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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

1771 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - PARALIPÓMENOS ou CRÓNICAS - (12) - 3 de Outubro de 2013 -

3 de Outubro de 2013

Nº 1771 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1771

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro de 2012, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o 
ANTIGO TESTAMENTO 
que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉJUÍZES, RUTE, 1º e 2º de SAMUEL, 1º Reis e 2º Reis (Estes já estão…)

Faltam apenas 770 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.

(2) CRÓNICAS (Paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não! Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) .

Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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1771 - 2ª Página

3 de Outubro de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

PARALIPÓMENOS
ou CRÓNICAS
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Mapa antigo de Israel

1º Livro dos PARALIPÓMENOS
ou das CRÓNICAS





Elias ressuscitando o filho da viúva que o acolheu

PRIMEIRO LIVRO dos 
PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS



HOMENS DE BENJAMIM



12



Estes são os que se juntaram a David, em Siceleg, quando ainda estava afastado de Saul, filho de Cis: estão contados entre os valentes que lhe prestaram ajuda durante a guerra. Eram arqueiros, exercitados em lançar pedras, tanto com a mão esquerda como com a mão direita, e disparavam flechas com o arco. Eram irmãos de Saul, de Benjamim. Os seus chefes eram Aieser e Joás, filhos de Samaa, de Gabaa. Jaziel e Fale, filhos de Azmot. Baraca, Jeú, de Anatot. Samaías, de Gabaon, o mais valente dos trinta e chefe dos trinta. Jeremias, Jeeziel, Joanan, Jezabad, de Gedera, Eluzai, Jerimut, Baalia, Samaria; Safatia, de Haruf: Elcana, Jesia, Azarael, Joeser e Jesbão filhos de Coré; Joel e Zabadia, filhos de Jerorão, de Gedor.
Os homens valentes dos gaditas uniram-se a David nas cavernas do deserto, guerreiros exercitados no combate, que conheciam o manejo do escudo e da lança; tinham o aspecto de leões e a agilidade das gazelas das montanhas. Ezer era o seu chefe; Obdias, o segundo; Eliab, o terceiro; Masmana, o quarto, Jeremias, o quinto. Eti, o sexto; Elie, o sétimo; Joanan, o oitavo, Elzebad, o nono; Jeremias, o décimo; Macbanai, o undécimo.
Eram estes os filhos de Gad, chefes do exército; o menor deles todos, podia vencer cem, e o mais forte, mil. Foram eles que atravessaram o Jordão, no primeiro mês, quando o rio costumava transbordar em todo o seu curso, e puseram em fuga todos os habitantes do vale, a leste e a oeste.
Também alguns filhos de Benjamim e de Judá, vieram aliar-se a David, nas cavernas. David saiu ao encontro deles e disse-lhes: «Se é como amigos que vindes, para me prestar auxílio, o meu coração está unido ao vosso; mas se para me atraiçoar e entregar aos inimigos - pois as minhas mãos estão limpas de toda a violência -, que o Deus de nossos pais seja testemunha e Juiz». Então o Espírito entrou em Amasaf, chefe dos trinta, o qual disse: «A ti e a o teu povo, filho de Isaí, paz! Paz a ti e paz a quantos te protegem, pois o teu Deus presta-te auxílio». David recebeu-os e deu-lhes um lugar entre os chefes do exército.
Também os filhos de Manassés se juntaram a David, quando ele, com os filisteus, foi fazer guerra a Saul. Contudo não socorreram os filisteus porque depois de se reunirem em conselho, os princípes dos filisteus, despediram David, dizendo: «Ele passará para o lado de Saul, com perigo das nossas cabeças (1 Sam 29). Quando voltou a Siceleg, foram os homens de Manassés que se lhe juntaram:  Ednas, Jozabad, Jediel, Miguel, Jozabad, Eliú e Salati, comandantes de milhares (de homens) de Manassés. Uniram-se a David contra os os bandos de salteadores, porque todos eles eram homens valentes, e foram chefes do exército. Todos os dias, chegavam homens a David, para o auxiliar, e assim, veio a ter um grande exército, como um exército de Deus.

Os guerreiros que estiveram em Hebron - Este é o número dos homens armados para a guerra que foram ter com David, no Hebron, para lhe trespassar o reino de Saul, segundo a ordem do Senhor: Filhos de Judá, portadores de escudo e lança: Seis mil e oitocentos, armados para a guerra. Dos filhos de Simeão, sete mil e cem valentes guerreiros. Dos filhos de Levi, quatro mil e seiscentos, Jojada, chefe da casa de Aarão, com três mil e setecentos homens, e Sadoc, jovem e valente guerreiro, com vinte e dois chefes da casa de seu pai. Dos filhos de Benjamim, irmãos de Saul, três mil, pois, até então, a maior parte deles guardavam fidelidade à casa de Saul. Dos filhos de Efraim vinte mil e oitocentos guerreiros, conhecidos pela sua valentia, nas suas famílias.  Da meia tribo de Manassés, dezoito mil, que foram nominativamente designados para ir proclamar David como rei. Dos filhos de Issacar que tinham o sentido de oportunidade e sabiam o que Israel deviam fazer, duzentos chefes e todos os seus irmãos sob as suas ordens. De Zabulon, cinquenta mil, em estado de pegar em armas, preparados para o combate, equipados com toda a classe de armas, prontos para socorrer a David de coração resoluto (S/ 11, 3). De Nefetali mil chefes, e, com eles, trinta e sete mil homens que levavam escudo e lança. Dos danitas, vinte e oito mil e seiscentos homens prontos para se porem em ordem de batalha. De Aser, homens preparados para o combate, quarenta mil. E do outro lado do Jordão, dos rubenitas, dos gaditas e da meia tribo de Manassés, cento e vinte mil, equipados com todas as armas. Todos estes homens de guerra, prontos para o combate de coração sincero, vieram ao Hebron, para proclamar David, rei de todo o Israel. E o resto de Israel estava igualmente unânime em proclamar David, rei.
Permaneceram ali, com David, três dias, comendo e bebendo, porque seus irmãos lhes prepararam a comida. Além, disso os que moravam perto deles, até Issacar, Zabulon e Neftali, traziam-lhes víveres sobre jumentos, camelos, mulas e bois, farinha, massa, figos, tortas de uvas, vinho, óleo,. vacas e ovelhas em abundância, porque havia alegria em Israel.









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Textos do 1º Livro dos “PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS” do ANTIGO TESTAMENTO 


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Este texto deverá ser publicado em 

3 de OUTUBRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA




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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nº 1771-3 - Encontro diário com Deus - 3 de Outubro de 2013

Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com. 



Nº 1771-3 -  3 de Outubro de 2013


Pensamento do Dia

Quem dá esmola, com carinho,
oferta duplo tesouro
é como servir bom vinho
numa taça feita de ouro.

Héber Salvador de Lima


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Viver o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo em humildade, simplicidade e devoção caracteriza a vocação franciscana. 
São Francisco sentiu e valorizou a força de Deus porque deixou-se conduzir por Deus. 
Ele insistiu com seus primeiros companheiros e colocou por escrito para os futuros que ingressariam nesta Ordem que os conselhos evangélicos poderão ser vivenciados com maior perfeição em fraternidade. 
Seja na vida consagrada, os freis e as irmãs, ou na vida secular, os leigos. 
Que a vivência da Boa-Nova transforme os comportamentos humanos e a exemplo de São Francisco vivamos no amor de Deus.


Dom Frei Severino Clasen, OFM



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NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:



http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1771 - (254 - 13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 3 de Outubro de 2013 - 5º ANO




e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com
e-mail dos blogues:  antoniofonseca40@gmail.com
Nº 1771 - (254 - 13) – 1ª Página

3 de Outubro de 2013 

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Nº 1771 - (254-13) – 1ª Página
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E U   S O U


AQUELE   QUE   SOU
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IN:  Livro dos Santos de Cada dia, de WWW.JESUÍTAS.PT















  • FRANCISCO DE BORJA, Santo
    Sacerdote (1510-1572)



    S. Francisco de Borja nasceu em Gandia, Espanha, a 28 de Outubro de 1510. Fora seu pai D. João de Borjaterceiro duque de Gandianeto de Rodrigo de Borja, e sua mãe D. Joana de Aragãoneta do rei católico. Era, portanto, bisneto de Alexandre VI e de Fernando V de Aragão; flor nascida dum solo manchado, destinado ele pela Providência a purificá-lo com as suas terríveis penitências e a cooperar na reforma da Igreja e na expansão da Companhia de Jesus; esta a sua dupla missão. penitente como um anacoreta e apóstolo como um Xavier. Seus pais esmeraram-se por que tivesse uma educação privilegiada, à altura do seu nível e da sua missão de primogénito do Duque de Gandia. Aprendeu espanhol, latim, italiano, matemática e música, sentindo por esta simpatia especial; cantava e compunha, peças religiosas principalmente. Aprendeu a andar a cavalo e a usar armas, embora não tivesse nascido para a guerra e as suas preferências fossem para a oração, os livros e a liturgia. A Duquesa repetia-lhe: «Para ti, Francisco, existem armas e cavalos, mas não imagens devotas e sermões. pedi a Deus um duque e não um frade. Sê piedoso mas conserva-te cavaleiro». Os pais nem sempre acertam, todavia, com os planos de Deus sobre os filhos. A glória e a missão principal de Francisco ia ser precisamente aquela que sua mãe excluía. Aos dez anos perdeu Francisco a mãe – 1520 – e foi confiado a um tio materno, D. João de Aragão, arcebispo de Saragoça. Em 1528 saiu para Valladolid e entrou na corte de Carlos V. Em Alcalá, indo a cavalo, encontrou um pobre estudante que era levado à prisão. Sentiu pena; na verdade, o preso tinha cara de bom e muito honrado, e fixou Francisco; mas não adivinhou que mais tarde aquele pobre estudante iria ser mestre seu de espírito e seu superior. Tratava- se de Inácio de Loyola. Tinha Francisco 16 anos quando entrou na corte com um futuro risonho. Passou de triunfo a triunfo. Vencia nos exercícios de equitação e sobressaia pela delicadeza, piedade e gravidade. Não gostava do jogo, pois segundo costumava dizer, nele perdem-se quatro coisas; tempo, dinheiro, devoção e muitas vezes a consciência. Carlos V dedicou.lhe sempre um afecto que nunca diminuiu; a imperatriz deu-lhe por esposa a dama que mais estimava, D. Leonor de Castro, portuguesa, e desde aquele ano, 1529, Francisco ficou sendo Marquês de Lombay, monteiro-mor e estribeiro-mor do palácio. Viveu na corte como cristão de óptima consciência. Lia os Evangelhos, as Cartas de S. Paulo e as homilias de S. João Crisóstomo. Deus abençoou-o com cinco filhos e três filhas. Em 1536 acompanhou o Imperador na guerra contra a França e pôde recolher nos seus braços, no assédio do castelo de Muy, o seu amigo, o poeta Garcilasdo de La Vega. Um  acontecimento trágico feriu profundamente a sua alma. Em maio de 1539, durante os grandes festejos que se estavam a celebrar em Toledo por causa da abertura das Cortes gerais , faleceu a imperatriz Isabel, em plena vida e glória humana. Francisco foi encarregado de presidir ao transporte do cadáver para Granada. Passados quinze dias para certificar que o cadáver encerrado na urna de chumbo era o da sua antiga senhora, foi preciso descobrir o rosto da Imperatriz. E apareceu horrivelmente desfigurado pela morte. A impressão foi enorme. O Marquês não se atreveu a jurar, mas atendendo ao cuidado que tinha havido em toda a viagem, aquele tinha que ser o cadáver. No dia seguinte pregou S. João de Ávila e libertou-o do seu abalo. Depois do sermão, falando-lhe, abriu plenamente a consciência; e cobrou ânimo para cumprir aquele grande propósito seu, que pode servir de programa de vida: «Não continuar a servir senhor que me possa morrer». Tinha compreendido e sentido profundamente a vaidade da grandeza, do prazer e da vida humana. Voltando ele de Granada, o Imperador nomeou-o Vice-rei da Catalunha e, nos três anos e meio que durou o seu governo, mostrou-se grande político e patriota. Acabou com o banditismo, manteve os direitos reais, fomentou as forças marítimas e robusteceu a fronteira francesa. Em 1543, por morte do pai, herdou o ducado de Gandia e, durante sete anos, viveu tranquilo na sua terra natal, fomentando as as artes e as ciências. Em 1546, fundou o Colégio da Companhia de Jesus de Gandia, que pouco depois foi elevado a Universidade. O desterro, como ele chamou ao seu retiro de Gandia, fez-lhe ouvir com maior clareza a voz de Deus. A 27 de Março de 1546 morreu-lhe a esposa. O Santo Duque ficava assim livre para executar o ato mais característico da sua vida, a renúncia heroica a todas as honras, riquezas e dignidades. Santo Inácio admitiu-o na Companhia de Jesus e obteve-lhe de Paulo III licença para continuar alguns anos com a aparência de Duque, enquanto ia tratando do casamento dos filhos. «Por agora o mundo não tem ouvidos para ouvir tão grande estrondo». foi o comentário que leu Francisco de Borja em carta que lhe dirigiu nessa altura santo Inácio de Loyola. Em 1550 foi a Roma; esteve três meses ao lado de Santo Inácio, mas houve que sair secretamente p0orque o papa queria fazê-lo cardeal. Roma inteira sentiu-se edificada com a humildade do Duque; servia à mesa, esfregava os pratos na casa de Santa Maria da Estrada, como se fosse criado de todos. Regressando a Espanha, albergou-.se num canto de Guypuscôa e a 11 de maio de 1551 assinou em Oñate a renúncia de todos os seus Estados em favor do primogénito, D. Carlos. Foi ordenado sacerdote e celebrou a primeira Missa na capela de casa de Loyola. Disse outra solene em Vergara, ao ar livre, pois compareceram mais de 20 mil pessoas. Sempre que pregava enchiam-se-lhe as igrejas, porque a gente acudia em tropel para ver um «Duque santo». pedia esmola pelas aldeias, visitava os hospitais, do mesmo modo que as cortes de Espanha e de Portugal. Santo Inácio, em 1554, nomeou-o comissário geral de Espanha e Portugal, superior de todos os jesuítas residentes na Península. desde então, a presença de S. Francisco acendia o fervor em todas as comunidades, protegia os colégios desvalidos e solucionava todos os pleitos e todas as dificuldades. Em 1555 teve a consolação de obter com as suas orações a lucidez de D. Joana , a Doida; assim, a desgraçada rainha, que tinha estado recolhida mais de 40 anos, dispôs-se bem para morrer. Quatro vezes visitou ele Carlos V no seu retiro de Yuste, despertando sempre no Imperador desejos de oração e penitência: «Que é o nosso retiro, dizia este aos seus familiares, se o compararmos com o do Padre Francisco de Borja?» De 1554 a 1559, o apostolado de Borja decorreu sem incidentes. mas depois não tardou que principiassem as calúnias e perseguições. Um livreiro sem escrúpulos editou um  opúsculo intitulado «Obras do Duque de Gandia», onde estavam duas obras autênticas do santo, mas também outros livrinhos não seus, cheios de erros. A Inquisição mandou recolher essa «Obras» e procedeu contra o santo, como se fosse o autor verdadeiro de tudo. Foi preciso esperar que se desvanece4sse a tormenta; entretanto, o padre Lainez, sucessor de Santo Inácio, chamou a Roma S. Francisco, em 1561; nomeou-o primeiro Vigário geral da Ordem, enquanto ele, Lainez, assistia ao Concílio em Trento. Depois foi nomeado Borja assistente para as províncias de Espanha. E em 1565 foi eleito Geral da ordem, por morte do Padre Lainez. Durante os sete anos que para ele durou o supremo governo da Companhia, propagou as missões entre os infiéis, aumentou as províncias e aos 1000 jesuítas vieram juntar-se outros 2 500. Morreu em Roma, em 1572, mártir da obediência. Em 1571 recebera de S. Pio V o encargo de acompanhar o cardeal Alexandrino na viagem às Cortes de Espanha e Portugal: «Eu sirvo para esta classe de oficio, escrevia ele, e julgo que teria desculpa na minha idade e nos meus achaques… Mas a obediência devida ao Vigário de Cristo impõe-me silêncio… Ela transportar-me-á felizmente por terra e por mar». Mas a viagem foi-lhe fatal para a saúde; votou a Roma, ao cabo de oito meses, e  morreu poucos dias depois, no dia 30 de Setembro de 1572. O mundo tinha sido pródigo com ele em toda a espécie de liberalidades, mas ele tudo soube colocar aos pés do Crucifixo, a quem desejou, e a Ele só, servir. S. Francisco de Borja foi padroeiro de Portugal durante dois séculos. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt  Áudio da RadioMaria:

    VERÍSSIMO, MÁXIMA e JÚLIA, Santos

    Mártires

    Assim diz o Martirológio Romano de 1953: «Em Lisboa, na Lusitânia (hoje Portugal), os santos mártires Veríssimo e suas irmãs Máxima e Júlia, que sofreram durante a perseguição do imperador Diocleciano» (284-305). estes mártires, já muito celebrados na Península Ibérica, foram incluídos no Martirológio Romano pelo monge Usuardo, nos fins do século IX. No século seguinte, o calendário moçárabe de Córdova explica: «em Lisboa junto do m ar Oceano». E, subindo mais longe, parece bem que já tenham tido culto no século VI, e com certeza nos séculos X e XI, quando pelos menos sete igrejas lhes estavam dedicadas, só entre os rios Mondego e Minho. Não podemos acrescentar particularidades sobre o martírio. A igreja de Santos-o-Velho foi a primeira em Lisboa que albergou as relíquias deles; estas foram trasladas por ordem de D. João II, em 1475, para Santos-o-Novo, mosteiro das Comendadeiras de S. Tiago. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

    EVALDO castanho-escuro e EVALDO, louro, Santos

    Mártires (695)

    Evaldo el Blanco y Evaldo el Negro, Santos

    É por meio de Beda, o Venerável, seu compatriota e contemporâneo, que temos conhecimento desde dois irmãos. Tomou-se o hábito, escreve o mesmo, de os designar pela cor do cabelo. Entre si amavam-se profundamente e nunca se separaram. Juntos se fizeram monges na Irlanda, e juntos seguiram S. Vilibordo quando este se lançou a converter os Frisões; mas depois separaram-se dele para irem, por seu lado, levar o Evangelho aos Saxões. Estes Alemães da Renânia, diz Beda, eram então governados por «sátrapas». da tribo tinha o seu, que era independente e senhor na sua terra. Excepto em tempo de guerra, quando todos obedeciam a um dentre eles, que voltava ao seu posto logo que a paz se restabelecia. Foi a um destes sátrapas que os irmãos Evaldo pediram audiência, pouco depois de entrarem no país. Foi-lhes concedida para as emana seguinte. Quando o souberam, os notáveis da tribo recearam que o chefe se convertesse e os forçasse a abraçar a religião nova: «Que será de nós, diziam, quando os nossos deuses deixarem de nos proteger e se vingarem de os termos abandonado?» Apoderaram-se dos missionários, mataram-nos e lançaram-nos ao rio. Isto a 3 de Outubro de 695. Mas os corpos foram recolhidos abaixo, na margem , por um cristão que os sepultou. Alguns anos mais tarde, Pepino d’Herstal mandou-os levar para S. Cuniberto de Colónia, onde ficaram a ser honrados. Quanto ao sátrapa, com cuja bondade os dois apóstolos tinham contado, vingou-lhes a morte, escreve Beda, mandou exterminar todos os que tinham tomado parte no crime e queimar a aldeia onde ele se realizara. Como se tratava duma povoação da Westfália, os dois irmãos Evaldo são os patronos dela. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

    COLUMBA MARMION, Beato

    Sacerdote (1858-1923)

    Sacerdote (1858-1923)

    Joseph-Alloysius Marmion nasceu em Dublin (Irlanda), no dia 1 de Abril de 1858, de pai irlandês e mãe francesa. Três das suas irmãs consagraram-se a Deus numa Congregação religiosa chamada “Irmãs da Misericórdia”. Aos dezasseis anos ingressou no seminário diocesano de Dublin, e terminou os seus estudos de teologia no Colégio «De Propaganda Fide», em Roma, sendo ordenado sacerdote no dia 16 de Junho de 1881. Sonhava ser monge missionário na Austrália, mas deixou-se cativar pela atmosfera litúrgica da nova Abadia de Maredsous, que tinha sido fundada na Bélgica em 1872, onde foi visitar um companheiro de estudos, antes de regressar à Irlanda. Quis entrar nesse mosteiro, mas o seu Bispo pediu-lhe que esperasse algum tempo. No seu ministério sacerdotal, de 1881 a 1886, conservou o zelo pastoral de missionário, desempenhando várias funções: vigário em Dundrum, professor no seminário Maior de Clonliffe, capelão de um  convento de monjas redentoristas e de uma prisão feminina. Mas o seu grande desejo era tornar-se monge beneditino. Contudo, só em 1896 é que lhe foi concedida licença para ingressar na Abadia de Maredsous, na diocese de Namur (Bélgica). O seu noviciado entre monges mais jovens foi difícil, pois teve de mudar de costumes, cultura e língua, mas empregou um grande esforço na aprendizagem da vida monástica e assim pôde emitir os votos solenes no dia 10 de Fevereiro de 1891. A partir desse momento, viveu intensamente o espírito monástico beneditino e a sua influência espiritual atingiu sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos, orientando-os para uma vivência deveras cristã, através dos seus escritos («Cristo, vida da alma» «Cristo nos seus ministérios» e «Cristo, ideal do monge»), dos retiros e da direção espiritual. Exerceu cargos importantes, como Diretor espiritual, professor e Prior da Abadia de Mont-César em Lovaina, da qual tinha sido co-fundador. Em 1909 é nomeado 3º Abade da Abadia de Maredsous que constituía então uma comunidade de mais de 100 monges, com uma escola de humanismo, outras de Artes aplicadas e vima fama consolidada nas investigações e estudos sobre as origens da fé, sobretudo por meio da revista Revue Bénedictine e outras publicações. Quando faleceu a 30 de Janeiro de 1823, vítima de uma epidemia de gripe, muitos dos seus contemporâneos o consideravam santo e mestre da vida espiritual e como tal continuou a ser considerado, sobretudo na preocupação de basear a fé nas suas fontes bíblicas e litúrgicas. Foi beatificado no dia 3 de setembro de 2000. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

    Juliano de Palermo, Beato
    Monje
    Juliano de Palermo, Beato


    Juliano de Palermo, Beato

    Monje del siglo XV

    Etimología: Juliano = de cabellera abundante y rizada. Viene de la lengua griega.

    Juliano fue un monje en el siglo XV. La historia de este beato nos lleva a Sicilia sumida en guerras, en rebeliones y con muchos prisioneros.

    El intentó, en medio de tantas dificultades, sembrar la paz y la concordia entre todos.

    Y en esta caso, la regla de la paciencia serena fue para él y para los demás la mejor arma de combate.

    Fue el primero en lamentarse de los lentos procesos judiciales. El, que era un benedictino de Palermo dela mitad de 1400, luchó con todo el arrojo y la fuerza que salían de corazón lleno de esperanza.

    No se quedaba quieto. El apóstol encuentra en la oración la energía necesaria para cumplir con su misión.

    Tuvo que enviar cinco delegaciones para tratar la paz con el Sultán de Túnez. El motivo centra era la devolución de los prisioneros cristianos.
    El mismo había ido en 1438 y 1452 enviado por el rey de Aragón, Alfonso el Magnánimo.

    Logró que las relaciones entre musulmanes y cristianos fueran cordiales.

    Era una persona cualificada para este menester..

    Había nacido en Palermo y se hizo benedictino porque anhelaba una vida de contemplación y de soledad.

    Hizo un hospital con criterios modernos. Tuvo, más tarde, que representar al rey en el parlamento de Palermo. Cuando podía, iba al santuario de Romitello para hacer oración y penitencia. Aquí le vino la muerte en la paz de Dios.

    ¡Felicidades a quien lleve este nombre!

    Comentarios al P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com



    Domingo Spadafora, Beato
    Presbítero dominíco
    Domingo Spadafora, Beato


    Domingo Spadafora, Beato

    Martirologio Romano: En Montecerignone, de la Romagna, beato Domingo Spadafora, presbítero de la Orden de Predicadores, que trabajó diligentemente en el ministerio de la predicación (1521).

    Domingo Spadafora, nació en Randazzo en 1450, de la nobilísima y antiquísima familia Spadafora, oriunda de Costantinopoli, llamada así porque tenía el privilegio de llevar la espada desenvainada en presencia del Emperador. Domingo, despreciando cualquier humana grandeza, decidido honrar y servir al Señor de los Señores entró en la Orden Dominica, en el floreciente Convento de Santa Zita en Palermo, fundado por Pedro Jeremías.

    Enviado a Padua para completar sus estudios, si admirables fueron sus progresos en la ciencia, más admirables fueron los adquiridos en la sólida virtud. Conseguido el doctorado, y de regreso en su patria, su santidad y saber no pudieron permanecer escondidos y fue nombrado ayudante del Maestro General.

    En una capillita de Monte Cerignone, en el estado de Urbino, había una milagrosa imagen de la Santísima Virgen por la que los habitantes tenían gran veneración; deseando edificar allí una iglesia con religiosos que se dedicasen a la cura espiritual de la población circundante, pensaron en los dominicos.

    Se dirigieron al Maestro General para conseguir que se iniciara una obra tan ventajosa para las almas y para la gloria de la Virgen, a la cual la Orden profesa especial devoción. El proyecto se aprobó, y Domingo fue elegido para dirigir la nueva fundación. En 1491 surgieron así la iglesia y el Convento del cual Domingo fue guía hasta su muerte. Para edificación de toda la población, en la ferviente comunidad florecieron las leyes y el espíritu de la Orden.

    En todo Montefeltro se lo consideraba a Domingo un santo, y como tal fue venerado después de su muerte, sobrevenida el 21 de diciembre de 1521. Fue sepultado en la iglesia conventual, y en 1545 se encontró su cuerpo incorrupto. Desde 1677 es venerado en la iglesia de Santa Maria in Reclauso en Monte Cerignone.

    El Papa Benedicto XV confirmó su culto el 12 de enero de 1912. El 3 de octubre se conmemora el aniversario de la traslación de sus reliquias llevada a cabo en 1677.


    Gerardo de Brogne, Santo
    Abad
    Gerardo de Brogne, Santo


    Gerardo de Brogne, Santo

    Martirologio Romano: En la región de Namur, en Lotaringia, san Gerardo, primer abad del monasterio de Brogne, que él mismo había fundado. Trabajó para instaurar la disciplina monástica en Flandes y Lotaringia, y ayudó a muchos monasterios a recuperar la observancia primitiva (959).

    El ejemplarísimo abad san Gerardo, fue hijo de Estancio, varón ilustre de la casa de Haganón, duque de la Austrasia inferior, y de Plectrudis, hermana de Esteban, obispo de Lieja.

    Hiciéronle seguir sus padres desde muy joven la carrera de las armas, propia a la sazón de mancebos nobles, y le enviaron a la corte de Berengario conde de Namur; donde resplandeció así por la modestia de sus costumbres, como por la discreción de sus palabras y natural elegancia de su persona.

    Cobróle tanto amor el conde, que le llevó a su casa, y se servía de él para muchas cosas de importancia, y así le envió a Francia por su embajador para tratar con el príncipe Roberto un negocio grave que se le ofrecía. Luego que llegó a París, dejando allí sus criados, se fue solo al monasterio de san Dionisio para retirarse en él algunos días; y quedó tan edificado de la virtud de los monjes, y tan aficionado al sosiego y felicidad de la vida religiosa, que determinó dar libelo de repudio a todas las cosas de la tierra, para recogerse a servir a Dios en aquel monasterio.

    Trató los negocios a que iba, y volviendo a dar cuenta de ellos al conde Berengario, suplicóle que le diese licencia pata profesar en dicho monasterio: y aunque con mucha dificultad y tristeza del conde, obtuvo su beneplácito. Vistióse pues el hábito de san Benito, y desde luego fue espejo de toda santidad y virtud.

    Allí comenzó a estudiar desde las primeras letras como niño, y aprovechó tanto en las humanas y después en las divinas, que a los nueve años de su conversión se ordenó de sacerdote con grande gozo de su espíritu, y aprovechamiento de los otros monjes, de los cuales era tenido en gran veneración. Fue el primer abad del célebre monasterio de Broñá, a cuya iglesia trasladó con gran solemnidad muchas reliquias de santos cuerpos.

    Un día vino al monasterio una mujer ciega y pidió que le diesen del agua con que el santo diciendo misa se había lavado los dedos: lavóse con ella los ojos, y luego cobró la vista. Habiendo recibido el marqués Arnulfo, señor de Flandes, de mano del santo la Comunión, se vio enteramente libre de un mal de piedra que le fatigaba mucho, encomendóle el gobierno de todas las abadías que tenía en su estado, y el santo las reformó, y tuvo cargo de diez y ocho monasterios, en los cuales floreció la más perfecta observancia religiosa. Finalmente recogido en su pobre monasterio de Bro ñá, y cargado de días y merecimientos, dio su espíritu al Señor, el cual le ilustró con muchos milagros.

    REFLEXIÓN

    Siempre han sido las órdenes religiosas semillero de santos, y la vida ejemplar de sus miembros poderoso aliciente para atraer las almas a la virtud. Si no tienes valor, oh cristiano, para despojarte, a imitación de san Gerardo, de las cosas de la tierra (que tarde o temprano te ha de arrebatar la muerte), tenlo al menos para dejarlas con el afecto, poniendo tu principal cuidado en amar y servir a Dios solamente y a todas las de más cosas sólo en Él y por Él. Porque ¿de qué nos aprovechará ganar todo el mundo, si perdemos el alma? Esta máxima bien ponderada hizo de un Javier un apóstol: ésta ha poblado el cielo de santos y ésta debe ser la única norma de todas nuestras acciones. ¡Dichoso quien se guía por ella, pues tiene asegurada su eterna salvación, único negocio para el cual estamos en este mundo, y que nos ha de preocupar seriamente!

    ORACIÓN

    Rogámoste, Señor, que nos recomiende delante de Ti la intercesión del bienaventurado abad Gerardo, para que alcancemos con su patrocinio lo que no podemos conseguir por nuestros méritos. Por Jesucristo Nuestro Señor. Amén


    Quintín, San
    Mártir
    Quintín, San

    Quintín, San

    Martirologio Romano: En la región de la Galia Turonense, san Quintín, mártir (s. VI)

    Etimología: Quintín = aquel que ha nacido en quinto lugar, viene del latín


    Según la Vida conservada en la Biblioteca Nacional de París, escrita en el siglo XIII, Quintín, nativo de la región parisina, estaba al servicio de Gontranno, noble de la Turingia, dignatario en la corte de Clotario I (m. 561).

    Habiéndose rehusado a las propuestas indecentes de la mujer de su patrón, Aza, esta vengativa mujer decide desembarazarse de él. Para llevar a cabo su venganza, lo hace conducir por sus cómplices junto al río, y allí fue decapitado.

    La cabeza, arrojada a una fuente, hizo milagrosas sus aguas. La leyenda es muy creíble y se encuadra en el contexto histórico y aún bárbaro del siglo VI secolo, donde la lujuria y la violencia eran usuales en la corte de los francos.

    El oscuro autor concluye su relato con una violenta invectiva contra las mujeres malvadas, con la intención de dar una lección moral.

    De San Quintín se sabe que ya en el siglo IV se le rendía culto el 4 de octubre en Tours, y de allí se extiende un poco a la región interna; en la catedral de San Esteban de Meaux son custodiadas, por lo menos desde el siglo XIII, las reliquias de San Quintín Mártir, venerado en Meaux, muerto por haber querido respetar los Mandamientos de Dios y por fidelidad a su patrón.

    Ambrosio Francisco Ferro y 29 compañeros mártires, Beatos
    Mártires de Brasil
    Ambrosio Francisco Ferro y 29 compañeros mártires, Beatos

    Ambrosio Francisco Ferro y 29 compañeros mártires, Beatos

    Martirologio Romano: En la ciudad de Cunhaú, cerca de Natal, en Brasil, beatos Andrés de Soveral, presbítero de la Compañia de Jesús, y Domingo Carvalho, mártires, que dolosamente encerrados en la iglesia cuando celebraban la Misa, tanto ellos como un grupo de fieles fueron cruelmente asesinados por unos soldados (16 de julio 1645).

    Junto al río Uruaçu, cerca de Natal, en Brasil, beatos Ambrosio Francisco Ferro, presbítero, y compañeros, mártires, que dieron la vida víctimas de la opresión que se desencadenó contra la fe católica (1645). Sus nombres son: beatos Antonio Baracho, Antonio Vilela Cid, Antonio Vilela hijo y su hija, Diego Pereira, Manuel Rodrigues Moura y su esposa, hija de Francisco Dias hijo, Francisco de Bastos, Francisco Mendes Pereira, Juan da Silveira, Juan Lostau Navarro, Juan Martins y siete jóvenes, José do Porto, Mateo Moreira, Simón Correia, Esteban Machado de Miranda y dos hijas suyas, Vicente de Souza Pereira (3 de octubre 1645).

    Martirio de Cunhaú

    El 16 de julio de 1645, los holandeses que ocupaban el nordeste de Brasil, llegaron a Cunhaú, en Río Grande del Norte, donde varios colonos residían en los alrededores del Molino, ocupados en la plantación de la caña de azúcar. Era un domingo. La hora de la misa, 69 personas se reunieron en la capilla Nuestro Señora de Candeias. La capilla fue rodeada e invadida por soldados e indios que eliminaron a todos los que allí estaban, incluyendo al párroco sacerdote Andrés de Soveral que celebraba la misa. Ellos no opusieron resistencia a los agresores y entregando sus almas piadosamente al Creador.


    Martirio de Uruaçu

    Aterrorizados por lo acontecido en Cunhaú, muchos habitantes pidieron asilo en el Fuerte Reis Magos (“Reyes Magos”), o se refugiaban en lugares improvisados. El 3 de octubre, cerca de 80 fueron llevados a los márgenes de Río Uruaçu, donde los esperaban soldados holandeses e indios armados. Los holandeses, calvinistas de religión, que eran acompañados por un pastor protestante, les ofrecieron a quienes apostataban el perdonarles la vida, todos los que se resistieron a esta oferta fueron bárbaramente sacrificados. Entre ellos estaba Mateo Moreira que, cuando le arrancaban el corazón por la espalda, murió exclamando: "Alabó es Sagrado Sacramento".

    Beato Andrés de Soveral
    Nacido en São Vicente, hoy el Estado de São Paulo, alrededor del año 1572. Ingresó en la Compañía de Jesús el 6 de agosto de 1593, en Bahia; estudió latín y Teología Moral. Sabiendo muy bien el idioma indígena, estaba a cargo de de la conversión del Indios en los territorios dependientes de la escuela de Pernambuco, en la ciudad de Olinda.

    En 1606 viaja a Río Grande en una misión. Probablemente entre 1607 y 1610 pasó al clero diocesano, regresando a Rio Grande en 1614 ya como sacerdote secular y quedándose esta vez como parroco de Cunhaú. El tendría 73 años cuando fue martirizado mientras celebraba la misa en su iglesia parroquial.:

    “La figura del P. Andrés de Soveral, el pastor del pequeño rebaño de Cunhaú, despunta como el gran héroe que, no sólo ofreció su vida por la fe en el momento sublime del sacrificio eucarístico, sino que también exhorto a sus feligreses a que hicieran lo mismo, aceptando voluntariamente el martirio” (PEREIRA, F. de Assis. Protomártires de Brasil, p. 17)

    Beato Domingo Carvalho

    Además del Beato Andrés, Domingo es el único nombre conocido de entre todas las víctimas de la masacre de Cunhaú. Después de la matanza, los asesinos empezaron a hacer fiesta y a robar las pertenencias de los cadáveres. Se dice que en uno de los cuerpos, el de Domingo Carvalho, quien era uno de los principales del lugar, encontraron cierta cantidad de oro que fue distribuido entre en los asesinos.

    Beato Ambrosio Francisco Ferro

    La primera información que se tiene del P. Ambrosio data de 1636, consistiendo aquella en que él era el vicario de Río Grande. Aparentemente mantenía una relación amistosa con los holandeses, ya que les pidió asilo en la Fortaleza. Otro mártir, el Beato Antonio Vilela Cid, estaba casado con la hermana de P. Ambrósio, Inés Duarte, “açoriana”. Se deduce por lo tanto que él era “açoriano” que es decir portugués.

    La lista de los demás beatificados es la siguiente:
    Beato Juan Lostau Navarro;
    Beato Antonio Vilela Cid;
    Beatos Antonio Vilela hijo y su pequeña hija;
    Beatos Estaban Machado de Miranda y sus dos pequeñas hijas;
    Beatos Manuel Rodrigues de Moura y su esposa;
    Beato José do Porto;
    Beato Francisco de Bastos;
    Beato Diego Pereira;
    Beato Vicente de Souza Pereira;
    Beato Francisco Mendes Pereira;
    Beato Juan de Silveira;
    Beato Simón Correia;
    Beatos Juan Martins y siete compañeros;
    La Beata hija de Francisco Días;
    Beato Antonio Barrocho;
    Beato Mateo Morreira.

    A estos mártires se los recuerda en las dos fechas de sus martirios: 16 de julio y 3 de octubre.

     • Dionisio el Areopagita, Santo 
    Discípulo de San Pablo


    Dionisio el Areopagita, Santo

    Dionisio el Areopagita, Santo

    Martirologio RomanoConmemoración de san Dionisio Areopagita, que se adhirió a Cristo al escuchar al apóstol san Pablo hablando ante el Areópago, y fue primer obispo de Atenas (s. I).

    Después del discurso de San Pablo en el Areópago de Atenas, muchos se convirtieron al cristianismo. en los "Hechos de los Apóstoles" (17, 34), se nombra a un tal "Dionisio el Areopagita" convertido por San Pablo con su discurso en el Areópago. Al parecer era miembro del tribunal, y por lo tanto, de la aristocracia ateniense. Y dicen los Hechos, que se convirtió Dionisio el Areopagita "y una mujer llamada Dámaris", según una tradición atribuida a San Juan Crisóstomo, ésta sería la esposa de Dionisio, pero es una suposición sin prueba alguna. En el Martirologio Santa Dámaris figura como Virgen.

    Según un escrito posterior, Dionisio y el sofista Apollofanes habrían visto el eclipse del sol el día de la crucifixión y según De divinis nominibus (III, 2) Dionisio habría asistido a la Dormición de la Santísima Virgen.

    En una carta de Dionisio, obispo de Corinto, contemporáneo del Papa Sotero, escrita a los atenienses antes de 175, se dice que Dionisio el Areopagita, murió como primer obispo de Atenas.

    Una leyenda tardía lo ha confundido con el primer obispo de París, martirizado alrededor de 270. Tal identificación la encontramos en el Martirologio y en el Breviario Romano, el 9 de octubre. Pero en el Vetus Romanum Martyrologium, los dos Dionisios se distinguen claramente uno del otro; el 3 de octubre, en efecto, se lee: "Athenis, Dionysii Areopagitae, sub Adriano diversis tormentis passi, ut Aristides testis est in opere quod de Christiana religione composuit; y el 9 de octubre: "Parisiis Dionysii episcopi cum sociis suis a Fescennino cum gladio animadversi" (PL, CXXIII, col. 171).

    La Crónica que lleva el nombre de Lucius Dexter identifica a San Dionisio de París con Dionisio el Areopagita, pero comúnmente se niega la autenticidad de este escrito. El primero que identificó a los dos Dionisios fue Hilduinus, abad de San Dionisio (m. 840), en la "Vita S. Dionysii".

    Bajo el nombre de Dionisio el Areopagita, está sitado un escrito, que probablemente un monje siríaco promovido al episcopado, compuso entre 480 y 530 y que obtuvo gran difusión y ejerció gran influencia durante todo el Medioevo: De coelesti hierarchia; De mystica theologia; De ecclesiastica hierarchia; De divinis nominibus, y diez epístolas. Estos textos son mencionados actualmente como escritos por Pseudo Dionisio el Areopagita


    María Guadalupe (María Francisca) Ricart Olmos, Beata
    Religiosa y Mártir
    María Guadalupe (María Francisca) Ricart Olmos, Beata

    María Guadalupe (María Francisca) Ricart Olmos, Beata


    Martirologio Romano: En la aldea de Silla, cerca de Valencia, en España, beata María Guadalupe (María Francisca) Ricart Olmos, religiosa de la Orden de los Siervos de María y mártir, que en la misma persecución recibió el martirio por su testimonio en favor de Cristo (1936).

    La Beata María Guadalupe nació el 23 de febrero de 1881 en la ciudad de Albal, a 9 Kilómetros de Valencia. A los pocos días recibió en el bautismo el nombre de María. Fue la segunda hija de Francisco Ricart y de María Olmos. Al primogétito lo llamaron José y a sus hermanos menores Antonio y Filomena. En 1885 fallece su padre por una enfermedad, y su bondadosa madre, considerada por todos como una santa, afrontó la dura tarea de criar a los cuatro hijos y educarlos en el amor de Dios.

    María asumió bien pronto responsabilidades dentro del humilde hogar colaborando con su madre en el cuidado de sus hermanos y en las tareas domésticas. Recibió la educación básica siendo unánime el reconocimiento de su capacidad intelectual. Participo vivamente en las actividades de algunos de los grupos parroquiales demostrando un gran entusiasmo como miembro del coro en el que hizo buenas amigas.

    El hecho más significativo a nivel espiritual es el de su Primera Comunión. Entonces cuenta con sólo 10 años y representa para ella el inicio de una relación intensa con Jesucristo y su despertar vocacional. Desde ese momento la frecuencia y el modo de participar en la Santa Misa y comulgar, llama la atención de sus parientes y conocidos, que perciben incluso una variación en su carácter, que va transformándose, a medida que crece, de efusivo en moderado sin perder nunca su alegría y jovialidad.

    Vocación

    La Primera Comunión representa el inicio de su camino vocacional. En esa celebración ocurre un hecho inusual que impacta al párroco, P. Vicente Pastor, quien ese día dirigió a las niñas que ese día iban a comulgar una pregunta muy concreta: "¿alguna de las presentes desea entregarse a Dios para ser su esposa y ser enteramente suya?". Siguió un momento de incertidumbre. Luego se alzó una mano y tras de ella una niña que con voz clara respondió: "¡yo quiero serlo!". Esa niña era nuestra Beata María Guadalupe.

    Después su deseo de consagrarse por entero a Dios crecía cada día más. En las visitas frecuentes al Monasterio de Al Pie de la Cruz de las Monjas Siervas de María de Valencia, donde su madre tenía una vieja amiga, encontró su vocación en la Iglesia. Con el consentimiennto de su madre y el apoyo del Párroco pudo ingresar allí a la edad de 15 años. Su inequívoca percepción de que Dios le había elegido nos ha dejado un hermoso testimonio de la madurez religiosa de una niña que daba signos de llegar a ser una gran mujer y una gran cristiana.

    Mientras se dirigían a Valencia para entrar en la clausura un desconocido reprochó gritando: "¡Llevan engañada a esa muchacha!". Ella sin perder la calma, al igual que en los momentos del martirio, se giró y dijo: "Sé muy bien lo que hago, pues es Jesús quien me llama".

    Sierva de María

    Hizo su profesión solemne el 19 de junio de 1900, fiesta en que se recuerda a Santa Juliana Falconieri madre espiritual de la rama femenina de los Siervos de María.

    Enamorada del carisma de la Orden vivió plenamente sus valores: la caridad fraterna y la unidad, la oración contemplativa y el humilde servicio y el amor y la devoción a la Virgen Dolorosa, a quien rezaba con fervor la Corona de los Siete Dolores, identificándose con los sufrimientos de la Virgen María. Buscaba siempre el recocimiento y practicaba la penitencia física al contemplar la Pasión de Jesús y a su Madre al pie de la Cruz.

    Con un carácter alegre, una fuerte espiritualidad y dotes de liderazgo ocupó el cargo de Maestra de Novicias de 1928 a 1931, y luego el de Priora en los difíciles y confusos años de 1931 hasta 1934. Al acabar el priorato vuelve a ser elegida Maestra de novicias, cargo que ejerció hasta su martirio, dando a sus hermanas el más importante de los ejemplos.

    Martirio

    La madrugada del 2 de octubre de 1936, unos alborotos interrumpen su oración. Su hermana Filomena y su cuñado José intentaban disuadir a los que registraban su casa, donde ella se había refugiado por la persuecución. Sin dudarlo un instante la beata María Guadalupe salió de su alcoba llevando en la mano un libro de oraciones. Al verla los milicianos le preguntaron: "¿Es usted monja?", responde "Soy monja y si naciese mil veces, lo sería Al Pie de la Cruz", fue arrestada al momento sin que ella opusiese resistencia alguna.

    Sostenida por la gracia del Señor, se mostro en todo momento igual de entera y entregada como a lo largo de su vida. Coemnzaba para ella su propio Via Crucis y Via Matris, unida a cada paso a la Pasión del Redentor y a los dolores de su Madre al Pie de la Cruz. Abrazada al crucifijo la subieron a una furgoneta, desde la que daba ánimos a sus familiares: "No lloréis por mí, pues me llevan a matarme y dar la vida por Aquel que primero la dió por mí".

    Fue conducida a un tribunal ficticio en el que recibió la sentencia de muerte.

    Fue beatificada el 11 de marzo de 2001, por S.S. Juan Pablo II junto a otros mártires valencianos.

    Oración
    Dios Padre Santo,
    Tú que por medio del Espíritu Santo
    alientas a los perseguidos por causa de tu Hijo Jesucristo,
    y los llenas de valor y fortaleza para que,
    con una fe solida y una esperanza firme,
    den testimonio del Evangelio,
    te rogamos nos concedas...
    (pídase la gracia que se desea obtener)
    por intercesión de la Beata María Guadalupe,
    quien sostenida por tu gracia,
    no vaciló en le momento del martirio,
    sinó que se unió gozosa a la Pasión del Redentor
    y a los dolores de su Santísima Madre al pie de la Cruz.
    Por Jesucristo Nuestro Señor.
    Amén.
    Padrenuestro, Ave María, Gloria.
    Beata María Guadalupe, ruega por nosotros.


    Si usted tiene información importante para la canonización de la Beata María Guadalupe, contacte a:
    vicepostulacion@madreguadalupe.com
    o a través del sitio web
    madreguadalupe.com
    Szilard Ignác Bogdánffy, Beatp
    Obispo y Mártir
    Szilard Ignác Bogdánffy, Beatp

    Szilard Ignác Bogdánffy, Beato



    Martirologio Romano: En la prisión de Aiud, Transilvania (Rumania), venerable Szilard Ignác Bogdánffy, Obispo Auxiliar de Satu Mare y Oradea, mártir durante la ocupación comunista en Rumania ( 1953)

    Fecha de beatificación: 30 de octubre de 2010, durante el pontificado de S.S. Benedicto XVI

    Szilard Ignác Bogdánffy nació el 21 de febrero 1911 en la localidad de Feketetó de Banat del Norte (después condado Torontál de Hungría, hoy en Serbia), donde su padre ejerció la función docente. En 1920 la familia se trasladó a Cruceni, donde su padre Szilard Bogdánffy recibió un nuevo puesto de profesor. En 1925 se trasladaron a Timisoara.

    En 1925 ingresó a estudiar en el instituto escolapio en Timisoara, y en 1929 ingresó en el Seminario Teológico de Oradea. Fue ordenado diácono el 5 de febrero 1934. Luego fue ordenado sacerdote católico romano en la catedral de Oradea, el 29 de junio de 1934 por el Obispo Itsván Fiedler.

    Durante 1935-1939, fue profesor en el colegio católico en Oradea y confesor en el Monasterio de las Ursulinas en la misma ciudad.

    En 1939 Szilard Bogdánffy fue señalado por el servicio secreto rumano como importante miembro en las tareas de organizar las actividades del movimiento de Auto-Defensa de Érmihályfalva , organización de resistencia de la comunidad húngara que luchaba contra los intentos de romanización . En octubre de 1939 fue detenido y el 21 de diciembre 1939 fue deportado junto a otros 35 detenidos, entre ellos 15 sacerdotes católicos.

    Entre septiembre de 1940 y junio de 1943, realizó estudios de filosofía y dogmática en la Universidad Pázmány Péter de Budapest, obteniendo el título de doctor en teología el 26 de junio de 1943. Su tesis doctoral versó sobre el "Apocalipsis Sinóptico”. Volvió a Rumania en 1944, fue nombrado profesor en el colegio católico "Szent József" en Oradea. En abril de 1947 fue elevado al canon de la Catedral Episcopal de Oradea y nombró Vicario Episcopal.

    El 14 de febrero de 1949, a la edad de 38 años, en una ceremonia realizada en la clandestinidad, fue consagrado como Obispo Auxiliar de Satu Mare y Oradea, en la Capilla de la Nunciatura Apostólica de Bucarest por el obispo Gerald Patrick Aloysius O´Hara de Savannah, Georgia , ( EE.UU.), Regente de la Nunciatura Apostólica de Rumania.

    El Obispo Bogdánffy fue detenido el 5 de abril de 1949 en Oradea, iniciando así su vía crucis por las siguientes prisiones: Jilava, Capul Midia, Sighet y Aiud. John Ploscaru, Obispo greco-católico clandestino, relata en sus memorias "Cadenas y terror" (Ed. Signata, Timisoara, 1993) algo de lo vivido por el Obispo Bogdánffy en la cárcel de Sighet.

    "Fue el 02 de febrero 1951 (fiesta de la Presentación del Señor). Vinieron a la celda varios militares con el comandante de la prisión. El Obispo Suciu estaba acostado en la cama, débil como una momia.
    - ¡Levántate, todos de cara a la pared y quítense la ropa!
    Nuestra celda era un antiguo almacén, era de las más espaciosas de la prisión, pero hacía mucho frío, no teníamos leña para calentarnos. Nos quitamos la ropa y la pusimos en la pila de lavandería. Temblábamos de frío... Fue un duro invierno.
    - ¿Alguna idea de fuga?, preguntó el comandante, mientras revisaba nuestra ropa como buscando pulgas. Revisó los colchones, observando la habitación con una minuciosidad y paciencia exasperante. Nosotros, de cara a la pared, temblando de frío, el obispo Suciu apenas podía mantenerse de pie. No entiendo por qué el comandante miraba, tocaba, cada costura de toda la ropa. De repente un policía preguntó
    - ¿De quién es este abrigo?
    - Es mío, dijo Bogdánffy (sacerdote católico romano en Satu Mare, y su obispo). El policía tenía en la mano una punta de lápiz.
    - ¿Dónde está el resto del lápiz?
    Para nuestra sorpresa Bogdánffy fue a su colchón, miró por debajo y sacó un lápiz de unos diez centímetros.
    - ¿Cómo lo obtuvo usted?
    - Lo tomé en la corte.
    Búsqueda terminada. Duró aproximadamente una hora, estábamos atrapados en el frío. Obispo Suciu pudo ir a la cama. El comandante pidió a cada uno su nombre. Después de tener todos los nombres, ordenó, señalando Bogdánffy y Bele:
    - Usted y usted van al "negro".
    "Negro" era una celda sin ventanas ni luz. Eran como de 2 metros cuadrados y se convirtió en la celda de castigo. El detenido era puesto allí sólo con ropa interior y descalzo. A veces tiraban agua en el suelo para que no pudiera sentarse. Las raciones de alimentos se reducían a la mitad. Por lo tanto el prisionero estaba en la oscuridad, con frío, desnudo, hambriento, a veces con grilletes, debía permanecer de pie todo el día, saltando de un pie al otro. Cuando oímos su condena vimos el miedo en Bogdánffy y Bele, pensando en las consecuencias de este castigo, porque ya estábamos en medio del invierno... Bogdánffy morirá después en la cárcel de Aiud.

    El Obispo Szilard Bogdánffy murió en la prisión en Aiud el 3 de octubre de 1953 a la edad de 42 años.

    El sábado 27 de marzo de 2010, S.S. Benedicto XVI firmó el decreto referente al martirio del Venerable Szilard Bogdánffy.




    José María Poyatos Ruiz, Beato
    Mártir
    José María Poyatos Ruiz, Beato

    José María Poyatos Ruiz, Beato


    Martirologio Romano: En España, Manuel Basulto Jiménez, obispo de Jaén (España), y de cinco compañeros sacerdotes, asesinados por odio a la fe. ( 1936-1937) 

    Fecha de beatificación: 13 de octubre de 2013, durante el pontificado de S.S. Francisco.


    Nace José María en Vilches (Jaén) el día 20 de octubre de 1914, allí es bautizado en la pila bautismal de la Parroquia de San Miguel que aún se conserva. Era miembro de una familia de tradición cristiana, todos ellos, padres y abuelos, naturales de Rus provincia de Jaén. Del matrimonio formado por Blas Poyatos Sánchez y María Ruiz Rodríguez nacieron quince hijos, de los que José María hacía el número trece; bien es verdad que cinco murieron a muy corta edad, a pesar de lo cual la familia seguía siendo muy numerosa, aún en aquellos tiempos. El padre de José María trabajaba en Obras Públicas, construcción o reparación de carreteras, a modo de encargado, capataz o contratista, por lo que la familia vivió en diversos pueblos de la provincia, según el lugar donde surgía el trabajo; es la razón por la que a nuestro mártir le tocó nacer en Vilches, cercano a Sierra Morena. Vivió también por la Sierra de Cazorla en el bello lugar de Tiscar, donde se ubica el Santuario de la Virgen de su nombre, patrona de Quesada. No obstante la mayor parte de su vida de niño y joven se desarrolló en Rus, cercano a Úbeda y Baeza y en las inmediaciones de la entonces importante estación ferroviaria de Linares-Baeza. En Rus la familia Poyatos Ruiz abrió una tienda de comestibles para ayudarse en su trabajo; por algunos años estuvo al frente de ella José María y este pequeño comercio fue testigo de la generosidad y caridad de nuestro mártir: en ella repartía a los necesitados tanto como vendía; de este modo, el negocio se venía abajo y junto con los tiempos que corrían, con el consentimiento de los padres marchó a Úbeda para trabajar allí en una fábrica de orujo.

    Mientras llegaba el momento de entrar en la fábrica, tanto José María como María del Castillo -su hermana- decidieron trabajar en la recolección de aceituna, ella como recogedora y él como acarreador con las caballerías; el trabajo se lo proporcionaba su tío Diego. Ambos jóvenes se mostraron buenos trabajadores, rindiendo lo que debían y con la alegría de poder aportar algo a la economía familiar. El trabajo agrícola era bien duro y especialmente la recogida de aceituna por darse en pleno invierno con días cortos, trabajo que se iniciaba y se terminaba de noche, por el frío, la lluvia y los barrizales de los caminos y los campos, pero José María lo asumía con fortaleza y buen ánimo, decidido a seguir ayudando en la casa con su trabajo fuera el que fuera y convencido de que pronto entraría en la fábrica. Padres e hijos veían las circunstancias económicas adversas con la voluntad de Dios, de las que saldrían por la misma voluntad del Padre de las Misericordias. Así era la fe de aquella familia y que crecía día a día en el corazón joven de José María.

    El trabajo en la recogida de aceituna doró unos días, estamos en diciembre de 1935; el tío Diego sintió perder a dos tan buenos obreros, pero se conformó en bien de sus sobrinos; por fin, nuestro José María se incorporó a las tareas de la orujera; ahora se planteaba el tema del trasporte; entre Rus y Úbeda había un servicio de tranvía, el llamado "de la Loma", pero los horarios eran incompatibles con los de la fábrica, así que José María comenzó a hacer el recorrido andando. Así nos lo cuenta María del Castillo:

    "El desplazamiento lo comenzó realizando a pie, ya que según decía, el irse en el tranvía le suponía tener que levantarse a las cinco de la mañana para incorporarse a las ocho a la fábrica, en cambio, andando desde Rus, con salir a las siete, le sobraba tiempo para estar puntualmente en su puesto. También el regreso lo realizaba a pie, pues le suponía perder mucho tiempo el ajustarse al horario del tranvía".
    Los padres pensaron que así no podían seguir las cosas y decidieron se alquilara una vivienda en Úbeda y que María del Castillo marchara con José María y le atendiera. Fue exactamente en la calle "14 de abril" número 12 y allí residieron los dos hermanos, desde diciembre de 1935, allí hicieron prisionero a nuestro mártir y allí sufrió y gozó la buena hermana de haberse despedido de su hermano y ser testigo de sus últimas palabras. Aunque era poca la distancia entre Rus y Úbeda, el cambio de domicilio supuso de alguna manera arrancarse del ambiente del pueblo y más aún de la familia. Así escribe la hermana protagonista:
    "La despedida no fue muy agradable, ya que suponía la separación de una familia íntimamente unida. Nos quedaba la tranquilidad de que en nuestra casa se quedaba nuestra prima Sebastiana, que para nosotros era como una hermana y para mis padres como una hija, y nos íbamos con la seguridad de que ella continuaría atendiendo perfectamente a nuestros padres y al resto de la familia".
    Ya tenemos a José María y a María del Castillo instalados en Úbeda; los primeros meses pasaron desapercibidos y vivieron día de paz y tranquilidad; se encontraban en una ciudad con muchas posibilidades; sólo el pasear por sus calles y plazas descubría a sus visitantes una gran riqueza cultural: La Iglesia de Santa María, la del Salvador, el Ayuntamiento y todo el conjunto de aquella plaza; en el plano religioso, las cuatro parroquias existentes San Pablo, San Isidoro San Nicolás y Santa María ya mencionada, ofrecían celebraciones y prácticas religiosas abundantes para unos jóvenes que en medio de las dificultades tenían a gala el ser cristianos; la misma vida ciudadana, aunque ya bastante revuelta, presentaba una novedad atrayente: el abundante comercio, el ir y venir de mucha gente que de los pueblos vecinos se volcaban en Úbeda; y también algunas revueltas que podía sorprender a quienes habían vivido en pueblos pequeños; pero los dos hermanos rusenses procuraban encajarse en el nuevo ambiente y conseguir sus objetivos.

    Ya hemos hecho alusión a su trabajo en la tienda familiar, en él valió más la generosidad y buen hacer con los necesitados que el instinto comercial; pero después en la recogida de aceituna, contratado como jornalero para el acarreo, cumplió perfectamente; el dueño de la finca quedó contento porque su puntualidad y celo, aún cuando no estaba especialmente acostumbrado a esas tareas, compensaba bien el jornal de cada día y la confianza puesta en él. Finalmente, en el trabajo de la fábrica, se distinguió por el cumplimiento de su deber.

    José María conectó muy rápidamente con la Parroquia de San Nicolás de Bari y allí solicitó pertenecer a la Acción Católica. Su condición de aspirante de Acción Católica le llevó, desde el primer momento, a ser testigo de la fe y de Cristo ante sus compañeros de trabajo, por lo que rápidamente quedó fichado, después perseguido y finalmente expulsado de su trabajo: "ser apóstol y mártir si acaso..." decía el himno que se cantaba por aquellos jóvenes. Pero igualmente frecuentaba la Iglesia de Santa María, cuyos sacerdotes y en concreto el joven Coadjutor....eran los responsables de la Adoración Nocturna tan pujante entonces. Su pertenencia a esta asociación eucarística esta garantizada por el siguiente testimonio de su hermana: dice que el día 18 de julio estuvo trabajando toda la noche y por la mañana del domingo día 19 al poco de volver a casa fue detenido y encarcelado en la Inspección de Policía; el segundo día de estar detenido le hubiera correspondido hacer la hora de Adoración al Santísimo Sacramento y hubo de ingeniárselas para poderla hacer, este es el relato que se nos ofrece:
    "Cuando te fuiste (José María se refiere a la visita de su hermana en la cárcel) nos dijeron que no saliésemos aquí. Le dije al que estaba conmigo anoche que me tocaba la Hora Santa de la Adoración Nocturna. Él se ofreció para hacerme la guardia en el pasillo y yo me metí en el calabozo y así lo hicimos, y aunque no tenía libro, tampoco lo precisé, pues la lecturas me las sé de memoria"
    José María llevaba una honda vida religiosa y de piedad, oración profunda y vida interior, contacto íntimo con Dios: se rezaba todos los días el Santo Rosario, la celebración de la Santa Misa y la Comunión frecuente, visita diaria y Adoración al Santísimo, mantenía buena relación con sacerdotes y religiosos, lo que le ayudaba a tener una buena dirección espiritual y con su ayuda iba progresando en la formación cristiana. El lema de estudio, oración y acción de la Acción Católica lo estaba llevando a la práctica. Todo esto era alimento para la acción en el apostolado y en el servicio a los más necesitados. Daba la Doctrina Cristian aún a los hijos de sus compañeros de trabajo y también montó una especie de "escuela" para chicos que no podía ir a la oficial. Él ya había abierto un Centro de Acción Católica en Rus, en la calle el Agua, en una humilde cochera, allí reunía a chicos y jóvenes y les instruía en la fe.El ambiente creado en la República contra lo religioso, el anticlericalismo y la falta de respeto a todo lo cristiano y a quienes trataban de vivir la fe, creció en modo desmedido con la entrada de 1936. La situación en Úbeda revuelta social, laboral y políticamente, como en toda la provincia de Jaén. Muy pronto, José María comenzó a sentir una soterrada persecución de parte de algunos compañeros de trabajo en la fábrica misma, a la salida o entrada de ella: la razón claramente era por ser cristiano y no esconderse de serlo.

    Presiones ante un conflicto laboral: Intentaron, presionándole, que participara en un comité para pedir aumento de sueldo, él se negó pues quería ser libre y porque la revuelta no le parecía justa. La Fábrica extractora de aceite, cayó en manos de un comité de trabajadores, destituyendo a los dueños y directivos. Todos decidieron despedir a José María, menos el encargado y el personal de oficina; eso sí, muy "democrática y legalmente", firmando todos en contra de él por tener ideas contrarias a la de ellos y dándole lo que le correspondiera por "despido". Esta actitud de los obreros hizo sufrir a María del Castillo quien pensaba en tan gran injusticia, cuando su hermano había hecho tanto por los hijos de algunos de ellos, dándole clase gratuitamente y educándoles... José María la consoló diciendo: en realidad yo lo hacía por Dios y por el bien de los chicos.

    José María supo del incendio de la Iglesia de Rus y de la detención de su padre y de casi todos los varones de la familia. Todo le hacía sufrir, pero a la vez veía más claro su fin y se preparaba a ello; apenas salía de la casa, leyendo, orando, meditando. Supo también que un grupo de milicianos hacían guardia cerca de la casa con el propósito de dispara r contra él nada más que verle salir; así se lo avisó una vecina, después de prometer y jurar no lo dirían a nadie. La situación de los hermanos Poyatos – Ruiz se hacía insostenible: sin trabajo, sin ingresos, prácticamente vigilados y el varón casi detenido en casa, la familia expulsada de Rus y o detenida... María del Castillo pidió auxilio a don Alfonso Moreno, quien después de escucharle atentamente, no vio más salida que proponerle salir de Úbeda, les proporcionaría una ambulancia (nadie los detendría pues es era la órdenes) irían como enfermeros y sólo hacía falta que decidieran el lugar donde querían ir pero siempre dentro de Jaén; los hermanos pensaron, sospecharon pro y contra, al fin decidieron declinar la oferta, todo era muy arriesgado y ¿dónde ir?. También intentaron a través de conocidos guardias civiles, escapar con ello en alguna de las evasiones que se produjeron hacia la zona nacional, pero al fin desistieron y pusieron su suerte en manos de Dios.

    José María tenía conciencia clara de la proximidad de su martirio, no sólo eran las predicciones que sobre el tema había hecho, sino la certeza de los hechos que atenazaban cada vez más su libertad y con ella su vida. Con frecuencia hablaba y reflexionaba con su hermana de la muerte y de lo que les esperaba. Siempre que hablaba de la muerte su rostro se iluminaba y tenía expresión de vida, de vida eterna. Decía:
    "En el cielo me uniré a los que me esperan y, desde allí, pediremos y lograremos el triunfo de la fe en España".
    Tanto es gozo que demuestra hablando de la muerte que la hermana le dice si es que no le gusta vivir, a lo que él responde: "Desde luego que la vida así es triste, han matado a tantos que conocía y quería. Pero a mí cómo no me va a gustar vivir. Es lástima que me maten a los veintiún años. Quedaría Melchor en la casa, pero él sólo para todo. Trabajo le tiene que costar afrontar la situación y terminar los estudios, pero Dios le ayudará. Tú has de verlo y estará con ello. También Antonia, cuanto está sufriendo, estará y morirá con vosotros. Por otro lado, ¡qué dicha perder la vida por salvar el Alma! Todos hemos de morir, pero de esta forma es seguro que se salva el Alma. No sientas Dios está con nosotros".

    El 3 de octubre de 1936 fue detenido y llevado ante la cruz que hay a la entrada del cementerio de Úbeda, allí Los disparos de las armas de los asesinos republicanos, milagrosamente , fueron incapaces de cruzar el pecho de José María, quien gritaba: "¡Viva Cristo Rey". Esto dio lugar a una mayor furia en sus verdugos, que con un disparo le rompieron el cuello y lo asesinaron. Así terminó dando la vida por Aquél a quien tanto había amado, o dicho de otro modo: correspondió con la propia vida a Aquel que ya la había dado por toda la humanidad en la Cruz: Cristo Jesús.


    Este grupo de mártires está integrado por:

    1. MANUEL ARANDA ESPEJO, seminarista de la diócesis de Jaén
    nacimiento: 22 Marzo 1916 en Monte Lope Alvarez, Jaén (España)
    martirio: 08 Agosto 1936 en Monte Lope Alvarez, Jaén (España)

    2. MANUEL BASULTO JIMÉNEZ, Obispo de Jaén
    nacimiento: 17 Mayo 1860 en Adanero, Ávila (España)
    martirio: 12 Agosto 1936 en Vallecas, Madrid (España)

    3. FÉLIX PÉREZ PORTELA, sacerdote de la diócesis de Jaén
    nacimiento: 21 Febrero 1895 en Adanero, Ávila (España)
    martirio: 12 Agosto 1936 en Vallecas, Madrid (España)

    4. FRANCISCO LÓPEZ NAVARETTE, sacerdote de la diócesis de Jaén
    nacimiento: 02 Marzo 1892 en Villanueva del Arzobispo, Jaén (España)
    martirio: 28 Agosto 1936 en Orcera, Jaén (España)

    5. JOSÉ MARÍA POYATOS RUIZ, joven laico de la diócesis de Jaén
    nacimiento: 20 Octubre 1914 en Vilches, Jaén (España)
    martirio: 03 Octubre 1936 en Úbeda, Jaén (España)

    6. FRANCISCO SOLÍS PEDRAJAS, sacerdote de la diócesis de Jaén
    nacimiento: 09 Julio 1877 en Marmolejo, Jaén (España)
    martirio: 03 Abril 1937 en Mancha Real, Jaén (España)

    , sacerdote de la diócesis de Jaén
    nacimiento: 21 Febrero 1895 en Adanero, Ávila (España)
    martirio: 12 Agosto 1936 en Vallecas, Madrid (España)

    4. FRANCISCO LÓPEZ NAVARETTE, sacerdote de la diócesis de Jaén
    nacimiento: 02 Marzo 1892 en Villanueva del Arzobispo, Jaén (España)
    martirio: 28 Agosto 1936 en Orcera, Jaén (España)

    5. JOSÉ MARÍA POYATOS RUIZ, joven laico de la diócesis de Jaén
    nacimiento: 20 Octubre 1914 en Vilches, Jaén (España)
    martirio: 03 Octubre 1936 en Úbeda, Jaén (España)

    6. FRANCISCO SOLÍS PEDRAJAS, sacerdote de la diócesis de Jaén
    nacimiento: 09 Julio 1877 en Marmolejo, Jaén (España)
    martirio: 03 Abril 1937 en Mancha Real, Jaén (España)


    Santa Cándida, mártir

    En Roma, en el cementerio de Ponciano, en la vía Portuense, santa Cándida, mártir (s. inc.).

    Fausto, Cayo, Pedro, Pablo, Eusebio, Querimón, Lucio y otros dos y Dionisio, obispo, confesores

    En Alejandría, en Egipto, conmemoración de los santos Fausto, Cayo, Pedro, Pablo, Eusebio, Querimón, Lucio y otros dos, todos los cuales, primero en tiempo del emperador Decio y después bajo Valeriano, por mandato del prefecto Emiliano sufrieron de muchas maneras, junto con el obispo Dionisio, llegando a ser confesores de la fe, y, entre ellos, Fausto alcanzó la palma del martirio bajo el emperador Diocleciano (s. III/IV).

    San Hesiquio, monje

    En Mayuma, en Palestina, conmemoración de san Hesiquio, monje, discípulo de san Hilarión y compañero suyo de peregrinación (s. IV).

    San Maximiano, obispo y confesor

    Conmemoración de san Maximiano, obispo de Bagai, en Numidia, que, apaleado repetidas veces por los herejes, fue precipitado desde lo alto de una torre, dejándolo por muerto, pero recogido por unos transeúntes, se recuperó y no dejó de luchar por la fe católica (c. 410).

    San Cipriano, obispo

    En Toulon, en la Provenza, de la Galia, san Cipriano, obispo, discípulo de san Cesáreo de Arlés, que defendió en varios sínodos la fe ortodoxa sobre la gracia, enseñando que nadie puede llegar a lo divino si antes no ha sido llamado por la gracia de Dios (c. 543).

    Beato Uto u Otón, abad

    En el monasterio de Metten, en Baviera, beato Uto u Otón, fundador y primer abad (802).

    Beato Adelgoto, monje y obispo

    En Chur o Coira, entre los helvecios, beato Adelgoto, obispo, discípulo de san Bernardo en Clairvaux, que fue un buen ejemplo de disciplina monástica (1160).

    Beato Crescencio García Pobo, presbítero y mártir

    En Madrid, capital de España, beato Crescencio García Pobo, presbítero de los Terciarios Capuchinos de la Virgen de los Dolores y mártir, que derramó su sangre durante la persecución contra la fe (1936). 




    San Virila, abad

    En el monasterio de San Salvador de Leyre, en Navarra, memoria de san Virila, abad (s. X).


    72720 > Beato Adalgotto di Coira Vescovo 3 ottobre  MR 

    94635 > Beata Agostina dell'Assunzione Vergine mercedaria 3 ottobre 

    93258 > Beati Ambrogio Francesco Ferro e 27 compagni Martiri 3 ottobre  MR 

    94697 > San Benedetto di Como Vescovo 3 ottobre  

    72660 > Santa Candida di Roma Martire 3 ottobre  MR 

    72711 > San Cipriano di Tolone Vescovo 3 ottobre  MR 

    93478 > Beato Crescenzio Garcia Pobo Sacerdote e martire 3 ottobre MR 

    94610 > Beato Damiano de Portu Mercedario 3 ottobre 

    94307 > Beato Desiderio Franco Agostiniano 3 ottobre 

    73675 > San Dionigi l'Areopagita Discepolo di S. Paolo 3 ottobre  MR 

    72670 > Santi Dionigi, Fausto, Caio, Pietro, Paolo e compagni Martiri 3 ottobre  MR 

    72700 > Sant' Edmondo di Scozia 3 ottobre  

    72680 > Sant' Esichio Discepolo di Sant'Ilarione 3 ottobre MR 

    93285 > Sant' Ewaldo il Nero ed Ewaldo il Bianco Monaci e martiri 3 ottobre  MR 

    72650 > San Gerardo di Brogne Abate 3 ottobre  MR 

    94634 > Beato Giovanni Tapia Mercedario 3 ottobre 

    90460 > Beato Giuliano da Palermo Monaco 3 ottobre  

    96155 > Beato José María Poyatos Ruiz Martire 3 ottobre  

    94636 > Beata Maddalena la Maggiore Vergine mercedaria 3 ottobre 

    92442 > Beati Martiri Cattolici del Brasile 3 ottobre e 16 luglio  MR 

    72690 > San Massimiano di Ksar Bagai Vescovo 3 ottobre MR 
    91813 > Beato Utto (Udo) di Metten Abate 3 ottobre  MR 
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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
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    ATENÇÃO:
  • Quanto me é permitido verificar, desde o princípio do mês, tem vindo a ser regularizada paulatinamente a publicação deste blogue, assim como os textos que a acompanham diariamente: Talvez, no entanto, de vez em quando se verifique algum lapso, provocado ou por falta de algum elemento (mais ou menos dispensável, ou então alguma irregularidade na colocação dos textos ou imagens. Fora isso, porém, e numa apreciação global, estou relativamente satisfeito. 
  • Prevenindo novas suspensões que possam vir a acontecer, vou continuar a agendar as publicações diárias desta 1ª rubrica SANTOS DE CADA DIA, e também da 2ª - O ANTIGO TESTAMENTO 
  • Quanto às restantes rúbricas, com excepção dos SALMOS - que me parecem não serem lidos, - pois que quando são publicados, são-no no próprio dia e, portanto, não servirão de facto, de guia para alguém 


  • BENDITO SEJA DEUS.
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