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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Nº 1789-3 - Encontro diário com Deus - 21 de Outubro de 2013

 

Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.

 

Nº 1789-3 -  21 de Outubro de 2013

 

 

Pensamento do Dia

 

 

É preciso morrer interiormente se quisermos renascer.

 

 

Papa Paulo VI

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Os discípulos eram fascinados pela maneira de Jesus rezar.

Sobretudo o evangelista Lucas descreve-nos Jesus como um homem de muita oração.

Certa vez, quando Jesus havia terminado de rezar, um dos discípulos pediu-lhe:

Senhor, ensinai-nos a rezar como João ensinou a seus discípulos” (Lc 11,1).

E Jesus ensinou-lhes o Pai-Nosso.

 

 

Anselm Grum

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NOTA:

Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, pessoalmente, e, apesar de:

Todos os direitos reservados.

Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vida de Santos)

http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1789 - (272 - 13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 21 de Outubro de 2013 - 5º ANO

e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com

e-mail dos blogues:  antoniofonseca40@gmail.com

Nº 1789 - (272 - 13) – 1ª Página

21 de Outubro de 2013

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Nº 1789 - (272-13) – 1ª Página
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E U   S O U

AQUELE   QUE   SOU
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HILARIÃO, Santo

Eremita (372)

Hilarin de Gaza, Santo

Hilarión de Gaza, Santo

A figura de Santo Hilarião tornou-se popularíssima na Idade Média sobretudo por causa dos seus milagres. Hoje tem para nós especial interesse e dá-nos oportunas lições. Jovem rico e com futuro, soube desfazer-se de quanto lhe pesava, a fim de voar para as alturas da perfeição evangélica; retirou-se das relações com o mundo e buscou no deserto o paraíso. Teve a sorte de encontrar um grande cantor das suas façanhas em S. Jerónimo e hoje podemos seguir passo a passo o decorrer simples da sua vida pura e transparente como a água de regato escondido. Nasceu Santo Hilarião em Tabada, perto de Gaza, na Palestina, cidade mediterrânica aberta às estradas infinitas do mar. Seus pais eram pagãos e aos dez anos enviaram-no para Alexandria, a fim de beber lá as águas mais puras e fortes da filosofia e da arte. Os planos de Deus eram outros. Alexandria tinha-se aberto à luz da verdade cristã e contava grande e fervorosa comunidade. Sobretudo floresciam nela grandes sábios e mestres do saber simples do Evangelho. Orígenes e Clemente tinham tido ilustres continuadores e a escola catequética da Alexandria seguia cada vez mais florescente. Hilarião encontrou o sábio Áquila, ilustre figura da catequese e ciência bíblica cristã. A sua palavra comoveu-o e descobriu-lhe horizontes infinitos de luz e verdade. Hilarião encontrou a sabedoria de Cristo e foi batizado. Outro mestre enchia com a sua potente voz – a voz da vida e do exemplo – as igrejas e reuniões cristãs de Alexandria. Era Antão, que há vinte anos vivia separado na solidão do deserto, como poderoso íman que atrai a si as partículas mais pequenas de metal puro e bom. O jovem Hilarião sentiu-se entusiasmado pelas coisas que se contavam, do grande Antão. Foi à busca dele, ao retiro de Arsinoé, seguindo o curso do rio Nilo; conquistado com a palavra e a vida dele, pediu-lhe que o admitisse entre os seus discípulos. Antão resistiu a que ele estivesse mais de dois meses, porque era muito jovem para ficar definitivamente no deserto. O que é certo é que a Providência queria Hilarião para que levasse à Palestina a vida que ele tinha inaugurado no Egipto. Ao despedir-se, disse-lhe Antão: «Persevera, jovem, até ao fim, para conseguires saborear o fruto doce dos teus trabalhos». Hilarião voltou à Palestina e entrou em Gaza com o tesouro da sua juventude e da sua fé cristã. Os pais tinham morrido; ele vendeu o rico património que lhe tinham deixado, distribuiu-o todo entre os pobres, segundo o conselho do Evangelho, e retirou-se para o vizinho deserto de Majuma, lugar abrupto e impenetrável. Diante o mar, atrás rochas escarpadas, dos lados uma lagoa, palmeiras, cedros e figueiras bravas. Ainda que a sua compleição fosse débil, segundo o testemunho de S. Jerónimo, ali ficou apenas com um saco grosseiro, a cogula de peles e uma manta. Construiu uma choça de juncos e ramos, que fortificou com pedras, tendo de altura cinco pés e de largura quatro. A cama era o chão e a enxerga uns juncos da lagoa vizinha, Comia uma só vez por dia, ao pôr do Sol, e não mais que cinco figos. Nunca lavou nem mudou a túnica até ela lhe cair aos pedaços. Para a festa da Páscoa, cortava as unhas e o cabelo. Não tinha ainda vinte anos quando principiou esta vida de rigor, que pouco a pouco lhe foi roubando as forças do corpo, a vivacidade dos olhos, a cor agradável e graciosa da face. Mais tarde consentiu em comer um pedaço de pão e em adubar as ervas com azeite. Com este regime de penitência prolongadas orações e trabalho constante, passou os primeiros anos do seu isolamento, buscando a harmonia do próprio ser e a obediência da carne ao espírito. Se o corpo pedia o que lhe tocava e a tentação levantava a voz, respondia resoluto o soldado de Cristo: «Eu farei, burrinho, que não escoiceies; não te alimentarei com cevada mas com palha; farei que sofras fome e sede, e porei aos teus ombros uma carga pesada». Diminuía a ração e aumentava o trabalho; suco de ervas, figos de dois ou de três dias; tecia cestinhos de vime, cultivava a terra e orava. Passados 22 anos de luta, de esquecimento e de solidão, o mundo começou a dar conta dele. A luz não se podia esconder debaixo do alqueire. Acorreu a gente ao deserto, pediam-lhe orações, milagres e direção. A voz do Espírito soou então aos seus ouvidos, chamando-o para mais longe. Acabava de morrer o grande Antão. O nosso santo partiu para o Egito; já não é um jovem de 20 anos. O rosto está emagrecido, pálido, os olhos encovados, mas no seu interior arde a chama da fé e do amor. Visitou os desertos dum e doutro lado do Nilo, repassou pelos lugares habitados por seu mestre Antão; chorava de consolado, beijava as paredes da cela e pisava a esteira dele para recolher o calor da caridade. Visitou Alexandria, cidade da sua juventude e seu baptismo, e quis ficar num deserto próximo. Veio a saber que os emissários de Julião Apóstata o procuravam para dar-lhe a morte; diante disso, resolveu embarcar para o Ocidente. Arribou à Sicília; viveu muito tempo no promontório de Pachinum; subiu em seguida para a Dalmácia e navegou de novo até à ilha de Chipre; cheia de recordações santas de Paulo e de Barnabé. O bispo dela era um santo, o grande Santo Epifânio. Os dois fizeram-se amigos desde o primeiro momento. Hilarião admirou a ciência de santo Epifânio e este a santidade do peregrino. Quando morreu Santo Hilarião, pelo ano de 372, Santo Epifânio foi o seu primeiro panegirista. Na morte não tinha deixado senão uma túnica de esparto, um manto, uma cogula e um Evangelho. Seu discípulo Esíquio recolheu tão preciosas relíquias e transportou o cadáver para a Palestina. A gente de Gaza saiu a receber o santo, que foi honrado da mesma maneira que os mártires. Santo Hilarião foi dos primeiros confessores venerados como santos; na verdade, esta honra reserva-se no principio só para os mártires. Deixou-nos S. Jerónimo um facto sobre a sua morte, que depois recolheram todos os autores ascéticos. A parte sensível resistia a dar o passo definitivo para a eternidade, já agonizante, dizia a si mesmo: «Sai, minha alma. De que tens medo? Há uns setenta anos que serves a Cristo e agora tens medo de morrer?». Grande ensinamento este último de tão insigne varão. Tinha militado toda a sua vida como fiel soldado debaixo da bandeira de Cristo, sempre na primeira linha. Podia com razão olhar alegre para o dia da vitória. A carne resistia a morrer; o juízo de Deus talvez se lhe apresentasse com o terrível. Mas ele podia consolar-se com a sua vida de austeridade, de amor e apostolado. felizes de nós, se naquela hora, de que depende a nossa sorte definitiva e eterna, pudermos também animar-nos com as mesmas palavras de Santo Hilarião: «Há uns 70 anos que serves a Cristo. De que tens medo?». Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

ÚRSULA e as 11 000 Virgens, Santas

Virgens

rsula y compaeras, Santa
Úrsula e companheiras, Santa

No século IX descobriu-se em Colónia, numa igreja do século IV, uma epígrafe confusa, cujo princípio »XI M» se podia ler Onze Mártires ou Onze Mil. Adoptou-se a segunda leitura; e ficou entendido que fora para honrar 11 000 virgens martirizadas nesse local que a sobredita igreja foi construída. Na narrativa, chamada Paixão, fabricada para contar a história delas, lia-se que tinham fugido da Inglaterra com Úrsula, filha do rei, para escapar aos Saxões pagãos, que, segundo Úrsula ficara sabendo na oração, iam  invadir esse país. Por desgraça, quando o navio com  elas chegou a Colónia, já lá estava Átila com os seus Hunos. Ele quis casar-e com a princesa Úrsula e destinou para esposas dos seus guerreiros as outras. Mas tendo recusado todas sacrificar a própria virgindade, todas foram assassinadas; e ficou havendo, disse-se, mais de 11 000 «virgens e mártires» no paraíso. O bom êxito deste romance foi enorme. Santa Úrsula tornou-se popular na Europa inteira; a universidade de Paris e o Instituto de Santa Ângela Mereci (ursulinas) tomaram-na como padroeira. Todas as igrejas quiseram ter relíquias das Onze Mil Virgens; graças a um antigo cemitério descoberto em Colónia em 1106, foi possível satisfazer tantos pedidos.Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

GONÇALO DE LAGOS

Ver dia 27 de Outubro

Estrela
(Ver dia 27 de Outubro, neste Livro SANTOS DE CADA DIA)

Nasceu em Lagos, no Algarve, um pouco depois de 1370. Tomou o hábito de Santo Agostinho no convento da Graça, em Lisboa, onde vinha pôr a salvo os seus vinte anos de virtude e pureza, quase de anjo, e já vitoriosa de repetidos assaltos. Exercitou-se ainda em jejuns e outras penitências, enquanto se aplicava às letras, para que sentia grande atractivo; mas sem qualquer vaidade, chegando assim a recusar a láurea doutoral e outras distinções honrosas. Dedicou-se depois à pregação, em correrias apostólicas; e, com o mesmo zelo, a manter a observância regular, quando superior de alguns mosteiros da sua ordem. Foi o último o de Torres Vedras, onde morreu a 15 de Outubro de 1422, depois de exortar os seus súbditos à observância religiosa e mais virtudes cristãs. Ali mesmo ficou o seu jazigo e melhorado desde 1784, tomando-o a vila de Torres Vedras por seu padroeiro, depois de beatificado, por Pio VI em 1798. Mas em Portugal é-lhe tributado o culto de santo. Ao que parece, a escolha que fez Torres Vedras do seu padroeiro deve-se em última análise à carta que D. João II, encontrando-se no Algarve em 1495, escreveu à câmara da dita vila, exaltando a memória de Frei Gonçalo e celebrando a felicidade que essa terra possuía conservando o seu milagroso corpo. O mesmo fez a cidade de Lagos, sua terra natal, onde os pescadores, sobretudo, mais invocam e experimentam a sua especial protecção. Não obstante, com o andar dos anos, o culto de S. Gonçalo foi-se obliterando, até que, em 1942, por iniciativa da Juventude Militar Católica de Lagos, foi restaurado o antigo nicho, com nova imagem e respectiva lápide, seguindo-se várias solenidades, para se retomar a sua festa, que actualmente é a 27 de Outubro. Os Padres Agostinhos celebram-no em Portugal a 21 do mesmo mês. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

GASPAR DEL BÚFALO, Santo

Fundador (1786-1863)

 

Filho de um empregado do príncipe Aluéri, Gaspar nasceu em 1786 e estudou no Colégio Romano; pensou entrar na Companhia de Jesus, restabelecida em 1814. Foi ordenado sacerdote em 1808 e, porque se recusou a prestar juramento de fidelidade a Napoleão, passou cinco anos no cárcere. Reapareceu, desde que terminou a aventura imperial de Bonaparte, e foi encarregado por Pio VII de pregar missões na Itália do Centro. O carácter um pouco teatral que lhes dava e a sua eloquência trovejante produziram grande resultados. para ajudar no seu labor apostólico, fundou em 1818 o Instituto dos Padres do Preciosíssimo Sangue. Faleceu a 28 de Dezembro de 1836.

Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt

 

Vendelino, Santo
Eremita,

Vendelino, Santo

Vendelino, Santo

Martirológio Romano: Em Tréveris, de Austrásia, em território que hoje pertence a Alemanha, santo Vendelino, eremita (s. VII). Príncipe de Escócia, nascido no ano 534, filho do rei Forchado e da Rainha Irelina. Foi educado pelo bispo local, Vendelino decidiu abandonar a vida da família real, e consagrar-se a Deus. Vestido de peregrino, Vendelino saiu de seu castelo no meio da noite, e deixou a vida mundana para trás.
Peregrinou a muitos lugares sagrados, chegando a Roma em 574. Durante uma audiência com o Papa Bento I, que lhe disse que seguisse seu desejo de ter uma vida unida a Deus. Viveu por uns tempos em Einsidel, Alemanha e logo como ermitão no bosque de Westerich. Durante uma viagem aos santuários em Tréveris, segundo informações, conheceu a um rico ladrão de caminhos. O ladrão o admoestou que fosse um mendigo quando obviamente era muito capaz de ganhar a vida. Trabalhou para o ladrão como porqueiro, até que encontrou que não havia tempo para suas orações. Foi transferido a criar gado, Vendelino de novo teve tempo para a oração. Sem embargo, o rebanho que atendia cresceu tão rápido que cedo se encontrou outra vez com excesso de trabalho. Desta vez foi transferido a cuidar ovelhas, um trabalho tradicionalmente destinado às crianças ou aos homens mais velhos, já que era menos exigente fisicamente. Ainda quando seu rebanho cresceu, tinha tempo para a oração. A lenda diz que Deus transportava a Vendelino e seus rebanhos à antiga ermida muitas vezes, e logo regressava pela noite.
No ano 590 era ermitão em Tréveris, e em 597 era abade em Tholey, onde faleceu por volta do ano 617.

Bertoldo de Parma, Santo

Hermano Lego,

Bertoldo de Parma, Santo

Bertoldo de Parma, Santo

Etimología: Bertoldo = El jefe explendido. Viene de la lengua alemana. Fue un hermano lego del siglo XII.  Lego es aquel miembro de una Orden religiosa que no es sacerdote. Entre los nombres grandes de este día, están santa Ursula y compañeras muertas en Colonia por defender su virginidad. Bertoldo provenía de una familia extranjera que se había establecido en Parma, en la que nació y murió en el año 1106. El padre era inglés y la madre bretona. Vivían en Italia como pobres artesanos en el trabaja que les salía. Llegaron a Italia huyendo de las invasiones normandas que hacían estragos en Inglaterra. Al principio se establecieron en Milán. El padre comenzó a trabajar de zapatero. La vida era dura. Entonces emigraron a Parma en donde nació Bertoldo en el 1072. A los siete años trabajaba ayudando a su padre arreglando zapatos. A los 12 sintió que Dios le llamaba para vivir en una Orden religiosa entregado plenamente a Dios. El padre le ponía dificultades, pues había puesto grandes esperanzas en su amado hijo. Bertoldo tenía una idea clara de su vocación y al mismo tiempo muy firme. Se fue al convento de los monjes benedictinos. Vivió la Regla con puntualidad y celo. Era obediente y humilde. Fue como peregrino a Roma y a Francia. Hizo numerosas curaciones. ¡Felicidades a quien lleve este nombre! Comentarios al P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

Laura de Santa Catalina de Siena, Beata

Religiosa fundadora,

Laura de Santa Catalina de Siena, Beata

Laura de Santa Catalina de Siena, Beata

Fundadora de la Congregación de las Hermanas Misioneras
de María Inmaculada y Santa Catalina de Siena
(Misioneras de María)

Martirologio Romano: En el lugar de Belencito, cerca de Medellín, en Colombia, beata Laura de Santa Catalina de Siena Montoya y Upeguí, virgen, que, con notable suceso, se dedicó a anunciar el Evangelio entre los pueblos indígenas que aún desconocían la fe en Cristo y fundó la Congregación de las Hermanas Misioneras de María Etimología: Laura = Aquella que triunfa, viene de la lengua latina Fecha de beatificación: 25 de abril de 2004. La Madre Laura de Santa Catalina de Siena (Laura Montoya Upegui), estando aquí, en la Basílica de San Pedro en el mes de noviembre del año 1930, después de una viva oración eucarística escribe: «Tuve fuerte deseo de tener tres largas vidas: La una para dedicarla a la adoración, la otra para pasarla en las humillaciones y la tercera para las misiones; pero al ofrecerle al Señor estos imposibles deseos, me pareció demasiado poco una vida para las misiones y le ofrecí el deseo de tener un millón de vidas para sacrificarlas en las misiones entre infieles! Mas, ¡he quedado muy triste! y le he repetido mucho al Señor de mi alma esta saetilla: ¡Ay! Que yo me muero al ver que nada soy y que te quiero!».  Esta gran mujer que así escribe, la Madre Laura Montoya, maestra de misión en América Latina, servidora de la verdad y de la luz del Evangelio, nació en Jericó, Antioquia, pequeña población colombiana, el 26 de Mayo de 1874, en el hogar de Juan de la Cruz Montoya y Dolores Upegui, una familia profundamente cristiana. Recibió las aguas regeneradoras del Bautismo cuatro horas después de su nacimiento. El sacerdote le dio el nombre de María Laura de Jesús. Dos años tenía Laura cuando su padre fue asesinado, en cruenta guerra fratricida por defender la religión y la patria. Dejó a su esposa y sus tres hijos en orfandad y dura pobreza, a causa de la confiscación de los bienes por parte de sus enemigos. De labios de su madre, Laura aprendió a perdonar y a fortalecer su carácter con cristianos sentimientos. Desde sus primeros años, su vida fue de incomprensiones y dolores. Supo lo que es sufrir como pobre huérfana, mendigando cariño entre sus mismos familiares. Aceptando con amor el sacrificio, fue dominando las dificultades del camino. La acción del Espíritu de Dios y la lectura espiritual especialmente de la Sagrada Escritura, la llevaron por los caminos de la oración contemplativa, penitencia y el deseo de hacerse religiosa en el claustro carmelitano. Tenía sed de Dios y quería ir a El “como bala de cañón ”. Esta mujer admirable crece sin estudios, por las dificultades de pobreza e itinerancia a causa de su orfandad, hasta la edad de 16 años cuando ingresa en la Normal de Institutoras de Medellín, para ser maestra elemental y de esta manera ganarse el sustento diario. Sin embargo, llega a ser una erudita en su tiempo, una pedagoga connotada, formadora de cristianas generaciones, escritora castiza de alto vuelo y sabroso estilo, mística profunda por su experiencia de oración contemplativa.  En 1914, apoyada por monseñor Maximiliano Crespo, obispo de Santa Fe de Antioquia, funda una familia religiosa: Las Misioneras de María Inmaculada y Santa Catalina de Sena, obra religiosa que rompe moldes y estructuras insuficientes para llevar a cabo su ideal misionero según lo expresa en su Autobiografía: Necesitaba mujeres intrépidas, valientes, inflamadas en el amor de Dios, que pudieran asimilar su vida a la de los pobres habitantes de la selva, para levantarlos hacia Dios
MAESTRA CATEQUISTA DE LOS INDIOS
Su profesión de maestra la llevó por varias poblaciones de Antioquia y luego al Colegio de La Inmaculada en Medellín. En su magisterio no se contenta con el saber humano sino que expone magistralmente la doctrina del Evangelio. Forma con la palabra y el ejemplo el corazón de sus discípulas, en el amor a la Eucaristía y en los valores cristianos. En un momento de su trayectoria como maestra, se siente llamada a realizar lo que ella llamaba “la Obra de los indios”: En 1907 estando en la población de Marinilla, escribe: “me vi en Dios y como que me arropaba con su paternidad haciéndome madre, del modo más intenso, de los infieles. Me dolían como verdaderos hijos”. Este fuego de amor la impulsa a un trabajo heroico al servicio de los indígenas de las selvas de América.  Busca recursos humanos, fomenta el celo misionero entre sus discípulas, escoge cinco compañeras a quienes prende el fuego apostólico de su propia alma. Aceptando de antemano los sacrificios, humillaciones, pruebas y contradicciones que se ven venir, acompañadas por su madre Doloritas Upegui, el grupo de “Misioneras catequistas de los indios” sale de Medellín hacia Dabeiba el 5 de Mayo de 1914. Parten hacia lo desconocido, para abrirse paso en la tupida selva. Van, no con la fuerza de las armas, sino con la debilidad femenina apoyada en el Crucifijo y sostenida por un gran amor a María la Madre y Maestra de esta Obra misionera. “Ella, la Señora Inmaculada me atrajo de tal modo, que ya me es imposible pensar siquiera en que no sea Ella como el centro de mi vida”. La celda carmelitana, objeto de sus ansias en el tiempo de su juventud, le pareció demasiado fría ante aquellas selvas pobladas de seres humanos sumidos en la infidelidad, pero amados tiernamente por Dios. “Siento la suprema impotencia de mi nada y el supremo dolor de verte desconocido, como un peso que me agobia”. Comprende la dignidad humana y la vocación divina del indígena. Quiere insertarse en su cultura, vivir como ellos en pobreza, sencillez y humildad y de esta manera derribar el muro de discriminación racial que mantenían algunos líderes civiles y religiosos de su tiempo. La solidez de su virtud fue probada y purificada por la incomprensión y el desprecio de los que la rodeaban, por los prejuicios y las acusaciones de algunos prelados de la iglesia que no comprendieron en su momento, aquel estilo de ser “religiosas cabras”, según su expresión, llevadas por el anhelo de extender la fe y el conocimiento de Dios hasta los más remotos e inaccesibles lugares, brindando una catequesis vivencial del Evangelio. Su Obra misionera rompió esquemas, para lanzar a la mujer como misionera en la vanguardia de la evangelización en América latina. El quemante “SITIO”- Tengo sed- de Cristo en la Cruz , la impulsa a saciar esta sed del crucificado :”¡Cuánta sed tengo! ¡Sed de saciar la vuestra Señor! Al comulgar nos hemos juntado dos sedientos: Vos de la gloria de vuestro Padre y yo de la de vuestro corazón Eucarístico! Vos de venir a mí, y yo de ir a Vos” Mujer de avanzada, elige como celda la selva enmarañada y como sagrario la naturaleza andina, los bosques y cañadas, la exuberante vegetación en donde encuentra a Dios. Escribe a las Hermanas: ”No tienen sagrario pero tienen naturaleza; aunque la presencia de Dios es distinta, en las dos partes está y el amor debe saber buscarlo y hallarlo en donde quiera que se encuentre.” Redacta para ellas las “Voces Místicas”, inspirada en la contemplación de la naturaleza, y otros libros como el Directorio o guía de perfección, que ayudan a las Hermanas a vivir en armonía entre la vida apostólica y la contemplativa. Su Autobiografía es su obra cumbre, libro de confidencias íntimas, experiencia de sus angustias, desolaciones e ideales, vibraciones de su alma al contacto con la divinidad, vivencias de su lucha titánica por llevar a cabo su vocación misionera. Allí muestra su “pedagogía del amor”, pedagogía acomodada a la mente del indígena, que le permite adentrarse en la cultura y el corazón del indio y del negro de nuestro continente. La Madre Laura centra su Eclesiología en el amor y la obediencia a la Iglesia. Vive para la Iglesia a quien ama entrañablemente, y para extender sus fronteras no mide dificultades, sacrificios, humillaciones y calumnias. Esta infatigable misionera, pasó nueve años en silla de ruedas sin dejar su apostolado de la palabra y de la pluma. Después de una larga y penosa agonía, murió en Medellín el 21 de octubre de 1949. A su muerte dejó extendida su Congregación de Misioneras en 90 casas distribuidas en tres países, con un número de 467 religiosas. En la actualidad las Misioneras trabajan en 19 países distribuidas en América, África y Europa. Por todo lo que vivió hizo y significo la Madre Laura en su época y por todo lo que seguirá significando para la sociedad, la Congregación y la Iglesia, hoy la Congregación por ella fundada se llena de alegría al ver concretizado y culminado su proceso de Beatificación, abierto el 4 de julio de 1963, en la capilla de la Curia Arquidiocesana de Medellín, en el cual se nombró el tribunal eclesiástico para buscar diligentemente los escritos de la Sierva de Dios Laura Montoya Upegui, instruir el proceso informativo sobre su fama de santidad, virtudes en general y posibles milagros realizados por la Sierva de Dios. Hoy este proceso que duro cuarenta años ha llegado a su culminación, cuando el 25 de abril de 2004, S.S. Juan Pablo II la proclamara beata de la Iglesia. Reproducido con autorización de Vatican.va

Celina (Celia o Cilina) de Laon, Santa

Madre de San Remigio,

Celina (Celia o Cilina) de Laon, Santa

Celina (Celia o Cilina) de Laon, Santa

Martirologio Romano: En Laon, ciudad de la Galia, santa Cilina, madre de los santos obispos Principio de Soissons y Remigio de Reims (post 458). Etimología: Celina = que viene del cielo, viene de la lengua latina Lo mismo que Santa Silvia, madre del Papa Gregorio el Grande, y muchas otras madres de santos que también alcanzaron la santidad, Celina fue famosa a causa de su hijo, puesto que dio al mundo ese gran santo, Remigio o Remi, obispo de Reims. De acuerdo con el pseudo Venancio Fortunato, Celina y su esposo pertenecían a la nobleza. En cierta ocasión, un monje llamado Montano, que tres veces consecutivas había recibido un aviso celestial en sueños, vaticinó a Celina que daría a luz un hijo que llegaría a ser un hombre de grandísimos méritos. A su debido tiempo, Remigio vino al mundo. Hinemar de Reims complementó estos datos tan escasos en el siglo nueve: Celina y Emilio, su marido, habían tenido dos hijos: Principio, quien llegó a ser obispo de Soissons, y su hermano Emilio, quien a su vez tuvo un hijo, Lupo, sucesor de su tío Principio en la sede de Soissons, a la que gobernó hasta la muerte de Remigio (Duchesne, Fastes Episcopaux, vol. III, 1915, pp. 89-90). Cuando el monje Montano anunció el nacimiento del niño, Celina quedó desconcertada, puesto que tanto ella como su marido ya eran entrados en años. Pero Montano, que era ciego, reiteró su profecía y aun agregó estas palabras: "Cuando hayas parido al niño cuyo nacimiento te anuncio, me frotarás los ojos con unas gotas de la leche de tus pechos y así recuperaré la vista". Fue el propio Remigio, a los pocos días de nacido, quien puso su manecita mojada con la leche del pecho de su madre, en los ojos de Montano, y éste obtuvo la gracia de volver a ver. Hinemar hace la advertencia de que, al nacer, Remigio quedó limpio de toda culpa por obra del Espíritu Santo. Había sido concebido "en la iniquidad, como todo hombre", pero contrariamente a lo que sucede en la condición humana, "su madre no lo parió en los delitos de la prevaricación, sino en la gracia de la remisión". Por esa razón, Remigio se asemejaba a San Juan Bautista (Luc. 1, 15) y a Isaac (Gen. XVII, .Nació en el país de Laon y se le impuso el nombre de Remigio porque estaba destinado a regir, a dirigir la nave de su Iglesia a merced de las olas tempestuosas y también sería el "Remedio" (otro significado de su nombre) tconra la justa cólera de Dios o bien contra la ferocidad de los paganos. Luego de cursar breves estudios en los que destacó sobremanera, Remigio tuvo deseos de imitar el ejemplo del monje Montano, se retiró al convento y se separó para siempre de Celina. De acuerdo con uno de los párrafos del testamento de San Remigio, su madre había sido sepultada en Labrinacum (Lavergny), cerca de Laon, en el Aisne. La traslación de sus restos a Laon, según Molanus y Vermeulen, los editores del Martirologio de Usuardo (ed. Du Sollier, Anvers, 1714, p. 194) tuvo lugar un 5 de abril.  Actualmente, en la diócesis de Reims se conmemora a Santa Celina el 22 de octubre.

Pedro Capucci, Beato

Presbítero Dominico,

Pedro Capucci, Beato

Pedro Capucci, Beato

Martirologio Romano: En la ciudad de Cortona, en la Toscana, beato Pedro Capucci, presbítero de la Orden de Predicadores, el cual, meditando sobre la muerte, se ejercitó en la vida espiritual y con su predicación exhortó a los fieles a evitar la muerte eterna (1445). Fecha de Beatificación: El culto fue confirmado por el Papa Pío VII.  Poseemos muy pocos datos acerca de la vida del Beato Pedro, debido a que los archivos del convento de Cortona, donde vivió la mayor parte de su vida, quedaron destruidos durante un incendio.
Nació en Tiferno (Cita di Castello), en 1390 en el seno de la familia Capucci. A los quince años tomó el hábito de Santo Domingo. En el convento de Cortona, donde hizo el noviciado bajo la dirección del Beato Lorenzo de Ripafratta, conoció a San Antonino y a Fray Angélico.  El Beato Lorenzo le recomendó que se dedicase más bien a la contemplación que a la acción, pero las lecciones del Breviario hacen notar que Pedro estaba siempre pronto a ejercitar los ministerios sacerdotales con cuantos se lo pidiesen, tanto dentro como fuera del monasterio.  Se refieren varios milagros obrados por este beato. Una vez, encontró en la calle a un hombre de mala vida y le detuvo para decirle: "¿Qué maldad estás tramando?, ¿Cuánto tiempo vas a seguir añadiendo pecado sobre pecado? No te quedan más que veinticuatro horas de vida, al fin de las cuales, tendrás que dar cuenta a Dios de tus actos". El hombre se intranquilizó, pero no hizo caso. Aquella misma noche sufrió un grave accidente y, en seguida mandó llamar al Beato Pedro, con quien se confesó humildemente antes de morir.  El beato solía predicar con una calavera en la mano. Su culto fue confirmado por Pío VII.

Pedro Yu Tae-ch’l, Santo

Niño Mártir,

Pedro Yu Tae-ch’l, Santo

Pedro Yu Tae-ch’l, Santo

Martirologio Romano: En Seúl, en Corea, san Pedro Yu Tae-ch’l, mártir, que a los trece años exhortaba a los compañeros de cárcel a aceptar los tormentos, consumando su martirio al recibir cien azotes y ser estrangulado (1839). Fecha de canonización: 6 de mayo de 1984, por S.S. Juan Pablo II.  Desde los primeros siglos, siempre ha sido muy difícil encontrar información segura sobre los mártires, ya que, aunque constituyen el grupo más grande de los santos, los cristianos probablemente nunca han considerado correcto recopilar los detalles de su existencia terrena, sino más bien poner debida atención en su último testimonio de fe cristiana, el cual lo realizó con el derramamiento de su sangre. Este problema subsiste incluso con mártires de los tiempos modernos, especialmente si vivía en algún rincón remoto del planeta, o si murió a una edad temprana. Y éste es indisputablemente el caso del mártir que recordamos hoy: San Pedro Yu Tae-ch’l, de nacionalidad coreana y muerto con apenas trece años.  Pedro nació en 1826 en Ipjeong, cerca de Seúl. A la edad de trece años (aproximadamente, porque no sabemos la fecha exacta de su nacimiento), fue encarcelado en Seúl por los enemigos de la fe cristiana. Durante su permanencia en la cárcel no paró de exhortar a los demás presos a resistir las torturas a las que eran sometidos. El padeció muchos sufrimientos, y consumó su martirio por estrangulación.  Fue beatificado en 1925 y canonizado por S.S. Juan Pablo II el 6 de mayo de 1984, con 102 mártires que regaron con su sangre el suelo de Corea. El grupo, conocido como "Santos Andrés Kim Taegön, Pablo Chöng Hasang y compañeros" es recordado el 20 de septiembre. Reproducido con autorización de Santiebeati.it

 

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“REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

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ATENÇÃO:

Como os meus prezados leitores (poucos, mas bons) devem ter reparado, a edição de hoje já tem mais algumas alterações que eu venho fazendo dia a dia, desde o passado mês de Setembro, e, agora novamente estou utilizando o Windows Writer.

O meu computador continua a sofrer algumas interrupções (ou melhor, a Internet…) não está a trabalhar como eu desejaria, mas mesmo assim, vou conseguindo fazer esta tarefa. Espero que a todo o tempo isto se venha regularizando, a fim de poder entrar na NORMALIDADE.

Prevenindo novas suspensões que possam vir a acontecer, vou continuar a agendar as publicações diárias desta 1ª rubrica SANTOS DE CADA DIA, e também da 2ª - O ANTIGO TESTAMENTO

Quanto às restantes rubricas, com excepção dos SALMOS - que me parecem não serem lidos, - pois que quando são publicados, são-no no próprio dia e, portanto, não servirão de facto, de guia para alguém, pelo que estará suspensa a sua publicação até ver…

BENDITO SEJA DEUS.

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