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domingo, 10 de novembro de 2013

Nº 1809-4 - A RELIGIÃO DE JESUS - CICLO C - XXXII DOMINGO Tº. COMUM - 10 de Novembro de 2013


A RELIGIÃO DE JESUS  -  CICLO C 

Nº 1809-4

10 de Novembro de 2013


Do livro A RELIGIÃO DE JESUS – CICLO C – 2012/2013 editado por José Mª Castillo através da EDITORIAL DESCLÉE DE BROUWER. S.A., 2012 – Henao, 6 – 48009 Bilbao (Espanha) continuo a publicação dos textos do Evangelho do Dia e respectivos comentários, referentes a cada Domingo, ou dia de Festa da Igreja Católicafazendo a sua tradução para português, por minha própria iniciativa – o que venho fazendo desde há 3 anos a esta parte.
Como não estou fazendo fotocópia nem digitalizo os referidos textos, e inclusivamente menciono os links da Editora acima referida, que são respectivamente www.edesclee.com  e  info@edesclee.com, estou certo de que não estou a infringir, quaisquer direitos autorais que protejam este livro, e, além disso a sua publicação neste blogue não beneficia de quaisquer proventos materiais – diga-se, numerário – sendo portanto absolutamente gratuito.

10 de Novembro de 2013

XXXII DOMINGO DO TEMPO COMUM

Lc 20, 27-38


A ressurreição dos mortos - Aproximaram-se alguns saduceus, que negam a ressurreição, e interrogaram-n'O
«Mestre, disseram; Moisés, prescreveu-nos que, se morrer um homem deixando a mulher, mas não tendo filhos, seu irmão casará com a viúva para dar descendência ao irmão. Ora havia sete irmãos, e o primeiro tomou esposa e morreu sem filhos. O segundo, depois o terceiro, e os restantes casaram e morreram sem deixar filhos. Finalmente, morreu também a mulher. Na ressurreição, a qual deles pertencerá ela, pois os sete a tiveram por esposa?» 
Jesus respondeu-lhes: «Os filhos deste mundo casam e são dados em casamento, mas aqueles que forem julgados dignos de participar do outro mundo, e da ressurreição dos mortos, nem se casam, nem são dados em casamento, porque já não podem morrer
são semelhantes aos anjos e, sendo filhos da ressurreição são filhos de Deus. 
E que os mortos ressuscitam até Moisés o deu a entender no episódio da sarça, quando chama ao Senhor, Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob. 
Ora, Deus não é Deus de mortos mas de vivos, pois, para Ele, todos estão vivos».



1. Para entender este estranho relato, concretamente o caso extravagante que apresentam os saduceus a Jesus, há que ter presente que:
1) A teologia do partido saduceu não admitia a ressurreição dos mortos, um tema em que se diferenciavam radicalmente dos fariseus, que acreditavam na ressurreição depois da morte;
2) no antigo Oriente estava muito espalhada a lei do Levirato (do latim levir, "cunhado") que pretendia perpetuar o nome e assegurar a manutenção da propriedade familiar. esta lei havia sido aceite pelos judeus (Dt 25, 5-10; Gn 38, 8).


2. O que menos interessa, neste relato, é o caso estranho que os saduceus apresentam a Jesus. Tampouco interessa, na resposta de Jesus, o tema da sexualidade, enquanto que aqui o Evangelho estaria ensinando que o sexo é assunto desta vida e da outra, depois da morte. Não esqueçamos que, na lei do Levirato, o que estava em jogo mão era a sexualidade, mas sim a descendência e a posse da herança, coisa que, no caso em que haja outra vida, é um assunto que já não interessa.


3. O que Jesus quer deixar claro é que em qualquer caso, o Deus de Jesus, o Deus que se nos revela em Jesus, é o Deus da vida. Ou seja, é um Deus ncecssariamente vinculado à vida, não à morte. Daí que, se Deus segue sendo Deus para os que se vão deste mundo, seu destino não é a morte, mas sim a vida. Não sabemos como será essa vida. O que sabemos é que, com  a morte, não se acaba a vida, a vida segue por diante. E segue, sem as limitações próprias desta vida, entre elas, as inevitáveis limitações que preenchem o amor conjugal e familiar. 

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Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas dos Santos)
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Blogue de Blogger

Nº 1809-3 - ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS - 10 de Novembro de 2013



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Do livro – Encontro diário com Deus  - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.

Nº 1809-3 -  10 de Novembro de 2013

Pensamento do Dia


Continuo sendo apenas uma coisa: 
um palhaço. 
E isso me coloca em plano muito superior ao de qualquer político.



Charles Chaplin (Charlot)





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Quero, Senhor, 
que minha inteligência e minha capacidade estejam sempre ao teu serviço, 
a fim de construir um mundo melhor, 
mais humano e mais fraterno. 
Quero que meu coração seja uma casa que abriga e uma estrada que une os corações.  
Quero ser uma ponte que une e jamais um abismo que separa. 
Quero ser um instrumento do teu amor para unir corações que vivem separados pelo egoismo e pelo ódio.  Quero deixar-me iluminar e invadir por tua luz, 
para que eu possa sempre encontrar o caminho que me leva a ti. 




Frei Anselmo Fracasso, OFM






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NOTA:




Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, pessoalmente, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.



Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:



http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vida de Santos)

http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1809 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - II PARALIPÓMENOS - 22 - 10 de Novembro de 2013

O ANTIGO TESTAMENTO

10 de Novembro de 2013

Nº 1809 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013
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Mapa da Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1809

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Caros Amigos:
Conforme poderão verificar, se o desejarem, poderão consultar a edição deste Blogue, de 12 de Novembro de 2012, na qual iniciei  - diariamente – a transcrição dos textos descritos na Bíblia Sagrada – por Capítulos (e livros).
Simplesmente resolvi, de repente, começar a editar todo o texto do
ANTIGO TESTAMENTO
que, como é sabido - é composto por uma série de vários livros:
Os primeiros considerados como LIVROS HISTÓRICOS, os quais vão desde o Pentateuco (atribuído a Moisés),que compreende o Génesis, o Êxodo, o Levítico, os Números e o Deuteronómio, e a seguir, Josué, Juízes, Rute, Livros dos Reis (2) que se completam com os 2 livros dos Paralipómenos ou Crónicas. Seguem-se depois Esdras e Neemias, Tobias, Judite, Ester e o Livro dos Macabeus.
Seguem-se os LIVROS DIDÁCTICOS com os livros de Job, Livro dos Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria e Eclesiástico;
e por fim os LIVROS PROFÉTICOS: Isaías, Jeremias, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oseias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.

São pois 42 o número total dos livros sobre o Antigo Testamento que irão ser transcritos
 – até que Deus mo permita, evidentemente… –
Para já – neste momento já consegui transcrever os capítulos referentes aos livros
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉJUÍZES, RUTE, 1º e 2º de SAMUEL, 1º Reis e 2º Reis, 1º dos Paralipómenos ou Crónicas… (Uff... É obra…)
num total de 468 páginas, ficando a faltar apenas 773 capítulos…!!! mais ou menos) referentes aos restantes, que são apenas os:
(2º) CRÓNICAS (Paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

- Sejamos optimistas. Ainda agora é de manhã e alguns dos amigos que conheci há mais de 60 anos, já atingiram os 90 ou quase 100 (dois pelo menos) e ainda estão aí para as curvas. Ora, eu ainda só tenho 73 e se Deus quiser hei-de também chegar a uma idade razoável. 


!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
Sei , no entanto que se poderá dizer: 
é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., 
para os meus 73 anos (*).

Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus.

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO 

E ENSINAI TODOS OS POVOS.


É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Mãos à obra, continuemos:



ANTIGO TESTAMENTO


PARALIPÓMENOS ou CRÓNICAS
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Mapa antigo de Israel
2º Livro dos
PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS


Ocozias, filho de Jorão e rei de Judá


Atália mãe de Ocozias, que foi rainha de Judá 
as a morte do filho


2º LIVRO DOS PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS


REINADO DE OCOZIAS


22


Os habitantes de Jerusalém proclamaram rei a Ocozias, filho mais novo de Jorão, pois os árabes tinha invadido o acampamento e assassinaram os mais velhos. Assim Ocozias, filho de Jorão, tornou-se rei de Judá. Tinha quarenta e dois anos quando começou a reinar e reinou um ano em Jerusalém. A sua mãe chamava-se Atália, filha de Amri (2 Rs 8, 24-26). Trilhou também, os caminhos da família de Acab, pois era induzido ao mal por sua mãe, que era má conselheira. Fez o mal aos olhos do Senhor, como a casa de Acab, que, depois da morte de seu pai, lhe serviu de conselheiro para a sua perdição (2 Rs 8, 27). 
Seguindo os seus conselhos, dirigiu-se a Ramot de Galaad com Jorão, filho de Acab, rei de Israel, para fazer guerra a Hazael, rei da Síria, mas os sírios feriram Jorão. Jorão regressou a Jezrael para cuidar das feridas recebidas em Ramá, na batalha contra Hazael, rei da Síria.
Ocozias, filho de Jorão, rei de Judá, desceu a Jezrael para visitar Jorão, filho de Acab, que estava doente (2 Rs 8, 28 s). Ora, a perda de Ocozias, por disposição divina, foi ter vindo visitar Jorão. Com efeito, à sua chegada, saiu com Jorão ao encontro de Jeú, filho de Namsi, ungido pelo Senhor para exterminar a casa de Acab; e, enquanto Jeú destruía a casa de Acab, encontrou-se com os  chefes de Judá e os sobrinhos de Ocozias, que estavam ao serviço do seu tio, e matou-os. Procurou Ocozias que foi encontrado na Samaria, onde se escondera. Levaram-no a Jeú, que o mandou matar. Deram-lhe sepultura, porque os homens diziam: «É filho de Josafat, que seguiu o Senhor com  todo o seu coração». Não ficou ninguém da família de Ocozias, que estivesse em idade de reinar (2 Rs 9, 21-27).

Atália, rainha de Judá - Quando Atália, mãe de Ocozias, viu o seu filho morto, levantou-se e exterminou toda a estirpe real da casa de Judá (2 Rs 11, 1). Josabet, porém, filha do rei, raptou Joás, filho de Ocozias, entre os jovens príncipes que estavam a ser massacrados, e escondeu-o com sua ama no dormitório. Josabet, filha de Jorão, irmã de Ocozias e mulher do sacerdote Jojada, escondeu-o assim  do furor de Atália, evitando que perecesse. Seis anos esteve escondido com eles no templo, enquanto Atália reinava sobre o país ( 2 Rs 11, 2).



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Textos do 2º Livro dos “PARALIPÓMENOS ou das CRÓNICAS” do ANTIGO TESTAMENTO



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Este texto deverá ser publicado em
7 de NOVEMBRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA



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Nº 1809 - (292 - 13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 10 de Novembro de 2013 - 6º ano


e-mail dos blogues:  antoniofonseca40@gmail.com

6º ANO 

Nº 1809 - (292 - 13) – 1ª Página
10 de Novembro de 2013
009
Nº 1809 - (292-13) – 1ª Página
6º ANO DE PUBLICAÇÃO DESTE BLOGUE
Graças a Deus
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E U   S O U
AQUELE   QUE   SOU
O
ALFA
E
ÓMEGA
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Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt


LEÃO I - (MAGNO), Santo

Papa e Doutor da Igreja (461)



ANDRÉ AVELINO, Santo

Sacerdote (1521-1608)



NATALENA ou LENA, Santa

Mártir



http://santiebeati.it

77090 > Beato Acisclo (Joaquin) Pina Piazuelo Religioso e martire 10 novembre MR 

90559 > Sant' Adelelmo (o Adelino) di Seez Vescovo 10 novembre  

35250 > Sant' Andrea Avellino Sacerdote 10 novembre  MR 

91332 > San Baudolino di Alessandria Eremita 10 novembre  MR 

95737 > Beata Biagia della Croce (Juana Pérez de Labeaga García) Vergine e martire 10 novembre 

91003 > San Costantino (Costanzo) Cachai Martire 10 novembre  

90409 > San Demetriano di Antiochia Vescovo 10 novembre  MR 

94148 > Sant' Elaeth Re inglese 10 novembre  

95736 > Beata Emanuela del Sacro Cuore di Gesù (Manuela Arriola Uranga) Vergine e martire 10 novembre 

90430 > San Giusto di Canterbury Vescovo 10 novembre  MR 

95498 > Beati Johannes Prassek, Hermann Lange e Eduard Muller Martiri di Lubecca 10 novembre  

25000 > San Leone I, detto Magno Papa e dottore della Chiesa 10 novembre Memoria  MR 

95738 > Beata Lucilla di Gesù (Lucía González García) Vergine e martire 10 novembre 

95735 > Beate Martiri Spagnole Suore Ancelle Adoratrici del Ss. Sacramento e della Carità 10 novembre 

77080 > San Narsete e Giuseppe Martiri in Persia 10 novembre MR 

77100 > Santa Ninfa Martire 10 novembre  

76850 > Sant' Oreste di Tiana in Cappadocia Martire 10 novembre  MR 

94714 > Sant' Osnat Vergine irlandese 10 novembre  

90429 > San Probo di Ravenna Vescovo 10 novembre  MR 

76950 > San Tiberio Martire 10 novembre   




http://es.catholic.net/santoral


León Magno, Santo
XLV Papa
 
León Magno, Santo

León Magno, Santo

XLV Papa

Martirologio Romano: Memoria de san León I, papa, doctor de la Iglesia, que, nacido en Etruria, primero fue diácono diligente en la Urbe y después, elevado a la cátedra de Pedro, mereció con todo derecho ser llamado “Magno”, tanto por apacentar a su grey con una exquisita y prudente predicación como por mantener la doctrina ortodoxa sobre la encarnación de Dios, valientemente afirmada por los legados delConcilio Ecuménico de Calcedonia, hasta que descansó en el Señor en Roma, donde en este día tuvo lugar su sepultura en San Pedro del Vaticano (461).

Etimología: León = Aquel hombre audaz, imperioso y valiente, es de origen latino

El Papa León, que nació en Toscana a fines del siglo IV, es recordado en los textos de historia por el prestigio moral y político que demostró ante la amenaza de los Hunos de Atila (a los que logró detener sobre el puente Mincio) y de los Vándalos de Genserico (cuya ferocidad mitigó en el saqueo de Roma del 455). Elevado al solio pontificio en el 440, en sus 21 años de pontificado (murió el 10 de noviembre del 461) llevó a cabo la unidad de toda la Iglesia alrededor de la sede petrina, impidiendo usurpaciones de jurisdicción, arrancando de raíz los abusos de poder, frenando las ambiciones del patriarcado constantinopolitano y del vicariato de Arles.

Desafortunadamente, no existen muchas noticias biográficas de él. Al Papa León no le gustaba hablar mucho de sí en sus escritos. Tenía una idea elevadísima de su función: sabía que encarnaba la dignidad, el poder y la solicitud de Pedro, jefe de los apóstoles. Pero su posición de autoridad y la fama de rigidez y hieratismo no le impedían comunicar el calor humano y el entusiasmo de un hombre de Dios, que se notan por los 96 Sermones y por las 173 cartas que han llegado hasta nosotros. Sobre todo las homilías nos muestran al Papa, uno de los más grandes de la historia de la Iglesia, paternalmente dedicado al bien espiritual de sus hijos, a los que les habla en lenguaje sencillo, traduciendo su pensamiento en fórmulas sobrias y eficaces para la práctica de la vida cristiana.

Sus cartas, por el estilo culto, demuestran su rica personalidad. De espíritu comprensivo y previsor, se destacó también por su impulso doctrinal, participando activamente en la elaboración dogmática del grave problema teológico tratado en el concilio ecuménico de Calcedonia, pedido por el emperador de Oriente para condenar la herejía del monofisismo.

Su famosa Epistola dogmatica ad Flavianum, leída por los delegados romanos que presidían la asamblea, presentó el sentido y también las fórmulas de la definición conciliar, creando así una efectiva unidad y solidaridad con la sede de Roma. León fue el primer Papa que recibió de la posteridad el epíteto de “magno”, grande, no sólo por las cualidades literarias y la firmeza con la que mantuvo en vida al decadente imperio de Occidente, sino por la solidez doctrinal que demuestra en sus cartas, en sus sermones y en las oraciones litúrgicas de la época en donde se ven evidentes su sobriedad y precisión características.

Murió el año 461.

Si quieres más información consulta San León Magno de Jesús Martí Ballester

Este día también se festeja a Nuestra Señora de Almudena,Justo de Canterbury y Andrés Avelino, Santo

Justo de Canterbury, Santo
Obispo
 
Justo de Canterbury, Santo

Justo de Canterbury,

Martirologio Romano: En Canterbury, en Inglaterra, san Justo, obispo, enviado a esta isla por el papa san Gregorio I Magno juntamente con otros monjes, para ayudar a san Agustín en la evangelización de Inglaterra, aceptando más tarde el episcopado de esta sede (627).

Etimología: Justo = Aquel que es justo, honrado, integro y probo, es de origien latino


San Justo formaba parte del grupo de misioneros que el Papa San Gregorio Magno envió el año 601 a ayudar a San Agustín en Inglaterra.

Dados sus méritos, tres años después San Agustín lo consagró primer obispo de Rochester.

El rey Etelberto construyó allí una iglesia dedicada a San Andrés, porque los misioneros romanos venían de la iglesia de San Andrés de la Colina Coeli.

Cuando San Lorenzo sucedió a San Agustín en la sede de Canterbury, San Justo escribió junto con él y con San Melitón de Londres una carta a los obispos y abades irlandeses, invitándolos a adoptar ciertas costumbres romanas.

Dichos santos escribieron otra semejante a los británicos cristianos. A propósito de esta última, dice irónicamente Beda: "Todavía puede verse lo que en realidad consiguieron con eso".

En el año 616. después de la muerte del rey Etelberto, se desató una reacción de los paganos en Kent y entre los sajones del este.

Viendo eso, San Lorenzo, San Justo y San Melitón, decidieron retirarse algún tiempo, pues no podían hacer ningún bien en tanto que durase la oposición de los príncipes paganos.

San Justo y San Melitón partieron a la Galia. Un año más tarde, San Justo volvió a Inglaterra, ya que San Lorenzo, movido por una aparición de San Pedro, había conseguido convertir al rey Edbaldo de Kent.


San Justo fue elegido arzobispo de Canterbury el año 624.

El Papa Bonifacio V le envió el palio, junto con una carta en la que le delegaba el derecho patriarcal de consagrar obispos para Inglaterra. En dicha carta, el Pontífice deja ver la estima que profesaba a Sam Justo, pues habla de la "perfección a que ha llegado vuestra obra", de la promesa de Dios de estar con quienes le sirven fielmente ("su misericordia se ha complacido en manifestar particularmente en vuestro ministerio el cumplimiento de esa promesa") y de la "gran paciencia" de San Justo.

La carta concluye de esta manera: "Así pues, hermano mío, debéis esforzaros por conservar con perfecta lealtad lo que la Santa Sede os ha confiado, en prenda de lo cual os enviamos este símbolo de autoridad (es decir, el palio) para que lo llevéis sobre los hombros... Que Dios os guarde, queridísimo hermano".

San Justo murió poco después. Antes de morir, consagró a San Paulino y le mandó acompañar a Etelburga de Kent cuando ésta partió al norte a contraer matrimonio con el rey Edwino de Nortumbría, que era pagano. Como lo hace notar Beda, esa alianza fue la ocasión para que el país abrazara la fe". La diócesis de Southwark celebra la fiesta de San Justo.


Andrés Avelino, Santo
Sacerdote
 
Andrés Avelino, Santo

Andrés Avelino, Santo

Martirologio Romano: En Nápoles, de la Campania, san Andrés Avelino, presbítero de la Congregación de Clérigos Regulares, que brilló por su santidad y celo en procurar la salvación del prójimo, hizo el arduo voto de avanzar cada día en las virtudes y, cargado de méritos, con muerte santa descansó al pie del altar (1608).

Etimología: Andrés = Aquel que es un Hombre viril, es de origen griego


San Andrés Avelino nació en Nápoles (Italia) en 1521.

Entró a la comunidad de Padres Teatinos y allí dio tales muestras de sabiduría, que fue nombrado maestro de novicios y superior.

San Carlos Borromeo, que era Arzobispo de Milán, quedó tan admirado de las cualidades de ciencia y de santidad de San Andrés que pidió a los superiores de esa comunidad que se lo enviaran a Milán, y lo obtuvo, consiguiendo con ello un gran progreso para su ciudad, porque las predicaciones de Avelino convertían muchos pecadores.

Había un convento muy relajado y San Carlos envió al Padre Andrés a tratar de reformarlo. Lo amenazaron de muerte si se atrevía a entrar allá, pero fue valiente y acabó con todos los abusos.

En la ciudad de Piacenza su predicación produjo un cambio tan grande en las costumbres, que los cantineros y dueños de casas de juegos se quejaron ante el gobernador porque se les había acabado la clientela. El gobernador llamó al santo para que le diera explicaciones y este le habló tan hermosamente acerca de lo importante que es evitar el pecado y salvar el alma, que desde ese día la esposa del gobernante lo escogió como director espiritual.

En su ciudad de Nápoles su predicación convertía miles de pecadores, y él acompañaba sus palabras con admirables milagros y sanaciones.

San Andrés Avelino murió a la edad de 80 años en noviembre de 1608, y murió en el preciso momento en el que empezaba la santa misa. Al hacer la señal de la cruz para comenzar la celebración, cayó muerto de un ataque de apoplejía.

Acudieron grandes multitudes a visitarlo en su ataúd, y durante 72 horas su cadáver echó sangre cada vez que le hicieron alguna pequeña cortada. Esa sangre la recogieron en frascos, y cuatro años después empezó a hervir, en el aniversario e su muerte.

Baudolino de Alessandria, Santo
Ermitaño
 
Baudolino de Alessandria, Santo

Baudolino de Alessandria, Santo

Martirologio Romano: En la aldea de Foro, en el Piamonte (Italia), san Baudelino, ermitaño (s. VIII).

Nacido en la nobleza, donó toda su fortuna a los pobres y vivió como un ermitaño en una cabaña en las orillas del río Tanaro.

Dios le otorgó los dones la profecía y la clarividencia; animales salvajes se acostumbraron a ir a su choza para oirle hablar de Dios.

Una leyenda, cuenta que por el año 1174 un campesino luego de pedirle ayuda al protector de la ciudad, alimentó a una vaca con el último grano que quedaba y luego la llevó fuera de las murallas hasta encontrar al ejecito enemigo. Las fuerzas imperiales lo capturaron y la vaca fue sacrificada para cocinarla. Cuando los imperiales encontraron el estómago de la vaca lleno de grano, preguntaron a Gagliaudo el motivo de alimentar al animal con tan codiciado alimento. respondió que se había visto forzado a hacerlo, ya que había tanto cereal acumulado, que no había más sitio donde guardarlo en la ciudad. El Emperador, temiendo que el asedio se prolongara demasiado, lo dio por terminado, y la ciudad se salvó.

Muchas historias giran en torno a él, algunas de ellas indican que fue nombrado Obispo.

Murió por causas naturales hacia el año 740



Mártires de Lübeck, Beatos
Sacerdotes y Mártires
 
Mártires de Lübeck, Beatos

Mártires de Lübeck, Beatos

Martirologio Romano: En Hamburgo, Alemania, beato Johannes Prassek, y dos compañeros, todos sacerdotes diocesanos, que por enfrentarse a un régimen contrario a la dignidad humana y a la religión, fueron encarcelados y luego asesinados por odio a la fe. ( 1943)

Fecha de beatificación: 25 de junio de 2011, durante el pontificado de S.S. Benedicto XVI

En Lübeck, ciudad costera del Mar Báltico alemán, cuatro religiosos formaron en 1941 el único grupo ecuménico de resistencia al Tercer Reich que se ha conocido, se trata de tres sacerdotes católicos y de un pastor protestante, juzgados por el “Tribunal del Pueblo” (Volksgerichtshof) fueron condenados a muerte y ejecutados el 10 de Noviembre de 1943 en la guillotina.

Johannes Prassek, Eduard Müller, Hermann Lange y Karl Friedrich Stellbrink (pastor de la Iglesia Evangélica Luterana del Estado de Lübeck, misma que posteriormente fue integrada a la Iglesia Luterana del Norte de Elba), por caminos individuales y diferentes, llegaron a colisionar con el régimen nazi. Sin embargo, los cuatro, algo tenían en común: No se dejaron amedrentar ni por sus superiores eclesiásticos, ni por los poderosos del régimen. Sólo se dejaron llevar por la fe y sus consciencias. Compartían la misma admiración por el Obispo de Münster, Clemens August Graf von Galen. Con extraordinaria valentía informaron a los feligreses de sus parroquias del contenido de los sermones y cartas pastorales del obispo, denunciando la ideología y los programas de eutanasia del régimen nazi. También sugirieron a sus feligreses de confianza, la escucha de emisoras enemigas “Feindsender”.

Los cuatro religiosos se sentían muy unidos. El mutuo aprecio y estímulo fue muy importante, ante todo para el pastor Stellbrink, que se había quedado totalmente aislado dentro de su Iglesia Evangélica Regional, simpatizante del nazismo. Sin este lazo de amistad que superó todas las diferencias confesionales, seguramente este grupo de resistencia no hubiera podido mantenerse unido hasta el final.

El primero que cayó en las redes de la Gestapo fue el Pastor Stellbrink. En la noche anterior al Domingo de Ramos de 1942, Lübeck sufrió un bombardeo devastador por la Royal-Air-Force. Gran parte de la ciudad quedó destruida por las llamas. A los pocos días fue detenido "para su protección" (Schutzhaft) por la Gestapo.

Pocos días después de este arresto, fueron también detenidos los tres sacerdotes. Y con ellos, 18 laicos, la mayoría católicos.

Después de un año de detención preventiva, en unas condiciones de salud ruinosas, fueron juzgados por el Segundo Senado del “Tribunal del Pueblo” que dictó la sentencia de muerte "debido a la desmoralización del ejército en conexión con el amedrentamiento de parte del enemigo considerado traición al país y el delito de escuchar radios del enemigo".

Johannes Prassek: prisionero por decir la verdad

El día que fue ordenado sacerdote, se definió como "la persona más feliz". El padre Prassek nació hace 100 años en Hamburgo. Estudió en la universidad de los Jesuitas St. Georgen en Frankfurt. En 1935 entró al seminario mayor de Osnabrück y dos años más tarde recibió el sacramento del orden.

Su primera misión fue la de vicario de Wittenburg en Meclenburgo y en 1939 pasó a ser vicario de la comunidad de Herz-Jesu en Lübeck y luego fue nombrado capellán.

Pronto se ganó el cariño de sus fieles: "Prassek atraía hacia él a las personas difíciles y extrañas, desfavorecidas y oprimidas", dice el postulador de la causa (Ab. Andrea Ambrosi). "Su pastoral lo comprometía hasta el límite de su capacidad física y psíquica", comenta.

Rápidamente fue conocido por su fama de predicador: "Sus impresionantes homilías dominicales no sólo atraían a numerosos fieles, sino también a los espías de la Gestapo", reconoce el postulador.

Algunos amigos le hablaban sobre las críticas que hacía, le advertían que quizás podrían ser demasiado imprudentes contra la ideología nacional socialista pero Prassek no se dejó influenciar, pensaba que debía decir la verdad.

El padre Prassek, además de sus críticas se dedicó a estudiar polaco para ayudar a los que estaban forzados a ir a Lübeck.

En 1941 conoció un joven pastor protestante con quien tuvo gran afinidad y quien le mostró su anhelo de conocer la fe católica. Sin embargo este hombre resultó siendo un espía de la Gestapo y la información que consiguió fue clave para que el padre Johhanes fuese arrestado el 18 de mayo de 1942.

Así, fue llevado al edificio de Burgkloster (hoy museo que lleva el mismo nombre). Esperó más de un año para ser procesado en condiciones infrahumanas de hambre y frío, que lo afectaron gravemente, pues tenía una enfermedad estomacal. Durante ese tiempo escribió numerosas cartas.

A pesar del duro período de prisión y de la perspectiva de la propia ejecución, Prassek no perdió su conciencia de fe, su cordialidad volcada a consolar a los compañeros de prisión.

El día de su ejecución le permitieron escribir una carta de despedida a sus familiares, la cual fue destruida después por las duras palabras contra el régimen nacional – socialista. "La guillotina puso fin a la agonía soportada con valentía y fe", dice el postulador.

Hermann Lange, gran intelectual y mártir

El abogado Ambrosí lo define como un "sacerdote muy erudito e intelectual no sólo en cuestiones teológicas".

Nació en 1912 en Frisia oriental. Formó parte de una asociación católica juvenil denominada Nueva Alemania.

Era un fiel seguidor del escritor Romano Guardini, cuya obra lo influenció notablemente. Estudió en 1931 en la facultad de teología en la universidad de Münster. Luego entró al seminario mayor de Osnabrück.

Se ordenó sacerdote en 1938. En Junio 1939 comenzó su labor pastoral en la Parroquia del Sagrado Corazón de Jesús de Lübeck, donde sus homilías preparadas en modo absolutamente preciso. Era un sacerdote decidido, gentil y de sentimientos nobles -desde el punto de vista humano- era perfectamente íntegro.

Sobresalía por su gran sensibilidad, humanidad y preparación teológica. Era un gran opositor del nacional – socialismo.

En ese entonces tuvo un diálogo con un joven soldado que servía a este régimen. Lange le dijo claramente que un cristiano no podía estar con los alemanes en la guerra.

Difundía sin miedo sus escritos en contra del Régimen y en 1942, cuando Lübek sufrió los primeros bombardeos, sin importar el riesgo que corría su vida se preocupó de que sus feligreses estuvieran a salvo.

Fue arrestado el 16 de junio de 1942 por la Gestapo. "El segundo senado del tribunal popular lo condenó a muerte junto con otros sacerdotes por disgregación del potencial militar, por apoyo al enemigo con traición a la patria y por delitos radiofónicos", explica Ambrosi, pues en un programa de radio difundían las ideas contra el régimen.

El postulador destacó así la "compostura admirable" que tuvo el padre Lange en prisión. Compartió la celda con el pastor Stellbrink, a quien, según varios testigos trató "como a un hermano".

Sus cartas testimonian una admirable sumisión a lo que Dios permitiera y una profundidad religiosa: "Cuando recibáis esta carta ya no estaré más en el mundo de los vivos", escribió a sus padres el día de su condena.

"Hoy será el gran retorno al Reino del Padre, y luego veré a todos aquellos que estuvieron cerca a mí en la tierra", expresó.

Sobre esta carta, el escritor alemán Thomas Mann (1875 - 1955), premio nobel de literatura en 1929, dijo que se trata "del testimonio más bello por el don de la fe cristiano – católica".

Eduard Müller y la santidad en las cosas sencillas

De este grupo de mártires, él fue quien tuvo una juventud más difícil. Nació en agosto de 1911 en el seno de una familia humilde. Estudió en la escuela católica de Neumünster. Era el menor de siete hijos y su padre abandonó su familia. Fue monaguillo y después carpintero. Desde pequeño mostró su deseo de ser sacerdote.

Gracias al apoyo de unos bienhechores de la parroquia pudo concluir sus estudios secundarios y luego estudió teología católica en Münster.

En 1940 fue ordenado sacerdote en Osnabrück. Trabajó en la parroquia del Sagrado Corazón de Lübeck.

"Su modo de ser calmado, gentil y no autoritario fue muy estimado por los testigos de aquella época", dice el abogado Ambrosi.

Particularmente célebre fue su capacidad de identificación con la vida de los trabajadores, artesanos, de hecho no era difícil para él identificarse porque provenía de este ambiente al cual estuvo siempre unido.

De los mártires en Lubek era el menos político. Aún así fue arrestado en julio de 1942.

Después de ser condenado a muerte escribió: "Tengo la esperanza de que no seré nunca defraudado, más bien, con toda franqueza como siempre, también ahora Cristo será glorificado con mi amor, tanto en la vida como en la muerte".

Estos tres beatos, junto al pastor Stellbrink, fueron asesinados con un intervalo de sólo tres minutos. Supieron derramar su sangre dando sus vidas como sacrificio supremo del amor de Cristo.

San Demetriano, obispo

En Persia, tránsito de san Demetriano, obispo de Antioquía, deportado al destierro por el rey Sapor I (c. 260).

San Orestes, mártir

En Tiana, de Capadocia, san Orestes, mártir (s. III/IV).

San Probo, obispo

En Ravena, de la provincia de Flaminia, san Probo, obispo, a cuyo nombre el obispo san Maximiano dedicó la célebre basílica Clasense (s. III/ IV).

Santos Narsete, obispo, y José, mártires

En Persia, santos mártires Narsete, obispo, anciano venerable, y José, discípulo suyo, joven, los cuales, por no querer adorar al sol como les mandaba el rey Sapor II, fueron degollados (343).

Beato Acisclo Pina Piazuelo, religioso y mártir

En Barcelona, ciudad de España, beato Acisclo Pina Piazuelo, religioso de la Orden de San Juan de Dios y mártir, que durante la furiosa persecución fue asesinado por odio a la religión (1936).




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Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos


“REZEM O TERÇO 

TODOS OS DIAS”

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ATENÇÃO:

Como os meus prezados leitores (poucos, mas bons) devem ter reparado, as últimas edições  já têm mais algumas alterações que eu venho fazendo dia a dia, desde o passado mês de Setembro, e, agora novamente estou utilizando o Blogger.
O meu computador continua a sofrer algumas interrupções (ou melhor, a Internet…) não está a trabalhar como eu desejaria, mas mesmo assim, vou conseguindo fazer esta tarefa. Espero que a todo o tempo isto se venha regularizando, a fim de poder entrar na NORMALIDADE.
Prevenindo novas suspensões que possam vir a acontecer, vou continuar a agendar as publicações diárias desta 1ª rubrica SANTOS DE CADA DIA, e também da 2ª - O ANTIGO TESTAMENTO, e da 3ª ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS.
Quanto às restantes rubricas, com excepção dos SALMOS - que me parecem não serem lidos, - pois que quando são publicados, são-no no próprio dia e, portanto, não servirão de facto, de guia para alguém, pelo que estará suspensa a sua publicação até ver…

BENDITO SEJA DEUS.

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