FELIZ PÁSCOA

https://www.recadosonline.com/img-33713.html https://img1.recadosonline.com/229/127.gif
Mostrar mensagens com a etiqueta Eleições fraudulentas na Venezuela - 16 de Abril de. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Eleições fraudulentas na Venezuela - 16 de Abril de. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 16 de abril de 2013

Eleições fraudulentas na Venezuela - 16 de Abril de 2013

  • notalatina‏

 

  •  
  • notalatina (alex.brummachado@gmail.com)

     

    Ana Mercedes Díaz. Ex jueza electoral venezolana en Bayly 1/2

    Reproduzir vídeo

    Ana Mercedes Díaz: "Yo creo que Venezuela tiene esperanza, yo estoy convencida que Venezuela lo va a lograr"

    00:10:48

    Adicionado em 11-04-2013

    593.466 visualizado

    notalatina


    Link to notalatina


    A fraude foi a grande vencedora das eleições na Venezuela

    Posted: 15 Apr 2013 01:25 PM PDT

    A Venezuela celebrou ontem eleições presidenciais, fraudulentas deste a data, uma vez que o pleito deveria ter sido convocado pelo menos desde janeiro deste ano, quando se anunciou a impossibilidade de Chávez voltar a governar, e em vez de Nicolás Maduro deveria estar governando até novas eleições o presidente da Assembléia, Diosdado Cabello. O CNE, órgão eminentemente chavista, fez vista grossa a essas irregularidades e ainda deu posse oficialmente a Nicolás Maduro no dia 8 de março.

    Na edição do dia 4 de abril o Notalatina havia anunciado que a vitória seria de Maduro, não sem fraude, pois esta foi uma das deliberações do Foro de São Paulo (FSP) que realizou um encontro em Caracas, em edição extraordinária, no dia 1º de abril. 

    Embora toda a imprensa brasileira tenha anunciado que as eleições ocorreram em um clima de “paz e tranqüilidade”, não foi isto que vi e que era denunciado freneticamente por venezuelanos via Twitter e FaceBook durante todo o dia. Denunciavam que Maduro mandou fechar as fronteiras do país para dificultar o acesso de possíveis opositores e destaco o que assisti pelo canal Globovisión: no Liceu de Montalban, onde ocorreu mais fraudes em número e em diversificação, umas senhoras denunciavam haver chegado ao local às 5 h. da manhã e já passadas as 4 da tarde ainda não haviam votado. Dnunciavam que chegou um ônibus com 100 (CEM) cubanos, com cédulas novas, para votar naquela unidade mas que não pertenciam à comunidade. Nesta mesma localidade, o site La Patilla denuncia (com fotos e um vídeo que recomendo) que motorizados armados ameaçavam as pessoas; que um cidadão que chegou com o deputado Carlos Sierra, do PSUV, foi detido pela Polícia, pois trazia consigo 40 cédulas de identidade. Que os militantes chavistas continuavam fazendo campanha abertamente - quando era expressamente proibido pelo CNE a partir do dia 10 -, e o próprio Maduro não cessou de utilizar todos os canais de rádio e televisão em seu favor. Através do Twitter, um eleitor publica foto de urnas sendo levadas pela Guarda Nacional sem ser auditadas. Também através do Twitter Henrique Capriles denunciava: “Exigimos à reitora Tibisay Lucena o encerramento total das mesas de votação, estão tratando de votar com mesas encerradas. Fazer RT!”.

    E como se fraudou, finalmente, as eleições? No dia 10 de abril, a ex-juíza eleitoral Ana Mercedes Díaz, que trabalhou no CNE por 25 anos, denunciou no programa de Jaime Bayly que as fraudes vêm ocorrendo desde o ano de 2004 e nunca mais pararam. Dentre uma das maneiras de se fraudar está na tinta utilizada para captar a impressão digital, que deveria ser indelével mas não é, onde pode-se apagar a digital impressa no papelete quantas vezes se deseje e no lugar ir colocando outras. Esta falha na qualidade da tinta foi também uma das incontáveis denúncias feitas pelos eleitores no Twitter ontem à tarde e parte da noite. A entrevista da Drª Ana Mercedes foi publicada em dois vídeos que podem ser vistos aqui eaqui, mas não deixem de ver, se quiserem compreender porquê há anos se denuncia o cometimento de fraude eleitoral na Venezuela.

    O CNE tardou demais em apresentar os resultados e as expectativas eram imensas. O comando de Capriles estava seguro, pois tinha cópia das atas, que a vitória era do seu candidato. Em anos anteriores parece que a MUD (Mesa de Unidade Nacional) não teve fiscais em todas as mesas do país mas este ano sim, daí que puderam ter cópia de todas as atas. E o resultado dava Henrique Capriles com um vitória colossal, conforme pode-se ver no gráfico e na relação por estados abaixo. E enquanto aguardávamos, recebi essa informação que foi divulgada pelo Twitter, de alguém que trabalha no CNE:

    “Com 95% de atas escrutinadas: Capriles 7.800M, Maduro 64.000M. Sou membro do CNE

    Passa urgente para que se vejam de mãos atadas”.

    E já passava da meia-noite quando finalmente os reitores do CNE resolveram apresentar os resultados, quando, segundo informação desse órgão, já se havia apurado 99,12% dos votos e àquela altura se poderia afirmar que o resultado era irreversível. Segundo Tibisay Lucena, com 78% de participação, Maduro alcançou 7.505.403 votos, com 50,66%, e Capriles 7.270.403 votos e 49,07%

    Hoje pela manhã recebi outra informação grave que traduzo literalmente, de pessoa que trabalha no CNE e por motivos óbvios não pode se identificar: 

    “Amiga, tremendo porre por aqui. Só Vicente (o único dos cinco reitores não-chavista G.S.)dá a cara. Já baixaram a diferença para 100 mil votos e ainda faltam os do exterior, esses não chegaram. Era mentira o que disseram. Difunde por favor para que as pessoas saibam da verdade e possamos mover as massas.

    Querem proclamar Nicolás hoje mesmo à tarde.

    No fiquemos calados! AGORA OU NUNCA!”.

    Quer dizer, demoraram a anunciar os resultados porque estavam vendo de que maneira poderiam arranjar as coisas e anunciar o resultado determinado pelo Foro de São Paulo e pela ditadura cubana, mesmo sabendo que, além de mentir nos números que tinham em mãos, ainda faltavam os votos do exterior e que me foi informado que nos Estados Unidos, onde vivem mais de 9.000 famílias exiladas, a vitória foi de Capriles.

    Tão logo Tibisay anunciou a farsa, Maduro fez um discurso histérico e desconexo desde o Palácio de Miraflores. Dalí ele gritava cheio de ódio contra a oposição, colocando no final de seus grunhidos o Hino Nacional cantado por Chávez. Capriles demorou a se pronunciar mas quando o fez, foi corajoso e preciso. Se em outubro de 2012 ele tivesse tomado a atitude de ontem, a Venezuela hoje não estaria passando por tudo isto de novo e talvez, a esta altura, Chávez e seu legado, sobretudo os agentes cubanos, fossem apenas partes de uma história nefasta, de um pesadelo maligno que durou 14 anos e foi parar no rol do esquecimento. 

    Em seu discurso calmo e comedido Capriles dirigiu um alerta a Maduro que resume tudo: “Se você antes era  ilegítimo, agora está mais carregado de ilegitimidade”. No vídeo que apresento abaixo, de parte do seu discurso, Capriles disse que não vai aceitar os resultados apresentados pelo CNE e que exige uma auditoria com cada uma das urnas, 100% dos votos. Denunciou ainda que o resultado apresentado pelo CNE está baseado em 3.200 “incidências” e que quer que se conte voto por voto. Sobre o pedido de auditoria, José Miguel Insulza, Secretário Geral da OEA, afirmou que “respaldava” a iniciativa e que colocaria à disposição da Venezuela uma equipe de experts da OEA, “de reconhecido prestígio e longa experiência nesta matéria”. Apesar desse apoio, temo pelo que vão fazer tais “experts”, pois eles sempre avalizaram as fraudes cometidas por Chávez ao longo de mais de 10 anos, uma vez que a única eleição que lhe deu uma vitória “limpa”, foi a primeira, em 1998.

    E hoje Capriles voltou a se pronunciar diante de seus leitores e pediu às autoridades eleitorais que suspendam a proclamação de Maduro até que se faça a re-contagem dos votos. A Maduro ele disse através de uma conferência de imprensa: “Se você vai e corre hoje covardemente a se proclamar, você é um presidente ‘ilegítimo e espúrio’”. Em seguida, dirigindo-se a seus eleitores, conclamou a um panelaço, caso o CNE desrespeite a solicitação de auditoria e dê posse a Maduro antes de se concluir a re-contagem. E concluiu dizendo:“Queremos um panelaço que se ouça no mundo inteiro para fazer sentir nossa indignação porque não se quer dar a conhecer a verdade expressada nas urnas no dia de ontem”.Vejam no vídeo abaixo.

    Tenho fé que desta vez os venezuelanos, vendo a coragem e a força moral apresentada por Capriles agora, não deixem que a ditadura cubana e o FSP decidam seus destinos. Que vão às ruas fazer o panelaço, que façam muito barulho para que o mundo inteira conheça que Chávez implantou uma ditadura violenta na Venezuela e que o povo não agüenta nem aceita mais. Que Deus abençoe a Venezuela e seu “bravo povo”, que a paz, a democracia, a liberdade e a prosperidade possam voltar àquela terra de gente tão querida. Fiquem com Deus e até a próxima!

    Comentários e traduções: G. Salgueiro

     

     

    ----------------

     

     

    Post 16-4-13  -  23H50

     

    ANTÓNIO FONSECA

    Lista de Papas por ordem de data

    %%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%

    I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

    IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

    VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

    VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

    X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

    XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

    São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

    I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

    XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

    XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

    XXI - São CORNÉLIO (251-253);

    II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

    XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

    XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

    XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

    XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

    VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

    XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

    XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

    XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

    XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

    III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

    XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

    IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

    XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

    XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

    XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

    V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

    XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

    XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

    XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

    L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

    VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

    LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

    LIV - São FÉLIX IV (526-530);

    VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

    LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

    LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

    LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

    LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

    LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

    LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

    LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

    LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

    LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

    LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

    VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

    LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

    XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

    XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

    X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

    XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

    XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

    XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

    XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

    XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

    CII - SÉRGIO II (844-847);

    XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

    CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

    XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

    CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

    CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

    CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

    CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

    CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

    CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

    XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

    CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

    CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

    CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

    CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

    CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

    CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

    CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

    CXXXIV - BENTO VI (973-974);

    XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

    CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

    CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

    XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

    CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

    CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

    XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

    CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

    CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

    CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

    CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

    (**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

    CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

    XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

    CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

    XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

    CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

    XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

    CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

    XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

    XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

    CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

    XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

    CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

    XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

    CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

    XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

    CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

    CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

    XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

    XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

    CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

    CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

    CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

    CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

    CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

    CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

    CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

    CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

    CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

    CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

    CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

    XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

    CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

    CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

    CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

    CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

    XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

    XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

    XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

    XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

    XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

    CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

    XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

    CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

    XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

    CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

    CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

    CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

    CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

    CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

    CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

    CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

    CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

    CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

    CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

    CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

    CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

    CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

    CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

    CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

    CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

    CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

    CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

    CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

    CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

    CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

    CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

    CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

    CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

    por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

    Etiquetas