FELIZ PÁSCOA

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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Nº 3308 - Série de 2017 - 335 - SANTOS DE CADA DIA - 30 DE NOVEMBRO DE 2017 - DÉCIMO PRIMEIRO ANO

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Nº  3 3 0 8



Série - 2017 - (nº 3 3 5)


30 de NOVEMBRO de 2017


SANTOS DE CADA DIA

11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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ANDRÉ, Apostolo, Santo





Festa de Santo ANDRÉ, Apóstolo, natural de Betsaida, irmão de São PEDRO e pescador como ele. Foi o primeiro dos discípulos de JOÃO BAPTISTA a ser chamado pelo Senhor junto ao Jordão e que O seguiuapresentando-Lhe também seu irmão; depois do Pentecostes, segundo a tradição, pregou o Evangelho na região de Acaia, na Grécia, e foi crucificado em Patras. A Igreja de Constantinopla venera-o como seu mais insigne patrono.

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

Os Gregos chama a este ousado Apóstolo Protókletos que significa: o primeiro chamadoSanto ANDRÉ foi um dos afortunados que viram Jesus na verde planície de Jericó. Ele passava: o BAPTISTA indicou-o com o dedo de Precursor e disse: «Eis o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo». ANDRÉ  e JOÃO foram atrás d'Ele, com a agitação duma juventude que se abre para a vida.
Não se atreveram a falar-Lhe, até que Jesus Se virou para eles - feliz olhar - e lhes perguntou:
«Que procurais?» -
«Mestre, onde habitas?» -
«Vinde e vereis».
Foram com Ele e passaram  juntos aquela noite. O que ouviram e viram, só eles o podem contar. Noite que foi mais clara que o meio-dia, porque nasceu para os afortunados discípulos o sol da Verdade.
«Encontrámos o Messias», dizia no dia seguinte ANDRÉ ao irmão, SIMÃO PEDRO. Um encontro afortunado decidi para sempre da vida de Santo ANDRÉ. Aquela tarde do princípio do ano de 27 foi o amanhecer dum dia de sol e de vida. O Apóstolo viverá sempre à sua luz, junto a Jesus e com Jesus.
A Igreja deve muito a Santo ANDRÉ. Chamado ao Apostolado em primeiro lugar, não parou até encontrar seu irmão SIMÃO. Convenceu-o, apresentou-o a Jesus e então realizou-se a eleição do primeiro Papa, num reduzido conclave campestre das margens do Jordão.
«Tu chamar-te-ás PEDRO».
A pedra fundamental do edifício cristão estava escolhida pelo Divino Arquitecto. ANDRÉ tinha sido o mensageiro que o transportou à sua presença.
Pouco depois apareceram, ANDRÉ e o irmão SIMÃO na margem do pitoresco Lago da Galileia. Os dois tinham nascido perto das suas águas, na aldeia de Betsaida, casa de pesca, e eram pescadores. Jesus, a quem apraz madrugar, sobretudo quando chama almas, passeia muito cedo pela praia e vê-os nas barcas, lançando as redes ao mar.
«Vinde após Mim, e Eu farei de vós pescadores de homens».
E os dois irmãos ficaram com Ele e ficaram para sempre. Não há fraternidade comparável com esta, a qual sela uma vocação divina comum. PEDRO e ANDRÉ irmãos segundo o sangue, sê-lo-ão desde agora na fé, no apostolado e na glória.
ANDRÉ era como o seu nome indica, animoso, activo e prático. Na praia norte do Lago estão um dia 5 000 homens à volta de Jesus. Trata-se de lhes dar de comer. ANDRÉ averigua imediatamente quais as provisões disponíveis; cinco pães e dois peixesQue eram para 5 000 homens? Com a bênção de Jesus, os pães e os peixes multiplicaram-se e todos comeram até saciar-se. Quanto gozaria Santo ANDRÉ naquela tarde de Primavera, ele que tinha procurado em todos os grupos e sacos, e não tinha encontrado nada além de cinco pães e dois peixes!
Outro dia, uns gregos desejavam falar com o Mestre, mostram o desejo a FILIPE. Este não se atreve a ir com a embaixada ao Senhor e di-lo ao amigo e patrício, ANDRÉ. Animoso como sempre, foi direito a Jesus e transmitiu-Lhe o recado dos gregos. Excelente intercessor na terra, não o há-de ser igualmente no Céu?
São MARCOS apresenta-nos outra vez ANDRÉ sentado junto a Jesus, no dia de terça-feira santa, na colina do Monte das Oliveiras. Dali contemplam pelo Ocidente a cidade de Jerusalém e no primeiro plano a massa ingente, branca e brilhante pelo ouro e pelos mármores, do Templo. Terá sido Santo ANDRÉ quem primeiro perguntou pela sorte futura daquele Templo grandioso e daquela cidade de Sião? «Mestre, que será de tudo isto?. Hoje no Céu, contemplará Santo ANDRÉ aquela vasta esplanada, onde florescem as ervas e os cardos; aquelas ruas agitadas, que eram o ponto de encontro dos beduínos da vizinha aldeola de Siloé. Ciência divina de Jesus e desígnios imperscrutáveis da Providência de Deus sobre os povos!
«Chegará um dia,  respondeu Jesus a ANDRÉ em que não ficará pedra sobre pedra».


Já não se torna a falar de Santo ANDRÉ nos livros sagrados. Mas uma tradição muito antiga e autorizada, expressa por figuras tão ilustres como EUSÉBIO e SÃO JERÓNIMO no século IV, fala-nos dele como evangelizador da Cítia e da Acaia. Nesta última região, na cidade grega de Patras, foi onde encontrou a coroa gloriosa do martírio, selando assim com o sangue a fé que, como testemunha da verdade infalível, tinha pregado.
As Actas do seu martirio são relativamente tardias, do século IV, e revestem a forma de uma carta que escrevem os presbiteros de Patras à Igreja Universal, comunicando a notícia da morte e martírio do Apóstolo. Embora a forma esteja muito enfeitada, o fundo geral é histórico. Têm especial interesse os afectos que sugere a Santo ANDRÉ à vista da cruz, o instrumento do seu martírio. Cruz em forma de aspa ou X, que é conhecida pelo nome de cruz de Santo ANDRÉ.
«Eu vos saúdo, ó cruz consagrada pelo corpo de Jesus Cristo! As vossas pedras preciosas são as gotas do seu sangue. Antes de o meu Mestre vos ter escolhido para seu trono, o mundo tinha-vos horror; hoje deseja-vos com ardor celestial. Os que crêem em Cristo conhecem as delícias que possuís e as recompensas que por vós se obtêm. Alegre e sem temor venho a vós; regozijai-vos, porque ides receber um discípulo do Crucificado. Sempre vos amei apaixonadamente e desejei poder abraçar-vos. O vosso esplendor e a vossa beleza recebeste-os do Senhor. Oh Cruz boa, tanto tempo desejada, tão ardentemente amada, e buscada sem descanso! Agora vejo-vos pronta a satisfazer os anelos da minha alma. Retirai-me do lado dos homens e devolvei-me ao Divino Mestre. Fazei que por vós me receba Aquele que por vós me resgatou».
Ao pronunciar estas palavras, dizem as Actas, despojou-se do que vestia e distribuiu-o entre os verdugos. Ataram-no de pés e mãos à cruz e levantaram-no nela. Dois dias inteiros durou o seu sacrifício, aquela Missa solene do seu pontificado na terra «Recebei-me, Mestre meu, Cristo meu, a quem amei desde que vos conheci, a quem agora confesso. Recebei o meu espírito».
O seu corpo ficou envolvido em nuvem de luz celestial cerca de meia hora, e a sua alma voou à verdadeira mansão do seu Mestre, que tinha ficado a conhecer nas margens do Jordão; voou para a casa solarenga do Pai. Foi agora que ficou sabendo onde habitava Jesus. A noite que passou com Ele na tenda de Jericó converte-se na jornada eterna da glória. Amanheceu a luz eterna.

JOSÉ MARCHAND, Beato
  


Em Hué, no Anam, hoje Vietname, São JOSÉ MARCHAND presbitero da Sociedade das Missões Estrangeiras de Paris e mártir, que, no tempo do imperador Minh Mang, foi condenado ao suplício dos cem açoites. 1875)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

Nasceu em 1803, em Passavant, diocese de Besançon, França, segundo de nove filhos duma família de lavradores. Em Novembro de 1826, entrou no seminário maior. Já então usava por vezes cilício e dormia sobre tábuas. Nasceu nele o desejo das missões estrangeiras, valendo-lhe este muitas lutas com o pároco e com os pais. Já subdiácono, entrou nas missões estrangeiras de Paris no Natal de 1828. Defendendo tal passo, escrevia aos pais: «Dai outra direcção à vossa ternura. Faço-vos esta pedir sem descanso por mim e duplicar esforços  no serviço de Deus».
Ordenado sacerdote em 1829, embarcou em 12 de Maio no navio Voltaire.
Terrivel viagem com uma tripulação anti-religiosa e obscena. Impossível dizer Missa. Um marinheiro atreveu-se um dia a rezar com os missionários: descarregaram nele 25 açoites e prometeram-lhe 50 se reincidisse. Navegação que foi noviciado para o martírio. O mandarim da alfândega examinou detidamente o nosso sacerdote vestido à chinesa. Por fim, sempre o deixou passar, quando o piloto português lhe deu uma receita para se tornar tão belo como esse homem «cor do céu».
MARCHAND aprendeu o anamita no colégio de Lai Thiu e em seguida visitou, na Cochinchina, três províncias e chegou até ao Cambodja. Depois de ensinar e de se ocupar de cristandades em Lai Thiu, ficou encarregado da província de Buntuã, com 7 000 cristãos em 25 cristandades. A partir de 1820, esteve a Indochina governada por Minh Mang, príncipe inteligente mas cruel e inimigo dos estrangeiros. No princípio de 1833, a perseguição expulsou o nosso missionário. Refugiou-se na Baixa Cochinchina, mas um chefe revoltado contra Ming Mang descobriu-o, levando-o para Cho-quã pretendeu forçá-lo a levantar os cristãos contra aquele que os perseguia. MARCHAND não fez tal coisa. Esteve 18 meses preso em Saigão. As tropas reais tomaram a cidade em 1835. Foi acusado de ter tido parte na rebelião. Conduzido a Hué, continuou a ferros. Foi interrogado, foi torturado com tenazes em brasa. Manteve firmemente não ter nunca favorecido os revoltosos.
Beato MARCHAND foi o único a ser interrogado e torturado imediatamente antes da morte. A 30 de Novembro de 1835, às 5 horas da manhã (completam-se agora 181 anos), seis tiros de canhão convocaram a gente para o suplício. MARCHAND é tirado da sua gaiola, levam-no entre duas linhas de soldados, preso a uma maca, com as pernas afastadas e os braços estendidos. Forçam-no a prostrar-se cinco vezes diante do principe. Ming Mang deixa cair uma bandeirinha, sinal de partida para o tribunal dos suplícios. Lá, dois algozes imobilizam o mártir, enquanto os outros cinco, com uma grossa tenaz incandescente, lhe apertam cinco vezes as coxas e as pernas. O paciente grita.
O mandarim pergunta porque arrancam os cristãos os olhos aos que morrem. Novas tenazadas ardentes. Porque diante do altar os futuros esposos se apresentam ao padre? Cinco novas feridas vêm juntar-se às dez precedentes. Porquê as abominações dos festins cristãos? Que é esse pão mágico que se come depois da confissão? O mártir extenuado já não pode responder. Os beleguins param.
O cerimonial inclui nesta altura uma refeição para o condenado. O juiz chama o criado: «Pergunta ao Senhor Europeu que deseja comer?» - Obrigado, responde MARCHAND. Já não tenho fome». E recolhe-se. Metem-lhe uma pedra na boca a servir de mordaça, com freio de bambu. Levam-no a correr, na maca, e outra pessoa encarrega.-se de pôr os algarismos por escrito.
Fazem-lhe cair a pele das pálpebras sobre os globos oculares. Com a tenaz, arrancam do peito dois pedaços de carne ensanguentada, de um meio pé de comprimento. Fazem o mesmo ás costas e à barriga das pernas. Neste momento o padre sucumbe. Morre aos 32 anos, perto de Hué, em To-duc. O corpo é cortado em quatro e lançado ao mar. A cabeça é exposta, e depois esmagada num almofariz. O pó resultante vai também para o mar.
GREGÓRIO XVI declarou Venerável o missionário em 1840 e 
LEÃO XIII beatificou-o em 1900.



Mirocletes de Milão, Santo
   


Em Milão, na Ligúria, agora na Lombardia, Itália, São MIROCLETES bispo que Santo AMBRÓSIO menciona entre os bispos fiéis que o precederam (314)


Tudual (Pabu) da Bretanha Menor, Santo
   



Na Bretanha Menor, hoje França, São TUDUAL apelidado PABU, abade e bispo que construiu um mosteiro no território de Tréguier. (séc. VI)


Galgano Guidotti, Santo


   
No monte Siépi, na Etrúria, hoje na Toscana, Itália, São GALGANO GUIDOTTI eremita, que se converteu a Deus depois de uma juventude dissipada e viveu o resto da sua vida em voluntária mortificação corporal. (1181)

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João de Vercelas Garbella, Beato



Em Montpellier, na Provença, França, o Beato JOÃO DE VERCELAS GARBELLA presbitero, mestre geral da Ordem dos Pregadores, que na sua pregação recomendou intensamente a devoção ao nome de Jesus. (1283)


Frederico de Ratisbona, Beato




Em Ratisbona, na Baviera, Alemanha, Beato FREDERICO religioso da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho que, sendo hábil carpinteiro, se distinguiu pelo fervor na oração, obediência e caridade. (1329)

  

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

Tendo nascido de pais pobres em Ratisbona (Rogensburg), entrou como irmão leigo nos Eremitas de Santo Agostinho dessa cidade. Exerceu o ofício de carpinteiro. pediam-lhe também que preparasse lenha para o fogão. Na verdade, sendo ele industrioso, as suas atribuições dilatavam-se à medida da necessidade dos seus irmãos, e agradecia a Deus poder prestar toda a espécie de serviço. Morreu a 30 de Novembro de 1329. O seu culto foi confirmado pela santa Sé em 1909.


 

Cutberto Mayne, Santo



Em Lancaster, Inglaterra, São CUTBERTO MAYNE presbitero e mártir que, convertido à fé católica e ordenado sacerdote, exerceu o ministério na Cornualha até que, no reinado de Isabel I, condenado à pena capital por ter dado a conhecer publicamente uma Bula Apostólica, foi conduzido ao suplício do patíbulo, sendo o primeiro mártir dos alunos do Colégio dos Ingleses de Douai. (1577)

Alexandre Crow, Beato



Em York, Inglaterra, o Beato ALEXANDRE CROW presbitero e mártir que, tendo passado de humilde costureiro sacerdotal, no mesmo reinado de Isabel I, por ser sacerdote foi condenado ao patíbulo e consumou o seu glorioso martírio. (1586)



Tadeu Liu Ruiting, Beato



Em Quixan, Sichuan, China, São TADEU LIU RUITING presbitero e mártir que foi estrangulado em ódio à fé. (1823)





Miguel Francisco Ruedas Mejias e 6 companheiros Diogo de Cádiz (Tiago García Molina), Nicéforo Salvador Del Rio, Romão (Rafael Touceda Fernández), Artur Donoso Murillo, Jesus Gesta de Piquer e António Martínez Gil-Leónis, Beatos

        

Em Paracuellos del Jarama, Madrid, Espanha, os beatos MIGUEL FRANCISCO RUEDAS MEJÍAS e 6 companheiros DIOGO DE CÁDIZ (Tiago García Molina), NICÉFORO SALVADOR DEL RIO, ROMÃO (Rafael Touceda Fernández)religiosos; ARTUR DONOSO MURILLO, JESUS GESTA DE PIQUER e ANTÓNIO MARTÍNEZ GIL-LEONIS, professos, mártires, religiosos da Ordem de São João de Deus, homens insignes pelo seu testemunho de fé cristã que, durante a cruel perseguição religiosa, foram vítimas da violência  dos inimigos da Igreja e partiram ao encontro do Senhor. (1936)


José Otin Aquiloé, Beato





Em Valência, Espanha, o beato JOSÉ OTIN AQUILOÉ presbitero da Sociedade Salesiana e mártir que, na mesma perseguição, pela sua invencível constância na fé alcançou o reino celeste. (1936)


Agostinho Renedo Martino e 49 companheiros Artur García de La Fuente, Bento Rodríguez González, Conrado Rodriguez Gutiérrez, Constantino Malumbres Francês, Dâmaso Arconada Merino, Gerardo Gil Leal, Estêvão García Suárez, Francisco Marcos Del Rio, Jesus Largo Manrique, João Monedero Fernández, João Sánchez Sánchez, Joaquim García Ferrero, Alfredo Fernando Fariña Castro (José Agostinho), Julião Zarco Cuevas, Luís Suárez-Valdés Dias de Miranda, Mariano Revilla Rico, Matias Espeso Cuevas, Melchior Martínez Alcuña, Miguel Cerezal Calvo, Pedro de La Varga Delgado, Pedro Martínez Ramos, Dionísio Terceño Vicente, José Gando Uña, José López Piteira, Nemésio García Rúbio, Bernardino Calle Franco, Francisco Fuente Puebla, Gerardo Pascual Maia, Heliodoro Merino Merino, Isidro Mediavilla Campo, José António Pérez García, José Dalmau Regas, José Noriega González, Júlio Marcos Rodríguez, Júlio Maria Fíncias, Luís Ária Melendro, Macário Sánchez López, Máximo Valle García, Miguel Iturrarán Laucirica, Nemésio Diez Fernandez, Pedro José Carvajal Pereda, Pedro Simão Ferrero, Ramiro Alonso López, Ricardo Marcos Guerrero, Romão Martín Maia, Tomás Sánchez López, Vítor Cuesta Villalba, Amado Cubeñas Diego-Madrazo e Vicente Peña Ruiz, Beatos 






Em Paracuellos del Jarama,. Madrid, Espanha, o Beato AGOSTINHO RENEDO MARINO presbitero da Ordem de Santo Agostinho e 49 companheiros ARTUR GARCÍA DE LA FUENTE, BENTO RODRIGUEZ GONZÁLEZ, CONRADO RODRIGUEZ GUTIÉRREZ, CONSTANTINO MALUMBRES FRANCÊS, DÂMASO ARCONADA MERINO, GERARDO GIL LEAL, ESTÊVÃO GARCÍA SUÁREZ, FRANCISCO MARCOS DEL RIO, JESUS LARGO MANRIQUE, JOÃO MONEDERO FERNÁNDEZ, JOÃO SÁNCHEZ SANCHEZ, JOAQUIM GARCIA FERRERO, ALFREDO FERNANDO FARIÑA CASTRO (José Agostinho), JULIÃO ZARCO CUEVAS, LUÍS SUÁREZ DIAZ DE MIRANDA, MARIANO REVILLA RICO, MATIAS ESPESO CUEVAS, MELCHIOR MARTÍNEZ ALTUÑA, MIGUEL CEREZAL CALVO, PEDRO DE LA VARGA DELGADO, PEDRO MARTÍNEZ RAMOS, presbíteros da Ordem de Santo Agostinho; DIONÍSIO TERCEÑO VICENTE, JOSÉ GANDO UÑA, JOSÉ LOPEZ PITEIRA, NEMÉSIO GARCÍA RÚBIO, diáconos da mesma Ordem; BERNARDINO CALLE FRANCO, FRANCISCO FUENTE PUEBLA, GERARDO PASCUAL MAIA, HELIODORO MERINO MERINO, ISIDRO MEDIAVILLA CAMPO, JOSÉ ANTÓNIO PÉREZ GARCÍA, JOSÉ DALMAU REGAS, JOSÉ NORIEGA GONZÁLEZ, JÚLIO MARCOS RODRÍGUEZ JÚLIO MARIA FÍNCIAS, LUÍS ÁBIA MELENDRO, MACÁRIO SÁNCHEZ LÓPEZ, MÁXIMO VALLE GARCÍA, MIGUEL ITURRARÁN LAUCIRICA, NEMÉSIO DIEZ FERNÁNDEZ, PEDRO JOSÉ CARVAJAL PEREDA, PEDRO SIMÕN FERRERO, RAMIRO ALONSO LÓPEZ, RICARDO MARCOS GUERRERO, ROMÃO MARTIN MAIA, TOMÁS SANCHEZ LÓPEZ, VÍTOR CUESTA VILLALBA, religiosos da mesma Ordem, AMADO CUBEÑAS DIEGO-MADRAZO e VICENTE PEÑA RUIZ presbiteros da Ordem dos Pregadores, mártires. (1936)




Luís Roque Gientyngler, Beato



Perto de Munique, na Baviera, Alemanha, no campo de concentração de Dachau, o Beato LUÍS ROQUE GIENTYNGLER presbitero e mártir que, no tempo da ocupação militar da Polónia durante a guerra, foi vítima dos crimes cometidos pelo regime inimigo da fé e entregou o seu espírito a Deus. (1941)

...  e, A i n d a ...




Berengário de Osteles, Beato



Illustre cavaliere laico del convento mercdario di San Pietro dei Greci in Teruel (Spagna), il Beato Berengario de Ostalés, seppe onorare l'Ordine e la Chiesa.Quando il 12 luglio 1317 fu eletto come Maestro Generale San Raimondo Albert e che per la prima volta era un chierico, i tradizionalisti che volevano ancora un cavaliere laico elessero Berengario, ma tale elezione non fu approvata dal Papa, non perché non ne fosse all'altezza ma perché ormai sicuramente erano di un numero superiore i frati ed era giusto cambiare. Rinomato per la santità della vita salì splendente in cielo e il suo nome rimase per sempre impresso nei luoghi dove visse.
L'Ordine lo festeggia il 30 novembre. 
Everardo de Stahleck, Beato


Nato dalla famiglia dei conti di Stahleck, dopo aver servito come paggio alla corte di Heidelberg, Everardo, ancora giovanissimo, volle farsi cistercense nell'abbazia di Schoenau, non lontano da quella città. Ma, non avendo compiuto gli studi, non fu accettato. Non rinunziò tuttavia alla vita religiosa e, all'età di sedici anni, si ritirò in un eremitaggio, che costruì lui stesso a Chumbd, presso Simnern, nella diocesi di Magonza. Volle in seguito fondare un monastero di monache cistercensi. Si rivolse allora all'abate Arnoldo di Eberbach, abbazia situata nella diocesi di Magonza, il quale gli inviò un gruppo di religiose dell'abbazia di Marienhausen, presso Rudeshein nella stessa diocesi di cui aveva la cura. Fu così che nacque l'abbazia di Chumbd (o Comeda), che fu sottoposta, essa pure, all'abate di Eberbach. Solo allora Everardo ricevette l'abito dell'Ordine. Promosso e ben presto suddiacono, fu nominato padre spirituale delle religiose, fra cui si trovavano due sue sorelle. Un fratello lo raggiunse poi come frate converso a Comeda. Dopo una lunga malattia, Everardo morì in concetto di santità a ventott'anni, il 30 novembre 1191, e fu sepolto nella chiesa del monastero. I Cistercensi l'hanno iscritto nel loro Menologio. Essendo stata l'abbazia di Comeda soppressa nel 1566, i suoi resti furono trasferiti nell'abbazia di Himmerod. 


Guglielmo de Paolo, Beato

Un austero e sapiente Abate benedettino, il siciliano Beato Angelo Sinisio, venne incaricato, nel 300, di ristabilire l'osservanza alla Regola in certi monasteri dell'isola dalle abitudini troppo libere, nei quali si era affievolito, se non smarrito, il genuino spirito benedettino.
Nonostante la santità del riformatore, la missione ebbe scarso successo, e gli sforzi del Beato Angelo gli attirarono addirittura un attentato che per poco non gli fu fatale.
Uno dei monasteri nei quali l'opera del Beato Angelo non riuscì a dar frutto, fu l'abbazia di Santa Maria di Maniace, al tempo in diocesi di Monreale.
Il risanamento spirituale di questa comunità, che non era riuscito al Sinisio, venne invece ottenuto, mezzo secolo più tardi, da un suo confratello e successore, il Beato Guglielmo. Anche Guglielmo, come Angelo, era nato a Catania, nella seconda metà del '300.Anch'egli si era fatto monaco benedettino in quella stessa abbazia di San Nicola Dell'Arena, nella quale era stato giovane monaco il Beato Angelo.
Di lui, Guglielmo ricalcò le impronte ancora fresche, e anch'egli si confermò monaco di grande virtù e saggezza, zelante e al tempo stesso comprensivo. Fu insomma meritevole di quell'incarico di revisore, o meglio di riformatore, che lo spinse verso le comunità monastiche ancora bisognose di un'opera paziente di rammendo spirituale.
Anch'egli, così, venne indirizzato a Santa Maria di Maniace, e per lui, quella volta, non ci fu la duplice spiacevole sorpresa di un insuccesso e di un tentato omicidio.
Evidentemente i tempi erano cambiati, e le coscienze si erano fatte più mature e accessibili. L'opera di rammendo fu così possibile, anche se richiese pazienza e fermezza. In quest'opera stanno quasi tutti i titoli di merito del Beato Guglielmo, la cui vita non è conosciuta con sufficiente precisione, per potergli attribuire altre benemerenze. Ma certamente queste non mancarono, prima della sua morte, verso il 1423, che sottrasse alla terra il Beato benedettino per consegnarlo alla gloria dei cieli.
L'abbazia di Santa Maria tornò ad essere, da allora, esemplare vivaio di anime consacrate a Dio e degne della sua ricompensa. E tale rimase per diversi secoli, finché un brutto giorno un terremoto la distrusse quasi completamente.
Ma ciò avvenne nel 1693, a molta distanza dal tempo del Beato Guglielmo. Le sue reliquie continuano ad avere l'omaggio di un ininterrotto culto popolare, più forte e tenace dei terremoti. Perché questi possono squassare e rovinare mura e colonne, ma sono incapaci di sopprimere il ricordo della santità.                                    


Maura de Constantinopla, Santa



Il Baronio l'ha introdotta nel Martirologio Romano al 30 novembre senza una spiegazione sufficiente, poiché non si conosce alcuna vergine e martire di questo nome né a Costantinopòli, né altrove.
Vi era tuttavia in questa città, almeno dal VI sec., nel quartiere chiamato Iustinianae, una chiesa in onore dei ss. martiri Timoteo lettore e Maura, sua moglie. Ma costoro avevano sofferto per la fede nella Tebaide, dove il governatore Arriano, voleva far loro consegnare i libri sacri e rinnegare Cristo. Avendo i due martiri opposto un rifiuto, il governatore inflisse loro diversi tormenti e infine li condannò alla crocifissione. I sinassari bizantini li menzionano al 10 novembre e al 3 maggio. Potrebbe però darsi che la confusione del Martirologi Romano derivi da altra fonte.


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Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las







Igreja da Comunidade de São PAULO DO VISO, entrada principal


Blogue: 
 SÃO PAULO (e Vidas de Santos) http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

Desde 7 de Novembro de 2006, 
entrando pois no Décimo Primeiro ano de publicação diária 
exceptuando algumas (poucas) interrupções técnicas




ANTÓNIO FONSECA

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Nº 3307 - Série de 2017 - 334 - SANTOS DE CADA DIA - 29 DE NOVEMBRO DE 2017 - DÉCIMO PRIMEIRO ANO

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Nº  3 3 0 7



Série - 2017 - (nº 3 3 4)


29 de NOVEMBRO de 2017


SANTOS DE CADA DIA

11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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DIONÍSIO DA NATIVIDADE, Beato e
REDENTO DA CRUZ, Beato


Dionísio da Natividade (Pedro Berthelot) e Redento da Cruz (Tomás Rodrigues), Beatos

  

Em Aceh, ilha de Samatra, na Indonésia, os beatos mártires DIONÍSIO DA NATIVIDADE (Pedro Berthelot) presbitero e REDENTO DA CRUZ (Tomás Rodrigues) religiosos da Ordem dos Carmelitas Descalços, que foram submetidos à escravidão pelos maometanos e depois levados para a beira-mar, onde foram mortos a golpes de lança e de setas. (1638)

Texto do Livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O. de Braga:

PEDRO BERTHELOT, o futuro DIONÍSIO, nasceu na actual Bélgica, em 1600. Embarcado para uma grande navegação só com doze anos, perdeu o seu navio pelos vinte e foi obrigado a servir algum tempo aos Holandeses. Mas, sendo bom católico, preferiu o Rei de Portugal a estes protestantes. O principe nomeou-o cosmógrafo e piloto-mor. Em Londres, O British Museum conserva cartas desenhadas por BERTHELOT. Ele bateu várias vezes os Turcos no mar. Enviado para Goa, pediu aos jesuitas que o admitissem no meio deles: mas estes recusaram-se, temendo desagradar ao vice-rei. Os Carmelitas, temendo menos, aceitaram-no e chamaram-lhe DIONÍSIO DA NATIVIDADE (1635). Vieram Holandeses cercar Goa. DIONÍSIO aceitou retomar o serviço, sob chamada do vice-rei, organizou a defesa e rechaçou o inimigo. Depois voltou ao convento com as suas armas, que eram o crucifixo. No Natal de 1636 emitiu os seus votos religiosos. Ordenado sacerdote em Agosto de 1638, foi encarregado de acompanhar uma embaixada que Goa mandava ao Achém no Norte de Samatra.
Foi-lhe dado por companheiro o Irmão converso REDENTO DA CRUZ, nome carmelita de TOMÁS RODRIGUES DA CUNHA, da Casa de Lisouros, em Paredes de Coura, da nobre família dos Cunhas (nasceu por 1598). Embarcara para a Índia aos 19 anos, onde se notabilizou em feitos de armas, como capitão da praça de Meliapor. Outra milícia, porém, mais nobre e meritória lhe arrebatou o coração, até o libertar dos vaivéns da vida e da fortuna. Como o Beato - perdão, o Santo NUNO DE SANTA MARIA, pede o hábito dos carmelitas descalços.
Foi isto no convento de Goa, em cujas ruínas hoje ainda se celebra a 29 de Novembro, uma Missa em honra do humilde donato, depois mártir de Cristo. Desta glória colheu ele a palma por ocasião da referida embaixada. Superentendia nesta expedição, com dois navios de guerra e mais provisões, D. Francisco de Sousa e Castro. FR. REDENTO, na partida repetira corajoso: «Vamos, porque Deus me quer fazer mártir!».
Foram e chegaram ao Achém por fins de Outubro de 1638; mas os Holandeses, apostados inimigos dos Portugueses, na Índia como no Brasil, tinham já prevenido o rei mouro de Samatra, anunciando os Portugueses como espias ou exploradores da região, e com intenções de guerra. Com isto foi logo preso o embaixador e a sua comitiva; e os dois carmelitas, com uns 60 portugueses postos a tratos, foram atraidos com promessas, para renegar o Evangelho e abraçar o Alcorão.
Decorrido um mês de provas, com geral e heróica perseverança, foram todos condenados ao suplício, e levados em fila ao local onde, atravessados por azagaias, ou varados pelo punhal, acabaran martirizados. Fr. REDENTO foi o primeiro, enquanto Fr. DIONÍSIO que pediu para ser o último, assistia e animava a todos até os ver tomar, com mão segura, a palma do martírio.
O embaixador portuiguês, que chegou a regressar a Goa, após três anos de cativeiro, escreveu em 1643 à Sagrada Congregação e ao Geral dos Carmelitas, contando os triunfos da Fé em Samatra e solicitando a causa daqueles mártires. Quando aos dois Carmelitas, seguiu-se o processo regularmente, até à beatificação no Domingo de Santíssima Trindade, 10 de Junho de 1990.
Quanto aos restantes 60 portugueses, como a tantos outros semelhantemente sacrificados por aquelas regiões do Achém, Malacas e Molucas, não perderam as glórias da beatificação, canonização e coroação, na presença da mesma Santíssima Trindade, entre os seus Anjos e todos os mais Santos.



SATURNINO, Santo
  


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

Maximino Hercúleo condenara muitos cristãos de Roma a trabalhos forçados na construção das termas imensas que Diocleciano se propôs levantar na colina do Viminal. Um cristão muito rico e generoso, por nome TRASÃO ajudava com socorros pecuniários e alimentícios aqueles presidiários da fé. Os intermediários eram quatro diáconos. CIRÍACO e SISÍNIO, LARGO e ESMERAGDO. Surpreendidos no exercício da sua caridade, também estes foram detidos e obrigados a transportar sacos de areia. Mas também no trabalho encontravam modo de socorrer os seus companheiros de infortúnio. Não há coisa que tanto una os cristãos entre si como a perseguição.
Entre os fiéis que levavam carga de areia às termas encontrava.-se um ancião - vir senex - de origem cartaginesa, por nome SATURNINO. Os seus passos hesitavam os seus ombros cediam debaixo do peso cruel, enquanto os lábios rezavam e o coração se unia a Cristo.
Estes operários singulares, que se convertiam em apóstolos e propagandistas do Evangelho com o pico na mão ou o saco às costas, ao mesmo tempo que motivavam admiração pela seriedade no trabalho e pelo cumprimento do seu duro dever, irritavam também os verdugos com a resignação e o espírito de proselitismo. Um dia cansaram-se eles e meteram na cadeia um grupo de cristãos mais distintos. Entre eles estava o díácono SISÍNIO e o velho SATURNINO.
Foram os dois julgados juntos e em sessão distinta da dos outros. Levados ao prefeito de Roma, no foro de Nerva, confessaram decididamente a própria fé. Foram submetidos à tortura, mas deram tais provas de firmeza e espírito que se converteu ao cristianismo GRACIANO verdugo ou assessor do prefeito.
Estas conversões repentinas aparecem com frequência nas Actas do tempo de Diocleciano e não se pode duvidar que são autênticas. Deve reconhecer-se nelas o triunfo da graça de Cristo qe trabalhava interiormente nos corações.
SINÍSIO e SATURNINO tiveram a sentença de morrer decapitados na Via Nomentana. O presbitero JOÃO recolheu-lhes os sagrados corpos e enterrou-os a 28 de Novembro, com  a ajuda do fervoroso TRASÃO num terreno que este último possuía na Via Salária Nova, onde nos primeiros anos de paz cristã surgiu uma basílica dedicada a São SATURNINO. No século XVI conservava-se ainda São DÂMASO, o poeta dos mártires romanos, colocou esta inscrição no túmulo de São SATURNINO:



«Agora cidadão de Cristo, antes tinha-o sido de Cartago, 
quando a espada atravessava o peito da piedosa Mãe Igreja.
O seu sangue mereceu-lhe mudar de pátria, nome e prosápia e, 
fazendo-se cristão, foi cidadão romano.
O valor da sua fé demonstrou-o com a intrépida morte.
Ruge o verdugo GRACIANO, enquanto desfaz o ecúleo os teus sagrados membros; 
Mas, embora derrame sobre ti todo o veneno da sua venenosa bílis, 
Não consegue mover-te a que renegues a Cristo, ó Santo.
Mais ainda, pelo mérito da tua oração conseguiu ele vir a morrer como confessor da fé.
Esta é a súplica ardente de DÂMASO:  
que se venere o teu sepulcro.
Que seja lugar de oração e de graças,


porque está aqui o corpo do mártir SATURNINO».



FREDERICO DE RATISBONA, Beato




Em Ratisbona, na Baviera, Alemanha, Beato FREDERICO religioso da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho que, sendo hábil carpinteiro, se distinguiu pelo fervor na oração, obediência e caridade. (1329)

  

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

Tendo nascido de pais pobres em Ratisbona (Rogensburg), entrou como irmão leigo nos Eremitas de Santo Agostinho dessa cidade. Exerceu o ofício de carpinteiro. pediam-lhe também que preparasse lenha para o fogão. Na verdade, sendo ele industrioso, as suas atribuições dilatavam-se à medida da necessidade dos seus irmãos, e agradecia a Deus poder prestar toda a espécie de serviço. Morreu a 30 de Novembro de 1329. O seu culto foi confirmado pela santa Sé em 1909.


FRANCISCO ANTÓNIO FASANI, Santo
 





Em Lucera, na Apúlia, Itália, São FRANCISCO ANTÓNIO FASANI presbítero da Ordem dos Frades Menores, homem de grande sabedoria, solidamente fundamentado na prática da pregação e da penitência , o qual se dedicou de tal modo aos pobres e indigentes, que nunca duvidou em desprenmder-se até das suas vestes para cobrir um mendigo, oferecendo a todos a sua ajuda cristã. (1742)


Saturnino de Toulouse, Santo
   


Em Toulouse, na Gália Narbonense, hoje França, a comemoração de São SATURNINO bispo e mártir que, segundo a tradição, no tempo do mesmo imperador Décio, foi detido pelos pagãos no Capitólio desta cidade e arremessado do alto do edifício pelas escadas, de modo que, fracturada a cabeça e dilacerado todo o corpo, entregou a sua alma a Cristo. (250)



Filomeno de Ancira, Santo
   



Em Ancira, na Galácia, hoje Ancara, na Turquia, São FILOMENO mártir que segundo a tradição, durante a perseguição do imperador Aureliano, sendo prefeito Félix, atormentado primeiramente no fogo e depois trespassadas as mãos, os pés e a cabeça com cravos, consumou o seu martirio. (séc. III) 


Iluminada de Tódi, Santa


   
Em Tódi, na Úmbria, Itália, Santa ILUMINADA virgem. (séc. IV)

.

Tiago de Osroene, Santo



Em Batnan, no Osroene, hoje Turquia, São TIAGO bispo de Sarug, que ilustrou com puríssima fé esta Igreja por meio de sermões, homilias e traduções, e é venerado pelos Sírios como doutor e coluna da Igreja, juntamente com Santo EFRÉM. (521)


Ratbodo de Utrecht, Santo


Em Deventer, na Frísia, hoje Holanda, a trasladação de São RATBODO bispo de Utrecht, pastor sábio eprudente, que morreu quando visitava as populações rurais. (918) (918) 



 

Eduardo Burden, Beato



Em York, Inglaterra, o beato EDUARDO BURDEN presbitero e mártir que tendo estudado no Colégio dos Ingleses em Reims, quando regressou aos domínios da rainha Isabel I já ordenado sacerdote, foi condenado ao patíbulo perante uma multidão enfurecida. (1588)

Jorge Errington, Guilherme Gibson e Guilherme Knight, Beatos



Em York, Inglaterra, os Beatos JORGE ERRINGTON, GUILHERME GIBSON e GUILHERME KNIGHT mártires, que proscritos pelo mero facto de serem considerados sacerdotes, foram martirizados cruelmente. (1596)




Bernardo Francisco de Hoyos, Beato

  

Em Valladolid, EspanhaBeato BERNARDO FRANCISCO DE HOYOS, presbitero da Companhia de Jesus, primeiro e principal da devoção ao Sagrado Coração de Jesus nesta nação. (1735)



Maria Madalena da Encarnação 
(Catarina Sordini), Beata




Em Roma, a beata MARIA MADALENA DA ENCARNAÇÃO (Catarina Sordini) virgem, fundadora do Instituto das Irmãs da Adoração Perpétua do Santíssimo Sacramento. (1824)

Alfredo ou (Anselmo) Simão Colomina, Beato



Em El Saler, Valência, Espanha, o Beato ALFREDO ou (ANSELMO) SIMÃO COLOMINA presbitero da Companhia de Jesus e mártir, que, na perseguição contra a Igreja, confirmou com o seu sangue a sua fidelidade ao Senhor. (1936)

...  e, A i n d a ...




Bernardo de Nazareth, Santo



Si tratta di uno dei numerosi vescovi che si trasferirono in Palestina durante o subito dopo lo svolgimento della prima Crociata. Nel 1120 partecipò ad un sinodo in Nablus di Samaria, presieduto dal vescovo di Gerusalemme e indetto per ovviare ad alcuni problemi di origine morale. Nel 1123 sottoscrisse ad Acri un patto tra i diversi principati crociati palestinesi e i veneziani. E' probabile che, essendo Tancredi principe della Galilea, Bernardo fosse originario di Barletta e avesse seguito i crociati venuti dalla Puglia.
Festa il 29 novembre. 
Demétrio e Biagio de Veroli, Santos


  
Santi BIAGIO E DEMETRIO, martiri di Veroli

Tutte le notizie che si possono dare sui santi martiri Demetrio e Biagio, che si venerano a Veroli (Frosinone),
riguardano più che altro le loro reliquie.
Essi sarebbero venuti a Veroli insieme a s. Maria Salome, madre degli apostoli Giovanni e Giacomo, collaborando con lei nell’annunziare il Vangelo agli abitanti della zona e avrebbero poi qui subito il martirio, mentre s. Maria di Salome morì in tarda età pacificamente, divenendo poi la santa patrona principale del paese ciociaro.
I due martiri, erano evidentemente originari come Salome, della Palestina e seguaci del cristianesimo dei primi tempi, essendo Maria Salome contemporanea di Gesù e presente fra le pie donne, che ignare della Resurrezione, si erano recate di buon mattino al sepolcro di Cristo, per ungerne il corpo con aromi.
I corpi di Demetrio e Biagio furono sepolti nell’area su cui poi sorse il Duomo, e furono rinvenuti nella cripta nel 1196; furono allora riposti in due loculi formati da una stessa pietra e poi rimessi nella cripta. Solo nel 1478, quando si prelevarono alcune reliquie di Biagio, i due loculi vennero contrassegnati con due iscrizioni lapidee.
I fedeli già nel marzo 1288, potevano ricevere delle indulgenze, se avessero visitato la cattedrale di Veroli in alcune festività, indulgenze concesse da quattro arcivescovi e una decina di vescovi. Lo stesso papa Niccolò IV, il 6 novembre 1289, concedeva un’indulgenza a chi avesse visitato la cattedrale dedicata a s. Andrea, nella festa dell’Apostolo e in quelle dei martiri Biagio e Demetrio e della beata Maria madre di Giacomo.
Nel 1322 un fedele di Veroli di nome Andrea, fece costruire una cappella e un altare, sul luogo dove secondo la tradizione, i due santi palestinesi avrebbero subito il martirio e lì ritrovati i loro corpi.
Ancora il 12 giugno 1743, i suddetti corpi furono traslati dalla cattedrale alla chiesa di S. Salome e sistemati poi nel 1742 nella ‘confessione’, cioè nell’incrocio fra navata e transetto, dal vescovo Lorenzo Tartagni. Nei secoli qualche studioso ha ipotizzato che le reliquie rinvenute nel 1196, attribuite ai santi Biagio e Demetrio, compagni di s. Maria Salome, fossero in realtà quelle di s. Biagio di Sebaste e di s. Demetrio di Tessalonica e che la leggenda, ha fatto diventare due santi locali; ma è solo un’ipotesi.
Verso il 1478 il vescovo Ponziano, fece fare un reliquiario d’argento a forma di busto, per contenere le reliquie del capo di Biagio e un altro sempre d’argento per rinchiudere un’anca di Demetrio; in seguito il busto di Biagio fu adattato per contenere anche il capo di Demetrio.
Nella cattedrale invece è rimasta una tela del 1604, posta nella Cappella del S.mo Sacramento, che raffigura i due santi martiri, vestiti da pellegrini a lato di s. Salome.
La loro festa liturgica ricorre il 29 novembre, mentre quella di s. Salome è al 24 aprile. 
Fiel de Mérida, Santo

Con il titolo di Santi Emeritensi, sono conosciuti cinque vescovi dei secoli VI-VII della città di Mérida (prov. Badajoz) nell’Estremadura, la cui vita fu descritta verso il 640 da un diacono della stessa diocesi in un opera dal titolo “Vita SS. Patrum Emeritensium”; i loro nomi sono Pablo, Fedele, Masona, Innocenzo, Renovato.
I loro corpi erano sepolti tutti in una sola tomba nella chiesa di S. Eulalia, vicino al sepolcro della santa, ed erano invocati da molti fedeli che riacquistavano la salute.
Non c’è un culto ufficiale, anche se più tardi i loro nomi compaiono in messali, calendari, elenchi di reliquie, breviari, orazioni, ecc. dei monasteri di S. Millán de la Cogolla e S. Domingo de Silos, dove venivano celebrati insieme o a gruppi.
San Fedele o Fidel, nipote del primo vescovo del gruppo Paolo o Pablo, era figlio di una sua sorella e come Paolo arrivò a Mérida in Spagna ancora giovane, al seguito di una comitiva di commercianti greci; in seguito ricevé la tonsura ecclesiastica e l’ordinazione sacerdotale.
Lo zio Paolo ormai in età avanzata, lo consacrò vescovo eleggendolo suo successore a Mérida, ricevendo però la resistenza del clero locale, indignato per quello che sembrava uno dei primi casi di nepotismo.
Ma quando Fedele assegnò i beni ricevuti dallo zio alla Chiesa, la resistenza cessò. Restaurò la basilica di S. Eulalia e il palazzo episcopale crollato improvvisamente dopo che il vescovo e il clero erano usciti per recarsi in chiesa.
Fu grande nell’attività assistenziale e caritatevole e alcune persone ebbero la visione di vederlo insieme a molti santi; la sua morte avvenuta nel novembre 572 ca. fu preannunziata in sogno ad un religioso.


Pietro Andador, Beato



Contemporaneo di San Pietro Nolasco, il Beato Pietro Andador, prese parte alla riconquista di Valenza (Spagna), alla corte del Beato Giacomo 1°, Re d'Aragona. Dopo la vittoria sui mori, il Re Aragonese lo nominò Barone d'Arguines, ma qualche anno più tardi donò tutti i suoi beni all'Ordine Mercedario ricevendo l'abito come cavaliere laico per servire solo Gesù Cristo e l'opera di riscatto degli schiavi. Nobilitò l'Ordine con l'esercizio delle virtù in una vita di rinunce e sacrifici, finché in età avanzata si addormentò nel Signore. Il suo corpo fu inumato nella chiesa del convento di El Puig.
L'Ordine lo festeggia il 29 novembre.


Tiridate III, Askhen e Khosrovidukt, Santos

  

  

“Quando, attraverso la predicazione di san Gregorio, il re Tiridate III si convertì, una nuova luce albeggiò nella lunga storia del popolo armeno. L’universalità della fede si unì in maniera inseparabile con la vostra identità nazionale. La fede cristiana si radicò in modo permanente in questa terra, raccolta attorno al monte Ararat, e la parola del Vangelo influenzò profondamente la lingua, la vita familiare, la cultura e l’arte del popolo armeno”. Con queste brevi parole, nell’omelia tenuta presso la Cattedrale di San Gregorio l’Illuminatore in Yerevan il 26 settembre 2001 in occasione della sua visita apostolica in Armenia, papa Giovanni Paolo II sintetizzò al meglio le origini del primo stato cristiano della storia umana, del quale si celebrava il 1700° anniversario del battesimo, ben prima che il cristianesimo fosse riconosciuto come propria religione dall’impero romano sotto San Teodosio I il Grande, nonché dieci anni prima dell’editto di tolleranza promulgato da San Costantino I il Grande.
Secondo un’antichissima tradizione il cristianesimo penetrò in Armenia direttamente per opera degli apostoli Taddeo e Bartolomeo e per tale motivo ancora oggi la Chiesa indigena è definita “apostolica”. L’impero romano, nella sua espansione ad Oriente, aveva soggiogato anche la regione dell’Armenia. La conversione dell’Armenia, realizzatasi agli albori del IV secolo e tradizionalmente collocata nell’anno 301, è narrata dallo storico Agatangelo in un racconto ricco di simbolismo. Il racconto prende le mosse dall’incontro provvidenziale e drammatico dei due eroi che stanno alla base degli eventi: Gregorio, figlio del parto Anak, allevato a Cesarea di Cappadocia, ed il re armeno Tiridate III. Questo sovrano verso la fine del terzo secolo, approssimativamente nel 294, aveva appena riconquistato il trono, alleandosi con l’imperatore Diocleziano, e conformemente agli usi dell’epoca volle rendere omaggio alla dea Anahite (Diana), che gli era stata propizia nella difficile impresa. Con lui offrirono doni tutti i cortigiani tranne Gregorio che, giunto il suo turno, rifiutò in quanto cristiano, spiegando al sovrano che uno solo è il creatore del cielo e della terra, il Padre del Signore Gesù Cristo. Allora il re lo fece torturare per ben venticinque giorni e lo rinchiuse nella fossa di “Khor Virap” nella fortezza di Artashat, piena di rettili velenosi, il cui solo nome terrorizzava i criminali più incalliti. Gregorio vi sopravvive invece miracolosamente per tredici anni, nutrito dalla Provvidenza attraverso la mano pietosa di una vedova.
Il racconto prosegue poi riferendo i tentativi messi in opera nel frattempo dall’imperatore Diocleziano per sedurre la santa vergine Hripsime, la quale, per sottrarsi al pericolo, fuggì da Roma con una quarantina di compagne, cercando rifugio in Armenia al seguito della badessa Santa Gayane. La bellezza della giovane attrasse l’attenzione del re Tiridate, che s’invaghì di lei e volle farla sua. Di fronte all’ostinato rifiuto di Hripsime, il re s’infuriò e fece perire lei e le compagne tra crudeli supplizi. Secondo la leggenda, in pena dell’orrendo delitto Tiridate fu tramutato in un cinghiale selvatico e non poté ricuperare le sembianze umane, se non quando, ubbidendo a un sogno fatto da sua sorella Santa Khosrovitoukhd, liberò Gregorio dal pozzo. Ottenuto il prodigio del ritorno a sembianze umane per le preghiere del santo, Tiridate comprese che il Dio di Gregorio era veritiero e decise finalmente di convertirsi, insieme con sua moglie Santa Ashkhen, l’intera famiglia e l’esercito, e di adoperarsi per l’evangelizzazione dell’intera nazione. Gregorio e Tiridate percorsero l’intero paese animati di zelo per Cristo, distruggendo i luoghi di culto pagani e costruendo al loro posto templi cristiani. Gregorio ricevette a Cesarea la consacrazione episcopale, divenendo così il primo Catholicos della Chiesa Armena, e fu soprannominato “Illuminatore” per aver portato in dono al popolo armeno la luce di Cristo. Edificò la cattedrale metropolitana di Etchmiadzine, formò un clero indigeno armeno ed evangelizzò la Georgia, dopodiché si ritirò a vita eremitica sino alla sua morte presso una grotta sul monte Sepouh.
Tiridate, per espiare la colpa dell’uccisione di Santa Hripsime, grazie alla sua immane forza trasportò numerosi massi sul monte Ararat per costruire una chiesa sulla sua tomba. Infine nel 324 cadde anch’egli martire, vittima di una rivolta istigata da alcuni nobili armeni che non gli avevano perdonato l’abbandono delle divinità pagane. Dopo la sua morte l’Armenia conobbe purtroppo un secolo di guerra e di anarchia. La Chiesa Armena lo venerò subito come santo, mentre il Martyrologium Romanum al momento non ne riporta la memoria. Secondo invece l’autorevole Bibliotheca Sanctorum è festeggiato al 29 novembre.



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Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las







Igreja da Comunidade de São PAULO DO VISO, entrada principal


Blogue: 
 SÃO PAULO (e Vidas de Santos) http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

Desde 7 de Novembro de 2006, 
entrando pois no Décimo Primeiro ano de publicação diária 
exceptuando algumas (poucas) interrupções técnicas




ANTÓNIO FONSECA

Lista de Papas por ordem de data

%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%

I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

XXI - São CORNÉLIO (251-253);

II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

LIV - São FÉLIX IV (526-530);

VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

CII - SÉRGIO II (844-847);

XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

CXXXIV - BENTO VI (973-974);

XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

(**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

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