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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

10 More Amazing Science Stunts (3)

VAMOS LÁ SABER COMO É...: REFORMAS POR TEMPO DE SERVIÇO - cópia de email re...

VAMOS LÁ SABER COMO É...: REFORMAS POR TEMPO DE SERVIÇO - cópia de email re...: Com a devida vénia, transcrevo aqui, o email recebido há dias (e só hoje lido, pois estou a fazê-lo com muito atraso, devido aos probl...

Nº 1756-3 - Encontro diário com Deus - 18 de Setembro de 2013

Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com. 



Nº 1756-3

  18 de Setembro de 2013


Pensamento do Dia

Cada idade da vida tem a sua juventude.

Honoré du Balzac


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Senhor, eu sei que perdoar é recuperar o poder sobre a minha vida, reencontrando novamente a plena saúde. 
Bom Mestre, eu sei que perdoar não é aprovar comportamentos negativos e impróprios; 
sei que perdoar não é fingir que está tudo bem. 
O que eu preciso é compreender as causas da agressão. 
É possível que quem me ofendeu carregasse problemas que eu desconheço; 
é possível que quem me causou tanta dor não tenha pensado nas consequências da sua atitude. 
Por isso, Senhor, derrame suas bênçãos,  a quem me feriu e que eu seja tão bom que possa até prestar meu auxílio naquilo que tal pessoa precisar. 
Ámen.


Frei Filipe Gabriel Alves, OFM



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NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:



http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

1756 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - II REIS - (23) - 18 de Setembro de 2013

18 de Setembro de 2013

Nº 1756 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1756

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro de 2012, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o 
ANTIGO TESTAMENTO 
que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉJUÍZES, RUTE, 1º e 2º de SAMUEL, 1º Reis(Estes já estão…)

Faltam apenas 830 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.

 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não! Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) .

Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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1756 - 2ª Página

18 de Setembro de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

REIS
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Mapa antigo de Israel

2º Livro dos REIS





Elias ressuscitando o filho da viúva que o acolheu

SEGUNDO LIVRO DOS REIS



CONTINUAÇÃO DA HISTÓRIA SINCRÓNICA DE ISRAEL ATÉ AO FIM



23  -  DESTRUIÇÃO DA IDOLATRIA
O rei mandou vir à sua presença todos os anciãos de Judá e de Jerusalém, e subiu ao templo do Senhor com todos os homens de Judá e todos os habitantes de Jerusalém, sacerdotes, profetas e todo o povo, pequenos e grandes. Leu, então, diante de todos, as palavras do livro da aliança, descoberto no templo do Senhor
Pondo-se de pé sobre a tribuna, o rei renovou a aliança na presença do Senhor, comprometendo-se a seguir o Senhor, a observar os Seus mandamentos, as Suas instruções e as Suas leis, com todo o coração e com toda a sua alma, e a cumprir todas as palavras da aliança contidas no livro (2 Par 34, 29-31).
Todo o povo concordou com esta aliança. O rei ordenou, depois, ao sumo sacerdote Helcias, aos sacerdotes da segunda ordem e aos porteiros, que tirassem do templo do Senhor todos os objectos fabricados para o culto de Baal, de Astarté e de todo o exército dos céus; mandou-os queimar fora de Jerusalém, nos campos do Cedron, e levar as suas cinzas para Betel. Expulsou os sacerdotes dos ídolos, postos pelos reis de Judá a fim de oferecerem o incenso nos lugares altos, nas cidades de Judá e nos arredores de Jerusalém, e também os sacerdotes que ofereciam o incenso a Baal, ao sol, à lua, aos sinais do Zodíaco e a todo o exército dos céus. Mandou tirar do templo do Senhor o tronco sagrado e levá-lo para fora de Jerusalém, para o vale de Cedron, onde o queimaram. Depois mandou lançar a sua cinza no sepulcro comum do povo. Destruiu os lugares de prostituição idolátrica do templo do Senhor, onde as mulheres teciam tendas para Astarté (1 Rs 14, 24).
Convocou todos os sacerdotes das cidades de Judá, profanou os lugares altos onde os sacerdotes queimavam o incenso, desde Gabaa até Bersabeia, e destruiu o lugar alto das portas, à entrada da casa de Josué, prefeito da cidade, que ficava à esquerda da porta da cidade. Contudo, os sacerdotes dos lugares altos não subiam ao altar do Senhor em Jerusalém, mas comiam os pães ázimos com  seus irmãos. Profanou também Tofet, no vale do filho de Enom, a fim de que ninguém fizesse passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha em honra de Moloc. Fez desaparecer, também, os cavalos que os reis de Judá tinham dedicado ao sol, à entrada do templo do Senhor, junto da casa do eunuco Natan-Melec, no recinto, e queimou os carros do sol.
O rei derrubou os altares construídos pelos reis de Judá no terraço da câmara superior de Acab e os que Manassés erigira nos dois átrios do templo do Senhor: quebrou-os e lançou as suas cinzas na torrente do Cedron. O rei profanou igualmente os lugares altos situados em frente de Jerusalém, à direita do monte da Perdição: Salomão, rei de Israel, erguera-os em honra de Astarté, ídolo abominável dos sidónios, e de Camos, ídolo abominável dos amonitas.
Quebrou as estátuas, derrubou os troncos sagrados e encheu o lugar de ossos humanos (2 Par 34, 3-5).
Destruiu, igualmente, o altar de Betel e o lugar alto que edificara Jeroboão, filho de Nabat, que fizera pecar Israel. Destruiu-os, queimou e reduziu a cinzas o lugar alto, incendiando igualmente o tronco sagrado. Josias viu, em torno de si, os sepulcros que havia na montanha; mandou tirar os ossos dos sepulcros e queimou-os no altar, profanando-o, segundo a palavra que o Senhor pronunciara pelo homem de Deus que predisse estas coisas. E o rei perguntou: «Que monumento é esse que vejo?» Os habitantes da cidade responderam-lhe: «É o sepulcro do homem de Deus, que veio de Judá, e predisse tudo o que fizeste ao altar de Betel». Então o rei disse: «Deixai em paz os seus ossos». E os seus ossos ficaram intactos, juntamente com os ossos do profeta que viera da Samaria.
Josias destruiu, assim, todos os santuários dos lugares altos que se encontravam nas cidades de Samaria, e que os reis de Israel erigiram para irritar o Senhor. Fez deles o que tinha feito ao altar de Betel. Matou todos os sacerdotes dos lugares altos que ali havia, e queimou ossos humanos no sítio desses altares. Depois voltou para Jerusalém (2 Par 34, 6-7).

Celebração da Páscoa  -  O rei ordenou a todo o povo: «Celebrareis a Páscoa em honra do Senhor, vosso Deus,. segundo as prescrições do livro da Aliança (Dt 16, 1-8). Jamais se celebrou Páscoa semelhante, desde a época dos juízes que governaram Israel, nem no tempo dos reis de Israel e de Judá. 
Esta Páscoa foi celebrada em honra do Senhor, em Jerusalém, no décimo oitavo ano do reinado de Josias (2 Par 35, 1; 18-19).
Josias acabou também com os necromantes, os adivinhos, os terafins, os ídolos e as abominações que se viam na terra de Judá e em Jerusalém, pois queria obedecer às prescrições da lei, escritas no livro que o sacerdote Helcias descobriu no templo do Senhor. Antes de Josias, nunca houve um rei que se convertesse como ele ao Senhor, com todo o seu coração, com toda a sua alma e com todas as suas forças, seguindo em tudo a lei de Moisés; e, depois, dele, não houve outro semelhante.
Contudo, por causa dos crimes com que Manassés O irritara, o Senhor não abrandou a violência do Seu furor contra Judá. O Senhor dissera: «Expulsarei também Judá da Minha presença, como rejeitei Israel; rejeitarei esta cidade de Jerusalém que escolhi e o templo do qual Eu disse: Aqui residirá o Meu nome».
O resto da história de Josias, seus feitos e acções, tudo isso está escrito no Livro das Crónicas dos reis de Judá (2 Par 35, 26s).
Durante o seu reinado, Faraó Necao, rei do Egipto, pôs-se em marcha contra o rei da Assíria, na direcção do Eufrates.
O rei Josias saiu-lhe ao encontro, mas foi morto pelo Faraó em Magedo, logo no primeiro combate. Os seus servos levaram o seu cadáver num carro, de Magedo para Jerusalém, e sepultaram-no no seu túmulo. O povo elegeu então Joacaz, filho de Josias, que foi ungido e aclamado rei, em lugar de seu pai (2 Par 36, 1).

Joacaz e Joaquim, reis de Judá  -  Joacaz tinha trinta e três anos quando começou a reinar, e reinou três meses em Jerusalém. Sua mãe chamava-se Amital, filha de Jeremias, natural de Lobna. Fez o mal diante do Senhor, como seus pais.
Faraó Necao prendeu-o em Rebla, na terra de Emat, de modo que não reinou mais em Jerusalém, e impôs ao país uma contribuição de cem talentos de prata e um talento de ouro. Faraó Necao estabeleceu Eliacim, filho de Josias, no trono, em lugar de seu pai Josias, e mudou-lhe o nome para Joaquim. Joacaz foi levado para o Egipto, onde morreu. Joaquim deu ao Faraó a prata e o ouro exigidos, mas, para fornecer o peso estipulado, impôs ao povo um tributo, fixando a quantia que cada um devia pagar, a fim de dar essa contribuição de ouro e prata ao Faraó Necao (2 Par 36, 2-4).
Joaquim tinha vinte e cinco anos quando começou a reinar, e reinou doze anos em Jerusalém, Sua mãe chamava-se Zebida, filha de Fadaías, natural de Ruma. Fez o mal aos olhos do Senhor, como fizeram seus pais.





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Textos do 2º Livro de “REIS” do ANTIGO TESTAMENTO 


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Este texto deveria ter sido publicado em 

18 de SETEMBRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA




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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nº 1756 - (239 -13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 18 de Setembro de 2013 - 5º ANO




e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com
e-mail dos blogues:  antoniofonseca40@gmail.com
Nº 1756 - (239 -13) – 1ª Página

18 de Setembro de 2013 

009

Nº 1756 - (239-13) – 1ª Página
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E U   S O U


AQUELE   QUE   SOU
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IN:  Livro dos Santos de Cada dia, de WWW.JESUÍTAS.PT

JOSÉ DE CUPERTINO, Santo
Religioso  (1603-1663)





A vida de S. José de Cupertino é sem dúvida uma das mais extraordinárias, e por vezes das mais perturbadoras que se encontram nos anais da santidade. Os pais de José, o pai sobretudo, possuíam muitas virtudes mas pouca perícia nos negócios. Por isso nasceu José, como Jesus, num estábulo, em Cupertino, no reino de Nápoles, a 17 de Junho de 1603. O menino recebeu formação enérgica de sua mãe, a ponto de poder dizer mais tarde: «Não precisei de noviciado para me ajustar à vida religiosa». Tinha aliás tudo o que se requer para se pôr à prova toda a paciência dos seus educadores e para excitar a viveza dos seus camaradinhas. Era, de facto, quase incapaz de levantar uma palha do chão e o seu cérebro era refractário a qualquer estudo. Por ele andar quase sempre assim, deram-lhe a alcunha de boca aberta. Mas tudo o que era de Deus impressionava-o o mais possível e transportava-o para fora de si. Aos 17 anos quis entrar nos Menores conventuais, onde tinha dois tios. As aparências jogavam tão pouco em seu favor que o despediram. Apresentou-se então aos Capuchinhos, que o aturaram algum tempo e o experimentaram em tudo, mas os seus êxtases contínuos sujeitavam a louça do convento a uma prova bem custosa! Foi preciso mandá-lo embora. Deixando o hábito religioso, o pobre José julgava que se lhe deslocava a carne dos ossos. Passado todavia algum tempo, os Conventuais reflectiram e concordara, em aceitá-lo, primeiramente para cuidar da mula do convento de Grotella; depois, o espectáculo da sua piedade, austeridade, obediência e dons sobrenaturais decidiu a que o admitissem. Foi mesmo recebido como clérigo. Isto exigia pelo menos que ele fosse capaz de ler o missal e o breviário. Frei José fazia todo o possível, mas o resultado era pouco. Quando a paciência do seu mestre começava a faltar, ele punha-se a pedir: «Tenha paciência, assim crescerá o mérito». Mas era preciso ficar bem nos exames exigidos. Que ia acontecer? O santo entregou o assunto à boa mãe, Nossa Senhora de Grotella. A 3 de Janeiro de 1627, o Bispo de Nardo interrogou-o antes de o admitir ao diaconado; abriu o livro dos Evangelhos e mandou-lhe explicar o texto: «Felizes as entranhas que Te trouxera». Ele saiu-se admiravelmente. Antes do sacerdócio, apareceu, com os seus confrades, diante do bispo de Castro. A ciência dos primeiros examinandos dir-se-à que correspondeu pela dos últimos, que não foram interrogados; José estava no número destes. Aqui está a razão por que ele ficou sendo o padroeiro dos candidatos nos exames.  Desde então, a vida do Santo já não passa de uma série de milagres e de provações. Nem todos aceitavam evidentemente com a mesma confiança ingénua os fenómenos sobrenaturais de que ele era objecto. Uma viagem que fez, por ordem do Superior, para visitar as casas da sua Ordem, no Sul de Itália, atraiu um pouco de mais a atenção sobre ele, segundo o entender dum vigário geral. Foi denunciado ao Santo Ofício, examinado primeiro em Nápoles e depois enviado a Roma. O seu Superior Geral, primeiro desconfiado, depressa se mostrou conquistado e apresentou-o ao Sumo Pontífice Urbano VIII, diante de quem ele teve um êxtase. Enviado ao grande convento de Assis, suspirou ao entrar na igreja: «Pai santo, tanto amastes a pobreza durante a vida, mas eis que hoje estais na prata e no brocado, e entre as mais sumptuosas decorações». S. Francisco ensinou-lhe que tudo isso não era para ele, mas para o Hóspede do tabernáculo. A hostilidade e a severidade dum guardião muito fizeram sofrer José. A sua maior obrigação constava em estar afastado de Nossa Senhora da Grotella, de Cupertino. Para consolação, o Geral chamou-o a Roma por algum  tempo. Mas regressando, foi acolhido em triunfo. Entrando na igreja, viu, pintada na abóbada, uma imagem de Nossa Senhora semelhante à de Grotella. Logo arrebatado fora de si, lançou-se ao ar para beijar a imagem, exclamando: «Minha Mãe, seguisTe-me». Este fenómeno era ordinário e repetia-se a qualquer propósito e em quaisquer circunstâncias. Um dia, o embaixador de Espanha, depois de lhe falar na sala de visitas, quis apresentar-lhe a esposa na igreja. Uma ordem do seu guardião venceu nele a repugnância a tratar com mulheres. Mas, logo que chegou à igreja, vendo a estátua de Nossa Senhora, voou para lhe beijar os pés, soltando o seu forte grito habitual. Depois duma prolongada oração, deu novo grito, desceu, beijou o chão, saudou a Virgem Maria, e, com o rosto escondido no capuz, voltou à cela, deixando as senhoras meio mortas de susto. Vinham-no consultar outras personagens sobre a atitude que deviam tomar. Assim o príncipe Casimiro da Polónia, que deixara o seu país a fim de se fazer jesuíta; tinha sido nomeado cardeal por Inocêncio X. Acabava, com autorização do papa, de renunciar a esta dignidade, para se casar com a viúva de seu irmão e dar herdeiros ao trono. Para tranquilizar a consciência, passou por Assis e perguntou ao Santo: «É com o chapéu de cardeal ou então com a espada que eu sou chamado por Sua divina Majestade?» - «Com a espada», respondeu o santo. Todo este movimento criado à volta do humilde religioso e os fenómenos sobrenaturais estranhos inquietaram de novo a Inquisição. Em 1653, uma ordem do Santo Ofício tirou-o de Assis para o levar a um convento de capuchinhos, em Petra Rúbia, e depois, para o isolar mais, a Fossombrone. Como em Assis, e pelas mesmas razões, devia o santo viver isolado da comunidade. Como exemplo: a sua Missa durava habitualmente duas horas; de vez em quando, Deus avisava-o que a abreviasse para chegar a tempo de ir desempenhar o seu ofício de esmoler. A elevação do Cardeal Chigi ao pontificado supremo, com o nome de Alexandre VII, permitiu aos conventuais recuperar aquele que tinham como sua glória. Queriam reconduzi-lo a Assis, mas o Papa respondeu: «Não, basta um S. Francisco em Assis. Foi enviado a Ósio, na Marca de Ancona, perto de Loreto (1657). Ao chegar lá, exclamou: este é o meu descanso. Foi lá que morreu, a dezassete de Setembro de 1663. Foi beatificado por Bento XIV em 1573, e canonizado por Clemente XIII, em 1767. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas,.pt.


JOÃO MASÍAS, Beato

Religioso  (1585-1645)


Este bem-aventurado servo de Deus, irmão da Ordem Dominicana, nasceu na vila estremenha de Ribera, na Espanha, em Fevereiro de 1585. Os pais faleceram, deixando-o órfão e sem qualquer amparo, quando apenas contava quatro anos; mas já lhe tinham ensinado as principais orações. Apesar da sua tenra idade, entrou em combinação com um lavrador para lhe guardar uma vara de porcos. Um dia, estando entregue a este humilde ocupação, apareceu-lhe o evangelista S. João, que desde esse momento o ficou a proteger. Nessa altura, o perturbado menino teve o primeiro êxtase e, transportado fora de si, mereceu contemplar a cidade celestial. O amparo de S. João acompanhou-odurante a vida inteira, apartando-o de todo o mal e resguardando-lhe a pureza de qualquer acto que a pusesse em risco. Deste modo, o beato, ao morrer, pôde gloriar-se de morrer virgem como outro S. Domingos. Passados anos, abandonou a pastorícia, encontrando o sustento com o trabalho manual. Procurava sempre a soledade, como o ambiente mais a propósito para o sossego do espírito. Depois foi para Sevilha e empregou-se em casa dum negociante, em companhia do qual se trasladou para o Novo Mundo. Por não saber ler, o patrão despediu-o em Cartagena das Índias; daí empreendeu Masías viagem por terra até ao Peru. Aos 37 anos, em Janeiro de 1622, encontrando-se em Lima, recebeu o hábito dominicano, vindo a professar como leigo um ano depois. Ofereceu à comunidade o seu esforço corporal; por ele e pela submissa obediência, chegou ao cume da perfeição. Entregaram-lhe o serviço da portaria do Convento das Recoletas, de Santa Maria Madalena, que a Ordem Dominicana tinha em Lima. Sem prejuízo das atenções próprias de tal cargo, dedicava à oração cada dia seis ou sete horas; e noite em que não tivesse consagrado a tão recomendável exercício pelo menos três ou quatro horas, parecia-lhe desperdiçada. Segundo confessou, quando isto lhe sucedia, na manhã seguinte sentia insuportável vergonha ao apresentar-se diante de Deus. Para maior sacrifício, cumpria estas devoções todo o tempo de joelhos. Como resultado deste esforço, e encontrando-se debilitado e fraco devido ao seu rigoroso ascetismo, sobreveio-lhe uma chaga rebelde num joelho. Depois de os médicos terem esgotado nele todos os esforços científicos, uma noite apareceu-lhe o seu protector S. João Evangelista, deixando-o milagrosamente limpo da chaga. Distribuía o tempo sem deixar um instante desocupado. Desde o amanhecer afadigava-se atendendo os pobres envergonhados, preparando-lhes de comer e servindo com grande humildade os que vinham pedir socorro à portaria. O descanso limitava-o apenas a inclinar-se de bruços, com a face apoiada nos braços, ajoelhado diante duma imagem da Rainha dos Céus, sob a invocação de Belém, colocada à cabeceira da cama. Incansável em mortificar-se, cingia permanentemente o corpo com ásperos cilícios, escondidos debaixo do hábito. Homem de admirável e exemplar observância da vocação a que fora chamado, merecedor de memória e celebridade a muitos títulos, nunca se pôde notar nele qualquer coisa que desdissesse do seu estado; perfeitíssimo em todas as virtudes, amável e contemplativo, fez vida de extrema austeridade. A juízo do seu confessor, não incorreu em toda a vida em pecado mortal, nem em venial de malícia. Foi de mediana estatura, com  o rosto branco e feições delicadas, a barba espessa e negra. O retrato que dele se conhece mostra-nos semblante ascético, macerado pela penitência. Notabilizou-se pela integridade de ânimo e paciência em combate encarniçados com o espírito infernal. E ninguém lhe levou vantagem no exercício da caridade. Com frequência, quando escasseavam as provisões para os necessitados que a ele acudiam, jejuava para ceder-lhes parte do seu próprio almoço. por outro lado, é fama que a divina Providência multiplicava milagrosamente a comida que servia. Segundo os autores que escreveram sobre a sua vida, virtudes e prodígios do Beato Masías, e atendo-nos à autobiografia que ditou na véspera da morte. Nossa Senhora de Belém, a que professava singular devoção, apresentou-se-lhe várias vezes para revelar o futuro e confortá-lo nas suas penitências. Outras testemunhas depuseram no processo de beatificação o seguinte: que, ao mesmo tempo que atendia às suas obrigações no refeitório, cozinha ou portaria, sentia raptos extáticos e era visto, em sublime arroubamento, elevar-se do solo, aureolado por vivíssimo resplendor. Em 1645 adoeceu gravemente, e em tal altura a sua cela foi visitada, uma vez mais, por todos os que em Lima eram mais importantes; sobressaiu o vice-rei, marquês de Mancera. O santo morreu a 17 de Setembro desse ano, com 60 anos de idade. Vieram ao enterro do humilde leigo, o referido vice-rei, o arcebispo, todas as comunidades e corporações religiosas e civis de Lima e uma multidão que já o aclamava como digno de ser elevado aos altares. As suas relíquias, assim como os retratos, eram objecto de grandes disputas, pois era sabido que operavam prodígios. Um ano depois do falecimento, foi trasladado o cadáver a outra sepultura dentro do mesmo convento em que o beato se tinha santificado. Encontrou-se então o corpo incorrupto e a exalar singular fragrância. São inumeráveis os prodígios que se lêem nas suas biografias. Curas sobrenaturais, aparições extraordinárias. Referiremos um sucesso notável acontecido depois da sua morte e que, segundo a tradição constante em Lima, merece total crédito. Numa localidade perto da capital do Peru, o beato, antes de se fazer dominicano, tinha à sua conta o gado de um  senhor distinto. Naquele sítio havia várias laranjeiras, e numa delas, abrindo a casca, o devoto pastor traçou cruzes; ao pé dela rezava e dela dependurava o seu terço. Quinze anos depois de ele falecer, o proprietário do laranjal mandou cortá-lo e, precisamente no dia em que a Igreja comemora o triunfo da santa Cruz, o encarregado do corte descobriu no interior de uma das árvores duas cruzes do tamanho de um palmo. Todos se admiraram, e logo se improvisou uma fervorosa procissão, que levou as cruzes com todo o respeito para lugar sagrado. Os portentos que durante a vida realizara o servo de Deus, a pública voz e fama das suas virtudes, e a devoção geral, afervorada mais ainda a seguir às sua morte devido aos milagres, moveram os seus irmãos dominicanos e promoverem-lhe a causa de beatificação. Depuseram mais de 150 testemunhas e todas coincidiram em ponderar a virtude santa e exemplar do caritativo religioso. Foi beatificado pelo papa Gregório XVI em 1840. A sua festa ficou a celebrar-se com toda a solenidade na igreja peruana. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas,.pt.

Mártir,

Adriana de Prymnesso, Santa
Adriana de Prymnesso, Santa

Martirologio Romano: En Prymnesso, de Frigia, santa Ariadna, mártir (s. inc.). Etimología: Adriana = Ariana = Ariadna = castísima o santísima, viene del griego Se sabe que esta joven fue una mártir del siglo I.  Se cuenta que fue una bella mártir por amor a Cristo en el siglo I. Se ve que asimiló muy pronto la profundidad de la vida encerrada en el Evangelio y, sin la menor duda, no tuvo reparos en entregar la propia existencia por una causa tan clave para toda su vida. La historia dorada que hay alrededor de ella dice que era una esclava preferida del rey de Frigia. El hecho es que se convirtió al cristianismo y, por esta razón fue procesada. Los jueces, antes de dictar el juicio premeditado, le permitieron que se fuera a pensar lo bien a solas a la montaña.  Cuando volvió, le preguntaron acerca de su última decisión. Era la misma. Entonces mandaron ejecutarla. ¡Felicidades a quien lleve este bello nombre! Comentarios al P. Felipe Santosfsantossdb@hotmail.com

 Imperatriz,

Ricarda o Riquilda, Santa
Ricarda o Riquilda, Santa

Martirologio Romano: En Andlau, de la Baja Lotaringia (Alsacia), santa Ricarda, quien, siendo reina, despreció el poder terreno por servir a Dios en el monasterio fundado por ella misma (c. 895). Etimología: Ricarda = fuerte en la riqueza. Viene de la lengua alemana. Nació y murió en Alsacia, Francia, en el año 900. Era hija de Echanger, conde de esta ciudad. Se casó con el conde Carlos el Grueso en el año 862. Era biznieto de Carlomagno, y en aquel tiempo, rey de los Francos de Ranania. Carlos En el 881, con el apoyo del Papa Juan VIII, llegó a emperador de Occidente y, al mismo tiempo de Alemania, Francia, dueño de una parte de Italia y protector de Papado. Pese a ello, abandonó al Papa cuando éste le llamó para que le ayudara. Al no acudir, el Papa fue masacrado a martillazos en el palacio de san Juan de Letrán. Tras veinte años de matrimonio, Ricarda fue acusada de adulterio y repudiada, ella rechazó la acusación y fue sometida a la prueba del fuego para demostrar su inocencia, Dios demostró con un patente milagro su inocencia. Y así acabó el inmenso imperio carlovingio. Sus siete hijos se repartieron cuanto quedaba. Su padre murió al año siguiente . Y Ricarda no estaba a su lado en esos momentos cruciales para la vida de una persona. Como no había seguido la vida Cristo en su estricto cumplimiento, nunca se sintió feliz a pesar de sus riquezas. Se fue a la abadía de Alsacia, Andlau, para pasar allí sus últimos años. En 1049, el Papa León IX vino a venerar sus restos y los colocó en el altar. ¡Felicidades a quien lleve este nombre! Comentarios al P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

 Jóvenes mártires,

David Okelo y Gildo Irwa, beatos
David Okelo y Gildo Irwa, beatos
Catequistas y Mártires
Martirologio Romano: En la aldea Paimol, cerca de la misión de Kalongi, en Uganda, beatos David Okelo y Gildo Irwa, catequistas y mártires, que habiéndose ofrecido espontáneamente para anunciar el Evangelio al pueblo, fueron atravesados por lanzas, manifestando así en el martirio la fuerza de Cristo (1918). Dos jóvenes catequistas ugandeses, David Okelo, de entre 16 y 18 años, y Gildo Irwa, de entre 12 y 14, fueron martirizados a golpes de lanza y cuchilladas en Palamuku, cerca de Paimol, aldea situada al norte de Uganda, en la cuenca del alto Nilo. Era el año 1918. El ejemplo dado por estos dos jóvenes, unidos por una profunda amistad y por el entusiasmo de enseñar la religión cristiana a sus compatriotas, permanece como signo de coherencia de vida cristiana, fidelidad a Cristo y compromiso en el servicio misionero entre su pueblo. La fecha de nacimiento de David y Gildo no se conoce con exactitud. Fueron bautizados el 1 de junio de 1916 y confirmados el 15 de octubre del mismo año. Pertenecían a la tribu Acholi, una rama del gran grupo Lwo, cuyos miembros viven aún en su mayor parte en el norte de Uganda, aunque también están presentes en el sur de Sudán, Kenia, Tanzania y Congo. Los misioneros combonianos habían llegado en 1915 a la región de Kitgum, donde comenzaron su labor evangelizadora con la ayuda de algunos catequistas. Existían entonces muchas dificultades, algunas creadas por la primera guerra mundial, otras por la peste, la viruela y la situación de carestía. Para los brujos de la zona la llegada de la nueva religión era la causa de todas las desgracias. Por ello, surgieron movimientos anticristianos y anticolonialistas (los Adwi y los Abas) promovidos por los brujos y apoyados por los traficantes de marfil y de esclavos, que veían en el cristianismo un obstáculo para sus negocios. Además eran frecuentes las luchas tribales. En este contexto de hostilidad y desconfianza se sitúa el testimonio heroico de los dos jóvenes catequistas, que no dudaron en trasladarse a Paimol para cubrir el vacío dejado en la obra de evangelización por la muerte de Antonio, el hermano de David. Cuando este pidió al padre Cesare Gambaretto sustituir a su hermano, juntamente con su amigo Gildo, el misionero intentó disuadirles, no sólo por su juventud, sino también por el peligro que corrían en aquella violenta zona. "¿Y si os matan?", preguntó entonces el misionero. "¡Iremos al paraíso!", fue la respuesta inmediata. "Ya está allí Antonio -añadió David-, no temo la muerte. ¿No murió Jesús por nosotros?". Llegaron a su destino en noviembre de 1917 y once meses más tarde fueron asesinados por odio a la fe. Su martirio fue documentado por los habitantes de Paimol y ocho testigos oculares, entre los que se encontraba uno de los que les dieron muerte. En Paimol, David y Gildo se dedicaban sin descanso a su misión de evangelización y ganaban su sustento trabajando duramente en los campos. Un catequista que enseñaba en una aldea dejó este testimonio: "Toda la gente del pueblo sin excepción les amaba por el bien que hacían (...). Murieron en el cumplimiento exacto de su enseñanza". Al amanecer, David tocaba el tambor para llamar a sus catecúmenos a las oraciones de la mañana. Juntamente con Gildo, rezaba también el rosario. Enseñaba a los catecúmenos a memorizar las oraciones y las preguntas y respuestas del catecismo; durante las clases, para facilitarles el aprendizaje de las verdades fundamentales, les hacía repetir los textos también con la ayuda de cantos. Además, visitaba las aldeas vecinas, desde donde acudían sus catecúmenos, que durante el día ayudaban a sus padres en los campos o con el ganado. Cuando se ponía el sol, David llamaba a la oración en común y a rezar el rosario, concluyendo siempre con una canción a la Virgen. Los domingos, celebraba un servicio de oración, animado a menudo por la presencia de catecúmenos y catequistas de la zona. Se recuerda a David como un joven de carácter pacífico y tímido, diligente en sus tareas como catequista y querido por todos. Nunca se vio involucrado en disputas tribales o políticas. El padre Cesare Gambaretto, que había administrado los sacramentos a los dos jóvenes mártires, describía a Gildo como un joven de carácter dulce y alegre, muy inteligente. "Era de gran ayuda para David, y reunía a los niños para recibir la instrucción con su dulzura e insistencia infantil (...). Había recibido el bautismo recientemente, cuya gracia preservó en su corazón y dejó traslucir con su comportamiento encantador". Gildo estuvo siempre disponible y fue ejemplar en sus tareas como catequista-asistente. Espontáneamente, se mostró deseoso de ir con David a enseñar la palabra de Dios a Paimol. Murieron atravesados por las lanzas de Okidi y Opio, dos Adwi (revolucionarios que se habían alzado en armas contra los jefes impuestos por las autoridades coloniales). Antes de matarles, los Adwi intentaron convencer a David y a Gildo para que abandonaran la región y la enseñanza del catecismo. Podrían haber salvado la vida, pero ellos rechazaron la oferta. A Gildo se le dio la oportunidad de huir, pero él respondió: "Hemos trabajado en la misma obra; si es necesario morir, tendremos que morir juntos". Cuando les sacaron del pueblo para matarles, David lloraba. Fue entonces consolado por el pequeño Gildo: "¿Por qué lloras? Mueres sin motivo; no has hecho mal a nadie". Era poco antes del amanecer del 19 de octubre de 1918. Los cristianos del lugar, acabada la furia homicida, no olvidaron a sus heroicos catequistas. El lugar del martirio, Palamuku, fue llamado desde entonces Wi-Polo ("En el cielo") para recordar el premio concedido por Dios a los dos adolescentes. Fueron beatificados el 20 de octubre de 2002 por S.S. Juan Pablo II.


70500 > Sant' Arianna (Ariadne) di Primnesso Martire   MR


90600 > Beato Carlos Erana Guruceta   - Marianista, Martire Spagnolo   MR


92582 > Santi Costanzo e compagni San Chiaffredo Martiri  


91201 > Beato Davide (Daudi) Okelo Catechista martire ugandese   MR


90871 > San Domenico Trach Martire   MR


92183 > Beato Elia da Mantova  


70670 > Sant' Eumenio di Gortina Vescovo  MR


70600 > Sant' Eustorgio I di Milano Vescovo   MR


93450 > Beati Ferdinando Garcia Sendra e Giuseppe Garcia Mas Sacerdote e martire  MR


70660 > San Ferreolo di Limoges Vescovo   MR

70630 > San Ferreolo di Vienne Vescovo   MR


91202 > Beato Gildo (Jildo) Irwa Catechista martire ugandese   MR


93094 > Beato Giuseppe (Jozef) Kut Sacerdote e martire  MR


34750 > San Giuseppe da Copertino Sacerdote   MR


91838 > Sant' Irene Martire  


70610 > Sant' Oceano Martire  MR


70650 > Santa Riccarda Imperatrice   MR


93997 > Beato Salvatore Fernandez Perez Sacerdote salesiano, martire  


70640 > San Sinerio (Senario) d'Avranches Vescovo  MR


91837 > Santa Sofia Martire  


94596 > Beato Steano Pina Mercedario






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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
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  • Enquanto não ficar regularizada a publicação deste blogue, as NOTAS que vinham aqui sendo publicadas, estarão suspensas SINE DIE,
  • Motivo pelo qual não vejo justificação para as continuar a publicar, enquanto tal não suceder, pois também os outros textos terão de sofrer alterações, ou melhor, têm de ser devidamente actualizados (pois apesar de tudo, estou esperançado em que possa resolver os problemas técnicos dentro do mais breve espaço de tempo possível).
  • Prevenindo novas suspensões que possam vir a acontecer, vou tentar agendar as publicações diárias desta 1ª rubrica SANTOS DE CADA DIA, e à medida que me for possível, tentarei também recuperar as restantes rubricas, pelo menos e PARA JÁ até ao fim do corrente mês de Setembro.
  • Não estranhem, portanto, que diariamente possam vir a ser publicados números atrasados das restantes páginas, (alguns deles, no mesmo dia, embora em horas diferentes).
  • Depois se verá, se Deus quiser e se me permitir continuar esta tarefa a que meti ombros há quase seis anos.
  • BENDITO SEJA DEUS.
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