.

Dedicada a la educación de los niños del pobres, fue la primer orden religiosa en ser fundada por australianos. Las reglas escritas a por el Padre Woods y María para las Hermanas vivir hacían énfasis en la pobreza, una dependencia total a la Divina Providencia, no podrían tener propiedades personales confiando siempre en que Dios proporcionaría lo necesario, y las Hermanas irían dondequiera que les necesitaran. Las reglas fueron aceptadas por el Obispo Sheil. A finales de 1867 otras diez Hermanas se habían unido a la Orden.

La Madre María MacKillop murió el 8 de agosto de 1909 y fue enterrada en el Cementerio Gore Hill. Después de su entierro las personas comenzaron a tomar tierra de los alrededores de su tumba, por lo que sus restos fueron exhumados y se transferidos, el 27 de enero de 1914, a una bóveda próxima al altar de la Madre de Dios en la nueva Capilla en Mount Street Sydney. La bóveda fue un regalo de Joanna Barr Smith una presbiteriana amiga de toda la vida y admiradora de la obra de la santa.

Después de su muerte, las Hermanas de San José continuaron con el programa de educación y en 1911 se abrió una nueva escuela en Terowie.

Casi cien años después de la muerte de María MacKillop, las Hermanas todavía están trabajando en muchos pueblos en el Sur de Australia, incluyendo Aldgate en Adelaide Hills.

María fue Beatificada por el Papa Juan Pablo II el 19 de enero de 1995.

Bonifacia Rodríguez Castro, Santa
Virgen y Fundadora, 8 de agosto
 
Bonifacia Rodríguez Castro, Santa
Bonifacia Rodríguez Castro, Santa

Fundadora de las Siervas de San José

Martirologio Romano: En la ciudad de Zamora, en España, Santa Bonifacia Rodríguez Castro, virgen, que fundó la Congregación de las Siervas de San José, para promover cristiana y socialmente a la mujer mediante la oración y el trabajo, según el ejemplo de la Sagrada Familia (1905).

Fecha de canonización: 23 de octubre de 2011 por el Papa Benedicto XVI

Bonifacia Rodríguez Castro es una sencilla trabajadora que, en medio de lo cotidiano, se abre al don de Dios, dejándolo crecer en su corazón con actitudes auténticamente evangélicas. Fiel a la llamada de Dios, se abandona en sus brazos de Padre, dejándole imprimir en ella los rasgos de Jesús, el trabajador de Nazaret, que vive oculto en compañía de sus padres la mayor parte de su vida.

Nace en Salamanca (España) el 6 de junio de 1837 en el seno de una familia artesana. Sus padres, Juan y María Natalia, eran profundamente cristianos, siendo su principal preocupación la educación en la fe de sus seis hijos, de los cuales Bonifacia era la mayor. Su primera escuela es el hogar de sus padres, donde Juan, sastre, tenía instalado su taller de costura, por lo que Bonifacia lo primero que ve al nacer es un taller.

Terminados los estudios primarios, aprende el oficio de cordonera, con el que comienza a ganarse la vida por cuenta ajena a los quince años, a la muerte de su padre, para ayudar a su madre a sacar adelante la familia. La necesidad de trabajar para vivir configura desde muy pronto su recia personalidad, experimentando en carne propia las duras condiciones de la mujer trabajadora de la época: horario agotador y exiguo jornal.

Pasadas las primeras estrecheces económicas, monta su propio taller de “cordonería, pasamanería y demás labores”, en el que trabaja con el mayor recogimiento posible e imita la vida oculta de la Familia de Nazaret. Tenía gran devoción a María Inmaculada y a san José, devociones de suma actualidad después de la proclamación del dogma de la Inmaculada Concepción en 1854 y de la declaración de san José como patrono de la Iglesia universal en 1870.

A partir de 1865, fecha del matrimonio de Agustina, única de sus hermanos que alcanza la edad adulta, Bonifacia y su madre, que se habían quedado solas, se entregan a una vida de intensa piedad, acudiendo todos los días a la cercana Clerecía, iglesia regentada por la Compañía de Jesús.

Un grupo de chicas de Salamanca, amigas suyas, atraídas por su testimonio de vida, comienzan a acudir a su casa-taller los domingos y festivos por la tarde para verse libres de las peligrosas diversiones de la época. Buscaban en Bonifacia una amiga que las ayudara. Juntas deciden formar la Asociación de la Inmaculada y san José, llamada después Asociación Josefina. Adquiere así el taller de Bonifacia una clara proyección apostólica y social de prevención de la mujer trabajadora.

Bonifacia se siente llamada a la vida religiosa. Su gran devoción a María hace que su corazón vaya acariciando el proyecto de hacerse dominica en el convento salmantino de Santa María de Dueñas.

Pero un acontecimiento de trascendental importancia va a cambiar el rumbo de su vida: el encuentro con el jesuita catalán Francisco Javier Butinyà i Hospital, natural de Bañolas-Girona (1834-1899), que llega a Salamanca en octubre de 1870 con una gran inquietud apostólica hacia el mundo de los trabajadores manuales. Para ellos estaba escribiendo “La luz del menestral, o sea, colección de vidas de fieles esclarecidos que se santificaron en profesiones humildes”. Atraída por su mensaje evangelizador en torno a la santificación del trabajo, Bonifacia se pone bajo su dirección espiritual. A través de ella Butinyà entra en contacto con las chicas que frecuentaban su taller, la mayor parte también trabajadoras manuales. Y el Espíritu Santo le sugiere la fundación de una nueva congregación femenina, orientada a la prevención de la mujer trabajadora, valiéndose de aquellas mujeres trabajadoras.

Bonifacia le confía su decisión de hacerse dominica, pero Butinyà le propone fundar con él la Congregación de Siervas de san José, a lo que Bonifacia accede con docilidad. Juntamente con otras seis chicas de la Asociación Josefina, entre ellas su madre, da inicio en Salamanca, en su proprio taller, a la vida de comunidad el 10 de enero de 1874, momento muy conflictivo en la vida política del país.

Tres días antes, el 7 de enero, el obispo de Salamanca, D. Joaquin Lluch i Garriga, había firmado el Decreto de Erección del Instituto. Catalán como Butinyà, natural de Manresa-Barcelona (1816‑1882), desde el primer momento había secundado con el mayor entusiasmo la nueva fundación.

Se trataba de un novedoso proyecto de vida religiosa femenina, inserta en el mundo del trabajo a la luz de la contemplación de la Sagrada Familia, recreando en las casas de la Congregación el Taller de Nazaret. En este taller las Siervas de san José ofrecían trabajo a las mujeres pobres que carecían de él, evitando así los peligros que en aquella época suponía para ellas salir a trabajar fuera de casa.

Era una forma de vida religiosa demasiado arriesgada para no tener oposición. En seguida es combatida por el clero diocesano de Salamanca, que no capta la hondura evangélica de esta forma de vida tan cercana al mundo del trabajo.

A los tres meses de la fundación Francisco Butinyà es desterrado de España con sus compañeros jesuitas y en enero de 1875 el obispo Lluch i Garriga es trasladado como obispo a Barcelona. Bonifacia se ve sola al frente del Instituto a tan sólo un año de su nacimiento.

Los nuevos directores de la comunidad, nombrados por el obispo entre los sacerdotes seculares, siembran imprudentemente la desunión entres las hermanas, algunas de las cuales, apoyadas por ellos, comienzan a oponerse al taller como forma de vida y a la acogida de la mujer trabajadora en él. Bonifacia Rodríguez, fundadora, que encarnaba con perfección el proyecto que había dado origen a las Siervas de san José, no consiente cambios en el carisma definido por el P. Butinyà en las Constituciones.

Pero el director de la Congregación, aprovechando un viaje de Bonifacia a Girona en 1882, efectuado para establecer la unión con otras casas de Siervas de san José que Francisco Butinyà había fundado en Cataluña a su vuelta del destierro, promueve su destitución como superiora y orientadora del Instituto.

Humillaciones, rechazo, desprecios y calumnias recaen sobre ella para hacerla salir de Salamanca. La única respuesta de Bonifacia es el silencio, la humildad y el perdón. Sin una palabra de reivindicación o protesta, deja que se impriman en ella los rasgos de Jesús, silencioso ante quienes lo acusaban (Mt 26, 59-63).

Como solución al conflicto, Bonifacia propone al obispo de Salamanca, D. Narciso Martínez Izquierdo, la fundación de una nueva comunidad en Zamora. Aceptada jurídicamente por él y por el obispo de Zamora, D. Tomás Belestá y Cambeses, Bonifacia sale acompañada de su madre camino de esta ciudad el 25 de julio de 1883, llevando en su corazón el Taller de Nazaret, su tesoro. Y en Zamora le da vida con toda fidelidad, mientras en Salamanca comienzan las rectificaciones a un proyecto incomprendido.

Bonifacia, cordonera, en su taller de Zamora, codo a codo con otras mujeres trabajadoras, niñas, jóvenes y adultas,

— teje la dignidad de la mujer pobre sin trabajo, “preservándola del peligro de perderse” (Decreto de Erección del Instituto. 7 de enero de 1874),

— teje la santificación del trabajo hermanándolo con la oración al estilo de Nazaret: “así la oración no os será estorbo para el trabajo ni el trabajo os quitará el recogimiento de la oración” (Francisco Butinyà, carta desde Poyanne, 4 de junio de 1874),

— teje relaciones humanas de igualdad, fraternidad y respeto en el trabajo: “debemos ser todas para todas, siguiendo a Jesús” (Bonifacia Rodríguez, primer discurso, Salamanca, 1876).

La casa madre de Salamanca se desentiende totalmente de Bonifacia y de la fundación de Zamora, dejándola sola y marginada, y, bajo la guía de los superiores eclesiásticos, lleva a cabo modificaciones en las Constituciones de Butinyà para cambiar los fines del Instituto.

El 1 de julio de 1901 León XIII concede la aprobación pontificia a las Siervas de san José, solicitada por la casa madre, quedando excluida la casa de Zamora. Es el momento cumbre de la humillación y despojo de Bonifacia, lo es también de su grandeza de corazón. No recibiendo contestación del obispo de Salamanca, D. Tomás Cámara y Castro, llevada por su fuerza de comunión, se pone en camino hacia Salamanca para hablar personalmente con aquellas hermanas. Pero al llegar a la Casa de santa Teresa le dicen: “tenemos órdenes de no recibirla”, y se vuelve a Zamora con el corazón partido de dolor. Sólo se desahoga mansamente con estas palabras: “No volveré a la tierra que me vio nacer ni a esta querida Casa de santa Teresa”. Y de nuevo el silencio sella sus labios, de modo que la comunidad de Zamora sólo después de su muerte se entera de lo ocurrido.

Ni siquiera este nuevo rechazo la separa de sus hijas de Salamanca y, llena de confianza en Dios, comienza a decir a las hermanas de Zamora: “cuando yo muera”, segura de que la unión se realizaría cuando ella faltase. Con esta esperanza, rodeada del cariño de su comunidad y de la gente de Zamora que la veneraban como a una santa, fallece en esta ciudad el 8 de agosto de 1905.

El 23 de enero de 1907 la casa de Zamora se incorpora al resto de la Congregación.

Cuando su vida se apaga, escondida y fecunda como grano de trigo echado en el surco, Bonifacia Rodríguez deja como herencia a toda la Iglesia:

— el testimonio de su fiel seguimiento de Jesús en el misterio de su vida oculta en Nazaret,

— una vida trasparentemente evangélica,

— y un camino de espiritualidad, centrado en la santificación del trabajo hermanado con la oración en la sencillez de la vida cotidiana.

Fue beatificada por S.S. Juan Pablo II el 9 de noviembre de 2003.

Reproducido con autorización de Vatican.va

Una intercesión milagrosa para su canonización:

El milagro que impulsa la canonización de la Madre Bonifacia Rodríguez de Castro es la inexplicable curación del congoleño Kasongo Bavon. Este joven llegó a un hospital de las Siervas de San José en la región de Katanga afectado de peritonitis tífica con perforación intestinal con posterior peritonitis plástica y fístula enterocutánea, una enfermedad que lo mantenía al borde de la muerte. El enfermo fue operado y, contra toda esperanza, se curó de forma «rapidísima, perfecta y duradera», según el informe de la causa de canonización. Para los médicos que han estudiado el caso, la sanación de Kasongo Bavon no puede explicarse con la ciencia. Las religiosas del hospital, el médico que le operó y todo el personal sanitario del centro afirman que pidieron la intercesión de la Madre Bonifacia para conseguir su curación. Bavon, que hoy tiene 41 años, goza de una excelente salud. 
María del Niño Jesús Baldillou y compañeras, Beatas
Mártires Escolapias, 8 de agosto
 
María del Niño Jesús Baldillou y compañeras, Beatas
María del Niño Jesús Baldillou y compañeras, Beatas

Religiosas Mártires

Martirologio Romano: En Valencia, España, beatas María del Niño Jesús Baldillou y Bullit y sus compañeras, vírgenes del Instituto de las Hijas de María de las Escuelas Pías y mártires, que, en la persecución contra la fe, salieron gloriosamente al encuentro de Cristo, su Esposo, martirizadas por la violencia de los enemigos de la Iglesia (1936).
María del Niño Jesús Baldillou y Bullit
Nació en Balaguer (Lérida), el 6 de febrero de 1905. Allí transcurrió su infancia y juventud. En 1924 ingresó en el noviciado escolapio de Masnou (Barcelona), donde profesó el 18 de abril de 1927 a los 22 años de edad. Ya en el noviciado dio muestras de una virtud poco común y de una obediencia esmeradísima. Destinada al colegio de Valencia, en esta casa permaneció hasta su muerte, ocupada en los oficios domésticos. Tanto para la comunidad como para las niñas fue modelo de vida totalmente entregada al Señor, en la sencillez y alegría de la cotidiana educación. Joven a los 31 años, el 8 de agosto de 1936, el Señor la encontró preparada para su encuentro con Él, en las playas del Saler (Valencia)

Presentación de la Sagrada Familia (Pascalina) Gallén y Martí
Era natural de Morella (Castellón). Nació el 20 de noviembre de 1872, en un hogar profundamente cristiano. Dios lo bendijo con cuatro hijas y las cuatro fueron religiosas: una Hija de la Caridad y tres Escolapias. Junto con su hermana Josefa, hicieron el noviciado en San Martín de Provensals (Barcelona), y allí profesaron el 30 de Agosto de 1892. Tras siete años en el colegio de Olesa de Montserrat fue destinada al colegio de Valencia; en este colegio estuvo el resto de su vida, sembrando la Buena Nueva del Reino entre las niñas confiadas a su apostolado. Fue un modelo constante para sus hermanas de comunidad: sencilla y modesta, humilde y servicial. Y como recompensa, a los 64 años, Dios la invitó al supremo sacrificio de amor, el 8 de agosto de 1936.

María Luisa de Jesús Girón y Romera
Nació en Bujalance, (Córdoba) el 25 de agosto de 1887. Fue alumna del colegio de Bujalance. Ingresó en el noviciado de Carabanchel (Madrid), en el 1916, y profesó el 31 de marzo de 1918. La mayor parte de su vida escolapia la pasó en Cuba. De 1934 a 1936, entre las niñas valencianas, derrochando simpatía con su característico gracejo andaluz. Siempre se la vio alegre y jovial, con la sonrisa en los labios y una serenidad que admiraba a sus hermanas. En varias ocasiones comentó que no le importaría morir mártir. Y el Señor escuchó sus deseos a sus 49 años de edad y 18 de profesión religiosa, un caluroso 8 de agosto de 1936, en las playas valencianas del Saler.

Carmen de San Felipe Neri (Nazaria) Gómez y Lezaun
Natural de Eulz (Navarra), nació el 27 de julio de 1969. Sintió la llamada del Señor e ingresó en el noviciado de Carabanchel (Madrid), donde profesó el 8 de septiembre de 1895. Ese mismo día destinada al colegio de Valencia. Encargada de la portería durante 41 años, vivía intensamente la vida escolapia y sabía hermanar el trabajo y la oración. Afable y sonriente, supo transformar aquella portería bulliciosa, por el constante ir y venir de las alumnas y sus familiares, en una Betania, donde se recreaba el Señor, que le acompañaba siempre. Su vida fue unja preparación continua, y ante la llamada apremiante del Señor, el 8 de agosto de 1936, supo responder con heroísmo, a los 67 años de edad, junto a sus otras cuatro hermanas escolapias.

Clemencia de San Juan Bautista (Antonia) Riba y Mestres
Nació en Igualada (Barcelona), el 8 de octubre de 1893. Alumna del colegio igualadino escolapio se distinguió por su aplicación y simpatía natural. Sintió pronto el deseo de abrazar la vida religiosa, pero no pudo realizar sus deseos hasta el 31 de mayo de 1919, fecha de su profesión religiosa. Después de una breve estancia en el juniorato de Zaragoza, fue destinada al colegio de Valencia. Las hermanas que convivieron con ella aseguraban que todas la querían: las superioras hallaban en ella un descanso y consuelo, las hermanas un corazón amplio, siempre dispuesto a hacer el bien; y las alumnas una madre. En la playa del Saler trocó la vida terrena por el cielo, cuando contaba 41 años de edad.

M. María Baldillou, M. Presentación Gallén, M. Mª Luisa Girón, M. Carmen Gómez, y M. Clemencia Riba formaban parte de la comunidad escolapias de Valencia. Dada la situación persecutoria y antirreligiosa en la ciudad, el 19 de julio de 1936, buscaron refugio en un piso de la calle de San Vicente, cerca del colegio. Allí pasaron días calamitosos. El 8 de agosto de 1936, a las cinco de la mañana, fue asaltada la vivienda por unos milicianos. Habían sido denunciadas y debían declarar en el Gobierno Civil. Un coche las esperaba a la puerta. Peor no fueron llevadas al Gobierno Civil, sino a la playa del Saler, donde al amanecer de ese mismo día, sellaron con su sangre su vida de fidelidad al Señor, y en la ciudad del Turia recibieron la palma del martirio.

Seducidas por Cristo - Maestro vivieron entregadas a la educación, bajo el lema calasancio "Piedad y Letras". Fueron vidas sencillas, ejemplares, empapadas de bienaventuranzas y sonrisas, que sembraron entre las niñas y jóvenes los frutos de su madurez y de sus experiencias pedagógicas, hasta derramar su sangre por amor. Mujeres fieles y prudentes, humildes y fuertes como buenas hijas de Santa Paula Montal, vivían con sencillez y amor, entregadas totalmente a la educación de las niñas y jóvenes, a la promoción de la mujer, sin intervenir, ni mezclarse para nada en la política, agitada y hostil a la iglesia.

Porque eran discípulas de Cristo, derramaron su sangre, con serenidad y paz, glorificando a Dios con la profesión de su fe y perdonando a los que las injuriaban y asesinaban. Estas Mártires Escolapias, ofreciéndose en holocausto al Señor, son el testimonio más elocuente de su amor a Cristo y un estímulo real para la Escuela Pía y para la iglesia en general, en su vida de seguimiento de Jesús.

Fueron solemnemente Beatificadas, el 11 de marzo de 2001, por el Papa Juan Pablo II en la Plaza de San Pedro como parte de un total de 233 mártires por su fe.

Juan Felton, Beato
Mártir Laico, 8 de agosto
 
Juan Felton, Beato
Juan Felton, Beato

Mártir Laico

Martirologio Romano: En Londres, en Inglaterra, beato Juan Felton, mártir, que fijó en público la sentencia de excomunión lanzada por el papa san Pío V contra la reina Isabel I y, por este motivo, fue despedazado cruelmente junto a la iglesia de San Pablo, mientras invocaba el nombre del Salvador, consumando así gloriosamente su martirio (1570).

El santoral encierra sus sorpresas. Muchas veces tenemos la idea de que es sólo un monótono e interminable desfile de religiosos y religiosas que se santificaron entre las cuatro paredes de su convento. Pero de vez en cuando nos encontramos con que figuran en los altares, expuestos a la veneración de los fieles, quienes, mientras estuvieron en la tierra, participaron de nuestro mismo género de vida y como nosotros contrajeron un día matrimonio y vieron alegrado su hogar con la sonrisa de un nuevo ser.

Así, por ejemplo, nos ocurre en este día 8 de agosto. El Beato Juan Felton es un ejemplar de santidad seglar, de hombre que en medio del mundo, sin apartarse de él, cultiva las virtudes domésticas, crea un hogar cristiano y sabe luchar con viril entereza por la fe católica que profesa.

Juan Felton pertenecía a la nobleza inglesa, era gentilhombre de una vieja familia de Norfolk, en la costa sudeste de Inglaterra, pero vivía en Southwark, cerca del monasterio cluniacense de Bermondsey. Cuando llegó la hora de formar un nuevo hogar, Juan puso sus miradas en una mujer también noble, unida con personal amistad a la reina Isabel de Inglaterra. Lejos estaban los dos novios, cuando contrajeron matrimonio, de pensar que poco tiempo después Juan habría de ser cruelmente inmolado a causa de aquella reina que tanta simpatía demostraba por la joven esposa.

La vida del matrimonio se desarrollaba plácida. Ambos, íntimamente compenetrados, vivían la paz de su hogar, cultivando las virtudes cristianas. Dios les bendijo enviándoles un niño, a quien pusieron el nombre de Tomás, y que un día habría de imitar, soportando también el martirio, a los veinte años de edad, el precioso ejemplo que le había dado su padre.

Pero... llega el año 1570 y la angustia que con algunas alternativas habían venido sintiendo los católicos ingleses desde la triste separación que Enrique VIII impuso a Inglaterra respecto a la Iglesia, llegó a su colmo. Contra los consejos de moderación que, pese a la leyenda, consta históricamente que Felipe II dio insistentemente, el enérgico papa San Pío V se decidió a dar el paso definitivo: por la bula Regnans in excelsis, promulgada el 25 de febrero de 1570, lanzaba la excomunión "contra Isabel, pretendida reina de Inglaterra, y contra sus partidarios". El problema de la fidelidad a su reina y de la fidelidad, al mismo tiempo, a la Iglesia quedaba en rojo vivo para todos los católicos ingleses.

La historia nos da a conocer el furor de la reina al saber esta decisión del Papa. Preludiando lo que tantas veces habría de intentarse, en las más diversas épocas y en los más diferentes países, la reina intenta por todos los medios impedir que la bula sea conocida.

Se produce entonces un gesto de audacia. El 25 de mayo de aquel año alguien, antes de que amanezca, se atreve a clavar la bula en la puerta del obispo de Londres. El audaz católico que tal gesto de valentía tuvo se llamaba Juan Felton.

No estaba solo. Le había ayudado en su empresa un tal Lorenzo Webb, doctor en ambos Derechos. Pero Webb supo desaparecer a tiempo. En cambio, a Felton le esperaba el tremendo castigo por su atrevimiento.

En efecto, los policías dirigieron sus pasos hacia la casa de un hombre de leyes, bien conocido como católico, que habitaba en Lincoln´s Inn, un barrio del Londres de entonces. Un registro a fondo les permitió encontrar una copia de la bula. Puesto en interrogatorio el dueño de la casa, consiguen arrancarle el nombre de quien se la proporciono: Juan Felton. Rápidamente vuelan a su casa de Bermondsey y le detienen.

Desde el primer momento se intentó dar al asunto un giro político. Querían a toda costa que Juan confesara que había actuado bajo la influencia política de España, pues bien sabido es que el protestantismo inglés tuvo en su nacimiento una verdadera obsesión antiespañola. Por tres veces fue interrogado, y por tres veces contestó Juan con heroica firmeza que en manera alguna había actuado por otro móvil que no fuera el estrictamente religioso.

Por fin, el 8 de agosto fue entregado al verdugo. Mientras caminaba hacia el lugar de la ejecución, iba recitando los salmos penitenciales. Pronto dieron vista al patíbulo, que había sido levantado precisamente en la misma puerta en la que él había puesto la bula el 25 de mayo. El mártir no pudo contener un estremecimiento al contemplar el patíbulo, pero inmediatamente se rehizo y declaró rotundamente:

—Sí, he sido yo quien puso ahí la carta del Papa contra la pretendida reina. Y ahora estoy dispuesto a morir por la fe católica.

Tuvo un gesto verdaderamente magnífico. Frente al empeño que tenían sus verdugos de hacer de aquel asunto algo puramente político, él quiso separar rotundamente los dos aspectos: moría por la fe católica, y nada tenía contra la reina, fuera de su actitud religiosa. Por eso, con gesto elegante, de auténtico noble, se quitó de su dedo un anillo y rogó que se lo llevaran a la reina como un regalo suyo, personal.

Hecho esto, se arrodilló y rezó el Miserere, encomendando su alma a Dios. Después quedó a disposición del verdugo.

Conocida es la inaudita crueldad que Inglaterra usó con los católicos. A Juan Felton le correspondió el ser descuartizado. Entonces se produjo algo que hemos oído muchas veces en labios de los santos como si fuera una amplificación poética, pero que en este caso tuvo una realidad, testificada por quienes presenciaron el tormento. A medida que le iban descuartizando, Juan continuaba su oración. Y en el momento en que le arrancaban el corazón se le oyó invocar el nombre de Jesús.

Había muerto Juan cual corresponde a un modelo y espejo de hombre católico; ejercitando de una parte la virtud de la fortaleza, no sólo en su valentía al atreverse a dar publicidad de aquella manera a la bula de San Pío V, sino también en la serenidad y valor sobrehumano demostrado en su atroz martirio. Y ejercitando también otra virtud auténticamente viril: la grandeza de ánimo, con la que fue capaz de enviar un obsequio, desde el patíbulo, a la misma reina que le condenaba.

Quedaban en la tierra su viuda y su hijo. Como hemos dicho, Tomás, que al morir su padre contaba dos años, murió dieciocho años después también mártir por su fidelidad a la Santa Sede.

El Beato Juan Felton fue objeto de culto y, por fin, beatificado "equivalentemente", es decir, confirmado su antiguo culto por el papa León XIII en 1886.

Cruz Laplana y Laguna, Beato
Obispo y Mártir, 8 de agosto
 
Cruz Laplana y Laguna, Beato
Cruz Laplana y Laguna, Beato

Obispo y Mártir

Nació en Casa Alonso de Plan, (Huesca) 3 de mayo de 1875. A la edad de once años escogió la carrera eclesiástica. Estuvo en el Seminario de Barbastro. Cursó tres años de Derecho canónico y uno de Teología en la Universidad Pontificia de Zaragoza. Se ordenó presbítero el 25 de septiembre de 1898.

Desde 1902 a 1912 ejerció la docencia en el Seminario conciliar de Zaragoza. Fue ecónomo de Caspe y luego párroco de San Gil, en la capital metropolitana. El 30 de noviembre de 1921, la Santa Sede le nombró obispo de la diócesis de Cuenca /España), teniendo lugar la consagración episcopal en la basílica del Pilar el 26 de marzo del año siguiente por el cardenal Juan Soldevilla y Romero tomando posesión de su diócesis.

Tras el fracasado golpe de estado, Cuenca fue fiel al gobierno republicano por obra del teniente coronel Francisco García de Ángela, a los pocos días después con la llegada de milicianos anarquistas mandados por Cipriano Mera, empiezan a producirse los desmanes. En la tarde del 20 hizo explosión una bomba en la puerta del palacio episcopal. A partir del 28 de julio los acontecimientos se precipitan y el obispo es obligado a dejar su residencia en compañía de su mayordomo Manuel Laplana y de su familiar Fernando Español, bajo custodia de milicianos, al Seminario convertido en cárcel.

El 7 de agosto, a medianoche se presentan un grupo de siniestros pistoleros, haciendo subir a un autobús al obispo y a Fernando Español. Monseñor Laplana dijo:

«Si es preciso que yo muera por España, muero a gusto. Ya voy preparado y confesado».

El autobús después de recorrer los cinco kilómetros que separaban a la ciudad del kilómetro 5 de la carretera de Villar de Olalla, pasado el puente de la Sierra, el cabecilla del piquete Emilio Sánchez Bermejo, les hizo bajar del vehículo. El obispo Laplana levantó la mano para bendecirles, pronunciando las siguientes palabras:

«Yo os perdono y desde el cielo rogaré por vosotros».

Una bala le atravesó la palma y se le incrustó en la sien. Murió de sotana y con las insignias episcopales, ya que cuando lo detuvieron se negó en redondo a vestirse de paisano. Simultáneamente caía acribillado su sobrino y secretario, Fernando Español. Fueron sepultados al día siguiente en una fosa común del cementerio de Cuenca.

Beatificado junto con otros 497 mártires más en Roma, la jornada del 28 de octubre del 2007.

Fernando Español Berdié, Beato
Presbítero y Mártir, 8 de agosto
 
Fernando Español Berdié, Beato
Fernando Español Berdié, Beato

Presbítero y Mártir


Nació en Anciles, Diócesis de Barbastro y Provincia de Huesca, el 11 de octubre de 1875.

Un día de 1921, cuando D. Fernando vivía feliz en su parroquia de Grustau, recibió una carta de D. Cruz Laplana en que le decía: “¿Quieres compartir conmigo la cruz que el Señor ha echado sobre mi?”. Y a la invitación para acompañarle como familiar al Obispado de Cuenca, contestó D. Fernando aceptando la participación en la cruz y renunciando a su vida feliz como cura de almas en una aldea. Como Canónigo de Cuenca y como familiar del Sr. Obispo, así como sacerdote y hombre, D. Fernando era exacto y aún riguroso consigo mismo en el cumplimiento de sus deberes. El principio de su conducta fue siempre el amor y el temor de Dios. Siempre fue leal hasta la muerte al Sr. Obispo, a la Iglesia y a los demás.

Beatificado junto con otros 497 mártires más en Roma, la jornada del 28 de octubre del 2007.

Antero Mateo García, Beato
Laico Mártir, 8 de agosto
 
Antero Mateo García, Beato
Antero Mateo García, Beato

Mártir Laico

Antero Mateo García, nació en Va1devimbre (León), el 4 de marzo de 1875, primogénito de nueve hermanos. Fue bautizado el 6 de marzo con los nombres de Antero Marcelino Lucio y confirmado el 24 de mayo de 1887. Contrajo matrimonio con Manuela Trabadelo Malagón el 27 de enero de 1902 y se estableció por razo­nes de trabajo en Cembranos (León), pero tuvo que emigrar a Barcelona en 1916 y se empleó en los Ferrocarriles del Norte. Junto con su esposa, ingresó en la orden seglar dominicana y fue miembro de la "Adoración Nocturna". En algunas peregrinaciones a Lourdes hizo de camillero para los enfermos y ejercitaba la virtud de la caridad visitando a los necesitados. Padre de ocho hijos, uno de los cuales fue Dominico y una Carmelita Descalza.

En julio de 1936 sometieron su hogar a un registro. El 6 de agosto se desplazó a la estación barcelonesa de Francia para esperar a su esposa y a la hija Carmelita que llegaban de Valencia con otras religiosas más; lo detuvieron, aunque sus familiares lograron la libertad al cabo de unas horas. Recibió orden de incorporarse a su trabajo habitual en la estación de ferrocarril, llamada del Norte, pero el 8 de agosto no regresó ya al hogar. Al anochecer, un grupo de milicianos lo sacó violentamente de la dependencia donde prestaba servicio y lo condujo hacia Sant Andreu de Palomar (Barcelona) y, bajo el puente denominado del "Dragón", fue martirizado, a los 61 años cumplidos.

Beatificado junto con otros 497 mártires más en Roma, la jornada del 28 de octubre del 2007.

Eladio (Leoncio) López Ramos, Beato
Sacerdote y Mártir, 8 de agosto
 
Eladio (Leoncio) López Ramos, Beato
Eladio (Leoncio) López Ramos, Beato

Sacerdote y Mártir

Martirologio Romano: En Madrid, España, beato Teófilo Fernández de Legaria Goñi y cuatro compañeros, sacerdotes profesos de la Congregación de los Sagrados Corazones, asesinados por odio a la fe ( 1936)

Fecha de beatificación: 13 de octubre de 2013, durante el pontificado de S.S. Francisco.

Mártir en Madrid el 8 de agosto de 1936. Natural de Laroco (Orense). Nació el 16 de noviembre de 1904. Profesó el 9 de septiembre de 1924. Ordenado sacerdote el 25 de agosto de 1929, en El Escorial.

Terminados sus estudios fue enviado al Colegio de Madrid, como profesor de niños. Más tarde fue dedicado al sacro ministerio en la iglesia de Cristo Rey, aneja al colegio. En febrero de 1936, ingresó en la Cartuja "Aula Dei" de Zaragoza. Probó la nueva vida, pero la falta de salud le hizo volver a Madrid, rientegrándose de nuevo en la vida ordinaria del ministerio sacerdotal, mostrando un grande amor por el recogimiento y la oración, dejando fama de vida interior y de piedad intensa. Tenía en la misma Congregación otro hermano sacerdote y una hermana religiosa.

Al producirse la revolución en España, en julio de 1936, tuvo que abandonar el colegio y refugiarse en una pensión, no sin antes haber declarado claramente que era un sacerdote y que estaba dispuesto a realizar el sacrificio de su vida, si el Señor se lo pedía. La dueña de la pensión era católica practicante, pero tenía al servicio de la pensión una muchacha de ideas antireligiosas.

Conociendo el carácter sacerdotal del P. Eladio no temía expresar su saña antireligiosa diciendo que a los sacerdotes había que matarlos a todos. Denunció la estancia del P. Eladio en la pensión y su carácter sacerdotal y los milicianos del Ateneo Libertario procedieron a detenerlo. Era el 7 de agosto de 1936. Se presentaron en la pensión preguntando por los sacerdotes que había en ella. Eran tres. Y se los llevaron, pero los dejaron en libertad, de momento, y volvieron por ellos al día siguiente. Cuando fueron a su habitación, confesó llanamente que no tenía documentación y que era sacerdote, que podían hacer con él lo que quisiesen. Esa misma noche fue condenado a muerte y fusilado, apareciendo su cadáver en la mañana del día 8 de agosto de 1936. Fue reconocido por su Superior Provincial, en el Depósito Judicial. Tenía 32 años de edad.

El 3 de julio de 2009 S.S. Benedicto XVI firmó el decreto reconociemdo el martirio de este grupo de mártires lo cual permitirá su próxima beatificación que se realizará, Dios mediante, el 13 de octubre de 2013.

Este grupo de mártires está integrado por:

1. ELADIO LÓPEZ RAMOS (LEONCIO), sacerdote profeso, Congregación de los Sagrados Corazones de Jesús y María
nacimiento: 16 Noviembre 1904 en Laroco, Orense (España)
martirio: 08 Agosto 1936 en Madrid (España)

2. TEÓFILO FERNÁNDEZ DE LEGARIA GOÑI (BENJAMÍN), sacerdote profeso, Congregación de los Sagrados Corazones de Jesús y María
nacimiento: 05 Julio 1898 en Torralba de Río, Navarra (España)
martirio: 11 Agosto 1936 en El Escorial, Madrid (España)

3. MARIO ROS EZCURRA (LUIS), sacerdote profeso, Congregación de los Sagrados Corazones de Jesús y María
nacimiento: 30 Abril 1910 en Lezáun, Navarra (España)
martirio: 15 Agosto 1936 en Madrid (España)

4. GONZALO BARRÓN NANCLARES (FORTUNATO), sacerdote profeso, Congregación de los Sagrados Corazones de Jesús y María
nacimiento: 20 Octubre 1899 en Ollauri, Logroño (España)
martirio: 02 Septiembre 1936 en Madrid (España)

5. ISIDRO IÑIGUEZ DE CIRIANO ABECHUCO (JUAN), sacerdote profeso, Congregación de los Sagrados Corazones de Jesús y María
nacimiento: 08 Marzo 1901 en Legarda, Álava (España)
martirio: 02 Octubre 1936 en Madrid (España)



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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
  • aos-ps-de-mARIA22222222222222
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    1ª NOTA:



  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.

  • A PARTIR DE HOJE AS PÁGINAS SERÃO NUMERADAS PELA ORDEM ABAIXO INDICADA:

    Pág. 1 – Vidas de SantosPág. 2 – O Antigo Testamento; e Pág. 3 – ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS - Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4 – A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6 – In Memoriam.

  • 2ª NOTA

    Como sabem a edição deste blogue foi suspensa, por motivos técnicos, no passado dia 18 de Julho. Ao fim de várias tentativas recorri ao apoio de um familiar, (filho de um sobrinho meu) que conseguiu detectar e resolver os problemas que tinham originado a paragem do computador. Mais de uma semana depois de recuperar o sistema, consegui finalmente aceder ao meu serviço de blogues e portanto, amanhã dia 7 de Agosto, espero retomar em pleno a publicação dos temas SANTOS DE CADA DIA, O ANTIGO TESTAMENTO, ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS, A RELIGIÃO DE JESUS, etc., etc. Relativamente à numeração, logicamente será alterada para a actualidade e, portanto o período de suspensão é contado para todos os efeitos. Assim, hoje será publicado Nº 1714 de Edições totais e o nº 198-13 correspondente às Edições de 2013, verificando-se pois o desaparecimento (ou interrupção) de 19 dias correspondentes à suspensão.

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  • Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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