FELIZ PÁSCOA

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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Nº 3217 - SÉRIE DE 2017 - (244) - SANTOS DE CADA DIA - 31 DE AGOSTO DE 2017 - 10º ANO

Feliz Ano de 2017





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Nº  3 2 1 7



Série - 2017 - (nº 2 4 4)


31 de AGOSTO de 2017


SANTOS DE CADA DIA

10º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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RAIMUNDO NONNATO, Santo




Em Cardona, Catalunha, EspanhaSão RAIMUNDO NONATO que foi um dos primeiros companheiros de São PEDRO NOLASCO na Ordem de Nossa Senhora das Mercês, conta-se que sofreu muito pelo nome de Cristo para a redenção dos cativos. (1240)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O. de Braga:

São RAIMUNDO NONNATO assim chamado porque «não nascido» mas extraído vivo das entranhas da mãe já morta, viu a luz em Portei, na diocese de Solsona, Espanha, pelo ano de 1200. Os pais eram pobres e RAIMUNDO, ainda menino, teve de guardar o gado. As montanhas de Lérida foram o campo dos seus anos de pastor. Conhecia-lhes muito bem as fontes e arroios, os bosques e vales, e sobretudo uma ermida de São NICOLAU, onde se venerava uma imagem de Nossa Senhora de quem era devotadíssimo. Conta-se que, durante as horas que passava aos pés de Maria, um anjo lhe guardava o rebanho.
O que parece fora de toda a dúvida é que a Virgem Santíssima lhe falou um dia e lhe disse que entrasse na recém fundada Ordem de Nossa Senhora das Mercês para a redenção dos cristãos cativos em terras de mouros. Vencida a resistência do pai, veio para Barcelona onde conheceu São PEDRO NOLASCO a quem pediu a admissão.
Em Barcelona, trabalhou desde o principio no ministério da pregação e catequese, em particular com os cristãos remidos dos infiéis. isto não lhe bastava, pois sonhava com maiores e mais difíceis empresas. Sonhava com a redenção dos que gemiam em terras de mouros. Reunia esmolas, mendigando de porta em porta, para resgatar aqueles infelizes. Em 1224 entrou pelo reino mouro de Valência para remir e consolar os cativos. Libertou 140. Em 1226 chegou mesmo até Argel, com São PEDRO NOLASCO e, não bastando o dinheiro que levavam para remir tantos cativos, ficou ele em pessoa como refém.
Já ordenado sacerdote, voltou outras duas vezes a África. Na primeira, em 1229, desembarcando em Argel, esteve em perigo de perder a vida, pela liberdade apostólica em falar e discutir com  mouros e judeus. Em 1232 veio a Bugia, onde obteve óptimos resultados até na conversão de muçulmanos e judeus.
A expedição mais célebre do santo foi no ano de 1236 a Tunes ou mais provavelmente a Argel. Ficou novamente como refém, enquanto se recolhia o dinheiro necessário, em terras cristãs.
Libertou 250 cativos em Argel e 228 em Tunes.
Dedicando-se com liberdade à evangelização dos fiéis, isto excitou as iras dos mais rebeldes, que o açoitaram e lançaram meio esfolado numa escura masmorra. Continuou pregando Cristo. Um dia os mouros entraram-lhe na prisão, furaram-lhe os lábios com um ferro em brasa e pelos buracos meteram-lhe um cadeado. Era o meio único para fechar a boca àquele intrépido pregador. Abriam-na para lhe dar de comer a escassa ração dos presos.
Chegou por fim o seu resgate e RAIMUNDO, esgotado pelos açoites, pela fome e pelos maus tratos, voltou a Espanha, à terra de origem. A sua fama de santo e valente pregador tinha chegado até ao papa GREGÓRIO IX que pelo ano de 1239 lhe enviou o chapéu cardinalício. Já antes o encarregara de ir a França convencer São LUÍS a partir para a Terra Santa.
O Santo continuou na sua humildade e espírito caritativo. Conta-se que um dia, não tendo que dar a um pobre, lhe entregou o seu próprio chapéu. Quando GREGÓRIO IX o chamou a Roma para utilizar os seus conselhos, adoeceu com gravidade em Cardona e morreu santamente em 1240.
O seu corpo foi descansar na mesma ermida de São Nicolau em que orava nos seus anos de pastor.




ARISTIDES MARCIANO, Santo


Em Atenas, Grécia, Santo ARISTIDES filósofo ilustríssimo pela sua fé e sabedoria, que escreveu e apresentou ao imperador Adriano alguns dos seus livros sobre a religião cristã. (150)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


Este Santo do II século tinha ensinado filosofia em Atenas. A Apologia que escreveu, depois de convertido, é dedicada a Adriano, o imperador então reinante (117-138). Nela mostra que os Bárbaros, Gregos e Judeus, formaram da Divindade uma ideia falsa, e que só os Cristãos a conhecem verdadeiramente. É aliás, o que Jesus ensinava, dizendo que ninguém conhece o Pai senão o Filho e aqueles a quem o Filho o revelou (Lc 10, 22; Jo 8, 19; 14, 7). Reina na Apologia de ARISTIDES um tom de sinceridade alegre que prova quanto o autor se sentia feliz por ter encontrado a fé.



JOSÉ DE ARIMATEIA e NICODEMOS, Santos

  

Em Jerusalém, comemoração dos santos JOSÉ DE ARIMATEIA e NICODEMOS que acolheram o corpo de Jesus descido da cruz, o envolveram num lençol e colocaram no sepulcro; JOSÉ nobre decurião e discípulo do Senhor, esperava o reino de Deus; NICODEMOS fariseu e príncipe dos Judeus vieram de noite ter com Jesus para conhecer a sua missão e, perante os sumos sacerdotes e os fariseus que queriam prender Jesus, defendeu a sua causa.



PAULINO DE TRÉVERIS, Santo


Em Tréveris, na Gália Bélgica, hoje AlemanhaSão PAULINO bispo e mártir que no tempo da heresia ariana foi um verdadeiro arauto da verdade e, no Sínodo de Arles, convocado pelo imperador Constâncio, não se deixou demover, nem com ameaças nem com adulações para condenar Santo ATANÁSIO e afastar-se da verdadeira fé; por isso foi desterrado para a Frígia, hoje na Turquia, onde depois de cinco anos de exílio, consumou o martírio. (358)


AIDANO DE LINDISFARNE, Santo

          

Em Lindisfarne, na Nortúmbria, hoje InglaterraSanto AIDANO bispo e abade homem de insigne mansidão, piedade e justo governo que, chamado pelo rei Osvaldo, veio do mosteiro de Iona para esta cidade, onde construiu a sede episcopal e um mosteiro, para fomentar eficazmente a evangelização deste reino. (651)




ANDRÉ DE BORGO SANSEPULCRO, Beato



  
No ermo de Vallúcola, na Etrúria hoje na Toscana, Itália, o Beato ANDRÉ DE BORGO SANSEPULCRO presbitero da Ordem dos Servos de Maria insigne pela sua austeridade e vida contemplativa. (1315)

EDMÍGIO (Isidoro Primo Rodríguez), 
AMÁLIO (Justo Zariquiégui Mendoza) e VALÉRIO BERNARDO 
(Marciano Herrero Martinez),  Beatos

    

Em Almeria, Espanha, os beatos EDMÍGIO (Isidoro Primo Rodriguez), AMÁLIO (Justo Zariquiégui Mendoza) e VALÉRIO BERNARDO (Marciano Herrero Martinez) da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártires que, durante a perseguição religiosa, foram mortos em ódio à fé cristã. (1936)


HENRIQUE VIDAURRETA PALMA, 
FÉLIX PACO ESCARTIN e 
TOMÁS ALONSO SANJUÁNBeatos




Em Málaga, Espanha, os beatos mártires HENRIQUE VIDAURRETA PALMA, presbitero da diocese de Málaga, FÉLIX PACO ESCARTIN presbitero da Sociedade Salesiana e TOMÁS ALONSO SANJUÁN religioso da Sociedade Salesiana, (1936)


ISIDRO ORDOÑES DIEZ, 
JOSÉ MARIA PALÁCIO MONTES
MIGUEL MENÉNDEZ GARCIA, 
CRISTÓVÃO ITURRIAGA-ECHEVARRIA IRAZOLA e PEDRO VEGA PONTE, Beatos



Em Sama de Langreo, Astúrias, Espanha, os beatos mártires ISIDRO ORDOÑES DIEZ, JOSÉ MARIA PALÁCIO MONTES e MIGUEL MENÉNDEZ GARCIA, presbiteros da Ordem dos Pregadores e CRISTÓVÃO ITURRIAGA-ECHEVARRIA IRAZOLA e PEDRO VEGA PONTE religiosos da mesma Ordem. (1936)

JOSEFINA SAULEDA PAULIS 
(Boaventura Sauleda Paulis), Beata


Em Barcelona, Espanha, a beata JOSEFINA SAULEDA PAULIS (Boaventura Sauleda Paulis) virgem da Ordem dos Pregadores e mártir. (1936),

PEDRO TARRÉS CLARET, Beato



Em >Barcelona, Espanha, o Beato PEDRO TARRÉS CLARET presbitero. (1936)



 ... E AINDA  ...

MAIS DE 100 000 MÁRTIRES DE TBILISISantos 



Nel 1225, Gialal Ed-Din, scià di Chorezm, devastata Tbilisi, la capitale della Georgia, massacrò centomila cristiani. Il tragico è descritto in una cronaca georgiana del sec. XIV, nota con il nome di Zhamthaagmzereli [Il descrittore dei tempi], edita nell'antologia La vita della Georgia. Il katholikòs e noto storico della Chiesa georgiana Antonio I, basandosi su tale cronaca, compose nel 1768 l'opera agiografica Lode e narrazione (…), dedicata alle centomila vittime del massacro, e la incluse nella raccolta Martirika, che conteneva altri diciannove racconti di santi martiri georgiani.
Per non stupire il lettore con un numero così elevato di vittime, Antonio I concluse la Cronaca dicendo  che, assieme ai cittadini di Tbilisi, erano periti anche gli abitanti dei villaggi, rifugiatisi nelle fortezze della capitale a causa dell'invasione. Difatti, per ordine di Giala Ed-Din, chiunque non avesse rinunciato al cristianesimo, profanando oggetti sacri quali icone e croci, sarebbe stato condannato a morte per decapitazione. La cronaca attesta: “Molti fecero vedere la splendida vittoria e non rinunciarono alla religione, né profanarono le sante icone”. Tuttavia, Antonio I ritiene che molti nel testo della Cronaca non significhi tutti, e aggiunge che alcuni dei prigionieri “rimasero privi della corona”.
Il giorno della commemorazione dei Centomila Martiri della Chiesa georgiana è il 31 agosto.”


CESÍDIO e companheirosSantos



E' un santo della regione dei Marsi, martirizzato con molti altri cristiani a Trasacco (AQ) presso il lago Fucino, durante la persecuzione di Massimino (235-237).
Secondo un’antica ‘passio’ composta verso la fine del sec. IX, si racconta che nella città di Amaria (nel Ponto), durante l’impero di Domnino (secondo altri fonti di Massimino), scoppiò una persecuzione contro i cristiani; Rufino e Cesidio suo figlio, furono scoperti e imprigionati, il proconsole Andrea li sottopose a tormenti inviando nel carcere anche due meretrici per tentare i cristiani, ma essi superando le prove, ottennero invece la conversione di molti pagani, compreso lo stesso Andrea.
Una volta liberati Rufino e Cesidio, si trasferirono in Italia, nella regione dei Marsi, facendo apostolato; dopo un certo tempo Rufino si spostò ad Assisi, mentre il figlio rimase a Trasacco.
Dopo alterne vicende Rufino divenuto 1° vescovo di Assisi e poi patrono della città, fu martirizzato lì vicino. Cesidio trafugò il suo corpo portandolo a Trasacco, questo gesto segnò la sua condanna, infatti il magistrato romano ordinò la sua morte; fu ucciso mentre celebrava la Messa insieme a Placido ed Eutichio.
Gli studiosi affermano che la storia della vita e martirio dei santi Rufino e Cesidio è frutto della necessità presentatasi nel secolo IX di giustificare la presenza di antiche chiese, già esistenti a Trasacco e nella regione, dedicate separatamente ai due santi, distrutte poi dagli Ungari.
Questo spiega il culto esistente verso i due santi, che gli agiografi antichi finirono per considerare parenti, come di solito si tendeva a considerare i personaggi i cui santuari erano ravvicinati.
Ad ogni modo tutti gli ‘Atti’ hanno sempre classificato Cesidio come prete, morto martire a Trasacco.
Il Martirologio Romano lo riporta insieme ai due compagni al 31 agosto.


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miscelania 003

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Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las



NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO


MÊS DE MARIA





ANTÓNIO FONSECA

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Nº 3216 - SÉRIE DE 2017 - 243 - SANTOS DE CADA DIA - 30 DE AGOSTO DE 2017 - 10º ANO

Feliz Ano de 2017





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Nº  3 2 1 6



Série - 2017 - (nº 2 4 3)


30 de AGOSTO de 2017


SANTOS DE CADA DIA

10º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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JOANA JUGAN  
(Irmã MARIA DA CRUZ ), Beata

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O,. de Braga:

JOÃO PAULO II beatificou, no dia 3 de Outubro de 1982, JOANA JUGAN que fundou em 1839, a obra as Irmãzinhas dos Pobres. 
Na homilia, na parte relativa à nova Beata, Sua Santidade, começou por exaltar a humilde auxiliar dos pobres e afirmou que se inclinava «a dizer que Deus não podia glorificar mais humilde serva». E disse, pouco depois: «Com a coragem e a fé, características das mulheres do seu torrão natal, não hesita "em mendigar na vez dos pobres que ela acolhe". Quer ser a irmã deles, a "Irmãzinha" deles. Quer identificar-se com todos esses anciãos, muitas vezes de má saúde, por vezes de todo abandonados. Não é o Evangelho no estado puro? Não é o caminho que a ordem terceira de São JOÃO EUDES lhe ensinara: "Não ter senão uma vida, um coração, uma alma e uma vontade com Jesus", para atingir aqueles que Jesus sempre preferiu: os pequenos e os pobres
E apresentou-a em seguida, a percorrer o caminho longo da cruz: «Devido aos seus exercícios quotidianos de piedade... a alma de JOANA estava verdadeiramente mergulhada no mistério de Cristo Redentor, especialmente na sua paixão e na sua cruz. O nome dela na religião - Irmã MARIA DA CRUZ - é disso símbolo real e comovedor. Desde o lugarejo natal das Cruzinhas (coincidência ou presságio?) até à sua partida deste mundo, a 29 de Agosto de 1879, a vida desta fundadora é comparável a longa e fecundíssima Via Sacra, vivida na serenidade e na alegria, segundo o Evangelho.(...)
(...) (...) (...)
E Sua Santidade termina fazendo votos por que a nova beatificação produza nas Irmãzinhas maior fidelidade ao carisma espiritual e apostólico de sua Mãe, lhes traga numerosas vocações, seja apelo para aumento de fé e de caridade na paróquia de Cancale e na diocese toda de Rennes (França) que a viram nascer e por último seja, para as pessoas idosas do mundo inteiro, fonte de alegria e de esperança.

JOÃO JUVENAL ANCINA, Beato


Em Saluzzo, no Piemonte, Itália, o beato JOÃO JUVENAL ANCINA bispo que, anteriormente médico, foi dos primeiros a entrar no Oratório de São FILIPE NÉRI. (1604)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da editorial A. O,. de Braga:

JOÃO JUVENAL ANCINA foi um dos primeiros membros do Oratório fundado por São FILIPÉ NÉRI. Nascido em Fossano, em 1545, era compatriota e tornou-se amigo de São FRANCISCO DE SALES.
Era espírito cultíssimo, poeta latino e autor de laudes em língua moderna para o Oratório. Ensinara medicina em Turim e veio para Roma como médico da embaixada saboiana. Gastou mais de um ano para descobrir FILIPE e o Oratório, juntou-se aos Filipinos em 1578 e viveu na casa de Nápoles parte da sua carreira religiosa.
 JUVENAL ambicionava as austeridades do claustro e, depois da morte de FILIPE em 1595, houve muita dificuldade em o reter numa vida que julgava demasiado benigna . Ambicionava criar uma nova sociedade de padres missionários.
BARÓNIO chamava-lhe novo BASÍLIO. De facto, tinha a eloquência dum CRISÓSTOMO - dizia, naturalmente cultivando a lisonja. Nomeado bispo de Saluces em 1602, persuadiu-se de que a dignidade era uma terrível embrulhada. Durante cinco meses, amuado, evitou o cargo. Era uma boa alma muito ingénua, inclinada a acreditar numa Irmã ÚRSULA visionária.
Apavorava-se com o ministério do confessionário. Era ardoroso e afável. Morreu a 30 de Agosto de 1604., envenenado por um religioso a quem ele detivera as maquinações contra uma comunidade. ANCINA foi beatificado em 1888.


FÉLIX  e ADAÚTO, Santos


Em Roma, no cemitério de Comodila, junto à Via Ostiense, os santos mártires FÉLIX  e ADAÚTO que juntos deram inquebrantável testemunho da sua fé em Cristo e juntos entraram vitoriosos no Céu. (304)
BASILA DE SIRMION, Santa



Em Sirmion, na Panónia, hoje Sremska Motrovica, na Sérvia, Santa BASILA. séc. III)




60 SANTOS MÁRTIRES DE SUFFETULA



Comemoração dos 60 MÁRTIRES  que em Suffetula, na África Bizancena, hoje na Tuinísia, por ter sido destruida uma estátua de Hermes foram mortos pelo furor dos gentios. (399)


PAMÁQUIO DE ROMA, Santo

          

Em Roma, a comemoração de São PAMÁQUIO senador, insigne pelas sua firmeza na fé e generosidade para com os pobres, a cuja diligente piedade se deve a constrrução de uma igreja titular no monte Célio. (410)



AGILO de REBAIS, Santo



No mosteiro de Rebais, próximo de Meaux, na Nêustria hoje França, Santo AGILO seu primeiro abade. (650)



FIÁCRIO DE BREUIL, Santo



  
Em Breuil, Meaux, França, São FIÁCRIO eremita, oriundo da Irlanda, que seguiu a vida solitária. (670)


FANTINO o Jovem,  Santo



Em Tessalónica, na Macedónia, hoje Grécia, São FANTINO O JOVEM eremita que passou toda a sua vida em jejuns, vigílias e trabalhos por Cristo. (séc. X)
BONÓNIO de LucédioSanto




Em Lucédio, no Piemonte, Itália, São BONÓNIO abade que seguiu a vida eremítica primeiro no Egipto depois no monte Sinai. (1036)


PEDRO DE TRÉVI, Santo



Em Trévi, no Lácio, Itália, São PEDRO que, embora analfabeto cultivou na solidão a sabedoria do Evangelho. (1050)

MARGARIDA WARD, Santa,
 RICARDO LEIGHT, EDUARDO SHELLEY, RICARDO MARTIN, JOÃO ROCHE e 
RICARDO LLOYDBeatos



Em Londres, InglaterraSanta MARGARIDA WARD mártir que, no reinado de Isabel I, por ter ajudado um sacerdote foi condenada à morte e de bom grado recebeu o martírio no patíbulo de Tyburn. Com ela, no mesmo lugar sofreram também, o martírio os beatos RICARDO LEIGHT presbitero e os leigos EDUARDO SHELLEY e RICARDO MARTIN ingleses JOÃO ROCHE irlandês e RICARDO LLOYD galês: o primeiro, porque era sacerdote; os outros, porque acolheram sacerdotes. (1588)



MARIA RÁFOLSBeata

  

Em Saragoça, Espanha, a Beata MARIA RÁFOLS virgem que superando pacientemente muitas adversidades fundou no hospital desta cidade a Congregação das Irmãs da Caridade de Santa Ana e a dirigiu com suma diligência. (1853)

DIOGO VENTAJA MILÁN e 
MANUEL MEDINA OLMOSBeatos

  

Em Almeria, Espanha, os beatos mártires DIOGO VENTAJA MILÁN bispo de Almeria e MANUEL MEDINA OLMOS bispo de Guádix que, encarcerados em ódio à fé cristã, suportaram pacientemente os maus tratos e insultos até que, durante a noite, foram fuzilados. (1936)

JOAQUIM DE ALBOCÁCER (José Ferrer Adell), Beato


Na estrada de Puebla Tornesa para Villafamés, próximo de Castellón, Espanha, o beato JOAQUIM DE ALBOCÁCER (José Ferrer Adell) presbitero da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos que pelo martírio alcançou a recompensa prometida aos que perseveraram na fé,. (1936)
VICENTE CABANES BADENASBeato



Em Bilbau, Espanha, o beato VICENTE CABANES BADENAS presbitero da Congregação dos Terciários Capuchinhos de Nossa Senhora das Dores e mártir que, durante a mesma perseguição contra a fé, mereceu entrar no banquete celeste. (1936)

ANTÓNIO MARIA ARRIAGA ANDUIZA e 
NICÁSIO ROMO RÚBIO, Beatos



Em Madrid, Espanha, os beatos mártires ANTÓNIO MARIA ARRIAGA ANDUIZA religioso da Ordem de Santo Agostinho e NICÁSIO ROMO RÚBIO religioso da Ordem dos Pregadores. (1936)

GERMANO MARTIN MARTIN e 
DIONÍSIO ULLIVARRI BARAJUÁN, Beatos

  

Em Atavaca, Madrid, Espanha, os beatos GERMANO MARTIN MARTIN presbitero e DIONÍSIO ULLIVARRI BARAJUÁN religioso ambos da Sociedade Salesiana e mártires. (1936)

ESTÊVÃO NEHMÉ (José Nehmé), Beato


Em Kfiffan, no Líbano, o beato ESTÊVÃO NEHMÉ (José Nehmé) religioso da Ordem Maronita Libanesa. (1938)

EUSTÁQUIO VAN LIESHOUT, Beato


Em Belo Horizonte, Brasil, o beato EUSTÁQUIO VAN LIESHOUT presbitero da Congregação dos Sagrados Corações de Jesus e Maria. (1943)


ALFREDO ILDEFONSO SCHUSTER, Beato


 

Em Venégono, Varese, Itália, o passamento do Beato ALFREDO ILDEFONSO SCHUSTER bispo, que era abade de São Paulo em Roma quando foi nomeado para a sede episcopal de Milão, ministério pastoral que exerceu incansavelmente com admirável sabedoria em favor do seu povo. (1954)



 ... E AINDA  ...

ERO DE ARMENTEIRABeato



Fondò verso il 1153 il monastero di Armenteira, nella diocesi di Compostella (Spagna), dandogli la regola benedettina. Nel 1162 vi introdusse la riforma cistercense. Morì nel 1167 ed è commemorato nei menologi dell’Ordine il 30 agosto. Secondo una leggenda di provenienza irlandese avrebbe passato duecento anni ad ascoltare, rapito, il canto di un uccellino in un bosco. E’ raffigurato spesso nelle chiese cistercensi. Dai Bollandisti viene elencato fra i “praetermissi”
FORTUNATO, GAIO ED ANTESantos

  

Il Martirologio Romano ricordava al 28 agosto il martirio di questi tre santi, collocandolo in Salerno, durante la persecuzione di Diocleziano e sotto il proconsole Leonzio. Non vi sono altre notizie documentate del loro martirio, né maggior luce ci viene da una passio, redatta non prima del sec. XI. Secondo il Delehaye, Fortunato sarebbe il martire ricordato nel Martirologio Geronimiano il 1° sett. con l'indicazione topografica di Cartagine, mentre Gaio ed Ante sarebbero, il primo un autentico martire di Ancira in Galazia commemorato nello stesso martirologio il 31 agosto, il secondo invece sarebbe da assimilare con «Anthineo», nome corrotto di Ancira e ricordato alla stessa data.
Peraltro il culto di questi tre martiri è antichissimo nella città di Salerno, in cui, già nella prima metà del sec. IX, è ricordata l'esistenza di una chiesa fuori le mura, presso il fiume Irno, luogo del loro martirio. In tale chiesa, che esisteva ancora nel sec. XVI, furono conservate le reliquie dei tre martiri, fin quando le frequenti scorrerie dei Saraceni non indussero il vescovo Bernardo, nella prima metà del sec. X, a trasferirle in città, nella chiesa di S. Giovanni Battista. Quando poi questa venne demolita per dare posto al grandioso tempio eretto dal Guiscardo in onore dell'Apostolo s. Matteo, l'arcivescovo Alfano I, nel marzo 1081, le collocò nella cripta di esso, sotto l'altare, che egli dedicò ai medesimi martiri. Di questa nuova traslazione rimane prezioso documento l'iscrizione originale marmorea, posta a copertura del loculo in cui erano state collocate le reliquie. Tale iscrizione, con le rispettive urne delle reliquie, fu rinvenuta nel 1954, quando d'arcivescovo di Salerno, Demetrio Moscato, per una migliore sistemazione dell'altare, procedette a una ricognizione canonica delle reliquie. Il culto dei tre martiri e la presenza delle loro reliquie in Salerno sono inoltre attestati da documenti del sec. X, dalle Bolle di Leone IX e Alessandro II, dagli inni che Alfano I compose in loro onore e dalla stessa toponomastica medievale, che aveva intitolata una delle porte della città al martire Fortunato.
Il Proprio dei Santi della Chiesa Salernitana li ricorda il 30 agosto con il grado liturgico di 'festa'.

GAUDÊNCIASanta



Nel Martirologio Geronimiano il 30 agosto è riportata, dopo alcuni martiri romani, questa lezione: "Gaudentiae virginis et aliorum trium". Questa menzione è l'unica notazione antica che si possiede di Gaudenzia. Alcuni critici ritengono che non si tratti di una martire romana, ma di un'errata trascrizione di copisti per cui Gaudenzia dovrebbe essere identificata con la martire romana Candida, ricordata dal Geronimiano il 29 agosto. Affermazione tuttavia non sufficientemente provata.
RAIMUNDO DE SANTA GRAZIABeato



Rinomato dottore in Sacra Teologia, il Beato Raimondo di Santa Grazia, era mercedario del convento di San Tommaso in Tortosa (Spagna). Governò il convento con saggezza, lo zelo delle virtù, la parola e l'esempio fino alla morte lasciando un vivo ricordo di vita tutta per Cristo.
L'Ordine lo festeggia il 30 agosto


RICARDOBeato



Originario della Lotaringia e discepolo a Laon del maestro Radolfo, Riccardo, commosso da una predica di s. Norberto sulla vanità delle cose terrene, seguì il fondatore dell’Ordine Premostratense nel monastero di Prémontré, non lungi da Laon. Ivi si distinse per la vita austera e quindi dal b. Ugone, successore di Norberto nella direzione dell’Ordine, fu inviato presso Pont-à-Mousson, nell’abbazia di Ste-Marie-aux-Bois di cui fu il primo priore.
Morì il 30 agosto 1155. Secondo la tradizione era dotato del dono delle profezie e della facoltà di fugare i demoni.
TEODÓSIO DE ORIASanto



Nell'ultimo quarto del secolo IX resse la Cattedra di Oria un grande Vescovo, Teodosio. Secondo la tradizione locale egli fu educato in Oria da monaci orientali, meglio da anacoreti e trascorse la sua giovinezza presso la corte di Costantinopoli. Eletto vescovo, Teodosio si distinse per la sua attività pastorale, indicendo pure, attorno all'881, un Sinodo. Egli ebbe anche il merito di conservare la pace tra Bizantini e Longobardi e fare convivere nella diocesi la Chiesa latina e quella greca. Si vuole che Teodosio abbia svolto una missione diplomatica a Costantinopoli per conto del papa Stefano V, da cui nell'886 ricevette in dono per la sua Chiesa le reliquie dei santi martiri romani Crisanto e Daria, che depose nella chiesa ipogea a loro dedicata, posta sull'acropoli cittadina e ancora esistente. Lo stesso vescovo Teodosio accolse in Oria, trasportate dalla Palestina, le reliquie di Barsanufio, santo eremita del V secolo, e le depose in una grotta-chiesa, presso la porta della Città, dove su un'architrave monolitico è incisa l'epigrafe +Theodosius episcopus corpus sci Barsanophii condidit et dicabit. Distrutta Oria dai Saraceni, per lungo tempo si perdette il ricordo del Santo. Ritrovate in seguito, le reliquie di Barsanufio furono trasferite nella Cattedrale, dove sono conservate tuttora. S. Barsanufio è il protettore della Città e della Diocesi, che ne celebrano la memoria il 30 agosto


arono alla luce alcune fondamenta risalenti al 900 ca. e un sarcofago carolingio purtroppo vuoto.
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miscelania 003

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Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las



NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO


MÊS DE MARIA





ANTÓNIO FONSECA

Lista de Papas por ordem de data

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I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

XXI - São CORNÉLIO (251-253);

II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

LIV - São FÉLIX IV (526-530);

VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

CII - SÉRGIO II (844-847);

XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

CXXXIV - BENTO VI (973-974);

XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

(**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

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