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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Nº 1741 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - II REIS - (8) - 3 de Setembro de 2013


REQUIESCAT IN PACE - (Figueiredo Silva) - 3 de Setembro de 2013



23-Maio-1937 a 31 de Agosto de 2013



"Como não possuía foto no meu arquivo,
decidi colocar uma cópia da que veio no JN. As minhas desculpas.AF




Alertado por um telefonema de um comum Amigo e Colega de trabalho (João Manuel) fui ontem (dia 2/9) confrontado com a informação do falecimento e consequente funeral do ALBERTO PEREIRA FIGUEIREDO SILVA, nascido a 23 de Maio de 1937 (com 76 anos, portanto) e, que após prolongada doença, acabou por ocorrer a 31 de Agosto passado.

Embora com um horário bastante apertado, consegui deslocar-me a tempo para assistir às exéquias na capela mortuária da Igreja de Aldoar, onde lá se encontravam alguns Colegas que trabalharam ou trabalham no Sindicato dos Bancários do Norte.

O Alberto (ou Figueiredo Silva, como era mais conhecido) entrou para o SBN, como Subchefe de Serviços, em 1 de Fevereiro de 1969 e, posteriormente foi promovido a Chefe dos Serviços. Lidei com ele desde o princípio até 2002 (quando me reformei - e 2 anos depois mais ou menos, reformou-se ele), sempre muito urbanamente, com respeito mútuo, dado que era muito educado e davamo-nos francamente bem. Aliás esta foi uma Amizade sui generis que perdurou mais de 40 anos, apesar de não sermos muito íntimos, mas foi sempre uma pessoa correctíssima para comigo e para com os restantes Colegas - diga-se de passagem.

Há quase dois anos encontrei-o nos SAMS, onde ambos tínhamos ido a consulta médica, e ele confidenciou-me que já estava desenganado pelos médicos, pois que havia sofrido recentemente uma operação e decerto já não teria muito tempo de vida e estava ciente de que provavelmente o desenlace aconteceria mais tarde ou mais cedo, para o que já estava preparado.

Curiosamente - salvo erro - em Junho passado, encontrei-me com sua esposa (agora viúva - a quem envio os meus Sentidos pêsames) que me disse que o Alberto se encontrava agonizante à espera da última hora, o que sucedeu agora, mais de dois meses depois.

Fica aqui, pois uma pequena homenagem a este Amigo meu e de muitos Colegas trabalhadores do SBN/SAMS (e também de muitos Bancários) que o conheceram e lidaram com ele mais de 40 anos.

DESCANSA EM PAZ




ANTÓNIO FONSECA
(SBN/SAMS)

Nº 1741-3 - Encontro diário com Deus - 3 de Setembro de 2013

Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com. 



Nº 1741-3

  3  de Setembro de 2013


Pensamento do Dia

Amar é procurar o outro para ser feliz.

Frei Anselmo Fracasso


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Para assumir a direcção da família e da educação é preciso saber escolher. 
Buscar mais o ser que o ter. 
Valorizar mais a personalidade que o acervo de bens, e mesmo de conhecimentos. 
Educar-se, mais que educar. 
Acima de tudo, amar. 
Em casa, não há gerentes nem generais.


Frei José Carlos, OFMCap



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NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:



http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1741 - (224-13) - 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 3 de Setembro de 2013 - 5º ano

Nº 1741
3 DE SETEMBRO DE 2013
Meus caros Amigos (autores de blogues que subscrevo e vejo de vez em quando – aos subscritores deste blogue (e do VAMOS LÁ SABER COMO É…) – aos que recebem por email directamente, e, finalmente a todos os outros que possam dar uma vista de olhos mais ou menos demorada, pelos meus escritos; a todos agradeço a boa vontade que têm demonstrado ao ler diariamente os textos que venho aqui debitando desde 7 de Novembro de 2008, nem sempre com a actualidade exigível e muitas vezes com falhas de qualquer jaez, sejam elas técnicas ou pessoais. Como sabem, ultimamente têm-me surgido diversos problemas técnicos que têm impedido o contacto diário – VEJA-SE A ÚLTIMA INTERRUPÇÃO que ocorreu em 18 de Julho que originou a suspensão total até princípios do mês de Agosto. Mesmo depois de recuperar alguns atrasos e já durante a semana corrente, é que consegui finalmente actualizar esta página. Quanto às restantes páginas – O ANTIGO TESTAMENTO  -  A RELIGIÃO DE JESUS  -  ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS – IN MEMORIAM – SALMOS –; espero com a ajuda de DEUS, que possa retomá-las já a partir de hoje. Também no que se refere ao blogue VAMOS LÁ SABER COMO É, ainda não me foi possível, apesar de várias tentativas, reactivá-lo: Talvez o possa fazer a partir de hoje, Deus o permita: Igualmente tenho descurado a consulta ao meu correio: – antoniofonseca1940@hotmail.com; antoniofonseca40@gmail.com, as redes sociais FACEBOOK, YOUTUBE, etc., etc. .
Prometo, que logo que o possa fazer  (E SÓ O FAREI APÓS REGULARIZAR OS MEUS BLOGS…), entrarei de facto, lendo e respondendo (se for caso disso, claro) no referido correio.
A todos, renovo, as minhas maiores desculpas e os meus agradecimentos. 
ANTÓNIO FONSECA
e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com
e-mail dos blogues:  antoniofonseca40@gmail.com
Nº 1741 - (224-13) – 1ª Página
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Nº 1741 - (224-13) – 1ª Página
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E U   S O U
AQUELE   QUE   SOU
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IN:  Livro dos Santos de Cada dia, de WWW.JESUÍTAS.PT
GREGÓRIO MAGNO, Santo
Papa, Doutor da Igreja (560-604)
 
São Gregório I, nascido cerca do ano de 540, encontra-se como linha divisória entre a Idade Antiga e a Idade Média. A sua veneranda figura ergue-se como um dos mais ilustres sucessores de São Pedro. Dos Pontífices da Antiguidade, unicamente São Leão penetrou tão fundo como ele, abrindo novos caminhos na sociedade eclesiástica e civil daquela época. Pode afirmar-se que toda a Idade Média viveu do espírito de São Gregório. A liturgia romana, o canto sagrado, o direito canónico, a ascética monacal, o apostolado entre os infiéis, a vida pastoral; numa palavra, toda a actividade eclesiástica se inspira no Santo Doutor, cujos escritos vieram as ser como o Código universal do Catolicismo.
Nasceu São Gregório em Roma, numa família antiquíssima, nobre e rica. Como filho de patrícios, encaminhou os primeiros passos para a carreira politica e muito depressa, antes do ano de 571, foi condecorado com a dignidade de Pretor. A fascinação da glórias mundana e das grandezas terrenas parece ter seduzido por algum tempo a sua alma grande. Mas afinal triunfou a graça e Gregório renunciou a todas as esperanças do século e, vendendo os bens que herdara, aplicou o produto em socorrer necessitados e fundar sete mosteiros, seis na Sicília e um em Roma, no Clivus Scauri, hoje Monte Célio, onde se erguia o seu palácio solarengo. Aqui vestiu o hábito de São Bento e deu-se a cumprir a sua Regra com tanto fervor que arruinou a saúde e esteve em perigo de morte.
O Pontífice Bento I tirou-o do mosteiro, nomeando-o Cardeal Diácono ou regionário; Pelágio II confiou-lhe em 578 o tão difícil como honroso cargo de apocrisiário ou núncio na Corte de Constantinopla. Pelos anos de 584 e 585 conseguiu regressar à sua cela e pouco depois foi eleito abade.
Ver uns jovens anglo-saxões a serem vendidos como escravos despertou-lhe a ideia de partir como missionário para a Inglaterra, a comunicar, a um povo ainda são, os benefícios do Cristianismo e da civilização. Com este propósito, e de acordo com o Papa, tinha-se posto em segredo a caminho,. mas foi inesperadamente detido pelos romanos mesmos, que não podiam permitir que se apartasse deles. Gregório era já o ídolo do povo de Roma Em Fevereiro de 590 faleceu o Papa e unanimemente foi aclamado, como sucessor, Gregório. O nosso Santo fez todo o possível para inutilizar os desejos dos seus eleitores, mas a Providência de Deus, eficaz sempre nos seus desígnios, impôs-se, e Gregório foi solenemente consagrado em São Pedro, em, Setembro de 591. De toda a parte lhe chegavam cartas de felicitações, mas ele respondia:
«Sem desejar nada, nem ter nada nesta terra, preparava-me para estar no cimo dum alto monte; mas eis-me agora arrastado pelo furacão desta prova, submergido no pélago dos negócios e de tal maneira combatido pela tempestade, que posso repetir o que diz o Salmo: “Fui levado ao alto mar e submergido pelas tempestades”… Perdi todos os encantos da quietação. Exteriormente pareço elevado; interiormente caí e vejo-me tão submergido pela dor que mal posso falar. A minha pobre alma recorda-se do que foi um dia no mosteiro, quando pairava sobre o que se passa, ao libertar-se do cárcere temporal por meio da contemplação».
Empunhou o leme da Igreja quando, segundo as suas palavras, ele era como dum navio carcomido e velho, que mete água por ambos os costados e cujas débeis tábuas, batidas por incessantes borrascas, anunciavam um naufrágio estrepitoso. Na Itália, sucediam-se inundações, pestes e fomes. Os Lombardos incendiavam e matava,; a província eclesiástica de Milão tinha declarado estar separada de Roma; os Gregos começavam também a fazer o mesmo e descobria-se já na atmosfera o cisma daquelas Igrejas florescentissimas noutros tempos e mães das do Ocidente. A mão acalentadora e vigorosa do novo Papa era a única indicada para guiar a nauzinha de Pedro em mar tão tempestuoso.
A eminente posição, desconhecida até essa altura, que adquiriu o Papado no mundo, preparação para o domínio temporal nos Estados da Igreja, conseguiu-a Gregório I com a hábil administração do importantíssimo Patrimonium Petri, que possuía a Igreja de Roma, aumentando as rendas, que eram aplicadas na maioria para remédio das misérias sociais; com as relações de amizade estabelecidas com a França e a aproximação com os Visigodos da Espanha, que então adquiriram unidade religiosa e política, e finalmente preparando a conversão dos Lombardos ao Catolicismo e fomentando a cristianização da Inglaterra.
E é notável que este Pontífice, a quem a posteridade classificou com o nome de Grande, tenha sido o primeiro a usar o nome de Servo dos Servos de Deus, como se chama os Romanos Pontífices, ao lado do Patriarca de Constantinopla, que se intitula «Ecuménico» ou universal pontífice. Sempre as almas maiores e fecundas passaram a vida cheias da consciência do seu verdadeiro nada e real escravidão perante o Criador do universo, consciência que é a humildade cristã, ou a verdade humana, como lhe chama Santa Teresa.
Atendendo ao influxo  enorme que exerceu o Gregório em todo o mundo, chegou-se a dizer com razão que ele e a Idade Média nasceram no mesmo dia.
Os últimos anos do seu Pontificado foram a purificação daquilo a que ele chamava estar metido na maranha dos negócios mundanos. Deus preparou-o para o abraço eterno da glória com dolorosas e molestas enfermidades, que o foram desapegando da terra, cortando pouco a pouco as amarras que o seguravam à costa. Só nas grandes festividades conseguia levantar-se da cama e entrar em São Pedro para as cerimónias do culto pontifício. Em princípios de Março de 604, fracturou-se definitivamente a amarra e a nauzinha da sua alma, impelida pelo vento do Espírito Santo, voou para a imensidade límpida e clara de Deus.
 
 
REMÁCULO, Santo
Bispo (664)
 
 
Remáculo, natural de Aquitânia (na actual França), viveu parte da juventude em Burges, que se convertera num centro de vida cristã e de santidade.
Governava então a Gália «o bom rei Dagoberto», que, na realidade, era um grande libertino, mas possuía a qualidade de escolher bons colaboradores. Enumerar os seus conselheiros é citar os nomes das mais virtuosas personagens da época.
Foi Santo Elói que descobriu os méritos de Remáculo e o nomeou superior do convento que fundara em Solignac, perto de Limoges. Remáculo desempenhou-se com tanta competência dessas funções que, quando em 647 foi necessário substituir Santo Amândio na sé episcopal de Maastricht, não tiveram dúvidas em o escolher para sucessor. Os cristãos desta diocese eram de tal ordem que chegavam, por vezes, a assassinar os seus pastores. Ao cabo de três anos, Santo Amândio deixara-os, sacudindo sobre eles o pó dos sapatos. Remáculo convenceu o santo rei Sigeberto, filho de Dagoberto, de que a melhor forma de acalmar aqueles selvagens e de converter aqueles idólatras era desenvolver a vida monástica nessa região. Auxiliado por ele, fundou as abadias de Malmedy e de Stavelot, que depois vieram a adquirir grande fama. Segundo certos etimologistas, Malmedy ou Malmundarium designa «um lugar que tinha sido purificado dos espíritos maus», e Stavelot ou Stabuletum um «estábulo» onde antigamente se refugiavam animais bravios.
Quanto ao nosso santo, sabe-se que governou a diocese durante cerca de doze anos e que depois disso resignou e foi acabar os seus dias em Stavelot, pelo ano de 664.
 
 

Agustín Kazotic, Beato

Obispo

Agustín Kazotic, Beato

Agustín Kazotic, Beato

Obispo

Martirologio Romano: En Lucera, en la Apulia, beato Agustín Kazotic, obispo, de la orden de Predicadores, que en un principio estuvo al frente de la Iglesia de Zagreb y, posteriormente, por la hostilidad del rey de Dalmacia, asumió la sede de Lucera, donde desarrolló una gran obra de ayuda en favor de los pobres y los necesitados (1323).

Agustín Kazotic nació en Trogir, ciudad de la Dalmacia, en 1260. Tomó el hábito de los frailes predicadores antes de cumplir los veinte años. Estudió en la Universidad de París. El beato predicó con gran fruto a sus compatriotas y fundó en su patria varios conventos de su orden, a los que dio por lema las palabras de San Agustín: "Desde que estoy al servicio de Dios no he conocido hombres más buenos que los monjes que viven santamente, pero tampoco he conocido hombres más malos que los monjes que no viven como debieran".
Fue enviado a Hungría, donde conoció al cardenal Nicolás Boccasini, legado pontificio, quien sería más tarde Papa con el nombre de Benedicto XI. En 1303, el cardenal Boccasini consagró al Beato Agustín obispo de Zagreb, en Croacia.
El clero y toda la diócesis de Zagreb necesitaban urgentemente una reforma. El beato reunió varios sínodos disciplinares, cuyos cánones puso en ejecución en frecuentes visitas pastorales y fomentó las ciencias sagradas y el estudio de la Biblia mediante la fundación de un convento de la Orden de Santo Domingo. Además, asistió al Concilio ecuménico de Vienne (1311-12). A su retorno, sufrió la persecución del gobernador de Dalmacia, Miladino, contra cuya tiranía y exacciones había protestado.
Tras de regir durante 14 años la diócesis de Zagreb, el beato fue trasladado a la sede de Lucera, en la provincia de Benevento. Ahí trabajó por desarraigar la corrupción moral y religiosa que los sarracenos habían dejado tras de sí.
El beato poseía el don de curar a los enfermos. Su muerte ocurrió el 3 de agosto de 1323. Su culto fue oficialmente confirmado en 1702.

Asprenato, Santo

Obispo

Asprenato, Santo

Asprenato, Santo

Obispo

Martirologio Romano: En Nápoles, de la Campania, san Asprenato, primer obispo de la ciudad (s. II/III).

Muchos napolitanos, por la gran devoción para el patrón principal de la ciudad san Genaro y de su espectacular milagro anual de la licuefacción de la sangre, ha olvidado o hasta ignoran que el primer obispo de la naciente comunidad cristiana de Nápoles fue san Asprenato, mientras san Genaro fue obispo de Benevento y mártir en Pozzuoli en las proximidades de Nápoles.
De san Asprenato se sabe que vivió entre finales del siglo I y principios del siglo II, época en que los más recientes estudios arqueológicos, fijan los principios de la Iglesia napolitana, y como confirmación de esto, se sabe que el nombre Asprenato fue muy popular en el período de la república y en los primeros tiempos del imperio romano, luego cayó en desuso.
Varios antiguos documentos comprendidos en el famoso Calendario Marmóreo de Nápoles, certifican su existencia durante los mandatos de los emperadores Trajano y a Adriano y fijan en veintitrés años la duración de su episcopado.
De su vida no se sabe nada cierto, pero una antiquísima leyenda repetida con modificaciones en textos posteriores, cuenta que san Pedro, fundada la Iglesia de Antioquía, se encaminó hacia Roma con algunos discípulos, pasó por Nápoles, aquí encontró una viejecita enferma (identificada luego como santa Cándida La Anciana), quien prometió adherirse a la nueva fe si se curaba.
Pedro hace una oración pidiendo la sanación, a lo que los discípulos de Antioquía contestaron con ¡Amén!, Cándida se sanó, y encomienda cure también a un amigo suyo llamado Asprenato enfermo desde hace tiempo y que si lo curara también ciertamente se convirtiría.
En este instante Pedro también intercede y logra que sea curado, y luego de catequizarlo, lo bautiza. El cristianismo vivía una rápida difusión en Nápoles, y cuando Pedro decidió retomar el viaje hacia Roma, consagro a Asprenato como obispo.
Él hizo construir el oratorio de Santa María del Principio sobre que surgirá la basílica de santa Restituta y fundó la iglesia de san Pedro en Aram donde todavía hoy se conserva el altar sobre el que el apóstol celebró el Sacrificio.
El santo obispo murió rico en méritos, y varios milagros fueron conseguidos por su intercesión; su cuerpo fue llevado al oratorio de santa María del Principio, algunos estudios más recientes dicen que las reliquias están en las catacumbas de san Genaro, en cuyos alas superiores están las imágenes, no bien conservadas, de los primeros 14 obispos napolitanos.
Después de san Genaro es el segundo de los 47 santos protectores de Nápoles, cuyos bustos de plata son custodiados en la capilla del tesoro de san Genaro en la Catedral (el Duomo), aquí también esta conservado el bastón con el que san Pedro lo curó.
En la ciudad, en épocas diferentes, fueron elegidas dos iglesias en su honor y una capilla le es dedicada en la antiquísima basílica de santa Restituta.
Es invocado para calmar la jaqueca, su fiesta litúrgica es recordada en el Martirologio Romano y en el Calendario Marmóreo al 3 de agosto.

responsable de la traducción: Xavier Villalta

Alfonso López López y Miguel Ramón Salvador, Beatos

Mártires

Alfonso López López y Miguel Ramón Salvador, Beatos

Alfonso López López y Miguel Ramón Salvador, Beatos

Martirologio Romano: En la aldea de Samalús, cerca de Barcelona, en España, beatos mártires Alfonso López López, presbítero, y Miguel Remón Salvador, religiosos de la Orden de Hermanos Menores Conventuales, que en el furor de la persecución contra la fe recibieron la corona del martirio por dar testimonio de Cristo (1936).

El 11 de marzo del año 2001, el papa Juan Pablo II beatificó a 233 mártires de la persecución religiosa en España (1936-39). Son el Beato José Aparicio y 232 compañeros. Entre ellos hay 49 miembros de la Familia Franciscana.
Alfonso López López, que encabeza el grupo, era sacerdote. Nació en Secorún (Huesca) en 1878 y fue fusilado, junto con el Beato Miguel, en Samalús (Barcelona) el 3 de agosto de 1936. Hizo los estudios eclesiásticos en Italia y, tras su ordenación sacerdotal, estuvo tres años de confesor en el Santuario de Loreto (1912-1915). Pasó el resto de su vida en Granollers (Barcelona) como docente y director espiritual.
Miguel Remón Salvador, hermano profeso, nació en Caudé (Teruel) en 1907 y fue fusilado, junto con el Beato Alfonso, en Samalús (Barcelona) el 3 de agosto de 1936. Ingresó en la Orden en Granollers, pero luego marchó a Italia e hizo la profesión solemne en Loreto donde permaneció un par de años prestando diversos servicios en la Basílica. Regresó a Granollers en 1935 para ejercer los oficios que se le confiaron, en los que siempre se mostró laborioso, afable y pacífico.

Pedro de Anagni, Santo

Obispo

Pedro de Anagni, Santo

Pedro de Anagni, Santo

Obispo

Martirologio Romano: En Anagni, en el Lacio, san Pedro, obispo, que brilló primeramente en la observancia monástica y después en el celo pastoral, y llevó a término la construcción de la iglesia catedral (1105).

Con la Bula dada en Segni el 4 junio de 1110, dirigida a los obispos de Anagni y la Campania romana, el papa Pascual II contó a Pedro, obispo de Anagni, en el catálogo de los santos, autorizó de esta manera el culto en las diócesis de la Campania y asignó para ello que su celebración sea el 3 agosto. Por las virtudes ejercidas por el santo y los hechos milagrosos con que la divina gracia lo ilustró en vida y después de muerte, la Bula hizo referencia a la fiel narración de Bruno, obispo de Segni.
Esta narración no ha llegado a nuestros días, para conocer a Pedro ha quedado una leyenda escrita poco antes de 1181, desafortunadamente no ha sido conservada completa, le falta el prólogo y ha padecido alguna otra mutilación cuando, en 1325, fue distribuida en partes que debieron servir como lecciones para la celebración de los Oficios Divinos el día festivo del santo y en la novena previa. y en él octava. El Oficio del santo con las mencionadas lecciones es agenciado en el «Lectionarium por annum» usado en las iglesias de Anagni.
Para la composición de la leyenda el anónimo autor, que pertenece probablemente al clero de la catedral, tuvo a disposición — además del relato escrito por Bruno de Segni, que quizás sea la fuente principal — el relato, que entre 1113 y 1117 escribiera el obispo Pedro II de Anagni, de los prodigios verificados durante el doble traslado del mártir Magno y durante el reconocimiento de las reliquias de Pedro y, claro está, la tradición oral de la Iglesia de Anagni. Dando como resultado un escrito que a pesar de algunas obvias incongruencias, guarda la cronología y las circunstancias de los hechos contados, la leyenda es por lo tanto sustancialmente atendible.
Este relato nos presenta al santo obispo, animado por el espíritu de la reforma gregoriana, poniendo todos sus esfuerzos en la sede a él confiada por el Papa Alejandro II, dedicándose a la obra de restauración de la disciplina eclesiástica, a avivar el culto al mártir Magno, a recuperar los bienes de su Iglesia, usurpados por los laicos, y a reconstruir desde los cimientos el ruinoso edificio de la catedral.
Una vida de recogimiento y ruego lo prepararon para el despacho pastoral, al que fue encaminado dese niño, cuando, descendiente de la familia de los príncipes longobardos de Salerno y habiendo quedado huérfano de los padres, fue ofrecido al monasterio de San Benito. Al estudio en un ambiente rodeado de los sagrados cánones le siguió la práctica en la disertación de los asuntos eclesiásticos adquirida por su contacto con Alejandro II, a cuyo servicio como capellán, lo colocó el cardenal Ildebrando, después de lo haberlo conocido en el monasterio salernitano. Durante su episcopado Alejandro II, confía ahora en él, mandándolo como apocrisiario (legado eclesiástico) a la corte de Miguel VII emperador de oriente. Posteriormente se ausentó de su sede al seguir a Bohemundo de Tarento a las cruzadas, estando en Constantinopla cerca del emperador.
En Anagni, tuvo que sufrir mucho a causa de los clérigos hostiles a la reforma, pero cuando, después de cuarenta y tres años de episcopado, le llegó la muerte el 3 de agosto de 1105, la ardua obra estaba cumplida: reconstruida la catedral y restaurada la disciplina canónica; eclesiásticos por él formados estuvan listos a sucederle dignamente como pastores de la Iglesia de Anagni. Su amigo y colaborador, Bruno de Segni, pudo entonces, después de haber celebrado las exequias, contar la vida edificante y preparar su glorificación. En lo referente al culto, recordamos que, después de la proclamación de la santidad de Pedro, ocurrida el 4 junio de 1110, el segundo sucesor del santo, Pedro II, como es referido en la leyenda, ordenó el traslado del cuerpo de San Pedro de Anagni de la basílica superior a la inferior. Después de más de dos siglos, el canónico anagnini Jacobo de Guerra restauró el altar erguido en su honor, consagrado luego el día 11 de febrero de 1324, y, en un amplio nicho cavado en la pared de fondo, hizo pintar, noblemente sentado en cátedra, al santo obispo, entre las figuras erguidas de los santas Aurelia y Neomisia. Por fin, una constitución capitular del 15 de enero de 1325 estableció que la celebración festiva del santo fuera elevada a ritual doble con octava como las de san Magno y santa Secundina. La Iglesia de Anagni celebra todavía su fiesta el 3 de agosto, pero ya que él es uno de los patronos principales de la ciudad y diócesis, su busto de cobre cubierto de plata, que es un relicario, obra del 1541, es expuesta junto a un busto similar del mártir Magno en las celebraciones patronales del 19 de agosto.

responsable de la traducción: Xavier Villalta

Francisco Bandrés Sánchez, Beato

Sacerdote y Mártir, 3 de agosto

Francisco Bandrés Sánchez, Beato

Francisco Bandrés Sánchez, Beato

Sacerdote y Mártir

Martirologio Romano: En Barcelona, en España, beato Francisco Bandrés Sánchez, presbítero de la Sociedad Salesiana y mártir, que en la persecución contra la fe confirmó con su sangre su fidelidad al Señor. ( 1936)
Fecha de beatificación: 11 de marzo de 2001 por el Papa Juan Pablo II

Era natural de Hecho, diócesis de Jaca y provincia de Huesca, donde nació el 24 de abril de 1896. Cuando tenía nueve años su familia se trasladó a Huesca e inscribió al niño en el colegio salesiano. En contacto con los religiosos sintió la vocación a la vida salesiana y fue acogido en la congregación el año 1914.
Hizo el noviciado y los votos religiosos y seguidamente los estudios eclesiásticos, ordenándose sacerdote el año 1922. Tras prestar diferentes servicios se le encomendó, en 1927, la dirección del colegio de Mataró, donde realizó una magnífica labor hasta 1934 en que fue enviado a dirigir la casa de Barcelona-Sarria.
Era un verdadero hombre de acción y de gobierno. Cuando estalla la revolución del 18 de julio de 1936, procuró mantener la serenidad y confiaba en que la presencia de tantos internos en el colegio serviría de parapeto para que la casa fuera respetada. Pero el día 21 a las cinco de la tarde los religiosos fueron expulsados del colegio. El director le dio a cada uno cien pesetas y les dijo que cada uno buscara refugio donde mejor pudiera. No cabía hacer otra cosa. Él se fue junto con otro religioso a la casa de su hermana Pilar, que los acogió.
Cuando supo la muerte de algunos religiosos quiso tomar el tren para dirigirse al extranjero, pero al carecer de pasaporte no le fue posible. En la noche del 3 de agosto varios milicianos se presentaron en casa de su hermana preguntando por don Ramón Cambó, que era el administrador del colegio. D. Francisco Bandrés dijo que no estaba pero que él era el director. Entonces fue arrestado sin que sirvieran sus alegatos de que su colegio hacía un gran bien social. Llevado al Hotel Colón, que era la sede del POUM (Partido Obrero Unificado Marxista), le fue quitada la vida en los calabozos.
Fue beatificado el 11 de marzo de 2001 por el Papa Juan Pablo II como parte de los
233 mártires de la persecución religiosa en Valencia de los años 1936-1939.

AÑO CRISTIANO Edición 2005
Autores: Lamberto de Echeverría (†), Bernardino Llorca (†) y José Luis Repetto Betes
Editorial: Biblioteca de Autores Católicos (BAC)
Tomo VIII Agosto ISBN 84-7914-777-6

Ricardo Gil Barcelón. Beato

Sacerdote y Mártir, 4 de agosto

Ricardo Gil Barcelón. Beato

Ricardo Gil Barcelón. Beato

Sacerdote y Mártir

Martirologio Romano: En Valencia, España, Beatos Ricardo Gil Barcelón (sacerdote) y Antonio Arrué Peiró (postulante), miembros de la Congregación de la Pequeña Obra de la Divina Providencia, asesinados por odio a la fe ( 1936)
Fecha de beatificación: 13 de octubre de 2013, durante el pontificado de S.S. Francisco.

Madrugada del 4 de febrero de 1910. Un humilde sacerdote sale de la iglesia de "Sant´Anna dei Palafrenieri" en el Vaticano para iniciar una de sus jornadas, llena de fatigas entrelazadas con incesante oración.
Las iglesias están todavía cerradas; las calles desiertas; el viento mordaz sacude los residuos perezosos de la noche. A buen paso se encamina hacia la estación y llega, mientras la claridad del día va extendiéndose, a la avenida Vittorio Emanuele, cerca de la fuente de la "navicella", al lado de la calle. Este cura del norte mira alrededor, nunca saciado, fascinado por la grandeza cristiana de Roma, motivo de sentimientos y sincera oración. Delante de la nueva iglesia inclina la cabeza vertiendo una invocación a su querido San Felipe Neri, "Pippo bono", como también suele llamarle.
La vista se alza para contemplar fugazmente la magnífica fachada diseñada por Rughesi. De rodillas y casi encorvado sobre el peldaño delante del postigo aún cerrado, hay una masa negra, inmóvil. Una figura en actitud absorta y casi arrebatada.
Don Orione - era Él este cura del norte - se siente empujado a acercarse; tiene la impresión de que sea un sacerdote: sus manos juntas y una profunda piedad se lo hacen creer... Es de estatura superior a la media; el hábito y el sombrero están limpios pero muy pobres y desteñidos. Sin embargo hay en Él algo que habla de candor y firmeza en la voluntad de bien.
"¿Quién eres?", pregunta Don Orione.
"¡Soy un hijo de la Divina Providencia!", responde el sacerdote.
"¡También yo soy hijo de la Divina Providencia! Pues entonces me perteneces un poco, sonríe Don Orione. Tengo una congregación cuyos miembros se llaman Hijos de la Divina Providencia".
El desconocido se levanta. Los dos sacerdotes se miran a los ojos: la sonrisa de Don Orione atrae, como un imán, la sonrisa del otro. Se ha entablado una amistad.
Se acompañan tranquilamente en la calle todavía silenciosa, atraídos por una inmediata y recíproca simpatía. Aceleran el paso porque es tarde para Don Orione que no puede permitirse el lujo de perder el tren: muchas cosas le esperan. Mientras hablan una atracción mayor vierte al corazón del desconocido seguridad y confianza que se resuelve en confidencia.
Es español, sacerdote. Ha venido a pie desde Valencia, en peregrinación de penitencia, para implorar a Dios que le enseñe el camino que debe seguir: necesita mucha luz interior. Hasta hoy no ha hecho otra cosa que vagar siguiendo un gran sueño de amor, de evangelización, de santidad.
"Vete a la Iglesia de Santa Ana, preséntate en nombre mío y espérame", concluye Don Orione. "¡Dios nos inspirará y la Santa Virgen nos llevará de la mano!".
De este modo el Padre Ricardo Gil entró en la Órbita de Don Orione; y, ocurriendo todo aquello que había afirmado graciosa y proféticamente en aquella fría mañana de febrero, terminó como un Hijo de la Divina Providencia.
La historia de uno de tantos sacerdotes, heroicos testigos de la fe y mártires durante la persecución religiosa en España en 1936, se inicia así, en las puertas del Vaticano.
El P. Ricardo Gil Barcelón había nacido en Manzanera, en España, el 27 de octubre de 1873, en una familia noble y desahogada. Tan brillante en los estudios como en la música, gozaba de la vida cómodamente: caballos, entretenimientos, alegres compañías, mitos juveniles. Volvió a la casa paterna descontento de sí mismo, cansado de un mundo del que apenas había visto su superficialidad y probado su vanidad.
Tomó casi como un acto liberador la posibilidad de enrolarse en la artillería del ejército español empeñado entonces en las Filipinas en la lucha tanto contra los rebeldes de Mindanao como contra el incipiente imperio estadounidense. En un momento de gran peligro, rezó a la Virgen. La inexplicable liberación del peligro le hizo pensar en el Cielo. En la compañía de los militares para divertir, se puso a tocar la guitarra y a cantar. No quisieron que sus manos manejasen ya armas, sólo instrumentos musicales. El, inquieto, empezó a juntarlas para orar.
Entró con los dominicos, frecuentó la Pontificia Universidad de Manila suscitando admiración. Se ordenó sacerdote en 1904 con el porvenir asegurado: vice-bibliotecario de la universidad y capellán de la catedral. Sin embargo parecía faltarle algo para estar en paz. Volvió a España, desde allí salió hacia Italia, a pie, mendigando, ayudando a los pobres y visitando santuarios lugares de santos.
La Divina Providencia le había dado cita, aquella mañana del 4 de febrero de 1910 con Don Orione. Estuvo por algún tiempo en la comunidad de los Ironistas que oficiaban en "Sant´Anna dei Palafrenieri" en el Vaticano; se encontró con Pío X. Había entendido por fin la fuente de su inquietud: la santidad y la caridad.
Viajó con Don Orione a Mesina al tiempo de la reconstrucción de la ciudad después del terrible terremoto, y después durante 10 años en Cassano Ionio, en Calabria, custodio del santuario de la Virgen de la Cadena y de un grupito de huérfanos allí acogidos. Desde 1923 a 1927 en Roma, dividiendo su tiempo entre la colonia agrícola de Santa María, en Monte Mario, y la populosa Parroquia de "Ognisanti", fuera de la puerta de San Juan. Vuelto a Cassano Ionio por un breve periodo, tuvo que probar el cáliz amargo de una calumnia terrible que fue seguida de un mes de cárcel.
Viendo en Él temple de pionero, en 1930, Don Orione envió al Padre Gil a España con la orden de abrir una avanzadilla de su joven Congregación. Empezó en extrema pobreza, a la orionista: evangelio, obras de caridad y mucha confianza en la Divina Providencia.
Para España eran años llenos de desórdenes sociales terribles y de persecución religiosa. Cuando en julio de 1936 el huracán anarquista y comunista sacudió aquella región llenÁndola de desolación y muerte, el Padre Gil fue respetado hasta el final porque se ocupaba de los más pobres. Dos veces fueron a su casa los milicianos para eliminarle como a tantos otros. Dos veces se interpuso la gente del vecindario diciendo: "¡Es bueno, ayuda a los pobres, nuestros hijos comen porque está Él!". La tercera vez, el 3 de agosto, cerraron la discusión: "¡Es precisamente a los buenos a los que buscamos nosotros!".
Un joven aspirante, Antonio Arrué Pairó, que no estaba en casa, vio el camión en el que habían hecho subir al Padre. No lo dudó un momento, corrió a su encuentro y quiso a toda costa permanecer con Él. Al día siguiente fueron llevados juntos al Saler de Valencia. Fusilaron al Padre Gil que a la propuesta blasfema de gritar "¡viva la anarquía!" prefirió gritar "¡Viva Cristo Rey!". Antonio - según el relato de un guardia - al ver caer al Padre se arrojó a su lado para sostenerlo. Los guardias comunistas le fracturaron el cráneo con la culata del fusil.

Josep Guardiet Pujol, Beato

Sacerdote y Mártir

Josep Guardiet Pujol, Beato

Josep Guardiet Pujol, Beato

Sacerdote y Mártir

Martirologio Romano: En Barcelona, España, Beato José Guardiet y Pujol, sacerdote diocesano; asesinado por odio a la fe. ( 1936)
Fecha de beatificación: 13 de octubre de 2013, durante el pontificado de S.S. Francisco.

El Doctor Josep Guardiet i Pujol nació el día de la fiesta de san Luis Gonzaga de 1879 en Manlleu, industriosa villa de la plana de Vic en la que su padre era farmacéutico. Cursó estudios eclesiásticos en el seminario de Vic, siendo ordenado en 1902. Se doctoró en Teología en la Universidad Pontificia de Tarragona.
Cómo era el Doctor Guardiet
El celo por la gloria de Dios y la salvación de las almas de sus parroquianos le devoraba como a Elías. Su actividad parroquial era incansable; decía: “procuremos tener siempre más trabajo que el que podamos hacer”.
Cuando regía la parroquia del Espíritu Santo en Tarrasa, en una excursión con los jóvenes, pasando por Rubí, exclamó proféticamente: “¡Rubí, Rubí, quien pudiera vivir en tu pueblo y dar por ti su sangre!” Los jóvenes le replicaron: -“¿Sabe que es un pueblo muy malo?”. Él respondió: “Nadie es del todo bueno; yo siento este deseo apostólico”. En 1917 era nombrado párroco de San Pedro de Rubí, y veinte años después iba a cumplirse este su deseo.
Predicador y catequista incansable. Enérgico y emprendedor a la vez que bondadoso y afable, rebosante de creatividad pastoral, austero y servicial, sacrificado y caritativo hasta el extremo.
Le llamaban el párroco de la sonrisa por su proverbial amabilidad, su sentido del humor. Firme pero siempre dispuesto a concitar voluntades, hizo que su parroquia se convirtiera en modelo, y el Doctor Guardiet en el rector por antonomasia del obispado. Su rectoría era la casa de todos. No tenía horas de despacho porque era un continuo entrar y salir de gente, y dejaba el plato de comida sobre la mesa para atender de inmediato al visitante. Decía: “La comida puede esperar, pero el feligrés no debe”.
La catequesis de los niños para su primera comunión era su más grata actividad. Decía: “Un niño que recibe la comunión es más feliz que San José teniéndolo en brazos, porque es mejor comerse una manzana que tenerla en las manos.”
Organizador de mutiudinarias peregrinaciones a Lourdes y otros santuarios marianos, secundó la iniciativa del Obispo D. Manuel Irurita, como uno de los más entusiastas organizadores de la Primera Diada Catequista Interdiocesana en Montserrat el 25 de junio de 1933.
La persecución religiosa en su fase legal
Llegada la República, el Ayuntamiento de Rubí prohibió el toque de campanas. Hombre de iniciativas y soluciones, para suplir los toques el Dr. Guardiet ideó y puso en práctica la iluminación de los ventanales del campanario a base de distintos colores, según la festividad o acto que se quería anunciar. Si se celebraba bautizo, la luz era blanca; si boda, luz rosada; si exequias de párvulos, luz azul; si la defunción era de un adulto, luz violeta; para anunciar fiestas solemnes, luz roja, y para fiestas sencillas luz verde. Muchos de sus parroquianos llegaron a conocer el significado de las luces indicadoras mejor que el vetado tañido de las campanas. Su iniciativa tuvo resonancia internacional, y una revista católica inglesa dirigida por el famoso Gilbert K. Chesterton, con su peculiar humor británico, hizo un elogioso comentario de la ingeniosa novedad.
Intransigente con las ideas y amable con los equivocados, decía: “Hemos de ser implacables con el error, aunque condescendientes y respetuosos con las personas que lo sostienen.”
Mantuvo digna postura ante las autoridades de la villa por su radicalismo en la cuestión de los entierros religiosos, que ponían obstáculos a las declaraciones de los difuntos, firmadas en vida de querer ser enterrados católicamente, so pretexto de defectos de forma, obligando a retirarse a los sacerdotes del cortejo fúnebre.
La Alcaldía prohibió la tradicional procesión mariana de final del mes de mayo. El Dr. Guardiet publicó la siguiente nota:

“La Alcaldía notifica a la Parroquia que con el fin de mantener el orden público no tiene por conveniente se celebre la procesión anunciada para esta tarde. La Parroquia ha de procurar secundar siempre el mantenimiento del orden público y ha de ayudar al Ayuntamiento en su tarea por conseguirlo. Por ello la Parroquia no sólo obedece la voluntad de la Alcaldía, sino que se adelanta, y suprime también la Procesión del Corpus de este año .
Si el temor de perturbación del orden público viniese de parte de los fieles de la Parroquia, ésta sabría impedirlo y garantizar su mantenimiento, pero no cree la Parroquia que se le pueda culpar del peligro de perturbación, siendo la entidad que más manifestaciones de carácter público ha organizado en la villa y fuera de ella, y nunca éstas han perturbado el orden, y así seguirá pasando.
En la tarde de hoy celebraremos con solemnidad la conclusión del mes de María y la bella fiesta de la Primera Comunión dentro de la iglesia.
En la tarde del día del Corpus, también dentro del templo celebraremos fiesta solemnísima, y desde la mañana estará expuesto Nuestro Señor, a quien harán vela voluntaria todos los adoradores que tiene en Rubí. Jesús se quedará este año dentro de la iglesia, por el temor de que saliendo perturbe el orden público, Él que es la pacificación de los espíritus y de los pueblos.”

En Julio de 1936 comienza la fase sangrienta de la persecución religiosa
Ramón Ratés, hombre de ideas opuestas a las del Dr. Guardiet, escribe en su libro “Memories d’un cafeter”: “Comenzada la guerra civil y tras algunos asesinatos… supe que se proponían matar al Dr. Guardiet, y por primera y única vez, de prisa y corriendo, me fui a la rectoría para ofrecerle refugio en mi casa, el lugar más seguro, porque nadie sospecharía que estuviese escondido en casa Ratés. El hombre, conmovido, me abrazó y me dio las gracias, pero rehusó el ofrecimiento.”
El Doctor Parellada, médico de Rubí, la mañana del día 19 de julio fue a buscar al Dr. Guardiet al Casal Popular donde presidía una reunión de la Juventud Católica Femenina, para decirle que a las tres cerraban la frontera, que se marchaba y que si no se iba con él ya no tendría tiempo de marchar. El Dr. Guardiet le dio las gracias y declinó la invitación “Mi sitio está junto a mis feligreses”, le dijo.
El lunes día 20 de julio abrió la iglesia y dio la Comunión cada cuarto de hora, como hacía siempre. Pero al llegar la noche gente amenazadora se apostaba en torno de la Parroquia. El Vicario Mn. Josép Tintó, testigo de los hechos, y que pudo salir con vida, relata lo sucedido:

Un tiro a media noche fue la señal de ataque convenido. Momentos después llamaba estrepitosamente a la puerta de la casa rectoral un numeroso grupo de gente armada exigiendo las llaves del templo y la presencia del "Señor Guardiet".
Se presentó conmigo en la plaza; le obligaron a abrir la Iglesia y encender las luces. La mayoría de los asaltantes se mostraban cohibidos ante la serenidad y autoridad moral del Dr. Guardiet, pero, instigados por el que capitaneaba el grupo, irrumpieron atropelladamente en el templo.
El Dr. Guardiet se dirigió al jefe de los asaltantes y le pidió autorización para retirar el Santísimo Sacramento a su casa. El jefe se la dio.
Una vez en la rectoría miraba por una ventana preguntándose esperanzado si se limitarían sólo al saqueo, pero el ruido de apilar los bancos, las explosiones de las botellas de líquido inflamable y los primeros fogonazos de las llamas que consumían en pocos instantes la obra de muchos siglos, desvanecieron su esperanza.
El Dr. Guardiet pasó ante Jesús Sacramentado en amistoso coloquio las cuatro horas que faltaban hasta el amanecer, disponiéndose para el martirio que sabía próximo. Al apuntar el nuevo día, en una de sus reacciones características que reflejan su personalidad, bajó a la plaza completamente solo con un cubo de agua con la vaga esperanza de salvar lo poco que restaba por destruir. Volvió por otro cubo una y otra vez hasta que uno de los revolucionarios que quedaba por allí, amistosamente le convenció de que en interés de todos volviera a la rectoría. Acató, pues tras los sufrimientos de aquella noche ya poco le importaban la detención, la cárcel y la muerte.

Detención, prisión y muerte
El martes 21 le detenían, y entre un griterío amenazador le llevan a la cárcel de Rubí. Allí pasó 15 días rezando y dando consuelo religioso a los demás detenidos.
El tres de agosto, a las tres de la madrugada, unos milicianos forasteros le sacan de la cárcel y con otros dos vecinos de Rubí le llevan a la carretera de San Cugat al Tibidabo, la sangrienta Arrabassada, y le asesinan en lugar conocido por el Pi Bessó (el pino gemelo).
En su recuerdo se erigió en 1939 un monolito de piedra, que en los últimos años ha sido profanado repetidas veces, pero que otras tantas, los celosos “Amigos del Doctor Guardiet” de Rubí, lo han restaurado y lo mantienen siempre ornado con flores.
Sus venerables despojos fueron inhumados en el Cementerio del Sudoeste de Barcelona, y en 1945 trasladados a su querida Parroquia de San Pedro de Rubí, junto al altar de la Virgen de Montserrat de la que fue gran devoto.

Andrés Avelino Gutiérrez Moral, Beato

Sacerdote y Mártir

Andrés Avelino Gutiérrez Moral, Beato

Andrés Avelino Gutiérrez Moral, Beato

Sacerdote y Mártir

Martirologio Romano: En distintos lugares de España, Beatos Fortunato Velasco Tobar y 13 compañeros, de la Congregación de la Misión;asesinados por odio a la fe ( 1934-1936)
Fecha de beatificación: 13 de octubre de 2013, durante el pontificado de S.S. Francisco.

Salazar de Amaya es una aldea burgalesa asentada a la sombra de la Peña Amaya, testigo del nacimiento de Castilla, era 894.
En ella nació el P. Gutiérrez el 11 de noviembre de 1886. Sus padres se llamaron Juan y Vicenta.
De temperamento muy en, consonancia con el paisaje bra­vío que le vio nacer, desde chico fue de famosos hechos y no santos.
Para muestra, todo un señor botón.
Cuando él tenía diez años, cierta mujer del pueblo sor, prendió a Andrés Avelino y a otro guaja haciendo una trave­sura gorda y los reprendió severamente y aun diz que les in­sultó más de la cuenta. Con buena gentecilla se metió la pobre. La molieron a golpes; tanto, que, creyéndola muerta, la tira­ron a un arroyo, y gracias a que en el hilillo de agua que por él corría halló la infeliz su resurrección.
Pero el cachorrillo se dejaba domar y aun gobernar por la mansedumbre de una corderilla, su hermana, algo mayor de edad. A ella debió —es confesión propia— que su Primera Comunión fuera ejemplarísima; a ella, el haberse aprendido, como nadie, el Catecismo; a ella, la vocación religiosa.
Porque, sí, señor; con asombro inaudito de todos los veci­nos de Salazar, un día corrió por el pueblo este clamor: “¡An­drés se ha ido fraile!”
Y para fraile se metió a estudiar en la Escuela Apostólica de Tardajos.
A punto estuvo de darles la razón a sus paisanos, que de­cían: “¡Ese, fraile! No tardará en volver ¡Es imposible que persevere tan buena pieza!” Y el caso fue que “le picó la mosca”, sin que le aprovecharan, ni poco ni mucho, los conse­jos sabios de los respetables y reverendos Padres, sus profe­sores; mas Dios, que cuando quiere aprovecha incluso con el veneno, se sirvió de un apostoliquillo para reducir al rebelde, cuando mismo, maleta en mano, se disponía a abandonar el Colegio.
Terminados felizmente sus estudios de humanidades, in­gresó en, el noviciado de la Congregación de la Misión, el año 1903. Pronunciados a su debido tiempo los santos votos, es­tudiada la Filosofía en Hortaleza y la Teología en Madrid, aun sin recibir las sagradas Órdenes, fue destinado como pro­fesor al Colegio de Limpias. Sobre su conducta durante el es­tudiantado nada de especial es de advertir, si no son algunos borbotones de su carácter violento, sobre los que hay que echar mi velo de indulgencia. Nada tiene de extraño, que la fierecilla se revolviera y mordiera las cadenas con que su fuer­za de voluntad la aprisionaba. Y no disimulamos —nótese bien—en nuestros biografiados sus defectos, precisamente para destacar más el efecto de la gracia divina, que sale boyante entre el mar furioso de pasiones que en el hombre o la mujer nacen como las espinas en la tierra.
Al año de su estancia en Limpias se’ ordenó. Su actuación como profesor fue brillantísima y eficacísima. Su sola mirada llamaba al orden a los colegiales. Alguien dijo entonces que tres como el P. Gutiérrez bastaban para regir mi ejército de colegiales.
Desde 1917 a 1930 estuvo de residencia en Tardajos, con destino a las Misiones en la provincia de Burgos, en, los últi­mos años como Director. Para la predicación misionera se dis­ponía concienzudamente: nunca se repetía, afirma un -testigo. Su talento, extraordinario, y su erudición, abundante, exqui­sita, no le dispensaba, en su recto juicio, del estudio constan­te. No manojo, sino maraña de nervios, era exageradísimo en los gestos, aunque con los años se fue moderando. Sudaba en­tre témpanos de nieve y gritaba con desafuero: en una Nove­na-Misión que predicó en, el Santuario de los Milagros, decía la gente: “Pensa, pensa, que con berrar está todo feito.” Decía mal su bravura con fa melosidad gallega. Él era trompeta y aun trombón que sonaba demasiado fuerte en la terriña de las gaitas. En Burgos se le llamaba “El Padre Tareas.”
Desde 1930 a 1933 estuvo destinado en la ciudad de Oren­se, dedicado al servicio de la iglesia encargada a la Comuni­dad; pero más a la predicación de los Preceptos y otros ser­mones sueltos en los pueblos de la provincia.
Mediando el año 1933 fue trasladado a Gijón. Aquí le es­peraba la Providencia divina —serutans corda et renes Deus ­para otorgarle el singular privilegio del martirio.
¿Cómo fue?
Terrible.
Apuntemos los datos conocidos. Uno de sus asesinos fue detenido en Valencia, a poco de terminada la guerra, y se le obligó a recomponer la escena.
El motivo ocasional de su detención lo refiere así el Padre Lozano:
“… El P. Gutiérrez fue un día llamado por teléfono. ¿Fue una penitenta? Así le dijeron, y él se lo creyó cumplidamente. Quienquiera que fuese, comenzó por preguntarle si estaba en el puerto el crucero Cervera. El barco en cuestión era enton­ces el terror de Gijón. Sin darse cuenta de ello y de que los teléfonos todos estaban intervenidos, el Sr. Gutiérrez contestó al interlocutor dando toda suerte de detalles sobre la presencia del barco y algunas de sus características técnicas. Media hora después, los ridículos milicianos, que tantos días les habían visitado, se presentaban en casa preguntando por él y se lo llevaban para no volver. Por la noche, ya se comentaba que había estado en complicidad con el Cervera.”
3 de agosto. Invención del cuerpo del Protomártir San Es­teban. Esta es la fecha.
Y el monte de San Justo, a poca distancia relativamente de Villaviciosa, trasunto del Calvario. A su falda se paró el coche fatal. Largo había sido el paseo.
Las fieras, al ver en su cubil a la víctima, ¡cómo gozan! ¡Y se regodean! Despiértanse instintos de trogloditas. Hay de­talles canibalescos.
Con gran rapidez se apearon los milicianos, la gavilla de esbirros, y a empujones le hicieron bajar al P. Gutiérrez.
La subida al monte, penosa y triste, pero piadosa. “Iba hablando solo”, decía el asesino Fraisón. Por lo visto, rezaba. Llegaron más arriba de “La Venta de la Rana”. Y el león hecho cordero, camino de su inmolación, tenía presente la imagen del Inmaculado. ¡Tantos años aprendiendo la lección de mansedumbre que El tanto ponderó poniéndose como Maes­tro de teoría y práctica! Su geniazo, reprimido muchas veces, mas nunca debilitado, que con tanta frecuencia había servido de ejercicio de paciencia a los hermanos, se había embotado al fin. Genio y figura, dicen, hasta la sepultura. Se equivocó el refrán por esta vez. En aquellos meses en que se veía a las bestias revolucionarias tejer con febril empeño los últimos plin­tos de la urdimbre maldita, el P. Gutiérrez dio un cambiazo. Su pasión dominante cayó hecha una piltrafa. Había logrado, en fiera lid, total victoria.
Por eso, ante el Comité de El Llano guardó silencio y no desmenuzó entre sus uñas al desgraciado presidente, Campa­nal, que Dios haya perdonado.
Por eso, no rechinaron ya sus dientes cuando le insultaban, o le cacheaban desvergonzados, o le maltrataban.
Por eso, cuando ellos blasfemaban, él rezaba. Y por lo bajo, sin afán de reto, sin alarde corajudo.
Por eso, tranquilamente, santamente, cristianamente, subía y subía por la senda que él trabajosamente abría entre la maleza del monte de San Justo.
Antes que él se cansó el tropel de bárbaros.
Y sonó la descarga cerrada. Era la rabia del infierno con­vertida en pólvora.
Resonaron los tiros en los cercanos “casines”.
¡Ay! De ninguno de ellos surgió una Verónica.
Pero han guardado una frase de incalificable fiereza: —”No hay tiro de gracia; que sufra y se…”
Era un lunes, por la mañana.
El sadismo de aquellos tigres se satisfizo largo rato, vién­dole padecer, entre cuchufletas, sarcasmos y burlas.
Al fin, se fueron los criminales.
Y las horas de espantosa agonía continuaron. A voces pedía auxilio. Sus alaridos repercutían a lo lejos; mas sólo las mon­tañas los recibían compasivas. Los humanos de los contornos, que los oían,-eran menos impresionables que las piedras. Diz que temían a los rojos emboscados.
Pero, no; que para robarle el reloj ya tuvieron ánimo. ¿No sería consigna infernal no rematarle para que se des­esperase?
Mas el Ángel Consolador estaría a su lado, como hizo en el Huerto de Getsemaní, cuando el Divino Agonizante quiso con el sudor de su sangre regar la tierra. De las ramas de los ar­bustos entre los cuales cayó el P. Gutiérrez cuelgan rubíes, que son las gotas de su sangre, y con ellas empurpura también el suelo.
¡Trágica estampa la que ofrecía el pobre malherido: incor­porándose y volviendo a caer, siendo inútiles todos sus esfuer­zos por levantarse y echar a andar!
Todavía, al cabo de tres años, se notaba el hoyo que su pie hiciera, al servir en vano de palanca para la erección. Expiró.
De Villaviciosa vino el carro de recoger las basuras de la calle, para transportar el cadáver.
Abochorna el decirlo, pero es menester; que se entienda de qué indignidades somos capaces los civilizados, si Dios nos deja de su mano.
Y es que el carretero, al conducirlo, pegaba palos al cadá­ver, diciendo “¡Me c… en tu alma!”…
El lugar del espantoso crimen y del triunfo admirable está hoy acotado: una reja lo circunda y en su centro se levanta airosa la Cruz redentora.
En el Cementerio Ceares, de Gijón, descansan los restos gloriosos del invicto Mártir. Fueron a él trasladados al termi­nar la guerra en Asturias.
En el Cielo está su alma. Porque sufrió la prueba, ha reci­bido la corona de la vida, prometida por Dios a los que le aman.

BIOGRAFÍAS DE MISIONEROS PAULES Edición 1942
Autor: Elías Fuente

Este grupo de mártires está integrado por:
1. TOMÁS PALLARÉS IBÁÑEZ
sacerdote de la Congregación de la Misión (Vicenciano)
nacimiento: 06 Marzo1890 en Iglesuela del Cid, Teruel (España)
martirio: 13 Octubre 1934 en Oviedo, Asturias (España)
2. SALUSTIANO GONZÁLEZ CRESPO
hermano de la Congregación de la Misión (Vicenciano)
nacimiento: 01 Mayo 1871 en Tapia de la Ribera, León (España)
martirio: 13 Octubre 1934 en Oviedo, Asturias (España)
3. LUIS AGUIRRE BILBAO
hermano de la Congregación de la Misión (Vicenciano)
nacimiento: 13 Septiembre 1914 en Murguía, Vizcaya (España)
martirio: 30 Julio 1936 en Alcorisa, Teruel (España)
4. LEONCIO PÉREZ NEBREDA
sacerdote de la Congregación de la Misión (Vicenciano)
nacimiento: 18 Marzo1895 en Villarmentero, Burgos (España)
martirio: 02 Agosto 1936 en Las Planas de Oliete, Teruel (España)
5. ANDRÉS AVELINO GUTIÉRREZ MORAL
sacerdote de la Congregación de la Misión (Vicenciano)
nacimiento: 11 Noviembre 1886 en Salazar de Amaya, Burgos (España)
martirio: 03 Agosto 1936 en Gijón, Asturias (España)
6. ANTONI CARMANIÚ MERCADER
sacerdote de la Congregación de la Misión (Vicenciano)
nacimiento: 17 Agosto 1860 en Rialp, Lérida (España)
martirio: 17 Agosto 1936 en Llavorsi, Lérida (España)
7. FORTUNATO VELASCO TOBAR
sacerdote de la Congregación de la Misión (Vicenciano)
nacimiento: 31 Mayo 1906 en Tardajos, Burgos (España)
martirio: 24 Agosto 1936 en Alcorisa, Teruel (España)
8. RICARDO ATANES CASTRO
sacerdote de la Congregación de la Misión (Vicenciano)
nacimiento: 05 Agosto 1875 en Cualedro, Orense (España)
martirio: 14 Agosto 1936 en Gijón, Asturias (España)
9. PELAYO JOSÉ GRANADO PRIETO
sacerdote de la Congregación de la Misión (Vicenciano)
nacimiento: 30 Julio 1895 en Santa María de los Llanos, Cuenca (España)
martirio: 27 Agosto 1936 en Gijón, Asturias (España)
10. AMADO GARCÍA SÁNCHEZ
sacerdote de la Congregación de la Misión (Vicenciano)
nacimiento: 29 Abril 1903 en Moscardón, Teruel (España)
martirio: 24 Octubre 1936 en Gijón, Asturias (España)
11. IRENEO RODRÍGUEZ GONZÁLEZ
sacerdote de la Congregación de la Misión (Vicenciano)
nacimiento: 10 Febrero 1879 en Los Balbases, Burgos (España)
martirio: 06 Diciembre 1936 en Guadalajara (España)
12. GREGORIO CERMEÑO BARCELÓ
sacerdote de la Congregación de la Misión (Vicenciano)
nacimiento: 09 Mayo 1874 en Sitios, Zaragoza (España)
martirio: 06 Diciembre 1936 en Guadalajara (España)
13. VICENTE VILUMBRALES FUENTE
sacerdote de la Congregación de la Misión (Vicenciano)
nacimiento: 05 Abril 1909 en Reinoso de Bureba, Burgos (España)
martirio: 06 Diciembre 1936 en Guadalajara (España)
14. NARCISO PASCUAL y PASCUAL
hermano de la Congregación de la Misión (Vicenciano)
nacimiento: 11 Agosto 1917 en Sarreaus de Tioira, Orense (España)
martirio: 06 Diciembre 1936 en Guadalajara (España)

 
 
 

68910 > Sant' Aigulfo (Aigolfo) di Lerins Abate 3 settembre MR
95257 >
Beato Alberto Besozzi
93181 >
Beati Andrea Abel Alricy e 71 compagni Martiri della Rivoluzione francese 3 settembre MR
90190 >
Beato Andrea Dotti 3 settembre
68880 >
Sant' Ausano di Milano Vescovo 3 settembre MR
90148 >
Beato Bartolomeo Gutierrez e compagni Martiri 3 settembre MR
92523 >
Santa Basilissa di Nicomedia Vergine e martire 3 settembre MR
91299 >
Beata Brigida di Gesù Morello Fondatrice 3 settembre MR
93203 >
Beato Claudio Bochot Sacerdote e martire 3 settembre
93206 >
Beato Claudio Ponse Canonico Regolare, martire 3 settembre
93839 >
Beato Commendatore di Cordova Mercedario, martire 3 settembre
68920 >
San Crodegango di Seez Vescovo 3 settembre MR
93204 >
Beato Eustachio Felix Sacerdote e martire 3 settembre
68850 >
Santa Febe (Phoebe) Coadiutrice di s. Paolo 3 settembre MR
93170 >
Beati Giovanni Battista Bottex, Michele Francesco de la Gardette e Francesco Giacinto le Livec de Tresurin Martiri della Rivoluzione francese 3 settembre MR
93180 >
Beato Giovanni Carlo (Jean-Charles) Caron Sacerdote vincenziano, martire 3 settembre
93205 >
Beato Giovanni Carlo Maria Bernarde du Cornillet Canonico Regolare, martire 3 settembre
93178 >
Beato Giovanni Enrico (Jean-Henri) Gruyer Sacerdote vincenziano, martire 3 settembre
93207 >
Beato Giovanni Francesco Bonnel de Pradal Canonico Regolare, martire 3 settembre
94363 >
Beato Giovanni Luigi Schmid Sacerdote e martire 3 settembre
68960 >
Santi Giovanni Pak Hu-jae e compagni Martiri 3 settembre MR
94419 >
Beato Giuliano Francesco Hedouin Sacerdote e martire 3 settembre
24350 >
San Gregorio I, detto Magno Papa e dottore della Chiesa 3 settembre - Memoria MR
69100 >
Beato Guala di Brescia Vescovo 3 settembre MR
93177 >
Beato Luigi Giuseppe (Louis-Joseph) Francois Sacerdote vincenziano, martire 3 settembre
68870 >
San Mac Nisse Vescovo 3 settembre MR
68900 >
San Mansueto di Toul Vescovo 3 settembre MR
68950 >
San Marino 3 settembre MR
94710 >
San Martiniano di Como Vescovo 3 settembre
93179 >
Beato Nicola (Nicolas) Colin Sacerdote vincenziano, martire 3 settembre
68890 >
San Remaclo (Rimagilo) di Stavelot Abate 3 settembre MR
94401 >
Beato Renato Maria Andrieux Sacerdote gesuita, martire 3 settembre
68860 >
San Sandalio di Cordova Martire 3 settembre MR
63050 >
San Vitaliano di Capua Vescovo 3 settembre e 16 luglio MR

 


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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
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    ATENÇÃO:
  • Enquanto não ficar regularizada a publicação deste blogue, as NOTAS que vinham aqui sendo publicadas, estarão suspensas SINE DIE,
  • Motivo pelo qual não vejo justificação para as continuar a publicar, enquanto tal não suceder, pois também os outros textos terão de sofrer alterações, ou melhor, têm de ser devidamente actualizados (pois apesar de tudo, estou esperançado em que possa resolver os problemas técnicos dentro do mais breve espaço de tempo possível).
  • Prevenindo novas suspensões que possam vir a acontecer, vou tentar agendar as publicações diárias desta 1ª rubrica SANTOS DE CADA DIA, e à medida que me for possível, tentarei também recuperar as restantes rubricas, pelo menos e PARA JÁ até ao fim do corrente mês de Setembro.
  • Não estranhem, portanto, que diariamente possam vir a ser publicados números atrasados das restantes páginas, (alguns deles, no mesmo dia, embora em horas diferentes).
  • Depois se verá, se Deus quiser e se me permitir continuar esta tarefa a que meti ombros há quase seis anos.
  • BENDITO SEJA DEUS.
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  • Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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