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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Nº 1777-3 -Encontro diário com Deus - 9 de Outubro de 2013

Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com. 



Nº 1777-3 -  9 de Outubro de 2013


Pensamento do Dia

Conheço minhas limitações, e esta convicção é minha força.

Mahatma Gandhi


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Conduz-me, doce luz, pela escuridão que me cerca, sê tu a conduzir-me! 
A noite é escura e estou longe de casa, sê tu a conduzir-me! Protege meus passos, não te peço para ver a longa distância; apenas um passo uma vez para mim já é mais que suficiente. 
Não fui sempre assim, e não rezei sempre para que tu me conduzisses. 
Eu gostava de escolher e ver o caminho; 
mas agora sê tu a conduzir-me. 
Eu gostava do dia luminoso e, apesar dos medos, o orgulho guiava a minha vontade: 
não recordes os anos passados! 
Por tanto tempo o teu poder me abençoou, e, certamente, conduzir-me-á ainda, 
para além do atoleiro e do brejo, 
para além da escarpa e da força das torrentes, 
até que a noite se dissipe; 
e pela manhã, sorriam rostos de anjo, 
rostos que há muito tenho amado e só por pouco tenho perdido.



John  Henry Newman



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NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:



http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1777 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - I PARALIPÓMENOS - (18) - 9 de Outubro de 2013

9 de Outubro de 2013

Nº 1777 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1777

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro de 2012, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o 
ANTIGO TESTAMENTO 
que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉJUÍZES, RUTE, 1º e 2º de SAMUEL, 1º Reis e 2º Reis (Estes já estão…)

Faltam apenas 770 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.

(2) CRÓNICAS (Paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não! Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) .

Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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1777 - 2ª Página

9 de Outubro de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

PARALIPÓMENOS
ou CRÓNICAS
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Mapa antigo de Israel

1º Livro dos PARALIPÓMENOS
ou das CRÓNICAS





Elias ressuscitando o filho da viúva que o acolheu

PRIMEIRO LIVRO dos 
PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS



VITÓRIAS DE DAVID



18



Depois disto, David derrotou os filisteus e submeteu-os, arrebatando das suas mãos Get e as suas cidades anexas. Derrotou também os moabitas, que se tornaram seus vassalos e lhe pagaram tributo. David derrotou, também, a Adarezer, rei de Soba, em Hamat, quando ele se encaminhava para estabelecer o seu domínio sobre as margens do Eufrates. David apreendeu-lhe mil carros, sete mil cavaleiros e vinte mil soldados de infantaria. Cortou os jarretes de todos os cavalos de tiro, e deles conservou somente cem. Os sírios de Damasco vieram em auxílio de Adarezer, rei de Soba, mas David matou-lhe vinte e dois mil homens. E pôs guarnições na Síria de Damasco, e os sírios tornaram-se seus vassalos e pagaram-lhe tributo. O Senhor protegia-o em todas as suas empresas. David apoderou-se dos escudos de ouro pertencentes aos servos de Adarezer e transportou-os para Jerusalém. Também se apoderou da grande quantidade de bronze em Tebat e em Cun, cidades de Adarezer. Com ele fez Salomão o mar de bronze. Tou, rei de Hamat, soube que David desbaratara todo o exército de Adarezer, rei de Soba, e enviou-lhe Adorão, seu filho, para o saudar e felicitar por ter atacado e vencido Adarezer, pois Tou estava em contínua guerra com Adarezer. Enviou-lhe também toda a sorte de vasos, de ouro, de prata e de bronze. O rei David consagrou-os ao Senhor com o ouro e a prata que tomara a todas as nações pagãs, a Edom, a Moab, aos amonitas, aos filisteus e a Amalec. Abisai, filho de Sarvia, derrotou, no vale do Sal, dezoito mil idumeus. Pôs guarnições em Edom, e todo o Edom ficou sujeito a David. O Senhor protegia David em todas as suas empresas (2 Sam 8, 1-14).
David reinou sobre todo o Israel, julgando e fazendo justiça a todo o povo. Joab, filho de Sarvia, comandava o exército; Josafat, filho de Ailud, era arquivista; Sadoc, filho de Aquitob, e Aquimelec, filho de Abiatar, eram sacerdotes; Susa, era secretário; Banaías, filho de Jojada, era chefe dos cereteus e dos feleteus, e os filhos de David eram os primeiros ao lado do rei (2 Sam 8, 15-18).



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Textos do 1º Livro dos “PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS” do ANTIGO TESTAMENTO 


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Este texto deverá ser publicado em 

9 de OUTUBRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA




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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nº 1777 - (260 - 13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 9 de Outubro de 2013 - 5º ANO




e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com
e-mail dos blogues:  antoniofonseca40@gmail.com
Nº 1777 - (260 - 13) – 1ª Página

9 de Outubro de 2013 

009

Nº 1777 - (260-13) – 1ª Página
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E U   S O U


AQUELE   QUE   SOU
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  • ABRAÃO, Santo 
    Patriarca de Israel

    Abraham, Santo

    Este grande Patriarca domina a história das origens de Israel. Abraão chamava-se primeiro Abrão (“ama o pai”? ou “de uma boa origem”?, depois, segundo a etimologia popular de Gn 17, 5, “pai duma multidão”). Era originário de Ur na Caldeia. Seu pai, Taré, tinha deixado esta cidade para vir para Canaã, mas deteve-se em Harrã, na Síria do Norte, e lá morreu. Deus disse a Abraão: «Deixa a tua terra, a tua família e a casa de teu pai, e vai para a terra que Eu te indicar. Farei de ti um grande povo, abençoar-te-ei, engrandecerei o teu nome e será fonte de bênçãos… E todas as famílias da terra serão em ti abençoadas» (Gn 12, 1-3). Egrèdere, «sai»! Nós também recebemos cada dia apelos de Deus, pequenos ou grandes. Qualquer vocação é desarranjo das rotinas e morte, para haver ajustamento a uma ordem nova, vivificante. A vida do cristão está em ele se incomodar todos os dias, para servir a Deus e aos seus irmãos humanos. «Pela fé, Abraão, ao ser chamado, obedeceu e partiu para uma terra que havia de receber por herança, e partiu sem saber para onde ia» (Heb 11, 8). Partiu com Sarai, sua mulher, e Lot, seu sobrinho.
    Chegado a Canaã, levantou altar em Siquém e perto de Bétel. Seguiu para o Sul, de acampamento em acampamento. Mas uma fome obrigou-o a buscar refúgio no Egipto. O faraó tomou para si a bela Sarai, quem se fez passar por irmã de Abraão. Por causa dela, Abraão recebeu gado, servos e camelos. E Deus feriu o faraó que restituiu Sarai a seu marido (Gn 12; cf. 20).
    Voltando a Canaã, Abraão e Lot separaram-se. Lot desceu para a as cidades do Mar  Morto, para nelas se fixar. Abraão, dirigiu-se para os planaltos, a fim de continuar a transumância. reis estrangeiros fizeram campanha contra o Mar Morto; retiraram-se levando Lot entre os cativos. Abraão, com 318 pessoas da sua gente, libertou Lot. Recusou para si qualquer espólio, mas deu o dízimo a Melquisedeque, sacerdote do Deus Altíssimo, que abençoou Abraão (14).
    O patriarca não tinha filhos e afligia-se com  isso. Deus disse-lhe: «Ergue os teus olhos para os céus e conta as estrelas, se fores capaz de as contar. Pois bem, será assim a tua descendência» (15, 5).
    Deus concluiu aliança com ele. Para isto, Abraão cortou ao meio uma novilha de três anos, uma cabra e um carneiro da mesma idade, e dispôs cada metade em frente da outra; e ainda uma rola e um pombo; sem os partir. As aves de rapina desceram, mas Abraão afugentou-as. Ao pôr do Sol, apoderou-se dele profundo sono; sentiu-se apavorado e foi envolvido por densa treva. Deus falou-lhe, predizendo a escravidão no Egito, o êxodo: mas ele, Abraão, morreria em paz. A noite era profunda; Abraão viu uma fornalha a fumegar, uma tocha que passava entre os pedaços das vítimas (cf. a coluna de fogo do Êxodo, 13, 21?).
    Vendo-se estéril, Sarai deu ao marido a sua escrava Agar. Esta concebeu, mas Sarai, sentindo-se humilhada,. mandou expulsar Agar e a sua descendência, Ismael. Abraão tinha 99 anos quando Deus disse: «Eu sou o Deus Todo-Poderoso. Anda na minha presença e sê perfeito. Quero fazer uma aliança contigo e multiplicarei a tua descendência até ao infinito». Abraão prostrou-se e Deus disse-lhe: «Já não te chamarás Abrão, mas sim Abraão, porque eu farei de ti o pai de inúmeros povos…» A circuncisão será sinal da aliança. Sarai daqui por diante será chamada Sara (“princesa”).
    Deus apareceu a Abraão (Gn 18) perto do carvalho de Mambré, estando ele à entrada da tenda e havendo calor. Ele levantou os olhos. Viu três homens diante. Corre para eles, prostra-se e convida-os a almoçar. Em agradecimento, Deus promete um filho a Sara. Os três levantara-se e dirigem-se para Sodoma. Abraão acompanha-os. No caminho, Deus manifestou ao seu hospedeiro que pensava em destruir Sodoma, essa cidade pecadora. Abraão exclamou: «Vais exterminar, ao mesmo tempo, o justo e o culpado? Talvez haja cinquenta justos na cidade; matá-los-á a todos ? Não perdoarás à cidade por causa dos cinquenta justos que nela podem existir?» Deus deixou-se aplacar. Entretanto, Abraão, explorou a sua conquista: «E por causa de quarenta e cinco?» Deus cedeu. «E por quarenta»? Igual cedência da justiça. «E por trinta?» Do mesmo modo. «E por vinte?» Igualmente. «E por dez?». «Em atenção a esses dez justos não destruirei a cidade». Abraão não foi mais longe no seu leilão de misericórdia. Nós, que lemos a história de Jonas, sabemos que Deus procura perdoar. E o Evangelho sugere-nos que o menor pretexto Lhe basta.
    O filho prometido veio ao mundo, Isaac «ele ri-se». Quando já estava grandinho, Deus quis provar a obediência de Abraão. «Pega no teu filho, no teu único filho, a quem tanto amas, Isaac, e vai à terra de Moriah, onde o oferecerás em holocausto, num dos montes que eu te indicar». Abraão levantou-se bem cedo, aparelhou o seu jumento, tomou consigo dos servos e Isaac. Partiu e apanhou lenha para o holocausto. No terceiro dia, viu ao longo o local. Abraão disse aos servos: «Ficai aqui com o jumento, eu e o menino iremos até além, para adorarmos; depois voltaremos para junto de vós». Abraão colocou a lenha às costas de Isaac; levou na mão o fogo e o cutelo; e foram ambos juntos. Isaac disse: «Meu pai!» E Abraão respondeu: «Que queres, meu filho Isaac prosseguiu: «Levamos fogo e lenha, mas onde está a rês para o holocausto?» Abraão respondeu: «Deus providenciará». E os dois prosseguiram juntos. Chegados ao sítio, Abraão levantou um altar, dispôs a lenha, atou Isaac, seu filho, e colocou-o sobre o altar. Então o anjo do Senhor gritou-lhe: «Abraão! Abraão!» Ele respondeu: «Aqui estou». O anjo disse; «Não levantes a tua mão sobre o menino e não lhe faças mal algum, porque sei agora que, na verdade, temes a Deus, visto não me teres recusado o teu único filho». E Abraão viu atrás dele um carneiro. Ofereceu-o em vez de Isaac (22).
    Sara morreu e Abraão enterrou-a na caverna Macpela. A narração da compra do campo onde estava a gruta é cheia de vida; mostra bem a cortesia cavalheiresca e o amor do lucro,  coisas muito características no Oriente (23). Antes de morrer, Abraão envia o seu homem de confiança buscar uma esposa para Isaac no país de Harrã. Página duma simplicidade esplêndida, em que a encantadora Rebeca é mais amável ainda que a Nausicaa da Odisseia.
    Por fim, morre Abraão, «velho e saciado», aos 175 anos, segundo uma cronologia sistemática de que não temos a chave. Enterram-no em Macpela. Nesse local, uma inscrição do século VI invoca «Santo Abraão».
    Abraão é herói da vida espiritual pela fé e pela obediência. Simboliza o cristão, estrangeiro na terra, que está a caminho da pátria celestial. seja a fé o nosso radar: cada vez que obedecemos às indicações dela, ficamos mais dispostos para o nosso “subir”.


    JOÃO LEONARDI, Santo
    Fundador (1541-1609)

    Juan Leonardi, Santo

    Em 1541 ou 1543 nasceu este servo de Deus em Décimo, perto de Suca, na Itália, sendo seus pais verdadeiros cristão. Procuraram aproveitar-lhe as boas disposições para a virtude, confiando a sua educação a um padre exemplaríssimo que desenvolveu na criança mais a virtude do que a ciência.
    Desde então, empregava parte do dia na oração e rigorosa penitência. Chamado pelos pais, foi enviado para junto de um farmacêutico, a fim de aprender a mesma profissão. depois, já ordenado sacerdote, com alguns jovens ensinava o catecismo às crianças; e quando obteve uma antiga igreja de Nossa Senhora da Rosa, assim como uma vasta casa, lançou os fundamentos dos Padres Regulares da Mãe de Deus, no 1º de Setembro de 1574.
    A princípio, levantaram-se enormes obstáculos. Leonardi, ameaçado de morte pelos Luteranos a quem atacara, refugiou-se em Roma com  os seus companheiros. Aí tomou como diretor S. Filipe de Néri, que muitas vezes repetia: «Não é tudo, caro amigo, tornar-se alguém santo: o importante é continuar a sê-lo».
    Os Regulares professaram grande obediência. Exigia-se-lhes também perfeito recolhimento interior, assiduidade na oração e pobreza. Não só com os conselhos, mas sobretudo com o exemplo, procurou o Santo a mais alta perfeição para os súbditos.
    Apresentou os estatutos da Ordem a Clemente VIII, que a aprovou e a abençoou, concedendo-lhe privilégios.
    Em 1609 foi o santo atacado pro uma violenta epidemia, entregando o espírito nas mãos de Deus a 9 de Outubro de 1609. Foi enterrado na igreja de Santa Gala e depois transferido para a Igreja de Nossa Senhora in corticu… O papa Bento XIV publicou um decreto reconhecendo a heroicidade das virtudes do venerável Leonardi. Em 1861 foi beatificado e em 1938 canonizado.


    DIONÍSIO AREOPAGITA e Companheiros, Santo
    Mártires (século I)


    Havia em Atenas, pelo ano 50, quando S. Paulo por lá passou, muitos intelectuais que perseveraram em interessar-se pela questão religiosa (Act 17). «Essa nova religião que tu pregas, disseram, ao Apóstolovem por favor explicar-no-la um pouco». E levaram-no ao Areópago. lugar de reunião do tribunal supremo.
    «Atenienses, disse-lhes em resumo, sois verdadeiramente os mais devotos dos homens. Verifiquei, na verdade que, não contentes com elevar estátuas a todos os deus conhecidos, erigistes mesmo, para estardes seguros de não errar nas contas, um altar ao deus desconhecido. Pois bem!, é esse mesmo que eu prego». E pôs-se a falar do seu Deus, eterno, infinito e todo-poderoso; e, também dos deuses deles, «que valem só», em ouro e prata, o peso que têm». Dir-me-eis, acrescentou, que o meu Deus fica muito longe e excessivamente calado para nos interessarmos por ele. Mas reparai, e é a novidade que vos trago, ele acaba agora de vencer essa distância e de romper tal silêncio, enviando-nos o seu próprio Filho, cuja mensagem e missão assegurou com  a ressurreição dos mortos».
    Ouvindo estas palavras, o auditório saiu-se com tal gargalhada que o orador não pôde continuar. «Ouve, disseram-Lhe, basta por hoje. Sobre esse assunto ouvir-te-emos doutra vez»?. A ressurreição da carne era, na verdade, para os Atenienses de então, coisa tão impossível, tão impensável e tão absurda que se requeria ser simples de espírito para nela crer. Houve todavia um ouvinte que não se riu; aquele a quem os Actos dos Apóstolos chama o Areopagita, personalidade importante, pois era juiz no tribunal supremo. Dionísio (ou Dinis) recebeu nesse dia a graça da fé; e foi, como sabemos por outra fonte, o primeiro bispo de Atenas.
    Ele e seus companheiros foram degolados. E houve depois verdadeira carnificina nos cristãos. São Dionísio é um dos 14 Santos Auxiliadores.

    LUÍS BELTRÃO, Santo
    Religioso (1526-1581)

    Luis Beltrn, Santo

    Entre a variedade e multiplicidade de santos que a Espanha deu à Igreja durante o seu Século de Oiro, poucos encarnam tanto ao vivo, com as suas virtudes e os seus defeitos, o espírito da raça, como santo valenciano Luís Beltrão.
    O carácter aventureiro e inconstante, mas nobre e ambicioso de altas façanhas do espanhol de então; a sua impetuosidade e arrojo, a sua religiosidade e temor de Deus, diante da valentia e mesmo temeridade com os homens; a sua inquebrantável vontade no caminho empreendido, a sua rectidão e firmeza no cumprimento do dever e a sua inata vocação de condutor de homens, que faz de cada soldado um capitão .- são virtudes e defeitos que ficam bem patentes na vida de S. Luís, que vive e morre em pleno Século de Oiro espanhol.  
    Em Valência, mãe fecunda de santos, nasce S. Luís a 1 de Janeiro de 1526, quando reinam em Roma Clemente VII e na Espanha o invicto césar Carlos V, e quando teólogos espanhóis ensinam em Trento, capitães espanhóis se impõem na Europa e correm de boca em boca as noticias maravilhosas do fabuloso mundo descoberto por Colombo.
    Filho do seu século, depressa se manifesta nela a ansia da aventura. Assíduo leitor das vidas dos santos, pretende imitá-los. E um dia, na prematura idade de 16 anos, sai da casa paterna – como leu de S. Roque e de Santo Aleixo – «para servir a Deus onde ninguém o conheça». Naturalmente, esta fuga pára em tentativa, pois os criados do pai alcançam-no antes de ele ultrapassar os limites da província.
    Mas ele não recua no seu empenho. Ouviu a voz do Senhor que o chama a um estado mais perfeito e, um dia, contra a vontade dos pais, entra no convento de S. Domingos que os Frades Pregadores possuem em Valência. Mas o pai, João Beltrão, notário do reino, anula esta nova tentativa. Fala com o padre prior e, mostrando-lhe a saúde precária e o natural enfermiço do filho, convence-o de que não lhe dê o hábito a vestir, enquanto durar o seu priorado.
    Intento vão. Três anos mais tarde, está diante do novo prior: Frei João Micó. Este conhece sobrenaturalmente a vocação dele  e admite-o. Como voltou a escapar-se sem licença, determina, apresentar os factos por consumados; e veste-lhe o hábito. Quando o pai o vem a saber, procura tirá-lo do convento por todos os meios. Mas tem de render-s diante da inquebrantável vontade do filho, e diante das provas de vocação que têm valor. Anos mais tarde, confessar-lhe-á no leito da morte: «Meu filho, uma das coisas que nesta vida me deram pena foi ver-te frade; e o que hoje mais me consola, é que o sejas».
    E começa a correr com passos agigantados o caminho da santidade. Os religiosos mais anciãos têm de reconhecer que aquele jovem noviço lhes vai à frente na prática da virtude. E começa também a vida de austeríssima penitência, que será, no decorrer dos anos, o selo distintivo da sua santidade, repetindo instantemente aquelas palavras de Santo Agostinho. «Senhor, aqui queima, aqui corta, aqui não perdoes, para que me perdoes na eternidade». E Deus faz-lhe a vontade largamente, pois não viu um dia são, desde que entrou na Ordem, sendo a sua existência um martírio lento e crudelíssimo.
    Já sacerdote, na inverosímil idade de 23 anos fazem-no mestre de noviços. Mas isto parece-lhe pouco para as suas ambições apostólicas. Ouviu que em Trento se está esclarecendo o porvir religioso da Europa, e ele também quer tomar parte na vanguarda de apóstolos que se preparam para combater a incipiente heresia protestante. E decide ir estudar para Salamanca. De nada servem pedidos, lágrimas, conselhos, admoestações de superiores, irmãos, amigos e pessoas de família. Com uma determinação do Superior geral no bolso, lança-se um dia a caminho de Salamanca. E tem de ser Deus a sair-lhe ao caminho para anunciar-lhe que a sua missão está no convento de Valência e no cargo de mestre de noviços.
    Submete-se. Mas por pouco tempo. Um dia chega à porta do convento dos Pregadores um jovem de maçãs do rosto salientes, olhar indeciso, cabelo encrespado e a tez fortemente de azeitona, o que tudo indica claramente a sua procedência de além-mar, daquele mundo novo e maravilhoso que alguns anos antes descobrira Colombo. Quer ser dominicano. Mas passam os dias e os religiosos observam, que o índio não tem vocação. Apesar disso, o jovem mestre de noviços defende-o contra todos , aquele que é tão rigoroso que basta a menor transgressão para tirar o hábito a um noviço. De que falam nessas misteriosas conversas que frequentemente mantêm o mestre e o seu estranho noviço?.
    Depressa se vem a saber. Meses mais tarde apresentam-se no convento dois padres missionários que vêm das Índias longínquas, à busca de voluntários para evangelizar aquele novo mundo. O índio manteve-o entusiasmado falando-lhe do seu longínquo e misterioso país e, sobretudo, da multidão de homens que o povoam e não conhecem a Cristo. Ateou-se, na alma de apóstolo que tem Luís, a chama missionária e por isso ninguém estranha que, ao conhecer a embaixada dos missionários , ele se apresente no dia seguinte na cela do padre prior como primeiro voluntário.
    Também, desta vez não conseguem pedidos, lágrimas, conselhos e admoestações, dissuadi-lo do seu propósito. E tanto insiste que o padre prior, bem contra-vontade, tem de dar-lhe a bênção. E eis que ele parte a caminho de Sevilha para embarcar na frota que o levará às missões da América. Isto no ano de 1562.
    Sete anos dura a missão entre os índios que habitavam a atual Colômbia, dos quais converte à fé de Cristo muitos milhares, falando-lhes sempre na sua nativa língua valenciana. Incontáveis milagres se lhe escapam das mãos, e Deus tem de ajudá-lo continuamente porque está só e entre inúmeros perigos. Duas vezes o envenenam, e outras quatro estão a ponto de acabar com ele entre insultos e ameaças. Mas ele busca com avidez o martírio e desafia-os com intrepidez apostólica. Apesar de tudo, não será mártir. Deus reserva-o para a alta missão que tem de levar a cabo na sua longínqua e amada Valência.
    S. Luís nasceu para condutor de homens. Em, toda a sua vida ocupa cargos de responsabilidade, os mais altos dentro dum convento, que são os de prior e de mestre de noviços. Como prior, o seu ideal, que plenamente conseguirá, é implantar a reforma que propunha a Igreja, a qual nasce do Concílio Tridentino. terá de enfrentar situações difíceis e de padecer inúmeros contratempos, até ver-se destituído temporariamente do cargo. Mas não desiste do seu ideal. Decidido e voluntarioso como sempre, não terá medo de pôr um letreiro na porta da cela com estas palavras de S. Paulo, que são repto e são desafio à inobservância dalguns religiosos: «Se quisesse agradar aos homens, não seria servo de Cristo». Três vezes será Prior e em três conventos distintos, e nos três elevará, com a palavra e o exemplo, os seus homens à plenitude da vida religiosa.
    Mas onde culmina a sua figura é na missão de educador e formador da juventude. Nada menos que sete vezes foi nomeado mestre de noviços. Centenas de jovens passam pelo seu noviciado, para quem S. Luís será o mestre sábio e experimentado, forjador de vigorosos caracteres e de santos religiosos. E tão perfeita será esta formação, tão acabada a obra que realiza nos espíritos a sua direcção, que os seus numerosos discípulos, com a vida santa e exemplar, enchem um capítulo formosíssimo da história da província dominicana de Aragão.
    Deus não Se repete nos seus santos. A sua graça não precisa de destruir-lhes a natureza para santificá-los. O génio, o carácter e as qualidades em nada estorvam a ação divina. esta, pelo contrário, conjuga-se maravilhosamente com tais elementos até conseguir essa variedade e riqueza de matizes, tão patente na hagiografia cristã. Em cada santo resplandece também, de modo peculiar, um dos dons do Espírito Santo.
    Em S. Luís não podia faltar este dom. É o temor de Deus. E até tal ponto enquadra e define a sua figura, que o resumo da sua vida podia ser esta frase: «O homem que temeu a Deus e não temeu os homens». A este propósito diz o seu primeiro biógrafo: «Não tinha em vista contentar aos homens, mas a Deus e a S, Domingos. Nunca teve tanta amizade com um religioso que por ela lhe diminuísse algum defeito. Dizia que não queria ir para o inferno nem para o purgatório, por causa dos seus amigos». Ou seja, que o seu temor de Deus está em razão inversa com  o seu temor aos homens. Quanto mais teme o Único, menos teme os outros; quanto maior é o obstáculo que se opõe ao cumprimento da sua vontade, menor é o medo de expor-se ao perigo para cumpri-la; quanto mais teme desagradar ao Criador,  tanto menos lhe importa não ser agradável às criaturas.
    S. Luís é portanto, o santo do temor de Deus. E este dom explica a proteção ascética e terrivelmente penitencial da sua alma e do seu corpo, através de toda a vida.
    Clemente X canonizou-o após 90 anos da sua morte, que foi em 1581. E a Igreja, pela maravilhosa extensão e santidade que ele conseguiu em todas as atividades, celebra-o na Liturgia como ideia-chave interpretativa e resumo de toda a Ordem de Pregadores.


    Dionisio de París, Santo
    Primer obispo de París
    Dionisio de París, Santo

    Primer obispo de París

    Martirologio Romano: San Dionisio, obispo, y compañeros, mártires, de los cuales la tradición quiere que el primero, enviado por el Romano Pontífice a la Galia, fuese el primer obispo de París, y que junto con el presbítero Rústico y el diácono Eleuterio, padeciesen en las afueras de la ciudad (s. III).

    Etimología : Dionisio = Aquel que mantiene la fe en Dios, viene del griego


    Dionisio legó a Francia hacia el 250 ó 270 desde Italia con seis compañeros con el fin de evangelizarla. Fue el primer obispo de París, y apóstol de las Galias.

    Dionisio fundó en Francia muchas iglesias y fue martirizado en el 272, junto con Rústico y Eleuterio, durante la persecución de Valeriano. Según creen algunos es en Montmartre (mons Martyrum), o en el sur de la Isla de la Cité, según otros, donde se eleva, en la actualidad, la ciudad de Saint-Denis lugar en el que fueron condenados a muerte.

    Según las Vidas de San Dionisio, escritas en la época carolingia, tras ser decapitado, Dionisio anduvo durante seis kilómetros con su cabeza bajo el brazo, atravesando Montmartre, por el camino que, más tarde, sería conocido como calle de los Mártires. Al término de su trayecto, entregó su cabeza a una piadosa mujer descendiente de la nobleza romana, llamada Casulla, y después se desplomó. En ese punto exacto se edificó una basílica en su honor. La ciudad se llama actualmente Saint-Denis.

    La tradición del culto a San Dionisio de París, fue creciendo poco a poco, dándole a conocer, llegando a confundirlo con Dionisio Areopagita (obispo de Atenas) o con Dionisio el Místico. Esta confusión proviene del siglo XII cuando el abad Suger falsificó unos documentos por razones políticas, haciendo creer que San Dionisio había asistido a los sermones de Pablo de Tarso.


     • Otros Santos y Beatos 
    Octubre 9 Completando el santoral de éste día, 9 de octubre
     • Benito de Jesús (Héctor Valdivielso Sáez), Santo 
    Octubre 9 Religioso lasallista y Mártir, 9 de octubre


    Cirilo Beltrán, Inocencio de la Inmaculada y 8 compañeros; Santos
    Mártires de Turón en Asturias, Octubre 9

    Cirilo Beltrán, Inocencio de la Inmaculada y 8 compañeros; Santos
    Cirilo Beltrán, Inocencio de la Inmaculada y 8 compañeros; Santos
    9 Lasallistas y 1 Pasionista
    Martirologio Romano: En la localidad de Turón, en la región española de Asturias, santos mártires Inocencio de la Inmaculada (Manuel) Canoura Arnau, presbítero de la Congregación de la Pasión, y ocho compañeros, de los Hermanos de las Escuelas Cristianas, que, durante la revolución, en odio a la fe fueron asesinados sin juicio previo, alcanzando así la victoria (1934). Sus nombres son: santos Cirilo Bertrán (José) Sanz Tejidor, Marciano José (Filomeno) López López, Victoriano Pío (Claudio) Bernabé Cano, Julián Alfredo (Vilfrido) Fernández Zapico, Benjamín Julián (Vicente) Alonso Andrés, Augusto Andrés (Román) Martín Fernández, Benito de Jesús (Héctor) Valdivieso Sáez y Aniceto Adolfo (Manuel) Seco Gutiérrez. La Iglesia eleva hoy a la gloria de los altares a nueve Hermanos de las Escuelas Cristianas (Lasalianos) y a un Padre Pasionista. Ocho Hermanos dirigían una escuela en Turón, un pueblo situado en el centro de un valle minero de la región asturiana, en el nordeste de España y fueron martirizados en 1934. El noveno Hermano es de Cataluña y murió cerca de Tarragona en 1937. El Padre Pasionista prestaba asistencia sacramental a la escuela de Turón. Se trata de la glorificación de diez personas que llevaron la fidelidad de sus vidas consagradas hasta dar su sangre en testimonio y en defensa de su fe y de su misión evangelizadora. En consecuencia, esa solemne decisión eclesial redunda en la glorificación de la hermosa tarea de educar cristianamente a los niños de todos los tiempos. La mayoría de estos religiosos se hallaban en plena juventud: cuatro de ellos tenían menos de 26 años y el mayor 46. Sus nombres son:
    Hno. CIRILO BERTRÁN (JOSÉ SANZ TEJEDOR), director de la comunidad, nació en Lerma, provincia de Burgos, el 20 de marzo de 1888. Los padres eran humildes trabajadores: de ellos aprende la austeridad y el espíritu de sacrificio. Ingresó en el Noviciado de los Hermanos en Bujedo e hizo su primera profesión religiosa en agosto de 1905. En su vida apostólica se muestra comprometido y celoso. Nombrado director de la escuela de Turón, a donde llega en 1933, su actitud prudente y serena es de gran ayuda para los Hermanos de la comunidad. En el verano de 1934 participa en un retiro de un mes en Valladolid: será la mejor preparación para su encuentro con el Señor en el martirio que tendrá lugar dentro de unos meses.
    Hno. MARCANO JOSÉ (FILOMENO LÓPEZ LÓPEZ), nació en El Pedregal, provincia de Sigüenza Guadalajara, el 17 de noviembre de 1900. Pertenece a una familia de trabajadores y aprende desde niño a soportar las molestias del trabajo y afrontar con ánimo las dificultades de la vida. A sugerencia de un tío suyo ingresa en el Instituto de los Hermanos de La Salle, pero una enfermedad en el oído le obliga a regresar a su familia. Pronto será admitido de nuevo, pero a condición de dedicarse a trabajos manuales. Se halla en la comunidad de Mieres (Asturias) cuando acepta sustituir a un Hermano de Turón, asustado por las tensiones de ese momento. Esto ocurría en el mes de abril de 1934, seis meses antes del sacrificio supremo que el Señor le pedirá. Une así su destino al de sus compañeros de comunidad, a la que siempre ha prestado sus servicios con bondad y cariño.
    Hno. VICTORIANO PÍO (CLAUDIO BERNABÉ CANO), nació en San Millán de Lara, provincia de Burgos, el 7 de julio de 1905. Sus padres, labradores, le inculcaron desde los primeros años las virtudes de laboriosidad y espíritu de servicio. Ingresó en el Instituto de los Hermanos de La Salle en Bujedo en 1918. Las leyes de 1933, obligan a los Hermanos, por prudencia, a cambiar frecuentemente de residencia y él es trasladado del Colegio de Palencia a la escuela de Turón. Le costó mucho el cambio, pero lo aceptó con espíritu de sacrificio y obediencia. Llevaba solamente diez días en Turón cuando el Señor le pidió un sacrificio mayor, el sacrificio de su vida.
    Hno. JULIÁN ALFREDO (VILFRIDO FERNÁNDEZ ZAPICO), nació en Cifuentes de Rueda, provincia de León, el 24 de diciembre de 1903. Los buenos consejos de sus padres y la influencia de un tío sacerdote con el cual fue obligado a vivir durante algún tiempo después de la muerte prematura de su madre, hacen crecer su piedad natural y lo inclinan muy joven a la vida religiosa. A los 17 años ingresa en el noviciado de los Capuchinos de Salamanca. Pero a causa de una inesperada enfermedad regresa a su casa. Tiene 22 años cuando Dios le da a conocer a los Hermanos de La Salle y en 1926 ingresa en el noviciado de Bujedo. Muestra gran madurez y piedad que suscita la admiración de sus compañeros más jóvenes. En su labor educativa manifiesta asimismo una dedicación extraordinaria, sobre todo al preparar a los niños a la primera comunión. En el verano de 1933 es destinado a la comunidad de Turón. El año anterior había hecho su profesión perpetua sellando su compromiso definitivo con el Señor. Cuando Dios le llama al sacrificio de su vida, se encuentra preparado para responder sin vacilación.
    Hno. BENJAMÍN JULIÁN (VICENTE ALONSO ANDRÉS), nació en Jaramillo de la Fuente, provincia de Burgos, el 27 de octubre de 1908. Muy joven ingresa en el Instituto de los Hermanos de La Salle. Tuvo que vencer algunas dificultades en los estudios debido a su falta de preparación inicial. La misma decisión manifestó en los avatares de su itinerario religioso. Cuando el 30 de agosto de 1933 emitió sus votos perpetuos con plena madurez y decisión, recogía el fruto de su tesón y de su generosidad. Cuando recibió la orden de cambiar de la escuela de Compostela, tanto los alumnos como las familias lo sintieron mucho y querían impedirlo a toda costa, pero él con generosa disponibilidad, aunque con mucha nostalgia, aceptó y se trasladó a Turón. Los que pasaron por aquel lugar nunca olvidarían su alegría y el optimismo que mostraba en sus comentarios y juicios sobre la situación en aquellos momentos. Tanta sencillez y fortaleza sólo podían proceder de un corazón saturado de Dios, quien lo eligió para su encuentro con El.
    Hno. HÉCTOR VALDIVIELSO (BENITO DE JESÚS). sus padres se trasladaron a Buenos Aires unos años antes de su nacimiento, que tuvo lugar el 31 de octubre de 1910. Fue bautizado en la iglesia de San Nicolas de Bari, que se encontraba en la zona donde se alza actualmente el Obelisco de la Avenida 9 de Julio. Cuando sus padres, a causa de dificultades financiarias, se vieron obligados a regresar a España, estableciéndose en Briviesca (Burgos), conoció y entró en el centro de formación de los Hermanos de La Salle en Bujedo. Después hizo el Noviciado Misionero que los Hermanos tenían en Lembecq-lez-Hal, Bélgica, movido del deseo de realizar un día el apostolado en la tierra donde había nacido, la Argentina. En espera de poder realizarse sus sueños, los Superiores lo destinaron a la escuela de Astorga (León). En septiembre de 1933 fue destinado a Turón. En el corto tiempo que permaneció en la cuenca minera, se mostró como siempre, plenamente entregado a la clase y a las asociaciones juveniles de la Cruzada Eucarística y la Acción Católica. Su dedicación a los jóvenes le convirtió, él joven, en candidato predilecto para el martirio, cosa que no tardó en realizarse. Es el primer Santo Argentino.
    Hno. ANICETO ADOLFO (MANUEL SECO GUTIÉRREZ), el benjamín de la comunidad, había nacido en Celada Marlantes, provincia de Santander, el 4 de octubre de 1912. Aunque quedó pronto huérfano de madre, la piedad de su padre era tal que fueron tres los hijos que entregó a Dios en el Instituto de S. Juan Bautista de La Salle. Entró en el Noviciado en 1928 y emitió sus primeros votos en 1930. En medio de su trabajo, su mayor preocupación era el cultivo de su vida espiritual. Ella le movía a preocuparse intensamente por los demás, sobre todo en lo referente al cumplimiento del deber y a la entrega generosa a Dios. Después de permanecer un año en el Colegio de Nuestra Señora de Lourdes en Valladolid, fue destinado a Turón en agosto de 1933. La sonrisa serena y atractiva que adornaba permanentemente su rostro, tuvo que impresionar sin duda a los mismos asesinos que, a sus 22 años, le condujeron a la eternidad.
    Hno. AUGUSTO ANDRÉS (ROMÁN MARTÍNEZ FERNÁNDEZ)nació en Santander el 6 de mayo de 1910. Heredó de su padre, militar de profesión, el sentido de la precisión y del orden; y de su madre, piadosa y sencilla, la gentileza que tanto admiraban sus profesores, sus compañeros y después sus alumnos. Cuando manifestó la intención de hacerse religioso -era el hijo mayor y el único varón en casa cuando su padre murió- su madre no se resignaba. Pero una enfermedad del joven doblegó la resistencia materna. Prometió a la Virgen que aceptaría los deseos de su hijo si sanaba y, habiendo obtenido la curación, autorizó el ingreso en los Hermanos de La Salle. En 1922 finalizó su noviciado y emitió con decisión sus primeros votos religiosos. Se hallaba en el colegio de Palencia en 1933, cuando la dispersión le llevó al que había de ser su postrer destino, la comunidad de Turón. Su valor y decisión fueron llamativos en los últimos momentos de su existencia, pues él fue quien dirigió las últimas palabras a sus verdugos. Fueron palabras llenas de entereza y de aceptación del martirio, propias de un corazón totalmente entregado a Dios.
    PRESBÍTERO INOCENCIO DE LA INMACULADA (MANUEL CANOURA ARNAU), nació en el Valle del Oro, provincia de Mondoñedo, el 10 de marzo de 1887. Ingresó en la Congregación de los Pasionistas a la edad de 14 años. Recibió el Subdiaconado en Mieres en 1910 y el Diaconado en junio de 1912. El 20 de septiembre de 1920 fue ordenado sacerdote. Desde entonces empezó para este Padre instruido y celoso, una vida de intenso apostolado sacerdotal, en el que cabe resaltar su dedicación a la enseñanza de la filosofía, de la teología, de la literatura en las diversas casas a las que fue destinado. Su último destino fue de nuevo Mieres, a comienzos de septiembre de 1934. La causa de que se hallara con los Hermanos en Turón fue que había sido requerido su servicio sacramental, al que se había ofrecido de buen grado cuando le pidieron que fuera a confesar para preparar a los niños a celebrar el primer viernes de mes, que coincidía con el 5 de octubre. El martirio de estos Hermanos no llegó de modo inesperado. La situación que vivía España era difícil: la masonería y el comunismo luchaban por el poder y por hacer desaparecer la tradición religiosa. Se habían programado una serie de iniciativas contra la Iglesia, los sacerdotes y los religiosos. Se promovió una campaña de odio y violencia que en ciertos lugares llegó a crueles desenlaces, incluso más allá de las previsiones de los grupos dirigentes. Asturias era una región minera con gran cantidad de inmigrados cuyo régimen de vida era duro y se sentían desarraigados de sus mejores tradiciones. La campaña contra la burguesía y contra la Iglesia encontró allí un terreno especialmente preparado. Así sucedió que el 5 de octubre un grupo de rebeldes arrestó a los ocho Hermanos que trabajaban en la escuela de Turón y al sacerdote pasionista que estaba con ellos. Los nueve religiosos fueron concentrados en la "casa del pueblo" a la espera de la decisión que había de tomar el "Comité revolucionario". Bajo la presión de algunos extremistas, el Comité decidió la condena a muerte de estos religiosos que tenían una notable influencia en la localidad, ya que gran parte de las familias mandaban sus hijos a su escuela. La decisión se tomó en secreto: los religiosos serían fusilados en el cementerio del pueblo, poco después de la una de la madrugada, el 9 de octubre de 1934. Los asesinos fueron reclutados de otros lugares porque en el pueblo de Turón no encontraron quienes estuvieran dispuestos a perpetrar semejante crimen. Las víctimas comprendieron de inmediato las intenciones del Comité y se prepararon generosamente al sacrificio con la oración, la confesión y el perdón que otorgaron a sus asesinos. A la hora prevista por el Comité, caminaron juntos y serenos al cementerio. En el centro del mismo estaba preparada una fosa delante de la cual alinearon a los religiosos. Fueron muertos con dos cargas de fusilería y rematados a tiros de pistola. La serenidad y valentía con la que los Hermanos y el P. Pasionista aceptaron el martirio impresionó a los mismos asesinos como más tarde ellos mismos declararían. Pocos meses después de su muerte sus cuerpos fueron exhumados y trasladados con grandes manifestaciones de adhesión al mausoleo donde reposan en Bujedo, en la provincia de Burgos.
    El Hno. JAIME HILARIO (MANUEL BARBAL COSÍN)nació el 2 de enero de 1898 en Enviny, diócesis de Urgel, provincia de Lérida. Vivió en un ambiente profundamente cristiano, en los trabajos del campo y ruda labor de un pueblo de alta montaña. A sus trece años entró en el Seminario de La Seo de Urgel. Pero, debido a una enfermedad del oído que será una cruz a lo largo de su vida, tuvo que abandonar los estudios eclesiásticos. En 1917 decidió entrar en el noviciado de los Hermanos de La Salle. El 24 de febrero del mismo año, en Irún, tomó con el hábito religioso el nombre de Hno. Jaime Hilario. Un año más tarde iniciaba su misión de educador y catequista. Fue en Mollerusa, en Pibrac, cerca de Toulouse (Francia), en Calaf, su tierra natal. En este período se hizo patente su capacidad literaria, colaborando en revistas en la difusión de los valores cristianos. En adelante su sordera le impedirá seguir su labor educativa. Tuvo que trasladarse a Cambrils (Tarragona) para ocuparse de las labores del campo. El 18 de julio de 1936 estalla la guerra civil española. El Hno. Jaime Hilario se refugia en una casa amiga de Mollerusa, en donde permanece en régimen de libertad vigilada. Después es trasladado a la cárcel de Lérida y, puesto que procedía de Cambrils, es conducido a Tarragona y encarcelado en el barco " Mahon " con otros sacerdotes y seglares cristianos. El 15 de enero de 1937 se celebró su juicio sumarísimo. No quería abogado defensor porque iba a decir siempre la verdad. Por obediencia aceptó la defensa del Sr. Juan Montañés, pero no permitió que se disimulase su condición de religioso. El Tribunal Popular de Tarragona lo condenó a muerte. Aceptó el veredicto con serenidad admirable y allí mismo envió a sus familiares una carta en la que expresaba su alegría de morir mártir. El abogado tramitó la solicitud de gracia, que fue concedida a las otras 24 personas que habían sido juzgadas con él; pero él, el único religioso del grupo, fue ejecutado. El 18 de enero de 1937, a las 3,30 de la tarde, el Hno. Jaime Hilario fue fusilado en el bosquecillo del Monte de la Oliva, junto al cementerio de Tarragona. Con asombro del piquete, el mártir siguió en pie después de dos descargas sucesivas. El grupo arrojó las armas y se dio a la fuga. El jefe del pelotón, furioso, se acercó a la víctima y disparó en la sien del héroe. Sus últimas palabras a los que iban a fusilarle fueron: -¡Amigos, morir por Cristo es reinar! Estos mártires (los nueve de Turón y el Hno. Jaime Hilario) fueron beatificados juntos por el Papa Juan Pablo II el 29 de abril de 1990. Además desde el 21 de noviembre de 1999 la Iglesia honra su fe y su sacrificio, declarándolos Santos y proponiéndolos como ejemplo al pueblo cristiano. Reproducido con autorización de Vatican.va

    John Henry Newman, Beato
    Cardenal, 9 de octubre
    John Henry Newman, Beato
    John Henry Newman, Beato
    Anglicano Convertido
    En Birmigham, Inglaterra, Beato John Henry Newman, presbítero anglicano al que sus estudios de la historia de la fe lo llevaron a reconocer que las raíces del cristianismo están en la Iglesia Católica a la que, luego de su conversión, sirvió como sacerdote y posteriormente como Cardenal. ( 1890)  Fecha de beatificación:19 de septiembre de 2010 por S.S. Benedicto XVI, fijando su festividad para el 9 de octubre, fecha de su conversión. Nacido en la Ciudad de Londres, el 21 de febrero de 1801, el mayor de seis hermanos, tres hombres y tres mujeres; murió en Edgbaston, Birmingham, el 11 de agosto de 1890. Han habido ciertas discusiones sobre su ascendencia con respecto a su lado paterno. Su padre fue John Newman, un banquero, su madre Jemima Fourdrinier, de una familia Hugonote establecida en Londres como cinceladores y fabricantes de papel. Se sabe que el apellido se escribió alguna vez "Newmann"; está claro que muchos judíos, ingleses o extranjeros, lo han llevado; y la insinuación era que el cardenal era de ascendencia judía. Pero no se han encontrado ninguna evidencia documentaria para confirmar tal idea. Su alcurnia francesa es indudable. Recibió de su madre su entrenamiento religioso, un Calvinismo modificado; y probablemente ayudó a la "concisión lúcida" de su verbo cuando trataba de temas abstrusos. Su hermano Francis William, también escritor, pero carente de elegancia literaria, se separó de la Iglesia Inglesa para adherirse al Deísmo; Charles Robert, el segundo hermano, era bastante errático y profesaba el ateísmo. Una de las hermanas, Mary, murió joven; Jemima tiene un lugar en la biografía del cardenal durante la crisis de su carrera anglicana; y estamos en deuda con una hija de Harriet, Anne Mozley, por las "Cartas y Correspondencia" de 1845, que contienen una secuela de la propia mano del Cardenal Newman de la "Apología" Clásica desde el día en que fue completada, la "Apología" será siempre la principal autoridad de los primeros pensamientos de Newman, y de su juicio acerca del gran resurgimiento religioso, conocido como el Movimiento de Oxford, del cual fue el guía, el filósofo y el martir. Su inmensa correspondencia, de la cual la mayor parte permanece sin publicarse, no puede cambiar esencialmente nuestra estima hacia quien, aunque sutil al grado de bordear el refinamiento, fue también impulsivo y abierto con sus amigos, así como enérgico en sus posiciones con el público.  A la edad de siete años, Newman fue enviado a una escuela privada conducida por el doctor Nicolás, en Ealing, en la misma que el padre de Thomas Henry Huxley enseñó matemáticas. Newman se distinguió por su diligencia y buena conducta, como también evidenció cierta timidez y marginación, pues no tomaban parte en los juegos escolares. Él mismo dijo haber sido «muy supersticioso» en estos primeros años. Tomó gran deleite por la lectura de la Biblia, y también por las novelas de Walter Scott, que entonces estaban en curso de publicación. Más tarde leyó algunas obras de escépticos como Paine, Hume, Voltaire y probablemente fue influenciado por sus ideas. A la edad de quince años, durante su último año en la escuela, se «convirtió», un incidente del cual escribió en su Apología que «es más cierto que tener las manos o los pies»". Este incidente que marcó su vida ocurrió durante el otoño de 1816, cuando «cayó bajo la influencia de un determinado credo, y recibió en su intelecto "impresiones de dogma que, a través de la misericordia de Dios, nunca han sido borrados u oscurecidos» (Apología, parte 3). Salvado de la experiencia de una escuela pública, que podía ser muy dura en esa época, disfrutó de la vida escolar. Aparte de sus estudios académicos (en los cuales sobresalió), actuó obras de teatro en latín, tocaba el violín, ganó premios de oratoria y editó publicaciones periódicas, en la cuales escribió artículos en el estilo de Addison. Su infancia feliz llegó a un abrupto final en marzo de 1816, cuando se dio un colapso financiero sobrevenido por las guerras napoleónicas y el Banco de su padre se vio obligado a cerrar. Su padre intentó sin éxito la gestión de una fábrica de cerveza en Alton, Hampshire, y Newman se quedó en la escuela durante las vacaciones de verano a causa de la crisis familiar. El período comprendido entre principios de agosto, al 21 de diciembre de 1816, Newman siempre lo consideró como el punto de inflexión de su vida. Sólo en la escuela y conmocionado por el desastre familiar, cayó enfermo en agosto. Más tarde llegó a ver esta época como una de las tres grandes enfermedades providenciales de su vida, ya que fue en el otoño de 1816 que tuvo una conversión religiosa bajo la influencia de uno de sus maestros, el Rev. Walter Mayers, quien recientemente se había convertido del calvinismo al evangelismo. Hasta este momento, Newman ha tenido una crianza convencional en un hogar fiel a la Iglesia de Inglaterra, donde se hizo hincapié en la Biblia en lugar de dogmas o sacramentos, y en donde alguna especie de "entusiasmo" evangélico habría sido mal visto. Su fe se identificó entonces como evangélica y calvinista y llegó a sostener que el Papa era el Anticristo. Fue matriculado el 4 de diciembre de 1816 en el Trinity College, en Oxford, para entrar como residente en junio del año siguiente, y en 1818 obtuvo una beca de £60, por los nueve años siguientes. Pero esta suma habría sido imposible para que permaneciera en la universidad, y en 1819 el banco de su padre suspendió el pago. En ese año se matriculó en el Lincoln´s Inn. La ansiedad por obtener buenos resultados en los examenes finales produjo el resultado opuesto; fracasó y se graduó con apenas honores de tercera clase en 1821. Deseando a permanecer en Oxford, dio clases privadas y aplicó para una beca en Oriel, «el reconocido centro del intelectualismo en Oxford». Para su alivio y alegría fue elegido el 12 de abril de 1822. Edward Bouverie Pusey fue también elegido miembro de la misma sociedad en 1823. En 1821 había renunciado a la intención de estudiar para abogado, y decidió tomar órdenes, fue ordenado el 13 de junio de 1824; y por sugerencia de Pusey se convirtió en párroco de San Clemente, en Oxford, donde permaneció dos años. Y aquí los puntos de vista en los que había sido educado lo decepcionaron; el Calvinismo no era una llave al fenómeno del ser humano como aparecen en el mundo. Escribió artículos sobre Cicerón, etc., y su primer "Ensayo sobre Milagros" ("Essay on Miracles"), en la que toma una posición estrictamente protestante, buscando perjudicar a aquellos alejados de la Escritura. Bajo la influencia de Richard Whateley, luego Arzobispo Anglicano de Dublín, quien en 1825 lo hizo su vicedirector del St. Mary´s Hall. Whateley lo estimuló a través de discusiones, le enseñó la noción del cristianismo como organismo social y soberano diferente al estado, pero lo condujo en dirección hacia ideas "liberales" y lógica nominalista. Newman contribuyó en tal tema en el libro de Whateley, alguna vez famoso.  De Hawkins, cuyo voto decisivo lo hizo rector de Oriel, Newman obtuvo las doctrinas católicas de la tradición y regeneración bautismal, así como cierta precisión de términos que, mucho después, dieron origen al malentendido de Kingsley de los métodos de Newman al escribir. De otro clérigo de Oxford aprendió a creer en la sucesión apostólica. Y la "Analogía" de Butler, que leyó en 1823, marcó un hito en sus opiniones religiosas. Probablemente no sea mucho decir que su libro profundo se convirtió en la guía de la vida de Newman, y dio origen no solo al "Ensayo en Desarrollo" ("Essay on Development") sino también al "Gramática de Asentimiento" ("Grammar of Assent"). En particular ofreció un conjunto de ética y conciencia de rechazo que confirmaron sus primeras creencias en un dador de leyes y un juez íntimamente presentes en el alma. En otra línea sugería el sistema sacramental, o la "Economía", de que los Alejandrianos Clemente y San Atanasio son exponentes. En resumen, en este período formativo las fuentes de donde Newman derivó sus principios así como sus doctrinas eran anglicanas y griegas, no romanas o germanas. Su calvinismo se derrumbó, al tiempo que se retiró de la Sociedad Bíblica. Estaba creciendo ardientemente anti-erastiano; y Whateley vio los elementos de un nuevo partido en la Iglesia reuniendo al que Oriel había escogido como su promesa intelectual, pero quien Oxford conociera como crítico y antagonista de la "Marcha de Mente" ("March of Mind"). Su universidad en 1828 lo hizo Vicario de St. Mary´s (que era también la iglesia de la universidad), y en su púlpito brindó los "Sermones Parroquiales" ("Parochial Sermons"), sin elocuencia o postura, ya que no tenía ofrendas populares, pero con una maravillosa seriedad y una sabiduría de la naturaleza humana rara vez igualada. Cuando fueron publicados, se dijo que ellos "superan todos los demás sermones fuera del mercado así como las historias de Scott superan cualquier otra historia." No eran discutibles; y la teología católica tendría muy poco que objetarles. Su estilo escarmentado, fertilidad de ilustración, y su corta pero aguda energía, no han perdido nada con el paso de los años. En tono son severos y frecuentemente melancólicos, como la manifestación de un espíritu solitario. Si bien afable e incluso compasivo, el carácter peculiar de Newman incluía una profunda reserva. No tenía su composición -como él mismo afirma- un gramo de alegría. Siempre fue el intelectual de Oxford, no demócrata, receloso de los movimientos populares, pero hábilmente interesado en estudios políticos como sosteniendo las fortunas de la Iglesia. Esta disposición fue intensificada por su amistad con Keble, cuyo "Año Cristiano" ("Christian Year") fue publicado en 1827, y con R. Hurrel Froude, hombre de pensamiento impetuoso y de práctica de auto-negación. En 1832 discutió con Dr. Hawkins, quien no toleraría la idea pastoral que Newman tanto apreciaba de su trabajo universitario. Renuncio a su tutoría, emprendió un largo viaje alrededor del Mediterráneo con Froude, y regresó a Oxford, donde el 14 de julio de 1833, Keble predicó el sermón del tribunal sobre "Apostasía Nacional." Aquél día, el aniversario de la Revolución Francesa, dio origen al Movimiento de Oxford. El viaje de Newman a las costas del Norte de África, Italia, Grecia Occidental, y Sicilia (Diciembre de 1832 - Julio de 1833) fue un episodio romántico, del que sus diarios han preservado los incidentes y el color. En Roma vio a Wiseman en la Universidad Inglesa; la ciudad, como madre de la religión de su tierra nativa, lo embrujó de tal manera que nunca se olvidó de ella. Se sintió llamado para alguna grande misión; y cuando la fiebre lo atrapó en Leonforte en Sicilia(donde estaba errando solo) gritó, "No debo morir, no he pecado en contra de la luz".  En el Cabo Ortegal, el 11 de diciembre de 1832 había compuesto el primero de una serie de poemas, denso, apasionado, y original que profetizaba que la Iglesia reinaría como en el principio. Encalmado en las Estrecheces de Bonifacio, buscó guía a través de tiernos versos, "Guía, Luz Bondadosa", merecidamente atesorada por todo aquél de raíces Anglo-parlantes. Han sido llamados la canción marchante del huésped tractariano. Pero durante las primeras etapas de aquella travesía no estuvo claro, incluso para el líder mismo en qué dirección se movían --lejos de la revolución ciertamente. La reforma estaba en el aire, diez obispados irlandeses habían sido suprimidos; la separación del estado podía no estar lejos. Había necesidad de resistencia a los enemigos externos, y de una segunda, pero católica, reforma interna. La Iglesia primitiva debía de alguna manera ser restaurada en Inglaterra. Newman empezó las "Tratados para los Tiempos" ("Tracts for the Times").  "Fue poco después de 1830", dice Pattison severamente, "que los tratados desolaron la vida de Oxford". La posición de Newman era designada la Via Media. Newman sostenía que la iglesia inglesa era católica en origen y doctrina, anatematizaba como herejías las peculiares ideas de Calvino o Lutero, pero no se podía más que protestar en contra de las "Corrupciones Romanas", que eran excrecencias de la verdad primitiva. De aquí que Inglaterra defendiera a los Padres, cuya enseñanza estaban en el Libro de Oración; Newman apelaba a la antigüedad, y su norma era la indivisibilidad de la Iglesia. "Charles -decía Newman- es el rey, Laud el prelado, Oxford la ciudad sagrada, de este principio". El estudio patrístico se convirtió en orden del día.  El propio Newman resume así los tres principios básicos de sus ideas religiosas hacia 1833: "El primero era el principio del dogma. Mi batalla era contra el liberalismo; y por liberalismo entiendo el principio antidogmático y sus consecuencias... Desde los quince años, el dogma ha sido el principio fundamental de mi religión. No conozco otra; no puedo hacerme a la idea de otra especie de religión; la religión como mero sentimiento es para mí un sueño y una burla. Sería como haber amor filial sin la realidad de un padre, o devoción sin la realidad de un ser supremo...
    En segundo lugar, yo tenía confianza en la verdad de cierta enseñanza religiosa definida, basada sobre los cimientos del dogma, a saber: que hay una Iglesia visible, con sacramentos y ritos que son los canales de la gracia invisible... En cuanto al tercer punto,... -mi opinión [negativa] sobre la Iglesia de Roma-..." (Apologia pro vita sua, 42-45). Newman mantuvo durante toda su vida una firme adhesión a sus dos primeros principios (el dogma y el sistema sacramental). Por el contrario, su tercer principio (la oposición a la Iglesia de Roma) se fue diluyendo gradualmente, hasta que renunció a él completamente en 1845. Al ir recuperando el ciclo completo de las verdades cristianas, Newman dio la impresión de estar difundiendo la doctrina de la Iglesia de Roma. Por eso fue acusado de "papismo", la acusación más nociva que podía formularse en la Inglaterra de esa época. Teniendo esto en cuenta, Newman dedicó tres tracts a la cuestión de la Iglesia romana. En ellos sostuvo que la Iglesia anglicana estaba situada en la Via media entre los reformadores protestantes y los seguidores de Roma, que la única Iglesia visible se había dividido en tres ramas, la griega, la romana y la anglicana, y que la verdad revelada debía hallarse íntegra antes de la división, en la doctrina de la antigüedad. El propio Newman señalaba la grave dificultad de su teoría: Hasta entonces la Via media sólo había existido en el papel, pero nunca había sido puesta en práctica. Hurrell Froude murió el 28 de febrero de 1836. Newman y Keble publicaron en 1838 los "Retazos de Richard Hurrell Froude", extractos de sus diarios personales y sus cartas. Newman creía que los papeles de Froude mostraban que las opiniones católicas estaban inseparablemente vinculadas con las nociones más elevadas de santificación interior, de una vida y un corazón renovados. El protestantismo inglés se escandalizó y endureció su oposición a los "tractarianos". En 1839 Newman presintió por primera vez que después de todo la Iglesia de Roma podía tener razón en su controversia con la Iglesia anglicana. Al estudiar las historias de los monofisitas y los donatistas entrevió que la Iglesia de Roma era igual a la Iglesia de los Padres. Sin embargo ese pensamiento se desvaneció y sus antiguas convicciones permanecieron como antes. En 1840 Newman publicó "La Iglesia de los Padres", compilación de artículos anteriores, en los que intentaba presentar la atmósfera, sentimientos y costumbres de la Iglesia primitiva. De 1838 a 1841 dirigió la revista mensual British Critic y la convirtió en un órgano eficaz del movimiento tractariano. Entretanto muchos tractarianos comenzaron a inclinarse hacia Roma. Para mantenerlos dentro de la Iglesia anglicana, mostrándoles que era genuinamente católica, Newman escribió el Tract 90. Éste, el último y más famoso de los Tracts for the Times, fue publicado el 27 de febrero de 1841. Su objetivo era demostrar que los "Treinta y nueve artículos" anglicanos podían ser interpretados de modo que fuesen compatibles con la doctrina católica. La reacción protestante fue muy fuerte. En Oxford la junta de directores de colegios condenó a Newman por desleal. Newman fue objeto de mucha maledicencia por parte de los liberales de Oxford y de la tendencia evangélica en general. Durante el verano de 1841, cuando Newman se encontraba en Littlemore traduciendo los tratados de San Atanasio contra Arrio, la historia de los arrianos se le apareció bajo una nueva luz: Los arrianos eran como los protestantes, los semiarrianos seguían la Via media como los anglicanos y de nuevo Roma era ahora lo que fue entonces. Poco después vino sobre Newman un segundo golpe. Uno tras otro los obispos anglicanos comenzaron a acusarlo y a rechazar el Tract 90; y continuaron haciéndolo durante los siguientes tres años. En octubre de 1841 un tercer golpe sacudió la fe de Newman en la Iglesia anglicana: la creación de un obispado anglicano en Jerusalén, con jurisdicción sobre las congregaciones luteranas y calvinistas. En noviembre de ese año Newman redactó una protesta solemne contra dicha medida y la envió al arzobispo de Canterbury y a su propio obispo. Newman estaba en su lecho de muerte en lo que respecta a la iglesia anglicana. En 1842 se retiró a Littlemore, y vivió bajo condiciones monásticas con un pequeño grupo de seguidores. Su vida fue de gran austeridad física, a la vez que de ansiedad. A sus discípulos les asignó la tarea de escribir sobre la vida de los santos ingleses, mientras que él escribía “Ensayos sobre el desarrollo de la doctrina cristiana”, y poco a poco fue reconciliándose con el credo y la liturgia de la Iglesia católica romana, gracias a sus estudios sobre la relación de la Iglesia de Inglaterra y la de Roma. En febrero de 1843 publicó un anuncio anónimo en el Diario Conservador de Oxford, una retractación formal de todas las afirmaciones que pronunciara contra Roma. En septiembre predicó su último sermón como anglicano, retirándose de Santa María, en Littlemore.
    El 9 de octubre de 1845, durante un período de agitada acción en Oxford, Newman fue recibido en la Iglesia por el padre Domenico Barberi, Pasionista Italiano. El evento, aunque largo en prospecto, irritó y angustió a sus conciudadanos quienes no lo perdonaron sino hasta muchos años después. Se sintió su importancia, se desconocen las causas. De ahí una enajenación que sólo el exquisito candor de la propia delineación de Newman en la "Apología" podría satisfacer completamente. Su conversión divide una vida de casi noventa años en partes iguales, la primera más dramática y su perspectiva determinada, la segunda hasta aquí la hemos contado imperfectamente, pero pasó un cuarto de siglo "sub luce maligna", bajo sospecha de un lado y otro, sus planes frustrados, sus motivaciones tergiversadas. Llamado por Wiseman a Oscott, cerca de Brimingham, en 1846, viajó en octubre a Roma, y fue ordenado sacerdote por el Cardenal Fransoni. El papa aprobó su esquema para establecer en Inglaterra el Oratorio de San Felipe Neri; en 1847 regresó, y, además de establecer la casa en Londres, tomó un trabajo de misionero en Brimingham. De ahí se mudó a Edgbaston, donde aún permanece la comunidad. En 1859 se añadió una gran escuela. La espaciosa iglesia renacentista, consagrada en 1909, es en conmemoración de los cuarenta años que Newman vivió allí. Luego de sus "Sermones para Diferentes Congregaciones" ("Sermons to Mixed Congregations"), que exceden en vigor e ironía sobre sus propias publicaciones. Siempre se sintió "paucorum hominum, sum", su afabilidad no era para la multitud. Como católico se inició con bastante entusiasmo. Sus "Discursos sobre Dificultades Anglicanas"("Lectures on Anglican Difficulties") fueron oídos en Londres por grandes audiencias; "Pérdida y Ganancia" ("Loss and Gain"), aunque no es una gran historia, tiene muchos comentarios alegres y toques personales; "Callista" recuerda su viaje por el Mediterráneo; el sermón en el sínodo de Oscott titulado "La Segunda Primavera" ("The Second Spring") tiene una extraña y delicada belleza. Se dice que Macaulay lo sabía por el corazón. "Cuando Newman decidió unirse a la Iglesia de Roma" observa R.H.Hutton, "su genialidad floreció con una fuerza y libertad como nunca desplegó en la comunión anglicana." Además, "En ironía, en humor, en elocuencia, en fuerza imaginativa, los escritos posteriores, y como podemos llamarla, porción emancipada de su carrera, excediendo de lejos los escritos de su aprendizaje teológico". Pero la literatura Católica también ganó una voz persuasiva y una clásica dignidad de la que hasta hoy no hay otro ejemplo. Su propia secesión, precedida por la de Ward (Conflictos internos de la peor clase en Oxford), y seguida por muchos otros, habían alarmado a los ingleses. En octubre de 1850 la instauración de una jerarquía territorial católica en Inglaterra hizo estallar una furiosa agitación protestante contra esa supuesta "agresión papal", por la que el país se dividió en sedes católicas, y un cardenal romano anunció de la Puerta Flaminian su compromiso para gobernar Westminster. La nación se volvió loca por la emoción. Newman impulsó un plan para que se dieran conferencias a cargo de laicos en las ciudades grandes, en defensa de esa medida eclesiástica. El propio Newman colaboró en Birmingham, escribiendo una de sus mejores obras, las "Conferencias sobre la situación actual de los católicos en Inglaterra". Como consecuencia de esas conferencias, Newman fue demandado por difamación por el ex dominico Giacinto Achilli, quien había cometido delitos de seducción de mujeres y cautivaba a sus auditorios ingleses con relatos de las corrupciones de Roma y las crueldades de la Inquisición. Los jueces y el jurado se dejaron llevar por sus prejuicios protestantes, por lo cual Newman fue declarado culpable de difamación y multado con cien libras. A los ojos del pueblo inglés su prestigio quedó bastante rebajado. Luego de la apelación el veredicto fue anulado; y "The Times" admitió que había habido un error judicial cuando Newman fue declarado culpable. Los católicos de todo el mundo lo apoyaron. Sus agradecimientos se encuentran en la dedicación de sus "Lectures" de Dublin. Pero siempre recordaba que debía ese juicio a la precipitación y descuido de Wiseman. Aún le esperaban muchas más dificultades. Los años entre 1851 y 1870 le trajeron desastres a una serie de nobles proyectos con los que buscaba servir a la religión y a la cultura. Los obispos irlandeses pidieron a Newman que fundara una universidad católica en Dublín. Era una gran oportunidad para servir a la educación superior del laicado, objetivo de gran importancia para Newman. En 1852 Newman pronunció diez discursos en Dublín sobre la naturaleza y objetivo de la educación universitaria, los cuales fueron publicados como primera parte de su obra "Idea de una universidad". Newman sostenía que apartar la teología de las universidades era menoscabar la plenitud e invalidar el crédito de todo aquello que se enseñaba en ellas. Sin embargo la nueva universidad debía tener autonomía. Su objetivo (la educación liberal) no quedaba modificado por ser católica. Newman inauguró la universidad el 3 de noviembre de 1854, con un equipo de profesores de primera categoría y un puñado de estudiantes. La desconfianza que el arzobispo de Dublín (Cullen) sentía hacia Newman obstaculizó mucho la labor de este último, quien finalmente renunció al rectorado en noviembre de 1858. Como escritor de inglés en prosa Newman aparece como la perfecta personificación de Oxford, derivando de Cicerón el arte lúcido y calmado de la exposición, de las tragedias griegas un pensativo refinamiento, de los Padres una preferencia por la enseñanza personal sobre la científica, de Shakespeare, Hooker y aquella vieja escuela el uso del idioma. No quiso aprender el alemán; no conocía a Goethe, ni a Hegel; tomó algunos principios de Coleridge, probablemente indirectamente, y, nunca fue más allá de Aristóteles en sus vistazos generales a la educación. De la estrechez puritana de sus primeros veinte años fue entregado cuando descubrió la Iglesia como algo esencial para el cristianismo. Luego agrandó esa concepción hasta que se convirtió a la Iglesia Católica, Apostólica y Romana. Sin embargo no hizo ningún intento por ampliar las bases educativas de Oxford, en 1830, en que mantuvo su posición, a pesar de su continua lectura y estudio. La teología escolástica, excepto en su lado Alejandrino, la mantuvo sin tocarla; no hay nada en ellas en sus "Lectures" o en su "Grammar of Assent". Escribió enérgicamente en contra de la iluminación poco profunda de Brougham; no imprimió ninguna palabra de Darwin, o Huxley, o incluso Colenso. Lamentó la caída de Döllinger, pero no podía consentir la idea alemana por la cual, como de hecho fue aplicada, el juicio privado de los historiadores rechazaban los dogmas de la Iglesia. Conciencia para él era la revelación interna de Dios, el catolicismo es la revelación externa y objetiva. Esta fuerza de dos dimensiones se la oponía al agnóstico, al racionalista, al simple mundano. Pero parece haber pensado que los hombres son demasiado prematuros para emprender una reconciliación positiva entre fe y ciencia, o quien intentó a través de una vasta síntesis sanar los conflictos modernos con Roma. Le dejó tal obligación a las siguientes generaciones; y, aunque por el principio del desarrollo y la filosofía del asentimiento concreto proporcionando espacio para ello, no contribuyó hacia su cumplimiento en detalle. Probablemente sea recordado como el Obispo Católico Butler, quien extendió la "Analogía"dibujada desde la experiencia de la Iglesia histórica, probando estar de acuerdo con la naturaleza de las cosas, no obstante trascendiendo grandemente con el esquema visible a través de su mensaje, instituciones y propósito, que son igualmente sobrenaturales.


    Benito de Jesús (Héctor Valdivielso Sáez), Santo
    Religioso lasallista y Mártir
    Benito de Jesús (Héctor Valdivielso Sáez), Santo


    Benito de Jesús (Héctor Valdivielso Sáez), Santo

    Martirologio Romano: En la localidad de Turón, en la región española de Asturias, santos mártires Inocencio de la Inmaculada (Manuel) Canoura Arnau, presbítero de la Congregación de la Pasión, y ocho compañeros, de los Hermanos de las Escuelas Cristianas, que, durante la revolución, en odio a la fe fueron asesinados sin juicio previo, alcanzando así la victoria ( 1934)

    Integran el grupo: santos Cirilo Bertrán (José) Sanz Tejidor, Marciano José (Filomeno) López López, Victoriano Pío (Claudio) Bernabé Cano, Julián Alfredo (Vilfrido) Fernández Zapico, Benjamín Julián (Vicente) Alonso Andrés, Augusto Andrés (Román) Martín Fernández, Benito de Jesús (Héctor) Valdivielso Sáez y Aniceto Adolfo (Manuel) Seco Gutiérrez.

    Héctor Valdivielso Sáez es uno de los ocho católicos que alcanzó la corona del martirio durante la llamada Revolución de Asturias, poco antes de la Guerra Civil Española. Nació en el barrio porteño de Boedo, el 31 de octubre de 1910. El 26 de mayo de 1913 fue bautizado en la antigua iglesia de San Nicolás de Bari, y en 1914 viajó junto a su familia a España, donde se estableció en Briviesca.

    A los 24 años de edad, convertido ya en hermano de La Salle fue detenido, junto con sus compañeros, por los marxistas el 5 de octubre de 1934, en la escuela Nuestra Señora de Covadonga, del pequeño pueblo de Turón, a 20 kilómetros de Oviedo, donde enseñaban a hijos de mineros.

    Después de permanecer varios días en la "Casa del Pueblo", los siete hermanos lasallanos y el padre pasionista que evangelizaba con ellos, fueron llevados en la madrugada del 9 de octubre hasta el cementerio de Turón, ante cuyas tapias los fusilaron los milicianos, sin acusación ni juicio previo.

    En la ceremonia de beatificación, el 29 de abril de 1990, Juan Pablo II dijo que habían sido martirizados por "odium fidei", es decir, por odio a la fe, y que aceptaron cristianamente el sacrificio antes de renunciar a Cristo Jesús.

    El historiador Vicente Cárcel Ortí, considerado el más autorizado experto en el estudio de la persecución religiosa sufrida por España entre 1931 y 1939, dice en su obra "Mártires españoles del siglo XX" que los mártires de Turón "no fueron víctimas de una acción bélica, ni de una represión política, sino que murieron a causa de la persecución religiosa desatada dentro de un plan comunista de conquistar a España, como señaló Gregorio Marañón al referirse a la llamada revolución de Asturias de 1934. Luego, a partir de 1936, el plan se aplicó de manera sistemática".

    Para la canonización hizo falta comprobar un milagro atribuido a su intercesión, que se produjo el mismo día de la beatificación, el 29 de abril de 1990.

    Rafaela Bravo Jirón, una joven nicaragüense de 24 años de edad, se debatía entre la vida y la muerte en el hospital Berta Calderón, de Managua, a consecuencia de un cáncer de útero. Los médicos apenas le daban unas semanas de vida. El esposo de la joven, ex alumno de La Salle, siguiendo el consejo del director del colegio donde había estudiado, rezó dos novenas pidiendo a los mártires que intercedan.

    En la noche del 29 de abril, Rafaela sintió unos dolores fortísimos pero al día siguiente estaba totalmente curada. Las comisiones médicas que estudiaron durante años el caso consideran que se trata de una curación para la cual la ciencia no tiene explicaciones.

    Rafaela Bravo no tuvo más síntomas ni molestias de ningún tipo desde entonces.

    La ceremonia de canonización del beato argentino se realizó en el Vaticano el 21 de noviembre de 1999.

    Para ver información del grupo de santos mártires del cual forma parte San Héctor Valdivielso, haz click AQUI



    Santos Diodoro, Diomedes y Dídimo, mártires

    En Laodicea, de Siria, pasión de los santos Diodoro, Diomedes y Dídimo (s. inc.). 

    Santa Publia, monja

    En Antioquía, de Siria, conmemoración de santa Publia, que, al morir su marido, entró en un monasterio, y mientras cantaba con sus compañeras vírgenes las palabras del salmo «los ídolos de los gentiles son oro y plata» y «sean semejantes los que los hacen», al pasar allí el emperador Juliano el Apóstata ordenó que la abofeteasen y reprendiesen con aspereza (s. IV). 

    San Sabino, eremita

    En la región de Bigorre (Saint-Savin-de-Lavedan), a los pies de los montes Pirineos, san Sabino, eremita, que ilustró la vida monástica en Aquitania (s. V).

    San Bernardo de Rodez, abad

    En el monasterio de Montsalvy, en Francia, san Bernardo de Rodez, abad de los canónigos regulares de ese cenobio (1110). 

    San Guntero, eremita

    En el monasterio de Brevnov, en Bohemia, san Guntero, eremita, que, abandonando los bienes de la tierra, abrazó la vida monástica y, más tarde, se retiró a la soledad de los bosques situados entre Baviera y Bohemia, viviendo y muriendo desligado de todo, pero al mismo tiempo muy unido a Dios y a los hombres (1045).

    San Domnino, eremita

    En Tiferno, junto al Tíber (hoy Città di Castello), en la Umbría, san Domnino, eremita (610). 
    SAN GISLENO
    San Gisleno, monje

    En la región de Hainaut, en Austrasia, san Gisleno, que vivió como monje en una celda que él mismo se había construido (s. VII).

    SAN DOMINO 
DE FIDENZASan Domino, mártir

    En la ciudad llamada Julia (hoy Fidenza), en el territorio de Parma, en la vía Claudia, san Domino, mártir (s. IV). 

    SAN DEUSDEDITSan Deusdedit, monje mártir

    En el monasterio de Montecasino, san Deusdedit, abad, que fue encarcelado por el tirano Sicardo y, consumido por el hambre y las privaciones, entregó su espíritu a Dios (834). ardo y, consumido por el hambre y las privaciones, entregó su espíritu a Dios (834).







    73750 > Sant' Abramo Patriarca d'Israele 9 ottobre  MR

    92816 > Santi Andronico e Atanasia Sposi 9 ottobre 

    90169 > Beati Leccetani 9 ottobre 

    73740 > San Bernardo di Rodez Abate 9 ottobre  MR
     
    91167 > San Deusdedit (Diodato, Deodato) di Montecassino Abate venerato a Sora 9 ottobre  MR

    69900 > SanDiodoro, Diomede e Didimo Martiri 9 ottobre  MR

    29450 > San Dionigi e compagni Vescovo e martiri 9 ottobre - Memoria Facoltativa  MR

    90193 > San Donnino (o Donino) di Città di Castello Eremita 9 ottobre  MR
     
    90229 > San Donnino di Fidenza Martire 9 ottobre  MR
     
    91415 > San Gemino Anacoreta 9 ottobre 

    29500 > San Giovanni Leonardi Sacerdote 9 ottobre - Memoria Facoltativa  MR
     
    73690 > San Gisleno (Gisileno), Lamberto e Bernero Monaco 9 ottobre  MR
     
    73730 > San Guntero Eremita 9 ottobre MR
     
    73695 > San Luigi (Ludovico) Bertran Domenicano 9 ottobre  MR

    73710 > Santa Publia di Antiochia 9 ottobre MR
     
    73720 > San Sabino Eremita 9 ottobre MR
     



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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos
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  • Quanto me é permitido verificar, desde o princípio do mês, tem vindo a ser regularizada paulatinamente a publicação deste blogue, assim como os textos que a acompanham diariamente: Talvez, no entanto, de vez em quando se verifique algum lapso, provocado ou por falta de algum elemento (mais ou menos dispensável, ou então alguma irregularidade na colocação dos textos ou imagens. Fora isso, porém, e numa apreciação global, estou relativamente satisfeito. 
  • Prevenindo novas suspensões que possam vir a acontecer, vou continuar a agendar as publicações diárias desta 1ª rubrica SANTOS DE CADA DIA, e também da 2ª - O ANTIGO TESTAMENTO 
  • Quanto às restantes rúbricas, com excepção dos SALMOS - que me parecem não serem lidos, - pois que quando são publicados, são-no no próprio dia e, portanto, não servirão de facto, de guia para alguém 


  • BENDITO SEJA DEUS.
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