OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Nº 1803 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - II PARALIPÓMENOS - 16 - 4 de Novembro de 2013

O ANTIGO TESTAMENTO

4 de Novembro de 2013

Nº 1803 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013
250px-12_staemme_israels_cs_thumb1_t
Mapa da Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1803

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Caros Amigos:
Conforme poderão verificar, se o desejarem, poderão consultar a edição deste Blogue, de 12 de Novembro de 2012, na qual iniciei  - diariamente – a transcrição dos textos descritos na Bíblia Sagrada – por Capítulos (e livros).
Simplesmente resolvi, de repente, começar a editar todo o texto do
ANTIGO TESTAMENTO
que, como é sabido - é composto por uma série de vários livros:
Os primeiros considerados como LIVROS HISTÓRICOS, os quais vão desde o Pentateuco (atribuído a Moisés),que compreende o Génesis, o Êxodo, o Levítico, os Números e o Deuteronómio, e a seguir, Josué, Juízes, Rute, Livros dos Reis (2) que se completam com os 2 livros dos Paralipómenos ou Crónicas. Seguem-se depoisEsdras e Neemias, Tobias, Judite, Ester e o Livro dos Macabeus.
Seguem-se os LIVROS DIDÁCTICOS com os livros de Job, Livro dos Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria e Eclesiástico;
e por fim os LIVROS PROFÉTICOS: Isaías, Jeremias, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oseias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
São pois 42 o número total dos livros sobre o Antigo Testamento que irão ser transcritos – até que Deus mo permita, evidentemente… –.
Para já – neste momento já consegui transcrever os capítulos referentes aos livros
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉ,JUÍZES, RUTE, 1º e 2º de SAMUEL, 1º Reis e 2º Reis, 1º dos Paralipómenos ou Crónicas… (É obra…)
num total de 468 páginas, ficando a faltar apenas 773 capítulos…!!! mais ou menos) referentes aos restantes, que são apenas os:
(2º) CRÓNICAS (Paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
- Sejamos optimistas. Ainda agora é de manhã e alguns dos amigos que conheci há mais de 60 anos, já atingiram os 90 ou quase 100 (dois pelo menos) e ainda estão aí para as curvas. Ora, eu ainda só tenho 73 e se Deus quiser hei-de também chegar a uma idade razoável. 
!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que se poderá dizer: é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*).

Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus.

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

+++++++++++++++++++++++
Mãos à obra, continuemos:

ANTIGO TESTAMENTO

PARALIPÓMENOS ou CRÓNICAS
400px-1759_map_Holy_Land_and_12_Trib[2]
Mapa antigo de Israel
2º Livro dos
PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS

Rei Asa, filho de Abia, filho de Roboão

2º LIVRO DOS PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS


 
PECADO E MORTE DE ASA 


15


Mas no trigésimo sexto ano do reinado de Asa, Baasa, rei de Israel, fez guerra a Judá e fortificou Ramá, a fim de bloquear todas as comunicações com Asa, rei de Judá. Mas Asa mandou tirar a prata e o ouro dos tesouros do templo e do palácio real e enviou-os com uma delegação, a Ben-Hadad, rei da Síria, que tinha à sua corte em Damasco, para lhe dizer: «Aliemo-nos, como se aliaram o teu pai e o meu. Envio-te prata e ouro. Rompe a tua aliança com Baasa, rei de Israel, para que ele se afaste de mim». Ben-Hadad ouviu o rei Asa e enviou os seus generais contras as cidades de Israel. Eles derrotaram Aion, Dan, Abet-Main e todas as cidades de Neftali que serviam de intendência. Ao ter disto notícia, Baasa interrompeu os trabalhos da fortificação de Ramá.
Então, o rei Asa convocou todo o Judá e ordenou ao povo que trouxesse todas as pedras e madeiras de que Baasa se servira para fortificar Ramá; com elas construiu Gaaba e Masfa (1 Rs 15, 17-22).
Por este tempo o vidente Hanani apresentou-se a Asa, rei de Judá, e disse-lhe: «Porque ter apoiaste no rei da Síria e não no Senhor, o exército do rei da Síria escapou das tuas mãos. Não formavam os etíopes e os líbios um exército inumerável  com uma multidão de carros e cavaleiros? E, contudo, o Senhor entregou-os nas tuas mãos, porque te apoiaste n'Ele. os olhos do Senhor percorrem toda a terra para fortalecer aqueles cujo coração Lhe é totalmente fiel. Procedeste como um insensato, e, por isso, doravante terás guerras». Asa irritou-se contra o vidente, e, encolerizado por causa das suas palavras, mandou-o encerrar na prisão. E oprimiu também alguns dos seus súbditos. As acções e os feitos de Asa, desde os primeiros aos últimos, estão escritos no Livro dos Reis de Judá e de Israel. No trigésimo nono ano do seu reinado, Asa adoeceu dos pés e sofreu violentamente. Durante a sua doença, não procurou o Senhor, mas os médicos. Asa adormeceu com os seus pais e morreu no quadragésimo primeiro ano de reinado. Foi sepultado no túmulo que mandaram fazer na cidade de David. Estenderam-no no leito cheio de perfumes aromáticos, preparados segundo a arte de perfumista. E queimaram na sua casa grande quantidade de aromas. (1 Rs 15, 23 s; Jer 34, 5).

******************************

Textos do 2º Livro dos “PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS” do ANTIGO TESTAMENTO



+++++++++++++++++++++++++++++++++++
0000000000000000000000000000000000000000000000000000000

Este texto deverá ser publicado em
4 de NOVEMBRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA



map-1195aeac0b2f22222222222222222[2]
http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

000000000000000000000000000000

Nº 1803-3 - Encontro diário com Deus - 4 de Novembro de 2013

 
 
304366_465353430165307_1277105794_n
Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.

Nº 1803-3 -  4 de Novembro de 2013

Pensamento do Dia



Esta é a verdade:
A vida começa quando a gente compreende
que ela não dura muito.




Millôr Fernandes




____________________________________________________

_____

Tenha Deus dentro de si.
Sempre!
Você nem imagina quantas soluções e grandiosas ideias
vão emergir na sua mente quando estiver inclinado para Ele,
e Ele monitorizando as suas acções!




Inácio Dantas




______________________________________________________________________________




NOTA:




Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, pessoalmente, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:


http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vida de Santos)

http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1803 - (286- 13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA – 4 de Novembro de 2013 - 5º ANO

e-mail: antoniofonseca1940@hotmail.com

e-mail dos blogues:  antoniofonseca40@gmail.com

Nº 1803 - (286 - 13) – 1ª Página 4

4 de Novembro de 2013

009
Nº 1803 - (286-13) – 1ª Página
Imagem3189_thumb1_thumb_thumb_thumb_[1]IAmPosters_thumb122222222222222
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
E U   S O U

AQUELE   QUE   SOU
O
ALFA E
ÓMEGA
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»««««««««««««««««««««««««««««««

*********************

NOTA INICIAL:

Por motivos técnicos que não me foi possível detectar, verifiquei que os textos que vou aqui publicando diariamente, referente a SANTOS DE CADA DIA, O ANTIGO TESTAMENTO e ENCONTRO DIÁRIO COM  DEUSembora já os tenha agendado há 1 semana sensivelmente – não foram publicados nomeadamente os do dia 31 de Outubro, 1 e 2 de Novembro.

Desconheço o motivo, tanto mais que hoje, preparava-me para escrever os textos relativos ao próximo dia 6 de Novembro e não encontrei os anteriores, que simplesmente desapareceram.

Por isso, hoje (e já são 16 horas…) vou tentar publicar os que deveriam ser editados hoje mesmo, e agendar os de amanhã Domingo, dia 3, e proximamente, se Deus quiser, editarei os que estão em falta.

Dado o transtorno que me foi causado – e por absoluta falta de tempo – e também por motivos técnicos - “e com muita pena nminha “- sou forçado a transcrever os textos, através do site ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL,  pelo que peço a todos as minhas maiores desculpas. Obrigado pela atenção que me dispensarem e LOUVADO SEJA DEUS PARA SEMPRE. AMEN.

Assim, apenas darei aqui indicação dos nomes dos Santos mencionados no livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt  e também no site www.santiebeati.it, além das biografias em espanhol (sem tradução, portanto) do já referido site www.es.catholic.net/santoral, até me ser possível retomar com normalidade a execução deste meu blogue.

CARLOS BORROMEO, Santo 

Bispo (1538-1584)
VITAL e AGRÍCOLA, Santos
Mártires (304)

Carlos Borromeo, Santo

Arzobispo de Milán

Carlos Borromeo, Santo

Cardenal Arzobispo de Milán

Martirologio Romano: Memoria de san Carlos Borromeo, obispo, que nombrado cardenal por su tío materno, el papa Pío IV, y elegido obispo de Milán, fue en esta sede un verdadero pastor fiel, preocupado por las necesidades de la Iglesia de su tiempo, y para la formación del clero convocó sínodos y erigió seminarios, visitó muchas veces toda su diócesis con el fin de fomentar las costumbres cristianas y dio muchas normas para bien de los fieles. Pasó a la patria celeste en la fecha de ayer (1584)
Etimología: Carlos = Aquel que es dotado de noble inteligencia, es de origen germánico
La gigantesca estatua que sus conciudadanos le dedicaron en Arona, sobre el Lago Mayor en el norte de Italia, expresa muy bien la gran estatura humana y espiritual de este santo activo, bienhechor y comprometido en todos los campos del apostolado cristiano.
Había nacido en 1538. Sobrino del Papa Pío IV, fue creado cardenal diácono cuando sólo tenía 21 años. El mismo Papa lo nombró secretario de Estado, siendo el primero que desempeñó este cargo en el sentido moderno. Aún permaneciendo en Roma para dirigir los asuntos, tuvo el privilegio de poder administrar desde lejos la arquidiócesis de Milán.
Cuando murió su hermano mayor, renunció definitivamente al título de conde y a la sucesión, y prefirió ser ordenado sacerdote y obispo a los 24 años de edad. Dos años después, muerto el Papa Pío IV, Carlos Borromeo dejó definitivamente Roma y fue recibido triunfalmente en la sede episcopal de Milán, en donde permaneció hasta la muerte, cuando tenía sólo 46 años.
En una diócesis que reunía a los pueblos de Lombardía, Venecia, Suiza, Piamonte y Liguria, Carlos estaba presente en todas partes. Su escudo llevaba un lema de una sola palabra: “Humilitas”, humildad. No era una simple curiosidad heráldica, sino una elección precisa: él, noble y riquisimo, se privaba de todo y vivía en contacto con el pueblo para escuchar sus necesidades y confidencias. Fue llamado “padre de los pobres”, y lo fue en el pleno sentido de la palabra. Empleó todos sus bienes en la construcción de hospitales, hospicios y casas de formación para el clero.
Se comprometió en llevar adelante las reformas sugeridas por el concilio de Trento, del que fue uno de los principales actores. Animado por un sincero espíritu de reforma, impuso una rígida disciplina al clero y a los religiosos, sin preocuparse por las hostilidades que se iban formando en los que no querían renunciar a ciertos privilegios que brindaba la vida eclesiástica y religiosa. Fue blanco de un atentado mientras rezaba en la capilla, pero salió ileso, perdonando generosamente a su atacante.
Durante la larga y terrible epidemia que estalló en 1576, viajó a todos los rincones de su diócesis. Empleó todas las energías y su caridad no conoció límites. Pero su robusta naturaleza tuvo que ceder ante el peso de tanta fatiga. Murió el 3 de noviembre de 1584. Fue canonizado en 1610 por el Papa Pablo V.
Si quieres saber más consulta
corazones.org

Vidal y Agrícola, Santos

Protomártires boloñeses

Vidal y Agrícola, Santos

Protomártires Boloñeses

Martirologio Romano: En Bolonia, de la Emilia, santos Vidal y Agrícola, mártires, que, según nos refiere san Ambrosio, el primero de ellos fue antes siervo del segundo y luego compañero y colega en el martirio. Vidal padeció tantos tormentos que no le quedó parte de su cuerpo sin heridas y Agrícola, a su vez, sin asustarse por el suplicio de su antiguo criado, le imitó en el mismo martirio, siendo crucificado (304).
Etimología:
Vidal = aquel que está lleno de vida, viene del latín.
Agrícola = aquel que viene del campo, viene del latín.

Los Santos Mártires Vidal y Agrícola, en Bolonia. El primero siendo esclavo del segundo, llegó después a ser compañero suyo en el martirio: atormentáronle los perseguidores con tal crueldad, que en todo su cuerpo no se encontraba parte sana; lo cual sufrió con la mayor constancia, y puesto en oración entregó su alma a Dios.
A Agrícola le dieron muerte enclavado en una cruz con muchísimos clavos. San Ambrosio, que se halló presente a la traslación de estos Santos, refiere que recogió los clavos, la sangre vencedora y la cruz, y lo colocó todo debajo del sagrado altar. El citado San Ambrosio nos informa de que Agrícola era un caballero de Bolonia, y que Vidal, su esclavo, aprendió del él la religión cristiana, y recibió primero la corona, porque para Cristo no hay diferencias en la condición de siervo ni de señor. Ambos fueron presos probablemente el año 304. El castigo de Agrícola fue dilatado por una cruel compasión por ver si la vista de los tormentos del siervo le hacía mudar de resolución; pero lejos de ello quedó más animado con el ejemplo.
Entonces toda la compasión del pueblo y de los jueces se convirtió en furor, y el cuerpo del Mártir enclavado en una cruz fue tan herido y penetrado de innumerables clavos, que el número de sus heridas excedió en mucho al de sus miembros. Los Cuerpos de los Mártires fueron colocados en lugar de la sepultura de los judíos. Huyendo San Ambrosio de las manos del tirano Eugenio, entró en Bolonia el año 393, y allí descubrió estas reliquias. Juliana, devota viuda de Florencia, le convidó a dedicar una Iglesia que había fundado en aquella ciudad, y le pidió este tesoro: el que no tuvo arbitrio de negarle una parte de ellas, y cuyo valor ponderó mucho él mismo a las tres hijas de Juliana, mandándolas que le recibiesen con respeto, como presente de salvación.

 

Elena Enselmini, Beata

Virgen Clarissa

Elena Enselmini, Beata

Virgen Clarisa

Martirologio Romano: En Padua, en la región de Venecia, beata Elena Enselmini, virgen de la Orden de las Clarisas, que sufrió con admirable paciencia multitud de dolores y hasta la pérdida del habla (1242).
Etimología: Elena = Aquella que brilla como una antorcha, de la lengua griega

La suerte viene en nuestra ayuda con un documento de importancia excepcional, conservado en la Biblioteca Antoniana, el Códice 559, que describe las vidas de san Antonio, del beato Antonio Manzoni y de la beata Elena Enselmini. Las compuso entre los años 1433 y 1437 el notario Sicco Polentone, archivero municipal, filósofo, astrólogo, literario y escritor de numerosas obras, una de las personalidades más destacadas de la Padua humanista del siglo XV.
El código, copiado con elegante escritura en 1439 por el conventual fray Giacomo, "era considerado -dice el padre Ruggero Lotto- un "best seller" del siglo XV y, aunque no es obra de alto nivel, no deja de ser un interesante documento de sociología religiosa, del que emana la mansa luz de una simpática joven santa, a la que nos sentimos afectuosamente cercanos, incluso después de tanto rechinar de siglos".
En un latín elegante, Polentone inicia así: "Mi querido hijo Lázaro, hace mucho que me solicitas e incitas a escribir las memorias del beato Antonio Pellegrino y de la beata Elena, monja de la orden franciscana. Siempre me ha parecido justa y loable esta petición tuya. Pues, si bien el culto de ninguno de los dos ha sido aprobado por el sumo pontífice, uno y otra son conocidos, sin embargo, por sus milagros, y venerados como beatos por la opinión del pueblo. Además, son de buena raza paduana: Antonio era originario de los Manzoni. Elena, de los Enselmini, a cuya estirpe pertenece también su madre".
La jovencita Elena se hizo monja para servir al Señor en el monasterio que hospedaba, en dos moradas distintas, a las monjas y a los frailes de la Orden de san Francisco, en una zona llamada "la Celda vieja" (la actual Arcella), monasterio destruido en 1509, para realizar la "explanada".
Añade el historiador: "Ninguna más diligente que ella en la oración litúrgica, ninguna más obediente a la abadesa, ninguna más observante de la regla, ninguna más solícita en realizar las tareas domésticas. Su vida estaba tejida de penitencias y ayunos, colmada de santidad y austeridad. Tan áspera fue su existencia, que, agotada, con frecuencia caía enferma, víctima de la fiebre".
Más allá del intento hagiográfico y enaltecedor, Sicco, autor de indudable probidad, realizó cuidadosas investigaciones sobre ella, disponiendo de excelentes fuentes en el antiguo monasterio de la Arcella, antes de incendiarse el archivo.
De complexión grácil y enfermiza, padeció en los últimos quince meses de vida repetidas fiebres, y permaneció durante tres meses sin comer, ni beber, ni pronunciar palabra.
El historiador se detiene ampliamente en describir las visiones celestiales de las que gozó Elena, como indicio de su unión con el Señor, visiones que ella, de palabra, daba a conocer a las hermanas, y cuyos contenidos sabían también a admonición.
El 4 de octubre de 1231, arrebatada en éxtasis, vio a los santos Francisco y Antonio en actitud de cantar las alabanzas del Señor. En definitiva, "el cielo en la celda", hasta el 4 de noviembre, cuando expiró, a los 24 años. Polentone concluye así: "Desde el día de su tránsito hasta hoy, su cuerpo se conserva tan bien, que no puede verse sin admirarse, y eso por un privilegio divino que testifica la santidad de Elena". Y añade un halo de misterio: "A menudo, especialmente cuando cae algún desastre sobre la ciudad, ha ocurrido que el cuerpo de Elena se agitó con estrépito, casi como si quisiera prever el futuro".
Podemos decir que su cuerpo sufrió en la muerte un proceso natural de momificación y quedó intacto, y las manifestaciones de temblor son exageradas, pero revelan la espontaneidad de una devoción popular hacia esta ilustre clarisa.
Su cuerpo, por una circunstancia fortuita, fue colocado en una urna y conservado en la pequeña iglesia del monasterio, hasta el año 1509, en que fue trasladado a la iglesia de Santa María de los Armenios, luego llamada de la Beata Elena. Y, desde 1810, fue trasladado a la de Santa Sofía, donde permaneció hasta el 23 de mayo de 1958, en que fue devuelto a la iglesia de La Arcella.
El 29 de octubre de 1695, el papa Inocencio XII la inscribió en el Catálogo de los beatos, reconociendo su culto secular, y en 1956 se iniciaron los trámites para su canonización.
La caja de madera de la beata, en la capilla del beato Lucas
Cuando las clarisas de la Arcella se trasladaron en 1509 al monasterio de Santa Elena, y luego al de San Bernardino, se llevaron consigo el cuerpo de la beata. Pero, al ser suprimidos dichos monasterios en el año 1810, ofrecieron su tesoro a la Basílica [de San Antonio]. De modo que, el 20 de mayo, el cuerpo de Elena Enselmini fue llevado a la sacristía del templo antoniano, y allí guardado. Mientras tanto, los presidentes del Arca pidieron al obispo Dondi dell´Orologio que lo dejara en la iglesia, pero el 6 de junio siguiente, "muy airado por la donación de las monjas, y más aún por la sustracción nocturna, había mandado colocar los sellos, ordenando que fuera entregado a la iglesia de Santa Sofía, para ser venerado junto a la beata Beatriz de Este".
La caja que guardó los huesos de Elena hasta el 1810 fue primero colocada en la urna que había sido de san Antonio, debajo del altar del
beato Lucas Belludi, y luego, en 1985, en la urna empotrada en la pared.
Presencia de Elena en el arte y en las reliquias
La reliquia de un brazo fue donada a la iglesia de Santa Sofía, mientras que su cuerpo se conserva aún bajo el altar del templo de la Arcella.
Para encontrar un relicario de la beata Elena hay que trasladarse a la sacristía de la Basílica. Firmado por el artista Pinton, es de las primeras décadas del siglo pasado, de tipo arquitectónico, en plata labrada y repujada, cuyo nudo y receptáculo representa la fachada de la iglesia de la Arcella. En lo más alto de la pequeña cúpula preside una estatua de Elena.
Una bella imagen de ella la encontramos en la puerta de bronce norte de la Basílica, llamada "de los beatos Lucas y Elena". Antes era la entrada más utilizada. Fundida en 1904 por el paduano Giuseppe Michieli, la donó el doctor Giovanni Guolo, y una inscripción la recuerda como "virgen paduana".
Entrando en el claustro del Noviciado se puede admirar una bonita pintura de ella, dentro de una monófora, en el lado occidental. Es una reproducción del 1994, de una pintura que realizó el artista de Bérgamo Giuseppe Amadio Riva, en 1923. El actual fue realizado, curiosamente, no en base al bronce original, sino a una copia suya firmada por Giovanni Zabai en 1932. La beata sostiene un lirio y un libro, claro indicio de la pureza de vida llevada por ella, en la secuela de la Palabra del Señor.
En la iglesia de la Arcella hay más recuerdos de Elena. En primer lugar, en la estatua del pequeña hornacina derecha de la fachada, obra de Pedro Bertocco. Luego, en la capilla de los "Santos franciscanos", donde está representada en un lienzo de Pedro Pajetta (1905), y en otras pinturas.

Felix de Valois, Santo

Trinitario

Felix de Valois, Santo

Fundador

Martirologio Romano: En Cerfroid, en el territorio de Meaux, en Francia, san Félix de Valois, que, después de una larga vida de solitario, se le considera compañero de san Juan de Mata en la fundación de la Orden de la Santísima Trinidad, para la redención de los cautivos (1212).
Etimología: Felix = Aquel que es feliz. De la lengua latina.

Algunos escritos de la "Orden de la Santísima Trinidad", afirman que San Félix llevaba el apellido de Valois porque pertenecía a la familia real de Francia, pero en realidad el nombre proviene de la provincia de Valois donde habitó originalmente.
Según se dice, vivió como ermitaño en el bosque de Gandelu, en la diócesis de Soissons, en un pueblo llamado Cerfroid. Tenía el propósito de pasar su vida en la oscuridad pero Dios lo dispuso de otro modo.
En efecto, San Juan de Mata, discípulo de San Félix, le propuso que fundase una orden para el rescate de los cautivos. Aunque el santo tenía ya setenta años, se ofreció a hacer y sufrir cuanto Dios quisiera por un fin tan noble. Así, los dos santos partieron juntos a Roma en el invierno de 1197 para solicitar la aprobación de la Santa Sede.
San Félix propaga la orden en Italia y Francia. En París fundó el convento de San Maturino y cuando San Juan volvió a Roma, San Félix a pesar de su avanzada edad, administró la provinica francesa y la casa madre de la orden en Cerfroid. Ahí murió a los ochenta y seis años de edad en 1212.
Según la tradición de los trinitarios, los dos santos fueron canonizados por el Papa Urbano IV en 1262. Alejandro VII confirmó el culto de los dos fundadores en 1666.
El 4 de noviembre recordamos su ingreso al Reino, y el 20 del mismo mes se celebra su fiesta litúrgica.

Amancio, Santo

Obispo de Rodez

Amancio, Santo

Obispo

Martirologio Romano: En Rodez, de Aquitania, san Amancio, obispo, a quien se tiene por el primero de esta ciudad (s. V).
Etimología: Amancio = amante, amoroso. Viene de la lengua latina.

El joven Amancio fue un amante auténtico de esta verdad de san Agustín.
Venancio de Poitiers es quien nos ha proporcionado más noticias acerca de su vida. Nació en la ciudad de Rodez, Francia.
Cuando llegó a su juventud, pensó que lo mejor para su vida era dejarlo todo por amor a Jesús. Estamos en el siglo V.
Dadas sus buenas cualidades y sus virtudes, lo nombraron obispo de Narbona (año 401). Eran tiempos malos porque la ciudad estaba todavía, en gran parte, bajo el dominio de los paganos.
Una vez que hizo su trabajo apostólico en este lugar, se fue a Rodez para hacer obras de conversión al cristianismo.
Un día, uno de los jefes de la ciudad, le dijo que no dejaría de ser pagano mientras no viese un milagro con sus propios ojos.
Le propuso que el río Laterne se subiese por las murallas. El obispo aceptó la idea o apuesta.
Amancio invocó a Dios. El milagro se llevó a cabo. Y todos cuantos lo veían, comentaban que lo mejor era convertirse al Dios que anunciaba el bueno de Amancio.
En otra ocasión, comenta su biógrafo, supo ser tan generoso que perdonó la vida a un condenado a muerte.
Estaba lleno de Dios y, por tanto, le era fácil hacer todo aquello que tuviera una repercusión en la obra evangelizadora.
Pero, a pesar de cuanto hizo, la autoridad no lo quería. Mientras estaba rezando, el gobernador fue herido de muerte. A cada insulto que le hacían a Amancio, él respondía con amabilidad. Murió ya anciano en el año 445.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Francisca de Amboise, Beata

Religiosa Carmelita

Francisca de Amboise, Beata

Religiosa Carmelita

Martirologio Romano: En el convento de Nuestra Señora des Cöts, de Nantes, en Francia, beata Francisca de Amboise, que, siendo duquesa de Bretaña, fundó en Vannes el primer Carmelo femenino francés, donde se retiró como sierva de Cristo al quedar viuda (1475).
Nació en Thouars (Francia) el 28 de Septiembre de 1427, hija del vizconde Luis y de la baronesa María de Rieux.
A los cuatro años fue prometida esposa de Pedro, hijo del duque de Bretaña. Su futura suegra, Juana, hermana del rey Carlos VII de Francia, imprimió en su alma un espíritu profundamente cristiano.
El 1450, en lacatedralde Reims, era coronada como Duquesa de Bretaña juntamente con su esposo, Pedro. De común acuerdo con él, decidieron conservarse castos y ofrecer a la alta sociedad un modelo de hogar cristiano con la práctica asidua de excelsas virtudes Juntos se consagraron a la Virgen María en su santuario de Folgoët, donde dejaron fundada una misa para ser celebrada todos los sábados.
Francisca supo frenar los excesos de la moda femenina en la corte y se dedicó particularmente a obras de piedad y caridad.
Todos los miércoles sentaba a su mesa a 11 doncellas pobres, el día de Navidad escogía a un niño pobre, lo vestía con traje nuevo ylo hospedaba como representante del Niño Jesús, el jueves santo lavaba los pies a doce pobres y les ofrecía un traje nuevo.
Trabajó tanto en favor de la religión catolica que, según dice un historiador, "Dios se sirvió de esta joven para realizar una reforma general en la Bretaña y para hacer reflorecer, después de tantas desgracias y misenas, un siglo de Oro"
Muerto su esposo y conocedora a fondo de las miserias de la corte, resolvió hacerse monja de clausura. Mil dificultades le salieron al paso; Luis Xl, rey de Francia, puso en juego todos los medios para que desistiera, pero todo fue en vano, y el monarca acabó de desengañarse cuando ella en el acto de recibir la comunión, hizo en alta voz el voto de castidad.
Después de un providencial encuentro con el beato Juan Soreth (+1471), a la sazón Prior General de los carmelitas, se decidió a ingresar entre las monjas carmelitas de clausura que habían sido instituidas poco antes canónicamente por la Bula de Nicolás V "Cum nula", del 7 de Octubre de 1452.
El mismo Beato le impuso con toda solemnidad el hábito una vez resueltos todos sus compromisos ducales.
Junto con un grupo de carmelitas venidas de Bélgica, inició Francisca su vida religiosa en el convento de Bondón, fundado por ella misma.
Renunció a sus títulos y no quiso trato ni distinción especial, sino ser considerada como Humilde sierva de Cristo".
Desde entonces su gran empeño fue la de hacer efectiva su total entrega a Dios.
Nombrada priora por la comunidad, tuvo que dirigirse más tarde con el mismo título a un nuevo convento, fundado también por ella cerca de Nantes.
En el ejercicio de este cargo alimentaba el espíritu de sus religiosas con sabias "Exhortaciones", que fueron publicadas más tarde. Ella era ejemplar en todas las virtudes, descollando por su espíritu de oración y penítencia.
Insistió siempre en la práctica del silencio, la obediencia y la pobreza. Introdujo la comunión frecuente y una estricta clausura. Fueron sus últimas palabras:
"¡Adiós, hijas mías! Voy a probarlo que es amar a Dios sobre todas las cosas".
Bien puede ser llamada como la "Madre" de las carmelitas, ya que es la primera santa desde que el Carmelo femenino tuvo existencia canónica.
El 4.11.1485 expiró santamente.
Su culto fue reconocido por el papa Pío IX el 16 de julio de 1867.

Emerico de Hungría, Beato

Principe

Emerico de Hungría, Beato

Principe

Martirologio Romano: Junto a Alba Real (Székesfehérvár), en Panonia (hoy Hungría), san Emerico o Enrique, hijo de san Esteban, rey de los húngaros, sorprendido por una muerte imprevista (1031).
Etimología: Emerico = patria potente, es de origen germánico

En 1931, se celebró con gran solemnidad en Hungría el noveno centenario de la muerte del Beato Emerico.
Desgraciadamente, no tenemos muchos datos fidedignos sobre su vida. Fue el único hijo de San Esteban, rey de Hungría.
Nació en 1007, y San Gerardo de Sagredo se encargó de su educación. Cuando el emperador Conrado II proyectaba apoderarse de las rentas de la diócesis de Bamberga, le propuso al joven Emerico que participase en la expoliación, pero el rey San Esteban lo impidió.
Las "instrucciones" de San Esteban a su hijo no son auténticas. Es cierto que el monarca tenía la intención de compartir sus responsabilidades con con Emerico (aunque es falso que haya renunciado a la corona en favor de él), pero antes de que tuviese tiempo de hacerlo, Emerico murió en una cacería.
Cuando le llegó la noticia, San Esteban exclamó: "Dios le amaba, por eso me lo quitó tan pronto". El príncipe fue sepultado en la iglesia de Szckesfehervar y, en su sepulcro se obraron numerosos milagros.
El padre y el hijo fueron elevados al honor de los altares al mismo tiempo, en 1083. Comúnmente se atribuye a Emerico el título de santo pero el Martirologio Romano le llama "Beatus".

Otros Santos y Beatos
Noviembre 4 Completando el santoral de este día, Noviembre 4

Teresa Manganiello, Beata

Terciaria Franciscana

Teresa Manganiello, Beata

Terciaria Franciscana

Martirologio Romano: En Montefusco, Italia, beata Teresa Manganiello, laica, de la Tercera Orden de San Francisco ( 1876)
Fecha de beatificación: 22 de mayo de 2010 durante el pontificado de S.S. Benedicto XVI

Es "la analfabeta Sabia" de Montefusco en la provincia de Avelino (Italia); Teresa Manganiello nació cerca de Montefusco el 1 de enero de 1849, undécima de doce hijos de aquella familia presidida por sus padres campesinos. Hacia los siete años recibe la Primera Comunión en la iglesia de San Egidio, anexa al homónimo convento Capuchino.
Como muchos niños campesinos del sur de Italia de aquella época, no asistió a ninguna escuela y siempre creció a la sombra de la casa colonial edificada en los campo de aquella zona del país. Ya adolescente manifestó el deseo de consagrar su vida a Dios; cuando tuvo 18 años, llegó al convento de San Egidio el padre Ludovico Acernese quien, ante el despertar en la vida cristiana de aquella zona, instituyó en Montefusco la Tercera Orden Franciscana.
Teresa se sintió fuertemente atraída por el ideal franciscano y corrió enseguida a registrarse, convirtiéndose en la primera terciaria de Montefusco, eligió al padre Acernese como a su guía y confesor. El 15 de mayo de 1870 a los 21 años, vistió el hábito terciario y al año siguiente hizo la profesión de los votos tomando el nombre de hermana María Luisa.
El padre Ludovico Acernese supo reconocer en ella todas cualidades más profundas de su alma, por lo que la nombró primera concejera y luego, por la perfección de su ideal franciscano, maestra de las novicias.
La familia nunca apoyó su deseo de hacerse monja, principalmente para no privarse de la gran ayuda que era tener a Teresa viviendo en casa, ella llevó un estilo de vida monacal; fue llamada popularmente "monachella1 santa"; estaba siempre presente en la Misa diaria en la iglesia de San Egidio, además vivía intensamente la oración, que junto a ásperas mortificaciones corporales, las ofrecía por la reparación de los escándalos; a pesar de eso siempre y dondequiera tenía una encantadora sonrisa que atraía a todos.
Aunque era analfabeta, contestaba con sabiduría incluso a personas de vasta cultura; fue la artífice de la extensión, en Irpina y en Sannio, del Movimiento Terciario Franciscano, que conducía junto al padre Acernese, quien ante la insistencia de Teresa Manganiello de su ideal religioso y hablando de aquello con otras terciarias, planeó la fundación de una Comunidad por ellas.
Para tener una aprobación especial, la mandó en 1873 a una audiencia con el Papa Pío IX, para que le presente su intención; el beato pontífice la bendijo y la animó a ir adelante; y cuando ya era considerada como la primera superiora de la naciente Congregación de Monjas Terciarias Franciscanas, su salud empezó pero a declinar.
El 14 de febrero de 1874, mientras oraba en la iglesia tuvo la primer hemoptisis2 acompañada de una grave artritis; en aquella época fue una enfermedad maliciosa que atacó a personas de toda edad y condición social. Siguió adelante, entre los altos y bajos de la enfermedad, hasta que en el verano del 1876 el mal la postró; a los muchos sacerdotes y fieles que fueron a visitarla les regaló siempre su maravillosa sonrisa; totalmente entregada a las manos de Dios la Virgen a quienes oraba fervorosamente.
Murió el 4 de noviembre de 1876 con tan sólo 27años y fue enterrada en el cementerio de Montefusco; cinco años después de su muerte, el padre Ludovico Acernese, confiando en su espiritual protección, fundó en Pietradefusi la Congregación de las ´Monjas Franciscanas Immaculatinas´ de las que Teresa es "Piedra angular" y "Madre espiritual." En su patrimonio espiritual cada monja encuentra ricos ejemplos y enseñanzas, por una vida de total consagración al servicio de Dios y la Iglesia.
A 100 años de su muerte, en 1976, las Monjas Franciscanas Immaculatinas, iniciaron la causa por su beatificación, reconociendo en ella, el papel fundamental en la fundación de la Congregación. El proceso se cerró en el archidiócesis de Benevento el 29 de septiembre de 1991 y las actas fueron aprobados por el Santa Sede el 12 de diciembre1992.
Continúan siendo frecuentes las señales de gracias, curaciones y favores de orden moral y espiritual, conseguidos por su intercesión.
1Pequeña ave, de la misma familia de la collalba rubia.
2 La hemoptisis incluye la emisión de flema hemóptica o de sangre fresca procedente del aparato respiratorio.
Reproducido con autorización de
Santiebeati.it

responsable de la traducción: Xavier Villalta

San Pierio, presbítero
Conmemoración de san Pierio, presbítero de Alejandría, ilustrado en los temas filosóficos, pero más esclarecido aún por la integridad de su vida y su voluntaria pobreza. Mientras Teonas regía la Iglesia alejandrina, explicó con profundidad al pueblo las divinas Escrituras, y en Roma, después de la persecución, descansó en paz (s. IV).

San Perpetuo, obispo
En Maastrich, junto al Mossa, en Brabante, de Austrasia, san Perpetuo, obispo (c. 620).


Santa Modesta, abadesa
En Tréveris, de Austrasia, santa Modesta, abadesa, que, consagrada a Dios desde la infancia, fue la primera que presidió la comunidad de monjas del cenobio «ad Horreum» (Öhren) en la ciudad, y estuvo unida con santa Gertrudis de Nivelles en total familiaridad, basada en Dios (680).


SAN NICANDRO DE MIRA

San Nicandro,obispo, y Hermas, presbítero, mártires
En Mira, de Licia, santos mártires Nicandro, obispo, y Hermas, presbítero (c. s. IV).

 

76170 > Sant' Amanzio di Rodez Vescovo 4 novembre MR
24950 > San Carlo Borromeo Vescovo 4 novembre - Memoria MR
90419 > San Chiaro Martire 4 novembre
90370 > Beata Elena Enselmini Monaca 4 novembre MR
92148 > Sant' Emerico d’Ungheria Principe 4 novembre MR
78450 > San Felice di Valois 4 novembre MR
90055 > Beata Francesca D'Amboise Duchessa di Bretagna, carmelitana 4 novembre MR
91132 > Santa Modesta di Treviri Vergine 4 novembre MR
76160 > Santi Nicandro ed Ermeo (Ermete) Martiri 4 novembre MR
76180 > San Perpetuo di Maastricht Vescovo 4 novembre MR
91074 > San Pierio Prete 4 novembre MR
90650 > Beata Teresa Manganiello Terziaria francescana 4 novembre
76110 > Santi Vitale e Agricola Protomartiri bolognesi 4 novembre MR

===================================
  • =================================

    Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos

    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

    aos-ps-de-mARIA22222222222222

    +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

    ATENÇÃO:

    Como os meus prezados leitores (poucos, mas bons) devem ter reparado, a edição de hoje já tem mais algumas alterações que eu venho fazendo dia a dia, desde o passado mês de Setembro, e, agora novamente estou utilizando o Windows Writer.

    O meu computador continua a sofrer algumas interrupções (ou melhor, a Internet…) não está a trabalhar como eu desejaria, mas mesmo assim, vou conseguindo fazer esta tarefa. Espero que a todo o tempo isto se venha regularizando, a fim de poder entrar na NORMALIDADE.

    Prevenindo novas suspensões que possam vir a acontecer, vou continuar a agendar as publicações diárias desta 1ª rubrica SANTOS DE CADA DIA, e também da 2ª - O ANTIGO TESTAMENTO

    Quanto às restantes rubricas, com excepção dos SALMOS - que me parecem não serem lidos, - pois que quando são publicados, são-no no próprio dia e, portanto, não servirão de facto, de guia para alguém, pelo que estará suspensa a sua publicação até ver…

    BENDITO SEJA DEUS.

    000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000

    00000000000000000000000000000000000000000000000000000000

    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto

    Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]

    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

    ==================================

    http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt;

    http://bibliaonline.com.br/acf ; wikipedia.com