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Imagens e Frases de Natal Religioso

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Nº 1807-3 - Encontro diário com Deus - 8 de Novembro de 2013



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Do livro – Encontro diário com Deus  - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.

Nº 1807-3 -  8 de Novembro de 2013

Pensamento do Dia


A ORAÇÃO É O ACTO QUE COLOCA AS FORÇAS DO CÉU À DISPOSIÇÃO DOS SERES HUMANOS



Henri Lacordaire





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Resolvendo impasses


Viver e conviver é sempre um desafio. 
Ao longo da história de um casal há conflitos. 
Será sinal de sabedoria que marido e mulher se empenhem na solução dos impasses. 
Nos momentos de escuridão  em que não se vê as sendas a serem trilhadas, mais do que nunca será preciso acreditar na força do amor. 
Há essas manifestações de indiferença. 
Há posturas de orgulho e de soberba de um ou de outro. Há preocupações exageradas com o trabalho e na busca sempre de mais dinheiro. 
Há, quem sabe, um momento louco e impensado de infidelidade. 
Mas por detrás de tantas coisas há o amor, há duas vidas que se entrelaçam para unidas poderem rasgar e imaginar soluções. 
Os que se unem na base de um sólido e verdadeiro amor buscam soluções.




Frei Almir Ribeiro Guimarães, OFM






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NOTA:




Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, pessoalmente, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.



Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:



http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vida de Santos)

http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1807 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - II PARALIPÓMENOS - 20 - 8 de Novembro de 2013

O ANTIGO TESTAMENTO

8 de Novembro de 2013

Nº 1807 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013
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Mapa da Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1807

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Caros Amigos:
Conforme poderão verificar, se o desejarem, poderão consultar a edição deste Blogue, de 12 de Novembro de 2012, na qual iniciei  - diariamente – a transcrição dos textos descritos na Bíblia Sagrada – por Capítulos (e livros).
Simplesmente resolvi, de repente, começar a editar todo o texto do
ANTIGO TESTAMENTO
que, como é sabido - é composto por uma série de vários livros:
Os primeiros considerados como LIVROS HISTÓRICOS, os quais vão desde o Pentateuco (atribuído a Moisés),que compreende o Génesis, o Êxodo, o Levítico, os Números e o Deuteronómio, e a seguir, Josué, Juízes, Rute, Livros dos Reis (2) que se completam com os 2 livros dos Paralipómenos ou Crónicas. Seguem-se depois Esdras e Neemias, Tobias, Judite, Ester e o Livro dos Macabeus.
Seguem-se os LIVROS DIDÁCTICOS com os livros de Job, Livro dos Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria e Eclesiástico;
e por fim os LIVROS PROFÉTICOS: Isaías, Jeremias, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oseias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.

São pois 42 o número total dos livros sobre o Antigo Testamento que irão ser transcritos
 – até que Deus mo permita, evidentemente… –
Para já – neste momento já consegui transcrever os capítulos referentes aos livros
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉJUÍZES, RUTE, 1º e 2º de SAMUEL, 1º Reis e 2º Reis, 1º dos Paralipómenos ou Crónicas… (Uff... É obra…)
num total de 468 páginas, ficando a faltar apenas 773 capítulos…!!! mais ou menos) referentes aos restantes, que são apenas os:
(2º) CRÓNICAS (Paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

- Sejamos optimistas. Ainda agora é de manhã e alguns dos amigos que conheci há mais de 60 anos, já atingiram os 90 ou quase 100 (dois pelo menos) e ainda estão aí para as curvas. Ora, eu ainda só tenho 73 e se Deus quiser hei-de também chegar a uma idade razoável. 


!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
Sei , no entanto que se poderá dizer: 
é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., 
para os meus 73 anos (*).

Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus.

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO 

E ENSINAI TODOS OS POVOS.


É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Mãos à obra, continuemos:



ANTIGO TESTAMENTO


PARALIPÓMENOS ou CRÓNICAS
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Mapa antigo de Israel
2º Livro dos
PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS


O rei Josafat e o profeta Ezequias

2º LIVRO DOS PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS


VITÓRIA DE JOSAFAT SOBRE OS AMONITAS E MOABITAS 


20


Depois disto, coligaram-se contra Josafat os filhos de Moab e de Amon, e alguns maonitas, para lhe fazer guerra. Informaram Josafat, dizendo: «Uma enorme multidão vinda do outro lado do Mar Morto, avança contra ti. Estão acampados em Asasontamar, que é Engadi». Perturbado, Josafat dispôs-se a recorrer ao Senhor e promulgou um jejum para todo o Judá (Jz 20, 26; 1 Sam 7, 6). A população de Judá reuniu-se para invocar o Senhor, e toda a gente acorria das cidades de Judá para invocar o Senhor.
No átrio do templo do Senhor, Josafat ergueu-se, na presença da grande assembleia dos homens de Judá e de Jerusalém, e disse:«Senhor, Deus de nossos pais, não sois Vós o Deus do Céu e o soberano de todos os povos? Tendes na vossa mão a força e o poder e ninguém Vos pode resistir. Não fostes Vós, Senhor, nosso Deus, que expulsastes, diante do vosso povo de Israel, os habitantes deste país e o destes, para sempre, à descendência de Abraão, Vosso amigo?» «Nele habitaram a construíram um santuário para a glória do Vosso nome, dizendo: «Se nos sobrevier alguma desgraça, guerra, flagelo de vingança, peste ou fome, apresentar-nos emos diante de Vós neste templo, pois o Vosso nome é nele invocado, e clamaremos a Vós do fundo da nossa angústia , e Vós nos ouvireis e nos salvareis. Agora, pois, os filhos de Amon e de Moab e as gentes da montanha de Seir, por cujas terras não permitistes que passassem os israelitas ao saírem do Egipto, antes se desviaram sem as destruir (Dt 2, 4), eis como nos recompensam ao quererem expulsar-nos desta herança que nos destes».
«Ó nosso Deus! Não exercereis sobre eles a Vossa justiça? Pois nós não temos força contra esta multidão que avança sobre nós; não sabemos que fazer e os nossos olhos voltam-se para Vós». 
Toda a população de Judá estava de pé, diante do Senhor, com as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos. Então, no meio desta multidão, o espírito do Senhor apoderou-se de Jaziel, filho de Zacarias, filho de Banaías, filho de Jeiel, filho de Matanias, levita da linhagem de Asaf. E disse: «Prestai atenção, homens de Judá e de Jerusalém, e tu, ó rei Josafat! Isto vos diz o Senhor: «Não tremais, nem vos atemorizeis diante desta imensa multidão, pois a guerra não é vossa, mas de Deus. Amanhã marchareis contra eles. Vêde: Eles subirão pela encosta de Sis, e encontrá-los-eis no fim do vale, em frente do deserto de Jeruel. Não tereis de combater neste caso. Mas não arredeis pé, a fim de contemplardes a salvação que o Senhor vos concederá. Não temais, ó habitantes de Judá e Jerusalém, nem vos aterreis. Amanhã saireis ao seu encontro e o Senhor estará convosco».
Josafat prostrou-se com o rosto por terra e o povo de Judá e os habitantes de Jerusalém fizeram o mesmo, adorando o Senhor. Os levitas da linhagem, de Caat e de Coré levantaram-se para louvar, em alta voz, o Senhor, Deus de Israel.
No dia seguinte, pela manhã, puseram-se a caminho para o deserto de Técua. À medida que iam saindo, Josafat no meio deles, disse-lhes: «Escutai-me, homens de Judá e de Jerusalém. Ponde a vossa confiança no Senhor e tereis a paz. Crede nos seus profetas e tudo vos correrá bem». E depois de se ter aconselhado com o povo, designou ops cantores que, revestidos de ornamentos sagrados (1 Par 16, 29), haveriam de marchar à frente do exército, cantando: «Louvai o Senhor, pois a Sua misericórdia é eterna!» Logo que começaram a entoar este cântico de louvor, o Senhor semeou a discórdia entre os filhos de Amon, de Moab e os que tinham vindo da montanha de Seir atacar Judá, e mataram-se mutuamente. Os filhos de Amon e os filhos de Moab atiraram-se então sobre os povos das montanhas de Seir para os destruir e exterminar; e depois de os exterminarem. mataram-se uns aos outros.
Quando os homens de Judá chegaram à altura donde se vê o deserto, dirigiram o olhar à multidão, e não viram mais do que cadáveres estendidos na terra; não escapara ninguém. Então avançou Josafat com o seu exército para os despojar, encontrando riquezas, vestes e abundância de objectos preciosos; apanharam tantos que não os puderam levar todos. A pilhagem durou três dias, pois o despojo era enorme. No quarto dia , reuniram-se no vale de Baraca, nome que conserva ainda hoje. Os homens de Judá e de Jerusalém, tendo à frente deles Josafat, retomaram alegres o caminho da cidade, pois o Senhor livrara-os dos seus inimigos. Entraram em Jerusalém, no templo do Senhor, ao som das  cítaras, das harpas e das trombetas. O terror do Senhor apoderou-se de todos os reinos estrangeiros, ao saberem que o Senhor combatia os inimigos de Israel. Assim, o reino de Josafat gozou de tranquilidade e o Senhor deu-lhe a paz com todas as nações vizinhas.
Josafat reinou, pois, sobre Judá. Tinha trinta e cinco anos quando começou a reinar, e reinou vinte e cinco anos em Jerusalém. Sua mãe chamava-se Azuba, filha de Selai. Tomou, como norma, o proceder do seu pai Asa, sem dele se afastar. Fez o que é recto aos olhos do Senhor. Todavia, os lugares altos (Dt 12) não desapareceram e o povo ainda não tinha o coração firmemente inclinado para o Deus dos seus pais.
O resto das acções de Josafat, desde as primeiras às últimas, estão escritas nas Memórias de Jeú, filho de Hanani, as quais foram inseridas no livro dos Reis de Israel. Depois disto, Josafat, rei de Judá, fez aliança com Ocozias, rei de Israel, cujas obras eram impias. Aliou-se com ele para construir navios destinados a ir a Társis, construindo os navios em Asiongaber. Então, Eliazer, filho de Dodau, de Maresa, profetizou contra Josafat, dizendo: «Porque fizeste aliança com Ocozias o Senhor destruiu a tua empresa!» Com efeito, os navios despedaçaram-se e não puderam ir a Társis.

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Textos do 2º Livro dos “PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS” do ANTIGO TESTAMENTO



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Este texto deverá ser publicado em
7 de NOVEMBRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA



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Nº 1807 - (290 - 13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 8 de Novembro de 2013 - 6º ANO



e-mail dos blogues:  antoniofonseca40@gmail.com

6º ANO 

Nº 1807 - (290 - 13) – 1ª Página
8 de Novembro de 2013
009
Nº 1807 - (290-13) – 1ª Página
6º ANO DE PUBLICAÇÃO DESTE BLOGUE
Graças a Deus
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E U   S O U
AQUELE   QUE   SOU
O
ALFA
E
ÓMEGA
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Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt


CARPO, PAPILO e AGATÓNICA, Santos

Mártires (século III)


SEVERO, SEVERIANO, CARPÓFORO e VITORINO
Quatro Irmãos Santos Coroados

Mártires (entre 284 e 305)

Los Cuatro Santos Coronados

Foi na perseguição de Diocleciano, a mais cruel e inexorável de todas, que deram a sua vida pela fé cristã os irmãos Severo, Severiano, Carpóforo e Vitorino. Intimados a sacrificar aos ídolos, recusaram com firmeza, motivo por que foram açoitados cruelissimamente até exalarem nos tormentos o último suspiro. Lançados os seus cadáveres aos cães, foram por estes respeitados.
Vendo isto, os cristãos tomaram-nos, indo sepultá-los na Via Lavicana, não longe da cidade, junto do túmulo dos santos mártires Cláudio, Nicóstrato, Sinforiano, Castor e Simplício, que tinham sido já sacrificados pelo mesmo imperador, pois, sendo embora peritíssimos na escultura, de nenhum modo puderam ser levados a fazer as estátuas dos ídolos. Transportados depois para junto duma imagem do Sol para a adorarem, disseram que nunca prestariam honras divinas a uma obra das mãos do homem. Por isso foram presos, açoitados, maltratados e, por fim, lançados ao rio.
Existe na cidade de Roma uma igreja com o título de «dos quatro santos coroados», visto os seus nomes terem sido por muito tempo desconhecidos, sendo só mais tarde revelados por Deus. Nessa igreja foi dada sepultura honrosa não só aos quatro mas também aos últimos cinco, junto dos quais tinham sido sepultados aqueles. É neste dia  celebrada a sua festa pela igreja. 
Este templo foi título cardinalício do Cardeal-Rei Dom Henrique, de Portugal.



JOÃO DUNS ESCOTO, Beato

(1266-1308)

Juan Duns Escoto, Beato



Sacerdote, doctor sutil y mariano (1265‑1308). Juan Pablo II aprobó su culto el 20 de marzo de 1993.

Juan Escoto nació en Duns, en Escocia, hacia 1265, entró en la Orden de los Hermanos Menores hacia 1280 y fue ordenado sacerdote el 17 de abril de 1291. Completó los estudios entre 1291 y 1296 en París.

Luego enseñó en Cambridge, Oxford y París, como bachiller, comentaba las “Sentencias” de Pedro Lombardo.

Tuvo que abandonar la universidad, por no haber querido firmar una apelación al Concilio contra Bonifacio VIII, promovida por Felipe el Hermoso, rey de Francia.

Regresó allí el año siguiente para obtener el doctorado, con una carta de presentación del Ministro general de la Orden, Padre Gonzalo Hispánico, que había sido su maestro, en la cual lo recomendaba como plenamente docto “sea por la larga experiencia, sea por la fama que se había extendido por todas partes, de su vida laudable, de su ciencia excelente y del ingenio sutilísimo” del candidato.

A fines de 1307 Juan Duns Escoto estaba en Colonia, donde enseñó. Quizás no hay doctor medieval más sobresaliente que este franciscano escocés, que estudió en Oxford, enseñó en París, fue expulsado por Felipe el Hermoso porque no quiso firmar la apelación antipapal y murió en Colonia, a la edad en que los otros filósofos comienzan a producir, como si la llama del pensamiento le hubiese quemado la juventud.

El título de “Doctor Sutil” que le dieron, dice toda su sublimidad. Sus teorías sobre la Virgen y sobre la encarnación obtienen después de siglos la confirmación en el dogma de la Inmaculada Concepción y en el culto a la realeza de Cristo.

Elabora el misticismo pensante de San Buenaventura. Escoto es un metafísico y un teólogo.

Empleó su agudeza de ingenio en la sistematización de los grandes amores de San Francisco: Jesucristo y la Virgen Santísima. La posteridad también lo ha llamado “Doctor del Verbo Encarnado” y “Doctor Mariano”.

Tuvo numerosos discípulos y muy pronto llegó a ser y siguió siendo el jefe de la escuela franciscana, que se inició con el Beato Alejandro de Hales, se desarrolló con San Buenaventura, doctor Seráfico de la Iglesia, y llegó a su culminación en el Beato Juan Duns Escoto.

Su doctrina está en perfecta armonía con su espiritualidad.

Después de Jesús, la Virgen Santísima ocupó el primer puesto en su vida. Duns Escoto es el teólogo por excelencia de la Inmaculada Concepción.

El estudio de los privilegios de María ocupó un puesto importantísimo en su vida. En una disputa pública, permaneció silencioso hasta que unos 200 teólogos expusieron y probaron sus sentencias de que Dios no había querido libre de pecado original a la Madre de su Hijo.

Por último, después de todos, se levantó Juan Duns Escoto, tomó la palabra, y refutó uno por uno todos los argumentos aducidos contra el privilegio mariano; y demostró con la Sagrada Escritura, con los escritos de los Santos Padres y con agudísima dialéctica, que un tal privilegio era conforme con la fe y que por lo mismo se debía atribuir a la gran Madre de Dios. Fue el triunfo más clamoroso en la célebre Sorbona, sintetizado en el célebre axioma: “Potuit, decuit, ergo fecit (Podía, convenía, luego lo hizo)”.

En Colonia, donde enseñaba, murió el 8 de noviembre de 1308.



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76800 > Sant' Adeodato I (o Deusdedit) Papa 8 novembre  MR 

76770 > San Chiaro di Tours 8 novembre  MR 

76460 > Beato Giovanni Duns Scoto 8 novembre  MR 

94778 > Beati Giovanni Jover e Pietro Escribà Martiri mercedari 8 novembre 

76780 > Santi Giuseppe Nguyen Dinh Nghi, Paolo Nguyen Ngan e compagni Martiri 8 novembre MR

76750 > San Goffredo di Amiens Vescovo 8 novembre  MR 

90170 > Beato Isaia Boner da Cracovia 8 novembre (?)  

90824 > Beata Maria Crocifissa Satellico Clarissa 8 novembre  MR 

90427 > Santi Quattro Coronati Martiri 8 novembre  MR 

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76825 > Tutti i Santi della Chiesa di Bologna 8 novembre  

93286 > San Villeado di Brema Vescovo 8 novembre  MR 



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Isabel de la Trinidad, Beata
Carmelita
 
Isabel de la Trinidad, Beata

Isabel de la Trinidad, Beata

Martirologio Romano: En Dijon, en Francia, beata Isabel de la Santísima Trinidad Catez, virgen, de la Orden de las Carmelitas Descalzas, que desde niña anheló buscar en lo profundo de su corazón el conocimiento y la contemplación de la Trinidad, y afligida por muchos sufrimientos, todavía joven continuó caminando, como siempre había soñado, «hacia el amor, hacia la luz y hacia la vida». ( 1906)

Etimológicamente: Isabel = "juramento de Dios". Viene de la lengua hebrea.

Una mañana del 18 de Julio de 1880 nace en un campo militar de Avor, cerca de Bourges (Francia). Su familia está inquieta porque los médicos han dicho que el bebé no podrá salvar su vida. María Rolland, su mamá, espera su primera hija. Todos rezan y se ofrecen misas por la nueva criatura. En contra de todos los pronósticos la niña llega a este mundo “muy hermosa y vivaracha”. Cuatro días después, el 22 de julio, es bautizada con el nombre de Isabel Josefina.

La señora Catez se ha dado cuenta del talento musical de su hija. La inscribe en el Conservatorio a los siete años. Isabel pasa muchas horas en el piano. No va a la escuela porque las instituciones del estado son demasiado laicas, en cambio recibirá la formación más elemental en casa.

El 19 de abril de 1891 es la Primera Comunión. Sus cartas nos revelan la experiencia de ser amada y darse. “Este gran día nos hemos dado por completo el uno al otro” (C 178). Gozo, alegría, saciedad, plenitud, belleza, música interior…son las realidades que siente en su corazón.

También los santos tienen vacaciones. Estamos en el verano de 1894, las Catez marchan a Carlipa, allí visitan a sus tías. Isabel siempre recodará el espectáculo cósmico de los Pirineos:”¿Te acuerdas de nuestros paseos por la sierra durante la noche, a la luz de la luna, mientras escuchábamos las alegres campanadas? ¡Oh, tía, qué bello estaba el valle a la luz de las estrellas, esa inmensidad, ese infinito, todo me hablaba de Dios” (C 139).

Así era Isabel humana y divina, centrada en el interior y viviendo las alegrías de la vida. Con frecuencia participaba en veladas y bailes que organizaban las familias militares. En estos lugares la joven Isabel quiere ser como el sol que irradia su luz.

El 2 de agosto de 1901 entra en el Carmelo. Una vida dedicada por entero a la oración. Una comunidad de hermanas que viven el ideal de santa Teresa. Una sencillez en el uso de las cosas y en el trato con las personas. Un ideal apostólico que amplía sus horizontes al mundo entero. El Epistolario refleja de una forma maravillosa sus primeras impresiones. “No encuentro palabras para expresar mi dicha”, “aquí ya no hay nada, sólo Él…Se le encuentra en todas partes, lo mismo en la colada que en la oración” (C 91).

El 11 de enero de 1903, domingo y fiesta de la Epifanía, ante la comunidad carmelitana de Dijon, Isabel pronuncia sus votos religiosos. Se siente invadida por Dios, por su abundante gracia, un derroche.

Sus experiencias religiosas son alimentadas por sus lecturas. El Nuevo Testamento tiene un lugar privilegiado en su mundo espiritual, muy especialmente las cartas de san Pablo, a quien llamará “padre de su alma”. Las páginas de san Juan de la Cruz han ejercido una influencia considerable en el camino de la unión con Dios.

El año 1904 es muy significativo. El 21 de noviembre Isabel lo pasa ante el Santísimo. Por la noche redacta una oración, que es expresión de su entrega al Dios Trinidad, Padre, Hijo y Espíritu Santo. Dice así:

“¡Oh, Dios mío, Trinidad a quien adoro! Ayudadme a olvidarme enteramente para establecerme en Vos, inmóvil y tranquila, como si mi alma estuviera ya en la eternidad. Que nada pueda turbar mi paz, ni hacerme salir de vos, ¡mi Inmutable!, sino que cada minuto me haga penetrar más en profundidad de vuestro misterio. Pacificad mi alma, haced de ella vuestro cielo, vuestra morada amada y el lugar de vuestro reposo. Que no os deje allí jamás solo, sino que esté allí toda entera, completamente despierta en mi fe, en adoración total, completamente entregada a vuestra acción creadora”.

Ella ha descubierto su vocación en la Iglesia: ser para Dios “una alabanza de gloria” (Ef 1,6). Hasta tal punto que esta mística francesa lo toma como un nombre simbólico, laudem gloriae, “alabanza de gloria”.

Los días 7 y 8 de noviembre está en silencio. Las últimas palabras que le oyeron sus hermanas de comunidad fueron: “Voy a la Luz, al Amor, a la Vida”. En el amanecer del 9 de noviembre de 1906, deja de respirar, la ciudad de Dijon está tranquila. Las que estaban allí presentes se dan cuenta que Isabel ha emprendido el viaje a la Trinidad que tanto amó en la tierra y como un profeta nos llama a cada uno a disfrutar de su Presencia en lo cotidiano de la vida.

Fue beatificada el 25 de noviembre de 1984
.
ORACIÓN
Oh Dios, rico en misericordia,
que descubriste a la Beata
Isabel de la Trinidad
el misterio de tu presencia secreta
en el alma del justo
e hiciste de ella
una adoradora en espíritu y verdad,
concédenos, por su intercesión,
que también nosotros,
permaneciendo en el amor de Cristo,
merezcamos ser transformados
en templos del Espíritu Santo de amor,
para alabanza de tu gloria.


Por Cristo nuestro Señor.
Amén.


Si tiene información relevante para la canonización de la Beata Isabel, escriba a:
Carmel de Dijon
Flavignerot
21160 Marsannay-la-Côte, FRANCIA.


¡Felicidades a las que llevan este nombre!

Godofredo de Amiens, Santo
Obispo
 
Godofredo de Amiens, Santo

Godofredo de Amiens, Santo

Etimológicamente significa “paz de Dios”. Viene de la lengua alemana.

En junio de 2002 se habla mucho de la Convención Europea como una forma de llegar a su propia identidad, teniendo en cuenta las raíces de su pasado...Hay que tener confianza en los valores de la solidaridad, la subsidiaridad y la transparencia...La libertad religiosa debe ser reconocida a nivel de la Comunidad Europea.

Vino al mundo en el año 1066 en Soissons y murió aquí mismo en 1115.

De joven vio que su vocación se inclinaba por ser monje. A los 30 vivía muy feliz como un sencillo religioso en la abadía de Mont-Martin.

En pocos años supo darle prosperidad a la abadía y a todos los alrededores.

Cuando el arzobispo se enteró de quién era este monje, le ofreció que se hiciera cargo de la abadía de san Remigio, la más importante de su diócesis.

Godofredo le contestó diciéndole que no quería. De hacerlo, sería como un hombre que deja a su mujer para irse con otra más guapa.

No obstante, se pensó el tema de la obediencia y, al final, aceptó no ser abad sino obispo de Amiens.

Proveniente de una vida monacal, forjada en la austeridad, empezó por reformar al clero que estaba sumido en la simonía y no administraba los sacramentos. Una gran degradación moral y religiosa.

Y no solamente quiso reformar al clero, sino que también se puso duro con los señores que acampaban por sus fueros.

Estos últimos se unieron para hacerle la vida imposible. Se encontró de pronto sin amigos.

Por eso, una noche salió huyendo a la Cartuja para esconderse y vivir en paz.

Lo encontraron y le obligaron a volver a la diócesis. Pero estaba ya extenuado de fuerzas y murió poco después en la abadía de San Crispín de Soissons.

Adeodato, Santo
LXVIII Papa
 
Adeodato, Santo

Adeodato, Santo

El Papa Adeodato I, o Deusdedit, fue pontífice en un momento en que se empezaba a sentir cada vez más claro y fuerte el sentimiento de intolerancia y de independencia hacia el poder bizantino.

Hubo levantamientos en Rávena, en Nápoles y en la misma Roma. Los territorios gobernados por los Lombardos. por lo contrario, gozaban de cierta tranquilidad.

Pocas son las noticias históricas: hijo del subdiácono romano Esteban, fue durante cuarenta años sacerdote en Roma antes de suceder en la cátedra pontificia al Papa Bonifacio IV el 19 de octubre del 615.

Murió en noviembre del 618, amado y llorado por los romanos, que pudieron apreciar el buen corazón durante las grandes calamidades que atormentaron a Roma durante los tres años de su pontificado: el terremoto, que dio el golpe de gracia a los marmóreos edificios del Foro, ya desbastados por las continuas invasiones de los bárbaros, y una terrible epidemia llamada elefancía.

Fue el primer Papa que estableció con testamento donaciones para distribuir al pueblo con ocasión de los funerales del sumo pontífice. En Roma el Papa no sólo era el obispo y el pastor espiritual, sino también el guía civil, el juez, el supremo magistrado, el que garantizaba el orden. A la muerte de todo pontífice los romanos se sentían sin protección, expuestos a las invasiones de los bárbaros nórdicos o a las venganzas del imperio de Oriente. La teoría medieval de los "dos soles", el Papa y el emperador, que deberían gobernar unidos al mundo cristiano, no era aceptada en Constantinopla.

El Papa Adeodato se demostró un hábil mediador y paciente interlocutor con el otro "sol" que en realidad de verdad fue muy poco solícito con Italia, excepción hecha de la vez que envió al exarca Eleuterio a dominar la revolución de Ravena y de Nápoles. Fue la única ocasión en que el Papa Adeodato, ocupado en aliviar la suerte de los habitantes de Roma por las calamidades ya referidas, tuvo un contacto, aunque indirecto, con el emperador.

Tuvo fama de ser un taumaturgo: curaba las formas más graves de peste con sólo apoyar sus labios sobre las llagas inmundas de los enfermos. Baronio pone en el Martirologio Romano un episodio que confirma la fama de santidad que rodeaba al venerable pontífice "dado por Dios" (como dice la etimología del nombre) como guía de los cristianos en una época tan atormentada: durante una de sus visitas a los enfermos, los más abandonados, esto es lo más atacados por la terrible enfermedad de la lepra, habría curado a uno de estos infelices después de haberlo abrazado y besado cariñosamente.

El Liber pontificalis, recordando dos hechos de su pontificado, afirma que Adeodato amó mucho a su clero, al que defendió respecto del clero monástico o regular, privilegiado desde cuando Gregorio Magno les había confiado a los monjes importantes cargos en el apostolado misionero y en la misma organización eclesial. El segundo hecho se refiere a la facultad de celebrar una segunda misa el mismo día (binación).

De él se conoce el sello de plomo con el que solía marcar los documentos oficiales: el Buen Pastor entre las ovejas y los símbolos cristológicos de alfa y omega. Fue el primero que lo usó. Su forma es redonda, grande como una moneda y en latín se llama bulla, de la que deriva bula. Dejó un regalo de plata a cada clérigo presente en sus funerales.

María Crucificada (Isabel María) Satellico, Beata
Virgen Clarisa
 
María Crucificada (Isabel María) Satellico, Beata

María Crucificada (Isabel María) Satellico, Beata

(1706‑ 1745), Virgen de la Segunda Orden. Beatificada por Juan Pablo II el de 10 de octubre de 1993.

Isabel María nació en Venecia, hija de Pedro Satellico y Lucía Mander, el 31 de diciembre de 1706, se educó al lado de sus padres y un tío sacerdote. De salud débil pero especialmente dotada para la música y el canto, y gran disposición para la oración.

Recibida entre las Clarisas de Ostra Vetere como educanda prestó servicio como directora del canto y organista. A los 19 años de edad fue recibida al noviciado y tomó el nombre de María Crucificada, por su devoción a la Santísima Virgen y a la Pasión de Cristo.

A la sublime contemplación unía gran austeridad y penitencia, con las cuales se hacía más plenamente partícipe de la Pasión del Señor. Su ideal fue la perfecta conformación a Cristo Crucificado, unida a la caridad para con el prójimo, y una filial devoción a la Santísima Virgen. Elegida abadesa, se distinguió por su solicitud para con las hermanas y con los pobres.

Murió el 8 de noviembre de 1745.

Isaías Boner, Beato
Sacerdote Agustino
 
Isaías Boner, Beato

Isaías Boner, Beato

El 8 de noviembre de 1471 moría en Cracovia (Polonia). Había sido profesor de teología en la universidad, maestro de vida religiosa y espiritual, amigo y confidente de los santos y beatos del denominado felix saeculum Cracoviae, como Juan Kancio († 1474) o el canónigo regular Estanislao Kazimiercyk, el Casimiritano († 1489), de todos conocido por su celo apostólico, vida austera, piedad mariana, y su saber unir la quietud de la oración con el ansia agustina de la búsqueda.

Se ignora el año preciso de su nacimiento, pero se sabe que en 1415 vistió el hábito agustino en el convento de Sta. Catalina de Cracovia. Eran los momentos oscuros del cisma de Occidente y del triunfo de las doctrinas heréticas de Hus, que no tardarían en encender el fuego de la guerra socio-religiosa en la cercana Boemia.

En 1419 fue enviado a estudiar a Padua, y allí permaneció casi cuatro años, obteniendo el lectorado en teología y recibiendo la ordenación sacerdotal. De vuelta a Polonia fue encargado de dirigir a los jóvenes estudiantes profesos, asistiéndolos espiritualmente como maestro y como profesor de Sagrada Escritura en el estudio del convento. Nombrado visitador provincial, recorrió la provincia de Baviera. En 1443 consiguió el grado académico de magister en la Universidad Jaguelónica de su ciudad natal. En 1452 lo encontramos de nuevo en Ratisbona como delegado del P. General para presidir la celebración del capítulo de la Provincia.

Fuera de estos cargos de responsabilidad dentro de la Orden, prueba de la estima de que aun fuera de su patria gozaba entre los suyos el magister Poloniae, su principal actividad fue la enseñanza de las ciencias sagradas en la universidad de Cracovia, donde fue apreciado y querido por sus contemporáneos.

A su muerte fue sepultado en el claustro del convento. En torno a sus restos creció el culto popular, y comenzaron a serle atribuidos milagros y gracias. Y aunque el título de beato del que disfruta entre los suyos – en 1617 fue incluido entre los santos protectores de Polonia -, aún no ha sido ratificado por Roma, su tumba en la cripta de la iglesia de Sta. Catalina sigue siendo meta de un incesante peregrinar de devotos, muchos de ellos estudiantes universitarios.

Fueron varias las ocasiones en que se intentó iniciar la instrucción de la causa, pero lamentablemente en ninguna de ellas se consiguió llevarla a término.

Por fin, el 20 de diciembre de 1994, de común acuerdo con el cardenal de Cracovia Francisco Macharski, la postulación general de la Orden solicitó oficialmente la apertura del proceso sobre la fama de santidad del denominado “beato”, virtudes heroicas y culto ininterrumpido.

Ultimados los trámites de ley, el 21 de diciembre de 1996 se clausuró la información cognoscitiva diocesana, el 1 de febrero de 1997 se obtenía de la Congregación de los Santos el nihil obstat para proceder, y el 5 de diciembre del mismo año el correspondiente decreto de validez del proceso llevado a cabo en Cracovia. 

Manuel Sanz Dominguez, Beato
Sacerdote y Mártir
 
Manuel Sanz Dominguez, Beato

Manuel Sanz Dominguez, Beato

Sacerdote y Mártir

Martirologio Romano: En Paracuellos de Jarama, Madrid, España, Beato Manuel de la Sagrada Familia (en el siglo Manuel Sanz Dominguez), monje y reformador de la Orden de San Jerónimo, asesinado por odio a la fe. ( 1936)

Fecha de beatificación: 13 de octubre de 2013, durante el pontificado de S.S. Francisco.

Nació en Sotodosos (Guadalajara, España) el 31 de diciembre de 1887. En su juventud trabajó como ferroviario, pasando después al Banco Rural, donde alcanzó el puesto de Director.

Las Jerónimas subsistían a duras penas y se recuperaban con el tiempo, pero la restauración tenía que llegar. Desde que los monjes tuvieron que abandonar sus monasterios, generación tras generación de monjas jerónimas no cesaban de elevar al cielo sus súplicas con el deseo de que los monasterios de varones volvieran a ser poblados por austeros y santos monjes. Sin embargo, empiezan a impacientarse porque ven que se aproxima lo que pudiera ser el año fatídico en los anales de la Orden (1935), ella desaparecería al cumplirse los cien años necesarios para la prescripción canónica.

En el locutorio del monasterio de la Concepción Jerónima de Madrid algunas monjas manifiestan su preocupación a don Manuel Sanz Domínguez, fervoroso caballero y amigo de la comunidad, con quien tienen mucha confianza. La conversación de esas benditas monjas deja huella en el interior de don Manuel -más tarde fray Manuel de la Sagrada Familia- quien, a los pocos días, movido por el Espíritu de Dios, vuelve al locutorio santamente decidido a consagrarse por entero a la restauración de la que, desde ese momento, fue para él su querida Orden Jerónima. Acude a Roma en donde obtiene la bula oportuna y el aliento del Santo Padre, S.S. Pío XI, que le dice: No sólo aplaudo y bendigo la idea, sino que es mi deseo verla pronto realizada.

El 11 de agosto de 1925 un grupo de jóvenes se establece en el antiguo y ruinoso monasterio de Santa María del Parral (Segovia), y en él se va implantando la observancia jerónima. Pero la República de 1931, la guerra civil de 1936-1939 y dificultades internas obstaculizan la marcha. Fray Manuel, quien había sido ordenado sacerdote el 22 de diciembre de 1928, es detenido en Madrid y sus familiares recogen sus últimas palabras: No sufran por mí, pues si vivo veré restaurada la Orden de San Jerónimo, objeto de mis anhelos, y si muero seré mártir de Cristo, que es mucho más de lo que yo pudiera haber soñado. Y, efectivamente, murió asesinado en Paracuellos del Jarama (Madrid), en la noche del 7 al 8 de noviembre de 1936.

Su sangre derramada por Cristo trajo para la recién restaurada Orden de San Jerónimo las bendiciones del Cielo.

S.S. Benedicto XVI firmó el 20 de diciembre de 2012 el decreto con el cual se reconoce el martirio del Siervo de Dios Fray de la Sagrada Familia.
Fuentes de la información: www3.planalfa.es/msmparral/
divinavocacion.blogspot.com


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Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos


“REZEM O TERÇO 

TODOS OS DIAS”

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ATENÇÃO:

Como os meus prezados leitores (poucos, mas bons) devem ter reparado, as últimas edições  já têm mais algumas alterações que eu venho fazendo dia a dia, desde o passado mês de Setembro, e, agora novamente estou utilizando o Blogger.
O meu computador continua a sofrer algumas interrupções (ou melhor, a Internet…) não está a trabalhar como eu desejaria, mas mesmo assim, vou conseguindo fazer esta tarefa. Espero que a todo o tempo isto se venha regularizando, a fim de poder entrar na NORMALIDADE.
Prevenindo novas suspensões que possam vir a acontecer, vou continuar a agendar as publicações diárias desta 1ª rubrica SANTOS DE CADA DIA, e também da 2ª - O ANTIGO TESTAMENTO, e da 3ª ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS.
Quanto às restantes rubricas, com excepção dos SALMOS - que me parecem não serem lidos, - pois que quando são publicados, são-no no próprio dia e, portanto, não servirão de facto, de guia para alguém, pelo que estará suspensa a sua publicação até ver…

BENDITO SEJA DEUS.

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