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domingo, 3 de novembro de 2013

Nº 1802-4 - A RELIGIÃO DE JESUS - CICLO C – XXXI DOMINGO DO TEMPO COMUM - 3 de Novembro de 2013

 

A RELIGIÃO DE JESUS  -  CICLO C 

Nº 1802-4

3 de Novembro de 2013

 

Do livro A RELIGIÃO DE JESUS – CICLO C – 2012/2013 editado por José Mª Castillo através da EDITORIAL DESCLÉE DE BROUWER. S.A., 2012 – Henao, 6 – 48009 Bilbao (Espanha) continuo a publicação dos textos do Evangelho do Dia e respectivos comentários, referentes a cada Domingo, ou dia de Festa da Igreja Católica, fazendo a sua tradução para português, por minha própria iniciativa – o que venho fazendo desde há 3 anos a esta parte.

Como não estou fazendo fotocópia nem digitalizo os referidos textos, e inclusivamente menciono os links da Editora acima referida, que são respectivamente www.edesclee.com  e  info@edesclee.com, estou certo de que não estou a infringir, quaisquer direitos autorais que protejam este livro, e, além disso a sua publicação neste blogue não beneficia de quaisquer proventos materiais – diga-se, numerário – sendo portanto absolutamente gratuito.

3 de Novembro de 2013

XXXI DOMINGO DO TEMPO COMUM

Lc 19, 1-10

 

Zaqueu o publicano – Tendo entrado em Jericó, Jesus atravessava a cidade. Vivia ali um homem rico, chamado Zaqueu, que era chefe de publicanos. Procurava ver Jesus e não podia por causa da multidão, por ser de pequena estatura. Correndo à frente, subiu a um sicómoro para O ver, porque Ele devia passar por ali. Quando chegou àquele local, Jesus levantou os olhos e disse-lhe: «Zaqueu, desce depressa, pois tenho de ficar em tua casa». Ele desceu imediatamente e recebeu-O cheio de alegria. Ao verem aquilo murmuravam todos entre si, dizendo que tinha ido hospedar-se em casa de um pecador. Zaqueu de pé, disse ao Senhor: «Senhor, vou dar metade dos meus bens aos pobres e, se defraudei alguém em  qualquer coisa, devolver-lhe-ei quatro vezes mais». Jesus disse-lhe: «Veio hoje a salvação a esta casa, por este ser também filho de Abraão; pois o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido».

1. Este relato é um paradigma do que agora se costuma denominar “Nova Evangelização”. Jesus certamente «evangelizou» a Zaqueu. E, mediante Zaqueu, evangelizou também à cidade de Jericó inteira, já que este facto teve grande ressonância na população. Mas foi uma evangelização nova, não habitual e até então inimaginável. Na Igreja, é uma prática habitual evangelizar ensinando, pregando, explicando o catecismo nos programas que se fazem na cúria diocesana… Não!. Jesus evangelizou indo alojar-se directamente, compartilhando casa, mesa e mantimentos. Com quem? Com o mais exemplar e virtuoso da cidade? Antes pelo contrário. Foi para casa do mais odiado, do mais ladrão, do mais rico, do que mais dano havia feito. O detestável chefe dos cobradores de impostos, Zaqueu.

 

2. A relação de Jesus com “os maus”, com os pecadores e desacreditados, é todo um programa de pastoral. Um programa desconcertante, escandaloso, à primeira vista sem pés nem cabeça. É um programa que não se baseia no ensino doutrinal nem na imposição normativa. É o programa da convivência. O que quer dizer que o Evangelho não se ensina nem se impõe, mas sim que contagia. Quer dizer, o Evangelho tramite-se por contágio. O que pressupõe este critério fundamental: «o Evangelho se transmite, não porque se sabe, mas sim porque se vive». Em consequência, só o que o vive, esse é o que está capacitado para evangelizar.

 

 

3. Mas este relato contém outro critério básico na vida. Trata-se do critério que define e delimita o que é a conversão. Zaqueu se converteu, mas não se converteu porque mudou de religião, de crenças ou de práticas ou observâncias. Zaqueu se converteu porque mudou de conta corrente: Ficou com uma conta reduzida a menos de metade, bastante menos de metade. Quando a toca no bolso, na caixa forte, na conta bancária… então começa a conversão. Quer dizer, a salvação (de que fala Jesus) não é assunto de religião, mas sim assunto de dinheiro. Não porque a religião não importe, mas sim porque o dinheiro é o indicador mais claro de que a religião se toma a sério. 

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Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas dos Santos)

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Blogue de Blogger

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Nº 1802-3 - Encontro diário com Deus - 3 de Novembro de 2013

 

Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.

 

Nº 1802-3 -  3 de Novembro de 2013

 

Pensamento do Dia

 

Deus manifesta-se das mais diversas maneiras na vida de cada um de nós.

 

Papa Emérito Bento XVI

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Avancem todos os Santos de Deus

 

Avancem todos os assassinados,

os desaparecidos sem deixar endereço,

os que morreram de fome,

as vítimas de todas as ditaduras.

Avancem todos os santos de Deus.

 

Avancem os ricos que souberam dar,

os poderosos que souberam partilhar,

os ricos que souberam despojar-se.

Avancem todos os santos de Deus.

 

Avancem,. vós apóstolos,

vós, doutores da lei,

vós os fiéis,

Avancem pequenos e grandes

Avancem os humildes

Avancem no amor de Deus.

 

Albéric de Palmaert

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NOTA:

 

Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, pessoalmente, e, apesar de:

Todos os direitos reservados.

Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

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Nº 1802 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - II PARALIPÓMENOS (CRÓNICAS) - Cap. 15 - 3 de Novembro de 2013

 

O ANTIGO TESTAMENTO

 

3 de Novembro de 2013


Nº 1802 - 2ª Página

antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Mapa da Distribuição das Tribos em ISRAEL


Nº 1802


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Caros Amigos:

Conforme poderão verificar, se o desejarem, poderão consultar a edição deste Blogue, de 12 de Novembro de 2012, na qual iniciei  - diariamente – a transcrição dos textos descritos na Bíblia Sagrada – por Capítulos (e livros).

Simplesmente resolvi, de repente, começar a editar todo o texto do

ANTIGO TESTAMENTO

que, como é sabido - é composto por uma série de vários livros:

Os primeiros considerados como LIVROS HISTÓRICOS, os quais vão desde o Pentateuco (atribuído a Moisés), que compreende o Génesis, o Êxodo, o Levítico, os Números e o Deuteronómio, e a seguir, Josué, Juízes, Rute, Livros dos Reis (2) que se completam com os 2 livros dos Paralipómenos ou Crónicas. Seguem-se depois Esdras e Neemias, Tobias, Judite, Ester e o Livro dos Macabeus.

Seguem-se os LIVROS DIDÁCTICOS com os livros de Job, Livro dos Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria e Eclesiástico;

e por fim os LIVROS PROFÉTICOS: Isaías, Jeremias, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oseias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.

São pois 42 o número total dos livros sobre o Antigo Testamento que irão ser transcritosaté que Deus mo permita, evidentemente… –.

Para já – neste momento já consegui transcrever os capítulos referentes aos livros

GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º e 2º de SAMUEL, 1º Reis e 2º Reis, 1º dos Paralipómenos ou Crónicas… (É obra…)

num total de 468 páginas, ficando a faltar apenas 773 capítulos…!!! mais ou menos) referentes aos restantes, que são apenas os:

(2º) CRÓNICAS (Paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

- Sejamos optimistas. Ainda agora é de manhã e alguns dos amigos que conheci há mais de 60 anos, já atingiram os 90 ou quase 100 (dois pelo menos) e ainda estão aí para as curvas. Ora, eu ainda só tenho 73 e se Deus quiser hei-de também chegar a uma idade razoável.

!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)


Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!

Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!

SEI: que se poderá dizer: é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*).


Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus.


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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:


IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.


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Mãos à obra, continuemos:


ANTIGO TESTAMENTO


PARALIPÓMENOS ou CRÓNICAS

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Mapa antigo de Israel

2º Livro dos

PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS

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Rei Salomão, filho de David

 

2º LIVRO DOS PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS

 


 

PROFECIA DE AZARIAS 



15



Azarias, filho de Obed , movido pelo espírito do Senhor, saiu ao encontro de Asa e disse-lhe: «Escutai-me, Asa, com todo o Judá e Benjamim: O Senhor está convosco assim como vós estais com Ele. Se vós O procurardes, encontrá-lo-eis; mas, se vós O abandonardes, Ele abandonar-vos-á. Durante muito tempo, Israel viveu sem o verdadeiro Deus, sem sacerdotes para o ensinar, sem a lei; mas, quando, na sua angústia, se voltaram para o Senhor, Deus de Israel, e O procuraram , encontraram-n’O sempre. Naqueles tempos não havia paz para os que viajavam, pois graves aflições aterravam a população do país. Uma nação destruía outra nação e uma cidade destruía outra cidade, porque Deus as perturbava com toda a espécie de tribulações (Jz 2, 10-20). Quanto a vós, sede fortes, não vos acobardeis, pois o vosso esforço será recompensado». Ao ouvir o oráculo do profeta Obed, Asa, cobrou ânimo e fez desaparecer as abominações de todo o país de Judá e de Benjamim, e de todas as cidades que conquistara na montanha de Efraim. restaurou o altar do Senhor que se encontrava diante do pórtico do Senhor (1 Rs 15, 12). Convocou toda a população de Judá, de Benjamim, assim como os de Efraim, Manassés e Simeão que habitavam entre eles, pois grande número de israelitas aliaram-se a ele, vendo que o Senhor, seu Deus, estava com ele. Reuniram-se em Jerusalém no terceiro mês do quinto ano do reinado de Asa. Nesse dia, sacrificara, ao Senhor, do despojo que tinham  trazido, setecentos bois e sete mil ovelhas. Obrigaram-se solenemente a seguir o Senhor, Deus de seus pais, com todo o seu coração e toda a sua alma, decididos a exterminarem todos aqueles que não seguissem o Senhor, Deus de Israel – fosse pequeno ou grande, homem ou mulher. Ao som  das trombetas e de clarins, no meio de grande júbilo, fizeram um juramento solene ao Senhor. E todos os de Judá se alegraram por causa do juramento, pois fizeram-no com  o seu coração, e procuraram o Senhor com toda a sua vontade; o Senhor também se lhes manifestou e lhes assegurou a paz com todos os seus vizinhos. O rei Asa destituiu, também, a sua e Maaca, da dignidade de rainha, por ter feito um ídolo de Astarté. Asa destruiu a imagem , despedaçou-a e queimou-a. no vale de Cedron. Os lugares altos não desapareceram , mas o coração de Asa foi fiel ao Senhor durante toda a sua vida. Transportou para o templo do Senhor todos os objectos consagrados por ele e por seu pai: A prata, o ouro e os utensílios.

Não houve guerra até ao vigésimo quinto ano do reinado de Asa. 

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Textos do 2º Livro dos “PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS” do ANTIGO TESTAMENTO




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Este texto deverá ser publicado em

3 de NOVEMBRO de 2013 – 10.15 h


ANTÓNIO FONSECA




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Nº 1802 - (287 - 13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 3 de Novembro de 2013 - 5º ano

e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com

e-mail dos blogues:  antoniofonseca40@gmail.com

Nº 1802 - (287 - 13) – 1ª Página

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AQUELE   QUE   SOU
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Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt

MARTINHO DE PORRES, Santo

Religioso ( 1579-1639)

HUBERTO, Santo

Bispo (655-727)

TITO BRANDSMA, Beato

Sacerdote (1881-1942)

 

http://es.catholic.net/santoral

 

Martín de Porres, Santo

Religioso dominico

Martín de Porres, Santo

Religioso dominico, peruano

El racismo, esa distinción que hacemos los hombres distinguiendo a nuestros semejantes por el color de la piel es algo tan sinsentido como distinguirlos por la estatura o por el volumen de la masa muscular. Y lo peor no es la distinción que está ahí sino que ésta lleve consigo una minusvaloración de las personas -necesariamente distintas- para el desempeño de oficios, trabajos, remuneraciones y estima en la sociedad. Un mulato hizo mayor bien que todos los blancos juntos a la sociedad limeña de la primera mitad del siglo XVII.
Fue hijo bastardo del ilustre hidalgo -hábito de Alcántara- don Juan de Porres, que estuvo breve tiempo en la ciudad de Lima. Bien se aprecia que los españoles allá no hicieron muchos feos a la población autóctona y confiemos que el Buen Dios haga rebaja al juzgar algunos aspectos morales cuando llegue el día del juicio, aunque en este caso sólo sea por haber sacado del mal mucho bien. Tuvo don Juan dos hijos, Martín y Juana, con la mulata Ana Vázquez. Martín nació mulato y con cuerpo de atleta el 9 de diciembre de 1579 y lo bautizaron, en la parroquia de San Sebastián, en la misma pila que Rosa de Lima.
La madre lo educó como pudo, más bien con estrecheces, porque los importantes trabajos de su padre le impedían atenderlo como debía. De hecho, reconoció a sus hijos sólo tardíamente; los llevó a Guayaquil, dejando a su madre acomodada en Lima, con buena familia, y les puso maestro particular.
Martín regresó a Lima, cuando a su padre lo nombraron gobernador de Panamá. Comenzó a familiarizarse con el bien retribuido oficio de barbero, que en aquella época era bastante más que sacar dientes, extraer muelas o hacer sangrías; también comprendía el oficio disponer de yerbas para hacer emplastos y poder curar dolores y neuralgias; además, era preciso un determinado uso del bisturí para abrir hinchazones y tumores. Martín supo hacerse un experto por pasar como ayudante de un excelente médico español. De ello comenzó a vivir y su trabajo le permitió ayudar de modo eficaz a los pobres que no podían pagarle. Por su barbería pasarán igual labriegos que soldados, irán a buscar alivio tanto caballeros como corregidores.
Pero lo que hace ejemplar a su vida no es sólo la repercusión social de un trabajo humanitario bien hecho. Más es el ejercicio heroico y continuado de la caridad que dimana del amor a Jesucristo, a Santa María. Como su persona y nombre imponía respeto, tuvo que intervenir en arreglos de matrimonios irregulares, en dirimir contiendas, fallar en pleitos y reconciliar familias. Con clarísimo criterio aconsejó en más de una ocasión al Virrey y al arzobispo en cuestiones delicadas.
Alguna vez, quienes espiaban sus costumbres por considerarlas extrañas, lo pudieron ver en éxtasis, elevado sobre el suelo, durante sus largas oraciones nocturnas ante el santo Cristo, despreciando la natural necesidad del sueño. Llamaba profundamente la atención su devoción permanente por la Eucaristía, donde está el verdadero Cristo, sin perdonarse la asistencia diaria a la Misa al rayar el alba.
Por el ejercicio de su trabajo y por su sensibilidad hacia la religión tuvo contacto con los monjes del convento dominico del Rosario donde pidió la admisión como donado, ocupando la ínfima escala entre los frailes. Allí vivían en extrema pobreza hasta el punto de tener que vender cuadros de algún valor artístico para sobrevivir. Pero a él no le asusta la pobreza, la ama. A pesar de tener en su celda un armario bien dotado de yerbas, vendas y el instrumental de su trabajo, sólo dispone de tablas y jergón como cama.
Llenó de pobres el convento, la casa de su hermana y el hospital. Todos le buscan porque les cura aplicando los remedios conocidos por su trabajo profesional; en otras ocasiones, se corren las voces de que la oración logró lo improbable y hay enfermos que consiguieron recuperar la salud sólo con el toque de su mano y de un modo instantáneo.
Revolvió la tranquila y ordenada vida de los buenos frailes, porque en alguna ocasión resolvió la necesidad de un pobre enfermo entrándolo en su misma celda y, al corregirlo alguno de los conventuales por motivos de clausura, se le ocurrió exponer en voz alta su pensamiento anteponiendo a la disciplina los motivos dimanantes de la caridad, porque "la caridad tiene siempre las puertas abiertas, y los enfermos no tienen clausura".
Pero entendió que no era prudente dejar las cosas a la improvisación de momento. La vista de golfos y desatendidos le come el alma por ver la figura del Maestro en cada uno de ellos. ¡Hay que hacer algo! Con la ayuda del arzobispo y del Virrey funda un Asilo donde poder atenderles, curarles y enseñarles la doctrina cristiana, como hizo con los indios dedicados a cultivar la tierra en Limatombo. También los dineros de don Mateo Pastor y Francisca Vélez sirvieron para abrir las Escuelas de Huérfanos de Santa Cruz, donde los niños recibían atención y conocían a Jesucristo.
No se sabe cómo, pero varias veces estuvo curando en distintos sitios y a diversos enfermos al mismo tiempo, con una bilocación sobrenatural.
El contemplativo Porres recibía disciplinas hasta derramar sangre haciéndose azotar por el indio inca por sus muchos pecados. Como otro pobre de Asís, se mostró también amigo de perros cojos abandonados que curaba, de mulos dispuestos para el matadero y hasta lo vieron reñir a los ratones que se comían los lienzos de la sacristía. Se ve que no puso límite en la creación al ejercicio de la caridad y la transportó al orden cósmico.
Murió el día previsto para su muerte que había conocido con anticipación. Fue el 3 de noviembre de 1639 y causada por una simple fiebre; pidiendo perdón a los religiosos reunidos por sus malos ejemplos, se marchó. El Virrey, Conde de Chinchón, Feliciano de la Vega -arzobispo- y más personajes limeños se mezclaron con los incontables mulatos y con los indios pobres que recortaban tantos trozos de su hábito que hubo de cambiarse varias veces.
Lo canonizó en papa Juan XXIII en 1962.
Desde luego, está claro que la santidad no entiende de colores de piel; sólo hace falta querer sin límite.
¿Qué nos enseña su vida?
La vida de San Martín nos enseña:

  • A servir a los demás, a los necesitados. San Martín no se cansó de atender a los pobres y enfermos y lo hacía prontamente. Demos un buen servicio a los que nos rodean, en el momento que lo necesitan. Hagamos ese servicio por amor a Dios y viendo a Dios en las demás personas.
  • A ser humildes. San Martín fue una persona que vivió esta virtud. Siempre se preocupó por los demás antes que por él mismo. Veía las necesidades de los demás y no las propias. Se ponía en el último lugar.
    A llevar una vida de oración profunda. La oración debe ser el cimiento de nuestra vida. Para poder servir a los demás y ser humildes, necesitamos de la oración. Debemos tener una relación intima con Dios
  • A ser sencillos. San Martín vivió la virtud de la sencillez. Vivió la vida de cara a Dios, sin complicaciones. Vivamos la vida con espíritu sencillo.
  • A tratar con amabilidad a los que nos rodean. Los detalles y el trato amable y cariñoso es muy importante en nuestra vida. Los demás se lo merecen por ser hijos amados por Dios.
  • A alcanzar la santidad en nuestra vidas. Por alcanzar esta santidad, luchemos...
  • A llevar una vida de penitencia por amor a Dios. Ofrezcamos sacrificios a Dios.
    San Martín de Porres se distinguió por su humildad y espíritu de servicio, valores que en nuestra sociedad actual no se les considera importantes. Se les da mayor importancia a valores de tipo material que no alcanzan en el hombre la felicidad y paz de espíritu. La humildad y el espíritu de servicio producen en el hombre paz y felicidad.
    Oración
    Virgen María y San Martín de Porres, ayúdenme este día a ser más servicial con las personas que me rodean y así crecer en la verdadera santidad.
    Sigue navegando con San Martín de Porres en:
    corazones.org
    EWTN
  • Manuel Lozano Garrido (Lolo), Beato

    Laico

    Manuel Lozano Garrido (Lolo), Beato

    Laico

    Martirologio Romano: En Linares (España), Beaato Manuel Lozano Garrido, laico.( 1971)
    Fecha de beatificación: 12 de junio de 2010 durante el pontificado de S.S. Benedicto XVI.

    Nació en Linares (Jaén) el 9 de agosto de 1920. En el año 1931 inició sus estudios de Bachillerato e ingresó como socio Junior en el recién creado centro de Jóvenes de Acción Católica. Aquellos años fueron para Lolo algo así como una prolongada vigilia, en la que los tres pilares “piedad, estudio y acción” fueron las armas que le prepararon para la gran prueba. En el Centro de Juventud fe Acción Católica fue incluido en un grupo de futuros dirigentes.
    Era consciente del riesgo que suponían en los tiempos azarosos de la guerra civil sus actividades, en especial la distribución de la Eucaristía a los enfermos. El 13 de febrero de 1938 fue encarcelado durante tres meses. Ya antes de terminar la guerra aparecen los síntomas de una enfermedad reumática que le iría impidiendo progresivamente los movimientos.
    Tras acabar la guerra retoma sus estudios y su actividad apostólica. En 1939 fue nombrado vicesecretario general de su Centro de Juventud de Acción Católica.
    Comienza a colaborar en unas emisiones de radio. El avance lento pero progresivo de su enfermedad no le impidió ejercer una intensa actividad intelectual y literaria: dirigió la revista “cruzada, publicó varios libros (El primero “El sillón de ruedas” en 1961) y artículos.
    Era consciente de que su misión era dar testimonio de que sus dolores y sufrimientos podían ser soportables. Escribió sobre su amor a la Virgen, sobre la oración y la Eucaristía. Vivió con gozo la convocatoria del Concilio Vaticano II.
    El 3 de noviembre de 1971 entregó su alma a Dios.

    Silvia de Constantinopla, Santa

    Biografía,

    Etimológicamente significa “habitante de la selva, señora de los bosques”. Viene de la lengua latina.
    Cuando el creyente es bien educado en la familia, normalmente continúa bien a lo largo de su vida. En el seno familiar se aprende y se empieza a vivir el tesoro del amor.
    He aquí una señora en todo el mejor sentido de la palabra. Hay sobre ella una leyenda que le atribuye que fue la madre de los gemelos Rómulo y Remo.
    Pero la realidad es que murió en el año 420. Los martirologios orientales la recuerdan como la hermana de Rufino, gobernador de la ciudad.
    Tanta era su virtud que todo el mundo en Constantinopla la conocía por su santidad y su forma de ayudar a que los demás vivieran la edificación perfecta de sus personas en el misterio de Dios.
    Dicen que era la chica más inteligente del siglo y la más valiente en defender la ortodoxia contra las nacientes herejías.
    La otra Silvia fue la madre de san Gregorio Magno, doctor de la Iglesia y Papa en el siglo VI, cuyos datos los pueden ver
    AQUI

    Gwenfrewi o Winfred de Gales, Santa

    Virgen y Mártir,

    Gwenfrewi o Winfred de Gales, Santa

    Gwenfrewi o Winfred de Gales, Santa

    Jesús dice: “Orad por vuestros enemigos y orad por los que os persiguen para poder ser llamados hijos de vuestro Padre que está en el cielo”.
    El nombre de la patrona de Gales aparece también escrito en forma inglesa Winifred (Winifreda) o con otra forma Guineura.
    Fue una virgen del siglo VII. La vida de los santos y santas se debe, fundamentalmente, no tanto a los prodigios cuanto a su culto tributado desde la más antigua era cristiana.
    La vida de esta virgen galesa se escribió en el siglo XII.
    ¿Qué se sabe de ella?
    Vivió en Holywell. Como tenía un tío santo, el suyo pasó a un segundo lugar.
    Se cuenta que vivió – desde que era muy joven – asaltada por un hombre que intentaba seducirla del modo que fuera.
    Cansado e irritado por no conseguir su objetivo de violarla, cuando iba un día a la iglesia, la siguió.
    Esta la joven sumida en su intimidad con el Señor mediante la oración, se acercó y le dio muerte.
    Del lugar en el que cayó su cabeza, nació una fuente.
    Antes de morir, había sido monja entregada a Dios plenamente. Incluso, debido a sus cualidades y a su santidad, la eligieron abadesa de Holywell.
    En la Edad Media se propagó su culto por muchos sitios, debido, en parte, a la salida de los galeses de una parte para otra.
    Tanto Hoywell como Shrewsbury se han convertido en centros de peregrinación.
    Enrique V mandó que esta peregrinación se hiciera a pie. Eduardo VI hizo lo mismo.
    ¡Felicidades a quien lleve este nombre!

    Silvia, Santa

    Madre de San Gregorio Magno

    Silvia, Santa

    Madre de San Gregorio Magno

    Martirologio Romano: En Roma, conmemoración de santa Silvia, madre del papa san Gregorio I Magno, de la que el mismo Pontífice dejó escrito que había alcanzado la cima de la oración y de la penitencia, siendo óptimo ejemplo para los demás (s. VII).
    Etimológicamente: Silvia = Aquella que viene de la selva o el bosque, es de origen latino.

    Cómo todas las mujeres que estan esperando un hijo, Silvia estaba esperando el "gran evento", grande por el milagro de los hombres y grande por la gracia de Dios.
    ¿Qué es lo que sabemos acerca de Santa Silvia?. Que ella fue madre de
    Gregorio Magno, Papa y doctor de la Iglesia.
    ¿No somos nosotros una reflejo de nuestros padres y de su pensamiento?
    ¿Qué tan seguido he sentido el vibrar de un eco distante?, ¿o algunas llamadas de tiempos pasados?¿o sentido en la profundidad de mis huesos las pisadas de un ancestro Celta? ¿o el llanto de un jinete de Mongolia?, como si toda mi vida fuera hecha por fragmentos de vidas que vivieron miles de años atrás.
    Un hombre es lo que trae al mundo ¿Racine? el autor de Andromaque o Silvia, la madre de San Gregorio.
    ¡Que emoción el sentir germinar los trabajos misteriosos del universo!
    Ayer apenas era una niña, pero ahora ya es una líder en la etapa de la vida.
    Ayer, el amor joven y encantador, dulces simplezas, días sin cuidado, y de repente ”cruzando la línea” y entrando en otro mundo algo desconocido, como un pájaro en islas extrañas, como la sombra de una palmera en el desierto, todo un nuevo sentido de vida, un baile misterioso, un nuevo vino... una sensación en el vientre, un hijo en la carne.
    Sostener a un hijo como Dios sostiene a la humanidad.
    En su vientre y en su mente, Silvia siente responsabilidad por su hijo. No solo su misión es dar a luz a un hijo, sino componer toda la vida de aquel hombre: su cuerpo y alma, ¿si la madre da a luz al cuerpo, no podrá también influenciar el alma?
    Ella sueña con él mientras lo amamanta, le da forma con todos los deseos de su cuerpo y con las bellezas de su alma.
    Y así por nueve meses Silvia esperó y planeó con ilusión.
    El bebé tiene que ser un niño, no cabe duda a cerca de eso le decía a toda su familia, ese era el hijo que ella sentía. Ella ya lo ha visto: una visión, un positivo, visión creativa.
    ¿Acaso el será un senador, como su padre Gordián? , ¿un cónsul,o el emperador?.
    ¿Será el Papa? o ¿un santo?. No hay límite para la imaginación de una mamá.
    Todo esto pasó en Roma en el 540 d.C. Vigiluu fue Papa y Vetegis fue emperador pero ¿quien sabe algo de ellos?. Era un mundo todavía en transición. En un lado eran invasiones, en el otro eran herejías. El niño hizo sus estudios muy brillantemente.
    El recibió una fina educación latina que le sirvió para gobernar hombres y defender dogmas. Ella por fin lo vio usando la toga tricolor de un pretor romano.
    Pero, ¿qué importancia tiene la toga de un hombre comparada con la toga que usan los hombres de Dios?
    De pronto Gregorio renunció a todas sus responsabilidades y bienestar y se convirtió en un monje. Las seis villas que tenía en Sicilia las convirtió en seis monasterios.
    El tenía 35 años de edad,y Silvia sintió en su cuerpo que toda la estructura delicada de la historia estaba temblando.
    Hubo una plaga y el Papa murió. Silvia decidió que el siguiente Papa tendría que ser Gregorio.
    El se negó en vano, escapó de Roma en una canasta de mimbre, se escondió en los bosques y pantanos de Pontine. Al final del curso fue encontrado – o descubierto— y con gran regocijo traído a la iglesia, en sept. 3 del 590, se consagró para Papa. Gregorio era Papa y Silvia había sido su profeta.
    El estaba para hacer un pontificado heróico. Los Lombardos, que estaban devastando Italia, tenían que ser vigilados y el emperador en Constantinopla tenía que ser enfrentado.
    Gregorio escribió muchos trabajos (principalmente los morales), reformó la Iglesia, trajo a los Visigodos Arios de regreso a la verdadera fe, y evangelizó Alemania.
    El fue el que inventó la frase: Servidora de los servidores de Dios.
    Su victoria mas característica fue la de extinguir la herejía de Eutyche), el patriarca de Constantinopla, que afirmó que la resurrección del cuerpo sería en una forma delicada, en una carne etérea.
    Gregorio replicó de que resucitaremos en cuerpo y sangre, literalmente palpable como fue el cuerpo de Cristo para el apóstol Tomás.
    “Yo debo de ser vestido con mi carne de nuevo” dice el libro de Job, y en la Última Cena Jesús dijo: “Este es mi cuerpo.” Uno de los aspectos mas movedores de la fe Católica es la dominación del cuerpo, semi-incorruptible y eterno.
    Cuando Gregorio ya era Papa, Silvia ya había entrado al convento y su esposo ya se había convertido en sacerdote simultáneamente.
    Arriba de su casa en Colina de Coelian en Roma construyeron una capilla en su honor.
    Murió en el 592 d.C.

    Simón Ballachi, Beato

    Dominico

    Simón Ballachi, Beato

    Simón Ballachi, Beato

    Simón Ballachi entró a servir a Dios como hermano lego en el convento de los dominicos de Rímini, su ciudad natal, a los veintiséis años de edad.
    Como si la humildad de su estado no bastase, Simón se mortificaba aún más al ofrecerse para ejecutar los trabajos más bajos y al disciplinarse con una cadena de hierro.
    Ofrecía todos sus sufrimientos por la conversión de los pecadores.
    Se dice que el demonio se le aparecía y le hacía sufrir mucho.
    Simón estaba encargado del huerto. Tenía predilección por las almas infantiles y solía recorrer las calles con una cruz en la mano, para llamar a los niños al catecismo.
    A los cincuenta y siete años quedó ciego y así vivió doce más. En los últimos años tuvo que guardar cama. Soportó esas pruebas con valor y alegría.
    Dios le premió con el don de milagros, y el pueblo le veneró como santo en cuanto murió. Su culto fue confirmado en 1821.

    Huberto (Humberto) de Mastrique-Tongeren, Santo

    Obispo

    Huberto (Humberto) de Mastrique-Tongeren, Santo

    Huberto (Humberto) de Mastrique-Tongeren, Santo

    Nació probablemente en Tolosa del Languedoc, Francia , hacia el 656 o 658; murió el 30 de mayo de 727 o 728, en Tervuren, Bélgica. Es un santo católico, al que se invoca como protector contra la rabia y se le tiene por celestial patrono de los cazadores, matemáticos, ópticos y metalúrgicos. Su fiesta se celebra el día 3 de noviembre.
    Huberto fue el hijo mayor de Bertrán. Como los nobles merovingios de su tiempo, Huberto practicaba asiduamente la caza. Se trasladó a Metz, donde se casó (682) con Floribana, hija de Dagoberto, Conde de Lovaina. Fue una elección matrimonial conveniente por la importancia de las dos familias. Su hijo Floriberto, como Huberto, llegaría a ser obispo de Lieja.
    Huberto partió, luego de sentir el llamado del Señor, hacia Mastrique, donde Lamberto era obispo, y a partir de entonces actuó como su director espiritual. Huberto renunció a su rango y derechos de primogenitura en el Ducado de Aquitania en favor de su hermano Eudo, que fue nombrado tutor de Floriberto, el hijo de Huberto y Floribana. Distribuyó a los pobres su riqueza y estudió órdenes sagradas, para ser consagrado presbítero, asistiendo en la administración de la diócesis de Mastrique-Tongeren a San Lamberto. Siguiendo su consejo, partió en romería hasta Roma el año 708, durante su ausencia fue asesinado su obispo y mentor. La hagiografía de Huberto indica que este asesinato fue revelado al Papa con la indicación de designar a Huberto, sucesor de San Lamberto en la diócesis de Mastrique-Tongeren, como así sucedió.
    Como obispo, trasladó la sede de Mastrique a Lieja, enterró a su predecesor en una basílica construida para honrar su memoria en el lugar mismo del asesinato y sentó las bases para hacer de Lieja una gran ciudad. Ësta tiene hoy a San Lamberto como su santo patrón y a San Huberto es contado como su primer obispo. El obispo Huberto destacó por su sencillez y austeridad, por intensidad de sus oraciones y ayunos y su famosa elocuencia. Evangelizó el área de la Ardenas.
    Huberto muró en Tervuren, Brabante en 727 o 728 y fue enterrado en Lieja. Sus restos fueron luego exhumados el año 825 y trasladados a la abadía benedictina de Andain, situada en la población que actualmente se llama San Huberto. En los siguientes años hasta el Siglo XVI, en que desaparecieron los restos, su sepulcro fue muy visitado y centro de peregrinación.
    El nombre y la protección de San Huberto se tomó por algunas Órdenes Militares en el Sglo XV. Felipe IV de España, rey cazador, tenía a San Huberto como protector.
    En algunos sitios se lo festeja el 13 de Marzo

    Lorenzo Moreno Nicolás, Beato

    Sacerdote y Mártir

    Lorenzo Moreno Nicolás, Beato

    Sacerdote y Mártir

    Martirologio Romano: En diversos lugares de la diócesis de Lleida (Lérida), España, Beatos Mariano Alcalá Pérez y 18 compañeros de la Orden de la Bienaventurada Virgen de las Mercedes, asesinados por odio a la fe. ( 1936-37)
    Fecha de beatificación: 13 de octubre de 2013, durante el pontificado de S.S. Francisco.

    Nació en Lorca, Murcia, el 24 de mayo de 1899, de Hilario y Teresa. El 28 inmediato fue bautizado con los nombres de Lorenzo, Manuel, Ángel y Torcuato del Sagrado Corazón de Jesús.
    Era un niño angelical, de carácter suave, humildísimo. Y muy caritativo, no pudiendo sufrir que algún pobre se fuera de su casa sin algo. El dinero que le regalaban lo destinaba a la adquisición de imagencitas, convirtiendo su habitación en pequeña capilla; en la que, por las tardes, convocaba, a toque de campanilla, a sus familiares y las bordadoras del taller de una tía para rezar el rosario y algunas devociones; si alguna bordadora se abstenía, la corregía con gran celo. Organizaba procesiones domésticas. Se pasaba las horas muertas en las iglesias, sobre todo en su parroquia del Carmen. Decía y repetía que ansiaba ser religioso.
    A los doce años, igualmente bueno y angelical, por consejo del maestro, tuvo que dejar la escuela para ayudar a su madre viuda, primero de aprendiz en un comercio, luego en la estación del ferrocarril; de todos era querido, a pesar de que frecuentemente llegara tarde al trabajo, pues cuando entraba en una iglesia, no encontraba el momento de salir. Sobre todo en las Semanas santas, no podíamos arrancarlo de la iglesia, dirá su cuñada Carmen. El cielo le deparó la suerte de ingresar de sacristán en las Mercedarias de Lorca; tenía encantadas a las monjas, pero viendo su clara vocación, la hermana Pilar le preparó el ingreso en la Orden. Ya era un hombre maduro, tan delicado que no toleraba frivolidades y niñerías. Un hermano suyo le regaló cincuenta pesetas para que fuera a los toros, mas él se compró una imagen, se lo tomó a mal el donante y, cogiendo la imagen, hizo ademán de estrellarla; el bueno de Lorenzo cayó desmayado, y al recobrar el sentido se puso a gritar: ¡Mi virgen, mi virgen! Jamás había ocasionado el menor disgusto a su madre, se le acomodaba en todo y se conformaba con muy poco en su vestir y comer.
    El mismo día que recibió la admisión, el 15 de octubre de 1917, dejaba Lorca para viajar a Poyo, Pontevedra. Las amistades le proveyeron de ropas y viático; su madre, aunque resignada desde antiguo a su vocación, a última hora, llorando le pidió que no se fuera, mas él replicó: que Dios lo llamaba y no podía dejar de seguirle. En Poyo vistió el hábito el 31 de agosto de 1919 de manos del padre Enrique Saco y emitió los votos el 23 de septiembre de 1920. Cursó con notas muy dispares tres años de latín y dos de filosofía. Y en 1923 fue destinado a la viceprovincia de Valencia, recién restaurada.
    Su recuerdo en Poyo quedó inolvidable. Como bien lo reviviría el padre Gumersindo Placer, que lo vio llegar joven, guapo, vistiendo galanamente una rica capa española y cubierto con sombrero flexible. Se mostró único por la tenacidad ante las dificultades, por su mimo en cuidar y adornar la capilla del postulantado, por su contagioso fervor ma­riano, por su conversación viva, por su carácter excelente, severo consigo y bondadoso para los demás. Era poeta, un poeta fácil, íntimo, de expre­siones cordiales en que vaciaba sus más profundos sentimientos. Tenía a punto su inspiración para las fiestas, las onomásticas. Gustaba de describir las semanas santas murcianas y lorquinas. Gozaba con las lecturas espirituales, las historias de la Orden. Cuando partió para la vicaría de Valencia, hubo duelo y pesar en el estudiantado de Poyo, dejando una estela de cariño que no se borró con los años. Supo vivir días llenos, mientras los demás nos mirábamos en él. Sufría por el estado en que dejó a su madre y, con deseo de consolarla, le escribió una carta con sangre de sus venas expresándole lo feliz que era en la vida religiosa.
    En El Puig hizo la profesión solemne, sin saberse la fecha. En Orihuela fue ordenado presbítero el 18 de diciembre de 1926 por el obispo Francisco Javier Irastorza. Residió en el Colegio del Puig, encargado de los internos, muy querido por ellos pues jugaba con ellos y se comportaba sencilla y suavemente, sin perder nunca la calma. Pasó cinco años en el reformatorio de Menores de Godella, teniendo con los muchachos una gran empatía como buen pedagogo, amigo, sencillo, amado, respetado más por su bondad que por su autoridad. Se mantuvo siempre dócil, muy espiritual, mariano, humilde, casto, amable, paciente, bondadoso, sin maldad. Un místico en su compostura y recogimiento. Mas muy normal, pues en el convento era querido por todos, dirá su hermano José.
    La República sacó a los Mercedarios del reformatorio de Godella, sin valorar el trabajo de rehabilitación de los delincuentes menores. Y fue enviado a Mallorca, llegando el 2 de mayo de 1931. El 29 de ese mismo julio se hizo examen, control conventual, de derecho, dogma y moral. El 9 de agosto salió para Barcelona. Mas el 21 de febrero de 1934 tornó, proveniente de Barcelona, predicaría los sermones del jueves santo y de la Soledad y cantaría el Exultet, el 8 de julio iba para Lorca. El 6 de marzo de 1935 fue a pasar tres meses con su madre, en Lorca, el padre Lorenzo Moreno. El 20 de mayo de 1936 el obispo de Cartagena Miguel de Santos prorrogaba para seis meses el permiso de residencia en la diócesis. Ayudaba como vicario primero en la parroquia de San Patricio y capellán del hospital y de las Hermanas de la Caridad, distinguiéndose, decía su párroco por su puntualidad, celo y fervor. Pero su anhelo era regresar al claustro. Le gustaba predicar, y los treinta y ocho sermones conservados, nos dicen de su estilo excesivamente florido y fuertemente afectivo, más adecuados a fomentar la moción de los corazones, que a prestar razones a la mente.
    Carmelo Navarro nos recogió los recuerdos de aquellos días. Cómo se reunían cuatro amigos en una farmacia y se edificaban con la palabra del padre Lorenzo, sobre todo de su Orden, cuyo convento añoraba entrañablemente, y la Virgen de la Merced, a la que manifestaba un afecto tierno. Repugnaba hablar de política, y no quería decir si había votado, pues no quería que la gente dijese que los frailes interveníamos en política, que Dios sabía muy bien lo que convenía. Navarro agrega que enemigos personales no podía tener, pues era toda bondad y dulzura, sólo se le podía acusar de ser sacerdote.
    Estallando el 18 de julio, se ocultó entre la familia sin perder la serenidad y celebrando en privado la Eucaristía. Los rojos lo tenían localizado, pero por el momento no lo molestaban. Se atrevió a visitar a un mandamás, antiguo amigo, que no lo recibió bien, y le espetó: -lo que tienes que hacer es asociarte al partido y ponerte a trabajar aunque sea en las calles. -Trabajar no me importa –dijo el Fraile- pero asociarme jamás lo haré, porque está el comunismo prohibido por la Iglesia.
    Se apercibió que era cuestión de días, pero no se escondió aunque se lo propusiera la familia. Con gran resignación y paciencia, como los mártires, dirá su hermana Antonia. Su estado de ánimo era tal que hacía todo por Dios y vivía sólo para Dios, no se le notó jamás debilidad ni miedo de morir, se dejó llevar como un manso cordero sin ofrecer resistencia añadirá su sobrino Hilario. Sí lamentaba los trastornos que ocasionaba a la familia. Rezaba el breviario y, con los suyos, el rosario. El sacerdote Emilio García asegura que al principio de la revolución tenía gran valor, después viendo que no lo martirizaban se achicó, mas llegada la hora, recuperó un valor extraordinario; asegura que no había honor más grande que el de ser mártir. Una señora, rica y buena, por mediación de Jacinto Monteverde le ofreció su casa en el campo como escondite, lo consultó con la familia, y decidió no aceptar para no dar motivo de habladurías estando solo en casa con una señora. Aquella misma noche, del 3 al 4 de noviembre de 1936, se presentaron en la casa materna cuatro hombres, acababa de acostarse cuando oyó aporrear la puerta de la casa y abrirla violentamente. Los milicianos vienen por ti, hijo de mi corazón, dijo la madre. Presionado por los suyos tenía ya el pie en una ventana para huir, pero se contuvo y se entregó. Empezaron los interrogatorios: -Por qué no te has escondido, le dijeron. –Porque no creo haber cometido ningún delito y porque acordaron los del comité no meterse conmigo, replicó él. Al verlo marchar, su madre se desmayó, quiso volver él, pero no le dejaron. Lo llevaron a pie hasta el cuartel de los milicianos, donde le preguntaron por la custodia de San Mateo, dijo no saber nada y lo soltaron.
    Regresaba a su casa, al volver una esquina cayeron sobre él, lo detuvieron. El cabecilla Avelino Navarro le ordenó subir a un automóvil, como a manso cordero, lo llevaron Avelino, Jesús Chuecos (alias El Rondín), José Ayala (El Che) y Miguel Cánovas (El Tempranillo). Partieron hacia la carretera de Caravaca. Llegados al llamado Coto minero, le hicieron bajar, y, para hacerle blasfemar, con ferocidad, le cortaron las orejas, lo acuchillaron, le arrancaron trozos de carne, le machacaron el cerebro a culetazos, le hicieron sentar en el brocal del pozo y realizaron varias descargas de fusil y de pistola sobre él, y, aún vivo, lo arrojaron en el pozo de azufre, siguieron disparando y, cuando se fueron seguían oyéndose los lamentos del ejecutado. Su última palabra fue: ¡viva Cristo rey! Era la noche del 3 al 4 de noviembre. Antes de la masacre había bendecido y perdonado a sus carniceros, contará el chofer, que pondera su serenidad. Hilario anduvo investigando, sin conseguir información pero al día siguiente los rumores le llevaron al Coto minero, allí encontró huellas de asesinato, su boina, acribillada por los disparos, con parte de la masa encefálica y el breviario ensangrentado, que no pensó en recoger.
    En aquel mismo lugar fueron asesinados otros cinco hermanos de La Salle y el párroco de San Jaime. Luego de la Guerra se hizo todo lo posible para encontrar los restos de los cinco mártires, pero no se consiguió porque el pozo estaba inundado de agua y de gas.

    Este grupo de mártires está integrado por:


    1. MARIANO ALCALÁ PÉREZ, sacerdote mercedario profeso
    nacimiento: 11 Mayo 1867 en Andorra, Teruel (España)
    martirio: 15 Septiembre 1936 en Andorra, Teruel (España)
    2. TOMÁS CARBONELL MIQUEL, sacerdote mercedario profeso
    nacimiento: 20 Diciembre 1888 en Jijona, Alicante (España)
    martirio: 25 Julio 1936 en Lleida (España)
    3. FRANCISCO GARGALLO GASCÓN, sacerdote mercedario profeso
    nacimiento: 24 Febrero 1872 en Castellote, Teruel (España)
    martirio: 07 Agosto 1936 en Muniesa, Teruel (España)
    4. MANUEL SANCHO AGUILAR, sacerdote mercedario profeso
    nacimiento: 16 Enero 1874 en Castellote, Teruel (España)
    martirio: 07 Agosto 1936 en Muniesa, Teruel (España)
    5. MARIANO PINA TURÓN, sacerdote mercedario profeso
    nacimiento: 13 Atril 1867 en Híjar, Teruel (España)
    martirio: 08 Agosto 1936 en Muniesa, Teruel (España)
    6. PEDRO ESTEBAN HERNÁNDEZ, religioso mercedario profeso
    nacimiento: 27 Julo 1869 en Híjar, Teruel (España)
    martirio: 01 Septiembre 1936 en "Mas de los Sidricos", Híjar, Teruel (España)
    7. ANTONIO LAHOZ GAN, religioso mercedario profeso
    nacimiento: 22 Octubre 1858 en Híjar, Teruel (España)
    martirio: 01 Septiembre 1936 en "Mas de los Sidricos", Híjar, Teruel (España)
    8. JOSÉ TRALLERO LOU, religioso mercedario profeso
    nacimiento: 28 Diciembre 1903 en Oliete, Teruel (España)
    martirio: 05 Agosto 1936 en "Barranco del Agua", Estercurel, Teruel (España)
    9. JAIME CODINA CASELLAS, religioso mercedario profeso
    nacimiento: 03 Mayo 1901 en Aguilar de Segarra, Barcelona (España)
    martirio: 05 Agosto 1936 en "Barranco del Agua", Estercurel, Teruel (España)
    10. JOSEP REÑÉ PRENAFETA, sacerdote mercedario profeso
    nacimiento: 15 June 1903 en Lleida (España)
    martirio: 16 Agosto 1936 en Barcelona (España)
    11. ANTONIO GONZÁLEZ PENÍN, religioso mercedario profeso
    nacimiento: 01 Marzo 1864 en San Salvador de Rabal, Celanova, Orense (España)
    martirio: 10 Agosto 1936 en Barcelona (España)
    12. TOMÁS CAMPO MARÍN, sacerdote mercedario profeso
    nacimiento: 23 Enero 1879 en Mahamud, Burgos (España)
    martirio: 20 Agosto 1936 en Lleida (España)
    13. FRANCESC LLAGOSTERA BONET, sacerdote mercedario profeso
    nacimiento: 30 Agosto 1883 en Valls, Tarragona (España)
    martirio: 20 Agosto 1936 en Lleida (España)
    14. SERAPIO SANZ IRANZO, religioso mercedario profeso
    nacimiento: 01 Octubre 1879 en Muniesa, Teruel (España)
    martirio: 20 Agosto 1936 en Lleida (España)
    15. ENRIC MORANTE CHIC, sacerdote mercedario profeso
    nacimiento: 23 Septiembre 1896 en Lleida (España)
    martirio: 25 Julio 1936 en Lleida (España)
    16. JESÚS EDUARD MASSANET FLAQUER, sacerdote mercedario profeso
    nacimiento: 16 Enero1899 en Capdepera, Islas Baleares (España)
    martirio: 25 Julo 1936 en Lleida (España)
    17. AMANCIO MARÍN MÍNGUEZ, sacerdote mercedario profeso
    nacimiento: 26 Marzo 1908 en Celada del Camino, Burgos (España)
    martirio: 26 Julo 1936 en Binéfar, Huesca (España)
    18. LORENZO MORENO NICOLÁS, sacerdote mercedario profeso
    nacimiento: 24 Marzo 1899 en Lorca, Murcia (España)
    martirio: 03 Noviembre 1936 en Lorca, Murcia (España)
    19. FRANCESC MITJÁ i MITJÁ, religioso mercedario profeso
    nacimiento: 26 June 1864 en Arbucias, Girona (España)
    martirio: Enero 1937 en Ivorra, Lleida (España)

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    Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos

    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

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    ATENÇÃO:

    Como os meus prezados leitores (poucos, mas bons) devem ter reparado, a edição de hoje já tem mais algumas alterações que eu venho fazendo dia a dia, desde o passado mês de Setembro, e, agora novamente estou utilizando o Windows Writer.

    O meu computador continua a sofrer algumas interrupções (ou melhor, a Internet…) não está a trabalhar como eu desejaria, mas mesmo assim, vou conseguindo fazer esta tarefa. Espero que a todo o tempo isto se venha regularizando, a fim de poder entrar na NORMALIDADE.

    Prevenindo novas suspensões que possam vir a acontecer, vou continuar a agendar as publicações diárias desta 1ª rubrica SANTOS DE CADA DIA, e também da 2ª - O ANTIGO TESTAMENTO

    Quanto às restantes rubricas, com excepção dos SALMOS - que me parecem não serem lidos, - pois que quando são publicados, são-no no próprio dia e, portanto, não servirão de facto, de guia para alguém, pelo que estará suspensa a sua publicação até ver…

    BENDITO SEJA DEUS.

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